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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Hebreus 4a | Luiz Sayão | IBNU

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Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada
[música] em áudio.
Estudo [música] 174,
baseado em Hebreus, capítulo 4A.
[música]
Conforme observamos na NVI, o texto
sagrado nos diz: "Visto que nos foi
deixada a promessa de entrarmos no
descanso de Deus, que nenhum de vocês
pense que falhou, pois as boas novas
foram pregadas também a nós, tanto
quanto a eles, mas a mensagem que eles
ouviram de nada lhes valeu, pois não foi
acompanhada de fé por aqueles que
ouviram. Pois nós, os que cremos é que
entramos naquele descanso, conforme Deus
disse: "Assim jurei na minha ira: Jamais
entrarão no meu descanso."
Embora suas obras estivessem concluídas
desde a criação do mundo. Pois em certo
lugar ele falou sobre o sétimo dia
nestas palavras. No sétimo dia, Deus
descansou de toda a obra que realizara.
E de novo, na passagem citada há pouco,
diz: "Jamais entrarão no meu descanso".
Como o autor de Hebreus está falando
para essa comunidade judaica que conhece
bem o Antigo Testamento, ele prossegue
refletindo sobre o que foi falado lá no
Salmo 95 e agora começa a entrar no tema
de um descanso sabático.
A ideia do descanso é bem conhecida
quando a ordem bíblica era que o povo
poderia trabalhar seis dias e descansar
no sétimo dia. Então, eh, o autor começa
a trabalhar com essa ideia, dizendo,
escuta, há uma promessa no passado de
que nós haveríamos de entrar no descanso
de Deus. Que descanso de Deus é esse?
literalmente não é o descanso da prática
sabática da lei, porque não é isso que
está em vista aqui. A outra ideia ah que
pode certamente aparecer é que esse
descanso poderia significar o descanso
que o povo ia receber quando chegasse na
terra de Canaã. E então ele menciona o
versículo 11 do Salmo 95, dizendo que
eles não haveriam de entrar no descanso
porque não tinham crido e tinham sido
culpados da incredulidade.
Então o autor relaciona esse descanso
aqui não exatamente com o descanso do
povo, mas com o descanso de Deus. Tanto
é que a menção do versículo 4 é Gênesis
2, versículo 2, que Deus descansou de
toda a obra que realizara. Então, o
descanso prometido para o povo de Deus,
de acordo com esse texto aqui de
Hebreus, capítulo 4, é o descanso do
próprio Deus, do qual nós deveremos
compartilhar se atendermos a este
convite.
E tanto que isso está claro que
prosseguindo pela nova versão
internacional, o texto diz a partir do
versículo 6: "Portanto, resta entrarem
alguns naquele descanso e aqueles a quem
anteriormente as boas novas foram
pregadas não entraram por causa da
desobediência.
Por isso, Deus estabelece outra vez um
determinado dia chamando hoje", que é um
tema importante aqui em Hebreus. ao
declarar muito tempo depois por meio de
Davi, de acordo com o que fora dito
antes, se hoje ouvirem a sua voz, não
endureça o coração.
Esse assunto é acontece no contexto do
Êxodo, é retomado no Salmo 95 e se
aplica agora ao contexto de Hebreus. E a
comprovação de que esse descanso não
tinha sido cumprido com plenitude no
tempo da antiga aliança, pode ser
percebido na sequência aí no versículo
8. Porque se Josué lhes tivesse dado
descanso, preste bem atenção aqui, Deus
não teria falado posteriormente a
respeito de outro dia, que é o caso do
Salmo 95. Assim ainda resta um descanso
sabático para o povo de Deus. Pois todo
aquele que entra no descanso de Deus
também descansa das suas obras como Deus
descansou das suas. Qual é o foco tão
claro e importante que aparece aqui? Há
um novo conceito de descanso que não é
guardar o sábado, um novo conceito de
descanso que não é entrar na terra de
Canaã, mas é o descanso de Deus. Assim
como Deus descansou da obra que havia
feito, de tudo que havia criado, há um
paralelo em relação a nós, que ao
entrarmos
neste convite divino que envolve
reconhecer Cristo Jesus, o filho sobre
toda a casa, aquilo que foi falado já no
capítulo 3, nós também receberamos este
descanso, mas descanso das nossas obras,
no sentido em que As nossas obras não
podem nos salvar, não podem ser
entendidas como meritórias. Está na hora
de parar de pensar para esse contexto de
judeus que conhecem a lei, eles vão
entender o que isso significa.
