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A fé vem pelo ouvir

A Soberania do Filho do Homem (Daniel 5.1-31) | Rev. Rubens Cirqueira

A Soberania do Filho do Homem (Daniel 5.1-31) | Rev. Rubens Cirqueira

A Soberania do Filho do Homem (Daniel 5.1-31) | Rev. Rubens Cirqueira

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Legendas automáticas:

Meus irmãos, que a graça e a paz do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
estejam com todos.
Quero convidá-los a abrir a palavra do
Senhor no livro do profeta Daniel,
capítulo de número cinco.
Nós começaremos uma série do capítulo 5
ao 12 de Daniel, intitulado Reino que
não será abalado.
Essa noite nós vamos olhar para o
capítulo 5
do livro de Daniel.
Mesmo assentados, nós vamos acompanhar a
leitura da palavra do Senhor, que nos
diz assim:
"O rei Belçazar deu um grande banquete a
mil dos seus grandes e bebeu vinho na
presença dos mil.
Enquanto Belsazar bebia e apreciava o
vinho, mandou trazer os utensílios de
ouro e de prata que Nabuco Donzor, seu
pai, tirara do templo que estava em
Jerusalém, para que neles bebessem o rei
e os seus grandes, as suas mulheres e
concubinas.
Então trouxeram os utensílios de ouro
que foram tirados do templo da casa de
Deus que estava em Jerusalém. E beberam
neles o rei, os seus grandes e suas
mulheres e concubinas. Beberam o vinho e
deram louvores aos deuses de ouro, de
prata, de bronze, de ferro, de madeira e
de pedra. No mesmo instante apareceram
os dedos de mão de homem.
escreviam de fronte do candieiro na
caiadura da parede do palácio real, e o
rei via os dedos que estavam escrevendo.
Então se mudou o semblante do rei e os
seus pensamentos o turbaram. A junta dos
seus lombos se relaxaram e os seus
joelhos batiam um no outro. O rei
ordenou em voz alta que se introduzissem
os encantadores, os caldeus e os
feiticeiros. Falou o rei, disse aos
seus, aos sábios da Babilônia: "Qualquer
um que ler essa escritura e me declarar
a sua interpretação, será vestido de
púrpura. trará uma cadeia de ouro ao
pescoço e será o terceiro no meu reino.
Então entraram todos os sábios do rei,
mas não puderam ler a escritura, nem
fazer saber ao rei a sua interpretação.
Com isso, se perturbou muito o rei
Belsazar e mudou-se-lhe o semblante, e
os seus grandes estavam sobressaltados.
A rainha mãe, por causa do que havia
acontecido ao rei e aos seus grandes,
entrou na casa do banquete e disse: "Ó
rei, vive eternamente.
Não te turbem os teus pensamentos, nem
se mude o teu semblante. Há no reino um
homem que tem o espírito dos deuses
santos. Nos dias de teu pai se achou
nele luz, inteligência e sabedoria como
a sabedoria dos deuses. Teu pai, o rei
Nabuco Donozor. Sim, teu pai, ó rei, o
constituiu chefe dos magos, dos
encantadores, dos caldeus e dos
feiticeiros. Porquanto espírito
excelente, conhecimento e inteligência,
interpretação de sonhos, declaração de
enigmas e solução solução de casos
difíceis. se acharam neste Daniel, a
quem o rei pusera o nome de Belessazar.
Chame-se, pois o Daniel a Daniel e ele
dará a interpretação. Então Daniel foi
introduzido à presença do rei. Falou o
rei e disse a Daniel: "És tu aquele
Daniel dos cativos de Judá, que o rei,
meu pai trouxe de Judá? Tenho ouvido
dizer a teu respeito que o espírito dos
deuses está em ti e que em ti se acham
luz, inteligência e excelente sabedoria.
Acabam de ser introduzidos à minha
presença os sábios e os encantadores
para lerem esta escritura e me fazerem
saber a sua interpretação, mas não
puderam dar a interpretação destas
palavras. Eu, porém, tenho ouvido dizer
de ti que podes dar interpretações e
solucionar casos difíceis. Agora, se
puderes ler esta escritura e fazer-me
saber a sua interpretação, serás vestido
de púrpura, terás cadeia de ouro ao
pescoço e serás o terceiro no meu reino.
Então respondeu Daniel e disse na
presença do rei: "Os teus presentes
fiquem contigo e dá os teus prêmios à
Ultrem. Todavia, lerei ao rei a
escritura e lhe farei saber a
interpretação. Ó rei, Deus, o Altíssimo,
deu a Nabuco Donozor, teu pai, o reino a
e grandeza, glória e majestade. Por
causa da grandeza que lhe deu, povos,
nações e homens de todas as línguas
tremiam e temiam diante dele. Matava a
quem queria e a quem queria deixava com
vida, e a quem queria exaltava e a quem
queria abatia. Quando, porém, o seu
coração se elevou e o seu espírito se
tornou soberbo e arrogante, foi
derribado do seu trono real e passou
dele a sua glória. Foi expulso dentre os
filhos dos homens. O seu coração foi
feito semelhante ao dos animais e a sua
morada foi com os jumentos monteses.
Deram-lhe a comer erva como aos bois. e
do orvalho do céu foi molhado o seu
corpo, até que conheceu que Deus, o
Altíssimo, tem domínio sobre o reino dos
homens e quem quer constitui sobre ele.
