Como o amor pode ser um ídolo? – BTCast 656
14/07/2026
Como o amor pode ser um ídolo? – BTCast 656
Neste episódio, Rodrigo Bibo recebe Luiz Henrique para uma conversa sobre um dos maiores ídolos do nosso tempo: o amor.
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Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Vivemos na era em que o amor se tornou o critério máximo para definir o que é verdadeiro, bom e justo. "Siga seu coração", "o amor vence tudo" e "o importante é amar" são frases que moldam nossa cultura. Mas o que acontece quando o amor deixa de apontar para Deus e passa a ocupar o lugar de Deus?
Neste episódio, Bibo e Luiz Henrique exploram como a Bíblia compreende a idolatria não apenas como a adoração de imagens, mas como a transformação de qualquer realidade criada em um absoluto. Afinal, é possível fazer do romance, da família, da realização afetiva e até da própria ideia de amor um falso deus? Como o cristianismo responde a uma cultura que frequentemente redefine Deus a partir do amor, em vez de compreender o amor a partir de Deus?
Uma conversa sobre desejo, afetos, identidade, casamento, relacionamentos e a necessidade de ordenar nossos amores à luz do evangelho. Porque o problema nunca foi amar demais, mas amar na ordem errada.
Ouça agora e descubra por que o amor, quando se torna um ídolo, deixa de libertar e começa a escravizar.
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Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
[música] Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC live aqui no canal do Bibotal. Estou eu e meu grande amigo Luís Henrique. Welcome aqui neste canal, senhor Luiz, que também é um pouquinho seu. >> Exatamente. Uma boa noite. Deu uma de Víctor Fontana agora, né? >> É porque literalmente esse canal é um pouquinho seu mesmo. Literalmente. Tipo, literalmente ele, né? Você você administra esse canal, você tá por dentro, você é um membro, >> ajuda a colocar, né, as coisas ordem. Exato. Exato. Gente, estamos aqui para conversar um pouco sobre a idolatria do amor. A grande pergunta que nós temos aqui para responder, senhor Luiz, é a primeira, é a primeira grande pergunta. É de onde a galera tá ouvindo a gente? Tá ouvindo você? Se você tá ouvindo isso aqui depois no Spotify, sei lá se isso aqui vai pro Spotify, você que está ao vivo aqui agora, Nico, figurinha carimbada aqui eh nas lives do Bibotalk, eh diga aí, gente, de onde vocês falam, da vocês estão vendo a gente da onde, tá? Estão ouvindo a gente da onde? Comente aí no YouTube, comente no Spotify, de onde vocês estão ouvindo este conteúdo agora. Mas Luiz, sem perder tempo, a galera não tá aqui para ouvir a gente falar de onde a galera é, só pra gente ganhar um tempinho aqui, mas isso ajuda mesmo, tá galera? Você que tá vendo a live, dá o seu joinha, comentar de fato ajuda. Igual fez o Jeová Pedroso de São Miguel dos Campos, no Alagoas. Olha só, Duque de Caxias frio, a bela madrinha tá lá e do Rio de Janeiro. Duque de Caxias, Rio de Janeiro. Quer dizer, eu confundi Duque de Caxias com outra cidade do Rio Grande do Sul, Fortaleza, Ceará, enfim, gente, sério, vai comentando aí, vai dizendo de onde você é, que isso nos ajuda bastante. Até no Spotify também comentando ou aqui no YouTube hypando o vídeo, essas coisas ajuda. Não é frescura de youtuber não, galera. É verdade, tá? O Carlos fala de Choville, realmente uma cidade que chove bastante e está um frio, >> chove mesmo. >> Joinville chove, tá? Lisboa, grande Nico de Lisboa. Tivemos um BTD incrível lá em Lisboa. Quem sabe repetimos a dose ano que vem. Mas vamos lá. A pergunta, Luiz, que a gente tem para responder nesse episódio é: O tema é idolatria. E a definição básica de idolatria, já falamos várias vezes aqui, tanto nesse canal quanto no podcast, é basicamente aquilo que vai ocupando o lugar de Deus. é quando eu almejo coisas e eu coloco essas coisas ou pessoas numa condição que só Deus e a relação com Deus pode me suprir. Então, a idolatria é basicamente isso. Ela não é se prostrar perante imagens somente, tá? Mas hoje, por mais que a gente não se prostre, né, em imagens feitas de gesso, de pedra, mármore e por aí vai, nós prostramos o nosso coração aos nossos desejos e anseios que nem sempre correspondem àquilo que Deus pede. Isso é uma definição clássica, básica e rápida de idolatria. Mas a pergunta que a gente vai responder e eu quero já jogar na mesa para você começar a dar os seus dois centavos é como que a busca pelo amor ou a busca por um amor verdadeiro ou perfeito, como foi colocado na TAM, como que a busca por algo tão nobre pode se tornar uma prática idolátrica? Tá? Eh, como que pode isso? Mas pera, só uma pausa. Estou em uma plataforma de petróleo a 300 km da costa. Nossa, mano, tá longe o o o Eliel, hein? Parab espaço internacional. Se bem que espaço marítimo também é governado pelo Brasil, né? Tem alguns espaços específicos. >> Muito legal, muito legal. E tem gente de Ibitinga, São Paulo, Cachoeirinha, Rio Grande do Sul. Uma informação irrelevante sobre Cachoeirinha. Ah, o um dos o racha na igreja luterana entre os tradicionais e carismáticos tem a cidade de Cachoeirinha no Rio Grande do Sul, como uma das grandes eh representantes do praticamente o epicentro do movimento carismático luterano. Olha aí, São José dos Campos, grande cidade maravilhosa. Mas vamos lá, Luís. >> Como é que algo tão nobre pode se tornar uma prática idolátrica? Vamos conversar sobre isso? >> Vamos, vamos sim. Eh, podemos utilizar a própria Bíblia e utilizar o Salmo 115 como base primeiro, né? >> Manda mandanda >> em primeiro lugar paraa gente começar a entender a dinâmica da idolatria. Nó, eu acho que vale sempre recuperar aquilo que é óbvio, aquilo que já foi dito, redito, só para fundamentar melhor o que nós desenvolveremos nessa aula aqui, né? Eh, Salmo 115 vai mostrar muito bem que a dinâmica da idolatria tende a a dinâmica do ser humano como um todo fabricar ídolos a sua própria imagem, confiar e tornar-se semelhante. Mas veja por que é muito importante recuperar aquilo que você eh falou sobre a a idolatria? Porque toda essa dinâmica, ela tem a ver com as nossas necessidades mais básicas, tá? Eh, é muito bom nós olharmos para nós mesmos e nos eh entendermos em um mundo em que a nossa realidade demanda questões basilares. Então, a gente tá falando de dinheiro, a gente tá falando de ah provisão, nós estamos falando de família, nós estamos falando de moradia, nós estamos falando de necessidades e o amor entra com esse aspecto. Porque, >> e aí uma pausa, uma pausa. É muito legal a gente pensar, galera, o Luiz falou uma coisa aqui que entra dentro da definição geral de idolatria, que as idolatrias e no plural, realmente no plural, elas nascem da necessidade. Então, se a gente olha para o Antigo Testamento, o povo de Israel vai adorando outros deuses, porque tecnicamente eles achavam que Javé não poderia dar o que Baal podia dar. Então, a gente tá aqui numa necessidade agrícola. é Baal que vai resolver o negócio. Por isso que é tão emblemático, galera. Aí vocês pegam aqui o negocinho. Por isso que é tão emblemático quando na disputa de Elias com os profetas de Baal, é Javé que manda a água lá, entendeu? >> Exato. >> Ou