EP4 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Paz
04/07/2026
EP4 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Paz
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[música] E aí, tudo bom? Pronto para mais um sábado? Tá pronta, Carol? >> Super. Eu tô sempre pronta. Sábado, nosso sábado animadíssimo. Eu amo estar aqui com todo mundo de manhã cedo pra gente falar sobre essas coisas que a gente tem falado, fruto do espírito. Já passamos pelo amor, passamos pela alegria. Hoje a gente vai falar sobre paz. >> Paz. >> É isso aí. Então, hoje >> hoje vai ser tranquilo. >> Hoje hoje é hoje. Hoje tudo meio zenho assim, né? [risadas] vai ser tranquilaço, >> então, né? E aí a gente sabe, acho que assim, algumas coisas, Carol, a gente pode para começar pensar que aquilo que é, vamos dizer assim, tradicional, normal, paz não é ausência de problemas, >> não é? Tá sacramentado já que é isso, né? >> E [limpando a garganta] também a gente a gente fica querendo de sentir alguma coisa, né? Uhum. >> A gente fica querendo, não, eu tô sentindo uma paz. Não é necessariamente isso. Não é isso que o fruto, não é isso que o espírito produz na gente. Não é um sentimento, >> é uma certeza. >> É uma certeza. >> Paz é uma certeza. >> Agora, antes da gente chegar nessa certeza, eu queria caminhar também pela questão da própria ideia da busca da paz. E e a busca da paz hoje, principalmente no na realidade que estamos vivendo, é extremamente importante a gente mencionar. Por quê? Porque nós estamos vivendo uma período de guerras para tudo que é lado. >> É verdade. >> Então assim, a quantidade de guerras é muito muito grande. Eu assisti eu assisti esses dias um videozinho >> hum >> que me chamou atenção. Um videozinho do Instagram. É um videozinho de dois irmãos gêmeos que são comediantes. Eles fazem vídeos bem bem bem [risadas] engraçados até. >> E e eles estavam fazendo um vídeo onde os dois estavam vestidos de ETÊ. >> Olha só. [risadas] É, é, eu eu achei muito os dois estavam vestidos de ET e a esposa, os dois são casados, as esposas aparecem constantemente nos vídeos, né? >> E uma das esposas estavam caminhando com um cachorrinho. >> E aí? >> E aí a percepção do ET era o seguinte: >> precisamos libertar aquela terráquia, >> a criatura. >> Não, [risadas] a Terráquia. A Terráquia. Por quê? Porque eles identificaram com ETS que quem era o o mandante era o cachorro. [risadas] Por quê? Porque o cachorro que direcionava para onde estava caminhando com a guia. >> Olha só, >> olha que interessante a percepção. Então assim, era o cachorro que direcionava. Aí de repente o cachorro parou, >> ela para >> para fazer xixi. Ela tem que parar e aguardar. De repente o cachorro anda mais um pouco, cachorro vai fazer o número dois. >> Acompanha. >> E ela não só acompanha para, mas depois ela tem que recolher ali o número dois feito pelo cachorro. Na percepção do ET, então quem é que mandava naquilo? Aí eles chegam lá e eles cortam a corrente da da guia da cachorra e falam para ela: "Você tá liberta agora, você tá livre, pode viver sua vida. Fuja inclusive antes que ele te pegue de novo, aquela coisa toda". E ela pega ele no colo e e e começa a conversar com os ETs falando assim: "Não, mas eu amo". Não, como assim? Ele ele tá se escravizando? Não, mas nós humanos fazemos isso isso por amor. Nós amamos. E aí ele, eu sei que a a discussão é interessante, mas ele chega e fala assim: "Então, pera aí, então quer dizer que vocês que são humanos conseguem demonstrar ou até mesmo interagir em amor com outras criaturas que não são humanas?" Ela falou: "É lógico, nós temos amor pleno por isso". E aí o o ET faz a pergunta e corta o vídeo. >> Então, por que que vocês se matam em guerras? >> Hum. Nossa, que choque. >> Se você, o humano consegue demonstrar amor por um animal que não é da sua espécie, por que que vocês entre vocês vocês se pegam e se matam? Cara, eu achei, eu achei a sacada >> muito interessante de um vídeo de humor, é um vídeo de comédia de dessas Instagram. >> É uma pergunta sem resposta. É uma pergunta que a gente não tá sabendo responder. A gente não tá sabendo por a falta de paz. Exato, exato. E e é interessante a ainda falando sobre essa música, hoje eu vim aqui