🔴AULIVE: A ESQUERDA, A POLÍTICA E OS EVANGÉLICOS
15/08/2026
🔴AULIVE: A ESQUERDA, A POLÍTICA E OS EVANGÉLICOS
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Boa tarde, minha gente. Tudo bem com vocês? Como estão? Nesse clima gostoso? O som tá bom? Espero desejo que sim. Ah, sábadão aquela relaxada. ajeita nos trem, faz uma live mais longa, então convidem os coleguinhas. Eh, deixa eu só uh pegar e colocar aqui esse trem. O som tá bom? Acho que eu tenho que aumentar um pouquinho. Deixa eu testar. Turum turum turum. Hoje tem bastante papo para fazer, muita gente com quem conversar e discutir, incluindo o nosso querido Glauber Ataí de filosofia vermelha, Eribaldo Maia, de Eribaldo Maia. E temos também nossa crentosfera em período eleitoral atiçada e animada para falar sobre política e religião. E se na semana passada nós conversamos sobre os, cadê tring? Os presbiterianos, né? Dessa vez vamos conversar com os pentecostais. Pastorzada pentecostal trocando ideia com a gente. O que será uma experiência única? Garanto para vocês. Garanto para vocês e veremos, obviamente, que não tem uma diferença tão substancial assim do ponto de vista político, não é mesmo? Mas espera aí que eu não tô conseguindo achar e não esquece de curtir esse vídeo aqui que eu sempre esqueço de pedir, comentar para engajar, espalhar a palavra por aí, aquela coisa toda, né, de você convidar os coleguinhas para colar por aqui também, além de considerar ser membro, membra, membre, membresia aqui do nosso canalzinho. Eh, porque o que sustenta a nossa tentativa de canal é exatamente a membresia. E se você vira membro, você pode considerar aí você ter acesso ao nosso grupo exclusivo do WhatsApp, no qual você entra para a Primeira Igreja barista do WhatsApp, um grupo extremamente gentil de pessoas bacanas que gostam de trocar ideia, compartilhar informações, às vezes livros, leituras e tudo mais, além de um humor adequado. E aí, você, por favor, faça o favor de poder vir aqui com a gente. Se você quiser fazer parte, né, sendo membresia aqui do nosso canalzinho, que que você faz? Virou membresia? Você manda um e-mail para este endereço que passa aqui debaixo da sua tela, que é um e-mail que você vai mandar com o seu nickname, obviamente, e o número do zap que eu te adiciono lá. Beleza? Então, assim, é bacana, o pessoal gente boa aí. E além do mais, se você vira membro, membrezia aqui do nosso canalzinho, você além de tudo tem acesso a cursos e conteúdos exclusivos para você, para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte também Brasilia do nosso canalzinho, cursos como evangélicos e política no Brasil, marxismo e religião, Marx e Religião, né? A gente tem curso de filosofia, a gente tem curso de como fazer seu projeto de pesquisa, é bastante coisa. Então, mano, você vai poder ficar bastante tempo lavando louça e ouvindo cursos interessantes e conteúdos bacanas. Você está convidado para ser membro, membro membresia aqui do nosso canalzinho. Aí você fala: "Pô, isso não vai rollar, mas queria te dar uma força de alguma maneira". Então manda um Pix porque vai que tá sobrando uma merreca aí. Beleza? Nós somos um grupinho pequeno, um canal pequeno, mas fiel e resistente e que se mantém graças à generosidade dessa galera aí que é maluca e acha que vale a pena o nosso conteúdo. Muito obrigado, malucos. Tudo bem? Acho que é isso se eu não esqueci de nenhuma outra informação. E eu acho que é isso mesmo. Fechou? Fechou. Boa tarde, querido Pec. Como é que você tá, Ederson? Pec, você tá bem? Espero desejo que sim. Seja muito bem-vindo à nossa livezinha de um sabadão à tarde com bastante papo para conversar. Obrigado aí pelo seu apoio e carinho de sempre. Inclusive, deixa eu já me preparar aqui com este líquido necessário que nos acompanhará hoje. Excelente. Um brinde para vocês. Boa tarde, querido Leandro. Como é que você tá, Leandro? Tudo bem? Espero e desejo que sim, Leandro, que é parte do nosso grupo de baristas e espero que curtam o nosso papo de hoje, sempre contribuindo, nos auxiliando e dando notícias fresquinhas de uma terra gelada. Fala, querido Visão Comunista. Ele diz: "Salve, camaradas". E nós dizemos: "Salve, visão comunista". Tudo bem com você? Espero desisto que sim. Mas bora lá, meu pueblo que tem muito papo pra gente fazer hoje. E o primeiro papo virá exatamente de uma sugestão da Igreja Barista do WhatsApp, né? Vai ver exatamente da galera da membresia que trouxe esse tema, trouxe esse tema de um vídeo do nosso querido Glauber Ataí do Filosofia Vermelha. Um beijo, Glauber. Já vou começar aqui pagando o meu pedágio para Glauber, que faz um trabalho totalmente, absurdamente excelente e que produziu conversas, discussões e debates nesta semana no nosso grupinho e