Tu, Belsazar, que és o seu filho, não
humilhaste o teu coração, ainda que
sabias tudo isto, e te levantaste contra
o Senhor dos céus, pois foram trazidos
os utensílios da casa dele perante ti, e
tu e os teus grandes, e as tuas mulheres
e as tuas concubinas bebestes vinho
nele, neles. Além disso, deste louvores
aos deuses de prata, de ouro, de bronze,
de ferro e de madeira e de pedra que não
vêem, não ouvem, nem sabem, mas a Deus
em cuja mão está a tua vida e os teus
caminhos, a ele não glorificaste.
Então, da parte dele foi enviada aquela
mão que traçou esta escritura. Esta,
pois, é a escritura que se traçou. Men,
men, tequel e parim. Esta é
interpretação daquilo. Men contou Deus o
teu reino e deu cabo dele. Tequel,
pesado foste na balança e achado em
falta. Peres, dividido foi o teu reino e
dado aos medos e aos persas. Então
mandou o Belsar que vestissem Daniel de
púrpura e lhe pusesse cadeia de ouro ao
pescoço e proclamassem que passaria a
ser o terceiro no governo do seu reino.
Naquela mesma noite foi morto Belsazar,
rei dos caldeus, e Dari Medo, com cerca
de 62 anos, se apoderou do reino.
Vamos orar.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
rogar ao Senhor depois de lermos a Tua
palavra, ilumina a nossa mente, abre o
nosso entendimento e o nosso coração e
aplica, Senhor, a tua palavra em nós.
Que nós possamos sair daqui, ó Deus,
conscientes do Deus que nós servimos,
ó Deus, conscientes daquilo que nós
precisamos viver diante do Senhor. Nós
clamamos ao Senhor, ó Deus, que o Senhor
transforme o nosso coração, converta o
nosso coração a ti, é a nossa oração em
nome de Cristo Jesus.
Os irmãos, há um texto em Lucas, no
capítulo 12, que Jesus ele conta uma
parábola, uma parábola de um fazendeiro.
E o título dessa parábola está lá como
um fazendeiro louco. A história eh nos
diz eh Jesus contando essa parábola, que
esse fazendeiro colheu muito em uma
temporada e, portanto, ele mandou fazer
celeiros maiores para que ele pudesse
acumular os seus bens.
E ali até aquele lugar, nada de errado.
Mas aquilo que a palavra de Deus vai
mostrar é que em momento algum esse
fazendeiro, ele deu eh créditos a Deus
que na verdade o trabalho dele só
poderia ter dado frutos porque Deus
também controlou tudo aquilo ali. E aí o
texto nos mostra que enquanto ele dizia
a alma dele tem em depósitos muitos bens
para muitos anos. Então ele diz: "Come,
descansa, come, bebe, regala-te".
Ele não sabia que estava em perigo. E aí
o texto nos diz que Deus diz a ele:
"Louco, esta noite te pedirão a tua alma
e o que tens preparado para quem será?"
Parábola de Jesus, ela revela algo
importante na nossa vida que normalmente
se apega à falsa segurança de se
esconder às vezes em impérios, em
palácios, exércitos, celeiros cheios,
planos que normalmente para nós são bem
organizados e na ilusão de que talvez o
amanhã esteja controlado sob nosso
controle. Daniel no capítulo 5 descreve
essa mesma verdade, mas numa escala
imperial.
Belsar também, ele acreditava que estava
seguro. Não tinha celeiros aqui, mas
possuía muralhas. Ele não falava apenas
consigo mesmo, mas ele estava celebrando
com 1000 autoridades ali. Ele não estava
dizendo: "Come, bebe, regala-te". Mas
ele estava agora no palácio da
Babilônia, em uma festa de orgulho e de
idolatria. Enquanto o rico insensato
descansava nos seus bens, na parábola,
Delçasar descansava sobre a Babilônia.
Enquanto o fazendeiro descansava nos
seus celeiros, o outro confiava nos seus
muros. O problema aqui que o texto vai
nos mostrar eh de Belsazar eh e assim
como rico insensato não era possuir
recurso. Não é isso que a palavra de
Deus está dizendo, nem recursos, nem
poder ou influência. O problema estava
em viver essas coisas como se elas
pudessem protegê-lo diante de Deus.
Então, Daniel no capítulo 5 não é apenas
uma história de um rei antigo. Ela é
revelação de que todo ser humano também
ele pode construir essa falsa sensação
de segurança enquanto sua vida permanece
eh na mão de Deus. Todo ser humano,
então, ele vive diante dessa balança de
Deus. E nenhuma segurança que a gente
possa conseguir com as nossas mãos ou
segurança terrena pode na eh na verdade
esconder a verdadeira condição da nossa
alma. Por isso, a palavra de Deus nos
mostra que Deus julga os governantes, os
reinos que orgulhosamente profanam a sua
glória. Mas quando olhamos para esse
texto, a gente vê o foco do texto e a
gente precisa entender qual é a condição
caída aqui. Para que a gente perceba a
redenção, é necessário perceber a
condição caída. Ou seja, normalmente
aqui o o ser humano, ele recebe de Deus
a vida, eh, as oportunidades, os
recursos, o poder, mas muitas vezes
dominado pelo orgulho, ele apropia-se
dessas dádivas para exaltar a si mesmo,
servir aos seus ídolos e desprezar a
glória do Criador.
Daniel capítulo 5, então, apresenta,
pelo menos nessa narrativa, são três
momentos aqui nos quais Deus revela a
fragilidade dos reinos humanos e a
soberania do seu reino eterno. Mas eu
gostaria que você relembrasse, quero
trazer a memória sua um pouco antes,
quando Daniel está sendo escrito aqui,
para que a gente entenda o contexto e
algumas eh algumas partes dessa
narrativa. Daniel está aqui mais ou
menos no ano 539 aes de. Crist, depois
das experiências aqui de Nabuco Donozor,
qual é citado também nesse capítulo e
que é narrado também no capítulo
anterior. Nabuco Donozor havia morrido
aqui e uma sucessão de governantes eh
instáveis começou a ocupar o trono da
Babilônia.
