Missão na Íntegra está ao vivo!
01/06/2026
Missão na Íntegra está ao vivo!
Fonte: Missão na Íntegra
Legendas automáticas:
diz assim: "Não que tenhamos domínio sobre a sua fé, mas cooperamos com vocês para que tenham alegria, pois é pela fé que vocês permanecem firmes." Em outra versão, o texto diz: "Não que tenhamos domínio sobre vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria, porquanto pela fé já estais firmados." E aqui a alegria, nós temos falado de alegria todo esse tempo, aqui a alegria aparece como uma missão. Em vários textos, a alegria aparece como uma dádiva, como um fruto, como um resultado, etc. Mas aqui ela aparece como missão. Somos cooperadores da vossa alegria, porquanto pela fé já estais firmados. Muito bem. Corinto é uma cidade à beira do mar. Quem passasse por suas ruas perceberia logo que ali tudo se encontrava. comércio, vozes, línguas diferentes, ambições, promessas, disputas, festas e feridas. Era uma cidade de encontros, mas também uma cidade de divisões. E no meio daquela cidade cheia de movimentos, havia uma comunidade cristã. Não era uma comunidade silenciosa, nem uma comunidade simples. Era uma comunidade viva, cheia de dons, cheia de perguntas, cheia de gente que havia sido alcançada pelo evangelho, mas que ainda carregava dentro de si muitas marcas da velha vida. carregava dentro de si muitas marcas da velha vida. Eles se reuniam, obviamente, em nome de Cristo, ouviam a palavra, partiam o pão, oravam, cantavam e esperavam o Senhor. Contudo, também discutiam, desconfiavam, comparavam líderes, confundiam poder com aparência e, às vezes deixavam que a alegria comum fosse substituída por suspeita, orgulho e tristeza. Eh, impressionante a tendência humana de olhar sempre o lado pior da existência. É impressionante. E isso obviamente anula a fé, porque a fé tem como principal fruto a capacidade de mudar a nossa perspectiva. Então, quando a gente não deixa a perspectiva da gente eh ser mudada pela nossa fé, a gente fica olhando sempre pro lado pior. E isso é muito complicado, muito complicado. Então, às vezes a gente, eles eram assim, Paulo conhecia aquela comunidade por dentro, ele não a conhecia como quem lê um relatório distante, não, mas como quem havia trabalhado entre aquelas pessoas, pregado a Cristo, chorado por elas e visto o evangelho nascer no meio de suas casas. Para muitos ali, Paulo era pai espiritual, fundador, apóstolo, mestre e companheiro de luta. Isso era a marca do apóstolo Paulo na comunidade de Conito. Mas com o tempo a relação se tornou difícil. Algumas vozes começaram a dizer que Paulo não era tão firme quanto parecia, que sua palavra mudava, que seus planos não eram confiáveis, que ele dizia sim e depois parecia dizer não. E o motivo imediato era simples, mas a ferida era profunda. Por quê? porque Paulo havia planejado visitá-los, eh, e aí passar pela Macedônia e depois retornar ah a Corinto, de modo que a igreja recebesse uma dupla oportunidade de comunhão e auxílio. [limpando a garganta] Porém, mudou o plano. Mudou o plano. E quando um plano muda em uma comunidade já ferida, a mudança pode virar suspeita e a suspeita pode se transformar em acusação. Quando eu falo numa comunidade ferida, essa comunidade pode ter o tamanho que for, inclusive o tamanho da sua casa, o tamanho da sua família. Se houver uma ferida, ela não foi tratada. A situação não foi resolvida, acabou. Qualquer coisa levanta a suspeita e qualquer suspeita vira acusação. E aí a acusação é uma dessas coisas terríveis e danosas, porque muitas vezes a acusação que se faz é muito mais resultado da do imaginário de quem acusa do que da verdade dos fatos. Essa é outra capacidade humana. A humanidade tem uma capacidade imensa de criar quadros mentais acerca de tudo e de todos. Aí cria o quadro mental e por um motivo que só Deus deve entender, o sujeito entende que o quadro mental que ele criou é a verdade. É a verdade. E aí se fecha pros fatos. E mais do que se fechar pros fatos, não permite contraargumentação, porque já tem um quadro, já construiu o imaginário. Aí, ó, aí acabou. Aí acabou porque o diálogo se torna impossível e a recuperação da comunhão já era, já foi, acabou. Não tem mais diálogo, porque é aquela história, quantas línguas tem no mundo? Mais ou menos 7100 línguas. Mais ou menos. É isso. É verdade. É claro. São as registradas. tem os povos ainda não alcançados, não contactados, que a gente não sabe que língua que eles falam e como é que é a língua deles, mas do de tudo que já se catalogou, a gente tem mais ou menos 7100 línguas no mundo. Só que na verdade nós temos cerca de 8 bilhões de línguas, porque a língua que eu falo e que você fala, só você fala. O que você acha óbvio, só você vê e você fala a partir de um quadro que você criou, que eu criei, é o meu imaginário e o seu imaginário. Porque todas as vezes que eu e você vamos falar, a gente tem de organizar o mundo da gente primeiro. Então, a gente organiza o nosso mundo a partir do nosso imaginário. O nosso imaginário não presta atenção nos fatos, não presta atenção nas provas, porque o problema é salvar o nosso mundo, não salvar o mundo do outro. Então, a gente cria um imaginário e a partir do imaginário a gente vai para cima do outro. O problema é que o outro fez a mesma coisa. Por isso que o Espírito Santo é o grande tradutor. Porque