A soberania de Jesus sobre reinos, história e povo de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h
20/07/2026
A soberania de Jesus sobre reinos, história e povo de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Todo mundo. Boa noite, irmãos. Saúdo a todos com a graça e a paz do nosso Senhor Jesus Cristo. Estendo essa saudação aos que nos assistem pela internet, nos assistem de casa. Estamos alegres porque estamos na casa do Senhor, né? E agora teremos um momento, momento de prelúdio, onde vamos entrar todos em espírito e atitude de oração para iniciarmos esse culto que prestamos ao nosso Deus. Então, prelúdio. >> [música] >> Peço à igreja que abramos nossas Bíblias no livro de Salmos. Salmo 111. Salmos 111. As obras magníficas de Deus. Eh, nós leremos do versículo 1 até o versículo 9. Então, faremos uma leitura alternada e eu pediria a todos que o versículo 9 nós eh pudéssemos ler todos juntos. Então, vamos ler Salmo 111 de 1 a 9, leitura alternada e o versículo 9, todos juntos. Aleluia! De todo coração rendei graças ao Senhor na companhia dos justos e na assembleia. Senhor, considerados por todos >> em suas obras há glória e majestade e a sua justiça permanece para sempre. as suas bend >> dá sustento aos que o temem lembrar-se há sempre da sua aliança o seu povoa suas >> as obras de suas mãos são verdade e justiça, fiéis todos os seus preceitos são eles para todo sempre instituos em piedade e piedade >> todos. Enviou ao seu povo a redenção, estabeleceu para sempre a sua aliança. Santo e tremendo é o seu nome. Vamos orar. Senhor Deus, nosso Pai, estamos aqui, Senhor, para adorar a ti e prestar esse culto que a ti devemos, Senhor. Somos gratos e estamos alegres porque temos a liberdade de prestar publicamente este culto a ti. Recebe, ó Deus, nossa adoração, nosso louvor e nossas petições. que eles cheguem de maneira agradável a ti, ó Deus. Que também essa noite possamos aprender mais de Ti, que possamos ver e enxergar as tuas maravilhas em tudo e em todos. que a tua palavra eh pregada e exposta faça diferença em nossas vidas. Senhor, pedimos que o Senhor tenha misericórdia de nós, pois somos falhos, temos pensamentos e distrações, pensamentos errôneos a teu respeito, mas a tua palavra nos diz, Senhor, que o Senhor é benigno e misericordioso e pode nos livrar de todo mal, Senhor. Agradecemos, ó Deus, porque o Senhor tem a sua obra redentora através de Cristo Jesus e a sua eterna aliança conosco. Somos, Senhor, todos pecadores, mas cremos em Jesus Cristo, em seu santo e tremendo nome. E é por ele e para ele que estamos aqui essa noite, Senhor, para prestar esse culto e oro, peço e agradeço em nome dele, nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém. E agora, irmãos, eh, conduzidos pela regência, teremos o nosso hino, hino número 18, novo cântico, eh, hino de Deus dos antigos. Nesse momento do que entoaremos esse hino, cantaremos esse hino, é um momento de consagração de nossos dízimos e ofertas que poderá ser feito através do aqui na igreja, através dos gasofilaços e também eh por meios eletrônicos, tem envelopes nos bancos, tem os dados bancários da igreja e aqueles que nos assistem em casa, no na parte inferior do vídeo também tem os dados da igreja para que todos possam louvar a Deus com os seus dízimos e ofertas. Cantemos o hino. >> Vamos colocar de pé. Deus dos antigos, [música][canto] cuja forte mão é [música] Jesus tem os astros da >> [música] >> soberano é seu [música][canto] cri Criador, com gratidão [música] cantamos teu louvor. [música] Desde o passado, [música] foste nossa luz. Solte até hoje furos. >> [música] >> e proteção. [música] Tua palavra, [canto] lei em [música] direção [música] da guerra atrás [música] do crime assolação dos [música] tempos mausem [canto] confusão. >> [música] >> Seja braço nosso defensor. [canto] Pois confiamos [canto] sempre em ti, Senhor. [música] Teu [música] povsem [canto] em seu louvor no [música] testemunho do teu [música] grande amor. as nossas vidas vem fortalecer [música] para o [canto] teu nome sem [música] engrandecer. Amém. E agora esse momento do nosso culto é o momento de contrição. Abramos novamente a palavra de Deus no salmo de número 111. Eu vou ler do 9 10 até o o primeiro versículo do 12. Tá escrito assim: "Enviou seu povo à redenção e estabeleceu para sempre a sua aliança. Santo e tremendo é o seu nome." O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Revelam prudência todos os que o praticam. O seu louvor permanece para sempre. Aleluia. Bem-aventurado o homem que teme ao Senhor e se compraz nos seus mandamentos. Nesse momento vamos Pode sentar, por favor, a igreja. Eh, vamos ter um momento de oração, né? Oração para pedir perdão pelos nossos pecados. Teremos um momento de oração individual, silenciosa. E logo a seguir vou pedir ao depois, após alguns instantes de silêncio, pedir ao nosso irmão diácono Fernando Lemes que quebre esse momento e faça uma oração de confissão de pecados pela igreja. Vamos orar. nosso Deus e Pai, Deus bendito, Deus Santo, santo, santo. Obrigado, Senhor, porque o Senhor nos trouxe aqui essa noite para adorar o teu santo nome. Obrigado por Jesus Cristo, nosso Senhor, nosso Redentor. Senhor, nós estamos aqui diante da tua santidade pelos méritos de Jesus Cristo, nosso Senhor. Não temos nada em nós mesmos, Senhor, que nos dê crédito para chegar na tua presença. A tua palavra diz que o nosso coração é enganoso, é demasiadamente corrupto. E nessa condição, Senhor, é que nós pedimos perdão e misericórdia ao Senhor. Tende misericórdia de nós, Senhor. Tende compaixão de nós. Derrama a tua graça sobre as nossas vidas para que nós possamos resistir ao pecado, odiar o pecado. Coloca temor em nosso coração. Temor para não tratar o pecado como coisa comum, como coisa simples. Porque nós somos pecadores, Senhor. Nós somos orgulhosos, soberbos, arrogantes, por vezes mentirosos. Pensamos de nós muito mais do que convém. Senhor, perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos. Eh, em nome de Jesus que nós estamos orando a ti, Senhor. Nós muitas vezes nosso coração também é ansioso, ansioso porque desconfiamos do teu cuidado, Senhor. Temos ingratidão no nosso coração, porque o Senhor tem cuidado de nós. Olhamos para trás e vemos a Tua mão bondosa, misericordiosa, nos protegendo, nos sustentando. Mas mesmo assim, Senhor, diante da tua palavra, nós ainda vacilamos com ansiedades. Nos ajuda, Senhor, nos ajuda a glorificar o teu nome com a nossa própria vida, exaltar o teu nome para nossa própria vida e ter um temor, temor sincero, as nossas orações sejam intencionais, realmente com desejo de deixar o pecado. Essa é a nossa oração. Não podemos fazer isso sozinhos, Pai. Nós dependemos do Senhor. E é em nome de Jesus que nós oramos e te agradecemos. Amém. Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de pé nesse momento, continuar adorando ao Senhor por meio de cânticos. E assim como acabamos de orar, muitas vezes nós colocamos ansiedades nas nossas vidas, nós colocamos expectativas que muitas vezes são frustradas e não confiamos 100% em Deus. E por isso a palavra de Deus nos diz no Salmo 63 que nossa alma é como uma terra seca, como um deserto que anseia pelo Senhor. E só pode ser satisfeito, meus irmãos, esse desejo por ele quando nós nos colocamos diante dele, reconhecemos que Cristo é tudo aquilo que nós temos. que nós possamos realmente confiar nisso e aprender a descansar nessa verdade de que estamos com ele, de que a nossa salvação está nele e que nada pode nos tir tirar dela. Tu és ó Deus que sacia o deserto do coração. Quem devo confiar? A ti me apelo. És o auxílio e [música] na sombra de tuas [canto] asas descansarei. Pela tua forte mão estou seguro. De todo [música] coração desejo [música] contemplar [canto] a tua força, a tua [música] glória e o teu poder. Por toda a vida [música] bendirei. Levantarei as [canto] minhas mãos. Todo o [música] meu ser se satisfaz em [canto] teu amor. Com alegria cantarei [música] [canto] uma canção de gratidão. [canto] A tua [música] graça é bem melhor [canto] que a vida. Mais uma vez, de todo coração, >> de todo coração, desejo contemplar a tua força, a tua glória e o teu poder. Abra [música] seu coração diante dele mais uma vez. De todo coração desejo [música] contemplar a tua força, [música] a tua glória e o teu poder. [música] Por toda a vida bendirei. [música] Levantarei [canto] as minhas mãos. Todo [música] o meu ser se satisfaz em [canto] teu amor. >> Com alegria, >> com alegria cantarei uma canção [música][canto] de gratidão. A tua graça [música] é bem melhor que a vida. Como terra [música] seca, minha alma está. Vamos pela [música][canto] água viva tu podes [música] dar. E mesmo quando [música][canto] a escuridão em mim me alcançar, nós temos uma certeza. Sei que não sou digno [música] mesmo. Cristo é [canto] tudo o que [música] tenho. Cristo é tudo o que tenho. Cristo é tudo o que [música] tenho. Por toda a vida bendirei. Levantarei as [música] minhas [canto] mãos. Todo o meu ser se satisfaz em teu [música] amor. Com alegria [música] cantarei [canto] uma [música] canção de gratidão. A tua graça [música][canto] é bem melhor que a vida. por meio desse amor, Deus fez um só povo com ele. E como povo reunido do Senhor, continuemos a cantar a ele com alegria no nosso coração. Tu és a luz que brilha [música] sobre a escuridão. Tu és a paz que acalma todo o coração. És o [música][canto] pão do famino, a força do aflito. E [música] nós somos teus pés e tuas mãos. Somos teu povo. Somos teu povo. A tua [música] igreja, tua luz brilha sobre nós. mesmo [música] corpo, um só espírito, o Senhor, faça a tua [música] vontade através de nós. Que o teu reino venha. Faça [música][canto] a tua vontade através de nós. Que o teu [música] reino venha. Que o teu reino [canto] venha. Tu és a luz que [música] brilha sobre a esidão. Tu és a paz que [música][canto] acalma todo coração. É o pão no [música] famío a força do afido. E nós somos Deus pés de tuas mãos. Tua verdade sempre. permanecerá [música] do teu amor. Quem poderá nos separar? É fiel e para sempre. Teu povo sustenta, então o mundo inteiro [música] verá o poder do grande rei. [música] Justiça e paz. Justiça e paz se encontram e nasce a alegria. Este é o teu reino. [música][canto] Este é o teu reino. Justiça e [música] paz encontram e nasce a alegria. Este é o teu reino. [música] Este é o teu [canto] reino de amor. Justiça e paz encontramos. E nasce a alegria. Este é o teu reino. Este é o teu [música] reino. Justiça e paz se encontram e nasce a alegria. Este é o teu reino. [música] Este é o teu reino de amor. [música] Oh oh. Tu és a luz, tu és a luz que brilha sobre a [canto] escuridão. Tu és a paz que acalma todo o coração. [música] És o pão do [canto] faminto, a força do [música] aflito. E nós somos teus pés e tuas mãos. Tua verdade [música] sempre permanecerá no teu amor [música] que poderá nos separar. És fiel e para sempre eu novo [música] sustentar. Então o mundo inteiro [canto] verá o poder do [música] grande rei. Que a nossa vida seja sempre um sacrifício vivo e agradável na presença do nosso Deus. Vamos cantar essa última música. Vem, Senhor, minha vida oferecer [canto] como oferta de amor e sacrifício. Quero minha vida a te entregar. Como oferta viva em teu altar. Mais uma vez início. >> Vem o Senhor minha vida oferecer como oferta de amor e sacrifício. Quero minha vida a te entregar como oferta viva em teu [música] altar. para te [música] adorar. Foi que eu nasci. Cumpre em mim o teu querer. Faça o que está em meu [música][canto] coração. E que a cada [música] dia eu queira mais e mais estar ao [música] teu lado, Senhor. Todos juntos início mais uma vez. Vem ao Senhor minha vida oferecer. [música] Coloque-se diante dele. Uma oferta [música] de amor e sacrifício. Quero minha vida [música] a te [canto] entregar como oferta [música] vida em teu altar. para te adorar. que eu nasci. Cumpre em mim o teu querer. Faça o que está em teu coração. E que a cada [música] dia eu queira mais e mais estar ao teu lado, [música] Senhor. Pois para te adorar. >> Foi [música] que eu nasci. Creem. o teu querer. [música] Faça o que está em teu coração e que a [música] cada dia eu queira mais e mais. estar [música] ao teu [canto] lado. Estar ao teu lado. Estar ao teu lado, Senhor. Quero chamar aqui à frente todas as crianças até 8 anos de idade que venham aqui à frente. Nós oraremos para por pelas crianças antes delas irem à sala. Mas eu quero também chamar a a coordenadora do Departamento Infantil, nossa irmã Andreia, que dará um uns breves avisos e peço a ela também que logo em seguida faça a oração pelas crianças que se dirigirão à suas salas aqui em cima. Ela vai dar explicações a respeito. >> Boa noite. Só para avisar que o bersário estará aberto para apoio das mamães que precisarem realizar troca ou alimentação dos seus bebês. E lá no IP nós teremos as classes de de culto infantil de 2 a 8 anos. Vamos orar. Podem repetir comigo. Senhor Deus, >> nós te agradecemos por estarmos na casa do Senhor na casa do Senhor >> com toda a liberdade com toda liberdade >> para te prestar culto para te prestar culto. >> E para te adorar. que todos os nossos dias nosos dias sejam para o teu louvor e que a cada dia nós possamos crescer em estatura e graça diante do Senhor e da nossa igreja. Em nome de Jesus. Amém. Vamos devagar sem correr. Meus irmãos, que a graça e a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo estejam com todos. Quero convidá-los a abrir a palavra do Senhor no livro do profeta Daniel, capítulo de número cinco. Nós começaremos uma série do capítulo 5 ao 12 de Daniel, intitulado O Reino que não será abalado. Essa noite nós vamos olhar para o capítulo 5 do livro de Daniel. Mesmo assentados, nós vamos acompanhar a leitura da palavra do Senhor, que nos diz assim: "O rei Belazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil, enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabuco Donozor, seu pai, tirara do templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. Então trouxeram os utensílios de ouro, que foram tirados do templo da casa de Deus, que estava em Jerusalém, e beberam neles o rei, os seus grandes e suas mulheres e concubinas. Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. No mesmo instante apareceram os dedos de mão de homem, escreviam de fronte do candieiro na caiadura da parede do palácio real, e o rei via os dedos que estavam escrevendo. Então se mudou o semblante do rei, e os seus pensamentos o turbaram. A junta dos seus lombos se relaxaram e os seus joelhos batiam um no outro. O rei ordenou em voz alta que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. Falou o rei, disse aos seus aos sábios da Babilônia: "Qualquer um que ler essa escritura e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura. trará uma cadeia de ouro ao pescoço e será o terceiro no meu reino. Então entraram todos os sábios do rei, mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. Com isso, se perturbou muito o rei Belsazar, e mudou-se-lhe o semblante, e os seus grandes estavam sobressaltados. A rainha mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete e disse: "Ó rei, vive eternamente. Não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. Há no reino um homem que tem o Espírito dos deuses santos. Nos dias de teu pai se achou nele luz, inteligência e sabedoria como a sabedoria dos deuses. Teu pai, o rei Nabuco Donozor. Sim, teu pai, ó rei, o constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros. Porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução solução de casos difíceis se acharam neste Daniel, a quem o rei pusera o nome de Belessazar. Chame-se, pois, o Daniel a Daniel, e ele dará a interpretação. Então Daniel foi introduzido à presença do rei, falou o rei e disse a Daniel: És tu aquele Daniel dos cativos de Judá, que o rei, meu pai, trouxe de Judá? Tenho ouvido dizer a teu respeito que o Espírito dos deuses está em ti e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. Acabam de ser introduzidos à minha presença os sábios e os encantadores para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação, mas não puderam dar a interpretação destas palavras. Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis. Agora, se puderes ler esta escritura e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, terás cadeia de ouro ao pescoço e serás o terceiro no meu reino. Então respondeu Daniel e disse: "Na presença do rei: Os teus presentes fiquem contigo e dá os teus prêmios a Ultrem. Todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. Ó rei, Deus, o Altíssimo, deu a Nabuco Donozor, teu pai, o reino a e grandeza, glória e majestade. Por causa da grandeza que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele. Matava a quem queria, e a quem queria deixava com vida, e a quem queria exaltava, e a quem queria abatia. Quando, porém, o seu coração se elevou e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real e passou dele a sua glória. Foi expulso dentre os filhos dos homens. O seu coração foi feito semelhante ao dos animais, e a sua morada foi com os jumentos monteses. Deram-lhe a comer erva como aos bois, e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens e quem quer constitui sobre ele. Tu Belsazar, que és o seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto, e te levantaste contra o Senhor dos céus, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu e os teus grandes, e as tuas mulheres e as tuas concubinas bebestes vinho nele, neles. Além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro e de madeira e de pedra que não veem, não ouvem, nem sabem. Mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e os teus caminhos, a ele não glorificaste. Então, da parte dele foi enviada aquela mão que traçou esta escritura. Esta, pois, é a escritura que se traçou. Men, Meni, Tequel e Parcim. Esta é a interpretação daquilo. Men contou Deus o teu reino e deu cabo dele. Tequel, pesado foste na balança e achado em falta. Peres, dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos persas. Então mandou o Belsar que vestissem Daniel de púrpura e lhe pusesse cadeia de ouro ao pescoço e proclamassem que passaria a ser o terceiro no governo do seu reino. Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus, e Dari Medo, com cerca de 62 anos, se apoderou do reino. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, rogar ao Senhor depois de lermos a tua palavra, ilumina a nossa mente, abre o nosso entendimento e o nosso coração e aplica, Senhor, a tua palavra em nós. Que nós possamos sair daqui, ó Deus, conscientes do Deus que nós servimos, ó Deus, conscientes daquilo que nós precisamos viver diante do Senhor. Nós clamamos ao Senhor, ó Deus, que o Senhor transforme o nosso coração, converta o nosso coração a ti, é a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Os irmãos, há um texto em Lucas, no capítulo 12, que Jesus ele conta uma parábola, uma parábola de um fazendeiro. E o título dessa parábola está lá como um fazendeiro louco. A história eh nos diz eh Jesus contando essa parábola, que esse fazendeiro colheu muito em uma temporada e, portanto, ele mandou fazer celeiros maiores para que ele pudesse acumular os seus bens. E ali até aquele lugar nada de errado. Mas aquilo que a palavra de Deus vai mostrar é que em momento algum esse fazendeiro, ele deu eh créditos a Deus que na verdade o trabalho dele só poderia ter dado frutos porque Deus também controlou tudo aquilo ali. E aí o texto nos mostra que enquanto ele dizia a alma dele tem em depósitos muitos bens para muitos anos. Então ele diz: "Come, descansa, come, bebe, regala-te". Ele não sabia que estava em perigo. E aí o texto nos diz que Deus diz a ele: "Louco: "Esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será?" Parábola de Jesus, ela revela algo importante na nossa vida, que normalmente se apega à falsa segurança de se esconder às vezes em impérios, em palácios, exércitos, celeiros cheios, planos que normalmente para nós são bem organizados e na ilusão de que talvez o amanhã esteja controlado sobrole. Daniel no capítulo 5 descreve essa mesma verdade, mas numa escala imperial. Belsar também, ele acreditava que estava seguro. Não tinha celeiros aqui, mas possuía muralhas. Ele não falava apenas consigo mesmo, mas ele estava celebrando com 1000 autoridades ali. Ele não estava dizendo: "Come, bebe, regala-te". Mas ele estava agora no palácio da Babilônia, em uma festa de orgulho e de idolatria. Enquanto o rico insensato descansava nos seus bens, na parábola, Deusar descansava sobre a Babilônia. Enquanto o fazendeiro descansava nos seus celeiros, o outro confiava nos seus muros. O problema aqui que o texto vai nos mostrar eh de Belsazar eh e assim como rico insensato não era possuir recursos. Não é isso que a palavra de Deus está dizendo, nem recursos, nem poder ou influência. O problema estava em viver essas coisas como se elas pudessem protegê-lo diante de Deus. Então, Daniel no capítulo 5 não é apenas uma história de um rei antigo. Ela é revelação de que todo ser humano também ele pode construir essa falsa sensação de segurança enquanto sua vida permanece eh na mão de Deus. Todo ser humano, então, ele vive diante dessa balança de Deus. E nenhuma segurança que a gente possa conseguir com as nossas mãos ou segurança terrena pode na eh na verdade esconder a verdadeira condição da nossa alma. Por isso, a palavra de Deus nos mostra que Deus julga os governantes, os reinos que orgulhosamente profanam a sua glória. Mas quando olhamos para esse texto, a gente vê o foco do texto e a gente precisa entender qual é a condição caída aqui. Para que a gente perceba a redenção, é necessário perceber a condição caída. Ou seja, normalmente aqui o o ser humano, ele recebe de Deus a vida, eh, as oportunidades, os recursos, o poder, mas muitas vezes dominado pelo orgulho, ele apropia-se dessas dádivas para exaltar a si mesmo, servir aos seus ídolos e desprezar a glória do criador. Daniel capítulo 5, então apresenta, pelo menos nessa narrativa, são três momentos aqui nos quais Deus revela a fragilidade dos reinos humanos e a soberania do seu reino eterno. Mas eu gostaria que você relembrasse, quero trazer a memória sua um pouco antes, quando Daniel está sendo escrito aqui, para que a gente entenda o contexto e algumas eh algumas partes dessa narrativa. Daniel está aqui mais ou menos no ano 539 aes de. Crist, depois das experiências aqui de com Nabuco Donozor, qual é citado também nesse capítulo e que é narrado também no capítulo anterior. Nabuco Donozor havia morrido aqui e uma sucessão de governantes eh instáveis começou a ocupar o trono da Babilônia. Na época daquela cidade, Nabonido e era o governante principal do império, enquanto seu filho Belsazar, ele exercia a função de corregente e ele administrava a Babilônia. Portanto, ele é chamado rei aqui. E aqui a gente vai perceber nas figuras do texto, mas na verdade