que aí vai render uma livezinha hoje à tarde conversando com o nosso querido Glauber. Glauber, Glauber Taí. Tá bom, deixa eu pegar o vídeo dele. Papo vai ser legal. Hoje tem muito papo pra gente fazer, muito vídeo para reagir. Tem ainda que conversar com o querido Eribaldo Maia, que fez um um comentário ao comentário, a manutenção de um debate a partir do Mark Fisher e a gente vai manter essa dinâmica de conversas enquanto for produtivo. Pegar aqui. Pera aí. Vocês viram que nosso um de nossos calvos favoritos estava no Breno Tim essa semana? Bom, viu? Uma excelente, péssima entrevista. Cara, tudo aquilo que a gente falou no na live que a gente comentou o trabalho do Juliano Spire apareceu no vídeo, na entrevista, assim, tudo, absolutamente tudo. O mano cumpriu a tabela das nossas críticas. É incrível. Eu Obrigado, Juliano, sempre um prazer aí poder discutir com seu trabalho. Pegar aqui. Pera aí. Vamos lá papear com Glauber. Glauber lançou um vídeo essa semana, nosso querido Glauber Ataí, filosofia vermelha. Muito bom, muito bom. Vídeo muito interessante de um livro que eu não conhecia, não conheço, não li nem lerei no momento, lerei em algum momento, mas não agora. E a gente vai reagir, portanto, a ele apresentando as ideias deste vídeo. E aí tem muitos pontos. É um vídeo longo, mas um vídeo muito bacana. E para quem gosta de discussões filosóficas e dentro do nosso mundinho de esquerda, eu acho que vocês vão curtir. Beleza? Deixa eu pegar aqui o videozinho de Glauber. Então é isso meu povo. Bora lá para mais um react de conteúdo totalmente excelente. Desta vez reagindo a Glauberia falar Glauber Bag misturando todos os Glauber. Fala minha gente. Bora lá para mais reacto totalmente decente. Desta vez Globalberí do filosofia vermelha falando para nós da esquerda o especificamente dizendo que a esquerda não é o bora ver onde a gente vai parar. Deixa eu pegar aqui. Essa esquerda é walk. Hum. B. Bom, cara, pausa na nossa musiquinha. Bora lá, bora lá, bora lá. Fala, querido. Fazer o watch. Chega no fazer o watch aí dizendo bom dia. O significa que você acordou agora nesse horário, num sábado à tarde. O que é a linha correta? Você está correto. Errados. Estamos nós que já estávamos despertos. Mas bora ver Glauber. Glauber pegou o livro de uma autora gringa, estadunidense que comenta que a a esquerda não é o walk. Conflito entre identitarismo e as ideias fundamentais da esquerda clássica. Seja lá o que isso signifique. Mas vamos pro papo. Deixa eu colocar aqui um pergunta que fazer o Bruno, você é WK? Essa pergunta já rende um um comentariozinho aqui. É engraçado que a palavra woke ela foi sendo introduzida com certa gravidade, né, de fora para dentro, o que já indica um problema sério, né? que é assim de que esquerda nós estamos falando, discutindo quais temas, de qual local. Interessante, mas vamos lá. Bora Glaubber, lembrando, fazendo a ressalva, né? Aí o Glauber tá apresentando as ideias de uma autora, então ele não precisa se defender enquanto enquanto autor, né? Mas sim enquanto divulgador, isso é um ponto importante. Nós estaremos discutindo com a autora via Glauber e alguns comentários do Glauber com qual discordaremos, mas aí bora seguir. Querido Glauber, um beijo, Deus abençoe. T. >> Olá amigos e amigas do saber. No vídeo de hoje vamos falar sobre a esquerda e os movimentos WK. Para quem não está familiarizado com o termo, o W designa em muitos casos aquilo que em português chamamos de identitarismo. Você vê, né? Para ele ter que fazer essa ressalva já é um problema a temática. Não sei se vocês vão concordar comigo. Se não, podem comentar criticando e ofendendo gratuitamente, mas com respeito. Aqui no chat já tem um problema, né? Ele tá traduzindo o como identitarismo, porque não tem uma tradução, entre aspas, adequada pro termo, né? Ele vem da gringa, vem de um debate que não tem nada a ver com nós, vamos dizer assim, e que, portanto, já na apresentação a gente vê problemas na aceitação da argumentação ou da discussão que virá ela, a gente já tem que receber ela com certa suspeita e com certo cuidado, mas dá-lhe. Como movimentos nacionalistas ou de gênero e raça, por exemplo, embora eles não sejam a mesma coisa. Nós vamos apresentar algumas das ideias da filósofa Susan Neyman em sua obra A esquerda não é W. Eu tenho o original em inglês, Left is Not Woke, obra publicada em 2023, mas já traduzida e publicada também no Brasil. A Neymar afirma que nós devemos evitar o erro de sempre associar esquerda a movimentos W, algo muito comum no cenário político contemporâneo. Por exemplo, se você cenário político contemporâneo, de onde, ponto importante, ponto importante, ponto importante, muito comum no cenário político contemporâneo. No cenário político