caracterizado, né? Aqui, ó. E para quem não sabe, eu gosto de assistir animê e esse é o meu favorito, que é o Naruto. Esse aqui para mim é o qu acompanha a gente há um tempo, já sabe, >> já sabe, já sabe. E um uma das coisas interessantes é que a busca da da do anime do Naruto é a busca pela paz. >> Olha só. >> Por quê? Porque os personagens principais que estão envolvidos na trama, eles todos passaram por crises por causa de guerra, por causa de destruição. >> E aí, então agora eles eles vão caminhar para buscar a paz, só que a paz sempre buscada de um jeito errado. E a paz buscada do jeito errado leva a quê? mais conflito, >> leva mais conflito. Tanto que o final do grande ah, vamos dizer assim, da daquilo que o grande vilão, vamos dizer assim, está fazendo para pr pro mundo ninja naquele momento, é exatamente a busca da paz que chama lá para quem já assistiu, é o Tsukuyoma Infinito, onde ele vai fazer o quê? Olha a percepção. Ele vai colocar todo mundo para dormir num sono onde a pessoa vai poder realizar nos seus sonhos a paz interior que ela busca. Bus a realizar todas as coisas que ela buscava e almejava. Tanto >> na prática não dá. Porque na prática ela não conseguia. >> Olha que coisa doida. >> E aí então para isso ele vai fazer o quê? Aniquilar a humanidade nesse sentido de estar vivo para colocar todos num sono para que elas possam viver a paz. >> Que doideira. É muito interessante ver como na cultura a busca da paz está inserida tão fortemente. >> Isso que você tá falando, Dil trouxe na mente e toda essa questão de que quando a gente se esforça com a nossa própria vontade, né, com as nossas próprias eh ideias, dá errado. A gente cai naquelas coisas que Paulo fala que são a o que a carne produz, né? Não o que o espírito produz. Então, quando a gente tá com a intenção de buscar essa paz da nossa própria maneira, não dá, não funciona. Porque a gente eh é Thago que fala que a gente fala dos nossos desejos egoístas >> que a gente é isso que traz o conflito. >> Cada um é tentado pelo próprio desejo interno que já está lá dentro. >> Então a gente não, se a gente simplesmente não consegue buscar a paz, por quê? Porque eu quero uma coisa e você quer outra totalmente diferente e eu quero que você queira o que eu quero. E aí acabou a paz. Aí acabou. >> E aí acabou a página. >> E aí, galera, uma das coisas que eu queria buscar com vocês aqui é a percepção de que a paz é um legado. Um um legado. Por quê? Porque Jesus disse: "Deixo-vos >> a paz. >> A paz. A minha paz >> é a dele, >> é a dele. É um legado. É algo que nós recebemos e recebemos de graça e em amor. Então, Carol, como legado é algo que a gente recebe de Jesus quando a gente busca estar conectado com ele. É claro que daí vai haver talvez aquela mesma coisa que você falou, mas pera aí, se tem aquilo que eu quero e aquilo que você quer que são diferentes e isso vai gerando um conflito, como é que então a gente equaliza se um tem Jesus e essa paz legada e o outro não tem essa paz legada? Você tocou num ponto muito interessante, porque o próprio Tin Keller, ele fala que eh estabelecer a paz é confiar em Deus, >> é descansar em Deus, é soltar o controle, porque no fim das contas, vamos combinar, pessoal, o que a gente gosta de controle. O que a gente quer é determinar as coisas e a gente quer determinar como que a paz vai acontecer. Eu quero estabelecer a minha paz, >> não é a minha que eu tenho que estabelecer, é a de Deus, é a de Cristo Jesus que eu tenho que estabelecer. Então, eu preciso confiar que Deus sabe todas as coisas. Eu preciso entregar o controle na mão dele para poder estabelecer a paz de Deus na situação, não é a minha. E >> e aí é muito legal porque shalom, >> shalom, >> a ideia da paz, >> ela ela vai envolver você se sentir completo, porque então paz não significa só essa questão, como a gente falou, da ausência de problemas. >> Não senta, não é sentir calma. você vai se sentir íntegro, você vai se sentir completo, você vai se sentir essa harmonia com as coisas. E essa harmonia, Carol, eu creio que ela é o centro que foi usado de forma errada, mesmo dentro do cristianismo, né? a por pessoas que se diziam seguidoras de Jesus na tentativa de implantar esse reino a força e