seja, vocês ficam clamando a Baal aí para pedir é fogo do céu e depois a água que lambe tudo. É isso, né? Ou é o fogo que lambe tudo? É água, né? O >> fogo que lambe a água. É o fogo que lamba a água e depois vem. Não é fogo. Ah, isso é. Enfim. Não é, eu sabia que tinha chuva e javé. Sabia que tinha alguma coisa assim, né? Mas é justamente isso. Ou seja, é é uma disputa de deuses ali, né? Então, >> exato. Exato. Mas observe que as necessidades elas são intermediadas por uma espécie de concierge divino no mundo antigo. >> Então você tem os deuses como esse antro de saciar necessidades. Só que a dinâmica da idolatria sempre demanda com que a no processo dessa troca, dessa barganha, uma parte de si mesmo é projetada no Deus, só que uma parte de si mesmo também é perdida como humanidade. O que que acontece? A idolatria é uma grande é um grande sistema, um grande mecanismo de espelhar aquilo que há de mais ruim em você, no no seu profundo, naquilo que pode ser a sua esperança e projetar e criar uma estrutura de espelhos. E isso é um é um processo de retroalimentação. Eu olho a mim mesmo no processo de buscar as minhas necessidades. Eu projeto em um Deus, em uma divindade, uma idolatria, eh, num em um ídolo. E aí eu vou me retroalimentando. Você já ouviu a na história, por exemplo, ah, Hollywood é cheia de de grandes eh de grandes ícones, de grandes nomes e tudo mais. E um mecanismo e uma uma faceta de Hollywood é produzir os sózias. Aqui no Brasil a gente pega muito pro humor, né? Então você tem um sózia do Neymar. Neymar tem um grande fã clube, né? O Neymar tem um inúmeros inúmeros fãs inclusive que defendeu de maneira injusta, tá? Injusta. Eh, defenderam até o final dessa Copa e tal. Mas é isso aí. Eu tô, então, por isso tô tocando ídolos. Tô tocando ídolos hoje. O nosso garoto, garoto, é acabar com esses ídolos, tá bom? Mas quando nós olhamos a a ideia de s, isso acontece muitas vezes. Eh, nós projetamos essa necessidade, nós transformamos essa necessidade em um ídolo e esse ídolo nos transforma ao ponto de nós só eh sermos monotemáticos ou adictos, né? E aí quando eu digo adictos, é alguém sem voz, sem dicção, >> ela não consegue eh evocar a sua própria voz. Então é importante a gente fundamentar que a dinâmica de odolatria funcione assim. Por quê? Porque necessidades não são necessariamente ruins. Necessidades é apenas o mundo material se impondo. É apenas a nossa realidade se colocando diante de nós. E o nosso Deus nos cria de maneira limitada e dependente de coisas externas para que ele possa se mostrar o absoluto, aquele que conduz a nossa vida. Diante dessas questões ah que nos cercam, família, dinheiro, amor, entre outras coisas, amor entra nessa categoria, sexo entra nessa categoria, identidade entra nessa categoria. E quando nós falamos sobre amor, nós estamos mexendo nesse vespero. E aí, ah, o salm o salmista, ele vai dizer que então a dinâmica da idolatria é de fabricar, é de confiar e tornar-se semelhante por conta desse depósito de confiança. E quando nós falamos a respeito da do amor, nós entramos automaticamente nas relações interpessoais. E aqui começa o nosso maior problema. E para isso nós podemos pegar como história a >> a história de Jacó. É. E aí, mas eu quero pegar um outro ponto que você fala ali justamente a se a idolatria nasce das necessidades, não é não é uma coisa assim efêmera. Ou seja, ela não é não é uma coisa assim qualquer coisa, não é uma bobiça, tipo, ah, que bobiça isso daí não, ela nasce de necessidades, né? você tem necessidade de tal coisa, você vai correr atrás dessa coisa. O problema é que a queda, né, Gênesis 3, bagunçou tudo isso aí em nós e na nossa relação com o próximo e com a própria criação e também com as com as nossas necessidades. Então, por exemplo, eh [roncando] Deus ele fez o ser humano para para copular, para se relacionar com o o com o outro, tanto de forma amorosa, ah, como também de forma amigável. Ou seja, Deus é a favor dos relacionamentos, sejam eles amorosos, eh sejam eles eh eh interpessoais, sociais, a de amizade e por aí vai, né? Deus, a gente tem bonitas histórias de amor na Bíblia, a gente tem bonitas histórias de amizade na Bíblia, a gente tem eh um livro inteiro eh focado na questão do amor eh eh eh sexual, ou seja, essa questão eh eh >> matrimonial mesmo, >> matrimonial. Exato. E e toda essa questão. Então, a Bíblia ela fala dessas coisas como coisas boas. E, obviamente que a idolatria ela vem de uma necessidade, então não é uma frescura. Então, por que que o amor passa a ser uma idolatria? É justamente isso, quando a gente deseja de forma errada, no lugar errado, colocando e e dando para esse desejo um atributo que só o divino pode saciar. E aí a gente tem a história, né, de Jacó, Raquel e Lia, que é uma história conhecida. Acho que a gente não precisa ler eh toda a história, mas só aqui trazer algumas coisas interessantes. Basicamente, Jacó é um cara que é é rejeitado, sai fora, vai pro outro lado, vai pra parentela da sua mãe e lá ele bate o olho numa mulher que a Bíblia descreve como é muito atraente. Ou seja, >> na linguagem freestyle, um mulherão, entendeu? mulherão. >> Robert Robert Alter faz esse tipo de comentário, né? Quando ele faz o a a observação do hebraico, eh, é como se as atribuições físicas da de Raquel >> sobressaíssem. E a dinâmica de Jacó é uma dinâmica que nós iremos ver em vários outros homens da Bíblia, tá bom? É o de olhar e desejar, tá? >> Em vários, em vários outros homens da história da humanidade. >> Exatamente. Eu e você, inclusive, né? É essa questão, mas por exemplo, Sansão vai repetir essa ideia, essa essa dinâmica de olhar e desejar e cobiçar. Eh, Davi também faz isso e tal. Claro que em relação a Jacó existe um lugar eh menos violento eh do que Sansão, do que Davi, mas a dinâmica tá ali, tá contida ali, tá? E isso é intermediado por uma relação com seu próprio tio Labão. E aí você quer ler o texto, Bibo? >> Eu tô procurando aqui. Eu queria procurar essa parte que fala, né? O Robert Alter, inclusive, gente, vai ter o livro lançado pela Thomas Nelson, tá? Da Bíblia como literatura e tal. >> Não, porque daí tem o contraponto da Lia, né? Ou Leia, né? Depende da tradução. Mas ela era talvez vesga, né? Me senti super representado, né? É porque ela não tinha tribo. [risadas] >> É. É, não é que ela ela não tinha brilho no olhar, né? Ela não tinha brilho no olhar. Então, pode-se entender que não era só que ela era triste, mas talvez ela tivesse alguma ou ela fosse vesga, enfim, ela não era, ela não tinha atributos físicos, diferente da Raquel que era um mulherão, entendeu? >> As histórias hebraicas elas têm esse paralelismo, né? Você tem o peludo e o trapaceiro, né? você tem que é Isaú e Jacó, você tem os dois irmãos e essa dinâmica de duas irmãs também é algo que é típico de uma história hebraica, principalmente porque a gente tá falando de matriarcas, né? Eh, eh, é Raquel e Lia que darão a os filhos, a luz aos filhos, que farão parte de todo o imaginário das tribos de Israel, né? Jacó terá depois do seu nome. >> Eu não tô achando aqui o texto que fala que ela era bonita e que o e que a >> da Raquel bonita e da Lia vesga. >> Porque porque isso está nas entrelinhas, tá? Isso não