O Cristo Completo – BTCast 649
11/06/2026
O Cristo Completo – BTCast 649
Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast!
Nesta semana, Rodrigo Bibo recebe Alex e Nunes para uma conversa necessária sobre um tema que atravessa toda a fé cristã: afinal, quem é o Cristo que seguimos?
Compre aqui o IGREJA SOB MEDIDA: https://amzn.to/4dYXO74
Estude conosco com 30% OFF usando o cupom EBT30 em: https://escolabibotalk.com.br
Em tempos em que é comum destacar apenas os aspectos de Jesus que mais nos agradam — o mestre da compaixão, o revolucionário, o amigo dos pecadores ou o exemplo moral —, corremos o risco de construir um Cristo à nossa imagem e semelhança. Mas o testemunho das Escrituras nos apresenta algo muito maior: o Cristo completo. Neste episódio, conversamos sobre a plena identidade de Jesus, sua humanidade e divindade, sua obra redentora, seu senhorio sobre todas as áreas da vida e os perigos de reduzir Cristo a uma versão parcial, moldada por preferências culturais, ideológicas ou espirituais. O que perdemos quando fragmentamos quem Jesus é? E como redescobrir a beleza e a profundidade daquele que está no centro da fé cristã? Dê o play e venha refletir conosco sobre a grandiosidade daquele que não pode ser encaixado em caricaturas, agendas pessoais ou leituras seletivas: o Cristo revelado nas Escrituras, suficiente para salvar, digno de adoração e Senhor sobre tudo.
Torne-se mantenedor ou mantenedora do Bibotalk: https://bibotalk.com/mantenedores/
Compre na Amazon pelo link do Bibotalk: https://bibotalk.com/amazon
Torne-se um Prime na Amazon: https://amzn.to/43cww5F
Vantagens de ser Prime: (1) frete grátis nos produtos enviados pela Amazon; (2) séries e filmes originais e um variado catálogo de outros filmes e séries; (3) descontos especiais; (4) tudo isso por cerca de R$20 mensais
Acompanhe as novidades nos nossos canais:
Instagram https://www.instagram.com/channel/AbZi28Coo0zurkY4/?igsh=MW0xeG1uaXRleXB2dw==
WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029Va9mh5j9Bb66vk6dFT1P
Playlists legais para você maratonar:
– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Começa agora o BTC. Teologia é nosso esporte. >> Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC de número >> 649. >> Eu sou Rodrigo Bib e eu quero conhecer Jesus. Que crente, viu? >> Que crente, viu? >> Eu sou Alex. >> Alex. >> E é um paradoxo, man. >> Fala fácil. Fala fácil. Fala fácil. >> Eu não vou resolver. É um paradoxo. Tá bom. Agora é tua vez. >> Me chamo Guilherme Nunes e cuidado porque a espiritualidade falsa parece com a verdadeira. Olha, muito bom. Espiritualidade falsa parece com a verdadeira. Gente, estamos aqui na primeira conferência teológica da Escola Bibotal de Teologia ao vivo. E a galera tá gostando? >> Muito bom. Palma. Gente, com alguém bate palma vocês tem que bater também. Isso. Muito bom. Muito bom. Muito bom. [aplausos] E tivemos aqui palestrando o nosso amigo Alex, falando sobre o Deus encarnado. Se tem o Deus encarnado é o nosso. E como é que você resumiria numa frase a sua palestra, Alex? Jesus. >> Numa frase que a gente conseguir entender. Isso. >> Jesus veio ao mundo e ele é Deus. >> Jesus veio ao mundo, ele é Deus. Muito bom. E o Guilherme Nunes falou sobre espiritualidade e a espiritualidade de Jesus. Hoje não teve nada de ética ou teve, né? E talvez esteja por ali, né? É amanhã que tu falar das orações de Lucas. Muito bom. E como é que você resumiria num story, já que você é o cara do Instagram? >> Conhecer Jesus, experimentar Jesus e testemunhar Jesus. >> Olha aí, muito bom, muito bom. >> E aí, pessoal? Luís Henrique invadindo aqui os recados paroquiais para dar dois recados muito importantes. Então, não pula, fica aí, prometo que vai ser rápido. O primeiro desses recados é que a Escola Bibotal de Teologia está com a turma 07 aberta. Isso mesmo. Nós estendemos a abertura e as matrículas aqui para que você possa estudar conosco teologia e continuamos com a promoção. 