A Soberania do Filho do Homem (Daniel 5.1-31) | Rev. Rubens Cirqueira
21/07/2026
A Soberania do Filho do Homem (Daniel 5.1-31) | Rev. Rubens Cirqueira
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Meus irmãos, que a graça e a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo estejam com todos. Quero convidá-los a abrir a palavra do Senhor no livro do profeta Daniel, capítulo de número cinco. Nós começaremos uma série do capítulo 5 ao 12 de Daniel, intitulado Reino que não será abalado. Essa noite nós vamos olhar para o capítulo 5 do livro de Daniel. Mesmo assentados, nós vamos acompanhar a leitura da palavra do Senhor, que nos diz assim: "O rei Belçazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos mil. Enquanto Belsazar bebia e apreciava o vinho, mandou trazer os utensílios de ouro e de prata que Nabuco Donzor, seu pai, tirara do templo que estava em Jerusalém, para que neles bebessem o rei e os seus grandes, as suas mulheres e concubinas. Então trouxeram os utensílios de ouro que foram tirados do templo da casa de Deus que estava em Jerusalém. E beberam neles o rei, os seus grandes e suas mulheres e concubinas. Beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. No mesmo instante apareceram os dedos de mão de homem. escreviam de fronte do candieiro na caiadura da parede do palácio real, e o rei via os dedos que estavam escrevendo. Então se mudou o semblante do rei e os seus pensamentos o turbaram. A junta dos seus lombos se relaxaram e os seus joelhos batiam um no outro. O rei ordenou em voz alta que se introduzissem os encantadores, os caldeus e os feiticeiros. Falou o rei, disse aos seus, aos sábios da Babilônia: "Qualquer um que ler essa escritura e me declarar a sua interpretação, será vestido de púrpura. trará uma cadeia de ouro ao pescoço e será o terceiro no meu reino. Então entraram todos os sábios do rei, mas não puderam ler a escritura, nem fazer saber ao rei a sua interpretação. Com isso, se perturbou muito o rei Belsazar e mudou-se-lhe o semblante, e os seus grandes estavam sobressaltados. A rainha mãe, por causa do que havia acontecido ao rei e aos seus grandes, entrou na casa do banquete e disse: "Ó rei, vive eternamente. Não te turbem os teus pensamentos, nem se mude o teu semblante. Há no reino um homem que tem o espírito dos deuses santos. Nos dias de teu pai se achou nele luz, inteligência e sabedoria como a sabedoria dos deuses. Teu pai, o rei Nabuco Donozor. Sim, teu pai, ó rei, o constituiu chefe dos magos, dos encantadores, dos caldeus e dos feiticeiros. Porquanto espírito excelente, conhecimento e inteligência, interpretação de sonhos, declaração de enigmas e solução solução de casos difíceis. se acharam neste Daniel, a quem o rei pusera o nome de Belessazar. Chame-se, pois o Daniel a Daniel e ele dará a interpretação. Então Daniel foi introduzido à presença do rei. Falou o rei e disse a Daniel: "És tu aquele Daniel dos cativos de Judá, que o rei, meu pai trouxe de Judá? Tenho ouvido dizer a teu respeito que o espírito dos deuses está em ti e que em ti se acham luz, inteligência e excelente sabedoria. Acabam de ser introduzidos à minha presença os sábios e os encantadores para lerem esta escritura e me fazerem saber a sua interpretação, mas não puderam dar a interpretação destas palavras. Eu, porém, tenho ouvido dizer de ti que podes dar interpretações e solucionar casos difíceis. Agora, se puderes ler esta escritura e fazer-me saber a sua interpretação, serás vestido de púrpura, terás cadeia de ouro ao pescoço e serás o terceiro no meu reino. Então respondeu Daniel e disse na presença do rei: "Os teus presentes fiquem contigo e dá os teus prêmios à Ultrem. Todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. Ó rei, Deus, o Altíssimo, deu a Nabuco Donozor, teu pai, o reino a e grandeza, glória e majestade. Por causa da grandeza que lhe deu, povos, nações e homens de todas as línguas tremiam e temiam diante dele. Matava a quem queria e a quem queria deixava com vida, e a quem queria exaltava e a quem queria abatia. Quando, porém, o seu coração se elevou e o seu espírito se tornou soberbo e arrogante, foi derribado do seu trono real e passou dele a sua glória. Foi expulso dentre os filhos dos homens. O seu coração foi feito semelhante ao dos animais e a sua morada foi com os jumentos monteses. Deram-lhe a comer erva como aos bois. e do orvalho do céu foi molhado o seu corpo, até que conheceu que Deus, o Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos homens e quem quer constitui sobre ele. Tu, Belsazar, que és o seu filho, não humilhaste o teu coração, ainda que sabias tudo isto, e te levantaste contra o Senhor dos céus, pois foram trazidos os utensílios da casa dele perante ti, e tu e os teus grandes, e as tuas mulheres e as tuas concubinas bebestes vinho nele, neles. Além disso, deste louvores aos deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro e de madeira e de pedra que não vêem, não ouvem, nem sabem, mas a Deus em cuja mão está a tua vida e os teus caminhos, a ele não glorificaste. Então, da parte dele foi enviada aquela mão que traçou esta escritura. Esta, pois, é a escritura que se traçou. Men, men, tequel e parim. Esta é interpretação daquilo. Men contou Deus o teu reino e deu cabo dele. Tequel, pesado foste na balança e achado em falta. Peres, dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos persas. Então mandou o Belsar que vestissem Daniel de púrpura e lhe pusesse cadeia de ouro ao pescoço e proclamassem que passaria a ser o terceiro no governo do seu reino. Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus, e Dari Medo, com cerca de 62 anos, se apoderou do reino. Vamos orar. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, rogar ao Senhor depois de lermos a Tua palavra, ilumina a nossa mente, abre o nosso entendimento e o nosso coração e aplica, Senhor, a tua palavra em nós. Que nós possamos sair daqui, ó Deus, conscientes do Deus que nós servimos, ó Deus, conscientes daquilo que nós precisamos viver diante do Senhor. Nós clamamos ao Senhor, ó Deus, que o Senhor transforme o nosso coração, converta o nosso coração a ti, é a nossa oração em nome de Cristo Jesus. Os irmãos, há um texto em Lucas, no capítulo 12, que Jesus ele conta uma parábola, uma parábola de um fazendeiro. E o título dessa parábola está lá como um fazendeiro louco. A história eh nos diz eh Jesus contando essa parábola, que esse fazendeiro colheu muito em uma temporada e, portanto, ele mandou fazer celeiros maiores para que ele pudesse acumular os seus bens. E ali até aquele lugar, nada de errado. Mas aquilo que a palavra de Deus vai mostrar é que em momento algum esse fazendeiro, ele deu eh créditos a Deus que na verdade o trabalho dele só poderia ter dado frutos porque Deus também controlou tudo aquilo ali. E aí o texto nos mostra que enquanto ele dizia a alma dele tem em depósitos muitos bens para muitos anos. Então ele diz: "Come, descansa, come, bebe, regala-te". Ele não sabia que estava em perigo. E aí o texto nos diz que Deus diz a ele: "Louco, esta noite te pedirão a tua alma e o que tens preparado para quem será?" Parábola de Jesus, ela revela algo importante na nossa vida que normalmente se apega à falsa segurança de se esconder às vezes em impérios, em palácios, exércitos, celeiros cheios, planos que normalmente para nós são bem organizados e na ilusão de que talvez o amanhã esteja controlado sob nosso controle. Daniel no capítulo 5 descreve essa mesma verdade, mas numa escala imperial. Belsar também, ele acreditava que estava seguro. Não tinha celeiros aqui, mas possuía muralhas. Ele não falava apenas consigo mesmo, mas ele estava celebrando com 1000 autoridades ali. Ele não estava dizendo: "Come, bebe, regala-te". Mas ele estava agora no palácio da Babilônia, em uma festa de orgulho e de idolatria. Enquanto o rico insensato descansava nos seus bens, na parábola, Delçasar descansava sobre a Babilônia. Enquanto o fazendeiro descansava nos seus celeiros, o outro confiava nos seus muros. O problema aqui que o texto vai nos mostrar eh de Belsazar eh e assim como rico insensato não era possuir recurso. Não é isso que a palavra de Deus está dizendo, nem recursos, nem poder ou influência. O problema estava em viver essas coisas como se elas pudessem protegê-lo diante de Deus. Então, Daniel no capítulo 5 não é apenas uma história de um rei antigo. Ela é revelação de que todo ser humano também ele pode construir essa falsa sensação de segurança enquanto sua vida permanece eh na mão de Deus. Todo ser humano, então, ele vive diante dessa balança de Deus. E nenhuma segurança que a gente possa conseguir com as nossas mãos ou segurança terrena pode na eh na verdade esconder a verdadeira condição da nossa alma. Por isso, a palavra de Deus nos mostra que Deus julga os governantes, os reinos que orgulhosamente profanam a sua glória. Mas quando olhamos para esse texto, a gente vê o foco do texto e a gente precisa entender qual é a condição caída aqui. Para que a gente perceba a redenção, é necessário perceber a condição caída. Ou seja, normalmente aqui o o ser humano, ele recebe de Deus a vida, eh, as oportunidades, os recursos, o poder, mas muitas vezes dominado pelo orgulho, ele apropia-se dessas dádivas para exaltar a si mesmo, servir aos seus ídolos e desprezar a glória do Criador. Daniel capítulo 5, então, apresenta, pelo menos nessa narrativa, são três momentos aqui nos quais Deus revela a fragilidade dos reinos humanos e a soberania do seu reino eterno. Mas eu gostaria que você relembrasse, quero trazer a memória sua um pouco antes, quando Daniel está sendo escrito aqui, para que a gente entenda o contexto e algumas eh algumas partes dessa narrativa. Daniel está aqui mais ou menos no ano 539 aes de. Crist, depois das experiências aqui de Nabuco Donozor, qual é citado também nesse capítulo e que é narrado também no capítulo anterior. Nabuco Donozor havia morrido aqui e uma sucessão de governantes eh instáveis começou a ocupar o trono da Babilônia. Na época daquela cidade, Nabonido, eh, era