Está na hora de parar de pensar que nós
poderemos alcançar algum descanso de
qualquer maneira ou qualquer situação de
salvação diante de Deus por meio das
obras. E nós vamos ter o descanso das
suas obras porque Cristo fez a obra
completa em nosso lugar. Portanto,
interessante observar, versículo 11.
Esforcemo-nos por entrar nesse descanso
para que ninguém venha cair, seguindo
aquele exemplo de desobediência. Então,
paralelo com o Antigo Testamento, com o
tempo do êxodo, está estabelecido.
Aqueles que não creram e desobedeceram,
não entraram no descanso de Canaã. Da
mesma forma, hoje quem não crer e
desobedece e desobedecer a palavra de
Deus também não entra no descanso de
Deus que se cumpre em Cristo, o descanso
das nossas obras. E então para ter o
desfecho desse trecho, capítulo 4, a
partir do versículo 14, vai mudar o
assunto. Por isso, nós vamos encerrar a
reflexão aqui no versículo 13. O texto
vai nos dizer: "Pois a palavra de Deus é
viva e eficaz e mais afiada que qualquer
espada de dois gumes. Ela penetra até o
ponto de dividir alma e espírito juntas
e medulas e julga os pensamentos e
intenções do coração. Por que é que o
autor de Hebreu cita este verso tão
conhecido e especial sobre a palavra de
Deus viva e eficaz? Porque ele está
argumentando
tudo que está dizendo baseado no que
acontece no Êxodo e especialmente no
Salmo 95 do versículo 7 a 11. Ou seja,
ele tá dizendo: "Olha, eu tô mostrando
para vocês que Jesus é superior aos
anjos, que ele é superior a Moisés, que
ele é o verdadeiro descanso." Nesse
sentido, Cristo é o nosso grande sábado.
E a prova disso está onde? Na palavra de
Deus. A palavra de Deus é viva, eficaz e
ela revela a incredulidade de vocês, a
desobediência de vocês, o plano poderoso
de Deus e aquilo que nós precisamos
fazer e saber sobre a ação de Deus na
nossa vida, no plano da história e na
história da salvação. Ela julga os
pensamentos e intenções do coração. Ela
é o grande, a grande diretriz, a maneira
correta de saber que caminho se seguir.
Comprovando isso, ele diz: "Nada em toda
a criação está oculto aos olhos de Deus.
Tudo está descoberto e exposto diante
dos olhos daquele a quem havemos de
prestar contas". Ou seja, esta palavra é
muito séria e merece toda a consideração
porque a palavra divina. E se não dermos
atenção a esse Cristo magnífico,
superior, salvador, Deus encarnado,
certamente
nós haveremos de prestar contas diante
de Deus pela desobediência e
incredulidade. palavra de Hebreus é
séria, uma palavra muito nítida na sua
natureza exortativa e direta, mas ela é
importantíssima e fundamental para a
nossa vida, para a nossa [música]
salvação e a nossa permanência
na salvação [música]
que Cristo nos concede.
E o estudo de hoje está [música] assim,
relax, tá muito descanso. Esse descanso
que você tanto falou aqui em Hebreus
capítulo 4 é o descanso da morte do aqui
jás. E aí vamos lá no céu tocar harpa,
ficar assim respirando aquele raro
efeito.
Que descanso a palavra de Deus está
falando aqui?
Alberto, ainda bem que você perguntou,
porque acho que a maior parte das
pessoas quando ouve falar disso, talvez
imagine, né, que o descanso de Deus é a
gente ter uma espécie de rede, né, em
dois coqueiros celestiais, tomando uma
espécie de água de coco angelical, né,
olhando para uma paisagem maravilhosa.