só o Espírito Santo começa, consegue olhar para dentro de você e dizer: "Oi, tudo isso aí que você tá falando foi você que construiu. Não tem nada disso em nenhum outro lugar, só aí dentro. E verdade é um privilégio que só eu tenho, diz o Espírito Santo. Só a trindade tem. Você não sabe a verdade. A verdade é muito maior do que você consegue compreender. Se eu fosse você, me atinha mais aos fatos, porque pelo menos você tem alguma coisa concreta na mão. Cuidado com isso. É o que tava acontecendo com o eh povo de Corinto. criar um imaginário sobre Paulo. Aí acabou. E quando cria um imaginário, pode ser positivo, pode ser negativo, pode ser até eh lúdico, não importa. Esses vezes eu tava falando com a Sarinha dizendo: "Vou comprei uma camisa pro seu pai, eu vou entregar para ele e ele vai mudar de time". Ela falou: "Se Deus quiser, não." Falei: "Pronto, tinha de ter sido bem doutrinada, já tinha um imaginário, tá vendo? Já tinha um imaginário." Então, essas coisas acontecem. Às vezes é o pai que faz isso. E aí fica aquela marca e eu falei: "Puxa vida, essa menina tinha tanto futuro". Mas é assim, é o imaginário, vai criando o imaginário. Então o camarada botou no coração da filha que o time que ele torce é o maior do mundo, só que o mundo não sabe. [risadas] Então é assim, o imaginário tem esse negócio. Agora esse é um imaginário lúdico, maravilhoso, que gera comunhão, mas tem outros imaginários que destróem. Porque eles não são conferidos. Não são conferidos com a outra pessoa, não são conferidos com os dados, não são conferidos com os fatos, porque eles são construídos para salvar o mundo da gente e não para salvar o mundo de todo mundo. E isso, isso é um problema. Nossa oração tem de ser sempre: Senhor, livra-me de querer ser meu Salvador. Me faça um missionário da alegria de todo mundo. Como disse o apóstolo Paulo, a nossa vocação é a vossa alegria. Então, a alegria aparece como uma missão, uma missão que o Paulo assume como sua em relação ao povo de Corinto. Não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria, porquanto pela fé já estais firmados. E essa essa frase do Paulo que parece apenas uma frase de despedida de capítulo, embora o Paulo nem sabia que era um capítulo, porque fomos nós depois que organizamos tudo isso, na verdade é uma grande uma grande confissão que todo homem e mulher que tá no ministério devia transformar como a sua confissão de fé ministerial. E qual é a confissão de fé? Não tenho domínio sobre a vossa fé, que é o que todo mundo quer ter. Você ouve os companheiros aí, eles querem dominar a fé do irmão e da irmã, dizendo exatamente como elas têm de fazer. Quando na verdade fé é um dom de Deus. Pela graça sois salvos mediante a >> fé. Isso não vem de vós. É dom de Deus. Então o que o Paulo tá dizendo é vocês já tão já tem fé. O Senhor deu fé para vocês, então vocês já estão firmes. Agora é entre vocês e o Senhor. Eu não sou o Senhor da vossa fé e mais eu sou cooperador da vossa alegria. Com com relação a vocês, eu tenho uma missão, não um mandato. Então, essa é a cena. Alguns irmãos lá em Corinto começaram a se entreolhar depois de uma reunião e começaram a dizer: "Se o Paulo nos ama, por que não veio?" é típico do do imaginário. Se o fulano realmente tá interessado nisso, por que que ele não tá aqui? Sei lá, tem só só pode perguntar para ele, não pode perguntar para mais ninguém ou falar com o eterno, tá certo? E nem sempre o eterno vai responder esse tipo de coisa. Porque às vezes o eterno pode dizer: "Mãe, o que que você tem a ver com isso? Que ele não tá aqui? Ele tá onde eu mandei ele tá?" Então os irmãos começaram a dizer: "Eh, se o Paulo nos ama, por que que não veio?" Aí, claro, começam as respostas do imaginário. Um responde: "Ah, talvez ele tenha medo de ver". O outro comenta, tal, comenta, talvez ele não saiba o que quer. E pouco a pouco a ausência do apóstolo deixa de ser interpretada como prudência e passa a ser lida como fraqueza, como duplicidade ou abandono. A alegria da comunidade que deveria ser alegria partilhada em Cristo começa a ser corroída por ruídos. E volto a dizer, essa comunidade pode ter todos os tamanhos, inclusive o tamanho da minha e da sua casa. A alegria vai sendo corroída. Alegria tem de ser a nossa missão em relação ao outro, ao irmão, ao companheiro, a companheira. Alegria tem de ser a nossa missão. Que eu faço para garantir a alegria do irmão, da irmã, da companheira, do companheiro, do filho, do pai, da mãe. Se a gente tivesse essa perspectiva, a gente teria maior controle sobre os nossos imaginários, porque a gente não permitiria que os nossos imaginários virassem instrumentos de juízo. Então, onde deveria haver comunhão, cresce distância. Onde deveria ter esperança? Instala-se uma pergunta amarga. Será que Paulo ainda está conosco? Será que fulana ainda me ama? Será que fulano ainda me ama? E daí vai. E daí vai. E longe dali, onde é que tava o Paulo? Tava carregando o peso daquela história. O Paulo não era um líder indiferente desses que mudam de rota sem sentir o impacto sobre as pessoas. Ele havia passado aflições tão intensas na Ásia que chegou a falar de desespero da própria vida. O Alex estava falando aqui de de crise, achamos um outro cara que tem crise aqui, não é só o João, eh, o Batista, tem o Paulo, o grande Paulo de To, o