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A fé vem pelo ouvir

Você Mudou… Mas Nasceu de Novo? | Matheus Bessa | Domingo, 28 de Junho de 2026

Você Mudou… Mas Nasceu de Novo? | Matheus Bessa | Domingo, 28 de Junho de 2026

Você Mudou… Mas Nasceu de Novo? | Matheus Bessa | Domingo, 28 de Junho de 2026

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Legendas automáticas:

Hoje eu gostaria de voltar para um tema
que eu falei um tempo atrás, que era
sobre os reis de Israel e algumas
doutrinas da graça. E hoje eu queria
começar com uma das confunas
da vida espiritual, que é confundir a
mudança de uma pessoa apenas com a
conversão. Nem tudo que é mudança que a
gente vê é um novo nascimento. Nem toda
melhora é a regeneração. Nem toda
reforma que a gente vê externa é
realmente a vida nascendo ali naquela
pessoa. Uma pessoa pode abandonar os
pecados visíveis que ela tem, começar a
frequentar a igreja, aprender palavras
corretas, defender doutrinas bíblicas e
ainda assim continuar sem ter uma vida
espiritual verdadeira. pode parecer
séria, mais religiosa, mais
disciplinada, mais respeitável. Mas a
pergunta bíblica não é apenas: "Essa
pessoa mudou".
A pergunta é mais profunda, que é: "Esa
pessoa recebeu a vida de Deus?" É
exatamente aqui que a história do nosso
rei de hoje vai eh nos ajudar a enxergar
que é a vida de Josias. Josias foi um
dos melhores reis de Judá. A escritura
diz assim dele, do Segunda Reis 23,
versículo 25. Nem antes, nem depois de
Josias houve um rei como ele, que se
voltasse para o Senhor de todo o
coração, de toda a alma e de todas as
suas forças, de acordo com toda a lei de
Moisés. A Bíblia afirmar isso de alguém
é simplesmente extraordinário. O que
está dizendo aqui? que Josias não era e
não foi uma pessoa superficial. Ele não
fez uma reforma simbólica nele. Ele
ouviu a palavra de Deus, rasgou as suas
vestes, chorou diante de Deus, derrubou
os ídolos, restaurou a aliança e
celebrou a Páscoa em Israel. Mas depois
de tudo isso, Judá continuou caminhando
para o juízo, apesar do seu rei. Essa
tensão é o coração do que nós vamos
tratar hoje. Josias foi sincero no que
ele estava fazendo, mas a nação
permaneceu culpada. Josias se humilhou
de verdade, mas o povo não foi
profundamente transformado, apesar das
reformas que ele tinha feito. Josias
reformou o culto daquela nação, mas ele
não podia regenerar o coração deles. Ele
podia destruir todos os ídolos visíveis
que estavam em Israel, mas ele não podia
arrancar a idolatria invisível da alma
do povo.
Aqui aparece a doutrina na graça que
governa o que nós vamos falar hoje, que
é o chamado eficaz. Deus não apenas
chama por fora pela voz da palavra, ele
também chama a nós por dentro pelo poder
do espírito. Ele não apenas informa a
nossa mente, ele vai vivificar o nosso
coração para eh receber aquela palavra.
Ele não apenas convida mortos
espirituais, ele lhes dá vida para que
eles venham a Cristo. O problema humano
é mais profundo do que apenas uma falta
de informação religiosa que ele tenha. O
homem natural não precisa apenas de
conselhos melhores que ele não tem. Ele
precisa de uma completa ressurreição.
Efésios 2:1 diz assim: "Vocês estavam
mortos em suas transgressões. Mortos não
precisam apenas que o ambiente que eles
estejam seja reformado. Mortos precisam
de quê? De vida. Um cadáver pode estar
no quarto mais limpo ou talvez no quarto
mais sujo. Faz diferença para ele?
Ele continua morto. Ele pode estar
vestido com uma roupa rasgada ou a roupa
mais elegante que você possa pensar. Não
faz diferença.
Pode estar cercado de fores e palavras
bonitas ao redor dele, mas ele continua
morto. O ambiente pode melhorar, mas a
melhora do ambiente não produz vida no
corpo. Assim, também uma pessoa pode
estar num ambiente religioso organizado,
doutrinamente correto, moralmente
respeitável,
mas ainda assim ele, ela pode permanecer
morta se Deus não der vida para ela.
Porque se o problema fosse apenas
ignorância,
que que bastaria pra gente? O ensino
seria ótimo e seria o suficiente. Se
fosse apenas o ambiente que nós
estivéssemos, bastaria uma reforma desse
ambiente. Se fosse apenas um hábito que
a gente deveria ter, se a gente tivesse
uma disciplina um pouquinho maior, seria
ótimo. Mas se o problema é morte
espiritual, então a nossa esperança só
pode estar em um lugar. Apenas em Deus
que diz: "Haja a luz!" E a luz aparece
por isso. No Deus que tira o coração de
pedra. e coloca o coração de carne. A
pergunta então não é apenas o que que
Josias fez por Judá. A pergunta é o que
que Josias não podia fazer por eles?
Esse ponto precisa vai ficar claro aqui
no início.