está necessariamente na na explícito no texto. >> É o Keller, que é a base que a gente tá usando aqui, ele parece, eu lendo aqui, parecia que ele citava até o texto, entendeu? Olha só. >> Aham. >> Cadê? Não, isso tá por causa do do uso do verbo. O verbo é reflexivo ali, né? >> Hum. >> O verbo é reflexivo. >> Entendi, entendi, entendi. >> Ah, então disso >> foi mal, foi mal. >> Mas e em suma, a gente tem esse paralelo entre uma mulher que é muito linda, que realmente chama atenção, e uma mulher que >> 191, >> que não é tão agraciada com uma determinada beleza, mas o foco aqui é na figura de Jacó. Aqui, aqui, ó. Aqui, ó. Achei o texto. Achei o texto. Achei o texto. Achei o texto. Ó, é na NVI tá assim, ó. >> Eh, Ora Labão tinha duas filhas. O nome da mais velha era Lia e o da mais nova, Raquel. Lia tinha olhos meigos, eh, ou tenros. Engraçado essa tradução aqui. >> Uhum. >> Né? Eh, meigos, mas Raquel era bonita e atraente. >> Como Jacó amava Raquel disse, enfim, aí tem toda a o o lance. Aí aonde você pega, você vê que a o texto não tá deixando claro que Li é feia, né? Mas o paralelismo faz essa comparação, tá bom? Paralismo deixa claro essa comparação. >> Exato. É o >> Então a gente tem isso, >> tem isso o lugar de Jacó como aquele que observa Raquel, que sai >> se apaixona antes por ela, né? Ou seja, ele vê o mulherão e sai >> que sai caindo em cima. >> E aí sai caindo em cima a ponto de eh construir a sua própria vida nos próximos anos. em favor dela, né? Ou seja, eles se afunda em uma determinada vocação, trabalhando para Labão, seu tio. >> Uhum. E a partir disso, eh, com uma promessa de que numa perspectiva próxima, uma perspectiva futura, ele terá Raquel em seus braços para, por sua vez, eh, eh, casar com ela. >> E aí é interessante porque, >> mais uma vez, eh, a proposta de de Jacó para Labão, né, é trabalhar para ele para ter Raquel. E aqui o texto hebraico, ele tá meio distante de nós, mas é como se nós trabalhássemos para os nossos sogros, a fim de que pudéssemos ter uma noite de núpcias com as nossas eh digníssimas. >> É só um detalhe importante. >> Esse é um escândalo, né? Esse é o escândalo. >> É. E o detalhe, era comum, infelizmente, as mulheres serem tratadas como propriedade dos pais e depois dos maridos. Era comum esse tipo de tratamento eh para as mulheres. Inclusive, esse lance de casar por amor nem existia, o que já é um ponto que chama atenção. Como o Jacó estava com esse desejo a tal ponto de, não, eu quero essa mulher, né? Ou seja, eu quero essa mulher. E olha só, era comum se dar dotes, né? Se dar dinheiro para o pai da moça para ter a moça. Era tipo, estou comprando essa mercadoria. Só que os 7 anos de trabalho de Jacó eram quatro vezes mais do que uma noiva valia na época, né? Pelo menos a informação que o Keller traz. Tipo assim, é muito mais o que o Jacó tá fazendo. Primeiro é algo que vai completamente contra vários costumes. Segundo, ele tá ele tá tão obsecado eh pela pelo pela Raquel, por possuir a Raquel, por ter aquela mulher, sabe que ele não pensa, ele fala: "Não, é 7 anos eu vou trabalhar por ti". E o Labão que é um cara que sacou tipo, mano, porque tem o pulo do gato, né? Naquela cultura, a filha mais nova podia casar antes da mais velha. >> É o lance que escapa ali de Jacó, que tá tão bitolado, tá tão desejoso, achando que impetuoso, >> impetuoso [risadas] não. E ele tá tão cego, ou seja, se eu tiver a Raquel, eu terei os meus problemas resolvidos. Ou seja, o amor que eu não pude experimentar da minha família, da minha mãe, sabe? Tudo que eu perdi, saindo da minha terra, perdendo a minha parentela e aquela coisa toda, eu vou ter agora nessa mulher. Então não eh whatever takes, entendeu? Eu vou fazer tudo. >> Detalhe, detalhe, tá? Quando nós observamos a história dos patriarcas, a única história de amor que se sobressai anterior à história de Jacó é dos seus próprios pais, >> que é uma história bonita, né? É, >> é uma história bonita que de Abraão que vai atrás, encontra [roncando] Rebeca, faz todo o processo de ser meio que um eh enviado de Abraão para poder negociar e levar Rebeca até o a até Isaque e tudo mais. E isso ser contado como uma história memorial positiva, como um grande exemplo já dentro da história dos patriarcas e das matriarcas de Israel. Ou seja, >> ex, >> a gente não sabe o quão isso também impactou a própria pessoa pessoa de Jacó na busca ah da da sua própria esposa, né? >> Olha, é uma boa inferência. É tipo assim, e aí é, ou seja, eu quero viver uma história como a dos meus pais, >> ou seja, uma história essa que não foi construída pelos próprios pais, foi um acordo entre as famílias, ou seja, seguindo a tradição. E foi uma história bonita. Eu vou fazer a minha história, já que eu não tô na minha terra, já que a coisa não vai rolar, vou para lá e vou fazer a minha própria história. E aí o que acontece? Ele o o Labão é esperto, mano. É, eu preciso me desfazer de Lia. É tipo isso assim, mano. Essa mulher tá sem brilho, não é? uns olhos meigos, mas não é como o Raquel, mas eu não posso eh oferecer Raquel, tem que ser primeira lia, então bora lá dar um jeão gamado em Raquel que quem trabalha sete, né? Quem quem faz isso trabalha mais sete, já que ele ama tanto Raquel, eu vou entregar Lia primeiro para seguir a tradição e depois eu entrego. E é o que acontece, gente, quando Jacó, né, embriagado já pela festa, vai pros finalmente, né, com a mulher dele que ele acabou de se casar, amanhece e ele percebe: "Opa, o que que tu fez comigo, Labão?" Pois é, né, Jacó? Tu tava tão cego pela busca do amor que tu esqueceu de ler aqui a nossa cultura e fez um péssimo negócio. O o jogo não joga segundo as suas regras, mas segundo as regras anterior a você, né? Então isso que aconteceu, né? >> Exato. É isso. >> Pessoal, só um momento aqui. O tem gente dizendo que o microfone do Luiz tá um pouco mais baixo. Eh, procede. >> Confirma aí. >> É, eu tô a Eu tô ouvindo ele bem, mas como é que tá para vocês aí? Deixa eu mexer aqui no eh configurações do microfone do Luiz. Ele tá automático aqui. Deixa eu tirar o cancelamento de ruído. Fala aí, Luiz. >> Aí, vamos ver se se melhora. >> É, tirei aqui, >> ó. Aumentei o teu o volume do teu micr É >> ouvindo bem, >> ó. Só que agora vai aparecer até é até a televisão agora e tal. Está um pouco baixo mesmo. E agora, gente, eu melhorei um pouco mais, aumentei. Tô até inclusive me ouvindo no microfone dele agora. Como é que tá? Me deixa saber. Vai, Luiz. Fala um pouco mais perto do microfone. Põe mais perto da tua boca. >> Põe mais perto. Tipo radialista mesmo. Isso. Tipo radialista mesmo. Enfia ele na tua. Põe bem perto. Isso. Vai per >> pronto. Ficou melhor, hein? Ó, tá melhor. Pronto. >> Melhorou. Melhorou. Melhorou. Então é isso. Então esse é o ponto. Ele tava tão cego pelo amor que ele queria que ele não fez a leitura cultural. E cara, e ele foi até o fim, né? Porque ele depois vai mais 7 anos para ter a mulher que ele queria, tá? E [ __ ] a gente precisa também levar em consideração >> que esse texto bate muito em nós por conta da nossa própria leitura cultural. >> Hum. Como assim? >> Nós estamos falando de do Brasil, um país que por conta de heranças coloniais, né, da colonização, >> por conta de toda