EP7 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Bondade
25/07/2026
EP7 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Bondade
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Olá, tudo bom com você? Tudo bom com você, Carol? >> Tudo ótimo hoje. Tudo bom mesmo, Dil? Hoje tá tudo muito bom. >> Tá tudo na bondade >> e é isso que [risadas] a gente vai falar. Ah, tá tudo muito bom, maravilhosamente bom. >> É isso aí, galera. Então, o que que a gente tá fazendo? Esse aqui é o nosso vídeo do Ministério Integre, o Ministério de Jovens aqui da IBNU. Estamos falando sobre >> fruto do espírito. >> É isso aí. Demos até um título assim para essa série chamado fruto do bem. >> Do bem. >> É isso aí. Como você vê aquela essa thumbnail tá tão bonita aí com essa árvore dividida entre aquilo que é fruto bom, fruto não bom. >> Mas o nosso objetivo é o quê? Nós estudamos o livro de Gálatas com vocês, foi muito gostoso, foi ali minucioso, né? Porque foi capítulo por capítulo, a gente trabalhando com os capítulos, com os versículos, com a ideia central de Paulo, com, enfim, com os problemas, a cultura ali da cidade, enfim, com tanta coisa bacana, >> com as coisas direcionadas, o que que Paulo tava falando pros Gálatas e toda todas as questões, né, envolvidas. E apesar de desse estudo todo detalhado dos Gálatas, Gil, a gente resolveu detalhar mais um pouquinho, que é >> pelo menos essa parte agora, né, que é a parte do fruto do espírito, fruto do bem. E a gente quer conversar com você sobre isso exatamente porque a gente entende a importância disso, a relevância disso para nossa vida, para aquilo que nós estamos vivendo, a para situações do dia a dia. >> Por quê? Porque eu creio que seja a uma boa forma. A Carol depois pode dizer se pelo menos isso só passou na minha cabeça, né? Que pode ser a minha cabeça às vezes [risadas] como ela é meio vazia fica batendo uma coisa do lado do outro ali, né? Mas a a a ideia é o seguinte, depois de estudar o livro de Gálatas e ver essa questão, foi começar a pensar como que eu vou de fato refletir isso, essa o desejo de Paulo que não era só para aqueles Gálatas, era para mim também. >> Sim. Aplicação prática, né, Di? Porque no fundo a gente, eu amo estudar o texto bíblico, amo essa leitura, tudo que a gente faz. E a IBNU é show nessa parte, né, do ensino, é muito forte, mas como que a gente transforma isso de forma prática? Uhum. >> Minha realidade, >> como que eu aplico tudo aquilo que Paulo tava falando para aqueles Gálatas naquele tempo? Como que eu entendo isso hoje na minha vida? >> E a gente tem, por exemplo, Paulo começa desde o capítulo primeiro com um assim um um chama um chamado muito forte para aquela galera, falando assim: "Poxa, cuidado para você não acabar se envolvendo com outras realidades que parecem ser religiosas, mas que de fato não são o verdadeiro evangelho, né? E parece que o capítulo 5 ele ele é um capítulo que nos convida a uma avaliação pessoal, >> entende? Porque ele vai falar assim: "Olha, é o seguinte, eu vou jogar na mesa aqui, ó. Isso aqui é o fruto da são os frutos da carne." >> Uhum. >> Tá? E isso aqui é o fruto do espírito na sua vida. Então ele tá me convidando para fazer essa reflexão. Pera aí. Quando eu olho pro meu dia a dia, quando eu olho pra forma como eu reajo com a minha família, quando eu olho pra forma como eu reajo aqui no condomínio onde eu moro, né, quando eu os meus vizinhos, com o meu trabalho, seja o que for, qual é de fato o o fruto que tá sendo produzido ali como um espelho, né, Dil? é como se colocar num espelho na frente da gente. E Paulo faz uma pergunta muito interessante, porque ele ele fala pros galatas assim: "Vocês começaram bem porque começaram sendo conduzidos por Deus e agora