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A fé vem pelo ouvir

🔴 Culto Vespertino | 02/08/2026 | 18h – Rev. Daniel Santos

🔴 Culto Vespertino | 02/08/2026 | 18h – Rev. Daniel Santos

🔴 Culto Vespertino | 02/08/2026 | 18h – Rev. Daniel Santos

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

[música]
>> Queridos, sejam bem-vindos a este local
de louvor e de adoração ao nosso Deus.
Estamos aqui
porque Ele nos trouxe. Estamos aqui para
bendizê-lo, para glorificá-lo.
E eu queria convidá-los, meus irmãos, a
lerem juntamente comigo as palavras do
salmista.
Eu vou ler os versículos pares, os
irmãos versículos ímpares do Salmo 28.
Diz assim a palavra do Senhor:
"Bendito seja o Senhor,
porque ouviu a voz das minhas súplicas.
O Senhor é a força do seu povo,
o refúgio salvador do seu ungido.
>> Salva o teu
Amém, até aí. Este é o Deus que nós
adoramos, o Deus que ouve nossas
súplicas e o Deus que pode nos atender e
nos atende, porque ele é gracioso. A
este Deus nós devemos todo o louvor. Nos
coloquemos de pé e adoremos ao nosso
Senhor.
>> [música]
[música]
>> Santo, santo, santo,
>> [música][canto]
>> Deus
onipotente,
>> [música]
>> louvam nossas vozes
>> [canto]
>> teu
nome [música]
com fervor.
Santo, [canto] santo, santo,
>> [música]
>> justo e compassivo,
és
>> [música]
>> Deus triuno,
>> [canto]
>> excelso
criador.
>> [música]
>> Santo, santo, santo,
>> [canto]
>> nós,
os [música] pecadores,
não podemos
ver tua
glória
sem temor.
Tu somente és santo,
só
tu és
perfeito,
>> [música]
>> Deus soberano
>> [canto]
>> e imenso
é teu amor.
>> [música]
>> Santo, [canto]
santo, santo,
>> [música]
>> todos
os
>> [música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
>> Vamos orar.
Pai amado, tu és santo.
Tu és glorioso.
Tu és poderoso.
Pai amado, nós queremos reconhecer a tua
grandeza.
Queremos reconhecer, pai, que tu és
muito maior do que nós somos.
Estamos aqui por isso. Porque entendemos
como tu és grande.
Entendemos como nós somos pequenos.
Nós entendemos como tu és santo.
E também como nós estamos aquém de tua
santidade.
Por isso, pai, nós queremos nesta noite
glorificar o teu nome.
Engrandecer o Senhor. E rogar a ti que o
Senhor, pela tua graça, aceite o nosso
louvor e pela tua graça também
transforme nossas vidas para que nós
sejamos cada vez mais santos como tu és
santo, para que nós sejamos mais
parecidos com o teu filho Jesus e dessa
maneira que a nossa vida vivida neste
mundo com a tua graça seja uma vida que
glorifique o teu nome, agrade o Senhor e
honre o chamado que o Senhor nos chamou.
Pedimos isso pelo nome do Senhor Jesus.
Amém.
A igreja pode se assentar.
Queridos, Jesus
nos ensinou sobre obedecer a sua palavra
dizendo o seguinte:
Todo aquele pois que ouve estas minhas
palavras
e as pratica
será comparado a um homem prudente que
construiu a sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva,
transbordaram os rios, sopraram os
ventos e bateram com força contra aquela
casa e ela não desabou
porque tinha sido construída sobre a
rocha.
E todo aquele que ouve estas minhas
palavras e não as pratica será comparada
a um homem insensato
que construiu a sua casa sobre a areia.
Caiu a chuva
transbordaram os rios, sopraram os
ventos e bateram com força contra aquela
casa e ela desabou sendo grande a sua
ruína.
Queridos, o que muda
aqui
não são as circunstâncias externas
mas é como esta casa é construída.
A mesma coisa acontece com uma pessoa e
com outra.
Aquela que segue a vontade do Senhor e a
sua palavra e aquela que não segue.
E então, por seguir, essa casa continua
firme.
E a pessoa que não segue tem a casa
destruída.
Jesus é muito claro com relação a isso.
A nossa função é ouvir aquilo que ele
nos diz,
seguir, obedecer a sua vontade. Quando
nós fazemos isso, nós agradecemos a
Deus, nós honramos o nosso Senhor,
aquele que nos salvou. E ao mesmo tempo,
nós colhemos muitos frutos em uma vida
abençoada por este nosso Deus.
A verdade, no entanto, é que muitas
vezes
nós agimos como este insensato.
Muitas vezes, apesar de ouvirmos,
apesar de conhecermos, nós falhamos e
não seguimos aquilo que Deus requer de
nós.
E é por isso que eu queria convidar a
igreja neste momento
a reconhecer as suas falhas,
a reconhecer, ou bem dizem que não tem
seguido aquilo que já conhece e pedir
perdão ao Senhor. E dessa maneira, pedir
também graça para conseguir seguir
aquilo que é a vontade do Senhor. Nos
coloquemos agora em oração silenciosa,
pedindo perdão ao Senhor por aquilo que
nós temos feito que o desagrada.
>> Pai amado, neste momento a igreja
se colocou diante do Senhor.
Silenciosamente, mas verdadeiramente
reconhecendo os pecados que tem
cometido.
Cada um presente aqui, cada um
acompanhando este culto, pai, foi
sincero, honesto com o Senhor.
Reconhecendo todas as vezes que tem
pecado contra o Senhor.
Todas as vezes que tem pensado aquilo
que não convém, desejado aquilo que é
errado.
Feito coisas que desagradam, falado
aquilo que destrói.
Pai amado, nós reconhecemos as nossas
falhas,
reconhecemos as nossas fraquezas,
reconhecemos que somos insensatos muitas
vezes, nós somos tolos muitas vezes, nós
pecamos muitas vezes.
E por isso, pai, nós queremos neste
momento pedir ao Senhor que o Senhor
tenha misericórdia de nós.
Perdoe, pai, nossos pecados, perdoa as
nossas faltas.
Tem misericórdia para que nós não nos
afundemos cada vez mais no pecado, mas
que tenhamos condição pela tua graça de
sermos pessoas diferentes.
Dê-nos a graça, pai, de não sermos como
o imprudente que constrói a sua casa em
um local sem fundamento e então é
destruído.
Mas que sejamos como o prudente,
seguindo a tua vontade, seguindo a tua
palavra, obedecendo aquilo que o Senhor
nos ensina.
Pedimos, Pai, dê-nos força para fazer
isso.
Dê-nos condição para fazer isso.
Muitas vezes, Pai, nós pecamos, não é
porque nós não conhecemos,
mas é porque nós não desejamos seguir a
tua vontade.
É porque nós queremos outras coisas que
não a tua vontade.
Por isso, Pai, transforma o nosso
coração.
Transforma a nossa vontade e dê-nos a
capacidade, Pai, de seguir o que o
Senhor deseja.
E dessa maneira,
que o Senhor seja glorificado.
Que dessa maneira, Pai, não somente
isso, mas também o Senhor, pela tua
graça, nos ajude a ter uma vida
abundante neste mundo. Uma vida que
segue os teus preceitos e por isso é
também abençoado por ti.
Nós rogamos isso ao Senhor, porque
sabemos que sozinhos nós não podemos.
Nós precisamos de ti.
Reconhecemos nossa necessidade do Senhor
e rogamos encarecidamente
que o Senhor olhe para nós e o Senhor
transforme nossa vida e o Senhor nos
fortaleça. E pedimos isso no nome do
Senhor Jesus. Amém.
Queridos, nós temos um Deus que é
gracioso.
Este mesmo Deus que fala conosco e
requer que nós o ouçamos e obedeçamos é
o mesmo Deus também que nos capacita a
isso. Por isso, nos coloquemos de pé e
adoremos com alegria a este Deus que nos
dá tudo, mesmo nós não dando nada a Ele.
Louvemos ao Senhor.
>> [música]
[música]
>> Te amamos, Deus.
pois tua [música]
misericórdia [canto]
nunca falhou. [música]
Estamos seguros em tuas mãos.
Sempre que nos [música][canto]
levantamos
até o nosso [música][canto] deitar,
vamos cantar
da bondade de Deus. [música]
Em todo o tempo [canto] és fiel.
>> [música]
>> Em todo [canto] o tempo tu és tão,
tão bom. [canto]
>> [música]
>> Com todo o fôlego [canto]
que temos,
>> [música]
>> vamos cantar [canto]
da bondade [música]
de Deus.
>> [canto]
>> Tua doce voz
>> [música]
>> que nos guia pelas [canto] lutas,
na escuridão. [música]
Tua presença [canto] é real.
>> [música]
>> Te revelas [canto] como pai,
bom [música] e doce amigo és.
Nos faz viver [canto][música]
da bondade
de Deus.
Em [música] todo o [canto] tempo és
fiel.
>> [música]
>> Em todo [canto] o tempo tu és tão,
>> [música]
>> tão bom.