30% no plano anual. A gente tá dando 30% aqui para que você em um ano possa estudar com Cacau Marques, Cíntia Muniz, Paulo André Daniel Heike. Você pode estudar com Marcelo Bert, com o Erlan Tostes, Thiago Garro, sobre vários temas da teologia ali. E nós temos exercido um grande esforço para construir uma comunidade muito legal. A cada 15 dias, nós temos uma aula comigo, ao qual nós tratamos sobre temas teológicos, geralmente dividido ali em ciclos. Então, estamos encerrando o primeiro ciclo aqui do primeiro semestre e entraremos em um novo ciclo com um novo tema em que há um espaço para esclarecimento de dúvidas, comentários, propostas, entre outras coisas, a compartilhar vivências, entre outras coisas. Então assim, a Escola Bibotal de Teologia tá deixando de ser só um lugar na internet para poder adquirir conhecimento, mas também para compartilhar o conhecimento já adquirido na experiência e para além disso construir conhecimento teológico robusto. Coisa boa mesmo. Coisa boa mesmo. E dito isso, eu quero convidá-los, tá bom? Vou deixar os links aqui embaixo do site da Escola Bibliotca de Teologia e também o cupom EBT30, 30% off no plano anual. Vem estudar teologia conosco. E o segundo recado muito importante que eu gostaria de passar para vocês é de que com muita alegria a o livro que nós escrevemos, eu e o Rodrigo Bibo de Aquino, Igreja Sob Medida, já está em pré-venda na Amazon. E aí a gente gostaria realmente de compartilhar com vocês isso, que é uma grande alegria, pois achamos que realmente respondemos às dúvidas e damos uma diretriz para todo aquele que esteja avaliando a própria igreja ou em um processo de transição. Então, se você está interessado realmente em entender se a sua igreja ela é saudável ou se você está num momento de vivência, de troca de igreja, de transferência de igreja, está procurando uma igreja que tenha o evangelho sob medida, pois bem, esse livro vai ser de grande ajuda. Já recebi alguns relatos de algumas pessoas que que leram antecipadamente, outros também amigos próximos, né? outros também que acabaram comprando, estão muito ansiosos e tal. Já estamos inclusive como primeiro na categoria de eclesiologia e espiritualidade. E eu quero que ah, eu quero realmente recomendar esse livro porque ele foi feito com muito amor, com muito carinho para todos vocês, principalmente a audiência aqui do Bibotalco. Então vou deixar o link do grupo da pré-venda aqui no na descrição e também no primeiro comentário é fixado. Dito isso, vamos para esse episódio, que esse episódio está, ó, fenomenal. Mas, Alex, eu quero começar com uma pergunta assim, tu falou do Deus encarnado, né? É, tu respondeu um pouco a tua pergunta na palestra, mas eu acho que agora o Gui também pode fazer uma cola. Não, tu pode tomar tua água, pode tomar, pode ficar à vontade. Eh, o Gui pode fazer uma colaboração também, mas vamos lá. Se Deus é todo poderoso, ele é o criador dos céus e da terra. E ele é Deus, Deus. Deus. E aí a galera pecou, nós pecamos. E aí a gente agora, né, enfim, precisa de um salvador. Deus não poderia resolver a parada lá do céu, tipo, galera, vocês estão absolvidos, né? Por que que Deus, né, curdeus homo, já que tu gosta de falar bonito, ninguém entende nada com essas coisas que tu fala, né? Mas enfim, mas já assim, por que que Deus teve qu por que a carne, né? Aí a gente lê João, né, no evangelho dele, nas cartas, mano, João bate muito nessa tecla, né? Jesus vem em carne. Quem nega que Jesus vem em carne tá errado. Enfim, tem que a gente não pode aceitar essa parada que Jesus é e não veio em carne. Tipo, é um absurdo para João e e pra teologia talvez do NT, mas em João isso fica bem evidente também. Por Deus teve que sabe, e agora vou fazer uma menção ao Euler também, né? Por que que Deus teve que nascer entre fees e urina? Entende? Por que que ele teve que ser morto como um bandido, né? ser um maldito. Não dava para resolver, galera. Só agora aí, né? Cinco Pai Nosso, três Ave Maria, tá tudo resolvido, né? Não dava para fazer uma parada assim, gente, ó, sacrifique as galinhas do Guilherme e tá tudo certo, né? Não dava para resolver uma coisa assim, faz um sacrifinho, entendeu? Aí você pega o animalzinho e põe no vulcãozinho. Aí os deuses, amiguinhos falam: "Hum, muito bom o sacrifício. Não dá para fazer uma coisinha assim? Lembra do rei Júlia? Eu me remecho muito. Não dava para ser uma coisa meio assim? [risadas] Muito bom, >> sabe? Por que esse lance de carne entre nós, sabe? E se Deus for um de nós, tipo, tem duas duas opções que foram três opções foram aventadas ao longo da história da igreja. uma que eh eu chamei do Christus Victor, que é a vitória eh de Cristo sobre os poderes da morte, do diabo, do inferno, eh do pecado. Uma segunda que é a satisfação, eh, que há uma honra ferida, que precisa ser eh reparada e essa reparação precisa ser maior do que o crime, tá? Então, >> essa é mais progressista, né? Uma reparação histórica e tal. Não é, não, não, não. Essa é a do Anselmo. Essa é a clássica. Essa é a clássica do Anselmo, que é, eh, alguém precisa morrer pelo pecado e essa morte precisa ser maior do que o