uma questão voltada à estruturação familiar, >> eh cria dentro das nossas da nossa própria sociedade o sonho de uma família. né? É muito difícil você ver pessoas que não desejem compor famílias, sabe? Elas existem, mas elas são eh eh minoria. E existe também um aspecto da composição familiar no sentido de vou fazer tudo aquilo que eu não tive ou de que não fizeram por mim, né? Eh, a gente pode, a gente brinca muito, né, no of topics aqui, que nós temos um pouco disso, né? Nós temos um um pouco desses relacionamentos assim familiares meio conturbados. A gente fala, não, a gente vai tentar fazer diferente pelo menos e tudo mais. Só que isso de certa forma foi apropriado por nós como crentes, como se fosse o santo graal da vida cristã, sabe? >> Boa. Ah, ou seja, o ter uma família tradicional, tipo ter uma família como esse é o objetivo de todo crente, né? Ou seja, temos que ter uma família tradicional, o que não é nenhum problema, tá gente? É muito legal, né? Tanto eu e quanto Luí, a gente é uma família tradicional, a propósito, né? Tipo assim, >> maravilhosa, >> maravilhosa, tudo, tudo certo, entendeu? A gente é marido, mulher, né? Não, eu e ele, obviamente, né? Mas a gente tem esposa, a gente tem filhos e tal. Ah, então assim, a gente não tá, isso não é o problema, tá galera? É que se coloca realmente, acho que essa é a palavra, como o pote no final do arco-íris e o objetivo de todo jovem crente é casar e ter uma família. Porque isso é a realização. E aí que começa o perigo dessa busca pelo amor verdadeiro. E ele pode começar a se tornar idolátrico. Por quê? Porque esse desejo ele começa a ocupar um lugar no teu coração que não deveria. Em que sentido? Que é como se se torna o fim último da tua existência aqui na Terra. Ter alguém, casar, ter filhos. E cara, prepare-se para uma bela de uma frustração, porque você está depositando um anseio muito grande em algo que não tem a capacidade de matar essa fome da tua alma. Entende? >> Exatamente. E lembra da dinâmica da do coração espelhado de projetar na nos seus próprios ídolos quem você é e aquilo que é está mais profundo no seu próprio coração? Pois bem, >> você começará a projetar a idealização do que seria um cônjuge perfeito. >> Uhum. >> A partir dessa dinâmica no outro. >> Só que a gente precisa levar em consideração uma palavra muito importante para todos nós aqui. Dignidade, coisa que foi retirada de Lia ou Leia, tá? Dignidade. Dignidade é uma das coisas ou um dos valores ao qual o evangelho não abre mão, principalmente quando nós falamos a respeito da humanidade, do outro, daquele que está ao meu redor. >> Eu acho que antes de chegar nesse ponto, Luiz, galera, a gente não tem pauta aqui, então a pauta é ao vivo aqui. Eu acho que a gente chegar nesse ponto, a gente tá construindo aqui é uma aula. Vamos lá. >> É uma aula. Eu acho que é legal a gente pensar que a Lia também tinha uma uma idolatria. A da Raquel a gente não sabe, provavelmente fosse a beleza dela, né? Ela, né, se achava talvez a melhor, a maior, e ela idolatrava talvez a própria beleza. Enfim, não sabemos. Mas a Dalia, o texto pode dar uma pista e o Keller fala, gente, esse aqui é o livro, tá? Clássico do Keller, Deuses Falsos, tá? O livraço da vida nova. Aliás, eu tenho uma, eu sou tão Thomas Nelson que eu tenho a versão da Thomas Nelson desse livro aqui. >> Ah, é? Bendita hora que a Thomas Nelson deixou escapar o o Keller, né, velho? Bendita hora. >> Tu imagina o Keller na mão da Thomas Nelson, >> a coleção linda, maravilhosa, estilo luz. Meu senhor do céu. Ia ser >> a a só a biografia do Keller que é pela Nelson. >> Exato. É, imagina igreja centrada no no com o mesmo tratamento da biografia do Keller. Mas cara, Tobasel não consegue pegar. Eu não sei, um dia, quem sabe. Mas, ou seja, o Keller ele traz e algo aqui que a Lia, ela como conservadora botou as suas esperanças nos filhos, né? Ou seja, ela sabia que não era amada, ela sabia que não era amada pelo marido. >> E então cada filho que ela vai tendo, ela tipo: "Agora, agora o meu marido vai me perceber, tipo, agora vai acontecer, tipo, ou seja, cada". E era uma coisa muito importante ter filhos naquela época, né? que garantir a subsxistência da mulher no mundo antigo. A gente precisa levar em consideração que a mulher ela era tida como uma certa mercadoria porque ela poderia dar eh seguir adiante o nome >> do homem, o nome, né, da família. >> Ex >> trazer ao redor. Tanto que isso permanece até hoje dentro da crença judaica. Um judeu só pode ser considerado um judeu ético um sidace de mãe judia, entendeu? E por qu é isso? Por conta de todo esse pensamento embrionário que está ali na na descendência de Abraão, né? >> Exato. Então, olha aqui, o texto começa a deixar bem claro isso a partir do versículo 31 do capítulo 29, tá? O Senhor viu a minha miséria, agora certamente o meu marido me amará. Cara, e aqui eu não, a gente até a gente pode até caminhar, acho que finalizar aqui um pouco a história de Lia para fechar esse arco de de Lia Oleia, né? a gente pode caminhar, finalizar o arco dela, porque talvez a Lia seja a única que superou a sua idolatria, porque conforme, né, cada filho que ela vai tendo, né, eh cada filho, ela vai dizer assim: "O Senhor me viu, então o meu marido agora vai me amar. O Senhor me viu e agora o meu marido vai me desejar". Entendeu? E agora o Senhor me viu, não sei qu o meu marido vai se apegar a mim. quando ela vai ter o quarto filho que é Judá, que a proposta se torna, né, o grande nome aí da continuidade da promessa de Abraão, que vai gerar a família de Davi e a família do Messias. Ou seja, quando ela tem o quarto filho, eh, ou melhor, acho que é o quarto, né? >> Desta, é, >> desta versículo 35, é a chave. Desta vez louvarei ao Senhor, por isso deu-lhe o nome de Judá. Depois disso, parou de ter filhos. Ou seja, não tinha mais a ver com o marido, tem a ver com o Deus que estava dando filhos ela. E detalhe, ela não usa o nome genérico para Deus, né? Ela usa o Senhor, ou seja, ela chama do nome da aliança, né, Yahvé e tal. Ou seja, ela aprendeu sobre esse Deus, né, com o próprio marido, provavelmente, né? Ou seja, então quando ela para de depositar a esperança dela, ou seja, quando ela para de achar que o sentido da vida estaria no reconhecimento do marido, ela descansa e agora ela passa só louvar o Senhor, não tem mais o marido na parada. Então pode ser, né? O Keller usa isso como tipo, olha, ela teve, é como se ela, ou seja, eu não tô mais aqui para, o meu marido não me, não gosta de mim, entendeu? Não tem, mas o Senhor me ama, o Senhor me acolhe, o Senhor é o meu o meu fiel esposo, né? Ou seja, cara, isso é maravilhoso, assim, isso é maravilhoso. >> É, e com base no que você fala que e ela foi aparentemente foi a única, né, que venceu a sua própria idolatria. Eh, e aí eu eu vou tentar eh adivinhar aquilo que você tá pensando assim, >> tá? Jacó protosta seria essa. >> É, então não, mas porque Jacó protagoniza anos depois o ele é o pivô de um dos maiores problemas familiares que nós temos entre os patriarcas, né, que é a questão do favoritismo de José. >> Sim. Não, que é a galera ligada a a a Raquel ali, né, a serva de Raquel e tal. Ou seja, >> exatamente. >> E aquele lance, ou