Deus Está Fechando Todas as Saídas | Domingo 26 de Julho de 2026
27/07/2026
Deus Está Fechando Todas as Saídas | Domingo 26 de Julho de 2026
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Diz assim: "Existe alguma coisa impossível para o Senhor?" Essa é uma pergunta para nós, não é? Há momentos, há momentos que Deus parece estar reduzindo nossas possibilidades. As portas começam se fechar, os recursos diminuem e a força não acompanha nossa responsabilidade. Não sentimos que a medida que uma responsabilidade chega ou uma luta chega, as coisas estão todas alinhadas. A promessa de Deus sempre permanece diante de nós, mas os meios visíveis para alcançar o que Deus diz parecem desaparecer. As pessoas sempre ficam preocupadas, não é? A cada geração as pessoas acham que a igreja é é é é fraca demais diante do mundo e que grande parte da igreja visível é é é insuficiente, porque a maior parte não está pregando o evangelho. E nesses momentos a gente costuma, a nossa primeira reação quando pensamos em todas essas coisas é: "Por que Deus está tornando tudo difícil?" Se Deus pode fazer qualquer coisa, como a gente viu, para mim existe para para para para o Senhor existem impossíveis, mas a escritura frequentemente nos responde de outra forma, não é? Nos responde com outra pergunta: "E se Deus não estiver dificultando o caminho?" "E se não é isso que ele está fazendo, apesar de ser isso que a gente interpreta?" "E se ele tiver retirando de nós exatamente aquilo em que você confiaria e o que impediria de você confiar, é, apenas nele?" Muitas das vezes, imagina se a igreja tivesse dominando todos os meios culturais, meios, ou então a igreja visível fosse tudo aquilo que devia ser e a gente eh começaria a ficar confiante, não é? Ah, agora sim, agora nós estamos edificando a igreja de Deus. 10.000 homens já pareciam pouco diante de um exército numeroso. De tal maneira que a Bíblia diz que ele era como eh como a areia do mar. Ainda assim Deus declarou para Gideão tem gente demais. Nós sabemos que eh era o contrário, não é? A história de Gideão ela começa com uma desproporção. De um lado Israel fraco, oprimido, acostumado a se esconder, a esconder sua comida. Naquela época não tinha, não é? Como temos hoje assim, você dependia daquela colheita que durasse todo o inverno. Então o Israel escondia a comida para os midianitas não vir e roubar tudo. Do outro lado um exército tão numeroso que a Bíblia diz que era como a areia do mar. Ou seja, isso quer dizer que é muito grande, não é? E Gideão diante dessa multidão tem 10.000. Para você ver como era a multidão dos midianitas, 10.000 parece nada. Parece totalmente insignificante. Pareciam desesperadamente poucos os recursos do povo de Deus. Mas Deus olhou para aquele exército pequeno do Israel, aqueles 10.000 e disse: "Olha, você tem homem demais". E a frase nos parece absurda se a gente pensar em estratégia militar. O problema é que a gente pensa em estratégia demais, não é? E se você pensar na sabedoria humana e em estratégias militares, você pensa essa frase é absurda. Já é militarmente quase impossível essa peleja, mas se torna eh eh luminoso, o que parece até meio ridículo do ponto de vista de estratégia militar, é, quando compreendemos a guerra que Deus estava travando em Israel. Para Deus, o maior problema não é o mundo, queridos. Deus está focado na sua igreja. Sabe, nós achamos o mundo grande demais, terrível demais, e você pensa: Deus tinha que combater e desbaratar tudo. Ele podia, não é? Mas o maior inimigo não era Midiã. Deus não estava olhando para Midiã e pensando: Caramba, que multidão. O que eu farei? Ele estava olhando para Israel, para o seu povo. O povo poderia receber libertação e atribuí-la a si mesmo. Ou seja, poderia cantar sobre a vitória e falar sobre estratégia militar, sobre coragem, sobre bravura, poderia sair da opressão e começar a se auto glorificar. Então Deus reduziu o exército. Você vê, Deus está preocupado com Israel. Ele quer dizer o seguinte: Em vocês há um inimigo muito maior do que Midiã, mas vocês não veem. Vocês, vocês não enxergam. Em vocês há orgulho, e eu odeio mais o orgulho em Israel do que os inimigos de Midiã. Eu estou mais focado nisso. Sabe, a glória de Deus é o bem supremo do seu povo, não a aceitação da cultura a nós. Deus não queria apenas dar vitória a Israel, queria dar a eles uma interpretação correta da vitória. Se cada vitória na sua vida você não interpretar como o coração de Deus, cada vitória é uma derrota. Se cada vitória na sua vida você achar que você fez por merecer, que você teve estratégia certa, que tu usou bem a sua mente, então tá acontecendo exatamente o oposto. Não há não há vitória nisso. Há bênçãos que se tornam perigosas quando você pode explicar elas sem Deus. Se você pode explicar a sua vida financeira sem Deus, então há um problema nela. Se você pode explicar a sua saúde sem Deus, você faz tantas coisas, é, como você poderia não ter saúde? Se você pode explicar qualquer coisa na sua vida sem Deus, você tem um grande problema. Deus tá dizendo para Israel, o problema é que vocês podem depois explicar a vitória sem mim. Vocês vão achar alguma coisa em vocês. Então, uma igreja cresce e a tendência é atribuir ao método. O ministério é usado e confia no seu próprio talento. É por isso que nunca há substitutos como a gente imaginava. Josué nunca vai ser, é, Moisés. Ah, Moisés não soube preparar Josué para ser igual a ele. Isso é tolice. Deus é que levantou Moisés e levantou Josué. Josué nunca foi igual a Moisés porque Deus só tinha um Moisés mesmo. E assim é na história. Calvino não preparou o próximo Calvino, nem Lutero o próximo Lutero, nem Spurgeon o próximo Spurgeon. Spurgeon não foi feito por Spurgeon, portanto ele mesmo não sabia fazer outro. Não há, mas nós gostamos de achar que sempre há um uma pegada ali, um segredo humano, uma um quê que possa ser ensinado para você ser o próximo Elias. Que há um Tem pessoas que falam pa passaram a vida falando contra estratégias de crescimento. Ah, é assim que ele cresce, ele escreve um livro como estruturar as coisas para crescer. O coração rouba facilmente aquilo que recebeu e nós transformamos graça em troféu. Transformamos, dádiva em troféu. Transformamos a providência de Deus, Deus faz coisas e a gente vai e põe no nosso currículo. Deus tá dizendo: "Se vocês forem com esses 10.000, vocês vão botar a vitória no currículo de vocês". Grandes guerreiros, vocês transformam misericórdia em mérito. As A grande batalha da das doutrinas da graça vem exatamente porque muitas pessoas que se dizem cristãs insistem em atribuir algo do mérito da sua salvação a si mesmos. Então Deus permite que soluções habituais falhem, que hajam um números como areias da praia contra números insignificantes para eh eh um destruir não a nós, mas esse grande inimigo dos nossos corações. A verdade é que nunca nós fomos autossuficientes, não somos. Deus quer dizer que eh eh você se move nele, não há um movimento do seu corpo desde que você nasceu que você possa atribuir a você mesmo. Você não é autossuficiente. Tudo que você tem, você recebe. Cada eh eh mexida do seu corpo, cada processo do seu Cada coisa no mundo é Deus. A respiração, a lucidez, a oportunidade, a capacidade de aprender, a mente. Então tudo isso são dádivas, mas nós adoramos botar no nosso currículo corpo, aparência. Quando Deus reduz os recursos, ele não cria nossa dependência. Deus não diminuiu Israel porque aí Israel ia depender dele, porque os 10.000 dependiam dele. Deus, se tivesse 1 milhão, dependeria dele. Mas o problema é que quando há 1 milhão, nós começamos a achar que dependemos menos. Então não é que Deus diminui ou nos coloca em situações que diminuem a nossa eh dependência dele. Porque isso nunca diminui a nossa dependência dele. Ele nos coloca em situações que a gente veja a verdadeira dependência. Que a gente nunca foi autossuficiente. Mas a gente tem dificuldade. Então ele revela. E isso é o quê? É misericórdia. Ele não revelaria isso aos midianitas. Deixa os midianitas pensarem que eles são eh o povo que vai do do dominar para sempre. Eles estão entregues. A Bíblia diz que Deus entregou os homens aos seus pecados. Não. Deus entregou os homens ao seu orgulho. À sua arrogância. Mas ele não não faz isso com os seus filhos. Gideão precisou aprender que a vitória seria recebida de alguém com mãos vazias. Vocês vão só quebrar o cântaro. Vocês vão ser só centenas. Vocês nunca vão poder contar essa história colocando no currículo de vocês. Não somos chamados, queridos, a desprezar os meios. Ainda haveria obediência. Ainda haveria aí colocar as tochas, quebrar os cântaros. Havia obediência. Mas nenhum meio poderia explicar a vitória. Você Deus nos deu os meios, a oração. Mas a oração não explica por que Deus faz o que faz. Aquilo é só um meio. Deus usa instrumentos, mas ele não divide nada da sua glória com os instrumentos. Deus às vezes reduz aquilo que temos para que jamais venhamos a confundir o instrumento da vitória com o Senhor que concede a vitória. Isso é tão importante, tão fundamental. Então a autossuficiência raramente se apresenta dizendo: "Eu não preciso de Deus". A autossuficiência é mais sutil. Quando você vê Deus diminuindo, aí tem muito, 10.000 é muito, no final reduzindo até 300, você vê como Deus odeia o orgulho. Ele diz: "Eu prefiro ir com um número totalmente insignificante, mas que o orgulho seja destruído em vocês". Então, autossuficiência não diz: "Ah, eu eu não preciso de Deus, eu fiz a mim mesmo, a carreira, meu dinheiro, minha vida, meu isso, meu aquilo". A autossuficiência é mais sutil, ela ora antes da decisão, mas depois descansa na sua capacidade. Se sentir que não tem capacidade, fica com medo e ansioso. Agradece pela benção, mas secretamente pensa que outras pessoas não têm aquilo porque não foram tão espertas como eu, tão inteligentes como eu, tão sagazes como eu. Você vê, autossuficiência é ela é esperta, ela é sutil, ela agradece: "Senhor, eu te agradeço por tudo que eu tenho". Mas aí eu digo: "As outras pessoas não têm porque eu eu fiz isso aqui, eu fiz aquilo lá, eu fiz aquilo o outro, eu fiz isso aqui, os outros não fizeram". É possível dizer: "Deus me ajudou", querendo dizer: "Eu fiz quase tudo e Deus deu um empurrãozinho". Mas a escritura não descreve nossa salvação assim. Não descreve a nossa vida assim, não descreve a preservação assim. A Bíblia nunca diz que você vai perseverar até o fim porque você é o forte. Nosso pai, o melhor de nós, nosso representante, caiu no paraíso. Nós não duraríamos uma hora sem a graça de Deus firmes. Não é A Bíblia não descreve nenhuma fecundidade espiritual assim. Paulo pergunta: "O que você tem que você não tenha recebido? O quê? Diz uma coisa só". Você não tem nem que a nem é que a tua lista é pequena, você não tem lista. Paulo disse: "Me diga o que você tem aqui que não tem recebido e se recebeu" Ele já sabe a resposta, já está dando a conclusão. E se recebeu, por que você se gloria como se não tivesse recebido? A pergunta alcança tudo. Inteligência. A pessoa inteligente, o que ela tem que ela não recebeu? E se ela recebeu, como ela vai se gloriar na sua inteligência e não no Deus que deu a ela? A tudo, oportunidade, saúde. Ah não, tenho saúde, mas é porque eu me exercito muito, eu tomo isso. Quantas pessoas que faziam isso já morreram? Você pode fazer, é, cuidar da sua vida, mas você não você sabe que você não acrescenta um dia à sua existência no mundo. Jesus disse isso. Você não é capaz de fazer crescer um centímetro. Você não é capaz. Até a fé com a qual nos apropriamos de Cristo é um fruto da graça de Deus. É algo que ele deu. O problema da auto suficiência não é apenas que ela exagera a nossa força. Ela exagera uma coisa que não existe, nossa força, mas ela diminui Deus. Cada ponto, cada átomo que você atribuir à sua salvação a você, você está tirando de Cristo. Você não só está atribuindo algo a si, você está tirando algo dele. É como se você dissesse: "Essa pequena essa pequena pedrinha na coroa de Cristo" Ela não é dele. É minha. Você não tem como atribuir nada a você sem tirar de Deus. Você não tem como se aumentar sem tirar ou diminuir. Você faz da graça uma assistência, transforma o Senhor em patrocinador de uma obra em que você é o protagonista. Sabe? Deus é o cara que está bancando ali o a peça, o filme da a sua vida é isso, né? Então você tem um patrocinador, é óbvio que você precisa do patrocinador, senão você não ia poder fazer. Mas a o patrocinador patrocina, mas quem é o protagonista é o ator. Por isso Deus não aceita dividir sua glória, não porque ele seja inseguro, mas porque é é é é é é por uma necessidade nossa, não porque ele precise se sentir grande, mas porque ele é verdadeiramente o bem supremo. Nele está a vida. Atribuir a vida a qualquer outro ser ou a si mesmo que não seja ele é roubar. É vanglória. Dar glória a Deus não está dando nada a ele, só se você só está reconhecendo o que ele é. Quando eu digo tu és santo, é óbvio que eu não estou fazendo Deus santo, ele é totalmente santo. Mas você vê, quando eu declaro isso eu estou reconhecendo sua santidade. E essa verdade me cura. Tu és Deus. Você você vai ver que os os os os salmistas, eu enfatizo muito isso, né? As orações deles nunca é de autopiedade, queridos. Nós somos pó, nós somos nada. Eu sou um lixo. Tem gente assim, ela está morrendo de pena de si mesma. Na Bíblia isso não acontece, eles dizem assim: "Nós os nossos dias são como a neblina da manhã. Nossa vida é como um sopro, mas tu és eterno". Você está vendo? Eles só queriam dizer só queriam exaltar Deus, queriam dizer: "Tu és totalmente vida, nós somos pó". Nós somos dependentes. Tu és o Deus Deus, nós não temos força, mas a força vem do senhor. Eles queriam dizer isso, eles queriam exaltar Deus, mostrar a sua força. Não é simplesmente um lamento de de pena de si mesmo. Quando o coração se coloca no centro, ele assume um peso que ele não pode carregar. Você não controla resultados. E você começa a tentar preservar uma imagem, né, uma glória. Quando Deus ocupa o centro, o homem volta ao seu lugar de criatura. Ele trabalha, mas sabe, não garante o resultado. Ele semeia, mas ele ele sabe que só vai crescer se Deus fizer. E ele sabe que o poder de semear dele foi Deus que deu. E a vida na semente foi Deus também que fez. Ele vai tomar o remédio que tem que tomar, né, vai fazer lá os exercícios que ele tem que fazer, mas ele já sabe, eu não vou viver mais por causa disso. A vida não vem dessas coisas. Esse é o lugar humilde e feliz. E Deus quer que nós sejamos como o seu filho, manso e humilde. E o Deus bendito, o Deus feliz. E ele sabe que esse é o único lugar onde nós podemos ser mansos e felizes. A carne odeia esse lugar, porque ela prefere alguma glória. Ela prefere alguma glória mesmo tendo que perder algo da sua paz de depender somente de Deus. Mas o evangelho vem para desarmar essa pretensão. Na cruz não vemos homens cooperando para completar a redenção. Deixa um gole da ira para mim. Deixa eu pagar alguns dos meus pecados. Deixa eu contribuir com algum ato de justiça. Ou Jesus bebe todo o cálice. Ou aquele gole é o seu inferno. Ou você não tem nada. Ou você tem que beber todos os seus pecados. Você não você não entra com nada nessa Ele obedeceu, ele sofreu, ele levou a culpa, ele declarou "Está confi, está consumado". A cruz é o fim de toda vanglória. Você pode achar que Deus odeia muito o orgulho para fazer Gideão isso só com 300, só para eles não se gloriarem, mas ele mostra o seu, ah, ah, a sua versão ao orgulho muito mais, infinitamente mais na cruz. E esse é o começo do verdadeiro descanso. Por que que nós não descansamos? Por que que às vezes as pessoas ensinou que Jesus realmente deu um descanso e paz? Porque eu ainda tenho alguma coisa de autossuficiente. E aí quando eu vejo que não controlo o amanhã, eu fico com medo do amanhã. A minha falta de paz é pura arrogância. É dizer "Se eu controlasse o amanhã, eu ia ficar bem, mas agora eu não sei o que é que vai acontecer amanhã, então eu não vou ficar, porque quem tá controlando é Deus. Não sou eu". Então a graça não diminui o homem para colocá-lo no seu lugar, ela liberta ele do fardo impossível de achar que ele tem um lugar que não tem. Muitas pessoas imaginam que o amor de Deus deve torná-las independentes. Pedem força para não precisar mais. E o que acontece às vezes, né? Que a pessoa quanto mais recebe coisas, menos ela se depende de Deus, menos ora, menos busca. Por que? Porque agora as coisas estão dando certo, né? Então elas pedem recursos. Por que que eu quero muitos recursos, muitos recursos no banco, muitos recursos? Porque eu vou poder confiar nesses recursos, não vou ficar ansioso com o dia de amanhã. Por que? Porque eu dependo menos de Deus. E há uma sensação de quanto menos eu dependo de Deus, mais seguro eu estou. Você vê como diabólico o orgulho é? É óbvio que Gideão, quando olhou os cântaros, as tochas, pensou "Ou Deus dá a vitória a gente, ou a gente tá perdido. É esse lugar que Deus quer que a gente esteja em todas as situações. Mas a maturidade cristã não é uma caminhada para longe da dependência de Deus. É uma uma uma entrada cada vez mais profunda nela. A criança espiritual pensa que precisa de Deus apenas nas grandes crises. O crente amadurecido percebe que precisa de Deus em tudo. Você vê, o crescimento é perceber que não pode nada. É um crescimento estranho para a ideia de crescimento do mundo. Quanto maior alguém é, quanto mais ele é, mais independente. No reino, quanto mais você cresceu e amadureceu, mais aquilo aquilo que Jesus disse se transformou em verdade para você. Sem mim, nada podeis fazer. Você cresce em direção a isso. Você precisa dele. Você precisa dele para receber uma crítica amanhã, senão ela vai te devastar. Você precisa de Deus para enfrentar os fracassos e os sucessos. Porque o sucesso vai fazer você achar que você é o cara. A crítica vai achar você é um lixo. Você não tem como ficar bem. Você precisa de Deus para esperar. Você precisa dele é para servir sem amargura, sem dizer: "Ah, cadê os resultados? Não tem resultados. Estou desanimado. Estou amargurado". Você precisa para sofrer sem reclamar. Para morrer em paz. As coisas mais A coisa mais amorosa que Deus pode fazer então por você e por mim é mudar aquilo que nós naturalmente é é é naturalmente desejaríamos fazer nós impressionantes aos nossos próprios olhos. Deus se torna para aqueles que ele ama, ele faz eles verem a realidade em como ele é totalmente indispensável para cada movimento dos nossos olhos. Então, autonomia diante de Deus não é liberdade, é orfandade, é a criatura tentando viver desconectada da fonte da vida. É a morte, é o ramo orgulhando-se que agora não tá mais preso na videira, é o galho finalmente sendo livre porque não está mais preso na na na árvore. É, quando Deus nos mostra nossa necessidade, ele não está brincando com a nossa fraqueza ou querendo esfregar nossa fraqueza na nossa cara, ele está nos convidando para comunhão, a dependência. Você vê, não é algo impessoal, é para nós o conhecermos mais, não dependemos de uma energia abstrata, de uma força, de um poder, como se fosse uma energia, dependemos de um pai, do espírito que habita em nós e intercede por nós, por isso o lugar humilde é o lugar feliz. Então, o lugar mais feliz para Gideão era ir para aquela guerra com aquele número insignificante de pessoas porque ali nós não precisamos esconder o nosso vazio. Você realmente tem que olhar para os seus 300 e pensar: "Nós não somos nada, nós não temos chance nenhuma. Não é que uma pequena estratégia pode cooperar aqui com Deus, a gente não pode cooperar com nada. A gente só serve para ser esmagado. Não precisamos produzir justiça, tudo o que podemos fazer é Deus nos mudar para receber a justiça de Cristo. Não precisamos controlar o futuro. Tudo o que temos que fazer é confiar de que Deus está no futuro como está hoje. A graça soberana nos humilha, mas não nos humilha como o mundo humilha. O mundo expõe a sua fraqueza para te dominar. Os seres caídos expõem a fraqueza do outro para poder humilhar ele, para poder controlar. Deus só expõe sua fraqueza para te curar. Ele não vai ganhar nada, você vai ganhar tudo. O mundo revela o seu limite para na comparação te envergonhar. Mas o pai não mostra a a beleza infinita de Cristo é para te envergonhar, mas para te glorificar. Não há outro caminho para a glória. Deus revela limite para nos conduzir à suficiência de Cristo. Como você e eu temos dificuldade de ver que sem Cristo não podemos nada, então ele nos leva, se nos amar com o amor salvífico, nos leva a condições que isso seja cada vez mais verdade para mim. O mundo diz: "Você não é suficiente, portanto, você não vale nada". O evangelho diz: "Você não é suficiente, mas Cristo é suficiente para você". Você é aceito e amado. Você é filho, você está unido a ele pela graça, pela bondade infinita de Deus. Essa diferença muda tudo. A dependência deixa de ser uma sentença de inferioridade. Torna-se uma a única forma de comunhão, de realmente deleite. Jesus disse: "Sem mim, vocês não podem fazer nada". Não disse isso para lançar os discípulos no desespero. Então, agora vocês estão perdidos. Não. Ele disse isso para mantê-los perto. Fiquem aqui. Fiquem seguros. Vocês estão seguros, não tenham medo. Deus reduz o exército de Gideão, é o mesmo que promete: "Vocês vão vencer". Eu não estou diminuindo vocês para serem humilhados pelo mundo. Estou diminuindo vocês para que vocês confiem somente em mim, porque vocês tendem a colocar coisa no currículo de vocês. Ele não retira os apoios para que a gente caia. Ele tira os apoios