Marcas de uma verdadeira gratidão (1 Samuel 1.19-28) | Rev. Alexander Lemos
23/06/2026
Marcas de uma verdadeira gratidão (1 Samuel 1.19-28) | Rev. Alexander Lemos
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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A graça e a paz do nosso Senhor e único Salvador Jesus Cristo. Vamos continuar nós, nosso último sermão. Nós começamos o livro de Samuel. Então abra a sua Bíblia, primeiro capítulo de Samuel. Versículo 19 em diante. No primeiro sermão fomos até o versículo 18. Diz assim a palavra do Senhor. Levantaram-se de madrugada e adoraram perante o Senhor. E voltaram e chegaram a sua casa a Ramá. Elcana coabitou com Ana sua mulher e lembrando-se dela o Senhor, ela concebeu e passado devido tempo teve um filho a que chamou Samuel, pois dizia do Senhor o pedi. Subiu Elcana seu marido com toda sua casa a oferecer ao Senhor o sacrifício anual e a cumprir o seu voto. Ana, porém, não subiu e disse a seu marido: "Quando for o menino desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o Senhor e para lá ficar para sempre". Respondeu-lhe Elcana, seu marido: "Faze o que é melhor, o que melhor te agrade. Fica até que o desmames. Tão somente confirme o Senhor a sua palavra. Assim ficou a mulher e criou o filho ao peito até que o desmamou. Havendo o desmamado, levou-o consigo com um novilho de três anos, um efa de farinha, um odre de vinho e o apresentou à casa do Senhor a Siló. Era o menino ainda muito criança. Imolaram o novilho e trouxeram o menino a Eli. E disse a ela: "Ah, meu Senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo orando ao Senhor. Por este menino orava eu e o Senhor me concedeu a petição que eu lhe fizera. Pelo que também trago como devolvido ao Senhor por todos os dias que viver, pois do Senhor o pedi". E eles adoraram ali o Senhor. Vamos orar mais uma vez? Deus, como nós precisamos ouvir a tua voz hoje. Precisamos ser alimentados por ela, fortificados por ela, corrigidos por ela. Que o teu Espírito Santo, ó Deus, use-nos de uma forma especial hoje para que a tua palavra, ó Deus, >> [roncando] >> faça em nós conforme a tua vontade. Em nome de Jesus nós oramos. Amém. Amém. Então, essa é a resposta do que aconteceu no naquele primeiro sermão nós expomos aqui em que ela orou ao Senhor e que ela orava chorando, mesmo com o coração amargurado, ela se prostrou diante de Deus e chorando abundantemente, ela orava e clamava ao Senhor. E ali, naquele momento, através da mediação do sacerdote, Deus falou para ela: olha você vai receber aquilo que você está pedindo. E ali então ela saiu com o coração cheio de fé e ela já não era triste e agora ela estava feliz. Então agora nós chegamos na parte onde ela se encontra então com seu marido e eles voltam para casa e Samuel aparece na história, nasce um bebê. Louvado seja Deus. Não foi só uma oração, não foi só um choro mas Deus ouviu a oração de Ana. E louvado seja Deus. Nasceu um menino de uma mulher que não poderia ter filhos. Milagre aconteceu. Agora qual que seria o posicionamento agora de Ana, de Elcana, da família depois que eles receberam essa benção tão grande do Senhor? E aqui a gente aprende mais uma vez com Ana como o seu coração é grato ao Senhor e como ela fez disso um um algo que engrandece, que glorifica ao Senhor. Então vamos acompanhar então desde o começo. No versículo 19 diz assim: "Levantaram-se de madrugada e adoraram perante o Senhor e voltaram. Chegaram à sua casa a Ramá, Elcana coabitou com Ana sua mulher e lembrando-se dela o Senhor, ela concebeu e passado o devido tempo teve um filho e o chamou de Samuel". Uma das coisas que nós temos muita dificuldade todos nós temos dificuldade de sermos realmente gratos. E nessa história de Ana aqui, nós aprendemos alguns princípios, algumas marcas que mostram que nós realmente estamos gratos ao Senhor, que nós estamos expressando uma verdadeira gratidão. E uma coisa que nós temos