Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Davar Live – 24/07

Davar Live – 24/07

Davar Live – 24/07

Legendas automáticas:

Pessoal, tudo bom? Bem-vindos aí a mais
uma live. Boa noite aí, quem está
acompanhando.
Boa noite aqui pro Henrique que já tava
aqui esperando, pro Carlos. Boa noite,
Carlos. Carlos que quase que a gente se
encontra aí esse fim de semana não vai
dar certo, né? Mas eh boa noite para
vocês. Bem-vindos aí para mais uma live,
né, gente? Eh, essa live eu não tenho um
tema específico, embora a gente vai
tratar de algumas coisas aqui que eu já
vi que o pessoal comentou no canal essa
semana.
Então, vamos já ver esses comentários, a
gente já começa a falar sobre esses eh
sobre esses assuntos, né?
Eh,
deixa eu deixar aberto aqui do meu lado,
só para se
tiver ruim o o áudio alguma coisa, eu vê
os comentários enquanto eu vou lendo
aqui, tá? Eh, boa noite pro Boa noite
pro Patrick também. Eh, Daniel Algo
Verde,
o Daniel Algo Verde Camargo, inclusive,
eh, não, não é ele, é outra pessoa. Eh,
Mateus Dornelos. Não tem nada a ver.
Mateus tinha colocado ali eh na
comentando no na live passada, ele até
colocou aqui: "Estou no aguardo dos
comentários sobre Matrix". E realmente
eu estou devendo esses comentários e
acabei não eh porque assim, eu não
queria vir aqui falar de memória do
filme, eu queria reassistir ele e eu
tenho que lembrar durante a semana de
assistir o filme, né? Esse que é o
negócio e eu não lembrei, acabei não
assistindo, mas eu vou assistir ainda e
a gente ainda vai ter aqui os
comentários do Matrix aqui pro Mateus aí
para quem mais queria saber aqui que é
bacana porque é um filme que tem aí uns
ele faz umas menções eh tem uns
paralelos aí com algumas ideias bíblicas
e tal. Não é o único filme, né? Tem
outros filmes que também fazem esses
paralelos. É, mas é isso. Hoje não vai
ser. Hoje não vai ser. Eu não, não
assisti durante a semana. Eh, Caspares,
Helena coloca aqui, "Eu nunca li
Eclesiastes e vou ouvir essa aula". Ele
ela a pessoa comentou no no
vídeo sobre eclesiástes, né? Que a gente
tem aí quatro vídeos, uma série de
quatro vídeos, mas eu vou ouvir essa
aula muitas vezes para criar
internamente um ambiente capaz de
flutuar com fluidez que o livro traz.
Sinto que ao me aproximar de Eclesiastes
também precisa fluir como a névoa que
ele menciona tantas vezes. Achei bacana
esse comentário que deixaram que
realmente Eclesiastes é um é um livro
que flui, é um livro que flutua e é
legal você tá interado ali no livro
para
enterado no assunto do livro que às
vezes você se você cai de para-quedas em
Eclesiásticas, você às vezes não pega
qual é a do livro, entendeu?
Eh, de repente é bom mesmo você saber
mais ou menos já sobre o que se trata,
aí você consegue ler e aí vai, aí flui,
né? Eu vou até depois comentar aqui, vou
perguntar o que que a pessoa achou
depois, se ela leu Eclesiastes depois e
o que que ela achou, né? Eclesiastes,
aliás, é um livro curtinho, né? 12
capítulos que você lê ali em
15, 20 minutos, talvez o livro todo,
talvez uma meia horinha, né, para ler
com mais calma, mas é um livro eh curto,
dá para ler rápido e é muito bom. Vocês
sabem que eu gosto aqui de Eclesiastes,
né?
Eh, boa noite aí pro João, pro Patrick
também. O Patrick, inclusive, já tá
comentando aqui sobre o
o Guerras Judaicas, né? Eh, a gente vai
comentar sobre ele aqui. Ele pergunta
aqui o livro do Flávio José, você tem
ele em formato físico? Ouvi dizer que
ele é enorme, acho que umas 1500 páginas
fácil. É, então, Patrick, eu tinha,
minha esposa tinha,
eu não lembro se é o Guerras Judaicas,
eu eu acho que é o Guerra, era, ela
tinha a história dos judeus, que eram
guerras judaicas e as antiguidades
judaicas, se eu não me engano, que é era
um livrão assim bem grossão mesmo, com
cara de enciclopédia
acabou emprestando para alguém, alguma
coisa assim e sumiu. A gente não tem
mais.
Eh, mas não tenho. Normalmente quando
vou precisar eu consulto ele online.
E o comentário do Patrick é um que eu ia
comentar aqui hoje, né? Fala um pouco
sobre o livro de Macabeu, se possível, e
também sobre o livro Guerras Judaicas,
né? São duas coisas que estão
relacionadas aí. Então, eh, vamos falar
um pouquinho sobre esses dois livros,
Guerras Judaicas e Macabeus. Eh,
o livro dos Macabeus, na verdade, a
gente tem vários livros dos Macabeus,
porque não são livros que fazem parte da
nossa Bíblia, digamos assim, da Bíblia
protestante.
Na Bíblia católica, você tem dois livros
dos Macabeus,
mas eu tava vendo aqui que tem mais.
Parece que a gente tem aí seis ou sete
livros dos Macabeus, né? Ah, fechei. Ah,
tá aqui. Tá aqui. Tem eh oito livros dos
Macabeus, né? Eh, e esses livros eles
não são assim uma sequência, uma
continuação. Inclusive os que tem na
Bíblia na Bíblia Católica não são uma
continuação um do outro. Os livros
Primeiro Macabeus e Segundo Macabeus não
são uma continuidade igual tipo Primeiro
Reis, segundo segundo Reis, né? Primeiro
Crônicas, segundo Crônicas, não é assim.
O são dois livros, aliás, de lugares
diferentes, né? Inclusive, um deles
provavelmente foi escrito em em
hebraico,
embora o que a gente tem eh
preservado eh é a versão grega dele e o
outro foi escrito em grego e tem um
estilo grego, é um estilo muito
diferente dos dois livros e eles
compendem mais ou menos a mesma época.
Então eles estão falando de um período
mais ou menos parecido, sendo que o
segundo Macabeus
ele termina antes. Então, digamos assim,
tem a história dos Macabeus, o livro dos
Macabeus ou o primeiro Macabeus vai
contar essa história de cerca de 40
anos, um período de cerca de 40 anos. E
o livro Segundo Macabeus vai contar a
mesma história, só que só uma primeira
parte ali, né? Se eu não me engano, ele
não chega até até Judas Macabeus.
Eh, ele fica até Jonatas, Jonathan, eu
não não lembro, mas é um é uma história,
o o segundo compor e ele tem um estilo
bem diferente. Inclusive o começo do
livro do segundo Macabeus, ele parece
uma epístola paulina assim, né? Eh, não
é graça e paz que ele fala, mas
saudações a todos que leem esse livro,
não sei o quê. É uma coisa assim bem um
estilo mais grego. Inclusive, pelo que
eu tava vendo, eu tenho aqui a a Bíblia
de Jerusalém, uma Bíblia já bem
surradinha minha. Essa Bíblia de de
Jerusalém, ela
é de
eh 2004,
nem é tão velha assim para tá tão
surrada, mas foi bastante usada também.
Eh,
então, na Bíblia de Jerusalém,
que é uma Bíblia católica, eh
eu gosto muito dessa Bíblia porque ela
tem uma boa introdução de cada um dos
livros e ela tem muitas notas, notas de
tradução, observações do do eh sobre a
história em que o livro tá situado,
observações sobre questões de
linguística. Eh, eu adoro isso na Bíblia
de Jerusalém, embora ela tenha uma
abordagem mais
histórico-crítica assim da Bíblia, que é
uma coisa que a gente comenta aqui de
vez em quando, é uma abordagem mais
assim acadêmica,
não é que é mais acadêmica, é a
abordagem que no meio acadêmico é mais
comum, a abordagem histórico-crítica da
Bíblia. Então, considera a Bíblia como
um livro histórico, eh,
e faz uma análise histórica da Bíblia no
sentido de, ah, a gente não tem
evidências que esse livro foi escrito em
tal parte, então ele foi escrito lá
atrás ou foi escrito lá na frente. A
gente não tem evidências de que o autor,
que a tradição associa esse livro
realmente escreveu, então a gente
considera que não foi. Então, é mais é
uma abordagem mais cética, digamos
assim, em relação às informações que a
Bíblia dá sobre ela mesma.
Eh, mas para isso eu gosto muito da da
Bíblia de Jerusalém. Inclusive essas
essas observações mais históricocríticas
às vezes são interessantes também, né?
Porque tem questões aí, a Bíblia tem
questões
eh que não são fáceis de se resolver em
relação a isso. Bom, de qualquer forma,
tem uma introdução boa aqui na na Bíblia
de Jerusalém
sobre o o livro dos Macabeus. Inclusive,
eu tava vendo que
eh deu uma olhada aqui na Wikipédia só
para ver se é eh se tinham mais livros
além desses dois. Eh, e aí que eu vi que
tem esses oito livros de Macabeus, que
também cada um é diferente, né? A
Wikipédia vai falar aqui que tem esse
primeiro, segundo Macabeus, né? Eh, o
terceiro também não é, não é uma
continuação, é uma narração da
perseguição dos judeus egípcios. Fala
Ptolomeu.
Eh, o quarto livro é uma homilia, o
quinto livro é uma crônica que fala do
só do saque de Jerusalém. O livro seis é
um poema, o livro sete eh fala dos
discursos dos mártires e o livro oito é
um é um relato da revolta bem curto, né?
Então, então cada um tem uma coisa
diferente aí, né? Eles não são livros
que são uma sequência, mas são vários
livros sobre o mesmo evento histórico,
digamos assim. E o que tá escrito na
Wikipédia, o cara, a pessoa que escreveu
o artigo da Wikipédia, tirou daqui da
Bíblia de Jerusalém. É a mesma coisa que
tá escrito de forma muito resumida, né,
que é na Bíblia de Jerusalém tem bem
mais informações.
Eh, então, como que é, qual que é essa
do livro dos Macabeus sobre o que que
eles estão falando aqui? Aliás, deixa eu
até ver aqui que o pessoal já tá
comentando.
Eh,
o segundo Marraco Cabelo Celo, que foi
realmente Jeremias que escondeu a arca
sagrada. Ah, interessante. Eu eu li o
primeiro Macabeu, o segundo eu não li
inteiro.
Já faz tempo também. Não li agora, mas
faz um tempo. Não, não lembrava desse
detalhe da arca aqui. Eh, uma cabeça é
lembrado em alguma festa judaica. É, e a
gente vai falar disso, Daniel.
Eh, ah, o Carlos já colocou aqui, Ranuk
acontece em dezembro, né? Pessoal fala
que é o Natal judaico, porque acontece
mais ou menos na época do Natal, né? É
um livro que me deixa afascinado. Além
de Macabeus, é o apocalipse. No futuro,
você pensa em fazer um vídeo ou série
comentando ele? O apocalipse? Pode ser.
Pode ser.
Eu, eu, Apocalipse não é um livro que eu
me aprofundei tanto,
mas eu tenho alguns comentários para
fazer de Apocalipse. É um livro bem
legal.
Os evangelhos citam alguma coisa sobre o
livro de Macabeus, alguma festa? Cita
João, cita o Evangelho de João,
inclusive a gente vai falar também disso
daqui. Eh, então, qual que é a do livro
dos Macabeus? De que história ele tá
falando? Ele vai contar uma história de
um período que a gente chama ali do
período intertestamentário. Ele vai
contar uma história que acontece nesse
período, né, para quem não manja muito,
o que que é o período
intertestamentário.
desde o último livro
do Antigo Testamento, né? O último livro
a ser escrito. Eu não sei qual foi o
último o último livro a ser escrito,
mas eh eu sei que os últimos livros do
Antigo Testamento, eles estão
descrevendo realmente os últimos
períodos que abrangem o Antigo
Testamento. Então ali para Zacarias,
Malaquias, que já tá falando do pós
exílio e tal. Então, desse período do
retorno do exílio,
eh, até o a escrita do Novo, até o
primeiro livro do Novo Testamento, você
tem um período aí de cerca de 400 anos,
onde você não tem nenhum escrito que é
considerado canônico, né? Eh, do ponto
de vista do canon, eh, eh, judaico, né?
O canjuda obviamente não tem o Novo
Testamento, mas ele termina aí nesse
período pós-esílico. Mas o canon, o
canon judaico palestino, mas o canon
judaico alexandrino,
eh, ou seja, uma outra tradução judaica
mais helenizada, tinham outros livros,
inclusive os livros de primeiro e
segundo Macabeus. E é daí que os
católicos, por exemplo, eh tiram,
consideram os Macabeus como livros
também canônicos, partes parte da
Bíblia, né?
Então, eh, desconsiderando essa tradição
helenizada,
desde os últimos escritos do Antigo
Testamento, ali do pós exílio até o o
primeiro livro do Novo Testamento, tem
400 anos sem ter nenhum escrito canônio.
