Davar Live – 24/07
25/07/2026
Fonte: Davar – Religião e Opinião
Legendas automáticas:
Pessoal, tudo bom? Bem-vindos aí a mais uma live. Boa noite aí, quem está acompanhando. Boa noite aqui pro Henrique que já tava aqui esperando, pro Carlos. Boa noite, Carlos. Carlos que quase que a gente se encontra aí esse fim de semana não vai dar certo, né? Mas eh boa noite para vocês. Bem-vindos aí para mais uma live, né, gente? Eh, essa live eu não tenho um tema específico, embora a gente vai tratar de algumas coisas aqui que eu já vi que o pessoal comentou no canal essa semana. Então, vamos já ver esses comentários, a gente já começa a falar sobre esses eh sobre esses assuntos, né? Eh, deixa eu deixar aberto aqui do meu lado, só para se tiver ruim o o áudio alguma coisa, eu vê os comentários enquanto eu vou lendo aqui, tá? Eh, boa noite pro Boa noite pro Patrick também. Eh, Daniel Algo Verde, o Daniel Algo Verde Camargo, inclusive, eh, não, não é ele, é outra pessoa. Eh, Mateus Dornelos. Não tem nada a ver. Mateus tinha colocado ali eh na comentando no na live passada, ele até colocou aqui: "Estou no aguardo dos comentários sobre Matrix". E realmente eu estou devendo esses comentários e acabei não eh porque assim, eu não queria vir aqui falar de memória do filme, eu queria reassistir ele e eu tenho que lembrar durante a semana de assistir o filme, né? Esse que é o negócio e eu não lembrei, acabei não assistindo, mas eu vou assistir ainda e a gente ainda vai ter aqui os comentários do Matrix aqui pro Mateus aí para quem mais queria saber aqui que é bacana porque é um filme que tem aí uns ele faz umas menções eh tem uns paralelos aí com algumas ideias bíblicas e tal. Não é o único filme, né? Tem outros filmes que também fazem esses paralelos. É, mas é isso. Hoje não vai ser. Hoje não vai ser. Eu não, não assisti durante a semana. Eh, Caspares, Helena coloca aqui, "Eu nunca li Eclesiastes e vou ouvir essa aula". Ele ela a pessoa comentou no no vídeo sobre eclesiástes, né? Que a gente tem aí quatro vídeos, uma série de quatro vídeos, mas eu vou ouvir essa aula muitas vezes para criar internamente um ambiente capaz de flutuar com fluidez que o livro traz. Sinto que ao me aproximar de Eclesiastes também precisa fluir como a névoa que ele menciona tantas vezes. Achei bacana esse comentário que deixaram que realmente Eclesiastes é um é um livro que flui, é um livro que flutua e é legal você tá interado ali no livro para enterado no assunto do livro que às vezes você se você cai de para-quedas em Eclesiásticas, você às vezes não pega qual é a do livro, entendeu? Eh, de repente é bom mesmo você saber mais ou menos já sobre o que se trata, aí você consegue ler e aí vai, aí flui, né? Eu vou até depois comentar aqui, vou perguntar o que que a pessoa achou depois, se ela leu Eclesiastes depois e o que que ela achou, né? Eclesiastes, aliás, é um livro curtinho, né? 12 capítulos que você lê ali em 15, 20 minutos, talvez o livro todo, talvez uma meia horinha, né, para ler com mais calma, mas é um livro eh curto, dá para ler rápido e é muito bom. Vocês sabem que eu gosto aqui de Eclesiastes, né? Eh, boa noite aí pro João, pro Patrick também. O Patrick, inclusive, já tá comentando aqui sobre o o Guerras Judaicas, né? Eh, a gente vai comentar sobre ele aqui. Ele pergunta aqui o livro do Flávio José, você tem ele em formato físico? Ouvi dizer que ele é enorme, acho que umas 1500 páginas fácil. É, então, Patrick, eu tinha, minha esposa tinha, eu não lembro se é o Guerras Judaicas, eu eu acho que é o Guerra, era, ela tinha a história dos judeus, que eram guerras judaicas e as antiguidades judaicas, se eu não me engano, que é era um livrão assim bem grossão mesmo, com cara de enciclopédia acabou emprestando para alguém, alguma coisa assim e sumiu. A gente não tem mais. Eh, mas não tenho. Normalmente quando vou precisar eu consulto ele online. E o comentário do Patrick é um que eu ia comentar aqui hoje, né? Fala um pouco sobre o livro de Macabeu, se possível, e também sobre o livro Guerras Judaicas, né? São duas coisas que estão relacionadas aí. Então, eh, vamos falar um pouquinho sobre esses dois livros, Guerras Judaicas e Macabeus. Eh, o livro dos Macabeus, na verdade, a gente tem vários livros dos Macabeus, porque não são livros que fazem parte da nossa Bíblia, digamos assim, da Bíblia protestante. Na Bíblia católica, você tem dois livros dos Macabeus, mas eu tava vendo aqui que tem mais. Parece que a gente tem aí seis ou sete livros dos Macabeus, né? Ah, fechei. Ah, tá aqui. Tá aqui. Tem eh oito livros dos Macabeus, né? Eh, e esses livros eles não são assim uma sequência, uma continuação. Inclusive os que tem na Bíblia na Bíblia Católica não são uma continuação um do outro. Os livros Primeiro Macabeus e Segundo Macabeus não são uma continuidade igual tipo Primeiro Reis, segundo segundo Reis, né? Primeiro Crônicas, segundo Crônicas, não é assim. O são dois livros, aliás, de lugares diferentes, né? Inclusive, um deles provavelmente foi escrito em em hebraico, embora o que a gente tem eh preservado eh é a versão grega dele e o outro foi escrito em grego e tem um estilo grego, é um estilo muito diferente dos dois livros e eles compendem mais ou menos a mesma época. Então eles estão falando de um período mais ou menos parecido, sendo que o segundo Macabeus ele termina antes. Então, digamos assim, tem a história dos Macabeus, o livro dos Macabeus ou o primeiro Macabeus vai contar essa história de cerca de 40 anos, um período de cerca de 40 anos. E o livro Segundo Macabeus vai contar a mesma história, só que só uma primeira parte ali, né? Se eu não me engano, ele não chega até até Judas Macabeus. Eh, ele fica até Jonatas, Jonathan, eu não não lembro, mas é um é uma história, o o segundo compor e ele tem um estilo bem diferente. Inclusive o começo do livro do segundo Macabeus, ele parece uma epístola paulina assim, né? Eh, não é graça e paz que ele fala, mas saudações a todos que leem esse livro, não sei o quê. É uma coisa assim bem um estilo mais grego. Inclusive, pelo que eu tava vendo, eu tenho aqui a a Bíblia de Jerusalém, uma Bíblia já bem surradinha minha. Essa Bíblia de de Jerusalém, ela é de eh 2004, nem é tão velha assim para tá tão surrada, mas foi bastante usada também. Eh, então, na Bíblia de Jerusalém, que é uma Bíblia católica, eh eu gosto muito dessa Bíblia porque ela tem uma boa introdução de cada um dos livros e ela tem muitas notas, notas de tradução, observações do do eh sobre a história em que o livro tá situado, observações sobre questões de linguística. Eh, eu adoro isso na Bíblia de Jerusalém, embora ela tenha uma abordagem mais histórico-crítica assim da Bíblia, que é uma coisa que a gente comenta aqui de vez em quando, é uma abordagem mais assim acadêmica, não é que é mais acadêmica, é a abordagem que no meio acadêmico é mais comum, a abordagem histórico-crítica da Bíblia. Então, considera a Bíblia como um livro histórico, eh, e faz uma análise histórica da Bíblia no sentido de, ah, a gente não tem evidências que esse livro foi escrito em tal parte, então ele foi escrito lá atrás ou foi escrito lá na frente. A gente não tem evidências de que o autor, que a tradição associa esse livro realmente escreveu, então a gente considera que não foi. Então, é mais é uma abordagem mais cética, digamos assim, em relação às informações que a Bíblia dá sobre ela mesma. Eh, mas para isso eu gosto muito da da Bíblia de Jerusalém. Inclusive essas essas observações mais históricocríticas às vezes são interessantes também, né? Porque tem questões aí, a Bíblia tem questões eh que não são fáceis de se resolver em relação a isso. Bom, de qualquer forma, tem uma introdução boa aqui na na Bíblia de Jerusalém sobre o o livro dos Macabeus. Inclusive, eu tava vendo que eh deu uma olhada aqui na Wikipédia só para ver se é eh se tinham mais livros além desses dois. Eh, e aí que eu vi que tem esses oito livros de Macabeus, que também cada um é diferente, né? A Wikipédia vai falar aqui que tem esse primeiro, segundo Macabeus, né? Eh, o terceiro também não é, não é uma continuação, é uma narração da perseguição dos judeus egípcios. Fala Ptolomeu. Eh, o quarto livro é uma homilia, o quinto livro é uma crônica que fala do só do saque de Jerusalém. O livro seis é um poema, o livro sete eh fala dos discursos dos mártires e o livro oito é um é um relato da revolta bem curto, né? Então, então cada um tem uma coisa diferente aí, né? Eles não são livros que são uma sequência, mas são vários livros sobre o mesmo evento histórico, digamos assim. E o que tá escrito na Wikipédia, o cara, a pessoa que escreveu o artigo da Wikipédia, tirou daqui da Bíblia de Jerusalém. É a mesma coisa que tá escrito de forma muito resumida, né, que é na Bíblia de Jerusalém tem bem mais informações. Eh, então, como que é, qual que é essa do livro dos Macabeus sobre o que que eles estão falando aqui? Aliás, deixa eu até ver aqui que o pessoal já tá comentando. Eh, o segundo Marraco Cabelo Celo, que foi realmente Jeremias que escondeu a arca sagrada. Ah, interessante. Eu eu li o primeiro Macabeu, o segundo eu não li inteiro. Já faz tempo também. Não li agora, mas faz um tempo. Não, não lembrava desse detalhe da arca aqui. Eh, uma cabeça é lembrado em alguma festa judaica. É, e a gente vai falar disso, Daniel. Eh, ah, o Carlos já colocou aqui, Ranuk acontece em dezembro, né? Pessoal fala que é o Natal judaico, porque acontece mais ou menos na época do Natal, né? É um livro que me deixa afascinado. Além de Macabeus, é o apocalipse. No futuro, você pensa em fazer um vídeo ou série comentando ele? O apocalipse? Pode ser. Pode ser. Eu, eu, Apocalipse não é um livro que eu me aprofundei tanto, mas eu tenho alguns comentários para fazer de Apocalipse. É um livro bem legal. Os evangelhos citam alguma coisa sobre o livro de Macabeus, alguma festa? Cita João, cita o Evangelho de João, inclusive a gente vai falar também disso daqui. Eh, então, qual que é a do livro dos Macabeus? De que história ele tá falando? Ele vai contar uma história de um período que a gente chama ali do período intertestamentário. Ele vai contar uma história que acontece nesse período, né, para quem não manja muito, o que que é o período intertestamentário. desde o último livro do Antigo Testamento, né? O último livro a ser escrito. Eu não sei qual foi o último o último livro a ser escrito, mas eh eu sei que os últimos livros do Antigo Testamento, eles estão descrevendo realmente os últimos períodos que abrangem o Antigo Testamento. Então ali para Zacarias, Malaquias, que já tá falando do pós exílio e tal. Então, desse período do retorno do exílio, eh, até o a escrita do Novo, até o primeiro livro do Novo Testamento, você tem um período aí de cerca de 400 anos, onde você não tem nenhum escrito que é considerado canônico, né? Eh, do ponto de vista do canon, eh, eh, judaico, né? O canjuda obviamente não tem o Novo Testamento, mas ele termina aí nesse período pós-esílico. Mas o canon, o canon judaico palestino, mas o canon judaico alexandrino, eh, ou seja, uma outra tradução judaica mais helenizada, tinham outros livros, inclusive os livros de primeiro e segundo Macabeus. E é daí que os católicos, por exemplo, eh tiram, consideram os Macabeus como livros também canônicos, partes parte da Bíblia, né? Então, eh, desconsiderando essa tradição helenizada, desde os últimos escritos do Antigo Testamento, ali do pós exílio até o o primeiro livro do Novo Testamento, tem 400 anos sem ter nenhum escrito canônio. Então, tem um grande período histórico aí, desde o retorno do exílio até Jesus nascer, quatro séculos, né, em que você não tem um escrito do Novo Testamento e nem do Antigo Testamento. Tem um buraco na