Na época daquela cidade, Nabonido, eh,
era o governante principal do império,
enquanto seu filho Belsazar, ele exercia
a função de corregente e ele
administrava a Babilônia. Portanto, ele
é chamado rei aqui. E aqui a gente vai
perceber nas figuras do texto, mas na
verdade Nabonido era rei sobre toda a
Babilônia e Belsazar era aquele que
cumpria todas essas ordens. Portanto,
era ele que estava diretamente ligado ao
reinado. Isso explica então porque o
texto repete que Belsar oferece a Daniel
a posição de terceiro, porque Nabonido
era o primeiro, ele era o segundo. Então
ele oferece aos encantadores ou então
depois ele oferece a Daniel que seria
colocado em terceiro. Para que a gente
relembre, depois aqui da morte de Nabuco
Donozor, nós temos a ascensão do seu
filho, que era Evil Merodak ou Amel
Marduque, né? Eh, na literatura,
na história, ele é relatado como Amel
Marduque. A palavra de Deus o chama de
Evil Merodque lá em segundo Reis, no
livro de Segundo Reis, no capítulo 25
verso 27 a 30. E também Jeremias, no
capítulo 52. Foi ele que libertou o rei
Joaquim de Judá da prisão, que tinha ido
paraa Babilônia. Seu reinado, ele dura
aproximadamente 2 anos. Ele foi morto
por uma conspiração eh de Neglissar.
Neglissar era genro de Nabuco Donozô e,
portanto, ele também tinha um nome
babilônico, né, Nguel Sarazé, e
provavelmente estava ligado à família
real por meio de um casamento. Ele se
casou com uma filha de Nabuco Donozor,
mas ele não era filho de Nabuco Donozor.
Ele reina então de 560 até 556
antes de Crist. Logo a seguir a gente
tem o filho de Neglissá, que é Labas
Marduk. E após a morte dele, ele assume
o trono. Só que também é interessante
que quando ele assume o trono na
história diz que provavelmente ele reina
entre um e 3 meses, que foi o seu
reinado. Ele foi deposto, ele foi morto
em conspiração palaciana. E foi aí que
Nabonido assume o poder. Nabonido então
foi o último rei oficial de Babilônia,
tá? Então ele assume ali o reinado e a
sua ascensão, ele representa o fim aqui
da sucessão direta da antiga casa real.
Ele governa de 556 até a conquista pelo
império persa aqui em 539.
E ele permanece, normalmente, ele
permanecia no palácio em Temá, na
Arábia. E, portanto, Belazar governava
sobre quase todo o território da
Babilônia. Então, Belsazar, ele não
sucedeu, ele nunca sucedeu formalmente
na Bonido, ele nunca foi oficialmente,
na verdade, o rei aqui. E aqui também
nós precisamos entender algumas questões
do texto, como eu falei. Então, na
sequência do texto, no verso 516, ele
fala que seria o terceiro no reino
exatamente por causa dessa ordem aqui. E
assim quando Daniel diz a Bel Sazá: "Ó
rei Deus, o Altíssimo deu a Nabuco
Donozor, teu pai o reino". Na verdade há
uma expressão no texto, há uma expressão
em hebraico que é AB. Todo nome que
começa com Abi normalmente se indica
pai, sucessor, antecessor, né? Alguma
coisa ligada a isso. Então, dá pra gente
entender Abner, na verdade era filho,
né? Pai de Ner ou Absalão, pai da paz. E
assim, normalmente não era que eh aqui
nós estamos falando que Belsar seria de
fato o filho ou da linhagem direta de
Nabuco Donozor, mas essa era uma
expressão para um antecessor, para o
ancestral, para o fundador de uma
dinastia ou para um rei, qualquer
governante, era usado da mesma maneira
para que a gente entenda as figuras aqui
do texto. Portanto, a grande aplicação
de Daniel no capítulo 5, que é que em
apenas 23 anos, após a morte de Nabuco
Donozor, a Babilônia, ela passou por
assassinatos, conspirações, governos
breves, mudanças aqui dinásticas e até
cair diante eh dos persas, tá? E os reis
mudaram rapidamente, mas a gente percebe
que há um reinado passando por cima de
tudo isso e o reino de Deus permanece
inabalável. Quando o império Medupersa,
ele liderado por Criro, ele avança sobre
a Babilônia mesmo diante da ameaça, nós
estamos vendo o exato momento que isso
está acontecendo e Belsazar está
oferecendo um banquete para mil de seus.
celebração aqui não é aleatória no
texto. Provavelmente ele tinha a
intenção de mostrar aos governantes e as
pessoas que mesmo que um outro império
estava marchando contra eles, eles não
conseguiriam derrotá-los. Porque eh
Belsazar confiava na força das suas
muralhas. Babilônia era cercada por
muralhas.
Eles tinham reservas de alimento
suficiente e o rio Eufrates atravessava
a cidade. Portanto, eles não ficariam
sem água, portanto não ficariam sem
alimento. Poderia aguentar um grande
cerco ali prolongado. E Belsazar estava
agora festejando e colocando a
Babilônia, dizendo possivelmente que
seria invencível. e nossos deuses, né,
nos protegerão. Diante disso, eu quero
destacar algumas lições para nossa vida,
que esse texto não fala apenas de um
império caindo, mas esse texto fala das
nossas próprias vidas, fala da nossa
própria história. Perceba então alguns
movimentos nesse texto. Primeira coisa
que o texto nos ensina é que a
arrogância humana, ela profana aquilo
que pertence a Deus. A arrogância
humana, ela profana aquilo que pertence
a Deus. Perceba que em Daniel do
capítulo 5, do verso 1 a 4, o texto diz:
"O rei Belçazar deu um grande banquete a
mil dos seus grandes e bebeu vinho na
presença dos 1000."