dificuldade é de reconhecer a nossa dependência total de Deus. Nós temos, apesar por causa aqui da queda do homem, por causa do nosso dependência total de Deus. Nós temos, apesar por causa aqui da queda do homem, por causa do nosso pecado, nós somos pendidos a ter sede de glória, de elogio, de aplausos. Nós queremos recompensas pelas coisas que nós fazemos. Nós queremos ter o prazer de dizer: "Não, eu fiz isso. E eu conquistei isso". E a primeira coisa que nós vemos aqui nessa história de Ana é que ela reage diferente de muitas pessoas que nós vemos na Bíblia. Lá em Romanos, capítulo 1:21, diz assim: "Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram e o seu coração insensato se obscureceu". Pessoas que conhecem a Deus, discursos se desvaneceram e o seu coração insensato se obscureceu. Pessoas que conhecem a Deus, pessoas que sabem da existência pessoas que sabem da existência de Deus, mas que não dão glória a Deus, não reconhecem o Senhor nos seus caminhos. É um tipo de gente. Tem a história de Ezequias. O segundo livro das Crônicas, capítulo 32, diz que Ezequias estava fazendo muitas coisas boas, mas o que aconteceu? Ele se exaltou e não dias estava fazendo muitas coisas boas, mas o que aconteceu? Ele se exaltou e não correspondeu ao Senhor pelos benefícios que ele recebeu do Senhor. Você está vendo que pessoas que estão totalmente afastadas de Deus não dão glória a Deus, mesmo sabendo que é um Deus, porque elas adoram a si mesmas, mas pessoas que servem a Deus, pessoas que andam com Deus, em algum momento da história também, por serem mas pessoas que servem a Deus, pessoas que andam com Deus, em algum momento da história também, por serem ainda pessoas pecadoras, podem cometer esse erro de se exaltarem pelos seus feitos, as suas atitudes, pelas bênçãos recebidas de Deus e não dão glória devida, não retribuem de forma correta ao Deus que as abençoou. Nós todos corremos esse risco, de a gente cair no risco no risco de acharmos que nós merecemos alguma coisa. Mas não é isso que a palavra de Deus nos ensina e na história de Ana, ela nos ensina algo totalmente diferente, porque até mesmo na no nome do seu filho, Samuel, que significa do Senhor eu pedi. Ela colocou na identidade do seu filho, Samuel, que ele carregaria esse nome para sempre e que essa seria identidade dele, que todos saberiam que Samuel foi um presente do Senhor, da graça de Deus, fruto de um milagre, da vontade de Deus, porque ela não poderia ter filhos. E ela atribui tudo isso ao Senhor. Todo benefício que ela recebeu, ela deu glória ao Senhor. E a primeira coisa que ela fez foi colocar o nome do seu filho de Samuel. Porque do Senhor eu o pedi e o Senhor me ouviu. Agora uma parte linda desse texto que nós lemos é quando diz que o Senhor se lembrou. Todas as vezes que nós lemos isso, principalmente no Antigo Testamento, quando nós lemos que o Senhor se lembrou, lembrou-se Deus de Noé, que está lá em Gênesis 8, lembrou-se Deus de Abraão, Gênesis 19, lembrou-se Deus de Raquel. É engraçado porque Deus não se esquece de nada. Deus não pode se esquecer de nada. Mas o texto diz: "Lembrou-se Deus". Sabe por quê? Essa palavra lembrou-se, esse verbo, é muito mais complexo do que a gente imagina. Não é só lembrar de um fato ou de alguma coisa que a gente deveria fazer. Lembrar de uma pessoa, lembrar de um nome. Quando a palavra de Deus diz que lembrou-se Deus, é porque chegou a hora de Deus agir. Não que Deus esqueceu, mas é porque quando diz lembrou-se Deus, é porque chegou o momento da intervenção divina, como se Deus se levantasse e dissesse: "Agora é a minha vez". E então essa é uma palavra muito linda. E a gente pode perceber então que não existe nada que possa qualificar e dar potencial a Ana e Elcana para terem um filho, mas eles sabiam que eles tiveram Samuel, porque Deus lembrou-se de Ana. E chegou o dia então e Deus então Samuel, porque Deus lembrou-se de Ana. E chegou o dia