E o foco não é esse. A gente precisa
prestar bastante atenção para não
entender de maneira incorreta o texto
bíblico. O descanso aqui
diz respeito ao descanso do povo de Deus
que vivia sempre viveu atribulado na
esperança de um descanso em relação às
suas lutas e tribulações. E a principal
luta e tribulação tem a ver com a nossa
relação com Deus. a relação com Deus que
vai desembocar no tema da salvação. Como
é que a gente pode alcançar essa
salvação? Como é que a gente pode chegar
a a reatar plenamente essa relação com
Deus? Há várias maneiras. Ah, através da
história pelas quais o homem tenta,
através de rituais, através de a prática
religiosa, através das suas obras. Aqui
no texto é muito claro, o versículo 10,
é, a ideia é descansar das suas obras,
ou seja, esse descanso significa
desistir dos nossos méritos plenamente
para a estar nessa relação de aliança e
de intimidade profunda ah com Deus,
tendo recebido a salvação e a vida
eterna. Agora, nesse descanso de Deus,
há muito trabalho pela frente, né? Na
vida eterna, certamente nós teremos
muitas atividades. Não significa um
descanso de letargia, onde ninguém faz
nada e fica olhando para cima. Então
esse sentido é um sentido, ah, podemos
assim dizer soteriológico pro nosso
ouvinte do Rota 66 e aprendendo, né, que
diz respeito à salvação e não um
descanso, ah, vamos dizer assim, de fim
de semana, né, de férias. Essa ideia que
é mais contemporânea.
>> É um descanso das lutas da carne, vai,
da luta de de contra o pecado. Tem a ver
com isso
>> também. Tem a ver com isso também, que
nós vamos descansar plenamente e isso de
novo desemboca na ideia um descanso
ligado à salvação. Nós estaremos
finalmente, né, salvos além do rio, como
diz o hino antigo, tranquilos, sem
precisar temer coisa alguma. Isso também
tá envolvido na história.
>> Aqui no texto e na sua exposição, você
falou muito sobre obras, né? Qual a
importância disso, né? de realizar
obras, de apresentar algo concreto
daquilo que a gente acredita ou daquilo
que a gente quer fazer para Deus.
>> Pois é, Alberto, isso é é fundamental,
né? Nós temos um problema aqui no
contexto judaico e que não se restringe
ao contexto judaico, que é exatamente
aquela tentativa
de conseguir ganhar pontos diante de
Deus. Qual é a ideia? A ideia é que a
pessoa ah pode fazer várias coisas para
tentar eh comprar a Deus, adquirir
pontos diante de Deus através dos seus
méritos. Essa ideia é completamente
rejeitada no Novo Testamento, porque nós
não temos o que oferecer a Deus, porque
as nossas obras estão maculadas, as
nossas obras são imperfeitas. O nosso
caso não é de alguém que tá numa
situação neutra. A situação do ser
humano é de UTI. Você não pede para
ninguém que precisa eh ir pro hospital,
para UTI, para auxiliar em nada. Isso é
uma loucura. Então, a pessoa precisa
imediatamente correr para esta eh esse
ritmo de terapia intensiva, precisa
receber sangue na veia, né? E nós
precisamos de sangue derramado para nos
perdoar e nos salvar. Então, quando a
pessoa tenta merecer alguma coisa diante
de Deus pela prática das suas obras, no
fundo ela não admite que ela é pecadora,
não admite a sua necessidade, não admite
que as suas obras são imperfeitas e o
mais grave não admite a grande obra de
Deus feita em nosso favor. Então, a
ordem de Deus para todo aquele que
confia em si mesmo, na lei, em alguma
lei, em alguma religião, nas suas obras,
é que ele pare. Pare já, descanse em
relação a isso, porque nós jamais
seremos salvos pelas nossas obras. Somos
salvos pela fé e pela graça de Deus e
pela obra redentora de Cristo Jesus.
Agora, veja bem, uma vez que essa
salvação atinge a nossa vida, a obra de
Cristo se manifesta em nós, nós vamos
produzir obras que o Espírito de Deus
vai permitir que sejam ah feitas e
realizadas na nossa vida.