Então, tem um grande período histórico
aí, desde o retorno do exílio até Jesus
nascer, quatro séculos, né, em que você
não tem um escrito do Novo Testamento
e nem do Antigo Testamento. Tem um
buraco na história. Acaba a história do
Antigo Testamento, 4 anos, 400 anos
depois começa o Novo Testamento. E
obviamente nesse tempo não é um tempo em
que não aconteceu nada, pelo contrário,
é nessa época, por exemplo, que acontece
a ascensão do império greco-macedônio,
lá de Alexandre Grande, que também vai
dominar a região ali do do Oriente Médio
e e da e da região que a gente chamaria
de Palestina, né? Eh, inclusive, só
abrindo um parênteses, é que hoje
hoje já tem um um um se criou uma briga
sobre chamar aquela região de Palestina,
né? Porque chamar a região de Israel é
impreciso, porque por muito tempo aquilo
não foi Israel. Então, por exemplo,
desde o retorno do desde a destruição da
da de do templo e da cidade de
Jerusalém,
aquele reino Israel já não existe, na
verdade, e depois nunca vai existir. Lá
em 1948 passa a existir um país chamado
Israel, mas o reino de Israel não
existe. Então, aquela região não chama
Israel.
Eh, Palestina também é um nome que as
pessoas têm uma certa resistência,
porque existe hoje um país chamado
Palestina também, que inclusive tem
guerra com Israel, né, vocês sabem.
Então, parece que chamar a região de
Palestina é meio que diminuir Israel,
né? Eh, algumas pessoas têm essa
sensação, mas é um título que se dá à
região há muito tempo, desde a época dos
romanos. aquela região já tem eh
imperadores romanos chamando a região
toda, abrangendo o que seria onde
ficaria Jerusalém, inclusive tudo aquilo
de Palestina, né? Eh, mas de qualquer
forma, eh, só abrindo um parênteses,
então, porque eu vou usar esse título
Palestina para se referir a região toda.
Então os eh voltando, né, o império
greco macedônio, dominou toda a região,
chegando até a Índia,
incluindo a região da Palestina,
incluindo a região que hoje a gente
conhece como Israel, Jordânia, S
Jordânia, né, eh, Síria, Líbano, né? Eh,
então toda essa região foi dominada e
não foi um período fácil.
Então vou ler aqui o comecinho do livro
dos Macabeus, que ele vai falar
justamente sobre isso. vai começar
contando o seguinte.
Depois de ter saído da terra de Setim,
Alexandre, o macedônio, filho de Felipe,
obviamente aqui Alexandre Grande, né,
filho de Felipes, né, de eh Felipe,
eh, agora eu não lembro o nome, eh, mas
filho de Felipe, ou seja, Alexandro
Grande, que já tinha dominado a Elod,
venceu Daril, o rei dos persas e dos
medos, e se tornou rei em seu lugar.
Empreendeu então numerosas guerras,
apoderou-se de fortalezas, eliminou os
seis da terra, avançou até as
extremidades do mundo e tomou os
despojos de uma multidão de povos e a
terra silenciou-se diante dele. Assim,
exaltado, seu coração se levou. Eh, eu
gosto o livro de Macabeus, o primeiro
livro é bem escrito, o segundo que vai
contar o mesmo período, é mais resumido
e ele não é ele não, o pessoal inclusive
diz aqui na nesse comentário da Bíblia
de Jerusalém diz que não é uma escrita
mais tão refinada quanto essa do
primeiro livro, né? Eu gosto dessa
linguagem, né? A terra silenciou-se
diante dele, né?
Assim exaltado, o seu coração se levou e
recrutou um exército sobre maneira
poderoso, submetendo províncias, nações
e soberanos que se tornaram seus
tributários. Depois disso, caiu doente e
percebeu que ia morrer. Convocou então
os seus oficiais, os nobres que tinham
com ele convivido desde a mocidade e
estando ainda em vida, repartiu entre
eles o reino. Alexandre havia reinado
por 12 anos quando morreu. Seus oficiais
tomaram poder, cada qual no lugar que
lhe coube. Todos cingiram o diadema após
após o diadema após sua morte e depois
dele seus filhos durante muitos anos. E
multiplicaram os males sobre a terra. E
aqui a partir do verso 10, do capítulo 1
de Macameu, do primeiro livro de
Macabeus, eu gosto também dessa
expressão que ele vai usar aqui deles,
desses reis dos oficiais de Alexandre,
né, são os quatro oficiais lá e tal. Eh,
quem estuda o livro de Daniel conhece
essa história dos quatro chifres que
saem, né, do eh do do bod ou do
carneiro, eu não lembro que representa a
Grécia e tal. Deles saiu aquele rebento
ímpio Antíco Epifanes, filho do rei
Antíco. Ele tinha estado em Roma como
refém e se e se tornara rei no ano 137
da dominação dos gregos.
E por esses dias apareceu em Israel uma
geração de perversos que se seduziram a
muito com a muitos com essas palavras.
Vamos, façamos alianças com as nações
das circunvizinhanças,
pois muitos males caem sobre nós desde
aquele daqu eh desde que delas nos
separamos e tal. Então, ele vai falar
aqui então de um processo de helenização
que acontece em Israel. Então, ele vai
dizer aqui que eh
alguns falaram com o rei que eles deu
autoridade da situação para a para
observarem os costumes pagãos. construir
construíram então em Jerusalém uma praça
de esportes, né, um gimnasium,
eh, segundo os costumes das nações,
restabeleceram seus, eh, prepúcios e
renegaram a aliança sagrada, ou seja,
deixaram de fazer a circuncisão,
associaram aos pagãos e venderam-se para
fazer o mal.
E aí vai falar aqui que Antioco
Epifânio, assim que ele se consolida no
trono, ele invade o Egito e aí ele
também passa por Jerusalém. E ele diz
aqui, né, no capítulo eh no verso 21,
entrando com arrogância no santuário,
tomou para si o altar de ouro, o
candelabro e todos seus acessórios, a
mesa da proposição às vasilhas, etc e
tal, né? tomou prata e ouro e tal,
carregando tudo isso, partiu para o seu
país depois de ter derramado muito
sangue e proferido palavras de extrema
arrogância.
Eu não sei qual parte aqui eu não
encontrei que diz que o o próprio
santuário
eh passou a fazer sacrifícios de porcos,
né, que eram considerados animais
imundos pelos judeus.
Então acontece assim uma profanação
total de Israel, do do do santuário de
Jerusalém e tal. Então Jerusalém se
torna uma cidade pagã. É isso que
acontece, uma cidade helênica.
Então o que acontece é que quando isso
acontece primeiro por parte de do
próprio de parte do próprio povo de
Israel e também por imposição de Antíoco
Epifânio,
acontece uma revolta liderada por um
sujeito chamado Matatiarro
Macabeu,
né? Eh, o Matatias Macabeu, né? Eh, que
se eu não me engano é o nome de Mateus
também, né? eh, Matatiarro, Mateus,
Matatias.
Eh, e esse sujeito, ele inicia uma
rebelião.
Várias pessoas seguem ele. Ele se torna,
então, o líder dessa rebelião.
Ele inicia uma espécie de uma guerrilha
daquele punhado de rebeldes contra o
império grego, né? sob a tutela de
antíco epifânio no braço do Celeusdas
ali, eh, na sob o reinado de Antioco
Epifânio. O que que vai acontecer é que
eh
essa revolta não vai parar, vai ter
derrotas e vai ter vitórias. Essa eh mas
a revolta ela vai se ela vai se
consolidando. Inclusive esse grupo de de
de revoltos eles se exilam no deserto,
então é difícil dos gregos encontrarem
onde eles estão. Eles fazem ataques e
tal. Então se torna uma coisa assim, eh,
em resumo, os Macabeus vencem meio que
pelo cansaço. Então, o que acontece? É,
são 40 anos de guerrilha contra essa
ocupação e essa profanação grega em
Jerusalém.
Então,
é chamado de os Macabeus, porque o o
Matatiarro, o Matatias, Macabeu, ele é o
primeiro, só que depois que ele morre,
os filhos dele assumem essa revolta.
Então, depois de Matatias, você vai ter
o Yahudá, o Judas Macabeus, que vai ser
o um dos mais importantes, porque
inclusive ele é o é o sujeito que vai eh
fazer a rededicação do templo, que a
gente já vai falar disso. Depois do
Judas Macabeus tem um outro, se se eu
não me engano, chama Jonathas Macabeu,
que era irmão dele, e depois Simão
Macabeu, que é o último aqui na
história, é onde a história acaba.
Então, durante essa história morre o
Antioco Epifânio e assume um outro rei.
As pessoas tentam destruir aquela
revolta, não conseguem, tal, e no final
acabam cedendo e eh
os judeus acabam podendo eh
de novo exercer a sua religião ali na
sua região dentro do seu santuário e
tal. Então, acaba a profanação. Então,
basicamente é essa a história dos
Macabeus, muito resumida. Se você lê o
livro, o livro tem 16 capítulos,
eh, e vai contar vários reviravtas,
perdem batalhas, ganham batalha, assim,
tem muitas intrigas aí no meio. E
a história do templo vai ser importante
porque é o que é o que que acontece
quando eles conseguem dominar a região
do templo e e destruir o o os ídolos que
foram colocados e tal. Eh, o templo ele
precisa ser rededicado porque ele foi
profanado. Então, meio que bom, vamos
dedicar novamente o santuário. Mas
quando eles entraram para ver o que que
sobrou dentro do santuário, é para você
fazer uma dedicação do templo, o
candelabro precisa ficar aceso por 8
dias.
É, é o tempo que demora essa essa essa
dedicação.
Só que só tinha, se eu não me engano, só
tinha um eh uma porção de óleo, que é o
óleo feito especialmente para você
colocar ali no no candelabro, na menor
do santuário, né?
Então, não, aliás, eh, você precisava de
8 dias para fazer mais óleo, mais azeite
pro pro candelabro e tal, porque tinha
um processo especial, tem um ritual
especial e tal. De qualquer forma, o o
grande milagre que acontece é que a
porção que devia durar um dia só, ela
vai durar oito, dura 9 dias. Dias, ela
se estende por dias, né? E é por isso
que os judeus têm um candelabro especial
de nove bocas que é aceso no dia de
Hanuká. eh, que vai lembrar esse
episódio é a festa da dedicação, da
dedicação do templo. É o é o dia em que
se comemora o milagre da eh da luz da
menorá, que durou eh de maneira
sobrenatural muito mais do que deveria
durar o templo suficiente, o tempo
suficiente pro templo ser rededicado,
né? Então, também resumidamente essa
história, né?
Eh, e isso aconteceu, essa rededicação
do templo aconteceu, eh, mais ou menos
no período que seria o nosso fim de ano.
E é por isso que no final do ano, lá na
época do Natal, se você passar por um
por um lugar onde tem uma comunidade
judaica e tal, você vai ver essa menorá
de nove bocas, que é uma hanquiá, na
verdade, né, que tem que faz a a a
lembrança de desses dias de milagres
onde o óleo se estendeu pro templo ser
rededicado, entendeu?
Eh, então é isso, é chamado da festa da
dedicação.
O Carlos tá que confirmando, né? O
Carlos tá sempre me ajudando aqui. Eh,
são oito dias mesmo. A Hanuquia tem nove
caçais porque um acende os outros oito.
Isso. Isso. Então, uma porção que durou
9 dias, ou seja, 8 dias que ela se
estendeu. É isso. Acho que é, né? Eh,
lém do livro, o Patrick até coloca,
lendro parece que a revolta não durou
muito tempo. É, então são 40 anos porque
a revolta vai e volta, entendeu? O
período que o que o livro tá falando,
que é desde o início da da revolta,
desde a ascensão de antíco epifâneo até
eh a época do do Shimeol Macabeu, são 40
anos. Então é um período longo mesmo que
o que o livro tá falando. Tanto que vai
morrendo um morre um general, outro
entra no lugar, morre um do líder do do
da rebelião, entra o outro no lugar. O
tempo vai passando, né? Tem uns que
morrem em guerra, né? O Judas Macabeus
mesmo, ele morre durante uma guerra, uma
dessas batalhas, né? Da guerra.
Mas é uma é estendo. Às vezes dá
impressão que a revolta acabou, mas não,
ela continua, ela é grande, ela ela
demora esse tempo todo mesmo.
Eh,
bom, e o que acontece, vocês tinham até
perguntado, né, se tem alguma referência
nos Evangelhos, né? O o Carlos até
colocou aqui que é João 10, os eh os
versos 21 e 22, né?
H, que vai dizer o seguinte,
aliás, eu vou ler a partir do 22, né? Em
em Jerusalém havia a festa da dedicação
e arra inverno. E Jesus andava passeando
no templo no alpendre de Salomão.