então e Deus então operou esse milagre maravilhoso e nasceu Samuel. E é engraçado depois porque Elcana, quando ele fala: "Ó, Ana, nós estamos indo, estamos nos arrumando para ir para Siló, para oferecermos o sacrifício. Vamos que você já vai lá e deixa Samuel lá". E Ana falou: "Opa, pera aí, não tá na hora ainda. Ele precisa ainda ser fortalecido, ele precisa da mãe, eu preciso amamentá-lo". Ela tinha o desejo sim de levar. Não é porque ela estava, ah, com o coração em dúvidas, será que eu vou fazer isso ou não, é porque só não era o momento. E uma criança ela, naqueles tempos, eu acho que não muda, de dois a três anos mais ou menos, eh, ele foi amamentado pela sua mãe. E Elcana, quando ela disse isso, Elcana falou para ela, falou assim: "Meu bem, não tem essa palavra meu bem na na Bíblia aqui, é o que eu tô, né?" Ele amava muito, amava muito a Ana. Falando assim: "Meu bem, faça o que você achar que é melhor". Mas tem uma frase, ah, aqui na Bíblia que é linda. Olha só, está aqui no versículo 22. Ana, porém, não subiu e a seu marido: "Quando for o menino desmamado, levá-lo-ei para ser apresentado perante o Senhor e para lá ficar para sempre". Versículo 23: Respondeu-lhe Elcana, seu marido: "Faz o que melhor te agrade. Fica até que o desmames. Tão somente te confirme o Senhor a sua palavra". Ela, essa, essa frase, ela, em algumas versões, ela aparece um pouquinho diferente na tradução. Porque, em vez de falar "O Senhor confirme a sua palavra", ah, alguns estudiosos interpretam assim, que o Senhor confirme a palavra dele. Mas, grande parte das traduções, inclusive a, a NAA, que é a Nova Almeida, ela já traduz, eh, como a maioria, que, que o Senhor o voto que você fez. Porque foi ela que fez o voto. E aqui, então, a gente percebe como é importante nós, como marca da verdadeira gratidão, é a gente reconhecer a dependência de Deus, até mesmo para cumprir os votos que nós fazemos, nós precisamos da ajuda de Deus. Elcana percebia isso, essa necessidade. E ele só falou assim: "Olha, então, que o Senhor fica aí, mas que o Senhor ajude você a cumprir o seu voto". Meus irmãos, todas as coisas que nós fazemos, que nós recebemos, nós fazemos na dependência de Deus. Por mais dons que o Senhor derrame sobre a sua igreja, por mais que alguns irmãos apareçam ser mais capacitados do que outros, todos nós fazemos o que fazemos na dependência do Senhor. Nós dependemos dele o tempo todo. E isso é uma marca, porque quando nós entendemos que nós dependemos de Deus e aquilo que a gente faz, a gente faz com alegria. E aquilo que a gente faz, nós sabemos que nós fizemos porque o Senhor nos ajudou. No final das contas nós vamos agradecer: "Senhor, obrigado. Eu não era digno disso, eu não era capaz de fazer isso, mas o Senhor me abençoou, o Senhor me fortaleceu, o Senhor me deu sabedoria. O Senhor fez um milagre lá em casa, porque nós não conseguiríamos fazer isso". Esse que é o pensamento que nós temos que ter, que nós estamos vivendo uma vida diante de Deus. Nós estamos vivendo uma vida diante da face de Deus e que tudo que a gente for fazer, nós dependemos dele. Nós dependemos é dele se lembrar de nós. Tudo que nós fazemos, dependemos é do momento em que Deus lembrou-se de nós. É o momento ele que se levanta para trabalhar por nós. E ele é um Deus que não descansa, ele não esquece. Ele não se atrapalha, ele não tem dúvidas. Por isso que nós temos que ter um coração grato sempre. Porque nós dependemos dele. Isso é uma maravilha falar assim que meu dependo totalmente do Senhor. Grandes homens caíram porque eles deixaram de entender isso. De que eles dependem totalmente do Senhor. E começaram a se exaltar. E vocês sabem qual que é o futuro daqueles que são altivos. Porque a altivez precede a queda. Então vamos aprender com Ana, ao receber uma benção, a perceber algo maravilhoso que está acontecendo na nossa família, no seu trabalho, na sua vida, é perceber e ser grato a Deus. Por quê? Porque aquilo foi obra de Deus na nossa vida, foi por causa do Senhor. E o texto continua. Que é outra marca importante de um coração verdadeiramente grato. Que está Vá lá, segue comigo agora no versículo 23. 