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A fé vem pelo ouvir

O prazer da liberdade em Cristo – Rev. Lucas Previde

O prazer da liberdade em Cristo – Rev. Lucas Previde

O prazer da liberdade em Cristo – Rev. Lucas Previde

Como desfrutar da verdadeira liberdade em Cristo?

Nesta exposição de Gálatas 5:13–26, aprendemos que a liberdade cristã não é licença para viver segundo os desejos da carne, mas o poder concedido por Deus para viver uma vida de santidade.

O apóstolo Paulo ensina que, embora o cristão continue enfrentando a batalha contra a natureza pecaminosa, ele não está mais escravizado por ela. Em Cristo fomos libertos da culpa, do domínio do pecado e recebemos o Espírito Santo para capacitar nossa luta diária.

O sermão apresenta o contraste entre as obras da carne e o fruto do Espírito, mostrando que a verdadeira manifestação da presença do Espírito Santo não está em experiências extraordinárias, mas numa vida transformada, marcada por amor, alegria, paz, domínio próprio e obediência à Palavra de Deus.

INFORMAÇÕES:
Pastor: Lucas Previde
Passagem: Gálatas 5.13-26
Série: A Justiça da Fé

#ipsantoamaro #presbiteriana

CAPÍTULOS:
00:00 – Introdução: O Prazer da Liberdade em Cristo
04:13 – O Contexto da Carta aos Gálatas
06:58 – Compreendendo Nossa Natureza Pecaminosa
08:15 – A Falsa Liberdade da Carne
09:54 – Desejos Criados por Deus e Corrompidos pelo Pecado
11:38 – Não Transforme a Graça em Licença para Pecar
12:21 – Liberdade Para Servir ao Próximo
14:38 – O Ego Leva à Destruição
16:37 – O Papel da Lei: Conduzir a Cristo
18:28 – Libertos da Culpa e do Poder do Pecado
20:39 – Capacitados Pelo Espírito Santo
21:05 – Vivam no Espírito
22:04 – O Pecado Não Deve Mais nos Satisfazer
23:06 – Santificação Progressiva Pela Graça
24:48 – O Que Significa Ser Cheio do Espírito?
25:25 – A Batalha Constante Contra a Carne
27:25 – O Espírito Santo Habita no Crente
29:02 – A Guerra Espiritual Não Tem Trégua
31:17 – Uma Vitória Já Garantida em Cristo
32:40 – O Espírito Santo Não é Espetáculo, é Santificação
34:57 – As Obras da Carne
35:53 – Imoralidade Sexual e Santidade
37:35 – Idolatria, Feitiçaria e o Falso Evangelho
39:57 – Pecados Contra o Próximo
42:01 – O Fruto do Espírito
43:26 – O Fruto é Produzido Pelo Espírito, Não Pelo Homem
44:17 – Amor, Alegria, Paz e Domínio Próprio
46:46 – Contra Estas Coisas Não Há Lei
47:30 – A Maior Obra do Espírito Santo
48:29 – Andando no Espírito Todos os Dias
50:49 – Três Aplicações Práticas
53:15 – Oração Final

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Gálatas para darmos
continuidade à exposição desta carta em
nossa série intitulada
A justiça da Fé. Já estamos caminhando
para o final. Hoje nos deteremos ao
capítulo 5, versos de 13 a 26.
Gálatas, capítulo 15 versos de 13 a 26,
aonde meditaremos sobre o prazer da
liberdade em Cristo. Até aqui, se você
tem nos acompanhado, nós temos destacado
como ponto ou como foco da carta de
Paulo aos Gálatas este tema, a
suficiência de Cristo
para a nossa salvação e para a nossa
vida cristã. Cristo é suficiente. Então,
nessa noite, eu gostaria que nós
meditássemos um pouco sobre como
desfrutar deste prazer ou como desfrutar
do prazer da nossa liberdade em Cristo.
Acompanhe comigo atentamente com
reverência e fé. Gálatas capítulo 5
versos de 13 a 26.
Porque vocês, irmãos, foram chamados à
liberdade,
mas não usem a liberdade para dar
ocasião à carne. Pelo contrário, sejam
servos uns dos outros pelo amor, porque
toda a lei se incumpre em um só preceito
a saber. Ame o seu próximo como a você
mesmo. Mas se vocês ficam mordendo e
devorando uns aos outros, tenham cuidado
para que não sejam mutuamente
destruídos.
Digo, porém, o seguinte:
vivam no espírito e vocês jamais
satisfarão os desejos da carne, porque a
carne luta contra o espírito e o
espírito luta contra a carne, porque são
opostos entre si. Para que vocês não
façam o que querem, mas se são guiados
pelo espírito, vocês não estão debaixo
da lei.
As obras da carne são conhecidas e
são:alidade
sexual, impureza, libertinagem,
idolatria, feitiçarias, inimizades,
richas, ciúmes, iras, discórdias,
divisões, facções, invejas, bebedeiras,
orgias e coisas semelhantes a estas.
Declaro a vocês, como antes já os
preveni, que os que praticam tais coisas
não herdarão o reino de Deus.
Mas o fruto do espírito é amor, alegria,
paz, longanimidade, benignidade,
bondade, fidelidade, mansidão, domínio
próprio. Contra estas coisas não há lei.
E os que estão em Cristo Jesus
crucificaram a carne com as suas paixões
e os seus desejos. Se vivemos no
espírito, andemos também no espírito.
Não nos deixemos possuir de vanglória,
provocando uns aos outros, tendo inveja
uns dos outros. Até aqui a palavra do
nosso Deus. Vamos orar.
Senhor, estamos certos, ó Pai, de nossa
incapacidade de compreendermos tudo
aquilo que somos pelo nosso próprio
conhecimento.