começaram a fazer as coisas pelos próprios esforços." E eu acho que essa é uma virada de chave interessante, porque conforme a gente tá vendo essas características do fruto, a gente tá vendo que é possível a gente dar uma falsificada nas características quando a gente tenta pelas pelas nossas próprias forças, >> quando a gente tenta amar alguém, quando a gente tenta ser paciente, >> mas na verdade a gente quer só eh ter uma boa imagem. Então eu acho que esse alerta de Paulo para mim foi muito interessante quando ele lista as características da o que é obras da carne e aí ele fala do fruto e fala: "Isso a gente só consegue quando a gente tem a marca do espírito." >> Exato. >> Isso é muito interessante. >> E e o bate-papo de hoje, mais especificamente, é sobre a questão da bondade. Por isso que a gente já falou e e e é interessante quando a gente olha para essa questão, pra gente poder começar a definir um pouco melhor o que de fato é. Será que bondade é só fazer alguma coisa de boa pros outros? >> Porque a gente tem, por exemplo, eu eu já tô começando chutando o pau da barraca, tá, pessoal? Aquela aquela coisa assim muito difíceis. >> Porque é interessante quando a gente lê, por exemplo, Jesus no sermão do monte, >> ele vai chegar um momento e ele vai falar assim: "Então, galera, muitos naquele dia vão me dizer: "Olha a quantidade de coisas boas que eu fiz >> em teu nome". Inclusive eu fiz isso, fiz aquilo. Pá, bom. Isso é bom. >> É muito bom. A lista daquilo que Jesus apresenta ali são coisas boas, >> certo? Só que Jesus vai olhar para aquelas pessoas e vai dizer: "Caramba, nunca te conheci, mané". Então assim, há um elemento >> que mostra pra gente, então, que bondade não tem a ver somente com fazer coisas que são vistas como boa ou até mesmo que são boas. vamos dizer assim, ontologicamente, afinal de contas, você ajudar o seu próximo, né? Alguém que estava, por exemplo, como ali o texto vai dizer, possuído por um um um ser espiritual, demoníaco e tal, e que de repente você foi lá e libertou aquela pessoa. Foi foi uma coisa boa de fato, mas não que você praticou a bondade daquilo que Paulo está tratando aqui em Gálatas, capítulo 5. de o o como é importante o que Jesus tá ressaltando, que é o que tá por trás disso. >> O que é que está por trás dessa bondade que a gente apresenta. Se for o espírito de Deus, tá tudo certo. Uhum. >> Mas se não for, aí não tem não tem parece que não tem fundamento, aquilo não resiste, porque aí Jesus vai questionar, né? Exatamente isso. Então, eu fiquei pensando sobre eh bondade não tem a ver com ser bonzinho, né? Nossa, como a gente gosta de pessoas boazinhas. Ah, fulano é bonzinho, fulano é muito querido, fulano. Mas será que eh todas as vezes que a gente faz o bem na direção de alguém, isso é bondade necessariamente? E aí isso que você tá tá falando é uma coisa muito interessante. E aí você me lembrou de uma outra história que é quando aquele jovem rico se aproxima de Jesus dizendo: "Bom mestre". Uhum. >> E aí Jesus fala: "Opa, pera aí, só Deus é bom". >> Uhum. >> Que então é uma característica do fruto, certo? O fruto é o espírito de Deus. Então a bondade é divina, vem de Deus para nós >> e só Deus é bom. >> Sim. >> Mas eu fiquei pensando sobre, ok, só Deus é bom, mas Deus faz coisas que às vezes eu não gosto que ele faria, >> que eu não que não são confortáveis para mim. >> Uhum. Então, ser bom não é ser bonzinho. E às vezes, Dil, é fazer alguma coisa na direção de alguém em função daquela pessoa, de ajudar a pessoa e que não necessariamente ela vai achar que é bom. >> Uhum. >> E aí você pode falar com mais propriedade do que eu, lógico, porque você tem filhas. Quantas vezes você fez coisas pelas suas filhas que elas não acharam muito