24. Havendo o desmamado, levou-o consigo um novilho de três anos, um efa de farinha, um odre de vinho e o apresentou à casa do Senhor a Siló. Era o menino ainda muito criança. Imolaram um novilho, trouxeram e trouxeram o menino a Eli. E disse ela: Ah, meu Senhor, tão certo como vives, eu sou aquela mulher que aqui esteve contigo orando ao Senhor. Por este menino orava eu e o Senhor me concedeu a petição que lhe fizera. Olha só. Outra coisa que nós temos que aprender através do pacto que Deus fez com seu povo, que Deus estabeleceu com seu povo, que todo ato de culto, de adoração, de entrega, de louvor, de gratidão, de consagração, todos esses atos, eles eram feitos na presença de Deus, mediados pelo sacerdote. E em quase todos os sacrifícios, importava que tivesse sangue. Então, esse ato, chegou o dia então, desmamado a criança, levaram então até ali, mas não levaram só o menino. Eles levaram todo o material que importava para o sacrifício. Não foi só a criança. Eles não levaram só a criança. Mas eles levaram um novilho. E e a gente fica assim, "Gente, mas por quê? Por que que não só deixou?" Porque foi assim que Deus estabeleceu. Era assim. Foi assim que foi estabelecido em Levítico 7, em Números 16. Olha o que diz Números: "Quando preparares novilho para o holocausto ou sacrifício, um cumprimento de um voto, nem todo o sacrifício que era feito no Antigo Testamento era para expiação de pecado. Esse então era para cumprir um voto ou um sacrifício pacífico ao Senhor, ou um novilho, com o novilho trarás uma oferta de manjares de três décimos. E aí, tudo aquilo que seria oferecido ao Senhor. Então, já estava estabelecido e eles sabiam disso, para cumprir um voto, que era consagrar a vida de Samuel, para ele trabalhar o resto da sua vida para o Senhor. Eles tiveram que sacrificar um animal. E da mesma forma como nós apontamos o primeiro sermão para a figura do sacerdote Eli, que ele então apontava para o sumo sacerdote Jesus, aqui também agora, nós vamos apontar o objeto do sacrifício que era aquele animal que teve o seu sangue derramado. Da mesma forma que nós, que ele aponta para Cristo. Da mesma forma esse animal que perdeu sua vida que derramou seu sangue nós apontamos também para o sacrifício de Cristo. Não não existe essa possibilidade de nós nos aproximarmos de Deus e querermos oferecer algo a Deus se não for através de um sacrifício. Ele precisa ser mediado, precisa ter sangue derramado. É por isso que em todos os sacrifícios da Bíblia que nós lemos, nos atos dos cultos que eram feitos, era muito sangue derramado. Porque todos os atos que eram feitos era necessário um animal ser imolado. Precisava de sangue. Então é muita inocência nossa nós acharmos que nós podemos burlar essa esse acesso que nós temos a Deus pelo modo que ele prescreveu e nós queremos buscar a Deus e oferecer algo a Deus e querer que Deus receba, que Deus nos ouça sem passarmos pelo sacrifício. Agora é óbvio que nós aqui estamos no momento de culto, nós estamos gratos por muitas coisas, cantamos hoje aqui tanto sobre gratidão. Contudo ninguém trouxe nenhum animal aqui para ser imolado. E nós devemos é entender que nós hoje como igreja do Senhor no nosso ato de culto, no nosso ato de adoração e louvor, nós precisamos passar pela cruz. Não há como nós oferecermos algo ao Senhor em louvor a Ele, se não passarmos primeiro pela cruz, pelo sangue de Jesus. É através do sangue de Jesus que torna esse momento propício. Nós estamos aqui reunidos em adoração, é porque Jesus morreu por nós. E é por causa do sangue do cordeiro que lava todos os nossos pecados, porque Ele agora é o novo e vivo caminho. É por isso que nós estamos aqui, é por isso que nós cantamos, é por isso