contemporâneo de onde? E aí, correto? Está o nosso querido Leandro aqui ao comentar. O termo meio que já delimita que tipo de esquerda foi escolhida para ser compartida, além de delimitar já de início os critérios do debate. Exato. Então assim, pro próprio Glauber ler e para quem escolheu, né, o o pessoal da da da editora que escolheu traduzir pro português, escolher esse tema como um tema relevante para você traduzir uma autora para para divulgar o conteúdo, pressupõe que todo mundo que vai ler já vai estar se habituando com esse contexto e vai estar inserido nesse tipo de debate. Mas a esquerda já tá muito bem delimitada com quem ela quer discutir. E a gente daí fica preocupado por fala: "Pô, pro Glauber poder trazer para cá, ele teve que traduzir o como identitarismo." Hum. Cara, é massa. É massa. Bora lá. Você hoje se diz de esquerda. Muita gente lhe atribui pautas e formas de pensar que não refletem necessariamente tudo que você defende. E Susan afirma que nós devemos distinguir claramente a esquerda clássica dos atuais movimentos WK, porque esses atuais movimentos W estão em alguns casos alinhados mais à direita do que à esquerda. A filósofa estadunidense nos mostra que duas ideias fundamentais da esquerda são a de universalismo e a de progresso, sobre as quais falaremos neste vídeo, além de também abordarmos a polêmica, a questão do eurocentrismo e vamos abordar também a polêmica que ela faz com Michel Foucault. Então vamos lá, acompanhe só. Temaquo. >> Colocar na mesma três dos maiores. >> Ô desgraça. Pera aí, deixa eu retirar aqui para não atrapalhar vocês. Só tema tranquilo, não polêmico, só coisa que vai ser sossegada, né? A gente não vai arranjar nenhuma nenhum conflito quase. Eh, a autora escolheu poucos temas para enfrentar todo mundo, né? Mas mas é importante a gente destacar algumas coisas, né? Então, eh, qual qual quais são os temas? A questão da universalismo, a questão do progresso, que vai aparentemente ser colocada pela autora como elementos centrais paraa esquerda chamada clássica por ela, e, eh, em seguida um debate com Michel Foucault. Então, provavelmente a gente vai entrar, na verdade, num debate com o pós-modernismo, o que é interessante também. Quer dizer, só bomba, só campo minado, vai ser massa. E o Gber comentou sobre eurocentrismo, que é algo que eu que eu mais gostaria de discutir nesse vídeo. Mas diz nosso querido Ryan Augusto, Rian, como é que você tá, Ran? Tudo bem, cara? Boa tarde, Bruno. Boa tarde, Rian. Tudo bem com você? Pergunta Ederson Peca. Você é W? Eu tenho uma panela walk que é uma panela excelente. Eu faço modeste a parte. Um yaksoba muito bom, muito bom. do Ryan colocou esquerda clássica no título já dá red flag. É pr você ver, já dá, já dá uns negocinho que a gente já fica esperto, mas não, não, não tem nada temerário não. O conteúdo é bacana. Na verdade, eu acho que o interessante é tensionar o debate, fazer essa discussão, vai ser legal. Diz: "Querido Kevin, como é que você tá, Kevin? Tudo bem?" Bruno? Sim, eu assisti o vídeo completo e não entendi bem o que é esse universalismo. Poderia explicar resumidamente? Mas é claro, mas é claro, assim que ele trouxer o nosso elemento aqui do que seria esse universalismo, a gente vai papear um pouquinho. Mas lembrando que a gente tá debatendo com a autora Via Glauber, porque eu não li o texto, nem lerei. E o tema então é discutir a divulgação dessas ideias por meio do vídeo do Glauber e alguns comentários que o Glauber faz que a gente também tem que ficar atento, tá bom? E diz que do Ederson peca, então é o que soba. A vida tem dessas coisas, não é, meu querido? Vamos lá. Comentário fixado abaixo. Eu disponibilizei os links para os nossos cursos de filosofia e também para o meu novo livro, que você pode ver logo ali atrás na estante filosofia para a vida. A propó >> não dá para ver muito bem não. Aí é só um comentário, Glob da próxima vez traz o livro pra frente que não dá para ver. Posto a impressão do meu livro está quase esgotando, então corra porque ainda tem algumas unidades. As diferenças entre a esquerda clássica e os movimentos identitários WK são às vezes inconciliáveis. Susan busca mostrar em sua obra que as raízes intelectuais desses movimentos conflitam com algumas das principais ideias que t guiado a esquerda nos últimos 200 anos, tais como as ideias de universalismo, a distinção entre justiça e poder e uma crença na possibilidade do progresso. >> Primeira pausa importante da gente fazer aqui. Veja que o a consideração sobre o tempo, sem falar sobre o espaço, ela é muito curiosa. Tá correto? Não tá errado a afirmação. A esquerda dos últimos 200 anos tem se caracterizado como defensora de um do progresso e do universalismo. últimos 200 