isso não faz sentido. Isso aí é a mesma coisa que o Pen tentou fazer no Naruto. Vamos falar paz pela força. Não, não é porque o próprio Deus não age com a gente assim. Ele oferece a paz e espera que a gente receba isso de bom grado, com cuidado. E aí é interessante a a gente pensar que quando a gente tá lidando com a nossa ideia de paz, a gente vai lidar com pessoas que são contrárias, que são diferentes, que pensam diferente. >> E aí o cristianismo vai oferecer a paz através do quê? Ame o seu inimigo. Amor. Eu ia falar exatamente isso, Dil, porque a gente começando a a estudar sobre o fruto do espírito, a gente já viu, né, no primeiro episódio, que tá tudo interligado, >> que todo, todas as características do fruto andam juntas, né? São como facetas de um único diamante, tá tudo, a gente tá vendo, né, faceta por faceta agora, mas não tem como ter uma coisa sem outra e elas crescem dentro da gente, são produzidas pelo espírito dentro da gente de forma equilibrada. Então, para que a gente alcance essa paz ou para que a gente manifeste essa paz que o espírito produz na gente, você precisa amar, >> precisa, [limpando a garganta] >> você precisa entender, você precisa acolher a outra pessoa, você precisa de do dos vários outros, das várias outras características junto com esse fruto. >> Imagina a paz produzida através do seguinte: se teu, se o teu inimigo tiver fome, dê a ele de comer. Se ele tiver sede, é alguém que me prejudica. Exato. Olha o nível de harmonia. Por isso que eu tô falando, eu sei que talvez você que tá assistindo, a gente pode falar assim: "Não, mas o cristianismo, né, que nós somos cristãos, somos seguidores de Jesus. Essa é a ideia. O que significa cristianismo? Cristianismo não significa uma religião, significa seguir a Jesus. E eu sei que em muitas vezes na história pessoas que se diziam também cristãs não viveram a paz. Mas a paz de Jesus envolve dar a outra face, amar o inimigo, orar por aqueles que nos perseguem e se tiver fome, dá de comer. Se tiver sede, dá de beber. >> É restabelecer a justiça de Deus e >> é restabelecer a justiça divina. Isso traz paz. É restabelecer a justiça divina. E a do a justiça divina, eita trava língua. A justiça divina não é na briga, >> não. >> Não é querer chegar e de pé no peito e já achar que eu tenho que fazer e acontecer a justiça divina. É no amor. >> Exatamente. >> É com amor que a gente faz. E aí eu pensando sobre isso, sobre paz, sobre toda essa essa questão que a gente busca também, né? Como todos o os as características que a gente já conversou, amor e alegria, a gente vive buscando essas coisas e a gente tenta fazer isso pela nossa própria força. >> Uhum. Mas eh o que a gente encontra, na verdade, quando a gente busca pelos nossos próprios meios, é o oposto da paz, que é ansiedade e preocupação. >> Uhum. >> Como a gente vive, a gente a gente quer ou a gente acha que paz é essa calma, é esse momento, né, plácido, em que não tem barulho, em que não tem bagunça, em que não tem paz. Não é isso, como a gente estava falando no começo, a paz é essa certeza que eu tenho na confiança em Deus, mesmo no meio do turbilhão. >> Uhum. mesmo no meio do caos, mesmo no meio de uma situação em que eu não tenho controle. É justamente isso. Eu não tenho controle, mas eu tenho paz. >> E para mim um texto que que dois textos que eu vou falar aqui que talvez exemplifiquem isso, Carol, que você tá falando. >> O primeiro deles é lá no livro de Jó, porque tá falando sobre uma coisa mais particular e pessoal. Jó tá passando por, enfim, uma infinidade de, né? As a coisa tá complicada, tal. E aí Deus vai aparecer no no meio da história. E o capítulo 38 que mostra Deus aparecendo fala que ele aparece no meio do furacão, no meio de uma tempestade, no meio do vucuvo. E ele tá no meio disso tudo em plena paz e tranquilidade. >> E o outro elemento é o próprio Senhor Jesus, que quando tá atravessando o mar da Galileia com seus discípulos, tá todo mundo ali, tal, o que que vai acontecer? Ele tá dormindo, >> dormindo na boa. >> Então, viver essa paz envolve realmente você aprender a lidar com as dificuldades da vida. >> Sim. >> Pela confiança e essa entrega que você deu para que ele possa lidar com as dificuldades e