o governante principal do império, enquanto seu filho Belsazar, ele exercia a função de corregente e ele administrava a Babilônia. Portanto, ele é chamado rei aqui. E aqui a gente vai perceber nas figuras do texto, mas na verdade Nabonido era rei sobre toda a Babilônia e Belsazar era aquele que cumpria todas essas ordens. Portanto, era ele que estava diretamente ligado ao reinado. Isso explica então porque o texto repete que Belsar oferece a Daniel a posição de terceiro, porque Nabonido era o primeiro, ele era o segundo. Então ele oferece aos encantadores ou então depois ele oferece a Daniel que seria colocado em terceiro. Para que a gente relembre, depois aqui da morte de Nabuco Donozor, nós temos a ascensão do seu filho, que era Evil Merodak ou Amel Marduque, né? Eh, na literatura, na história, ele é relatado como Amel Marduque. A palavra de Deus o chama de Evil Merodque lá em segundo Reis, no livro de Segundo Reis, no capítulo 25 verso 27 a 30. E também Jeremias, no capítulo 52. Foi ele que libertou o rei Joaquim de Judá da prisão, que tinha ido paraa Babilônia. Seu reinado, ele dura aproximadamente 2 anos. Ele foi morto por uma conspiração eh de Neglissar. Neglissar era genro de Nabuco Donozô e, portanto, ele também tinha um nome babilônico, né, Nguel Sarazé, e provavelmente estava ligado à família real por meio de um casamento. Ele se casou com uma filha de Nabuco Donozor, mas ele não era filho de Nabuco Donozor. Ele reina então de 560 até 556 antes de Crist. Logo a seguir a gente tem o filho de Neglissá, que é Labas Marduk. E após a morte dele, ele assume o trono. Só que também é interessante que quando ele assume o trono na história diz que provavelmente ele reina entre um e 3 meses, que foi o seu reinado. Ele foi deposto, ele foi morto em conspiração palaciana. E foi aí que Nabonido assume o poder. Nabonido então foi o último rei oficial de Babilônia, tá? Então ele assume ali o reinado e a sua ascensão, ele representa o fim aqui da sucessão direta da antiga casa real. Ele governa de 556 até a conquista pelo império persa aqui em 539. E ele permanece, normalmente, ele permanecia no palácio em Temá, na Arábia. E, portanto, Belazar governava sobre quase todo o território da Babilônia. Então, Belsazar, ele não sucedeu, ele nunca sucedeu formalmente na Bonido, ele nunca foi oficialmente, na verdade, o rei aqui. E aqui também nós precisamos entender algumas questões do texto, como eu falei. Então, na sequência do texto, no verso 516, ele fala que seria o terceiro no reino exatamente por causa dessa ordem aqui. E assim quando Daniel diz a Bel Sazá: "Ó rei Deus, o Altíssimo deu a Nabuco Donozor, teu pai o reino". Na verdade há uma expressão no texto, há uma expressão em hebraico que é AB. Todo nome que começa com Abi normalmente se indica pai, sucessor, antecessor, né? Alguma coisa ligada a isso. Então, dá pra gente entender Abner, na verdade era filho, né? Pai de Ner ou Absalão, pai da paz. E assim, normalmente não era que eh aqui nós estamos falando que Belsar seria de fato o filho ou da linhagem direta de Nabuco Donozor, mas essa era uma expressão para um antecessor, para o ancestral, para o fundador de uma dinastia ou para um rei, qualquer governante, era usado da mesma maneira para que a gente entenda as figuras aqui do texto. Portanto, a grande aplicação de Daniel no capítulo 5, que é que em apenas 23 anos, após a morte de Nabuco Donozor, a Babilônia, ela passou por assassinatos, conspirações, governos breves, mudanças aqui dinásticas e até cair diante eh dos persas, tá? E os reis mudaram rapidamente, mas a gente percebe que há um reinado passando por cima de tudo isso e o reino de Deus permanece inabalável. Quando o império Medupersa, ele liderado por Criro, ele avança sobre a Babilônia mesmo diante da ameaça, nós estamos vendo o exato momento que isso está acontecendo e Belsazar está oferecendo um banquete para mil de seus. celebração aqui não é aleatória no texto. Provavelmente ele tinha a intenção de mostrar aos governantes e as pessoas que mesmo que um outro império estava marchando contra eles, eles não conseguiriam derrotá-los. Porque eh Belsazar confiava na força das suas muralhas. Babilônia era cercada por muralhas. Eles tinham reservas de alimento suficiente e o rio Eufrates atravessava a cidade. Portanto, eles não ficariam sem água, portanto não ficariam sem alimento. Poderia aguentar um grande cerco ali prolongado. E Belsazar estava agora festejando e colocando a Babilônia, dizendo possivelmente que seria invencível. e nossos deuses, né, nos protegerão. Diante disso, eu quero destacar algumas lições para nossa vida, que esse texto não fala apenas de um império caindo, mas esse texto fala das nossas próprias vidas, fala da nossa própria história. Perceba então alguns movimentos nesse texto. Primeira coisa que o texto nos ensina é que a arrogância humana, ela profana aquilo que pertence a Deus. A arrogância humana, ela profana aquilo que pertence a Deus. Perceba que em Daniel do capítulo 5, do verso 