Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

O CRISTÃO APÁTICO – LUCAS SABATIER

O CRISTÃO APÁTICO – LUCAS SABATIER

O CRISTÃO APÁTICO – LUCAS SABATIER

Nem sempre a apatia se manifesta por meio do abandono da fé. Muitas vezes, ela aparece em crentes inconformados, que continuam participando da vida cristã, mas perderam o entusiasmo, a esperança e a alegria em Deus. Lucas Sabatier reflete sobre os sinais da apatia espiritual e mostra como recuperar uma vida cristã marcada por comunhão, propósito e renovação.

Adquira o livro: ⁠https://bit.ly/4si9WVS

EDIÇÕES VIDA NOVA

Edições Vida Nova: https://www.vidanova.com.br/

Versão Bíblica Almeida Século 21: https://bibliaalmeida21.com.br/

Teologia Brasileira: http://www.teologiabrasileira.com.br/

Cruciforme: https://cruciforme.com.br/

Instagram: https://instagram.com/edicoesvidanova/

Facebook: https://www.facebook.com/vidanovaedicoes/

Twitter: https://twitter.com/edicoesvidanova

Telegram: https://t.me/edicoesvidanova

Legendas automáticas:

Agora, você até enfatizou em certo
momento da nossa conversa a palavra
convertido, um cristão, né? Eu acho que
foi cristão, na verdade, só que você
destacou, mas eu queria pegar justamente
por causa
de uma dúvida que muitas vezes surge.
Até recentemente estava conversando com
o pessoal de uma outra igreja
e eu falando com eles: "Olha,
como é que vocês fazem uma entrevista de
membresia para ver quem é que vai entrar
na igreja e tal?
Ah,
e no acompanhamento de alguém para fazer
uma distinção entre um cristão
apático
e um cristão que parece sempre frio às
coisas do Senhor e tal.
Talvez um cristão imaturo, mas vamos
chamar de cristão apático aqui
e um não convertido.
Porque de certa forma ambos têm esse
nível de apatia. O não convertido, ele
também não se emociona com as coisas de
Deus, porque ele nem se agrada do
Senhor.
Agora,
o cristão apático, ele muitas vezes se
assemelha. Como distingui-lo? Eu acho
que é uma questão tão complexa, né?
>> É. E acho que às vezes a gente não vai
conseguir, Saulo.
Ah,
de qualquer maneira, se a gente
ah tentar fazer essa distinção
teologicamente,
ah, o cristão
é aquele que foi recriado em Jesus,
né?
Eh, e em Jesus ele tem um novo coração.
Esse novo coração, ele é orientado para
Deus e para as coisas de Deus por
natureza. Esse coração foi dado a ele.
Ah, então eu diria que nenhum cristão
é absolutamente apático. E eu vou
enfatizar o absolutamente aqui, tá bom?
Ah, ele é
em outras palavras, o o cristão, ele não
pode não pode ser 100% apático.
Ah,
e o 100% apático é aquele que é apático
e ele é apático acerca da sua própria
apatia.
>> É verdade.
>> Não é?
Ah,
eu o que eu vejo que são que o crentes
apáticos, eles se incomodam com essa
apatia.
Em algum nível.
>> Boa distinção.
>> Né? Em algum nível.
Eles eles não estão conformados com essa
apatia. Como é que eu conheço a Deus e
isso não me afeta?
>> Uhum.
>> Só de ter só esse pensamento já é uma
mínima afetação
que indica algum algum resquício de
vida. Se a apatia é um um certo
resquício de morte ou que a gente
carrega, né?
ah e e e a gente ainda carrega um
pouquinho desse ah o o carrega o pecado
remanescente com a gente ainda nessa ah
ne nesse nesse
ah
interlace de eras aqui do já mas ainda
não, né?
Ah. Se existe ainda
o o um desafio nessa intersecção dos
tempos, ah então a apatia não é algo que
deveria ser absolutamente
ah não não deveríamos surpreender por
completo.
Né? Por quê? Porque a gente ainda tem
que lidar com a a a a a nossa
falta de amor.
Com a nossa falta de afeição por aquilo
que deveríamos amar e e e e e nutrir
afeição.
Ah.
Às vezes a gente acha que
ah o fato de termos apatia ou sofremos
com depressão ou
ah alguns tipos de de de ah sentimentos
de falta de propósito, que essas coisas
são indicativos de que a gente não tem
fé.
Ou que a gente não ama a Deus.
Ah.
E e aí o meu desafio que eu faço Saulo é
será que a gente precisa tratar tudo ah
no zero ou 100?
Ou eu tenho fé ou eu não tenho fé? Ou eu
tenho amor ou eu amo ou eu não amo a
Deus, né?
O o que me parece é É é ah ah ah o
anseio do cristão é mais como a oração
do centurião, né?
É, eu creio, mas me ajuda na minha falta
de fé.
Eu amo, mas eu ainda não amo como
deveria.
Então, a fé e o amor não como um
interruptor que tá ligado ou desligado,
mas mais como um dimmer aí, ah, que,
que, que, que controla ali diferentes
níveis de fé e de amor.
Ah,
e às vezes, em alguns momentos da nossa
vida, o, o dimmer tá bem baixinho.
E a gente vai experimentar algum nível
de apatia, algum nível de, ah,
indiferença, né? Acho que a indiferença
é uma boa palavra pra gente trazer e o
autor traz.
Ah, falta de motivação, a gente perde de
vista o propósito, a gente, ah, começa a
ficar então indiferente às coisas ao
nosso redor e, e, e e às vezes sair da
cama começa a ficar cada vez mais
difícil, né?
Ah, então, ah, a apatia não é, não, não
ah, difere por, por completo o crente do
não crente, né? O crente não fica
apático, não, o, não crente fica
apático. Não.
Eu diria que o não crente, ele é apático
por natureza. Ele não é afetado por
Deus, né?
Ah, ele não quer ser afetado por Deus e
se existe um Deus, ele prefere negá-lo.
Mas o crente, ainda que ele carregue
esses resquícios de morte na sua apatia,
ele já
começou a ser afetado por Deus,
por um Deus que superou a apatia e as
resistências desse crente, desse, desse,
dessa pessoa, né?
Uhum.
>> Eu acho que você fez uma excelente
distinção, meu irmão. Aquela coisa, né?
Fé pequena também é fé verdadeira. Pode
ser uma fé imatura, mas não deixa de ser
uma fé verdadeira, né?
É, eu acho que isso aí o Carson fala.
>> Desculpa te interromper, mas o D.
O D. Carson fala que, graças a Deus que
a gente não é salvo pela qualidade da
nossa fé,
mas pelo objeto da nossa fé.
>> Perfeito.
>> Talvez na ajuda do apático eu vou ter
que lembrar ele que nos dias
em que ele se sente indigno ou de ele se
sente carregando uma fé indigna de
salvação,
ah, eu vou lembrar ele que ele tem um
salvador que é digno de salvá-lo.

Tags: