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A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: EXISTE UM PRINCÍPIO UNIVERSAL? KREPE E CIDADE ERRADOS DE DUAS MANEIRAS DIFERENTES

🔴AULIVE: EXISTE UM PRINCÍPIO UNIVERSAL? KREPE E CIDADE ERRADOS DE DUAS MANEIRAS DIFERENTES

🔴AULIVE: EXISTE UM PRINCÍPIO UNIVERSAL? KREPE E CIDADE ERRADOS DE DUAS MANEIRAS DIFERENTES

pix: bruno@reikdal.net

Nesse vídeo, vamos aprender a como fazer filosofia de maneira sofisticada, de verdade, valendo, sem reproduzir grandes não-problemas de manuais da filosofia ocidental

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Legendas automáticas:

[música]
Bom dia. [música] Fala minha gente, tudo
bem?
Mais uma madrugada [música] juntos.
Deixa eu baixar aqui o áudio. Tudo bem
com vocês? Como é que tá o som? Tudo em
paz por aí?
Manhazinha bacana. Pera aí.
Acerta aí, Luiz.
Bom dia. Bom dia. Bom dia.
Bom dia, querido William. Como é que
você tá? Tudo bem? [música]
Desejo que sim, meu. Bom, um excelente
dia pra gente. Que bom que você tá aqui
aguardando. Agora começamos. Não é, não
é mais necessário aguardar.
Podemos começar iniciar. Bom dia. Bom
dia, Latina América. Bom dia, América
Latina. Como é que vocês estão?
Bom dia, querido Borduna que nos informa
o vídeo original está escrito
ogni esperança, voi que entrate,
deixai toda a esperança, vós que
entrais, vocês que entram. [risadas]
É aqui a gente tem aqui uma uma citação,
ó. é sofisticada
em em gringuês
o a famosa, como é que é?
Famosa frase do da Divina Comédia de
Dante.
Acertei, né, por Duna.
Posso estar sendo traído pela minha
insuficiência
eh cultural.
[risadas]
Eita, tá dando uma travadinha aqui. Pera
aí, vamos voltar. Humanidade hoje não.
Hoje não. Computador hoje não. Nos
ajude.
Bom dia, querido Walter FMN. FMN, tudo
bem, meu querido? Espero desejo que sim.
Um excelente dia pra gente. O papo hoje
vai ser massa.
Bom dia. Bom dia, Borduna. Tamamos
junto. Bom dia, querido Kevin. Desejando
um salve baristas. Salve todos os
baristas da América Latina. Baristas e
não baristas. Quem gosta e não gosta de
café. Começamos cedo hoje, hein?
Começamos cedo porque temos uma longa
marcha adiante,
uma longa marcha pela frente, mas que
vai ser bacana. Confia, confia em mim,
confia no pai aqui que vai dar tudo
certo.
Tá certo. Vi no TikTok. Então, se tá no
TikTok, é verdade, eu acho que eu não
errei. [risadas]
Ah, se você tá chegando aqui pela
primeira vez no nosso canalzinho, seja
muito bem-vindo, muito bem-vinda, muito
bem-vinda. Seja aqui ao vivo, seja você
que tá acompanhando depoismente, né?
Depoismente ali naquele momento em que a
gente já terminou aqui o nosso papo, já
não é mais ao vivo, já tá sem ser ao
vivo. Seja muito bem-vindo, muito
bem-vindo e muito bem-vindo. Espero que
você goste do nosso papo aqui, do nosso
tipo de conversa, de troca de ideia. A
ideia é que seja divertidinho, que a
gente consiga
desfrutar de uma conversa qualificada.
Meu nome é Bruno Reiddal, doutor em
economia política mundial, mestre em
filosofia graduado em filosofia formado
em teologia e espero que de alguma
maneira possa contribuir com conteúdinho
qualificado. Aqui a gente faz discussões
a respeito de política, de religião, de
filosofia. Eu tem a ver aí com essa
tudologia opnológica generalizada, que é
o que eu pratico, mas de maneira
diplomada, tá bom? Então, espero que
você goste. Curte esse vídeo aqui,
comenta para engajar, espalha aí a
palavra por aí, comenta com os
coleguinhas, considere ser membro,
membra, membre, membresia aqui do canal,
porque é o que sustenta o nosso
canalzinho, que é um canalzinho bem
pequenininho. Não sei se vocês
perceberam isso, mas que tem conversa de
gente grande, apesar
apesar do conteúdo é do canal ser
pequenininho, tá bom? Mas aí você
considera ser membro, membro, membro, aí
você ajuda a gente, porque como
membresia aqui do canalzinho você
sustenta o nosso trampo. É isso que nos
faz chegar aqui. Quem tem sido membro,
membro membre que tem acesso exclusivo a
cursos que nós temos aqui na nossa
plataforma aqui no YouTube, né? curso de
Evangélicos e Política Brasil, marcos e
religião, como fazer seu projeto de
pesquisa, eh filosofia da libertação,
né, filosofia latino-americana, ética da
libertação. A gente também tem outros
vídeos discutindo temas específicos,
leituras comentadas, críticas, eh, a
rádio crític crente, tem muita coisa.
Você pode ficar muito tempo assistindo
aqui os conteúdos exclusivos, beleza?
Então, vale a pena aqui tá com a gente.
E assim como se você fala, pô, mas não
vai rolar vir a membresinha nesse
momento, você pode mandar um Pix porque
vai que tá sobrando uma merreca por aí,
né? Então o Pix está passando aqui
embaixo. Ele também ajuda a manter o
canalzinho porque ajuda a pagar a conta
de luz, ajuda a pagar a continha de de
de dar da vivo, né? Eu tentar voltar a
conseguir pagar o streamard, que eu não
tô conseguindo pagar o streamer, essas
coisas. Então se você puder dar uma
força, sempre bem-vindo pro nosso
trabalho se manter e a gente continuar
aqui quartas-feiras pela madrugada, às
8:30 da madrugada ou 9 da madrugada,
depender do dia, pra gente bater um
papo, tá bom? Então
chega aí com nós. Vamos nos aproveitar e
desfrutar deste momento agradável. Cara,
eu não sei se é a minha internet ou meu
computador, mas tá dando uma travadinha
aqui. Espero que para vocês não. Tá bom?
Mas é isso. Espalhe a palavrinha. Ah, é,
esqueci. E se você vira membro, membra,
membre, membrezinha aqui do canal, você
ainda pode entrar no nosso grupo do
WhatsApp. Grupo exclusivo, exclusivo
para você e para todas as outras pessoas
que também são membros, membras,
membros, membrinia aqui do canal, que a
gente bate um papo bem bacana, troca
conteúdo, uma comunidadezinha saudável e
que eu fico feliz que nós ali
conseguimos nos manter minimamente,
adequadamente saudáveis, juntinhos,
alegres e contentes. Então, chega aí com
a gente a primeira igreja barista do
WhatsApp,
tá bom? Bom dia, minha gente. Vamos
chegar, vamos chegando aí que a gente
vai que vai, vai que vai, vai que vai.
Diz Kevin, última live antes de uma das
piores Copas do Mundo na questão extra
campo. Sim, sim. E na intracampo a gente
ainda vai descobrir, né, como é que vai
ser a qualidade dos jogos, dado que da
do da porta para fora do estádio. O
negócio tá complicadinho, hein?
Complicadinho, hein? E eu que sou
aficcionado em futebol, tô ficando
maluco com isso já. Então, estragando aí
a nossa vida de praticantes desse
esporte e amantes da Copa do Mundo.
Adoro Copa do Mundo. Eu tô no clima de
Copa já, já tô me empolgando com ex a
cada 2 minutos e depois a empolgação vai
embora.
Basta uma notícia mudar meu humor.
Quem sabe a gente fala de Copa
Disquo Borduna respondendo a Kevin. A
pior copa, mas vai ser leve perante a
futura Olimpíada também na era do meu.
Imagina as Olimpíad, hein, mano? Maluco,
só bagaceira.
Bom dia, querido Jones Miguel. Como é
que você tá? Tudo bem, meu querido?
Espero e desejo que sim. Espero e desejo
que o papo hoje contribua aí para o seu
treino de maneira adequada. né,
treinando aí corpo ou músculos não
cerebrais, diretamente cerebrais, e
músculos ou músculo cérebro, enquanto a
gente troca uma ideia
aí, os neurônios passando aí pelos eh
pelo pelos caminhos corretos dentro de
vossa sinapses, né?
E aí que você consiga ter boas
ideiazinhas e quem sabe bons hormônios
liberados no corpo enquanto tem essas
trocas fazendo seus exercícios matinais.
Bom dia, querido Alex, que diz: "Bom
dia, camarada. Vai avançar a unidade
popular?" Vai avançar, vai avançar. Vai
avançar a unidade popular. 80
confirmando. E também compra lá o
jornalzinho A Verdade, suporta, apoia a
camaradag. Tamo junto. Bom dia, Elis
diz: "Bom dia, Bruno". Olá, Bruno. Bom
dia. Olá, chat e chat. O chat aqui é
muito saudável e agradável.
A oba.
Bom dia, diz Juan. Bom dia, querido Igor
Juan, como é que você tá, meu bom? Tudo
bem? Espero desejo que sim.
Bicho Warley, buongiorno. Buongiorno,
Bicho Harley. Buongiorno. Come state?
[risadas]
Ahi ahi.
Ah, dister F.
Tenho uma entrevista para seleção de
mestrado hoje. Sua live veio boa hora
para me ajudar a relaxar, porque estou
tenso. Se puder me desejar sorte,
ficarei feliz. Um excelente dia para
nós, Walter. Primeiro, fique em paz, vai
dar bem. Segundo, eu sou a pior pessoa
em entrevistas da face da terra.
E eu já contei histórias no canal sobre
as minhas entrevistas de mestrado, de
doutorado, de emprego.
E, por incrível que pareça, eu passo ou
passei nas entrevistas. Você com certeza
é uma pessoa melhor do que eu e vai
passar. Eu boto fé em você. E fica
tranquilo porque a entrevista vai ser
uma conversa sobre o seu projeto. Eh,
normalmente para saber se você fez o seu
projeto, se você tá seguro com ele.
Então, fica tranquilo porque a parte
mais difícil você já fez, cara. Então,
fique em paz mesmo. A parte mais
complicada já foi que é passar pelo
processo seletivo, a dar entrevista,
conhecer um pouquinho de você, entender
quem é você e ver se você tá manejando
bem o seu projeto. Então, confia nele,
confia no teu trampo, vai em paz, vai em
paz mesmo, sossegado, desfrute e relaxe.
E se você conseguir acompanhar o nosso
canalzinho hoje, inclusive aqui a live
toda, vou te dizer, você vai ver um
maluco que é doutor já em filosofia
[risadas]
e que, meu amigo, você vai sentir bem
autoestima vai te ajudar. [risadas]
Descrito J Miguel, treinar glúteos, não.
Então, treinemos os glúteos e o cérebro
ao mesmo tempo. Fundamental. Não podemos
negar um em detrimento de outro. Tem
gente fica aí falando: "Ah, esse pessoal
aí só tem bunda, mas ter bunda é uma
coisa importante, nós temos que ter isso
aí. Falo por experiência própria, tendo
bons glúteos, você consegue aí ter um
bom acesso a círculos sociais. Então,
continua o treino do glúteo. Importante.
Bom dia, irmões em barismo, disz fazer o
bom dia, querido fazer o bom dia. Bom
dia. Bom dia. A galera desejando boa
sorte para nosso querido Walter. Sorte,
meu querido. E o Jones Miguel ou fazer o
watch aí, desejando bom treino pro Jones
Miguel para que ele tenha um bundão.
Então, pronto. Exatamente. Aí, obrigado
fazer o Watil. Obrigado pessoal por
estar desejando boa sorte pro Walter
também, né? Dá boa sorte pro treino de
bunda, boa sorte pra entrevista pro
camarada. Estamos tudo certo. Eu gosto
desse clima agradável que a gente cria
aqui.
[risadas]
Diz: "Querido Thiago, bom dia a todos
baristas e não baristas da Améica
Latina. Bom dia, querido Thago. Espero
que você esteja bem. Thiago, que é muito
ativo e camarada em nosso grupo do chat,
sempre colocando aí panos quentes e
animando a galera, exceto quando o tema
é rage against the machine, que aí a
gente começa a ter tretas, mas aí é o
outro problema.
Isso é recente. [risadas]
Ai, meu povo.
Bom dia, querida Gisel. Tudo bem com
você? Espero desejo que sim. Espero que
você esteja bem.
Ah, espero que as coisas estejam
tranquilas por aí. Nosso papo aqui
matinal numa quarta-feira. Clim é
gostoso, clim agradável.
[risadas]
Eu vou pegar aqui, mano. Eu tenho que
pegar o vídeo, né? Infelizmente eu
marquei errado
[música]
o,
como é que é o nome do bagulho?
o tempo do vídeo que a gente vai
assistir hoje. Então eu tenho que abrir
lá ele de novo.
Deixa eu pegar lá. [risadas]
Mas a gente não vai assistir aquele
debate inteiro não, pelo amor de Jesus
Cristo, né? Eu só peguei um trecho. Só
peguei um trecho
porque meu amigo, meus amigos, irmões e
irmãs,
hum, hum, hum, hum, hum.
Vou dizer para você, cara. complicado.
Complicado. É um vídeo muito ruim de um
debate, meu Deus do céu, e que o debate
ele vai desenrolando. E eu tive uma
sensação em determinado momento,
enquanto esse debate ia acontecendo, que
tava ligado o motor de improbabilidade
infinita do guia do mochileiro das
galáxias, sabe? o motor de
improbabilidade infinita, que é quando
você tá ali num papo e ele começa a ir
num ponto aqui e de repente, pum, ele
some e aparece aqui. Aí você fala: "Como
é que a gente vai parar aqui?" Aí tu me
aparece aqui. El falou: "Como é que esse
tema veio parar aqui?" Ele fi, "Meu
Deus, ele dá saltos assim que são
realmente motor de improbabilidade
infinita ligado assim. Meus amigos,
[música]
não sei dizer o que aconteceu, mas algo
aconteceu.
Foi uma loucura, né? completamente
desproposital, sem sentido, uma umas
afirmação absurda,
mas mas porém contudo, todavia, que nos
dá uma munição importante, não pelo cont
debate, que a gente não vai reagir ao
debate para ver se foi bom, se foi ruim,
foi ruim, eh, e nem porque tem algum
conteúdo ali que se sustenta, porque não
se sustenta. O que a gente vai fazer é a
partir de uns ganchinhos deixado na
sepapo falar coisa séria sobre ética,
sobre resolução de problemas e sobre
filosofia,
mas a ética de maneira adequada, né?