legal? >> Quantas vezes eu [risadas] faço? Quantas coisas eu faço e que não são muito legais, aparentemente, a princípio. Então, às vezes, eu acho que a gente confunde a bondade com aquilo que tudo que é fofinho e que eu gostaria de receber ou com aquela pessoa que é sempre boazinha, nem sempre aquilo que é bom é alguma coisa que eu gostaria de receber. Remédio não é bom, né, Dia? Acho que acho que o ponto é o seguinte, a gente precisa sair do mundo dos ursinhos carinhosos, >> entendeu? [risadas] Então, a a e e colocar os pés no mundo no mundo real, né? Então, em primeiro lugar, então vale a pena, quando a gente tá pensando sobre isso, lembrar que nós estamos vivendo num mundo que é chamado de um mundo caído, >> onde nós temos aquilo que nós, a Bíblia chama, na verdade, não a gente chama, mas a Bíblia chama de natureza pecaminosa. >> Então, o acho que o primeiro então aspecto que a gente pode pensar sobre a bondade >> é essa luta interna particular e pessoal. >> Uhum. vinda através do espírito, porque nós não conseguimos lutar contra nós mesmos, por nós mesmos, porque por nós mesmos nós cedemos a gente as nossas vontades, >> a gente vai com a maré. Exatamente. Porém, eh, lutar junto com o fruto do espírito exatamente contra essa natureza pecaminosa. E aí sim essa natureza pecaminosa que de acordo com Paulo no capítulo 5 de Gálatas vai envolver disensões, né, brigas, facções, vai envolver egoísmos e coisas particulares, >> ela aponta sim pro próximo, né? Ela aponta pro outro também, >> sim. em atos, obviamente, que são positivos, >> atos que são libertadores, >> tá? Mas que vão est, em princípio, no primeiro momento, eles vão partir dessa luta interna minha contra eu mesmo. >> Sim. >> Em segundo momento, eles vão a colocar o foco no próximo, por colocando aqui um outros textos que estão nos ajudando do próprio apóstolo Paulo, né? >> Sim. Paulo vai dizer em Filipenses capítulo 2 que nós devemos considerar o outro como numa posição de honra, >> né? Nós devemos então colocar isso. E aí ele vai dar o exemplo do próprio Senhor Jesus. >> Entende? Que olha só que estando lá no céu, sendo o Senhor dele, bá bá, se humilhou, se esvaziou, viu? Exatamente. Então, então assim, a gente tem todo esse elemento que envolve, sem sombra de dúvida, questões de bondade. Então, bondade em primeiro, como a gente tá fazendo essa luta primeiro interna, a gente >> a gente precisa identificar primeiro, né, que a gente não é bom. >> Então, tirando essa parte, a gente tá lutando contra o nosso próprio desejo, que naturalmente não é bom, >> então ele de certa forma >> me põe na parede para que eu não faça as coisas voltado e focado para mim. Uhum. >> E aí sim, então eu tô focado no outro porque como você colocou logo no começo, porque se o ato de bondade tem a ver com o desejo que eu tenho que os outros vejam eu como uma pessoa bacana, legal, fofinha, agradável e tudo, então pronto, o meu ato de bondade não foi bondade, foi um ato de fruto do como é que é? Frutos da carne, que é o que Paulo vai colocar do próprio desejo meu. E aí tudo, né? Ah, eu sou amigo da Carol. Sou amigo da Carol por quê? Eu sou amigo da Carol porque ela acabou de trazer para mim uma pimenta especial que eu ganhei hoje. Presente. Eu sou eu sou amigo dele por quê? Eu sou amigo dele porque eu tenho real interesse na vida daquela pessoa ou eu sou amigo dele porque em alguns momentos pode ser que aquela pessoa possa ser >> vai me beneficiar, possa retribuir, né, alguma coisa. Exatamente. E aí a gente fica procurando a bondade e a gente fica tentando imitar a bondade. A gente acha que a gente é bom com as pessoas quando a gente concorda com tudo, quando a gente passa a mão na cabeça, quando a gente faz o que a pessoa quer, porque na verdade a