>> Não para salvação, apenas como digamos
assim um algo que a gente faz porque é
resultado da nossa fé.
>> Exatamente. Resultado da salvação que
recebemos. uma obras de gratidão e da
ação do espírito em nós, mas não obra
com a intenção meritória. Que vira uma
coisa esquisita, né? Porque é uma
espécie de barganha com Deus. Ó Deus, eu
faço isso, isso eu me ajuda aqui. Então
é uma espécie de comércio, assim, é um
um espécie de camelô espiritual, né? Eu
tento fazer uma negociata, uma pichincha
com Deus para ver isso. Não é desse
jeito no Novo Testamento, de jeito
nenhum. Isso já é pecado. E falando em
pecado, você falou muito em
desobediência, incredulidade. Isso
aparece muito aqui na carta aos Hebreus.
São pecados mortais. Podemos dizer isso,
desobediência, incredulidade. Sabe que,
Alberto, uma das coisas mais assim
sérias que todo mundo gostaria de saber
é se existe um pecado maior do que o
outro. Tem um pecado grave realmente,
né? Por exemplo, eu, ah, vamos discutir
com a minha mãe hoje, porque, né, eu não
gostei do feijão, né? Então, alguém
fala: "Mas isso aí é coisa normal,
corriqueira? Olha, agora o fulano não,
ele brigou lá e e matou o primo dele.
Nossa, isso é um negócio grave, sério. E
na hora de fazer uma tentativa de
mostrar o que é realmente grave, a maior
parte das pessoas, olha, preste atenção,
é interessante. Imagine, imagine só o
que acontece. A maior parte das pessoas
pensa que ah, o pecado sério, por
exemplo, é matar, é roubar, né? é fazer
alguma coisa, talvez e sexualmente ah
muito grave ou a pessoa envolvida com
drogas. a gente tem, né, receio de gente
marginalizado pelas práticas estranhas.
Mas esse texto vai mostrar para nós, com
o Novo Testamento, que o problema sério
do homem não é a sua doença, mas é a
indisposição para com o remédio. É a
falta de interesse de ir ao médico. Eu
já vi muita gente com um problema muito
pequeno de saúde, mas que por ser cabeça
dura ficou em séria a situação, né?
Simplesmente pelo orgulho, pela
arrogância. Então, a desobediência aqui
significa desobediência em relação ao
aviso da palavra divina. E a
incredulidade é o desprezo, né, desta
palavra divina de não levar a sério.
Então, o pecado realmente mortal e grave
é, Alberto, com razão, é a
incredulidade, é a rejeição da oferta
redentora, salvadora, terapêutica de
Deus para o nosso problema do pecado. E
aí a gente dá dá para entender, né?
Então, se a pessoa se recusa a ir ao
médico e tomar o remédio, então um
simples resfriado pode virar uma
pneumonia e causar a morte da pessoa.
Então o problema não é o que a pessoa
fez, mas o que ela recusou a ouvir para
resolver o seu problema. Porque limpo,
limpo e puro mesmo, não é aquele que
nunca se suja, mas aquele que sempre se
lava. E a gente só pode ser lavado por
Cristo que perdoa os nossos pecados. É,
muitas pessoas fazem essa distinção.
Pecadinho, pecado, pecadão, não é? E
você acabou de mostrar que um simples
pecadinho pode virar algo bem maior e
complicado, né? Verso 12. Para terminar
aqui a nossa bateria de perguntas, vai
começar a falar sobre a palavra eficaz,
não é? É uma biópsia que nós vamos
estar apresentando agora. O ser humano
ele é dividido em corpo, alma, espírito,
né? Como é que Deus divide o corpo e a
alma? Como é que é isso?
>> Olha, Alberto, vamos lá. Vamos
aproveitar, já que você tá falando
sobre, vamos dividir a pergunta em duas
partes também, né? Então, a primeira
parte é é a seguinte: será que a palavra
de Deus divide o corpo e a alma assim
por dentro? Como é que é esse negócio?