Com todo [canto] o fôlego que
[música] temos,
vamos [canto] cantar
da bondade [música]
de Deus.
>> [canto]
>> Bondade que nos cerca,
nos segue até
>> [canto]
>> o fim.
Bondade [música] que nos cerca,
nos segue até
o fim.
Nossa vida
>> [música]
>> dá
pra te entregar, [canto]
tudo a
ti
>> [música]
>> render.
Bondade que nos cerca,
nos segue até
>> [música]
>> o fim.
Bondade que nos cerca,
>> [música]
>> nos segue até
o fim.
Bondade que nos cerca,
nos segue até
o fim.
>> [música]
>> Nossa vida
>> [canto]
>> dá
pra te entregar,
tudo a
ti render.
Bondade [música]
que nos cerca,
nos segue até
o fim.
>> [música]
>> Em todo o tempo [canto] és fiel.
>> [música]
>> Em todo o tempo tu és tão, [canto]
tão bom.
>> [música]
>> Com todo o fôlego [canto]
que temos,
>> [música]
>> vamos cantar [canto]
da bondade
de Deus.
>> [música]
>> Vamos cantar
>> [canto]
>> da bondade
de [música] Deus.
Vamos [canto] cantar
da bondade
de Deus.
>> [música]
[música]
>> Só em Jesus
confiarei, [canto]
é minha força, luz, [música]
canção,
pedra angular
[música][canto] que me sustém.
Na tempestade eu sei
>> [música]
>> que [canto] vão,
com grande amor,
profunda paz,
>> [música][canto]
>> em meio
à luta,
em horas más.
Consolador [música][canto]
és tu bem em mim,
firmeza
>> [música][canto]
>> eu encontrei em
seu amor.
>> [música]
>> Só em Jesus [canto]
que encarnou,
>> [música]
>> poder de Deus no frágil
ser,
>> [música]
>> foi desprezado [canto]
pelos seus,
mas se agradou por mim
>> [canto][música]
>> morrer.
E
lá na
cruz
o calvário
>> [música]
>> Deus a
sua ira
satisfez.
O meu pecado
>> [música]
>> suportou,
vivo na [canto] morte dele
>> [música]
>> estou.
>> [música]
[música]
[canto]
[canto][música]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[canto]
[música]
[música][canto]
[música]
[canto]
[música]
>> Assentemo-nos, meus irmãos.
A porção da palavra de Deus hoje
encontra-se em no livro dos Salmos, hoje
os Salmos 61.
Salmo 61.
Como nós já temos visto, o livro dos
Salmos tem nos mostrado
que os Salmos, na verdade, nos ensinam
diversas maneiras de expressar
a nossa insatisfação.
Semana passada a gente viu até um Salmo
que nos ensina a reclamar com Deus. Eu
disse a importância de aprendermos fazer
isso, porque às vezes reclamamos para a
pessoa errada.
E você reclamar para a pessoa errada,
você só se frustra
e irrita a pessoa para quem você está
reclamando e ela não pode fazer nada a
respeito daquilo que você está
reclamando. Então, é importante você ter
isso em mente.
Ah, você deve aprender a linguagem dos
Salmos, que não é simplesmente orações
bonitas, coisas assim, não. A a
linguagem dos Salmos mostram a angústia,
às vezes a aflição, às vezes até a
indignação do salmista
em relação ao que estava acontecendo.
Então, o nosso Deus é um Deus que ouve
todas essas coisas. E também, como
aprendemos na semana passada,
e é também um ditado popular, quem fala
o que quer
ouve o que não quer. E na semana passada
nós vimos qual foi a resposta de Deus à
oração do salmista. O Salmo de hoje, 61,
ele é dedicado ao mestre de canto,
quando
era usado na liturgia em Israel, ele era
usado com instrumentos de cordas.
E é um salmo também de autoria davídica.
Diz assim a palavra de Deus:
Ouve, ó Deus, a minha súplica e atende a
minha oração.
Desde os confins da terra clamo por ti
no abatimento do meu coração.
Leva-me para a rocha que é alta demais
para mim.
Pois tu tens sido o meu refúgio
e uma torre forte contra o inimigo.
Que eu possa habitar no teu tabernáculo
para sempre e abrigar-me no esconderijo
das tuas asas.
Pois ouviste, ó Deus, os meus votos e me
deste herança dos que temem o teu nome.
Dias sobre dias acrescentas ao rei.
Os seus anos duram gerações após
gerações.
Que ele permaneça para sempre diante de
Deus. Concede-lhe que a bondade e a
fidelidade o preservem. Assim,
cantarei louvores ao teu nome para
sempre, para cumprir dia após dia os
meus votos. Até aqui a leitura da
palavra de Deus. Vamos orar mais uma
vez?
Ó Deus bendito, guia-nos na compreensão
da tua palavra. Nossa mente é incapaz de
entender a verdade plena revelada nas
escrituras. Precisamos que o teu
espírito, o mesmo que a inspirou,
possa agora trazer cativos nossos
pensamentos à tua palavra e ensinar-nos.
[roncando]
Essa é a nossa oração e a fazemos porque
cremos que sem ti nós nada podemos
fazer. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Meus irmãos,
o Salmo 61
fala de alguém que faz uma súplica, deu
para perceber aí,
a partir de um local distante
do tempo e ele diz no versículo já
primeiro que ele, no versículo dois, que
ele está fazendo essa oração
desde os confins
da terra, seja lá que local é esse, dá
para perceber que não é um local
próximo, próximo ou da casa de Deus ou
próximo da terra
de Israel.
Davi, em algumas ocasiões, esteve sim
longe, uma delas, talvez por causa da
perseguição que um dos seus filhos
acabou a construindo em relação ao seu
pai, por diversas razões que não vem ao
caso agora, Davi, sendo o rei em Israel,
precisou ficar isolado, longe do
palácio, longe do templo.
O texto não, o título não menciona
exatamente isso, mas para nós que
conhecemos a história de Davi, nós
conseguimos mais ou menos
a identificar situações como essa. De
qualquer forma, o texto não fala e não é
de total importância que seja esse
contexto, mas a ideia é alguém
escrevendo uma oração a quando se sentia
distante da casa de Deus.
E mesmo geograficamente distante
da casa de Deus, o salmista anseia não
apenas por estar de volta,
mas por habitar para sempre no
tabernáculo, é o que diz aí o versículo
quatro.
Isso já nos ensina, já de início, que
estar geograficamente
distante da casa de Deus
não precisa te afastar espiritualmente
da casa de Deus.
Na vida de algumas pessoas, quando elas,
por exemplo, viajam de férias, será que
eu tenho que ir à igreja quando eu estou
de férias?
Eu estou de férias lá na Bahia, lá em
Porto de Galinhas, será que
quando eu estou de férias, eu preciso ir
adorar a Deus ou eu posso também tirar
uma férias de Deus, já que eu não estou
na minha cidade, em São Paulo, eu não
estou na região onde eu comumente
frequento a minha igreja?
Às vezes, então, o distanciamento
acaba sendo uma justificativa
para que nós não só
estejamos distante de Deus, distante da
casa de Deus, mas acabamos também nos
distanciando espiritualmente
de Deus.
Muito pelo contrário, nós devemos, esse
salmo nos ensina, então, que nós não
devemos fazer isso, não devemos usar a
distância para nos distanciarmos de
Deus. Isso é muito fácil de dizer, ah,
muito difícil de fazer.
E a pergunta, então, que eu gostaria de
responder nessa noite é como
como não deixar
que a distância afete a nossa comunhão
com Deus. Todos nós, mais cedo ou mais
tarde, em alguma medida, estaremos em
locais ou situações que nos afastam de
Deus, situações onde você não pode ah,
buscar a Deus, não pode, talvez, cultuar
como você faz aqui. Eu não sei quantos
já tiveram em situações assim, ah, eu já
estive em situações não só
geograficamente, mas também
culturalmente,
eh, em outro país onde adorar era algo
extremamente difícil. Para quem já morou
fora do Brasil, sabe o quão difícil é
você adorar a Deus, mesmo que, ah, seja
uma igreja, eh, na nossa linha, mas
quando os cânticos são em outras
línguas, quando a oração é em outra
língua, quando a leitura da palavra é
uma outra versão, isso causa, sem
dúvida, um distanciamento.
Como é que nós não deixamos, então,
que esse distanciamento afete a nossa
comunhão com Deus? Eu selecionei aqui,
com base nesse salmo,
três coisas que nós podemos fazer. A
primeira delas
aparece nos versículos um e dois.
Primeira maneira como você não deixa que
a distância afete a sua comunhão com
Deus é: não use
o distanciamento
como desculpa para se afastar de Deus.
Não use o distanciamento como desculpa.
Ah, o afastamento de Deus não é uma
consequência inevitável de você estar
longe da sua igreja ou da, do, da casa
de Deus.
Não é porque você se afastou que,
inevitavelmente,
você também se afastará de Deus. Não. O
afastamento de Deus é uma decisão sua.