Sim. Eita, travou o bagulho aqui. Oh,
hum.
Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê?
Cadê?
Meu Deus do céu, era uma loucura, velho.
Eu tô até difícil, com dificuldade de
achar o ponto do corte.
Pera aí.
Pronto. É mais ou menos aqui. É difícil
aquilo ali.
Sem pressão, sem pressão, sem pressão,
querido. Fazer o fazendo pressão em cima
do Thiago e dizendo: "Thago sem pressão,
né? Tô tô vendo vocês aqui no chat, viu?
Turma, turminha, [risadas]
[suspirando] nosso querido P Lourenço
Serpa, como é que você tá?" Bom dia,
camaradas. Bom dia, Lourenço Cerca. Sou
psilou
rencocer pá
[risadas] psilou, como é que você tá?
Psilou. Pilou é um nome legal. Gostei de
Psilou, é um nome legal. Bom dia,
querido Juan Gabriel que diz: "Bom dia,
Bruno Racional". Bom dia, querido Juan
Gabriel. Muito obrigado pelos seus
trocadilhos diários ou semanais.
Semanais. Bom dia. Bom dia. Bom dia,
querido Felipe. Felipe, primeira pessoa
santificada.
em vida aqui nesse canal. Tá aqui
Felipe, nosso querido Felipe. Felipe que
diz: "Belíssima blusa, Bruno". Muito
obrigado. Ó,
belíssima blusa mesmo, não é? Essa blusa
aqui, na verdade, era do meu avô. Meu
avô, meu avô materno, seu Alberto. Ele
faleceu alguns anos atrás, não lembro
quantos. E aí, eh, depois que uma pessoa
falece, tem muitas coisas que acontecem,
né? Além da nossa tristeza, da memória e
também do saudosismo, da nossa relação
com o luto, também tem a necessidade de
você fazer alguma coisa com os pertences
dessa pessoa. E aí a minha
avó tava separando as roupas do meu avô,
eu tava na casa dela, tal, e ela falou:
"Prun, você não quer essa blusa aqui?"
Eu olhei e falei: "Mas é claro que eu
quero, é claro que eu quero essa blusa".
[risadas]
Aí eu tenho esta blusa aqui e um um um
pijaminha que é de flanela do meu avô
que eu guardo com muito carinho, né?
Tanto a blusa quanto o pijaminha. Vez
por outra eu boto essa blusa, mas eu
boto ela quase nunca assim, eu tenho
muito carinho por ela e tenho memórias
do meu avô acordando pela manhã e
botando essa blusinha.
[risadas]
Então aqui está. E ela é bem bonita
mesmo. Eu gosto dela.
Bom dia, querido Guilherme, que diz boa
madrugada a todos. Boa madrugada. Aí tem
uma outra parada que eu nunca tinha
pensado sobre depois que uma pessoa
falece, que eu só pensei agora
assistindo um especial do Afonso Padilha
sobre a Eu assisti recentemente o
especial de comédia do Afonso Padilha
que ele comenta sobre a mãe dele que
faleceu recentemente também e aí ele faz
as piadas e ele comentou que ele pegou o
o celular da mãe dele e foi ver o
WhatsApp, né? E aí eu me dei conta disso
também, é que agora a gente tem um novo
problema aqui no no luto, que é as
informações que essas pessoas deixaram
no celular,
as conversas que a gente não pega depois
que falece, o pessoal vai saber o que as
coisas que nós fizemos, que que vai ter
acesso a essas informações. Vai ser
divertido, vai ser interessante imaginar
isso aí. Eu nunca tinha pensado nisso.
Pensei essa semana assistindo o especial
do do Afonso,
nosso querido fazer o watch sempre dando
bom dia para as pessoas. Importante
importante aqui. Obrigado pela gentileza
fazer o watch. Que é ser fazer o quê?
Fazer o watch.
Tiz querido Thiago para fazer o que tá
pressionando ele hoje. Se Yahvé permitir
estar eh estar iremos lendo. Bom, olha
aí pelo até pro Yahvé. Mas vamos lá.
Vamos pro nosso videozinho. Nós temos um
vídeo. Então vamos lá. Abemos vídeo
e vídeo ruim. Mas a gente vai
transformar Brita em ouro. [risadas] A
gente vai transformar Brita em ouro. Que
acontece?
Para quem é lá do tá no nosso grupo do
WhatsApp já sabe o que eu penso um pouco
sobre esses esses debates, né? Já tem
noção o que que eu acho sobre os
debates. Eu tenho informações e tenho
opiniões controversas.
Eh, e talvez seja um senso comum de
gente cri. Perdão aí por ser cringe e
cri, mas eh assistindo o
fui assistir um trecho desse debate por
outras motivações, motivação de um
querido amigo meu, queridíssimo amigo
meu, uma pessoa que eu amo muito, mandou
para mim o link do debate, que eu já
tinha visto que tinha acontecido, mas eu
evitei ao máximo assistir qualquer
coisa, porque é assim que a gente faz
para manter a sanidade.
E esse querido amigo meu mandou assim:
"Cara, esse debate eu gostaria de
assistir
ouvindo você comentar ao meu lado
enquanto enquanto a gente comia pipoca
juntos". O que eu fiquei um pouco
confuso se era um convite, que tipo de
convite, que grau de intimidade nós
teríamos nesse momento? Mas que eu achei
bacana, pô, o cara tem um carinho muito
grande, eu tenho um carinho muito grande
para essas pessoas, nós nos amamos. Mas
dito isso aí eu falei: "Pô, talvez eu
tenha que assistir para ver qual é que
é, porque é um camarada que eu respeito
tanto". Aí eu falei: "Vou tentar
assistir".
15 minutos foram suficientes.
[risadas]
15 minutos
em velocidade 2.0,
meu amigo, e tentando uns saltos nas
apresentações das pessoas. Eu não faço
ideia quem são aqueles dois manos que
apareceram ali também, mas, né?
Eh, foi foi o momento aí que eu fiquei,
caraca, que que é isso aqui? E aí, mano,
eu fui ouvindo e eu consegui ouvir o
primeiro bloco da primeira questão lá. O
que que acontece? É um debate em que
coloca-se uma afirmação e dois grupos de
dois humanos distintos debatem entre si
lá no canal da Spectrum e ficam
debatendo. No caso, eles deram o título
como debate entre universalistas e
relativistas.
Aí tudo bem, não sei o que eles querem
falar, tenho ideias, mas vamos lá. E a
pergunta era se existem princípios
universais, o que a própria frase já
denota um ponto de partida universalista
a ser criticado pelo relativista. Porque
se você diz que existem ponto princípios
universais, se essa é a pergunta, você
assume como posição universal. Aí você
vai ver como negação o relativista. E se
você for dialético, a negação da negação
para uma nova posição, a crítica da
crítica. Bom, tudo bem, negação da
negação, mas aqui já é exagero de minha
parte. Dito isso,
eh, é ser o debate, se tem princípios
universais. E aí eu gosto disso porque
eu acabei discutindo o tema de um
critério ético com pretensão universal
no meu na minha pesquisa no mestrado e
que marcou minha vida e que eu utilizo
como referência para as discussões dos
nossos problemas hoje. Só que aí eu fui
ouvir os caras papeando e aí foi
deprimente, foi sofrível, foi
complicado. E aí eu conhecia, graças à
internet o Daniel Cidade e o Frederico
Crep. E aí tinha um mano com Daniel
Cidade que eu peço perdão porque eu não
sei o nome dele, e tinha um mano com o
Frederico Crep que eu peço perdão porque
eu também não sei o nome dele. Mas aí
ficou os dois avatar, os dois mano e os
caras discutindo e trocando ideia.
E foi horrível, horrível. Brita, brita,
brita, brita que a gente vai transformar
em ouro, trabalho de alquimia.
Mas que aí eu falei, pô, assist já que
assisti, vi,
não é bom. É ruim, mas abre uma
janelinha para conversas legais, pra
gente poder buscar resoluções de
problemas e fazer uma crítica até ao
modo como se faz filosofia, como se
discute filosofia mesmo na internet.
Então, acho que vai ser legal. Acho que
vai ser legal não o conteúdo do vídeo,
mas o nosso papo aqui. Mas para isso a
gente tem que mostrar o vídeo, né? Então
eu já tô aqui dando essa volta toda para
dizer, a gente vai ver um trecho, um
trecho de exatos 5 minutos, seis no
máximo. Então tá de boa, tá bom? Só aqui
o disclaimer do motivo pelo qual a gente
vai ver um trecho aqui,
que é um disclaimer completamente
enviezado, né? Eu acabei de praticamente
ofender gratuitamente essas pessoas sem
querer, mas é o que eu tenho para dizer,
não vai dar, não tem mais, não tem muito
por onde escapar. Tá bom, então vamos
lá. Vou pegar aqui
o alquimista da filosofia ocidental,
[risadas]
tipo isso, transformando brita em ouro,
né? E aí eu achei engraçado o Wesley,
que é um querido, camarada muito muito
Wesley, acho que é o Wesley, perdão,
Wesley se eu errei teu nome. Ele fez um
comentário muito bom, né? Palavra com
cinco letras que começa com B, termina
com ta
que dá para transformar em ouro.
Cinco letras. Começa com B, termina com
ta
brita. Brita, vamos transformar brita em
ouro. Ele pegou a minha piadinha. Eu não
ia ser tão ofensivo assim.
Poderia utilizar outro termo, mas eu
optei por Brita. Ele pegou a minha
piadoquinha.
tum tchum.
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Ó,
vê se o áudio vai chegar para vocês aqui
quando eu colocar. Pá, botei aqui.
Beata.
[risadas]
Beata em ouro poderia ser também.
querido fazer o mas eu não pensei nisso.
Diz querido Borduna Dan the philosopher.
Filosopher.
Dá trocadilha, hein? Hein, Juan Gabriel?
Dá trocadilha.
Vamos lá. Pera aí, pera aí.
Vê se o áudio tá chegando aí. Vou pausar
aqui minha musiquita.
>> [canto]
>> Vê se o áudio tá chegando aí.
Foi.
O áudio chegou aí? Respondam sim ou não,
porque aqui apareceu que deu uma um
probleminha. Eu só preciso saber se
chegou aí. Chegou aí o áudio?
O som tá bom?
Felizmente não estou ouvindo, então
sabia que tinha dado um probleminha.
Pera aí.
Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá.
Eu sabia que tinha dado uma treta,
mas aí eu falei: "Ebá, vamos ver se vai
agora". Vai, agora vai agora, vai agora.
Vai.
Ah, deixa eu voltar aqui.
Po, começa triste já. com o espaço
público, a vivência com outras pessoas
que vai construindo isso. Não é um
argumento de meio ou de alguém.
>> Agora foi.
Vamos ver se agora foi.
Agora vai.
Vai, vai, vai.
Agora foi. Então, beleza. Show.
Já já tava quase puxando o corinho aqui.
Exatamente. E é, vai.
Puxa o corinha aí da música do enquanto.
Enquanto não sai o som, a gente puxa a
musiquinha aí.
Puxa a música aí.
Vamos lá então, ó. Vamos lá que a gente
vai sofrer um pouco. A pergunta é:
existem princípios éticos universais?
Aí eu vou dar um contexto. Estão
discutindo sim ou não? Mas aí é aquilo
que eu comentei, né? Eh, com o motor de
improbabilidade infinita ligado. Então,
o tema tá aqui, de repente ele some,
aparece aqui, de repente some e aparece
aqui, de repente some. Então, é difícil
acompanhar a conversa porque eles é uma
salada completamente sem sentido. Mas
dito isso, o camaradinha aqui, esse mano
que eu não sei o nome de camisa,
é vinho, é bordô.
Parece bordô.
Não sei. Esse mando de camisa aqui que
não é nem vermelha, nem nem marrom que
fica no meio do caminho. Ele tá falando
que, ó, beleza,
não existem princípios éticos universais
e a gente não vai conseguir convencer as
pessoas só conversando com elas. Tem
outras coisas. Se existisse um princípio
ético universal transmissível, eu tô
aqui melhorando muito o argumento, a
gente comentaria, falaria com as
pessoas, elas compreenderiam, aceitariam
aquilo como verdade e mudariam suas
rotas de vida, né? Beleza? É mais ou
menos isso. E eu vou soltar daqui e aí a
gente vai pausar em alguns momentos. Eu
acho que a gente vai passar rapidinho
por essa parte, né, de de assistir
cinco, no máximo 6 minutos desse vídeo e
aí a gente vai só depois só conversa nós
aqui que é para também, né, respirar.
Mas a gente vai fazendo comentários
enquanto tiver rolando aqui. E não
esqueçam de fazer os comentários de
vocês também no chat. Lembrando, não
sejamos ofensivos gratuitamente. Tem que
ter motivo para ser ofensivo. Vamos lá
adiante. Então é a vivência, a vivência
prática, a vivência com a terra, a
vivência com o espaço público, a
vivência com outras pessoas que vai
construindo isso. Não é um argumento que
veio ou de alguém racional ou déspo tá
esclarecido. E eu me lembro até da
entrevista do Fernando Dad que eu ia
comentar. na verdade, acho que é um um
lord francês no século XVI, que é assim,
basta você falar pras pessoas o que é
verdade, que elas vão aderir, elas vão
aceitar e não que a vivência dela e ela
ter noção, e talvez aí sim aí a gente
fala dos conceitos adequados para
interpretar essa vivência, que dê uma
riqueza de experiência para ela, que ela
consiga passar adiante a sua
transformação, seu se sua tradição,
assim, o que seja que for, entendeu?
Eh, aqui já começa triste.
Do nada veio o Hadad, eu não sei qual o
motivo, mas dá para entender porque a
gente tem que, né, sacar as intenções
ali. A gente já começa, exatamente, faz,
já começamos lá embaixo, mas a gente vai
transformar brita em ouro aqui. que
acontece, o camarada, que eu não sei o
nome, falou o seguinte:
"Olha, não é você falando ali uma
verdade pras pessoas que elas vão mudar
suas ideias e que elas então vão aceitar
que elas estão erradas, equivocadas, né?
Não, não será assim. Tem que ter a
vivência, tem que ter o a subjetividade,
tem que ter essas outras coisas. Não é
só só a transmissão de informações.