Nabonido era rei sobre toda a Babilônia e Belsazar era aquele que cumpria todas essas ordens. Portanto, era ele que estava diretamente ligado ao reinado. Isso explica então porque o texto repete que Belsazar oferece a Daniel a posição de terceiro, porque Nabonido era o primeiro, ele era o segundo. Então ele oferece aos encantadores ou então depois ele oferece a Daniel que seria colocado em terceiro. Para que a gente relembre, depois aqui da morte de Nabuco Donozor, nós temos a ascensão do seu filho, que era Evil Merodak ou Amel Marduque, né? Eh, na literatura, na história, ele é relatado como Amel Marduque. A palavra de Deus o chama de Evil Merodque lá em segundo Reis, no livro de Segundo Reis, no capítulo 25, verso 27 a 30. E também Jeremias, no capítulo 52. Foi ele que libertou o rei Joaquim de Judá da prisão, que tinha ido paraa Babilônia. Seu reinado, ele dura aproximadamente 2 anos. Ele foi morto por uma conspiração eh de Neglissar. Negrisar era genro de Nabuco Donozô e, portanto, ele também tinha um nome babilônico, né, Narguel Sarazé, e provavelmente estava ligado à família real por meio de um casamento. Ele se casou com uma filha de Nabuco Donozor, mas ele não era filho de Nabuco Donozor. Ele reina então de 560 até 556 antes de Cristo. Logo a seguir a gente tem o filho de Neglissá, que é Labas Marduk. E após a morte dele, ele assume o trono. Só que também é interessante que quando ele assume o trono na história diz que provavelmente ele reina entre um e 3 meses, que foi o seu reinado. Ele foi deposto, ele foi morto em conspiração palaciana. E foi aí que Nabonido assume o poder. Nabonido então foi o último rei oficial de Babilônia, tá? Então ele assume ali o reinado e a sua ascensão ele representa o fim aqui da sucessão direta da antiga casa real. Ele governa de 556 até a conquista pelo império persa aqui em 539. E ele permanece, normalmente, ele permanecia no palácio em Temá, na Arábia. E, portanto, Belsazar governava sobre quase todo o território da Babilônia. Então, Belsazar, ele não sucedeu, ele nunca sucedeu formalmente na Bonido, ele nunca foi oficialmente, na verdade, o rei aqui. E aqui também nós precisamos entender algumas questões do texto, como eu falei. Então, na sequência do texto, no verso 516, ele fala que seria o terceiro no reino, exatamente por causa dessa ordem aqui. E assim quando Daniel diz a Belazar: "Ó rei Deus, o Altíssimo deu a Nabuco Donzor, teu pai o reino". Na verdade há uma expressão no texto, há uma expressão em hebraico que é AB. Todo nome que começa com AB normalmente se indica pai, sucessor, antecessor, né? Alguma coisa ligada a isso. Então, dá pra gente entender Abner, na verdade era filho, né? Pai de Ner ou Absalão, pai da paz. E assim, normalmente não era que eh aqui nós estamos falando que Belsar seria de fato o filho ou da linhagem direta de Nabuco Donozor, mas essa era uma expressão para um antecessor, para o ancestral, para o fundador de uma dinastia ou para um rei, qualquer governante, era usado da mesma maneira para que a gente entenda as figuras aqui do texto. Portanto, a grande aplicação de Daniel no capítulo 5, que é que em apenas 23 anos, após a morte de Nambuco Donozor, a Babilônia, ela passou por assassinatos, conspirações, governos breves, mudanças aqui dinásticas e até cair diante eh dos persas, tá? E os reis mudaram rapidamente, mas a gente percebe que há um reinado passando por cima de tudo isso e o reino de Deus permanece inabalável. Quando o império Medo Persa, ele liderado por Sírio, ele avança sobre a Babilônia mesmo diante da ameaça, nós estamos vendo o exato momento que isso está acontecendo e Belsazar está oferecendo um banquete para mil de seus. celebração aqui não é aleatória no texto. Provavelmente ele tinha a intenção de mostrar aos governantes e as pessoas que mesmo que um outro império estava marchando contra eles, eles não conseguiriam derrotá-los. Porque eh Belsazar confiava na força das suas muralhas. Babilônia era cercada por muralhas. Eles tinham reservas de alimento suficiente e o rio Eufrates atravessava a cidade. Portanto, eles não ficariam sem água, portanto não ficariam sem alimento. Poderia aguentar um grande cerco ali prolongado. E Belsazar estava agora festejando e colocando a Babilônia, dizendo possivelmente que seria invencível. e nossos deuses, né, nos protegerão. Diante disso, eu quero destacar algumas lições paraa nossa vida, que esse texto não fala apenas de um império caindo, mas esse texto fala das nossas próprias vidas, fala da nossa própria história. Perceba então alguns movimentos nesse texto. Primeira coisa que o texto nos ensina é que a arrogância humana, ela profana aquilo que pertence a Deus. A arrogância humana, ela profana aquilo que pertence a Deus. Perceba que em Daniel do capítulo 5, do verso 1 a 4, o texto diz: "O rei Belazar deu um grande banquete a 1000 dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos 1000". O texto começa descrevendo um grande banquete aqui. Belsazar está no centro aqui da celebração. Isso é muito comum. Se você pegar literatura do antigo Oriente próximo, você vai perceber que essas festas eram iguais. Ou seja, o rei tinha lugar de destaque onde tudo canalizava para ele. Era ele que determinava o comportamento e o padrão da festa. Que Belsar nos é não é apresentado pelos seus feitos. Nada aqui no texto mostra o que Belsar fez. A única coisa que ele faz é exatamente essa festa. Ou seja, ele está desfrutando de um império no qual Nabuco Donozor construiu no tempo de Nabuco Donozor. E ele organiza um banquete para mostrar exatamente a sua grandeza. Isso está dentro das formas mais sutis de orgulho que permanece no coração humano. Normalmente eh se orgulhar e muitas vezes orgulhar dos feitos da nossa mão e não reconhecer aquilo que acontece ou que aconteceu até ali para que nós tivéssemos aquilo que nós estamos nos orgulhando. Talvez a gente se orgulhe de uma igreja que outros plantaram, de uma fé que outros preservaram, de instituições que normalmente outros construíram. Recebemos famílias, recursos, oportunidad, influências, dons, mas facilmente nós passamos a viver como se tudo isso tivesse começado conosco, tivesse começado a partir da nossa história. Belazaro, então, diante disso, ele profana os utensílios do templo. E aqui nós lembramos que durante a festa ele lembra de que esses utensílios eram lá que foram trazidos de Jerusalém. Ele não lembra de tudo aquilo que Deus já tinha feito na história da Babilônia. E isso a gente vai ver no final do texto. Então ele pede os utensílios da casa de Deus para que eles pudessem beber nesses utensílios. Então eles transforma em taças agora as taças ou aquilo que era do templo de Jerusalém numa celebração idólatra. O seu pecado aqui não foi simplesmente beber vinho e objetos antigos. O seu ato foi uma declaração pública de desprezo. É como se ele tivesse dizendo: "Olha, o Deus de Israel foi derrotado. Seus utensílios agora servem à nossa festa. Aquilo que pertencia ao Senhor, ao Deus de Israel agora pertence a nós." Há um comentarista, um exegeta Longman, Temper Longma, ele ressalta que ao destacar a mensagem de Daniel, apesar das dificuldades presentes, Deus continua no controle e terá a vitória final. Para os exilados aqui, os utensílios do templo no palácio babilônico parecia um sinal de derrota, mas naquela mesma noite esses objetos se tornariam o cenário da vidicação divina. Portanto, os homens podem profanar aquilo que pertence a Deus, mas jamais poderão destronar a Deus a quem pertence essas coisas. Essa é uma verdade bíblica. Portanto, a profanação acontece quando tomamos aquilo que pertence a Deus. e usamos para nossa própria exaltação. Nós