Por isso, nos colocamos diante da tua
palavra para sermos guiados pelo teu
espírito e cremos nisso. Cremos que o
resultado da obra de Cristo em nossa
vida é podermos ser guiados, termos a
nossa mente, o coração abertos para a
tua palavra por meio do Espírito Santo.
Pedimos isso confiantes e alegres nisso,
em nome de Jesus. Amém.
[limpando a garganta] O apóstolo Paulo
escreveu a sua carta aos Gálatas.
Provavelmente essa foi a primeira carta
escrita por Paulo, nós já vimos com
objetivo de impedir
que as igrejas da Galácias ou os Gálatas
se desviassem ou se afastassem do
evangelho pregado por Paulo. Havia uma
espécie de onda trazida por falsos
mestres,
provavelmente judeus aparentemente
convertidos ao cristianismo. Nós já
vimos isso por diversas vezes nas
introduções que fizemos nessa série, que
estavam ah pregando e ensinando depois
de Paulo sair dessa igreja
[limpando a garganta]
que apenas Cristo não era suficiente
e que se deveriam ser guardadas as
observâncias da lei mosaica,
particularmente a circuncisão,
a dieta e as festas ou calendário
judaico. E de alguma forma esses irmãos,
os Gálatas, vindos de um contexto não
judaico pagão, estavam sendo
apresentados por uma nova realidade e de
certa forma estavam pendendo para isso.
E esta é a dureza com que Paulo trata
estes irmãos. Nós vimos que esta é a
única carta que o apóstolo Paulo não
começa com elogios, mas começa sendo
duro a com estes irmãos, dizendo: "Vocês
estão se desviando do evangelho porque
vocês estão abrindo os ouvidos,
raciocinando e deixando entrar no
coração um evangelho que não é o
evangelho pregado por mim, o evangelho
que apresenta coisas a mais do que a
suficiência de Cristo.
Então Paulo diz: "Este não é o evangelho
que eu preguei e este não é o verdadeiro
evangelho que apresenta Cristo como
suficiente para sua salvação".
Em Gálatas capítulo 3, nós temos um
exemplo disso. Quando Paulo diz: "Será
que vocês são tão insensatos?" Paulo usa
palavras duras aqui.
[limpando a garganta] Será que vocês são
tão insensatos que tendo começado no
espírito, ou seja, tendo ouvido ou
aparentemente tendo se convertido ao
evangelho, agora estão dando ocasiões à
carne ou estão querendo se aperfeiçoar
naquilo que vocês podem fazer? Será que
Cristo não é o suficiente? Vocês querem
algo mais?
Então, hoje nós podemos ver um pouco
como Paulo trata estes irmãos e como a
palavra de Deus nos ensina de que o
prazer na liberdade de Cristo, ele nos
conduz a desfrutar disso de uma forma
prática. E o primeiro ponto desta noite
é que nós precisamos compreender
primeiro a nossa natureza.
Quando nós entendemos, quando nós
compreendemos a liberdade que recebemos
em Cristo, automaticamente isso nos traz
a memória ou a compreensão de quem nós
éramos antes disso e de como estamos
suscetíveis
à nossa natureza. Vejam, no verso 13,
Paulo diz: "Porque vocês, irmãos, foram
chamados à liberdade,
mas não usem a liberdade para dar
ocasião à carne."
Então, o fato de nós estarmos libertos
ou a liberdade em Cristo nos dar uma
nova compreensão de mundo e de vida, há
ainda o risco ou a nossa vulnerabilidade
para com a nossa natureza pecaminosa. Há
um risco que corremos em dizer que somos
salvos pela graça, mas não depositamos
nossa confiança e suficiência neste
aspecto para a vida cotidiana.
para tratar o nosso pecado,
para tratar as obras da carne ou aquele
desejo pecaminoso que existe em cada um
de nós. Sim, somos salvos em Cristo
Jesus.
Muitos olham essa liberdade cristã como
uma verdadeira prisão. Você já deve ter
ouvido isto ou quando pregou o evangelho
ou testemunhou da sua fé?
ouvir de alguém que diz ser crente é não
poder fazer nada.
Quando apresentamos uma liberdade em
Cristo,
aqueles que não reconhecem Cristo como
suficiente para sua salvação ou não
querem Cristo como seu salvador,
[roncando] ouvem essa mensagem de
liberdade como prisão. E esta é a
realidade.
Para aqueles que não creem em Cristo
Jesus, esta liberdade é uma prisão,
porque eles não percebem que estão
presos ou escravizados a sua natureza
pecaminosa.
Nós ou aqueles que professam Cristo como
seu único e suficiente salvador,
verdadeiramente estão livres.
Mas aqueles que estão escravizados
acham, acham que possuem uma liberdade,
mas continuam a satisfazer os seus
pecados e então receber o justo juízo da
condenação eterna. Falar de condenação
eterna é algo que não soa bem aos
ouvidos das pessoas, mas esta é a
realidade. Ou você está livre em Cristo
Jesus, ou você está aprisionado,
escravizado pelos seus pecados que
conduzirão à morte eterna.
Esse é o fato de sermos ah conhecedores
da nossa natureza pecaminosa.
Todos nós possuímos desejos. Fomos
criados para isso, para desejar,
desejar tudo aquilo que é lícito diante
do Senhor. comer,
ter saúde, descanso, diversão, a própria
sexualidade, o desfruto do ato sexual,
tudo fora criado por Deus, porque é bom
e lícito para ser experimentado segundo
a vontade do Senhor. Mas quando pegamos
estes desejos e colocamos ele ao nosso
serviço e não mais à vontade do Senhor,
comer passa a ser um risco de pecar.
O nosso desejo pela saúde ou desejo por
um corpo saudável pode ser transformado
em um pecado. O grande problema é quando
pegamos o desejo ou pegamos aquilo que é
lícito
e depositamos
nisso
aquilo que irá nos satisfazer.