anos, pensando a partir de qual território especificamente o debate passa por uma ideia de universalismo e de progresso dentro da marcha da modernidade. Isso não é desmerecer a ideia, porque está correta a afirmação. O ponto é na hora que você coloca no papel e na geografia do mapa, quem tá levantando estarte de progresso, de universalismo nos últimos 200 anos e pode discutir esses termos, tá num território bem pequenininho do planeta, bem pequenininho, saca? Porque as bandeiras estartes de lutas e de organizações do que vai se converter numa classe trabalhadora, proletarizada, modernizada de maneira global, é outra coisa. Então, esses termos e valores de uma esqueta já indica a partir do lugar que vai, por isso que eu tô destacando que o que a gente vai discutir ali na frente é essa ideia de eurocentrismo que vai aparecer. Por que isso? Considere tempo, mas também território. É fundamental pra gente poder contextualizar quais são os standardes fundamentais. Tem um um exemplo muito interessante que é do começo do século XX. Agora eu tô tentando lembrar o nome do autor, cara. Eu li esse texto no doutorado. Ai, mano, como é que é o nome do autor? Mano, é um indiano. Eu não vou lembrar agora o nome dele. Eu já já vai que daqui a pouco eu lembro. Mas ele comenta, por exemplo, o conflito entre os partidos comunistas de Angola em relação às lutas dos partidos comunistas em Portugal. Porque em Angola a luta era, por exemplo, pela independência nacional, pela constituição mínima de uma república separada da metrópole. Enquanto a galera na em Portugal, os PCs em Portugal tá falando: "Não, não, a nossa bandeira inicial é derrubar o fascismo". Então tinha um conflito, por exemplo, de qual orientação de luta? Falei: "Não, não, o que importa é derrubar o fascismo, porque derrubando o fascismo aqui do do Salazar, né, a ditadura de Salazar, é essa a nossa primeira luta. Depois a gente pensa na independência de Angola e a galera em Angola lutando. Não, não, a gente quer luta nacional. Então, e aí tinha esse conflito. Mesma coisa, por exemplo, na Agell e na França, os PCs franceses fazendo um tipo de de disputa e de luta e para tomada dos meio de produção e não sei o que lá. E na Argéliia falando a gente quer a nossa independência. Como assim? Então, e aí você tinha conflito entre os PCs, né, entre os partidos comunistas. E é interessantíssimo porque para falar desse estarte tão universalizado e tão bem presente em qualquer grupo, eu tenho que meio que dar uma abstraída do território no qual ele tá sendo colocado, porque o modo de interpretar esses termos e essas ideias de orientação de luta varia de acordo com o problema que você tem que enfrentar. Então, pronto, ponto importante. Bora lá, Gluber. Sem tais ideias, movimentos identitários tendem cada vez mais à direita, se tornando justamente aquilo que desprezam. As críticas de Neymar aqui nessa obra tvos concretos. Ela afirma que duas das principais influências negativas sobre a esquerda no século passado foram Michel Foucault e Carl Schmith, contra os quais ela polemiza por boa parte de sua obra. Agora concordo agora com a autora, via Glauber. Vou concordar com a autora, vou combinar que são dois ator autores problemáticos mesmo. Fala, querido Felipe Souza. Felipe Souza, primeira pessoa beatificada em vida aqui na nossa igreja barista do YouTube. Então, olá Felipe, como você tá? Espero e desejo que bem. E pergunta, querido Leandro, Vijai pra chat? Não, não é o V para chat, é um outro maluco, é um mano que não é muito famoso, não. Eu li esse texto numa coletânea que a gente teve, né, numa disciplina de trajetórias e pensamento do Sul, em que a gente lia a como esses conflitos, né, da dos processos revolucionários no sul global, especialmente do ponto de vista dos PCs espalhados aí pelo mundo todo, nas lutas nacionais, né, nacionalistas, anti-imperialistas e também dos processos que aconteceu na Europa já com a classe efetivamente proletária. Mas bora lá. >> Nós precisamos contextualizar o seu livro antes de tudo. Não se trata de uma crítica de direita conservadora ou reacionária a movimentos identitários. Não. Trata-se de uma análise feita por alguém que se afirma socialista de forma semelhante a Albert Einstein, né? O grande físico que também se afirmava socialista. Agora, além disso, é importante afirmar que ela reconhece os avanços progressistas trazidos por diversos movimentos identitários, sobretudo aqueles de raça e gênero, de modo que sua crítica é não apenas qualificada, mas também equilibrada. Seria incorreto, portanto, afirmar que as críticas filosóficas da Neymar seriam insensíveis a problemas tão reais e sérios como o racismo, a xenofobia e o sexismo. Ela apenas pensa que o identitarismo é uma