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A fé vem pelo ouvir

EP7 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Bondade

EP7 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Bondade

EP7 – Integre Comenta – Fruto do Bem: Bondade

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Olá,
tudo bom com você? Tudo bom com você,
Carol?
>> Tudo ótimo hoje. Tudo bom mesmo, Dil?
Hoje tá tudo muito bom.
>> Tá tudo na bondade
>> e é isso que [risadas] a gente vai
falar. Ah, tá tudo muito bom,
maravilhosamente bom.
>> É isso aí, galera. Então, o que que a
gente tá fazendo? Esse aqui é o nosso
vídeo do Ministério Integre, o
Ministério de Jovens aqui da IBNU.
Estamos falando sobre
>> fruto do espírito.
>> É isso aí. Demos até um título assim
para essa série chamado fruto do bem.
>> Do bem.
>> É isso aí. Como você vê aquela essa
thumbnail tá tão bonita aí com essa
árvore dividida entre aquilo que é fruto
bom, fruto não bom.
>> Mas o nosso objetivo é o quê? Nós
estudamos o livro de Gálatas com vocês,
foi muito gostoso, foi ali minucioso,
né? Porque foi capítulo por capítulo, a
gente trabalhando com os capítulos, com
os versículos, com a ideia central de
Paulo, com, enfim, com os problemas, a
cultura ali da cidade, enfim, com tanta
coisa bacana,
>> com as coisas direcionadas, o que que
Paulo tava falando pros Gálatas e toda
todas as questões, né, envolvidas. E
apesar de desse estudo todo detalhado
dos Gálatas, Gil, a gente resolveu
detalhar mais um pouquinho, que é
>> pelo menos essa parte agora, né, que é a
parte do fruto do espírito, fruto do
bem. E a gente quer conversar com você
sobre isso exatamente porque a gente
entende a importância disso, a
relevância disso para nossa vida, para
aquilo que nós estamos vivendo, a para
situações do dia a dia.
>> Por quê? Porque eu creio que seja a uma
boa forma. A Carol depois pode dizer se
pelo menos isso só passou na minha
cabeça, né? Que pode ser a minha cabeça
às vezes [risadas] como ela é meio vazia
fica batendo uma coisa do lado do outro
ali, né? Mas a a a ideia é o seguinte,
depois de estudar o livro de Gálatas e
ver essa questão, foi começar a pensar
como que eu vou de fato refletir isso,
essa o desejo de Paulo que não era só
para aqueles Gálatas, era para mim
também.
>> Sim. Aplicação prática, né, Di? Porque
no fundo a gente, eu amo estudar o texto
bíblico, amo essa leitura, tudo que a
gente faz. E a IBNU é show nessa parte,
né, do ensino, é muito forte, mas como
que a gente transforma isso de forma
prática? Uhum.
>> Minha realidade,
>> como que eu aplico tudo aquilo que Paulo
tava falando para aqueles Gálatas
naquele tempo? Como que eu entendo isso
hoje na minha vida?
>> E a gente tem, por exemplo, Paulo começa
desde o capítulo primeiro com um assim
um um chama um chamado muito forte para
aquela galera, falando assim: "Poxa,
cuidado para você não acabar se
envolvendo com outras realidades que
parecem ser religiosas, mas que de fato
não são o verdadeiro evangelho, né? E
parece que o capítulo 5 ele ele é um
capítulo que nos convida a uma avaliação
pessoal,
>> entende? Porque ele vai falar assim:
"Olha, é o seguinte, eu vou jogar na
mesa aqui, ó. Isso aqui é o fruto da são
os frutos da carne."
>> Uhum.
>> Tá? E isso aqui é o fruto do espírito na
sua vida. Então ele tá me convidando
para fazer essa reflexão. Pera aí.
Quando eu olho pro meu dia a dia, quando
eu olho pra forma como eu reajo com a
minha família, quando eu olho pra forma
como eu reajo aqui no condomínio onde eu
moro, né, quando eu os meus vizinhos,
com o meu trabalho, seja o que for, qual
é de fato o o fruto que tá sendo
produzido ali como um espelho, né, Dil?
