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A fé vem pelo ouvir

Marcas de uma verdadeira gratidão (1 Samuel 1.19-28) | Rev. Alexander Lemos

Marcas de uma verdadeira gratidão (1 Samuel 1.19-28) | Rev. Alexander Lemos

Marcas de uma verdadeira gratidão (1 Samuel 1.19-28) | Rev. Alexander Lemos

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:

A graça e a paz do nosso Senhor e único
Salvador Jesus Cristo.
Vamos continuar nós, nosso último
sermão.
Nós começamos o livro de Samuel. Então
abra a sua Bíblia, primeiro capítulo
de Samuel.
Versículo 19 em diante.
No primeiro sermão fomos até o versículo
18.
Diz assim a palavra do Senhor.
Levantaram-se de madrugada e adoraram
perante o Senhor.
E voltaram e chegaram
a sua casa a Ramá.
Elcana coabitou com Ana sua mulher e
lembrando-se dela o Senhor, ela concebeu
e passado devido tempo teve um filho
a que chamou Samuel, pois dizia
do Senhor o pedi.
Subiu Elcana seu marido com toda sua
casa a oferecer ao Senhor o sacrifício
anual e a cumprir o seu voto.
Ana, porém,
não subiu e disse a seu marido:
"Quando for o menino desmamado,
levá-lo-ei para ser apresentado perante
o Senhor e para lá ficar para sempre".
Respondeu-lhe Elcana, seu marido:
"Faze o que é melhor, o que melhor te
agrade. Fica até que o desmames. Tão
somente confirme o Senhor a sua palavra.
Assim ficou a mulher e criou o filho ao
peito até que o desmamou. Havendo o
desmamado, levou-o consigo
com um novilho de três anos, um efa de
farinha, um odre de vinho e o apresentou
à casa do Senhor a Siló.
Era o menino ainda muito criança.
Imolaram o novilho e trouxeram o menino
a Eli.
E disse a ela:
"Ah, meu Senhor, tão certo como vives,
eu sou aquela mulher que aqui esteve
contigo orando ao Senhor.
Por este menino orava eu
e o Senhor me concedeu a petição que eu
lhe fizera.
Pelo que também trago como devolvido ao
Senhor por todos os dias que viver,
pois do Senhor o pedi".
E eles adoraram ali
o Senhor. Vamos orar mais uma vez?
Deus, como nós precisamos ouvir a tua
voz hoje.
Precisamos ser
alimentados por ela, fortificados por
ela, corrigidos por ela.
Que o teu Espírito Santo, ó Deus,
use-nos de uma forma especial hoje para
que a tua palavra, ó Deus,
>> [roncando]
>> faça em nós
conforme a tua vontade. Em nome de Jesus
nós oramos. Amém.
Amém. Então, essa é a resposta
do que aconteceu no naquele primeiro
sermão
nós expomos aqui
em que ela orou ao Senhor e que ela
orava chorando,
mesmo com o coração amargurado, ela se
prostrou diante de Deus e chorando
abundantemente, ela orava e clamava ao
Senhor.
E ali, naquele momento,
através da mediação do sacerdote,
Deus
falou para ela: olha
você vai receber aquilo que você está
pedindo.
E ali então ela saiu com o coração cheio
de fé e ela já não era triste e agora
ela estava feliz.
Então agora
nós chegamos na parte onde ela se
encontra então com seu marido e eles
voltam para casa
e Samuel
aparece na história, nasce um bebê.
Louvado seja Deus.
Não foi só uma oração, não foi só um
choro
mas Deus ouviu a oração de Ana.
E louvado seja Deus.
Nasceu um menino
de uma mulher que não poderia ter
filhos.
Milagre aconteceu.
Agora
qual que seria o posicionamento agora de
Ana, de Elcana, da família
depois que eles receberam essa benção
tão grande do Senhor?
E aqui a gente aprende mais uma vez com
Ana
como o seu coração é grato ao Senhor
e como ela fez disso
um um
algo que engrandece, que glorifica ao
Senhor.
