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A fé vem pelo ouvir

A soberania de Jesus sobre reinos, história e povo de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

A soberania de Jesus sobre reinos, história e povo de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

A soberania de Jesus sobre reinos, história e povo de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 12/07 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Todo mundo.
Boa noite, irmãos. Saúdo a todos com a
graça e a paz do nosso Senhor Jesus
Cristo. Estendo essa saudação aos que
nos assistem pela internet, nos assistem
de casa. Estamos alegres porque estamos
na casa do Senhor, né? E agora teremos
um momento, momento de prelúdio, onde
vamos entrar todos em espírito e atitude
de oração para iniciarmos esse culto que
prestamos ao nosso Deus. Então,
prelúdio.
>> [música]
>> Peço à igreja que abramos nossas Bíblias
no livro de Salmos.
Salmo 111.
Salmos
111.
As obras magníficas de Deus.
Eh, nós leremos do versículo 1 até o
versículo 9.
Então, faremos uma leitura alternada
e eu pediria a todos que o versículo 9
nós eh pudéssemos ler todos juntos.
Então, vamos ler Salmo 111 de 1 a 9,
leitura alternada e o versículo 9, todos
juntos.
Aleluia! De todo coração rendei graças
ao Senhor na companhia dos justos e na
assembleia.
Senhor, considerados por todos
>> em suas obras há glória e majestade e a
sua justiça permanece para sempre.
as suas
bend
>> dá sustento aos que o temem lembrar-se
há sempre da sua aliança
o seu povoa
suas
>> as obras de suas mãos são verdade e
justiça, fiéis todos os seus preceitos
são eles para todo sempre instituos em
piedade e piedade
>> todos. Enviou ao seu povo a redenção,
estabeleceu para sempre a sua aliança.
Santo e tremendo é o seu nome. Vamos
orar.
Senhor Deus, nosso Pai, estamos aqui,
Senhor, para adorar a ti e prestar esse
culto que a ti devemos, Senhor.
Somos gratos e estamos alegres porque
temos a liberdade de prestar
publicamente este culto a ti. Recebe, ó
Deus, nossa adoração, nosso louvor e
nossas petições.
que eles cheguem de maneira agradável a
ti,
ó Deus. Que também essa noite possamos
aprender mais de Ti, que possamos
ver e enxergar as tuas maravilhas
em tudo e em todos.
que a tua palavra
eh pregada e exposta faça diferença em
nossas vidas.
Senhor,
pedimos que o Senhor tenha misericórdia
de nós, pois somos
falhos,
temos pensamentos e distrações,
pensamentos errôneos a teu respeito, mas
a tua palavra nos diz, Senhor, que o
Senhor é benigno e misericordioso
e pode nos livrar de todo mal, Senhor.
Agradecemos, ó Deus, porque
o Senhor tem a sua obra redentora
através de Cristo Jesus e a sua eterna
aliança conosco. Somos, Senhor, todos
pecadores,
mas cremos em Jesus Cristo, em seu santo
e tremendo nome.
E é por ele e para ele que estamos aqui
essa noite, Senhor, para prestar esse
culto e oro, peço e agradeço em nome
dele, nosso Senhor e Salvador Jesus
Cristo. Amém.
E agora, irmãos,
eh, conduzidos pela regência,
teremos o nosso hino, hino número 18,
novo cântico,
eh, hino de Deus dos antigos.
Nesse momento do que entoaremos esse
hino, cantaremos esse hino, é um momento
de consagração de nossos dízimos e
ofertas que poderá ser feito através do
aqui na igreja, através dos gasofilaços
e também eh por meios eletrônicos, tem
envelopes nos bancos, tem os dados
bancários da igreja e aqueles que nos
assistem em casa, no na parte inferior
do vídeo também tem os dados da igreja
para que todos possam louvar a Deus com
os seus dízimos e ofertas. Cantemos o
hino.
>> Vamos colocar de pé.
Deus dos antigos, [música][canto]
cuja forte mão
é [música] Jesus tem
os astros da
>> [música]
>> soberano
é seu [música][canto] cri Criador,
com gratidão
[música] cantamos
teu louvor.
[música]
Desde o passado,
[música] foste nossa luz.
Solte
até hoje
furos.
>> [música]
>> e proteção. [música]
Tua
palavra, [canto]
lei em [música] direção
[música]
da guerra atrás
[música] do crime assolação
dos [música] tempos mausem [canto]
confusão.
>> [música]
>> Seja
braço
nosso defensor. [canto]
Pois confiamos
[canto]
sempre em ti, Senhor. [música]
Teu [música] povsem
[canto]
em seu louvor
no [música]
testemunho
do teu [música] grande amor.
as nossas vidas
vem fortalecer [música]
para o [canto] teu nome
sem [música] engrandecer.
Amém.
E agora esse momento do nosso culto é o
momento de contrição. Abramos novamente
a palavra de Deus no salmo de número
111.
Eu vou ler do 9 10 até o o primeiro
versículo do 12. Tá escrito assim:
"Enviou seu povo à redenção e
estabeleceu para sempre a sua aliança.
Santo e tremendo é o seu nome."
O temor do Senhor é o princípio da
sabedoria. Revelam prudência todos os
que o praticam. O seu louvor permanece
para sempre. Aleluia. Bem-aventurado o
homem que teme ao Senhor e se compraz
nos seus mandamentos.
Nesse momento vamos Pode sentar, por
favor, a igreja.
Eh, vamos ter um momento de oração, né?
Oração para pedir perdão pelos nossos
pecados. Teremos um momento de oração
individual, silenciosa.
E logo a seguir vou pedir ao depois,
após alguns instantes de silêncio, pedir
ao nosso irmão diácono Fernando Lemes
que quebre esse momento e faça uma
oração de confissão de pecados pela
igreja. Vamos orar.
nosso Deus e Pai,
Deus bendito, Deus Santo, santo, santo.
Obrigado, Senhor, porque o Senhor nos
trouxe aqui essa noite
para adorar o teu santo nome.
Obrigado por Jesus Cristo, nosso Senhor,
nosso Redentor.
Senhor, nós estamos aqui diante da tua
santidade
pelos méritos de Jesus Cristo, nosso
Senhor.
Não temos nada em nós mesmos, Senhor,
que nos dê crédito para chegar na tua
presença.
A tua palavra diz que o nosso coração é
enganoso, é demasiadamente corrupto.
E nessa condição, Senhor, é que nós
pedimos perdão e misericórdia ao Senhor.
Tende misericórdia de nós, Senhor. Tende
compaixão de nós. Derrama a tua graça
sobre as nossas vidas para que nós
possamos resistir ao pecado, odiar o
pecado.
Coloca temor em nosso coração.
Temor para não tratar o pecado como
coisa comum, como coisa simples.
Porque nós somos
pecadores, Senhor. Nós somos orgulhosos,
soberbos, arrogantes,
por vezes mentirosos.
Pensamos de nós muito mais do que
convém.
Senhor, perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos.
Eh, em nome de Jesus que nós estamos
orando a ti, Senhor.
Nós muitas vezes nosso coração também é
ansioso,
ansioso porque desconfiamos do teu
cuidado, Senhor. Temos ingratidão no
nosso coração, porque o Senhor tem
cuidado de nós. Olhamos para trás e
vemos a Tua mão bondosa, misericordiosa,
nos protegendo, nos sustentando. Mas
mesmo assim, Senhor, diante da tua
palavra, nós ainda
vacilamos com ansiedades.
Nos ajuda, Senhor, nos ajuda a
glorificar o teu nome com a nossa
própria vida, exaltar o teu nome para
nossa própria vida e ter um temor, temor
sincero, as nossas orações sejam
intencionais, realmente com desejo de
deixar o pecado. Essa é a nossa oração.
Não podemos fazer isso sozinhos, Pai.
Nós dependemos do Senhor. E é em nome de
Jesus que nós oramos e te agradecemos.
Amém.
Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de
pé nesse momento, continuar adorando ao
Senhor por meio de cânticos. E assim
como acabamos de orar, muitas vezes nós
colocamos ansiedades nas nossas vidas,
nós colocamos expectativas que muitas
vezes são frustradas e não confiamos
100% em Deus. E por isso a palavra de
Deus nos diz no Salmo 63 que nossa alma
é como uma terra seca, como um deserto
que anseia pelo Senhor. E só pode ser
satisfeito, meus irmãos, esse desejo por
ele quando nós nos colocamos diante
dele, reconhecemos que Cristo é tudo
aquilo que nós temos. que nós possamos
realmente confiar nisso e aprender a
descansar nessa verdade de que estamos
com ele, de que a nossa salvação está
nele e que nada pode nos tir tirar dela.