é como se colocar num espelho na frente
da gente. E Paulo faz uma pergunta muito
interessante, porque ele ele fala pros
galatas assim: "Vocês começaram bem
porque começaram sendo conduzidos por
Deus e agora começaram a fazer as coisas
pelos próprios esforços." E eu acho que
essa é uma virada de chave interessante,
porque conforme a gente tá vendo essas
características do fruto, a gente tá
vendo que é possível a gente dar uma
falsificada nas características quando a
gente tenta pelas pelas nossas próprias
forças,
>> quando a gente tenta amar alguém, quando
a gente tenta ser paciente,
>> mas na verdade a gente quer só eh ter
uma boa imagem.
Então eu acho que esse alerta de Paulo
para mim foi muito interessante quando
ele lista as características da o que é
obras da carne e aí ele fala do fruto e
fala: "Isso a gente só consegue quando a
gente tem a marca do espírito."
>> Exato.
>> Isso é muito interessante.
>> E e o bate-papo de hoje, mais
especificamente, é sobre a questão da
bondade. Por isso que a gente já falou e
e e é interessante quando a gente olha
para essa questão, pra gente poder
começar a definir um pouco melhor o que
de fato é. Será que bondade é só fazer
alguma coisa de boa pros outros?
>> Porque a gente tem, por exemplo, eu eu
já tô começando chutando o pau da
barraca, tá, pessoal? Aquela aquela
coisa assim muito difíceis.
>> Porque é interessante quando a gente lê,
por exemplo, Jesus no sermão do monte,
>> ele vai chegar um momento e ele vai
falar assim: "Então, galera, muitos
naquele dia vão me dizer: "Olha a
quantidade de coisas boas que eu fiz
>> em teu nome". Inclusive eu fiz isso, fiz
aquilo. Pá, bom. Isso é bom.
>> É muito bom. A lista daquilo que Jesus
apresenta ali são coisas boas,
>> certo? Só que Jesus vai olhar para
aquelas pessoas e vai dizer: "Caramba,
nunca te conheci, mané". Então assim, há
um elemento
>> que mostra pra gente, então, que bondade
não tem a ver somente com fazer coisas
que são vistas como boa ou até mesmo que
são boas. vamos dizer assim,
ontologicamente, afinal de contas, você
ajudar o seu próximo, né? Alguém que
estava, por exemplo, como ali o texto
vai dizer, possuído por um um um ser
espiritual, demoníaco e tal, e que de
repente você foi lá e libertou aquela
pessoa. Foi foi uma coisa boa de fato,
mas não que você praticou a bondade
daquilo que Paulo está tratando aqui em
Gálatas, capítulo 5. de o o como é
importante o que Jesus tá ressaltando,
que é o que tá por trás disso.
>> O que é que está por trás dessa bondade
que a gente apresenta. Se for o espírito
de Deus, tá tudo certo. Uhum.
>> Mas se não for, aí não tem não tem
parece que não tem fundamento, aquilo
não resiste, porque aí Jesus vai
questionar, né? Exatamente isso. Então,
eu fiquei pensando sobre eh bondade não
tem a ver com ser bonzinho, né? Nossa,
como a gente gosta de pessoas boazinhas.
Ah, fulano é bonzinho, fulano é muito
querido, fulano. Mas será que eh todas
as vezes que a gente faz o bem na
direção de alguém, isso é bondade
necessariamente? E aí isso que você tá
tá falando é uma coisa muito
interessante. E aí você me lembrou de
uma outra história que é quando aquele
jovem rico se aproxima de Jesus dizendo:
"Bom mestre". Uhum.
>> E aí Jesus fala: "Opa, pera aí, só Deus
é bom".
>> Uhum.
>> Que então é uma característica do fruto,
certo? O fruto é o espírito de Deus.
Então a bondade é divina, vem de Deus
para nós
>> e só Deus é bom.
>> Sim.
>> Mas eu fiquei pensando sobre, ok, só
Deus é bom, mas Deus faz coisas que às
vezes eu não gosto que ele faria,
>> que eu não que não são confortáveis para
mim.
>> Uhum. Então, ser bom não é ser bonzinho.
E às vezes, Dil, é fazer alguma coisa na
direção de alguém em função daquela
pessoa, de ajudar a pessoa e que não
necessariamente ela vai achar que é bom.
>> Uhum.
>> E aí você pode falar com mais
propriedade do que eu, lógico, porque
você tem filhas. Quantas vezes você fez
coisas pelas suas filhas que elas não
acharam muito legal?
>> Quantas vezes eu [risadas] faço?