Estes desejos passaram a ser a razão da
nossa existência. comer, saúde,
finanças, prazer sexual.
Quando isso passa a ser o que satisfaz o
nosso coração e não há Cristo, então não
só estamos dando ocasião à carne, mas
escravizados por ela. E Paulo diz:
"Olha, vocês não foram chamados a isso.
Vocês foram libertos disso.
Vocês não estão mais sobre este julgo.
Vocês não estão mais com essas amarras.
O fato de sermos libertos da escravidão
de nosso pecado não significa que
podemos tratá-lo como um souvenir. É
isso que Paulo está dizendo aqui. Ele
diz: "Olha, porque vocês, irmãos, foram
chamados à liberdade, mas não usem essa
liberdade, ou seja, não usem mais a
justificativa de que não são escravos ao
pecado para continuar pecando ali, aqui
ou a colá,
para ter um pecadinho de estimação,
nãoem circunstâncias,
porque a natureza pecaminosa ainda está
dentro de nós."
Interessante, quando Paulo aplica o
contraponto
a respeito da nossa natureza ou de como
deveríamos ser, ele aplica diretamente
com o nosso trato pelo próximo. Vejam
só, porque vocês, irmãos, foram chamados
à liberdade, mas não usem a liberdade
para dar ocasião à carne. Pelo
contrário, e aqui esperamos que
esperávamos que Paulo poderia falar
alguma coisa a respeito do que
deveríamos fazer. Ele irá fazer a isso
logo. Mas ele diz, pelo contrário,
sejamos servos uns dos outros em amor.
Por que será que Paulo contrapõe
dar ocasião à carne ou dar ocasião à
natureza pecaminosa? E contrapõe isso
com servir ao próximo em amor?
Porque a primeira coisa que a liberdade
de Cristo faz é libertar nós de nós
mesmos,
do nosso ego, do nosso desejo por
simplesmente atender o nosso umbigo.
Não se trata mais de nós, mas de Cristo
em nós. Isso é experimentado no trato
para com o próximo.
A primeira coisa que recebemos em Cristo
é a liberdade de nós mesmos. Em Cristo
somos chamados a uma liberdade para
amarmos, abençoarmos, servirmos ao
próximo. Porque toda lei, no verso 14
Paulo diz, porque toda lei se cumpre em
um só preceito, a saber, ame o seu
próximo como há você mesmo. E aqui está
muito mais a questão de você abrir mão
do seu próprio eu do que propriamente o
ato benéfico para com o próximo. Porque
ao abrir mão do nosso próprio eu,
automaticamente o outro será abençoado.
Quando compreendemos que a nossa
natureza pecaminosa
é uma natureza que sempre nos puxa para
vivermos dentro de um círculo ou
vivermos apenas com o que eu preciso, o
que eu posso ter, o que eu quero, o que
eu desejo. Então, somos libertados deste
círculo.
Somos ah [roncando] transportados para
uma cosmovisão muito maior. Nós vimos
isso na outra passagem.
Olhamos para algo muito maior no qual
somos inseridos.
Este é o argumento utilizado pelo
apóstolo Paulo
ao mostrar o falso evangelho. Ele mostra
que o resultado de dar circunstância à
carne ou de viver sobre o eu, o eu, o
eu, culminará na destruição mútua.
Paulo está sendo, de certa forma
sarcástico aqui, como foi na [roncando]
a um pouco antes, quando ele diz:
"Aqueles que estão pregando a
circuncisão entre vocês, tomara que eles
se mutilassem
ao fazer isso." E Paulo aqui está
dizendo, "Olha, olhem para o que estão
pregando para vocês, de que vocês
precisam se apegar às obras, que vocês
precisam fazer aquilo que vocês fazem,
não é mais a suficiência de Cristo.
Aonde isso está levando vocês?" E muito
provavelmente a igreja da Galácia estava
passando por confusão, por ah problemas,
por discussão, por contenda.
Vejam que os efeitos da nossa
suscetividade ao pecado não se relaciona
apenas com a nossa vida, mas com aqueles
que nos cercam.
Por isso Paulo o atrela e começa
dizendo: "Olha, um dos resultados de uma
vida entregue ao espírito ou uma vida
que é chamada a não dar circunstâncias à
carne é uma vida pronta a servir o
próximo.
Agora que nós estamos livres, não existe
mais o eu, mas Cristo que vive em mim."
A nossa vida cotidiana deve dar
respostas
a quem nós estamos querendo servir.
Sem a liberdade de Cristo, nós não
conseguiríamos fazer isso. Você não
conseguiria
ser bom. Você não conseguiria fazer o
bem.
Você não conseguiria desfrutar. Você não
conseguiria dizer não ao pecado se não
fosse a obra de Cristo em sua vida.
Nós já vimos que o papel da lei não é
salvar, que o papel da lei, ou seja, os
mandamentos, aquilo que Deus nos deu,
não é salvar,
mas é apontar o pecado. Nos dois últimos
sermões que nós tivemos aqui nessa
série, nós vimos isso constantemente. Se
você quiser ah reler isso ou visitar,
poderá acessar o nosso canal no YouTube.
Mas Paulo trata que o papel da lei, a
função principal da lei era dizer: "Você
é um pecador
e ao fazer isso, conduzi-lo para
Cristo." O papel da lei é dizer: "Você é
um pecador em todos os aspectos. Não há
nada em você que pudesse lhe fazer
atrativo aos olhos de Deus. E, portanto,
se você for deixado sozinho a sua
própria natureza, você não conseguirá.
Paulo nos lembra a respeito disso quando
diz em Romanos 7
que diremos então que a lei é pecado de
modo nenhum. Mas eu não teria conhecido
o pecado, a não ser por meio da lei.