apóstolo das gentes, o grande na Ásia ele chegou a falar de desespero da própria vida. Eu não sei porque é que venderam pros crentes que ser crente é parar de viver, >> que não vai ter luta, não vai ter dificuldade, que vai ser tudo as mil maravilhas. A beleza da nossa fé não é não sofrer, é não ser derrotado pelo sofrimento. >> É essa é a diferença. Graças. >> A beleza da nossa fé não é não sofrer, é não ser derrotado pelo sofrimento. Então Paulo trazia no corpo e na alma sinais de um ministério sofrido. Além disso, guardava a memória de uma visita dolorosa e de uma carta escrita com muitas lágrimas. Uma carta que não nasceira do do desejo de ferir, mas do amor que não consegue se calar diante do desvio, da perda, do equívoco, da confusão e da ameaça comunhão que Corinto tava vivendo. Corinto tava vivendo uma tragédia e Paulo sabia que ir a Corinto no momento errado poderia abrir ainda mais a ferida. Isso é uma sabedoria. Qual é o momento de tratar, seja lá o que for? Por isso que a alegria como missão é um padrão, é uma régua, porque eu tenho de saber qual é a hora de ir lá mexer nisso. Se for na hora errada, é o desastre. Acabou. Acabou. Por isso, um pouquinho de um pouquinho de oração acho que faz bem, entendeu? Pouquinho só. Vamos falar com Jesus. Escuta Jesus, estamos aqui com uma situação meio complicada e precisamos de sabedoria e acho que só o senhor tem. Ouvi dizer que o senhor tem sabedoria e que o senhor doa sabedoria. Então agora eu tô precisando que o Senhor doe mesmo. Então o Paulo sabia que sua presença se chegasse como um confronto imediato, aumentaria a tristeza. Então ele escolheu esperar. Não esperou por desprezo, não adiou por descuido, não mudou os planos por leviandade. Mudou porque queria poupar os irmãos em Corinto. Qual é a grande lição disso tudo? A grande lição disso tudo é: "Eu não sei, você também não sabe. Nenhum de nós sabe." >> Por isso, não é melhor deixar isso na mão do Senhor? >> Não é melhor interceder pela pessoa? Não é melhor pedir ao Senhor que sustente a alegria daquela pessoa, a vida daquela pessoa, que é o o a agracie com a sua presença? Não é melhor orar pela pessoa ao invés de julgá-la? que eu não sei, eu não sei. Então, essa é uma das partes eh bonita da história. Ah, às vezes o amor chega, às vezes o amor espera, às vezes o amor fala face a face, às vezes o amor escreve com lágrimas. Às vezes o amor se se aproxima imediatamente. Às vezes o amor permanece à distância por um tempo. Não porque deixou de amar, mas porque ama o suficiente para não transformar a presença em peso desnecessário. Por isso tem de pedir sabedoria. Paulo olhou para Corinto e percebeu que sua autoridade não devia, não deveria ser ousada para provar força. Aqui quem manda sou eu. Isso não existe no reino de Deus, pelo amor de Deus. O reino de Deus é antes de tudo um reino de amigos. Porque todos nós, talvez você não tenha necessidade, mas todos nós, com raríssimas exceções, tem necessidade de salvação. Todos nós. E a nossa salvação não é uma coisa apenas estanque. Ela continua, ela continua nos modelando, nos transformando a imagem e e e semelhança de Jesus Cristo. Nós continuamos sendo moldados de glória em glória. Todos nós precisamos que a salvação avance dentro da gente. >> Amém. até pra gente se conter, pra gente ser contido no nosso orgulho, na nossa vaidade e principalmente pra gente não apostar no nosso imaginário como fonte de verdade. >> Entendeu? Porque guarda isso. O imaginário é a tentativa da gente salvar o mundo da gente, mas a nossa missão é salvar a alegria de todo mundo. >> Então Paulo percebeu que não dava. Ele poderia ter dito: "Eu sou apóstolo. Eu irei quando quiser, falarei como quiser e vocês terão de aceitar". Já ouvi muito cara falando sim, já muitas vezes. Qual é o único problema com essa fala? É que ela não é o caminho do evangelho. Onde é que tá a boa notícia aqui? Qual é a boa notícia aqui? Quando eu chego e digo: "Não, eu sou apóstolo. Eu vou quando quer? Eu falo como quiser e vocês têm de aceitar". Onde é que tem a boa notícia aqui? Qual é a boa notícia disso? A boa notícia não existe. Existe a má notícia que você acabou de de conhecer mais um tirano ou um pretenso tirano ou um próoto. Tá certo? Então o caminho do evangelho é outro. Portanto, a autoridade de Paulo não se não se parecia com um trono sobre a fé dos irmãos. Não, não. A autoridade do Paulo se parecia com mãos calejadas, trabalhando no campo da alegria comum. Que que nós podemos fazer uns pelos outros? Que que eu posso fazer pela minha companheira? O que que eu posso fazer pela minha filha? O que que nós podemos fazer uns pelos outros? Mãos calejadas trabalhando no campo da alegria comum. Então, a carta de Paulo chegou e a gente pode imaginar a comunidade reunida para ouvir a carta. Alguns talvez tensos, outros envergonhados, outros resistentes, outros que estão esperando uma defesa dura. Há os que têm ah medo de uma repreensão esmagadora. Há quem deseja apenas que aquela atenção termine logo. E a carta começa falando de consolação em meio ao sofrimento, do Deus que consola os abatidos, de aflições que não conseguem impedir a esperança. E Paulo fala de sua consciência limpa, de sua sinceridade diante de Deus e de sua conduta, não segundo a sabedoria humana, mas segundo a graça. Você pode olhar para qualquer