para que você veja: Cristo é suficiente. Quando ele tira a nossa a nossa saúde, não é para que você finalmente, tá vendo? Você não se desesperava como devia se desesperar. Você achou que controlava sua saúde com seus remédios, exercícios e tal, mas agora você não controla sua saúde. Mas ele não faz isso para nós entrarmos em desespero. É para nós vermos: "Minha vida está nas mãos de Deus". Eu estou seguro. Ele faz isso em todas as coisas. Ele retira os apoios falsos para que você descubra: "O meu braço te sustentou mesmo quando você estava confiando em outra coisa". Essas coisas nunca te sustentaram. Nunca te deram vida. Nunca. Talvez hoje a sua vida apareça menor. Menos recurso, menos controle, menos certeza. Nunca confunda isso como filho de Deus com abandono. Ah, não chame automaticamente isso de abandono. Pode ser que o Senhor esteja arrancando a confiança no chão que você pisava, em coisas que você estava louco para colocar no seu currículo. O amor de Deus não nos ensina a viver é é é é é sem ele. O amor de Deus nos ensina a cada vez mais desfrutarmos de tudo que ele é para nós é em Cristo. Então, pense em Abraão. Antes que Abraão é é é ouvisse que seria uma grande nação, já havia uma uma escrita sobre Sara. Ela era estéril. Ela não podia ter filhos. Essa informação não é um detalhe decorativo na história. O senhor não encontrou uma possibilidade humana e pensou: "Vou usar esse talento para mim". Porque muitas pessoas pensam isso: "Ah, eu tenho talento e vou usar esse talento para Deus. Deus vai aproveitar o meu talento". Isso é ridículo. Como se eu realmente tivesse um talento. Deus não tá dizendo: "Sara é muito fértil e eu posso usar essa fertilidade para minha glória". Não, não, ela é estéril. Mas o que ele tá dizendo é o seguinte: "Eu não aproveito coisas de outros para fazer a minha vontade. Ah, aquele ali um dia ia me aceitar, vou escolher ele". Ele disse: "Eu crio o que eu quero". Ele falou justamente onde a força natural não poderia produzir resultado. É a mesma coisa, senão vocês colocariam no seu currículo. Mas eu não vou deixar. Eu vou te dar uma herança, vai ser em Sara e ela é estéril. "O Senhor", ela diz, Sara reconheceu. Deus quer levar cada um de nós a isso. "O Senhor me impediu de ter filhos". São as palavras de Sara. A esterilidade estava sob a providência divina. Pelo menos ela ela conseguia enxergar isso, né? Não é porque eu tive o azar de não ter filhos, de não ser fértil. O Senhor me impediu. Porque da mesma maneira que ele fez as outras mulheres férteis, se eu não sou fértil, é ele que não me fez fértil, né? Isso não significa que toda dor da infertilidade possa ser explicada, eh, sempre da mesma forma, né? Deus tem mil maneiras de estar agindo em cada coisa. A Bíblia nunca nos autoriza a tratar, qualquer sofrimento alheio com respostas frias. Ah, o ventre fechado pode carregar lágrimas profundas, orações repetidas, perguntas sem respostas e você vai ver isso muitas vezes na Bíblia. A soberania de Deus não torna a dor imaginária. Não é porque Deus é soberano e fechou o ventre de Sara que aquilo não causava dores a ela e, enfim, mas declara que a dor não está fora do governo de Deus. No caso de Sara, Deus estava construindo um um palco histórico. Deus queria mostrar muito mais do que em Gideão que a salvação de todos os homens, começando no pai Abraão, não teria nada a ver com os homens, nem com a carne, nem com suas capacidades. A promessa não veio apesar do problema ser desconhecido. Deus não prometeu que ia dar uma herança a Arão e e através de Sara e depois ele descobriu: "Ih, ela é ela é estéril". Não, não, não. Veio com o pleno conhecimento. Isso é decisivo. Deus não descobriu a esterilidade depois de prometer. A promessa já incluiu o poder necessário para vencer o impossível. É isso. Quando Deus promete, ele não calculou probabilidades, possibilidades. Ah, será que o Josemar vai usar os dons dessa forma e daquela outra forma? Quando Deus promete, ele não calcula isso. Ele fala como criador das possibilidades ou da possibilidade. O mesmo Deus que chama estrelas pelo nome, chama a vida para o ventre de cada criança que nasce no mundo. O mesmo Deus que cria do nada pode produzir futuro onde a matéria humana não poderia produzir. E Abraão seria chamado a crer não apenas no Deus que conhecia o amanhã e então aproveitava porque ele ele sabia o futuro. Ele precisava crer que Deus cria o amanhã. Deus não conhece o amanhã. Deus não conhece o futuro. Como ele criou o presente, está mantendo tudo existindo, ele cria o amanhã. Há uma diferença entre previsão e promessa. Deus não observa as tendências do mercado e vê as probabilidades. Ele determina, decreta e realiza os seus propósitos. Ele nunca tá jogando. Talvez exista em sua vida alguma área marcada pela esterilidade. Às vezes não é a a esterilidade de de um teu filho, uma oração antiga, uma fraqueza, uma coisa que não cede, uma uma oração que tá parecendo estéril. Faço essa oração há 20 anos, sabe? A primeira pergunta não deve ser: "Como posso fazer isso mudar, obrigar isso a florescer?" A primeira pergunta deve ser: "O que Deus realmente prometeu?" Porque fé não consiste em exigir que o ventre todo o ventre fechado se abra. Nem todos os ventres fechados se abriram. Consiste descansar na palavra que Deus pronunciou. Naquilo que Deus prometeu. Nem toda esterilidade vai terminar como a de Sara nesta vida. Nem todas as histórias acabam igual, mas nenhuma promessa de Deus morrerá por causa da esterilidade humana. Um homem nunca pode levantar uma incapacidade dele para dizer que o que Deus pode e não pode fazer. A ressurreição prova isso tudo de Cristo era mais fechado que o ventre de Sara. Muito mais fechado. Ainda assim, no terceiro dia, ele ressuscitou. Então, a esterilidade pode limitar os meios humanos, mas ela ela não tem nenhum poder contra o Deus que cria os amanhãs. Cada amanhã da vida. Então, Abraão precisava aprender o conteúdo da fé, se se seria o pai da fé. Não bastava admitir que Deus sabia o que ia acontecer. Era necessário confiar que Deus poderia fazer acontecer que aquilo pelo qual, pela natureza, não aconteceria. Pela normalidade, Gideão estava perdido. Muitas pessoas atribuem a Deus uma espécie de conhecimento distante. Ele seria o espectador perfeito. Aquele que vê o futuro, mas não governa o futuro. Como ele vê o futuro, ele se aproveita desse ver. A fé bíblica vai muito, muito além. Deus conhece o fim porque ele reina sobre tudo. Ele diz: "Eu determino o fim desde o começo". É por isso que ele sabe o fim. Não é como um profeta olhando o futuro. Ele não vê apenas, ele não prevê a história, ele sustenta cada instante da história. Cada ser se move, respira e existe nele. Ele não está olhando para o futuro. Isso torna a fé diferente do otimismo. O que muitas pessoas confundem. O otimista olha para a situação e procura sinais positivos. Qual é o sinal positivo nisso? A fé olha para Deus e pergunta: "O que Deus falou sobre isso"? Deus falou que eh de Sara vai vir a descendência. Então, acabou. Não precisamos ver pro Quais que são as probabilidades de uma estéril ter filho? Todo o resto agora se tornou irrelevante. O que Deus falou? Você, quando pensar sobre pai, sobre vida, tu deve pensar apenas o seguinte: "O que Deus falou sobre isso"? Ah, mas o que acontece que é muito complexo. É complexo. Alguém ressuscitado dos mortos é complexo. Alguém estéril conceber, é tudo complexo. Mas a questão não é essa. A questão é: "O que Deus falou sobre isso? Ah, ele disse que todo aquele que é é é o pai trouxer virá a ele, então é isso que Deus disse. Nada mais importa. A fé depende é é é da fidelidade de Deus em fazer tudo aquilo que glorifica o seu nome. Abraão foi levado para fora da tenda. Deus mandou que ele olhasse para as estrelas e disse: "Assim vai ser a sua descendência". A visão do céu deveria colocar os olhos da limitação de Abraão na grandeza de Deus. Ele Ele devia pensar o seguinte: "Se minha mulher não pode ter um filho, olha para esse céu aí, Deus é muito grande. Como ele vai fazer isso? Como ele pode fazer a minha descendência ser igual às estrelas, se eu não posso ter nem um filho?" Então não importa. Ah, é muito complexo. Não há nada complexo. Ah, a complexidade é quando você tá pensando em várias é é é vários fatores. O básico fator é o seguinte: quem falou para ele que ele a descendência dele ia ser daquele tamanho? Deus. Então estava resolvido. Estava resolvido. Não era a quantidade das estrelas que garantia o futuro de Abraão, apesar de Deus mandar ele olhar. Era a voz daquele que havia feito as estrelas. É como se estivesse dizendo: "É difícil demais para mim fazer sua mulher ter um filho e descendência". A esterilidade é um problema para o Deus que criou as estrelas? Sério? Depois, a escritura declara: "Abraão creu no Senhor". Isso lhe foi creditado como justiça. Essa Essa frase atravessa toda a Bíblia, chega ao coração do evangelho. A justificação não é o salário pago à capacidade humana. É a declaração graciosa de Deus recebida pela fé que é dom de Deus para um homem de mãos vazias? O que Abraão tinha para que todas aquelas coisas acontecessem? Então ele creu. A fé não ajudou Deus a criar Isaque. Ainda bem Abraão, estava preocupado porque se você, eu estava com tudo aqui planejado, mas se você não colocasse a sua fé, eu não ia ter capacidade de criar Isaque. Foi o meu poder, a minha vontade, mais a tua fé que criou Isaque. A fé não ajuda a criar nada, queridos. Como crer que Deus é glorioso, não dar mais glória a Deus, não faz ele mais glorioso. A tua fé não ajuda Deus a fazer nada. A ideia de que é a soma do poder de Deus, da vontade de Deus, mais minha fé que faz as coisas, é ridículo. A fé não fez nada. A fé não forneceu poder a Deus, não forneceu energia a Deus. A fé de Abraão não forneceu capacidade a Deus. Não oferece. A fé é apenas o abandono da pretensão de você poder ajudá-lo. A fé é dizer: Eu não posso nada. Eu não tenho nada para somar. Se tu vais fazer da minha descendência como as estrelas, tu vai ter que fazer sozinho. Se tu hás de fazer de mim um pecador justo, tu vai ter que fazer isso sozinho. Fé é isso. Fé não é somar algo positivo em nós ao poder de Deus para junto, essa mistura fazer alguma coisa. A nossa fé é simplesmente a nossa declaração do nosso nada. A fé é simplesmente a admissão de que Deus, se eu vou estar um dia glorificado, tu terás que fazer isso sozinho. Assim é na salvação. O pecador não coopera com Cristo oferecendo uma parte de justiça. Ele recebe, é vivificado, descansa nos méritos, por isso a fé glorifica totalmente a graça, porque a fé não é somar o que Cristo fez mais a minha fé que me salva. Cristo sozinho fez tudo, até a minha fé. Se você transformar a força da sua fé no fundamento da promessa, você voltou a medir pelo homem. Você voltou a, seria como se