história. Acaba a história do Antigo Testamento, 4 anos, 400 anos depois começa o Novo Testamento. E obviamente nesse tempo não é um tempo em que não aconteceu nada, pelo contrário, é nessa época, por exemplo, que acontece a ascensão do império greco-macedônio, lá de Alexandre Grande, que também vai dominar a região ali do do Oriente Médio e e da e da região que a gente chamaria de Palestina, né? Eh, inclusive, só abrindo um parênteses, é que hoje hoje já tem um um um se criou uma briga sobre chamar aquela região de Palestina, né? Porque chamar a região de Israel é impreciso, porque por muito tempo aquilo não foi Israel. Então, por exemplo, desde o retorno do desde a destruição da da de do templo e da cidade de Jerusalém, aquele reino Israel já não existe, na verdade, e depois nunca vai existir. Lá em 1948 passa a existir um país chamado Israel, mas o reino de Israel não existe. Então, aquela região não chama Israel. Eh, Palestina também é um nome que as pessoas têm uma certa resistência, porque existe hoje um país chamado Palestina também, que inclusive tem guerra com Israel, né, vocês sabem. Então, parece que chamar a região de Palestina é meio que diminuir Israel, né? Eh, algumas pessoas têm essa sensação, mas é um título que se dá à região há muito tempo, desde a época dos romanos. aquela região já tem eh imperadores romanos chamando a região toda, abrangendo o que seria onde ficaria Jerusalém, inclusive tudo aquilo de Palestina, né? Eh, mas de qualquer forma, eh, só abrindo um parênteses, então, porque eu vou usar esse título Palestina para se referir a região toda. Então os eh voltando, né, o império greco macedônio, dominou toda a região, chegando até a Índia, incluindo a região da Palestina, incluindo a região que hoje a gente conhece como Israel, Jordânia, S Jordânia, né, eh, Síria, Líbano, né? Eh, então toda essa região foi dominada e não foi um período fácil. Então vou ler aqui o comecinho do livro dos Macabeus, que ele vai falar justamente sobre isso. vai começar contando o seguinte. Depois de ter saído da terra de Setim, Alexandre, o macedônio, filho de Felipe, obviamente aqui Alexandre Grande, né, filho de Felipes, né, de eh Felipe, eh, agora eu não lembro o nome, eh, mas filho de Felipe, ou seja, Alexandro Grande, que já tinha dominado a Elod, venceu Daril, o rei dos persas e dos medos, e se tornou rei em seu lugar. Empreendeu então numerosas guerras, apoderou-se de fortalezas, eliminou os seis da terra, avançou até as extremidades do mundo e tomou os despojos de uma multidão de povos e a terra silenciou-se diante dele. Assim, exaltado, seu coração se levou. Eh, eu gosto o livro de Macabeus, o primeiro livro é bem escrito, o segundo que vai contar o mesmo período, é mais resumido e ele não é ele não, o pessoal inclusive diz aqui na nesse comentário da Bíblia de Jerusalém diz que não é uma escrita mais tão refinada quanto essa do primeiro livro, né? Eu gosto dessa linguagem, né? A terra silenciou-se diante dele, né? Assim exaltado, o seu coração se levou e recrutou um exército sobre maneira poderoso, submetendo províncias, nações e soberanos que se tornaram seus tributários. Depois disso, caiu doente e percebeu que ia morrer. Convocou então os seus oficiais, os nobres que tinham com ele convivido desde a mocidade e estando ainda em vida, repartiu entre eles o reino. Alexandre havia reinado por 12 anos quando morreu. Seus oficiais tomaram poder, cada qual no lugar que lhe coube. Todos cingiram o diadema após após o diadema após sua morte e depois dele seus filhos durante muitos anos. E multiplicaram os males sobre a terra. E aqui a partir do verso 10, do capítulo 1 de Macameu, do primeiro livro de Macabeus, eu gosto também dessa expressão que ele vai usar aqui deles, desses reis dos oficiais de Alexandre, né, são os quatro oficiais lá e tal. Eh, quem estuda o livro de Daniel conhece essa história dos quatro chifres que saem, né, do eh do do bod ou do carneiro, eu não lembro que representa a Grécia e tal. Deles saiu aquele rebento ímpio Antíco Epifanes, filho do rei Antíco. Ele tinha estado em Roma como refém e se e se tornara rei no ano 137 da dominação dos gregos. E por esses dias apareceu em Israel uma geração de perversos que se seduziram a muito com a muitos com essas palavras. Vamos, façamos alianças com as nações das circunvizinhanças, pois muitos males caem sobre nós desde aquele daqu eh desde que delas nos separamos e tal. Então, ele vai falar aqui então de um processo de helenização que acontece em Israel. Então, ele vai dizer aqui que eh alguns falaram com o rei que eles deu autoridade da situação para a para observarem os costumes pagãos. construir construíram então em Jerusalém uma praça de esportes, né, um gimnasium, eh, segundo os costumes das nações, restabeleceram seus, eh, prepúcios e renegaram a aliança sagrada, ou seja, deixaram de fazer a circuncisão, associaram aos pagãos e venderam-se para fazer o mal. E aí vai falar aqui que Antioco Epifânio, assim que ele se consolida no trono, ele invade o Egito e aí ele também passa por Jerusalém. E ele diz aqui, né, no capítulo eh no verso 21, entrando com arrogância no santuário, tomou para si o altar de ouro, o candelabro e todos seus acessórios, a mesa da proposição às vasilhas, etc e tal, né? tomou prata e ouro e tal, carregando tudo isso, partiu para o seu país depois de ter derramado muito sangue e proferido palavras de extrema arrogância. Eu não sei qual parte aqui eu não encontrei que diz que o o próprio santuário eh passou a fazer sacrifícios de porcos, né, que eram considerados animais imundos pelos judeus. Então acontece assim uma profanação total de Israel, do do do santuário de Jerusalém e tal. Então Jerusalém se torna uma cidade pagã. É isso que acontece, uma cidade helênica. Então o que acontece é que quando isso acontece primeiro por parte de do próprio de parte do próprio povo de Israel e também por imposição de Antíoco Epifânio, acontece uma revolta liderada por um sujeito chamado Matatiarro Macabeu, né? Eh, o Matatias Macabeu, né? Eh, que se eu não me engano é o nome de Mateus também, né? eh, Matatiarro, Mateus, Matatias. Eh, e esse sujeito, ele inicia uma rebelião. Várias pessoas seguem ele. Ele se torna, então, o líder dessa rebelião. Ele inicia uma espécie de uma guerrilha daquele punhado de rebeldes contra o império grego, né? sob a tutela de antíco epifânio no braço do Celeusdas ali, eh, na sob o reinado de Antioco Epifânio. O que que vai acontecer é que eh essa revolta não vai parar, vai ter derrotas e vai ter vitórias. Essa eh mas a revolta ela vai se ela vai se consolidando. Inclusive esse grupo de de de revoltos eles se exilam no deserto, então é difícil dos gregos encontrarem onde eles estão. Eles fazem ataques e tal. Então se torna uma coisa assim, eh, em resumo, os Macabeus vencem meio que pelo cansaço. Então, o que acontece? É, são 40 anos de guerrilha contra essa ocupação e essa profanação grega em Jerusalém. Então, é chamado de os Macabeus, porque o o Matatiarro, o Matatias, Macabeu, ele é o primeiro, só que depois que ele morre, os filhos dele assumem essa revolta. Então, depois de Matatias, você vai ter o Yahudá, o Judas Macabeus, que vai ser o um dos mais importantes, porque inclusive ele é o é o sujeito que vai eh fazer a rededicação do templo, que a gente já vai falar disso. Depois do Judas Macabeus tem um outro, se se eu não me engano, chama Jonathas Macabeu, que era irmão dele, e depois Simão Macabeu, que é o último aqui na história, é onde a história acaba. Então, durante essa história morre o Antioco Epifânio e assume um outro rei. As pessoas tentam destruir aquela revolta, não conseguem, tal, e no final acabam cedendo e eh os judeus acabam podendo eh de novo exercer a sua religião ali na sua região dentro do seu santuário e tal. Então, acaba a profanação. Então, basicamente é essa a história dos Macabeus, muito resumida. Se você lê o livro, o livro tem 16 capítulos, eh, e vai contar vários reviravtas, perdem batalhas, ganham batalha, assim, tem muitas intrigas aí no meio. E a história do templo vai ser importante porque é o que é o que que acontece quando eles conseguem dominar a região do templo e e destruir o o os ídolos que foram colocados e tal. Eh, o templo ele precisa ser rededicado porque ele foi profanado. Então, meio que bom, vamos dedicar novamente o santuário. Mas quando eles entraram para ver o que que sobrou dentro do santuário, é para você fazer uma dedicação do templo, o candelabro precisa ficar aceso por 8 dias. É, é o tempo que demora essa essa essa dedicação. Só que só tinha, se eu não me engano, só tinha um eh uma porção de óleo, que é o óleo feito especialmente para você colocar ali no no candelabro, na menor do santuário, né? Então, não, aliás, eh, você precisava de 8 dias para fazer mais óleo, mais azeite pro pro candelabro e tal, porque tinha um processo especial, tem um ritual especial e tal. De qualquer forma, o o grande milagre que acontece é que a porção que devia durar um dia só, ela vai durar oito, dura 9 dias. Dias, ela se estende por dias, né? E é por isso que os judeus têm um candelabro especial de nove bocas que é aceso no dia de Hanuká. eh, que vai lembrar esse episódio é a festa da dedicação, da dedicação do templo. É o é o dia em que se comemora o milagre da eh da luz da menorá, que durou eh de maneira sobrenatural muito mais do que deveria durar o templo suficiente, o tempo suficiente pro templo ser rededicado, né? Então, também resumidamente essa história, né? Eh, e isso aconteceu, essa rededicação do templo aconteceu, eh, mais ou menos no período que seria o nosso fim de ano. E é por isso que no final do ano, lá na época do Natal, se você passar por um por um lugar onde tem uma comunidade judaica e tal, você vai ver essa menorá de nove bocas, que é uma hanquiá, na verdade, né, que tem que faz a a a lembrança de desses dias de milagres onde o óleo se estendeu pro templo ser rededicado, entendeu? Eh, então é isso, é chamado da festa da dedicação. O Carlos tá que confirmando, né? O Carlos tá sempre me ajudando aqui. Eh, são oito dias mesmo. A Hanuquia tem nove caçais porque um acende os outros oito. Isso. Isso. Então, uma porção que durou 9 dias, ou seja, 8 dias que ela se estendeu. É isso. Acho que é, né? Eh, lém do livro, o Patrick até coloca, lendro parece que a revolta não durou muito tempo. É, então são 40 anos porque a revolta vai e volta, entendeu? O período que o que o livro tá falando, que é desde o início da da revolta, desde a ascensão de antíco epifâneo até eh a época do do Shimeol Macabeu, são 40 anos. Então é um período longo mesmo que o que o livro tá falando. Tanto que vai morrendo um morre um general, outro entra no lugar, morre um do líder do do da rebelião, entra o outro no lugar. O tempo vai passando, né? Tem uns que morrem em guerra, né? O Judas Macabeus mesmo, ele morre durante uma guerra, uma dessas batalhas, né? Da guerra. Mas é uma é estendo. Às vezes dá impressão que a revolta acabou, mas não, ela continua, ela é grande, ela ela demora esse tempo todo mesmo. Eh, bom, e o que acontece, vocês tinham até perguntado, né, se tem alguma referência nos Evangelhos, né? O o Carlos até colocou aqui que é João 10, os eh os versos 21 e 22, né? H, que vai dizer o seguinte, aliás, eu vou ler a partir do 22, né? Em em Jerusalém havia a festa da dedicação e arra inverno. E Jesus andava passeando no templo no alpendre de Salomão. Rodearam, pois os judeus e disseram: "Até quando terás na nossa alma suspensa? Se é o Cristo, diz-nos abertamente. Jesus respondeu: Eh, volo tenho dito, não credes. As obras que eu faço de meu Pai, essas testificam de mim, mas vós não credes, porque não sois minhas ovelhas, como já vou tenham