É você quem decide não mais buscar a
Deus da maneira como você buscava se
estivesse no seu contexto comum.
Então, não culpe o distanciamento. Ele é
apenas uma situação nova que te pôs um
desafio e você não está interessado em
entrar naquele desafio, pagar o preço
de, mesmo estando distante da casa de
Deus, poder buscar maneiras de manter a
sua comunhão com Deus. Como já dissemos,
há duas evidências que apontam para esse
distanciamento. Primeira delas é a
localização, a expressão confins da
terra.
E no versículo dois é também dito que
ele pede para que Deus leve-o
a de volta para um local aí que ele
chama de uma rocha. Então o salmo está
refletindo sobre isso. É uma pessoa
distante e ela pensa e ela quer voltar
para um local
onde ela crê ser o local de onde ela
nunca deveria ter saído. Vamos pensar um
pouco nessa expressão aí "desde os
confins da terra
eu clamo por ti".
Há duas coisas interessantes nessa frase
no versículo dois. A primeira delas
é a sua localização.
Veja, é confins da terra para o povo de
Israel é não era uma coisa, irmãos, nós
não estamos falando aqui como hoje você
viajar, não sei quão longe você já foi
do nosso querido Brasil,
mas eu já fiz uma viagem de 17 horas de
avião.
Era longe.
Eu nunca imaginei que era possível ficar
tanto tempo dentro do avião.
Aí você senta, levanta, deita, dorme,
acorda e nada o mapinha lá no avião tá
lá o avião no meio do mar. Meu Deus do
céu, né? Não vai acabar nunca essa
viagem.
Ah, mas quando você se afasta
geograficamente
a
do local de costume, você precisa pensar
nessas coisas. E o salmista, ele percebe
que esse afastamento não é apenas um
afastamento geográfico. Como eu disse,
Davi era o rei
e ele tinha condições de poder estar,
talvez navegar e transitar onde ele
queria. Então esse afastamento
certamente é um afastamento que o levou
para uma região logo depois ou fora do
contexto ali da região de Jerusalém ou
da ou de Judá, mas ele não está do outro
lado do mundo. Ele não está no Japão,
ele não está eh em outras regiões, mas
ele está longe o suficiente para não
poder adorar a Deus como ele gostaria.
Então, eh essa é uma uma é um detalhe
claro no Salmo. É uma oração feita de
alguém que se sente longe da casa de
Deus.
Segunda coisa que essa oração me destaca
aí é que o foco da sua súplica
é Deus.
E não o que Deus faz ou aquilo que Deus
dá. Vocês viram aí,
ainda no versículo dois, ele diz que ele
suplica a Deus.
Ah, versículo dois, né? Desde os confins
da terra eu clamo por ti. Isso é
importante. O que é que você sente falta
quando você está longe da casa de Deus?
É que você sente falta? Ah, eu sinto
falta, irmão, dos irmãos. Eu sinto falta
do lanche aqui no domingo à noite. Eu
sinto falta eh ah
das das crianças. Eu sinto falta eh O
que é que você sente falta realmente? O
salmista sabe que ele não tem como
transportar o templo de Jerusalém para
onde quer que ele vá.
Mas ele sente falta de Deus.
E esse é um ponto importante. A
distância pode causar muitos problemas
que nem imaginaríamos ser possíveis,
irmãos.
É porque às vezes você não se viu
eh longe do seu ah contexto familiar,
mas quando a gente é forçadamente ou por
necessidade
tirado da região onde você sempre
cresceu, morou a vida inteira e agora
tem que morar num local tão distante,
isso mexe com a cabeça, mexe com a vida
das pessoas.
Eu li um relato
essa semana sobre a história
na num
no no no site da Banner of Truth, é um
site que conta a história de
missionários e esse relato que eu li
fala
de uma senhora chamada Faith Cook.
Ela era filha de missionários, do
missionário Stanley e Nora Cook.
E os pais foram missionários na China
nos anos 50.
E o relato diz que desde os seis anos a
filha, né, ela tinha seis anos, chamada
Faith,
ela passou por sucessivas experiências
de ficar longe dos pais porque os pais
iam para o campo missionário na China,
ela ficava na Inglaterra e às vezes isso
levava algum tempo, um ano inteiro sem
ver os pais. Imagina uma criança de seis
anos longe dos pais.
Ela fala que quando ela tinha 14 anos,
os pais dela, mais uma vez, saíram para
o campo missionário e dessa vez eles
ficariam quatro anos
sem
se encontrar. A menina permaneceu na
Inglaterra num local que, ah, num tipo
de internato que cuidava de filhos de
missionários e ela estava lá.
E nessa separação de quatro anos que
seria
a Faith Cook,
é o nome dela,
ela escreve a seguinte o relato em um
dos seus livros. Ela diz: "Olha, toda
semana
eu continuava a escrever para os meus
pais.
E toda semana eles respondiam.
Eu derramava meu afeto nessas cartas,
muitas vezes encerrando cada uma com
novas e repetidas garantias do meu amor
por eles.
Embora tivesse, sentisse terrivelmente a
falta deles,
na geração mais jovem, nossa, havia sido
cuidadosamente
inculcada a mesma ênfase triunfalista
que, naquela época,
regia os cristãos evangélicos em geral.
E o que era essa, esse, esse
ensinamento? Ela diz: "Haviam-me
ensinado a nunca dar qualquer impressão
de tristeza
ou solidão quando escrevia aos meus
pais, para o caso de isso lhes causar
sofrimento e atrapalhar a obra à qual
eles se dedicavam".
E a lição, diz ela, ficou gravada em mim
numa ocasião específica,
quando eu perguntei
a uma das superintendentes que cuidava
lá da, do orfanato,
ela chamava a senhora Gussen,
e eu perguntei a ela: "Como é que
soletra a palavra triste"? Ela tava
escrevendo a cartinha dela.
E quando veio à tona que eu, ah,
realmente havia usado a palavra em uma
das minhas cartas, isso se tornou um
motivo de séria preocupação em todo o
orfanato.
Até um motivo de oração especial e em
conjunto,
pois o uso da palavra
sugeria que eu não estava feliz.
E na minha carta seguinte, eu fui
forçada a pedir desculpas, eh, com
sinceridade, caso isso tivesse causado
alguma ansiedade nos meus pais. Veja,
na situação da Frank, ela não podia
expressar a sua tristeza. Ela foi
treinada a não deixar transparecer que
ela estava infeliz, para que não
atrapalhasse o ministério dos pais no
campo missionário.
Com Deus, irmãos, não é assim.
Você pode e você deve, você precisa,
você não precisa esconder os seus
verdadeiros sentimentos.
O salmista, ele chega diante de Deus e
ele mostra na sua súplica: "Ó Deus, eu
clamo por ti, eu preciso de ti, eu sinto
falta da tua presença". Vocês observaram
isso? E ele diz, ah, ah, diferente do
caso da Frank, aqui ele diz que ele tá
falando no abatimento, diz o versículo
dois, "desde o con, confins da terra,
eu clamo a ti no abatimento
do meu coração". Veja, ele tá triste.
Irmãos, eu eu eu não sei se vocês
conseguem mensurar isso. Ah, eu consigo
mensurar isso facilmente porque eu tenho
os meus filhos,
ah, eu tenho uma neta que estão aí a
8.000 km de mim, separado por um oceano.
Eu não gosto nem de imaginar se um dia
eles precisarem de mim de forma urgente,
não tem como eu sair daqui agora e
chegar lá em menos de 12, 13 horas.
Então, a gente tem que, em situações
assim, onde o afastamento, e vocês que
às vezes têm parentes e têm netos e têm
famílias que moram assim do outro lado
da rua ou na mesma cidade, isso é um
privilégio.
Mas o salmista, ele tem a liberdade de
falar com Deus, de falar do seu
abatimento,
de falar da sua tristeza
em, dirigindo-se a Deus. Eu não faço
ideia do como seria se a minha neta que
está lá a 8.000 km
ligasse para mim e falasse: "Vovô, eu tô
triste, queria tanto que você estivesse
aqui". Meus irmãos, se eu pudesse voar,
eu saía daqui voando e pousava lá na
mesma hora, mas não é possível.
Não é possível.
Então veja,
os salmos nos ensinam que nós devemos
ter essa sinceridade com Deus. Com Deus
você pode abrir o seu coração, com Deus
você pode mostrar o seu
descontentamento,
com Deus você pode e deve mostrar que
ele é o objetivo e o objeto da sua
súplica e é aquele que de quem você
realmente sente falta.
E olha,
sentir falta de Deus e suplicar por ele
é de fato algo muito bom. O problema é
que nem sempre
sentimos falta de Deus quando nos
distanciamos dele. Nos tornamos
ah,
tão acostumados com a situação e
chegamos ao ponto de nem sequer, quando
nós olhamos e fala: "Gente, nós passamos
três meses aqui nesse local, nessa
cidade,
não fomos à igreja nenhuma vez, não
lemos a Bíblia nenhuma vez e não
sentimos falta". E esse é o perigo. Esse
é o perigo.