Quantas coisas eu faço e que não são
muito legais, aparentemente, a
princípio. Então, às vezes, eu acho que
a gente confunde a bondade com aquilo
que tudo que é fofinho e que eu gostaria
de receber ou com aquela pessoa que é
sempre boazinha, nem sempre aquilo que é
bom é alguma coisa que eu gostaria de
receber. Remédio não é bom, né, Dia?
Acho que acho que o ponto é o seguinte,
a gente precisa sair do mundo dos
ursinhos carinhosos,
>> entendeu? [risadas] Então, a a e e
colocar os pés no mundo no mundo real,
né? Então, em primeiro lugar, então vale
a pena, quando a gente tá pensando sobre
isso, lembrar que nós estamos vivendo
num mundo que é chamado de um mundo
caído,
>> onde nós temos aquilo que nós, a Bíblia
chama, na verdade, não a gente chama,
mas a Bíblia chama de natureza
pecaminosa.
>> Então, o acho que o primeiro então
aspecto que a gente pode pensar sobre a
bondade
>> é essa luta interna particular e
pessoal.
>> Uhum.
vinda através do espírito, porque nós
não conseguimos lutar contra nós mesmos,
por nós mesmos, porque por nós mesmos
nós cedemos a gente as nossas vontades,
>> a gente vai com a maré. Exatamente.
Porém, eh, lutar junto com o fruto do
espírito exatamente contra essa natureza
pecaminosa. E aí sim essa natureza
pecaminosa que de acordo com Paulo no
capítulo 5 de Gálatas vai envolver
disensões, né, brigas, facções, vai
envolver egoísmos e coisas particulares,
>> ela aponta sim pro próximo, né? Ela
aponta pro outro também,
>> sim.
em atos, obviamente, que são positivos,
>> atos que são libertadores,
>> tá? Mas que vão est, em princípio, no
primeiro momento, eles vão partir dessa
luta interna minha contra eu mesmo.
>> Sim.
>> Em segundo momento, eles vão a colocar o
foco no próximo, por colocando aqui um
outros textos que estão nos ajudando do
próprio apóstolo Paulo, né?
>> Sim. Paulo vai dizer em Filipenses
capítulo 2 que nós devemos considerar o
outro como numa posição de honra,
>> né? Nós devemos então colocar isso. E aí
ele vai dar o exemplo do próprio Senhor
Jesus.
>> Entende? Que olha só que estando lá no
céu, sendo o Senhor dele, bá bá, se
humilhou, se esvaziou, viu?
Exatamente. Então, então assim, a gente
tem todo esse elemento que envolve, sem
sombra de dúvida, questões de bondade.
Então, bondade em primeiro, como a gente
tá fazendo essa luta primeiro interna, a
gente
>> a gente precisa identificar primeiro,
né, que a gente não é bom.
>> Então, tirando essa parte, a gente tá
lutando contra o nosso próprio desejo,
que naturalmente não é bom,
>> então ele de certa forma
>> me põe na parede para que eu não faça as
coisas voltado e focado para mim. Uhum.
>> E aí sim, então eu tô focado no outro
porque como você colocou logo no começo,
porque se o ato de bondade tem a ver com
o desejo que eu tenho que os outros
vejam eu como uma pessoa bacana, legal,
fofinha, agradável e tudo, então pronto,
o meu ato de bondade não foi bondade,
foi um ato de fruto do
como é que é? Frutos da carne, que é o
que Paulo vai colocar do próprio desejo
meu. E aí tudo, né? Ah, eu sou amigo da
Carol. Sou amigo da Carol por quê? Eu
sou amigo da Carol porque ela acabou de
trazer para mim uma pimenta especial que
eu ganhei hoje. Presente. Eu sou eu sou
amigo dele por quê? Eu sou amigo dele
porque eu tenho real interesse na vida
daquela pessoa ou eu sou amigo dele
porque em alguns momentos pode ser que
aquela pessoa possa ser
>> vai me beneficiar, possa retribuir, né,
alguma coisa. Exatamente. E aí a gente
fica procurando a bondade e a gente fica
tentando imitar a bondade. A gente acha
que a gente é bom com as pessoas quando
a gente concorda com tudo, quando a
gente passa a mão na cabeça, quando a
gente faz o que a pessoa quer, porque na
verdade a gente tá querendo só
reconhecimento ou de maneira egoísta, ou
a gente fica procurando essa bondade na
pessoa que tá me beneficiando. Então eu
fico procurando, né, porque a gente já
falou sobre isso em algum outro episódio
de o que a gente, essas características
do fruto do espírito são coisas que a
gente busca,
>> são coisas que naturalmente a gente tem
sede disso.