podemos fazer do nosso corpo que pertence a Deus, mas utilizamos para satisfazer os nossos próprios desejos. Nossa inteligência pertence ao Senhor, mas a usamos para alimentar normalmente a vaidade. Nossa influência pertence a Deus, mas empregamos para construir o nosso próprio nome. Nossos recursos pertencem a Deus, mas o administramos como se não tivéssemos de prestar contas. Para Deus profanar o santo é tornar ou tomar aquilo que Deus separou para sua glória e colocá-lo a serviço do orgulho humano. Belsasar ainda num segundo movimento, ele adora, eh, ele adorou aquilo que não podia salvá-lo. O verso 4 apresenta uma ironia. Eles beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. Esses materiais agora que é relacionado no texto aqui, os irmãos vão lembrar que é citado na estátua de Daniel no capítulo de número dois. Portanto, aquilo que os homens transformam em Deus são apenas partes da criação. Os ídolos aqui da Babilônia eram feitos desses materiais preciosos, mas permaneciam, como o próprio texto diz, cegos, surdos, mudos, incapazes de salvar. Então, quando Belsazar louva deuses feitos por mãos humanas, a mão do verdadeiro Deus aparece na parede. Os deuses da Babilônia aqui tinham mãos, mas não podiam agir. O Deus de Israel não era representado por imagem nenhuma, mas sua mão governava a história. E o texto está mostrando em meio a essas ironias da narrativa. Portanto, essa Babilônia lembra que a segurança política, ela também pode ser enganosa, né? O fato da música continuar tocando, os copos permanecendo cheios, o muro continuar em pé, não significa que Deus esteja ausente ou que o juízo esteja distante. Sincler Ferguson também, ao comentar esse texto, ele relaciona a queda de Belçazar a advertência lá de Provérbios. Se a gente lembrar, Provérbios 29 verso 1, diz assim: "O homem que muitas vezes repreendido endurece a serviz quebrantado de repente sem que haja cura". Portanto, a expressão de repente de Provérbios é exatamente o que está para ecuar eando em todo Daniel 5. Aqui a festa continua, o vinho é servido, mas a gente percebe um silêncio temporário de Deus e a gente já viu que isso não é sinal de aprovação, pode ser apenas o intervalo anterior à sentença e Deus cumprindo a sentença. Toda geração ela precisa ouvir essa advertência. Podemos estar ocupados com uma série de coisas na nossa vida, festas, projetos, negócios, conquistas, mas nós precisamos lembrar que o Senhor continua no trono e nós não podemos ignorar os sinais que Deus nos dá. Essa advertência, porém, não nos é dada para lançar no desespero aqui, mas é exatamente para nos despertar diante de Deus enquanto há tempo de correr para Deus, que chama sempre pecadores ao arrependimento. Mas a pergunta não é apenas quais os ídolos de Belsazar. A pergunta é quais são os ídolos que recebem os utensílios de nossa vida? O que que controla o nosso coração? O que que nos faz sentir seguros? O que que se fosse perdido faria parecer a vida que a vida perdeu completamente o sentido? Essa é a pergunta diante do texto. Portanto, quando uma coisa criada ela ocupa lugar do criador, uma bênção se transforma em ídolo. Mas há uma segunda sentença no texto que nós aprendemos que a revelação divina desmascara a falsa segurança humana. A partir do verso 5, se você acompanhar no seu texto, do verso 5 até o 16, o texto começa dizendo: "No mesmo instante apareceram os dedos de mão de homem e escreviam de fronte do candieiro na caiadura da parede do palácio real". Quando Deus manifesta a sua presença aqui, a arrogância humana, ela sempre revela imediatamente a sua verdadeira fragilidade. A expressão, no mesmo instante, estabelece a ligação direta entre o pecado e a intervenção divina. Perceba os movimentos no texto. Perceba aquilo que está acontecendo. Belsar levanta a taça. Deus levanta a mão. O rei profanos utensílios. Deus escreve aqui na parede, a festa então interrompida. Não foi um ataque militar nesse momento, mas por uma revelação celestial. A mão escreve exatamente, o texto faz questão de dizer diante do candieiro, ou seja, era num local iluminado da parede. Deus não está apenas sussurrando aqui sua sentença num canto escuro. Deus está mostrando claramente ali diante do rei e dos seus convidados. O pecado havia se tornado público, a advertência também seria pública. Então, o rei que intimidava a todos, agora homem é um homem aterrorizado. O versículo 6 descreve a reação física de Belsazar. O texto diz: "Mudou-se o semblante do rei, os seus pensamentos o turbaram e a junta dos seus lombos se relaxaram e os seus joelhos batiam um no outro. poucos instantes. Belazar estava cercado aqui de 1000 autoridades e dentro de uma cidade fortificada, mas agora ele está com medo. O medo revela a sua segurança, que a sua segurança era apenas uma aparência. O pecado, então, irmãos, costuma produzir uma coragem artificial. Enquanto não existe confronto, o pecador parece seguro. Ele sempre se parece seguro. Enquanto Deus parece silencioso, o homem normalmente imagina que é soberano. Mas a consciência sabe que existe um juiz. Todos nós sabemos. É Deus que implantou isso em nós. A sabedoria então da Babilônia se mostra incapaz. Belças convoca de novo caldeus, feiticeiros e promete púrpura, corrente de ouro, terceira posição no reino. E assim a gente vê que os sábados vieram, mas não puderam ler. E essa incapacidade aqui é repetida na história. Portanto, nós já vimos isso em Daniel, que os sábios também não conseguiram revelar o sonho de Nabuco Donozor. não consegue interpretar adequadamente as revelações divinas e não consegue compreender a escrita na parede. Babilônia pode construir muralhas, organizar exércitos, administrar império, mas não consegue interpretar corretamente a palavra de Deus. Lembre-se disso. A Babilônia pode fazer muita coisa, mas ela não consegue interpretar corretamente a palavra de Deus. nenhuma das áreas da vida, por maior que seja, a inteligência humana continua incapaz de decifrar o sentido último da vida sem a revelação de Deus. Daniel foi lembrado aqui quanto quando a crise chegou, a rainha mãe entra na sala e fala sobre Daniel. Nesse momento aqui, Daniel já era idoso. Daniel já era um idoso, provavelmente havia se afastado do centro da administração. Belsazar fazia festas, conhecia os nobres, sábios. Mas aparentemente no texto, percebam isso, que ele não conhecia Daniel. Ele não conhecia Daniel. E assim a gente vê que normalmente às vezes poderes de uma época podem marginalizar servos de Deus, mas não pode tornar a falsa verdade que eles proclamam. Então a gente vê que a fé de Daniel não estava à venda. de novo aqui olhar pro texto, a gente vai perceber que quando a gente olha, abre Daniel, a gente tem a impressão que são histórias e às vezes, como diz um comentarista também, enganosamente simples, às vezes mostrando uma fé sobre pressão, mas o texto agora de Daniel 5 parece apenas narrar uma festa também, uma mão misteriosa no escrito, escrevendo na parede. Mas aqui há um confronto entre dois modos de viver. É o que a palavra de Deus está mostrando. Belsar vive pela aparência e pelo poder e pelo prazer. Há um contraste com Daniel. Daniel vivia pela fidelidade, pela verdade, pelo temor de Deus. Quando Daniel chega diante de Belsazar e ele lhe oferece honrarias, não é que Daniel está sendo rude e grosso aqui, porque Daniel sabia o que ia acontecer. De que garantia ele ser o terceiro no reino se o reino estava para cair? Daniel sabia disso. Daniel responde: "Os teus presentes fiquem contigo. Dá os teus prêmios a outra. Todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. Daniel não estava aqui dizendo que toda remuneração ou reconhecimento