Paulo nos lembra isso, que a lei, o seu
papel é dizer: "Você é um pecador".
é apresentar a sua natureza.
É apresentar que os seus desejos por si
só são desejos pecaminosos,
desejos que eram lícitos, corrompidos,
avareza, ganância, glutonaria,
imoralidade sexual, todos esses desejos
corrompidos. Mas em Cristo nós somos
libertos.
Em Cristo, nós somos libertos da culpa
do pecado.
Este pecado é o que nos fazia filhos da
ira de Deus.
Esta natureza que havia em nós era
aquilo que Deus olhava e não tinha
comunhão, porque ele é santo,
filhos da ira de Deus. Mas em Cristo
Jesus, nós fomos libertos desta culpa. E
nós fomos libertos também do poder
deste pecado. Agora, este pecado não tem
mais poder sobre a nossa vida. Em Cristo
somo, somos plenamente libertos da justa
condenação eterna
trazida pela nossa natureza pecaminosa.
Em Cristo, nós somos plenamente libertos
da escravidão e do poder do pecado. Sim,
Satanás não tem mais poder sobre nós.
Eu vejo a a alguns crentes às vezes
preocupados com relação a a orações que
podem ser feitas contra eles.
trabalhos
ou a amarrações, uma série de de nomes.
Tem nome para tudo quanto é gosto em
relação a isso. Mas a palavra nos ensina
que em Cristo nós fomos libertos não só
da culpa, mas do poder do pecado.
Por isso, nós não devemos
dar ocasião à carne ou não devemos dar
ocasião a estes pecados, mas isso não
significa que nós não precisamos prestar
atenção e lembrar que ele a os efeitos
do pecado ainda existem em nossa em
nossa vida. Você sabe disso. Você não se
tornou plenamente santo.
A sua mente produz constantemente coisas
que desagradam a Deus. Os seus desejos
ainda continuam fervilhando, querendo
satisfazer a si próprio.
Eles não foram embora. Eles não têm mais
autoridade.
Você não está mais sujeito a eles, mas
eles ali continuam.
E se o primeiro ponto é que nós
precisamos compreender essa natureza. O
segundo é que nós precisamos confiar na
capacitação que recebemos para combater
a nossa vulnerabilidade.
Se reconhecemos que ainda somos
suscetíveis ao pecado, em contrapartida,
a palavra de Deus nos diz que nós
recebemos o poder de lutar contra isso.
Verso 16. Digo, porém, o seguinte: vivam
no espírito e vocês jamais satisfarão os
desejos da carne. Paulo aqui não está
oferecendo
possibilidades para solucionar o nosso
problema com pecado. Olha, essa é uma
possibilidade dentre tantas outras. Não,
o apóstolo, o que o apóstolo Paulo está
fazendo aqui é garantindo,
garantindo que a obra de Cristo produz
em nós, por meio do seu espírito, a
capacidade de lutar contra o pecado,
de combater a nossa natureza.
Aqueles que receberam a sua liberdade em
Cristo não se satisfazem mais com os
desejos da carne, não se satisfazem mais
com a sua natureza pecaminosa.
O pecado passa a ser um corpo estranho
dentro da nossa vida. Ele ainda existe,
os seus efeitos ainda estão lá, mas ele
é um acidente de percurso. Hoje na nossa
aula de catecúminos, nós falamos um
pouco sobre isso, de que a vida do
crente, ela não está livre dos efeitos
do pecado, mas isso é acidente de
trajeto de alguém que está caminhando
para uma vida de santidade.
Não se satisfazer.
Estava falando com o reverendo
Guilherme, hoje estava com um pouco dor
de cabeça. Tomei um remédio e o efeito
desse remédio dá um suadoro para para
tirar tudo aquilo. O pecado deve ser um
vírus em nós, um corpo estranho que deve
ser a todo custo expelido.
E o que Paulo está dizendo aqui é que há
o remédio para isso. Esse remédio nos
foi dado
a vida no espírito.
A consciência de nossa vulnerabilidade
somada à fé no poder do espírito resulta
numa vida de contínua e progressiva
santidade. Quando eu sei quem eu sou,
quando eu conheço a minha
vulnerabilidade,
somado à certeza e a confiança da obra
do Espírito em minha vida, isso me
proporciona uma vida constante,
contínua e progressiva de santificação,
de dizer não ao pecado e sim à vontade
de Deus.
Nós precisamos experimentar mais da vida
no espírito que nos foi dada por meio da
obra de Cristo no dia a dia.
Muitas vezes nós professamos que fomos
salvos pela graça, livres da graça, mas
não nos apropriamos disso
quando o nosso coração começa a produzir
tentações,
quando o nosso pensamento não começa a
produzir dentro de nós desejos que não
são lícitos segundo a vontade do Senhor.
graça salva. Mas a mesma graça que salva
é a graça que capacita você a dizer não
ao pecado. É a mesma graça que me
possibilita
a lutar contra o meu próprio eu e não
satisfazer este desejo da carne.
Não há um crente que não queira
experimentar isso. Não há um crente que
não queira ser preenchido pelo Espírito
Santo. Você pode perguntar para qualquer
crente de qualquer denominação.
Não há um crente que não queira ser
preenchido pelo Espírito Santo. Mas isso
às vezes causa confusão. O que é ser
preenchido pelo Espírito Santo? Somos
capacitados pelo Espírito Santo a
combater o nosso pecado. Mas o que é
viver no espírito?
Viver no espírito se trata de receber a
condição de nos tornarmos combatentes em
relação à nossa vulnerabilidade.
Se cremos e nos alegramos em sermos
salvos pela graça, também devemos
desfrutar dessa capacidade. Essa é a
batalha para a qual fomos capacitados. É
uma batalha. Paulo não ignora isso.