se, é, é, Gideão fala: "Eu vou ficar com 300, mas eu tenho aqui uma bomba atômica, então eu vou jogar a bomba atômica aí e aí vou ganhar a guerra". Ele continua dizendo que ele era um cara demais que criou a bomba. A segurança não está na perfeição do ato de crer. Está na perfeição daquele em quem cremos, mesmo quando Abraão vacilasse, Deus disse: "Eu vou permanecer fiel, vou passar sozinho entre os animais". Porque se dependesse da tua firmeza, então tudo ia dar errado, não é? Mas não vai depender. Todo o meu povo será redimido pelo que eu vou fazer. Isso não torna a incredulidade aceitável, isso torna a graça admirável. Isso faz nós entendermos o que é verdadeiramente a fé, a fé não é a, a energia que eu somo ao poder de Deus para fazer algo, a fé é a admissão de que eu não tenho nada para somar. E nós cremos em que ele vai ter que fazer tudo. Vai ter que fazer tudo sozinho, então a fé não salva porque seja poderosa, mas porque ela disse que eu não posso fazer nada sobre a salvação. Que ele terá que fazer tudo. Então, entre a promessa e o nascimento de Isaque houve anos, a palavra foi clara, mas apesar de Deus ser claro para nós, não quer dizer que vai ser rápido, não é? Foi clara, mas passou e nesse intervalo é, é nessa demora que o nosso coração mais se revela. Nós falamos: "Deus, dependemos totalmente de ti, tu sabes qual o melhor momento, tu sabes, o teu poder é que vai fazer tudo". Mas quando Deus demora, hum, será que a gente sabe mesmo que ele ele é ele sabe o melhor momento? Então, quando Deus promete e realiza imediatamente, praticamente, quase não temos tempo para perceber o quanto a gente deseja controlar as coisas. Ele promete hoje e faz amanhã. Aí eu posso pensar: "Como eu sou eu espero em Deus, eu aprendi a esperar em Deus". Mas quando passa anos a espera começa a expor meu coração, sabe? Você começa a pensar: "Será que eu entendi corretamente? Será que que deu Deus disse isso? Será que ele vai cumprir mesmo? Será que eu preciso dar uma ajuda a Deus? Será que Deus está com dificuldades? Será que ele prometeu que eu ia ter filhos em Sara, mas será que ele agora está enrolado? Porque ele ele fez uma promessa acima do que ele pode? Será que existe uma forma de ser mais rápido do que Deus? Será que a demora significa que Deus, sei lá, está com tanto problema para resolver? A espera não cria nossa incredulidade. A demora de Deus não cria nossa incredulidade. Ela expõe o que a a resposta imediata esconderia. Então, Deus demora, no nosso ponto de vista, para expor isso, mostra que frequentemente amamos a promessa, mas contanto que nós queiramos controlar, possamos controlar o resultado, o calendário, os meios. Faça dessa forma, Deus, faça através dessa pessoa, faça assim. A espera nos coloca diante de uma verdade desconfortável: não somos senhores do tempo. Não somos sábios para ser senhor do tempo. Deus é. A expressão repetida em Gênesis é preciosa. No tempo determinado isso aconteceu. No tempo determinado. Determinado por quem? No tempo determinado José Mar vai morrer. Que tempo? Determinado por quem? Não é por mim. Ó. Senão de repente eu virava um Matusalém. Determinado. Toda hora a Bíblia diz isso. Nasceu quando havia Deus estabelecido. A promessa e tudo que Deus faz tem um calendário divino. Há um tempo determinado. E ele determina o tempo. Isso é que cria medos e ansiedades quando não descansamos nele. O atraso do ponto de vista humano não era atraso no propósito de Deus. Cada ano daqueles 25 anos tornou a graça mais visível para Abraão. E é isso que Deus queria. Esperar pode ser uma obra de Deus contra a nossa vanglória, mas também é uma obra a favor da comunhão. Nunca é só algo negativo, tá vendo? Isso é para expor sua vanglória, que você não é o senhor do tempo. Isso é para também eu ter uma comunhão maior com Deus, ver sua suficiência. Na espera nós aprendemos a buscar o senhor e não apenas sua dádiva. Porque eu não tenho a dádiva ainda. Mas eu me deleito em Deus. Então ele é muito melhor que a dádiva. A oração deixa de ser uma transação. A palavra de Deus se torna o meu alimento. Eu não tô querendo ganhar alguma coisa através da minha meditação. Não tenho um propósito. Vou orar bastante, vou ler bastante a Bíblia para Deus fazer isso e aquilo. Eu não tenho. Ela é meu alimento. Isso não acontece de modo romântico. A espera dói. Às vezes cansa, pode trazer lágrimas que ninguém vê, pode fazer a promessa parecer eh eh distante à medida que o tempo vai passando. Sara conheceu essa dor, Abraão também. Ele já era um homem de idade, agora depois de 25 anos ele era muito mais de idade. A Bíblia não nos apresenta com personagens sem conflitos, apresenta a fidelidade divina vencendo, ainda que eles tivessem conflitos e, às vezes, a espera mostrasse exatamente essas coisas neles. Talvez você esteja nesse intervalo em que ora e não via. Não use a história de Isaque para prometer a si mesmo que o resultado específico vai ser esse durante tanto tempo, porque isso também não é confiar em Deus. Deus não repete a fórmula de uma história. Use-a para só lembrar quem Deus é. É só para isso que você deve lembrar. Ele não tem prazos para nós, mas ele não perde os prazos que ele determinou. Ele nunca esquece sua aliança, não depende de forças de circunstâncias, mas ele também não desperdiça o intervalo. Não é que aí ficou ali aquele tempo perdido, aqueles 25 anos sem nada tá acontecendo, não, estava acontecendo. A fé de Abraão estava crescendo, a visão da graça estava crescendo. Deus não desperdiça esses intervalos. A espera produz algo em nós que o cumprimento não produziria, porque se o cumprimento imediato produziria o que Deus quer, então ele faria imediatamente. Uma fé é, é, é menos apaixonada por controle é o que nós mais precisamos. A demora faz isso, faz cada vez menos eu ver que eu não tenho controle. Vou descansar em Deus, vou ter paz. Uma esperança menos dependente de sinais. Uma adoração mais centrada no caráter de Deus. Cristo também veio na plenitude dos tempos ele veio. A gente não consegue entender isso. Por que que aquela era a plenitude dos tempos? Por que que Jesus não nasceu antes? Por que que não nasceu depois? Então, por que aquela era o tempo determinado, no tempo determinado por Deus. Os homens podiam achar que demorou ou podiam achar que aquela época era essa ou aquela, não não era a melhor. Então, quando chegou o tempo determinado, o seu filho veio ao mundo. Determinado por ele. Para nós durou milênios. Deus nunca esteve fora desse cronograma. O intervalo entre uma promessa e o cumprimento não é um espaço vazio em que Deus não está fazendo nada e não está acontecendo nada. É a oficina em que Deus desmonta o nossa a nossa o nosso engano de controle. E Deus amadurece nossa confiança nele. Então, a primeira saída imaginada por Abraão parecia razoável. Ele não tinha filho. Eliezer ou Eliezer era servo da casa, então ele poderia se tornar o seu herdeiro. Era uma coisa comum, eu posso fazer isso. Abraão levou essa hipótese diante de Deus. Nós e nossas hipóteses. Nós lemos a Bíblia levando hipóteses para ela. Nossas hipóteses não importam, mas Deus levou. Um servo da minha casa será o meu herdeiro. E o Senhor respondeu: "Esse homem não será o seu herdeiro". É como se tivesse dizendo: "Você, eu não preciso que você depois, acho que estou estou demorando, né, que você venha aqui com a sua ideia". Esse homem não será A promessa não será cumprida por uma adaptação jurídica engenhosa. Uma grande ideia de Abraão salvou Deus. A ideia de Abraão de de de de adotar Eliezer foi a salvação de Deus. Ainda bem que Abraão teve essa ideia brilhante. O herdeiro sairia do próprio corpo. Então Deus ia fechando as saídas, as soluções que são possíveis, são respeitáveis e até prudentes em outras circunstâncias, mas não correspondem à palavra, corresponde ao que Deus disse, não corresponde, então essa aí não é errado tecnicamente, ou é você adotar alguém lá, o Eliezer o Eliezer e tal, não era errado, mas isso aí entrava em conflito com o que Deus disse. O problema não estava no Eliezer. Estava em transformá-lo em cumprimento da palavra de Deus de uma outra maneira. Deus vai cumprir a sua palavra, não precisa que o homem venha com nada. Essa promessa de é é é ela ela quer mostrar exatamente que o homem não entra com nada. Podemos cometer o mesmo erro quando substituímos confiança por manipulação. Para termos resultados mais mais rápidos. Deus prometeu sustentar sua igreja pela sua palavra e pelo seu espírito, por mais nada. Tudo que a igreja precisa o quê? É da sua palavra e do seu espírito. Sempre foi assim. Então nós começamos substituir a confiança. Deus chama pais para ensinarem, corrigirem e orarem. Então os pais tentam controlar o coração dos filhos por medo. Não, não, os pais devem corrigir, ensinar e orar. E já sabem que eles não controlam as coisas. Mas eles devem fazer o que que que Deus disse que o pai deve fazer? Deve ensinar, deve corrigir e deve orar, é isso. Deus chama ministros à fidelidade. E então diz que eles devem pregar a verdade. Que que mais que eles tem que fazer? Nada. Deus promete sabedoria aos que o pedem, então consultamos todos os caminhos menos a presença dele. E achamos o a a o humanismo secular muito capaz de explicar os nossos problemas. O coração gosta de soluções que preservam uma sensação de participação e comando nosso. Ele permitiria Abraão dizer: "Eu encontrei a forma". Ah, se não fosse as minhas ideias. Isaque obrigava Adão a Abraão dizer: "Deus fez isso". Tive nada a ver com isso. A salvação veio do Senhor. Esse é o filho da promessa. Não é o filho de nada, das minhas ideias, não é o filho da estratégia, não é o filho da fertilidade, não é o filho da capacidade. Esse é o filho da promessa. Quem prometeu? Deus. Quem fez? Ele fez sozinho. Nem toda a solução humana é é é é carnal. Deus fez. Essa é a diferença. A Bíblia honra planejamento, trabalho, conselho, prudência. O problema começa quando você começa a achar que realmente isso faz as coisas. Ou quando o que você faz contraria o que Deus disse. Deus disse: "Não se glorie", mas você acha uma maneira, não é? Quando a pressa nos leva a redesenhar o que Deus ordenou. Quando o medo de esperar produz uma solução que não exige completa dependência de Deus, é óbvio que eu já saí do caminho. Antes de celebrar um caminho porque ele funciona, você precisa perguntar: "Ele é fiel?" Ele corresponde ao caráter de Deus? Preserva a verdade? Dá toda a glória a Deus?" Então, você pode celebrar um caminho que funcionava, adotar. Ele é Zé. Mas isso cumpre a palavra de Deus? Glorifica a ele? Preserva a verdade? Não, mas adotar um filho errado? A questão é: isso preserva a glória de Deus? Preserva a promessa dele? Não. Então está errado. Exige que eu peque para alcançar um resultado, ou seja, desconfie de Deus, incredulidade. Estou usando um meio legítimo, tentando me libertar de uma confiança mais profunda em Deus. Então aquele meio já não deixou já já deixou de ser legítimo. Se o meu trabalho faz eu confiar menos em Deus, então o meu trabalho já se tornou um problema e não o que devia ser. Se a minha inteligência faz eu confiar um pouco menos em Deus e mais em mim, então a inteligência Ah, mas é legítima, me entende? É legítima, mas vai te destruir. Deus não rejeitou Eliézer porque desprezasse instrumentos humanos. Ah, rejeitou ele como herdeiro porque ele ia cumprir o que disse. Sem que o homem colocasse parte disso no seu currículo. A fidelidade de Deus não precisa ser melhorada por nossa criatividade. Tudo que Deus nos chamou a fazer é crer na fidelidade dele. Não tente ajudá-lo. Não tente ajudar a salvar uma pessoa. Não tente, não pense que nada que façamos, a não ser pregar o evangelho que ele nos ordenou, pode salvar alguém. Pode dar paz. Não, mas isso aqui não seria bom? Isso aqui, olha, essa estratégia de ser amigo de todo mundo para depois Você precisa crer. A cruz também parecia improvável, mas Deus apresentou o Messias crucificado. Mas a loucura de Deus é mais sábia do que os homens. Então uma solução pode ser inteligente e ainda assim, inteligente e fiel no sentido de não ser ilegítima, pecaminosa. Como era adotar. Mas ainda assim ser exatamente aquilo que mostra que nós diminuímos Deus. Depois que Eliezer foi rejeitado, outra saída surgiu. Deus havia dito que o filho viria do corpo de Abraão. Olha só, quando a gente começa a pensar muito, a gente começa a ter ideias. Ainda não havia declarado explicitamente naquela etapa que teria que vir do corpo de Sara. Ele disse da, do teu corpo, de você, eu vou te dar. Até ali ele não tinha feito isso, então essa era a brecha que parecia suficiente. Sara entregaria Agar a Abraão e o filho nasceria biologicamente filho de Abraão, realmente saiu dos lombos dele. Parecia estar ajudando, parecia cumprir a promessa, supostamente seria ajudada, mas aí nasceu Ismael, era do lombo de Abraão. A solução funcionou biologicamente, não era mais adotar agora, era um filho. Mas ela falhou completamente espiritualmente. Isso precisa ser ouvido com cuidado, nem tudo o que produz resultado confirma a vontade de Deus. Nem todo plano que eu coloco em que, é, é, é, engenhoso, que produz resultado tem nada a ver com Deus. Parece um plano engenhoso que deu certo, porque ele realmente teve um filho e o filho dele. Mas aquilo nasceu da incredulidade e não da confiança em Deus. Aquele era um filho da carne, não era um filho da promessa, não era um filho da fé. A carne é capaz de fabricar resultados. O que que a carne não é capaz de resultar, queridos? Filhos da promessa. A carne pode produzir gente religiosa. O que que a carne não pode fazer? Justificar, salvar, santificar, ela não pode. A carne pode fazer coisas, Abraão e Sara não estavam negando a promessa abertamente, nunca Abraão falou assim: "Ah, eu não acredito em Deus". Ah, eu vou ajudar Deus porque eu acho que Deus é, está demorando porque ele está incapaz, não precisa. O que eles fizeram era o suficiente para dizer que não estavam crendo. Como você, como eu, me, a gente nunca vai ver em nossos próprios lábios dizendo: "Eu não acredito em Deus, eu fico assim, com essa apreensão do futuro, não é porque eu não confio em Deus". Lógico que é. Você não precisa falar com a sua boca, não é? Eles nunca falaram, mas eles tentaram cumprir o que Deus disse por meios controláveis por eles. Eles queriam controlar. Essa é uma das formas mais perigosas de incredulidade, porque nós parecemos crentes ainda. Parecemos confiar em Deus ainda, parecemos estar interessados na vontade de Deus ainda. Porque ela usa o vocabulário de Deus, mas coloca a engenhosidade humana no centro. A pressa frequentemente revela que confiamos mais na nossa capacidade de produzir resultados do que de realmente confiar em Deus, em cumprir sua palavra. Ele é o Deus que não pode mentir. Nós declaramos isso, mas começamos a agir como se ele tivesse mentindo. Esperar parecia arriscado, agir parecia seguro. Mas o ato destinado a garantir a promessa trouxe o quê? Tensão, ciúme, feridas e um problema insolúvel para dentro do lar. Ou seja, a carne só pode criar problemas, só pode piorar as coisas. Coloque um pouco da carne no evangelho e o evangelho não ser só o que Cristo fez, você já arrumou todos os problemas que você precisava. A Ismael que nasce quando tentamos resolver pela carne aquilo que deveria ser levado à oração. Uma relação iniciada porque a solidão nos parecia insuportável. Então eu tenho que me me me me aliançar com qualquer pessoa. Então depois eu carrego um fardos pro resto da vida. A pergunta não é apenas: isso dará certo? A pergunta é: isso nasceu da fé? Deu certo o plano. Abraão teve um filho e ele era biologicamente filho de Abraão. Agora, aquele filho nasceu da fé? Nasceu da confiança no caráter de Deus? A graça de Deus pode agir em meios às consequências dos nossos atalhos, mas ele nunca vai transformar os nossos atalhos em promessa. Deus, como disse, "Eu farei porque eu prometi". Deus ainda cumpriu a sua parte, o que ele disse, a sua palavra. Mas não pensou: "Tá bom, você fez o Ismael, agora eu vou eu vou vou por esse caminho mesmo". Não, não, não. Abraão orou e Deus disse: "Não". "Ô Deus, faça dele e tal". Não. Não adianta. Precisamos confessar isso. Às vezes pedimos que Deus abençoe nosso nosso plano. A gente para até dizer a gente pede que Deus abençoe nosso Ismael, porque não queremos admitir que aquele Ismael é fruto da nossa descrença. E pensamos: "Se Deus abençoar ele, pelo menos vai chancelar que eu não fui tão incrédulo". Abraão chegou a dizer: "Quem dera Ismael vivesse sob a tua benção, Deus. Quem dera". Ó, é um é um pai orando. "Quem dera a promessa viesse por Ismael". "Quem dera". É o que eu mais desejo. O coração deseja que Deus adote nossa solução para evitar a humilhação, você, Abraão, pecou. É por isso que Ismael está aí. Em vez de você querer que eu, quem dera Deus abençoe Ismael, você devia estar arrependido de não confiar em mim. Deus respondeu: "Não, Sara te dará um filho". "Quem dera Ismael". Não, a promessa permanece promessa. Ou Deus vai salvar alguém só pela graça, essa pessoa estará no inferno. Não importa se ela misturar Deus na sua crença, que tira de Cristo toda a salvação de um homem. "Ah, mas quem dera ela se salve a si mesmo". Não existe esse quem dera. Deus não exalta incredulidade. Deus não exalta ser chamado de mentiroso. Não adianta Abraão orar: "Quem dera a salvação viesse por Ismael mesmo". Não. Deus fechou a rota de Eliezer, que era a ideia da adoção. Deus fechou a rota de Ismael, que era a ideia de que ele era filho biológico de Abraão. E cada não parecia tornar o quê, queridos? A promessa mais difícil. Cada não parecia que Deus estava indo na na direção errada da promessa. Na verdade, Deus estava tornando a promessa mais pura. Quando eu fizer, nenhum homem vai poder dizer que participou disso. Vai ter que dizer que a salvação veio do Senhor. Como Gideão tinha que dizer. Enquanto existisse uma saída humana capaz de explicar o resultado, Deus não agiria. É por isso que Deus disse para Gideão: "Tem muita gente aí". Ainda tem muita explicação para que vocês coloquem no currículo de vocês isso. Por isso Deus conduziu Abraão até o lugar em que apenas a fidelidade divina permaneceria. Deus quer mostrar a minha fidelidade é a única coisa que constrói tudo. Ela não tem ajuda. A sua fidelidade não é somada à minha fidelidade, eu crio a sua fidelidade. E mais, eu é, cubro a sua infidelidade. Nós geralmente interpretamos portas fechadas como interrupções, mas a maioria das portas são fechadas para proteger a promessa da nossa autossuficiência. Abraão bateu em várias portas fechadas aqui, né? A porta fechada de Eliezer, a porta fechada de de de de Ismael, mas Deus estava na verdade fechando portas da autossuficiência de Abraão. >> [roncando] >> Deus sabe que somos hábeis em criar fugas. Quando uma ordem confronta o nosso desejo, nós procuramos uma outra interpretação da ordem. Quando a espera nos nos cansa, nós chamamos ansiedade de prudência. Ou então chamamos ansiedade de um processo que está conosco, que não é culpa nossa. Porque nós não queremos dizer "Não estou confiando em Deus, não estou confiando". Quando o caminho estreito ameaça a nossa imagem, procuramos outra via em que possamos desobedecer a Deus, como era o caminho de Eliezer e de Ismael, sem parecer que somos rebeldes. Parecer que estamos ainda fazendo a vontade de Deus, que estamos empenhados pela vontade dele. A reação imediata pode ser o quê? Frustração. Tudo Deus impede. Tá há 25 anos essa história está. Tivemos a ideia do Eliezer, Deus diz não. Tivemos essa ideia maravilhosa do Ismael, Deus diz não. Deus só sabe dizer não. Deus está impedindo tudo. Está. Não é que ah não, Deus não tem impedido. Tá impedindo. Tá impedindo todas as tuas ideias. Tá fazendo elas fracassarem. Tá fechando as portas. Mas impedir não é rejeitar. Você vê, Ele está redirecionando, purificando e nos salvando de qualquer vitória que seja nossa ruína. A vitória da da do plano em em em Eliezer seria ruína. Abraão não seria o pai da fé. A vitória em em Ismael não seria uma vitória, seria uma ruína. E isso exige discernimento. Não devemos interpretar toda porta fechada como um sinal do de que o plano era pecaminoso, não é? Porque Deus está fazendo outras coisas, desenvolvendo outras áreas em nossa vida. Mas é é preciso permanecer submetido à palavra, à providência e ao conselho sábio, não é? Nunca a gente pode dizer que as nossas ideias para acelerar tudo o que Deus faz, de alguma maneira, é boa por causa dessa intenção de que, no fundo, isso aí é tentar santificar o meu pecado. O que nós somos chamados a fazer é isso aqui: "Senhor, tua vontade é melhor do que a minha leitura do caminho". Não sei, não sei. O fechamento das rotas humanas também prepara o seu próprio coração para quando Deus agir, você falar: "Foi Deus". Não tem nada a ver comigo. Como eu disse, fé não é acrescentar a uma energia que se soma ao poder de Deus e aí que faz aquilo. Aí Deus estava querendo fazer, mas eu não juntei minha energia da fé a Ele, então aquilo não aconteceu. Fé é exatamente o oposto. É falar: "Não tenho nada para colocar. Não tenho nada para somar. E tu vai ter que fazer sozinho". Isso é a fé. >> [roncando] >> Quando Isaque nasceu, Abraão não poderia atribuí-lo a Eliezer, a H, à juventude, à sua fertilidade, nem à fertilidade de Sara. O nome da criança carregaria riso. Mas era um riso espontâneo da graça. Então nossa boca se encheu de sorriso. Na vida cristã Deus fecha todas as rotas da auto justificação. Ele vai fechando todas as rotas que você atribua um átomo da sua salvação a você mesmo. Ele fecha nossa boca, obras, religião, nada