1 a 4, o texto diz: "O rei Belçazar deu um grande banquete a mil dos seus grandes e bebeu vinho na presença dos 1000." O texto começa descrevendo um grande banquete aqui. Belsas está no centro aqui da celebração. Isso é muito comum. Se você pegar literatura do antigo Oriente próximo, você vai perceber que essas festas eram iguais. Ou seja, o rei tinha lugar de destaque onde tudo canalizava para ele. Era ele que determinava o comportamento e o padrão da festa. Aqui Belsazar nos é não é apresentado pelos seus feitos nada aqui no texto mostra o que Belsazar fez. A única coisa que ele faz é exatamente essa festa. Ou seja, ele está desfrutando de um império no qual Nabuco Donozor construiu no tempo de Nabuco Donozor. E ele organiza um banquete para mostrar exatamente a sua grandeza. Isso está dentro das formas mais sutis de orgulho que permanece no coração humano. Normalmente eh se orgulhar e muitas vezes orgulhar dos feitos da nossa mão e não reconhecer aquilo que acontece ou que aconteceu até ali para que nós tivéssemos aquilo que nós estamos nos orgulhando. Talvez a gente se orgulhe de uma igreja que outros plantaram, de uma fé que outros preservaram, de instituições que normalmente outros construíram. Recebemos famílias, recursos, oportunidades, influências, dons, mas facilmente nós passamos a viver como se tudo isso tivesse começado conosco, tivesse começado a partir da nossa história. Belzas, então, diante disso, ele profana os utensílios do templo. E aqui nós lembramos que durante a festa ele lembra de que esses utensílios eram lá que foram trazidos de Jerusalém. Ele não lembra de tudo aquilo que Deus já tinha feito na história da Babilônia. E isso a gente vai ver no final do texto. Então, ele pede os utensílios da casa de Deus para que eles pudessem beber nesses utensílios. Então, eles transforma em taças agora as taças ou aquilo que era do templo de Jerusalém numa celebração idólatra. O seu pecado aqui não foi simplesmente beber vinho e objetos antigos. O seu ato foi uma declaração pública de desprezo. É como se ele tivesse dizendo: "Olha, o Deus de Israel foi derrotado. Seus utensílios agora servem à nossa festa. Aquilo que pertencia ao Senhor, ao Deus de Israel agora pertence a nós." Há um comentarista, um exegeta Longman, Temper Longman, ele ressalta que ao destacar a mensagem de Daniel, apesar das dificuldades presentes, Deus continua no controle, terá a vitória final. Para os exilados aqui, os utensílios do templo no palácio babilônico parecia um sinal de derrota, mas naquela mesma noite esses objetos se tornariam o cenário da vidicação divina. Portanto, os homens podem profanar aquilo que pertence a Deus, mas jamais poderão destronar a Deus a quem pertence essas coisas. Essa é uma verdade bíblica. Portanto, a profanação acontece quando tomamos aquilo que pertence a Deus. e usamos para nossa própria exaltação. Nós podemos fazer do nosso corpo que pertence a Deus, mas utilizamos para satisfazer os nossos próprios desejos. Nossa inteligência pertence ao Senhor, mas a usamos para alimentar normalmente a vaidade. Nossa influência pertence a Deus, mas empregamos para construir o nosso próprio nome. Nossos recursos pertencem a Deus, mas o administramos como se não tivéssemos de prestar contas. Para Deus, profanar o santo é tornar ou tomar aquilo que Deus separou para sua glória e colocá-lo a serviço do orgulho humano. Belsar ainda no segundo movimento, ele adora eh ele adorou aquilo que não podia salvá-lo. Verso 4 apresenta uma ironia. Eles beberam o vinho e deram louvores aos deuses de ouro, de prata, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra. Esses materiais agora que é relacionado no texto aqui, os irmãos vão lembrar que é citado na estátua de Daniel, no capítulo de número dois. Portanto, aquilo que os homens transformam em Deus são apenas partes da criação. Os ídolos aqui da Babilônia eram feitos desses materiais preciosos, mas permaneciam, como o próprio texto diz, cegos, surdos, mudos, incapazes de salvar. Então, quando Belsazar louva deuses feitos por mãos humanas, a mão do verdadeiro Deus aparece na parede. Os deuses da Babilônia aqui tinham mãos, mas não podiam agir. O Deus de Israel não era representado por imagem nenhuma, mas sua mão governava a história. E o texto está mostrando em meio a essas ironias da narrativa. Portanto, essa Babilônia lembra que a segurança política ela também pode ser enganosa, né? O fato da música continuar tocando, os copos permanecendo cheios, o muro continuar em pé, não significa que Deus esteja ausente ou que o juízo esteja distante. Sincler Ferguson também, ao comentar esse texto, ele relaciona a queda de Belsazar à advertência lá de Provérbios. Se a gente lembrar, Provérbios 29 verso 1, diz assim: "O homem que muitas vezes repreendido endurece servizá quebrantado de repente sem que haja cura". Portanto, a expressão de repente de Provérbios é exatamente o que está para ecuar aqui. A festa continua, o vinho é servido, mas a gente percebe um silêncio temporário de Deus