dito. As minhas ovelhas ouvem as minhas voz e eu conheço-as e elas me seguem e dou a minha vida eterna e tal. Fala: "Eu, eu e o Pai somos um. Aí eles tentam apedrejar Jesus e tal". Aquela aquela história acontece aqui na ocasião da dedicação do templo. Jesus estava lá no santuário quando acontece isso por ocasião da dedicação do templo. O que é interessante aqui é que quando a gente vai um pouquinho mais para frente aqui no capítulo 11, eh, aqui no capítulo 11, eh que a gente vai ter justamente a história de Lázaro, né? Então, o a história de Lázaro acontece logo em seguida, quando Jesus tá vindo, saindo de Jerusalém, indo para Betânia, por e que ele tava em Jerusalém justamente porque eh era o o período da festa da dedicação Hanuká, era fim de ano. Então a gente sabe aqui que, por exemplo, a ressurreição de Lázaro aconteceu no final do ano, né, mais ou menos na época, pouquinho depois da época que a gente considera o Natal aqui, que é mais ou menos aqui os calendários não coincidem sempre, né? eh não tem o mesmo número de dias, então eh os são o os calendários eles vão se distanciando e depois se reaproximam, porque o calendário judaico tem 360 dias, mas se eu não me engano a cada 7 anos você tem um mês a mais, então ele volta de novo. Então nunca cai no mesmo na mesma época do ano, fica mudando, sabe? Eh, e é também mais ou menos aqui nessa época que Jesus vai falar: "Eu sou a luz do mundo" e tal. O que é interessante que justamente aqui nessa nessa época a gente tá falando da festa da dedicação do templo que se fala da luz do santuário, a luz da ranquiá que dura ali o o mais do que deveria durar, etc e tal. Então, eh essas são as referências que o Novo Testamento faz aqui aos Macabeus. É a festa de Hannoá, né? Então, a rebelião dos Macabeus, eh, o Flávio Josefo vai comentar delas e a gente vai aqui na outra questão que foi colocada do Patrick aqui, eh, que é justamente o que que é o livro Guerras Judaicas. Guerras Judaicas foi escrito muito tempo depois dos Macabeus, mas ele vai começar falando do mesmo período dos Macabeus. ele vai contar a a revolta dos Macabeus também e vai terminar com a rebelião dos judeus contra Roma, ou seja, que vai até ali 100 e pouco eh eh depois de Cristo. Eu não sei se o o Josefo eh chega a falar disso. O Josefo viu a destruição do do santuário lá no ano 70. Eh, e ele comenta mais essa rebelião até mais tarde. Então, eu não sei exatamente qual o período que termina, porque a rebeli a a as rebeliões judaicas contra Roma, se eu não me engano, vão até o ano 164, se eu não me engano, daí que acaba a rebelião de Barkorba. Barkorba, que é o é um grande um grande líder aí. Então, tem uma um paralelo aí, porque os judeus foram exitosos. na rebeli contra o império grego, o que é uma coisa extraordinária, né? Inclusive, eu lembro que tinha um cartunista eh que era judeu, que ele fez uma versão dos eh do Asterix como o Macabeu, né? Porque é meio que a mesma é a mesma ideia, né? Um grupinho ali se rebelando contra o império inteiro e e ainda prevalece, né? É mais ou menos essa história do dos Macabeus também. Então eles acabam sendo asteriques dos judeus, né? Então isso acontece lá no império grego, na época dos Macabeus. E em Roma, inspirado muito também pela rebelião dos Macabeus, os judeus também se rebelaram contra Roma, mas essa rebelião não deu muito certo, né? eh, ela acaba com a destruição do santuário, a expulsão dos judeus de de Jerusalém, eh a cidade vai se tornar uma cidade pagã e tal, e mas isso não é revertido e os judeus só vão eh voltar a ter um país ali, embora sempre houveram judeus morando na região, né? Eh, mas só vão voltar a estabelecer um país lá em 1948, né? Então ficou aí desde o ano 70 até 1948, sem você ter um país oficialmente judaico lá na região. Ou seja, não deu muito certo. O que é interessante é que quando perguntam para Jesus eh sobre o imposto eh lembra que eles falam? A gente deve pagar imposto a César ou não? Jesus fala: "Ah, dá aqui uma moeda de quem é essa imagem?" É de César. Ah, então dá César que é de César, dá Deus que é de Deus. Eh, essa essa questão do imposto era uma questão que já mostrava o início de uma rebelião judaica contra Roma. Justamente que os judeus falavam: "Olha, os romanos deixam a gente até seguir as leis judaicas aqui, mas eles impõem a a a soberania deles sobre a gente, principalmente através dos impostos". Os impostos são um símbolo de que nós somos vassalos, que nós somos derrotados, que nós somos subjulgados pelos romanos. Então eles queriam pagar, parar de pagar imposto. É engraçado, né? O a forma dos romanos dominarem é a gente domina a sua região. Mas tudo bem, você pode continuar seguindo aí essa sua religião de bárbaro aí, essa religião, a as leis de bárbaro que vocês têm e até manter instituições que controlam a região. Por exemplo, o Sinédrio, né, que era uma instituição judaica, mais apoiada pelos romanos. Vocês podem fazer o que vocês quiserem, só duas coisas que não são permitidas. Primeiro, obviamente, rebelião aberta contra Roma. Ninguém pode se declarar rei no lugar de César, que é César é o que é o rei de vocês. E segundo, vocês têm que pagar imposto. Vocês não podem deixar de fazer esses dois, né? Se isso daqui tiver em dia, aí vocês se viram aí, fazem o que vocês quiserem na na terra de vocês, né? A gente até acha que vocês deveriam seguir um uma cultura eh superior como a nossa. Mas se vocês querem seguir essa cultura de bárbaro de vocês, vocês podem seguir. Meio que era meio mais ou menos essa postura dos romanos quando eles dominavam uma região, né? Eh, o que é interessante disso também, Jesus é morto acusado de ferir uma dessas normas, porque a acusação de Jesus é que ele se coloca como um rei dos judeus, que ele se declara de rei dos judeus. Inclusive, tá lá a a acusação de Jesus é aquela plaquinha que tá em cima dele. Eh, Jesus Nazareno, rei dos judeus, né? Esos, Nazarenos, Rex e o Dorum, que é o que forma o o a sigla Inri, né? Eh, que se você for numa igreja católica, provavelmente você vai ver ali escrito Inri em cima de Jesus. E esses Nazarenos, Rex Wildoron, Jesus Nazareno, rei dos judeus, que foi escrito, se eu não me engano, em aramaico, em grego e em e em latim, né? essa última versão em latim, né, que a gente comentou aqui. Então, eh Jesus é acusado de quebrar uma dessas leis. Eh, e o que o que Jesus falou falou, ó, meu reino não é desse mundo, né? Ele meio que não, ele não se defende da acusação, mas ele não fala que ele quer tomar o lugar de César. Eh, e também citaram Jesus para falar: "Ó, vamos lá, vamos acabar com com imposto para pros romanos, né?" Eh, e Jesus falou: "Olha, eu não tenho nada a ver com isso, essa revolta de vocês, não, né? Inclusive essa revolta não deu certo depois, né? Se se tivessem seguido o conselho de Jesus, talvez a história fosse diferente ali pros judeus na época, né? Mas ali a na época de Jesus já era um barril de pólvora ali. Era muita tensão, era um ambiente muito tenso entre os judeus e os romanos e tal. Tanto que as rebeliões vão estourar depois e eh e vai ser irremediável, né? Também vai durar anos de rebeliões. A primeira vai começar eh eh eh ali próximo ao ano 70, que o ano 70 é quando o Tito fala: "Não, eu vou eu vou invadir e destruir a cidade de Jerusalém". E a a cidade é destruída, mas ela vai se estender até, né, 80 anos depois, né, 80, eh, quase 90 anos depois, ainda tinham rebeliões judáicas tentando retomar a região, né, o que não deu certo. Bom, mas basicamente é isso, né? Eh, essa então desde o o livro do Flávio José, Guerra Judaicos, vai falar do período desde ali da revolta dos Macabeus até a revolta dos judeus contra os romanos. Então, vai abranger também um grande período aí, né? Eh, eu não lembro agora que ano que é a revolta dos Macabeus no nosso calendário, mas você vai ter também aí um alguns séculos abrangidos aí pela pelo livro Guerra Judaicos. O Flávio Josef tem eh duas obras importantes sobre a história dos judeus, que é guerras judaicas e antiguidades judaicas. o o antiguidade judaicas, ele vai começar falando desde Adão. Então ele vai contar a história do período bíblico também. Então ele vai falar lá desde Adão até aquele período lá das revoltas judaicas. Eh, inclusive, se eu não me engano, aí nesse antiguidades judaicas que a gente tem o testemunho Flaviorum, que é um um uma partezinha onde o Flávio Josefo comenta sobre Jesus, que é uma coisa que tem muita discussão, tem muita discussão aí. Então, ele comenta sobre Jesus, mas eh ele comenta de um jeito que a grande parte dos historiadores considerou um comentário muito suspeito de ser uma uma de ser uma interpolação cristã posterior, porque da forma como é comentado, parece que ele tá elogiando muito Jesus, inclusive falando que talvez ele não fosse só um homem e tal e afirma categó categoricamente que ele era o Messias, né? Eh, eu sei que existe um historiador, eu não sei o nome agora, um historiador hoje que tá sendo bastante levado a sério, inclusive, que ele vai falar que o testemunho Flaviorum é legítimo. Foi mesmo o Flávio José que escreveu, mas não é porque ele tenha se tornado cristão, mas é que a forma como é colocada lá é uma forma irônica. Ele não tá elogiando Jesus, né? E aí ele vai mostrar essa ironia baseado nos outros escritos de Josef, como como ele usava essas expressões e tal. E ele vai seguir uma linha defendendo de que não, ele tá falando que era só mais um se revoltando ali e tal, mais um que dizendo que era o Messias e tal, mas não que o próprio Flávio José reconhecesse Jesus como Messias, tal. Então, eu sei que tem aí uma discussão sobre se essa menção de Fláio José F Jesus é legítima ou não é, é um comentário original correto ou não, ou se não é considerado, entendeu? Isso é uma interpolação cristã posterior. Se algum cristão foi lá e escreveu depois em cima dos escritos de Flávio Josefo, né? Eu sei que eu tinha lido um tempo atrás até que também que parece que existe uma versão árabe dos escritos de Flávio José, foram conservados n em outros lugares e que não tem o testemunho Flaviorum. Aliás, não tem não, que tem o testemunho Flaviorum, mas com a omissão de algumas frases, que são essas frases que parecem eh se referir a Jesus como Messias. Então, talvez o Fláio José realmente tenha escrito sobre Jesus, mas não da forma como ficou preservado depois, né? Eu sei que tem essa discussão aí, esse rolê que é um, se eu não me engano, tá no antiguidades judaicas e não no guerras judaicas, né? Embora também abrangesse ali aquele mesmo período. Aí ele vai falar que, ah, tem até hoje esses que seguem esse esse Jesus aí são conhecidos como cristãos e tal. Então, tem essa história aí do Flávio José com Jesus, tá bom? Então tá, Patrick, eh, aí está a sua resposta sobre falar um pouco sobre o livro dos Macabeus e o Guerras Judaicas, tá bom? Eh, a gente comenta, tem um o vídeo mais visto aqui do canal é um vídeo sobre eh fazendo um paralelo do Novo Testamento com o uns escritos do Flávio José que falavam sobre as seitas judaicas na época de Jesus. Acho que o nome do do vídeo inclusive é A seita judaicas na época de Jesus. Acho que se você escrever isso, você vai ver eh esse vídeo aí eh é disparado o vídeo mais visto do canal. Acho que eh basicamente acho que ele é ele é eh deve ter tanta visualização como todos os outros vídeos somados, alguma coisa assim. É um vídeo muito visto. Eu não sei por que bolha que ele furou, mas é um vídeo muito visto aqui do canal. eh, e que vai falar porque o o Flávio José comenta sobre os fariseus, sobre os saduceus, sobre osênios e sobre o os elotes, né, essas quatro seitas judaicas ali. E o Novo Testamento também comenta sobre esses grupos. Então, eh, nesse vídeo a gente faz um paralelo aí vendo o que que Flávio