Paulo sabe que santidade não é receita
de bolo. Paulo sabe que isso é uma
constante luta. Ele fala da sua própria
vida em relação a isso,
que o bem que ele não, o bem que ele
queria fazer, ele não faz, mas o mal que
ele não quer, constantemente, ele está
ali lutando, está à porta,
mas pela graça ele continua lutando e
lutando. Veja o verso 17.
Porque a carne luta contra o espírito e
o espírito luta contra a carne porque
são opostos entre si. Para que vocês não
façam o que querem. São opostos. Estamos
sujeitos
à escravidão, quer dos nossos desejos ou
quer da vontade do Senhor. Por diversas
vezes, a palavra de Deus nos apresenta
isso. Como servos, como escravos de
Cristo.
Não existe autonomia, não existe
imparcialidade. Ou você serve aos seus
desejos pecaminosos
e se satisfaz neles? Ou você luta contra
eles porque você se satisfaz
buscando a vontade de Deus no espírito.
Não há meio termo.
Não é meio termo. E a beleza disso é que
Deus nos proporciona
conseguirmos nos afastar e deixar os
pecados. Nossos desejos não são livres.
o meu desejo e o seu desejo ele não é
autônomo. Ou ele vai servir ao seu
desejo pecaminoso,
ou ele vai buscar lutar contra ele,
confiando no que o Espírito Santo faz em
sua vida.
ao cumprir a sua obra redentora na cruz.
Foi isso que Cristo nos deu.
Ao cumprir a sua obra na cruz e subir
aos céus, Cristo proporcionou a
habitação do seu Santo Espírito, do
Espírito Santo, na vida de todo aquele
que nele crê.
Somos tabernáculos, somos casa, somos
habitate do Espírito Santo de Deus. Ele
habita em cada um dia após dia,
segunda-feira de manhã, quarta-feira à
tarde.
É o Espírito Santo que nos motiva a
buscar a palavra do Senhor, que nos
motiva a orar, que nos alerta dos riscos
e dos perigos que estamos correndo em
relação a nós mesmos. Este é o papel
do Deus Espírito Santo na Trindade,
nos dar
ou nos ensinar aquilo que vem do Pai por
meio do Filho,
a nos mostrar a nossa vulnerabilidade,
mas não nos deixarmos ali como
coitadinhos. é nos pegar pela mão e
dizer: "Vem cá, agora lute contra isso.
Agora lute. Cada um de nós sabe o que
temos que lutar, contra o que temos que
lutar. Cada um de nós sabemos aonde a
nossa natureza pecaminosa tem se
aflorado no dia a dia, na vida comum.
E da mesma forma com que cada um de nós
sabe, Deus sabe de todos.
E o Espírito Santo age na vida de todos
aqueles que creem, que confiam e que são
dirigidos por ele.
A palavra aqui é muito clara, é luta, é
uma linguagem militar.
Nossa natureza pecaminosa é como um
guerreiro dentro de nós,
que mesmo abatido, mesmo cansado, se
tiver uma oportunidade vai nos fazer
mal. Agora época de Copa, eu não sei
quantos de vocês gostam, mas eu gosto
muito de assistir Azerbaijão e Iraque,
enfim.
E e é muito nítido que no final do jogo
os jogadores estão completamente
exaustos, acabados, não conseguem
correr, mas [roncando] ainda há uma
força para fazer uma falta para evitar
que o seu oponente chegue ao objetivo.
Seja aquele puxão de camisa absurdo,
que comprova o quão bom a camisa é
elástica,
um carrinho pronto para matar.
Assim é a nossa natureza. mesmo abatida,
mesmo vencida,
ela aproveita qualquer ocasião para nos
trazer de volta à escravidão ou aos
efeitos dessa escravidão. Por isso que
esta mensagem é tanto para aqueles que
ainda não creem em Cristo Jesus, mas
como para nós que cremos. Preste atenção
o quanto você está suscetível,
vulnerável e o quanto você não está
buscando a sua vida já ganha no espírito
para lutar contra isso.
Por isso, devemos entender que não há
possibilidade de um acordo de paz.
Estamos vivendo aí tempos de guerra e
por diversas vezes ah é feito um acordo
de paz para abrir o estreito Georts a
para a navegação petrolífica e aí dois
dias depois acabo a Não existe acordo de
paz
entre a vida no espírito e a vida na
carne. Não existe um cessar armas
provisório para que você possa se
restabelecer.
Não existe acordo de paz porque uma nova
vida foi dada em Cristo Jesus e
capacitada no poder do Espírito Santo.
Isso não deve nos deixar preocupados,
mas confiantes.
Essa mensagem não deveria nos deixar
amedrontados,
porque uma vitória ganha.
Esta é a beleza que Paulo está
mostrando. Essa é uma vitória já ganha
em Cristo Jesus.
O que nós precisamos é desejar,
experimentar dos seus efeitos.
O verso 18 nos lembra: "Mas se são
guiados pelo espírito, vocês não estão
debaixo da lei."
Este é o conflito que existia
naquela época até Jesus voltar ou nos
dias de hoje, nós ainda estamos
suscetíveis aos nossos pecados. Até
Jesus Cristo voltar. Nós estamos em
constante luta
até nosso Jesus Cristo voltar. O dia em
que nossos corpos serão transformados,
ganharemos não só corpos imortais, mas
incorrupíveis, e aí sim não haverá mais
a presença do pecado. Mas quando Cristo
nos dá o seu Santo Espírito, ele não
tira de nós essa natureza. Ela permanece
lá.
mas trabalhada, combatida por meio da
ação do Espírito Santo.