crime cometido, que é o pecado. E aí nenhum ser humano é capaz de fazer isso. Por quê? Porque nenhum ser humano é capaz de fazer uma obra maior do que o seu próprio pecado. Portanto, precisa ser Deus mesmo a satisfazer, tá? Esse é Anselmo. Essa é a segunda opção. Terceira opção seria o oposto e o Abelardo, que é Deus escolhe fazer isso porque é a sua eh manifestação de amor máximo. Temos uma uma que escolher uma delas? Eu acho que não. Eu acho que >> Qual percentual, Guilherme, que tu tá nessas aí? Porque quem acompanha o Guilherme sabe, né? Não, eu sou 37% isso, 47%, 8 isso. E, né? >> E aquele 1%. E aquele 1%? [risadas] E aquele 1% é complicado. Mas enfim, Al, cara. >> Não, não, não, não precisa. E o copo tá limpo, tá, Guilherme? A galera aqui é caprichosa. Pode. Eu vi que você tava olhando assim e tal. É que enxerga mesmo. >> Olha, não, eu tô olhando a beleza. Tá muito belo esse copo. >> É isso, gente. >> O que que vocês viram? >> Que bom, né? >> É. Ah, eh, eu acho que indo direto à resposta assim da pergunta, ele teve que encarnar porque tinha >> Não, não, pera aí, Guilherme, eu vou ter que te cortar. Pera aí. Não é que a gente vamos deixar o o Alex terminar a as percentuais aí, porque ele falou que você tem que soler uma das três, né? Que a gente tá boiando nessas três aí agora. Depois tu responde a pergunta, >> tá? Tá. Para mim, em termos de percentuais, >> aí tu vai responder mesmo, tá? Não é super. Eu vou falar números que para não ficar esquisito, mas já tá muito esquisito, mas >> tudo bem. >> Eu acho que não tem que escolher nenhuma. Eu acho que nós temos uma multiperspectiva. Eu acho que das três João falou uma, primeira de Pedro falou outra e nós temos ali nos Evangelhos a terceira. E aí quando a gente junta, a gente tem um um grande mosaico das necessidades pelas quais Deus precisava encarnar. Essa é a ideia. >> Boa, boa. Paulo ficou chateado porque tu não citou ele, mas vamos. Não concordo com ele. É exatamente isso. Não, porque assim, muitas vezes o pessoal vai dizer assim: "Ah, mas você é luterano?" Logo você tem que pensar no sistema de Anselmo, porque esse é o é seria o clássico. Porém, Lutero também fala de Cristus Victor. Ele não elimina essa possibilidade. É, e ele também fala que é uma obra de amor, ou seja, ele também traz, ou seja, não é porque uma talvez apareceu mais é na história da teologia, que é a única opção que nós temos de explicar eh essa esse mistério, esse grande mistério que é a encarnação de Jesus Cristo. Então eu concordo que é uma multiperspectiva e a gente não pode, por isso eu falei que é paradoxo, porque toda vez que a gente tenta eliminar, até nós estava lá atrás conversando com isso, que é o problema da teologia do século XX, é que é pegar e dizer que a cristologia eh dos dos sinóticos eh eh que seria então a visão petrina lá, que é a comunidade primitiva de Jerusalém, que é a tese. Aí eu tenho a visão de Paulo, que é a antítese, e o evangelho de João é a síntese. Nossa, que incrível, né? E transformei a Bíblia em subproduto de Hegel, né? E aí estraguei com tudo e eh e avacalhei com toda coisa. Então, não é isso, não é isso. A gente precisa manter a tensão entre as diversas narrativas, os diversos textos. Eh, e ao invés de tentar resolver eles num sistema todo coerente, onde tudo funciona, eu acho que Deus não funciona. Deus é >> boa. Mas por que que tem que ter corpo nessa parada? Eu quero saber por que Jesus teve que ter corpo. Eu cutucar pro Tobé, pegar, enfiar o dedo na Ai, tá malhando caramba. >> Natação. [risadas] >> Eu até tento, sabe? Eu tento, mas não dá. Ó, aí ó, >> eu falei porque qual a importância do corpo da cara, >> mas tu pode responder o que tu quiser também, tá de boa. Você ia falar de Romano 5, eu ia puxar Romano 5 a texto importante. >> O En W, ele fala o seguinte, que se a reforma tivesse sido mais em Colossenses, a gente teria mais Cristo victo do que substituição penal, né? E aí acho que o Víor vai falar um pouquinho sobre Cristo Víctor, dá para explicar um pouquinho mais. amanhã de amanhã não faltem. >> A grande questão assim de, e aí eu vou responder aqui do lado da teologia bíblica é de que existia um problema em nós e esse problema não poderia ser corrigido de qualquer forma. Era um problema de moral, de justiça e que apagar aquilo seria injustiça. Produziríamos um Deus injusto. Deus não poderia só chegar e dizer: "Você fez algo assim, eh, mal e eu vou te perdoar e acabou. E isso é injusto. A gente estaria completamente atingindo o caráter de Deus, >> porque a gente estaria dizendo para