situação da sua vida e dizer: "Acabou". E aí você perde a esperança. Acabou. Acabou. Acabou. Perdeu a esperança. Acabou. Ou você pode olhar para qualquer situação da sua vida e dizer: "Graças ao amor de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo". Seja isso o que for, não terá a última palavra na vida, nem da minha casa, nem da minha vida, nem da minha comunidade, seja o que for. É simples assim. tem de se levantar em prol da alegria, tem de se levantar em prol da vida, tem de se levantar em prol da paz, tem de se levantar. E isso é fruto da esperança que é exatamente maior de todos os dons, os presentes de Deus para nós. Então, ah, ele explica que a sua palavra não é sim e não, porque o evangelho que ele pregou não é ambíguo. Em Cristo, todas as promessas de Deus encontram o seu sim. E por meio dele, a comunidade responde amém paraa glória de Deus. Que que ele tá dizendo? que tudo que Deus eh eh a trindade ia fazer, fez através de Cristo. Tudo que a Trindade prometeu que ia acontecer, aconteceu quando veio Cristo, que agora a partir de Cristo, nós podemos olhar pra vida de outro jeito, nós podemos olhar pra história de outro jeito, inclusive nós podemos reagir à história. É assim que funciona. Enquanto a carta é lida, talvez alguns corações comecem a baixar as armas. Paulo não tá se defendendo sua agenda. Tá levando a igreja de volta ao centro. O centro não é o itinerário do apóstolo. O centro não é a sensibilidade ferida de Corinto. O centro é Cristo. Então, quando você na sua comunidade pequena, que é a sua família, não tiver nenhum bom motivo para se movimentar em direção do outro, faça isso para centralizar Cristo. Faça isso para dizer: "Não, não, pera aí. Cristo é o sim das promessas de Deus. E uma das promessas de Deus é que ele nos daria paz, que excede todo entendimento. E essa paz veio com Cristo, o príncipe da paz. Isso vai acontecer porque nós vamos agradecer a Cristo por sua presença e vamos pedir a Cristo que a sua paz inunde o nosso coração, porque eu tenho de estabelecer como princípio na minha vida que eu não farei nada sem estar diante da paz de Cristo. Ponto, ponto. >> Pacificadores. >> Pronto, pacificadores. Esse é um dos nossos apelidos, ou deveria ser? Então, o que sustenta a comunidade, a família, não é a perfeição dos planos da gente, mas a fidelidade daquele daquele em quem Deus confirmou suas promessas. Você acredita que Deus trouxe você para esse casamento? Você acredita que Jesus trouxe você para essa realidade? Você acredita que Jesus Cristo trouxe você para esse desafio? Então, saiba, em Jesus Cristo, você tem o sim para todas as necessidades que você tiver para sustentar essa verdade, >> para sustentar esse casamento, para sustentar essa comunidade, para sustentar essa comunhão, para sustentar a sua vida. >> Amém. Cristo é o sim e ele insiste em estar do seu lado. >> Ele insiste estar do seu lado e ele não faz acepção de pessoas mesmo. >> Ele visita santista, são paulino, eh corintiano. É claro que ele prefere os palmeirenses, mas isso ele prefere os palmeirenses, porque o justo floresce como Palmeiras. Mas tudo isso passa. Tudo passa, tudo passa. Ele é fiel e fica do lado de todo mundo. >> É. >> Pronto. Alguns ele vai ter de consolar mais, outros ele vai ter de consolar a vida toda. Vamos continuar >> então por aí, entendeu? >> Som de >> É, exatamente. >> É, tem uns descendo agora. Então, tudo é assim na vida. >> [risadas] >> Então essa frase é o o Paulo, ele tá dizendo, gente, calma. Jesus tá no nosso negócio. Jesus tá na nossa vida. >> Jesus é o sim de Deus. >> Teve uma tragédia. Todos nós já passamos por tragédia ou não? Eu já passei das bravas. Jesus continua sendo o sim de Deus. >> Isso vai passar. Jesus vai nos tirar daqui. >> Amém. >> Ele vai mostrar o caminho. >> Amém. Eu creo. >> Ele vai fazer o que ele sabe fazer com excelência, que é salvar. >> Amém. >> Salvar. Eu vim buscar e salvar. Glória a Deus. >> Nunca se esqueça disso. >> Glória a nosso nome, Jesus. >> O filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. >> Nunca se esqueça disso, porque tem um montão de gente que já transformou o evangelho em O filho de Deus veio julgar e condenar todos os pecadores. Eu fico ouvindo essas coisas. Eu falo: "Da onde esse cara buscou esse texto? [roncando] Com onde tá esse texto? O texto é: "O filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido." >> Então o Paulo chega a e diz: "Olha, eu não fui aí porque eu queria poupar vocês". Essa frase deve ter caído como uma luz difícil. Porque o que parecia descaso talvez fosse cuidado. Suspeite o bem, irmão. Suspeite o bem, irmã. Um dos grandes problemas do nosso imaginário é que a gente sempre suspeita o mal. >> Suspeita o bem na pessoa que você ama e que você sabe que ama você. Suspeite o bem, pelo amor de Deus. Dá uma chance pro bem, uma só. Suspeite o bem e espera para ver o que o Senhor Jesus vai fazer. Suspeite o bem, porque são pessoas que você ama e pessoas que amam você. São pessoas que amam Jesus Cristo e que são amadas por Jesus Cristo. Suspeite o bem. Aquilo que parecia distância era misericórdia. Aquilo que parecia hesitação era o amor não querendo ver a ferida aberta. E aí logo depois vem a palavra dele final que nós acabamos de ler que transforma toda a cena. Não que tenhamos domínio sobre a sua fé, mas