Crentes que se acostumam com o
distanciamento e não sentem mais a
necessidade de buscar a Deus
caíram,
eu sempre digo, na tragédia anunciada
pelo provérbio
18. Veja só o que o provérbio 18:1 diz:
"O solitário
busca o seu próprio interesse
e se opõe à verdadeira sabedoria". Esse
é o que diz o salmo de, o provérbio
18:1.
Então,
quem fica sozinho muito tempo e se é uma
pessoa que não tem o sentimento de falta
de Deus, ele vai acabar procurando o seu
próprio interesse. E aqui, irmãos, ouçam
o que eu vou dizer.
Você sente falta
daquilo que te interessa.
Você sente falta daquilo que te
interessa.
Quando estão distantes da presença de
Deus, pessoas assim buscam o próprio
interesse.
E é nesse momento que você percebe que
tipo de pessoa você é. Longe de Deus,
não faz nenhuma diferença a estar ou não
na casa de Deus. Então, o salmista nos
ensina isso. Ele está longe de Deus?
Sim, mas ele sente falta de Deus. E veja
só o que ele pede em relação a isso.
Duas coisas. Versículo dois, ele pede
que Deus leve-o para uma rocha
que é alta demais para ele, diz o
versículo dois.
É essa é uma solução
curiosa, porque
ele não está, até onde nós sabemos, sob
ameaça. Então, por que que ele quer ser
colocado em cima de uma rocha?
É, não é muito difícil mostrar para
vocês que rocha
aqui, aqui o salmista se refere, é uma
referência a Deus. Veja, por exemplo,
o Salmo 31, versículo três.
O salmista diz: "Porque tu és a minha
rocha
e a minha fortaleza.
Por causa do teu nome, tu me conduzirás
e me guiarás". Então, é uma linguagem
conhecida nos Salmos.
Outra ocasião, no Salmo 40, no versículo
dois,
"Tirou-me de um poço de perdição,
de um atoleiro de lama e colocou os meus
pés sobre uma rocha e firmou os meus
passos". Então, veja, a ideia de usar a
imagem de uma rocha é, sim, uma situação
que nos coloca não em uma posição de
conforto, mas em uma posição que nos
tira
do meio, ou pelo menos do nível
da, das nossas aflições, do, do nível
das nossas observações e aquilo que nós
conseguimos enxergar da nossa
perspectiva.
Salmista pede, então, que Deus coloque-o
em um patamar, em uma situação onde ele
pode se sentir mais confiante, porque
ele é colocado em Deus.
Ele é colocado sobre essa rocha
que é a chamada, né, a o próprio Senhor
Deus.
E é isso, às vezes, irmãos, que nós
precisamos.
Tem muita gente que já vive há muito
tempo presa num ciclo vicioso, onde ela
olha e observa as coisas apenas da
perspectiva que ela já acostumou.
E às vezes acontecem coisas que nos
tiram dessa situação e que você é
forçado a olhar de uma maneira
diferente. Mas essa esse é o pedido do
salmista. Ele quer que Deus a coloque-o
sobre essa rocha
a para que ele possa, é uma rocha, ele
diz, é alta demais para ele, mas é uma
rocha que só Deus pode nos colocar.
Pois tu tens sido o meu refúgio e uma
torre
contra o inimigo.
A pergunta é: como é que nós
conseguimos, então, reverendo,
ser colocados em cima dessa rocha?
Esse isso me leva ao meu segundo ponto.
Para que você consiga fazer isso,
segundo ponto é: reformule
as suas expectativas para enfrentar a
nova realidade distante da casa de Deus.
Reformule as suas
expectativas.
Se você está em viagem ou se você está
em uma nova cidade,
você tem que sair de casa e procurar
uma nova igreja, um novo local de
adoração. Você tem que lembrar-se de que
nem todas as igrejas são iguais, nem
todos os locais têm o mesmo tipo de
pessoas que você é acostumado a
encontrar na igreja onde você estava,
mas você tem que sair, você tem que
levantar, você tem que
ter a iniciativa de reformular
as suas expectativas.
Não adianta você, eu quero sair daqui da
igreja Santo Amaro e encontrar uma
igreja igualzinha à que eu vivi desde a
minha infância, lá,
seja lá onde você for. Olha, é uma
expectativa que não é realista.
Você deveria
pensar antes, eu quero encontrar um Deus
que o sirvo pregado em uma outra igreja.
Não precisa ter os mesmos irmãos, não
precisa ter a a mesma configuração,
mas tem que ter pelo menos o mesmo Deus,
a mesma pregação, a mesma adoração.
E aquilo, irmãos,
aquilo que nós esperamos que Deus nos
faça,
ou o que as pessoas nos façam, afetam
diretamente
o abatimento do nosso coração. Tem gente
esperando coisas demais, tem gente
esperando coisas que não deveriam
esperar nem de Deus e nem dos irmãos.
E eu digo que você não tem o controle
sobre o que Deus fará,
sobre o que as pessoas e também sobre o
que as pessoas farão. Você não tem como
controlar isso.
Mas você pode
controlar
aquilo que você espera de Deus e das
pessoas.
Aprenda, então, a reformular as suas
expectativas em relação a esses dois
elementos, aquilo que as pessoas podem
te dar e aquilo que Deus pode te dar.
Eu falo isso, irmãos, porque expectativa
é algo que nos acompanha e mexe com a
nossa mente. Eu não sei quantos se
lembram da famosa carta que Jeremias
escreveu
para os exilados da que estavam na
Babilônia. Vejam só, Jeremias 19 29
versículos quatro em diante, é a carta
que o Senhor Deus pediu para que
Jeremias lesse. Diz assim:
"Assim diz o Senhor dos exércitos,
o Deus de Israel a todos os exilados que
eu deporte aí
de Jerusalém para Babilônia". Deus
falando.
Olha só o conteúdo da carta.
"Construam casas e morem nelas, plantem
pomares e comam o seu fruto.
Casem e tenham filhos e filhas, escolham
esposas para os filhos de vocês
e deem as suas filhas em casamento para
que tenham filhos e filhas. Aumentem em
número e não diminuam aí na Babilônia".
E a carta conclui dizendo: "Procurem a
paz da cidade para onde eu os deporte aí
e orem por ela ao Senhor.
Porque na sua paz
vocês
terão paz".
Veja, eu acho interessante essa carta
porque ela foi escrita para um grupo de
pessoas que não paravam de orar pedindo
que Deus levasse os de volta para
Jerusalém. Eles haviam sido deportados,
o inimigo entrou na cidade de Jerusalém,
derrubou a cidade, queimou o templo e
levou a população cativa para uma outra
região e o povo de Israel não parava de
orar pedindo que Deus levasse os de
volta e Deus teve que escrever uma carta
e ela foi lida pelo profeta Jeremias
dizendo: "Eu não vou levar vocês de
volta, gente.
Parem de orar, parem de pedir isso. Pelo
contrário, eu quero que vocês construam
casas nesse local, plantem pomares,
esperem que eles cresçam, comam os
frutos deles, orem pela paz dessa
cidade, mas parem de ficar orando para
que ah eu leve vocês de volta. Então
veja, é é isso que eu chamo de ajustar
a sua expectativa.
O mundo não vai ser mais como foi no
passado.
A situação não vai mais ser às vezes tão
boa quanto foi na época eh da sua
infância ou quando seus pais ah
sustentavam você. Ah ah o mundo muda e
não volta.
Se o contexto em que Davi se encontra é
de distanciamento, então não adianta
alimentar expectativas como se ele
estivesse do lado do templo ou querendo
voltar para o templo. Não vai voltar,
não vai voltar.
E é isso que eu chamo de
ajustar a expectativa.
Se você perdeu
um ente querido,
é dolorido,
eu não quero subestimar a dor e a
tragédia, mas você precisa, mais cedo ou
mais tarde, virar a chave e ajustar a
expectativa. As pessoas que morreram
estão com o Senhor, elas não voltam
mais.
Se você foi diagnosticado com uma
enfermidade que tem dificuldade,
a
a enfermidade está aí, não tem como você
fingir que não está, não tem como você
viver negando, você tem que ajustar a
sua realidade. Se seu filho ou a sua
filha
resolveu escolher um caminho que te
desagrada e hoje está longe do Senhor ou
ah
afrontalmente desafiando a sua
autoridade, eh não tem como você voltar
a imaginar ah como como você era
diferente quando você era jovem e
trocava a fralda? Já passou o período de
trocar a fralda.
Não volta mais.
Então nós precisamos e e quem tem que
ajustar, irmãos, somos nós.
Sou eu, você.
E como é que eu faço isso, reverendo?
Veja no versículo três.
O salmista
dá algumas dicas. A primeira delas
tem a ver com
aquilo que é a história do salmista com
Deus. Veja no versículo três, ele diz:
"Pois tu
tens sido meu refúgio". Sublinhe essa
palavra "tem sido". Isso aponta para uma
história.
Isso aponta para uma história que
aconteceu. O salmista conhece o Deus
revelado nas escrituras e ele está
focando naquilo que Deus já fez com ele.