Então vamos acompanhar então desde o
começo. No versículo 19 diz assim:
"Levantaram-se de madrugada e adoraram
perante o Senhor
e voltaram. Chegaram à sua casa a Ramá,
Elcana coabitou com Ana sua mulher e
lembrando-se dela o Senhor, ela concebeu
e passado o devido tempo teve um filho e
o chamou de
Samuel".
Uma das coisas que nós temos muita
dificuldade
todos nós temos dificuldade de sermos
realmente gratos.
E nessa história de Ana aqui, nós
aprendemos
alguns princípios,
algumas marcas
que mostram que nós realmente estamos
gratos ao Senhor, que nós estamos
expressando uma verdadeira gratidão.
E uma coisa que nós temos dificuldade
é de reconhecer a nossa dependência
total de Deus.
Nós temos, apesar
por causa aqui da queda do homem, por
causa do nosso dependência total de
Deus.
Nós temos, apesar
por causa aqui da queda do homem, por
causa do nosso pecado,
nós somos pendidos
a ter sede de glória, de elogio, de
aplausos.
Nós queremos recompensas pelas coisas
que nós fazemos.
Nós queremos ter o prazer de dizer:
"Não, eu fiz isso.
E eu conquistei isso".
E a primeira coisa que nós vemos aqui
nessa história de Ana
é que ela reage diferente de muitas
pessoas que nós vemos na Bíblia. Lá em
Romanos, capítulo 1:21,
diz assim: "Porquanto, tendo conhecido a
Deus, não o glorificaram como Deus, nem
lhe deram graças, antes em seus
discursos
se desvaneceram
e o seu coração insensato se
obscureceu".
Pessoas que conhecem a Deus, discursos
se desvaneceram
e o seu coração insensato se obscureceu.
Pessoas que conhecem a Deus,
pessoas que sabem da existência
pessoas que sabem da existência de Deus,
mas que não dão glória a Deus, não
reconhecem o Senhor nos seus caminhos.
É um tipo de gente.
Tem a história de Ezequias.
O segundo livro das Crônicas, capítulo
32, diz
que Ezequias
estava fazendo muitas coisas boas,
mas o que aconteceu? Ele se exaltou
e não dias
estava fazendo muitas coisas boas,
mas o que aconteceu? Ele se exaltou
e não correspondeu ao Senhor
pelos benefícios que ele recebeu do
Senhor.
Você está vendo que pessoas que estão
totalmente afastadas de Deus não dão
glória a Deus, mesmo sabendo que é um
Deus,
porque elas adoram a si mesmas,
mas pessoas que servem a Deus, pessoas
que andam com Deus, em algum momento da
história também,
por serem mas pessoas que servem a Deus,
pessoas que andam com Deus, em algum
momento da história também,
por serem ainda pessoas pecadoras,
podem cometer esse erro de se exaltarem
pelos seus feitos, as suas atitudes,
pelas bênçãos recebidas de Deus e não
dão glória devida, não retribuem de
forma correta ao Deus que as abençoou.
Nós todos corremos esse risco,
de a gente cair no risco no risco de
acharmos que nós merecemos alguma coisa.
Mas não é isso que a palavra de Deus nos
ensina e na história de Ana,
ela nos ensina algo totalmente
diferente,
porque até mesmo na no nome do seu
filho,
Samuel,
que significa
do Senhor eu pedi.
Ela colocou na identidade do seu filho,
Samuel, que ele carregaria esse nome
para sempre
e que essa seria identidade dele, que
todos saberiam que Samuel foi um
presente do Senhor, da graça de Deus,
fruto de um milagre, da vontade de Deus,
porque ela não poderia ter filhos.
E ela atribui tudo isso ao Senhor.
Todo benefício que ela recebeu, ela deu
glória ao Senhor. E a primeira coisa que
ela fez foi colocar o nome do seu filho
de Samuel.