OK? Correto? Básico. Eu acho que assim,
qualquer humano aceitaria isso. Do nada
ele meteu um Hadad ali do absolutamente
do nada, porque o Hadad parece um lord
francês do século XVI. Falaria, as
pessoas ouviriam, não. Os lordes
franceses do século XVI arrancavam a
cabeça das pessoas, faz as pessoas
passarem fome, usavam de sua força
contra os demais. Era basicamente isso.
Não tinha nada de esclarecido, era bem
desagradável. Tanto que aí rola uma
revoluçãozinha lá contra os déspotas.
Mas ok, dito isso, eh, meter um dessa
daí como se fosse isso que se pretende,
né? Então assim, olha, não é falar a
verdade que as pessoas vão mudar, ter a
vivência. Então, disso a gente tem dois
problemas. Um, você então abandona a
verdade, já que não é a verdade, Dan is
é verdade, né? Ou dois, que é o linha
mais correta. Apesar disso, ainda faz
sentido você falar a verdade. Ah, mas só
a informação não vai resolver. Então, a
informação mais outras ações para fazer
com que a verdade valha e prevaleça,
porque é verdade. É meio simples, só que
eles são bem caricatos. Então, é ou você
eh pró universalidade de tudo ou você é
relativista em tudo. Não existe nenhuma
capacidade de crítica, de de conversa,
de resolução de problemas. Eles estão
aqui sendo avatares
das escolas filosóficas que eles
resolveram seguir. Estão só
emulando, são avatares das escolas
filosóficas, que é o que você aprende a
fazer nade filosofia, sair reproduzindo
uma escola que você gosta, que você acha
legal. Aí você escolhe seu filósofo
Pokémon e leva ele pro estádio para
batalhar com os outros. E você não tem
um critério importante, que é qual é a
resolução de problemas? Como a gente
criticamente encontra valores,
conteúdos, princípios, estruturas,
elementos para resolver problemas. Você
fica ali só na defesa da sua escola
filosófica.
Por isso que a gente tem um problema
sério deficitário
na formação universitária no âmbito da
filosofia neste país, mas também em
muitos outros lugares, tá? Mas aqui isso
explicita assim gravemente, tá?
gravemente, seja ali pelo pelo
pelo crep, seja ali pelo Daniel Cidade,
seja pelos avatar deles ali, os menino
que estão junto, que eu não sei quem
são, perdão aí pela minha ignorância.
Então, eh, é isso. Tiago, [risadas]
eu estava feliz, agora estou triste.
Calma, acho [risadas] que os É, olha
como é importante a gente pegar a brita
e transformar em outro. A que a gente já
tá fazendo uma crítica a essa reprodução
de posição de escolas, né? Ai, o cara
vai estudar em filosofia, aí pergunta
assim: "Ah, qual foi a sua pesquisa?
Qual problema você quer resolver? Qual o
tema?" Não, ele não responde isso. Ele
responde o autor, a autora que ele
estudou. Aí eu eu sou especialista em
Kant, [risadas]
sou especialista em Foucault, sou
especialista em Niet, sou especialista
em
E aí você não temas, problemas, não,
você tem especialistas em autores e
escolas, né? Então, e aí tá aí, a gente
tá vendo aqui avatares de escolas, o que
faz o debate ficar extremamente
empobrecido e incapacidade crítica de
ambos os lados é terrível, mas aí a
gente vai pegar isso e transformar em
crítica adequada e tal. Tudo bem? Então,
já começamos aqui
o nosso papo, mas vamos seguir mais um
pouquinho. Tristeza.
muda tema. Eu
>> queria, eu queria que vocês lidassem com
o argumento do do Lewiis que eu
mencionei no começo da rodada pelo
seguinte, porque me parece que a postura
de relativização geral, ela pressupõe
que cada cultura é um universo fechado,
compartimentado ou que no máximo entra
em contato com outras variáveis, mas que
não existem constantes culturais, não
existem eh elementos que são permanentes
nas mais diferentes culturas. E o que o
Luís vai mostrar, ele não é a única
pessoa a fazer isso, é que você vai
encontrar em basicamente todas as
sociedades humanas conhecidas o apreço
por determinados valores. Por exemplo,
concretamente, qual é a sociedade humana
que não considera a sinceridade uma
virtude? Por exemplo, há alguma
sociedade humana que apresentasse como
ideal pros seus membros a mentira
constante uns pros outros? Não. Porque
uma sociedade assim seria inviável.
Vamos lá.
argumento.
Olha, eu acho que o problema de você
relativizar e dizer que não existem
princípios universais é que você vai
imaginar
que culturas são blocos isolados uns dos
outros e que não há nada compartilhado.
Então vamos ver se em todas as culturas,
em todas as culturas, de todos os povos,
de toda a história, de toda a
humanidade, em todos os tempos, existem
traços culturais
comuns e compartilhados, valores comuns.
Olha, se esse é o seu problema, eu tenho
uma péssima informação. Você não vai
conseguir demonstrar que toda a cultura
de todo o povo, de toda a história, de
toda a humanidade tem valores que são
compartilhados igualmente
por impossibilidade material e factível.
Exato. [risadas] Tinha escrito Renan. Eu
acho que nem tem como fazer isso. É, é,
não tem como fazer isso. Então, o que
que é o argumento do nosso querido ali?
O o MinP fez que tem o crep e o minp. O
que que o Minrap fez? O Minicrap falou:
"Será que tem?" E aí em abstrato eles
soltam um. A sinceridade, por exemplo,
toda cultura tem que ter um princípio
ali de valorizar a sinceridade, porque
senão essa cultura não existe,
ela não permanece.
Aí ele sai do problema material
histórico de você ter que verificar e
vai para uma estrutura lógica,
argumentativa,
que por eh que por dedução implica que
você vai ter que dizer que é impossível
que haja uma sociedade, que a
sinceridade não seja um valor
defensável.
[ __ ] aí já tem uma porrada de problema
metodológico mesmo. Sim, né? você saiu
de um problema histórico, material e
factível, impossível de ser verificado,
para então buscar uma solução numa
dedução arbitrária e abstrata, lógica
geral,
pressupondo que você vai entender
sinceridade em tudo quanto é mesmo
sentido e negando o papel que se joga
dos na sociabilidade humana da vivência
prática e real em que a gente mente, em
que a gente tem uma vivência que a
sociabilidade depende de você omitir
informações paraa convivência.
Para convivência. Mas tudo bem. O Platão
usa um argumento semelhante para dizer
que existe ética em qualquer
organização.
É impossível o ser humano não ter ética.
Só que olha a diferença disso que o
Minicrep fez pro eh pro Platão. Platão
vai dizer: "Ó, é impossível ter um grupo
humano que não tenha o mínimo de
estrutura ética".
mínimo de estrutura ética. Por quê?
Porque mesmo num grupo de ladrões, você
vai ter que combinar que não pode roubar
do coleguinha, senão vai desfazer o
grupo e nem matar o coleguinha.
Do. Significa que então nós temos
princípios universais válidos para tudo
quant coisa? Não significa que você
precisa de uma organização em qualquer
grupo humano. Então é outro problema. O
problema não é se existem ou não
princípios universais compartilhados,
mas é possível o ser humano se organizar
ou permanecer em vida sem uma estrutura
de organização e combinados mínimos,
independentemente de quais eles sejam?
Você veja que o problema é diferente.
Não, para um grupo humano conviver, ele
precisa criar regras básicas
compartilhadas, ainda que essas regras
sejam quebradas. Simples assim. Mas isso
é um outro problema, não é de princípios
éticos universais, é de organização da
sociabilidade humana. Qualquer grupo
humano precisa de regras básicas, sejam
elas quais forem. E as regras podem ser
diferentes. Sendo diferentes, elas vão
ser conflitantes. E aí dois grupos não
vão conseguir conviver juntos porque tem
regras diferentes. Ou eles vão ter que
reestruturar. Simples assim. Mas são
problemas distintos, de níveis distintos
e de questões distintas. Mas como o
objetivo aqui é o avatar reproduzir a
escola que ele que ele que ele defende,
eles não estão conversando, né? Eles
estão aqui, ó, em dois círculos
separados. E aí entra o motor de
improbabilidade infinita que joga o tema
para cá, joga o tema para lá, joga o
tema para cá. Mas que que é importante
dessa parte aqui? O cara
viajou legal, né? Mudou
metodologicamente aqui o problema, não
resolveu a questão ética dos princípios
universais universais compartilhados e
esqueceu desse elemento importante. Não
sei se vocês já viram o ariano Suasuna
falando sobre a importância da mentira.
É maravilhoso. Aqui é um exemplo
anedótico.
Anótico, só pra gente não cair nessas
abstrações gerais, nesse bobagem
filosófica feita, quer dizer,
metodológica feita aí de dedução, porque
ele achou que o princípio é legal. O
Ariano Sassuna fala, conta aquela
história de que ele de um suíço, eu vou
até pegar que aí o vídeo vale a pena,
que aí a gente se anima aqui. Vamos ver
coisa legal também, né? Não, vamos só
ver coisa triste eu contando. [roncando]
Deixa eu pegar o Ariano aqui.
Ah,
aqui. Pronto. É curtinho.
Vale a pena porque a gente se anima, né?
Não vamos ver aqui só só bobagens. Vamos
ver coisa séria, né? Vamos ver o Ariano
Sassuna diz que do Bordonou, ou seja, um
treinador de um Pokémon em específico.
Isso ficou muito pedagógico. Mas é
exatamente isso. É isso que o pessoal
faz. Eh, leva
não sabe o que estão falando, nem
discutia adequadamente. Disgan, modo
escola austríaca de raciocínio. É por
dedução e abstração.
É basicamente isso mesmo. É basicamente
isso. Pergunta que fazer. Então, mentira
é universal. Não faço ideia. Teríamos aí
que fazer uma um teste, mas
provavelmente a gente encontrar missões
de informação. Borduna crepezinho. É
tipo mezinho, né? Minim. Lembra do
Minim? Eu tô ficando, a gente vai
ficando velho, a gente vai tendo outras
referências. Ariano Suasuna falando
sobre a mentira. Eu acho que é esse
vídeo aqui. Se não for, só vai valer a
pena pelo Ariano Sassuna. Eu não sei
vocês, mas eu minto. Eh, eu não minto
para prejudicar ninguém, não. Mas eu às
vezes, eh, ditado brasileiro, que eu
acho uma coisa ótima, o pessoal disse o
os próprios brasileiros dizem,
você faz um convite a um brasileiro, se
ele disser,
pode ir ou não,
mas se ele disser eu vou fazer tudo para
ir, pode ter certeza que ele não vai, tá
certo? Eu sou assim, eu [risadas] me
amigo, amigo.
Pois bem,
e aí eu eu contei já essa história por
aí também. Eh,
o negócio de escrever carta, eu gosto
muito de receber carta, aliás, tá
ficando fora de modo, né? Eh, a o a o o
computador tá acabando, mas eu ainda
recebo carta e eu gosto.
Mas eu não tenho tempo de responder tudo
não. Eu sou um jeito muito ocupado.
Aí
quando eu me encontro com as pessoas, a
pessoa disse: "Não recebeu a minha carta
não". Aí eu digo: "Recebi e respondi".
Certo?
Ele sabe que é mentira. Eu [risadas]
sei que ele sabe que é mentira.
Ele sabe que eu sei que ele sabe que é
mentira, mas ele é brasileiro como eu.
Então ele entende que o que eu que o que
eu quero dizer é o seguinte. Eu não
respondi sua cara não, mas eu gosto
muito de você. Pronto. Não é? Pronto. Aí
pronto. Fica assim.
[aplausos]
[risadas]
E aí o que acontece aí? O o Suna vai
dizer que ele tava na com o camarada
dele na gringa, acho que era na Suíça,
fez essa parada. O cara falou: "Pô, você
recebeu minha carta?" Foi: "Recebi e
respondi". E aí o cara entrou com
processo contra o Correio gringo para
dizer: "Ó, meu amigo, você o eu o cara
respondeu minha carta e você e não
chegou para mim ainda. Você tá com algum
problema aí e tal?" Secret trocou uma
reclamação formal porque a carta não
tinha chegado e o outro tinha dito que
ele tinha respondido. A gente na nossa
sociabilidade aqui sabe que essa
sinceridade não é verdade. Vamos marcar,
né? O famoso paulista. Ô, vamos marcar
pra gente se ver. A gente não vai
marcar. Todo mundo já sabe que não vai,
né? Isso faz parte da realidade. Então
isso é só uma tiração de onda pra gente
ver que esse lance ali do do da
sinceridade o princípio compartilhado,
universal, mano. Não, não, não, não, não
fala bobagem. Mas vamos lá. Vamos voltar
aqui pro nosso sofrimento, cara. Alian
suas sou uma das melhores. Ai cara, que
como esse velho era bom, mano. Que coisa
incrível. Saudade ali, ó.
Vamos lá, vamos sofrer mais um
pouquinho, mas sobreviveremos.
Nó voltando ali, o mano tava falando a
argumentação dele, troncha de sair de um
problema material factível,
inverificável, impossível de ser
demonstrado empírico e materialmente
para uma dedução lógica. Portanto, ai
vamos lá
>> isso não tá fin de Vamos lá
>> existem grupos na nossa sociedade que
estão bem aí
>> estão bem aí também aí o cinismo não
para de crescer mesma coisa
>> mas eles não invocam isso como virtude
[risadas]
ao contrári
>> ah exatamente
eles estão mentindo falando que isso é
no lobo lobo no meio dos cordeiros
>> é um lobo no meio dos cordeiros um
negociador Da mesma forma que sociedade
não apresenta, por exemplo, a justiça
como ideal normativo. Justiça entende do
seu sentido mais amplo. Pessoas não
devem ser tratadas indiferentemente, nem
de maneira anárquica ou arbitrária, mas
as pessoas devem ser tratadas de acordo
com determinados critérios. Quem
necessita mais receber mais atenção,
quem necessita menos receber menos
atenção. Você vai encontrar aplicações
muito diferentes desses princípios, mas
você vai encontrar esses princípios em
basicamente todas as sociedades humanas
conhecidas. Isso é uma, para deixar bem
claro, isso é uma demonstração da
existência de uma lei moral universal. A
rigor não, mas isso é no mínimo um
essa parte é maravilhosa. Eu não
lembrava.
[risadas]
Para você ver que é um debate
completamente sem pé nem cabeça.
Terrível.
Ó, toda a sociedade busca justiça.