resposta inadequada a esses desafios. Na verdade, muita gente pensa que apenas o identitarismo pode combater tais problemas. Não, o identitarismo não é a única resposta e nem é a mais adequada de uma perspectiva de esquerda. Grande parte da esquerda. >> Aqui só um comentário importante, porque o Glauber agora tá utilizando o termo identitarismo porque ele traduziu o pro identitarismo, tá? Então assim, já é uma adaptação que a gente deveria ouvir com cuidado. Ele ele explica e deixa de maneira muito clara no início do vídeo, óbvio, com muita honestidade, mas ele tá aproveitando esse gatilho para fazer a aproximação com a conversa, porque se a gente levar bem em consideração esse papo que é com quem a S, não sei falar o nome dela, tá discutindo, não é propriamente de um contexto de sul global, de outro tipo de luta, de verdade, isso é importante considerar, né? Vamos lá. E alguém pode dizer: "Ah, eu tenho que fazer esse tipo de disclaimer, perdão." Alguém pode dizer: "Abro, mas isso aí que você tá fazendo já é identitarismo, já é pós-modernismo, já é ficar querendo contextualizar tudo". Não, criatura de Deus, significa que de maneira bem pragmática você resolve os problemas que estão diante da sua realidade nos contextos que você tá. Não tem como você pensar os problemas do universo a partir do universo como um todo, ou seja, par de algum lugar, né? E esse lugar é o teu ponto de partida e a mediação necessária, porque você não tem como prescindir dela, você não decide ela para poder discutir qualquer outro tema. É um ponto óbvio, né? É o famoso texto do Dusel em que ele comenta eh, você não acessa ao universal a partir do universal, né? Qualquer pessoa que vá falar sobre universal é a partir de algum lugar. É um pouco óbvio, mas é importante de destacar. Então é bem pragmático. Qual o problema você quer resolver? Tá em qual contexto? Qual situação? Ótimo. Tenho que levar isso em consideração para poder discutir o tema. Olá, querida Luna Blue. Como é que você tá, Luna? Tudo bem? Espero, desejo que sim. Boa tarde. Que bom que você tá aqui com a gente novamente. Bora lá voltar para o nosso papo que hoje o papo vai ser totalmente excelente. Tem muita conversa pra gente fazer. Esquerda hoje abandonou bandeiras clássicas. A Neyman expressa sua preocupação com o fato de várias figuras hoje consideradas de esquerda, terem abandonado completamente ideias, sem as quais a esquerda perde a sua essência, tais como uma afirmação do universalismo em contraposição ao mero tribalismo, woke identitário, assim como também aquela distinção entre poder e justiça e a crença na possibilidade do progresso, como já antecipamos no início deste vídeo. Todas essas ideias estão ligadas umas às outras. Neyman, filósofa e especialista no pensamento iluminista, vai nos mostrar os perigos de se abandonar as ideias fundantes do que significa ser de esquerda. Agora, >> essa chamada de atenção do Glober é importante também, né? O, aliás, bem importante, né? Ela é especialista no pensamento iluminista, então efetivamente tá empunhando as armas para defender a escola a qual ela estuda e trabalha. Então é importante pergunta, querido Gabriel, você tá comentando para separar do identitarismo dos decoloniais? Talvez, talvez. Sim e não. Acho que em parte sim. Mas o mais o que mais me interessa é a gente ficar esperto com o seguinte. Ficar esperto com o seguinte. O que se chama decolonial do ponto de vista da discussão epistemológica a partir dos anos 90 pro começo dos anos 2000 é fruto de um processo anterior que são das lutas anticoloniais, né? Ou seja, das lutas efetivas dentro da dinâmica de imperialismo e de resquícios já da relação metrópole colônia anterior sobre novas dinâmicas e que fazem com que o pessoal perceba que não dá para você falar do Universal a partir do universal, né? Então assim, é é uma coisa meio óbvia, mas ela é muito importante, porque vai se percebendo uma certa dinâmica de manutenção de relações de dominação, mesmo sobre as bandeiras de universal e de progresso, que é algo que a gente tem que considerar. Mesmo que eu ache, não, mas pera aí, eu preciso manter essas ideias de universal e de progresso, OK, pode manter, mas lembre-se que são ideias, palavras e termos que tm sentido dentro de condições reais. E aí você precisa contextualizar esse processo, precisa entender qual o papel jogado de determinados projetos em diferentes situações. Vou dar um exemplo aqui, por exemplo, pera aí. Vou dar um exemplo aqui. Legal. Veja, maneira prática, tá? O problema da da discussão filosófica que ela escapa da realidade, né? A gente abstrai a muito e aí precisa fazer o processo de abstração, aliás, abstração, né? E ascensão ao concreto, como diria nosso querido Marx. Tem uma situação curiosa, ó. O os pratnaik, né? Eu não sei falar o primeiro nome dos Pratnaik, é um casal casal indiano Pratnaik, Pratnaik, Pratnaik, Pratnaik e Pratnaik escrevem juntos em geral. Eles têm um livro que eu tô tentando lembrar o nome agora, mas que eles discutem as relações eh de transferência de capital no globalizadas, né, no mundo. E aí eles comentam uma parada que abriu minha cabeça de um jeito incrível. Eles falaram assim: "Ó, é interessante paraa classe trabalhadora e ela deve lutar pelo aumento de salários. Contudo, contudo, percebemos um efeito contraditório a serem trabalhado." Se você tá num país da periferia do mercado global, ou seja, você não tá no centro, você tá na periferia. Seu país está na periferia, significa que ele produz os insumos para serem utilizados pelas indústrias do centro. É um país não industrializado ou menos industrializado do que o centro. Produz matérias primas para serem vendidas a custos baixos pros centros. Tem uma melhora de condições de vida que aumenta o salário real dos trabalhadores na periferia. Talvez tenha acontecido isso no final dos anos 90, começo dos anos 2000. Talvez, né? aumenta os salários, aumenta as melhores, melhorias de condição de vida dos trabalhadores nas periferias. Os donos das empresas capitalistas fazem o quê? Se você aumentou seu custo de produção, que é o salário dos trabalhadores, das trabalhadoras, aumentou seu custo de produção, você repassa esse valor para onde? No preço do produto que você vai exportar. Repassa no valor do produto quando ele for consumido no centro. Quando ele for consumido no centro, sabe o que acontece com os trabalhadores do centro? Sofrem com a inflação e vão brigar pelos direitos de ou aumentar os seus salários ou de fazer baixar os preços dos produtos que estão sendo importados das periferias que encareceram, porque na periferia o pessoal teve uma melhora de de condição de vida, melhora salarial. Uma mesma luta de melhoria de salários cria condições e contradições que você vai colocar classe trabalhadora contra classe trabalhadora. Processo inflacionário, expressão inflacionária. Fala, pô, caraca. Pois é, todo mundo tem que lutar pela melhoria de de salários. Só que toda vez que você faz isso, cria novos problemas e eis a vida. Então, é esse tipo de relação que a gente tem que considerar para discutir os termos, os temas, né? Tem contexto, tem história, tem geografia, tem território, tem é isso, é isso, é isso. Diz querido et do esquerdos autorais. Opa, opa, ora, da definição da verdade. Tribista do Niet, tribal. Eu não posso ouvir a palavra tribalista porque eu lembro de da música lá. Vim ouvir as mentiras do sacerdote Bruno Benqu. É, guarde as mentiras porque eu como um sacerdote, tal qual Niet diz, Nitz que os sacerdotes são todos mentirosos e canalhas sou um mentiroso canalha. diz que Ryan Foucault é um bom filósofo historiador, mas acho que ele de fato abandonou muito o horizonte do universalismo no sentido de progresso. Não sei, ainda não sou capaz de opinar. Vamos lá. Skinda Luna. Vou assistir sua live enquanto jogo Star Valley. Cara, eu tô muito por fora do mundo dos games. Tinha escrito R. Aliás, uma das críticas do Foucault era justamente a isso que hoje chamamos de identitarismo. Isso é verdade. Aí eu posso opinar também. Tem pontos aí assim a a considerarmos. A considerarmos. Mas voltemos aqui. Voltemos para o nosso querido Glauber. Vai lá, Glauber. Antes de tudo, nós devemos tentar definir o que é o a gente está falando o WK para cá, o WK para lá, mas o que é o no fim das contas? Esse termo tem uma história de décadas nos Estados Unidos, mas ressurgiu com muita força nos espaços de discussão política com a maior visibilidade dos movimentos identitários >> nos Estados Unidos. Sim, tem que destacar esse elemento. >> A dificuldade de uma definição reside no fato de WK não designar nenhum tipo de movimento tradicional. O primeiro registro do termo aparece em um blues de 1938 do cantor Lee Pelly, né, dedicado a nove jovens negros acusados de um estupro que nunca aconteceu. A execução desses jovens foi evitada apenas devido a anos de protestos internacionais, de modo que a palavra woke, neste contexto, se refere a um ato louvável de ficar atento, né, literalmente acordado diante das injustiças. Então observe que o termo possui originalmente conotação positiva, mas nos últimos anos ele se tornou uma espécie de xingamento contra qualquer indivíduo que se posiciona contra o racismo, por exemplo. Agora, as distorões do termo permitiram até mesmo o surgimento de um capitalismo wook. As empresas hoje se apropriam de pautas de inclusão e diversidade para aumentar seus lucros, tendo em vista que contratar pessoas negras, por exemplo, lhes dá entrada