O que nós vamos ver aqui não diminui a
importância da reforma de Josias. Ela
apenas vai colocar a reforma de Josias
no lugar certo. Reforma é necessária,
mas a reforma em si não vai salvar
ninguém. Santidade visível é é um fruto
precioso para cada um de nós na nossa
vida, mas ela não é a raiz que vai nos
dar vida. A raiz é a graça de Deus
agindo no nosso coração e dando vida
onde antes havia apenas a morte. E o
relato começa com uma frase que deveria
nos assustar, eu diria. Durante a
reforma lá do templo, eh, o sumo
sacerdote diz ao secretário Safá: "Sim,
encontrei o livro da lei no templo do
Senhor em Segunda Reis 22:8. O livro da
lei foi encontrado no templo. Ele não
estava perdido entre os pagãos. Ele não
estava escondido na casa de um inimigo.
Não estava esquecido em uma terra
distante dali.
Ele estava perdido dentro da casa de
Deus, no lugar onde ele deveria ser
guardado, lido, amado, obedecido e
proclamado. Isso nos mostra que a
decadência espiritual nem sempre começa
quando a religião simplesmente
desaparece.
Às vezes ela aparece quando a religião
continua funcionando, mas a palavra
deixa de governar aquele lugar como
estava acontecendo com eles. Judá ainda
tinha o templo lá.
os sacerdotes, as tradições, os rituais
e memória da aliança, mas a palavra de
Deus ali estava perdida. É possível ter
templo sem submissão, ter o culto ainda
assim sem temor. É possível ter uma
linguagem religiosa, mas a obediência
real está passando longe dali. É
possível manter a forma da fé enquanto a
voz de Deus foi silenciada na prática da
nossa vida. Normalmente isso não vai
acontecer de uma vez. Primeiro a palavra
deixa de ser central ali naquele culto.
Depois ela se torna quase decorativa.
Depois ela começa a parecer um
inconveniente para você e depois ela é
substituída pelos costumes que você
quer, pelas opiniões que você tem, pelos
interesses e, principalmente pelas
preferências humanas. A comunidade ali
ainda fala de Deus, mas já não treme
diante de Deus como eles deveriam
tremer. Foi isso que foi acontecendo com
Judá. Eles não perderam apenas um livro,
eles perderam a consciência de quem Deus
era. Quando a palavra de Deus é
esquecida, o homem começa a imaginar
Deus conforme seus próprios desejos. O
coração humano sempre tenta criar um
Deus mais fácil para ele suportar, um
Deus santo, menos soberano, menos
exigente, menos ofensivo ao orgulho
humano, mas mais exigente com o que ele
gosta. Mas a palavra de Deus é o meio
externo pelo qual Deus chama pecadores.
A fé vem por meio de nós ouvirmos a
mensagem. A escritura não é um enfeite
religioso para nós, é a voz do Deus vivo
para cada um de nós. Quando a palavra é
pregada fielmente, Deus adverte, revela,
confronta, consola, promete e ordena a
nós. A palavra encontrada no templo
denuncia algo que pode acontecer em
qualquer geração.
Uma igreja pode ter a Bíblia aberta e
pouca reverência real a Deus. Uma
família pode encher as paredes de casa
de versículos, mas ainda assim ter pouca
submissão real naquela família. Uma
pessoa pode ouvir sermãos durante anos e
ainda assim viver como se Deus nunca
tivesse falado ali. Quando a palavra de
Deus sai do centro, outras palavras
tomam lugar. O medo começa a governar a
nossa vida. O desejo começa a justificar
o porqueteu aquele pecado. O orgulho
começa a interpretar as situações de
acordo com que ele quer. A cultura
começa a discipular cada um de nós e a
religião vai desaparecendo. Ela se torna
algo moldável, útil ao homem e
domesticada pelo coração caído. Mas
então a palavra de Deus é encontrada. E
quando a palavra volta, ela não volta
com apenas como uma decoração, ela volta
como luz pro que está acontecendo. A luz
revela a escuridão escondida que nós não
queríamos ver. A palavra não apenas eh
nos conforta, ela vai nos confrontar,
não apenas vai nos orientar, ela expõe
quem nós somos. Ela não apenas informa o
que ela tem ali, ela julga o que nós
estamos fazendo. E por isso, quando Safã
lê o livro de Anes de Josias, algo
acontece ali, não apenas no templo, mas
no coração daquele rei. Quando Josias
ouve palavras do livro da lei, a Bíblia
diz que ele rasgou as suas vestes. E
esse gesto aqui expressa o lamento dele,
o choque dele, a humilhação e o
quebrantamento dele diante daquele
livro. Josias não recebeu a palavra como
uma informação que ele simplesmente
achou interessante. Ele foi ferido por
ela. Ele entendeu o que Deus estava
falando ali. Em segunda Reis 22:11 diz
assim: "Assim que o rei ouviu as
palavras do livro da lei, rasgou as suas
vestes. Não houve demora nele ali para
entender o que que estava acontecendo.
Ele não tentou negociar com Deus a
partir do que ele aprendeu ali.
Não houve uma tentativa dele de suavizar
o texto. Josias não perguntou se aquela
palavra ainda era relevante pra cultura
deles. Ele não procurou uma
interpretação mais confortável para eles
pensarem, mas a gente não tá tão ruim
assim. O que que ele fez ali? Ele se
dobrou. A palavra mostrou que Judá não
estava apenas desorganizada
ali naquela época, ela estava culpada
diante de Deus. O povo não havia se
afastado de uma tradição antiga apenas.