Tu és ó Deus
que sacia
o deserto
do coração.
Quem devo confiar?
A ti me apelo.
És o auxílio
e [música] na sombra de tuas [canto]
asas descansarei.
Pela tua forte mão
estou seguro.
De todo [música] coração
desejo [música]
contemplar [canto]
a tua força, a tua [música] glória e o
teu poder.
Por toda a vida [música] bendirei.
Levantarei
as [canto] minhas mãos.
Todo o [música] meu ser se satisfaz
em [canto] teu amor.
Com alegria
cantarei [música]
[canto]
uma canção de gratidão. [canto]
A tua [música] graça é bem melhor
[canto] que a vida.
Mais uma vez, de todo coração,
>> de todo coração,
desejo contemplar
a tua força, a tua glória e o teu poder.
Abra [música] seu coração diante dele
mais uma vez. De todo coração
desejo [música] contemplar
a tua força, [música]
a tua glória e o teu poder. [música]
Por toda a vida bendirei. [música]
Levantarei [canto]
as minhas mãos.
Todo [música] o meu ser se satisfaz
em [canto] teu amor.
>> Com alegria,
>> com alegria
cantarei
uma canção [música][canto]
de gratidão.
A tua graça [música] é bem melhor que a
vida.
Como terra [música]
seca, minha alma
está.
Vamos pela [música][canto]
água viva tu podes [música]
dar.
E mesmo quando [música][canto] a
escuridão
em mim me alcançar, nós temos uma
certeza. Sei que não sou digno [música]
mesmo. Cristo é [canto] tudo o que
[música] tenho. Cristo é tudo o que
tenho. Cristo é tudo o que [música]
tenho.
Por toda a vida bendirei.
Levantarei
as [música] minhas [canto] mãos.
Todo o meu ser se satisfaz
em teu [música] amor.
Com alegria [música]
cantarei [canto]
uma [música] canção de gratidão.
A tua graça [música][canto] é bem melhor
que a vida.
por meio desse amor, Deus fez um só povo
com ele. E como povo reunido do Senhor,
continuemos a cantar a ele com alegria
no nosso coração.
Tu és a luz que brilha [música]
sobre a escuridão.
Tu és a paz que acalma todo o coração.
És o [música][canto] pão do famino,
a força do aflito.
E [música] nós somos teus pés e tuas
mãos.
Somos teu povo. Somos teu povo.
A tua [música] igreja,
tua luz brilha sobre nós.
mesmo [música] corpo,
um só espírito,
o Senhor,
faça a tua [música] vontade
através de nós.
Que o teu reino venha.
Faça [música][canto] a tua vontade
através de nós.
Que o teu [música] reino venha.
Que o teu reino [canto]
venha.
Tu és a luz que [música] brilha sobre a
esidão.
Tu és a paz que [música][canto] acalma
todo
coração.
É o pão no [música] famío
a força do afido. E nós somos Deus pés
de tuas mãos.
Tua verdade sempre. permanecerá [música]
do teu amor. Quem poderá nos separar?
É fiel e para sempre. Teu povo sustenta,
então o mundo inteiro [música]
verá
o poder do grande rei.
[música]
Justiça e paz.
Justiça e paz se encontram
e nasce a alegria. Este é o teu reino.
[música][canto]
Este é o teu reino.
Justiça e [música] paz encontram
e nasce a alegria. Este é o teu reino.
[música]
Este é o teu [canto] reino de amor.
Justiça e paz encontramos.
E nasce a alegria. Este é o teu reino.
Este é o teu [música] reino.
Justiça e paz se encontram
e nasce a alegria. Este é o teu reino.
[música]
Este é o teu reino de amor. [música]
Oh
oh.
Tu és a luz,
tu és a luz que brilha sobre a [canto]
escuridão.
Tu és a paz que acalma todo o coração.
[música]
És o pão do [canto] faminto,
a força do [música] aflito. E nós somos
teus pés e tuas mãos.
Tua verdade [música]
sempre permanecerá
no teu amor [música]
que poderá
nos separar.
És fiel e para sempre eu novo [música]
sustentar.
Então o mundo inteiro [canto] verá
o poder do [música] grande rei.
Que a nossa vida seja sempre um
sacrifício vivo e agradável na presença
do nosso Deus. Vamos cantar essa última
música.
Vem, Senhor, minha vida oferecer [canto]
como oferta de amor e sacrifício.
Quero minha vida
a te entregar.
Como oferta viva em teu altar.
Mais uma vez início.
>> Vem o Senhor minha vida oferecer
como oferta de amor e sacrifício.
Quero minha vida
a te entregar
como oferta viva em teu [música] altar.
para te [música] adorar.
Foi
que eu nasci.
Cumpre em mim
o teu querer.
Faça o que está em meu [música][canto]
coração.
E que a cada [música]
dia
eu queira mais e mais
estar ao [música] teu lado, Senhor.
Todos juntos início mais uma vez.
Vem ao Senhor minha vida oferecer.
[música]
Coloque-se diante dele.
Uma oferta [música]
de amor e sacrifício.
Quero minha vida [música]
a te [canto]
entregar
como oferta [música]
vida em teu altar.
para te adorar.
que eu nasci.
Cumpre em mim
o teu querer.
Faça o que está em teu coração.
E que a cada [música] dia
eu queira mais e mais
estar ao teu lado, [música] Senhor.
Pois
para te adorar.
>> Foi [música]
que eu nasci.
Creem.
o teu querer.
[música]
Faça o que está em teu coração
e que a [música] cada dia
eu queira mais e mais.
estar [música] ao teu [canto] lado.
Estar ao teu lado.
Estar ao teu lado, Senhor.
Quero chamar aqui à frente todas as
crianças até 8 anos de idade que venham
aqui à frente. Nós oraremos para por
pelas crianças antes delas irem à sala.
Mas eu quero também chamar a a
coordenadora do Departamento Infantil,
nossa irmã Andreia, que dará um uns
breves avisos e peço a ela também que
logo em seguida faça a oração pelas
crianças que se dirigirão à suas salas
aqui em cima. Ela vai dar explicações a
respeito.
>> Boa noite.
Só para avisar que o bersário estará
aberto para apoio das mamães que
precisarem realizar troca ou alimentação
dos seus bebês. E lá no IP nós teremos
as classes de de culto infantil de 2 a 8
anos. Vamos orar.
Podem repetir comigo.
Senhor Deus,
>> nós te agradecemos
por estarmos na casa do Senhor
na casa do Senhor
>> com toda a liberdade com toda liberdade
>> para te prestar culto para te prestar
culto.
>> E para te adorar.
que todos os nossos dias
nosos dias sejam para o teu louvor
e que a cada dia
nós possamos crescer
em estatura e graça
diante do Senhor
e da nossa igreja.
Em nome de Jesus.
Amém.
Vamos devagar sem correr.
Meus irmãos, que a graça e a paz do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
estejam com todos.
Quero convidá-los a abrir a palavra do
Senhor no livro do profeta Daniel,
capítulo de número cinco.
Nós começaremos uma série do capítulo 5
ao 12 de Daniel, intitulado O Reino que
não será abalado.
Essa noite nós vamos olhar para o
capítulo 5
do livro de Daniel.
Mesmo assentados, nós vamos acompanhar a
leitura da palavra do Senhor, que nos
diz assim:
"O rei Belazar deu um grande banquete a
mil dos seus grandes e bebeu vinho na
presença dos mil, enquanto Belsazar
bebia e apreciava o vinho,
mandou trazer os utensílios de ouro e de
prata que Nabuco Donozor, seu pai,
tirara do templo que estava em
Jerusalém, para que neles bebessem o rei
e os seus grandes, as suas mulheres e
concubinas.
Então trouxeram os utensílios de ouro,
que foram tirados do templo da casa de
Deus, que estava em Jerusalém, e beberam
neles o rei, os seus grandes e suas
mulheres e concubinas. Beberam o vinho e
deram louvores aos deuses de ouro, de
prata, de bronze, de ferro, de madeira e
de pedra. No mesmo instante apareceram
os dedos de mão de homem, escreviam de
fronte do candieiro na caiadura da
parede do palácio real, e o rei via os
dedos que estavam escrevendo.
Então se mudou o semblante do rei, e os
seus pensamentos o turbaram. A junta dos
seus lombos se relaxaram e os seus
joelhos batiam um no outro. O rei
ordenou em voz alta que se introduzissem
os encantadores, os caldeus e os
feiticeiros. Falou o rei, disse aos seus
aos sábios da Babilônia: "Qualquer um
que ler essa escritura e me declarar a
sua interpretação, será vestido de
púrpura. trará uma cadeia de ouro ao
pescoço e será o terceiro no meu reino.