cooperamos com vocês para que tenham alegria, porque é pela fé que vocês permanecem firmes. Então, é como se o Paulo parasse diante da comunidade e dissesse: "Queridos, queridas irmãos e irmãs, entendam bem, eu tenho responsabilidade diante de Deus por vocês. Os amo, os corrijo, oro por vocês, sofro por vocês, escrevo a vocês e for, se for necessário, falarei com firmeza. Mas eu não sou o dono da fé de vocês. Eu não sou o dono da fé de vocês. Eu não sou o Senhor da consciência de vocês. Eu não estou acima de Cristo. Só Jesus Cristo é o Senhor. Glória. >> E aí o Paulo diria: "Eu não vim ocupar o lugar de Cristo. Eu vim trabalhar para a alegria de vocês. O dia que eu e você aprendermos isso, nossa casa muda, nossos relacionamentos mudam, nossas conversas mudam, porque esse é outro vício humano, querer mandar na consciência do outro. Você tem de pensar assim, você tem de fazer assim, você tem de querer isso. >> Se eu quero, você tem de querer. Hello. Da onde saiu isso? Só Jesus Cristo é o Senhor sobre a nossa consciência. Aleluia, aleluia, aleluia. >> Porque Jesus Cristo realmente veio recuperar a nossa humanidade, porque só ele sabe o que que isso significa ser gente é ser como Jesus de Nazaré. Em Jesus de Nazaré, a gente vê o Pai como é e a gente como a gente pode ser. >> Amém. Então, a fé das pessoas não é uma sala trancada cuja chave fica no bolso de outro, seja apóstolo, seja marido, seja esposa, seja o que for. Não. A fé das pessoas é a forma pela qual as pessoas permanecem em pé diante de Deus. Ponto. >> É particular, né? >> Graças a Deus. Vocês já estão falando com um grupo de irmãos falando: "Não, mas assim, como é que eu tenho certeza disso, daquilo?" Falei: "Ol, irmã, não tem irmão. >> Não tem. A minha questão aqui não é se você concorda comigo ou discorda de mim. Eh, você quer estudar isso aqui ou não? Porque certeza só Jesus tem. Então, a fé não é uma sala trancada cuja chave fica no bolso do outro, não. A fé é a forma pela qual a gente permanece em pé diante de Deus. Você já passou por isso várias vezes. Você já teve vários motivos pelos quais você estava quase a um passo de abandonar todo esse negócio de fé, de Bíblia, de mensagem de Deus. Esquece esse negócio. Esse negócio só dá dor de cabeça. Essa gente só quer roubar os outros. Tá cheio deles mesmo. Então, a pergunta que só você pode responder é: o que impediu você de fazer isso? >> Como, pastor, >> o que impediu você de fazer isso? Você já tava com o pé fora do barco. O que não deixou você dormir? Essa fé que faz você permanecer diante dele. Deus >> graças. >> Ele foi visitar você e disse: "Eu sei o que você viu. Eu choro pelo que você viu, mas o relacionamento entre nós não tem nada a ver com isso. >> Amém. Graças a >> Graças. Glória a Deus! >> Nada a ver com isso. >> Amém. Vamos continuar como nós sempre estivemos. >> Porque isso aí é sua volta é o desvio. Vai ser assim até o grande dia, mas isso não pode abalar o relacionamento entre nós dois. >> Amém, Jesus. Obrigado. >> É isso. Essa fé que manteve a gente em pé diante de Deus depois de ter visto um montão de besteira. De vez em quando o o o Denis vinha me contar um tempo. Esse Denis, o outro só veio me contar coisa boa. Mas esse Denis aqui, o santista sofredor por definição, ele só vinha me contar coisa ruim. Ele falava: "E Ari, você não viu nada?" É, >> e eu não tinha visto mesmo, porque tudo que [risadas] tudo que ele me viu, eu não tinha visto mesmo. >> E toda vez que eu conversava com ele, eu dizia: "Caramba, que fé maravilhosa que Deus deu para esse cara, >> porque ele ficou em pé diante do Senhor. >> Por que ele ficou em pé diante do Senhor depois de ter visto tudo que viu? Porque o senhor foi falar com ele, falei: "Meu filho, isso não tem nada a ver com você, nem comigo." >> Amém, Jesus. >> Tá certo. >> Amém, Jesus. >> As coisas erradas. >> Por que essa gente se desviou? Eu vejo o o o outro deles que, como eu visitou uma teve uma tragédia visitando a vida dele. Lamentável. A gente chorou. Mas o que que isso tem a ver com o relacionamento entre Jesus Cristo e nós? Nada. Nada. Jesus Cristo continua no mesmo lugar e nós continuamos com ele no mesmo lugar. Nada mudou. Então, o Paulo não queria que a igreja ficasse firme por qualquer outro outra coisa que não fosse Cristo. Não queria que a igreja ficasse firme porque tinha medo do apóstolo, porque dependia do apóstolo ou por qualquer submissão psicológica. Não, eu já já fui várias vezes, ouvi gente que dizia, não, não, nós temos de de organizar como que nós vamos fazer isso, porque aí a gente aumenta o tom do do da nota tal e as pessoas, essa música mexe com o coração das pessoas e tal e aí depois a gente vai lá dar o aviso. Aí eu tive que dizer: "Bom, tô fora. Eu tô fora, tô levantando e tô indo embora. Eu não vou participar disso. Eu acredito no Espírito Santo. A Bíblia diz que é o Espírito Santo que convence o ser humano do pecado, da justiça e do juízo. >> Amém. >> Amém. Não são truques. É verdade. >> É uma ação da trindade. Ponto. E se a trindade não fizer, nada mais fará, porque não não será transformação, será manipulação. Então, é preciso ficar firme pela fé em Cristo. No seu casamento, na sua vida comunitária, na sua vida com seus filhos, você tem uma estaca, a sua fé em Cristo. >> Amém. >> Essa fé que vai fazer você continuar crendo