disso pode apagar, nada disso te faz justo, isso aí é sua própria condenação. Esse teu ato de justiça que você acha que insome, então isso é um trapo imundo. Então o evangelho apresenta Cristo não como o nosso auxiliar na nossa justiça, mas como a nossa própria justiça. Ele foi feito justiça. Foi feito santificação, não como complemento de uma obra que, não, não, ele só chega com o está consumado. Quando ele falou isso eu não existia. A salvação começa quando as saídas da vanglória são fechadas e o pecador recebe tudo em Cristo. Toda sorte de bênçãos espirituais. Cada bocado de pão. Cada movimento no músculo. To- todas as coisas. Quando Deus declarou que Sara daria à luz a Abraão, caiu com o rosto em terra e riu, a Bíblia diz. A promessa ultrapassava a capacidade do corpo e da imaginação do patriarca. Ele não podia pensar em mais nada. Décadas de esterilidade pareciam dizer que aquilo não ia acontecer. Porque nós costumamos dizer que ou a gente participa ou Deus vai ter problemas. A razão humana faz contas. E então ela chega ao resultado, isso não não acontece. Isso não é possível. Então Abraão pediu: "Quem dera Ismael vivesse sob a tua bênção". Era como dizer, Senhor abençoa o possível, abençoa o pouco que nós já temos, abençoa a minha participação. Faça agora o seu incrível, o seu grandioso, mas faça em cima disso aqui que eu trouxe, eu trouxe Ismael. Eu não vim de mãos vazias, eu trouxe alguma coisa. E o riso de Abraão nos protege de uma leitura idealizada da fé, o homem chamado pai da fé. Ele vacilou várias vezes. Deus teve que demorar, Deus teve que destruir os seus planos, suas ideias. A fé bíblica não é ausência de conflito, nem uma cegueira diante dos obstáculos. Abraão conheceu os números, ele sentiu o peso da idade, ele sentia que estava indo para fazer 100 anos, ele sabia que o corpo de Sara não podia fazer mais. Sua fé seria chamada a olhar além dessas evidências, não fingindo que elas não existam, mas confessando que nenhuma dessas coisas é soberana. A esterilidade de Sara é real, mas não é soberana. Ah, não, meu corpo é fraco, mas não é soberano. Ah, porque eu tenho muito problema, então eu não consigo descansar em Deus. Não é verdade. Paulo tinha todas as aflições, problemas e ameaça de morte, tudo junto que um homem poderia ter. É óbvio que a graça é suficiente, foi isso que Deus disse para ele, não vou tirar os espinhos, minha graça te basta. Sabe por que que Deus disse isso? Porque basta. Abraão aprendeu isso, sua fé seria chamada a olhar além de toda evidência, além de toda capacidade. Há momentos em que a nossa reação à palavra também é uma espécie de riso. Há muitas pessoas que riem. Quando Deus disse, eu vou fazer de Sara, então Abraão caiu e riu. Você também às vezes ri, você ouve um sermão sobre paz. Ah, não, mas é porque você não conhece a minha história, não conhece meu pai, não conhece minha mãe, não conhece minha física, não conhece a química de do meu corpo. Você você está você está rindo. Deus está dizendo: "A minha paz eu te dou". Você tá rindo. Você tá rindo porque você acha isso tão impossível quanto Deus dar um filho a Sara. Deus promete perdoar o arrependido e ressuscitar os mortos, promete dar arrependimento, embora a culpa, o túmulo pareçam definitivos. A incredulidade está sempre olhando para o meio e através do meio ela quer julgar o fim. Ah, eu não posso ter paz porque meu pai, o avô, a minha família tem um histórico. Isso é ridículo. É como dizer que Deus não poderia dar um filho a Abraão porque Sara era estéril. A fé olha para Deus e ela reinterpreta o meio. Ela começa em Deus, depois olha para a história. Ela não olha para, para as coisas, olha para a opinião de um ser humano para depois julgar o que Deus está dizendo. Isso não significa que toda expectativa é, é, é, é, é. >> [tosse] >> É, é. A, a fé que olha para Deus é, e reinterpreta o meio. Então, nem toda expectativa que nasce do nosso coração, mesmo aquelas que parecem santificados, devem ser aceitas, promessas que Deus nunca fez, ele nunca vai cumprir. Você não deve inventar promessas em Deus, porque falhar em cumpri-las, ele não tá falhando em nada, você inventou. Não nenhuma promessa que, é, diga que nós viveremos nesse mundo sem aflições. As promessas vão, na, na, na, na direção oposta. No mundo tereis aflições, mas de mim vocês vão ter paz. Essa é a promessa. Aí nós queremos usar o mundo que não tem paz, é, é, o mundo que tem aflição para explicar a nossa falta de paz, mas isso é ir contra o que Jesus tá dizendo. Ele não disse: "Porque vocês não vão ter aflições, então a minha paz vai reinar". Ele não disse isso, ele disse: "No mundo vocês vão ter aflições, mas em mim vocês vão ter paz". >> [roncando] >> E o que ele falou é suficiente, ele prometeu não abandonar o seu povo, perdoar os que estão em Cristo, conduzi-los até apresentá-los perfeitos. Mas Deus não depende da estabilidade perfeita da nossa fé, né, queridos? Deus corrige Abraão, reafirma a palavra. Deus nunca abraça aquilo que o homem leva a ele para tentar participar. Mas também, você vê, Deus continuou trabalhando a fé de Abraão. Deus é mais fiel que o patriarca. E essa é a única esperança de Abraão, essa é a nossa única esperança. É a fidelidade de Deus, a nossa, queridos. Como a de Abraão, é assim. Estão vendo? Ela tá crescendo, mas ela tá crescendo meio aos trancos e barrancos. Não somos sustentados porque jamais trememos. Não, Abraão não foi sustentado porque confiou sempre no plano de Deus sem querer colocar nada dele, porque ele colocou. Mas ele então foi sustentado por quê? Porque Deus é fiel. E Deus tinha prometido. Somos sustentados porque aquele que prometeu não treme, não, sabe? Sara também riu ao ouvir que no ano seguinte ela teria um filho. Ela riu. Abraão riu, ela riu. E riu consigo mesma. Não era um riso, não era alegria pura. Você pode botar algo disso no no no de Abraão, mas não no dela. Era o som de uma esperança que aprendera a se proteger da decepção. É o som daquilo que diz assim: "Eu não vou nem me me me me empolgar muito, eu vou nem Daqui a pouco eu fico achando que daqui a um ano eu vou ter um filho e não tenho". Aí eu vou ficar mais arrasado ainda. Para para mim evitar esse arrasa arraso todo aí, eu ah, Ah, vamos, ver. Mas em certos momentos, o que chamamos de realismo é uma muralha erguida contra, é, a o propósito de Deus de nos surpreender. O senhor perguntou: "Por que Sara riu?" Depois pronunciou a pergunta que governa a história, que é o texto que nós lemos: "Existe alguma coisa impossível para Deus? Por que ela está rindo?" Isso nós devíamos ouvir a cada sermão. Sabe quando você ouve um sermão sobre, é, é, é, paz e você, como quem diz, ingenuidade. Então, você riu. A pergunta de Deus é o seguinte: "Por que você riu? Você acha que eu não consigo fazer um mártir numa fogueira ter paz? Ir em frente?" Você acha? Você acha que é impossível para mim? Que o fogo é mais forte? A aflição é mais forte? A pergunta não é: "Existe alguma coisa impossível para Sara?" Claro que existia, ela não podia ter filhos. Então, pare quando ouvir um sermão e começar a pensar: "Não, mas é que eu, é que eu assim, é que aqui, o mundo, é que a história". Que ele está falando sobre a sua história, sobre suas capacidades ou sobre o seu corpo? Estamos falando sobre Deus. A pergunta não é: "Existe alguma coisa impossível para Sara? Ela é uma mulher incrível, vai dar um jeito". Não é: "Há algo que Abraão não consiga resolver com uma grande ideia". Não. A pergunta desloca o centro. Quem é o sujeito da promessa? Quem vai realizar? Quem tem o poder? Quem tem o propósito? Muitas crises de fé nascem porque fazemos a pergunta errada. Sou forte, experiente, disciplinado, capaz. Peraí, ó, várias dessas perguntas a resposta é não, não é porque você é capaz que Deus te mandou numa direção. Por várias dessas perguntas a resposta para várias delas é não, a pergunta final não é, a pergunta é Deus é fiel. Existe alguma coisa difícil demais para mim? Porque Sara está rindo? Eu estou falando que ela é capaz? Estou falando que ela é capaz de ter um filho? Estou falando que Abraão é capaz de ter filhos? Estou falando sobre homens? Estou falando sobre seus corpos? Estou falando sobre a sua força? Estou falando que eu preciso dela? Preciso da força de Sara? Da força de Abraão? Cristo é suficiente, o espírito é poderoso para vivificar, essa é a pergunta. A palavra de Deus voltará vazia? Ele vai dizer que ela vai ter um filho em um ano e isso não vai acontecer? O túmulo vencerá? O filho de Deus? Alguma coisa é difícil demais para o Senhor? Essa pergunta não tem nada a ver conosco, Deus não disse algo é difícil demais que lá no fundo você não tenha uma forcinha, a sua biologia ajude, ele tá dizendo algo é difícil demais para o Senhor. A graça soberana produz obediência e fé, mas não permite que o instrumento se declare fonte de nada. Deus me deu fé e eu cri, mas a graça soberana não permite que eu diga que eu sou a fonte da minha fé, como não sou a fonte da minha vida, como sou a fonte nem da vida biológica e nem da minha vida espiritual. Transforma a graça mortos em vivos, mas não permite que o morto diga que de alguma maneira ajudou a viver. Há uma palavra de ternura, o tempo tá acabando né? Na na na pergunta divina Deus poderia ter esmagado Sara por seu riso. Não poderia? Quando você diz algo e a outra simplesmente ri. Em vez disso, ele confrontou sua incredulidade, mas manteve a promessa. Porque não era porque ela merecia. A fragilidade dela não cancelou a fidelidade dele. Porque você riu, não vou fazer mais nada. Esperaram 25 anos, agora que chegou a hora de acontecer, você riu, então agora acabou. Isso não desculpa a incredulidade dela, mas você vê. Consola a nós e você vê que Deus faz as coisas para fidelidade ao que ele disse. Ele não usou isso como desculpa e disse: "Eu não vou fazer mais nada". Então. Se você alguma vez ouviu Deus dizer alguma coisa no sermão, meditando e você riu como Sara, não em urã, mas disse: "Não, não sei o que tem esse problema, tem aquela coisa, tem aquela dificuldade", então se você riu, confesse a Deus. A promessa. Que parece grande demais, há transformações que, que, que, que julga impossível, não invente resultados, não exija datas que Deus não deu, mas não ria daquilo que Deus disse. Agora Deus disse: "Daqui a um ano". Nunca levante hipóteses contra isso. Como é que Deus pode fazer do imundo um puro? Pode. Ele fez você. Todos os que ele redimiu. Como isso é possível? Isso é impossível, o homem é imundo, como de uma fonte suja pode o etíope mudar a cor da sua pele? Pode, não pode. Não estamos falando sobre o que as pessoas podem fazer. Impossível deixa de ser a palavra final quando a pergunta correta não é o que podemos fazer. Quando a gente fala que uma coisa é impossível exatamente porque nós estamos falando de