Rodearam, pois os judeus e disseram:
"Até quando terás na nossa alma
suspensa? Se é o Cristo, diz-nos
abertamente. Jesus respondeu: Eh, volo
tenho dito, não credes. As obras que eu
faço de meu Pai, essas testificam de
mim, mas vós não credes, porque não sois
minhas ovelhas, como já vou tenham dito.
As minhas ovelhas ouvem as minhas voz e
eu conheço-as e elas me seguem e dou a
minha vida eterna e tal. Fala: "Eu, eu e
o Pai somos um. Aí eles tentam apedrejar
Jesus e tal". Aquela aquela história
acontece aqui na ocasião da dedicação do
templo. Jesus estava lá no santuário
quando acontece isso por ocasião da
dedicação do templo. O que é
interessante aqui é que quando a gente
vai um pouquinho mais para frente aqui
no capítulo 11,
eh,
aqui no capítulo 11, eh que a gente vai
ter justamente
a história de Lázaro, né? Então, o a
história de Lázaro acontece logo em
seguida, quando Jesus tá vindo, saindo
de Jerusalém, indo para Betânia, por e
que ele tava em Jerusalém justamente
porque eh
era o o período da festa da dedicação
Hanuká, era fim de ano. Então a gente
sabe aqui que, por exemplo, a
ressurreição de Lázaro aconteceu no
final do ano, né, mais ou menos na
época, pouquinho depois da época que a
gente considera o Natal aqui, que é mais
ou menos aqui os calendários não
coincidem sempre, né? eh não tem o mesmo
número de dias, então eh os são o os
calendários eles vão se distanciando e
depois se reaproximam, porque o
calendário judaico tem 360 dias,
mas se eu não me engano a cada 7 anos
você tem um mês a mais, então ele volta
de novo. Então nunca cai no mesmo na
mesma época do ano, fica mudando, sabe?
Eh, e é também mais ou menos aqui nessa
época que Jesus vai falar: "Eu sou a luz
do mundo" e tal. O que é interessante
que justamente aqui nessa
nessa época a gente tá falando da festa
da dedicação do templo que se fala da
luz do santuário, a luz da ranquiá que
dura ali o o mais do que deveria durar,
etc e tal. Então,
eh essas são as referências que o Novo
Testamento faz aqui aos Macabeus. É a
festa de Hannoá, né? Então, a rebelião
dos Macabeus,
eh, o Flávio Josefo vai comentar delas e
a gente vai aqui na outra questão que
foi colocada do Patrick aqui, eh, que é
justamente o que que é o livro Guerras
Judaicas.
Guerras Judaicas foi escrito muito tempo
depois dos Macabeus, mas ele vai começar
falando do mesmo período dos Macabeus.
ele vai contar a a revolta dos Macabeus
também e vai terminar com a rebelião dos
judeus contra Roma,
ou seja, que vai até ali 100 e pouco eh
eh depois de Cristo. Eu não sei se o o
Josefo eh chega a falar disso. O Josefo
viu a destruição do do santuário lá no
ano 70. Eh, e ele comenta mais essa
rebelião até mais tarde. Então, eu não
sei exatamente qual o período que
termina, porque a rebeli a a as
rebeliões judaicas contra Roma, se eu
não me engano, vão até o ano 164,
se eu não me engano, daí que acaba a
rebelião de Barkorba. Barkorba, que é o
é um grande um grande líder aí. Então,
tem uma um paralelo aí, porque os judeus
foram exitosos.
na rebeli contra o império grego, o que
é uma coisa extraordinária, né?
Inclusive, eu lembro que tinha um
cartunista eh que era judeu, que ele fez
uma versão dos eh do Asterix como o
Macabeu, né? Porque é meio que a mesma
é a mesma ideia, né? Um grupinho ali se
rebelando contra o império inteiro e e
ainda prevalece, né? É mais ou menos
essa história do dos Macabeus também.
Então eles acabam sendo asteriques dos
judeus, né? Então isso acontece lá no
império grego, na época dos Macabeus. E
em Roma, inspirado muito também pela
rebelião dos Macabeus,
os judeus também se rebelaram contra
Roma, mas essa rebelião não deu muito
certo, né? eh, ela acaba com a
destruição do santuário, a expulsão dos
judeus de de Jerusalém, eh a cidade vai
se tornar uma cidade pagã e tal, e mas
isso não é revertido e os judeus só vão
eh voltar a ter um país ali, embora
sempre houveram judeus morando na
região, né? Eh, mas só vão voltar a
estabelecer um país lá em 1948, né?
Então ficou aí desde o ano 70 até 1948,
sem você ter um país oficialmente
judaico lá na região.
Ou seja, não deu muito certo. O que é
interessante é que quando perguntam para
Jesus
eh sobre o imposto
eh lembra que eles falam? A gente deve
pagar imposto a César ou não? Jesus
fala: "Ah, dá aqui uma moeda de quem é
essa imagem?" É de César. Ah, então dá
César que é de César, dá Deus que é de
Deus.
Eh, essa essa questão do imposto era uma
questão que já mostrava o início de uma
rebelião judaica contra Roma.
Justamente que os judeus falavam: "Olha,
os romanos deixam a gente até seguir as
leis judaicas aqui, mas eles impõem a a
a soberania deles sobre a gente,
principalmente através dos impostos". Os
impostos são um símbolo de que nós somos
vassalos, que nós somos derrotados, que
nós somos subjulgados pelos romanos.
Então eles queriam pagar, parar de pagar
imposto. É engraçado, né? O a forma dos
romanos dominarem é a gente domina a sua
região. Mas tudo bem, você pode
continuar seguindo aí essa sua religião
de bárbaro aí, essa religião, a as leis
de bárbaro que vocês têm e até manter
instituições que controlam a região. Por
exemplo, o Sinédrio, né, que era uma
instituição judaica, mais apoiada pelos
romanos. Vocês podem fazer o que vocês
quiserem, só duas coisas que não são
permitidas. Primeiro, obviamente,
rebelião aberta contra Roma. Ninguém
pode se declarar rei no lugar de César,
que é César é o que é o rei de vocês. E
segundo, vocês têm que pagar imposto.
Vocês não podem deixar de fazer esses
dois, né? Se isso daqui tiver em dia, aí
vocês se viram aí, fazem o que vocês
quiserem na na terra de vocês, né? A
gente até acha que vocês deveriam seguir
um uma cultura eh superior como a nossa.
Mas se vocês querem seguir essa cultura
de bárbaro de vocês, vocês podem seguir.
Meio que era meio mais ou menos essa
postura dos romanos quando eles
dominavam uma região, né? Eh,
o que é interessante disso também,
Jesus é morto acusado de ferir uma
dessas normas, porque a acusação de
Jesus é que ele se coloca como um rei
dos judeus, que ele se declara de rei
dos judeus. Inclusive, tá lá a a
acusação de Jesus é aquela plaquinha que
tá em cima dele. Eh, Jesus Nazareno, rei
dos judeus, né? Esos, Nazarenos, Rex e o
Dorum, que é o que forma o o
a sigla Inri, né? Eh, que se você for
numa igreja católica, provavelmente você
vai ver ali escrito Inri em cima de
Jesus. E esses Nazarenos, Rex Wildoron,
Jesus Nazareno, rei dos judeus, que foi
escrito, se eu não me engano, em
aramaico, em grego e em e em latim, né?
essa última versão em latim, né, que a
gente comentou aqui. Então, eh Jesus é
acusado de quebrar uma dessas leis.
Eh, e o que o que Jesus falou falou, ó,
meu reino não é desse mundo, né? Ele
meio que não, ele não se defende da
acusação, mas ele não fala que ele quer
tomar o lugar de César. Eh, e também
citaram Jesus para falar: "Ó, vamos lá,
vamos acabar com com imposto para pros
romanos, né?"
Eh, e Jesus falou: "Olha, eu não tenho
nada a ver com isso, essa revolta de
vocês, não, né? Inclusive essa revolta
não deu certo depois, né? Se se tivessem
seguido o conselho de Jesus, talvez a
história fosse diferente ali pros judeus
na época, né? Mas ali a na época de
Jesus já era um barril de pólvora ali.
Era muita tensão, era um ambiente muito
tenso entre os judeus e os romanos e
tal. Tanto que as rebeliões vão estourar
depois e eh e vai ser irremediável, né?
Também vai durar anos de rebeliões.
A primeira vai começar eh eh eh ali
próximo ao ano 70, que o ano 70 é quando
o Tito fala: "Não, eu vou eu vou invadir
e destruir a cidade de Jerusalém". E a a
cidade é destruída, mas ela vai se
estender até, né, 80 anos depois, né,
80,
eh, quase 90 anos depois, ainda tinham
rebeliões judáicas tentando retomar a
região, né, o que não deu certo.
Bom, mas basicamente é isso, né? Eh,
essa então desde o o livro do
Flávio José, Guerra Judaicos, vai falar
do período desde ali da revolta dos
Macabeus até a revolta dos judeus contra
os romanos. Então, vai abranger também
um grande período aí, né? Eh, eu não
lembro agora que ano que é a revolta dos
Macabeus no nosso calendário, mas você
vai ter também aí um alguns séculos
abrangidos aí pela pelo livro Guerra
Judaicos. O
Flávio Josef tem eh duas obras
importantes
sobre a história dos judeus, que é
guerras judaicas e antiguidades
judaicas. o o antiguidade judaicas, ele
vai começar falando desde Adão. Então
ele vai contar a história do período
bíblico também. Então ele vai falar lá
desde Adão até aquele período lá das
revoltas judaicas. Eh,
inclusive, se eu não me engano, aí nesse
antiguidades judaicas que a gente tem o
testemunho Flaviorum, que é um um uma
partezinha onde o Flávio Josefo comenta
sobre Jesus, que é uma coisa que tem
muita discussão, tem muita discussão aí.
Então, ele comenta sobre Jesus,
mas eh ele comenta de um jeito que a
grande parte dos historiadores
considerou um comentário muito suspeito
de ser uma uma
de ser uma interpolação cristã
posterior,
porque da forma como é comentado, parece
que ele tá elogiando muito Jesus,
inclusive falando que talvez ele não
fosse só um homem e tal e afirma categó
categoricamente que ele era o Messias,
né? Eh, eu sei que existe um
historiador, eu não sei o nome agora, um
historiador hoje que tá sendo bastante
levado a sério, inclusive, que ele vai
falar que o testemunho Flaviorum é
legítimo. Foi mesmo o Flávio José que
escreveu, mas não é porque ele tenha se
tornado cristão, mas é que a forma como
é colocada lá é uma forma irônica. Ele
não tá elogiando Jesus, né? E aí ele vai
mostrar essa ironia baseado nos outros
escritos de Josef, como como ele usava
essas expressões e tal. E ele vai seguir
uma linha defendendo de que não, ele tá
falando que era só mais um se revoltando
ali e tal, mais um que dizendo que era o
Messias e tal, mas não que o próprio
Flávio José reconhecesse Jesus como
Messias, tal. Então, eu sei que tem aí
uma discussão sobre se essa menção de
Fláio José F Jesus é
legítima ou não é, é um comentário
original
correto ou não, ou se não é considerado,
entendeu? Isso é uma interpolação cristã
posterior. Se algum cristão foi lá e
escreveu depois em cima dos escritos de
Flávio Josefo, né? Eu sei que eu tinha
lido um tempo atrás até que também que
parece que existe uma versão árabe dos
escritos de Flávio José, foram
conservados n em outros lugares e que
não tem o testemunho Flaviorum. Aliás,
não tem não, que tem o testemunho
Flaviorum, mas com a omissão de algumas
frases,
que são essas frases que parecem eh se
referir a Jesus como Messias.
Então, talvez o Fláio José realmente
tenha escrito sobre Jesus, mas não da
forma como ficou preservado depois, né?
Eu sei que tem essa discussão aí, esse
rolê que é um, se eu não me engano, tá
no antiguidades judaicas e não no
guerras judaicas, né? Embora também
abrangesse ali aquele mesmo período. Aí
ele vai falar que, ah, tem até hoje
esses que seguem esse esse Jesus aí são
conhecidos como cristãos e tal. Então,
tem essa história aí do Flávio José com
Jesus, tá bom?
Então tá, Patrick, eh,
aí está a sua resposta sobre falar um
pouco sobre o
livro dos Macabeus e o Guerras Judaicas,
tá bom?
Eh, a gente comenta, tem um o vídeo mais
visto aqui do canal é um vídeo sobre eh
fazendo um paralelo do Novo Testamento
com o uns escritos do Flávio José que
falavam sobre as seitas judaicas na
época de Jesus. Acho que o nome do do
vídeo inclusive é A seita judaicas na
época de Jesus. Acho que se você
escrever isso, você vai ver eh esse
vídeo aí
eh é disparado o vídeo mais visto do
canal. Acho que
eh basicamente acho que ele é ele é eh
deve ter tanta visualização como todos
os outros vídeos somados, alguma coisa
assim. É um vídeo muito visto. Eu não
sei por que bolha que ele furou, mas é
um vídeo muito visto aqui do canal. eh,
e que vai falar porque o o Flávio José
comenta sobre os fariseus, sobre os
saduceus, sobre osênios e sobre o os
elotes, né, essas quatro seitas judaicas
ali. E o Novo Testamento também comenta
sobre esses grupos. Então, eh, nesse
vídeo a gente faz um paralelo aí vendo o
que que Flávio José fala e o que que o
Novo Testamento fala e a gente vê que
eles estão bem bem entrosados.
