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A fé vem pelo ouvir

EP4 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Paz

EP4 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Paz

EP4 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Paz

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[música]
E aí, tudo bom? Pronto para mais um
sábado? Tá pronta, Carol?
>> Super. Eu tô sempre pronta. Sábado,
nosso sábado animadíssimo. Eu amo estar
aqui com todo mundo de manhã cedo pra
gente falar sobre essas coisas que a
gente tem falado, fruto do espírito. Já
passamos pelo amor, passamos pela
alegria. Hoje a gente vai falar sobre
paz.
>> Paz.
>> É isso aí. Então, hoje
>> hoje vai ser tranquilo.
>> Hoje hoje é hoje. Hoje tudo meio zenho
assim, né? [risadas]
vai ser tranquilaço,
>> então, né? E aí a gente sabe, acho que
assim, algumas coisas, Carol, a gente
pode para começar pensar que aquilo que
é, vamos dizer assim, tradicional,
normal, paz não é ausência de problemas,
>> não é? Tá sacramentado já que é isso,
né?
>> E [limpando a garganta] também a gente a
gente fica querendo de sentir alguma
coisa, né? Uhum.
>> A gente fica querendo, não, eu tô
sentindo uma paz. Não é necessariamente
isso. Não é isso que o fruto, não é isso
que o espírito produz na gente. Não é um
sentimento,
>> é uma certeza.
>> É uma certeza.
>> Paz é uma certeza.
>> Agora, antes da gente chegar nessa
certeza, eu queria caminhar também pela
questão da própria ideia da busca da
paz. E e a busca da paz hoje,
principalmente no na realidade que
estamos vivendo, é extremamente
importante a gente mencionar. Por quê?
Porque nós estamos vivendo uma período
de guerras para tudo que é lado.
>> É verdade.
>> Então assim, a quantidade de guerras é
muito muito grande. Eu assisti eu
assisti esses dias um videozinho
>> hum
>> que me chamou atenção. Um videozinho do
Instagram. É um videozinho de dois
irmãos gêmeos que são comediantes. Eles
fazem vídeos bem bem bem [risadas]
engraçados até.
>> E e eles estavam fazendo um vídeo onde
os dois estavam vestidos de ETÊ.
>> Olha só. [risadas]
É, é, eu eu achei muito os dois estavam
vestidos de ET e a esposa, os dois são
casados, as esposas aparecem
constantemente nos vídeos, né?
>> E uma das esposas estavam caminhando com
um cachorrinho.
>> E aí?
>> E aí a percepção do ET era o seguinte:
>> precisamos libertar aquela terráquia,
>> a criatura.
>> Não, [risadas] a Terráquia. A Terráquia.
Por quê? Porque eles identificaram com
ETS que quem era o o mandante era o
cachorro. [risadas] Por quê? Porque o
cachorro que direcionava para onde
estava caminhando com a guia.
>> Olha só,
>> olha que interessante a percepção. Então
assim, era o cachorro que direcionava.
Aí de repente o cachorro parou,
>> ela para
>> para fazer xixi. Ela tem que parar e
aguardar. De repente o cachorro anda
mais um pouco, cachorro vai fazer o
número dois.
>> Acompanha.
>> E ela não só acompanha para, mas depois
ela tem que recolher ali o número dois
feito pelo cachorro. Na percepção do ET,
então quem é que mandava naquilo? Aí
eles chegam lá e eles cortam a corrente
da da guia da cachorra e falam para ela:
"Você tá liberta agora, você tá livre,
pode viver sua vida. Fuja inclusive
antes que ele te pegue de novo, aquela
coisa toda". E ela pega ele no colo e e
e começa a conversar com os ETs falando
assim: "Não, mas eu amo". Não, como
assim? Ele ele tá se escravizando? Não,
mas nós humanos fazemos isso isso por
amor. Nós amamos. E aí ele, eu sei que a
a discussão é interessante, mas ele
chega e fala assim: "Então, pera aí,
então quer dizer que vocês que são
humanos conseguem demonstrar ou até
mesmo interagir em amor com outras
criaturas que não são humanas?" Ela
falou: "É lógico, nós temos amor pleno
por isso". E aí o o ET faz a pergunta e
corta o vídeo.
>> Então, por que que vocês se matam em
guerras?
>> Hum.
Nossa, que choque.
>> Se você, o humano consegue demonstrar
amor por um animal que não é da sua
espécie, por que que vocês entre vocês
vocês se pegam e se matam? Cara, eu
achei, eu achei a sacada
>> muito interessante de um vídeo de humor,
é um vídeo de comédia de dessas
Instagram.
>> É uma pergunta sem resposta. É uma
pergunta que a gente não tá sabendo
responder. A gente não tá sabendo por a
falta de paz. Exato, exato. E e é
interessante a ainda falando sobre essa
música, hoje eu vim aqui caracterizado,
né? Aqui, ó. E para quem não sabe, eu
gosto de assistir animê e esse é o meu
favorito, que é o Naruto. Esse aqui para
mim é o qu acompanha a gente há um
tempo, já sabe,
>> já sabe, já sabe. E um uma das coisas
interessantes é que a busca da da do
anime do Naruto é a busca pela paz.
>> Olha só.
>> Por quê? Porque os personagens
principais que estão envolvidos na
trama, eles todos passaram por crises
por causa de guerra, por causa de
destruição.
>> E aí, então agora eles eles vão caminhar
para buscar a paz, só que a paz sempre
buscada de um jeito errado. E a paz
buscada do jeito errado leva a quê? mais
conflito,
>> leva mais conflito. Tanto que o final do
grande ah, vamos dizer assim, da daquilo
que o grande vilão, vamos dizer assim,
está fazendo para pr pro mundo ninja
naquele momento, é exatamente a busca da
paz que chama lá para quem já assistiu,
é o Tsukuyoma Infinito, onde ele vai
fazer o quê? Olha a percepção. Ele vai
colocar todo mundo para dormir num sono
onde a pessoa vai poder realizar nos
seus sonhos a paz interior que ela
busca. Bus a realizar todas as coisas
que ela buscava e almejava. Tanto
>> na prática não dá. Porque na prática ela
não conseguia.
>> Olha que coisa doida.
>> E aí então para isso ele vai fazer o
quê? Aniquilar a humanidade nesse
sentido de estar vivo para colocar todos
num sono para que elas possam viver a
paz.
>> Que doideira. É muito interessante ver
como na cultura a busca da paz está
inserida tão fortemente.
>> Isso que você tá falando, Dil trouxe na
mente e toda essa questão de que quando
a gente se esforça com a nossa própria
vontade, né, com as nossas próprias eh
ideias, dá errado. A gente cai naquelas
coisas que Paulo fala que são a o que a
carne produz, né? Não o que o espírito
produz. Então, quando a gente tá com a
intenção de buscar essa paz da nossa
própria maneira, não dá, não funciona.
Porque a gente eh é Thago que fala que a
gente fala dos nossos desejos egoístas
>> que a gente é isso que traz o conflito.
>> Cada um é tentado pelo próprio desejo
interno que já está lá dentro.
>> Então a gente não, se a gente
simplesmente não consegue buscar a paz,
por quê? Porque eu quero uma coisa e
você quer outra totalmente diferente e
eu quero que você queira o que eu quero.
E aí acabou a paz. Aí acabou.
>> E aí acabou a página.
>> E aí, galera, uma das coisas que eu
queria buscar com vocês aqui é a
percepção de que a paz é um legado.
Um um legado. Por quê? Porque Jesus
disse: "Deixo-vos
>> a paz.
>> A paz. A minha paz
>> é a dele,
>> é a dele. É um legado. É algo que nós
recebemos e recebemos de graça e em
amor. Então, Carol, como legado é algo
que a gente recebe de Jesus quando a
gente busca estar conectado com ele. É
claro que daí vai haver talvez aquela
mesma coisa que você falou, mas pera aí,
se tem aquilo que eu quero e aquilo que
você quer que são diferentes e isso vai
gerando um conflito, como é que então a
gente equaliza se um tem Jesus e essa
paz legada e o outro não tem essa paz
legada? Você tocou num ponto muito
interessante, porque o próprio Tin
Keller, ele fala que eh estabelecer a
paz é confiar em Deus,
>> é descansar em Deus, é soltar o
controle, porque no fim das contas,
vamos combinar, pessoal, o que a gente
gosta de controle. O que a gente quer é
determinar as coisas e a gente quer
determinar como que a paz vai acontecer.
Eu quero estabelecer a minha paz,
>> não é a minha que eu tenho que
estabelecer, é a de Deus, é a de Cristo
Jesus que eu tenho que estabelecer.
Então, eu preciso confiar que Deus sabe
todas as coisas. Eu preciso entregar o
controle na mão dele para poder
estabelecer a paz de Deus na situação,
não é a minha. E
>> e aí é muito legal porque
shalom,
>> shalom,
>> a ideia da paz,
>> ela ela vai envolver você se sentir
completo, porque então paz não significa
só essa questão, como a gente falou, da
ausência de problemas.