Porque do Senhor eu o pedi e o Senhor me
ouviu.
Agora uma
parte linda desse texto que nós lemos
é quando diz que o Senhor
se lembrou.
Todas as vezes que nós lemos isso,
principalmente no Antigo Testamento,
quando nós lemos que o Senhor se
lembrou,
lembrou-se
Deus de Noé, que está lá em Gênesis 8,
lembrou-se Deus de Abraão, Gênesis 19,
lembrou-se Deus de Raquel.
É engraçado porque Deus não se esquece
de nada.
Deus não pode se esquecer de nada.
Mas o texto diz: "Lembrou-se Deus". Sabe
por quê? Essa palavra lembrou-se, esse
verbo, é muito mais complexo
do que a gente imagina. Não é só lembrar
de um fato ou de alguma coisa que a
gente deveria fazer.
Lembrar de uma pessoa, lembrar de um
nome. Quando a palavra de Deus diz que
lembrou-se Deus, é porque chegou a hora
de Deus agir.
Não que Deus esqueceu, mas é porque
quando diz lembrou-se Deus, é porque
chegou o momento
da intervenção divina, como se Deus se
levantasse e dissesse: "Agora é a minha
vez".
E então essa é uma palavra muito linda.
E a gente pode perceber então
que não existe nada que possa qualificar
e dar potencial a Ana e Elcana para
terem um filho, mas eles sabiam
que eles tiveram
Samuel, porque Deus lembrou-se de Ana.
E chegou o dia então
e Deus então Samuel, porque Deus
lembrou-se de Ana.
E chegou o dia então
e Deus então operou esse milagre
maravilhoso e nasceu Samuel.
E é engraçado depois porque Elcana,
quando ele fala: "Ó, Ana, nós estamos
indo, estamos nos arrumando para ir para
Siló, para oferecermos o sacrifício.
Vamos que você já vai lá e deixa Samuel
lá".
E Ana falou: "Opa, pera aí,
não tá na hora ainda. Ele precisa ainda
ser fortalecido, ele precisa da mãe, eu
preciso amamentá-lo".
Ela
tinha o desejo sim de levar. Não é
porque ela estava, ah, com o coração em
dúvidas, será que eu vou fazer isso ou
não, é porque só não era o momento.
E uma criança ela, naqueles tempos, eu
acho que não muda,
de dois a três anos mais ou menos, eh,
ele foi amamentado pela sua mãe.
E Elcana, quando ela disse isso, Elcana
falou para ela, falou assim: "Meu bem,
não tem essa palavra meu bem na na
Bíblia aqui, é o que eu tô, né?" Ele
amava muito, amava muito
a Ana.
Falando assim: "Meu bem, faça o que você
achar que é melhor".
Mas tem uma frase, ah, aqui na Bíblia
que é linda.
Olha só, está aqui no versículo
22. Ana, porém, não subiu e a seu
marido: "Quando for o menino desmamado,
levá-lo-ei para ser apresentado perante
o Senhor e para lá ficar para sempre".
Versículo 23: Respondeu-lhe Elcana, seu
marido: "Faz o que melhor te agrade.
Fica até que o desmames. Tão somente te
confirme o Senhor a sua palavra".
Ela, essa, essa frase, ela, em algumas
versões, ela aparece um pouquinho
diferente na tradução.
Porque, em vez de falar "O Senhor
confirme a sua palavra",
ah, alguns estudiosos interpretam assim,
que o Senhor confirme a palavra dele.
Mas,
grande parte das traduções, inclusive a,
a NAA, que é a Nova Almeida, ela já
traduz, eh, como a maioria, que, que o
Senhor
o voto que você fez.
Porque foi ela que fez o voto.
E aqui, então,
a gente percebe
como é importante
nós,
como marca da verdadeira gratidão, é a
gente reconhecer a dependência de Deus,
até mesmo para cumprir os votos que nós
fazemos,
nós precisamos da ajuda de Deus.
Elcana percebia isso, essa necessidade.