Inclusive, esse esse é um vídeo que eu
até termino ele argumentando no sentido
no seguinte sentido. Eh, tem muita gente
que fala que o o Novo Testamento foi
escrito, sei lá, eh, muito posterior.
Quem escreveu foi Constantino, não, quem
escreveu o Novo Testamento foram
indianos que adoravam Mitra. Não, quem
escreveu o Novo Testamento, esse pessoal
inventa um monte de coisa. O fato é que
o Novo Testamento ele tá fundamentado,
ele tá imerso eh absolutamente dentro de
tradição judaica do primeiro século.
Assim, não dá para falar que o Novo
Testamento é uma produção cultural de
qualquer outra coisa que não seja o
judaísmo do primeiro século, o judaísmo
do período do segundo templo. Inclusive
tem diversos paralelos entre muitos
ensinamentos, inclusive de Jesus e de
outros rabinos ali do período, né? Eh,
esse é um dos vídeos que eu queria
fazer, que é o mais adiado do canal. Eh,
tá sendo adiado por tempo demais, mas eh
que eu queria fazer ainda, seria até um
complemento esse vídeo que é bem que tem
muita visualização, que é fazer um
paralelo entre o sermão do monte e
citações rabínicas. Isso baseado num
livro e que eu tenho aqui, Jesus
theologian.
Eh, Jesus, o teólogo judaico.
Eh, não, não é não é esse livro, é um
outro livro do mesmo autor que eh Meet
de Rabis, Conhece os Sabinos, eh, e que
vai mostrar como o Novo Testamento tem
paralelos com toda a tradição judaica
que acontecia ali naquele período, né?
muito, muito. Basicamente é muito
difícil você achar alguma ideia do Novo
Testamento que não tenha um paralelo eh
ou que não seja um paralelo de
discussões que aconteciam ali naquele
período entre os judeus. Então assim, a
ideia de que ah, Jesus é o ah, como que
era o Zite Guist, né? Jesus é uma
mistura de mitos egípcios com Mitra e
com sei quê. Tipo, não tem como. Se você
estuda minimamente o Novo Testamento e
vê o paralelo entre toda a tradição
judaica ali do período, vai falar: "Não,
essa obra ela saiu daqui, é daqui que
ela veio, não veio de nenhum outro
lugar, né? Eh, as menções são muitas
vezes diretas, né?
Mas é isso, é isso aí, gente. Eh,
o Daniel Goverde comenta aqui do milagre
do azeite, que é o que é chamado, né, do
de como durou o azeite do paraa
dedicação do templo, né? Eh,
parece que era só os judeus que poderiam
exercer sua religião. Olha, Evandro, eu
não tenho certeza não. Pelo que eu
saiba, a ideia de Pax Romana era
justamente a ideia de que eh se você
mantiver os impostos e não se rebelar
contra Roma, a gente eh permite que você
siga sua religião. A gente pode até não
gostar,
mas a gente permite.
Eh,
o vídeo das seitas tem 930.000
visualizações. Para comparação, todo
canal tem um pouco mais de que 3
milhões. Então, é 1/3 das visualizações.
É basicamente esse esse vídeo. Eh,
apesar de gostar muito das lives, ainda
sinto falta da
das lives, acho que dos vídeos, né?
Descobri o canal umas três semanas antes
de você começar com as lives e acabei
fazendo uma maratona. Fiquei surpreso e
feliz com a coincidência de que quando
comecei a assistir o canal acabei
voltando um pouco tempo depois. Ainda
sinto falta dos vídeos. Isso é pois é.
As lives acabaram sendo um jeito,
Henrique assim mais fácil de eu de eu
produzir alguma coisa pro pro canal não
ficar totalmente parado. Inclusive, eu
tava fazendo cortes das lives para fazer
vídeos e nem isso eu acabei tendo tempo,
né?
Mas eu eu ainda vou fazer cortes da da
das lives para manter o canal
alimentado, sabe?
Eh, até porque algumas coisas que
poderiam ser vídeos, eu dou uma
estudada, esse mesmo que a gente falou
hoje, poderia ser um vídeo, mas a gente
comenta em live e eu posso depois
recortar da live e fazer um vídeo que
vai ficar como seria um vídeo feito para
ser só um vídeo mesmo. Então eu eu
pretendo continuar com esse formato de
lives.
É, e quando a gente tiver um assunto que
foi bem que deu pr para explorar melhor
aqui, a gente a gente edita ele em
formato de vídeo, né, e põe ali entre os
vídeos do canal.
Eu nem sei se foi eh se esse tipo de
coisa é o que funciona melhor pro
algoritmo do YouTube. Eh, eu nunca fui
um cara muito estratégico no meu canal.
Talvez se eu fosse o canal tivesse
crescido muito mais, né? Eu lembro que
quando eu comecei tinha um sujeito que
tinha tinha um canal até bem menor do
que o meu, o Jonathan Mati
Matias Matias.
Eh, e a gente chegou até trocar uma
ideia e tal, mas ele foi muito mais
dedicado ao canal dele. O canal dele se
tornou muito maior que o meu. Foi no
Vilela outro dia e tal. Tá pensando,
puxa, se eu tivesse me dedicado, talvez
eu tivesse lá, né?
Eh,
comenta um pouco sobre Massada. A
importância para o povo judeu. Olha,
Daniel, eu não vou conseguir comentar
assim de cabeça. Eu que eu sei que
Massada foi um dos pontos de resistência
dessas rebeliões contra Roma.
Eh, se eu não me engano, Marçada foi um
um ponto em que, né, os romanos eles não
conseguiram eh
eh derrotar diretamente, mas quando eles
viam que não tinham mais saída, então eh
eles basicamente se mataram, né?
Inclusive, como é contra a religião
judaica, eles tirarem a própria vida,
então eles, eu acho que um tirou a vida
do outro e só sobrou um no final que, se
eu não me engano, se jogou contra a
própria espada. Aí tem alguma coisa
assim que aconteceu, mas eu não lembro
se foi exatamente em maçada, mas eu acho
que foi. Mas é, foi um dos pontos de
resistência dessas rebeliões judaricas
contra Roma. Eu não sei exatamente qual
é o lance de massada, o que que ela
tinha de diferente entre os outros
pontos, mas eu sei que é isso. Então,
talvez eu dê uma estudada e a gente
comenta um outro dia, tá bom?
O Henrique falando: "Abei te conhecendo
pelo pessoal da terceira margem". Ah,
tá. É, é, é. Saudade daquele pessoal.
Inclusive, faz tempo que eu não vejo
ninguém ali. Eh, o Patrick coloca aqui,
Rony, você consegue encontrar alguma
conexão entre Matrix e as escrituras
sagradas?
Pois é, Patrick, a gente vai comentar
disso. Eu vou fazer um vídeo sobre isso.
O filme Matrix tem paralelos eh
intencionais.
Eh,
eh, o, basicamente o Nelo,
Mr. Anderson,
ele é Ander, eh, Anderson, é
literalmente o filho do homem.
Eh, então meio que o Nelu é uma
representação de Cristo em vários
aspectos, né? Eh,
e mas a gente vai comentar sobre isso,
talvez semana que vem, se eu lembrar de
assistir o o o filme, porque eu quero
pegar todos os detalhes, porque tem
bastante coisa, aí a gente comenta, eu
trago aqui mais paralelos e a gente
mostra a história toda do de Matrix é
muito baseado nos evangelhos, por
incrível que pareça, e termina inclusive
com a morte e ressurreição do Né para
ele se tornar o escolhido. né? Ele morre
e ressuscita. Bom, a gente vai ver isso,
tá bom?
Eu tenho o livro de Flávio José, que é
impressionado com a história de Herodes.
Ele era extremamente mal. É, o Josefo
não tinha nem um pouco uma boa uma boa
uma boa impressão do Herodes, né? Tem
que lembrar que o Joseph também é um
cara que tá inserido nessa história
toda, né? Eh, eu não lembro qual que é o
rolê dele, mas sei que o o Josefo, ele é
um, inclusive
ele ele é chamado de Flávios Josefos,
que é um nome romano basicamente, mas é
um nome romano que ele adota, porque ele
tem um nome judaico. É, deixa eu ver
aqui. Tem, eu tinha visto isso daqui.
Eh, Josef Ben Matatiarro
é o Flávio Josefo. Ele vai assumir esse
nome Flávio José depois que ele meio que
vol se vira pro lado dos romanos. Se eu
não me engano até no no na antiguidade
judaicas, ele meio que dá uma eh uma eh
uma justificativa do por ele ficou do
lado dos romanos e tal, até porque por
muitos ele foi considerado um traidor,
né?
Mas eu acho que ele não tinha muita
opção também. Foi o jeito de ele
conseguir registrar essa história toda
do que aconteceu, né? Eh, talvez se ele
não tivesse ali ficado com os romanos,
ele não tinha registrado
toda essa história que a gente conhece
mais detalhada através do escrito dele,
dos escritos dele, desse período aí, do
período do segundo templo, né?
O Evandro coloca, tem que fazer lives
para subir e participar.
Não entendi, Evandro. Como assim subir e
participar? Eh, o Eduardo fala: "Uma vez
você falou para ver filmes ou outra obra
e ver aquilo com uma visão cristã deste
modulo, não para colocar o cristianismo
em tudo
assim como a filosofia, você encontra
livros do tipo a filosofia de Seinfield
e parece que dá fazer isso com o
cristianismo também. É, Eduardo, eh, não
era necessariamente nesse sentido da
gente ver o cristianismo em tudo, mas
ver sobre uma ótica cristã,
que eu tinha comentado, né, para quem tá
caindo aqui mais ou menos de para-quedas
aqui, eu tinha comentado uma vez que eh
a gente muitas vezes fica preocupado em
se abster de ver coisas, filmes, obras
de ficção e tal, eh porque somos
cristãos.
E a maneira como encaro isso é
diferente. Eu acho que nós devemos ver,
mas ver sobre uma ótica cristã. E quando
eu digo ver sobre uma ótica cristã,
é ver sobre uma moralidade cristã. Ou
seja, você pode ver o filme e discordar
dele, falar: "Ah, esse filme é um filme
legal, tem cenas de ação legal, mas eu
não gosto da ideia dele, eu discordo do
que que ele tá defendendo." Ou seja,
você tem que perceber o que que o filme
tá defendendo, que muitas vezes a gente
não percebe, né? Às vezes a gente tem
filme também, muito filme que não
defende nada, né? Tem filme que é só uma
sequência de de de
cenas de ação, né? Eh, mas os filmes
normalmente tem ideias que estão sendo
defendidas lá, sabe?
Eh, e no final você tem que ver, você
tem que julgar essas ideias do ponto de
vista de uma moralidade cristã, digamos
assim. Então, por exemplo, eh esse esse
exemplo eu acho interessante. Eh, Harry
Potter,
muita gente fala: "Não, a gente não pode
ver Harry Potter porque a Bíblia é
contra feitiçaria", tá? A Bíblia é
contra feitiçaria, mas o que que o Harry
Potter tá de fato defendendo?
Eh, o Harry Potter vai usar uma
linguagem lúdica de um universo de de de
eh bruxos.
Mas o que o a autora tá defendendo não é
que as pessoas se tornem bruxos, mas ela
vai usar essa linguagem lúdica para
defender outros valores, valores que
inclusive eu concordo do ponto de vista
cristão. Então, por exemplo, um dos
valores que é muito defendido dentro da
obra do Harry Potter é: "As aparências
enganam. Pessoas que parecem más tem
suas motivações e são pessoas boas.
Pessoas que parecem boas vezes não são
tão boas assim. Você não deve julgar. Aí
eu vou usar um verso bíblico. Não
julgues de acordo com a vã aparência de
eh julgar de acordo com a reta justiça,
né? Eh, é um valor cristão, entende?
Valor de lealdade à sua amizade aos
amigos, né? O valor de humildade, o
valor de não buscar o poder por si.
Então, é uma obra que tem elementos de
bruxaria, de coisa assim, que são
condenados pela Bíblia, mas se você for
ver os valores que ela tá, que aquela
obra tá tá defendendo, eu tô falando
tudo do meu ponto de vista, tá bom,
gente? Talvez vocês discordem aí de de
que é esses valores que são defendidos.