José fala e o que que o Novo Testamento fala e a gente vê que eles estão bem bem entrosados. Inclusive, esse esse é um vídeo que eu até termino ele argumentando no sentido no seguinte sentido. Eh, tem muita gente que fala que o o Novo Testamento foi escrito, sei lá, eh, muito posterior. Quem escreveu foi Constantino, não, quem escreveu o Novo Testamento foram indianos que adoravam Mitra. Não, quem escreveu o Novo Testamento, esse pessoal inventa um monte de coisa. O fato é que o Novo Testamento ele tá fundamentado, ele tá imerso eh absolutamente dentro de tradição judaica do primeiro século. Assim, não dá para falar que o Novo Testamento é uma produção cultural de qualquer outra coisa que não seja o judaísmo do primeiro século, o judaísmo do período do segundo templo. Inclusive tem diversos paralelos entre muitos ensinamentos, inclusive de Jesus e de outros rabinos ali do período, né? Eh, esse é um dos vídeos que eu queria fazer, que é o mais adiado do canal. Eh, tá sendo adiado por tempo demais, mas eh que eu queria fazer ainda, seria até um complemento esse vídeo que é bem que tem muita visualização, que é fazer um paralelo entre o sermão do monte e citações rabínicas. Isso baseado num livro e que eu tenho aqui, Jesus theologian. Eh, Jesus, o teólogo judaico. Eh, não, não é não é esse livro, é um outro livro do mesmo autor que eh Meet de Rabis, Conhece os Sabinos, eh, e que vai mostrar como o Novo Testamento tem paralelos com toda a tradição judaica que acontecia ali naquele período, né? muito, muito. Basicamente é muito difícil você achar alguma ideia do Novo Testamento que não tenha um paralelo eh ou que não seja um paralelo de discussões que aconteciam ali naquele período entre os judeus. Então assim, a ideia de que ah, Jesus é o ah, como que era o Zite Guist, né? Jesus é uma mistura de mitos egípcios com Mitra e com sei quê. Tipo, não tem como. Se você estuda minimamente o Novo Testamento e vê o paralelo entre toda a tradição judaica ali do período, vai falar: "Não, essa obra ela saiu daqui, é daqui que ela veio, não veio de nenhum outro lugar, né? Eh, as menções são muitas vezes diretas, né? Mas é isso, é isso aí, gente. Eh, o Daniel Goverde comenta aqui do milagre do azeite, que é o que é chamado, né, do de como durou o azeite do paraa dedicação do templo, né? Eh, parece que era só os judeus que poderiam exercer sua religião. Olha, Evandro, eu não tenho certeza não. Pelo que eu saiba, a ideia de Pax Romana era justamente a ideia de que eh se você mantiver os impostos e não se rebelar contra Roma, a gente eh permite que você siga sua religião. A gente pode até não gostar, mas a gente permite. Eh, o vídeo das seitas tem 930.000 visualizações. Para comparação, todo canal tem um pouco mais de que 3 milhões. Então, é 1/3 das visualizações. É basicamente esse esse vídeo. Eh, apesar de gostar muito das lives, ainda sinto falta da das lives, acho que dos vídeos, né? Descobri o canal umas três semanas antes de você começar com as lives e acabei fazendo uma maratona. Fiquei surpreso e feliz com a coincidência de que quando comecei a assistir o canal acabei voltando um pouco tempo depois. Ainda sinto falta dos vídeos. Isso é pois é. As lives acabaram sendo um jeito, Henrique assim mais fácil de eu de eu produzir alguma coisa pro pro canal não ficar totalmente parado. Inclusive, eu tava fazendo cortes das lives para fazer vídeos e nem isso eu acabei tendo tempo, né? Mas eu eu ainda vou fazer cortes da da das lives para manter o canal alimentado, sabe? Eh, até porque algumas coisas que poderiam ser vídeos, eu dou uma estudada, esse mesmo que a gente falou hoje, poderia ser um vídeo, mas a gente comenta em live e eu posso depois recortar da live e fazer um vídeo que vai ficar como seria um vídeo feito para ser só um vídeo mesmo. Então eu eu pretendo continuar com esse formato de lives. É, e quando a gente tiver um assunto que foi bem que deu pr para explorar melhor aqui, a gente a gente edita ele em formato de vídeo, né, e põe ali entre os vídeos do canal. Eu nem sei se foi eh se esse tipo de coisa é o que funciona melhor pro algoritmo do YouTube. Eh, eu nunca fui um cara muito estratégico no meu canal. Talvez se eu fosse o canal tivesse crescido muito mais, né? Eu lembro que quando eu comecei tinha um sujeito que tinha tinha um canal até bem menor do que o meu, o Jonathan Mati Matias Matias. Eh, e a gente chegou até trocar uma ideia e tal, mas ele foi muito mais dedicado ao canal dele. O canal dele se tornou muito maior que o meu. Foi no Vilela outro dia e tal. Tá pensando, puxa, se eu tivesse me dedicado, talvez eu tivesse lá, né? Eh, comenta um pouco sobre Massada. A importância para o povo judeu. Olha, Daniel, eu não vou conseguir comentar assim de cabeça. Eu que eu sei que Massada foi um dos pontos de resistência dessas rebeliões contra Roma. Eh, se eu não me engano, Marçada foi um um ponto em que, né, os romanos eles não conseguiram eh eh derrotar diretamente, mas quando eles viam que não tinham mais saída, então eh eles basicamente se mataram, né? Inclusive, como é contra a religião judaica, eles tirarem a própria vida, então eles, eu acho que um tirou a vida do outro e só sobrou um no final que, se eu não me engano, se jogou contra a própria espada. Aí tem alguma coisa assim que aconteceu, mas eu não lembro se foi exatamente em maçada, mas eu acho que foi. Mas é, foi um dos pontos de resistência dessas rebeliões judaricas contra Roma. Eu não sei exatamente qual é o lance de massada, o que que ela tinha de diferente entre os outros pontos, mas eu sei que é isso. Então, talvez eu dê uma estudada e a gente comenta um outro dia, tá bom? O Henrique falando: "Abei te conhecendo pelo pessoal da terceira margem". Ah, tá. É, é, é. Saudade daquele pessoal. Inclusive, faz tempo que eu não vejo ninguém ali. Eh, o Patrick coloca aqui, Rony, você consegue encontrar alguma conexão entre Matrix e as escrituras sagradas? Pois é, Patrick, a gente vai comentar disso. Eu vou fazer um vídeo sobre isso. O filme Matrix tem paralelos eh intencionais. Eh, eh, o, basicamente o Nelo, Mr. Anderson, ele é Ander, eh, Anderson, é literalmente o filho do homem. Eh, então meio que o Nelu é uma representação de Cristo em vários aspectos, né? Eh, e mas a gente vai comentar sobre isso, talvez semana que vem, se eu lembrar de assistir o o o filme, porque eu quero pegar todos os detalhes, porque tem bastante coisa, aí a gente comenta, eu trago aqui mais paralelos e a gente mostra a história toda do de Matrix é muito baseado nos evangelhos, por incrível que pareça, e termina inclusive com a morte e ressurreição do Né para ele se tornar o escolhido. né? Ele morre e ressuscita. Bom, a gente vai ver isso, tá bom? Eu tenho o livro de Flávio José, que é impressionado com a história de Herodes. Ele era extremamente mal. É, o Josefo não tinha nem um pouco uma boa uma boa uma boa impressão do Herodes, né? Tem que lembrar que o Joseph também é um cara que tá inserido nessa história toda, né? Eh, eu não lembro qual que é o rolê dele, mas sei que o o Josefo, ele é um, inclusive ele ele é chamado de Flávios Josefos, que é um nome romano basicamente, mas é um nome romano que ele adota, porque ele tem um nome judaico. É, deixa eu ver aqui. Tem, eu tinha visto isso daqui. Eh, Josef Ben Matatiarro é o Flávio Josefo. Ele vai assumir esse nome Flávio José depois que ele meio que vol se vira pro lado dos romanos. Se eu não me engano até no no na antiguidade judaicas, ele meio que dá uma eh uma eh uma justificativa do por ele ficou do lado dos romanos e tal, até porque por muitos ele foi considerado um traidor, né? Mas eu acho que ele não tinha muita opção também. Foi o jeito de ele conseguir registrar essa história toda do que aconteceu, né? Eh, talvez se ele não tivesse ali ficado com os romanos, ele não tinha registrado toda essa história que a gente conhece mais detalhada através do escrito dele, dos escritos dele, desse período aí, do período do segundo templo, né? O Evandro coloca, tem que fazer lives para subir e participar. Não entendi, Evandro. Como assim subir e participar? Eh, o Eduardo fala: "Uma vez você falou para ver filmes ou outra obra e ver aquilo com uma visão cristã deste modulo, não para colocar o cristianismo em tudo assim como a filosofia, você encontra livros do tipo a filosofia de Seinfield e parece que dá fazer isso com o cristianismo também. É, Eduardo, eh, não era necessariamente nesse sentido da gente ver o cristianismo em tudo, mas ver sobre uma ótica cristã, que eu tinha comentado, né, para quem tá caindo aqui mais ou menos de para-quedas aqui, eu tinha comentado uma vez que eh a gente muitas vezes fica preocupado em se abster de ver coisas, filmes, obras de ficção e tal, eh porque somos cristãos. E a maneira como encaro isso é diferente. Eu acho que nós devemos ver, mas ver sobre uma ótica cristã. E quando eu digo ver sobre uma ótica cristã, é ver sobre uma moralidade cristã. Ou seja, você pode ver o filme e discordar dele, falar: "Ah, esse filme é um filme legal, tem cenas de ação legal, mas eu não gosto da ideia dele, eu discordo do que que ele tá defendendo." Ou seja, você tem que perceber o que que o filme tá defendendo, que muitas vezes a gente não percebe, né? Às vezes a gente tem filme também, muito filme que não defende nada, né? Tem filme que é só uma sequência de de de cenas de ação, né? Eh, mas os filmes normalmente tem ideias que estão sendo defendidas lá, sabe? Eh, e no final você tem que ver, você tem que julgar essas ideias do ponto de vista de uma moralidade cristã, digamos assim. Então, por exemplo, eh esse esse exemplo eu acho interessante. Eh, Harry Potter, muita gente fala: "Não, a gente não pode ver Harry Potter porque a Bíblia é contra feitiçaria", tá? A Bíblia é contra feitiçaria, mas o que que o Harry Potter tá de fato defendendo? Eh, o Harry Potter vai usar uma linguagem lúdica de um universo de de de eh bruxos. Mas o que o a autora tá defendendo não é que as pessoas se tornem bruxos, mas ela vai usar essa linguagem lúdica para defender outros valores, valores que inclusive eu concordo do ponto de vista cristão. Então, por exemplo, um dos valores que é muito defendido dentro da obra do Harry Potter é: "As aparências enganam. Pessoas que parecem más tem suas motivações e são pessoas boas. Pessoas que parecem boas vezes não são tão boas assim. Você não deve julgar. Aí eu vou usar um verso bíblico. Não julgues de acordo com a vã aparência de eh julgar de acordo com a reta justiça, né? Eh, é um valor cristão, entende? Valor de lealdade à sua amizade aos amigos, né? O valor de humildade, o valor de não buscar o poder por si. Então, é uma obra que tem elementos de bruxaria, de coisa assim, que são condenados pela Bíblia, mas se você for ver os valores que ela tá, que aquela obra tá tá defendendo, eu tô falando tudo do meu ponto de vista, tá bom, gente? Talvez vocês discordem aí de de que é esses valores que são defendidos. E eu não tô fazendo uma propaganda aqui para todo mundo passar a gostar de Harry Potter. Tô dando só um exemplo. Então, os valores que são defendidos no final das contas são os valores de eh integridade, de justiça, de amizade, de não guardar rancor, de que quando você faz as coisas só eh por pela por rancor, por por vingança, as coisas não dão tão certo. Eh, eh, e todos esses esses esses valores que eu tô falando, inclusive valores familiares, né? Então, pode ser que vocês discordem dessa visão específica que eu tô dizendo, mas o que eu estou defendendo de forma geral é: assistam a obra e entendam quais são os valores que aquela obra tá defendendo e aí você julga de acordo com seus valores cristãos se você concorda com aquilo ou não. Eventualmente você vai ver uma obra