Eles haviam quebrado a aliança. Não era
apenas uma crise religiosa, era um
pecado diante de um Deus santo. Essa é
uma das funções mais, a gente pode dizer
misericordiosa da palavra de Deus. Ela
nos diz a verdade sobre nós antes que
seja tarde demais. Nós somos
especialistas em esconder a nossa culpa.
Nós chamamos o nosso pecado de quê? Foi
só uma fraqueza que eu tinha. Chamamos o
orgulho de uma personalidade forte que
eu tenho. Chamamos a idolatria da
necessidade eh de necessidade emocional
que eu tenho daquela situação. Chamamos
a incredulidade que nós temos de uma
cautela que eu estou tendo. O coração
humano sempre tenta usar palavras
suáveis para não encarar a gravidade do
pecado dele. Mas a palavra de Deus não
participa dos disfarces que nós temos.
Ela corta. Ela revela, ela separa a
aparência da realidade. Ela mostra que o
pecado não é apenas um erro contra nós
mesmos, é uma ofensa contra o nosso
Deus. E Josias percebe isso. Ele diz
assim no versículo 13: "Grande é a ira
do Senhor que se acendeu contra nós,
porque os nossos antepassados não
obedeceram as palavras desse livro. Note
que ele não diz apenas contra eles,
contra os nossos antepassados apenas.
Ele diz contra nós. Ele não usa a
palavra apenas para apenas para acusar
os outros do que a palavra está dizendo.
Ele se coloca debaixo daquela palavra. E
isso é um sinal da eh verdadeira
reverência que ele está tendo diante
daquela palavra.
Há uma diferença entre dizer: "A
humanidade é pecadora e você dizer
assim: "Eu pequei". Quantas vezes não é
mais fácil pra gente apontar que as
pessoas estão errando do que ver o nosso
erro? Há uma diferença entre saber que o
mundo está caído e perceber que o nosso
coração é caído. Há uma diferença entre
explicar o pecado e ser quebr e quebrado
por causa dele. E Josias naquele dia foi
quebrado por conta da palavra de Deus
ali diante dele. Aqui começamos a ver
uma diferença entre o chamado externo e
o chamado eficaz. O chamado externo é a
palavra de Deus chegando aos nossos
ouvidos. Muitos ouvem, muitos entendem a
palavra, muitos percebem a lógica da
palavra de Deus. Alguns são capazes até
se de se emocionar com aquilo, mas o
chamado eficaz é quando Deus pelo
espírito faz a palavra atravessar a
resistência do nosso coração. Não é
apenas um som no ouvido, é luz paraa
nossa alma. Não é apenas uma informação,
é vida para nós. E isso não transforma o
homem em uma máquina.
Deus não arrasta alguém contra a sua
vontade. Ele muda a vontade daquela
pessoa. Ele liberta um coração que
estava escravizado. Ele faz o pecador
enxergar a beleza que antes ele estava
desprezando. Ele faz a culpa pesar sobre
nós e a misericórdia, por isso torna-se
mais preciosa ainda. Osias ali não se
humilhou porque ele era naturalmente
superior às outras pessoas.
Se há humildade verdadeira diante de
Deus, já é a graça de Deus operando ali.
Se há um quebrantamento santo ali, Deus
já está agindo naquele coração. Mas nem
todos ao redor de Josias responderam
dessa forma. O rei fez o quê? Rasgou as
suas vestes. O povo acompanhou a sua
reforma. O rei se humilhou. A nação em
grande parte seguiu externamente ao que
ao que o rei estava fazendo. Essa
diferença é crucial aqui. É possível
estar perto de alguém que é
verdadeiramente quebrantado sem você ser
quebrantado. É possível participar de
uma reforma bíblica sem experimentar a
verdadeira regeneração. É possível estar
em um movimento de retorno à palavra de
Deus sem você retornar verdadeiramente a
ela. Josias mostra a beleza de um
coração que treme diante da palavra.
Judá mostra o limite de uma religião que
muda por fora enquanto permanece morta
por dentro. E Deus não desprezou o
quebrantamento de Josias.
Por meio da da profetisa Ruda, o Senhor
envia um rei ao rei uma palavra pessoal
que diz assim em segunda Reis 22:19. Já
que o seu coração, o seu coração se
comoveu e você se humilhou perante o
Senhor quando ouviu o que lhe falei
contra
este lugar e contra os seus habitantes
que seriam amaldiçoados e devastados? E
já que você rasgou as suas vestes e
chorou na minha presença, eu ouvi,
declara o Senhor. Essa frase é
maravilhosa. Eu o ouvi. O Deus santo
anunciou juízo contra Judá. Também ali
vê lágrimas do rei quebrantado. Ele vê o
coração comovido daquele rei. Ele vê a
humilhação
que aquele rei faz diante dele. Ele vê
as vestes rasgadas. Ele ouve o choro.
A soberania de Deus não é, não o torna
frio. A santidade de Deus não torna
indiferente ao nosso arrependimento. O
Senhor é elevado e justo, mas ele também
se inclina ao quebrantado. Josias não
tenta negociar. Ele não diz: "Senhor, eu
errei, mas eu sou jovem. Isso não é
culpa minha. Ele não diz: "Eu herdei um
problema que veio de gerações e
gerações".