Então entraram todos os sábios do rei,
mas não puderam ler a escritura, nem
fazer saber ao rei a sua interpretação.
Com isso, se perturbou muito o rei
Belsazar, e mudou-se-lhe o semblante, e
os seus grandes estavam sobressaltados.
A rainha mãe, por causa do que havia
acontecido ao rei e aos seus grandes,
entrou na casa do banquete e disse: "Ó
rei, vive eternamente.
Não te turbem os teus pensamentos, nem
se mude o teu semblante. Há no reino um
homem que tem o Espírito dos deuses
santos. Nos dias de teu pai se achou
nele luz, inteligência e sabedoria como
a sabedoria dos deuses. Teu pai, o rei
Nabuco Donozor. Sim, teu pai, ó rei, o
constituiu chefe dos magos, dos
encantadores, dos caldeus e dos
feiticeiros. Porquanto espírito
excelente, conhecimento e inteligência,
interpretação de sonhos, declaração de
enigmas e solução solução de casos
difíceis se acharam neste Daniel, a quem
o rei pusera o nome de Belessazar.
Chame-se, pois, o Daniel a Daniel, e ele
dará a interpretação.
Então Daniel foi introduzido à presença
do rei, falou o rei e disse a Daniel: És
tu aquele Daniel dos cativos de Judá,
que o rei, meu pai, trouxe de Judá?
Tenho ouvido dizer a teu respeito que o
Espírito dos deuses está em ti e que em
ti se acham luz, inteligência e
excelente sabedoria. Acabam de ser
introduzidos à minha presença os sábios
e os encantadores para lerem esta
escritura e me fazerem saber a sua
interpretação, mas não puderam dar a
interpretação destas palavras. Eu,
porém, tenho ouvido dizer de ti que
podes dar interpretações e solucionar
casos difíceis. Agora, se puderes ler
esta escritura e fazer-me saber a sua
interpretação, serás vestido de púrpura,
terás cadeia de ouro ao pescoço e serás
o terceiro no meu reino. Então respondeu
Daniel e disse: "Na presença do rei: Os
teus presentes fiquem contigo e dá os
teus prêmios a Ultrem. Todavia, lerei ao
rei a escritura e lhe farei saber a
interpretação. Ó rei, Deus, o Altíssimo,
deu a Nabuco Donozor, teu pai, o reino a
e grandeza, glória e majestade. Por
causa da grandeza que lhe deu, povos,
nações e homens de todas as línguas
tremiam e temiam diante dele. Matava a
quem queria, e a quem queria deixava com
vida, e a quem queria exaltava, e a quem
queria abatia. Quando, porém, o seu
coração se elevou e o seu espírito se
tornou soberbo e arrogante, foi
derribado do seu trono real e passou
dele a sua glória. Foi expulso dentre os
filhos dos homens. O seu coração foi
feito semelhante ao dos animais, e a sua
morada foi com os jumentos monteses.
Deram-lhe a comer erva como aos bois, e
do orvalho do céu foi molhado o seu
corpo, até que conheceu que Deus, o
Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos
homens e quem quer constitui sobre ele.
Tu Belsazar, que és o seu filho, não
humilhaste o teu coração, ainda que
sabias tudo isto, e te levantaste contra
o Senhor dos céus, pois foram trazidos
os utensílios da casa dele perante ti, e
tu e os teus grandes, e as tuas mulheres
e as tuas concubinas bebestes vinho
nele, neles. Além disso, deste louvores
aos deuses de prata, de ouro, de bronze,
de ferro e de madeira e de pedra que não
veem, não ouvem, nem sabem. Mas a Deus,
em cuja mão está a tua vida e os teus
caminhos, a ele não glorificaste.
Então, da parte dele foi enviada aquela
mão que traçou esta escritura. Esta,
pois, é a escritura que se traçou. Men,
Meni, Tequel e Parcim. Esta é a
interpretação daquilo. Men contou Deus o
teu reino e deu cabo dele. Tequel,
pesado foste na balança e achado em
falta. Peres, dividido foi o teu reino e
dado aos medos e aos persas.
Então mandou o Belsar que vestissem
Daniel de púrpura e lhe pusesse cadeia
de ouro ao pescoço e proclamassem que
passaria a ser o terceiro no governo do
seu reino. Naquela mesma noite foi morto
Belsazar, rei dos caldeus, e Dari Medo,
com cerca de 62 anos, se apoderou do
reino.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
rogar ao Senhor depois de lermos a tua
palavra, ilumina a nossa mente, abre o
nosso entendimento e o nosso coração e
aplica, Senhor, a tua palavra em nós.
Que nós possamos sair daqui, ó Deus,
conscientes do Deus que nós servimos,
ó Deus, conscientes daquilo que nós
precisamos viver diante do Senhor. Nós
clamamos ao Senhor, ó Deus, que o Senhor
transforme o nosso coração, converta o
nosso coração a ti, é a nossa oração em
nome de Cristo Jesus.
Os irmãos, há um texto em Lucas, no
capítulo 12, que Jesus ele conta uma
parábola, uma parábola de um fazendeiro.
E o título dessa parábola está lá como
um fazendeiro louco. A história eh nos
diz eh Jesus contando essa parábola, que
esse fazendeiro colheu muito em uma
temporada e, portanto, ele mandou fazer
celeiros maiores para que ele pudesse
acumular os seus bens.
E ali até aquele lugar nada de errado.
Mas aquilo que a palavra de Deus vai
mostrar é que em momento algum esse
fazendeiro, ele deu eh créditos a Deus
que na verdade o trabalho dele só
poderia ter dado frutos porque Deus
também controlou tudo aquilo ali. E aí o
texto nos mostra que enquanto ele dizia
a alma dele tem em depósitos muitos bens
para muitos anos. Então ele diz: "Come,
descansa, come, bebe, regala-te".
Ele não sabia que estava em perigo. E aí
o texto nos diz que Deus diz a ele:
"Louco: "Esta noite te pedirão a tua
alma e o que tens preparado para quem
será?"
Parábola de Jesus, ela revela algo
importante na nossa vida, que
normalmente se apega à falsa segurança
de se esconder às vezes em impérios, em
palácios, exércitos, celeiros cheios,
planos que normalmente para nós são bem
organizados e na ilusão de que talvez o
amanhã esteja controlado sobrole.
Daniel no capítulo 5 descreve essa mesma
verdade, mas numa escala imperial.
Belsar também, ele acreditava que estava
seguro. Não tinha celeiros aqui, mas
possuía muralhas. Ele não falava apenas
consigo mesmo, mas ele estava celebrando
com 1000 autoridades ali. Ele não estava
dizendo: "Come, bebe, regala-te". Mas
ele estava agora no palácio da
Babilônia, em uma festa de orgulho e de
idolatria. Enquanto o rico insensato
descansava nos seus bens, na parábola,
Deusar descansava sobre a Babilônia.
Enquanto o fazendeiro descansava nos
seus celeiros, o outro confiava nos seus
muros. O problema aqui que o texto vai
nos mostrar eh de Belsazar eh e assim
como rico insensato não era possuir
recursos. Não é isso que a palavra de
Deus está dizendo, nem recursos, nem
poder ou influência. O problema estava
em viver essas coisas como se elas
pudessem protegê-lo diante de Deus.
Então, Daniel no capítulo 5 não é apenas
uma história de um rei antigo. Ela é
revelação de que todo ser humano também
ele pode construir essa falsa sensação
de segurança enquanto sua vida permanece
eh na mão de Deus. Todo ser humano,
então, ele vive diante dessa balança de
Deus. E nenhuma segurança que a gente
possa conseguir com as nossas mãos ou
segurança terrena pode na eh na verdade
esconder a verdadeira condição da nossa
alma. Por isso, a palavra de Deus nos
mostra que Deus julga os governantes, os
reinos que orgulhosamente profanam a sua
glória. Mas quando olhamos para esse
texto, a gente vê o foco do texto e a
gente precisa entender qual é a condição
caída aqui. Para que a gente perceba a
redenção, é necessário perceber a
condição caída. Ou seja, normalmente
aqui o o ser humano, ele recebe de Deus
a vida, eh, as oportunidades, os
recursos, o poder, mas muitas vezes
dominado pelo orgulho, ele apropia-se
dessas dádivas para exaltar a si mesmo,
servir aos seus ídolos e desprezar a
glória do criador.