Toda sociedade busca justiça com
critérios mais amplos possíveis. Aí ele
dá critérios bem específicos, né, e
determinados. Mas aí o min o o Minicrap
fala assim: "Eh,
isso demonstra que então
isso demonstra se todo mundo busca
justiça, tá? Organização de justiça ali,
todo mundo tá querendo, isso demonstra
que existem princípios eh morais,
universais?" Não. Então, por que que
você falou isso? Então, para que que foi
esse arco de construção argumentativa?
Se você tá demonstrando para você mesmo
enquanto você pensa que a tua ideia é
uma bosta.
O fato das pessoas buscarem estruturas
mínimas, mínimas para você poder
conviver, significa [roncando]
então que todo mundo tem a mesma mesma
busca por justiça, que existe um
princípio comum. Não, então acabou teu
argumento. Teu argumento acaba aí quando
você negou você mesmo. Mas ele vai
insistir. E os outros que poderiam
falar, viu? E aí apelar pro relativismo
burro que eles estão fazendo, que já já
a gente vai ver o problema deles de
novo,
eles falam: "Passa batido também, então
vai seguir." Mas cara, olha, olha que
que bobagem, né? O cara enquanto ele tá
falando, tá percebendo que não faz
sentido aquela posição. Enquanto ele tá
falando, ele percebeu, mas aí ele vai
apelar, né? Se eu não me falha a
[limpando a garganta] memória. E se eu
tiver acompanhando? adequadamente esse
essa organização lógica baseada no
princípio de improbabilidade infinita,
né, que tá aqui, de repente some e
aparece no tema aqui, de repente some
aparece no tema aqui, né? Vai vai
variando.
Eh, se não tiver equivocado, o que ele
vai dizer é: "Se todo mundo busca
justiça, significa então, portanto, que
há uma justiça ser buscada". Ai, cara,
que argumento ruim, velho. Meu pai
amado. Mas vamos lá, vamos lá. O próprio
exatamente diz o Renan. Então falou tudo
isso para quê? Exato. Ele ele se anula
enquanto ele tá falando. A gente tá
pensando, pô, esse caminho não é bom,
né? Mas aí já foi, já era tarde. Bom
dia, querido Gabriel. Bom dia. Bom dia,
Baristas. Bom dia, querido Gabriel. Cage
buchin do crepe [risadas]
desliz. Acontece bastante,
principalmente baixo chuveiro. Me
preocupa o que que acontece? A busca
pela justiça, a busca universal pela
justiça ou a desistência da ideia que
você tava tendo enquanto você tava tendo
essa ideia? Provavelmente essa parte,
né? E no no chuveiro a gente tem a ideia
de de a gente vai comentar, né, os
nossos adversários no chuveiro,
discutindo com a gente mesmo enquanto
acho que tá conversando com outra
pessoa. Enquanto você tá debatendo, você
fala: "Eita, né? Isso não é um bom
caminho. Deixa eu mudar aqui a
estratégia. [risadas]
Ah, vamos lá.
Uma evidência extremamente forte da
evidência de determinados valores que
estão inscritos na própria consciência
humana. Veja, há uma caricatura. A ideia
de que ser universalista, ser
universalista não implica que eh toda
pessoa que defende a ideia de princípios
universais tem que ser o Platão, o
Aristóteles. A filosofia faz uma
elaboração conceitual, mas a ideia que a
gente defende é que há uma experiência
humana radical no íntimo da consciência
humana, que é a percepção de julgar
determinados valores ou situações como
bons ou mal, certos, errados, de acordo
com critérios objetivos. Essa busca da
consciência para um juízo certo, que é
uma experiência que o público tem. O
público quando tá diante de situações,
olha para situações e diz: "Isso é mal,
isso é inaceitável" ou muda o seu juízo.
Eu achei que eu era certo, não, isso é
errado. Mas quando a pessoa vai fazendo
esse raciocínio, ela vai apelando
constantemente para quê? Para um certo
ideal universal de justiça. Não. Ai,
dedução lógica horrível. Meu pai amado,
meu pai amado,
argumento. Existem existe a capacidade
de todo ser humano inscrita na
consciência, seja seja lá o que
significa, de julgar aquilo que é bom,
que é ruim
a partir de critérios objetivos.
Pouco importa nesse momento aqui também,
mas a capacidade de julgar o que é bom,
que é juível. Parabéns, parabéns,
parabéns, parabéns, parabéns.
Dado isso, né, que você consegue
perceber que os humaninhos têm a
capacidade de julgar aquilo que é bom e
que é ruim, que então vão ter critérios
paraa tomada de decisão, sejam eles
quais forem.
Não implica que existe um ideal de
justiça sendo buscado. Implica que você
tá resolvendo problemas, julgando se é
bom ou se é ruim, desde uma experiência
básica de seleção do que você vai comer
até como você vai responder o seu
coleguinha, a sua coleguinha.
Julgamento do bom ou do ruim não implica
não implica em um critério de busca
universal compartilhado. Assim, existe
um ideal de justiça e a gente tá
buscando ele. Não implica que a gente
tem que tomar decisão daquilo que é bom,
que é ruim.
E já já a gente vai ver, porque eu só
acabando aqui essa sofrimento,
que a capacidade de julgamento daquilo
que é bom, que é ruim, ela não vem do
nada e nem de critérios abstratos. Ela
vem dentro de um processo evolutivo de
vida, né, enquanto espécies viventes
desse mundo. E nós somos uma espécie
vivente que também vem desse processo
evolutivo de vida.
Desde que a gente tá nesse processo
evolutivo de vida, os viventes vão
aprendendo e julgando de acordo com
seleção, um eh sistema seletivo de
avaliação
em que a gente vai observando aquilo que
é nocivo e não nocivo pra permanência do
indivíduo vivente e da espécie vivente
em questão. Então, toda espécie vai
aprendendo e vai se desenvolvendo
naquilo que é nocivo e não nocivo.
E esse sistema de seleção e de
avaliação, ele não se perde, ele se
mantém, ele tá estruturado em cada ser
vivente. No caso dos seres humaninhos,
que se desenvolvem enquanto seres
viventes e vão constituindo toda a
estrutura cerebral, toda a estrutura de
nervos, de corpo, toda essa parada
durante milhões de anos com
especificação, com com
mutação qualificada específica em que
chega no tal desse homo sapiens, ele
continua pra tomada de decisão, passando
por esse mesmo sistema que não é o
sistema inscrito na universalidade, não
é um sistema de ideal, não é uma coisa
perdida e nem relativa a qualquer coisa.
Tá baseado de que na estrutura básica de
vida a morte, perigo ou não perigo em
que a gente possa garantir as condições,
meios para produzir e reproduzir e
permanecer em vida. Uma questão
estrutura biológica básica. Só que no
ser humano ele tem um salto qualitativo
considerável, dado o desenvolvimento que
ele tem de seus órgãos, de seu cérebro,
de sua estrutura física, dos dedos, das
mãos, dessa coisa toda, que forma gente,
em que nós temos um desenvolvimento
considerável dessa capacidade seletiva
que vai se aperfeiçoar e ainda com
efeitos positivos e negativos na nossa
capacidade de abstração e de uso do
cérebro com criações novas, né, de
interpretação de mundo, de
sociabilidade. de transmissão de
informação, de capacidade de aprender o
mundo, de abstrair, tudo mais, coisas
que vão sendo desenvolvido em que a
gente tá ainda julgando moralmente a
partir da estrutura básica, mas dentro
dessa dinâmica de vida, de reprodução de
vida, de morte, de perigo, de daquilo
que é nociível, daquilo que não é,
daquilo que é benéfico, do que a gente
vai evitar e não vai evitar, né?
enquanto espécie evoluindo, transmitindo
essas informações, essa coisa toda. E
cada comunidade com essa hipercapacidade
de adaptação que a gente tem, distinto
umas das outras, mas em nada disso
implica um critério universal e a busca
de justiça por um critério ideal
universal. De maneira nenhuma. Só que
isso não implica também numa
relativização bizarra em que não. Então
não existe nenhum critério, não existe
justiça, não existe ética, é só pela
vivência, subjetividade, vontade e
loucura que o pessoal relativista faz.
Mas para sair dessas duas coisas, você
tem que começar a entender esse ser
humano a partir daquilo que a gente sabe
do que é o ser humano hoje,
materialmente falando, que considera
esse processo evolutivo de vida,
critério de garantir condição de
produção e reprodução de vida e que daí
a gente vai se organizando de diferentes
maneiras para se adaptar e permanecer em
vida, permanecer aqui enquanto
sociedade, enquanto grupos humanos e
tudo mais, com conflitos, cooperações,
tudo que existe nessa brincadeira toda.
Mas veja que isso nem cai então em você
ter que defender de que existe um
princípio de justiça ideal universal que
vai lá buscar e ficar correndo na nossa
frente enquanto a gente corre atrás. E
nem uma relativização absoluta de que
então nada disso importa. Vamos seguir
só para as nossas vivências.
[ __ ] velho. E as duas conclusões são
imbecis de qualquer maneira.
E a lógica e os caras vão se
contradizendo enquanto eles argumentam.
É uma coisa linda de se ver assim. É
bonito de se ver, né? É bonito você ver
o cara desistindo do que ele tá falando
enquanto ele fala. É uma coisa bonita.
Pergunta, querido, não comenta, querido
Bruno, é isso que a faculdade tá
produzindo? É, não só tem coisa boa, mas
é que a gente também tem aqui um novo
filtro que é o YouTube. Porque no
YouTube não significa que você vai
produzir um conteúdo que é bom. A pessoa
que consegue certo espaço e visibilidade
no YouTube, não é porque ela tem um
conteúdo qualificado, é porque ela sabe
usar bem a ferramenta do YouTube e aí o
algoritmo entrega. É outra regra do
jogo, né? Diz fazer o que lógica
pecável. [risadas]
É, querido Walter comenta: "Tentar
pensar de acordo com critérios objetivos
igual materialismo. Acabou o debate?"
[risadas]
Não, pode ser, mas não só. Mas o debate,
o o materialismo, ele, nossa, ele, ele
dá uma resolvida em boa parte dos
problemas. Aliás, é bom a gente dizer
aqui, o que nós queremos é resolver
problemas em última instância, resolver
problemas. E a galera aqui quer discutir
ideias e não ideias no sentido positivo
do termo, no sentido negativo de uma
abstração, né? Só ficar aqui.
Ah, voltando aqui pro sofrimento,
mas beleza, mas você viu quem tá aqui
tentando ouvir essa essa essa troca de
ideia para poder trazer elementos mais
estruturados e aí a gente vai daqui a
pouco fazer uma síntese mais adequada e
organizada do problema. Ou da
>> Esse cara precisa ser filósofo
profissional, não. Uma pessoa analfabeta
passa por essa experiência, porque essa
é uma experiência que não é de qual
consciência, é uma experiência da
consciência humana. Veja, há variáveis
culturais, evidentemente, mas há há uma
espécie que se prolonga no tempo. Essa
espécie tem certos constantes. A gente
respira, a gente defeca, a gente faz
sexo, a gente faz apreciações morais
apelando a ideérios universais. Essa
busca é um dos
Quando começa a entrar na linha correta,
vai pra linha errada. Aí não tem como.
Nós somos seres vivos. Pô, pronto. Aqui
seria o que a gente tava comentando.
Bom, bom, bom. Vamos lá. Seres vivos.
Espécies
que se desenvolvem na história. Bala,
bala. Estamos indo. É isso que a gente
tava falando. A gente defeca. Não sei
porque que ele comentou sobre defecar,
mas tudo bem. A gente faz sexo também,
OK?
A gente se alimenta,
a gente respira. Todo vivente precisa de
alguma estrutura básica de respiração no
seu ambiente.
A gente busca critérios éticos
universais.
[ __ ]
aí não,
aí não. Falando sobre ações cotidianas,
né, fisiológicas, necessidades e tal, do
seu daqui a pouco a gente busca
critérios éticos universais.
De onde você tirou isso? Essa implicação
e imputação dessa busca é tua e se tá
confundindo com a capacidade de julgar
aquilo que é nocivo e não nocivo, bom ou
ruim, a depender de critérios que são
variáveis
e situações específicas
eh pra gente poder permanecer em vida. E
ainda assim, tendo essa capacidade de
julgar bom, ruim, tal, você tem a
possibilidade de tomar uma péssima
decisão
justificada estruturalmente, uma péssima
decisão sobre critérios racionalmente
objetivos compartilhados. Eu gosto muito
do exemplo da de usando os critérios
objetivos e compartilhados do das regras
de mercado, né? Então, vamos lá.
O mercado é estruturado basicamente em
ação
instrumental ou operação racional ótima,
né? Em que você utiliza da melhor
maneira os meios para obter de maneira
ótima o fim desejado.
Então isso é uma ação racional, uma
operação objetiva em que você utiliza da
melhor maneira os meios para obter um
fim
e mediante competição, né? Competição
com os demais. São dois critérios.
objetivos racionais, funcionais que
estruturam, por exemplo, uma instituição
de mercado. Básico, cada agente nessa
estrutura e nessa organização vai
respeitar o critério de ação racional,
de coordenar da melhor maneira os meios
para obter um fim e competir com o
coleguinha.
Resultado esperado é que dentro de todo
mundo agindo de maneira racional,
econômica, dessa maneira ótima,
competindo com coleguinha, o efeito seja
um melhoramento da do sistema como um
todo.
Essa última parte é mais complicado, mas
digamos que um agente coordenando da
melhor maneira os meios para obter um
fim de maneira ótima, competindo com um
coleguinha,
siga, portanto, critérios objetivos e
racionais,
eleja como critério, como como
fim, eleja como finalidade,
cortar o galho
da árvore sobre o qual ele tá sentado em
cima de um abismo.
Vamos dizer que ele eleja isso.
E aí dois coleguinhas vão sentar lá,
cada um em seu galho, sob o abismo,
utilizam os critérios racionais,
objetivos, verificáveis,
ambos pretendendo obter o seu seu bem,
selecionaram que aquilo é um bem,
cortaram, um cai primeiro e morre, o
outro cai depois e morre.
Ah, mas é burrice ele escolher sentado
sobre o Mas ele cumpriu critérios
racionais. Ele selecionou aquilo que era
bom dentro desses critérios.
Um morreu primeiro, o outro morreu
depois. Não, ninguém jamais faria isso.