Então ele sabe que esperar de Deus esse
tipo de coisa é uma coisa legítima.
Ele não está esperando em vão.
Deixe-me contar uma história a vocês. Eu
lembro de uma ocasião
mais eu, longe, né, na minha
no meu Brasil querido.
Dessa vez eu estava na pequena cidade de
Cambridge, na Inglaterra.
Eu fui para passar um mês fazendo umas
pesquisas
e no retorno
eu sairia de Cambridge, ia pegar o o
ônibus
de Cambridge até
o centro de Londres para ir pegar o voo.
E o meu ônibus saía quatro da manhã
da rodoviária de Cambridge.
E eu pedi para uma
uma pessoa que era,
morava lá, você, você tem como me deixar
lá na na rodoviária? Tem.
Acordei, vamos chegar mais cedo, eu
disse, vamos chegar meia hora mais cedo,
é sempre bom chegar mais cedo, né?
Aí chegamos lá na rodoviária, ele parou
Ele parou do lado de um campo de
futebol, um gramado.
Não tinha uma alma viva ali e ele falou
para mim: "Aqui é a rodoviária". Rapaz,
você tá
Aqui?
É aqui. Ele mostrou o poste.
Tinha lá um poste. "Pois isso aqui é um
é um é um ponto de ônibus. Como que você
garante que isso é rodoviária?" Não
tinha uma alma viva, irmãos.
Ele disse: "Aqui é a rodoviária".
>> [risadas]
>> Tá? E aí eu lembro que ele me falou:
"Daniel, você tem que acreditar em mim.
Eu moro aqui nessa cidade. Aqui é a
rodoviária".
Rapaz, se não for, eu vou te bater. Eu
vou procurar você.
Ele me deixou lá.
Meia hora antes, 3:30 da manhã.
Escuro, não tinha uma alma viva.
Até os anjos deviam estar dormindo numa
hora dessas.
E aí eu esperei meia hora, ninguém, não
passava ninguém na na cidade.
É uma cidade pequena, quem conhece essa
região sabe.
Chegando mais ou menos faltando 5
minutos para o horário do ônibus partir,
irmãos, nem nem
nem mosquitinho de luz passava ali, de
tão quieto que era o local.
E eu em pé
do lado do campo de futebol
>> [risadas]
>> e só tinha um poste falando que ali era
um ponto de ônibus. Segundo a pessoa que
me deixou, ali era a rodoviária.
Literalmente, quando deu mais ou menos
faltando 3 minutos,
né? Chegou uma pessoa.
É uma pessoa, né?
E aí logo depois chegou o ônibus.
Como o ônibus já sabia, ele chega no
horário, exatamente. E como ele sabe que
ali ele não vai embarcar 300 pessoas,
geralmente ele embarca
três, quatro pessoas no máximo, então
não precisa chegar com tanta
antecedência.
E ali de fato era a rodoviária,
embarcamos e saiu no horário exato. Mas
veja, por que que aquele meu amigo tinha
a certeza de que ali era uma rodoviária?
Não é só porque ele era
ah, alguém que morava ali. É parte de
uma história, irmãos, é parte de uma
história. Então, quando o salmista diz
aqui: "Ó Deus, tu tens sido,
tu tens sido o meu refúgio". Então, isso
é uma história.
Isso atesta para uma história que você
tem com Deus.
Então, pode todo mundo achar que é
loucura. Isso aqui não vai parar ônibus
aqui é nunca.
>> [risadas]
>> Isso aqui é um local ermo, não para nada
aqui.
Ah, não para.
Para, é, aí eu tenho uma história com
Deus. Eu tenho uma jornada com Deus, eu
sei que o meu Deus, ele para aqui nesse
local. E quem conhece a história do povo
de Deus revelada nas escrituras, sabe
reformular expectativas em tempos
difíceis, esperar pelo que é razoável.
Portanto, irmãos, conheça o Deus que se
revelou por meio das escrituras.
E você pode se surpreender com as coisas
que Deus já fez,
bem como com as que ele se recusou a
fazer. Mas você precisa conhecer esse
Deus. Do contrário, você vai às vezes
esperar coisas que ele nunca prometeu
para ninguém,
ele nunca fez para ninguém e você está
achando e está esperando dele isso.
Segunda coisa que eu vejo aí, que é
parte dessa história, do modo como o
salmista ajusta o seu coração, está no
versículo cinco.
Vocês viram aí que ele ele menciona
votos que ele teria feito.
Pois ouviste, tá vendo? Também é parte,
o verbo está no passado, essa é uma
história dele.
Deus já ouviu os votos do salmista.
E por causa disso deu a ele uma herança.
Então, o salmista tem uma história com
Deus, irmãos. É, não é uma pessoa que
frequentou a igreja por acaso, não, ele
tem uma história com Deus de fazer votos
e cumpri-los.
Então, quando o salmista fala aqui que
ele votos que ele fez, ele se refere à
história individual que cada um de nós
temos com Deus. Qual é a sua história
com Deus?
Qual é a sua história com Deus? Quantas
coisas você já prometeu a Deus que
faria?
Às vezes Deus não esquece do que você
fala.
Às vezes eu até acho bom que Deus se
esqueça do que eu falei porque eu me
arrependi de ter falado, mas
falei, tá falado.
Mas essa é a nossa história com Deus. O
salmista se lembra, ele se lembra dos
votos que ele fez, da maneira como ele
ele os cumpriu e por causa disso ele
recebeu porções ah da parte de Deus.
Mas por último,
como que você ajusta então, como que
você não deixa que o distanciamento
acabe afetando a sua comunhão com Deus?
A terceira
e a última
dica que eu dou aqui é versículo 6 a 8,
é contemple.
Contemple a realidade
messiânica.
Versículos de 6 a 8 falam de algo que é
não se aplica diretamente a Davi.
Fala de dias sobre dias acrescenta
acrescentas ao rei, é uma oração que ele
está fazendo. Davi era rei.
Só que veja, ele vai prossegue dizendo
os seus anos duram de gerações após
gerações, não é o caso de Davi.
E pede que ele permaneça para sempre
diante de Deus, não é, realmente não é
Davi.
Então o que que está acontecendo aqui?
Davi
ora
e começa a perceber
que a vida dele é apenas um modelo de
algo maior que vai acontecer.
Eu me lembro que em uma ocasião eu
estava
eh lá num local, numa numa uma faculdade
onde eu estava, a acontecer ia uma
cerimônia
e eles estavam ensaiando a cerimônia
e a pessoa que
eu estava representando, eu era só o
figurante, só para eles saberem que ia
ter aquela pessoa ali.
E aí no ensaio
ele agora pode entrar
fulano de tal, que era eu, representando
a pessoa, pode entrar
e aí eu
estava entrando e eu tinha que ler
alguma coisa, aí eu falei: "Olha,
eu não estou conseguindo enxergar". Aí a
pessoa dirigindo falou: "Olha,
não importa, você só está A pessoa que
você representa consegue enxergar, então
continue vindo, não importa não".
E aí eu chegava aqui e eu sentava:
"Olha, aqui está muito alto para eu
sentar". "Você só está representando,
lembre-se que você é apenas um
figurante, a pessoa que você representa
consegue sentar aí muito bem, então não
se preocupe". Às vezes os irmãos nós
precisamos pensar um pouco nisso.
O foco daquilo que Deus faz não é a
minha e nem a sua vida.
Então as coisas nem sempre poderão
terminar bem para mim e para você
porque o foco principal é que termine
bem e terminou bem com o filho de Deus.
Às vezes nós nos esquecemos de uma
verdade que nós cantamos e e nós sabemos
de cor
que tudo foi criado por meio dele
e para ele.
Aqueles que se esquecem disso
acabam concentrando-se demais na forma
como as coisas acontecem
e o que
isso reflete na sua vida.
Então, não se desespere quando as coisas
não terminarem bem para você. Ah,
reverendo, existe um texto na Bíblia que
fala que eh todas as coisas cooperam
para o bem daqueles que amam a Deus, não
é verdade? Então, como você tá falando
aí que as coisas podem não terminar bem
para mim? Não, eu quero que termine
tudo, termine muito bem.
Irmãos,
nem para Jesus terminou bem, assim
humanamente falando. Ele pediu ao pai
para que, se possível, poupasse-o de
passar por aquela situação e a oração de
Jesus não foi ouvida. O bem para o filho
representava ir para aquela cruz, ah, o
resultado daquilo seria muito maior.
Portanto,
lembre-se disso.
Quando você estiver passando por
situações
de dificuldade, privação,
lembre-se disso. A minha vida
acontece e as situações que eu estou
enfrentando,
eu preciso me lembrar daquilo que a
escritura me diz. Tudo foi criado por
meio dele, ou seja, de Cristo,
e elas também foram criadas para ele.
O meu casamento foi criado para ele.
O meu trabalho ou a falta dele.
A minha saúde ou a falta dela.
Os meus temores, tudo isso foi criado
para que, de alguma maneira,
culminasse na glória de Cristo.