>> E como é legal quando Deus coloca o
espírito dele na gente, que capacita a
gente para isso, porque aí naturalmente
a gente vai fluir esse tipo de coisa,
vai ficar saciado. Então a gente fica, a
gente não vai mais ficar procurando essa
falsificação da bondade nas pessoas,
porque eu quero que as pessoas me
agradem. que as pessoas sejam boas
comigo ou façam a minha vontade,
[roncando] porque isso não é bondade
genuína. É isso aí.
>> É,
>> é isso aí. E e talvez a gente precisa a
lidar com as questões, vamos dizer
assim, já que a gente tá falando sobre
questões práticas, vamos falar sobre
então questões práticas, né? [risadas]
Ah,
>> nada como uma boa filosofia,
>> né? Então vamos pensar então aqui na
nossa vida, no dia a dia. A Carol
trabalha lá no seu, ela é comissória de
bordo, no
>> tá lá no céu voando e de certa forma ali
a E aqui Carol não é críticas ou coisa
assim, tô só pensando nos nossos dias
dias, tá? Vou pensar no meu também, né?
Mas assim, e dificilmente, pelo menos
assim, em geral, o que a gente espera de
um comissário de bordo é que ele nos
atenda ali. Então, a gente já começa a
chegar ali na na aeronave, ele já recebe
a gente com sorriso, bem-vindo, tal. É
uma pessoa solícita. Geralmente a gente,
né, solícito, atende as necessidades ali
do que é necessário.
>> Agora, ser bom, então, não é só ter um
sorriso bonito e fazer essa e e chamar a
pessoa bem, porque isso aí
necessariamente é o trabalho da pessoa,
é aquilo que envolve essa questão.
>> Mas ser bom vai envolver exatamente essa
questão de como é que eu vou lidar com
aquela pessoa, não porque se eu não
lidar com ela, eu posso ser mandado
embora. Uhum.
>> Não, porque se eu não eu posso de
repente perder meu bônus no fim do ano.
Nem sei se tem, tá? Mas assim, tô só
chutando aqui algumas coisas, né?
>> Mas e pera aí, tá entrando essa pessoa,
como é que de fato eu posso ser boa para
ela, né? E eu, e eu vou eu vou da minha
experiência agora. Eu eu coloquei, quis
colocar isso aí por causa dessa minha
dessa minha da minha experiência, né? H
h há um acho que dois anos atrás, eu não
lembro agora se foi dois ou um ano
atrás, eu estava indo para uma viagem
missionária e, ó, eu tinha que pegar o
avião pr ir. Tava comigo a minha esposa,
né, a Vaninha e meu pai e minha mãe
[roncando] e e eu entrei assim, eu eu
entrei, sentei, foi um dia extremamente
corrido, eu tava numa loucura naquele
dia, tal, passando mal.
>> E aí eu sentei no avião, cara, quando eu
sentei no avião, dizem que eu fiquei até
loiro de tão [risadas] branco,
né? Ah, então assim, meu, eu passei mal,
eu sabe, eu caiu minha pressão, eu
desmaiei e tal
>> e e eu vi ali aquele cuidado daquelas
pessoas comigo, né, no até mesmo
>> no, vamos dizer assim, no cumprir o
protocolo, mas ao mesmo tempo de olhar a
pessoa
>> de preocupação,
>> de preocupação, de de de pensar assim,
não, pera aí, ele é um
>> a um passageiro recorrente,
>> entende? Não, assim, tipo assim, não é
aquela coisa assim, não, ele ficou só
com medo, então vamos colocar para fora
porque pr não para não dar trabalho pra
gente aqui no restante do tempo.
>> Houve uma avaliação.
>> Exatamente. Olharam para mim,
>> sim.
>> Consideraram a palavra da da minha
esposa, dos meus pais, sabe? Houve
alguns elementos que foram, vamos dizer
assim, além do protocolo.
>> Pô, é um cara que tá dando BO aqui,
vamos colocar para fora do avião pra
gente poder voar sem sem bo.
>> É, exato.