que nós o adoramos. Essa é uma marca importantíssima da verdadeira gratidão, porque é o verdadeiro coração grato é aquele que reconhece que ele depende totalmente de Deus e que ele não pode oferecer nada ao Senhor se não for através de Cristo. Embora algumas pessoas podem não entender isso. Querem oferecer algo ao Senhor, mas ainda não passaram pela cruz. O sangue de Jesus ainda não alcançou essa pessoa. Nós fazemos coisas com muito com uma boa vontade imensa, mas não podemos celebrar a Deus um culto, adorar a Ele, não podemos consagrar a nossa vida por nós mesmos. Samuel foi consagrado, mas um animal foi morto. Nós não podemos querer nos consagrar por conta própria. Temos que passar pela cruz. Tem que ter sangue. E o sangue de Jesus foi o último sacrifício realizado. Suficiente. Eternamente eficaz. Não podemos ignorar nunca, de forma alguma, a cruz de Cristo. John Stott, naquele livro dele, A Cruz de Cristo, ele ele fala que existem dois tipos de sacrifício. Hoje, existem dois tipos de sacrifício. O primeiro sacrifício é o sacrifício que Jesus ofereceu a Deus. A nosso favor. E o segundo sacrifício é o que é o sacrifício que o seu povo oferece a Deus através de Cristo. Nós oferecemos agora louvor a Deus, oferecemos sacrifício de louvor, de adoração, de gratidão. Mas nós fazemos isso por intermédio de Cristo Jesus, do seu sangue. Não há outro, não há outro caminho, meus irmãos. Somente através do sangue existem, tem um, um autor, o Bruce Waltke, que ele escreveu aquele livro Teologia do Antigo Testamento, e ele fala que não pode ser qualquer sacrifício. O sacrifício, ele tem quatro características. Qualidade. É a primeira característica. Que, que que é qualidade? Tem que ser o melhor, o melhor do rebanho. Até ele comenta lá, ele vai falar, por que que tem que ser gordo? Porque quanto mais gordura, melhor. É por que? Entendia-se que o animal mais gordo era o animal mais bem cuidado e mais bem alimentado. E existe assim, porque tem que ser o melhor, ele não pode ter defeito. Se você tem cinco animais, você vai oferecer o que for melhor. Então essa é uma exigência do que está em Levítico, tem que ser o melhor. Outra qualidade desse sacrifício, exatidão. O sacrifício deve ser feito exatamente como prescrito pelo Senhor. A gente não pode dar um jeitinho, não pode pular uma etapa, a gente não pode ali fazer que faz, mas não faz. Exatidão, outra característica, representatividade. Aquele animal, ele estaria representando alguém. Exatamente, representando a vida de alguém. E outro ponto importante do sacrifício. Que deve ter, o sangue. Não adiantaria você pegar o melhor animal, o mais gordinho, o mais bonitinho, fazer tudo certinho e na hora do sacrifício você falar assim, sacerdote, pera aí, esse aqui. >> [risadas] >> E levar para casa, não. Deveria ter sangue. Essas são as características. O sacrifício tinha que ser perfeito, perfeito em qualidade, perfeito em exigências. Ele teria que ser perfeito. Por isso que quando nós olhamos para o sacrifício. Não tem como meus irmãos, a gente não apontar para Cristo Jesus, porque o sacrifício de Jesus foi perfeito, inclusive teve sangue. O sacrifício ele antecede e propicia a consagração. Queremos nos consagrar a Deus, queremos dedicar a nossa vida a Deus, em adoração, em louvor, em serviço. Você não pode fazer isso sem antes passar pela cruz de Cristo. Só ele vai tornar você propício para servi-lo. Você precisa ser coberto pelo sangue de Jesus. E no finalzinho desse texto que nós lemos, ainda diz assim, no versículo 28. Pelo que também o trago como devolvido ao Senhor por todos os dias que viver, pois do Senhor o pedi. E eles ali adoraram o Senhor. Olha que coisa linda. O primeiro versículo que nós lemos hoje diz: levantaram-se de madrugada e adoraram perante o Senhor. E o último versículo que nós lemos: e eles adoraram ali o Senhor. Começou e terminou com adoração. Então a primeira marca que nós aprendemos