Deus: Deus, o Senhor é injusto ao não condenar uma injustiça. O Senhor não é santo ao abraçar uma não santidade, uma impureza. Então, a resposta da encarnação está no próprio Deus e em quem ele é. Ele é santo, nós não somos. E o problema em nós precisava ser corrigido. E para isso ele se encarnou e se tornou um de nós, como se foi, como foi colocado aqui. O tabernacularizou-se lá de João, né? >> Muito difícil essa palavra. >> É. >> Tá bom. Mas tu entend o o se tornar um tabernáculo, tá? [risadas] Mas é que, né? Entendeu? Mas eu não, eu queria puxar a ideia do tabernáculo dele, tipo, pode ter alguma coisa a ver com o, né, o templo onde se entendia que a presença de Deus, a salvação, ele se tabernaculariza, ele agora é a salvação. Então essa questão da materialidade poderia passar por aí alguma coisa assim? >> Claro. Lá claro tá falando da palavra lá em João capítulo 1 verso 7, né? É quando diz que ele é mais do que um homem que veio, ele traz algo com ele que se chama um novo tabernáculo, uma nova tenda, que e dentro dessa tenda tem a presença de Deus de novo que foi perdida. >> Isso é bom, hein? >> É ele, ele é o Cristo, né? Essa é a ideia. >> Legal. Por isso que ele vai no templo e limpa o templo e depois ele aponta para ele mesmo como sendo novo templo. Então ele tá dizendo agora o novo lugar do encontro com Deus eh sou eu mesma. E isso aí é o motivo pelo qual eu vim. Isso é João, né? Obviamente que para Paula existe outros motivos. >> É para acho que a gente deveria citar Romano 5 aqui, né? Porque tudo que você falou ali para mim, acho que Romanos 5 de alguma forma sintetiza. Primeiro Adão, segundo Adão. >> Eu ia até comentar isso porque acho que a questão do primeiro Adão e segundo Adão, primeiro, eh, se a gente pensar em termos de Isaías, por exemplo, que vai tratar da primeira criação e de uma nova criação, ele não fala segunda criação. A vocabulário de Isaías é primeira criação e nova criação. É que de novo, em Paulo também não tem uma segunda criação, tem nova criação. Nova criatura não, segunda criatura. Então, Adão, que Adão eh é o ser humano, mas é a humanidade. E agora em Cristo, nós temos o ser humano, o Cristo, o Jesus de Nazaré, que é exemplar também para toda a humanidade. Então, pegando aqui Irineu de Leon de empréstimo, né, a gente tem uma recapitulação no sentido de voltar ao princípio das coisas, tá? é o que o termo significa, literalmente recapitular, é voltar ao início das coisas, mas não uma volta no sentido romântica, idílica, ah, deixa eu voltar numa época que eu nunca vivi, que era bem melhor. Não nesse sentido, mas no sentido de recuperar aquilo que é o propósito original de Deus com a sua criação, para o que ela foi feita, o amor, a graça, a misericórdia de Deus, porque ele cria, não porque ele precisa, ele cria porque ele quer, não porque ele é obrigado a criar, mas porque é desejo dele. E se é desejo, ele faz porque ele quer. É manifestação do seu amor. essa mesma graça, esse mesmo amor e misericórdia para com a criação se mostra ao redimi-la também. Então, Cristo precisa vir em corpo e assumir a carne, não só por todos os outros motivos já citados, mas porque isso é uma, eu diria assim, necessidade, necessidade do amor de se manifestar. >> E é o que o Anselmo falava, aquilo que não é assumido não pode ser redimido, né? >> É isso, é, são os pais capados, na verdade. Mas >> não é Anselm, é capad. Eu aprendi com Ancelmo. Ancelm. Ancelmo tinha as suas fontes. Agora mudando um pouquinho do tema da encarnação, vamos um pouquinho pra palestra do Gui, que falou um pouquinho sobre espiritualidade e tal. Aí é uma pessoa perguntou o seguinte: "Tenho dificuldade, aliás, muita gente com dificuldade de fazer perguntas. O Luís teve que passar várias no GPT para reformular a pergunta". Mentira. Só umas três. Tenho [roncando] dificuldade de entender como experimentar Jesus de modo profundo. A sensação é que os discípulos tinham mais facilidade por tê-lo fisicamente presente. Quando vou pro momento de oração, ter a convicção da presença sem uma presença física me deixa sempre com a sensação de incompletude. O que fazer? Você bom, >> quer que eu leia de novo? Não entendi. Boa pergunta, viu? Muito bem formulada. Tá bom. [limpando a garganta][tosse] Eh, quando Tomé pediu para Deus, para Jesus, uma prova de que era ele mesmo, Jesus disse para ele: "Olha, você pode vir aqui e tocar." E Tomé tocou. E Jesus não repreendeu Tomé. Porque às vezes a gente pensa que Jesus olhou para Tomé e disse assim: "Que cara mais incrédulo, sai daqui tu." Esse cara aí só