E eu não tô fazendo uma propaganda aqui
para todo mundo passar a gostar de Harry
Potter. Tô dando só um exemplo. Então,
os valores que são defendidos no final
das contas são os valores de eh
integridade, de justiça, de amizade, de
não guardar rancor, de que quando você
faz as coisas só eh por pela por rancor,
por por vingança, as coisas não dão tão
certo. Eh, eh,
e todos esses esses esses valores que eu
tô falando, inclusive valores
familiares, né? Então,
pode ser que vocês discordem dessa visão
específica que eu tô dizendo, mas o que
eu estou defendendo de forma geral é:
assistam a obra e entendam quais são os
valores que aquela obra tá defendendo e
aí você julga de acordo com seus valores
cristãos se você concorda com aquilo ou
não. Eventualmente você vai ver uma obra
ou outra que você fala: "Opa, pera aí,
isso daqui é basicamente tá inspirado
numa história de Cristo, né? Eh,
ou por exemplo, você pode ver obras, por
exemplo, eu gosto de Star Wars, eh, mas
tem uma frase em Star Wars, uma frase
que é falada que eu eu me incomodo
bastante, que é basicamente os caras
condenando uma passagem bíblica, que é
uma hora que o Anakim fala pro Obian,
que fala assim: "Ah, se você não está
comigo, você está contra mim". E aí o o
Oban fala: "É apenas um sif."
eh
julga as coisas em em absolutos dessa
maneira. Você realmente se corrompeu e
tal. Aí eles começam a luta dele final
lá no no episódio 3, a vingança do do
Sith. É isso. Eh, então, por exemplo, é
uma menção a uma
a uma frase bíblica e a uma menção
distorcida, como esse absoluto fosse uma
coisa necessariamente ruim. Às vezes os
outros absolutos são bons, porque quando
você vê um mal acontecendo, você não
quer relativizar ele. Então, eh, eu não
gosto, essa passagem me incomodo, mas o
próprio Star Wars tem menções a ideias
bíblicas, por exemplo, a ideia de que o
escolhido ele nasce espontaneamente de
uma mulher que não teve relações, né?
que é o caso do Anakin Skywalker, que
nasce da Shmi Skywalker sem ter
relações. É, aí ele vai falar lá que é
uma uma geração espontônea dos
midicorians lá e tal. Então ele vai
muitas obras fazam fazem menções a
ideias bíblicas e não necessariamente
que isso vai ser desenvolvido na obra
inteira. Então, o Anakim Skywalker, ele
não é um um uma
um arquétipo de Cristo, mas a ideia dele
ser o escolhido, o que vai trazer o
equilíbrio, eh, e que ele nasce de uma
forma sobrenatural e uma moça engravida
sem ter relações, é obviamente uma
menção, é uma referência a uma ideia
cristã, entende? Eh, então a gente vai
ver obras que usam alguns elementos
cristãos. O próprio Matrix, obviamente,
ele não é um uma uma referência completa
e absoluta, porque Jesus não saia na
porrada com as pessoas igual o Nel sai,
entendeu? Mas tem vários elementos
baseados, inspirados, eh, que fazem
referência a a a ideias bíblicas cristãs
ali também.
Eh, bom, é isso.
[limpando a garganta]
Aí, Patrick coloca aqui emada, se eu não
estou enganado, cada homem matou sua
própria família e logo em seguida eles
sortearam entre eles qual seria o seu
próprio algós para o último rebelde, não
sei que fim se deu. É, acho que era isso
daí. O problema é que um tema específico
cria na mente de quem assiste a
curiosidade sobre o tema, o que alguns
podem mergulhar no tema, por exemplo, da
bruxaria como algo bom e nobre.
Isso, isso é verdade. É por isso que eu
digo que eh não basta você não assistir,
porque esses elementos, elementos pagãos
de eh elementos de culturas pagãs,
elementos que são
contra a Bíblia e tal, você vai entrar
em contato com eles de um jeito ou de
outro. Eu acho que o que faz diferença
para alguém cair numa dessas aí que você
tá falando é se você assiste a obra com
senso crítico, entende? O que eu tô
falando também não é uma exaltação do
Harry Potter. Por exemplo, eh o Harry
Potter tem uma coisa de que o Harry
Potter é bom, mas ele tem elementos
malignos dentro dele, porque ele mesmo é
uma hor crooks lá do do
até esqueci o nome lá do do cara que que
não se pode pronunciar o nome. Então,
por exemplo, ele fala a língua das
cobras e tal. Então, a serpente,
uma referência bíblica também, eh, é
como se fosse um animal que
representasse o mal, mas ao mesmo tempo
ele tem uma relação íntima com Harry
Potter. Então, você olha e fala: "Tá
beleza, eu tô entendendo o que o autor
tá fazendo". Ele tá falando que o Harry
Potter é bom em essência, mas ele tá
usando uma ideia aqui eh não é nem
necessariamente contra a Bíblia, porque
de acordo com a Bíblia ninguém é
perfeito, mas ele tá indo mais para uma
linha mais eh eh
mais oriental no sentido de Ying yang,
né, que o mal tem um pouquinho de bom e
o bom tem um pouquinho de mal, entende?
O que nem é necessariamente contra a
visão que a Bíblia tem sobre as pessoas
na situação que vivemos hoje. Ninguém é
completamente bom, ninguém é
completamente mau, né? E a gente pode
até achar aí passagens bíblicas que que
podem dizer isso, né? Eh, acho que é
mais difícil achar que falar que ninguém
é completamente eh mau. Acho que a
Bíblia vai mais no sentido de que as
pessoas são completamente matas, né? Mas
que ninguém é completamente bom. todo
mundo que é bom tem ali elementos ruins,
tudo bem, se encontra. Então, entende,
eu eu posso pegar essa obra,
que não é uma obra que tem como objetivo
pregar o cristianismo, obviamente, mas
eu posso valorizar, olha, tem valores
bons aqui, esse valor eu concordo e que
essa obra tá tá tá ela tá eh eh
concordando com isso, né? Eh, agora esse
outro valor que tem aqui, isso eu não
concordo. Eh, eu estou julgando isso de
um ponto de vista cristão, entende?
Então, eu, como um cristão, quando eu
olho para esse elemento, o que que eu
acho? Ah, isso daqui eu não concordo.
E com esse outro? Esse eu concordo. É
isso, gente. Eh, eh, analisar e o e o
analisar e tudo rete. O que é bom.
Eh,
eu acho que vai nessas nessa linha e até
o o o verso de Filipenses que a gente
comentou outro dia, ó, se existe algo de
bom, de justo, se existe algum valor que
que nessas coisas, é nisso que você
coloca a sua mente. Então, assim,
considere o que é bom e foque nisso,
entendeu? Eh, e aprenda a fazer essa
separação do que é bom, o que é ruim.
Então, beleza. Posso ser fã de filmes,
por exemplo, eu sou um fã do Clube da
Luta, mas eu gosto desse filme, mas eu
entendo o caráter subversivo desse desse
desse filme,
inclusive anticristão em alguns
elementos, né? O o Tyler Durden, que é
um eh que é um um cara que quer
subverter, perverter os valores da
sociedade, digamos assim. E o claro que
o filme não joga isso de forma van. tem
uma criação desse personagem, mas ele é
colocado como um próprio Cristo. Os
caras fala: "Ele é o meu seguidor, eu
sou seguidor do Tyler Durden." Faz uma
referência, eu não lembro exatamente
qual, mas eles falam, se referem a Tyler
Durden como um próprio tipo de Jesus
Cristo, entendeu?
Então o que vai acontecer também com o
Nel, mas num contexto bem diferente, a
gente já vai falar disso aí na talvez na
próxima live. Então, o que que eu tô
falando é justamente que
o que faz a gente não cair no erro
de achar uma coisa ruim, uma coisa boa,
não é se abster,
mas é olhar tudo com um olhar crítico.
Inclusive, e aí que tá, acho que é esse
que é o ponto. Quando você aprende a ver
as coisas com olhar crítico, você não
desliga o seu senso crítico mais. Você
vai assistir um filme falando: "Olha que
bacana, que legal, olha que valor, como
ele, como ele, ele desenvolveu esse
valor nesses personagens, como ele
exaltou esse valor, um valor que eu
concordo, que legal". E essa outra
coisa, nossa, isso para mim é
completamente equivocado. Isso eu
discordo absolutamente nessa obra, né?
Quando você desenvolve esse senso
crítico, você não desliga, você vai
fazer isso num filme e vai fazer isso
num sermão da igreja também.
O erro para mim, o grande perigo de tudo
para mim é o seguinte, é você achar que
se eu consumir só coisas cristãs, eu
estou salvo da perversidade
e você não desenvolver o seu senso
crítico. Entende o qual que é o o que
que eu tô defendendo aqui? Então eu
defendo que você, tudo que você
assistir, tudo que você ouvir de música,
tudo que você lê de livro, toda aula que
você ouvir, você faça tudo isso com o
seu senso crítico baseado no na sua
moralidade cristã, ligado quando: "Ah,
isso daqui eu não acho que é bom, isso
não acho bacana. Ah, não, isso daqui é
contra a Bíblia. Ah, isso dali, eh, ele
tá usando um exemplo contra contra a
Bíblia, mas ele tá usando num sentido
que acho que até tem algo que se
aproveite aí, ou ele tá usando exemplo,
uma coisa que é bíblica, mas de um jeito
distorcido, que eu acho que não se
aproveita, entendeu?
Eh, e isso vai acontecer também dentro
de um sermão. O sujeito vai estar
falando e você vai estar olhando e
falando: "Nossa, esse sujeito é uma
pessoa ruim essa pessoa que tá pregando.
Esse sujeito, ele tá usando uma
linguagem bíblica, mas ele não tá
pregando valores bíblicos. Esse sujeito
tá falando eh de um jeito de cristão,
mas quando eu confronto ele com a
moralidade bíblica, eu tenho que
rejeitar esse sermão quase por inteiro."
Isso acontece o tempo todo comigo
também. música que eu ouço da igreja e
falou: "Nossa, essa música aí não quer
dizer nada. A letra dessa música nem
sentido faz. A pessoa só juntou um monte
de palavra que ela achava bonita". Então
você vira o chato do rolê também,
entendeu?
Mas é impossível eh é impossível você
desligar o senso crítico depois que ele
foi ativado. Depois que o que o terceiro
olho se abre na sua testa para usar uma
referência aí de religiões orientais,
ele não se fecha mais. você não consegue
mais ver coisas e ser simplesmente
passivo. É claro que vai ter coisas que
você vai deixar passar, você não vai
perceber
porque é um exercício constante, mas
você não vai conseguir ver alguém
escrchar um um um coisa perversa na sua
cara com uma carinha de cristão e falar:
"Ah, tá beleza, eu compro isso porque é
da igreja, porque é um porque é o pastor
que falou, porque é uma coisa cristã".
Não, não, não é assim. Então,
no final das contas, quem é responsável
pelo lixo que tá entrando na tua cabeça
é você. Você é o único responsável.
E me preocupa muito a gente não criar
esse senso de responsabilidade
nos jovens e de pessoas que estão e
aprendendo as coisas da vida ainda,
entendeu? Eh, isso é absolutamente
necessário, isso é imprescindível
você aprender
a distinguir as coisas. Para um cristão,
isso é um valor assim, eh, que não dá
para abrir mão, entende? Então, é mais
nesse sentido. Eh, então vai ter coisas
que você vai discordar, vai ter obras
que você falar: "Nossa, esse diretor
aqui, a maneira dele pensar desse
roteirista é uma maneira totalmente
contra tudo que eu acredito, né? Eh,
embora eu consiga ver que uma coisa ali,
outra se salve." E embora eu tenha até
me divertido no filme. O filme é
divertido, ele me divertiu, mas eu não
gosto. Tem filme assim, né? Eu lembro
que um um filme quando eu parei para
pensar, falei: "Nossa, esse filme eu não
gosto dele". que era, acho que o
Kingsman
é um filme que, ah, divertido, mas
quando eu parei para pensar, cara, eu
discordo
veementemente dos valores que esse filme
tá passando, inclusive ele me incomoda
hoje, entendeu? Já é um filme que eu não
assistiria hoje, nem para me divertir,
eh, porque eu não gosto do jeito de
pensar das pessoas que criaram esse
filme,
entende? Eh, então isso acontece também.
Mas é isso. Eu acho que falta senso
crítico de cristão sobre eh que se expõe
a obras não cristãs e falsa falta o
senso crítico de cristãos que estão
expostos a a obras cristãs
também, né? A minha opinião,
eu acho que isso devia acontecer.
Deixa eu ver aqui o que que vocês estão
achando
do que que eu tô falando.
Harry Potter é tipo estilo Nárnia? Não,
não é não. O Nárnia, por exemplo, e
as crônicas de Nárnia,
eles são uma analogia ao evangelho assim
intencional,
é tão intencional, tão escrachada, que o
Token, que era muito amigo do CS Lewis,
falou: "Olha, isso aí eu já não curto
esse tipo de coisa, porque eu acho que é
uma analogia muito direta". O token não
gostava de fazer. Inclusive ele ele
fala: "Olha, não fiquem procurando
coisas na minha obra porque eu não tô
fazendo referência a nada, tá? Embora
tenham referências ali, obviamente, né?