E ele só falou assim: "Olha, então, que
o Senhor
fica aí, mas que o Senhor ajude você a
cumprir o seu voto".
Meus irmãos, todas as coisas que nós
fazemos, que nós recebemos,
nós fazemos na dependência de Deus.
Por mais dons que o Senhor derrame sobre
a sua igreja,
por mais que alguns irmãos apareçam ser
mais capacitados do que outros,
todos nós fazemos o que fazemos na
dependência do Senhor.
Nós dependemos dele o tempo todo.
E isso é uma marca, porque quando nós
entendemos que nós dependemos de Deus e
aquilo que a gente faz, a gente faz com
alegria. E aquilo que a gente faz,
nós sabemos que nós fizemos porque o
Senhor nos ajudou.
No final das contas nós vamos agradecer:
"Senhor, obrigado.
Eu não era digno disso, eu não era capaz
de fazer isso, mas o Senhor me abençoou,
o Senhor me fortaleceu, o Senhor me deu
sabedoria.
O Senhor fez um milagre lá em casa,
porque nós não conseguiríamos fazer
isso".
Esse que é o pensamento que nós temos
que ter, que nós estamos vivendo uma
vida diante de Deus. Nós estamos vivendo
uma vida diante da face de Deus e que
tudo que a gente for fazer, nós
dependemos dele. Nós dependemos é dele
se lembrar de nós.
Tudo que nós fazemos, dependemos é do
momento
em que Deus lembrou-se de nós.
É o momento ele que se levanta para
trabalhar por nós.
E ele é um Deus que não descansa, ele
não esquece.
Ele não se atrapalha, ele não tem
dúvidas.
Por isso que nós temos que ter um
coração grato sempre.
Porque nós dependemos dele. Isso é uma
maravilha
falar assim que meu dependo totalmente
do Senhor.
Grandes homens caíram
porque eles deixaram de entender isso.
De que eles dependem totalmente do
Senhor.
E começaram a se exaltar.
E vocês sabem qual que é
o futuro daqueles que
são altivos.
Porque a altivez precede
a queda.
Então vamos aprender com Ana, ao receber
uma benção, a perceber algo maravilhoso
que está acontecendo na nossa família,
no seu trabalho, na sua vida, é perceber
e ser grato a Deus. Por quê? Porque
aquilo foi obra de Deus na nossa vida,
foi por causa do Senhor.
E o texto continua.
Que é outra marca importante de um
coração verdadeiramente
grato.
Que está
Vá lá, segue comigo agora
no versículo
23.
24. Havendo o desmamado, levou-o consigo
um novilho de três anos,
um efa de farinha, um odre de vinho e o
apresentou à casa do Senhor a Siló.
Era o menino ainda muito criança.
Imolaram um novilho, trouxeram e
trouxeram o menino a Eli.
E disse ela: Ah, meu Senhor,
tão certo como vives, eu sou aquela
mulher
que aqui esteve contigo orando ao
Senhor.
Por este menino orava eu e o Senhor me
concedeu a petição
que lhe fizera.
Olha só.
Outra coisa que nós temos que aprender
através do pacto que Deus fez com seu
povo,
que Deus estabeleceu com seu povo,
que todo ato de culto, de adoração, de
entrega, de louvor, de gratidão,
de consagração,
todos esses atos,
eles eram feitos na presença de Deus,
mediados pelo sacerdote.
E em quase todos os sacrifícios,
importava que tivesse sangue.
Então, esse ato, chegou o dia então,
desmamado a criança,
levaram então até ali, mas não levaram
só o menino.
Eles levaram
todo o material que importava para o
sacrifício.
Não foi só a criança. Eles não levaram
só a criança.
Mas eles levaram um novilho.
E e a gente fica assim, "Gente, mas por
quê? Por que que não só deixou?" Porque
foi assim que Deus estabeleceu.
Era assim.