Nós fazemos isso todos os dias. Todos os
dias. Ao manter uma estrutura
competitiva e cujo único critério
racional é a coordenação dos meios para
obtenção máxima de fim, a gente nega um
critério que é garantir as condições de
produção e reprodução do sujeito da
ação.
Socialmente falando, a gente reproduz
uma sociedade, uma organização de vida
que destrói os meios e as condições para
sua própria manutenção, o que seria
irracional, mas socialmente a gente tá
se empurrando com abismo. O que
significa que aparentemente sob
critérios racionais e objetivos, a gente
não tá conduzindo e buscando uma justiça
universal comum e que tá levando todo
mundo para um bem, já que todo mundo
aqui tá nesse critério ali, nessa busca
de julgar o bom e o ruim ali, ó. Não.
A ideia de ter um princípio universal
compartilhado não ajuda em nada a
resolver esse problema. Em nada,
em nada, em nada, em nada. Então é uma
posição que não resolve o problema. Não
resolve o problema. Pra gente o que
interessa é isso. Não resolve o
problema. Que salto foi esse? É o salto
ornamental.
Diz que do Borduna. Isso seria web
filósofos? Não sei. Provavelmente sim,
né? Aparentemente web universalistas,
web relativistas,
web.
elementos que nos distinguem de um
cachorro, de um gafanhoto, de um
papagaio.
>> Não, mas você apelar paraa busca, você
apelar para esses valores terem alguma
permanência que ainda assim são
alterados o tempo todo, não
necessariamente você tá implicando que
essa coisa exista, entendeu? Que existam
esses seus critérios morais. Tá buscando
isso de onde? Porque a é porque a
justiça tem que tem que descer ao céu.
Vou dar um dar um exemplo do sor kig,
né? Então assim, Abraão, então bíblico
aí, Abraão vai tem,
>> eu tô falando que esse debate é movido
pelo motor de improbabilidade infinita.
Olha, não necessariamente exista aí o
critério universal socialmente. Ele não
tá lá critério universal, como disse Sol
Kica, Abraão,
bagulho é doido, velho. Doido. É difícil
acompanhar. É difícil acompanhar, mas eu
a gente vai organizar a brincadeira. É
mandado por Deus a sacrificar Isaac. E
aí o Soren vai falar assim: "O Abraão é
extremamente heróico porque ele não tem
Deus amparando. Se ele tem valores
éticos, universais, humanos, você nunca
sacrifica seu filho. Você não nunca,
isso é é inaceitável sacrificar seu
filho. Então, se Deus está mandando ele
violar um valor ético, por quem Abraão
conta?"
Aí o Só vai falar assim: "Ele é um herói
porque ele conta com a própria fé e ele
acredita que o que ele vai fazer não vai
ser errado e ele acredita que o filho
dele vai ser salvo e que ele não vai
cometer uma violação ética, porque ele
quer, ele escolhe, ou seja, ele escolhe
o valor que ele vai adotar ali, mas ele
simplesmente não conseguiu ser orientado
nem pela sua fé, digamos assim, em Deus,
que seria a imperativa, nem pelo valor
imperativo.
Aí a grande pergunta é: e o que que isso
tem a ver?
Aí que acontece, que acontece, que
acontece, que acontece? O nosso cérebro
ele tem uma capacidade incrível.
Se a gente tá disposto, mas você tem que
tá disposto. Tem que acordar de manhã,
botar essa blusinha que nem a minha aqui
para correr e você tem que tá disposto.
Tem que tá disposto.
O cérebro ele tem uma predisposição, ele
se esforça para dar sentido pra fala da
outra pessoa, porque você quer captar
essa informação, você quer entender,
você se esforça, mas você tem que tá
disposto, tem que tá disposto a receber
aquela informação e falar o que que e
você se esforça. É por isso que às vezes
tem um cara falando a maior grosélia do
planeta e você tá sendo muito
condescendente e tá tentando acompanhar
a argumentação dele. Você quer conversar
e aí ele fala um bagulho que tem nada a
ver, mas o teu cérebro tá se esforçando
para receber aquela informação e
organizar ela. A gente que é porque a
gente quer conviver, a gente quer
conversar, a gente quer se comunicar, a
gente precisa disso, a gente se esforça
para isso, né? né? Quer manter a
conversa, mesmo que seja para criticar o
outro, a gente se esforça para isso. O
cérebro ele tenta entender a informação.
E aqui a pessoa que entendeu isso essa
analogia, porque foi isso, né? Sacou um
exemplo para fazer uma analogia que nem
Soren K falando do Abraão que Deus que
pediu, que não sei o quê.
A pessoa que disse que entendeu é porque
ela se esforçou muito para receber essa
informação e criar um sentido nessa
frase, porque ela não tem sentido, ela
não tem cabimento. O o Kirk não tava
falando disso.
Esse tema é completamente atravessado.
Isso não resolve o nosso problema. O
exemplo que Kica da lendou a mitologia
abraâmica sobre o sacrifício de Isaque
não resolve o problema da
universalidade,
mas entrou aqui no papo.
Só Jesus sabe como. E olhe lá. Então,
quer dizer, é um esforço
que além de improdutivo, não resolve o
problema. Então, por que que ele falou
isso? Eu não sei, eu não sei. É o motor
de improbabilidade infinita, né? A única
explicação daí
comenta nosso querido Jones Miguel. Mas
daí falar que socialmente estamos
destruindo as condições de manutenção de
vida não seria um critério universal. Aí
que a gente vai chegar, querido Jons
Miguel, eu já tô antecipando aqui. A
gente vai sustentar que existe um
critério com pretensão de universalidade
por ser material e factível.
O que não significa que seja um critério
orientador
e nem que todas as pessoas com cumprem
com ele, senão que ele surge da análise
da realidade social e do processo de
vida para se estabelecer com a pretensão
de universalidade. Pretensão porque ele
depende do passo do convencimento do
outro de que ele é um critério válido.
Ele não existe por ele mesmo.
Ele nem tá no além e ele nem é
relativista.
Ele tem pretensão de universalidade,
porque na realidade de vida ainda
depende da estrutura de convencimento de
sua validade diante de outra pessoa.
É completamente distinto. E aí, essa
brincadeira ela é legal desse modo de de
discutir as coisas, que é o que a gente
vai ver assim que acabar esses minutos
de sofrimento,
que é você não cair na armadilha de ter
que defender uma escola relativista, sei
lá o que isso significa, não cair na
armadilha de uma escola universalista,
seja lá o que isso significa e tentar
resolver problemas com critérios
materiais de convivência,
a partir daquilo que é necessário para
garantir determinadas condições. Pô, a
gente vai fazer isso.
E é relativo, do ponto de vista de que
eu dependo do convencimento do outro, de
que existem contextos distintos que
requerem orientações práticas efetivas
distintas na realidade concreta. Então,
nesse âmbito eu vou dizer relativo, mas
que não nega que existem estruturas
básicas e permanentes independentes dos
seres humanos, o que não significa que
seja um ideal, que seja um valor, que
seja um princípio, uma ideia aleatória.
É um critério material que depende, por
exemplo, de considerar um elemento
básico que nenhum deles ali tá
considerando, que é a gente morre.
Isso é uma constante para qualquer
vivente.
Partindo da constante material, efetiva
e real de que a gente morre,
que se pode deste fato universalizado
para convivência humana, para
permanência em vida.
Aí a brincadeira fica legal. Aí a gente
tem papo, entendeu? Aí tem conversa. Diz
que Bruno, tá aparecendo a redação do
menino que processou reitou. [risadas]
Com certeza.
Ah, isso parece mesmo.
Diz querido Miguel. Maravilhoso. Bruno,
te amo na boca. Uhum.
Bom, cada um tem sua maneira de amar,
não é mesmo? Diz querido Cléber.
Cheguei. Bom dia, querido Cléber Lauer.
Como é que você tá, meu bom? Espero
desejo que bem. Bem-vindo ao sofrimento,
mas é um sofrimento que vai valer a
pena. Nós estamos transformando brita em
ouro. Dá trabalho, dá, mas é bom. É bom.
Vamos transformar Brita em ouro. Não
esquece de curtir esse vídeo aqui, hein,
minha gente. Vocês estão esquecendo aí
de curtir o vídeo, comentar para
engajar, convidar os coleguinhas, trazer
eles aqui paraa nossa nosso papo
semanal.
Respirando, voltando aqui pra loucura.
Depois do devaneio ali da janela Kirk
Gardiana, que sei lá de onde é que caiu.
Bora lá.
Pronto. Aqui o o Minecraft. Eu botei o
áudio e não botei o vídeo. Aí é
sacanagem. Pera aí. O Mini deu para
ouvir o Minicrap? Não, não, não deu.
Pera aí, deixa eu voltar aqui. Caraca,
Minicrap tá correto aqui na argumentação
dele e o outro tá errado. Mas vamos lá.
sua fé, digamos assim, em Deus, que
seria a imperativa, nem pelo valor
imperativo. Não,
>> tudo bem. Mas aí a gente vai fazer,
imagino que a gente não tá fazendo a
discussão dessa passagem bíblica
especificamente ou significado que ela
tem na obra do P. O que o que quer
mostrar é que a religião não se reduz à
ética, no que ele está certo. Cor e tá
correto o Minicrep aqui. Minp leitura
correta de Karder, utilizando
adequadamente a a a questão do mito
abraâmico e do modo como tá sendo
discutido, correto? o nosso querido mini
mini aqui e errado o outro humano que
trouxe do além informação, mas o outro
humano justifica porque ele trouxe do
além informação. Inclusive,
>> eu tô te falando que não existe
universidad.
>> Tudo bem, mas a mas
>> quer dizer, ele se esforçou para contar
toda a história do Kickard para dizer é
que não existem valores universais. Sim,
mas aí você não demonstrou
praticamente, evidentemente, [risadas]
dis fazer o ó. Não, tudo bem. Não, não,
não tá tudo bem não. Não mesmo. Tá tudo
errado. Não tem nada a bem. [risadas]
Te esquido, Gabriel, mas qual a
diferença do convencimento pro diálogo?
Acho que o convencimento só se dá por
meio de diálogo ou um diálogo por meio
de armas, né? Você tá convencido depois
de apanhar, coitado. Não, [roncando] aí
não é legal. Não é legal. A gente quer
diálogo, a gente quer conversa.
[risadas]
A gente quer diálogo, a gente quer
conversa. Mas convencimento se dá no
meio da de troca, né? Tem que tem que
trocar ideia, senão não dá.
Já já já a gente papeia sobre isso.
É, não tá tudo bem, vamos lá.
>> Mas o fato de eh a religião não se
reduzir a ética, como que mostra
corretamente, inclusive não não toca no
ponto que a gente mencionou antes. Veja,
o próprio fato de eh eu poder julgar o
determinado comportamento do do Abraão
como antiético implica a busca por
critérios adversári. A questão é essa.
Há uma há uma experiência humana
corriqueira, fundamental, partilhada por
todas as pessoas nesse estúdio, que é a
busca constante por aferir moralmente.
Nós temos, nós aferimos e e essa busca
inexoravelmente
só faz sentido na busca por parâmetros
universais.
>> Aí que é o o Innerox, aí a lógica vai
pra casa do chapéu mesmo, né, irmão?
Todos buscamos a ferir moralmente. Todos
buscamos aferir o que é bom, que é ruim.
Todo mundo julga a realidade para ver o
que é nocivo, o que não é. OK. Até aí,
meu, tá valindo. Até aí você assim,
linha correta, aí vem a bobagem, né? Aí
vem a bobagem.
Então, inexoravelmente, há uma busca por
princípios universais. Não, [grito] não,
não. Há uma busca por resolução de
problema.
não tá atingindo mais próximo um
princípio universal e compartilhado.
Você tá resolvendo aquele problema
naquele momento, naquela situação,
naquela condição.
A mesma ação em outro contexto resulta
outro problema. E não significa porque
ah não, não, mas o princípio da ética e
da justiça se manteve. Não, não, porque
não, ele não existe. Ele não existe, não
existe. Ele é construído e mantido
historicamente. O que não significa
novamente que cai no relativismo maluco
dos outros doido lá. é a gente ter
critério, é a gente saber julgar a
realidade a partir de problemas,
resolução de problemas,
a partir daquilo que a gente tem como
evidência, a partir daquilo que a gente
tem como construído nessa história. Essa
aferição dele aí, essa essa essa
essa conclusão aleatória, é porque ele
quer manter a ideia de que vale a pena
defender uma escola abstrata genérica,
que eles estão chamando de
universalista, que deve ser de pastores
que são filiados ao Universal, porque
assim, não existe outra.
Não existe outra outro motivo para se
chamar de universalista assim. Não, eu
não sei.
Eh, então o Joh John Miguel diz assim:
"Então, o universal é a busca pela
resolução de problemas. É que a gente
tem que resolver problema, porque os
problemas aparecem e eles muitas vezes
ameaçam a gente. Aí a gente tem que
resolver os problemas. Cada um resolve
seus BO. A gente resolve os BO
coletivamente, mas resolver problemas
é algo que a gente não escolhe. A gente
aparece, tem que resolver. Ah, na hora
que ele tem que resolver, tem que ir
paraa frente. Na hora que tem que ir
paraa frente, a gente começa a
desenvolver inteligência. Nisso eu gosto
muito de uma da do modo como John Dewy,
né, o filósofo estadunidense trabalha
pensar e resolver problema. O pensamento
ele se dá pelo pela resolução de
problemas. A gente pensa resolvendo o
problema. O problema aparece, tem que
resolver, você desenvolve pensamento,
resolve, busca a solução. [risadas]
As produções humanas são para atender
necessidades que surgem de resolução de
problemas. Eu acho isso muito
importante. A gente a gente esquece
essas partes, né? Mesmo na filosofia, é
os caras que estuda filosofia
escolástica, né? Que é essa essa
manutenção de escola de pensamento, sei
lá para quê, começa a perceber que a
filosofia não tá tendo função. Aí a
função deles é ficar discutindo o sexo
dos anjos e e aleatoriedade e esquece.
Mas a filosofia tem que resolver
problema também, meu querido.
Desce pro campinho para jogar. Não dá,
não dá, não dá.
Bom dia, querida Jéssica, que diz: "Meu
Deus! Vamos ver brisa do tal debate. É,
mas ele ele é só a gente tá usando o
debate como escada. Escada pra gente se
aproveitar aqui pra gente subir no
caminho.
[risadas]
Esqu do Gabriel. Eles são católicos.