A gente já comentou em outras ocasiões
aqui, mas não são referências
intencionais. Mas a a referência de
Nárnia ao evangelho é intencional do CS
Luiz. O C Luiz criou Nárnia pensando:
"Eu quero divulgar o evangelho através
dessa obra de ficção, entende? Eh,
Matrix que a gente vai comentar, não é
isso. Os
criadores de Matrix não são cristãos,
mas eles se inspiram em em vários
elementos do cristianismo para fazer a
obra. Eh, isso vai acontecer com outros
filmes também. Eh, mas Narnia e Harry
Potter, nesse sentido, não tem nada a
ver um com o outro, entendeu? O Harry
Potter ele ele as referências diretas
dele são muito mais pagãs, entendeu? são
muito mais pagãs no sentido de ah
bruxaria é uma história de um bruxo,
menino que se descobre bruxo e tal, não
sei o quê.
Aí o Daniel coloca aqui vimos Macabeus,
guerras judaicas, revoltas que o povo
judeu passou, se torna legítimo se
defender dos seus inimigos nos dias
atuais.
Depende de você considerar se me se
defender dos seus inimigos, ainda mais
levando em consideração esses exemplos,
porque a gente tá falando de exemplos de
de pessoas que estavam sendo mortas,
torturadas ali, no caso dos Macabeus, se
você não aceitasse a ideia do antigo
epifân, os caras vinham e passavam a
faca em você, entendeu? Então, em um
momento em que a sua religião vai est
sendo perseguida literalmente com gente
bo pondo arma na tua cabeça, eu acho que
é legítimo você se defender, né? Agora,
eu acho que muitas vezes a gente cai
também num engano de que estamos sendo
perseguidos. E aí quando você vai ver
bem, não é exatamente perseguição o que
tá acontecendo, sabe? Então, por
exemplo, eu detesto, eu acho, sem
sentido nenhum esse negócio de de
pregadores invadirem espaços públicos,
eh,
não é só invadirem, é tornarem espaços
públicos particulares,
eh, como um culto, transforma em culto,
coisa assim, por exemplo, é o pessoal
que entra num num shopping, faz um flash
mob cristão e começa a cantar música
cristã, e tal. Eu detesto isso. Eu acho
isso eu já comentei disso aqui e talvez
comente de novo. Em outros casos, eu
acho que isso não é bom pro evangelho,
isso não é bom paraa imagem do
cristianismo. Isso não não tem nada de
bom nisso. Isso é puro é é puro e é puro
afago no na na no no próprio cristão, na
vaidade cristã. Falar: "Ó, nós somos um
povo que estamos dominando os lugares,
né? Eh, detesto esse tipo de coisa. Eh,
então, muitas vezes gente que se
posiciona como eu, que sou cristão,
inclusive frequento igreja e falo: "Não,
isso não deve ser feito". Quando eu falo
que isso não deve ser feito, existem
cristãos que entendem isso como uma
perseguição ao cristianismo. Eu tô
falando que não é que só o cristão não
deve fazer. Eu não quero ir num lugar e
ter um um sei lá, um espírita pregando a
palavra do espiritismo. É porque eles
nem fazem isso, não é? O espiritismo não
é não é proselitista do mesmo jeito que
os cristãos são. Eh, mas eu não quero
entrar num lugar e ter pessoas pregando.
Eu não quero pegar o ônibus e ter gente
do ônibus pregando sobre a ideologia
política dele, sobre a religião dele. Eu
não quero, eu acho errado. O espaço
público não devia ser feito para isso.
principalmente em avião que o pessoal
fala que é um espaço público onde as
pessoas não têm livre circulação e tem
regras muito rígidas porque a vida das
pessoas pode estar em risco, entende?
Então, quando você fala que é contra, as
pessoas vão entend, muita gente entende
como uma perseguição ao cristianismo,
eh, e acham que tem o direito de se
defender. Então, eu,
quando fala sobre se você não deveria
poder se defender, o direito legítimo de
se defender, eu fico um pouco assim,
porque eu concordo com o direito
legítimo de se defender. O que eu
discordo é o que as pessoas estão
chamando de se defender ultimamente,
entende?
Então depende, depende do que você quer
dizer, como se defender, do que você
quer dizer como um exemplo prático,
entendeu?
Sobre o testemunho Flaviano, tem um
vídeo e um livro, não sei se está
gratuito ainda, que apresenta evidências
de autenticidade do testemunho que me
pareceram bem fortes. O Aid coloca aqui.
É, pois é. Tem um vídeo do cara ali do
Dois Dedos de Teologia,
que é um sujeito que, claro, tem coisas
que eu concordo, tem coisas que eu
discordo, mas ele fez um vídeo muito bom
entrevistando um cara que escreveu o
livro, esse livro sobre o o testemunho
Flaviano, eh, que é essa teoria que eu
tava falando.
Vale a pena assistir esse vídeo dele.
Então, eh,
eu não sei se é o mesmo que você tá se
referindo, mas é isso daí.
Ah, cadê? Cadê? Cadê? Me perdi aqui um
pouco
aqui.
Lucilene falando, né? Assisti esses
filmes, posteriormente aprendi sobre
mensagens subliminares, reavaliei as
mensagens dessas obras. A Lucilene tá
falando aqui. Então, Lucilene,
o que acontece?
Eu não sei exatamente o que você tá se
referindo por mensagem subliminar, mas
tem muita gente que fala besteira sobre
mensagem subliminar, que pegam inclusive
teorias diferentes
e misturam teorias que não se bicam, eh,
teorias que eu tô falando de teorias da
psicologia, eh, e fazem uma amálgama
muito mal feita. Então, por exemplo,
quando o cara o cara fala que a a
quando você vê uma mensagem subliminar,
eh, ela vai diretamente pro seu
inconsciente, né? Quando você fala de
inconsciente, você tá falando de Freud,
você tá falando de psicanálise. A
psicanálise é toda uma teoria sobre como
funciona a mente humana, né? Eh, uma
teoria, inclusive, que eu não concordo.
Eu não sou psicanalista, eu não não
compro essa teoria, mas existe uma
teoria que tem uma lógica, é uma teoria
desenvolvida, não eh vai ter Freud,
Lacan, Winicot, não, não é só um autor e
é desenvolvida até hoje essa teoria, mas
quando você fala de inconsciente, de
todas as teorias sobre como funciona a
mente humana, você tá se referindo
necessariamente à psicanálise. Então, já
parte desse pressuposto.
Se você acha que uma mensagem pode ir
diretamente pro inconsciente, quer dizer
que você concorda com toda a teoria
psicanalista sobre o que que é
inconsciente, entendeu? eh, o que eu já
não concordo. E depois que ele vai usar
o elementos do berraviorismo, que é uma
outra teoria que explica a mente humana
de uma outra forma, que é inconciliável
com a psicanálise, eh, e mistura isso
com a ideia de inconsciente. Então
assim, tem gente que fala sobre mensagem
subliminar que fala umas coisas que
assim não faz sentido, não casa, não tem
comprovação alguma de nada, não tem
evidência de nada
baseado em umas teorias e pseudo
evidências ali do começo do século eh
XX, 1900 e pouco, eh de gente que diz
que fez um estudo sobre tal coisa, só
que esse estudo quando é refeito depois,
eh, de forma mais controlada, ele não se
mostra eficaz. Então, a ideia de que,
sei lá, você mostra um frame de uma
coisa, aquilo vai ficar no inconsciente,
vai fazer a pessoa agir sem saber por
isso não existe. Então, eh, dependendo
aí do que que é mensagem subliminar,
porque a expressão mensagem subliminar é
uma mensagem que está e debaixo, tá nas
entrelinhas, tá? Então, de certa forma
você pode falar que tem mensagem
subliminar em tudo, né? todo filme vai
ter mensagem subliminar, vão ter
mensagens que não tão explícitas, né?
Mas a ideia de que essas mensagens
afetam diretamente o inconsciente, fazem
a as pessoas se tornarem escravas
inconscientemente de coisas, isso não,
isso não existe. Não tem como, não tem
eh não é só que não tem evidências
disso, existem evidências contra isso,
entende? E a a realidade não funciona do
jeito que as pessoas estão falando que
funciona, eh, que muita gente diz que
funciona quando se refere a mensagem
subliminar, né? Então, por isso que eu
acho que é importante a gente não ter
medo de entrar em contato com as coisas
para você ter o senso crítico. O seu
senso crítico vai ser mais forte do que
qualquer tipo de mensagem subliminar,
entende?
Se você olha para coisa, hum, eu percebi
aqui que que o o o diretor tá querendo
dizer e eu discordo, não tem mensagem
nas entrelinhas que vai fazer você
concordar, entendeu? O importante é você
fazer tudo isso conscientemente. Olha,
eu estou deliberando sobre as ideias que
são estão sendo postas na minha frente.
Estou pensando sobre elas, estou
raciocinando, estou pondo elas à prova.
Isso é o importante,
né? O Ai, eu acho que é o é o é o
eh não, pera aí. Esse livro me mostrou
que cometi um erro sobre Jesus
histórico. É o título do vídeo. Na
descrição do tem um link para o vídeo.
Acho que é inclusive esse historiador
que você cita. Até talvez seja isso.
Talvez seja isso aí mesmo.
O T de data diz aqui tava assistindo o
HR Cristo agora. É, [risadas] então que
a gente tá falando do INRE, né? Eh, ele
tira o título dele desse Nazarenos
Hexorm, o Jesus Nazareno, rei dos
judeus, que acho estranho, né? Que é um
é um título que Jesus
não exatamente toma para si, né? um
título que Jesus foi crucificado,
acusado falsamente de ser o rei dos
judeus, sendo que, pelo menos não no
sentido que estavam acusando ele, ele
não era o rei dos judeus, né?
Eh,
estou vendo a série O conto da Aia.
Muitos evangélicos estão meio estão meio
proibindo. Tô achando legal. [risadas]
Eu não vi essa série, João. Eu sei mais
ou menos sobre o que que é, mas eu não
não vi. Eh,
o que eu acho que também, eu não sei, eu
não não tô falando diretamente da série,
mas eu acho que tem gente também que às
vezes acha que tem teve um sociólogo que
falou que a gente tá a gente tá entrando
em um o Brasil vai se tornar uma um país
eh radical fundamentalista cristão nos
moldes dos países islâmicos e tal. Eu
acho que o pessoal também é meio
alarmista no no contrário assim de achar
que os cristãos estão dominando tudo.
Então acho que também o pessoal vai meio
para outro lado, né?
Mas não sei, talvez o tenho que ver esse
conto da Aia é porque dizem que ele tem
críticas bem pertinentes aí, né?
Eh, o Henrique coloca aqui na tipo uma
parábola moderna, o uso de uma narrativa
história para passar o ensinamento é
mais ou menos isso daí mesmo. É como se
fosse isso. A, é como se fosse isso,
Henrique. Acho que faz sentido dizer
isso.
Eh, o Patrick coloca aqui: "Você já leu
outros livros religiosos, como os Vedas,
o Bag Bagava Guita e o Alcorão?" Não, eu
não li nenhum livro inteiro. Eu leio
coisas, eu já li textos, eh, algumas
coisas assim. Eu não, eu não, eu não sou
muito conhecedor de profundo de nenhuma
religião que não seja o cristianismo,
eh, e o judaísmo. Algumas coisas que eu
conheço também.
Eh, mas eu tenho até interesse também.
também não acho problemático, assim por
curiosidade,
né, saber o que que as outras pessoas
pensam sobre Deus ou sobre os deuses e
tal. Eu já li livros sobre
eh sobre religiosidade. Eu já comentei
aqui um livro chamado O Sagrado e o
profano do Mircea Eliad.
é um historiador romeno que ele vai
analisar o pensamento religioso e não só
cristão, o pensamento religioso da
diversos elementos do pensamento
religioso, né? Isso eu adoro, isso acho
bem legal, mas eu nunca li nenhuma obra
assim. Eh, inclusive
eu acho que eu até tem aqui em casa
alguma coisa, eu não li. Eh, mas eu
gosto de ler de eu gosto de ler algumas
coisas que eu não concordo, mas que eu
tenho alguma alguma ponte. Eu tava lendo
outro dia alguma coisa sobre a Cabalá
judaica, que parte de pressupostos que
eu discordo,
mas que eu acho interessante porque de
alguma forma ali ele tá lidando com
conceitos bíblicos, né?
Eh, eu gosto de ler sobre algumas
religiões.
Um tempo atrás, eu uns anos atrás, eu eu
gostava de ler sobre os Rastafari,
que é uma religião interessante da da
Jamaica ali, que pega uns elementos
judaicos, cristãos
e misturam com a ideia de que o o
Tafari, o Rast Tafari, né, o o que é o
um rei Salati, um rei da Etiópia, ele
foi meio que uma reencarnação de Cristo
e tal. E a partir disso eles criam toda
uma religião. Eu gosto de entender como
as pessoas interpretam algumas coisas e
entendem algumas coisas, mas eu não sou
assim um conhecedor muito profundo de
outras religiões. Não
é legítimo cristão ter arma de fogo para
se defender? Diz aqui o Té de Data.