Daniel capítulo 5, então apresenta, pelo
menos nessa narrativa, são três momentos
aqui nos quais Deus revela a fragilidade
dos reinos humanos e a soberania do seu
reino eterno. Mas eu gostaria que você
relembrasse, quero trazer a memória sua
um pouco antes, quando Daniel está sendo
escrito aqui, para que a gente entenda o
contexto e algumas eh algumas partes
dessa narrativa. Daniel está aqui mais
ou menos no ano 539 aes de. Crist,
depois das experiências aqui de com
Nabuco Donozor, qual é citado também
nesse capítulo e que é narrado também no
capítulo anterior. Nabuco Donozor havia
morrido aqui e uma sucessão de
governantes eh instáveis começou a
ocupar o trono da Babilônia. Na época
daquela cidade,
Nabonido e era o governante principal do
império, enquanto seu filho Belsazar,
ele exercia a função de corregente e ele
administrava a Babilônia. Portanto, ele
é chamado rei aqui. E aqui a gente vai
perceber nas figuras do texto, mas na
verdade Nabonido era rei sobre toda a
Babilônia e Belsazar era aquele que
cumpria todas essas ordens. Portanto,
era ele que estava diretamente ligado ao
reinado. Isso explica então porque o
texto repete que Belsazar oferece a
Daniel a posição de terceiro, porque
Nabonido era o primeiro, ele era o
segundo. Então ele oferece aos
encantadores ou então depois ele oferece
a Daniel que seria colocado em terceiro.
Para que a gente relembre, depois aqui
da morte de Nabuco Donozor, nós temos a
ascensão do seu filho, que era Evil
Merodak ou Amel Marduque, né? Eh, na
literatura,
na história, ele é relatado como Amel
Marduque. A palavra de Deus o chama de
Evil Merodque lá em segundo Reis, no
livro de Segundo Reis, no capítulo 25,
verso 27 a 30. E também Jeremias, no
capítulo 52. Foi ele que libertou o rei
Joaquim de Judá da prisão, que tinha ido
paraa Babilônia. Seu reinado, ele dura
aproximadamente 2 anos. Ele foi morto
por uma conspiração eh de Neglissar.
Negrisar era genro de Nabuco Donozô e,
portanto, ele também tinha um nome
babilônico, né, Narguel Sarazé, e
provavelmente estava ligado à família
real por meio de um casamento. Ele se
casou com uma filha de Nabuco Donozor,
mas ele não era filho de Nabuco Donozor.
Ele reina então de 560 até 556
antes de Cristo. Logo a seguir a gente
tem o filho de Neglissá, que é Labas
Marduk. E após a morte dele, ele assume
o trono. Só que também é interessante
que quando ele assume o trono na
história diz que provavelmente ele reina
entre um e 3 meses, que foi o seu
reinado. Ele foi deposto, ele foi morto
em conspiração palaciana. E foi aí que
Nabonido assume o poder. Nabonido então
foi o último rei oficial de Babilônia,
tá? Então ele assume ali o reinado e a
sua ascensão ele representa o fim aqui
da sucessão direta da antiga casa real.
Ele governa de 556 até a conquista pelo
império persa aqui em 539.
E ele permanece, normalmente, ele
permanecia no palácio em Temá, na
Arábia. E, portanto, Belsazar governava
sobre quase todo o território da
Babilônia. Então, Belsazar, ele não
sucedeu, ele nunca sucedeu formalmente
na Bonido, ele nunca foi oficialmente,
na verdade, o rei aqui. E aqui também
nós precisamos entender algumas questões
do texto, como eu falei. Então, na
sequência do texto, no verso 516, ele
fala que seria o terceiro no reino,
exatamente por causa dessa ordem aqui. E
assim quando Daniel diz a Belazar: "Ó
rei Deus, o Altíssimo deu a Nabuco
Donzor, teu pai o reino". Na verdade há
uma expressão no texto, há uma expressão
em hebraico que é AB. Todo nome que
começa com AB normalmente se indica pai,
sucessor, antecessor, né? Alguma coisa
ligada a isso. Então, dá pra gente
entender Abner, na verdade era filho,
né? Pai de Ner ou Absalão, pai da paz. E
assim, normalmente não era que eh aqui
nós estamos falando que Belsar seria de
fato o filho ou da linhagem direta de
Nabuco Donozor, mas essa era uma
expressão para um antecessor, para o
ancestral, para o fundador de uma
dinastia ou para um rei, qualquer
governante, era usado da mesma maneira
para que a gente entenda as figuras aqui
do texto. Portanto, a grande aplicação
de Daniel no capítulo 5, que é que em
apenas 23 anos, após a morte de Nambuco
Donozor, a Babilônia, ela passou por
assassinatos, conspirações, governos
breves, mudanças aqui dinásticas e até
cair diante eh dos persas, tá? E os reis
mudaram rapidamente, mas a gente percebe
que há um reinado passando por cima de
tudo isso e o reino de Deus permanece
inabalável. Quando o império Medo Persa,
ele liderado por Sírio, ele avança sobre
a Babilônia mesmo diante da ameaça, nós
estamos vendo o exato momento que isso
está acontecendo e Belsazar está
oferecendo um banquete para mil de seus.
celebração aqui não é aleatória no
texto. Provavelmente ele tinha a
intenção de mostrar aos governantes e as
pessoas que mesmo que um outro império
estava marchando contra eles, eles não
conseguiriam derrotá-los. Porque eh
Belsazar confiava na força das suas
muralhas. Babilônia era cercada por
muralhas.
Eles tinham reservas de alimento
suficiente e o rio Eufrates atravessava
a cidade. Portanto, eles não ficariam
sem água, portanto não ficariam sem
alimento. Poderia aguentar um grande
cerco ali prolongado. E Belsazar estava
agora festejando e colocando a
Babilônia, dizendo possivelmente que
seria invencível. e nossos deuses, né,
nos protegerão. Diante disso, eu quero
destacar algumas lições paraa nossa
vida, que esse texto não fala apenas de
um império caindo, mas esse texto fala
das nossas próprias vidas, fala da nossa
própria história. Perceba então alguns
movimentos nesse texto. Primeira coisa
que o texto nos ensina é que a
arrogância humana, ela profana aquilo
que pertence a Deus. A arrogância
humana, ela profana aquilo que pertence
a Deus. Perceba que em Daniel do
capítulo 5, do verso 1 a 4, o texto diz:
"O rei Belazar deu um grande banquete a
1000 dos seus grandes e bebeu vinho na
presença dos 1000".
O texto começa descrevendo um grande
banquete aqui. Belsazar está no centro
aqui da celebração. Isso é muito comum.
Se você pegar literatura do antigo
Oriente próximo, você vai perceber que
essas festas eram iguais. Ou seja, o rei
tinha lugar de destaque onde tudo
canalizava para ele. Era ele que
determinava o comportamento e o padrão
da festa. Que Belsar nos é não é
apresentado pelos seus feitos. Nada aqui
no texto mostra o que Belsar fez. A
única coisa que ele faz é exatamente
essa festa. Ou seja, ele está
desfrutando de um império no qual Nabuco
Donozor construiu no tempo de Nabuco
Donozor. E ele organiza um banquete para
mostrar exatamente a sua grandeza. Isso
está dentro das formas mais sutis de
orgulho que permanece no coração humano.
Normalmente eh se orgulhar e muitas
vezes orgulhar dos feitos da nossa mão e
não reconhecer aquilo que acontece ou
que aconteceu até ali para que nós
tivéssemos aquilo que nós estamos nos
orgulhando. Talvez a gente se orgulhe de
uma igreja que outros plantaram, de uma
fé que outros preservaram, de
instituições que normalmente outros
construíram. Recebemos famílias,
recursos, oportunidad, influências,
dons, mas facilmente nós passamos a
viver como se tudo isso tivesse começado
conosco, tivesse começado a partir da
nossa história. Belazaro, então, diante
disso, ele profana os utensílios do
templo. E aqui nós lembramos que durante
a festa ele lembra de que esses
utensílios eram lá que foram trazidos de
Jerusalém. Ele não lembra de tudo aquilo
que Deus já tinha feito na história da
Babilônia. E isso a gente vai ver no
final do texto. Então ele pede os
utensílios da casa de Deus para que eles
pudessem beber nesses utensílios. Então
eles transforma em taças agora as taças
ou aquilo que era do templo de Jerusalém
numa celebração idólatra. O seu pecado
aqui não foi simplesmente beber vinho e
objetos antigos. O seu ato foi uma
declaração pública de desprezo. É como
se ele tivesse dizendo: "Olha, o Deus de
Israel foi derrotado. Seus utensílios
agora servem à nossa festa. Aquilo que
pertencia ao Senhor, ao Deus de Israel
agora pertence a nós." Há um
comentarista, um exegeta Longman, Temper
Longma, ele ressalta que ao destacar a
mensagem de Daniel,
apesar das dificuldades presentes, Deus
continua no controle e terá a vitória
final. Para os exilados aqui, os
utensílios do templo no palácio
babilônico parecia um sinal de derrota,
mas naquela mesma noite esses objetos se
tornariam o cenário da vidicação divina.