Ele não diz pelo menos eu sou melhor que
Manassés.
O coração quebrantado não procura
desculpas, ela procura a misericórdia de
Deus. Quando Deus alcança o coração, a
pessoa deixa de tratar a palavra como
uma ameaça a autonomia dela e começa a
receber a voz de Deus ali. Mesmo quando
a palavra dói,
ela sabe que aquela palavra é de
misericórdia de Deus.
É como um corte de um cirurgião. Ele
fere naquele momento, mas é para curar a
pessoa. Expõe, mas é para salvar ela. E
Josias ouviu, temeu, chorou e obedeceu a
Deus. Mas essa obediência brota de um
coração que é tocado por Deus. A carne
pode produzir medo religioso, remorço,
disciplina externa e uma mudança por
conta da pressão. Mas a carne não vai
produzir um amor santo de Deus em você.
A carne não se curva alegremente diante
da autoridade divina. A carne não
abandona o trono por uma vontade
própria. Por isso, Ezequiel 36:26 é tão
importante para nós que diz assim:
"Darei a vocês um coração novo e porei
um espírito novo em vocês.
Tirarei de vocês o coração de pedra e
lhes darei um coração de carne." Observe
quem age em todo esse momento. Deus diz:
"Darei". Deus diz: "Eu porei". Deus diz:
"Eu tirarei". A regeneração não é o
homem consertando o próprio coração, é
Deus substituindo o nosso coração. E
isso é o chamado eficaz, a graça que que
não apenas oferece para nós a
possibilidade,
mas cria a realidade em nós. É Deus
chamando de tal modo que o coração morto
vive de novo, o coração duro se dobra
diante dele e o coração cego enxerga e o
rebelde se rende a Deus. E isso não é
uma teoria distante, é a nossa única
esperança. Muitos de nós conhecemos a
força eh de uma religião eh apenas
externa, a gente pode dizer.
Sabemos o que que é ouvir verdade sem
sermos transformados por elas. Sabemos o
que é cantar palavras corretas com um
coração distante. Sabemos o que que é
perceber eh bem diante eh dos outros
e parecer bem para eles e na verdade no
fundo você está frio diante de Deus. Por
isso, a pergunta aqui não é apenas você
conhece a palavra? A pergunta aqui é:
palavra já te quebrantou diante de Deus?
Ela não é apenas você concorda com essa
doutrina, mas sim Deus já abriu seus
olhos para ver a sua culpa e a glória de
Cristo.
Não apenas você mudou algo, mas sim você
recebeu um novo coração de Deus. Josias
recebeu a palavra de Deus com humildade.
Então o que que ele fez?
Ele agiu, mas a sua ação, por maior que
fosse, ela tem um limite.
Ele poderia ordenar uma reforma inteira
no reino como ele fez, mas ele não podia
ordenar o novo nascimento para aquele
povo. E depois de ouvir a palavra, Josés
convoca uma eh renovação pública da
aliança. Ele reúne os líderes, os
sacerdotes, os profetas e o povo. O
livro é lido diante de todos eles. O rei
se coloca junto à coluna e renova a
aliança perante o Senhor. Então começa
uma das reformas mais radicais de Judá.
Em segunda Reis 23, mostra eh Josias
removendo do templo o utílios feito para
Baal, Azerá e outros astros que tinham
ali e outros deuses. Ele destituiu os
sacerdotes idólatras que estavam lá,
derrubou os altares, eh profanou eh que
profanava lugares santos e destrói as
práticas que haviam contaminado a vida
religiosa daquele povo. Ele não fez uma
reforma apenas estética ali.
Nós vemos ali o fim da idolatria
nacional visível que ele poderia acabar.
E Josias não foi covarde. Ele não tentou
equilibrar a fidelidade com de com Deus
com a conveniência política com o povo.
Ele não disse: "Vamos mudar mais devagar
para não incomodar o povo, para não
assustar eles." Ele entendeu que aquilo
ofendia a Deus e que não podia ser
preservado na diplomacia por diplomacia
espiritual. Ali ídolos precisavam ser
derrubados o quanto antes. E isso
continua verdadeiro para nós. A
submissão à palavra exige a a remoção de
ídolos visíveis e também os nossos
ídolos invisíveis que ninguém pode ver.
Há pecados que precisam ser abandonados.
Há hábitos que precisam ser
mortificados. Há compromissos que
precisam ser quebrados. A graça não nos
ensina a conviver em paz com aquilo que
Deus odeia, mas embora isso seja
necessário, não é o suficiente. Josias
podia derrubar todos os altares, mas ele
não podia mudar os amores daquele povo.
Ele podia quebrar imagens, mas ele não
podia quebrar a escravidão interior do
povo.
podia limpar o templo, mas ele não podia
purificar a alma do povo.
Ele podia fazer a reforma pública de
Judá, mas não podia produzir uma vida
espiritual verdadeira no povo. Essa
distinção para nós é fundamental. A
reforma muda o cenário. A regeneração
muda a natureza. A reforma pode tirar o
ídolo da mão da pessoa. A regenação tira
o ídolo do coração da pessoa. A reforma
pode impor limites ao pecado, mas a
regeneração vai criar desejos nossos em
direção a Deus. Pense, por exemplo, numa
criança que obedece só porque o pai está
olhando. Por fora a gente pode dizer que
ela está fazendo o que é certo, mas por
dentro o que que vemos? Talvez esteja
ela apenas esperando a oportunidade de
fazer o contrário. Isso não significa, é
óbvio, que a disciplina é inútil.