Reverendo, mas eu não consigo ver
as minhas dívidas e as minhas dores e as
minhas aflições culminando em nada de
glória.
Eu nem gostaria que isso chegasse até
Cristo.
Meus irmãos, nós precisamos focar
bastante nessa palavra então tudo.
Tudo foi criado por meio dele.
E para ele.
E quando você olha então para o que
Cristo precisou passar,
aí a gente consegue entender realmente o
que o salmista está fazendo.
Ele pede para que Deus ele ele
ele se passa, ele começa a lembrar-se
daquilo que o Messias
passou, enfrentou, mostrando orando até
para que Deus
permanecesse, que Deus
faça com que os seus anos durem para
sempre.
E ao fazer isso, eh, diz o versículo 8,
ele conclui dizendo: "Assim eu cantarei
louvores ao teu nome para sempre,
para cumprir dia após dia
os meus votos".
Eu acho isso importante, irmãos, porque
se eu fosse eu escrevendo esse salmo,
eu terminaria de outra forma.
Eu terminaria dizendo o seguinte:
"Senhor,
traga de mim de volta para Jerusalém,
faça-me voltar a adorar a ti dentro do
santuário em Jerusalém e aí eu vou
cantar louvores".
O salmista não disse isso.
Ele se contentou e ele sentiu-se
ah,
sossega do suficiente em lembrar-se
daquilo que o Messias,
o nosso Senhor Jesus Cristo, fez e faz
por ele. Isso lhe trouxe paz.
Que que você espera de Deus? Que que
você espera de Cristo?
Lembre-se disso, o nosso Deus é um Deus
que está sempre pronto para ouvir as
nossas súplicas.
Ele está sempre disposto a estar
conosco, mas você precisa esperar dele
aquilo que de fato ele promete te dar.
Do contrário,
ah, ele não é responsável pelas
expectativas que você cria da sua
cabeça.
E como é que você ajusta isso? Conheça o
Deus revelado nas escrituras. Vamos
orar.
Ó Deus bendito,
ajude-nos, ó Pai, a conseguirmos sair
das nossas aflições, que são muitas.
Ajude-nos, ó Deus, a sermos homens e
mulheres que
esperem em ti
e esperem de ti aquilo que de fato a tua
palavra nos garante ser
coisas que devemos esperar. Pedimos
isso, ó Deus, para que
o nosso coração não nos afunde
em pensamentos e expectativas que não
vão se concretizar.
Nós oramos a Deus e pedimos essas coisas
em nome de Jesus. Amém.
Vamos, irmãos, adorar a Deus agora,
também cantando esse cântico, e esse é o
momento que nós teremos para trazer aqui
os nossos dízimos e ofertas.
Coloquemo-nos de pé e vamos adorar ao
nosso Deus.
>> [música]
[música]
>> De
>> [música]
>> Deus a graça me alcançou.
>> [música]
>> Na tempestade
me encontrou.
Firmou meus [música] pés
>> [canto]
>> em seu forte
chão.
Meu Deus [canto] é minha salvação.
>> [música]
>> Se o vale escuro [canto]
me secar, [música]
por seu poder [música][canto]
hei de escapar.
>> [música]
>> Seu sol trará [canto]
fim à escuridão.
[música]
Meu Deus é minha salvação.
[música][canto]
Quem é
Deus [música] como
>> [canto]
>> o Senhor?
Salvador,
pleno [música][canto]
em
amor.
Não há
em mim
mas condenação.
>> [música][canto]
>> Meu Deus é minha salvação.
>> [música]
>> Nele a
>> [canto]
>> esperança coloquei. [música]
Fiel [canto] à palavra
encontrei.
>> [música]
>> Me estendeu
sua forte [canto]
mão.
Meu Deus [música] é minha salvação.
>> [música]
>> Nos dias [canto] maus e da
aflição,
na dor [canto][música] da perda e
provação,
sua graça eu sei
se renovará.
>> [música]
[canto]
>> Meu Deus é minha salvação.
Quem é
Deus [música][canto] como
o Senhor?
>> [música]
[música]
>> E quando [canto] o dia enfim chegar
>> [música]
>> a morte não me deixará.
>> [música]
>> Com Ele [canto]
irei
ao eterno
lar.
>> [música][canto]
>> Meu Deus é minha salvação.
>> [música]
>> Quem
é Deus
>> [música][canto]
>> como o
Senhor?
Salvado
pelo
>> [canto]
>> Seu
amor.
Não
há em
mim
>> [música]
>> mas compaixão.
Meu
Deus é
minha
>> [música]
>> salvação.
Glória seja a
>> [música]
>> Deus
o Filho.
Glória
>> [música]
>> seja a Deus o
Glória seja [música] a
Deus
o Espírito.
>> [música]
>> Meu Deus é
minha
salvação.
>> [música]
>> Glória seja a
Deus
o Filho.
Glória
seja a
>> [música]
>> Deus o Pai.
>> [música][canto]
[música]
>> Amém.
Vamos orar.
Pai amado, nós somos gratos a ti por
tudo que o Senhor tem feito por nós. Nós
somos gratos ao Senhor pela palavra que
o Senhor nos deixou e que foi pregada
nesta noite. Queremos agradecer a ti
porque o Senhor tem nos sustentado
espiritualmente e também tem nos
sustentado fisicamente. Queremos louvar
o teu nome, Pai, porque o Senhor, pela
tua graça, nos concedeu
tudo aquilo quanto nós temos, nossa
casa,
toda nossa condição financeira.
Foi o Senhor também quem nos concedeu o
nosso sustento diário. Por isso, Pai, o
nosso coração se alegra e o nosso
coração é grato ao Senhor. Pai amado,
muito obrigado porque o Senhor tem dado
tudo isso para nós. E, Pai amado, nós
entregamos ao Senhor também
todos os domingos um pouco disso que o
Senhor nos concede. Entregamos a ti os
dízimos, reconhecendo que é o Senhor
quem nos concedeu primeiramente.
Entregamos ao Senhor, Pai, também
ofertas, demonstrando, Pai, generosidade
que o Senhor também colocou em nossos
corações.
Por isso, Pai, nós queremos agradecer ao
Senhor também com nossos dízimos e
ofertas e pedir a ti que o Senhor, pela
tua graça, nos ajudes a saber como
podemos usar melhor esses recursos, Pai.
Dê sabedoria a toda liderança da igreja,
ao seu conselho, a essa junta diaconal.
E dessa maneira pedimos ao Senhor que
nos ajude a fazer o melhor para o teu
reino e para a tua glória. Esse é o
nosso pedido, nossa oração no nome do
Senhor Jesus. Amém.
A igreja pode ser assim, então.
>> Queria convidar já os presbíteros para
que se posicionem
aqui à frente.
Nós vamos, irmãos, agora
participar da ceia do Senhor.
Há uma
uma
denominação, reformada, inclusive, nos
Estados Unidos, que eles têm o costume,
no período
ah, geralmente, no culto da
ressurreição,
eles, a, a igreja, os membros da igreja
trazem lírios e colocam assim na frente,
nas escadas da igreja.
E nos lírios tem um pequeno cartãozinho.
Eu não sabia o que era, aí eu cheguei
perto para ver, cada
vasinho daquele com um lírio
tinha uma inscrição falando algo do
tipo: "Em memória
eh, de alguém da igreja, um presbítero,
ou uma família que já havia falecido há
muito tempo".
Cheio, assim.
Então, é, é um costume que eles têm
de, no dia, né, do culto da
ressurreição, eles trazerem esses vasos
com essas, o lírio, e no lírio tem,
então, uma nota falando: "Em memória de
alguém que já morreu".
A ceia, irmãos, não é, necessariamente,
isso. Nós não estamos apenas
lembrando-nos
de que Cristo morreu, não é isso.
Nós estamos lembrando de que a morte
dele foi por nossa causa.
E que foi por causa dos nossos pecados
que ele foi levado até a cruz.
E para que não ficasse nenhuma dúvida,
Jesus quando instrui seus discípulos lá
no evangelho de Lucas, lá é dito que ele
ele tomando o pão, ele partiu o pão e
disse:
"Fazei isto em memória de mim".
Para um bom entendedor ficou claro:
"O meu corpo vai ser partido por causa
de vocês".
Portanto, a ceia não é apenas uma
cerimônia que você tem comunhão com
Deus. Sim, você tem comunhão porque a
morte de Cristo
proporcionou isso.
Mas ela é uma lembrança,
acima de tudo,
que a morte de Cristo
aconteceu por causa do meu e do seu
pecado.
E ela hoje é oferecida a nós como parte
do amor de Deus
que nos permitiu ter acesso a ele por
meio daquilo que Cristo fez.
Ah, mas isso era inevitável, reverendo.
Não, não era.
Jesus Cristo poderia ter se oferecido
para morrer em nosso lugar e Deus o pai
ter falado: "Não, não vou aceitar. Não
foi você quem pecou, meu filho.
Quem pecou foram eles".
Então,
o simples simples não, o grande fato
de Deus o pai ter aceito
a oferta do filho de morrer em nosso
lugar
já é um grande gesto de amor.