>> Não senta, não é sentir calma. você vai
se sentir íntegro, você vai se sentir
completo, você vai se sentir essa
harmonia com as coisas. E essa harmonia,
Carol, eu creio que ela é o centro que
foi usado de forma errada, mesmo dentro
do cristianismo, né? a por pessoas que
se diziam seguidoras de Jesus na
tentativa de implantar esse reino a
força e isso não faz sentido. Isso aí é
a mesma coisa que o Pen tentou fazer no
Naruto. Vamos falar paz pela força. Não,
não é porque o próprio Deus não age com
a gente assim. Ele oferece a paz e
espera que a gente receba isso de bom
grado, com cuidado. E aí é interessante
a a gente pensar que quando a gente tá
lidando com a nossa ideia de paz, a
gente vai lidar com pessoas que são
contrárias, que são diferentes, que
pensam diferente.
>> E aí o cristianismo vai oferecer a paz
através do quê? Ame o seu inimigo. Amor.
Eu ia falar exatamente isso, Dil, porque
a gente começando a a estudar sobre o
fruto do espírito, a gente já viu, né,
no primeiro episódio, que tá tudo
interligado,
>> que todo, todas as características do
fruto andam juntas, né? São como facetas
de um único diamante, tá tudo, a gente
tá vendo, né, faceta por faceta agora,
mas não tem como ter uma coisa sem outra
e elas crescem dentro da gente, são
produzidas pelo espírito dentro da gente
de forma equilibrada. Então, para que a
gente alcance essa paz ou para que a
gente manifeste essa paz que o espírito
produz na gente, você precisa amar,
>> precisa, [limpando a garganta]
>> você precisa entender, você precisa
acolher a outra pessoa, você precisa de
do dos vários outros, das várias outras
características junto com esse fruto.
>> Imagina a paz produzida através do
seguinte: se teu, se o teu inimigo tiver
fome, dê a ele de comer. Se ele tiver
sede, é alguém que me prejudica. Exato.
Olha o nível de harmonia. Por isso que
eu tô falando, eu sei que talvez você
que tá assistindo, a gente pode falar
assim: "Não, mas o cristianismo, né, que
nós somos cristãos, somos seguidores de
Jesus. Essa é a ideia. O que significa
cristianismo? Cristianismo não significa
uma religião, significa seguir a Jesus.
E eu sei que em muitas vezes na história
pessoas que se diziam também cristãs não
viveram a paz. Mas a paz de Jesus
envolve dar a outra face, amar o
inimigo, orar por aqueles que nos
perseguem e se tiver fome, dá de comer.
Se tiver sede, dá de beber.
>> É restabelecer a justiça de Deus e
>> é restabelecer a justiça divina. Isso
traz paz. É restabelecer a justiça
divina. E a do a justiça divina, eita
trava língua. A justiça divina não é na
briga,
>> não.
>> Não é querer chegar e de pé no peito e
já achar que eu tenho que fazer e
acontecer a justiça divina. É no amor.
>> Exatamente.
>> É com amor que a gente faz. E aí eu
pensando sobre isso, sobre paz, sobre
toda essa essa questão que a gente busca
também, né? Como todos o os as
características que a gente já
conversou, amor e alegria, a gente vive
buscando essas coisas e a gente tenta
fazer isso pela nossa própria força.
>> Uhum. Mas eh o que a gente encontra, na
verdade, quando a gente busca pelos
nossos próprios meios, é o oposto da
paz, que é ansiedade e preocupação.
>> Uhum.
>> Como a gente vive, a gente a gente quer
ou a gente acha que paz é essa calma, é
esse momento, né, plácido, em que não
tem barulho, em que não tem bagunça, em
que não tem paz. Não é isso, como a
gente estava falando no começo, a paz é
essa certeza que eu tenho na confiança
em Deus, mesmo no meio do turbilhão.
>> Uhum. mesmo no meio do caos, mesmo no
meio de uma situação em que eu não tenho
controle. É justamente isso. Eu não
tenho controle, mas eu tenho paz.
>> E para mim um texto que que dois textos
que eu vou falar aqui que talvez
exemplifiquem isso, Carol, que você tá
falando.
>> O primeiro deles é lá no livro de Jó,
porque tá falando sobre uma coisa mais
particular e pessoal. Jó tá passando
por, enfim, uma infinidade de, né? As a
coisa tá complicada, tal. E aí Deus vai
aparecer no no meio da história. E o
capítulo 38 que mostra Deus aparecendo
fala que ele aparece no meio do furacão,
no meio de uma tempestade, no meio do
vucuvo. E ele tá no meio disso tudo em
plena paz e tranquilidade.
>> E o outro elemento é o próprio Senhor
Jesus, que quando tá atravessando o mar
da Galileia com seus discípulos,
tá todo mundo ali, tal, o que que vai
acontecer? Ele tá dormindo,
>> dormindo na boa.
>> Então, viver essa paz envolve realmente
você aprender a lidar com as
dificuldades da vida.
>> Sim.
>> Pela confiança e essa entrega que você
deu para que ele possa lidar com as
dificuldades e os problemas.