e a gente já viu que isso não é sinal de aprovação, pode ser apenas o intervalo anterior à sentença e Deus cumprindo a sentença. Toda geração ela precisa ouvir essa advertência. Podemos estar ocupados com uma série de coisas da nossa vida, festas, projetos, negócios, conquistas, mas nós precisamos lembrar que o Senhor continua no trono e nós não podemos ignorar os sinais que Deus nos dá. Essa advertência, porém, não nos é dada para lançar no desespero aqui, mas é exatamente para nos despertar diante de Deus, enquanto há tempo de correr para Deus, que chama sempre pecadores ao arrependimento. Mas a pergunta não é apenas quais os ídolos de Belsazar, a pergunta é: Quais são os ídolos que recebem os utensílios de nossa vida? O que que controla o nosso coração? O que que nos faz sentir seguros? O que que se fosse perdido faria parecer a vida que a vida perdeu completamente o sentido? Essa é a pergunta diante do texto. Portanto, quando uma coisa criada, ela ocupa lugar do criador, uma bênção se transforma em ídolo. Mas há uma segunda sentença no texto que nós aprendemos que a revelação divina desmascara a falsa segurança humana. A partir do verso 5, se você acompanhar no seu texto do verso 5 até o 16, o texto começa dizendo: "No mesmo instante apareceram os dedos de mão de homem e escreviam de fronte do candieiro na caiadura da parede do palácio real". Quando Deus manifesta a sua presença aqui, a arrogância humana, ela sempre revela imediatamente a sua verdadeira fragilidade. A expressão, no mesmo instante, estabelece a ligação direta entre o pecado e a intervenção divina. Perceba os movimentos no texto. Perceba aquilo que está acontecendo. Belsazar levanta a taça. Deus levanta a mão. O rei profanos utensílios. Deus escreve aqui na parede. A festa então interrompida. Não foi um ataque militar nesse momento, mas por uma revelação celestial. A mão escreve exatamente o texto faz questão de dizer diante do candieiro, ou seja, era no local iluminado da parede. Deus não está apenas sussurrando aqui sua sentença num canto escuro. Deus está mostrando claramente ali diante do rei e dos seus convidados. o pecado havia se tornado público, a advertência também seria pública. Então, o rei que intimidava a todos, agora homem é um homem aterrorizado. O versículo 6 descreve a reação física de Belsasar. O texto diz: "Mudou-se o semblante do rei, os seus pensamentos o turbaram e a junta dos seus lombos se relaxaram, e os seus joelhos batiam um no outro". Poucos instantes, Belazar estava cercado aqui de 1000 autoridades e dentro de uma cidade fortificada, mas agora ele está com medo. O medo revela a sua insegurança, que a sua segurança era apenas uma aparência. O pecado, então, irmãos, costuma produzir uma coragem artificial. Enquanto não existe confronto, o pecador parece seguro. Ele sempre se parece seguro. Enquanto Deus parece silencioso, o homem normalmente imagina que é soberano. Mas a consciência sabe que existe um juiz. Todos nós sabemos. É Deus que implantou isso em nós. A sabedoria então da Babilônia se mostra incapaz. Belçazar convoca de novo caldeus, feiticeiros e promete púrpura, corrente de ouro, terceira posição no reino. E assim a gente vê que os sábios vieram, mas não puderam ler. E essa incapacidade aqui é repetida na história. Portanto, nós já vimos isso em Daniel, que os sábios também não conseguiram revelar o sonho de Nabuco Donozor. não consegue interpretar adequadamente as revelações divinas e não consegue compreender a escrita na parede. Babilônia pode construir muralhas, organizar exércitos, administrar império, mas não consegue interpretar corretamente a palavra de Deus. Lembre-se disso. A Babilônia pode fazer muita coisa, mas ela não consegue interpretar corretamente a palavra de Deus. Nenhuma das áreas da vida, por maior que seja, a inteligência humana continua incapaz de decifrar o sentido último da vida sem a revelação de Deus. Daniel foi lembrado aqui quando a crise chegou, a rainha mãe entra na sala e fala sobre Daniel. Nesse momento aqui, Daniel já era idoso. Daniel já era um idoso, provavelmente havia se afastado do centro da administração. Belsas fazia festas, conhecia os nobres, sábios, mas aparentemente no texto, percebam isso, que ele não conhecia Daniel. Ele não conhecia Daniel. E assim a gente vê que normalmente às vezes poderes de uma época podem marginalizar servos de Deus, mas não pode tornar a falsa a verdade que eles proclamam. Então a gente vê que a fé de Daniel não estava à venda. de novo aqui olhar pro texto, a gente vai perceber que quando a gente olha, abre Daniel, a gente tem a impressão que são histórias e às vezes, como diz um comentarista também, enganosamente simples, às vezes mostrando uma fé sobre pressão, mas o texto agora de Daniel 5 parece apenas narrar uma festa também, uma mão misteriosa no escrito, escrevendo na parede. Mas aqui há um confronto entre dois modos de viver. É o que a palavra de Deus está mostrando. Belsazar vive pela aparência e pelo poder e pelo prazer. Há um contraste com