seja, o amor que ele tinha, né? O amor é uma coisa boa, só que ele tinha um amor cego por Raquel. Ele ele fez coisas absurdas por Raquel, ao ponto depois, né, de desvalorizar tudo que tinha com Lia e ele, né, essa história dele com Raquel vai gerar essa toda essa loucura que vai acontecer depois, né? >> Exatamente. Porque os impactos da idolatria não ficam única e exclusivamente eh individualizados, eles não ficam somente conosco, né? A idolatria ela se espalha e ela afeta toda a comunidade que está ao nosso redor. Lembre-se do pecado de Acan. Pecado de Acan tem muito a ver com isso. Ele mesmo faz, comete uma desobediência por esconder ídolos e e espolhos de guerra ao qual ele não deveria ter eh escondido dentro da sua própria tenda. e ele e a sua família, por sua vez, são penalizado. Veja, existe uma relação de aliança, existe uma relação comunitária vinculada a essa idolatria. [roncando] E detalhe, a gente leva em consideração que é Lia ainda tem três filhos que estão debaixo desse tipo de ressentimento, de um casamento arranjado da qual ela não usufrui um verdadeiro amor. Jacó tem outros filhos dentro de de um casamento, na verdade, de uma estrutura matrimonial meio que complexa, com duas mulheres, tendo que dar questão e por sua vez ele deságua todo o seu amor e o seu e a sua e o seu ideal naquilo que ele conquista. Mas observe que Jacó quando depois ele vai se reencontrar com Esaú, ele não demonstra um amor tão grande assim pela família. Quando ele sabe que Esaú está para encontrar com ele, ele manda uma comitiva com presentes. Ele manda uma comitiva depois com a sua própria família na frente. >> É tipo isso, ó. Se der ruim, eles morrem primeiro, né? É >> exatamente, porque sinceramente Jacó sabia da promessa de morte que Isaú havia feito no seu próprio coração. Promessa esta que faz com que ele saia da sua própria terra e vá para Labão e, por sua vez, tentar construir aquilo que seria a sua própria história depois de ter roubado a bênção da primogenitura. Então, nós estamos falando aqui de um homem que estava o tempo todo olhando para si mesmo. >> Ou seja, a eh algo clássico da idolatria, né? A idolatria ela escraviza, né? Se ela é uma, se ela eh se a gente dá para a necessidade um caráter divino, ou seja, enquanto eu não tiver isso, eu não serei realizado, esse isso se torna o seu Deus. E se não é o verdadeiro Deus, vai escravizar você. Entende? Eh, aí alguém pode dizer: "É, mas o Deus de vocês também escraviza, né? Vocês não são escravo de Deus? A gente é escravo de Deus, só que a gente foi amado e algo voluntário. Se a gente não quiser mais ser, não é mais, né? a dinâmica, a de Jesus de Nazaré aqui. >> É >> porque quando nós paramos para pensar na dinâmica de Jacó, Raquel, Lia, ambos estão preocupados naquilo que eles podem fazer para construir o ideal do amor. >> Exato. E quando nós olhamos para Jesus de Nazaré, na última mensagem que ele faz aos seus discípulos, ele é o único que ao invés de tentar construir, de usar o outro para demonstrar o amor, ele mesmo se desconstrói dando o seu próprio corpo, dando o seu próprio sangue como sinal daquilo que guia. o povo de Deus. A entrega que Jacó não poderia ter feito, que Raquel não poderia eh performar, que até mesmo Lia, ao entregar tanto seus filhos e nomeá-los com base em um ressentimento, não poderia, por sua vez, eh eh eh extinguir esse essa noção, esse essa procura de um amor perfeito, de desse amor, desse verdadeiro amor. Jesus inverte essas perspectivas pra mesa, pra ceia, ao qual ele diz: "Tomai e comei, tomai e bebei." E aqui é uma das melhores coisas que nós temos, porque Jesus de Nazaré, por sua vez, não foi casado. Jesus de Nazaré chama pessoas para compor uma família maior. família é esta que por sua vez nós com as nossas próprias famílias nucleares somos chamados, tá? E é por isso que eu volto aquela crítica do santo grau. Quando a gente olha para a composição do Novo Testamento, das missões e da ênfase da família da fé no Novo Testamento, se torna muito complicado nós defendermos igrejas que se organizem. ao redor de um ideal, de um imaginário idealizado do que é a família perfeita. E o Espírito Santo, por sua vez, não permite que a essa igreja fique fechada dentro desse ideal, desse imaginário. Porque o evangelho alcançou o brasileiro. E o brasileiro, por sua vez, majoritariamente ele é desestruturado familiarmente. Mas o evangelho, ele nos chama, por meio de Cristo Jesus a chamar essas pessoas desestruturadas, as mães solos, os órfãos. aqueles que, por sua vez, não conseguiram construir, com base em um amor idealizado próprio, a a estrutura e o modelo que nós muitas vezes idealizamos. Por que essa crítica aqui acaba sendo bastante importante? Porque de alguma forma com com o passar da história, a gente colocou no bojo do da salvação, no bojo da redenção, constituir uma família nuclear. Só que os solteiros deslocados, os celibatários deslocados, os missionários que conseguem por sua até mesmo viúvos, vamos colocar aqui viúvos, acabam ficando muito deslocados nessa realidade. E por conta desse ideal idolátrico da família perfeita, nós estamos enfiando homens e mulheres em um relacionamento sem que estes, por sua vez, estejam prontos. E nós estamos transformando o matrimônio naquilo que Jacó transformou para com Lia. >> Exato. Exato. >> A força de vontade de construir uma família. Mas magoando quem? Uhum. O outro >> é assim, vamos lá, preparado, preparado para um relacionamento, se ninguém tá, né, assim, tipo, preparado, mas minimamente tendo, sabendo onde tá se se metendo, entendeu? É basicamente assim, é, é, é muito importante. E às vezes nessa ânsia que a gente constrói até com os jovens, né, tudo tudo gira em torno de você vai encontrar alguém, você vai encontrar alguém, a varoa o varão, né? Na minha época era isso. E é muito doido porque estatisticamente falando não tem não tem homem para todo mundo. Atenção irmãs, são na igreja são muito mais mulheres, né? São muito mais mulheres do que homens na igreja. Então já até pela estatística tá difícil, tá? Mas o que eu quero dizer é o seguinte, eh a gente mesmo vende essa cartilha, né? Que eu sei, gente, vamos lá, um parêntese aqui. A gente sabe que também no mundo ah, a galera também, tipo, relativizou o casamento, né? É, não se fala mais as pessoas, né? É como se tivesse em declínio a ideia do casamento, né? Tipo assim, poxa, o casamento é uma instituição falida, aquela coisa toda, né? Se fala muito disso por aí, galera. Não é bem assim, tá? Muita gente no fundo quer casar, quer ter alguém, tá? Assim, até gente aí que é parece muito desconstruída, no fundo tá casando também aí de branco e tal, entendeu? Galera fala contra um monte de coisa, mas estão seguindo aí a tradução porque tá tudo bem, sabe? Eh, então não é que a gente queira, ah, vocês estão aí com o espírito do tempo falando contra o casamento. Ninguém tá falando contra casamento aqui em constituir família. O que a gente tá falando é que isso não pode ser o fim último da juventude. Você é solteiro, cara? Você tem que casar e ter alguém. Não, não, não é. Você não nasceu para casar e ter filhos, entendeu? Você nasceu para ter uma um relacionamento com Deus e fazer parte da família dele. Pode ser