aqui de um coração verdadeiro grato é um coração que é totalmente dependente de Deus e tudo que acontece foi porque Deus fez. Uma outra marca é uma marca que se consagra na cruz de Cristo. E uma terceira marca adoração. Adoração. Tudo começou e terminou aqui em adoração e o centro dessa história aqui estava o sacrifício. Ah, meus irmãos. Há tantas coisas que nós temos que aprender a respeito de adoração e esse é um ponto muito importante não podemos adorar a Deus de forma verdadeira sincera sem passar pelo sacrifício Vocês entendem a ordem aqui das coisas Eles reconheceram que tudo vem de Deus depois eles consagraram a sua vida a vida deles aquele menino Imolando o animal derramando o sangue que aponta para Cristo Jesus só depois que foi morto aquele animal depois que o sangue foi derramado somente depois é que eles levaram o menino até ali E o resultado disso foi a adoração não podemos pular Essas etapas tão necessárias para nossa vida Nós podemos fazer muitas coisas corretas Podemos ainda fazer tudo de uma forma metodológica E parecer que está tudo certo Mas Deus ainda continua procurando adoradores que o adoram em espírito e em verdade E esse aqui e a adoração é a marca de um coração verdadeiro grato Porque essa gratidão não é somente por causa do filho não é por causa de uma benção não é porque está indo tudo bem ele é um coração verdadeiro verdadeiramente grato Porque ele passou pela cruz porque ele foi alcançado pela graça de Deus os seus pecados foram perdoados e agora através da cruz de Cristo, do sangue de Jesus, ele pode se aproximar de Deus e cantar louvores a Ele e adorar a Deus. Porque é o sangue de Jesus que torna tudo isso propício. A verdadeira gratidão é aquela que é fruto da obra da redenção. A verdadeira gratidão é aquela que é fruto da cruz. Se a cruz não for o motivo de nós estarmos aqui adorando a Deus, estamos errados. Se a cruz não for o motivo do coral cantar, estamos errados. Nós servimos a Deus, oferecemos sacrifícios de louvor, como diz o apóstolo Paulo. E nós agora podemos fazer isso. Porque o animal, o sangue daquele daquele sacrifício foi derramado. E agora nos torna propícios a adorá-lo em espírito e em verdade. E nesse momento em que ela adorava o Senhor, então ela compôs essa linda oração cantada, um cântico. Oração, cântico de Ana, que nós lemos no início do nosso culto. Depois leia de novo em casa. Fruto, fruto de quê? De um coração rendido a Deus, ao Senhor, de quem nós devemos todas as coisas da nossa vida, a quem nós consagramos tudo o que somos, tudo o que temos. E a quem, que é digno de todo louvor e toda adoração. Tudo começa, começou ali adorando a Deus e terminou adorando a Deus. E todos nós um dia estaremos juntos adorando ao Senhor. Em Apocalipse 5, versículos 11 e 12, diz assim: "E olhei e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do trono e dos animais e dos anciãos e era o número deles milhões de milhões e milhares de milhares que com grande voz diziam: Digno é o cordeiro que foi morto de receber o poder, as riquezas, sabedorias e força, honra, glória e ações de graça". Os irmãos, lá no céu, nós temos o coração regenerado, um coração que passou pela cruz. Quando nós estivermos diante dele, nós daremos toda a glória ao cordeiro que foi morto. Porque não estará ninguém no céu que não passou pela cruz de Cristo. E eu convido os irmãos para nós fazermos como Ana, reconhecer que nós não temos dado a devida honra a Deus, que tem feito tantas coisas na nossa vida, que tem agido com misericórdia na nossa vida. E nós pedimos perdão. E talvez seja o momento que você já fez tantas vezes na sua vida, mas há quanto tempo você não fez uma oração de consagração, Senhor. O Senhor, eu preciso me consagrar mais ao Senhor. Eu entrego a minha vida ao Senhor. Dedico a minha vida, os meus dons, os meus talentos ao Senhor. E que o Senhor coloque em você um coração de um verdadeiro adorador. Vamos orar? >> [música]