neste mercado. Um estudo relatado por Neymar em sua obra sobre a indústria de filmes mostrou que ao abordar desigualdades sociais em suas produções, os barões da indústria cultural lucraram 10 bilhões de dólares a mais que o esperado, aumentando em 7% a sua receita no período analisado. Então, se as empresas defendem pautas woke de inclusão e diversidade, isso é forte indício de que tais bandeiras são inofensivas ao capital. Está correto? É verdade. Mas sabe qual o problema? Nós poderíamos aplicar a mesma coisa, exatamente a mesma coisa para as tais pautas de esquerda. clássica. Exatamente a mesma coisa. Afinal, hoje em dia também dá para fazer dinheiro pedindo revolução também para você. Dá para você transformar em mercadoria, vender uns negócios aí com bandeiras de esquerda clássica, assim como já se fez muito dinheiro com esquerda clássica, porque a questão não tá na ideia, seja, seja esquerda clássica, seja o que for. A tal da forma mercadoria vigente em sociedades com autoivisão social do trabalho. Eita! Mirei num lado, acertei outro. Percebe? Então assim, o problema de de discussão de ideias sem considerar determinadas relações é que a gente pode cair nessas armadilhas, saca? Saca? Então, por exemplo, dá pra gente discutir, e eu gosto de discutir a luta de de capitais, por exemplo, entre o capital que é liberal, né? Eu, o Windkichs, eu já trouxe isso algumas vezes aqui para pr pra live. O Wi mostra, né, que você tem um capital de gestão global que ele é mais diverso e precisa defender valores liberais, porque ele precisa da circulação de capitais. Ela, independe quem vai usar esse negócio, eu preciso criar mais mercados possíveis para eu circular esse capital de maneira global e gerir ele de maneira global. E ele entra em conflito com capitais nacionalistas ou nacionais, que são capitais que precisam de território, precisam de que é indústria, né? Indústria dura, indústria armamentía, indústria espacial, indústria de tecnologia, que a gente às vezes olha Google, Amazon, não sei o quê, n? Essa galera aí é da nuvem, né? Um grande abraço pro nosso querido Gustavo que leu o livro do Varofax lá. é da nuvem, parece que tecnologia tá nos dados e não tem materialidade, não. Para qualquer uma dessas desgraças funcionar, precisa de data center, precisa de exploração de minérios, precisa de de local de produção da indústria. Essas questões elas não podem ser circular com facilidade. Preciso de segredo industrial, eu preciso de uma defesa nacional desse processo. O que significa que é um capital mais conservador, mais nacionalista, que entra em conflito com capital mais liberal, mais de gestão de finanças globais. esses capitais lutam entre si, então eles defendem também valores distintos, né? E aí, quer dizer, poderíamos estar discutindo nesses termos, mas quando a gente cai na armadilha de discutir a ideia da esquerda ser o walk ou não, valores identitários, pirir, pororó, a gente perde a materialidade desse processo, a concretude. Materialidade, tá errado a minha expressão, perdão aí, falha no uso terminológico, tô cansado. Concretude desses processos, né, como eles efetivamente se dão. É, vamos sofisticar. Nossa, papo, querida Susan, com todo respeito, eu acho que você está equivocada, mas eu entendo porque que ela tá discutindo isso e com quem ela tá discutindo. Nós não somos os interlocutores da Susan, você brasileirinho, brasileirinha, você não é interlocutor da Susan, não é? Que aluna, que terrível, né? Um mundo com mais inclusão a todos os povos excluídos oprimido históricamente terrível. Essas ideias são onde já se viu. Esquerda Gabriel, concordo completamente, mas infelizmente quando hoje a gente fala de decoloniais a gente pensa num sentido do minholo e um haidegerianismo, identitarismo de esquerda com povos originários metafólico. É, isso também acontece, mas é isso acontece, mas ainda também é um é um nicho muito específico acadêmico. Então também não me me aparece ser tão tão problemático assim. Diz, querido Leandro, não só dá entrada no mercado, como gera discussão orgânica, marketing gratuito. Sim, além do do green wash, como é que é? Social wash, sport wash, faith wash, tem muitos wash pro pessoal fazer aí, né? Diz Leandro, quem diria que no fim tudo vira mercadoria? Não é mesmo? Quem diria que isso acontece, não é? Caraca, alguém podia ter percebido isso há 200 anos atrás. Querido Pedro, boa tarde emos. Boa tarde a todos os emos que estão aqui conosco. Todos ouvimos aqui, emo algum momento na nossa vida. Inclusive o último álbum do pessoal do da Fresno não é muito bom. Diz quida Luna. Bora de comb ter espantalho. Exato. Uma grande luta de espantalhos. Diz que do Ryan, a luta pelo fim da jornada 6 por1 também não vai impactar tanto