Portanto, os homens podem profanar
aquilo que pertence a Deus, mas jamais
poderão destronar a Deus a quem pertence
essas coisas. Essa é uma verdade
bíblica. Portanto, a profanação acontece
quando tomamos aquilo que pertence a
Deus. e usamos para nossa própria
exaltação.
Nós podemos fazer do nosso corpo que
pertence a Deus, mas utilizamos para
satisfazer os nossos próprios desejos.
Nossa inteligência pertence ao Senhor,
mas a usamos para alimentar normalmente
a vaidade. Nossa influência pertence a
Deus, mas empregamos para construir o
nosso próprio nome. Nossos recursos
pertencem a Deus, mas o administramos
como se não tivéssemos de prestar
contas.
Para Deus profanar o santo é tornar ou
tomar aquilo que Deus separou para sua
glória e colocá-lo a serviço do orgulho
humano. Belsasar ainda num segundo
movimento, ele adora, eh, ele adorou
aquilo que não podia salvá-lo. O verso 4
apresenta uma ironia.
Eles beberam o vinho e deram louvores
aos deuses de ouro, de prata, de bronze,
de ferro, de madeira e de pedra. Esses
materiais agora que é relacionado no
texto aqui, os irmãos vão lembrar que é
citado na estátua de Daniel no capítulo
de número dois. Portanto, aquilo que os
homens transformam em Deus são apenas
partes da criação. Os ídolos aqui da
Babilônia eram feitos desses materiais
preciosos, mas permaneciam, como o
próprio texto diz, cegos, surdos, mudos,
incapazes de salvar. Então, quando
Belsazar louva deuses feitos por mãos
humanas, a mão do verdadeiro Deus
aparece na parede. Os deuses da
Babilônia aqui tinham mãos, mas não
podiam agir. O Deus de Israel não era
representado por imagem nenhuma, mas sua
mão governava a história. E o texto está
mostrando em meio a essas ironias da
narrativa. Portanto, essa Babilônia
lembra que a segurança política, ela
também pode ser enganosa, né? O fato da
música continuar tocando, os copos
permanecendo cheios, o muro continuar em
pé, não significa que Deus esteja
ausente ou que o juízo esteja distante.
Sincler Ferguson também, ao comentar
esse texto, ele relaciona a queda de
Belçazar a advertência lá de Provérbios.
Se a gente lembrar, Provérbios 29 verso
1, diz assim: "O homem que muitas vezes
repreendido endurece a serviz
quebrantado de repente sem que haja
cura".
Portanto, a expressão de repente de
Provérbios é exatamente o que está para
ecuar eando em todo Daniel 5. Aqui a
festa continua, o vinho é servido, mas a
gente percebe um silêncio temporário de
Deus e a gente já viu que isso não é
sinal de aprovação, pode ser apenas o
intervalo anterior à sentença e Deus
cumprindo a sentença.
Toda geração ela precisa ouvir essa
advertência. Podemos estar ocupados com
uma série de coisas na nossa vida,
festas, projetos, negócios, conquistas,
mas nós precisamos lembrar que o Senhor
continua no trono e nós não podemos
ignorar os sinais que Deus nos dá. Essa
advertência, porém, não nos é dada para
lançar no desespero aqui, mas é
exatamente para nos despertar diante de
Deus enquanto há tempo de correr para
Deus, que chama sempre pecadores ao
arrependimento.
Mas a pergunta não é apenas quais os
ídolos de Belsazar. A pergunta é quais
são os ídolos que recebem os utensílios
de nossa vida?
O que que controla o nosso coração? O
que que nos faz sentir seguros? O que
que se fosse perdido faria parecer a
vida que a vida perdeu completamente o
sentido? Essa é a pergunta diante do
texto. Portanto, quando uma coisa criada
ela ocupa lugar do criador, uma bênção
se transforma em ídolo. Mas há uma
segunda sentença no texto que nós
aprendemos que a revelação divina
desmascara a falsa segurança humana. A
partir do verso 5, se você acompanhar no
seu texto, do verso 5 até o 16, o texto
começa dizendo: "No mesmo instante
apareceram os dedos de mão de homem e
escreviam de fronte do candieiro na
caiadura da parede do palácio real".
Quando Deus manifesta a sua presença
aqui, a arrogância humana, ela sempre
revela imediatamente a sua verdadeira
fragilidade. A expressão, no mesmo
instante, estabelece a ligação direta
entre o pecado e a intervenção divina.
Perceba os movimentos no texto. Perceba
aquilo que está acontecendo. Belsar
levanta a taça. Deus levanta a mão. O
rei profanos utensílios. Deus escreve
aqui na parede,
a festa então interrompida. Não foi um
ataque militar nesse momento, mas por
uma revelação celestial. A mão escreve
exatamente, o texto faz questão de dizer
diante do candieiro, ou seja, era num
local iluminado da parede. Deus não está
apenas sussurrando aqui sua sentença num
canto escuro. Deus está mostrando
claramente ali diante do rei e dos seus
convidados. O pecado havia se tornado
público, a advertência também seria
pública. Então, o rei que intimidava a
todos, agora homem é um homem
aterrorizado. O versículo 6 descreve a
reação física de Belsazar. O texto diz:
"Mudou-se o semblante do rei, os seus
pensamentos o turbaram e a junta dos
seus lombos se relaxaram e os seus
joelhos batiam um no outro.
poucos instantes. Belazar estava cercado
aqui de 1000 autoridades e dentro de uma
cidade fortificada, mas agora ele está
com medo. O medo revela a sua segurança,
que a sua segurança era apenas uma
aparência.
O pecado, então, irmãos, costuma
produzir uma coragem artificial.
Enquanto não existe confronto, o pecador
parece seguro. Ele sempre se parece
seguro. Enquanto Deus parece silencioso,
o homem normalmente imagina que é
soberano. Mas a consciência sabe que
existe um juiz. Todos nós sabemos.
É Deus que implantou isso em nós. A
sabedoria então da Babilônia se mostra
incapaz. Belças convoca de novo caldeus,
feiticeiros e promete púrpura, corrente
de ouro, terceira posição no reino. E
assim a gente vê que os sábados vieram,
mas não puderam ler. E essa incapacidade
aqui é repetida na história. Portanto,
nós já vimos isso em Daniel, que os
sábios também não conseguiram revelar o
sonho de Nabuco Donozor. não consegue
interpretar adequadamente as revelações
divinas e não consegue compreender a
escrita na parede.
Babilônia pode construir muralhas,
organizar exércitos, administrar
império, mas não consegue interpretar
corretamente a palavra de Deus.
Lembre-se disso. A Babilônia pode fazer
muita coisa, mas ela não consegue
interpretar corretamente a palavra de
Deus. nenhuma das áreas da vida, por
maior que seja, a inteligência humana
continua incapaz de decifrar o sentido
último da vida sem a revelação de Deus.
Daniel foi lembrado aqui quanto quando a
crise chegou, a rainha mãe entra na sala
e fala sobre Daniel. Nesse momento aqui,
Daniel já era idoso. Daniel já era um
idoso, provavelmente havia se afastado
do centro da administração. Belsazar
fazia festas, conhecia os nobres,
sábios. Mas aparentemente no texto,
percebam isso, que ele não conhecia
Daniel. Ele não conhecia Daniel.
E assim a gente vê que normalmente às
vezes poderes de uma época podem
marginalizar servos de Deus, mas não
pode tornar a falsa verdade que eles
proclamam. Então a gente vê que a fé de
Daniel não estava à venda. de novo aqui
olhar pro texto, a gente vai perceber
que quando a gente olha, abre Daniel, a
gente tem a impressão que são histórias
e às vezes, como diz um comentarista
também, enganosamente simples,
às vezes mostrando uma fé sobre pressão,
mas o texto agora de Daniel 5 parece
apenas narrar uma festa também, uma mão
misteriosa no escrito, escrevendo na
parede. Mas aqui há um confronto entre
dois modos de viver. É o que a palavra
de Deus está mostrando. Belsar vive pela
aparência e pelo poder e pelo prazer. Há
um contraste com Daniel. Daniel vivia
pela fidelidade, pela verdade, pelo
temor de Deus. Quando Daniel chega
diante de Belsazar e ele lhe oferece
honrarias, não é que Daniel está sendo
rude e grosso aqui, porque Daniel sabia
o que ia acontecer. De que garantia ele
ser o terceiro no reino se o reino
estava para cair?