gente tá querendo só reconhecimento ou de maneira egoísta, ou a gente fica procurando essa bondade na pessoa que tá me beneficiando. Então eu fico procurando, né, porque a gente já falou sobre isso em algum outro episódio de o que a gente, essas características do fruto do espírito são coisas que a gente busca, >> são coisas que naturalmente a gente tem sede disso. >> E como é legal quando Deus coloca o espírito dele na gente, que capacita a gente para isso, porque aí naturalmente a gente vai fluir esse tipo de coisa, vai ficar saciado. Então a gente fica, a gente não vai mais ficar procurando essa falsificação da bondade nas pessoas, porque eu quero que as pessoas me agradem. que as pessoas sejam boas comigo ou façam a minha vontade, [roncando] porque isso não é bondade genuína. É isso aí. >> É, >> é isso aí. E e talvez a gente precisa a lidar com as questões, vamos dizer assim, já que a gente tá falando sobre questões práticas, vamos falar sobre então questões práticas, né? [risadas] Ah, >> nada como uma boa filosofia, >> né? Então vamos pensar então aqui na nossa vida, no dia a dia. A Carol trabalha lá no seu, ela é comissória de bordo, no >> tá lá no céu voando e de certa forma ali a E aqui Carol não é críticas ou coisa assim, tô só pensando nos nossos dias dias, tá? Vou pensar no meu também, né? Mas assim, e dificilmente, pelo menos assim, em geral, o que a gente espera de um comissário de bordo é que ele nos atenda ali. Então, a gente já começa a chegar ali na na aeronave, ele já recebe a gente com sorriso, bem-vindo, tal. É uma pessoa solícita. Geralmente a gente, né, solícito, atende as necessidades ali do que é necessário. >> Agora, ser bom, então, não é só ter um sorriso bonito e fazer essa e e chamar a pessoa bem, porque isso aí necessariamente é o trabalho da pessoa, é aquilo que envolve essa questão. >> Mas ser bom vai envolver exatamente essa questão de como é que eu vou lidar com aquela pessoa, não porque se eu não lidar com ela, eu posso ser mandado embora. Uhum. >> Não, porque se eu não eu posso de repente perder meu bônus no fim do ano. Nem sei se tem, tá? Mas assim, tô só chutando aqui algumas coisas, né? >> Mas e pera aí, tá entrando essa pessoa, como é que de fato eu posso ser boa para ela, né? E eu, e eu vou eu vou da minha experiência agora. Eu eu coloquei, quis colocar isso aí por causa dessa minha dessa minha da minha experiência, né? H h há um acho que dois anos atrás, eu não lembro agora se foi dois ou um ano atrás, eu estava indo para uma viagem missionária e, ó, eu tinha que pegar o avião pr ir. Tava comigo a minha esposa, né, a Vaninha e meu pai e minha mãe [roncando] e e eu entrei assim, eu eu entrei, sentei, foi um dia extremamente corrido, eu tava numa loucura naquele dia, tal, passando mal. >> E aí eu sentei no avião, cara, quando eu sentei no avião, dizem que eu fiquei até loiro de tão [risadas] branco, né? Ah, então assim, meu, eu passei mal, eu sabe, eu caiu minha pressão, eu desmaiei e tal >> e e eu vi ali aquele cuidado daquelas pessoas comigo, né, no até mesmo >> no, vamos dizer assim, no cumprir o protocolo, mas ao mesmo tempo de olhar a pessoa >> de preocupação, >> de preocupação, de de de pensar assim, não, pera aí, ele é um >> a um passageiro recorrente, >> entende? Não, assim, tipo assim, não é aquela coisa assim, não, ele ficou só com medo, então vamos colocar para fora porque pr não para não dar trabalho pra gente aqui no restante do tempo. >> Houve uma avaliação. >> Exatamente. Olharam para mim, >> sim. >> Consideraram a palavra da da minha esposa, dos meus pais, sabe? Houve alguns elementos que foram, vamos dizer assim, além do protocolo. >> Pô, é um cara que tá dando BO aqui, vamos colocar para fora do avião pra gente poder