O texto começa descrevendo um grande
banquete aqui. Belsas está no centro
aqui da celebração. Isso é muito comum.
Se você pegar literatura do antigo
Oriente próximo, você vai perceber que
essas festas eram iguais. Ou seja, o rei
tinha lugar de destaque onde tudo
canalizava para ele. Era ele que
determinava o comportamento e o padrão
da festa. Aqui Belsazar nos é não é
apresentado pelos seus feitos nada aqui
no texto mostra o que Belsazar fez. A
única coisa que ele faz é exatamente
essa festa. Ou seja, ele está
desfrutando de um império no qual Nabuco
Donozor construiu no tempo de Nabuco
Donozor. E ele organiza um banquete para
mostrar exatamente a sua grandeza. Isso
está dentro das formas mais sutis de
orgulho que permanece no coração humano.
Normalmente eh se orgulhar e muitas
vezes orgulhar dos feitos da nossa mão e
não reconhecer aquilo que acontece ou
que aconteceu até ali para que nós
tivéssemos aquilo que nós estamos nos
orgulhando. Talvez a gente se orgulhe de
uma igreja que outros plantaram, de uma
fé que outros preservaram, de
instituições que normalmente outros
construíram. Recebemos famílias,
recursos, oportunidades, influências,
dons, mas facilmente nós passamos a
viver como se tudo isso tivesse começado
conosco, tivesse começado a partir da
nossa história. Belzas, então, diante
disso, ele profana os utensílios do
templo. E aqui nós lembramos que durante
a festa ele lembra de que esses
utensílios eram lá que foram trazidos de
Jerusalém. Ele não lembra de tudo aquilo
que Deus já tinha feito na história da
Babilônia. E isso a gente vai ver no
final do texto. Então, ele pede os
utensílios da casa de Deus para que eles
pudessem beber nesses utensílios. Então,
eles transforma em taças agora as taças
ou aquilo que era do templo de Jerusalém
numa celebração idólatra. O seu pecado
aqui não foi simplesmente beber vinho e
objetos antigos. O seu ato foi uma
declaração pública de desprezo. É como
se ele tivesse dizendo: "Olha, o Deus de
Israel foi derrotado. Seus utensílios
agora servem à nossa festa. Aquilo que
pertencia ao Senhor, ao Deus de Israel
agora pertence a nós." Há um
comentarista, um exegeta Longman, Temper
Longman, ele ressalta que ao destacar a
mensagem de Daniel,
apesar das dificuldades presentes, Deus
continua no controle, terá a vitória
final. Para os exilados aqui, os
utensílios do templo no palácio
babilônico parecia um sinal de derrota,
mas naquela mesma noite esses objetos se
tornariam o cenário da vidicação divina.
Portanto, os homens podem profanar
aquilo que pertence a Deus, mas jamais
poderão destronar a Deus a quem pertence
essas coisas. Essa é uma verdade
bíblica. Portanto, a profanação acontece
quando tomamos aquilo que pertence a
Deus. e usamos para nossa própria
exaltação.
Nós podemos fazer do nosso corpo que
pertence a Deus, mas utilizamos para
satisfazer os nossos próprios desejos.
Nossa inteligência pertence ao Senhor,
mas a usamos para alimentar normalmente
a vaidade. Nossa influência pertence a
Deus, mas empregamos para construir o
nosso próprio nome. Nossos recursos
pertencem a Deus, mas o administramos
como se não tivéssemos de prestar
contas.
Para Deus, profanar o santo é tornar ou
tomar aquilo que Deus separou para sua
glória e colocá-lo a serviço do orgulho
humano. Belsar ainda no segundo
movimento, ele adora eh ele adorou
aquilo que não podia salvá-lo. Verso 4
apresenta uma ironia.
Eles beberam o vinho e deram louvores
aos deuses de ouro, de prata, de bronze,
de ferro, de madeira e de pedra. Esses
materiais agora que é relacionado no
texto aqui, os irmãos vão lembrar que é
citado na estátua de Daniel, no capítulo
de número dois. Portanto, aquilo que os
homens transformam em Deus são apenas
partes da criação. Os ídolos aqui da
Babilônia eram feitos desses materiais
preciosos, mas permaneciam, como o
próprio texto diz, cegos, surdos, mudos,
incapazes de salvar. Então, quando
Belsazar louva deuses feitos por mãos
humanas, a mão do verdadeiro Deus
aparece na parede. Os deuses da
Babilônia aqui tinham mãos, mas não
podiam agir. O Deus de Israel não era
representado por imagem nenhuma, mas sua
mão governava a história. E o texto está
mostrando em meio a essas ironias da
narrativa. Portanto, essa Babilônia
lembra que a segurança política ela
também pode ser enganosa, né? O fato da
música continuar tocando, os copos
permanecendo cheios, o muro continuar em
pé, não significa que Deus esteja
ausente ou que o juízo esteja distante.
Sincler Ferguson também, ao comentar
esse texto, ele relaciona a queda de
Belsazar à advertência lá de Provérbios.
Se a gente lembrar, Provérbios 29 verso
1, diz assim: "O homem que muitas vezes
repreendido endurece servizá quebrantado
de repente sem que haja cura".