Daniel sabia disso. Daniel responde: "Os
teus presentes fiquem contigo. Dá os
teus prêmios a outra. Todavia, lerei ao
rei a escritura e lhe farei saber a
interpretação. Daniel não estava aqui
dizendo que toda remuneração ou
reconhecimento não fosse eh fosse
errado, que a gente vê em outro momento,
em contextos diferentes, que ele havia
recebido posição administrativa. Mas o
problema era que naquela noite as
recompensas de Belsazar
não tinha valor nenhum.
Ser terceiro governante de um reino que
estaria para cair antes do amanhecer não
era promoção nenhuma aqui. Não era
título nenhum. Daniel então demonstra
que a palavra de Deus não pode ser
comprada também. Ele não ajustaria a
mensagem para receber essa púrpura. Não
suaviza também o juízo para receber
ouro. Ele está diante de um rei, mas
para falar aquilo que é verdade do
Senhor. Lembram na história também? Há
um momento na história do qual nós somos
herdeiros, quando Lutero está diante da
dieta de VMES, lá em 1521,
as autoridades pedem a ele que ele
reneguem tudo aquilo que ele tinha dito.
Ele diz: "Ao menos que vocês me
convençam pela palavra de Deus,
aqui eu me calo."
Ele estava sofrendo
sério risco de ser morto ali. Tanto é
que depois ele tem que ser exilado.
Daniel não perguntou o que devo fazer
para permanecer no palácio. Aqui nós
vemos diretamente algumas implicações
para nós. A igreja precisa eh entender
que eh nós precisamos viver como
cristãos que não escondem sua fé para
manter a aceitação social. Famílias que
não abandonem seus valores para
acompanhar a cultura. Essa é a nossa
luta no nosso tempo e sempre isso
aconteceu.
Mas a palavra de Deus ainda nos mostra
uma terceira coisa, que o juízo de Deus
considera o conhecimento recebido e a
glória negada.
Daniel, no capítulo 5, do verso 17 a 24,
ele diz: "Tu, Belsazar, que és filho,
não humilhaste o coração, ainda que
sabias tudo isso." Deus julga com
justiça, porque considera que não apenas
aquilo que nós fizemos, mas também a
verdade que nós conhecemos.
E rejeitamos deliberadamente, antes de
interpretar a palavra, Daniel apresenta
acusação contra Belsar.
Condenação, ela não veio sem explicação.
Deus não julgou Belsazar
arbitrariamente. O rei havia recebido
conhecimento suficiente para se
humilhar. Ele conhecia a história de
Nabuco Donozor.
Portanto, Belçazar que conhecia essa
história, Daniel que relembra aqui os
acontecimentos do capítulo 4ro, Deus deu
a Nabuco Donozora, reino, grandeza,
glória e majestade. Povos, nações
tremiam diante dele. Porém, quando o seu
coração se exaltou, Deus o derrubou. E
Nabuco Donozor foi afastado da
convivência humana até reconhecer. E o
texto diz lá, ó Deus Altíssimo, que o
Deus Altíssimo tem domínio sobre o reino
dos homens a quem quer constituir sobre
ele. Essa é a declaração de Nabuco
Donozor, onde Belsazar se dizia seu
filho. Belsazar conhecia essa história e
é por causa disso que Deus está agora
trazendo a condenação. O problema de
Belsasar não era a falta de informação,
era a resistência moral à verdade. Que
assim também chama atenção para o
contraste Nabuco Don Nozou e Belsazar. O
primeiro Deus concedeu tempo para ser
humilhado. Nabuco Donozor teve tempo e
reconheceu a soberania divina. Ao
segundo Belsazar que já conhecia a
história de Nabuco Donozor. A sentença
veio naquela noite. O problema não era a
ignorância. O problema era falta de
submissão
ao Deus soberano.
Portanto, nós precisamos tomar cuidado.
Conhecimento espiritual sem humilhação
não salva, apenas aumenta nossa
responsabilidade
diante de Deus. Na Bíblia, conhecer aqui
aumenta a responsabilidade. Perceba
algumas histórias. Faraó recebeu sinais,
endureceu o coração. Israel recebeu a
lei, mas voltou-se aos ídolos. Deus
condenou. Os fariseus conheciam as
escrituras, mas rejeitaram Messias. E
aqui no texto, Belsazar conhecia a
história de Nabuco Donozor, mas decidiu
repetir o mesmo orgulho.
Portanto, irmãos, nós precisamos lembrar
que a verdade que não nos conduz à
humildade, ela se torna testemunha
contra nós.
Ela se tornará testemunha contra nós.
Portanto, Daniel 5 nos adverte aqui que
nós não podemos presumir da graça de
Deus que é demonstrada a outros também.
Belsar, havendo recebido essa história e
vivendo toda essa história diante dos
olhos, mesmo assim ele não se submete a
esse Deus. Portanto, a graça que não nos
conduz ao arrependimento, ela torna-se
testemunha contra a dureza do nosso
coração. Belsasar se levanta contra o
Senhor dos céus. Daniel declara que no
texto te levantaste contra o Senhor dos
céus, essa expressão resume o pecado do
rei. Ele não havia cometido apenas um
erro de etiqueta religiosa. Ele havia se
levantado contra Deus. Ao profanar
utensílios, Belsas quis demonstrar que o
Deus de Israel não possuía poder sobre a
Babilônia. Mas a ironia do texto é
impressionante. De novo, olhe pro texto.
Belsazar toca os utensílios do templo,
mas não consegue tocar o Deus do templo.
Profana objetos aqui do de culto, mas
não diminui a santidade divina.
Ele zomba do Senhor, mas ele não
consegue escapar de sua mão. Belsasar
então glorificou os ídolos, ignorou o
Deus que sustentava sua vida. E Daniel
lá no verso 23, na parte final do verso,
diz: "Mas a Deus, em cuja mão está a tua
vida e todos os teus caminhos, a ele não
glorificaste."
Essa é uma das sentenças teológicas mais
importantes aqui no capítulo. A vida de
Belsazar estava na mão de Deus. Sua
respiração dependia de Deus. Seu coração
dependia de Deus que o sustentava. Seu
reino existia por permissão divina. Seus
caminhos estavam debaixo da providência
divina. Contudo, ele não reconhece isso.
Mas esse é o drama do pecado universal.
Esse é o drama do pecado que está em
nós. O ser humano caído, normalmente ele
pode utilizar a mente que é sustentada
por Deus para negar a existência de
Deus. O idólatra, ele usa madeira criada
por Deus para fabricar uma imagem e
adorá-la. O orgulhoso recebe dons de
Deus e utiliza para exaltar a si mesmo.
Respiramos o ar de um Deus que até mesmo
eh quando nossas palavras, pensamentos
se levantam contra ele, nós estamos
respirando o ar que vem dele também.
Cada pecado, irmãos, é praticado com
forças emprestadas pelo criador.
Por isso, o ser humano se torna
indisculpável.
Além da história, colocando também,
percebendo normalmente essas
arrogâncias. A gente conhece a história
de Napoleão.
Napoleão lá em 1804, durante uma
coroação como imperador, ele tomou a
coroa e colocou sobre a própria cabeça.
Esse era um ato que outro deveria
colocar. E ali simboliza que ele não se
submetia à autoridade de ninguém,
autoridade religiosa de ninguém.
Ele termina logo depois seus dias
exilados ali na ilha de Santa Helena. A
história repete a mesma lição. Homens
colocam coroas sobre a própria cabeça,
mas não consegue determinar por quanto
tempo as usarão.
Toda coroa então humana permanece
debaixo da mão de Deus. Nós precisamos
olhar para esse texto e aplicar em nós
mesmos. Muitos de nós conhecemos muitas
histórias suficientes para nos
humilharmos.
Conhecemos pessoas que perderam tudo
repentinamente. Conhecemos líderes que
foram destruídos pelo orgulho.
Conhecemos famílias feridas por por
pecados escondidos.
Conhecemos a palavra, conhecemos o
evangelho, nós conhecemos a cruz, nós
conhecemos a ressurreição. O perigo,
portanto, não está apenas em desconhecer
a verdade, mas é em ouvi-la
repetidamente
e ainda manter o coração sem rendição.
Não basta dizer: "Eu sei". A pergunta
então diante dessa sentença,
a verdade que você conhece já dobrou
seus joelhos ou não?
Há uma quarta sentença no texto, Deus,
então,
quarta e última sentença no texto, a
sentença divina revela que todo reino
humano tem prazo e limite. O texto,
então, na escrita, men, men, tequel
parcim,
a gente vê aqui que o tema do texto é
soberania de Deus. Então, Daniel 5 nos
mostra a duração desse império e desse
reinado. Deus reina, portanto, não
apenas sobre assuntos espirituais, mas
ele governa calendários, impérios,
governantes e fronteiras. Deus conta os
dias dos reinos também aqui. Então,
Daniel lê as palavras escritas na
parede. O texto diz, Men, ele repete
duas vezes: Deus contou o reino. Contou
Deus o teu reino e deu cabo dele. A
repetição do texto aqui de Men é
exatamente para ter a certeza da
decisão.