que vai dar certo, que você não consegue conversar hoje, mas vai conseguir amanhã. >> Amém. É verdade >> que o seu filho não entendeu agora, mas vai entender depois. >> Amém. >> Graças. >> Porque as promessas de Deus tem sim em Jesus Cristo. >> Aleluia. que Jesus Cristo é o Senhor, não é o tirano, é o amigo. Então, eh, por isso a autoridade não pode ser domínio. A autoridade só existe onde há cooperação. Não era a mão que aperta o pescoço, é a mão que ajuda a levantar. Isso é comunhão, é comunidade dessa coisa do Alex dizer ali, pera aí, pera aí, pera aí, nós vamos mudar aqui um negócio. Isso é comunidade. Então você tem que suspeitar bem do cara, opa, ele tá sabendo de uma coisa que eu não sei, porque ele é meu amigo, é meu irmão. Nós estamos juntos nesse negócio. Ele ama tanto quanto eu às vezes mais. Porque tem coisas que ele faz que eu não faria de jeito nenhum. De jeito nenhum. >> A começar pelo time que ele torce, que eu acho o fim da picada. Mas tá bom, paciência. Vai fazer o quê? >> Não, eu tô. Segue o líder, [risadas] >> segue o líder. Só tô acostumado com goleada agora, [risadas] entendeu? Isso é comunidade, pelo amor de Deus. Isso é comunidade. Comunidade não é governar a alma dos outros. Verdade. >> Comunidade é a voz que chama de volta a alegria, que ajuda a levantar. >> Amém. >> É serviço pra comunidade, pra comunidade se reencontrar. >> E se reencontrar com o quê? Com a alegria da salvação. Pelo amor de Deus, eu e você fomos salvos. Você não tá alegre por isso? Amém. >> Glória a Deus. >> Você já visitou gente que não consegue sair das trevas? >> E você não percebe que você não tá lá? >> Graças a Deus. >> É verdade. >> Que tem uma hora que você nem consegue entender o que a pessoa tá dizendo, porque simplesmente você não tá lá. Eu não sei do que que você tá falando. >> Por isso, gente que tem essa consciência devia ter essa alegria até para ajudar quem tá lá a sair de lá, porque não precisa ficar lá. Ninguém precisa ficar nas trevas. Então o Paulo poderia ter dito: "Eu sou guardião da doutrina de vocês". Isso era verdade. Em certo sentido, sim. Como nós somos guardiões uns dos outros para ajudar a gente a entender o que tá nas escrituras. Calma, vai com calma, pensa melhor antes de aceitar isso como verdade. Você já leu isso, já leu aquilo? Nesse sentido, todos somos uns dos outros. Ele poderia dizer: "Não, eu sou apóstolo. Eu tenho autoridade sobre vocês". Ah, pode ser também. Claro, é apóstolo, não é? o e e do e dos verdadeiros, né? Porque eu agora tenho um apóstolo que vai dar certo e o outro apóstolo que vai dar errado, que porque eles na verdade não são apóstolos de nada, mas ele era. Ele poderia ter dito tudo isso, mas ele simplesmente disse: "Eu sou cooperador da alegria de vocês". E a palavra que sugere esse trabalho, eh, é um, ela sugere um trabalho conjunto, ela eh sugere o labor lado a lado, lado a lado. Entendeu? Isso é extraordinário. >> É, >> eu penso no meu amigo Jonatas. Quantas vezes a gente não conversou sobre oração, assim como Osvaldo, quantas vezes o Jô vai lá, de vez em quando eu vou lá, dou uma bronca nele, porque ele some, mas de vez em quando ele se arrepende e volta. Então é sempre ele que se arrepende, gente. Eu não tenho que arrepender de nada. Isso é o problema. É do Jonathan. E o Jonatas que não vem, mas eu sempre digo: "Ô meu, quando é que nós vamos orar de novo? Quando a gente vai se encontrar de novo?" A gente tá sempre se provocando. Por quê? Porque essa é a ideia >> de cooperar, de estarmos juntos, de orarmos uns pelos outros, de sentirmos falta do irmão. Diz: "Escuta, cadê o o fulano? Vamos lá ver o que que tá acontecendo com ele. Suspeitar o bem. Pelo amor de Deus, suspeite o bem, porque você já tem o diabo ensinando você a suspeitar mal de todo mundo, inclusive de você mesmo. >> Aliás, eu diria principalmente de você mesmo. >> Misericórdia. Então Paulo, ao invés de chegar como proprietário de terra, chega como trabalhador, chamado a cultivar com os irmãos e irmãs o fruto que Deus queria fazer crescer. Lembre-se disso. A igreja não é lugar de latifundiário, não. >> A igreja é lugar de trabalhadoras e trabalhadores. >> E essa alegria não é riso fácil, não é alegria que finge que nada aconteceu. Não é alegria superficial de uma comunidade que evita conversa difícil para manter aparência de paz. Nada disso. Paulo, por exemplo, escreveu algumas das cartas dele com lágrimas nos olhos. tinha de confrontar, foi entristecido, enfim, as cartas não nasciam da frieza, mas do amor. Isso nos ensina que a alegria cristã muitas vezes passa pelo caminho estreito da verdade. E o caminho da verdade é estreito. Há alegrias, inclusive que só nascem depois da confissão, que alguém tem de pedir perdão quando tem de se pedir perdão. braços que só são verdadeiros depois que a mentira é abandonada. Há comunhões que se só se tornam maduras depois que a comunidade para de fingir que as que as feridas não existem. A alegria que Paulo buscava era a alegria restaurada, aquela que surge quando o povo de Deus volta a caminhar paraa luz. Por isso, na história de Corinto, a tristeza não é a inimiga final. A tristeza é destrutiva, sim, a tristeza esmaga. Acusa sem restaurar, humilha sem curar. Sim, mas a tristeza, segundo Deus, aquela que faz o coração acordar, pode ser parte do caminho para