Disciplina é necessária. Ela é sempre
necessária. Mas a disciplina externa
apenas não transforma a interna. O
coração humano é capaz de transformar
até a moralidade que nós temos em uma
idolatria. Alguém pode deixar pecado
escandalosos de lado e passar a se
orgulhar da sua respeitabilidade pelos
outros. Ele pode trocar a libertinagem
para ser um fariseu. Ele pode se tornar
mais religioso sem se tornar mais
rendido verdadeiramente a Deus.
É por isso que reforma sem regeneração
pode produzir uma religião correta por
fora e morta por dentro.
Porque o maior altar da idolatria não
ficava apenas nos lugares altos de Judá,
ficava no coração do povo. E esse altar,
rei nenhum humano consegue demolir.
Pais podem ensinar aos seus filhos,
disciplinar eles, levar à igreja e abrir
a Bíblia em casa. Eu diria mais, eles
devem fazer isso, mas não podem dar um
novo nascimento pro seu filho. Pastores
podem pregar, discipular e organizar
biblicamente a igreja. E eles devem
fazer isso, mas eles não podem vivificar
o coração
das pessoas que o escutam. Cada cristão
pode organizar a sua rotina e cortar
pecados visíveis. Adivinha?
Eles devem fazer isso, mas eles não
podem confundir a reforma externa com
uma reforma espiritual. Talvez você
tenha mudado muitas coisas, talvez seja
diferente do que você era antes, mas a
pergunta sempre permanece ali. Essa
mudança nasceu de uma nova vida em
Cristo ou apenas de uma reforma externa?
A diferença entre ser contido e ser
verdadeiramente convertido,
entre ser domesticado para não fazer
certas coisas e ser regenerado para ter
alegria naquelas coisas. Entre parecer
melhor e receber a vida de Deus. Josias
derrubou ídolos visíveis, mas os ídolos
do coração continuam sendo um problema
do povo. E depois de destruir tantos
sinais de idolatria, Josias restaura a
celebração da Páscoa. O texto destaca a
grandeza desse momento, dizendo assim em
segunda Reis 23 versículo 22: "Nem no
dia dos juízes que lideraram Israel, nem
nos dias dos reis de Israel
e dos reis de Judá havia sido celebrada
uma Páscoa como essa."
Agora imagina essa cena. O povo reunido
ali, a lei sendo lida, os ídolos
removidos, o culto reorganizado, a
Páscoa celebrada e a memória da
libertação do Egito renovada novamente
ali no centro do povo. O sangue do
cordeiro, a lembrança da redenção, o
Deus que salva o seu povo do cativeiro.
Tudo isso diante daquela nação. Foi um
momento, com certeza, impressionante. E
ainda assim uma grande celebração
religiosa como essa não significa a
conversão espiritual de todos os
participantes que estão ali. Essa
verdade precisa ser ouvida com temor por
nós. Estar no meio do povo reformado não
é não é o mesmo que você possuir um
coração regenerado. Participar de um
momento espiritual intenso não é o mesmo
que nascer de novo. Fazer parte de uma
comunidade séria não significa
necessariamente que você conhece a Deus.
Uma pessoa pode cantar com o povo de
Deus e não amar o Deus daquele povo.
Pode ouvir a palavra de Deus com
frequência e continuar resistente. Pode
participar da ceia como vamos participar
hoje, do culto, da EBD, mas permanecer
sem vida. espiritual. Esse é o perigo de
uma religião apenas herdada, como aquele
povo estava recebendo. A pessoa cresce
perto das coisas de Deus e começa a
pensar que a proximidade apenas já é
posse dela. Crescer ouvindo sobre Cristo
e presume que conhece Cristo. Aprende as
respostas certas para dar em qualquer
situação. Imagina que as respostas
certas são a fé viva dela. Convive com
pessoas piedosas e acha que a piedade
daquelas pessoas cobre a sua própria
falta de conversão. Mas Deus não é assim
que funciona. Ninguém entra no reino
apenas por uma herança familiar,
ambiente religioso, uma tradição
comunitária. É preciso nascer de novo.
Jesus disse a Nicodemos o quê? Em João
3:3? Ninguém pode ver o reino de Deus se
não nascer de novo. E Nicodemos não era
um pagão distante. Ele era um mestre de
Israel, um homem religioso,
moral e respeitado pelas pessoas. Jesus
não disse: "Nicodemos, você precisa
apenas de alguns ajustes aqui." Ele
disse, em outras palavras, você precisa
da vida do alto. E isso deveria abalar
qualquer falsa segurança religiosa que
nós podemos ter. Se o mestre de Israel
precisava nascer de novo, todos nós
precisamos. Se o homem instruído na lei
precisava da obra de Deus e soberana do
Espírito, ninguém pode confiar no seu
conhecimento, na sua tradição ou apenas
na aparência para os outros. Josias
restaurou a Páscoa, mas a Páscoa
apontava para algo maior. Apontava paraa
redenção por sangue, apontava paraa
substituição, apontava pro livramento do
juízo, apontava pro cordeiro definitivo.
Aqui vemos outra limitação de Josias.