De novo, olha a ironia do texto.
Enquanto Belsar contava convidados, Deus
contava os seus dias. E aí a gente
lembra do Salmo 90. Palavra de Deus nos
fala: "Ensina-nos a contar os nossos
dias.
Essa deve ser a nossa oração para que
nós alcancemos coração sábio. Deus
continua contando cada um deles.
Governos, portanto, tem prazo. Impérios
têm prazo, instituições têm prazo. A
nossa vida terrena, ela tem prazo
também. O fato da gente não conhecer o
número não significa que esse número não
exista. O texto progride dizendo:
"Tequel", ou seja, Deus pesou o rei
pesado foste na balança e achado em
falta.
a imagem daquela balança comercial que
um objeto que tinha um valor exato era
colocado no lado. Então você coloca 1 kg
fiel na balança e do outro lado para que
você perceba que tem o quilo, tem que
equilibrar. Portanto, aquilo que não
equilibra, ele não está de acordo. E é
exatamente essa figura. Diz o texto que
Deus pesou ele e ele foi achado em
falta. Portanto, Tequel comunica
exatamente isso. Belsazar foi pesado e
considerado insuficiente.
Ele possuía ouro, mas não tinha peso de
justiça diante de Deus. Possuía coroa,
mas não possuía retidão diante de Deus.
Possuía poder, mas não tinha humildade.
Ele possuía religião, mas adorava deuses
mortos. Possuía informação, mas
rejeitava a verdade.
Avaliação humana frequentemente
considera aparência, influência,
riquezas e resultados. Mas a balança de
Deus, ela considera verdade, justiça,
santidade, fidelidade.
Nós podemos conhecer linguagem religiosa
e não conhecer o Senhor, mas o homem
normalmente ele tenta alterar a balança
para parecer justo. Isso é a história do
pecador.
Quantos de nós muitas vezes não nos
comparamos com pessoas piores do que
nós? A gente se compara, fala assim:
"Não, mas não é possível. Tem gente pior
do que eu? Nós selecionamos normalmente
apenas os melhores atos nós para
falarmos as pessoas ou falarmos diante
de Deus. Nós escondemos intenções,
minimizamos os nossos pecados,
exageramos nas nossas virtudes, mas uma
coisa é certa que a balança de Deus não
pode ser adulterada. Diante dela todas
as nossas justificativas serão
removidas. E aí o texto de novo faz uma
progressão. Peres, Deus dividiu o reino.
Dividido foi o teu reino e dado aos
medos e aos persas. Belsasar estava
distribuindo honrarias de um reino que
não pertencia a ele. Ele oferece isso a
Daniel. O verso 30, ele é marcado aqui
no texto por uma terrível simplicidade.
O texto apenas diz: "Naquela mesma noite
foi morto Belsazar,
rei dos caldeus.
Perceba que no texto não há nenhum longo
relato de batalha, nenhum discurso
final, não tem negociação, não tem fuga
heróica, apenas a execução da sentença
divina. O juízo de Deus não é a
possibilidade remota.
Mas é essa certeza futura que nós
devemos olhar e saber que a nossa vida
precisa estar diante de Deus.
Mas ao terminar, se eu terminasse esse
texto aqui, um desespero profundo
bateria na nossa alma. Mas eu gostaria
de concluir apontando para aquilo que
nós devemos fazer.
Cumprimento em Cristo, o rei que foi
pesado e achado perfeito. Daniel 5 não
pode determinar aqui ou terminar com
essa afirmação apenas de Belsasar que
ele foi pesado e condenado, porque essa
é a história da nossa vida. Belsasar foi
achado em falta, mas falta, mas não é o
único. Porque a palavra de Deus diz em
Romanos 3:23 que todos pecaram e carecem
da glória de Deus.
Portanto, nossa justiça não possui peso
necessário. Nossas obras são
imperfeitas. Nossas motivações, elas são
misturadas. Nossa obediência é
incompleta. Nosso amor por Deus é
insuficiente. E quando nós somos
pesados, nós somos encontrados em falta.
Se o texto terminava aqui, restaria
apenas temor, mas a escritura, ela nos
conduz ao rei, ao rei eterno.
Cristo, ele é pesado e ele é achado
perfeito. Perceba o contraste em Cristo
Jesus. Lá em seu batismo, na
transfiguração,
o Pai declarou: "Este é o meu filho
amado, em quem me comprao, ou em quem eu
tenho todo o meu prazer."
Cristo possuía tudo o que faltava em
Belsazar. Belsazar, ele usa o poder para
exaltar a si mesmo. A palavra de Deus
diz que Cristo, sendo o Senhor assumiu a
forma de servo. Belsazar, ele profanou
os utensílios do templo. Cristo
apresentou seu próprio corpo como
verdadeiro templo. Belsasar oferece um
banquete de orgulho. Cristo oferece um
banquete da graça. Belsar, ele morre e
perde o seu reino. Cristo morreu e
ressuscitou e recebeu o seu reino
eterno. Portanto, Cristo carregou a
condenação dos que estavam em falta.
Aquele então que foi achado perfeito
ocupou o lugar daqueles que foram
achados em falta. Outra escrita nos traz
a salvação. Houve uma escrita naquela
parede, mas nós nos lembramos com
alegria da promessa da palavra de Deus,
que tendo o cancelado o escrito de
dívida que era contra nós, que constava
de ordenanças, o qual nos era
prejudicial, removeu inteiramente
encravando-o na cruz. Colossenses
capítulo 2, verso 14. Portanto, nós não
somos aceitos porque a nossa balança
finalmente apresentou saldo positivo,
mas nós só aceitos diante de Deus por
causa da justiça de Cristo Jesus.
Cristo é esse rei. Lá em Daniel, no
capítulo 7, verso 14, declara: "Foi-lhe
dado o domínio,
glória e o reino para que os povos,
nações e homens de todas as línguas o
servissem. O seu domínio é domínio
eterno que não passará e o seu reino
jamais será destruído.
Cristo Jesus como rei não possui
sucessor. Ele não enfrenta eleições, não
teme conspiração, não pode ser deposto e
não envelhece.
Mas diante disso, eu gostaria de fazer
algumas aplicações diretas aqui à nossa
vida e motivações redentivas para a
nossa obediência diante de Deus. Daniel
5, ele não deve apenas levar a igreja a
obedecer por medo de ser destruída,
mas ele deve nos apresentar as
motivações
corretas diante de Deus. Portanto, nós
precisamos nos humilhar porque tudo que
possuímos vem de Deus.
Nós precisamos abandonar ídolos porque
eles não podem salvar.
Nós precisamos viver em santidade porque
fomos comprados por Cristo. Primeira
Coríntios no capítulo 6 19 a 20 diz:
"Não sois de vós mesmos, porque fostes
comprados por preço." Nós precisamos
perseverar porque nós pertencemos ao
reino que não será abalado. A igreja não
precisa então invejar o banquete de
Belsazar.
A glória do mundo é breve. As festas
terminam, as luzes apagam, as
autoridades elas desaparecem, os
impérios mudam de mão.
Mas a pergunta então ao final dessa
mensagem,
em qual reino está a nossa segurança?
Em qual reino está a nossa segurança?
Porque você vai perceber que enquanto
Belsazar levantava a taça, Deus
levantava a mão.
Enquanto o rei contava convidados,
Deus contava os seus dias.
Vamos orar.
Senhor [roncando] nosso Deus, nós
estamos na tua presença
e, ó Deus, nós nos humilhamos diante do
Senhor, reconhecendo que muitas vezes o
nosso coração se ensoberbece
e começamos, ó Deus, a confiar mais
naquilo que o Senhor tem nos dado do que
no Senhor mesmo, que nos dá tudo aquilo
que é necessário à nossa vida.
Perdoa-nos, Senhor. Perdoa-nos, ó Deus,
por muitas vezes transformar
as situações, ó Deus, dessa peregrinação
na nossa segurança.
Volta, ó Deus, o nosso coração para o
Senhor.
nós possamos, ó Deus, nos submeter a ti
em todas as partes da nossa vida.
Mas nós queremos, ó Deus, também te
pedir nessa noite,
se há alguém aqui, ó Deus, que ainda
não compreendeu o senhorio de Cristo
Jesus,
que o Senhor abra o entendimento e o
coração por meio da ação do Espírito
Santo do Senhor
e de saber, ó Deus, que sim, a história
está nas mãos do Senhor.
Ó Deus, mas os nossos dias estão
contados.