>> Tem inclusive você você você já viu, não
sei se vocês também já viram, se não
depois vocês pesquisam aquela
sketezinha, aquela a a chamada o banco
das decisões.
>> Não lembro disso
>> não. Depois depois vocês pesquisam aí.
YouTube aqui, tá? Não, antiga não.
[risadas] Pera aí, calma lá. Sou chove.
É, é, é uma sketch. Nós fizemos
inclusive agora na viagem missionária
que a gente fez do Paraguai, né? Por
quê? É, é, é uma moça que aparece, ela
tem um banco.
>> Sim.
>> O banco é onde ela toma as decisões.
>> Então, toda vez que ela vai decidir, ela
senta no banco e tal. E aí Jesus
aparece.
>> Quando Jesus aparece, ela chega e fala:
"Jesus, eu quero que você tome agora o
controle da minha vida. Tá aqui o
banco." E ela dá o banco para Jesus. Ah,
>> aí Jesus vai lá, você tem certeza que é
ele pega o banco e senta banco.
>> Aí quando ele senta aparece a a a que
vão ser interações. Aí aparece uma outra
a personagem da da da do teatro ali
falando com interagindo com a moça ou
com o rapaz quem era o dono do banco
anterior.
>> E ela precisa tomar uma decisão. E o que
que ela começa a fazer? Ela começa a
sentar no banco e [risadas] meio que
empurrar Jesus de lado, sabe? Para tu
deixa que eu faço agora. essa tentativa
de manter o controle e toda vez que
então ela começa a fazer isso, Jesus
acaba até saindo do banco.
>> Olha só.
>> Então, e aí a decisão não é em paz.
>> Aí, aí a decisão foi tomada fora de paz.
Aí é uma decisão que traz dificuldades e
problemas,
>> lógico,
>> né? Então, é bem interessante. É o banco
das decisões. Depois você pode pesquisar
no YouTube, você vai ver. É, é, é
legalzinho. Uma esquete curta, até ali
uns 10 minutos, mas desperta essa
percepção de como, apesar
>> das da da do da minha entrega para
Jesus, eu tenho tanto esse desejo de
controle das minhas questões que eu vou
tirando dele essa o controle, né, o
banco para tomar as decisões e essas
decisões erradas minhas vão tirando
também a minha própria paz e vai virando
uma bola de neve que não para de
crescer. E, e é uma coisa de o que é tão
interessante, eu tava conversando com
uma amiga sobre isso esses tempos, eh,
é, é, parece um contrassenso. Uhum.
>> Porque a gente fala assim: "Então, eu
vou entregar o controle, eu não sei de
mais nada, mas eu tenho certeza de que
eu entreguei para quem sabe".
>> Uhum. Então não é que não é que eu não
vou e até o próprio Tin Keller ele fala
isso, não é que você vai se tornar agora
uma pessoa apática, fria, que não vai
pensar em nada, que não vai, né, viver
assim na superfície, não é isso.
[limpando a garganta] Você vai
ativamente confiar em Deus e saber que
ele tem o controle. Você não vai tomar
decisão sem essa, sem esse
relacionamento
>> e isso vai te dar paz. assim, parece que
pra gente explicar uma coisa dessa para
alguém é um pouco complicado, porque
parece um paradoxo, parece uma coisa que
não faz sentido,
>> mas é muito bom de experimentar.
>> Amém.
>> E faz todo sentido. Confiar em Deus traz
paz.
E aí a gente quer convidar você amanhã
na rua Tianguá número 25, aqui na Vila
Mascote, bem pertinho do aeroporto de
Congoensa, nós vamos estar ali reunidos
>> às 9 horas da manhã e depois às 11
também pro nosso culto, nossa
celebração. E você que de repente tá
assistindo esse vídeo e não tá
experimentando essa paz, vem conversar
com a gente, vamos bater um papo, vamos
falar um pouquinho sobre Jesus, vamos
orar juntos para entregar essas questões
diante dele e falar: "Senhor, nos dá a
sua paz." Isso. E participando de uma
comunidade a gente consegue experimentar
e a gente vai crescendo nesse fruto do
espírito, que é tão importante.
>> Já vou puxar aqui uma sardinha, hein?
Você [risadas] que de repente também é
jovem, olha só, nós temos um ministério
muito bacana na IBNU, que são os geeks,
que são os pequenos grupos onde pessoas
se juntam para ser apoio umas das
outras, né? E a Carol é líder de um
geek. Eu sou o pastor responsável por
todos os geeks, mas a Carol é líder de
um dos geeks. Então, de repente você
pode vir conversar, fazer parte de um
desses pequenos grupos e ali encontrar
pessoas que vão caminhar com você nessa
busca, nessa paz.
>> Caminha junto.
>> Fica a dica. Até sábado que vem, galera.
Bora pro próximo.
>> [sino]

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