creu porque tocou >> Tomé virou até um sinônimo, né? De pessoa incrédula, de pessoa que só só só acredito se vê, né? Tipo a seu Tomé e tal, né? >> Isso. E Cristo não faz uma crítica. Cristo só diz o seguinte: "Você creu porque você viu". Pronto. O objeto da tua fé foi >> como todos os outros, né? O que Tomé pediu não é nada diferente do que os outros já tinham experimentado também. >> Exato. Aí ele diz logo depois, mas tem gente que não vai ver e vai ser também bem-aventurada, ou seja, não vai ter uma alegria menor. Por quê? Porque a fé é verdadeira, ela existe, ela é real, ela transforma o Cristo intocável em intocável, porque ela é fé genuína. A ideia de que essa espiritualidade agora, ela de fato, agora vem o ponto que eu quero colocar, não vai ter o Cristo físico, mas ela não vai ser menos eh ela não vai ser inferior. A questão é justamente entender que as experiências do aqui sem o Cristo físico serão experiências reais, mas serão experiências ainda incompletas, esperando ele voltar. É por isso que vem a importância do jejum. O jejum ele acontece pela falta do noivo, por querer ter a experiência com o noivo e não ter. E então se jejua, e a ceia é pela presença do noivo espiritualmente. Quando o espírito está alegre, então em comunidade você ali seia e a Cristo diz assim: "Eu estarei com vocês". A seia, a seia é a presença dele. Então, como é que ele, deixa eu, deixa eu colocar de forma prática para você, de como você pode lidar com isso. O, o povo de Israel fazia o seguinte exercício. Todas as vezes que não sentia a presença de Deus, eles lembravam dos grandes feitos de Deus e da presença de Deus com eles. Então beleza, eu posso ter uma espiritualidade porque Cristo disse porque eu também seria feliz lá lá em Tomé, mesmo não vendo. Beleza, eu posso ter. Se eu posso ter, eu acei que não vai ser aquela física, vai ser outra. OK? Agora, de forma prática, o que que eu posso fazer? Lembrar das histórias e das experiências que eu tive com Deus. Palpável, palpáveis. Eu lembro, eh, Bibo, que eu tava voltando de avião daqui há três anos atrás, indo indo, aliás, vindo para cá e eu tava eu tava bem, eu tava acabado assim, tava bem destruidinho, sabe? Assim, acabado, tipo, tipo tolite assim, uma coisa assim, tipo quê? [risadas] Essa parte corta também, Rafa. Tolete, cara. Tu tem certeza que essa palavra >> É porque eu eu quis uma palavra inesperada, entendeu? >> Essa foi bastante. Tu tava sentindo um Ah, entendi. Ele tava sentindo. Tá, entendi. É, >> vai, >> continua, desenvolva. >> E aí? [risadas] E aí eu tava no avião. E aí no avião eu o tava para para fechar, já tinham fechado as portas, eu ia colocar no modo avião e eu recebi uma mensagem e assim eu sou uma pessoa que para ler mensagem, irmão, é muito, precisa muita oração, né? Bibo, bibo, >> bastante que tu me responde. [risadas] >> E eu lembro que era uma pessoa um texto enorme e aí já dificultaria mais porque eu textões para mim, você quer mandar um texto para mim, divide ele, por favor, tá? E aí mandou um texto que era uma profecia e era uma profecia tão direta do que eu tava pensando no momento do voo. E a pessoa colocou assim para mim, eh, professor, eu tô com vergonha, eu não ia mandar, mas Deus mandou eu mandar agora. E a e foi quando eu perdi o sinal, porque tava e eu não consegui responder a irmã, ô, glória a Deus, nada disso, né? Eh, e aí eu no avião eu me comecei a me tremer todinho porque era uma coisa, sabe aquela coisa onde ela descreveu o passado, o presente e o futuro e envolvia a nossa conversa. >> Acredita? E eu tava vindo para cá e o bíbo me pegou no carro. A, ele foi me deixar no hotel e aí na porta ele começou a conversar comigo e envolvia dentro da profecia aqui. E eu assustado também, quem não fica, né, do nada aquilo ali. E eu comecei a lembrar todas as vezes que Deus já tinha feito aquilo comigo e a minha mente tinha esquecido. E eu senti a presença de Deus naquele momento dentro do carro falando com Bíb ali. Sabe quando você lembra das tantas vezes que Deus já te livrou, já te libertou, já te consolou, da graça que você não viu, das lágrimas que você nem percebeu que ele enxulgou? É essa hora que você lembra que você começa a a relembrar a presença dele real na tua vida. >> Muito bom. Eu, se eu pudesse dar uns dois centavos, eh, eu acho que às vezes também, né, experimentar de modo mais profundo. Eu acho que todos nós temos que buscar mesmo mais a presença de Deus. Acho que todo mundo pode ser, eh, melhor do que é hoje, pode mergulhar um pouco mais na presença de Deus. Todos nós podemos