os problemas. >> Tem inclusive você você você já viu, não sei se vocês também já viram, se não depois vocês pesquisam aquela sketezinha, aquela a a chamada o banco das decisões. >> Não lembro disso >> não. Depois depois vocês pesquisam aí. YouTube aqui, tá? Não, antiga não. [risadas] Pera aí, calma lá. Sou chove. É, é, é uma sketch. Nós fizemos inclusive agora na viagem missionária que a gente fez do Paraguai, né? Por quê? É, é, é uma moça que aparece, ela tem um banco. >> Sim. >> O banco é onde ela toma as decisões. >> Então, toda vez que ela vai decidir, ela senta no banco e tal. E aí Jesus aparece. >> Quando Jesus aparece, ela chega e fala: "Jesus, eu quero que você tome agora o controle da minha vida. Tá aqui o banco." E ela dá o banco para Jesus. Ah, >> aí Jesus vai lá, você tem certeza que é ele pega o banco e senta banco. >> Aí quando ele senta aparece a a a que vão ser interações. Aí aparece uma outra a personagem da da da do teatro ali falando com interagindo com a moça ou com o rapaz quem era o dono do banco anterior. >> E ela precisa tomar uma decisão. E o que que ela começa a fazer? Ela começa a sentar no banco e [risadas] meio que empurrar Jesus de lado, sabe? Para tu deixa que eu faço agora. essa tentativa de manter o controle e toda vez que então ela começa a fazer isso, Jesus acaba até saindo do banco. >> Olha só. >> Então, e aí a decisão não é em paz. >> Aí, aí a decisão foi tomada fora de paz. Aí é uma decisão que traz dificuldades e problemas, >> lógico, >> né? Então, é bem interessante. É o banco das decisões. Depois você pode pesquisar no YouTube, você vai ver. É, é, é legalzinho. Uma esquete curta, até ali uns 10 minutos, mas desperta essa percepção de como, apesar >> das da da do da minha entrega para Jesus, eu tenho tanto esse desejo de controle das minhas questões que eu vou tirando dele essa o controle, né, o banco para tomar as decisões e essas decisões erradas minhas vão tirando também a minha própria paz e vai virando uma bola de neve que não para de crescer. E, e é uma coisa de o que é tão interessante, eu tava conversando com uma amiga sobre isso esses tempos, eh, é, é, parece um contrassenso. Uhum. >> Porque a gente fala assim: "Então, eu vou entregar o controle, eu não sei de mais nada, mas eu tenho certeza de que eu entreguei para quem sabe". >> Uhum. Então não é que não é que eu não vou e até o próprio Tin Keller ele fala isso, não é que você vai se tornar agora uma pessoa apática, fria, que não vai pensar em nada, que não vai, né, viver assim na superfície, não é isso. [limpando a garganta] Você vai ativamente confiar em Deus e saber que ele tem o controle. Você não vai tomar decisão sem essa, sem esse relacionamento >> e isso vai te dar paz. assim, parece que pra gente explicar uma coisa dessa para alguém é um pouco complicado, porque parece um paradoxo, parece uma coisa que não faz sentido, >> mas é muito bom de experimentar. >> Amém. >> E faz todo sentido. Confiar em Deus traz paz. E aí a gente quer convidar você amanhã na rua Tianguá número 25, aqui na Vila Mascote, bem pertinho do aeroporto de Congoensa, nós vamos estar ali reunidos >> às 9 horas da manhã e depois às 11 também pro nosso culto, nossa celebração. E você que de repente tá assistindo esse vídeo e não tá experimentando essa paz, vem conversar com a gente, vamos bater um papo, vamos falar um pouquinho sobre Jesus, vamos orar juntos para entregar essas questões diante dele e falar: "Senhor, nos dá a sua paz." Isso. E participando de uma comunidade a gente consegue experimentar e a gente vai crescendo nesse fruto do espírito, que é tão importante. >> Já vou puxar aqui uma sardinha, hein? Você [risadas] que de repente também é jovem, olha só, nós temos um ministério muito bacana na IBNU, que são os geeks, que são os pequenos grupos onde pessoas se juntam para ser apoio umas das outras, né? E a Carol é líder de um geek. Eu sou o pastor responsável por todos os geeks, mas a Carol é líder de um dos geeks. Então, de repente você pode vir conversar, fazer parte de um desses pequenos grupos e ali encontrar pessoas que vão caminhar com você nessa busca, nessa paz. >> Caminha junto. >> Fica a dica. Até sábado que vem, galera. Bora pro próximo. >> [sino]