ou outra que você fala: "Opa, pera aí, isso daqui é basicamente tá inspirado numa história de Cristo, né? Eh, ou por exemplo, você pode ver obras, por exemplo, eu gosto de Star Wars, eh, mas tem uma frase em Star Wars, uma frase que é falada que eu eu me incomodo bastante, que é basicamente os caras condenando uma passagem bíblica, que é uma hora que o Anakim fala pro Obian, que fala assim: "Ah, se você não está comigo, você está contra mim". E aí o o Oban fala: "É apenas um sif." eh julga as coisas em em absolutos dessa maneira. Você realmente se corrompeu e tal. Aí eles começam a luta dele final lá no no episódio 3, a vingança do do Sith. É isso. Eh, então, por exemplo, é uma menção a uma a uma frase bíblica e a uma menção distorcida, como esse absoluto fosse uma coisa necessariamente ruim. Às vezes os outros absolutos são bons, porque quando você vê um mal acontecendo, você não quer relativizar ele. Então, eh, eu não gosto, essa passagem me incomodo, mas o próprio Star Wars tem menções a ideias bíblicas, por exemplo, a ideia de que o escolhido ele nasce espontaneamente de uma mulher que não teve relações, né? que é o caso do Anakin Skywalker, que nasce da Shmi Skywalker sem ter relações. É, aí ele vai falar lá que é uma uma geração espontônea dos midicorians lá e tal. Então ele vai muitas obras fazam fazem menções a ideias bíblicas e não necessariamente que isso vai ser desenvolvido na obra inteira. Então, o Anakim Skywalker, ele não é um um uma um arquétipo de Cristo, mas a ideia dele ser o escolhido, o que vai trazer o equilíbrio, eh, e que ele nasce de uma forma sobrenatural e uma moça engravida sem ter relações, é obviamente uma menção, é uma referência a uma ideia cristã, entende? Eh, então a gente vai ver obras que usam alguns elementos cristãos. O próprio Matrix, obviamente, ele não é um uma uma referência completa e absoluta, porque Jesus não saia na porrada com as pessoas igual o Nel sai, entendeu? Mas tem vários elementos baseados, inspirados, eh, que fazem referência a a a ideias bíblicas cristãs ali também. Eh, bom, é isso. [limpando a garganta] Aí, Patrick coloca aqui emada, se eu não estou enganado, cada homem matou sua própria família e logo em seguida eles sortearam entre eles qual seria o seu próprio algós para o último rebelde, não sei que fim se deu. É, acho que era isso daí. O problema é que um tema específico cria na mente de quem assiste a curiosidade sobre o tema, o que alguns podem mergulhar no tema, por exemplo, da bruxaria como algo bom e nobre. Isso, isso é verdade. É por isso que eu digo que eh não basta você não assistir, porque esses elementos, elementos pagãos de eh elementos de culturas pagãs, elementos que são contra a Bíblia e tal, você vai entrar em contato com eles de um jeito ou de outro. Eu acho que o que faz diferença para alguém cair numa dessas aí que você tá falando é se você assiste a obra com senso crítico, entende? O que eu tô falando também não é uma exaltação do Harry Potter. Por exemplo, eh o Harry Potter tem uma coisa de que o Harry Potter é bom, mas ele tem elementos malignos dentro dele, porque ele mesmo é uma hor crooks lá do do até esqueci o nome lá do do cara que que não se pode pronunciar o nome. Então, por exemplo, ele fala a língua das cobras e tal. Então, a serpente, uma referência bíblica também, eh, é como se fosse um animal que representasse o mal, mas ao mesmo tempo ele tem uma relação íntima com Harry Potter. Então, você olha e fala: "Tá beleza, eu tô entendendo o que o autor tá fazendo". Ele tá falando que o Harry Potter é bom em essência, mas ele tá usando uma ideia aqui eh não é nem necessariamente contra a Bíblia, porque de acordo com a Bíblia ninguém é perfeito, mas ele tá indo mais para uma linha mais eh eh mais oriental no sentido de Ying yang, né, que o mal tem um pouquinho de bom e o bom tem um pouquinho de mal, entende? O que nem é necessariamente contra a visão que a Bíblia tem sobre as pessoas na situação que vivemos hoje. Ninguém é completamente bom, ninguém é completamente mau, né? E a gente pode até achar aí passagens bíblicas que que podem dizer isso, né? Eh, acho que é mais difícil achar que falar que ninguém é completamente eh mau. Acho que a Bíblia vai mais no sentido de que as pessoas são completamente matas, né? Mas que ninguém é completamente bom. todo mundo que é bom tem ali elementos ruins, tudo bem, se encontra. Então, entende, eu eu posso pegar essa obra, que não é uma obra que tem como objetivo pregar o cristianismo, obviamente, mas eu posso valorizar, olha, tem valores bons aqui, esse valor eu concordo e que essa obra tá tá tá ela tá eh eh concordando com isso, né? Eh, agora esse outro valor que tem aqui, isso eu não concordo. Eh, eu estou julgando isso de um ponto de vista cristão, entende? Então, eu, como um cristão, quando eu olho para esse elemento, o que que eu acho? Ah, isso daqui eu não concordo. E com esse outro? Esse eu concordo. É isso, gente. Eh, eh, analisar e o e o analisar e tudo rete. O que é bom. Eh, eu acho que vai nessas nessa linha e até o o o verso de Filipenses que a gente comentou outro dia, ó, se existe algo de bom, de justo, se existe algum valor que que nessas coisas, é nisso que você coloca a sua mente. Então, assim, considere o que é bom e foque nisso, entendeu? Eh, e aprenda a fazer essa separação do que é bom, o que é ruim. Então, beleza. Posso ser fã de filmes, por exemplo, eu sou um fã do Clube da Luta, mas eu gosto desse filme, mas eu entendo o caráter subversivo desse desse desse filme, inclusive anticristão em alguns elementos, né? O o Tyler Durden, que é um eh que é um um cara que quer subverter, perverter os valores da sociedade, digamos assim. E o claro que o filme não joga isso de forma van. tem uma criação desse personagem, mas ele é colocado como um próprio Cristo. Os caras fala: "Ele é o meu seguidor, eu sou seguidor do Tyler Durden." Faz uma referência, eu não lembro exatamente qual, mas eles falam, se referem a Tyler Durden como um próprio tipo de Jesus Cristo, entendeu? Então o que vai acontecer também com o Nel, mas num contexto bem diferente, a gente já vai falar disso aí na talvez na próxima live. Então, o que que eu tô falando é justamente que o que faz a gente não cair no erro de achar uma coisa ruim, uma coisa boa, não é se abster, mas é olhar tudo com um olhar crítico. Inclusive, e aí que tá, acho que é esse que é o ponto. Quando você aprende a ver as coisas com olhar crítico, você não desliga o seu senso crítico mais. Você vai assistir um filme falando: "Olha que bacana, que legal, olha que valor, como ele, como ele, ele desenvolveu esse valor nesses personagens, como ele exaltou esse valor, um valor que eu concordo, que legal". E essa outra coisa, nossa, isso para mim é completamente equivocado. Isso eu discordo absolutamente nessa obra, né? Quando você desenvolve esse senso crítico, você não desliga, você vai fazer isso num filme e vai fazer isso num sermão da igreja também. O erro para mim, o grande perigo de tudo para mim é o seguinte, é você achar que se eu consumir só coisas cristãs, eu estou salvo da perversidade e você não desenvolver o seu senso crítico. Entende o qual que é o o que que eu tô defendendo aqui? Então eu defendo que você, tudo que você assistir, tudo que você ouvir de música, tudo que você lê de livro, toda aula que você ouvir, você faça tudo isso com o seu senso crítico baseado no na sua moralidade cristã, ligado quando: "Ah, isso daqui eu não acho que é bom, isso não acho bacana. Ah, não, isso daqui é contra a Bíblia. Ah, isso dali, eh, ele tá usando um exemplo contra contra a Bíblia, mas ele tá usando num sentido que acho que até tem algo que se aproveite aí, ou ele tá usando exemplo, uma coisa que é bíblica, mas de um jeito distorcido, que eu acho que não se aproveita, entendeu? Eh, e isso vai acontecer também dentro de um sermão. O sujeito vai estar falando e você vai estar olhando e falando: "Nossa, esse sujeito é uma pessoa ruim essa pessoa que tá pregando. Esse sujeito, ele tá usando uma linguagem bíblica, mas ele não tá pregando valores bíblicos. Esse sujeito tá falando eh de um jeito de cristão, mas quando eu confronto ele com a moralidade bíblica, eu tenho que rejeitar esse sermão quase por inteiro." Isso acontece o tempo todo comigo também. música que eu ouço da igreja e falou: "Nossa, essa música aí não quer dizer nada. A letra dessa música nem sentido faz. A pessoa só juntou um monte de palavra que ela achava bonita". Então você vira o chato do rolê também, entendeu? Mas é impossível eh é impossível você desligar o senso crítico depois que ele foi ativado. Depois que o que o terceiro olho se abre na sua testa para usar uma referência aí de religiões orientais, ele não se fecha mais. você não consegue mais ver coisas e ser simplesmente passivo. É claro que vai ter coisas que você vai deixar passar, você não vai perceber porque é um exercício constante, mas você não vai conseguir ver alguém escrchar um um um coisa perversa na sua cara com uma carinha de cristão e falar: "Ah, tá beleza, eu compro isso porque é da igreja, porque é um porque é o pastor que falou, porque é uma coisa cristã". Não, não, não é assim. Então, no final das contas, quem é responsável pelo lixo que tá entrando na tua cabeça é você. Você é o único responsável. E me preocupa muito a gente não criar esse senso de responsabilidade nos jovens e de pessoas que estão e aprendendo as coisas da vida ainda, entendeu? Eh, isso é absolutamente necessário, isso é imprescindível você aprender a distinguir as coisas. Para um cristão, isso é um valor assim, eh, que não dá para abrir mão, entende? Então, é mais nesse sentido. Eh, então vai ter coisas que você vai discordar, vai ter obras que você falar: "Nossa, esse diretor aqui, a maneira dele pensar desse roteirista é uma maneira totalmente contra tudo que eu acredito, né? Eh, embora eu consiga ver que uma coisa ali, outra se salve." E embora eu tenha até me divertido no filme. O filme é divertido, ele me divertiu, mas eu não gosto. Tem filme assim, né? Eu lembro que um um filme quando eu parei para pensar, falei: "Nossa, esse filme eu não gosto dele". que era, acho que o Kingsman é um filme que, ah, divertido, mas quando eu parei para pensar, cara, eu discordo veementemente dos valores que esse filme tá passando, inclusive ele me incomoda hoje, entendeu? Já é um filme que eu não assistiria hoje, nem para me divertir, eh, porque eu não gosto do jeito de pensar das pessoas que criaram esse filme, entende? Eh, então isso acontece também. Mas é isso. Eu acho que falta senso crítico de cristão sobre eh que se expõe a obras não cristãs e falsa falta o senso crítico de cristãos que estão expostos a a obras cristãs também, né? A minha opinião, eu acho que isso devia acontecer. Deixa eu ver aqui o que que vocês estão achando do que que eu tô falando. Harry Potter é tipo estilo Nárnia? Não, não é não. O Nárnia, por exemplo, e as crônicas de Nárnia, eles são uma analogia ao evangelho assim intencional, é tão intencional, tão escrachada, que o Token, que era muito amigo do CS Lewis, falou: "Olha, isso aí eu já não curto esse tipo de coisa, porque eu acho que é uma analogia muito direta". O token não gostava de fazer. Inclusive ele ele fala: "Olha, não fiquem procurando coisas na minha obra porque eu não tô fazendo referência a nada, tá? Embora tenham referências ali, obviamente, né? A gente já comentou em outras ocasiões aqui, mas não são referências intencionais. Mas a a referência de Nárnia ao evangelho é intencional do CS Luiz. O C Luiz criou Nárnia pensando: "Eu quero divulgar o evangelho através dessa obra de ficção, entende? Eh, Matrix que a gente vai comentar, não é isso. Os criadores de Matrix não