não fosse eh fosse errado, que a gente vê em outro momento, em contextos diferentes, que ele havia recebido posição administrativa. Mas o problema era que naquela noite as recompensas de Belsazar não tinha valor nenhum. Ser terceiro governante de um reino que estaria para cair antes do amanhecer não era promoção nenhuma aqui. Não era título nenhum. Daniel então demonstra que a palavra de Deus não pode ser comprada também. Ele não ajustaria a mensagem para receber essa púrpura. Não suaviza também o juízo para receber ouro. Ele está diante de um rei, mas para falar aquilo que é verdade do Senhor. Lembram na história também? Há um momento na história do qual nós somos herdeiros, quando Lutero está diante da dieta de VMES, lá em 1521, as autoridades pedem a ele que ele reneguem tudo aquilo que ele tinha dito. Ele diz: "Ao menos que vocês me convençam pela palavra de Deus, aqui eu me calo." Ele estava sofrendo sério risco de ser morto ali. Tanto é que depois ele tem que ser exilado. Daniel não perguntou o que devo fazer para permanecer no palácio. Aqui nós vemos diretamente algumas implicações para nós. A igreja precisa eh entender que eh nós precisamos viver como cristãos que não escondem sua fé para manter a aceitação social. Famílias que não abandonem seus valores para acompanhar a cultura. Essa é a nossa luta no nosso tempo e sempre isso aconteceu. Mas a palavra de Deus ainda nos mostra uma terceira coisa, que o juízo de Deus considera o conhecimento recebido e a glória negada. Daniel, no capítulo 5, do verso 17 a 24, ele diz: "Tu, Belsazar, que és filho, não humilhaste o coração, ainda que sabias tudo isso." Deus julga com justiça, porque considera que não apenas aquilo que nós fizemos, mas também a verdade que nós conhecemos. E rejeitamos deliberadamente, antes de interpretar a palavra, Daniel apresenta acusação contra Belsar. Condenação, ela não veio sem explicação. Deus não julgou Belsazar arbitrariamente. O rei havia recebido conhecimento suficiente para se humilhar. Ele conhecia a história de Nabuco Donozor. Portanto, Belçazar que conhecia essa história, Daniel que relembra aqui os acontecimentos do capítulo 4ro, Deus deu a Nabuco Donozora, reino, grandeza, glória e majestade. Povos, nações tremiam diante dele. Porém, quando o seu coração se exaltou, Deus o derrubou. E Nabuco Donozor foi afastado da convivência humana até reconhecer. E o texto diz lá, ó Deus Altíssimo, que o Deus Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens a quem quer constituir sobre ele. Essa é a declaração de Nabuco Donozor, onde Belsazar se dizia seu filho. Belsazar conhecia essa história e é por causa disso que Deus está agora trazendo a condenação. O problema de Belsasar não era a falta de informação, era a resistência moral à verdade. Que assim também chama atenção para o contraste Nabuco Don Nozou e Belsazar. O primeiro Deus concedeu tempo para ser humilhado. Nabuco Donozor teve tempo e reconheceu a soberania divina. Ao segundo Belsazar que já conhecia a história de Nabuco Donozor. A sentença veio naquela noite. O problema não era a ignorância. O problema era falta de submissão ao Deus soberano. Portanto, nós precisamos tomar cuidado. Conhecimento espiritual sem humilhação não salva, apenas aumenta nossa responsabilidade diante de Deus. Na Bíblia, conhecer aqui aumenta a responsabilidade. Perceba algumas histórias. Faraó recebeu sinais, endureceu o coração. Israel recebeu a lei, mas voltou-se aos ídolos. Deus condenou. Os fariseus conheciam as escrituras, mas rejeitaram Messias. E aqui no texto, Belsazar conhecia a história de Nabuco Donozor, mas decidiu repetir o mesmo orgulho. Portanto, irmãos, nós precisamos lembrar que a verdade que não nos conduz à humildade, ela se torna testemunha contra nós. Ela se tornará testemunha contra nós. Portanto, Daniel 5 nos adverte aqui que nós não podemos presumir da graça de Deus que é demonstrada a outros também. Belsar, havendo recebido essa história e vivendo toda essa história diante dos olhos, mesmo assim ele não se submete a esse Deus. Portanto, a graça que não nos conduz ao arrependimento, ela torna-se testemunha contra a dureza do nosso coração. Belsasar se levanta contra o Senhor dos céus. Daniel declara que no texto te levantaste contra o Senhor dos céus, essa expressão resume o pecado do rei. Ele não havia cometido apenas um erro de etiqueta religiosa. Ele havia se levantado contra Deus. Ao profanar utensílios, Belsas quis demonstrar que o Deus de Israel não possuía poder sobre a Babilônia. Mas a ironia do texto é impressionante. De novo, olhe pro texto. Belsazar toca os utensílios do templo, mas não consegue tocar o Deus do templo. Profana objetos aqui do de culto, mas não diminui a santidade divina. Ele zomba do Senhor, mas ele não consegue escapar de sua mão. Belsasar então glorificou os ídolos, ignorou o Deus que sustentava sua vida. E Daniel lá no verso 23, na parte final do verso, diz: "Mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste." Essa é uma das sentenças teológicas mais importantes aqui no capítulo. A vida de Belsazar estava na mão de Deus. Sua respiração dependia de Deus. Seu coração dependia de Deus que o sustentava. Seu reino existia por permissão divina. Seus caminhos estavam debaixo da providência divina. Contudo, ele não reconhece isso. Mas esse é o drama do pecado universal. Esse é o drama do pecado que está em nós. O ser humano caído, normalmente ele pode utilizar a mente que é sustentada por Deus para negar a existência de Deus. O idólatra, ele usa madeira criada por Deus para fabricar uma imagem e adorá-la. O orgulhoso recebe dons de Deus e utiliza para exaltar a si mesmo. Respiramos o ar de um Deus que até mesmo eh quando nossas palavras, pensamentos se levantam contra ele, nós estamos respirando o ar que vem dele também. Cada pecado, irmãos, é praticado com forças emprestadas pelo criador. Por isso, o ser humano se torna indisculpável. Além da história, colocando também, percebendo normalmente essas arrogâncias. A gente conhece a história de Napoleão. Napoleão lá em 1804, durante uma coroação como imperador, ele tomou a coroa e colocou sobre a própria cabeça. Esse era um ato que outro deveria colocar. E ali simboliza que ele não se submetia à autoridade de ninguém, autoridade religiosa de ninguém. Ele termina logo depois seus dias exilados ali na ilha de Santa Helena. A história repete a mesma lição. Homens colocam coroas sobre a própria cabeça, mas não consegue determinar por quanto tempo as usarão. Toda coroa então humana permanece debaixo da mão de Deus. Nós precisamos olhar para esse texto e aplicar em nós mesmos. Muitos de nós conhecemos muitas histórias suficientes para nos humilharmos. Conhecemos pessoas que perderam tudo repentinamente. Conhecemos líderes que foram destruídos pelo orgulho. Conhecemos famílias feridas por por pecados escondidos. Conhecemos a palavra, conhecemos o evangelho, nós conhecemos a cruz, nós conhecemos a ressurreição. O perigo, portanto, não está apenas em desconhecer a verdade, mas é em ouvi-la repetidamente e ainda manter o coração sem rendição. Não basta dizer: "Eu sei". A pergunta então diante dessa sentença, a verdade que você conhece já dobrou seus joelhos ou não? Há uma quarta sentença no texto, Deus, então, quarta e última sentença no texto, a sentença divina revela que todo reino humano tem prazo e limite. O texto, então, na escrita, men, men, tequel parcim, a gente vê aqui que o tema do texto é soberania de Deus. Então, Daniel 5 nos mostra a duração desse império e desse reinado. Deus reina, portanto, não apenas sobre assuntos espirituais, mas ele governa calendários, impérios, governantes e