que aconteça de você se relacionar com alguém, casar e ter filhos, isso é ótimo, entendeu? E tá tudo bem. O problema é quando isso se torna o ideal e aí a juventude passa a ser isso, entendeu? Eu quero achar alguém. E aí, mano, na pressa disso, você pode se atropelar, entendeu? Isso quando não acontece, né? por exemplo, sei de histórias que não vou casar por causa do ministério, que se não for casado não sobe no ministério. Também tem >> é porque quando nós falamos de casamento dentro da igreja, nós não estamos falando só da união de duas pessoas, nós estamos falando de eh reputação, nós estamos falando de construção de identidade. Nós estamos falando de, por isso que eu quando eu pontuei aqui sobre a questão da prontidão em casar, é que o casamento, o matrimônio, Bibo, ele precisa partir eh ou ser fruto do amor verdadeiro, do amor de Jesus de Nazaré. E aonde nós conhecemos esse amor verdadeiro? Através do evangelho, através da convivência com a família da fé, tá? Só que eu só posso e e por que eu tô dizendo isso? Porque vai ser muito difícil. E veja, eu eu preciso dar vazão espaço para críticas que amigos críticas não, né? Comentários que amigos meus que não são crentes eh fizeram a respeito da igreja, né? Eh, é é muito legal porque na minha muito legal não, isso é triste, mas eh eu me lembro disso, né? de que quando adolescente eu tinha amigos que eram descrentes e aí eles tinham uma eles tinham uma eles queriam beijar na boca, eles queriam namorar, eles queriam fazer um monte de coisa e aí eles tinham uma a melhor dica de todas que era: "Cara, você quer beijar na boca? Vai para uma igreja, você vai conseguir beijar na boca fácil". E aí eu ficava horrorizado com aquilo. Mas por quê? Porque existe todo um anseio em uma juventude criada para isso. E aí a gente se deixa levar por uma espécie de amor impetuoso. E porque nós não estamos prontos? Porque nós não entendemos o que é o evangelho. Porque o evangelho ele não tem a ver com quem a gente vai casar. Aquilo que você falou. O evangelho tem a ver com a família da fé, a qual nós somos enxertados. e de que se por sua vez eu encontro na minha família da fé alguém para para casar, para criar uma família, eu ainda sou muito dependente da família da fé, porque a minha família nuclear, ela será nutrida pela família da fé. É, >> eu eu preciso dessa vivência comunitária para que a minha família da fé tenha algum lugar, para que os meus amores ou a minha idealização do outro seja confrontado com o evangelho através da vivência de outros casais, de outras famílias. Uhum. >> Mas o Mas o qual é a ênfase ou, né, o o a chave para que muitas vezes a a igreja ela foque apenas no casamento e depois você que se vire. Eh, case, case, case. Aí depois o pastor, a pastora não sabe porque o o mesmo casal que ele uniu tá no seu gabinete pastoral, tá tá com dificuldade, tá pensando em divorciar >> porque são frustrações se encontrando. Enquanto o evangelho olha para o coração, como olhou e curou o coração idólatra de Lia. >> Uhum. Uhum. como procurar, né? >> Tem uma É, tem um, gente, os comentários estão aparecendo na tela agora. Beleza, você pode comentar alguma coisa interessante, pelo amor de Deus, né? Comenta uma coisa, eh, ou manda um oi, tá bom? Se você quiser aparecer aí, cara, tem um comentário do Luiz, eh, que é muito legal do eh no mero cristianismo que o o Keller traz aqui, que diz o seguinte, tá? Eh, que que essa questão assim, quando você vai com muita sede ao pote, tem essa questão de que você realmente pode se frustrar. E por que que você vai se frustrar? Vamos lá, gente. Eh, dar um exemplo aqui. Você pode realmente até casar com uma pessoa bacana, legal, show. Mas mesmo essa pessoa bacana, legal, show, se você tá com sentimentos errados em relação ao casamento e o que ele vai fazer pela sua vida, você vai se decepcionar, porque é aquilo que eu falei no início da live, não tem como alguém, alguma coisa, aguentar a pressão de ser Deus na sua vida, né, de suprir as suas carências e necessidades. Não tem como, tá? Não tem como. Por isso que é [roncando] o que o comentarista traz aqui, né? Um, o, o o Keller cita um comentarista. Com todo o respeito a essa mulher, né, de quem temos muito a aprender, a Lia, significa que não importa em que depositemos nossas esperanças, pela manhã é sempre Lia, nunca Raquel. Ou seja, sempre que eu me jogo num desejo, né, no no eu me entrego para esse ídolo, seja o ídolo do sucesso, o ídolo do sexo, né, o ídolo do sexo e do amor, eles caminham muito juntos aqui, né? É, é o lance de da mulher sempre se desejar, ela ela quer sentir amada e desejada. Então, às vezes se submete a relacionamentos eh tóxicos, porque ali ela se sente amada e desejada. É, por exemplo, eu já ouvi, né, eh, numa missão em que trabalhavam com, né, em, em, pode falar favela. Hoje em dia eu tô meio por fora das nomenclaturas, >> comunidades, >> comunidades, OK. Eh, em comunidades e tal. E aí tem o lance, né, o porqu ter tanto, né, mulheres, né, estão lá num barraco, ah, com, sei lá, três filhos de pais diferentes e tal, né? E muito tá nesse lance, né? Porque ali naquele momento eu me sentia amada por ele, né? Me sentia desejada por ele e tal. E daquilo ali acabava vindo um filho e depois o cara vazava e tal, né? Então assim, então a a quando você se entrega para para um ídolo, eh, cara, não importa, a tua experiência vai ser sempre igual a de Jacó. Vai amanhecer, não vai ser Raquel, né? Vai ser Lia. E aí ele cita o cristianismo por e simples. A maioria das pessoas, se de fato aprendesse a olhar dentro do próprio coração, saberia que deseja muito e intensamente algo que não se pode ter neste mundo. Há todo tipo de coisa neste mundo que se oferece para concedê-lo a você, mas nunca cumpre a promessa. os anseios que surgem em nós quando nos apaixonamos pela primeira vez, ou pensamos em um país estrangeiro pela primeira vez, ou tratamos de um ou tratamos de um assunto que nos arrebata pela primeira vez, são anseios que nenhum casamento, nenhuma viagem, nenhum aprendizado consegue satisfazer de verdade. Não estou me referindo agora ao que comumente se chamaria de férias, profissões ou casamentos malsucedidos. Falo dos melhores possíveis. Houve algo a que nos agarramos no primeiro instante do nosso anseio que logo se desvanece na realidade. Creio que todos saibam a que me refiro. A esposa pode ser fantástica e os hotéis e a vista excelentes. E a química pode render um emprego muito interessante. Todavia, alguma coisa nos escapa. Ou seja, >> cara, isso aqui é sensacional. Por quê? Não tem a ver com a coisa, tem a ver com o desejo que colocamos sobre a coisa. Entende? Mano, que doideira. Citando o CS LS me lembrou da Lia do Novo Testamento, né? Tem uma Lia no Novo Testamento, >> sabia? Eu só lembro da, eu conheço a Lia da, da Bíblia do Antigo Testamento e a Lia da piada de Tio do Pav. >> É, a gente, [risadas] mas nesse caso, eh, a gente não sabe o nome dessa Lia do Novo Testamento. A gente tá falando da mulher samaritana. Ótimo. Sensacional. Sensacional. >> A mulher samaritana, ela e é o que tudo indica, vítima de vários relacionamentos de homens que vinham e prometiam aquilo que ela necessitava para sua subexistência. Lembre-se que a idolatria