nós. Gênesis 21 não descreve um acaso feliz. Repete cuidadosamente: "O Senhor foi bondoso com Sara, como lhe dissera. O Senhor fez por Sara o que Ele prometera. O filho nasceu no tempo determinado". Cada frase dessa protege a glória divina. Não é? O Senhor foi bondoso com ela, porque ela merecia quando riu? Não merecia mais ter o filho. O Senhor fez por Sara aquilo que Ele prometeu e Ele fez mesmo. O filho nasceu no tempo. Cada [roncando] frase protege a sua glória. Deus falou, Deus visitou, o homem não respondeu da maneira adequada, mas Ele fez. A promessa ganhou corpo, choro de bebê e corpo de bebê e um nome: Isaque. Aí está. Quando nenhum homem participa, é o filho da promessa. Se o homem participar, é um filho da carne. O riso de incredulidade foi transformado em um riso de espanto. É o que a graça faz, não é? Sara disse que Deus lhe dera motivos para rir, ela diz. E que todos que a ouvissem iam rir com ela. Você vê que riso diferente. Ela tinha rido porque ela não creu. Mas agora ela disse: "Deus me deu motivos de risos e todos que ouvirem meu riso vão rir comigo". Isso é a graça. Isso é Deus. A graça soberana não é uma doutrina fria que tira a nossa alegria, nosso riso. Ela mostra o que somos, mas faz superabundantemente mais do que aquilo que imaginamos ou pensamos. Não é que Deus tirou o sorrisinho da boca de Sara e agora ela ficou sem nada. Deus tirou porque aquilo era sobre autossuficiência. Agora Ele colocou outro riso na boca dela, um riso que exalta a sua graça de Deus. "Deus me deu motivos para sorrir. Você vê, não é uma alegria centrada agora na minha, nas minhas capacidades, Deus me deu motivo. Uma alegria que aponta para a generosidade do doador. Uma alegria que aponta para a graça soberana. Seria sinal de que Deus é fiel. Isaque não seria lembrado como prova de que Abraão insistiu o suficiente, lutou muito para ter um filho. O texto reúne pelo menos cinco movimentos da providência. Sara era estéril desde o início. Eliezer foi rejeitado como herdeiro, Ismael foi rejeitado como filho da promessa. A idade avançou mais até ultrapassar qualquer capacidade natural. O tempo do nascimento foi anunciado antecipadamente, para dizer não, não é acaso, vai ser daqui a um ano. Deus cercou o acontecimento para que ninguém pudesse atribuí-lo a caso, ao homem, a nada, a não ser a ele. A graça foi demonstrada, não apenas afirmada. A graça não é só pregada, a graça age, a graça ela é o poder de Deus agindo em homens e mulheres. Mas todo crente carrega um sinal ainda maior. A nova vida espiritual, pecadores que não buscavam a Deus passaram a amá-lo. Culpados estão justificados. Isso não é menos sobrenatural, isso é mais. Transformar um homem que é imundo na imagem do seu filho é infinitamente maior do que fazer uma mulher estéril ter um filho. Mas o é o mesmo poder criador. Deus que disse das trevas resplandeça a luz, ele mesmo brilhou em nosso coração. A conversão é o fator Isaque aplicado ao coração do homem. A carne, a tradição, a educação não produzem um filho de Deus. Deus usa a palavra, testemunhas, pais, pregadores, circunstâncias, mas o novo nascimento é só dele. Senão, você não tem um filho da promessa. A igreja pode produzir filhos da carne, não pode produzir filhos da promessa. Sabe? Ninguém precisa se desesperar diante da dureza de nenhum pecador, então, você vê? Por quê? Porque se dependesse de qualquer coisa no homem, então, alguns homens têm um temperamento melhor, são mais sensíveis. Todos os homens estão mortos, todos estão totalmente distante de qualquer possibilidade. Então, ressuscitar um não pode ser mais difícil que ressuscitar o outro. Ah, mas esse cara tá mais morto do que isso, isso é bobagem. Morto é morto. A Bíblia, Jesus ressuscita pessoas, né? Eles estão sempre em estágios diferentes. A A filha de Jairo tinha acabado de morrer. Se você entrasse lá naquela hora, ela nem parecia que tava morta, ela parecia que tava dormindo. Mas já o filho da viúva de Naim já tinha morrido já um dia atrás, você já sabe que 24 horas pra morto já tá ruim, né? Aí você vê, não foi mais difícil. Por quê? Ah, já Lázaro tava quatro dias morto. Hum, morto cheirava mal. Mas a A verdade é que a filha de Jairo estava menos morta do que Lázaro quatro dias depois, não. Ela pode ter morrido há dois minutos, está tão morto quanto quem morreu há um ano passado. Não fazia nenhuma diferença, a morte não é assim. O filho da viúva de Naim 24 horas depois não tá mais morto do que ontem. Quando eu vou enterrar uma pessoa 24 horas, 48 horas depois, ela não está mais morta do que estava ontem. Ela está igual. Todas as mudanças são a corrupção da morte, mas a filha de Jairo logo vai estar igual a a Lázaro. A morte não tem graus. Você está vivo ou está morto. Lázaro não está mais morto porque cheira mal. Deus ressuscita os mortos. Um dia, um dia, dois dias, esse morto fede muito. Isso tudo é irrelevante. Se a dificuldade é dar vida a quem está morto. Esse negócio de estar feio, estar fedendo, se não está fedendo, isso tudo é irrelevante para quem pode dar vida a quem está morto. Então nós pregamos, oramos, amamos reconhecendo que a vida vem do alto, no tempo determinado que Isaque nasceu, na plenitude dos tempos Jesus nasceu, no no terceiro dia Jesus ressuscitou, na plenitude dos tempos Deus te deu nova vida. É isso, é ele. Ele fazendo tudo. Paulo retorna à história de Isaque em Romanos 9. A questão é dolorosa. Muitos remitas descendentes físicos de Abraão rejeitaram o Messias. >> [roncando] >> Isso significava que a promessa de Deus havia falhado. Paulo responde: "Não pensemos que a palavra de Deus falhou". A palavra de Deus nunca falha. Depois ele explica: "Nem todos os descendentes de Israel são Israel". Nem por serem descendentes de Abraão passaram todos a ser filhos de Abraão. A descendência física não era suficiente. Ismael era filho de Abraão, mas ele era um filho da carne. >> [roncando] >> Então Paulo cita a história: "Por meio de Isaque a sua descendência será considerada". A distinção entre Isaque e Ismael se torna a janela da soberania da graça. Isaque é o produto da graça, Ismael não é. Só os produtos somente da graça são filhos de Deus, são filhos da promessa. É o que Paulo está dizendo. Ismael nasceu da capacidade humana. Então ele está tão distante de Isaque quanto o morto está de um vivo. Isaque nasceu pelo poder da graça, da promessa. Paulo conclui: "Não são os filhos naturais que são os filhos de Deus, mas os filhos da promessa é que são considerados descendência de Abraão". Isso atinge toda confiança religiosa baseada em qualquer coisa e desempenho humano, participação humana, estratégia humana, capacidade humana ou vendo a fé como uma energia que eu somo ao poder de Deus para fazer algo. Ninguém nasce cristão porque nasceu numa circunstância mais fácil e Deus então teve mais chance. Ninguém entra no reino porque conhecem a a linguagem da doutrina certa. A carne pode produzir comportamento, disciplina, mas não pode produzir o quê? Vida. Nós estávamos mortos quando ele nos deu vida. A vida, afeto, desejo, deleite em Deus. O filho da promessa precisa ser gerado pelo espírito de Deus, gerado pelo poder de Deus. O que é nascido da carne, Jesus diz, é carne. Isso destrói a presunção de quem confia na proximidade externa, né? A igreja não deve confiar em nada para fabricar conversões. Ela deve pregar a palavra. É a única coisa que ela está aqui para fazer. Nem deve abandonar a esperança porque deve agradecer a Deus as portas que ele fecha para as nossas grandes ideias. O evangelho não é uma oferta frágil esperando que você ajude Deus a salvar. Ele vai salvar todos que ele deu ao seu filho. Ele só quer Ele determinou que o evangelho seja pregado. É o poder de Deus para a salvação, o evangelho. A chamada externa pode alcançar todo mundo, né? A graça eficaz sobre o coração age assim no tempo de Deus. No tempo determinado, Sara ficou grávida. No tempo determinado, Isaque nasceu. No tempo determinado, Jesus nasceu. Você não é Isaque porque foi mais sábio que Ismael. Não havia diferença entre eles, eles não tinham feito nada. Você não é Isaque porque você é alguém mais sensível, porque o a tua biologia é melhor, porque você só é Isaque porque Deus cria os filhos da promessa. Como seres, não havia nenhuma diferença. Quando Abraão foi morreu e foi ser enterrado, lá estavam os dois filhos juntos, chorando os chorando pelo seu pai. Ismael e Isaque. É filho da promessa porque é a graça que te trouxe à vida. Se foi qualquer coisa que não somente a graça, não é filho da promessa. Jesus disse a Nicodemos: "É necessário que vocês nasçam de novo". Nicodemos respondeu: "Como alguém pode nascer de novo"? A pergunta de Nicodemos ecoa a de Abraão. Pede um um pecador, pode um pecador nascer de novo? Essa é a pergunta, né? Em todos os casos, a resposta é sempre a mesma. Não, não pode. Deus não está mandando o homem fazer aquilo que ele pode. Deus quer mostrar que você não pode. A carne não pode produzir o que pertence ao espírito. Jesus compara então essa obra ao vento e nós percebemos seus efeitos, mas não controlamos o vento. Deus está dizendo a mesma coisa, você pode perceber o que o espírito está fazendo, mas você não controla, ele é soberano. Em cada passo, a regeneração é obra soberana. Não significa que a fé não seja necessária, significa que Deus produz a fé necessária. Não quer dizer que Sara não ia ter que ter uma criança, não ia não ia ter que estar na barriga, não ia ter que ter aquilo tudo, mas Deus ia produzir tudo isso. O morto precisa ser vivificado. A graça irresistível não arrasta as pessoas para Cristo enquanto ela deseja continuar amando as trevas. Ele tira o amor às trevas. Ele dá um novo coração, transforma o coração para que venha com desejo verdadeiro, com novas afeições. Então o homem vem. Deus não viola a vontade, você vê, ele liberta a vontade da escravidão do pecado. Então essa vontade vê que Deus é muito mais desejável do que as trevas. Isaque nasceu porque Deus visitou Sara. O cristão nasce porque o Espírito Santo o visita. Não podemos dizer, não podemos dizer que nos tornamos filhos de Deus porque usamos melhor nossas capacidades ou nosso livre arbítrio ou qualquer ele é Isael ou qualquer Ismael que nós possamos mencionar. Isso preserva a esperança também da nossa pregação ao mundo. O coração natural é hostil. Tão hostil e tão impossível quanto o ventre de Sara era para ter um filho. Mas Deus ordenou isso. E o poder pertence ao Senhor. O poder não pertence ao pregador, não pertence às nossas palavras, pertence pertence ao Senhor. Isaque é o filho da promessa. Mas não é o fim da promessa. Sua história aponta para frente, para frente. Da sua linhagem viria o verdadeiro filho. Da linhagem de Abraão, não era Isaque. Concebido pela ação soberana do Espírito. Mais uma vez a salvação entraria no mundo por um