Foi assim que foi estabelecido em
Levítico 7, em Números 16. Olha o que
diz Números: "Quando preparares
novilho para o holocausto ou sacrifício,
um cumprimento de um voto,
nem todo o sacrifício que era feito no
Antigo Testamento era para expiação de
pecado.
Esse então era para
cumprir um voto ou um sacrifício
pacífico ao Senhor, ou um novilho, com o
novilho trarás uma oferta de manjares de
três décimos. E aí,
tudo aquilo que seria oferecido ao
Senhor. Então, já estava estabelecido e
eles sabiam disso,
para cumprir um voto,
que era consagrar a vida de Samuel, para
ele trabalhar o resto da sua vida
para o Senhor.
Eles tiveram que sacrificar um animal.
E da mesma forma como nós apontamos o
primeiro sermão para a figura do
sacerdote Eli,
que ele então apontava para o sumo
sacerdote Jesus,
aqui também agora,
nós
vamos apontar o objeto do sacrifício que
era aquele animal que
teve o seu sangue derramado.
Da mesma forma
que nós, que ele aponta para Cristo.
Da mesma forma esse animal
que perdeu sua vida
que derramou seu sangue
nós apontamos também para o sacrifício
de Cristo.
Não
não existe essa possibilidade de nós nos
aproximarmos de Deus e querermos
oferecer algo a Deus
se não for através de um sacrifício.
Ele precisa ser mediado, precisa ter
sangue derramado. É por isso que em
todos os sacrifícios da Bíblia que nós
lemos, nos atos dos cultos que eram
feitos, era muito sangue derramado.
Porque
todos os atos que eram feitos era
necessário um animal ser imolado.
Precisava de sangue.
Então é muita inocência nossa nós
acharmos que nós podemos
burlar
essa esse acesso que nós temos a Deus
pelo modo que ele prescreveu
e nós queremos buscar a Deus e oferecer
algo a Deus e querer que Deus receba,
que Deus nos ouça
sem passarmos pelo sacrifício.
Agora
é óbvio que nós aqui estamos no momento
de culto, nós estamos gratos por muitas
coisas, cantamos hoje aqui tanto sobre
gratidão.
Contudo ninguém trouxe nenhum animal
aqui para ser imolado.
E nós devemos é entender que nós hoje
como igreja do Senhor
no nosso ato de culto, no nosso ato de
adoração e louvor,
nós precisamos passar pela cruz.
Não há como nós oferecermos algo ao
Senhor em louvor a Ele, se não passarmos
primeiro pela cruz, pelo sangue de
Jesus. É através do sangue de Jesus
que torna esse momento propício. Nós
estamos aqui reunidos em adoração, é
porque Jesus morreu por nós. E é por
causa do sangue do cordeiro que lava
todos os nossos pecados, porque Ele
agora é o novo e vivo caminho. É por
isso que nós estamos aqui, é por isso
que nós cantamos, é por isso que nós o
adoramos.
Essa é uma marca importantíssima da
verdadeira gratidão, porque é o
verdadeiro
coração grato é aquele que reconhece que
ele depende totalmente de Deus e que ele
não pode oferecer nada ao Senhor se não
for através de Cristo.
Embora algumas pessoas podem não
entender isso.
Querem oferecer algo ao Senhor,
mas ainda não passaram pela cruz.
O sangue de Jesus ainda
não alcançou essa pessoa.
Nós fazemos coisas com muito com uma boa
vontade imensa,
mas não podemos celebrar a Deus um
culto, adorar a Ele,
não podemos consagrar a nossa vida por
nós mesmos.
Samuel foi consagrado,
mas um animal foi morto.
Nós não podemos querer nos consagrar por
conta própria.
Temos que passar pela cruz.
Tem que ter sangue.
E o sangue de Jesus
foi o último sacrifício realizado.
Suficiente.
Eternamente eficaz.
Não podemos ignorar nunca, de forma
alguma,
a cruz de Cristo.
John Stott, naquele livro dele, A Cruz
de Cristo, ele
ele fala que existem dois tipos de
sacrifício.