são cristãos, mas eles se inspiram em em vários elementos do cristianismo para fazer a obra. Eh, isso vai acontecer com outros filmes também. Eh, mas Narnia e Harry Potter, nesse sentido, não tem nada a ver um com o outro, entendeu? O Harry Potter ele ele as referências diretas dele são muito mais pagãs, entendeu? são muito mais pagãs no sentido de ah bruxaria é uma história de um bruxo, menino que se descobre bruxo e tal, não sei o quê. Aí o Daniel coloca aqui vimos Macabeus, guerras judaicas, revoltas que o povo judeu passou, se torna legítimo se defender dos seus inimigos nos dias atuais. Depende de você considerar se me se defender dos seus inimigos, ainda mais levando em consideração esses exemplos, porque a gente tá falando de exemplos de de pessoas que estavam sendo mortas, torturadas ali, no caso dos Macabeus, se você não aceitasse a ideia do antigo epifân, os caras vinham e passavam a faca em você, entendeu? Então, em um momento em que a sua religião vai est sendo perseguida literalmente com gente bo pondo arma na tua cabeça, eu acho que é legítimo você se defender, né? Agora, eu acho que muitas vezes a gente cai também num engano de que estamos sendo perseguidos. E aí quando você vai ver bem, não é exatamente perseguição o que tá acontecendo, sabe? Então, por exemplo, eu detesto, eu acho, sem sentido nenhum esse negócio de de pregadores invadirem espaços públicos, eh, não é só invadirem, é tornarem espaços públicos particulares, eh, como um culto, transforma em culto, coisa assim, por exemplo, é o pessoal que entra num num shopping, faz um flash mob cristão e começa a cantar música cristã, e tal. Eu detesto isso. Eu acho isso eu já comentei disso aqui e talvez comente de novo. Em outros casos, eu acho que isso não é bom pro evangelho, isso não é bom paraa imagem do cristianismo. Isso não não tem nada de bom nisso. Isso é puro é é puro e é puro afago no na na no no próprio cristão, na vaidade cristã. Falar: "Ó, nós somos um povo que estamos dominando os lugares, né? Eh, detesto esse tipo de coisa. Eh, então, muitas vezes gente que se posiciona como eu, que sou cristão, inclusive frequento igreja e falo: "Não, isso não deve ser feito". Quando eu falo que isso não deve ser feito, existem cristãos que entendem isso como uma perseguição ao cristianismo. Eu tô falando que não é que só o cristão não deve fazer. Eu não quero ir num lugar e ter um um sei lá, um espírita pregando a palavra do espiritismo. É porque eles nem fazem isso, não é? O espiritismo não é não é proselitista do mesmo jeito que os cristãos são. Eh, mas eu não quero entrar num lugar e ter pessoas pregando. Eu não quero pegar o ônibus e ter gente do ônibus pregando sobre a ideologia política dele, sobre a religião dele. Eu não quero, eu acho errado. O espaço público não devia ser feito para isso. principalmente em avião que o pessoal fala que é um espaço público onde as pessoas não têm livre circulação e tem regras muito rígidas porque a vida das pessoas pode estar em risco, entende? Então, quando você fala que é contra, as pessoas vão entend, muita gente entende como uma perseguição ao cristianismo, eh, e acham que tem o direito de se defender. Então, eu, quando fala sobre se você não deveria poder se defender, o direito legítimo de se defender, eu fico um pouco assim, porque eu concordo com o direito legítimo de se defender. O que eu discordo é o que as pessoas estão chamando de se defender ultimamente, entende? Então depende, depende do que você quer dizer, como se defender, do que você quer dizer como um exemplo prático, entendeu? Sobre o testemunho Flaviano, tem um vídeo e um livro, não sei se está gratuito ainda, que apresenta evidências de autenticidade do testemunho que me pareceram bem fortes. O Aid coloca aqui. É, pois é. Tem um vídeo do cara ali do Dois Dedos de Teologia, que é um sujeito que, claro, tem coisas que eu concordo, tem coisas que eu discordo, mas ele fez um vídeo muito bom entrevistando um cara que escreveu o livro, esse livro sobre o o testemunho Flaviano, eh, que é essa teoria que eu tava falando. Vale a pena assistir esse vídeo dele. Então, eh, eu não sei se é o mesmo que você tá se referindo, mas é isso daí. Ah, cadê? Cadê? Cadê? Me perdi aqui um pouco aqui. Lucilene falando, né? Assisti esses filmes, posteriormente aprendi sobre mensagens subliminares, reavaliei as mensagens dessas obras. A Lucilene tá falando aqui. Então, Lucilene, o que acontece? Eu não sei exatamente o que você tá se referindo por mensagem subliminar, mas tem muita gente que fala besteira sobre mensagem subliminar, que pegam inclusive teorias diferentes e misturam teorias que não se bicam, eh, teorias que eu tô falando de teorias da psicologia, eh, e fazem uma amálgama muito mal feita. Então, por exemplo, quando o cara o cara fala que a a quando você vê uma mensagem subliminar, eh, ela vai diretamente pro seu inconsciente, né? Quando você fala de inconsciente, você tá falando de Freud, você tá falando de psicanálise. A psicanálise é toda uma teoria sobre como funciona a mente humana, né? Eh, uma teoria, inclusive, que eu não concordo. Eu não sou psicanalista, eu não não compro essa teoria, mas existe uma teoria que tem uma lógica, é uma teoria desenvolvida, não eh vai ter Freud, Lacan, Winicot, não, não é só um autor e é desenvolvida até hoje essa teoria, mas quando você fala de inconsciente, de todas as teorias sobre como funciona a mente humana, você tá se referindo necessariamente à psicanálise. Então, já parte desse pressuposto. Se você acha que uma mensagem pode ir diretamente pro inconsciente, quer dizer que você concorda com toda a teoria psicanalista sobre o que que é inconsciente, entendeu? eh, o que eu já não concordo. E depois que ele vai usar o elementos do berraviorismo, que é uma outra teoria que explica a mente humana de uma outra forma, que é inconciliável com a psicanálise, eh, e mistura isso com a ideia de inconsciente. Então assim, tem gente que fala sobre mensagem subliminar que fala umas coisas que assim não faz sentido, não casa, não tem comprovação alguma de nada, não tem evidência de nada baseado em umas teorias e pseudo evidências ali do começo do século eh XX, 1900 e pouco, eh de gente que diz que fez um estudo sobre tal coisa, só que esse estudo quando é refeito depois, eh, de forma mais controlada, ele não se mostra eficaz. Então, a ideia de que, sei lá, você mostra um frame de uma coisa, aquilo vai ficar no inconsciente, vai fazer a pessoa agir sem saber por isso não existe. Então, eh, dependendo aí do que que é mensagem subliminar, porque a expressão mensagem subliminar é uma mensagem que está e debaixo, tá nas entrelinhas, tá? Então, de certa forma você pode falar que tem mensagem subliminar em tudo, né? todo filme vai ter mensagem subliminar, vão ter mensagens que não tão explícitas, né? Mas a ideia de que essas mensagens afetam diretamente o inconsciente, fazem a as pessoas se tornarem escravas inconscientemente de coisas, isso não, isso não existe. Não tem como, não tem eh não é só que não tem evidências disso, existem evidências contra isso, entende? E a a realidade não funciona do jeito que as pessoas estão falando que funciona, eh, que muita gente diz que funciona quando se refere a mensagem subliminar, né? Então, por isso que eu acho que é importante a gente não ter medo de entrar em contato com as coisas para você ter o senso crítico. O seu senso crítico vai ser mais forte do que qualquer tipo de mensagem subliminar, entende? Se você olha para coisa, hum, eu percebi aqui que que o o o diretor tá querendo dizer e eu discordo, não tem mensagem nas entrelinhas que vai fazer você concordar, entendeu? O importante é você fazer tudo isso conscientemente. Olha, eu estou deliberando sobre as ideias que são estão sendo postas na minha frente. Estou pensando sobre elas, estou raciocinando, estou pondo elas à prova. Isso é o importante, né? O Ai, eu acho que é o é o é o eh não, pera aí. Esse livro me mostrou que cometi um erro sobre Jesus histórico. É o título do vídeo. Na descrição do tem um link para o vídeo. Acho que é inclusive esse historiador que você cita. Até talvez seja isso. Talvez seja isso aí mesmo. O T de data diz aqui tava assistindo o HR Cristo agora. É, [risadas] então que a gente tá falando do INRE, né? Eh, ele tira o título dele desse Nazarenos Hexorm, o Jesus Nazareno, rei dos judeus, que acho estranho, né? Que é um é um título que Jesus não exatamente toma para si, né? um título que Jesus foi crucificado, acusado falsamente de ser o rei dos judeus, sendo que, pelo menos não no sentido que estavam acusando ele, ele não era o rei dos judeus, né? Eh, estou vendo a série O conto da Aia. Muitos evangélicos estão meio estão meio proibindo. Tô achando legal. [risadas] Eu não vi essa série, João. Eu sei mais ou menos sobre o que que é, mas eu não não vi. Eh, o que eu acho que também, eu não sei, eu não não tô falando diretamente da série, mas eu acho que tem gente também que às vezes acha que tem teve um sociólogo que falou que a gente tá a gente tá entrando em um o Brasil vai se tornar uma um país eh radical fundamentalista cristão nos moldes dos países islâmicos e tal. Eu acho que o pessoal também é meio alarmista no no contrário assim de achar que os cristãos estão dominando tudo. Então acho que também o pessoal vai meio para outro lado, né? Mas não sei, talvez o tenho que ver esse conto da Aia é porque dizem que ele tem críticas bem pertinentes aí, né? Eh, o Henrique coloca aqui na tipo uma parábola moderna, o uso de uma narrativa história para passar o ensinamento é mais ou menos isso daí mesmo. É como se fosse isso. A, é como se fosse isso, Henrique. Acho que faz sentido dizer isso. Eh, o Patrick coloca aqui: "Você já leu outros livros religiosos, como os Vedas, o Bag Bagava Guita e o Alcorão?" Não, eu não li nenhum livro inteiro. Eu leio coisas, eu já li textos, eh, algumas coisas assim. Eu não, eu não, eu não sou muito conhecedor de profundo de nenhuma religião que não seja o cristianismo, eh, e o judaísmo. Algumas coisas que eu conheço também. Eh, mas eu tenho até interesse também. também não acho problemático, assim por curiosidade, né, saber o que que as outras pessoas pensam sobre Deus ou sobre os deuses e tal. Eu já li livros sobre eh sobre religiosidade. Eu já comentei aqui um livro chamado O Sagrado e o profano do Mircea Eliad. é um historiador romeno que ele vai analisar o pensamento religioso e não só cristão, o pensamento religioso da diversos elementos do pensamento religioso, né? Isso eu adoro, isso acho bem legal, mas eu nunca li nenhuma obra assim. Eh, inclusive eu acho que eu até tem aqui em casa alguma coisa, eu não li. Eh, mas eu gosto de ler de eu gosto de ler algumas coisas que eu não concordo, mas que eu tenho alguma alguma ponte. Eu tava lendo outro dia alguma coisa sobre a Cabalá judaica, que parte de pressupostos que eu discordo, mas que eu acho interessante porque de alguma forma ali ele tá lidando com conceitos bíblicos, né? Eh, eu gosto de ler sobre algumas religiões. Um tempo atrás, eu uns anos atrás, eu eu gostava de ler sobre os Rastafari, que é uma religião interessante da da Jamaica ali, que pega uns elementos judaicos, cristãos e misturam com a ideia de que o o Tafari, o Rast Tafari, né, o o que é o um rei Salati, um rei da Etiópia, ele foi meio que uma reencarnação de Cristo e tal. E a partir disso eles criam toda uma religião. Eu gosto de entender como as pessoas interpretam algumas coisas e entendem algumas coisas, mas eu não sou assim um conhecedor muito profundo de outras religiões. Não é legítimo cristão ter arma de fogo para se defender? Diz aqui o Té de Data. Olha, esse é um é um dos temas que entra naquela guerra cultural, né? Eh, se