Vejam, muitos querem estar preenchidos
pelo Espírito Santo. Sim,
mas que o texto nos ensina aqui que
estar preenchido pelo Espírito Santo não
é profetizar, não é ter visões,
não é buscar falar em línguas, não é
sair rodopeando igual o peão, sair
sapateando sem
estar cheio do Espírito Santo, é ser
preenchido por ele
para lutar contra os pecados do dia a
dia e da vida comum.
Por isso, precisamos lembrar de uma de
que não temos a capacidade de vencer o
nosso próprio pecado. Eu e você, nós não
somos fortes.
Não queira vencer o seu próprio pecado
com as suas forças.
Busque no espírito.
E muitos se distanciam de Deus ou da
igreja ou de uma vida de comunhão porque
fracassam,
porque se sentem desanimados, porque
fizeram de tudo possível segundo a sua
própria força e não no espírito.
Se assim tentarmos viver, lutar contra o
nosso pecado, segundo a nossa própria
força, iremos fracassar,
nos sentiremos desamparados.
Você já pode ter ouvido de alguém isso?
Ah, essa coisa de igreja, essa coisa de
Deus não é para mim, não. Eu até tentei,
mas não funcionou. Não funcionou porque
você se apropriou das suas próprias
forças e não buscou no espírito o poder
para isso. Somos chamados a confiar que
não estamos sozinhos,
não fomos deixados à nossa própria
sorte. Você quer desfrutar da sua
liberdade em Cristo? Então, responda o
quanto você está sendo conduzido pelo
Espírito Santo na luta contra o seu
pecado.
O quanto você está buscando
no poder do Espírito Santo a luta contra
os seus pecados?
O quanto você compreende a sua
fragilidade.
Paulo faz essa contraposição.
Versos de 19 a 24.
mostrando que não há acordo.
A luta está posta, ela deve ser travada.
Paulo então coloca os adjetivos daqueles
que entregam a sua vida aos seus
próprios pecados. No verso 19. Ora, as
obras da carne são conhecidas e são:
impureza, libertinagem, idolatria,
feitiçaria, inimizades, richas, ciúmes,
iras, discórdias, divisões, facções,
invejas, bebedeiras, orgias e coisas
semelhantes a estas. Declaro a vocês,
como antes já os preveni, os preveni,
que os que praticam tais coisas não
herdarão o reino de Deus. Aqui Paulo
começa com blocos.
O primeiro bloco é da imoralidade
sexual, impureza e libertinagem.
Há muitas outras listas de pecados nas
escrituras
e quase todas começam na área sexual.
Em muitas partes começam com pecado na
área sexual. Isso porque a sexualidade
tem a ver com quem nós somos. Ela nos
define homem e mulher devem se unir.
Lembra o que eu disse? Deus criou homem
e mulher. Deus ordenou que homem e
mulher se unissem. E o pecado, o que é a
corrupção disso.
Ele não só ordenou como ele protegeu
aquilo que Deus uniu. Não separem o
homem.
Então Paulo demonstra que esta área é
uma área que expressa logo de cara
a quem estamos servindo, se as obras da
carne ou se a vida no espírito.
Se você tem problema nessa área, aqui
está a solução. O Espírito Santo tem
poder para agir aqui.
O Espírito Santo tem poder para agir em
sua vida, para você lutar contra a
imoralidade sexual, contra a impureza,
contra a libertinagem, quanto o seu
desejo no coração de se divorciar da sua
esposa ou do seu marido.
O Espírito Santo tem poder para isso.
O Espírito Santo tem poder para
libertar. Não há nada que ele não possa
libertá-lo.
Mas você precisa. Eu preciso recorrer a
ele, ser guiado, conduzido por ele.
Idolatria, feitiçaria estão ligados ao
nosso desejo por estabelecer um
relacionamento com algo divino.
Pecados ligado ao desejo pelo culto ou
relacionamento com algo superior.
Toda religião que busca o ocultismo, por
exemplo, é uma expressão da sujeição à
carne.
Sim, há só um caminho que leve a Deus.
Essa expressão de todos os caminhos
levam a Deus. Mentira,
feitiçaria, idolatria.
São pecados que rondam o nosso coração.
Todas as outras, ouçam, todas as outras
religiões que não professam Jesus Cristo
como seu único e suficiente salvador,
não provém de Deus.
não são obras do espírito e, portanto,
não devem habitar, não devem circundar a
nossa vida.
Infelizmente vemos muitas igrejas ou
frentes religiosas que se dizem
evangélicas
muito mais parecida com seitas
ocultistas do que propriamente com o
cristianismo.
É trabalho, eles não usam essa
expressão, mas é quase isso.
Você tem que fazer isso, você tem que
fazer aquilo, você tem que fazer tal
rito. É quase que um manual de um
trabalho de ocultismo.
aquilo que antes começou com um copo de
água do lado da TV se transformou agora
numa numa uma um mercado,
idolatria, feitiçaria,
tudo aquilo que queremos ou que buscamos
ou desejamos
para fazer um Deus que está muito mais
para nos servir do que ser servido. A
grande verdade é essa. Feitiçaria e
idolatria. Nada mais é neste caso do que
criar um Deus,
servi-lo à medida em que ele me serve.
Você dá
para receber e porque você recebe, você
reconhece, não provém de Deus.
Então Paulo continua dizendo também que
o pecado ou as obras da carne são
apresentadas
por erros ou consequências em nosso
relacionamento com o próximo.
Inimizades, richas, ciúmes, ira,
discórdia, divisões,
facções, invejas, bebedeiras, orgias,
tudo aquilo que não só traz mal à minha
vida, mas a vida do próximo. tratam da
expressão da vida sujeita aos pecados na
natureza humana que não se preocupa com
o outro.
E é muito triste quando vemos isso
dentro do meio cristão,
pessoas vivendo relacionamentos
conturbados com seus irmãos, brigas,
richas, maledicências, discórdias,
divisões, facções.