caminho que não poderia ser explicado pela iniciativa da carne. Vocês meu filho vai chegar ao mundo e todos vão ver que isso é totalmente aquilo que eu fiz. Não tive cooperação, o mundo não amou, o mundo não desejou, o mundo não cooperou em nada, o mundo era o obstáculo. O pecado era o obstáculo. Jesus é o filho prometido em sentido pleno. Em Isaque Deus preservou a linhagem da aliança, em Cristo todas as promessas encontram o seu sim. O sim para cada salvo, o sim para cada eleito, só encontra a a o sim em Cristo. Isaque carregou a lenha e subiu o monte com Abraão. Cristo carregou a própria cruz e subiu no nosso lugar, no lugar de sacrifício. Isaque foi poupado quando Deus providenciou um cordeiro, Cristo não foi poupado. Nada do plano de Deus tem nada do homem. Ele era o cordeiro providenciado. Naquela colina a pergunta de Isaque ecoou: "Onde está o cordeiro?" Deus levou milhares de anos para responder. Quando Isaque perguntou a Abraão: "Onde está o cordeiro?" Deus ia levar muito tempo para responder, mas no tempo certo Deus respondeu: "Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo". O fator Isaque não é apenas uma mensagem sobre realizar projetos difíceis. É antes de tudo uma janela para redenção. O humanamente impossível não tem nada a ver com o que nós pregamos. Nós falamos sobre o que Deus disse sobre isso. O que Deus falou sobre aquilo. Que que Deus vai fazer? Jesus Deus disse que ia justificar o ímpio sem negar sua justiça. Ia justificar o ímpio e fazer de um ímpio eh alguém sem nenhuma condenação, sem nada, a justiça e a sua lei serem violadas. Parece impossível. Ele ia destruir a morte, mas Deus quis destruir a morte por meio da morte. Ele ia reunir judeus e gentios numa só família. Ele ia transformar inimigos em filhos que o amam. Na cruz Deus fez o impossível para nós. Porque eu disse Ele não fez A cruz não tem nenhuma participação nossa, não é? É porque ele disse O filho amado experimentou o abandono para que os adotados não fossem abandonados. Depois o corpo de Jesus foi colocado num túmulo. É um lugar totalmente fora dos recursos humanos, o túmulo. No terceiro dia ele ressuscitou, por isso a tua dispensa cristã repousa em Deus somente. Em Cristo somente, como vimos hoje pela manhã. Nossos corpos enfraquecem, a morte parece fechar todas as saídas, mas isso [roncando] não é nada. A história de Abraão não nos convida apenas a admirar o milagre antigo. Ó, como Deus fez coisas incríveis. Ela confronta todos os Ismaéis que você tenta produzir. Tudo que você tende a querer atribuir a si mesmo. Deus tá fazendo conosco, fechando portas. Ele não tá dificultando o caminho. Ele tá tornando para nós o caminho maravilhoso. Ele tá dizendo para Gideão: "Não, tem muita gente aí". É para confrontar tudo o que nós tentamos produzir e atribuir a nós. Então o coração começa a negociar. É assim que a ansiedade se transforma em con- consilheira. A pressa começa a interpretar o que Deus disse e começa a achar que Deus vai tá tá me enrolado. Aí o medo redefine a fidelidade de Deus e o pecado sempre esperto aparece com uma solução. Tá vendo? Você tá ansioso, mas eu tenho uma ideia. O pecado sempre é aquele que aparece com uma solução para o nosso medo, para a nossa ansiedade, para para as nossas inquietações. O pecado sempre aparece rindo e com uma boa ideia. Então. Não produza um Ismael para escapar do desconforto de esperar. A espera é Deus trabalhando em nossos corações uma fé verdadeira que descansa nele. É. Isso pode significar recusar uma relação que exige que Cristo seja colocado de lado. Pode significar dizer a verdade quando a mentira ia preservar uma vantagem em nossa vida. Esperar não é não fazer nada, é uma obediência ativa, mas sem ocupar o lugar de Deus. Sim. Sem querer o controle, fazemos o que foi ordenado. Usamos os meios legítimos, mas não controlamos o resultado e isso nos dá paz. Às vezes, o Ismael não é um ato visivelmente escandaloso, pode ser um projeto bom, movido por um coração que quer mostrar seu valor. A questão é se estamos obedecendo ou tentando criar o resultado da promessa e angariar admiração. Cristo nos liberta da necessidade de fabricar uma uma identidade, de participar da maneira como Deus nos aceita e nos livra. A cruz garante que o amor de Deus não depende do sucesso visível de nenhum plano nosso. A expressão que a gente leu no início, "Nada é impossível para Deus", pode ser usada com fé ou com presunção, na ideia de que as minhas ideias vão prevalecer porque nada é impossível para Deus. Ela não é dita nesse contexto. As ideias de Abraão foram todas impossíveis para ele. A ideia de Eliezer não foi possível. A ideia é tudo impossível. Nada é impossível para o que Deus quer fazer, para o que ele determinou, para os seus decretos. Ele decretou salvar Saulo de Tarsos também também é nada é difícil para ele aí. Abraão não inventou a promessa, nem escolheu o tempo. Deus falou, Deus determinou, Deus escolheu o tempo e nada é impossível para ele. Nesse sentido, não tem nada a ver com os seus planos, seus sonhos, suas determinações, aquilo que você acha que deve acontecer. Tudo quase é impossível para você. Deus escolheu o objetivo. Você não pode escolher o objetivo e depois revestir ele de de de de linguagem espiritual, aí espera que Deus prova é é a sua fidelidade realizando algo que você fez. Deus pode abrir portas, curar, restaurar, mas sua capacidade não é a promessa de realizar tudo que o Josemar imagina ou tudo que o Josemar quisesse. A pergunta é: ele prometeu? Se ele prometeu, então já não importa mais, não tem um sorrisozinho. Ele prometeu paz, prometeu vida, prometeu que eu vou ser a imagem de Cristo. A fé diz: Deus é capaz e eu me submeto à sua sabedoria. A fé não diz: Deus é capaz, para ele nada é impossível e ele se submete à minha sabedoria. Isso é presunção. A presunção diz: Deus é capaz, portanto ele vai cumprir o meu plano. Ele vai usar o poder dele para fazer aquilo que eu quero. A fé trabalha com responsabilidade e submissão. Já a presunção, ela despreza os limites e ela manipula as pessoas e acredita que pode chamar de fé aquilo que tenta manipular Deus. E o fator exato que atravessa toda a vida cristã. Nunca, enquanto estivermos aqui, vai ser diferente. Começa na conversão, atravessa a santificação e termina na glorificação. No início, Deus nos encontra mortos e nos vivifica em Cristo. Pela graça somos salvos. Durante a caminhada, a carne ainda tenta atribuir coisas espirituais a si mesmo. Ai, olha a minha oração, olha a minha obediência. Ele ainda quer atribuir, é assim: Deus permite fraquezas que nos fazem orar, usa espinhos para impedir que ele nos exaltemos, mostra que os melhores dias do serviço ainda estão cheios de pecados e que todos eles dependeram totalmente do querer e do fazer de Deus. Isso não significa que não crescemos. Crescemos verdadeiramente, mas cada fruto é um fruto de Cristo. Apesar da aridez, da esterilidade do nosso ventre, como era o de Sara, o ramo realmente frutifica, mas ele nunca vai ser a raiz. Ele nunca é a razão de ter frutos. O cristão nunca pode encontrar uma razão em si mesmo de dar frutos, como um galho não encontra razão nele para ter frutos. No sofrimento, Deus nos lembra que Deus pode criar bem onde só a gente a vê perda, como na cruz. Nós plantamos. Isso nos protege de qualquer orgulho, de desespero. Não fingimos que o mal é é bem, nem que a dor é pequena, mas cremos que nenhuma circunstância está além desse governo. Na morte, o fator que alcança sua expressão final. Porque a morte é a força contra a qual nenhum ser humano pode lutar. O homem mais rico, às vezes a pessoa não entende: "Ah, esse cara tem 50 anos, é o cara mais rico e tal". E aí ele é só um ser humano. Está morrendo. Não há nada que os seres humanos façam sobre a morte. Uns ricos, uns pobres. Uns belos, uns feios. Então Deus fará o que o homem não pode. O filho chamará os mortos, ouvirão e a fraqueza será levantada com poder. Ninguém entrará na nova Jerusalém dizendo: "Minha própria força participou disso". Nós vamos estar rindo como Sara e vamos dizer: "Todos vocês, quando ouvirem, vão rir comigo". Se vocês, se eu contar tudo que eu fui, não é? Minha minha fé, minha minha justiça. Se vocês virem tudo, vocês só vão poder rir comigo. como Deus pôde me trazer até aqui. Foi só porque ele foi fiel à sua própria palavra. Os olhares então não vão estar voltados para mim, mas para o cordeiro. Como ele fez tudo. As coroas serão lançadas diante dele, a canção será sobre o sangue, não sobre o nosso livre arbítrio. Esse futuro redefine o presente, podemos trabalhar, esperar e morrer sem adorar nenhuma das nossas capacidades. Podemos aceitar o lugar humilde. Porque a história não depende da nossa capacidade, das nossas, de um lugar proeminente. Se eu fosse uma pessoa mais importante, o evangelho ia ganhar, não ia ganhar nada com isso. Depende da promessa de Deus e de mais nada. Então quando os recursos diminuírem, nós vamos lembrar de Gideão. Ó Deus, tu tá diminuindo os números. Porque Deus não depende deles. Quando a possibilidade desaparecer, nós lembramos de Sara. Quando a pressa oferecer um atalho e o pecado chegar com uma grande ideia para vencer minha, a, aquilo que por não confiar eu estou e, temeroso, estou ansioso. Então, não ouvimos. Quando a palavra aparecer grande demais, a gente vai lembrar do fator Isaque. Quando a culpa disser que não há caminho, nós olhamos para a cruz. Quando o túmulo parecer definitivo, nós olhamos para Jesus ressurreto. A pergunta permanece: existe alguma coisa impossível para o Senhor? E a resposta do evangelho não é uma teoria para você pegar o humanismo secular e tentar misturar. Porque a resposta do evangelho não é uma teoria. A resposta do evangelho é uma pessoa viva, Jesus Cristo. E o que você misturaria a Ele? O que você pensa, que pensamento humano poderia melhorar Jesus Cristo, sua obra? A graça soberana nos encontra incapazes, nos sustenta dependentes, ela nunca vai fazer nós ficarmos independentes, mas cada vez mais para que Deus seja tudo em todos e nossa alegria sempre esteja apenas nele e nunca em nós mesmos. Vamos ficar de pé. Pai, nós te agradecemos pelo dia de hoje, maravilhoso estar com o seu povo nos debruçarmos sobre a tua palavra, ela realmente é pão ela não só nos alimenta, ela é tem um sabor maravilhoso em nossos lábios. Que nós possamos Senhor Pai, realmente Senhor Deus, nutridos por ti, viver uma vida que te glorifica e que seja para nossa alegria em ti agora e sempre. Amém. Vamos cantar. Ah, o fator Isaac, não deixe isso nunca fugir da sua mente. Você vai poder combater com quase contra todos os pensamentos que saem do seu próprio coração que tem de auto suficiência e quase todas as coisas que o mundo levanta o fator Isaac combate tudo vence tudo e Deus recebe toda a glória. Vamos cantar. >> [roncando]