Daniel. Daniel vivia pela fidelidade, pela verdade, pelo temor de Deus. Quando Daniel chega diante de Belsasar e ele lhe oferece honrarias, não é que Daniel está sendo rude, grosso aqui, porque Daniel sabia o que ia acontecer. De que garantia ele ser o terceiro no reino se o reino estava para cair? Daniel sabia disso. Daniel responde: "Os teus presentes fiquem contigo? Dá os teus prêmios a outra. Todavia, lerei ao rei a escritura e lhe farei saber a interpretação. Daniel não estava aqui dizendo que toda remuneração ou reconhecimento não fosse eh fosse errado, que a gente vê em outro momento, em contextos diferentes, que ele havia recebido posição administrativa. Mas o problema era que naquela noite as recompensas de Belçazar não tinha valor nenhum. ser terceiro governante de um reino que estaria para cair antes do amanhecer não era promoção nenhuma aqui não era título nenhum. Daniel então demonstra que a palavra de Deus não pode ser comprada também. Ele não ajustaria a mensagem para receber essa púrpura. Não suaviza também o juízo para receber ouro. Ele está diante de um rei, mas para falar aquilo que é verdade do Senhor. Lembram na história também? Há um momento na história do qual nós somos herdeiros. Quando Lutero está diante da dieta de Vormes, lá em 1521, as autoridades pedem a ele que ele reneguem tudo aquilo que ele tinha dito. Ele diz: "Ao menos que vocês me convençam pela palavra de Deus, aqui eu me calo." Ele estava sofrendo sério risco de ser morto ali. Tanto é que depois ele tem que ser exilado. Daniel não perguntou o que devo fazer para permanecer no palácio. Aqui nós vemos diretamente algumas implicações para nós. A igreja precisa eh entender que eh nós precisamos viver como cristãos que não escondem sua fé para manter a aceitação social. Famílias que não abandonem seus valores para acompanhar a cultura. Essa é a nossa luta no nosso tempo e sempre isso aconteceu. Mas a palavra de Deus ainda nos mostra uma terceira coisa, que o juízo de Deus considera o conhecimento recebido e a glória negada. Daniel, no capítulo 5, do verso 17 a 24, ele diz: "Tu, Belsazar, que és filho, não humilhaste o coração, ainda que sabias tudo isso. Deus julga com justiça, porque considera que não apenas aquilo que nós fizemos, mas também a verdade que nós conhecemos." E rejeitamos deliberadamente, antes de interpretar a palavra, Daniel apresenta acusação contra Belsazar. Condenação, ela não veio sem explicação. Deus não julgou Belsasar arbitrariamente. O rei havia recebido conhecimento suficiente para se humilhar. Ele conhecia a história de Nabuco Donozor. Portanto, Belsazar que conhecia essa história, Daniel que relembra aqui os acontecimentos do capítulo 4ro, Deus deu a Nabuco Donozora, reino, grandeza, glória e majestade. Povos, nações tremiam diante dele. Porém, quando seu coração se exaltou, Deus o derrubou. E Nabuco Donzor foi afastado da convivência humana até reconhecer. E o texto diz lá, ó Deus Altíssimo, que o Deus Altíssimo tem domínio sobre o reino dos homens, a quem quer constitui sobre ele. Essa é a declaração de Nabuco Donozor, onde Belsazar se dizia seu filho. Belsazar conhecia essa história e é por causa disso que Deus está agora trazendo a condenação. O problema de Belsazar não era a falta de informação, era resistência moral à verdade. Aqui assim também chama atenção para o contraste Nabuco Donzou e Belsazar. O primeiro Deus concedeu tempo para ser humilhado. Nabuco Donozor teve tempo e reconheceu a soberania divina. Ao segundo Belsazar que já conhecia a história de Nabuco Donozor. A sentença veio naquela noite. O problema não era a ignorância. O problema era falta de submissão ao Deus soberano. Portanto, nós precisamos tomar cuidado. Conhecimento espiritual sem humilhação não salva, apenas aumenta nossa responsabilidade diante de Deus. Na Bíblia, conhecer aqui aumenta a responsabilidade. Perceba algumas histórias. Faraó recebeu sinais, endureceu o coração. Israel recebeu a lei, mas voltou-se aos ídolos. Deus condenou. Os fariseus conheciam as escrituras, mas rejeitaram Messias. E aqui no texto, Belsazar conhecia a história de Nabuco Donozor, mas decidiu repetir o mesmo orgulho. Portanto, irmãos, nós precisamos lembrar que a verdade que não nos conduz à humildade, ela se torna testemunha contra nós. Ela se tornará testemunha contra nós. Portanto, Daniel 5 nos adverte aqui que nós não podemos presumir da graça de Deus que é demonstrada a outros também. Belsasar, havendo recebido essa história e vivendo toda essa história diante dos olhos, mesmo assim ele não se submete a esse Deus. Portanto, a graça que não nos conduz ao arrependimento, ela torna-se testemunha contra a dureza do nosso coração. Belsas se levanta contra o Senhor dos céus. Daniel declara que no texto te levantaste contra o Senhor dos céus. Essa expressão resume o pecado do rei. Ele não havia cometido apenas um erro de etiqueta religiosa. Ele havia se levantado contra Deus. Ao profanar utensílios, Belsazar quis demonstrar que o Deus de Israel não possuía