>> Entendeu? e e que estariam, vamos dizer
assim, resguardados, porque não fizemos
o nosso protocol,
>> protocolo profissional. E aí, Dil, a
gente pode até trazer isso às vezes na
na nossa religiosidade, vamos lá, porque
cumpre regra é muito mais fácil.
>> Exato.
>> Cumpre regra é muito mais fácil. Então,
se a gente segue um protocolo, se a
gente tem lá um um rito que a gente um
rito religioso que a gente cumpre e aí
tá tá pago, né? tá pago, mas ser ou
transbordar do fruto do espírito é muito
mais do que isso. Então, ser bom de fato
é fazer isso, é fazer é olhar pra
situação, é olhar para outra pessoa com
a intenção de ir na direção da outra
pessoa, daquilo que ela tá precisando.
Não é porque eu vou ganhar um bônus ou
porque eu tô atendendo bem, vou ganhar
uma estrelinha depois ou porque não é é
no com interesse de fato ajudar aquela
pessoa e agir com bondade com ela. E não
necessariamente é uma coisa que vá ser
agradável para você, porque às vezes,
sei lá, precisou aplicar um remédio,
precisou eh fazer um procedimento que
vai ser dolorido, isso é bondade.
>> Isso é bondade. É você agir em benefício
da outra pessoa sem interesse. Exato.
Então fica aí essa esse nosso vamos
assim alerta, como eu coloquei no
começo, a gente colocou, na verdade, a
Gálatas, ele tá nesse momento, Paulo tá
falando, ó, vamos avaliar a gente, vamos
avaliar a nossa conduta,
>> vamos fazer um rais,
>> vamos fazer aí esse essa ressonância
magnética, [risadas]
>> mas completa, é um exame completo
>> com, como é que chama lá? você você
injeta com contraste e tudo. [risadas]
>> Então assim, a gente tava fazendo esse
elemento de de avaliar mesmo, de de
olhar para dentro e pensar: "Caramba,
meu, o meu ato aqui foi só porque de
repente, poxa vida, esse vizinho aqui,
ah, se eu fizer isso aqui hoje, agora
para ele, ah, eu vou receber a encomenda
dele do do da Shopee aqui para que de
repente eu, porque eu vou viajar na
semana que vem, quem sabe ele recebe a
minha." Éouce
aqui olando hora que ele chegar lá aqui
vizinho, passou aqui, eu peguei para
você, tá aqui, ó,
>> como bondade,
>> como bondade, como um ato de olhar pra
pessoa.
>> E me ocorreu até agora, Dil, que a
bondade é esse ato, mas às vezes a gente
acha que a gente tá sendo bom sendo
omisso.
>> Uhum.
>> Quando a gente não diz para alguém o que
deveria dizer.
>> Uhum.
>> Quando a gente não acolhe quando deveria
acolher. Quando a gente faz alguma co
não vou nem mexer com isso porque isso
vai me dar problema e tal e aí a gente
veste aquela capa de a gente é bonzinho,
que não se mete em nada, mas isso na
verdade é omissão e aí a gente também,
né, peca por esse outro lado.
>> É verdade.
>> Então tem coisas assim que a gente
precisa prestar atenção, fazer esse
exame, essa ressonância mesmo, né? olhar
no espelho e pedir a Deus que direcione,
que oriente, que cuide dos nossos passos
e fala assim: "Senhor, eu tô no caminho
certo. Eu tô vem, vem junto comigo. Eu
tô manifestando o fruto do teu espírito,
por favor, me ajuda."
>> Isso aí. É isso aí. Então, Carol,
>> isso. Bondade.
>> Bondade para nós.
>> Que bom. Vamos então a encerrar esse
nosso vídeo aqui de uma forma boa,
[risadas] convidando você a se você de
repente amanhã está aqui por São Paulo
ou mora aqui em São Paulo e quiser
conhecer aqui a IBNU, rua Tianguá,
número 25, bem pertinho do aeroporto de
Congonhas.
>> Amanhã, às 9 horas da manhã, nós temos o
nosso culto. Às 11 da manhã, nós temos a
nossa celebração. você
[limpando a garganta] é convidado a
estar com a gente, a vir aqui,
conversar, de repente fazer alguma
pergunta, tirar, enfim, bater um papo
com a gente,
>> a gente vai estar muito feliz de receber
você.
>> Joia.
>> Valeu,
>> até sábado que vem.
>> Tchau, galera.

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