Reflita nisso, irmãos. Eu queria então,
a ceia não é uma ceia da igreja
presbiteriana, é uma ceia do Senhor. Eu
queria convidar você, que é membro desta
igreja ou de qualquer outra igreja
evangélica,
que você esteja aí em plena comunhão com
ela, que você participe.
A única coisa que a escritura nos diz é
que nós devemos examinar a nós mesmos.
Isso ninguém pode fazer por você.
Eu queria dar a você agora a
oportunidade de curvar a sua fronte,
orar a Deus,
pedir perdão pelos seus pecados e então
participar. Vamos orar.
Pai celeste,
aqui estamos, ó Deus, mais uma vez.
Não precisaríamos confessar-te os nossos
pecados porque o Senhor já os conhece
muito bem.
Teu filho Jesus, inclusive, já morreu
por causa
de cada um deles.
Mas como um gesto de Deus de rendição,
de reconhecimento
daquilo que o Senhor fez por nós,
achegamo-nos novamente à tua mesa,
gratos pela tua bondade em aceitar o
sacrifício do teu filho Jesus
em nosso lugar.
E também, ó Deus, confiantes de que por
meio dele, por meio do que ele fez,
nós, o nosso pecado, foi de maneira
plena
e satisfatória
a perdoado. E é por isso que nós oramos
em nome dele, do nosso Senhor Jesus
Cristo. Amém.
Nós vamos então agora participar. Eu vou
pedir para que vocês recebam os
elementos e aguardem para que comamos
todos juntos.
>> [música]
>> Os presbíteros já estão concluindo, eu
pergunto se alguém foi involuntariamente
omitido na distribuição, queira se
manifestar levantando uma de suas mãos.
>> [música]
>> Este é o corpo de Cristo, comamos em
memória dele.
Por semelhante modo, depois de haver
ceado, Jesus tomou o cálice, dizendo:
"Este cálice é o cálice da nova aliança
no meu sangue, bebei dele todos".
Bebamos em memória do Senhor.
Vamos nos colocar de pé agora, cantar
mais um hino, assim como também na
ocasião o Senhor Jesus
cantou um hino com os discípulos.
>> [música]
[música]
>> Pendurado
num madeiro,
ó Jesus,
>> [música]
>> pudeste
>> [canto]
>> assim
exprimir
>> [música]
>> meu cativeiro
e provar
minha voz sem fim.
>> [música]
>> O teu
sangue
foi
vertido,
expiraste,
>> [música][canto]
>> ó meu Jesus.
E
ficou
>> [música]
>> por ti cumprido
meu
resgate
>> [música][canto]
>> sobre a cruz.
Neste sangue
>> [música]
>> que verteste,
purifica-me,
>> [canto]
>> Senhor.
>> [música]
>> Foi por mim
que
tu [canto] morreste,
sê propício
>> [música]
>> ao pecador.
>> [canto]
>> O teu sangue
foi
vertido,
>> [música][canto]
>> expiraste,
ó meu Jesus.
E ficou
por [música][canto] ti cumprido
meu resgate
[música] sobre a cruz.
Sê [música] propício [canto]
aos condenados
a lutar na escuridão
deste abismo [canto]
[música] de pecados
sob a dor [canto] da maldição.
O teu sangue [música]
foi vertido,
respiraste,
ó meu [música][canto] Jesus,
e ficou
por ti cumprido
meu resgate [música][canto]
sobre a cruz.
Amém.
[música]
>> Recebamos a bênção.
Que a graça do nosso Senhor Jesus
Cristo, o amor de Deus o Pai
e a comunhão bendita do Espírito Santo
repouse sobre cada um de nós hoje e para
todo o sempre. Amém.
Assentemo-nos, irmãos. Vamos ouvir o
pós-lúdio.
>> [música]
[música]
>> Muito bem, irmãos, nosso culto está
encerrado. Os presbíteros ficaram aqui
porque hoje a SAF
preparou uma uma lembrança para entregar
a eles. Hoje é o dia do presbítero no
calendário da Igreja Presbiteriana do
Brasil. Então nós oramos pela vida dos
nossos presbíteros.
Ah, não estão todos aqui, mas eles
representam os que não estão. Então eu
quero passar a palavra
É a Jô que vai falar.
Pode ficar aqui, Jô.
>> Obrigada.
Boa noite, igreja. É com muita alegria
que nós estamos aqui nesta noite
ah, para comemorarmos
ah, uma data muito especial no
calendário da Igreja Presbiteriana do
Brasil.
Ah, todos os anos, no No domingo de
agosto, nós comemoramos o dia do
presbítero
e
nós que fazemos parte da sociedade
auxiliadora feminina da igreja
presbiteriana de Santo Amaro, a gente
gostaria de deixar um mimozinho para
cada presbítero.
Ah, mas também gostaríamos de deixar
algumas palavras, né, para vocês.
Amados irmãos,
damos graças a Deus pela vida de cada um
de vocês
que foram chamados para servir a igreja
de Cristo com amor, sabedoria,
comprometimento e doação.
Homens que não exercem apenas um ofício,
mas sobretudo exercem obediência àquele
que vos chamou para essa boa obra,
colocando à disposição da igreja seus
dons,
ah, talentos, disposição para ajudar,
ensinar, aconselhar e a zelar pela
sagrada escritura.
São servos do Senhor que dia a dia
caminham com a igreja,
seja nos momentos de alegria ou
tristeza, nos momentos de tribulações ou
calmaria, seja nos momentos de bonança
ou dificuldades,
vocês estão lá,
fazendo-se presente em toda e qualquer
circunstância.
Nosso muito obrigado por servirem a
igreja presbiteriana de Santo Amaro com
tanto amor, dedicação e humildade.
Rogamos a Deus que vocês permaneçam
firmes na fé, perseverem na busca
constante do conhecimento de Deus, sejam
inabaláveis na conduta e fiéis a Deus e
à igreja do Senhor.
Que o bom testemunho de vocês inspirem a
igreja permanecer firme no evangelho,
que possam guardar em seus corações a
palavra do apóstolo Pedro, que
pastoreiem o rebanho de Deus que há
entre vocês, não por obrigação, mas
espontaneamente, como Deus quer, não por
ganância, mas de boa vontade.
Essa é a nossa singela homenagem a todos
vocês.
Parabéns e eu gostaria de pedir ao
reverendo Daniel que fizesse uma oração
por nossos presbíteros, por favor.
>> Oremos. Ó Deus bendito,
nós pedimos sobre cada um desses irmãos
e seus familiares,
que a tua benção e a tua boa mão
guarde-os, guie-os, ó Deus, sustente-os
com fé e também com conhecimento, para
que possam guiar o teu povo neste local.
Ajude-nos, ó Deus, ajude-os a fazer
isso, para que o teu nome e o teu reino
cresça e expanda aqui na terra. Nós
oramos em nome de Jesus. Amém.
Parabéns, meus irmãos.
>> Parabéns.
>> Parabéns, irmão.
>> Também para você.
>> Deus te abençoe.
>> Você entrega um por um? Não, não, pode
entregar.
>> Pode?
>> Deixa só um.
Lembrancinha para vocês.
>> Obrigado.
Eu vou logo entregar para você também.
>> Sim.
>> Passou. Obrigada.
>> Obrigado, meus irmãos. Deus abençoe.
Podem se assentar.
Deus abençoe.
Deus abençoe, irmão.
Deus abençoe, meu irmão.
Meus irmãos, antes de nos
ah, encerrarmos aqui, gostaríamos de
lembrar a
oração pelos que passam por
dificuldades. Eu gostaria de colocar em
destaque hoje a vida do seu João Borges.
Seu João Borges precisa fazer uma
cirurgia, está em um impasse com
liberação do convênio.
Ah, o que que a oração pode fazer sobre
isso? Olha, a oração eu não sei, Deus
pode fazer muita coisa. Então, a nossa
parte é, vamos interceder.
Ore para que a pessoa ou pessoas
que estão aí responsáveis por
proporcionar essa liberação para que ele
faça
esse procedimento cirúrgico,
é, consiga liberar. Ah, oremos por isso.
Seu João Borges,
ele já é de uma certa idade. Quantos
anos, João? Quantos anos que o João
Borges tem? 86?
99, não.
Ah, 89.
89, é. Então,
é, oremos por ele. Ah, ele tem a saúde
debilitada, a dona Ana também, às vezes
precisa, então, quem, os irmãos que
conhecem sabem de que eu estou falando.
Também,
o diácono Kléber França, eu não sei
quantos sabem, ele foi
sofreu um assalto lá no, no Parque Villa
Lobos e acabou,
é, quebrando o punho e ele fez uma
cirurgia no pulso agora,
essa semana. Então, ele se recupera.
Oremos pela boa recuperação
do diácono Kléber.
E também, mesmo sem saber detalhes, quem
sabe sabe, quem não sabe não precisa
saber, mas, lembrem desses nomes, Noemi
e Gustavo. São pessoas passando por
profundas dificuldades,
é, tem relação com as pessoas aqui da
igreja. Então, Noemi e Gustavo,
tá?