Portanto, a expressão de repente de
Provérbios é exatamente o que está para
ecuar
aqui. A festa continua, o vinho é
servido, mas a gente percebe um silêncio
temporário de Deus e a gente já viu que
isso não é sinal de aprovação, pode ser
apenas o intervalo anterior à sentença e
Deus cumprindo a sentença.
Toda geração ela precisa ouvir essa
advertência. Podemos estar ocupados com
uma série de coisas da nossa vida,
festas, projetos, negócios, conquistas,
mas nós precisamos lembrar que o Senhor
continua no trono e nós não podemos
ignorar os sinais que Deus nos dá. Essa
advertência, porém, não nos é dada para
lançar no desespero aqui, mas é
exatamente para nos despertar diante de
Deus, enquanto há tempo de correr para
Deus, que chama sempre pecadores ao
arrependimento.
Mas a pergunta não é apenas quais os
ídolos de Belsazar, a pergunta é: Quais
são os ídolos que recebem os utensílios
de nossa vida?
O que que controla o nosso coração? O
que que nos faz sentir seguros? O que
que se fosse perdido faria parecer a
vida que a vida perdeu completamente o
sentido? Essa é a pergunta diante do
texto. Portanto, quando uma coisa
criada, ela ocupa lugar do criador, uma
bênção se transforma em ídolo. Mas há
uma segunda sentença no texto que nós
aprendemos que a revelação divina
desmascara a falsa segurança humana. A
partir do verso 5, se você acompanhar no
seu texto do verso 5 até o 16, o texto
começa dizendo: "No mesmo instante
apareceram os dedos de mão de homem e
escreviam de fronte do candieiro na
caiadura da parede do palácio real".
Quando Deus manifesta a sua presença
aqui, a arrogância humana, ela sempre
revela imediatamente a sua verdadeira
fragilidade. A expressão, no mesmo
instante, estabelece a ligação direta
entre o pecado e a intervenção divina.
Perceba os movimentos no texto. Perceba
aquilo que está acontecendo. Belsazar
levanta a taça. Deus levanta a mão. O
rei profanos utensílios. Deus escreve
aqui na parede.
A festa então interrompida. Não foi um
ataque militar nesse momento, mas por
uma revelação celestial. A mão escreve
exatamente o texto faz questão de dizer
diante do candieiro, ou seja, era no
local iluminado da parede. Deus não está
apenas sussurrando aqui sua sentença num
canto escuro. Deus está mostrando
claramente ali diante do rei e dos seus
convidados. o pecado havia se tornado
público, a advertência também seria
pública. Então, o rei que intimidava a
todos, agora homem é um homem
aterrorizado. O versículo 6 descreve a
reação física de Belsasar. O texto diz:
"Mudou-se o semblante do rei, os seus
pensamentos o turbaram e a junta dos
seus lombos se relaxaram, e os seus
joelhos batiam um no outro".
Poucos instantes, Belazar estava cercado
aqui de 1000 autoridades e dentro de uma
cidade fortificada, mas agora ele está
com medo. O medo revela a sua
insegurança, que a sua segurança era
apenas uma aparência.
O pecado, então, irmãos, costuma
produzir uma coragem artificial.
Enquanto não existe confronto, o pecador
parece seguro. Ele sempre se parece
seguro. Enquanto Deus parece silencioso,
o homem normalmente imagina que é
soberano. Mas a consciência sabe que
existe um juiz. Todos nós sabemos.
É Deus que implantou isso em nós. A
sabedoria então da Babilônia se mostra
incapaz. Belçazar convoca de novo
caldeus, feiticeiros e promete púrpura,
corrente de ouro, terceira posição no
reino. E assim a gente vê que os sábios
vieram, mas não puderam ler. E essa
incapacidade aqui é repetida na
história. Portanto, nós já vimos isso em
Daniel, que os sábios também não
conseguiram revelar o sonho de Nabuco
Donozor. não consegue interpretar
adequadamente as revelações divinas e
não consegue compreender a escrita na
parede.
Babilônia pode construir muralhas,
organizar exércitos, administrar
império, mas não consegue interpretar
corretamente a palavra de Deus.
Lembre-se disso. A Babilônia pode fazer
muita coisa, mas ela não consegue
interpretar corretamente a palavra de
Deus. Nenhuma das áreas da vida, por
maior que seja, a inteligência humana
continua incapaz de decifrar o sentido
último da vida sem a revelação de Deus.
Daniel foi lembrado aqui quando a crise
chegou, a rainha mãe entra na sala e
fala sobre Daniel. Nesse momento aqui,
Daniel já era idoso. Daniel já era um
idoso, provavelmente havia se afastado
do centro da administração. Belsas fazia
festas, conhecia os nobres, sábios, mas
aparentemente no texto, percebam isso,
que ele não conhecia Daniel. Ele não
conhecia Daniel.
E assim a gente vê que normalmente às
vezes poderes de uma época podem
marginalizar servos de Deus, mas não
pode tornar a falsa a verdade que eles
proclamam. Então a gente vê que a fé de
Daniel não estava à venda. de novo aqui
olhar pro texto, a gente vai perceber
que quando a gente olha, abre Daniel, a
gente tem a impressão que são histórias
e às vezes, como diz um comentarista
também, enganosamente simples,
às vezes mostrando uma fé sobre pressão,
mas o texto agora de Daniel 5 parece
apenas narrar uma festa também, uma mão
misteriosa no escrito, escrevendo na
parede. Mas aqui há um confronto entre
dois modos de viver. É o que a palavra
de Deus está mostrando. Belsazar vive
pela aparência e pelo poder e pelo
prazer. Há um contraste com Daniel.