Ele podia celebrar a Páscoa, mas ele não
podia ser o cordeiro para aquele povo. O
Ele podia chamar o povo à memória da
redenção de Deus, mas ele não podia
redimir o povo com o seu sangue. Ele
podia apontar pra necessidade de perdão
que Israel tinha, mas ele não podia
carregar a culpa de Judá.
Essa palavra é especialmente necessária
para quem está perto de coisas santas.
Às vezes o maior perigo para nós aqui
não é estar longe da igreja. às vezes é
estar tão perto que você se acostuma e
acha que já está ali. Acostuma com o que
a Bíblia fala, acostuma com culto,
acostuma com a palavra, eh, com palavras
como pecado, graça, cruz e salvação.
Quando as e quando as palavras mais
sagradas se tornam familiares, mas você
não se quebranta diante delas, o coração
pode dormir dentro da própria religião.
Judá viu aquela reforma, participou de
uma Páscoa histórica ali na época de
Josias, mas a nação não foi eh
transformada profundamente.
Então, o texto, eu diria que nos entrega
uma frase pesada aqui. Depois de de
descrever a grande reforma, o texto diz
assim no versículo 26: "Entretanto, o
Senhor não voltou atrás no furor da sua
grande ira, que se acendeu contra Judá
por causa de tudo que Manassés tinha
feito para provocá-lo a ira". Essa
palavra, entretanto, é muito pesada
aqui. Depois do livro encontrado, depois
das vestes rasgadas de Josias, depois
das lágrimas, depois da aliança
renovada, depois dos ídolos destruídos,
a Páscoa restaurada, depois de tudo
isso, entretanto,
o Senhor não voltou atrás do furor da
ira contra Judá. E isso não significa
que Deus desprezou Josias. Deus o ouviu.
Deus honrou o quebrantamento de Josias.
Deus declarou que ele não veria com seus
próprios olhos a desgraça que viria
sobre aquele lugar. A resposta daquele
rei foi real e a misericórdia de Deus
para com ele também foi real. Mas a
reforma nacional não removeu a culpa
nacional. A destruição dos ídolos não
apagou automaticamente os anos de
rebelião. A reorganização do culto não
satisfez a justiça divina. O pecado de
Judá não podia ser resolvido apenas com
uma limpeza religiosa. E aqui está o
centro do que nós estamos estudando
hoje. O pecado não é apenas uma sujeira
a ser lavada de uma parede. É a culpa
nossa diante de Deus. Não é apenas uma
desordem social que nós temos,
é a nossa transgressão da aliança com
Deus. Não é apenas um comportamento
prejudicial a nós, é ofensa contra a
santidade de Deus. E por isso a reforma
não pode substituir a expiação. Você
pode derrubar altares,
mas quem removerá a culpa? Você pode
restaurar o culto, mas quem vai
satisfazer a justiça? Você pode prometer
obediência daqui paraa frente, mas quem
lidará com os pecados de hoje, ontem e
de amanhã? Essa pergunta nenhuma reforma
humana consegue responder. Diante de
Deus, o problema é ainda mais sério.
Deus não julga apenas os nossos atos
externos. Ele julga o nosso desejo, as
nossas intenções, os pensamentos e os
segredos mais profundos no nosso
coração. Ele vê o que ninguém vê. Se a
nossa esperança está em dizer daqui
paraa frente eu serei melhor, ainda não
entendemos profundamente o pecado. Judá
precisava de algo maior do que Josias.
Precisava do perdão que reforma nenhuma
poderia produzir. Precisa de justiça que
rei nenhum poderia oferecer. precisa de
uma nova aliança, um novo coração e um
sacrifício
perfeito.
É por isso que a graça soberana é tão
preciosa para nós. O chamado eficaz é
necessário porque o homem não está
apenas distraído, ele está morto aqui. A
regeneração é necessária porque ela eh
porque ele não precisa apenas de uma
nova direção para ele trilhar. Ele
precisa de uma nova natureza. Sem a obra
interna do espírito, a palavra pode ser
ouvida e resistida. A reforma pode ser
aceita, mas esvaziada. O culto pode ser
reestruturado e tratado apenas com um
costume a partir dali. Precisamos que
Deus faça mais do que apenas nos chamar
por fora. Precisamos que ele chame a nós
por dentro. Precisamos que ele abra os
olhos cegos, que tire o nosso coração de
pedra, que dê vida aos mortos. Mas
então, alguém poderia chegar e
perguntar: "Se Deus precisa agir
soberanamente, por que pregar, ler e
ensinar?"
A resposta está na própria história.
Deus usa a palavra como instrumento. O
livro foi encontrado. O livro foi lido.
Josias ouviu a palavra do livro do
livro. O povo ouviu. A reforma
aconteceu. Deus age por meios nesse
mundo. A soberania de Deus não diminui a
importância da palavra. Ela garante a
sua eficácia quando o espírito aplica ao
coração. Nós pregamos porque Deus chama
as pessoas por meio da pregação. Abrimos
a Bíblia porque Deus eh ressuscita
mortos pela voz do Evangelho. Mas a
nossa confiança não está no pregador, no
pregador, não está no método ou na força
emocional do momento em que nós
escutamos.
está no Deus que vivifica a gente.
Josias nos leva até esse limite. E
quando chegamos ao limite de Josias, nós
começamos a enxergar o nosso Salvador.