alegria. Então, quando eu tô falando de alegria, eu não tô falando para pra gente chegar pro irmão e dizer: "Por que que você não tá alegre, hein? Por que que você não tá alegre? Você devia tá alegre. Você é salvo, você tinha que tá alegre". Não, a pergunta é: o que que eu posso fazer para que a alegria retorne ao seu coração? Tá acontecendo alguma coisa? Posso ser útil? Posso ser bênção na sua vida? Tem alguma coisa que eu possa fazer por você? No mínimo eu posso ficar do seu lado e chorar junto, porque tristeza repartida dói menos e passa mais rápido. Isso é vida comunitária. Então, a gente não pode se alimentar da culpa dos outros. A coisa mais odiosa que tem nos púlpitos é quando o líder, o pregador sobe para botar culpa em todo mundo. Aí você diz: "Ah, não, Jesus, agora não vai dar". Eu já disse para vocês que uma vez ouvi uma pregação extraordinária, uma das melhores que eu ouvi na minha vida em termos de retórica, mas quando o pregador terminou de falar, eu olhei pro povo dele e disse: "Meu, esses caras não aguentam dois dias com essa pregação porque ele esmagou os caras. Só que ele falou com uma classe, com uma capacidade retórica e uma cultura impressionante. Como eu sou um cara que gosto de ver essas esses movimentos de gente que sabe falar e expor, maravilhoso. Que exposição maravilhosa. Não serve para nada, mas é maravilhoso. forma extraordinária. Uma vez perguntaram o irmão a após o discurso de um outro, escuta, o que foi que ele disse, o irmão falar: "Bom, dizer, dizer, ele não disse nada, mas falou muito bem". [risadas] Então, aquela pregação esmagou os irmãos. Eu disse: "Gente, esse povo não aguenta uma semana para isso aqui, porque ele botou culpa. E aí você tem culpa? Você sai para purgar o seu pecado. Você sai para purgar o seu pecado. Mas isso já não foi resolvido por Jesus. Jesus já não perdoou você? Ele já não tá construindo em você uma um novo ser humano? >> Graças a Deus. Amém. >> Você tá descontente? Você acha que Jesus não sabe o que fazer? Tá perdido. Podemos orar juntos sobre isso. Jesus, eu viemos aqui ajudar o Senhor porque temos notado que o Senhor tá meio perdido. O irmão aqui, por exemplo, não tá gostando do que o Senhor tá fazendo nele, né? Então, eh, uma comunidade tem de ter espaço para uma alegria limpa. Portanto, uma alegria que permite correção. >> Amém. Uma alegria que permite conversa clara, tranquila, uma alegria que seja uma plantação preciosa e que todas as vezes que for ameaçada pelas ervas da suspeita, do orgulho, do pecado, do medo, da divisão, as pessoas digam: "Não, eu não vou por esse caminho." >> Amém. Eu veio pelo caminho de Jesus. Glória a seu nome. >> Jesus vai dar um jeito nisso e vai fazer a gente conversar, porque o Espírito Santo é o grande tradutor. Ele traduz a gente para paraa gente mesmo, traduz a gente para outra pessoa, traduz a gente para Deus e traduz pra gente. Então, eh, essa alegria não é riso fácil, não é fácil mesmo, mas essa alegria é a alegria do Espírito Santo. É uma alegria que vence a tristeza, não porque despreza a tristeza, mas porque sofre juntos até que o sofrimento passe. Então, uma comunidade que permite correção, uma comunidade que chora, que ri, que canta, que faz festa, que come junto, que senta à mesa e agradece. Alegria compartilhada é saber que ninguém precisa dominar a fé de ninguém para que todos permaneçam em pé. é descobrir, descobrir que esse termo líder não tá na Bíblia. Na Bíblia tem apacentamento, tem ensino, mas esse termo líder é um termo dos gringos. Eles inventaram esse tema. >> Isso não tá na Bíblia. O que tá na Bíblia é apacentamento, é ensino, é misericórdia, encorajamento. Então, que do segunda Coríntios 1:24 ajude a mim, a você a olhar para todos os que convivem conosco como missionário. Minha missão em relação a ela, minha missão em relação a ele é sustentar a alegria que o Espírito Santo deu para ele, >> que a alegria deu que o Espírito Santo deu para ela. >> Amém. Porque a palavra amor na Bíblia é a palavra para unidade. Não é a palavra para um sentimento romântico, é a palavra paraa unidade. Então, quando eu vou pra unidade, eu vou para buscar a alegria do outro e para ficar alegre com ele, com ela. Então, é uma alegria profunda, porque é uma alegria a partir de Jesus Cristo. Muito bem. Quando a gente tiver diante dessas crises, a gente pode dizer: "Escuta, a única autoridade que eu recebi de Cristo é de abençoar. Só essa. Eu vou fazer o possível para abençoar". E às vezes isso significa escuta, vamos orar juntos sobre uma situação. Presta atenção. É mais fácil resolver qualquer situação orando juntos sobre ela do que discutindo quem é que tá com a verdade. >> Porque quando você ora junto sobre a situação, você tá falando com quem sabe a verdade. Verdade. >> Cuidado. Cuidado, porque o imaginário da gente a gente desenvolve para salvar a gente mesmo. Isso acaba com famílias inteiras, acaba com amizades, acaba com ministérios, com tudo. >> É simples assim. E a vida comunitária é uma vida que se sustenta na alegria do Senhor. >> Amém. Não importa o tamanho da comunidade. A comunidade pode ser só sua casa, pode ser só você e seu filho. Não importa o tamanho da comunidade, essa verdade é verdade para qualquer tipo de comunidade. Amém. >> Amém. que a gente possa buscar juntos isso, porque às vezes eu percebo em quase todas