E aí nós lembramos o que Paulo diz.
tende o mesmo modo de pensar em Cristo
Jesus para com os outros.
E Paulo tá demonstrando que esses são os
efeitos ou a manifestação de pessoas que
se satisfazem.
Quando ele coloca no verso 21, declara a
vocês, como antes já os preveni, que os
que praticam, essa palavra praticam, ela
não nos exenta disso, mas ela
nos ensina que todos nós estamos
sujeitos a deslizes,
a acidentes de percurso, como eu disse,
o que Paulo está dizendo aqui é aqueles
que constantemente se satisfazem em
viver dessa forma, esses não herdarão o
reino dos céus.
Aqueles que estão sujeitos, Paulo está
contrapondo aqui, lembram a batalha. Se
você está lutando contra isso, você está
no caminho certo. Se você compreende a
sua fraqueza, está lutando contra ela,
você está no caminho certo. Mas se você
se satisfaz com isso ou se você busca
isso, Paulo diz: "Estes não herdarão o
reino de Deus".
E o contrário,
a nossa liberdade em Cristo não nos
obriga mais a praticar estas coisas. A
nossa liberdade em Cristo não nos faz
mais escravos desses desejos, mas ele
nos traz uma nova realidade que nós
nunca conseguiríamos alcançar pelo fruto
do espírito. Amor, alegria, paz,
longanidade,
benignidade, bondade, fidelidade,
mansidão e domínio próprio. Nós não nos
deteremos aqui ponto a ponto. O que
precisamos entender é que Paulo está
fazendo esse contraponto.
E aqui é interessante que se na nas
obras da carne ele usa no plural, ou
seja, qualquer uma dessas obras ou todas
expressam a nossa sujeição à carne.
Quando falamos da vida do espírito, é um
pacote
indivisível. Quando recebemos, recebemos
o plano completo
de amor, paz, longanimidade, begnidade.
A obra do Espírito Santo é completa em
nossa vida.
A obra da carne multifacetada, uma hora
você cai em um, cai em outro, está
sujeito a um, a outro, a vida do
Espírito Santo não. Por quê?
Porque enquanto as obras da carne são
obras praticadas por nós, o fruto do
espírito é algo que o espírito coloca em
nossa vida. Não somos nós que produzimos
amor, não somos nós que produzimos paz,
alegria, longanimidade ou ser longânimo.
Amor aqui é o amor de atitude, de ação.
Não é simplesmente um sentimento, é
aquele amor que nos leva a fazer.
E provavelmente está em primeiro lugar
aqui, porque como Paulo já disse em
Coríntios, o amor é o que cumpre toda a
lei. É pelo amor que nós conseguimos ter
a alegria, a paz, a longanimidade, a
begnidade, a mansidão, o domínio
próprio. Sem amor não há isto. E não é
um amor somente de sentimento, é o amor
de atitude.
Alegria é a expressão de contentamento,
não é alegria porque saiu um gol do seu
time. Não. Essa alegria é a alegria que
provém do Espírito Santo. Esse amor é o
amor que provém do Espírito Santo. É a
alegria mesmo nos dias mais difíceis da
sua vida, você conseguir experimentar a
alegria de Cristo em sua vida.
Paz, de igual forma não é ausência de
conflito, mas é aquela paz que excede
todo o entendimento.
Lembra que eu disse que o Espírito Santo
tem tudo o que precisamos para enfrentar
a batalha contra os nossos pecados?
E ele nos dá essa paz que excede todo o
entendimento.
Longanimidade significa ter um fôlego
longo, paciência.
Ah, pastor, olha, paciência não é algo
que eu tenho, mas não é para você ter, é
para o Espírito Santo colocar em você e
você desenvolver aquilo que você
recebeu.
Se você ficar esperando ter paciência
por si próprio, se você esperar alegria
ou qualquer um desses atributos, por si
mesmo, esqueça.
Mas quando você confia que isso já lhe
foi dado e você crê que isso faz parte
da obra de Cristo em sua vida, agora sim
você pode experimentar.
Olha, mansidão. Ah, pastor, é difícil,
viu? Quem não disse que é isso? É
difícil. Paulo sabia. Por isso que ele
coloca na linguagem de lutar,
domínio próprio. E domínio próprio às
vezes é muito mal entendido.
As pessoas acham que é como se você não
pudesse ter sentimentos,
como se você sofresse uma fechada no
trânsito e a primeira coisa que brotasse
dentro de você é: "Vai abençoado, que o
Senhor resplandeça sobre ti." Não é
isso.
O sentimento ele virá, mas domínio
próprio é você ter autoridade ou poder
sobre os seus sentimentos.
É você sentir ira, é de alguma forma
você desejar algo que não é seu e neste
momento se dominar, se controlar.
Não é a ausência da natureza. Lembrem,
Deus ou Jesus não retirou a nossa
natureza ainda corrompida. Ele colocou o
Espírito Santo para nos ajudar a lutar
contra ela até que ele volte. Então isso
seja totalmente retirado de nossa vida.
Quando Paulo afirma que contra essas
coisas não há lei, ele se refere ao fato
de que isso já é a lei. Lembrem-se do
contexto. Paulo está escrevendo para
irmãos que estão sendo influenciados por
pessoas que dizem que Cristo não é
suficiente e que você precisa fazer de
outras coisas. Ele diz: "Olha isso, se
você viver isso na sua vida cotidiana,
você já vai estar experimentando
do objetivo da lei." Então, se você
busca a manifestação do Espírito Santo
em sua vida, este é o caminho. Se você
quer ser preenchido pelo Espírito Santo,
este é o caminho.
Fugir, lutar contra os seus próprios
desejos.
O verso 24 nos diz: "E os que são de
Cristo Jesus
crucificam a carne com as suas paixões e
seus desejos.