Daniel vivia pela fidelidade, pela
verdade, pelo temor de Deus. Quando
Daniel chega diante de Belsasar e ele
lhe oferece honrarias, não é que Daniel
está sendo rude, grosso aqui, porque
Daniel sabia o que ia acontecer. De que
garantia ele ser o terceiro no reino se
o reino estava para cair?
Daniel sabia disso. Daniel responde: "Os
teus presentes fiquem contigo? Dá os
teus prêmios a outra. Todavia, lerei ao
rei a escritura e lhe farei saber a
interpretação. Daniel não estava aqui
dizendo que toda remuneração ou
reconhecimento não fosse eh fosse
errado, que a gente vê em outro momento,
em contextos diferentes, que ele havia
recebido posição administrativa. Mas o
problema era que naquela noite as
recompensas de Belçazar
não tinha valor nenhum.
ser terceiro governante de um reino que
estaria para cair antes do amanhecer não
era promoção nenhuma aqui não era título
nenhum. Daniel então demonstra que a
palavra de Deus não pode ser comprada
também. Ele não ajustaria a mensagem
para receber essa púrpura. Não suaviza
também o juízo para receber ouro. Ele
está diante de um rei, mas para falar
aquilo que é verdade do Senhor. Lembram
na história também? Há um momento na
história do qual nós somos herdeiros.
Quando Lutero está diante da dieta de
Vormes, lá em 1521,
as autoridades pedem a ele que ele
reneguem tudo aquilo que ele tinha dito.
Ele diz: "Ao menos que vocês me
convençam pela palavra de Deus,
aqui eu me calo."
Ele estava sofrendo
sério risco de ser morto ali. Tanto é
que depois ele tem que ser exilado.
Daniel não perguntou o que devo fazer
para permanecer no palácio. Aqui nós
vemos diretamente algumas implicações
para nós. A igreja precisa eh entender
que eh nós precisamos viver como
cristãos que não escondem sua fé para
manter a aceitação social. Famílias que
não abandonem seus valores para
acompanhar a cultura. Essa é a nossa
luta no nosso tempo e sempre isso
aconteceu.
Mas a palavra de Deus ainda nos mostra
uma terceira coisa, que o juízo de Deus
considera o conhecimento recebido e a
glória negada.
Daniel, no capítulo 5, do verso 17 a 24,
ele diz: "Tu, Belsazar, que és filho,
não humilhaste o coração, ainda que
sabias tudo isso. Deus julga com
justiça, porque considera que não apenas
aquilo que nós fizemos, mas também a
verdade que nós conhecemos."
E rejeitamos deliberadamente, antes de
interpretar a palavra, Daniel apresenta
acusação contra Belsazar.
Condenação, ela não veio sem explicação.
Deus não julgou Belsasar
arbitrariamente. O rei havia recebido
conhecimento suficiente para se
humilhar. Ele conhecia a história de
Nabuco Donozor.
Portanto, Belsazar que conhecia essa
história, Daniel que relembra aqui os
acontecimentos do capítulo 4ro, Deus deu
a Nabuco Donozora, reino, grandeza,
glória e majestade. Povos, nações
tremiam diante dele. Porém, quando seu
coração se exaltou, Deus o derrubou. E
Nabuco Donzor foi afastado da
convivência humana até reconhecer. E o
texto diz lá, ó Deus Altíssimo, que o
Deus Altíssimo tem domínio sobre o reino
dos homens, a quem quer constitui sobre
ele. Essa é a declaração de Nabuco
Donozor, onde Belsazar se dizia seu
filho. Belsazar conhecia essa história e
é por causa disso que Deus está agora
trazendo a condenação. O problema de
Belsazar não era a falta de informação,
era resistência moral à verdade. Aqui
assim também chama atenção para o
contraste Nabuco Donzou e Belsazar. O
primeiro Deus concedeu tempo para ser
humilhado. Nabuco Donozor teve tempo e
reconheceu a soberania divina. Ao
segundo Belsazar que já conhecia a
história de Nabuco Donozor. A sentença
veio naquela noite. O problema não era a
ignorância. O problema era falta de
submissão
ao Deus soberano.
Portanto, nós precisamos tomar cuidado.
Conhecimento espiritual sem humilhação
não salva, apenas aumenta nossa
responsabilidade
diante de Deus. Na Bíblia, conhecer aqui
aumenta a responsabilidade. Perceba
algumas histórias. Faraó recebeu sinais,
endureceu o coração. Israel recebeu a
lei, mas voltou-se aos ídolos. Deus
condenou. Os fariseus conheciam as
escrituras, mas rejeitaram Messias. E
aqui no texto, Belsazar conhecia a
história de Nabuco Donozor, mas decidiu
repetir o mesmo orgulho.
Portanto, irmãos, nós precisamos lembrar
que a verdade que não nos conduz à
humildade, ela se torna testemunha
contra nós.
Ela se tornará testemunha contra nós.
Portanto, Daniel 5 nos adverte aqui que
nós não podemos presumir da graça de
Deus que é demonstrada a outros também.
Belsasar, havendo recebido essa história
e vivendo toda essa história diante dos
olhos, mesmo assim ele não se submete a
esse Deus. Portanto, a graça que não nos
conduz ao arrependimento, ela torna-se
testemunha contra a dureza do nosso
coração. Belsas se levanta contra o
Senhor dos céus. Daniel declara que no
texto te levantaste contra o Senhor dos
céus. Essa expressão resume o pecado do
rei. Ele não havia cometido apenas um
erro de etiqueta religiosa. Ele havia se
levantado contra Deus. Ao profanar
utensílios, Belsazar quis demonstrar que
o Deus de Israel não possuía poder sobre
a Babilônia. Mas a ironia do texto é
impressionante. De novo, olhe pro texto.