melhorar um pouco, mas às vezes a gente tem que tomar cuidado também, não sei se é o caso aqui, mas se for, receba, né? Que às vezes a gente também começa se comparar com coisas que a gente vê na internet, com talvez algum influencer, algum cantor, cantora, pregador, pregadora, que às vezes pinta, né, uma espiritualidade com Deus que é performática para as redes sociais. E a gente às vezes acha que aquilo é profundo, né? Eu a gente até constrói uma ideia de espiritualidade profunda a partir de performances postadas em redes sociais, em clipes, em vídeos no YouTube, em stories, em reals. Então, às vezes a gente tem, a gente começa a achar, meu, aquilo lá, meu, olha como essa pessoa busca a Deus, olha como aquela pessoa chora na presença de Deus, olha como aquela pessoa, meu Deus, ela discute com Deus como se fosse tão íntima de Deus e tal, quando na verdade é muita performance e é só barulho, né? É muito barulho. Então, às vezes a gente tem que tomar cuidado também com as nossas referências do que é uma espiritualidade profunda, porque às vezes a gente pode tá olhando pra performance e não para uma vida realmente prática, porque não é aquilo que muitas vezes aqueles influencers mostram nas suas redes sociais aquela vida com Deus. Então, toma muito cuidado, porque às vezes a vida com Deus é um pouco mais simples e tá nesses nessas lembranças, né, e trazer a memória aquilo que traz esperança e de às vezes pequenos atos de Deus que foram acontecendo na sua vida e tal. Então, às vezes também cuidar com que com quem a gente tá se comparando e tal, porque às vezes pode gerar uma expectativa do que não, isso é uma espiritualidade profunda e não, você só tá vendo performance na telinha do celular. Então também tome cuidado aí a importância de uma comunidade de fé, de pessoas mais experientes caminhando com você, porque daí é vida na vida, vida real, né? Sem sem edição, né? >> É encarnado, né? E aí a questão até para conectar com a encarnação rapidinho, Jesus era o cara que viveu uma vida comum, simples, ordinária, como qualquer um de nós. Eh, e na sua vida normal, fazendo as coisas que a gente faz, as coisas que ele fazia na sua época, no seu século e que a gente faz hoje, é ali que ele vivia sendo Deus conosco, com a gente. Então, gente, lembrar que o Cristo que nós adoramos, para quem nós levantamos as mãos, a quem nós chamamos de Senhor e Deus, é o cara que tava estaria aqui no meio da galera aqui tomando cafezinho, batendo papo. Então, não apagar como se Cristo fosse presente apenas em momentos gloriosos e incríveis, né? Cristo está ali onde eu converso com o meu irmão, né? Bon Refa tem uma frase que ele diz: "É Cristo existindo em comunidade". Tá? Então lembrar disso. >> Uma pergunta agora também eh que envolve a palestra do Alex. Eh Alex, tu Alex tem que fazer o, né? No final eh tu falaste que não, quem é que falou? Não sei se foi Alex ou ou Gui, que não tem Jesus no Antigo Testamento. Quem falou isso? >> Eu falei, >> tá? Me explica isso aí. Porque e as teofanias? E o anjo do Senhor, entendeu? E o quarto homem na fornalha. Aleluia. Entendeu? Pô, [risadas] eu sou pentecostal. Cantei a vida inteira sobre o quarto homem na fornalha. Mano, como é que Jesus não tá no Antigo Testamento? Me explica isso aí que eu achei isso aí bem complicadinho. Pena que o pessoal já desligou o fogo ali do lado já. O logos pré-existente pode ser visto, prefigurado no Antigo Testamento, em todas essas menções que você trouxe. Mas o Jesus de Nazaré nasce historicamente >> numa narrativa em Belém, na outra eles chamam de Nazareno. Eu já disse, eu não vou resolver isso. Eh, Jesus nasce efetivamente, >> hum, >> lá nas terras de Israel. naquela época daquela mãe que é Maria >> e ponto final, entendeu? Tipo, não tem Jesus, >> filho de José e Maria, >> ele não se chamava Jesus no Antigo Testamento. Entendi. >> Ele é o logos. >> Entendi. Entendi. Faz sentido. Faz sentido para você isso aí? Deu para entender? Não. Tá bom. Quer falar alguma coisa, Guilherme? Tudo bem. >> O Fontana quer falar lá. Ele tá tá ele tá, >> aliás, para lá em Fontana tem perguntas que, gente, é para palestras de amanhã, tá bom? Por isso que eu, aliás, nem vai dar tempo de fazer. Todas também quer falar um pouquinho sobre isso, Gu? Alguma coisa assim. >> É porque o Jesus que encarna, a encarnação não é o mero vim na terra. >> A encarna encarnação, por exemplo, se você pensa que Jesus é o anjo do Senhor no Antigo Testamento e veio na terra, isso não é encarnação. >> Uhum. >> Hum. É tipo, E aí, galera? Tô aqui, dei uma