Eu não vejo maior manifestação
sobrenatural e esplêndida do Espírito
Santo do que pegar uma pessoa pecadora,
produzir nela o arrependimento e lhe dar
uma nova vida na vida cotidiana.
Desculpe, mas você não precisa ter
visões. Você não precisa profetizar,
você não precisa sair rodando,
sapateando. Você não precisa falar em
outras línguas.
Ser preenchido pelo Espírito Santo é
você crucificar os seus pecados,
[roncando]
morrer para eles e ser preenchido, sim,
pelo poder do Espírito Santo na vida
cotidiana.
Se você foi liberto em Cristo, então a
sua natureza carnal já foi crucificada.
E por último, Paulo então conclui que a
nossa satisfação na alegria da cruz é
quando nós andamos conforme aquilo que
nos tornamos.
Quando eu passo a andar, quando eu passo
a viver no espírito e a andar no
espírito, se vivemos no espírito,
andemos também no espírito. Paulo está
mostrando que precisamos ser coerentes.
Se o Espírito Santo de Deus habita em
nós, dia após dia, segundo após segundo,
nós precisamos andar também no espírito.
E aqui essa linguagem de andar é uma
linguagem um pouco diferente do que ele
já utilizou. Essa expressão é aquela
expressão de você seguir em linha atrás
de um líder, né? Sabe o desenho quando a
mamãe em pato tá andando e os patinhos
estão todos ali, né? Andando atrás dela.
É meio que isso. Ou quando você tá numa
num quartel e o a o líder está ali, se
ele vira, todo mundo vira, nem pergunta,
né? Para onde vai? É isso. Se o Espírito
Santo de Deus habita em você, você
precisa andar, estar atento a ele,
vigilante a você mesmo e buscando o seu
direcionamento. A certeza de que somos
habitados pelo Espírito Santo não nos
ensina apenas que ele nos guia, mas nos
ensina que devemos buscá-lo
constantemente em nossa oração. Quantas
vezes você já orou desta forma? Senhor,
que teu Santo Espírito me conduza neste
dia. Que teu Santo Espírito abra os meus
olhos para os perigos que me cercam.
Que Teu Santo Espírito me acuse do meu
pecado quando a tentação for produzida
em meu coração. Que teu Santo Espírito
me exorte pela tua palavra.
Quantas vezes temos andado ou como
patinhos atrás do Espírito Santo,
esperando ou buscando o seu
direcionamento?
Se o Espírito de Deus está em nós,
não apenas devemos reconhecer que ele
nos guiará, mas sermos vigilantes
e pedir o seu auxílio.
Três aplicações que eu gostaria que nós
tivéssemos nesta noite.
Primeiro,
segundo as obras da carne, você faz para
conseguir, mas segundo a vida do
Espírito Santo, você recebe para então
praticar.
Obras da carne nada mais é do que a
nossa constante luta de satisfação de
desejos pecaminosos,
enquanto a vida no espírito é recebermos
algo e a partir disso vivermos por isso.
Segundo, pela graça de Deus em Cristo,
recebemos o poder do Espírito Santo.
Pense nisso.
Você confia ou você deseja confiar que o
poder do Espírito Santo é tudo que você
precisa para lutar contra os seus
pecados,
a mesma graça que te salvou é a graça
que continua a capacitá-lo para esta
vida. Enquanto o nosso Senhor Jesus
Cristo não volta, somos aperfeiçoados
constantemente,
dia após dia. E por último,
não há espaço na vida cristã para
andarmos segundo os nossos desejos.
Não há acordo de paz, não há um cessar
fogo. Devemos estar constantemente
militando contra os nossos pecados no
poder do Espírito, pois isso não faz
mais parte de quem nós somos. Os desejos
da carne são acidentes num trajeto de
quem está na caminhada da santidade.
Esta é uma mensagem que deve produzir em
nós ânimo. É como se num dia de uma
batalha chegasse armamento novo ou
chegasse reforço.
Você já deve ter visto isso em filmes
quando um exército está perdendo e de
repente chega uma cavalaria ou chega um
reforço. Então o ânimo cresce e a e os
soldados vão.
Maior do que cavalaria, do que tanques
de guerra, é o poder do Espírito Santo
em nossa vida. Isso produz, deve
produzir em nós ânimo, mas de novo, para
a vida cotidiana, pro dia a dia, pros
pecados que nos cercam para não darmos
ocasiões a eles. Vamos orar.
Senhor, obrigado a Deus porque dentro de
nossa fabilidade, dentro do nosso
desejo, Senhor, por satisfazer os nossos
pecados, o Senhor nos toma pela mão e o
Teu Santo Espírito nos ensina por meio
da tua palavra que temos tudo aquilo que
precisamos para esta luta, uma luta que
já foi vencida, pois não somos mais
escravos. dos nossos vícios. Não somos
mais escravos do nosso próprio eu, do
nosso ego, da nossa prepotência,
arrogância,
mas ainda, Senhor, estamos suscetíveis
aos efeitos desses pecados.
Mas o que nos é apresentado é a tua
gloriosa
graça em nossa vida. Pedimos, Senhor,
confiantes, que teu Santo Espírito abra
os nossos olhos.
Pedimos que teu santo espírito, Senhor,
sonde o nosso coração e por meio da tua
palavra, da oração, da comunhão dos
santos, ó Pai, sejamos aperfeiçoados
e que possamos experimentar cada mais,
cada vez mais o fruto do espírito, um só
indivisível,
todas as atribuições ou atributos,
Senhor, que nos foram apresentados, como
tantos outros, que os nossos desejos
sejam escravos da tua vontade e não da
nossa. Essa é a nossa oração em nome de
Cristo Jesus, o nosso único, suficiente
e pleno Salvador. Amém. M.

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