tem a ver com isso e [roncando] de que quando ela encontra Jesus de Nazaré no poço, ela tem a resposta por e aí ela sai para anunciar com grande alegria e expectativa sobre o Messias, porque ela encontrou e a resposta para aquilo que ela tinha de mais profundo, que água era aquela que que a que a a faria que a fazia largar tudo para poder ir anunciar em Samaria. >> Não, ela foi vista, né? Ela foi percebida, né? Ela foi >> Jesus viu ela, né? Jesus viu ela. >> Nenhum outro homem, né? >> É. E aqui fica a grande o grande incentivo assim, o o grande resumo do que a gente poderia falar assim de bom. Jesus de Nazaré é o suficiente. Se, e aí eu vou trazer uma frase do Guilherme eh Nunes, >> se nós ficarmos ou colocarmos os amores ou os nossos desejos para completar aquilo que Jesus de Nazaré eh fez, será Jesus e mais alguma coisa. Jesus e mais alguma coisa cai em legalismo. >> Uhum. Exato. >> E legalismo não gera vida. >> Uhum. >> Legalismo não gera certeza. Legalismo só gera medo, ressentimento e angústia. >> Uhum. Por isso que aquela mulher larga a o balde que ela tinha para buscar a água em um horário inóspito, [risadas] em um horário complicado, em alegria para anunciar a verdadeira felicidade, porque ela de fato >> encontrou o verdadeiro noivo. >> Exato. Olha só o que o Luiz também cita aqui, né? Se descobre em mim um desejo que nenhuma experiência neste mundo é capaz de satisfazer, a explicação mais provável é que fui feito para outro mundo, algo sobrenatural. e eterno. E gente, se você ainda não entendeu, não é não é uma palavra contra casamento. Se você deseja casar, tá tudo bem. É um desejo natural. Inclusive, o que a gente tá falando aqui que o Keller faz e quem escreve sobre isso fala, é o lugar que isso ocupa no seu coração. E sim, talvez você possa chegar no final, né, em uma determinada idade e você até pode ter uma tristeza. Poxa, no fundo não casei, né? Não, não achei legal não, não achei ninguém legal, alguém que realmente valesse a pena investir a vida e tal. E você pode ter uma tristeza agora, ao ponto de você achar que tem alguma coisa errada com você, que o mundo te odeia, que talvez as promessas de Deus que falaram para você lá não se cumpriram, o que você fez de errado, aí é porque você botou o desejo no lugar errado, entende? Então isso é uma coisa que precisa ser calibrada, precisa ser pensada, sabe? E e é aquela coisa, a idolatria ela não sai com o conhecimento. A idolatria só é vencida com uma rendição e adoração ao verdadeiro Deus, né? Então, e >> é por isso que a idolatria mexe com identidade. Isso que você acabou de falar, né, Bibo? >> Então, é algo mais profundo, é algo que tem a ver com o coração, né? >> Uhum. Exato. Galera, tem muita coisa para se falar. Ô louco, teve tivemos um super chat aqui. >> Muito obrigado. Muito obrigado. Ah, ele tá dizendo o seguinte: "Colocar a esperança final no casamento é muito arriscado. O casamento é uma das coisas mais difíceis de dar certo. É necessário muito amor." Exato. O casamento é uma parada difícil mesmo. Eh, tanto que assim, muitos casamentos eles davam certo na antiguidade, o amor vinha depois, porque casamentos eram arranjados e tal, né? Claro que e até a ideia do amor romântico é uma coisa muito nova também. tem esse lance, né? O amor romântico é uma coisa muito nova assim, tipo, a gente tem, sei lá, quantos séculos de amor romântico, sei lá, uns cinco, seis, cinco, cinco, não sei. >> É, virada do século XVI pro século XIX, você tem já esse ideal do do muito pulverizado pelo romantismo alemão, por esse mundo das ideias e tal, mas ainda assim a uma em uma sociedade em que os casamentos eles eram acordados, eles eram ajeitados, né, arrancados. Gente, entra um pouco esse perigo também, né, dessa fetigização. Fal, não sei se eu falei certo, mas esse fetiche muitas vezes fica, essa fetização, eu falei errado, mas ficou ficou chique. Fetiz, >> eu já colocarei no meu dicionário Oxford aqui. >> OK. Exato. Obrigado. [risadas] Eh, sabe tipo que que às vezes, tipo, né, o casamento perfeito, fizeram tudo certo, gente. Às vezes fizeram tudo certo, escolheram esperar, eh, se beijaram no altar, não é garantia que vai dar certo, galera. Não é garantia que vai dar certo, porque como falaram, o casamento é algo difícil, precisa de entrega, renúncia, né? Pode ser a esposa perfeita, o marido perfeito, né? Ou seja, eu idealizei isso, eu pensei isso, mas, cara, na realidade nu e crua do dia a dia vai ter o desgaste, vai ter a, sabe, as escolhas que terão que ser feitas mesmo quando não há vontade. Então, assim, sabe, é é preciso ir com calma. E aí a gente às vezes tem isso, né? Essa glamorização do casamento. De novo, gente, a gente não não é contra o casamento, mas sabe, se coloca ele como ápice da vida aqui na terra, casar e ter filhos, porque esse é um problema também. Os filhos podem virar uma idolatria. Tanto que tem muito casal que não tem filho e, cara, e é bombardeado na igreja. Vocês não vão ter filho, vocês não vão ter filho, vocês não vão ter filho. Como se fosse, tivesse alguma coisa na Bíblia que mandasse a gente ter filhos, né? e não tem, né? >> Ah, Gênesis eh, 2, Gênesis 4, Gênesis 6. E existe uma discussão por trás disso, tá? Do mandato cultural. >> Exato. >> Não são todas as vertentes teológicas que defendem o mandato cultural. Tá bom? >> Então isso é discutível, tá? Isso é discut. Não, mandato cultural é uma teologia e como teologia tem seus calcanhar de aqui. >> E aí no mandato cultural, se realmente fosse mandato cultural, Jesus de Nazaré falharia, Paulo de Tarso fal falharia, >> falharia. Não, Paulo inclusive fala: "Galera, não casa, não casa". Tipo assim, Paulo, Paulo até desaconselha em alguma, ó, se dedica a Deus aí, entendeu? Não casa, tipo, ó, mas se ficar abrasado, se ficar abrasado, casa, >> isso, isso, isso. Não, mas por quê? Porque existe uma ênfase ali na argumento do apóstolo Paulo que ele está falando num contexto em que ele está explicando o que é a família da fé, os reunidos por conta do evangelho, tá? E aí para para a expansão da família da fé precisamos de mais colaboradores. Então meu, casar vai te paralisar. É o >> ou seja, é circunstancial. É circunstancial. Da mesma forma como, tipo assim, ah, antigamente tinha o pessoal tinha mais filhos e tal. Gente, não era por amor, não era por necessidade. Filho era aposentadoria, filho era seguro de vida. Filho era mão de obra para roça, entendeu? Então sim, um casal que pô, será que a gente vai ter filho, ele tem é fazer conta mesmo, calcular e tal, né? Às vezes dá, né? Tipo, ah, não faz que Deus e preserva. Olha, conheço gente aí que entrou nessa de vamos fazer e se Deus mandar a gente vai ter. Estão passando o perrengue, tá? Não é porque às vezes você vê influência que não, eu casei, não tinha nada, não tinha dinheiro para nada, mas Deus proveu. Cuidado, é a história do influencer. Talvez Deus não faça a mesma coisa por você. Então, tome cuidado com alguns mandatos culturais que ganham eh, sabe, patamar de eh mandamento claro das escrituras. Tome muito cuidado, tá? Pelo menos é >> Eu queria trazer só um uma frase que é um dito popular, né? Que o caminho do contentamento matrimonial passa pelo vale do da decepção. Tá? >> Tá. >> E por quê? Porque