Como é que é a espada, né? Que história
é essa? Divide por dentro? Essa é uma
linguagem figurada, né? A palavra de
Deus não é uma espada literal, senão nós
estaremos em dificuldades, né? Nós
teremos muita gente aí sangrando dentro
da igreja, não é esse caso.
>> Era pecadinho, era picadinho,
>> é mais para picadinho do que para
pecadinho, né? Mas a questão não é essa.
A questão é que essa palavra anunciada,
ela entra no íntimo, no interior, e
revela todos os detalhes. Porque nós
vimos que o pecado ele produz um engano.
O pecado ele é essencialmente narcótico.
Ele produz uma sensação de ilusão, né, e
de uma espécie de engano em que a pessoa
fica como que atordo a palavra de Deus
vai entrando e vai revelando
a verdade, a intenção do coração. Ela
julga os pensamentos.
É como fazer uma tomografia
computadorizada. Você vai enxergar todos
os detalhes, vai ver tudo que realmente
está lá. E a pessoa então olhando,
observando isso, ela vai cair na real,
vai ver a realidade. Nesse sentido é que
essa palavra ela é penetrante, ela é
afiada, ela vai mostrando todo o
interior profundo do homem que pode
estar aí meio nublado, cheio de névoa
pelo engano do pecado. Agora aqui tem a
questão fundamental. Muita gente lê esse
texto, imagina, tá vendo? Nós temos alma
e espírito e corpo. Então nós, será que
a gente é dividido em três partes? Veja,
o texto não pretende responder essa
pergunta. Pode até ser que o ser humano
seja dividido em corpo, alma e espírito.
E os os teólogos estudiosos, eles
discutem isso. Será que nós somos três
ou somos dois? Só alma e corpo ou corpo,
alma e espírito. Mas se a gente imaginar
que esse versículo tá querendo fazer
assim uma divisão antropológica do ser
humano, a gente deveria dizer que também
o nosso corpo tá dividindo em duas
partes, juntas e medulas. Mas não é o
caso, né? Aqui ele tá falando de maneira
genérica, dizendo que a palavra de Deus
entra e atinge tudo, conhece o mais
profundo do ser humano. Ah, será que a
gente, apesar dessa questão do texto, é
corpo, alma e espírito? E como é que
funciona? Isso é uma questão que nós não
temos condição de definir plenamente. É
provável até que a gente possa fazer uma
divisão entre alma e espírito. Mas o
complicado, pastor Alberto, e também pro
nosso ouvinte, é que não dá para saber
onde começa a alma, onde começa o
espírito, onde que liga uma coisa e
desliga a outra, porque nós, de acordo
com o pensamento bíblico, nós somos uma
unidade integrada.
Então, na nossa percepção, essa
discussão do detalhe da alma do espírito
é uma discussão que não chega a lugar
nenhum especificamente,
porque ah, no texto bíblico, tanto no
hebraico como no grego, várias vezes
essas palavras são usadas como sinônimo.
E isso não é tão importante assim fazer
essa distinção. Importante é ouvir a
palavra com bastante atenção,
>> tá certo? Muito obrigado saião, pela
explicação. E você aí que quer saber
mais sobre você mesmo, fique ligado pra
aplicação do estudo de hoje.
Depois de termos estudado isso é que é
descanso no capítulo 4 de Hebreus,
chegamos à nossa aplicação. E a grande
verdade descoberta no final desse texto
é que a palavra divina revela a verdade.
Uma das maiores dificuldades no processo
de comunicação é a presença de ruídos e
de aquilo que atrapalha a compreensão
adequada. Quando tentamos conhecer a nós
mesmos, [música] a tentar comunicar
alguma coisa com o nosso íntimo, há
muitos problemas e confusões difíceis de
entender. Muitas pessoas sofrem por não
compreenderem [música] nem a si mesmo. A
palavra de Deus é a grande maneira de
revelar a verdade [música] sobre quem
nós somos, o que estamos fazendo aqui e
o que Deus revela sobre [música] os
profundos segredos do nosso coração.
Lembre-se, volte-se para a palavra e
você de fato entenderá quem [música]
você é e qual é a sua situação. เฮ

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