fronteiras. Deus conta os dias dos reinos também aqui. Então, Daniel lê as palavras escritas na parede. O texto diz, Men, ele repete duas vezes: Deus contou o reino. Contou Deus o teu reino e deu cabo dele. A repetição do texto aqui de Men é exatamente para ter a certeza da decisão. De novo, olha a ironia do texto. Enquanto Belsar contava convidados, Deus contava os seus dias. E aí a gente lembra do Salmo 90. Palavra de Deus nos fala: "Ensina-nos a contar os nossos dias. Essa deve ser a nossa oração para que nós alcancemos coração sábio. Deus continua contando cada um deles. Governos, portanto, tem prazo. Impérios têm prazo, instituições têm prazo. A nossa vida terrena, ela tem prazo também. O fato da gente não conhecer o número não significa que esse número não exista. O texto progride dizendo: "Tequel", ou seja, Deus pesou o rei pesado foste na balança e achado em falta. a imagem daquela balança comercial que um objeto que tinha um valor exato era colocado no lado. Então você coloca 1 kg fiel na balança e do outro lado para que você perceba que tem o quilo, tem que equilibrar. Portanto, aquilo que não equilibra, ele não está de acordo. E é exatamente essa figura. Diz o texto que Deus pesou ele e ele foi achado em falta. Portanto, Tequel comunica exatamente isso. Belsazar foi pesado e considerado insuficiente. Ele possuía ouro, mas não tinha peso de justiça diante de Deus. Possuía coroa, mas não possuía retidão diante de Deus. Possuía poder, mas não tinha humildade. Ele possuía religião, mas adorava deuses mortos. Possuía informação, mas rejeitava a verdade. Avaliação humana frequentemente considera aparência, influência, riquezas e resultados. Mas a balança de Deus, ela considera verdade, justiça, santidade, fidelidade. Nós podemos conhecer linguagem religiosa e não conhecer o Senhor, mas o homem normalmente ele tenta alterar a balança para parecer justo. Isso é a história do pecador. Quantos de nós muitas vezes não nos comparamos com pessoas piores do que nós? A gente se compara, fala assim: "Não, mas não é possível. Tem gente pior do que eu? Nós selecionamos normalmente apenas os melhores atos nós para falarmos as pessoas ou falarmos diante de Deus. Nós escondemos intenções, minimizamos os nossos pecados, exageramos nas nossas virtudes, mas uma coisa é certa que a balança de Deus não pode ser adulterada. Diante dela todas as nossas justificativas serão removidas. E aí o texto de novo faz uma progressão. Peres, Deus dividiu o reino. Dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos persas. Belsasar estava distribuindo honrarias de um reino que não pertencia a ele. Ele oferece isso a Daniel. O verso 30, ele é marcado aqui no texto por uma terrível simplicidade. O texto apenas diz: "Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. Perceba que no texto não há nenhum longo relato de batalha, nenhum discurso final, não tem negociação, não tem fuga heróica, apenas a execução da sentença divina. O juízo de Deus não é a possibilidade remota. Mas é essa certeza futura que nós devemos olhar e saber que a nossa vida precisa estar diante de Deus. Mas ao terminar, se eu terminasse esse texto aqui, um desespero profundo bateria na nossa alma. Mas eu gostaria de concluir apontando para aquilo que nós devemos fazer. Cumprimento em Cristo, o rei que foi pesado e achado perfeito. Daniel 5 não pode determinar aqui ou terminar com essa afirmação apenas de Belsasar que ele foi pesado e condenado, porque essa é a história da nossa vida. Belsasar foi achado em falta, mas falta, mas não é o único. Porque a palavra de Deus diz em Romanos 3:23 que todos pecaram e carecem da glória de Deus. Portanto, nossa justiça não possui peso necessário. Nossas obras são imperfeitas. Nossas motivações, elas são misturadas. Nossa obediência é incompleta. Nosso amor por Deus é insuficiente. E quando nós somos pesados, nós somos encontrados em falta. Se o texto terminava aqui, restaria apenas temor, mas a escritura, ela nos conduz ao rei, ao rei eterno. Cristo, ele é pesado e ele é achado perfeito. Perceba o contraste em Cristo Jesus. Lá em seu batismo, na transfiguração, o Pai declarou: "Este é o meu filho amado, em quem me comprao, ou em quem eu tenho todo o meu prazer." Cristo possuía tudo o que faltava em Belsazar. Belsazar, ele usa o poder para exaltar a si mesmo. A palavra de Deus diz que Cristo, sendo o Senhor assumiu a forma de servo. Belsazar, ele profanou os utensílios do templo. Cristo apresentou seu próprio corpo como verdadeiro templo. Belsasar oferece um banquete de orgulho. Cristo oferece um banquete da graça. Belsar, ele morre e perde o seu reino. Cristo morreu e ressuscitou e recebeu o seu reino eterno. Portanto, Cristo carregou a condenação dos que estavam em falta. Aquele então que foi achado perfeito ocupou o lugar daqueles que foram achados em falta. Outra escrita nos traz a salvação. Houve uma escrita naquela parede, mas nós nos lembramos com alegria da promessa da palavra de Deus, que tendo o cancelado o escrito de dívida que era contra nós, que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente encravando-o na cruz. Colossenses capítulo 2, verso 14. Portanto, nós não somos aceitos porque a nossa balança finalmente apresentou saldo positivo, mas nós só aceitos diante de Deus por causa da justiça de Cristo Jesus. Cristo é esse rei. Lá em Daniel, no capítulo 7, verso 14, declara: "Foi-lhe dado o domínio, glória e o reino para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem. O seu domínio é domínio eterno que não passará e o seu reino jamais será destruído. Cristo Jesus como rei não possui sucessor. Ele não enfrenta eleições, não teme conspiração, não pode ser deposto e não envelhece. Mas diante disso, eu gostaria de fazer algumas aplicações diretas aqui à nossa vida e motivações redentivas para a nossa obediência diante de Deus. Daniel 5, ele não deve apenas levar a igreja a obedecer por medo de ser destruída, mas ele deve nos apresentar as motivações corretas diante de Deus. Portanto, nós precisamos nos humilhar porque tudo que possuímos vem de Deus. Nós precisamos abandonar ídolos porque eles não podem salvar. Nós precisamos viver em santidade porque fomos comprados por Cristo. Primeira Coríntios no capítulo 6 19 a 20 diz: "Não sois de vós mesmos, porque fostes comprados por preço." Nós precisamos perseverar porque nós pertencemos ao reino que não será abalado. A igreja não precisa então invejar o banquete de Belsazar. A glória do mundo é breve. As festas terminam, as luzes apagam, as autoridades elas desaparecem, os impérios mudam de mão. Mas a pergunta então ao final dessa mensagem, em qual reino está a nossa segurança? Em qual reino está a nossa segurança? Porque você vai perceber que enquanto Belsazar levantava a taça, Deus levantava a mão. Enquanto o rei contava convidados, Deus contava os seus dias. Vamos orar. Senhor [roncando] nosso Deus, nós estamos na tua presença e, ó Deus, nós nos humilhamos diante do Senhor, reconhecendo que muitas vezes o nosso coração se ensoberbece e começamos, ó Deus, a confiar mais naquilo que o Senhor tem nos dado do que no Senhor mesmo, que nos dá tudo aquilo que é necessário à nossa vida. Perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos, ó Deus, por muitas vezes transformar as situações, ó Deus, dessa peregrinação na nossa segurança. Volta, ó Deus, o nosso coração para o Senhor. nós possamos, ó Deus, nos submeter a ti em todas as partes da nossa vida. Mas nós queremos, ó Deus, também te pedir nessa noite, se há alguém aqui, ó Deus, que ainda não compreendeu o senhorio de Cristo Jesus, que o Senhor abra o entendimento e o coração por meio da ação do Espírito