as crises que chegam ao meu conhecimento, que a vida da de alguns de nós é como aquele homem que ficava na porta da cidade sentado em cima de uma pedra pedindo esmola. E ele fez isso durante muitos anos. Ele virou um um personagem da cidade. Todo mundo passava por ele, dava alguma coisa. Ele era um personagem da cidade. Um dia ele morreu, óbvio, todo mundo morre, ele morreu. A cidade decidiu enterrá-lo debaixo da pedra, porque ele viveu a vida toda de sobre a pedra. E aí levantaram a pedra e descobriram que embaixo da pedra tinha um tesouro, tinha um >> um tesouro. E a vida dele se tornou uma grande ironia. Um homem sentado sobre um tesouro que pedia esmolas. É como eu vejo a grande maioria dos cristãos. >> Graças. Eu olho para pros irmãos de várias experiências e digo: "Escuta, você é um sujeito sentado sobre um tesouro pedindo esmolas. Por quê?" >> Vamos conversar com Jesus, vamos conversar uns com os outros. Essa é a beleza que o Paulo traz pros irmãos e para nós. Às vezes a gente tem a tendência de querer corrigir alguém sempre. Uma vez alguém disse: "Não, não, nós não vamos ajudar mais porque o fulano não faz isso, não faz aquilo, não faz aquilo outro". Eu disse: "Nós vamos ajudar sim, porque ajudar é o nosso papel. Mudar o sujeito é um problema de Deus. >> Nós vamos ajudar sim. Nós não vamos parar de ajudar nenhum minuto, nenhum segundo. >> Ele não vai passar necessidade porque não é o ser humano que a gente queria que ele fosse. Isso não existe. Nós vamos sim. O resto é problema do senhor. O senhor não disse para mim: "Mude, mude a vida das pessoas". O Senhor disse para mim e para você: "Abençoe a pessoa, as pessoas para que elas tenham vida e a ten em abundância". É por isso que nós vamos pra favela. É por isso que a gente tá em tudo que a gente pode estar para ajudar as pessoas. Porque nosso chamado é ajudar as pessoas para que elas tenham vida. Mudá-las é trabalho de Deus. É claro que nós vamos ter limite sempre tem limite e a gente vai ter de avisar a pessoa, ó, tem um limite aqui. Não é um limite paraa nossa ajuda, é o limite pro seu comportamento. Tem coisa que você vai precisar repensar, mas que depender de nós. Eu me lembro de uma senhora no Rio de Janeiro que cuidava de moradores em situação de rua. uma senhora pobre, negra da periferia, crente, crente, crente, crente, crente. >> Ela decidiu que ia ajudar os moradores em situação de rua e ela foi radical. Ela começou a levá-los paraa casa dela. Ela já tinha, tinham seus filhos, tinha sua casa. De repente, a casa tinha 20, 30 pessoas, uma casinha de de de perifa, de de favela. E um dia nós estávamos no ministério, o nosso ministério, o ministério que eu fazia parte, descobriu a irmã. Aí trouxemos a irmã para apresentar pros pastores, olha o trabalho que essa irmã tá fazendo aqui. Aí perguntaram pra irmã, como é que a irmã faz? Ela falou: "Ah, nós buscamos ajuda uns aos outros com um montão de irmãos e ajudamos as pessoas e já ajudamos muita gente a sair da rua e a voltar a trabalhar, reencontrar sua família, etc, etc, etc." E aí sai um, a gente põe outro, saiu, sa cheia. Aí um irmão levantou e disse para ela: "Irmã, a senhora sustenta isso como?" Ela falou: "Com oração". A gente ora eh às 6 da manhã, às 9 da manhã, o meiodia, às 3 da manhã, a às 3 da tarde, às 18 horas e às 21 horas. Ah, é? Tá. Aí ele falou: "Muito bom, irmã. A irmã sabe que essa gente que tá na rua muitas vezes são só aproveitadores e a senhora não percebe um desses aproveitadores entrando na sua casa? A senhora prefere correr esse risco? E tá todo mundo olhando pro cara que tá constrangendo a irmã. A irmã disse: "Ah, pastor, tem de vez em quando tem. Mas aí eu começo a sessão de oração da meia-noite. E >> isso muda, pastor. Isso muda. Nunca se esqueça, tem um camarada mais interessado em você, no seu casamento, na sua vida, na vida da sua companheira, do seu filho, do seu pai, da sua mãe, do que você? Chama-se Jesus Cristo, >> verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. Ele gosta de você mais do que você gosta de si. >> Obrigado. >> Fala com ele. >> Amém. >> Fala com ele. Porque eu não sei porque cargas d'água ele gosta mesmo da gente. Ele gosta de mim, inclusive. Muitas vezes eu já me desgostei profundamente, muitas vezes, mas aí eu olhava para ele e eu e eu via que nada mudava com ele. Ué, o senhor continua gostando de mim? Presta atenção nisso. Você não precisa do seu imaginário para se salvar. Você já tá salvo. Amém. Amém. >> Você já tá salva. Confia em Jesus Cristo. Suspeita o bem acerca da sua esposa, do seu filho, do seu esposo, da sua comunidade. Suspeita o bem. Por isso que o Paulo diz para em tudo dar graças, suspeita o bem. Suspeitar o bem é dizer, não importa o que tá acontecendo, Jesus Cristo que nos ama vai fazer alguma coisa em relação a isso. >> Como disse a irmã, vamos começar o turno da meia-noite. Amém. >> Amém. Que a graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, a unidade da Trindade e a comunhão materna do Espírito Santo, a Rua Caduche e a cura de Jesus, a libertação de Jesus, o amor de Jesus e a alegria de Jesus seja com cada um dos irmãos, cada uma das irmãs E que alcance todo o povo de Deus espalhados por esse planeta, mas que também atinge toda a humanidade, como Deus prometeu a Abraão. Amém. >> Amém. >> Glória a Deus. Com licença.