Olha,
esse é um é um dos temas que entra
naquela guerra cultural, né? Eh, se você
é de esquerda, você vai falar uma coisa.
Se você de direito, você vai falar
outra. Eu não, eu não penso muito nesses
eixos.
Então, eu entendo que é legítimo um
cristão ter arma de fogo para se
defender
se ele está sofrendo alguma ameaça.
Aí alguém vai dizer: "Ah, a sociedade
que a gente vivia é muito violento,
então já não é uma ameaça em si". É,
pode ser, pode ser. Eu não, eu eu não
tenho uma resposta direta para isso,
não. Eh, eu não acho que necessariamente
um cristão,
embora isso também seja uma atitude
cristã, o sujeito botar uma arma na sua
cabeça, eh,
e te dar um tiro e você não fazer nada,
pode ser uma atitude cristã também.
Basicamente, Cristo fez isso e Cristo
ensina os outros a a a serem a não
revidarem. Então, existe um pacifismo
dentro do cristianismo, mas também
existem outras perspectivas dentro da
própria Bíblia, entende? Eh,
as próprias, tantas guerras que o que o
povo israelita passou, que estão
descritas na Bíblia e tal.
Eh, eu não sei, talvez o testemunho de
Jesus fale mais forte, seja como mais
uma última palavra. Eu tô mais pro lado
do pessoal que prefere não se defender,
mas eu também não condeno alguém que que
se defenda de uma violência com de forma
violenta também. Eu acho que é legítimo,
entendeu? Talvez não seja a essência da
mensagem cristã, mas é legítimo. Então,
eu acho um assunto difícil esse, na
verdade não acho o assunto muito fácil,
não.
O que eu não gosto é é cristãos que
promovem
a o belicismo de armas de fogo. Isso eu
discordo. Então, há um tempo atrás tinha
lá o cara postava fotos da Bíblia dele
com a arma do lado e com o cachimbo
falando: "Ah, acabei de estudar Bíblia e
tal, aqui comer a arma do lado". Aí eu
já acho viagem, sabe?
Agora o cara tem uma arma em casa
eventualmente porque é uma área
perigosa, ele precisa se defender. Aí
também não sou eu que vou falar que o
cara não não devia ter.
Então não sei. A minha resposta é não
sei.
O Aid coloca aqui: "Sim, eu acho muito
estranho a cultura no ambiente da
igreja. em algum eh em alguns elementos
parecem ter poderes mágicos e que a sua
representação, independente de bem
representado ou não, independente da
mensagem, é lido quase como uma espécie
de magia. Apareceu tal elemento, logo me
amaldiçoro ao ao eu ver ouvir, etc e
tal. Esse eu acho que é um ponto
importante, Ed. Eu acho que esse é um
ponto fundamental muito importante, eh,
que eu acho que é muito por aí mesmo,
eh, a ideia de que nós não estamos
imersos em poderes místicos que estão
para além da nossa vontade, entendeu? A
gente tá imerso em um mundo que tem
forças que estão para além da nossa
vontade. Os potestad,
os principados e potestades e tal,
poderes desse mundo e tal. A Bíblia faz
referência a isso, mas não existem
poderes místicos que me fazem eh escravo
ou que me fazem perder a salvação, que
sejam fora da minha vontade dentro de
uma perspectiva bíblica, dentro do jeito
que eu acredito. Então assim,
se
eu sou cristão e vou para um lugar onde
as pessoas adoram outros deuses, estão
lá se curvando aos outros deuses e eu
entro naquele lugar, isso não não perdi
a salvação por causa disso. Isso não
invalida tudo o que eu acredito e tudo
que eu faço. Entendi. E entende?
O, o, um, um
existe uma energia mística pagã em um
lugar que eu entre ou em um filme que eu
assisti. Nossa, eu assisti um filme que
tem o diabo. Ah, então o diabo vai
penetrar na minha mente, eu vou perder a
salva. Isso não existe. Isso. Isso para
mim é totalmente antibíblico. Inclusive,
eu acho que a Bíblia combate esse
pensamento que é um pensamento pagão.
Pra Bíblia, eu vou usar aqui o exemplo
de Paulo falando da da do da carne
oferecida a ídolos. Pra Bíblia não
interessa os ídolos, não interessa os
demônios, não interessa o o
as entidades pagãs.
A gente só acredita em um Deus e que ele
tá acima de todas as forças. Se você
acredita nesse Deus e você segue ele, se
submete a ele, não tem força no mundo
que consegue se opor a isso, entendeu?
Então, o mais importante pra Bíblia,
claramente para mim, é o que que você
decide conscientemente
e tomar cuidado para não errar por
descuido, por coisas que você não
prestou atenção, porque você pode errar,
você pode fazer o mal sem prestar
atenção. Então, esteja eh esteja
vigilante em relação a isso. Mas assim,
nossa, sem perceber,
nossa, eu comi um prato aqui que foi
oferecido a um ídolo. Paulo falava e daí
dane-se a sua preocupação devia ser, ah,
tá, mas eu comer esse prato aqui que foi
oferecido a um ídolo, né? Isso vai fazer
meu irmão se perder. De repente meu
irmão olha e fala: "Nossa, por que que
ele vira uma confusão na cabeça dele?
Por que que ele comeu aquela coisa?"
Mas para você mesmo, pra gente que tem
eh eh que somos o os irmãos mais fortes
de acordo com a o que Paulo disse, isso
não faz nenhuma diferença. Você tem que
estar preocupado com o irmão mais fraco
para não induzir ele ao erro. Mas essas
coisas não têm poder algum, não tem
relevância nenhuma. Então eu tô fechado
com você aqui, Aid, né daqui. Eh, essa
apareceer um elemento, apareceu uma
maldição, essa ideia de maldição que é
totalmente pagã. Eu vou falar uma
palavra aqui que vai amaldiçoar a pessoa
ficar impregnada nela. A maldição e tá
não, isso gente, olha, pode me
amaldiçoar aí à vontade. Eu não tô
preocupado com isso, porque eu acredito
num poder muito mais forte que qualquer
maldição. Isso, isso não, isso não devia
ser preocupação da gente, entendeu?
Eh, então esse tipo de misticismo, ele
simplesmente não combina com o
cristianismo, com o cristianismo
bíblico, né? Esse tipo de misticismo
neste sentido, isso é por o pensamento
pagão, mágico. A Bíblia não é assim.
Eu sou muito do contra, diz aqui o João.
Quando algum pastor fala mal de alguma
coisa, eu quero ver para fazer a minha
própria análise. Muitas vezes me
surpreendo, acho mais cristianismo, eh,
em outras fontes. É, acontece. acontece,
né? Dependendo do pastor, eh, você sabe
que não é um bom conselho, né?
Aí o complementando é uma crença
absoluta, tem um certo poder do
subconsciente.
Eh, tem um aspecto da obra de arte que
geralmente ela é polissêmica. Então, a
cultura de igreja, às vezes não
acostumado ao debate, não é capaz de
fazer mais de uma leitura, não é capaz
de criticar.
Eh, Jesus, que não era imortalista, na
minha visão, ele usa pessoas mortas no
Ades em diálogo na parábola do rico
Lázaro. Eu tô fechado com você aqui, com
tudo isso daqui que você tá falando. Eh,
a Bíblia, como uma obra de arte, que
também é uma obra de de literatura,
ela também é polissêmica em diversos
sentidos. Isso causa uma confusão na
cabeça das pessoas, porque elas querem
que a Bíblia seja um manual técnico,
sabe,
de como você deve agir, como não deve
agir. Mas quando você olha paraa Bíblia,
gente, é difícil. A Bíblia fala de
situações, sabe? Davi jogou uma pedra na
cabeça de Golias, ele caiu,
[limpando a garganta]
tirou a a espada dele, arrancou a cabeça
dele e tal. E isso tá é bom ou ruim? é
para eu sair cortando a cabeça das
pessoas também ou é naquele contexto
aquilo era válido ou a Bíblia tá
criticando aquilo, sabe? Isso é uma
coisa que eh a gente tem que ter o senso
crítico que eu falei, tem que tá
inclusive ao ler a Bíblia também.
Ao ler a Bíblia também. Quer ver uma
crítica que fizeram a uma coisa na
Bíblia que no começo eu falei: "Nossa,
eu nunca tinha pensado em ver essas
coisas dessa forma, mas abriu a minha
cabeça para algumas coisas". Então,
sobre o livro de Ester,
que no final, quando o tinha o dia lá
que era pros inimigos dos judeus
atacarem e matarem os judeus, e aí
Estter consegue reverter o decreto, mas
como ela não consegue anular, é um outro
decreto que é colocado. Não, os judeus
têm o direito de se defender. E naquele
dia os judeus mataram muito mais gente
do que aqueles que iam atacar eles. E
aí,
a, o texto de Ster tá fazendo um elogio
a essa postura ou o texto de exter tá
descrevendo essa postura e cabe à gente
fazer uma análise crítica de pera aí,
será que os caras não passaram da conta
também aí? Será que era assim? Será que
Davi também quando foi eh guerrear
contra os filisteus também não passou
meio da conta ali? Também saiu matando
gente demais? Eh, a própria Bíblia
questiona isso. Falam que David tinha
muito sangue nas mãos, por isso não
devia construir o santuário. Eh,
muitas coisas que a gente considerar
hero atos heróicos na Bíblia, será que a
gente não devia dar um passo para trás e
olhar e falar: "Pera aí, a Bíblia tá
concordando com isso? Ela tá falando que
eu tenho que gostar disso ou ela tá
descrevendo uma coisa que eu deveria ter
um senso crítico em relação a isso?
É para eu achar bonito o Davi cortar a
cabeça do Golias ou de repente não era
tão bom assim? ou de repente é complexo,
tem vários aspectos envolvidos. Então eu
concordo plenamente aqui com Aid, a arte
é policêmica e a própria Bíblia é
policêmica. Aí a gente não, o pensamento
eh existe um pensamento cristão que não
sabe lidar com isso e que é tudo é é
preto ou no branco. Pega aquela frase lá
de Jesus, seja posso falar sim, sim,
não, não, que passar disso vem do
demônio. Então quer dizer que a gente
não pode eh ter nuance nenhuma,
complexidade nenhuma. A gente não pode
ver as coisas de mais de uma
perspectiva. Tem que ser tudo assim, ó.
Pá pá pá pá. É, não faz sentido, né? Eu
não acho que faz sentido nenhum.
Eu acho que eu pulei uma mensagem de
alguém aqui. Eh, a, o Eduardo aqui. Uma
vez eu tava em um ônibus e o pessoal
começou a fazer um culto e cantarinos do
Inário. Apesar de gostar das músicas,
fiquei pensando se as pessoas no ônibus
queriam ficar ouvindo aquilo. É,
Eduardo, é isso. É, eh, eu fico, eu acho
que mesmo eu gostando das músicas, eu ia
ficar incomodado
pensando nas outras pessoas que estão
lá. Inclusive, acho que isso era uma
postura cristã, não pensar no que que eu
gosto, mas e as outras pessoas aqui?
Será que é isso que elas iam gostar?
Será que é esse é o melhor jeito de
apresentar Jesus a elas? Ela tá presa
dentro do olho, ela não consegue sair.
Aí eu vou ficar cantando no ouvido dela.
Tipo, eu acho, para mim isso não faz
nenhum sentido, gente.
Para mim não faz nenhum.
Aí a Lucilene coloca aqui: "Gosto de
trabalhar com inconsciente coletivo como
campo de comunicação para mensagem
subliminar".
Aí eu já não conheço muito essa essa
ideia. Eu sei que o o inconsciente
coletivo o inconsciente coletivo já é um
uma forma do Jung conhecer. Isso faz
parte da teoria yungiuiana. Eh, e eu não
sei se eu concordo também com isso. Eu
tenho que ler mais para saber exatamente
o que que ele quer dizer com
inconsciente coletivo. Mas o que eu acho
que ele quer dizer, eu não concordo. Eh,
mas não sei. Não sei. Llen. Tem que ver.
Eu tenho tenho que conhecer melhor. Eh,
Jesus que não era. Eh, tá, já falou isso
daqui. O senso crítico é uma boa âncora
emocional, mas limita insites criativos.
O senso crítico.
Não sei, Lucilan, não sei se eu
concordo. Eu acho que o pensamento
lógico
é uma boa âncora emocional, mas limita
insites criativos.
Agora, o senso crítico, o que é o senso
crítico? Não é nem não é necessariamente
um pensamento puramente lógico. Às vezes
você pode ter um senso crítico que que é
que é é bem intuitivo também, sabe?
Eh, mesmo esse que a gente tava falando
aqui, eh, o senso crítico em relação a a
se os cristãos que estão em minha volta
cantando e tal e chorando e pregando,
se eu não fico incomodado com aquilo,
porque eu me coloco no lugar da pessoa
que tá lá e que não é cristã, sabe?
Então, é um senso crítico também, mas
não necessariamente é puramente lógico,
passa por um ponto de vista empático
também. Então, nesse sentido, acho que o
Sens Crit ele acaba sendo,
ele ele acaba sendo até um aliado a
insites criativos. Não sei, acho que
pode ser.