Católicos t que defender o
universalismo. Pior que não, né? Porque
o cara que abriu os meus olhos para essa
para escapar dessas armadilhas era
católico também, que era o Henrique
Dúcio. Ele abriu meus olhinhos para não
cair nessas nessas pilantragens aí.
Bom dia, querido Felipe, que diz: "Bom
dia menos para quem é do grupo da igreja
barista". O Felipe ele gosta de provocar
a gente. Ele está no grupo da igreja
barista, o que significa que ele está
não dando bom dia para ele mesmo. Então
ele tá dando bom dia pros outros, menos
para quem do grupo barista, que exclui
ele mesmo. Então é bom dia para todo
mundo, menos para ele e para todas as
outras pessoas que estão no grupo da
igreja barista do WhatsApp. Se você não
tá, vira membro membro a membre aqui do
nosso canalzinho. Manda aqui o nickname
pro pro pra chave Pix, que é o e-mail
que tá aqui embaixo, né? manda seu
nickname com seu com seu telefone que a
gente coloca você lá e a gente papeia.
Tudo bem?
Diz o Borduna: "Eu acho que falam
universalista, pois tem vergonha de
dizer materialismo." Não, é porque eles
não são materialistas mesmo. Não é
vergonha de dizer, não. É porque eles
querem fugir, fugir desse perigo que é
você se dar conta da realidade, né?
Então é melhor você ficar em ideais,
abstratos, genéricos, né? Então então
Tom aí.
>> [risadas]
>> Não é nem vergonha, não é medo. Medo.
Mas vamos lá, vamos lá que a as
conclusões elas são incríveis. Mas calma
que a gente ainda vai ter o porque vocês
viram que por enquanto tá só os avatar
discutindo, tá o Minicrap, o mano que eu
não sei quem é, que eu perdão aí pela
minha falha moral de não saber quem são
vocês. E aí depois o o Mess também não
sabe quem sou eu, então Tis, estamos
todos aqui num grande conversa de
desconhecidos. Então aí vai vir o CRP,
vai falar e o Daniel Sociedade também
que a gente ainda vai ter o o pessoal
aqui falando. Vai ser um momento
agradándo
coisa. Você tá confundindo coisa. Você
tá falando que você tá querendo passar
com você tá quando a gente fala de
universalismo, a gente pensa, será que
existe uma justiça universal? Que é que
vocês estão defendendo agora? Tu tá
falando? Não, não defendo justiça
universal. Eu defendo que é universal
que exista toda a sociedade vá se
organizar e vá criar o fenômeno da
justiça. Beleza, tranquilo. Agora essa
vazi não é um conceito vazio. Justiça
>> ó, Daniel Cidade tomou um caminho
correto aqui. Tava indo bem. Tava indo
bem. Tava indo bem. Ó, você tá
confundindo as coisas. Ele percebeu o
problema. Tá confundindo as coisas. Uma
coisa é a capacidade de julgar e
constituir justiça. Outra existia o
princípio universal de justiça. Linha
correta. Tava simples e claro,
cristalino na nossa frente. Era isso. Já
tinha visto isso.
O problema ele vai dizer: "Mas essa
justiça se dá na história." Tá correto?
Tá correto. Mas daí o que que ele faz?
Abandona qualquer critério competensão
universal.
Mas aí ele não fez isso ainda. Mas o
outro humano vai se responder. Não, não,
não, pera aí. Aí, pronto. Porque não
adianta pisar na merda, tem que abrir os
dedos, né? Vamos lá.
tratamento, tratamento diferenciado,
conforme a peculiaridade de cada um, a
busca por um critério racional de tomada
de decisão. Justiça não é uma palavra,
porque senão justiça significa abacate,
significa melão. É, essas palavras têm
um um
>> um significado concreto. Ela ela ela
>> aí, pronto. Aí aí vem o quarto problema,
né? Já não tinha mais três, tem agora
tem quatro. Aí vem o vem o
aí ele trouxe mais outra porque justiça
tem que ter conteúdo, tem que ter um um
sentido. Senão se justiça significa
bacante, porque aí tropando a linguagem
do que que dá conteúdo pra palavra
justiça, o que que justiça significa?
Porque se você abrir o princípio moral
universal, justiça significa qualquer
coisa. Como é que como é que a sinapse
encontra esses caminhos? Eu não sei. Eu
não sei. Eu eu não sei como é que você
como como é possível. Eu falo: "Não, não
tem como."
Não tem como as palavras elas têm
sentido na realidade. Show. Eles têm que
observar qual essa realidade, qual esse
contexto, qual essa história. Show. Que
que isso implica em ter um princípio de
ética universal?
já contou aqui várias vezes a história
do menino. Vamos contar pra trilionésima
vez a história do menino. Foi ter aula
com o Socrates. Aí o o o o pai tinha
proibido ele ter aula do Sockets. Ele
volta dar aula com Socrets. Aí o pai
dele fica chateado com o menino. Aqui é
a versão Herbert Richards, o Bruno Heed
da história. Volta pr pr com volta pra
casa do pai. O pai fica bravo com o
menino, pergunta onde é que você tava.
Ele aprendeu com Sócrates que não podia
mentir. Então ele fala: "E fui ter aula
com Sócrates". Aí o pai vai lá dar uma
surra no menino. Aí o menino diz: "Pai,
por que que você me bateu?" O menino, o
pai diz: "Porque eu te amo muito". Aí o
menino diz: "Então pode deixar quando eu
crescer, eu vou te amar muito também".
Resumo da história, a palavra amor e a
violência, a agressão não tem diferença
para esse menino, porque a palavra tem
conteúdo na realidade, na história,
naquilo que está acontecendo naquele
momento, nessas relações.
O que que isso implica em ter um valor
abstrato e genérico que orienta o que
significa a palavra justiça ou o que que
é justiça? Aí perdeu. Mas como o o o
Daniel Cidade foi salvar o amigo dele lá
colocando o pano no a linha correta da
crítica, aí tava indo bem. Agora o crep
percebeu que o sinal vermelho acendeu,
falou: "Ih, aqui é um péssimo caminho".
E aí ele vai entrar para intervir para
tentar ajudar o amigo dele lá. Então
vamos ver aqui.
Tem uma materialidade,
>> a justiça na imanência que vocês estão
colocando, né? Eh, gente, eh, dentro do
contexto que a gente começou, por
exemplo, dentro da Alemanha nazista, a
justiça para eles é exterminar judeu.
Então, eu preciso sair desse desse
ambiente, dessa questão contextual, me
direcionar para um para um para uma
dimensão universal e falar: "Não, isso
tá errado".
Quando alguém meter um ato de Hitler ou
algo semelhante, né, que é você botar o
o bigode ou os nazi na na conversa, já
saiba, a conversa foi para cá do chapéu.
A discussão
foi para além, a discussão se perdeu.
alguém meter isso, você vai falar: "Ih,
não,
não, não, não, porque o pessoal já não
sabe mais o que tá falando, né? Meteu a
conversa do de Hitleron, né? Você traz o
argumento do do Hitler porque assusta o
negócio, os nazi pronto, aí já foi para
cá de chap, ninguém tá querendo
conversar, aí já é já é outro papo.
Vamos lá.
Não é que a justiça pros car aí é
que ajustar muita coisa aí dá muito
trabalho. Mas só para fazer uma
correção, não é que a justiça é fazer
isso, não.
O cara vai ter uma estrutura de justiça.
A questão é que ali não é considerado
condenável você praticar esse genocídio.
Os caras fizeram, eles não consideravam
condenável, mas não significa que eles
estão executando justiça. São âmbitos
diferentes. Dá para entender? É âmbito
diferente. Só para não confundir as
coisas. Isso é importante. Ponto um. Aí
a linha correta. Eu tenho que ter algum
critério para julgar que dizer que isso
é ruim, né? Assim,
eu tenho que ter algum critério para
dizer: "Não pode fazer isso com
coleguinha".
Não pode fazer isso com coleguinha,
porque esses caras fizeram, tá? É
condenável. Eu tenho que ter algum
critério para condenar. Correto, Crep.
Correto, Crep. Nessa parte de que tem
que ter critério para condenar. Isso
implica a existência de um valor justiça
universal ou de um Não, não implica. Não
implica, não implica.
Mas aí o CRP colocou os outros camaradas
numa rua sem saída porque eles não têm
nenhum critério.
Nenhum critério. E isso vai ficar claro
agora, porque tá terminando o nosso papo
aqui que nossas assistir esses vídeos tá
terminando aqui. Eles não tm nenhum
critério para condenar. Nenhum critério.
Nenhum.
nenhum critério para justificar e
estruturar um convencimento de que
aquilo tá errado.
E aí os relativistas, né, se os
universalistas já estão aqui definhando,
os outros aqui também vão defino.
>> A gente vai disputar isso?
>> Não, mas a gente vai disputar isso sem
apelar para essa universidade no mesmo
terreno que ele vai,
>> mas você vai conseguir conversar com ele
>> aí? Eu vou virar falar não, não é que eu
não tô falando em conversar com ele, eu
tô falando em condenar moralmente.
>> É na força moralmente, mas aí volta no
que a gente falou, vai ser na força, eu
vou validar sempre
porque a gente construiu isso.
>> Xavão, chavão, chavão. Para acabar,
fascismo não se debate, se combate.
>> Não, não. Claro, mas a questão é essa.
>> A questão é que só dá para combater
invocando princípios universais.
Eu prefiro bala. Veja bem, só dá
julgamento exige distanciamento.
>> É, acho que já deu, né?
Vocês perceberam o que aconteceu aqui
nesse exato momento?
Vocês perceberam o que aconteceu aqui
nesse exato momento?
Como é que você tem critério para julgar
genocídio,
para estruturar?
Qual critério que você tem para julgar
que tá errado?
Aí o outro mano, mas você vai conversar
com eles?
Eles quem
aí o o outro mano, não, mano, não, mas
tem que ter um critério para julgar. A
outro fala: "Não, eu não quero critério,
eu quero a força. É na força, é na bala.
Quatro menino
conversando no estúdio de fundo branco,
tomando um cafezinho ali. Eu quero na
bala força.
Ai
é muito triste, né?
E aí os caras esqueceram completamente
de que o mundo não é feito só entre
fascistas e não fascistas, de que o
mundo ele é repleto de pessoas
diferentes neste mundo [suspirando]
que também precisam ser convencidas e
ter critérios para condenar aquilo que é
errado,
para dizer aquilo que não é bom, que não
se deve fazer, avisar pro coleguinha que
olha, isso que você tá fazendo um hum
não é bom, né? e que a gente tem que ter
um espaço, âmbito de diálogo e de
convencimento.
Isso significa que vai dar para
conversar com todo mundo, que o diálogo
resolve tudo? Não. Mas isso significa
que eu também não posso abrir mão desse
âmbito do diálogo e dos critérios
compartilhados.
Pragmática e efetivamente, tem que olhar
pra realidade e eu tenho que ser capaz
de conversar e trocar ideia com os
amiguinhos, né? Com os coleguinha, com
aqueles caras que eu não quero que
apoiem o pessoal que tá fazendo cagada.
Eu não quero que eles apoiem, eu quero
que eles venham pro lado de cá, vem pro
lado do bem e da força.
[risadas]
Mas precisa de critério.
Aí os outros não, não, mas é na bala, é
na força, na pancada com fac
e ele sabe que foi de lacrada tanto que
ele avisa, né? Mas aí nós temos, né,
uma conversa completamente perdida, a
armadilha desse universalismo abstrato
genérico que tem que acreditar no no
além.
Eh,
perdão, ainda tô me recuperando de uma
gripe, tá? Então, peço desculpas para
vocês. E o outro que é o o
abandona tudo. Então, se não tem como a
gente trocar ideia, se não tem como ter
esse critério aí, joga tudo fora, não
serve para nada. Essas duas posições,
elas são imbecis e não resolvem
problemas. Elas não são imbecis e não
resolvem problemas.
E ali é caricato, né? Essa conversa
deles é completamente caricata.
Mas ela exprime essa incapacidade de
produzir pensamento que busque solução
de problemas, que encontre critérios
reais e que esteja envolvida na prática
real da vida das pessoas. É só a
reprodução de ideias, de ideologia
mesmo, né? Função ideológica das ideias,
do conteúdo falado, manter ali sua
escola, né, de pensamento, manter a
tradição que ele gosta e não estão
discutindo realidade, a verdade, né? não
estão discutindo o que tá acontecendo na
na no mundo à sua volta, efetivamente
não estão discutindo. Estão discutindo
ideias genéricas abstratas, o que é
terrível, e que morre ali de um jeito
tenebroso, né? Eles não têm critério. Os
universalistas vão apelar para um
critério de justiça universal que você
tem que acreditar nele para funcionar.
Então ele não é útil porque se você tem
que acreditar, meu amigo, não vai
resolver. E os os relativistas ali estão
falando: "Não, mas eu nem quero
conversar, nem quero trocar ideia, é só
pela força." Mas pela força de quê? Você
tá defendendo quem? Com que critério que
você defende esse grupo e diz que é
errado fazer isso? Por que é errado?
Você tem que saber dizer por é errado
fazer isso. Só que aí eles se apoiam nos
caras tipo Niet, né? Eles se apoiam nos
caras tipo Foucault, eles se apoiam nos
cara tipo uma moralidade que vai surgir
ali na crise, na crise da modernidade
que não vai conseguir sair das dos seus
próprios problemas. Como, como eu gosto
de entender a a o que a gente chama de
pós-moderno ainda como o efeito da crise
da modernidade, né? Não é que existe a
modernidade e o pós-moderno são efeitos
da mesma crise, da crise da modernidade.
A modernidade se debatendo em si mesma.
De modo que a gente vai ter uma crítica
correta desse pessoal pós-moderno de
que, olha, tem que apelar paraa vontade.
Por quê? Porque a a filosofia moderna
foi desenvolvida dentro de uma
racionalidade abstrata. É verdade. Aí
eles apelam paraa vontade. Só que aí
eles negam essa outra capacidade do
diálogo, da conversa, da estrutura
racional humana, da resolução de
problemas e apelam só para vontade,
porque é isso que faz valer. Aí nega
esse aí esse aqui para se defender, ao
invés de falar, pô, pode crer, né? Só o
papo abstrato não vai rolar. Fala, não,
não, não. Mas aí vocês também estão
falando bobagem e eles não conseguem
conversar, não conseguem resolver. Então
aí tem que vir a América Latina para
resolver esses problemas aí, né? Já que
a Europa não resolve, a gente resolve
aqui por nós.