E as demais
pessoas que estão aqui na lista, vão
para os, as divulgações, né, no nosso
WhatsApp, o Gabriel Oliveira, o Ariel
Tenório,
a Idália Santos, a dona Deolinda.
Roberta Siqueira, o Gabriel Almeida, a
Giovânia Coelho.
A Raquel Greco, o Elias Barbosa.
Seu José Gomes, seu Jeremias, a dona
Adeir, foi aniversário dela ontem.
A Lila Yamamura, o Fernando Camargo.
A dona Bete, que é a mãe do Fernando, a
Lázaro e o Samuel Viana.
A dona Leonina.
Seu Patrocínio, é, o pai da Quíria,
então são pessoas, irmãos, que precisam
das nossas orações. Vamos orar então por
eles durante a semana e eu queria agora
ainda usar esse momento para lembrar
me deles. Vamos orar. Ó Deus bendito, o
Senhor conhece as nossas necessidades. A
tua palavra nos diz que mesmo antes que
mencionemos esses pedidos, o Senhor já
conhece cada um deles.
Por isso, nós confiamos, nós sabemos que
tu és o nosso pai e o Senhor pode agir
no tempo teu e do modo que o Senhor já
determinou. E nós queremos aguardar em
fé e esperança aquilo que o Senhor há de
fazer. Oramos em nome de Jesus. Amém.
Irmãos, alguns avisos. Hoje de manhã eu
tive que pular todos os avisos, tinha
muitos, mas
começando pelo melhor deles, né? Não tem
visitantes hoje, mas temos aí, é, um pão
de queijo que foi assado agora pros
irmãos comerem.
É um pretexto para que nós conheçamos
mais uns aos outros.
Esse café da manhã pais e filhos é uma
programação, ah, para homenagem ao Dia
dos Pais, será no dia 8 de agosto, o
café. Isso é um sábado.
Às 9 horas. Então, inscreva-se.
Ah, isso vai para o WhatsApp da igreja,
mas lembre-se disso, inscreva-se e
participe, né? É uma homenagem aos pais.
Também a UCP,
o Ypsa Kids está promovendo aí esse
esse essa programação aí, ela vai ser
mais para frente, mas ela está aqui hoje
para mostrar que o ensaio, a inscrição
para participar de um coral que vai ter
é até o domingo que vem, tá vendo? 16 de
agosto.
Então pais, inscrevam seus filhos para
que eles ensaiem e vai haver esse coral
e eu vi aí o projeto, né, dessa cantata,
negócio tá arrojado, né? Eles vão fazer
uma transformação aqui na frente, tá
muito bonito. Então traga o seu filho,
ah, procure informar-se como será, né,
mas precisa ensaiar, tá bom? Os ensaios
serão nos domingos
e isso virá ocasionalmente. Só para quem
não sabe, no culto da reforma, quem
pregará aqui vai ser o pastor Filipe
Fontes, tá bom? Então, é, eu já o
convidei e ele estará aqui na ocasião
né, do dia 25
de outubro, que é o último final de
semana de outubro, tá bom?
Em paz me deito, essa é uma programação
para mães que têm filhos, né,
recém-nascidos ou mães que ainda estão
grávidas.
E é a Thaís Melo, ela trabalha com isso
e ela vai dar dicas para que mães
consigam ensinar os filhos como fazê-los
dormir, criar uma rotina para dormir,
tá?
Eu até falei para eles que esse é um
pedaço de um versículo, né?
Em paz me deito,
mas o texto continua e logo me levanto,
que não seja a realidade das crianças
que foram colocadas para dormir, que
elas não se levantem logo. Mas aqui, no
dia 15 de agosto,
às 9 horas, aqui na igreja, essa é a
programação do Gerando Amor.
E o João Alexandre, também nesse dia, à
noite, nós teremos a apresentação do
João Alexandre, quem conhece dispensa
apresentações, mas o João Alexandre
virá, né? E ele fará apresentações aqui,
certo? Eu gosto de destacar para que,
vocês estão vendo ali em cima no canto,
tá falando que é um show.
Não é um culto, irmãos. Tá? Então a
gente vai em show, a gente passa tanto,
faz tantas coisas aí e é importante que
nós nos lembremos disso, nós viremos
aqui nesse sábado para ouvir uma boa
música, uma música com cosmovisão
cristã. E no no final de cada música a
gente deve aplaudir, tá? Então não é um
culto, é um show.
E pode fazer show dentro da igreja,
reverendo? Tá? No horário que não é de
culto, pode, nós estaremos aqui a todo
mundo de maneira ordeira e a celebrando,
né? Boa música cantada por quem toca
muito bem e pessoal da equipe de música,
quem organizou. Então divulgue isso, é
uma excelente oportunidade para você
conhecer
música do João Alexandre, tá bom? Será
no dia 15, às 18:00.
Ah sim, tem um vídeo aí que é do do
Viver Mais.
É, então eles fizeram essa programação,
isso aqui é uma
esse se não me engano é uma EBD
do Viver Mais. Então? É?
EBF, EBF, isso. Então vamos ver o que
que eles aprontaram aí nessa EBF.
>> [música]
[música]
>> Muito bem, essas duas pessoas estavam
dançando aí, quero conversar do gabinete
aqui, logo depois da
>> [risadas]
>> Muito bom, irmãos, esse é o ministério é
do Viver Mais e Melhor, trabalha com
pessoas idosas e já anunciando aí a
programação no dia 16, 15 de agosto,
é, um café da manhã
e nessa ocasião, devocional com
seminarista Lucas Vieira e a palestra
será sobre a saúde bucal,
tá? Com a especialista em saúde da
família Águida Rocha, tá bom? Divulgue
isso.
E também agosto é o mês de missões,
no dia 22 nós teremos aqui, isso é um
sábado, né, às 15:00, essa chamada feira
de missões,
ah, nós fazemos isso todo o ano,
então, é, guarde a data, programe-se
para estar aqui, é, tem muita coisa boa
que acontece
nessa feira de missões, no dia 22 de
agosto, às 15:00, aqui na igreja de
Santo Amaro.
E ainda o coral que canta, né, no
Hospital do Servidor,
é, eles cantarão no dia 29 de agosto
e os ensaios no dia 9 e 16 após a EBD,
tá bom? Quem já participou desses corais
aí que canta no Hospital do Servidor
sabe do se trata. Se você não sabe,
procure, né, a nossa secretária ou
procure, no caso aí, a a Elo, que deve
estar organizando, a Érica e o Henrique.
Ali está falando para procurar. Alguém
deles está aqui hoje?
A Érica ou o Henrique?
Não, né?
Pode procurar o presbítero Cláudio aqui
que ele dá informações sobre isso aí, tá
bom?
Mais alguma coisa? É isso aí.
Tenham todos em mãos a palavra
>> ainda.
>> Ah, sim, desculpa. Tem um um assunto
sobre o PG.
>> [risadas]
>> Mas, irmãos, por último, mas não menos
importante,
nós, ah, amanhã, amanhã não, na terça,
retornamos aos nossos pequenos grupos.
Então, apenas um aviso para dizer que
vai estar de volta. Se você tem seu
pequeno grupo, você pode retornar para
ele normalmente. Se você não tem ainda,
então é um bom momento para você começar
a participar, tá bom? Eu vou só citar
para vocês
quais são os nossos pequenos grupos
hoje, quais são os bairros. Se for perto
de você, então você sabe que tem um lá
para você participar. Então, preste
atenção para saber se tem algum perto,
ah, da sua casa. Jardim Colibri,
Parque Planalto, Parque Imperial,
Vila Sofia,
Vila das Belezas, Boa Vista,
Sabaraz, que não é um bairro, mas é aqui
na Avenida Sabaraz, Pedreira,
Borba Gato, que é próximo da estátua
ali, Marajoara, que é aqui na Sabaraz,
no Monte também, no condomínio, e também
Jardim das Fontes, que é bem para o sul
ali, perto de Marsilac. Se você
tem um a mora perto desse bairro, você
tem um PG para participar. E o nosso
pedido é que você tente fazer isso,
participar um dia, veja como é. Se você
não sabe como chegar, pode ligar aqui na
igreja, mandar mensagem, ir para o nosso
site, que lá também tem informação e
você vai encontrar o que você precisa,
tá bom? Então, faça isso, é um bom tempo
de você participar com os seus irmãos,
louvar ao Senhor, é, ter tempo de
comunhão, falar sobre Deus e e ali você
vai conseguir criar um núcleo de amizade
muito forte. Então, esse é o nosso
desejo para você, que você consiga
participar e ser muito abençoado e
também abençoar pessoas nesse dia, tá
bom? Então, Deus abençoe, nós, ah,
iniciamos então a partir de terça-feira
os nossos PGs de novo. É apenas isso,
pastor.
>> Então,
liberamos nós, Deus abençoe grandemente,
temos ali um, alguma coisa para comer
que tá cheirando bem já. Deus abençoe.

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