aparecidinha. >> A encarnação em cor, >> mas será que tinha corpo, tinha? Devia ter, porque, pô, não teve, enrolou até uma briga ali, uns fight. É porque a Jacó lá, Jacó segurou o anjo >> anjo do Senhor. [risadas] >> Desculpa, >> eu não sei onde tava agora no raciocínio. >> Raciocínio racional. >> Não é? Tu tá falando sobre nem toda nem toda aparição no Antigo Testamento é uma encarnação. >> Isso. >> Daí eu fiz a brincadeira. Mas será que não tinha corpo anjo do Senhor e tal? >> É porque nem todo anjo do Senhor para mim é teofânico. É Jesus. OK? >> Nem todo, todo. >> Alguns anjos do Senhor, a expressão hebraica é manifestação divina. >> Uhum. >> Que no hebraico ele é é é como se fosse uma expressão idiomática para anjo do Senhor ou ou manifestação angelical, mas não necessariamente o anjo. >> Entendi. >> Então é uma forma de dizer, cara, aconteceu uma coisa ali angelical, a gente não sabe o que foi e vamos chamar isso de manifestação do anjo do Senhor. >> Só sei que foi assim. É mistério. >> Se foi Jesus ou se não foi, a gente não tem como saber. >> Entendi. É. É. Tá certo, Víor. Tá bom. Quer falar alguma coisa? Não. >> O que foi? O Vitor falou o quê? >> Não, o Víor falou que não é bem assim. Oi. >> Não, eu falei obrigado. >> Obrigado. Ele falou >> concordando comigo? Não, meu Deus do céu. Hoje eu não durmo não. [risadas] >> A hora seja ele. Ah, ele precisa da aprovação do Víor. Tadinho dele. Ai, que menino. >> Ai, meu Deus. >> A gente vai vai sair para comer depois daqui? Espero que sim. >> Vou comer uma sobremesa hoje. >> Vai aí. Merece. Mas tomou a insulina. Ixe. >> Ó, aí tem que tomar insulina. Não esquece, viu? Eu sou teu amigo. Eu cuido de ti, irmão. Táou tr >> eu não tô à toa no teu contato de emergência. Vamos lá pra gente pra gente finalizar aqui, gente. Vamos lá. É outra frase também. Não desliga o microfone para que isso me dá no zervo. Fica ligado que tu vai falar ainda aqui, ó. Pra gente encerrar aqui esse lance de, né, Jesus encarnado, OK? Jesus tinha um corpo, ele era 100% homem. E cara, essa possibilidade de pecar, né? Não respira, respira. Mas porque assim, mano, tá, se ele tinha uma possibilidade real de pecar, é como assim tinha chance de dar ruim? Tipo assim, mano, Adão deu ruim, aí Deus pega assim e fala e aí do filho dele dá ruim também. Aí só sobra. Cara, eu gosto de distinguir duas coisas aqui. Um é a possibilidade de pecar e a outra é a especulação. >> Vamos na especulação, é mais legal. >> Não, então aí é que tá o problema. Quando a gente parte pra especulação, a gente vai além do que o texto nos permite. E o texto diz não pecou. Ele diz: "Não pecou". Então, ponto final, não pecou. Então, não vou além do que isso. Agora, do outro lado, eu preciso afirmar que se Cristo assume a carne, a materialidade e a condição do ser humano e assume eh o pecado do ser humano, inclusive sendo tentado. E aí agora você pode imaginar que eh para ser tentado tem que ter algo concreto ali. No caso lá da tentação no deserto, há coisas concretas e Jesus precisa ter sentido alguma coisa ali, porque essa é a tentação. É assim que a gente experimenta tentação. Não sei se com vocês não, para mim é há uma força, há um treco ali que te dá que tu diz: "Hum, >> o crente mesmo não é tentado, né? >> Não, não, ele é de outro, tá?" Eh, então tem que para para ele de fato estar na mesma condição na nossa pele e vivenciar as mesmas coisas que nós, tem que ter sentido alguma coisa, >> alguma possibilidade de >> alguma possibilidade de, mesmo que a Bíblia diga não pecou, >> foi tentado em tudo, mas foi fiel até o fim, né? Não pecou, tá? Então, para deixar claro aqui, porque a gente pode cair, mas e si não tem e si, cara, ele não pecou. Ponto, Guilherme, a sua saidira agora vai antes de dar a tremedeira final. Eu não sei se eu concordo. Não precisa, não. Obriguei ele a concordar. Não, >> não. Porque eu entendo as dificuldades do texto, mas eu acredito que no caso do deserto Jesus, o diabo tentou tentar Jesus. Pá, mas daí o texto fala que ele foi tentado. Não, >> ele foi levado para ser tentado, mas não significa que ele foi tentado. Ih, o ponto seria ali. Eu prefiro a tradução. >> Ah, tá. Daí agora pelo porque a tradução do original da >> eu não quero levar para esse lado >> não. Mas vai lá. É, é o teu momento. >> Mas eu não entendo que o diabo tentou necessariamente e conseguiu tentar, mas que ele tentou tentar Jesus e Jesus prontamente respondeu a ele para trás de mim. As respostas de Jesus são respostas para quem não foi tentado. De quem não foi tentado. Ah, o outro