poder sobre a Babilônia. Mas a ironia do texto é impressionante. De novo, olhe pro texto. Belsar toca os utensílios do templo, mas não consegue tocar o Deus do templo. Profana objetos aqui do de culto, mas não diminui a santidade divina. Ele zomba do Senhor, mas ele não consegue escapar de sua mão. Belsazar então glorificou os ídolos, ignorou o Deus que sustentava sua vida. E Daniel lá no verso 23, na parte final do verso, diz: "Mas a Deus, em cuja mão está a tua vida e todos os teus caminhos, a ele não glorificaste". Essa é uma das sentenças teológicas mais importantes aqui no capítulo. A vida de Belsazar estava na mão de Deus. Sua respiração dependia de Deus. Seu coração dependia de Deus que o sustentava. Seu reino existia por permissão divina. Seus caminhos estavam debaixo da providência divina. Contudo, ele não reconhece isso. Mas esse é o drama do pecado universal. Esse é o drama do pecado que está em nós. O ser humano caído, normalmente ele pode utilizar a mente que é sustentada por Deus para negar a existência de Deus. O idólatra, ele usa madeira criada por Deus para fabricar uma imagem e adorá-la. O orgulhoso recebe dons de Deus e utiliza para exaltar a si mesmo. Respiramos o ar de um Deus que até mesmo eh quando nossas palavras, pensamentos se levantam contra ele, nós estamos respirando o ar que vem dele também. Cada pecado, irmãos, é praticado com forças emprestadas pelo criador. Por isso, o ser humano se torna indisculpável. Além da história, colocando também, percebendo normalmente essas arrogâncias. A gente conhece a história de Napoleão. Napoleão lá em 1804, durante uma coroação com o imperador, ele tomou a coroa e colocou sobre a própria cabeça. Isso era um ato que outro deveria colocar. E ali simboliza que ele não se submetia à autoridade de ninguém, autoridade religiosa de ninguém. Ele termina logo depois seus dias exilados ali na ilha de Santa Helena. A história repete a mesma lição. Homens colocam coroas sobre a própria cabeça, mas não consegue determinar por quanto tempo as usarão. Toda coroa então humana permanece debaixo da mão de Deus. Nós precisamos olhar para esse texto e aplicar em nós mesmos. Muitos de nós conhecemos muitas histórias suficientes para nos humilharmos. Conhecemos pessoas que perderam tudo repentinamente. Conhecemos líderes que foram destruídos pelo orgulho. Conhecemos famílias feridas por por pecados escondidos. Conhecemos a palavra, conhecemos o evangelho, nós conhecemos a cruz, nós conhecemos a ressurreição. O perigo, portanto, não está apenas em desconhecer a verdade, mas é em ouvi-la repetidamente e ainda manter o coração sem rendição. Não basta dizer: "Eu sei". A pergunta então diante dessa sentença, a verdade que você conhece já dobrou seus joelhos ou não? Há uma quarta sentença no texto, Deus, então, quarta e última sentença no texto, a sentença divina revela que todo reino humano tem prazo e limite. O texto, então, na escrita men, men, tequel parcim, a gente vê aqui que o tema do texto é soberania de Deus. Então, Daniel 5 nos mostra a duração desse império e desse reinado. Deus reina, portanto, não apenas sobre assuntos espirituais, mas ele governa calendários, impérios, governantes e fronteiras. Deus conta os dias dos reinos também aqui. Então, Daniel lê as palavras escritas na parede. O texto diz, Men, ele repete duas vezes: Deus contou o reino. Contou Deus o teu reino deu cabo dele. A repetição do texto aqui de Men é exatamente para ter a certeza da decisão. De novo, olha a ironia do texto. Enquanto Belsazar contava convidados, Deus contava os seus dias. E aí a gente lembra do Salmo 90. Palavra de Deus nos fala: "Ensina-nos a contar os nossos dias. Essa deve ser a nossa oração para que nós alcancemos coração sábio. Deus continua contando cada um deles. Governos, portanto, tem prazo. Impérios t prazo, instituições têm prazo. A nossa vida terrena, ela tem prazo também. O fato da gente não conhecer o número não significa que esse número não exista. O texto progride dizendo: "Tequel", ou seja, Deus pesou o rei pesado, foste na balança e achado em falta. a imagem daquela balança comercial que um objeto que tinha um valor exato era colocado no lado. Então você coloca 1 kg fiel na balança e do outro lado para que você perceba que tem o quilo, tem que equilibrar. Portanto, aquilo que não equilibra, ele não está de acordo. E é exatamente essa figura. Diz o texto, que Deus pesou ele e ele foi achado em falta. Portanto, Tequel comunica exatamente isso. Belsazar foi pesado e considerado insuficiente. Ele possuía ouro, mas não tinha peso de justiça diante de Deus. Possuía coroa, mas não possuía retidão diante de Deus. Possuía poder, mas não tinha humildade. Ele possuía religião, mas adorava deuses mortos. possuía informação, mas rejeitava a verdade. Avaliação humana frequentemente considera aparência, influência, riquezas e resultados. Mas a balança de Deus, ela considera verdade, justiça, santidade, fidelidade. Nós podemos conhecer linguagem religiosa e não conhecer o Senhor, mas o homem