Santo do Senhor e de saber, ó Deus, que sim, a história está nas mãos do Senhor. Ó Deus, mas os nossos dias estão contados. Portanto, ó Deus, que o Senhor, por meio do Teu Espírito, abra os olhos para se submeter, ó Deus, ao senhorio de Cristo Jesus, e que todos nós possamos cumprir o propósito para o qual nos criou, que é para sermos louvor da glória do Senhor. Nos abençoe a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Amém. Nós vamos ainda um hino ao nosso Deus. Hino de número 49 do nosso inário. Vamos se colocar em pé. Sempre vencendo m vitorioso Cristo Jesus, [música] o Senhor, [canto] soberano, chefe bendito, [música] em tudo ele é [canto] vencedor. Filho supremo [música] guiando [canto] com seu imenso poder. Todos [música][canto] avante pois crentes sempre lutar e vencer. [canto] Não é dos fortes a vitória [música] e dos que correm melhor, [canto] mas não cientes sinceros [música] que seguem junto [canto] ao Senhor, sempre vem sendo vitorioso [música] Cristo Jesus, o Senhor, [canto] em suas inumeráveis Seu grande império e fulgor em seu governo. [música] Demonstra cuida do amor sem [canto] igual. Sempre nos ama e protege com seu poder eternal. Não é dos fortes a vitória, nem dos que correm [canto][música] melhor, mas dos ciéis e sinceros que seguei junto ao Senhor. [canto] Sempre vem sendo vitorioso Cristo Jesus, o Senhor. Vassalos, [música][canto] servos e chefes querem também seu favor. Senhor, desejo e te imploro que me permitas lutar. Sempre o teu lado invencível [música] até meus dias [canto] vindar. Não é dos fortes a vitória, nem dos que correm. Melhor mais os fiéis [canto] e sinceros [música] que seguem junto ao Senhor. >> Vamos orar e receber a bênção. Senhor nosso Deus, nos leve em paz debaixo da tua bênção e da tua proteção. Que o Senhor nos abençoe, ó Deus, nessa semana que se inicia. Ó Deus, abençoe a obra das nossas mãos. Ó Deus, que em tudo que fizermos o nome do Senhor seja glorificado. Abençoe o teu povo, aqueles que estão enfermos, as famílias da tua igreja, ó Deus. Cuide também daqueles que estão em viagem. Que o Senhor guarde, guarde-os, ó Deus, e os proteja. Que o Senhor assim, ó Deus, nos eh dispense, ó Deus, o teu cuidado e a tua bênção e a boa mão do Senhor esteja, ó Deus, sobre nós. Nós oramos assim, ó Deus, agradecidos por tudo, em nome de Cristo Jesus. E que o amor de Deus, o nosso Pai, que a graça de Jesus, o Filho, e a consolação do Espírito Santo, do nosso Deus, repôs sobre todos vós agora e para todo sempre. Amém. Amen. [música] [canto] Amen. >> A igreja pode se assentar. Nós vamos ainda ouvir um póslúdo. Nós estamos chegando ao final desse culto público e eu gostaria de dar alguns avisos. Primeiro também saber se há alguém que nos visita pela primeira vez. Se você puder ficar em pé, nós gostaríamos de dar um abraço um presente em nome da igreja. Estamos aqui à frente. Sejam muito bem-vindos no nosso meio. Deus os abençoe. Estão chegando próximos. Quero já convidar o pastor Alison aqui à frente também todos os jovens que estarão participando da caravana que começa essa semana. são projetos liderados pela primeira igreja, mas também em nós estamos junto com as igrejas, né, do presbitério e alguns jovens também de outra igreja participarão nesses dias de evangelização. Meus queridos irmãos, durante essa semana que se inicia, de segunda a segunda, nós estaremos com a nossa chamada caravana missionária, em que nós vamos para o interior aqui de Goiás, no intuito de levar a palavra do Senhor. Evangelismo pela parte da manhã, parte da tarde, trabalho com crianças, à noite trabalho nas praças, com as famílias, com o evangelismo, irmãos, de maneira direta. Um dos intuitos que nós temos trabalhado junto com os nossos jovens é de abordar cada pessoa e e ter e gastar tempo com essas pessoas, realmente envolvendo, mais do que apenas entregar um folheto, mas dialogar, falar do evangelho, ministrar a palavra. E durante essa semana nós estaremos em Aragânia, estaremos em Guapó, Abadia e um pedacinho também de Aparecida, de Goiânia. uma semana inteira. Aqui tá só uma parte, nós estamos com 45 jovens que estarão descendo e tenho certeza que vai ser uma bção. Por isso, eu vou pedir o pastor Rubens para que possa fazer uma oração pela nossa equipe. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, te agradecer, ó Deus, porque o Senhor um dia se revelou a nós e queremos, ó Deus, assim tornar, ó Pai, mensageiros, ó Deus, dessa boa nova. Abençoe a vida de cada um, ó Deus, desses jovens que se dispuseram a estar, ó Deus, esses dias, ó Pai, eh falando a respeito de Cristo Jesus, da redenção que há em Cristo, ó Deus, e da solução que nós temos, ó Deus, para todo o nosso pecado e condenação. Que o Senhor os abençoe, ó Deus. Que o Senhor, ó Deus, possa usá-los pelo poder do Espírito Santo do Senhor. Ó Deus, guarda-os, ó Deus, proteja-os também, livra-os do mal. E que assim, ó Deus, sejam dias de crescimento, mas também, ó Deus, que pessoas que possam conhecer verdadeiramente a Cristo Jesus e se entregar ao Senhor. É a nossa oração, ó Deus, e o nosso desejo em nome de Cristo Jesus. >> Amém. Que Deus os abençoe os irmãos. Ainda eu quero eh algo uma alegria para nós como igreja. Eh, não sei se tem se se foi passado, mas nós tivemos essa semana é um marco interessante histórico, né? Nós tivemos a primeira EBF que aconteceu lá na região do silêncio, tá? E assim, o que nos alegra é que em meio a isso tinham 14 pessoas trabalhando, somente duas que não são de lá, que era o Tot e a Valéria. O restante da equipe era toda de lá. E nós tivemos em torno de 83 crianças participando esses dias lá da EBF, né? Então depois eu acho que em alguns grupos dá para mandar eh essas crianças cantando, né, a música tema da EBF. Isso é motivo de alegria, né, diante do Senhor, né? na nossa vida e tudo aquilo que nós temos é exatamente para isso, para que o nome do Senhor se torne conhecido. Portanto, a nossa vida, a nossa disposição, a nossa fidelidade ao Senhor nos dízimos e ofertas como igreja do Senhor é exatamente para isso, para que o nome do Senhor seja conhecido. Portanto, nós nos alegramos, né, porque isso de fato é um marco muito interessante, né, de você perceber, né, ao longo desses anos, de tantas caravanas, de tantos irmãos que já foram até lá e desse trabalho que tem sido sustentado pela igreja. Portanto, continue orando, né, continue pedindo a Deus que esteja abençoando e que mais pessoas ali possam ser alcançadas, né? A nossa visão e o desejo é em toda aquela região são muitas cidades, várias cidades com bastante habitantes ali e que poderiam ser alcançadas, mas tudo isso depende principalmente da nossa disposição, da nossa oração e também da nossa fidelidade ao nosso Deus. Portanto, nós nos alegramos com isso, porque isso eh faz parte, né, da história da primeira igreja. Então, que Deus continue abençoando o trabalho sendo feito ali. Que Deus os abençoe, nos dê uma boa semana e eu gostaria de pedir à igreja, no próximo domingo começa a 41ª reunião do Supremo Concílio da IPB. Ela vai acontecer em Manaus, tá? Então ali muitas decisões, muitas coisas acontecem no nível da igreja nacional, mas que desce também para as igrejas locais. Então, orem em favor disso. Orem eh em todos os sentidos, não apenas por aqueles que estarão liderando, né, nesse quadriênio, mas por todas as decisões que serão tomadas ali, né? Nós eu estarei indo como um dos delegados aqui do nosso presbitério, né? Nós seremos quatro indo para Manaus, né? Então, mas isso é, são pessoas do Brasil inteiro se reunindo lá durante uma semana de reuniões. Então, o em favor disso. Que Deus abençoe, nos dê uma boa semana em nome de Jesus. >> [música]