Hoje, existem dois tipos de sacrifício.
O primeiro sacrifício é o sacrifício
que Jesus ofereceu a Deus.
A nosso favor.
E o segundo sacrifício
é o que é o sacrifício que o seu povo
oferece a Deus
através de Cristo.
Nós oferecemos agora louvor a Deus,
oferecemos sacrifício de louvor, de
adoração,
de gratidão.
Mas nós fazemos isso por intermédio
de Cristo Jesus,
do seu sangue.
Não há outro, não há outro caminho, meus
irmãos.
Somente através
do sangue
existem, tem um, um autor, o Bruce
Waltke, que ele escreveu aquele livro
Teologia do Antigo Testamento,
e ele fala que não pode ser qualquer
sacrifício.
O sacrifício, ele tem quatro
características.
Qualidade.
É a primeira característica. Que, que
que é qualidade? Tem que ser o melhor, o
melhor do rebanho. Até ele comenta lá,
ele vai falar, por que que tem que ser
gordo?
Porque quanto mais gordura, melhor.
É por que?
Entendia-se
que o animal mais gordo era o animal
mais bem cuidado e mais bem alimentado.
E
existe assim, porque tem que ser o
melhor, ele não pode ter defeito. Se
você tem cinco animais, você vai
oferecer o que for melhor.
Então essa é uma exigência
do que está em Levítico, tem que ser o
melhor.
Outra qualidade desse sacrifício,
exatidão.
O sacrifício deve ser feito exatamente
como prescrito pelo Senhor.
A gente não pode dar um jeitinho,
não pode pular uma etapa,
a gente não pode ali fazer que faz, mas
não faz.
Exatidão, outra característica,
representatividade.
Aquele animal, ele estaria representando
alguém.
Exatamente, representando a vida de
alguém.
E outro ponto importante do sacrifício.
Que deve ter,
o sangue.
Não adiantaria você pegar o melhor
animal,
o mais gordinho,
o mais bonitinho, fazer tudo certinho e
na hora do sacrifício você falar assim,
sacerdote, pera aí, esse aqui.
>> [risadas]
>> E levar para casa, não.
Deveria ter sangue. Essas são as
características.
O sacrifício tinha que ser perfeito,
perfeito em qualidade, perfeito em
exigências.
Ele teria que ser perfeito.
Por isso que quando nós olhamos para o
sacrifício.
Não tem como meus irmãos,
a gente não apontar para Cristo Jesus,
porque o sacrifício de Jesus foi
perfeito,
inclusive teve sangue.
O sacrifício ele antecede
e propicia
a consagração.
Queremos nos consagrar a Deus, queremos
dedicar a nossa vida a Deus, em
adoração, em louvor, em serviço.
Você não pode fazer isso sem antes
passar pela cruz de Cristo.
Só ele vai tornar você propício
para servi-lo.
Você precisa ser coberto pelo sangue de
Jesus.
E no finalzinho desse texto que nós
lemos, ainda diz assim, no versículo 28.
Pelo que também o trago
como devolvido ao Senhor por todos os
dias que viver, pois do Senhor o pedi.
E eles ali
adoraram
o Senhor. Olha que coisa linda.
O primeiro versículo que nós lemos hoje
diz: levantaram-se de madrugada e
adoraram perante o Senhor.
E o último versículo que nós lemos: e
eles adoraram ali o Senhor.
Começou e terminou com adoração. Então a
primeira marca que nós aprendemos aqui
de um coração verdadeiro grato
é um coração que é totalmente dependente
de Deus e tudo que acontece foi porque
Deus fez.
Uma outra marca é uma marca que se
consagra
na cruz de Cristo.
E uma terceira marca
adoração.
Adoração. Tudo começou e terminou aqui
em adoração e o centro dessa história
aqui estava o sacrifício.
Ah, meus irmãos.