Belsar toca os utensílios do templo, mas
não consegue tocar o Deus do templo.
Profana objetos aqui do de culto, mas
não diminui a santidade divina.
Ele zomba do Senhor, mas ele não
consegue escapar de sua mão. Belsazar
então glorificou os ídolos, ignorou o
Deus que sustentava sua vida. E Daniel
lá no verso 23, na parte final do verso,
diz: "Mas a Deus, em cuja mão está a tua
vida e todos os teus caminhos, a ele não
glorificaste".
Essa é uma das sentenças teológicas mais
importantes aqui no capítulo. A vida de
Belsazar estava na mão de Deus. Sua
respiração dependia de Deus. Seu coração
dependia de Deus que o sustentava. Seu
reino existia por permissão divina. Seus
caminhos estavam debaixo da providência
divina. Contudo, ele não reconhece isso.
Mas esse é o drama do pecado universal.
Esse é o drama do pecado que está em
nós. O ser humano caído, normalmente ele
pode utilizar a mente que é sustentada
por Deus para negar a existência de
Deus. O idólatra, ele usa madeira criada
por Deus para fabricar uma imagem e
adorá-la. O orgulhoso recebe dons de
Deus e utiliza para exaltar a si mesmo.
Respiramos o ar de um Deus que até mesmo
eh quando nossas palavras, pensamentos
se levantam contra ele, nós estamos
respirando o ar que vem dele também.
Cada pecado, irmãos, é praticado com
forças emprestadas pelo criador.
Por isso, o ser humano se torna
indisculpável.
Além da história, colocando também,
percebendo normalmente essas
arrogâncias. A gente conhece a história
de Napoleão.
Napoleão lá em 1804, durante uma
coroação com o imperador, ele tomou a
coroa e colocou sobre a própria cabeça.
Isso era um ato que outro deveria
colocar. E ali simboliza que ele não se
submetia à autoridade de ninguém,
autoridade religiosa de ninguém.
Ele termina logo depois seus dias
exilados ali na ilha de Santa Helena. A
história repete a mesma lição. Homens
colocam coroas sobre a própria cabeça,
mas não consegue determinar por quanto
tempo as usarão.
Toda coroa então humana permanece
debaixo da mão de Deus. Nós precisamos
olhar para esse texto e aplicar em nós
mesmos. Muitos de nós conhecemos muitas
histórias suficientes para nos
humilharmos.
Conhecemos pessoas que perderam tudo
repentinamente. Conhecemos líderes que
foram destruídos pelo orgulho.
Conhecemos famílias feridas por por
pecados escondidos.
Conhecemos a palavra, conhecemos o
evangelho, nós conhecemos a cruz, nós
conhecemos a ressurreição. O perigo,
portanto, não está apenas em desconhecer
a verdade, mas é em ouvi-la
repetidamente
e ainda manter o coração sem rendição.
Não basta dizer: "Eu sei". A pergunta
então diante dessa sentença,
a verdade que você conhece já dobrou
seus joelhos ou não?
Há uma quarta sentença no texto, Deus,
então,
quarta e última sentença no texto, a
sentença divina revela que todo reino
humano tem prazo e limite. O texto,
então, na escrita men, men, tequel
parcim,
a gente vê aqui que o tema do texto é
soberania de Deus. Então, Daniel 5 nos
mostra a duração desse império e desse
reinado. Deus reina, portanto, não
apenas sobre assuntos espirituais, mas
ele governa calendários, impérios,
governantes e fronteiras. Deus conta os
dias dos reinos também aqui. Então,
Daniel lê as palavras escritas na
parede. O texto diz, Men, ele repete
duas vezes: Deus contou o reino. Contou
Deus o teu reino deu cabo dele. A
repetição do texto aqui de Men é
exatamente para ter a certeza da
decisão.
De novo, olha a ironia do texto.
Enquanto Belsazar contava convidados,
Deus contava os seus dias. E aí a gente
lembra do Salmo 90. Palavra de Deus nos
fala: "Ensina-nos a contar os nossos
dias.
Essa deve ser a nossa oração para que
nós alcancemos coração sábio. Deus
continua contando cada um deles.
Governos, portanto, tem prazo. Impérios
t prazo, instituições têm prazo. A nossa
vida terrena, ela tem prazo também. O
fato da gente não conhecer o número não
significa que esse número não exista. O
texto progride dizendo: "Tequel", ou
seja, Deus pesou o rei pesado, foste na
balança e achado em falta.
a imagem daquela balança comercial que
um objeto que tinha um valor exato era
colocado no lado. Então você coloca 1 kg
fiel na balança e do outro lado para que
você perceba que tem o quilo, tem que
equilibrar. Portanto, aquilo que não
equilibra, ele não está de acordo. E é
exatamente essa figura. Diz o texto, que
Deus pesou ele e ele foi achado em
falta. Portanto, Tequel comunica
exatamente isso. Belsazar foi pesado e
considerado insuficiente.
Ele possuía ouro, mas não tinha peso de
justiça diante de Deus. Possuía coroa,
mas não possuía retidão diante de Deus.
Possuía poder, mas não tinha humildade.
Ele possuía religião, mas adorava deuses
mortos. possuía informação, mas
rejeitava a verdade.
Avaliação humana frequentemente
considera aparência, influência,
riquezas e resultados. Mas a balança de
Deus, ela considera verdade, justiça,
santidade, fidelidade.
Nós podemos conhecer linguagem religiosa
e não conhecer o Senhor, mas o homem
normalmente ele tenta alterar a balança
para parecer justo. Isso é a história do
pecador.