já colocaram aqui com outra palavra, com outras palavras, mas eh são dois pecadores que se casam, tá? É >> quando a gente fala sobre matrimônio, quando a gente fala sobre amor >> e que como pecadores, atenção é amar mais a si mesmo do que o outro. >> Exato. >> E onde passa aquele lugar da dignidade do outro, sabe? De quem o outro é >> e de tentar se enxergar no outro. E e é esses essas relações são muito complicadas, mas é no matrimônio que você pode experimentar uma faceta do amor de Deus através do perdão, através da convivência, através do do da do companheirismo, da parceria, que não seria demonstrado em qualquer outro lugar, tá bom? Então, aqueles que não casam, talvez não bebam desse amor, tá? Talvez não experimentem esse amor, esse amor de Deus que é manifestado dentro do matrimônio. Mas isso não significa que aqueles que não casam, que aqueles que não voltam a casar, deixem de experimentar facetas exclusivas do amor de Deus. >> Uhum. Claro. >> Um exemplo para os celibatários. Na tua solidão, Deus se demonstra ainda como amor. >> Uhum. >> Táum. >> Para os solteiros, na tua solidão, Deus te se demonstra ainda como amor e te chama também para um engajamento maior do que os casados, sabe? Do que os do que a família como um todo. >> Uhum. Então, eh, fiquem com isso só como um aspecto prático de que em nenhum momento Deus deixa de demonstrar o seu amor. >> Exato. Exato. É a mesma coisa ter filhos, né? Nossa, eu sou outra pessoa depois dos meus filhos, >> né? De fato, eu experimentei, entendi algumas coisas, sabe? É maravilhoso. Agora, não quer dizer que um casal que não tem filhos não possa experimentar também, né? Tipo, o amor de Deus, enfim. Acho que foi bem claro na tua fala, Luiz. A gente tem um curso só sobre o tema da idolatria, um curso que tem tem mais de 7 horas de conteúdo, tá? Que é o Teologia da Idolatria com Rodrigo Bibo, tem aula com André Hik, Cacau Marques, tá? Essa live agora vai entrar também lá no hallas. Gente, tá muito legal esse curso aqui. Inclusive, é só pelo valor que você vai pagar nele, é uma parcela única de R,90, se eu não me engano. É parcela única, acesso por um ano e você tem esse ebook aqui, ó, fábrica de ídolos, tá? as a transitas e melhoras e ampliadas uma outra coisa e tal. Então tem esse ebook lá dentro do curso, tem as aulas, galera, tá bom demais esse nosso curso, tá? É parcela única, acesso por um ano, o ebook fica para você para sempre, tá? Então assim, vai lá, tem esse nosso curso. R,90, gente, sério, é menos que uma pizza média, é uma broto. >> Qual? É, gente, é papo aqui para vocês. Eh, o investimento em educação é um investimento que sempre retorna. Pode não ser de maneira imediata, mas sempre retorna. >> E muitos de vocês trabalham em igreja, lecionam ou muitos de vocês são curiosos, querem estudar teologia e tudo mais. É, a melhor forma de vocês estudarem teologia é aprendendo com gente que manja, manja muito, entendeu? Bibo, cacau, ah, o André, essa live vai est lá e tudo mais. Então, oi, >> eu quero apontar para ti como é que eu faço. O Luiz, o Luiz, o Luiz aqui, euudo mais. >> Então, é muito bom, é, é, é bom que você caminhe com pessoas que, que te conduzam por um caminho que seja estável, que seja bem explicado e tudo mais. E cara, é um é um McDonald's para para é um combo ali. É é isso. >> Tá barato, gente, o curso tá barato. Só R,90, mais de 7 horas. E outra, você tem acesso por um ano. De repente a gente grava mais algum conteúdo sobre idolatria. Ano de eleição, a gente já tem um, a gente já tem uma aula sobre e idolatria política, mas a gente possa botar um reforço lá, você vai ser avisado no e-mail que você e fez a compra, tá bom? Então, ó, tá no link aqui desta aula, desta live aqui no YouTube. Se você tá ouvindo isso aqui no Spotify, vai tá o link lá também, eh, ou no nosso site, né, o BTC, que vai sair essa live. Enfim, vó, vai lá, vem estudar com a gente só no mês de julho de 2026, tá bom? Esse, esse curso tá aberto em julho de 2026, BIB, eu tô ouvindo isso aqui em, sei lá, em outubro e de 2026, sei lá, entra no nosso site escolabibotal.com.br. br. Lá embaixo tem o banner dos nossos cursos avuls. Talvez esse curso esteja liberado lá para você entrar. Não sei se vai estar R,90, né? R,90. E agora só nesse período de julho, tá? Dia 7 a gente tá no dia 13 a gente tá lançando esse curso até o até o final de julho. Depois a gente ele vai voltar pro valor normal dele, que é 69, 67, não lembro agora, >> não. Mas nada que uma conversa também não garanta, né, Bibo? >> Exato. E deixa eu dizer um negócio que a gente vai habilitar. É uma loucura o que a gente vai fazer. Eu não sei se a Camila tá assistindo a live, mas a gente vai habilitar isso essa semana já. Eh, cara, vai ter a opção de você compartilhar a sua assinatura da da da Hotmart, ou seja, você eh você vai comprar o curso >> e você pode, você tem uma namorada, um namorado, né? Porque é muito importante você ter um namorado, você ter alguém, que ele conversa [risadas] sacanagem, sacanagem, né? Tipo assim, você, né? Você tem um melhor amigo, uma amiga, um grupo de estudo, sei lá. Sim. É, várias pessoas falam assim: "Ah, a gente é aluno da EPT, o meu marido pode assistir junto, a minha esposa: "Claro que pode, gente. E agora você pode fazer isso de maneira o quê? Você vai criar um perfil para essa pessoa e aí você, a pessoa vai acessar esse curso com base e na sua assinatura. Então assim, ó, você paga só R,90 e mais um amigo ou amiga ou cone ou quem você quiser estuda junto, mano. É sério, é, não dá, não dá, tá? É, não dá, não tem como ser mais barato, isso é loucura, tá? Então assim, depois a gente vê, vamos tá habilitando isso em algum momento aí essa semana, porque é loucura. Você vai pagar R,90 e vai poder ser tipo uma Netflix ali. Você cria um perfil, aí a outra pessoa cria um perfil e ela acessa o curso também. Vocês podem discutir junto e tal. Mano, é 7 horinhas, tá? Vai lá, vai ajudar demais. Ó, olha só que eh a o o mano disse aqui, ó, tô estudando na EBT, tem me ajudado muito a servir na igreja. Se você já é aluno da IBT, >> é, se você é aluno da IBT, já tem esse curso lá dentro, tá bom? Agora você ainda não é aluno, quer fazer só um curso para ver qual é que é, para dar aquela pisada assim para ver se se é legal? Vem vem para esse curso aqui, teologia da Idolatria, você não vai se arrepender, tá bom? É muito importante, tá bom, gente? E você tem esse conhecimento que não vai libertar você da idolatria, OK? Mas te dá ferramental, tá? E te dá o qu? Opa, você vai saber como orar, você vai ter um diagnóstico e opa, e aí você ora melhor, porque quem livra da idolatria é o próprio Deus. Vamos ficando por aqui nessa live BTC. Voltamos na semana que vem com mais podcasts aqui. Toda terça-feira tem BTC aqui em bibotal.com, tá bom? Toda terça-feira tem saído uns cafés teológicos também de vez em quando, vídeos aqui no canal e por aí vai. Gente, sobre o betpapo que o pessoal tem perguntado muito, não sabemos ainda, tá? Mas digo para vocês, em agosto, podcast novo aqui. Podcast novo, o TD Talk, é conversa sobre textos difíceis. Guilherme Nunes, vem aí, se preparem, tá bom? Deus abençoe e até a próxima, se ele quiser e assim permitir. Fiquem todos na paz do Senhor Jesus.