normalmente ele tenta alterar a balança para parecer justo. Isso é a história do pecador. Quantos de nós muitas vezes não nos comparamos com pessoas piores do que nós? A gente se compara, fala assim: "Não, mas não é possível, tem gente pior do que eu". Nós selecionamos normalmente apenas os melhores atos nós para falarmos as pessoas ou falarmos diante de Deus. Nós escondemos intenções, minimizamos os nossos pecados, exageramos nas nossas virtudes, mas uma coisa é certa que a balança de Deus não pode ser adulterada. Diante dela todas as nossas justificativas serão removidas. E aí o texto de novo faz uma progressão. Peres, Deus dividiu o reino. Dividido foi o teu reino e dado aos medos e aos persas. Belsasar estava distribuindo honrarias de um reino que não pertencia a ele. Ele oferece isso a Daniel. O verso 30, ele é marcado aqui no texto por uma terrível simplicidade. O texto apenas diz: "Naquela mesma noite foi morto Belsazar, rei dos caldeus. Perceba que no texto não há nenhum longo relato de batalha, nenhum discurso final, não tem negociação, não tem fuga heróica, apenas a execução da sentença divina. O juízo de Deus não é a possibilidade remota. Mas é essa certeza futura que nós devemos olhar e saber que a nossa vida precisa estar diante de Deus. Mas ao terminar, se eu terminasse esse texto aqui, um desespero profundo bateria na nossa alma. Mas eu gostaria de concluir apontando para aquilo que nós devemos fazer. cumprimento em Cristo, o rei que foi pesado e achado perfeito. Daniel 5 não pode determinar aqui ou terminar com essa afirmação apenas de Belsazar que ele foi pesado e condenado, porque essa é a história da nossa vida. Belsazar foi achado em falta, mas falta, mas não é o único. Porque a palavra de Deus diz em Romanos 3:23 que todos pecaram e carecem da glória de Deus. Portanto, nossa justiça não possui peso necessário. Nossas obras são imperfeitas. Nossas motivações, elas são misturadas. Nossa obediência é incompleta. Nosso amor por Deus é insuficiente. E quando nós somos pesados, nós somos encontrados em falta. Se o texto terminava aqui, restaria apenas temor, mas a escritura, ela nos conduz ao rei, ao rei eterno. Cristo, ele é pesado e ele é achado perfeito. Perceba o contraste em Cristo Jesus. Lá em seu batismo, na transfiguração, o Pai declarou: "Este é o meu filho amado, em quem me comprazo, ou em quem eu tenho todo o meu prazer." Cristo possuía tudo o que faltava em Belsazar. Belsasar, ele usa o poder para exaltar a si mesmo. A palavra de Deus diz que Cristo, sendo o Senhor, assumiu a forma de servo. Belsasar, ele profanou os utensílios do templo. Cristo apresentou seu próprio corpo como verdadeiro templo. Belsar oferece um banquete de orgulho. Cristo oferece um banquete da graça. Belsasar, ele morre e perde o seu reino. Cristo morreu e ressuscitou e recebeu o seu reino eterno. Portanto, Cristo carregou a condenação dos que estavam em falta. Aquele então que foi achado perfeito ocupou o lugar daqueles que foram achados em falta. Outra escrita nos traz a salvação. Houve uma escrita naquela parede, mas nós nos lembramos com alegria da promessa da palavra de Deus, que tendo o cancelado o escrito de dívida que era contra nós, que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente, encravando-o na cruz. Colossenses capítulo 2, verso 14. Portanto, nós não somos aceitos porque a nossa balança finalmente apresentou saldo positivo, mas nós só aceitos diante de Deus por causa da justiça de Cristo Jesus. Cristo é esse rei. Lá em Daniel, no capítulo 7, verso 14, declara: "Foi-lhe dado o domínio, glória e o reino para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem. O seu domínio é domínio eterno que não passará e o seu reino jamais será destruído. Cristo Jesus como rei não possui sucessor. Ele não enfrenta eleições, não teme conspiração, não pode ser deposto e não envelhece. Mas diante disso, eu gostaria de fazer algumas aplicações diretas aqui à nossa vida e motivações redentivas para a nossa obediência diante de Deus. Daniel 5, ele não deve apenas levar a igreja a obedecer por medo de ser destruída, mas ele deve apresentar as motivações corretas diante de Deus. Portanto, nós precisamos nos humilhar, porque tudo que possuímos vem de Deus. Nós precisamos abandonar ídolos porque eles não podem salvar. Nós precisamos viver em santidade porque fomos comprados por Cristo. Primeira Coríntios no capítulo 6 19 a 20 diz: "Não sois de vós mesmos porque fostes comprados por preço. Nós precisamos perseverar porque nós pertencemos ao reino que não será abalado. A igreja não precisa então invejar banquete de Belsazar. A glória do mundo é breve. As festas terminam, as luzes apagam, as autoridades elas desaparecem, os impérios mudam de mão. Mas a pergunta então ao final dessa mensagem, em qual reino está a nossa segurança? Em qual reino está a nossa segurança? Porque você vai perceber que enquanto Belsar levantava a taça, Deus levantava a mão. Enquanto o rei contava convidados, Deus contava os seus dias. Vamos orar. เฮ