ponto é o texto de Hebreus, capítulo 4, verso 17. É, desculpa te cortar. Desculpa te cortar. Não, eu tô pensando agora o seguinte. Vamos fazer aqui >> só um ponto. É muito difícil esse assunto. >> Não, eu sei que é, mas a gente já é 10 horas, ninguém, mas já tá todo mundo lá. Tá. >> O que eu quero dizer é o seguinte, mas é é porque eu tô entendendo o que você tá falando, eu acho, mas eu tenho dificuldade com ele não foi tentado. Isso eu tenho um pouco de dificuldade com essa tua expressão. Vou tentar te explicar com Teatrinho. >> Não, pera aí. Eu tô dizendo que no deserto não é um bom exemplo de que ele foi tentado, mas ele foi tentado porque o texto de Hebreus capítulo 4 verso 17 diz que ele foi tentado em tudo. >> Exato. >> Não igual a nós, mas semelhante a nós. Agora, entender [roncando] essa semelhança em que nível ele foi, >> daí não tem como. Ora, ele podia pecar. Eu entendo que não. >> Ah, eu também acho que não. Eu gosto do CS Luis, né? Tipo, se alguém tá, eu tô morrendo afogado na piscina e tem alguém que pode me salvar desse afogamento, eu lá quero saber se era igual a mim, se era melhor. Eu sei que ele tá em condição de me tirar da piscina e isso que importa. >> Agora eu entendo que é um texto mais difícil e eu entendo que do lado do biblicista eu me sinto menos capaz do que um sistemático de lidar com isso, tá? Não, >> mas eu quero tentar, eu quero tentar que você imagine o seguinte. Vamos lá, vamos pegar a tentação no deserto. Não tem a parada que o o diabo lá leva ele pro lugar, pro pináculo do templo e tal, ou até o momento em que ele leva, ó, esse aqui estão os reinos dessa terra. Não é uma tentação rolando ali, >> não. Encenações externas. >> Isso, mas é uma tentação rolando. Não quer dizer que Jesus assim, hum, rapaz, vou vou cair nessa. Não, mas acho que tá rolando uma tentação ali. Tá entendendo o meu ponto? Quando ele fala assim, o Getseman é pior. Getsman. Dia de semane foi que meu Jesusou. >> É porque é porque eu não tô dizendo que Jesus não foi tentado. >> É, tu disse isso. Volta a câmera aí. >> Eu tô dizendo >> não não. Aí, ó. Aí, aí, aí >> não, Bibo. Peção, var. Var. Eu [risadas] tô dizendo que vem cá falar comigo. >> Eu tô dizendo que o deserto não é o exemplo para falar de tentação, de que Jesus caiu em que Jesus foi tentado. Ele foi tentado. >> Que Jesus foi tentado. Não exemplo. Por quê? >> Porque a dinâmica do texto em termos do que eu considero grego, e aí é por isso que eu não quero trazer esse assunto para cá, >> tá? indica de que houve uma tentação. Ele tentou tentar, >> tá? Ele não conseguiu fazer isso agora quando >> porque Jesus, tipo, já ia dando rasteira já >> para Jesus, o diabo aqui. E Lucas coloca a tentação de Jesus logo depois da da de Adão. De Adão. >> Adão caiu na tentação. Jesus nem caiu na tentação. >> Não, é claro que não ia cair, mas foi tentado, mano. O Lucas fala inclusive que o Espírito Santo levou Jesus. Não, >> para o deserto para ser tentado pelo diabo. Não, >> não, não. >> No grego significa a mesma coisa. >> Não, não, não, não, não, [aplausos] [risadas] >> não, não >> foi levado. Bem coisa, [risadas] >> Essa é a minha questão. Essa é a minha questão. >> O grego e o português é igualzinho, entendeu? Mas e aí nos comentários, diga aí o que que você pensa. Você quer falar uma palavra final? Eu sei que é um tema muito complexo. Eu sei que fazer um VTQ sobre isso agora. Agora tô aqui em crise. >> Sei que eh eu não sou a única pessoa que defende isso. Obviamente eu não seria maluco de estar aqui falando isso sozinho, mas eu não acho que é tão simples lidar com as tentações de Jesus. Ele sendo Deus homem. >> É punk, né? >> Porque ele era Deus. Ele não deixou de ser Deus na hora da tentação. >> Quem dá o exemplo do murro no no muro de aço? Quem é que usa esse exemplo? Ma, tu não tu que citou, né? Tu que se deu esse exemplo, Ma. Ó, que refirou referência agora. Tipo, mas o murro ele acontece, o soco acontece, mas o muro é de aço, não vai, não vai ter pecado. Mas o murro acontece. Então, tentaram tentar ele, mas ele não foi tentado. [risadas] [aplausos] Acabou. É isso, gente. Muito obrigado. Quer falar uma palavra final, Alex? >> Não >> quer tentar você tentar uma palavra final. Não, [risadas] >> não. Eu teria que aprofundar. Deixa pro episódio dois. Exato. Olha, muito obrigado por você que acompanha esse BTC, foi ao vivo, a galera tava aqui também participando. Voltamos a semana que vem, se Deus quiser. Sem permitir. Fiquem todos na paz do Senhor e até o próximo evento ao vivo que a galera curtiu. >> [aplausos]