Então vamos lá. Mas antes de continuar
aqui, deixa eu ler uns uns vídeos, uns
comentários que eu esqueci, [risadas]
tava aqui no animado.
Aí escalou já, Elvis. Já, já, já, já,
já, já. Aí já, já perdeu, né? Mal
começou assim já. Eles falaram que o
universalismo faz é já e já foi pra casa
do chapéu.
J Mel, eu também acho que usar Adobe é
pedir para jogar tudo pro alto.
Eu não, eu me perdi aqui. Bruno é na
força e chorando. É, na força não dá,
não resolve, né? Diz que fazer o só a
condenação moral resolve, não. E sobre
qual critério, né? Condenação moral para
que e com quem e o que que Ai os dois
lados não resolve o problema.
Lis aí virou mercado de peixe. Virou
ali. Já era. Dead end. Dead endo
Bruno. Se a gente aplicar essa teoria
para tudo, vai dar ruim. Lógico que vai.
Ambas, né? Ambas dão ruim. Jéssica diz:
"Você acha um menino valentão da escola
que diz: "Vou te pegar lá fora". É, o
único problema é que eles não têm o
tamanho daquele menino e nem nenhuma
estrutura suficiente para fazer valer
sua força, né? Não tem. Diz querido
Borduna. Quanto custa para assistir o
Bruno comentário o vídeo inteiro? Eu
veria. manda pxs. Dependendo de quantos
pics chegar, a gente vê o vídeo inteiro.
Que sofrimento.
E se a gente tiver aí eh que tá, pera,
pera, pera, se a gente tiver aí umas
novas 50 pessoas de membrezinha no
canal, que eu eu vejo inteiro. Chegar 50
pessoas de novo aí no canal, eu vejo
inteiro.
Evolução meu, disse o Gabriel. [risadas]
Exatamente.
Meu Deus, Bruno falou tudo. Espero que
sim. Espero que sim. Não tudo porque
ainda tem uma coisa para falar. Ah, o
Adobe Hibler. Ah, agora entendi. Agora
entendi. Perdão. Perdão aí. O Adobe
Hibler.
Adobe Hler, né? Então, gente, vamos lá.
Vamos lá. Vamos organizar essa
brincadeira nas armadilhas, né? As
armadilhas de ficar defendendo escola.
Ó, eu não nego quem foi a porta de
entrada para eu começar a ver esses
problemas. Primeiro foi um filósofo
gringo estadunidense chamado John Dewy,
né? O John Dewy, quando eu tava na
graduação, eu li o Dewy e ele, mano, ele
abriu minha cabeça de uma maneira
bizarra, assim, bizarra, bizarra,
porque o Dy falava filosofia, ela, a
filosofia tradicional moderna que a
gente se acostumou a estudar, ela é
escolástica, né? ela fica reproduzindo
ideia e ela tá perdendo o campo na
história, né, na realidade, na produção
de pensamento, porque ela não resolve
problemas, ela não entende que o
surgimento dela na história foi para
resolver problemas e hoje ela vai ter
função se ela se adequar à resolução de
problemas e buscar metodologias
adequadas para poder resolver esses
problemas dentro do âmbito da filosofia.
E eu achei genial, né? Isso abriu minha
cabeça de falar, é isso, porque me enche
o saco discussões inúteis, discussões
que não tem pé nem cabeça, porque é tipo
isso, eu ficar falando existe ou não
existe um valor universal? Você tem como
verificar isso? Você tem como
materialmente? Não, não tem como. Vai
ficar na crença ou não crença. Crença ou
não crença não resolve seu problema. Eu
sou crente, sou evangélico, sou de
tradição religiosa. Eu sei o
suficientemente bem que crença não
resolve o problema por experiência de
vida.
>> [risadas]
>> Não me ajuda a conviver, não me ajuda a
estar junto com as outras pessoas, não
ajuda a construir estruturas minimamente
adequadas paraa própria estrutura da
religião que eu sigo. Então não vai dar
certo. Então assim,
filosofia para resolver problema,
discussões inúteis. Ah, eh, existe ou
não o amor? Que é o amor? O que é o ser?
O que essas paradas não resolvem nada,
elas não ajudam a gente. Elas são
esforços interessantes, né? O cérebro se
diverte com isso. A gente entra em
grandes brincadeiras, a gente faz jogos
incríveis, mas eles não resolvem
problemas. Então esse é o primeiro
ponto. Segundo ponto importante, dito
isso, o segundo autor que me ajudou
muito foi depois o Henrique Dúciel,
porque aí, beleza, eu sabia que a
filosofia era para resolver problemas
com John Dewy, mas o John Dey não tinha
nenhum critério para poder tomar
decisão, para ver quais problem para
inclusive elencar qual problema eu tenho
que resolver, né? Porque problemas
existem aos montes. Agora, qual a
prioridade que eu tenho para selecionar?
Esse problema é fundamental, esse é
secundário, né? Esse aqui me auxilia
muito. Esse aqui traz grandes ganhos,
esse aqui é bobagem, né? Porque aí eu
posso escolher de onde eu vou destinar
recurso, que que eu vou fazer o quê. Aí
o Henrique Dúel me auxiliou para caramba
nesse processo,
porque ele ajuda a ter critério com
pretensão de universalidade. E a gente
vai ver isso aqui. React de texto agora
nesse momento.
React de texto.
Depois do react de vídeo, a gente vem
pro react de texto. O pessoal aqui só
veio ver o o o
a gente fala mal do dos maninhos. E aí
agora que a gente parou de falar mal, o
pessoal foi embora. [risadas]
Mas vamos pro react de texto agora.
[roncando]
Deixa eu abrir um textinho
[risadas] de fazer o watch. Calma aí,
Rider.
Mas filosofia para resolver o problema,
cara. Desculpa. Aí o que acontece? E aí
a gente precisa daí de alguns critérios,
né? Critério para resolução de problema.
Vou abrir aqui o meu livrinho que é para
adiantar o caminho.
Deixa eu descer aqui.
A gente precisa resolver problemas, mas
aí preciso critérios para inclusive
elencar o que é um problema primordial,
que é um problema secundário, né? Então
vamos lá. Vamos abrir aqui.
[risadas] Diz Gabriel. Caímos do bait.
Vim ver treta e tô tomando conhecimento.
Vai ter, vai ter que conhecimento hoje.
Perdão. Aí [risadas]
diz que do Jons Miguel. Hoje a
filosofia, infelizmente, é só mais uma
parte do conhecimento que se fragmentou
na modernidade e entrou pra lógica da
produção pela produção do capital. É. E
aí vira estudo de curiosidades, né?
Est tudo paralelo, não vira conteúdo.
Então perde de novo. Perdão. Fazer o
diz: "O Bruno fez de novo, fiz. Eu vim
aqui trazer treta e na verdade não é
treta, é conhecimento. Vim aqui com o
conteúdo isca para vocês terem que ser
obrigados a pensar. E é desculpa aí".
Mas vamos lá. o critério, princípio
material, que é uma pretensão, porque o
se é a filosofia para resolver problema,
como aprendi com John Dewy, que me
ensinou muito, eu preciso de critérios,
inclusive, para selecionar os problemas
que eu quero resolver, critérios
básicos, porque assim, ali os aqueles
quatro lá estavam discutindo coisas sem
considerar filosofia mesmo, o que que a
filosofia do século XX produziu, né? a
gente tem discussões extremamente
qualificadas
na na discussão sobre filosofias de
comunicação, na filosofia sobre as
comunidades, não, comunitarismo. A
filosofia analítica desenvolve questões
importantíssimas no âmbito da ética. A
gente vai ter eh diferentes âmbitos da
do pensamento no século XX que vão
tentar resolver esses problemas de
outras maneiras e amplificar a conversa.
não fica só tipo princípios relativos ou
universais, não é muito mais complexo
que isso e muita gente vai tentar
resolver. E aí a gente tem que entrar
nessa história, né? Os analíticos buscam
soluções, buscam verdades, eh descrições
da realidade que auxiliam para caramba
pra gente aperfeiçoar. A galera que não
é analítica, que vai para a galera
continental também traz elementos
importantes, o que significa que eu não
tô negando aqui os autores que também
são do tal pós-modernismo, que trazem
críticas importantes fundamentais. Não
vou negar aqui escola de pensamento e
produção, vamos criticar, vamos trazer
elementos importantes. E esses elementos
então trazem mais complexidade e a gente
tem que observar ela de maneira
adequada.
Só pra gente poder resumir, né? tendo
desenvolvido os processos
autoorganizados e autorregulados da
vida, que emergos,
né? Então, o importante é aqui que
existe um cosmos, que é essa estrutura
existente na qual a gente surge. Dentro
desse cosmos existe uma coisa chamada
natureza, que especificamente tem a ver
com organismos vivos e viventes no
ambiente em que a gente, enquanto
espécie surge. Olha o tamanho da
complexidade do problema.
E esse processo evolutivo no qual a
gente surge, ele não tem determinante,
ele não tem quem é o sujeito dessa
história. São processos autoorganizados
e autorregulados da vida que fizeram com
que a gente chegasse até aqui.
Tudo bem? Discutir universalismo
relativo, sei lá que birosca que eles
vão discutir, ou ética ou justiça sem
considerar isso, é ideia fora do lugar,
a ideia vazia, a ideia abstrata e
genérica. tem que partir do ser
humaninho enquanto ser vivente e
humaninho nessa terra dentro da história
evolutiva dessa vida. OK? É aqui que a
gente tá. Vamos construir
então os processos autoorganizados e
autorregulados da vida que nos trouxeram
até aqui, sua história evolutiva e
randômica, porque não tem ali um padrão
determinado, um telos determinado, como
condição de possibilidade para o
surgimento do vivente humano com suas
adaptações, porque a gente tem
adaptações específicas, e seu modo de
realidade, porque o nosso modo de
realidade nessa terrinha é distinto do
modo de realidade de outros seres
viventes.
Então a gente tem específico
e a constituição material de sua
corporalidade, né? Aqui é uma palavra
bonitinha que o Duce traz como conceito
pra gente entender o que somos nós,
seres humanos corporais. Aí corporais
naquele, né, decoloriza meu corpe e não
sei não, não, não. Corporais no sentido
de que a gente se é constituído enquanto
corpo não é só os órgãos vitais, né? Na
espécie humana, a gente é desenvolvido
enquanto espécie em relações que são
subjetivas e intersubjetivas, porque a
gente nasce no nosso modo de realidade
de vida dessa espéciezinha no planeta,
sem saber falar, sem conseguir andar,
sem saber,
sem conseguir sobreviver, sem que haja
um núcleo familiar em volta, né, um
grupo de uma espécie em volta que
garanta até os nossos 3 4 anos condições
para andar, para comer, para dormir,
para respirar, para beber. Alguém tá nos
alimentando nesse processo e a gente tá
aprendendo a linguagem como meio de
troca de informações intraespécie,
intragrupo pra gente poder se
desenvolver, para na maturidade ser
capaz de agora retornar por uma vida
relativamente autossuficiente.
Relativamente autossuficiente e que
contribua paraa manutenção dessa
espécie. Olha que processo incrível
forma a nossa corporalidade. A língua eu
aprendi de alguém, de um grupo. Eu nasci
da barriga de alguém, alguém me
alimentou. Então esse processo me
constitui enquanto pessoa,
enquanto vivente, né? Isso faz parte da
minha corporalidade. Que que é a
corporalidade humana? Fruto da interação
com o meio, né? Interação com o meio, do
percurso evolutivo de sua espécie, suas
relações comunitárias, familiares,
pessoais e de produção cultural, né?
Então isso conforma uma corporalidade
humana específica,
sem separar processo evolutivo da vida.
Experiências concretas e em
continuidade, não tendo fragmentação,
portanto, ruptura.
Retomemos agora o princípio de produção,
reprodução e desenvolvimento da do
sujeito humano em comunidade.
Será essa passagem de indústria para
explicar a ética e a política?
Vamos lá.
Ah, para. Ah, não, essa parte aqui não
faz sentido. Perdão, perdão, perdão. Ah,
não. Vou falar assim. Pronto.
O vínculo entre ética e política é uma
preocupação recorrente na obra de
Dúciel. Isso quem fala é o Retamoso, o
comentador de Dúciel. Na ética da
libertação, havia desenvolvido ética com
princípios normativos universais. E aqui
eu deveria ter corrigido, porque o Dúcia
fala, são princípios eh
normativos com pretensão de
universalidade,
que a gente vai ver quais são esses
princípios com pretensão de
universalidade.
Com estes eh critérios pode-se avaliar
tanto o comportamento dos cidadãos
como o desempenho das instituições de
seus funcionários. Em consequência, é
possível censurar moralmente os atos que
contradigam o princípio ético universal
ou o princípio com pretensão ética
universal no campo político e a partir
daí põe em questão as instituições
políticas. Mas veja que a gente não tá
falando no mesmo sentido que aqueles
maninhos do tal do universalismo tava
fazendo que aquilo ali era bobagem.
Desculpa, aquilo ali é bobagem.
Que que tá acontecendo aqui? Opa, par.
Perdão, meu computador deu um um
tretinho aqui.
Desse modo, sabendo da função do
princípio fundamental a permear toda
ação e instituição política, o dever
viver como produzir, reproduzir e
desenvolver a vida do sujeito humano em
comunidade, face necessário situá-lo a
partir do conteúdo desenvolvido até
aqui. Que que acontece?
O sujeito humano, ele tem um dever. Se
ele quiser permanecer em vida e
continuar ser humano, algo óbvio que ele
tem que fazer. Ele tem o dever de
garantir as condições de produção e
reprodução de sua vida. E o sujeito aqui
não é a mesma coisa que indivíduo, né? A
espécie humana, a comunidade humana, o
núcleo humano precisa garantir as
condições de produção e reprodução de
sua vida para permanecer em vida. Esse é
o princípio.
E pretende criar um critério universal.
Não é um princípio genérico de justiça,
não é um princípio ético de valor, de
amor, de sei lá o quê, genérico. É,
há uma necessidade. Há uma necessidade.
Garantir as condições de produzir e
reproduzir a vida do sujeito humano. Sem
esta, sem, se você não faz isso, você
não permanece em vida. O sujeito elimina
a sua própria existência, impede de
permanecer em vida, ele morre. morrendo,
não há mais o que se discutir sobre
ética, política ou qualquer outra coisa.
Para existir inclusive ética, para
existir política, para existir justiça,
para existir amor, para existir qualquer
uma dessas coisas, a pessoa precisa
estar viva. Nossa, que óbvio. Mas
ninguém ali tava considerando isso um
elemento fundamental.