você é de esquerda, você vai falar uma coisa. Se você de direito, você vai falar outra. Eu não, eu não penso muito nesses eixos. Então, eu entendo que é legítimo um cristão ter arma de fogo para se defender se ele está sofrendo alguma ameaça. Aí alguém vai dizer: "Ah, a sociedade que a gente vivia é muito violento, então já não é uma ameaça em si". É, pode ser, pode ser. Eu não, eu eu não tenho uma resposta direta para isso, não. Eh, eu não acho que necessariamente um cristão, embora isso também seja uma atitude cristã, o sujeito botar uma arma na sua cabeça, eh, e te dar um tiro e você não fazer nada, pode ser uma atitude cristã também. Basicamente, Cristo fez isso e Cristo ensina os outros a a a serem a não revidarem. Então, existe um pacifismo dentro do cristianismo, mas também existem outras perspectivas dentro da própria Bíblia, entende? Eh, as próprias, tantas guerras que o que o povo israelita passou, que estão descritas na Bíblia e tal. Eh, eu não sei, talvez o testemunho de Jesus fale mais forte, seja como mais uma última palavra. Eu tô mais pro lado do pessoal que prefere não se defender, mas eu também não condeno alguém que que se defenda de uma violência com de forma violenta também. Eu acho que é legítimo, entendeu? Talvez não seja a essência da mensagem cristã, mas é legítimo. Então, eu acho um assunto difícil esse, na verdade não acho o assunto muito fácil, não. O que eu não gosto é é cristãos que promovem a o belicismo de armas de fogo. Isso eu discordo. Então, há um tempo atrás tinha lá o cara postava fotos da Bíblia dele com a arma do lado e com o cachimbo falando: "Ah, acabei de estudar Bíblia e tal, aqui comer a arma do lado". Aí eu já acho viagem, sabe? Agora o cara tem uma arma em casa eventualmente porque é uma área perigosa, ele precisa se defender. Aí também não sou eu que vou falar que o cara não não devia ter. Então não sei. A minha resposta é não sei. O Aid coloca aqui: "Sim, eu acho muito estranho a cultura no ambiente da igreja. em algum eh em alguns elementos parecem ter poderes mágicos e que a sua representação, independente de bem representado ou não, independente da mensagem, é lido quase como uma espécie de magia. Apareceu tal elemento, logo me amaldiçoro ao ao eu ver ouvir, etc e tal. Esse eu acho que é um ponto importante, Ed. Eu acho que esse é um ponto fundamental muito importante, eh, que eu acho que é muito por aí mesmo, eh, a ideia de que nós não estamos imersos em poderes místicos que estão para além da nossa vontade, entendeu? A gente tá imerso em um mundo que tem forças que estão para além da nossa vontade. Os potestad, os principados e potestades e tal, poderes desse mundo e tal. A Bíblia faz referência a isso, mas não existem poderes místicos que me fazem eh escravo ou que me fazem perder a salvação, que sejam fora da minha vontade dentro de uma perspectiva bíblica, dentro do jeito que eu acredito. Então assim, se eu sou cristão e vou para um lugar onde as pessoas adoram outros deuses, estão lá se curvando aos outros deuses e eu entro naquele lugar, isso não não perdi a salvação por causa disso. Isso não invalida tudo o que eu acredito e tudo que eu faço. Entendi. E entende? O, o, um, um existe uma energia mística pagã em um lugar que eu entre ou em um filme que eu assisti. Nossa, eu assisti um filme que tem o diabo. Ah, então o diabo vai penetrar na minha mente, eu vou perder a salva. Isso não existe. Isso. Isso para mim é totalmente antibíblico. Inclusive, eu acho que a Bíblia combate esse pensamento que é um pensamento pagão. Pra Bíblia, eu vou usar aqui o exemplo de Paulo falando da da do da carne oferecida a ídolos. Pra Bíblia não interessa os ídolos, não interessa os demônios, não interessa o o as entidades pagãs. A gente só acredita em um Deus e que ele tá acima de todas as forças. Se você acredita nesse Deus e você segue ele, se submete a ele, não tem força no mundo que consegue se opor a isso, entendeu? Então, o mais importante pra Bíblia, claramente para mim, é o que que você decide conscientemente e tomar cuidado para não errar por descuido, por coisas que você não prestou atenção, porque você pode errar, você pode fazer o mal sem prestar atenção. Então, esteja eh esteja vigilante em relação a isso. Mas assim, nossa, sem perceber, nossa, eu comi um prato aqui que foi oferecido a um ídolo. Paulo falava e daí dane-se a sua preocupação devia ser, ah, tá, mas eu comer esse prato aqui que foi oferecido a um ídolo, né? Isso vai fazer meu irmão se perder. De repente meu irmão olha e fala: "Nossa, por que que ele vira uma confusão na cabeça dele? Por que que ele comeu aquela coisa?" Mas para você mesmo, pra gente que tem eh eh que somos o os irmãos mais fortes de acordo com a o que Paulo disse, isso não faz nenhuma diferença. Você tem que estar preocupado com o irmão mais fraco para não induzir ele ao erro. Mas essas coisas não têm poder algum, não tem relevância nenhuma. Então eu tô fechado com você aqui, Aid, né daqui. Eh, essa apareceer um elemento, apareceu uma maldição, essa ideia de maldição que é totalmente pagã. Eu vou falar uma palavra aqui que vai amaldiçoar a pessoa ficar impregnada nela. A maldição e tá não, isso gente, olha, pode me amaldiçoar aí à vontade. Eu não tô preocupado com isso, porque eu acredito num poder muito mais forte que qualquer maldição. Isso, isso não, isso não devia ser preocupação da gente, entendeu? Eh, então esse tipo de misticismo, ele simplesmente não combina com o cristianismo, com o cristianismo bíblico, né? Esse tipo de misticismo neste sentido, isso é por o pensamento pagão, mágico. A Bíblia não é assim. Eu sou muito do contra, diz aqui o João. Quando algum pastor fala mal de alguma coisa, eu quero ver para fazer a minha própria análise. Muitas vezes me surpreendo, acho mais cristianismo, eh, em outras fontes. É, acontece. acontece, né? Dependendo do pastor, eh, você sabe que não é um bom conselho, né? Aí o complementando é uma crença absoluta, tem um certo poder do subconsciente. Eh, tem um aspecto da obra de arte que geralmente ela é polissêmica. Então, a cultura de igreja, às vezes não acostumado ao debate, não é capaz de fazer mais de uma leitura, não é capaz de criticar. Eh, Jesus, que não era imortalista, na minha visão, ele usa pessoas mortas no Ades em diálogo na parábola do rico Lázaro. Eu tô fechado com você aqui, com tudo isso daqui que você tá falando. Eh, a Bíblia, como uma obra de arte, que também é uma obra de de literatura, ela também é polissêmica em diversos sentidos. Isso causa uma confusão na cabeça das pessoas, porque elas querem que a Bíblia seja um manual técnico, sabe, de como você deve agir, como não deve agir. Mas quando você olha paraa Bíblia, gente, é difícil. A Bíblia fala de situações, sabe? Davi jogou uma pedra na cabeça de Golias, ele caiu, [limpando a garganta] tirou a a espada dele, arrancou a cabeça dele e tal. E isso tá é bom ou ruim? é para eu sair cortando a cabeça das pessoas também ou é naquele contexto aquilo era válido ou a Bíblia tá criticando aquilo, sabe? Isso é uma coisa que eh a gente tem que ter o senso crítico que eu falei, tem que tá inclusive ao ler a Bíblia também. Ao ler a Bíblia também. Quer ver uma crítica que fizeram a uma coisa na Bíblia que no começo eu falei: "Nossa, eu nunca tinha pensado em ver essas coisas dessa forma, mas abriu a minha cabeça para algumas coisas". Então, sobre o livro de Ester, que no final, quando o tinha o dia lá que era pros inimigos dos judeus atacarem e matarem os judeus, e aí Estter consegue reverter o decreto, mas como ela não consegue anular, é um outro decreto que é colocado. Não, os judeus têm o direito de se defender. E naquele dia os judeus mataram muito mais gente do que aqueles que iam atacar eles. E aí, a, o texto de Ster tá fazendo um elogio a essa postura ou o texto de exter tá descrevendo essa postura e cabe à gente fazer uma análise crítica de pera aí, será que os caras não passaram da conta também aí? Será que era assim? Será que Davi também quando foi eh guerrear contra os filisteus também não passou meio da conta ali? Também saiu matando gente demais? Eh, a própria Bíblia questiona isso. Falam que David tinha muito sangue nas mãos, por isso não devia construir o santuário. Eh, muitas coisas que a gente considerar hero atos heróicos na Bíblia, será que a gente não devia dar um passo para trás e olhar e falar: "Pera aí, a Bíblia tá concordando com isso? Ela tá falando que eu tenho que gostar disso ou ela tá descrevendo uma coisa que eu deveria ter um senso crítico em relação a isso? É para eu achar bonito o Davi cortar a cabeça do Golias ou de repente não era tão bom assim? ou de repente é complexo, tem vários aspectos envolvidos. Então eu concordo plenamente aqui com Aid, a arte é policêmica e a própria Bíblia é policêmica. Aí a gente não, o pensamento eh existe um pensamento cristão que não sabe lidar com isso e que é tudo é é preto ou no branco. Pega aquela frase lá de Jesus, seja posso falar sim, sim, não, não, que passar disso vem do demônio. Então quer dizer que a gente não pode eh ter nuance nenhuma, complexidade nenhuma. A gente não pode ver as coisas de mais de uma perspectiva. Tem que ser tudo assim, ó. Pá pá pá pá. É, não faz sentido, né? Eu não acho que faz sentido nenhum. Eu acho que eu pulei uma mensagem de alguém aqui. Eh, a, o Eduardo aqui. Uma vez eu tava em um ônibus e o pessoal começou a fazer um culto e cantarinos do Inário. Apesar de gostar das músicas, fiquei pensando se as pessoas no ônibus queriam ficar ouvindo aquilo. É, Eduardo, é isso. É, eh, eu fico, eu acho que mesmo eu gostando das músicas, eu ia ficar incomodado pensando nas outras pessoas que estão lá. Inclusive, acho que isso era uma postura cristã, não pensar no que que eu gosto, mas e as outras pessoas aqui? Será que é isso que elas iam gostar? Será que é esse é o melhor jeito de apresentar Jesus a elas? Ela tá presa dentro do olho, ela não consegue sair. Aí eu vou ficar cantando no ouvido dela. Tipo, eu acho, para mim isso não faz nenhum sentido, gente. Para mim não faz nenhum. Aí a Lucilene coloca aqui: "Gosto de trabalhar com inconsciente coletivo como campo de comunicação para mensagem subliminar". Aí eu já não conheço muito essa essa ideia. Eu sei que o o inconsciente coletivo o inconsciente coletivo já é um uma forma do Jung conhecer. Isso faz parte da teoria yungiuiana. Eh, e eu não sei se eu concordo também com isso. Eu tenho que ler mais para saber exatamente o que que ele quer dizer com inconsciente coletivo. Mas o que eu acho que ele quer dizer, eu não concordo. Eh, mas não sei. Não sei. Llen. Tem que ver. Eu tenho tenho que conhecer melhor. Eh, Jesus que não era. Eh, tá, já falou isso daqui. O senso crítico é uma boa âncora emocional, mas limita insites criativos. O senso crítico. Não sei, Lucilan, não sei se eu concordo. Eu acho que o pensamento lógico é uma boa âncora emocional, mas limita insites criativos. Agora, o senso crítico, o que é o senso crítico? Não é nem não é necessariamente um pensamento puramente lógico. Às vezes você pode ter um senso crítico que que é que é é bem intuitivo também, sabe? Eh, mesmo esse que a gente tava falando aqui, eh, o senso crítico em relação a a se os cristãos que estão em minha volta cantando e tal e chorando e pregando, se eu não fico incomodado com aquilo, porque eu me coloco no lugar da pessoa que tá lá e que não é cristã, sabe? Então, é um senso crítico também, mas não necessariamente é puramente lógico, passa por um ponto de vista empático também. Então, nesse sentido, acho que o Sens Crit ele acaba sendo, ele ele acaba sendo até um aliado a insites criativos. Não sei, acho que pode ser. É que tá essa frase, essas frases pegam a gente, né, Lucilene? que