Há tantas coisas que nós temos que
aprender
a respeito de adoração
e esse é um ponto muito importante
não podemos adorar a Deus de forma
verdadeira sincera
sem passar pelo sacrifício
Vocês entendem a ordem aqui das coisas
Eles reconheceram que tudo vem de Deus
depois eles consagraram a sua vida a
vida deles aquele menino
Imolando o animal derramando o sangue
que aponta para Cristo Jesus
só depois que foi morto aquele animal
depois que o sangue foi derramado
somente depois é que eles levaram o
menino até ali
E o resultado disso
foi a adoração
não podemos pular
Essas etapas tão necessárias para nossa
vida
Nós podemos fazer muitas coisas corretas
Podemos ainda fazer tudo de uma forma
metodológica
E parecer que está tudo certo
Mas Deus ainda continua procurando
adoradores que o adoram em espírito e em
verdade
E esse aqui
e a adoração é a marca de um coração
verdadeiro grato
Porque essa gratidão não é somente por
causa do filho não é por causa de uma
benção não é porque está indo tudo bem
ele é um coração verdadeiro
verdadeiramente grato
Porque ele passou pela cruz porque ele
foi alcançado pela graça de Deus os seus
pecados foram perdoados e agora através
da cruz de Cristo, do sangue de Jesus,
ele pode se aproximar de Deus e cantar
louvores a Ele e adorar a Deus.
Porque é o sangue de Jesus que torna
tudo isso propício.
A verdadeira gratidão é aquela que é
fruto da obra da redenção. A verdadeira
gratidão é aquela que é fruto da cruz.
Se a cruz não for o motivo de nós
estarmos aqui adorando a Deus,
estamos errados.
Se a cruz não for o motivo do coral
cantar, estamos errados.
Nós servimos a Deus, oferecemos
sacrifícios de louvor, como diz o
apóstolo Paulo.
E nós agora podemos fazer isso.
Porque o animal,
o sangue daquele
daquele sacrifício foi derramado.
E agora
nos torna propícios a adorá-lo em
espírito e em verdade.
E nesse momento em que ela
adorava o Senhor,
então
ela compôs essa linda oração cantada, um
cântico. Oração, cântico de Ana,
que nós lemos no início do nosso culto.
Depois leia de novo
em casa.
Fruto,
fruto de quê?
De um coração rendido a Deus, ao Senhor,
de quem nós devemos todas as coisas da
nossa vida, a quem nós consagramos tudo
o que somos, tudo o que temos.
E a quem, que é digno de todo louvor e
toda adoração.
Tudo começa,
começou ali adorando a Deus e terminou
adorando a Deus.
E todos nós um dia
estaremos juntos
adorando ao Senhor.
Em Apocalipse 5,
versículos 11 e 12, diz assim:
"E olhei
e ouvi a voz de muitos anjos ao redor do
trono
e dos animais e dos anciãos e era o
número deles milhões de milhões e
milhares de milhares
que com grande voz diziam:
Digno é o cordeiro que foi morto de
receber o poder, as riquezas, sabedorias
e força, honra, glória e ações de
graça".
Os irmãos, lá no céu,
nós
temos o coração regenerado,
um coração que passou pela cruz.
Quando nós estivermos diante dele,
nós daremos toda a glória ao cordeiro
que foi morto.
Porque não estará ninguém no céu
que não passou pela cruz de Cristo.
E eu convido os irmãos para nós
fazermos como Ana,
reconhecer que nós não temos
dado a devida honra a Deus, que tem
feito tantas coisas na nossa vida,
que tem agido com misericórdia na nossa
vida.
E nós pedimos perdão.
E talvez seja o momento que você já fez
tantas vezes na sua vida,
mas há quanto tempo você não fez uma
oração de consagração, Senhor.
O Senhor, eu preciso me consagrar mais
ao Senhor.
Eu entrego a minha vida ao Senhor.
Dedico a minha vida, os meus dons, os
meus talentos ao Senhor.
E que o Senhor coloque em você um
coração de um verdadeiro adorador.
Vamos orar?
>> [música]

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