A vida é um critério fundamental
e vida implica nessa relação vida a
morte. Se não estão garantidas as
condições de produzir e reproduzir a
vida da comunidade, não tem por discutir
qualquer outro elemento. A partir daqui,
eu posso estipular um critério com
pretensão de universalidade, o critério
que você deve garantir as condições de
produção e reprodução da vida humana em
comunidade para permanecer em vida.
Logo, se você age, atua de modo a não
garantir as condições de produção e
reprodução da vida humana em comunidade,
você impede, você cria problemas
para que esta vida permaneça, para que
as coisas sigam, prossigam. Portanto,
você pode ser julgado como nocivo,
porque está impedindo as condições de
produção e reprodução da vida humana em
comunidade. Cada vez que um ato, que uma
ação, que uma instituição, a partir
desse critério com pretensão de
universalidade,
age de modo a destruir essas condições,
a não cumprir com esse dever de garantir
as condições de produção e reprodução da
vida humana em comunidade, ele pode ser
condenado moralmente, eticamente,
enquanto justiça, e vai se desdobrar em
muitas coisas, mas faz sentido, mas é
muito mais interessante. Por quê? Porque
a partir desse critério com pretensão de
universalidade, ou seja, todo mundo
morre,
a vida para permanecer, ela precisa se
estruturar. a gente tem que se organizar
para permanecer em vida. A partir dessa
questão relativamente básica,
relativamente básica, a gente consegue
criar normas, estruturas fundamentais
que sejam contextualizadas,
que estejam de acordo com cada uma das
comunidades vivas, cada um dos grupos
humanos que se organizam de
culturalmente, de modo distinto, com
determinadas necessidades, necessidades
que criam instituições que suas cujas
funções é garantir a produção e
reprodução da vida desses seres humanos.
E essas próprias instituições vão poder
ser criticadas no momento subsequente
quando elas pararem de garantir as
condições de produção e reprodução da
vida dos seres humanos em comunidade.
Pô, isso resolve todos os problemas?
Não, mas isso não cai na armadilha de
ser relativista ou universalista e nem
achar que existe um critério de justiça
já estabelecido.
A gente constitui esses elementos
historicamente, mas a partir de um um
elemento fundamental, a vida acaba. E aí
eu vou condenar toda ação, instituição,
estrutura, reprodução, justiça, sei lá o
quê, que ao ser executado, todo projeto
executado, que não garantir as condições
de produção, reprodução da vida dos
seres humanos em comunidade, ele deve
ser condenado.
Tem um princípio para ser condenado.
Massa. Faz sentido. Faz sentido. É
bacana. É bonitinho. Eu acho bonitinho.
Resolve todos os problemas. Não, mas a
gente não tá caindo em armadilha
por enquanto.
Vou ler um trechinho aqui.
A vida, né, isso é isso, uma frase que
precisa ser reproduzida. A vida ela
existe, ela tá aí, não tem como negar
ela.
Não dá para negar a vida. Ela é o a
priori, a condição fundamental para a
emergência do humano e de qualquer
relação prática ou produtiva do vivente.
Ela é o a priori. Vimos junto a Dúciel
que a necessidade latente do homem não é
conhecer teoricamente, mas comer
realmente, né? Então, o objetivo dos
seres humanos é conhecer, entender, ter
o princípio esclarecido, universal, não
é comer,
garantir as condições de produção e
reprodução da vida, não é compreender o
mundo. E aqui tem uma, só para não
perder a linha aqui, aqui tem uma
crítica velada, mas não é velada, ela é
bem explícita, na verdade, a Heidegger.
E é o que vem depois dali de uma certa
compreensão do mundo, desse ser no
mundo, que é compreensor, né? Ele
entende, ele compreende o mundo, ele se
pergunta pelo ser e é uma grande esforço
bizarro pela compreensão do ser. Mas o
problema é comer, meu amigo, é garantir
aí pra gente poder estar vivo.
Isso aí é uma coisa importante. Assim
como todo vivente, como todo e qualquer
organismo vivo, a experiência enquanto
vivente imprime a necessidade da vida.
Deve-se encontrar meios para subsistir,
para persistir vivendo, para resistir. O
vivente, como já trabalhado, necessita
encontrar os meios e lançar mão deles
para continuar vivendo.
Vou parar, pausar aqui um pouquinho.
Veja que interessante.
Alguém poderia dizer,
tá?
traz uma implicação aí para isso.
Implicação radical.
A implicação radical fundamental
reside em que eu sempre vou observar
qualquer produção teórica, qualquer
argumentação, qualquer estrutura
julgando moralmente sem separar os anos.
Eu já vou observar julgando,
considerando se está em acordo com a
garantia de produção e reprodução de
vida, impossibilitando que haja algum
elemento neutro nessa brincadeira.
Alguém poderia dizer, por exemplo, uma
descrição analítica de um fato, como
Witgenstein vai dizer, ela pode ser
neutra, ela pode ser objetiva, ela pode
ser clara, usando a expressão do
Vitinstein. Eh, não existe diferença. Se
se existisse alguém capaz de ver todos
os movimentos, todos os os processos da
vida, tudo que tá acontecendo ao mesmo
tempo, em todo lugar, a todo instante,
tal, não sei o que lá, se existisse esse
ser humaninho com o livro da vida
descrevendo tudo ali o que tá
acontecendo, não haveria diferença nesse
processo descritivo de observação e de
fala sobre a realidade entre um
assassinato e a queda de uma pedra.
Isso um relativista abraça.
Esse é o efeito de você não ter nenhum
critério.
Você não tem nenhuma uma critério de
julgamento para dizer, mas tá, mas em
última instância, como é que eu vou
condenar uma parada bizarra e outra e
considerar outra normal? Qual o critério
que eu tenho? O vtin tá expresso é isso,
né? para alguém que tivesse observando
tudo ao mesmo tempo, tal, fica tão
relativo e tão capaz de entender cada
circunstância, seu momento, e seu lugar,
que não tem diferença entre o
assassinato e a queda de uma pedra.
Haveria esse âmbito. Se a gente toma
esse critério com pretensão de
universalidade, isso não aconteceria.
Eu vou observar lá um camaradinha, por
exemplo, eu gosto desse exemplo. João,
vamos descrever João ou vamos descrever
Leandro. O Leandro, bom dia, é Leandro.
O Leandro diz: "Bom dia, Bruno. Bom dia,
baristas e não baristas. Bom dia a todas
as pessoas aqui. Nós somos inclusivos.
Leandro acordou.
Leandro está tomando seu café. Leandro
está comendo. Vamos reduzir pro mais
simples possível. Leandro está comendo.
Aparentemente a frase Leandro está
comendo tem equivalência a qualquer
outra descrição. Por exemplo, uma pedra
está caindo. Estou descrevendo
igualmente.
Relativo, né? Não tem nenhum princípio
ou critério acompanhando isso.
Contudo, porém todavia, no caso de
Leandro, a gente percebe
que Leandro está comendo
porque necessita.
Leandro está comendo, mas ele só come e
tá comendo porque ele precisa comer. Ele
precisa estar em vida.
Percebe onde eu tô querendo chegar?
Leandro está comendo,
mas não é só uma descrição, porque essa
descrição implica em saber, inclusive
que Leandro come porque ele é um ser
vivo, vivente, que precisa comer para
permanecer em vida.
No caso da vida humana, dos seres
humanos, dos seres viventes,
ao descrever suas ações, está implicado
que eles precisam estar em vida e em
condição de vida para realizar qualquer
uma delas. Então, não existe esse âmbito
relativo e abstrato, porque a
materialidade da vida nos coloca um
critério comum. Se você não garantir as
condições de produção e reprodução da
vida, você morre. E aí a gente pode
depreender um critério ético com
pretensão de validade universal,
que não tá lá, não tá aqui, não tá no
além e a justiça pode ser construída de
suas muitas maneiras a partir desse
princípio ou desse critério com
pretensão de universalidade. A gente tem
que produzir, garantir as condições de
produção e reprodução da vida dos seres
humanos pra gente poder fazer qualquer
uma das outras coisas que a gente
quiser. Se não tiver garantido, não tem
como tá aí.
É bom se garante essas condições, é ruim
se não garante. Ah, isso resolveu os
problema, não, mas isso me deu um
critério agora para começar a resolver
problema, a selecionar qual o problema
que eu vou resolver primeiro, qual que
eu vou resolver depois,
a começar a julgar as instituições
estabelecidas, aquelas que nós queremos
construir, uma ação adequada, um projeto
que tenha consistência, por exemplo,
observar aquela frase lixo ali do do do
Daniel Cidade, quando ele diz ali no
final, ah, eh, não se combate, não, não,
eu quero conversar sacro combater. Eu
quero bala, meu. Observa as condições da
realidade, da realidade e vê se a gente
aqui, eu aqui no Capão Redondo, na zona
sul de São Paulo, gritar: "O que importa
é força e bala, o quanto eu aguento".
Nada. Eu não duro 2 segundos, assim como
vocês também não.
As instituições estabelecidas, a
execução de poder colocada, quem já tá
sentado no seu carguinho, quem tem
força, quem tem força de polícia, quem
faz valer o o estado de exceção, né?
Quem que faz isso? Não é a gente. Então,
se o critério for esse e a busca do do
convencimento foi isso, a gente tá
lascado.
A gente cria as condições para nossa
própria destruição.
E aí eu tenho que olhar e falar esse ter
um bom senso de falar: "Esse julgamento
é ruim, você está errado." Ah, não, não,
mas são múltiplas perspectivas. É, e
essa é uma perspectiva errada. Era uma
perspectiva imbecil que destrói as
condições de produção e reprodução da
vida do sujeito, inclusive que está
falando,
porque inclusive ele é incapaz de
realizar o projeto que ele tá dizendo
que ele quer fazer,
entendeu? [risadas]
É, não, mas é relativo. É relativo, mas
teu relativo tá errado.
[risadas] Mas você tá errado. É, mas é o
que eu acho. É, você acha errado. Você
acha errado. Mas aí eu posso dizer e
condenar como errado com critério, né?
Critério objetivo e que dá para
convencer. Ah, mas eu não convenci
aquele cara. Eu não tô querendo
convencer ele. Talvez, talvez o meu, não
seja o meu interlocutor direto a ser
convencido no debate, mas seja os outros
que estão assistindo, que vão falar:
"Nossa, isso faz muito mais sentido".
[risadas] Nossa, realmente essa ideia é
uma ideia merda, né? Essa ideia é uma
ideia merda. Que aí assim é pra gente
aperfeiçoar a ideia de uma ética da
comunicação, né? ética comunicativa,
ética da responsabilidade trocentas
éticas que tem aí e que surgiram durante
o século XX e que contribuem pra gente
buscar eh meios de conviver, meios de
trocar ideia, né, do diálogo e tal, não
sei o que lá. Mas entend meu irmão,
talvez não seja o meu interlocutor
direto, mas é quem tá assistindo esse
debate, porque o debate é público, a
conversa também existe esse âmbito da
comunicação, do convencimento, do
diálogo, da conversa para a comunidade e
não é só entre dois sujeitos
conversando. E a gente vai entendendo o
processo e dando razões uns aos outros.
Afinal, apesar do pessoal relativista
não gostar de razão, a gente dar razões
uns aos outros. Nós precisamos dar
razões uns aos outros para justificar o
que a gente tá fazendo, senão ninguém
falava nada, só ia fazendo [risadas]
e aí ia dar uma merda do nada, que é o
que acontece muitas vezes, né? O que não
significa que existe então a razão
universal, não sei o que lá, que nem os
outros estão falando que é bobagem
também. Tem o espaço do convencimento,
tem o espaço sim das vivências, da
capacidade de aprender aquela
informação,
das experiências que funcionam como
filtro nosso para julgar o mundo. Só que
a gente pode compartilhar critérios,
deve conversar, etc, etc, etc. Beleza,
minha gente, foi massa. Assistimos
Brita, tentamos transformar em ouro.
Não esqueça de curtir esse vídeo, não
esqueça de comentar para engajar, de
espalhar a palavra por aí, de convidar
coleguinhas para chegar aqui no nosso no
nosso canalzinho, na nossa
membresiazinha.
E eu acho que é isso por hoje. Beleza?
Transformamos Brita em ouro. Talvez sim,
talvez sim.
Que bobagem, né, que a gente viu por aí.
Belê,
deixa eu ajeitar aqui os trem porque
hoje é quarta-feira.
Temos que desejar a Walter que ele vá
bem na entrevista hoje, mas ele vai, nós
já sabemos disso. Ele vai voltar aqui
semana que vem ou daqui a duas semanas
dizendo: "Passei, passei e fui
vitorioso". a vitória do trabalhador
e a gente vai comemorar com ele, ficar
todo mundo satisfeito
e todas as demais pessoas também que
estão treinando aí
para o mestrado ou na academia enquanto
ouvem nosso papo ou tomam café. Café é
bom também.
Deixa eu pegar o trem aqui. E é isso,
minha gente. Quarta-feira.
Quarta-feira, quase fim de semana.
Espero que vocês estejam bem. Espero que
tudo esteja tranquilo na vida de vocês,
que vocês consigam persistir em vida.
Cumpram o dever viver de garantir as
condições [música] de produção e
reprodução da vida de vocês. Resolvam
muitos problemas e inclusive que vocês
possam ser salvos resolução de problemas
para ter uma vida melhor. Muito
obrigado, querido Leandro. Força,
de coração. Deus abençoe, que a gente
siga bem, que a gente desfrute muito aí
da nossa caminhada. Façam boas comidas,
façam música, ouçam poesia, assistam
filmes legais, assistam filmes legais,
séries divertidas, que a gente possa
curtir bastante essa vida, porque vale a
pena e ela deve ser vivida, como nós
[música] falamos, é um dever viver e
garantir as condições de produção e
reprodução das nossas vidas em
comunidade [música] junto com os
coleguinhas. Então é isso, Copa do Mundo
chega amanhã, sábado tem jogo do Brasil
e nós pretendemos seguir aqui todo dia
útil. Seguimos [música] trazendo a boa
nova, todo dia útil até a vitória final.
[música]
>> Seguimos trazendo boa nova todo dia útil
>> até a vitória [música] final.
Valeu minha gente. Fiquem bem. Deus
abençoe. Se cuidem, tá bom? E leiam.
Nenhum de tudo.
[música]
E é nós. Quer coisa chamar.
Valeu,
[música]

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