Quantos de nós muitas vezes não nos
comparamos com pessoas piores do que
nós? A gente se compara, fala assim:
"Não, mas não é possível, tem gente pior
do que eu". Nós selecionamos normalmente
apenas os melhores atos nós para
falarmos as pessoas ou falarmos diante
de Deus. Nós escondemos intenções,
minimizamos os nossos pecados,
exageramos nas nossas virtudes, mas uma
coisa é certa que a balança de Deus não
pode ser adulterada. Diante dela todas
as nossas justificativas serão
removidas. E aí o texto de novo faz uma
progressão. Peres, Deus dividiu o reino.
Dividido foi o teu reino e dado aos
medos e aos persas. Belsasar estava
distribuindo honrarias de um reino que
não pertencia a ele. Ele oferece isso a
Daniel. O verso 30, ele é marcado aqui
no texto por uma terrível simplicidade.
O texto apenas diz: "Naquela mesma noite
foi morto Belsazar,
rei dos caldeus.
Perceba que no texto não há nenhum longo
relato de batalha, nenhum discurso
final, não tem negociação, não tem fuga
heróica, apenas a execução da sentença
divina. O juízo de Deus não é a
possibilidade remota.
Mas é essa certeza futura que nós
devemos olhar e saber que a nossa vida
precisa estar diante de Deus.
Mas ao terminar, se eu terminasse esse
texto aqui, um desespero profundo
bateria na nossa alma. Mas eu gostaria
de concluir apontando para aquilo que
nós devemos fazer.
cumprimento em Cristo, o rei que foi
pesado e achado perfeito. Daniel 5 não
pode determinar aqui ou terminar com
essa afirmação apenas de Belsazar que
ele foi pesado e condenado, porque essa
é a história da nossa vida. Belsazar foi
achado em falta, mas falta, mas não é o
único. Porque a palavra de Deus diz em
Romanos 3:23 que todos pecaram e carecem
da glória de Deus.
Portanto, nossa justiça não possui peso
necessário. Nossas obras são
imperfeitas. Nossas motivações, elas são
misturadas. Nossa obediência é
incompleta. Nosso amor por Deus é
insuficiente. E quando nós somos
pesados, nós somos encontrados em falta.
Se o texto terminava aqui, restaria
apenas temor, mas a escritura, ela nos
conduz ao rei, ao rei eterno.
Cristo, ele é pesado e ele é achado
perfeito. Perceba o contraste em Cristo
Jesus. Lá em seu batismo, na
transfiguração,
o Pai declarou: "Este é o meu filho
amado, em quem me comprazo, ou em quem
eu tenho todo o meu prazer."
Cristo possuía tudo o que faltava em
Belsazar. Belsasar, ele usa o poder para
exaltar a si mesmo. A palavra de Deus
diz que Cristo, sendo o Senhor, assumiu
a forma de servo. Belsasar, ele profanou
os utensílios do templo. Cristo
apresentou seu próprio corpo como
verdadeiro templo. Belsar oferece um
banquete de orgulho. Cristo oferece um
banquete da graça. Belsasar, ele morre e
perde o seu reino. Cristo morreu e
ressuscitou e recebeu o seu reino
eterno. Portanto, Cristo carregou a
condenação dos que estavam em falta.
Aquele então que foi achado perfeito
ocupou o lugar daqueles que foram
achados em falta. Outra escrita nos traz
a salvação. Houve uma escrita naquela
parede, mas nós nos lembramos com
alegria da promessa da palavra de Deus,
que tendo o cancelado o escrito de
dívida que era contra nós, que constava
de ordenanças, o qual nos era
prejudicial, removeu inteiramente,
encravando-o na cruz. Colossenses
capítulo 2, verso 14. Portanto, nós não
somos aceitos porque a nossa balança
finalmente apresentou saldo positivo,
mas nós só aceitos diante de Deus por
causa da justiça de Cristo Jesus.
Cristo é esse rei. Lá em Daniel, no
capítulo 7, verso 14, declara: "Foi-lhe
dado o domínio,
glória e o reino para que os povos,
nações e homens de todas as línguas o
servissem. O seu domínio é domínio
eterno que não passará e o seu reino
jamais será destruído.
Cristo Jesus como rei não possui
sucessor. Ele não enfrenta eleições, não
teme conspiração, não pode ser deposto e
não envelhece.
Mas diante disso, eu gostaria de fazer
algumas aplicações diretas aqui à nossa
vida e motivações redentivas para a
nossa obediência diante de Deus. Daniel
5, ele não deve apenas levar a igreja a
obedecer por medo de ser destruída,
mas ele deve apresentar as motivações
corretas diante de Deus. Portanto, nós
precisamos nos humilhar, porque tudo que
possuímos vem de Deus.
Nós precisamos abandonar ídolos porque
eles não podem salvar.
Nós precisamos viver em santidade porque
fomos comprados por Cristo. Primeira
Coríntios no capítulo 6 19 a 20 diz:
"Não sois de vós mesmos porque fostes
comprados por preço. Nós precisamos
perseverar porque nós pertencemos ao
reino que não será abalado. A igreja não
precisa então invejar banquete de
Belsazar.
A glória do mundo é breve. As festas
terminam, as luzes apagam, as
autoridades elas desaparecem, os
impérios mudam de mão.
Mas a pergunta então ao final dessa
mensagem,
em qual reino está a nossa segurança?
Em qual reino está a nossa segurança?
Porque você vai perceber que enquanto
Belsar levantava a taça, Deus levantava
a mão.
Enquanto o rei contava convidados,
Deus contava os seus dias.
Vamos orar.
เฮ

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