Josias foi um grande rei, mas ele não
era o rei definitivo. Ele foi fiel, mas
a sua fidelidade não podia salvar Judá.
Ele amou a palavra de Deus, mas ele não
podia escrevê-la no coração do povo. Ele
purificou o templo, mas não podia
purificar a consciência. Ele celebrou a
Páscoa, mas e mas ele não era o cordeiro
para aquele povo. Ele adiou o juízo em
seus dias, mas ele não podia suportar o
juízo eterno no lugar dos pecadores de
Judá.
A história de Josias aponta para um rei
maior. E esse rei é Cristo. Cristo não
veio apenas para trazer uma reforma
moral para esse mundo. Ele não veio
apenas para ensinar as pessoas a se
comportarem melhor. Ele não veio apenas
para formar uma comunidade que tem bons
valores nesse mundo. Ele não veio apenas
como um exemplo para inspirar, para que
tentássemos imitá-lo com as nossas
próprias forças. Cristo veio para buscar
e salvar a nós que estávamos perdidos.
Ele veio para dar vida a mortos. Ele
veio cumprir a lei que nós quebramos.
Veio carregar a culpa que nós não
podíamos pagar de jeito nenhum. Veio
derramar o seu sangue real de pecadores
reais.
veio sofrer o juízo que reforma nenhuma
poderia remover de nós. Efésios 2:4 e 5
diz assim: "Todavia, Deus que é rico em
misericórdia, pelo grande amor com que
nos amou, deu-nos vida em Cristo.
Todavia, Deus, essa é a esperança da
nossa salvação. Não, todavia o homem
melhorou a partir dali. Não todavia a
religião se organizou a partir daquele
momento. Não, todavia a sociedade
reformou, mas todavia
Deus. Deus rico em misericórdia, Deus
movido por grande amor. Deus dando vida
juntamente com Cristo. Essa é a graça
soberana. Ele não espera que o morto
coopere para ressuscitá-lo. Ele dá vida
ao morto. Ele chama eficazmente. Ele
abre o coração. Ele cria a fé. Ele vence
a resistência. Ele faz Cristo antes
desprezado naquele coração tornar-se
precioso. Faz o pecado antes tornar
amago amargo como um gosto para aquela
pessoa. Faz a palavra antes ignorada
tornar-se voz de vida. Jesus disse assim
em João 3:8, "O vento sopra onde quer.
Você o escuta, mas não pode dizer onde
vem, nem para onde vai. Assim acontece
com todos os nascidos do Espírito. O
novo nascimento é a obra soberana do
espírito. Vemos os seus efeitos, mas não
controlamos a sua origem. O vento sopra
aonde qu. O espírito vivifica conforme a
vontade de Deus. Porque se a salvação
dependesse, em última análise, da
vontade instável do homem morto em
pecado, quem poderia ser salvo? final,
irmãos, se dependesse da força da nossa
decisão, da pureza da nossa motivação ou
da firmeza da nossa busca, nós estaremos
perdidos. Mas a salvação pertence ao
Senhor. Por isso, há esperança para
religiosos mortos. Há esperança para
filhos que cresceram na igreja, mas não
nasceram de novo. Há esperança para
pessoas que conhecem a doutrina, mas não
conhecem verdadeiramente Cristo. Há
esperança para quem está cansado de
reformar a vida e perceber que continua
escravo por dentro.
A esperança não está em você conduzir a
vida em si mesmo. A esperança está em
Cristo, que chama mortos para fora do
túmulo. Quando Jesus ficou diante do
sepulcro de Lázaro, ele não fez um
convite fraco a um cadáver com alguma
capacidade escondida no seu interior. O
que que ele fez? Ele calamou: "Lázaro,
venha para fora." E o que que o morto
fez?
O morto saiu. Essa é uma linguagem
poderosa do chamado eficaz. A voz de
Cristo cria e a ordena.
Quando ele chama com o poder salvador, a
vida acontece ali. O evangelho não é
apenas uma proposta diante de pessoas
espiritualmente neutras que são capazes
de decidir entre o não e o sim. É a voz
do filho de Deus, chamando pecadores
mortos de volta à vida. E os que são
vivificados
vem e eles vêm arrependidos, eles vêm
crendo, vem porque foram conquistados
pela graça. Por isso, a história de
Josias não nos leva a desprezar as
reformas, mas coloca elas no lugar
certo. Reforme a sua vida. Faça isso.
Abandone os pecados. Derrube os ídolos
da sua vida. Submeta a sua rotina à
palavra de Deus. Corte tudo o que te
leva à queda. Mas nunca confunda essas
coisas com o fundamento da sua salvação.
Você não é salvo porque você reformou a
sua vida. Você é salvo porque Cristo
morreu e ressuscitou
eh por pecadores. E o Espírito aplicou
essa obra ao seu coração, dando a você
arrependimento e fé. Se você nasceu de
novo, então reforme a sua vida. Não para
você ser aceito por Deus, mas porque
você foi aceito em Cristo. Não para
conquistar a sua vida, mas porque você
recebeu vida. Não para pagar a culpa,
mas porque a culpa foi carregada pelo
nosso Salvador. O moralismo diz assim:
"Mude para Deus receber você". O
evangelho diz: "Em Cristo, Deus recebe
pecadores e transforma pela e transforma
eles pela graça." O moralismo limpa o
exterior para esconder apenas a morte
que eles têm no interior. O evangelho dá
vida e essa vida começa a transformar
tudo. Josias nos mostrou uma grande
reforma e Cristo nos dá uma nova
criação.