voar sem sem bo. >> É, exato. >> Entendeu? e e que estariam, vamos dizer assim, resguardados, porque não fizemos o nosso protocol, >> protocolo profissional. E aí, Dil, a gente pode até trazer isso às vezes na na nossa religiosidade, vamos lá, porque cumpre regra é muito mais fácil. >> Exato. >> Cumpre regra é muito mais fácil. Então, se a gente segue um protocolo, se a gente tem lá um um rito que a gente um rito religioso que a gente cumpre e aí tá tá pago, né? tá pago, mas ser ou transbordar do fruto do espírito é muito mais do que isso. Então, ser bom de fato é fazer isso, é fazer é olhar pra situação, é olhar para outra pessoa com a intenção de ir na direção da outra pessoa, daquilo que ela tá precisando. Não é porque eu vou ganhar um bônus ou porque eu tô atendendo bem, vou ganhar uma estrelinha depois ou porque não é é no com interesse de fato ajudar aquela pessoa e agir com bondade com ela. E não necessariamente é uma coisa que vá ser agradável para você, porque às vezes, sei lá, precisou aplicar um remédio, precisou eh fazer um procedimento que vai ser dolorido, isso é bondade. >> Isso é bondade. É você agir em benefício da outra pessoa sem interesse. Exato. Então fica aí essa esse nosso vamos assim alerta, como eu coloquei no começo, a gente colocou, na verdade, a Gálatas, ele tá nesse momento, Paulo tá falando, ó, vamos avaliar a gente, vamos avaliar a nossa conduta, >> vamos fazer um rais, >> vamos fazer aí esse essa ressonância magnética, [risadas] >> mas completa, é um exame completo >> com, como é que chama lá? você você injeta com contraste e tudo. [risadas] >> Então assim, a gente tava fazendo esse elemento de de avaliar mesmo, de de olhar para dentro e pensar: "Caramba, meu, o meu ato aqui foi só porque de repente, poxa vida, esse vizinho aqui, ah, se eu fizer isso aqui hoje, agora para ele, ah, eu vou receber a encomenda dele do do da Shopee aqui para que de repente eu, porque eu vou viajar na semana que vem, quem sabe ele recebe a minha." Éouce aqui olando hora que ele chegar lá aqui vizinho, passou aqui, eu peguei para você, tá aqui, ó, >> como bondade, >> como bondade, como um ato de olhar pra pessoa. >> E me ocorreu até agora, Dil, que a bondade é esse ato, mas às vezes a gente acha que a gente tá sendo bom sendo omisso. >> Uhum. >> Quando a gente não diz para alguém o que deveria dizer. >> Uhum. >> Quando a gente não acolhe quando deveria acolher. Quando a gente faz alguma co não vou nem mexer com isso porque isso vai me dar problema e tal e aí a gente veste aquela capa de a gente é bonzinho, que não se mete em nada, mas isso na verdade é omissão e aí a gente também, né, peca por esse outro lado. >> É verdade. >> Então tem coisas assim que a gente precisa prestar atenção, fazer esse exame, essa ressonância mesmo, né? olhar no espelho e pedir a Deus que direcione, que oriente, que cuide dos nossos passos e fala assim: "Senhor, eu tô no caminho certo. Eu tô vem, vem junto comigo. Eu tô manifestando o fruto do teu espírito, por favor, me ajuda." >> Isso aí. É isso aí. Então, Carol, >> isso. Bondade. >> Bondade para nós. >> Que bom. Vamos então a encerrar esse nosso vídeo aqui de uma forma boa, [risadas] convidando você a se você de repente amanhã está aqui por São Paulo ou mora aqui em São Paulo e quiser conhecer aqui a IBNU, rua Tianguá, número 25, bem pertinho do aeroporto de Congonhas. >> Amanhã, às 9 horas da manhã, nós temos o nosso culto. Às 11 da manhã, nós temos a nossa celebração. você [limpando a garganta] é convidado a estar com a gente, a vir aqui, conversar, de repente fazer alguma pergunta, tirar, enfim, bater um papo com a gente, >> a gente vai estar muito feliz de receber você. >> Joia. >> Valeu, >> até sábado que vem. >> Tchau, galera.