depende do que que você está considerando como senso crítico e do que que você está considerando como âncora emocional e o que você tá considerando como insite criativo. Dependendo da definição desses termos, a gente pode estar até concordando, eh, mas usando termos diferentes, né? Aí o Henrique põe: "Mais cedo estava vendo um trecho do Dr. Laurence Sterner, ele fala que justamente o narrador bíblico coloca o leitor como um participante ativo na história, muitas vezes omite certas descrições, né? É o é o o prenúncio dos enredos, né? É, exatamente. É isso mesmo. E acho que o livro de Estel, inclusive, é um excelente exemplo disso. É um excelente exemplo disso. Daí o João põe e muitas vezes Deus disse que ia matar o povo e Moisés intercedeu. O Espírito de Deus estava em Moisés. Deus manda matar os filhos que amaldiçam os pais. Acho que era para provocar intercessão e amor. É, então pode ser, pode ser, pode ser mesmo. Será que era a intenção mesmo de Deus matar todo mundo? Ele tava, precisava ensinar uma lição para Moisés. Ele precisava colocar Moisés naquela situação. Eh, aí que tá, isso vai depender de várias coisas para você que tá lendo, né? depende do que que você considera que é a natureza divina de agir. Então você pode partir de um pressuposto de que não, Deus realmente queria matar todo mundo. Você tá considerando Deus, a natureza de Deus nesse sentido. E existem textos bíblicos que vão apoiar essa essa essa visão. Eh, mas existe uma outra maneira de ver que não não essa não era a intenção divina, isso não é o propósito divino. até até pode ter situações extremas em que eh Deus aja nesse sentido, mas o propósito é outro. E aí Deus faz isso para provocar esses agentes a terem essa reflexão. Eu gosto de pensar mais nesse sentido. Eu gosto de pensar mais nesse sentido. O Henrique deletou uma mensagem, piso, diz que esses momentos de inspiração, realização, são fortes experiências espirituais. Não entendi direito aqui. Ele estava descrevendo, escrevendo a lei no coração de Moisés. Pois é, João, faz sentido. Se a gente for considerar lá o que Jeremias vai falar de escrever a lei do coração, tal, faz sentido. Deus se comunica com a linguagem e ambientes humanos, mestre da didática. É, não tem como. Deus está se relacionando com humanos. O humano não tem como subir a escada e e alcançar o divino para se relacionar com ele. Então, Deus necessariamente ele desce a escada para se encontrar com o humano, para se relacionar com o humano. Então, essa esse ato de Deus de descer confunde muito a gente também sobre o que que é humano e o que que é divino nas ações divinas, né? E não é uma discussão simples, gente. Eu acho que é isso, né? Já estamos aqui em 10:15. 10:15. Mas beleza, mais uma vez [limpando a garganta] valeu aí pelo papo. Bacana conversar com vocês. E eu vou ver, de repente, eu gosto de falar sobre essas coisas eh de de obras de ficção, de cultura pop. Eh, tem umas séries que eu tava vendo esses dias também que mexeram muito com a minha cabeça. Eu gostei demais. Gostei demais. Tem muitos elementos para se pensar também, que é são duas da eh Apple, Apple Apple TV, fica aqui de recomendação final. Uma chama Pluribus e uma outra chama Severins, que acho que em português é ruptura. duas séries que tem ideias malucas, eh, conceitos malucos e os caras submergem nesses conceitos e vão aos extremos nesses conceitos. Tem uma coisa muito humana. Eu acho que tem alguns insightes religiosos ali também conversa com algumas questões bíblicas. Talvez alguma hora eu trago algumas algumas reflexões sobre esses essas conversas entre essas séries e e questões bíblicas. né, que às vezes nem é que a que a série tá concordando ou enaltecendo um valor bíblico, mas ela ela tá discutindo algo que a Bíblia também discute. Ela toca em um tema bíblico, né? Eh, o humano, o o coletivo e o individual. É um tema, essa pluribus toca nisso que a a premissa da série, isso não é spoiler, tá? Essa é a premissa, é o que acontece no primeiro episódio pra série funcional, é que a humanidade eh se torna uma mente coletiva, uma coisa só, com exceção de poucas pessoas, uma delas é protagonista. Então, imagina, você tá andando na rua e as pessoas que estão andando na rua, todas elas estão pensando a mesma coisa igual. Inclusive elas nem se conversam, porque se essa consciência coletiva quer fazer uma coisa, as pessoas vão lá e vão fazendo e cada uma faz um pedaço e vai fazendo tudo. Imagina um prédio que ninguém conversa, as pessoas só vão fazendo, mexe cada um p e tudo absolutamente coordenado, porque todas as mentes estão interligadas, né? E a pessoa que não tá interligada, ela, a, a mente coletiva quer que ela se torne parte também e ela sente um horror disso. Então, a série vai discutir muito isso, né? É bom ou ruim fazer parte dessa mente coletiva, né? Com e será que é bom? Por por um lado eles parecem tão felizes, acaba a criminalidade, acaba tipo a maldade e tal, mas ao mesmo tempo de que diferença faz? Porque cada indivíduo eles não têm mais individualidade. Então se morre uma pessoa não faz diferença, porque ela é só um um membro de um de uma mente coletiva e tal. Então tem vários debates interessantes que a série vai colocando, sabe? E o na Bíblia também faz muito essa discussão, claro que não da mesma forma que a série, mas sobre o individual e o coletivo, que a espiritualidade ela é individual, salvação é individual, é verdade. Ninguém vai ser condenado pelos pecados do outro, mas ao mesmo tempo o relacionamento de Deus também se dá coletivamente, entende? eh a gente também se relacionar com Deus ao mesmo tempo como um povo e não só como indivíduos separados. Então, a gente vê também eh eh quando a gente olha pros 10 mandamentos, por exemplo, isso é bem interessante, que tem um individual e um coletivo misturados ali, porque Deus vira pro povo e fala: "Eu sou o Senhor, teu Deus". Ele vai falar na para, ele tá se referindo à segunda pessoa do singular que te tirou da terra do Egito, da casa do servidão. Não terá, não terás tu outros deuses diante de mim, ou seja, no singular e não no coletivo. Ou seja, Deus tá para falando pro povo inteiro, mas ele tá usando a segundo a pessoa do singular para se referir ao povo inteiro. Então, ao mesmo tempo que ele tá se referindo ao povo de forma coletiva, ele tá falando com as pessoas individualmente, entende? Então, essa referência aos indivíduos dentro de uma coletividade é um diálogo que a Bíblia faz muito forte sobre o individual e o coletivo, né? Tem tem muito disso. Tem muito disso. Eh, o livro do Apocalipse mesmo que a gente tava falando aqui, ele vai falar dos salvos como uma massa. É um, é um um grupo, é um, é, é quase um personagem só o grupo dos salvos, entendeu? Eh, então existe um um uma dicotomia dialógica, dialética e e complexa e com nuances entre o individual e coletivo no texto bíblico. muito interessante e que essas séries vão tocar e que essas essas obras de ficção vão vão tocar nesses assuntos que a Bíblia também vai tocar e vão se desenvolver, claro, de formas diferentes, mas os assuntos estão lá vistos de de diferentes perspectivas, né? Eh, W falando, legal, dá para fazer uma série de vídeos parecido com o mundo cópia, mas em live mesmo. O Mateus Fujita fez uma análise cristão do corcunda de Alrededame em live. Foi muito bom. Legal, legal. É, vamos ver, vamos ver se no próximo eu consigo assistir o Matrix. Essa semana a gente fala sobre Matrix, talvez semana que vem, né? Os paralelos bíblicos e tal. O que que o que que eh são coisas que são paralelos e o que e o que que também são discordâncias ou coisas que são são nuances diferentes do mesmo tema bíblico. Dá para falar sobre essas coisas aqui. Ah, o Anaquin Star Wars viu muitos insides com a Bíblia também. É, Evandro, a gente comentou mais cedo aqui na live sobre o Anaquim. É, o anaquinha é interessante porque ele tem elementos do de do Messias, mas ao mesmo tempo ele tem uma representação da humanidade toda, que é a humanidade que cai e é redimida, entendeu? Eh, a humanidade que cai no Éden e lá em Apocalipse ela é redimida de novo. Então, ela vive esse período do no do lado negro. E existe também na Bíblia o tema da identificação do Messias com seu próprio povo, eh, carregar os pecados do povo. Então, é um tema bíblico visto de uma perspectiva diferente, traz discussões que tem na Bíblia, mas discute essas discussões de uma forma diferente. Eh, então isso acontece também, acho, no na na ideia do Anakim. Talvez a gente fala sobre, a gente pode falar sobre Star Wars também. Tem coisas que eu falaria sobre Star Wars que acho interessantes, coisas, inclusive Star Wars é um bom exemplo porque tem coisas que eu concordo que eu posso falar: "Olha aqui, olha um valor bíblico aqui sendo exaltado, quase ensinado em Star Wars. Que legal! Ao mesmo tempo tem coisa aqui, tá vendo como esse e a história tá se movendo dentro de uma lógica que não é bíblica? Então, a Bíblia tem esse jeito de entender as coisas. E aqui a gente tá vindo a história se mover de outra, né? No Star Wars a gente pode falar também do Star Wars. Acho que ia ser legal. Eu vou pensando algumas coisas aí durante a semana, mas eu vou priorizar o Matrix que eu tô devendo faz um tempo, tá bom? Então, valeu, gente. Obrigado aí quem ficou acompanhando. Uma boa noite para vocês. Valeu por estarem. É sempre legal conversar com vocês. Eh, a nossa live aos pouquinhos vai tendo mais gente, viu? Tem uns picos aqui às vezes eh de 27, 28 pessoas. Acho que é mais do que no começo, quando a gente tava começando as nossas lives. Eh, eu vou eu vou tentar pensar em uma uma forma como fazer o canal ficar um pouco mais agitado de novo, né? Eu já teve muito mais audiência antes. É, mas vamos ver, vamos ver. Mas valeu aí o o Ed falando uma ideia seria pegar coisas culturais dos adolescentes jovens. Pode ser. Nossa, uma série que é coisa de jovem adolescente, que é aquela do Arcane. Como tem coisa legal, como tem ideia legal e profunda ali. Minha nossa, é muito boa, muito boa. Talvez a gente fala sobre ela mais para frente. Não sei que também não é uma coisa que acho que o pessoal aqui do do chat vai conhecer bem, mas talvez a gente vai pensando aí até para ajudar a inteirar sobre o que andam vendo. É, talvez. Mas é isso, gente. Eh, qual é os dias das lives? O Evandro pergunta. Evandro, em tese, toda sexta-feira à noite, a partir das 8:30, tá bom? Eh, às vezes eu acontece alguma coisa, eh, às vezes eu tenho algum compromisso de família, alguma coisa assim, e aí eu costumo deixar no canal, dá para eu colocar uma postagem também. E eu coloco, ó, gente, hoje não vai ter live. Então, se você entrar no canal e ver as postagens, se não se não tiver, eh, eu vou avisar. E normalmente quando tem live, eu crio a live na sexta-feira antes de estrear ela. Então, se você entrar antes na live, ela tá lá, tá lá o o o link do vídeo. Quando você clica, você vai ficar aguardando ele começar, entendeu? Então, sexta-feira às 8:30, quase toda sexta-feira às 8:30 tem live, tá bom? Eh, Roney, você tem uma noção da demografia do canal? Eh, tenho tenho umas medidas aqui, a gente pode falar sobre isso, mas o meu canal tem uma demografia diferente do que eu esperava. A gente pode falar sobre isso na semana que vem, talvez fala um pouco sobre o canal, eh, se for do interesse de vocês, falar s sobre é porque o meu canal, eu acho que o pessoal que frequenta o chat aqui, que acompanha as lives, tem um perfil, mas o pessoal que assiste o canal de forma geral, talvez tenha outro, né? Então eu não sei, não sei se nas lives d tem essa mesma esse mesmo público, tá bom? Então tá, gente, valeu. Então até semana que vem. Se der tudo certo, teremos a live semana que vem. E e boa noite. Valeu,