Portanto, ó Deus, que o Senhor, por meio
do Teu Espírito, abra os olhos para se
submeter, ó Deus, ao senhorio de Cristo
Jesus, e que todos nós possamos cumprir
o propósito para o qual nos criou, que é
para sermos louvor da glória do Senhor.
Nos abençoe a nossa oração em nome de
Cristo Jesus.
Amém. Nós vamos ainda um hino ao nosso
Deus.
Hino de número 49 do nosso inário.
Vamos se colocar em pé.
Sempre vencendo
m vitorioso
Cristo Jesus, [música] o Senhor, [canto]
soberano,
chefe bendito, [música]
em tudo ele é [canto]
vencedor.
Filho supremo [música] guiando [canto]
com seu imenso poder.
Todos [música][canto] avante pois
crentes sempre lutar e vencer. [canto]
Não é dos fortes a vitória
[música] e dos que correm melhor,
[canto]
mas não cientes sinceros [música]
que seguem junto [canto] ao Senhor,
sempre vem sendo
vitorioso
[música] Cristo Jesus, o Senhor, [canto]
em suas
inumeráveis
Seu grande império e fulgor
em seu governo. [música]
Demonstra cuida do amor sem [canto]
igual. Sempre nos ama e protege
com seu poder eternal.
Não é dos fortes a vitória,
nem dos que correm [canto][música]
melhor,
mas dos ciéis e sinceros
que seguei junto ao Senhor. [canto]
Sempre vem sendo
vitorioso
Cristo Jesus, o Senhor.
Vassalos, [música][canto]
servos e chefes querem também seu favor.
Senhor, desejo e te imploro que me
permitas lutar.
Sempre o teu lado invencível [música]
até meus dias [canto] vindar.
Não é dos fortes a vitória,
nem dos que correm. Melhor
mais os fiéis [canto] e sinceros
[música]
que seguem junto ao Senhor.
>> Vamos orar e receber a bênção.
Senhor nosso Deus, nos leve em paz
debaixo da tua bênção e da tua proteção.
Que o Senhor nos abençoe, ó Deus, nessa
semana que se inicia. Ó Deus, abençoe a
obra das nossas mãos.
Ó Deus, que em tudo que fizermos o nome
do Senhor seja glorificado.
Abençoe o teu povo, aqueles que estão
enfermos, as famílias da tua igreja, ó
Deus. Cuide também daqueles que estão em
viagem. Que o Senhor guarde, guarde-os,
ó Deus, e os proteja. Que o Senhor
assim, ó Deus, nos eh dispense, ó Deus,
o teu cuidado e a tua bênção e a boa mão
do Senhor esteja, ó Deus, sobre nós. Nós
oramos assim, ó Deus, agradecidos por
tudo, em nome de Cristo Jesus. E que o
amor de Deus, o nosso Pai, que a graça
de Jesus, o Filho, e a consolação do
Espírito Santo, do nosso Deus, repôs
sobre todos vós agora e para todo
sempre. Amém.
Amen. [música]
[canto]
Amen.
>> A igreja pode se assentar. Nós vamos
ainda ouvir um póslúdo.
Nós estamos chegando ao final desse
culto público e eu gostaria de dar
alguns avisos. Primeiro também saber se
há alguém que nos visita pela primeira
vez. Se você puder ficar em pé, nós
gostaríamos de dar um abraço um presente
em nome da igreja. Estamos aqui à
frente. Sejam muito bem-vindos no nosso
meio. Deus os abençoe.
Estão chegando próximos.
Quero já convidar o pastor Alison aqui à
frente também
todos os jovens que estarão participando
da caravana que começa essa semana. são
projetos liderados pela primeira igreja,
mas também
em
nós estamos junto com as igrejas, né, do
presbitério
e alguns jovens também de outra igreja
participarão nesses dias de
evangelização.
Meus queridos irmãos, durante essa
semana que se inicia, de segunda a
segunda, nós estaremos com a nossa
chamada caravana missionária, em que nós
vamos para o interior aqui de Goiás, no
intuito de levar a palavra do Senhor.
Evangelismo pela parte da manhã, parte
da tarde, trabalho com crianças, à noite
trabalho nas praças, com as famílias,
com o evangelismo, irmãos, de maneira
direta. Um dos intuitos que nós temos
trabalhado junto com os nossos jovens é
de abordar cada pessoa e e ter e gastar
tempo com essas pessoas, realmente
envolvendo, mais do que apenas entregar
um folheto, mas dialogar, falar do
evangelho, ministrar a palavra. E
durante essa semana nós estaremos em
Aragânia, estaremos em Guapó, Abadia e
um pedacinho também de Aparecida, de
Goiânia. uma semana inteira. Aqui tá só
uma parte, nós estamos com 45 jovens que
estarão descendo e tenho certeza que vai
ser uma bção. Por isso, eu vou pedir o
pastor Rubens para que possa fazer uma
oração pela nossa equipe.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
te agradecer, ó Deus, porque o Senhor um
dia se revelou a nós e queremos, ó Deus,
assim tornar, ó Pai, mensageiros, ó
Deus, dessa boa nova. Abençoe a vida de
cada um, ó Deus, desses jovens que se
dispuseram a estar, ó Deus, esses dias,
ó Pai, eh falando a respeito de Cristo
Jesus, da redenção que há em Cristo, ó
Deus, e da solução que nós temos, ó
Deus, para todo o nosso pecado e
condenação. Que o Senhor os abençoe, ó
Deus. Que o Senhor, ó Deus, possa
usá-los pelo poder do Espírito Santo do
Senhor. Ó Deus, guarda-os, ó Deus,
proteja-os também, livra-os do mal. E
que assim, ó Deus, sejam dias de
crescimento, mas também, ó Deus, que
pessoas que possam conhecer
verdadeiramente a Cristo Jesus e se
entregar ao Senhor. É a nossa oração, ó
Deus, e o nosso desejo em nome de Cristo
Jesus.
>> Amém. Que Deus os abençoe
os irmãos. Ainda eu quero eh algo uma
alegria para nós como igreja. Eh, não
sei se tem se se foi passado,
mas nós tivemos essa semana
é um marco interessante histórico, né?
Nós tivemos a primeira EBF que aconteceu
lá na região do silêncio, tá? E assim, o
que nos alegra é que em meio a isso
tinham 14 pessoas trabalhando, somente
duas que não são de lá, que era o Tot e
a Valéria. O restante da equipe era toda
de lá. E nós tivemos em torno de 83
crianças participando
esses dias lá da EBF, né? Então depois
eu acho que em alguns grupos dá para
mandar eh essas crianças cantando, né, a
música tema da EBF. Isso é motivo de
alegria, né, diante do Senhor, né? na
nossa vida e tudo aquilo que nós temos é
exatamente para isso, para que o nome do
Senhor se torne conhecido. Portanto, a
nossa vida, a nossa disposição, a nossa
fidelidade ao Senhor nos dízimos e
ofertas como igreja do Senhor é
exatamente para isso, para que o nome do
Senhor seja conhecido. Portanto, nós nos
alegramos, né, porque isso de fato é um
marco muito interessante, né, de você
perceber, né, ao longo desses anos, de
tantas caravanas, de tantos irmãos que
já foram até lá e desse trabalho que tem
sido sustentado pela igreja. Portanto,
continue orando, né, continue pedindo a
Deus que esteja abençoando e que mais
pessoas ali possam ser alcançadas, né? A
nossa visão e o desejo é em toda aquela
região são muitas cidades, várias
cidades com bastante habitantes ali e
que poderiam ser alcançadas, mas tudo
isso depende principalmente da nossa
disposição, da nossa oração e também da
nossa fidelidade ao nosso Deus.
Portanto, nós nos alegramos com isso,
porque isso eh faz parte, né, da
história da primeira igreja. Então, que
Deus continue abençoando o trabalho
sendo feito ali. Que Deus os abençoe,
nos dê uma boa semana e eu gostaria de
pedir à igreja, no próximo domingo
começa a 41ª
reunião do Supremo Concílio da IPB. Ela
vai acontecer em Manaus,
tá? Então ali muitas decisões, muitas
coisas acontecem no nível da igreja
nacional, mas que desce também para as
igrejas locais. Então, orem em favor
disso. Orem eh em todos os sentidos, não
apenas por aqueles que estarão
liderando, né, nesse quadriênio, mas por
todas as decisões que serão tomadas ali,
né? Nós eu estarei indo como um dos
delegados aqui do nosso presbitério, né?
Nós seremos quatro indo para Manaus, né?
Então, mas isso é, são pessoas do Brasil
inteiro se reunindo lá durante uma
semana de reuniões. Então, o em favor
disso. Que Deus abençoe, nos dê uma boa
semana em nome de Jesus.
>> [música]

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