E a história começou com um livro
encontrado no templo. A palavra voltou
pro centro. O rei ouviu. O coração dele
se comooveu. As vestes foram rasgadas.
Lágrimas caíram. Ídolos foram
derrubados. A aliança foi renovada, a
Páscoa celebrada. Mas o juízo, como a
gente disse, permanecia.
Porque Judá precisava mais do que um
livro encontrado. Precisava de um
cordeiro levantado ali. Precisava de
mais do que um rei reformador. Precisava
de um rei que fosse redentor
deles. Precisava de mais do que
quebrares eh altares quebrados.
Precisava de pecados espiados ali.
Precisava de mais do que lágrimas reais.
precisava do sangue inocente do
cordeiro. Quando olhamos para Cristo,
vemos o Cristo teve suas vestes tiradas
e repartidas diante da cruz. Josias
chorou pela culpa do povo. Cristo
carregou a culpa do seu povo. Josias
purificou o templo de ídolos. Cristo
purifica o coração pelo seu sangue e
pelo seu espírito. Josias restaurou a
Páscoa. Cristo se tornou o cordeiro
definitivo para nós. Josias adiou o
juízo por um tempo. Cristo absorveu o
juízo no lugar dos pecadores que ele
veio salvar. No calvário, Deus mostrou
não apenas salvar com uma maquiagem
religiosa. Ele não ignora o pecado. Ele
não finge que a nossa culpa não existe.
Ele não chama a reforma externa de
redenção.
Na cruz, Deus trata o pecado com uma
seriedade infinita e revela a graça com
uma profundidade infinita. A justiça e
misericórdia se encontram no corpo
ferido do filho de Deus. Ali o
verdadeiro rei foi levantado não em um
trono de ouro, mas em uma cruz de
madeira. Foi coroado não com joias, mas
com espinhos.
foi ex foi exaltado aos olhos do homem
como derrotado ali. Foi ali eh mas ali
naquele local
as e onde as pessoas simplesmente
estavam tentando humilhar e matar ele,
ele estava vencendo o pecado, a morte e
o inferno. Ali Cristo não tornou a
salvação apenas possível, ele comprou de
fato o seu povo. Ali ele não apenas
ofereceu uma reforma espiritual pro seu
povo e superficial, ele garantiu o
perdão, a justiça, a reconciliação e uma
vida nova para os seus filhos. E por
isso, a pergunta final não é apenas para
nós. Você precisa mudar? E a resposta é:
sim, você precisa mudar. Todos nós
precisamos. Mas a pergunta é mais
profunda. Você nasceu de novo? Você
recebeu a vida de Deus. Seu coração foi
eh alcançado pela graça. A palavra
apenas chegou aos seus ouvidos ou
atravessou a sua alma? Sua religião está
apenas por fora ou Cristo habita em você
pela fé? Não descanse no ambiente que
você está. Não descanse nas tradições
que você tem. Não descanse no
conhecimento que você tem. nem nas
mudanças externas, nas lágrimas antigas.
Não descanse em momentos religiosos e
emocionais que você teve. Descanse em
Cristo e clame a a Deus que dê vida a
você. Porque reforma pode limpar
altares, mas somente a cruz pode limpar
pecadores. Reforma pode mudar os nossos
costumes, mas somente Cristo dá um novo
coração para nós. Reforma pode
reorganizar uma nação, uma igreja, uma
família e uma rotina que você tenha, mas
somente a graça soberana ressuscita
mortos para adorarem, amarem e seguirem
o verdadeiro rei. Josias nos leva até o
limite da melhor reforma humana e do
melhor que que pode nós podemos fazer.
Cristo nos leva para além desse limite.
Ele nos leva à vida verdadeira. Amém.
Irmãos Deus, nós te agradecemos por esse
dia que nós estamos aqui reunido com os
irmãos, adorando e meditando na tua
palavra. Que essa palavra seja eficaz
para nós. Que nós possamos ouvir a tua
palavra, meu Deus. E o chamado eficaz
chegar aos nossos corações, nos dá um
coração de carne e tira o coração de
pedra, meu Deus, que nós possamos ir a
ti. E nós sabemos que o único jeito de
nós irmos a ti é tu levando a ti, meu
Deus. Nós sabemos que pelas nossas
forças nós não podemos nada, mas por
Cristo ter morrido na cruz, nós temos
como garantido de que um dia nós
estaremos contigo, meu Deus. Nós
agradecemos eternamente, mas pedimos que
haja reforma em nós. Mas além dessa
reforma, que nós sejamos e
verdadeiramente vivificados
para ti, que nós nos voltemos mais e
mais para ti nessa vida, para que um dia
nós estejamos contigo verdadeiramente e
que isso possa comandar a nossa vida
aqui, que isso pode ser uma alegria por
nós e não apenas uma coisa externa, mas
sim uma verdadeira eh mudança completa
em nós, porque antes estávamos mortos e
agora Agora estamos vivos para ti, meu
Deus. É isso que nós te pedimos hoje, em
nome de Jesus. Amém.
>> Amém.

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