É que tá essa frase, essas frases pegam
a gente, né, Lucilene? que depende do
que que você está considerando como
senso crítico e do que que você está
considerando como âncora emocional e o
que você tá considerando como insite
criativo. Dependendo da definição desses
termos, a gente pode estar até
concordando,
eh, mas usando termos diferentes, né?
Aí o Henrique põe: "Mais cedo estava
vendo um trecho do Dr. Laurence Sterner,
ele fala que justamente o narrador
bíblico coloca o leitor como um
participante ativo na história, muitas
vezes omite certas descrições, né? É o é
o o prenúncio dos enredos, né? É,
exatamente. É isso mesmo. E acho que o
livro de Estel, inclusive, é um
excelente exemplo disso.
É um excelente exemplo disso. Daí
o João põe e muitas vezes Deus disse que
ia matar o povo e Moisés intercedeu. O
Espírito de Deus estava em Moisés. Deus
manda matar os filhos que amaldiçam os
pais. Acho que era para provocar
intercessão e amor. É, então pode ser,
pode ser, pode ser mesmo. Será que era a
intenção mesmo de Deus matar todo mundo?
Ele tava, precisava
ensinar uma lição para Moisés. Ele
precisava colocar Moisés naquela
situação.
Eh, aí que tá, isso vai depender de
várias coisas para você que tá lendo,
né? depende do que que você considera
que é a natureza divina de agir.
Então você pode partir de um pressuposto
de que não, Deus realmente queria matar
todo mundo. Você tá considerando Deus, a
natureza de Deus nesse sentido. E
existem textos bíblicos que vão apoiar
essa essa essa visão. Eh, mas existe uma
outra maneira de ver que não não essa
não era a intenção divina, isso não é o
propósito divino. até até pode ter
situações extremas em que eh Deus aja
nesse sentido, mas o propósito é outro.
E aí Deus faz isso para provocar esses
agentes a terem essa reflexão. Eu gosto
de pensar mais nesse sentido. Eu gosto
de pensar mais nesse sentido.
O Henrique deletou uma mensagem, piso,
diz que esses momentos de inspiração,
realização, são fortes experiências
espirituais. Não entendi direito aqui.
Ele estava descrevendo, escrevendo a lei
no coração de Moisés. Pois é, João, faz
sentido. Se a gente for considerar lá o
que Jeremias vai falar de escrever a lei
do coração, tal, faz sentido. Deus se
comunica com a linguagem e ambientes
humanos, mestre da didática. É, não tem
como. Deus está se relacionando com
humanos.
O humano
não tem como
subir a escada e e alcançar o divino
para se relacionar com ele. Então, Deus
necessariamente ele desce a escada
para se encontrar com o humano, para se
relacionar com o humano. Então, essa
esse ato de Deus de descer
confunde muito a gente também sobre o
que que é humano e o que que é divino
nas ações divinas, né? E não é uma
discussão simples,
gente. Eu acho que é isso, né? Já
estamos aqui em 10:15.
10:15. Mas beleza, mais uma vez
[limpando a garganta] valeu aí pelo
papo. Bacana conversar com vocês. E
eu vou ver, de repente, eu gosto de
falar sobre essas coisas eh de de
obras de ficção,
de cultura pop. Eh, tem umas séries que
eu tava vendo esses dias também que
mexeram muito com a minha cabeça. Eu
gostei demais. Gostei demais. Tem muitos
elementos para se pensar também, que é
são duas da
eh Apple, Apple Apple TV, fica aqui de
recomendação final. Uma chama Pluribus
e uma outra chama Severins, que acho que
em português é ruptura.
duas séries que tem ideias malucas,
eh, conceitos malucos e os caras
submergem nesses conceitos e vão aos
extremos nesses conceitos. Tem uma coisa
muito humana. Eu acho que tem alguns
insightes religiosos ali também
conversa com algumas questões bíblicas.
Talvez alguma hora eu trago algumas
algumas reflexões sobre esses essas
conversas entre essas séries e e
questões bíblicas. né, que às vezes nem
é que a que a série tá concordando ou
enaltecendo um valor bíblico, mas ela
ela tá discutindo algo que a Bíblia
também discute. Ela toca em um tema
bíblico, né? Eh, o humano, o o coletivo
e o individual.
É um tema, essa pluribus toca nisso que
a a premissa da série, isso não é
spoiler, tá? Essa é a premissa, é o que
acontece no primeiro episódio pra série
funcional, é que a humanidade
eh se torna uma mente coletiva, uma
coisa só, com exceção de poucas pessoas,
uma delas é protagonista. Então,
imagina, você tá andando na rua e as
pessoas que estão andando na rua, todas
elas estão pensando a mesma coisa igual.
Inclusive elas nem se conversam, porque
se essa consciência coletiva quer fazer
uma coisa, as pessoas vão lá e vão
fazendo e cada uma faz um pedaço e vai
fazendo tudo. Imagina um prédio que
ninguém conversa, as pessoas só vão
fazendo, mexe cada um p e tudo
absolutamente coordenado, porque todas
as mentes estão interligadas, né? E a
pessoa que não tá interligada,
ela,
a, a mente coletiva quer que ela se
torne parte também e ela sente um horror
disso. Então, a série vai discutir muito
isso, né? É bom ou ruim fazer parte
dessa mente coletiva, né? Com e será que
é bom? Por por um lado eles parecem tão
felizes, acaba a criminalidade, acaba
tipo a maldade e tal, mas ao mesmo tempo
de que diferença faz? Porque cada
indivíduo eles não têm mais
individualidade. Então se morre uma
pessoa não faz diferença,
porque ela é só um um membro de um de
uma mente coletiva e tal. Então tem
vários debates interessantes que a série
vai colocando, sabe?
E o na Bíblia também faz muito essa
discussão, claro que não da mesma forma
que a série, mas sobre o individual e o
coletivo,
que a espiritualidade ela é individual,
salvação é individual, é verdade.
Ninguém vai ser condenado pelos pecados
do outro,
mas ao mesmo tempo o relacionamento de
Deus também se dá coletivamente,
entende? eh a gente também se relacionar
com Deus ao mesmo tempo como um povo e
não só como
indivíduos separados.
Então,
a gente vê também eh eh quando a gente
olha pros 10 mandamentos, por exemplo,
isso é bem interessante, que tem um
individual e um coletivo misturados ali,
porque Deus vira pro povo e fala: "Eu
sou o Senhor, teu Deus". Ele vai falar
na para, ele tá se referindo à segunda
pessoa do singular que te tirou da terra
do Egito, da casa do servidão. Não terá,
não terás tu outros deuses diante de
mim, ou seja, no singular e não no
coletivo. Ou seja, Deus tá para falando
pro povo inteiro, mas ele tá usando a
segundo a pessoa do singular para se
referir ao povo inteiro. Então, ao mesmo
tempo que ele tá se referindo ao povo de
forma coletiva, ele tá falando com as
pessoas individualmente,
entende?
Então, essa referência aos indivíduos
dentro de uma coletividade é um diálogo
que a Bíblia faz muito forte sobre o
individual e o coletivo, né? Tem tem
muito disso. Tem muito disso. Eh, o
livro do Apocalipse mesmo que a gente
tava falando aqui, ele vai falar dos
salvos como uma massa. É um, é um um
grupo, é um, é, é quase um personagem só
o grupo dos salvos, entendeu? Eh, então
existe um um uma dicotomia
dialógica,
dialética
e e complexa e com nuances entre o
individual e coletivo no texto bíblico.
muito interessante e que essas séries
vão tocar e que essas essas
obras de ficção vão vão tocar nesses
assuntos que a Bíblia também vai tocar e
vão se desenvolver, claro, de formas
diferentes, mas os assuntos estão lá
vistos de de diferentes perspectivas,
né?
Eh, W falando, legal, dá para fazer uma
série de vídeos parecido com o mundo
cópia, mas em live mesmo. O Mateus
Fujita fez uma análise cristão do
corcunda de Alrededame em live. Foi
muito bom. Legal, legal. É, vamos ver,
vamos ver se no próximo eu consigo
assistir o Matrix. Essa semana a gente
fala sobre Matrix, talvez semana que
vem, né? Os paralelos bíblicos e tal. O
que que o que que
eh são coisas que são paralelos e o que
e o que que também são discordâncias ou
coisas que são são nuances diferentes do
mesmo tema bíblico. Dá para falar sobre
essas coisas aqui. Ah, o Anaquin Star
Wars viu muitos insides com a Bíblia
também. É, Evandro, a gente comentou
mais cedo aqui na live sobre o Anaquim.
É, o anaquinha é interessante porque ele
tem elementos do de do Messias,
mas ao mesmo tempo ele tem
uma representação da humanidade toda,
que é a humanidade que cai e é redimida,
entendeu?
Eh, a humanidade que cai no Éden e lá em
Apocalipse ela é redimida de novo.
Então, ela vive esse período do no do
lado negro.
E existe também na Bíblia o tema da
identificação do Messias com seu próprio
povo, eh, carregar os pecados do povo.
Então, é um tema bíblico visto de uma
perspectiva diferente, traz discussões
que tem na Bíblia, mas discute essas
discussões de uma forma diferente. Eh,
então isso acontece também, acho, no na
na ideia do Anakim. Talvez a gente fala
sobre, a gente pode falar sobre Star
Wars também. Tem coisas que eu falaria
sobre Star Wars que acho interessantes,
coisas, inclusive Star Wars é um bom
exemplo porque tem coisas que eu
concordo que eu posso falar: "Olha aqui,
olha um valor bíblico aqui sendo
exaltado, quase ensinado em Star Wars.
Que legal! Ao mesmo tempo tem coisa
aqui, tá vendo como esse e a história tá
se movendo dentro de uma lógica que não
é bíblica?
Então, a Bíblia tem esse jeito de
entender as coisas. E aqui a gente tá
vindo a história se mover de outra, né?
No Star Wars a gente pode falar também
do Star Wars. Acho que ia ser legal. Eu
vou pensando algumas coisas aí durante a
semana, mas eu vou priorizar o Matrix
que eu tô devendo faz um tempo, tá bom?
Então, valeu, gente. Obrigado aí quem
ficou acompanhando. Uma boa noite para
vocês. Valeu por estarem. É sempre legal
conversar com vocês. Eh, a nossa live
aos pouquinhos vai tendo mais gente,
viu?
Tem uns picos aqui às vezes eh de 27, 28
pessoas.
Acho que é mais do que no começo, quando
a gente tava começando as nossas lives.
Eh, eu vou eu vou tentar pensar em uma
uma forma como
fazer o canal ficar um pouco mais
agitado de novo, né? Eu já teve muito
mais audiência antes. É, mas vamos ver,
vamos ver. Mas valeu aí o o Ed falando
uma ideia seria pegar coisas culturais
dos adolescentes jovens.
Pode ser. Nossa, uma série que é coisa
de jovem adolescente, que é aquela do
Arcane.
Como tem coisa legal, como tem ideia
legal e profunda ali. Minha nossa, é
muito boa, muito boa. Talvez a gente
fala sobre ela mais para frente. Não sei
que também não é uma coisa que acho que
o pessoal aqui do do chat vai conhecer
bem, mas talvez a gente vai pensando aí
até para ajudar a inteirar sobre o que
andam vendo. É, talvez. Mas é isso,
gente. Eh, qual é os dias das lives? O
Evandro pergunta. Evandro, em tese, toda
sexta-feira à noite, a partir das 8:30,
tá bom? Eh,
às vezes eu acontece alguma coisa, eh,
às vezes eu tenho algum compromisso de
família, alguma coisa assim, e aí eu
costumo deixar no canal, dá para eu
colocar uma postagem também. E eu
coloco, ó, gente, hoje não vai ter live.
Então, se você entrar no canal e ver as
postagens, se não se não tiver, eh, eu
vou avisar. E normalmente quando tem
live, eu crio a live na sexta-feira
antes de estrear ela. Então, se você
entrar antes na live, ela tá lá, tá lá o
o o link do vídeo. Quando você clica,
você vai ficar aguardando ele começar,
entendeu? Então, sexta-feira às 8:30,
quase toda sexta-feira às 8:30 tem live,
tá bom?
Eh, Roney, você tem uma noção da
demografia do canal? Eh, tenho tenho
umas medidas aqui, a gente pode falar
sobre isso, mas o meu canal tem uma
demografia diferente do que eu esperava.
A gente pode falar sobre isso na semana
que vem, talvez fala um pouco sobre o
canal, eh, se for do interesse de vocês,
falar s sobre é porque o meu canal, eu
acho que o pessoal que frequenta o chat
aqui, que acompanha as lives, tem um
perfil, mas o pessoal que assiste o
canal de forma geral, talvez tenha
outro, né?
Então eu não sei, não sei se nas lives d
tem essa mesma esse mesmo público, tá
bom? Então tá, gente, valeu. Então até
semana que vem. Se der tudo certo,
teremos a live semana que vem.
E e boa noite. Valeu,

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