assim o funcionamento capital. Não, não mesmo. O que é, mas é bom para nós. Então, lute pelo fim desse caso. Legal. Descobri nesse vídeo que sou de direita. Acontece, acontece, mas não é não. Tá tudo em paz. Sobreviveremos. Diz quido Pedro aqui. Colinas, Maranhão, Lula de novo. É nós. É nós. Faz o L. Você também fazendo o L. No final a gente vai todo mundo fazer o L, porque eis a vida ela se impõe. Não adianta a gente ficar dando murro em ponta de faca. Dized, esse critério de apropriação, entre parênteses, que parte de uma ideia de burguesia homogênea judeu internacional fecha parênteses, vai levar o Glauber a uma conclusão típica do comunismo a respeito da Globo, cabe para o STF também, né? Então é aí que tá, mas a gente fez aqui uma ressalva importante no início do nosso papo, que nosso debate não é com Ed, né? Com Ed, perdão, Ed. Nosso debate não é com Glauber, né? A gente tá discutindo com a Susan Newman e o Glauber é o nosso porta-voz para discutir com ela, né? Porque o a divulgação das ideias, o que eu acho que vale a pena tensionar o debate, tensionar o debate, os comentários, os apontamentos para, pô, massa, massa. Quem sabe a gente conseguir aí buscar uma discussão com a Susan e com o próprio Glauber e ver como a gente se dá na apropriação dessas ideias da Susan e do Glauber, Susan Ne saber que estiverem conosco também. Perdão, eu acho bem cringe esse bagulho. Olá, amigos do saber. É a marca dele, mas eu acho. Nós podemos fazer aqui como Niet fez lá em sua obra o anticristo, estabelecer um critério de verdade, tá? É que o Niet fez o seguinte: "Em o anticristo, Niet afirmou que se um sacerdote diz que algo é verdadeiro, então é falso, porque o sacerdote sempre mente." E isso nos fornece um critério de verdade segundo Niet. Então, de maneira análoga, nós podemos dizer aqui nessa discussão que se o capital afirma que determinada pauta é progressista, provavelmente ela não é, porque os capitalistas têm consciência de seu lugar na sociedade capitalista e jamais investiriam em pautas que colocariam sua situação de classe em perigo. Então, atenção, o capital jamais investe contra si mesmo. A gente não pode esquecer isso de forma alguma. O capital jamais investe contra si mesmo. Algumas pessoas acreditam, por exemplo, que programas de televisão como o Big Brother Brasil prestam alguns >> Ah, pera aí, antes da gente fala do Big Brother, >> não, né, Glauber? Então aí é o comentário que agora eu acho que não é um argumento da Susan me parece um comentário do Glauber. Aí sim eu vou discutir com Glauber. Eu entendi o uso estrutural ou arquitetônico, se nós quisermos falar bonito, sofisticado, do critério de verdade de Niet, um critério bem complicado também, mas eu vou segurar um minuto o meu comentário crítico a esse a esse critério. Mas o uso aqui arquitetônico, estrutural da ideia de Net, olha, o sacerdote sempre mente, então desconfia dele. Eu acho um pouco abstrato e generalista demais, demais a gente fazer isso, mas tudo bem, seguremos um pouquinho. O grande problema é isso, foi chamado a atenção do nosso querido Ed, que está aqui comentando conosco. O Ed chamou atenção numa parada que é óbvia e importante da gente considerar que ao você fazer isso, né, o capital, que na verdade não é essa entidade, não são pessoas que tomam decisão em última instância, mas digamos os burgueses, a burguesia, como se ela não entrasse em contradição com ela mesma, como se ela não lutasse contra ela mesma, como você se você não tivesse ali diferentes tipos de sacerdotes apresentando aí ideias, então mantendo o uso arquitetônico, estrutural e quase Quase analógico, né? Quase de analogia mesmo do de Nit. Digamos o seguinte, que um sacerdote diz: "Você deve necessariamente todas as manhãs acordar às 8 horas da manhã para fazer a sua reza X, senão você será danato". E aparece um outro e diz: "Não, você não precisa fazer isso. Se o meu critério é única e exclusivamente que o sacerdote sempre mente, substancializando e abstraindo e criando esta figura do sacerdote, o meu critério vai ter um problema que eu vou ter que confiar qual dos dois tá mentindo, porque eles não estão falando a mesma coisa, eles estão falando coisas distintas. Só funciona se eu imaginar que o sacerdote ou os sacerdotes sempre falam a mesma coisa, o que significa um grau de abstração alto e elevado demais para eu tomar como critério de verdade. Ao fazer isso, o Glauber diz: "O capital nunca vai contra si mesmo". Mas isso não é nem um pouco dialético para começar. não considera a possibilidade da criação de contradições que o próprio sujeito capital cria para si mesmo, como diria Marx, cavando sua própria cova, não intencionalmente, né? Cava sua própria cova, levanta seu próprio alçapão. É isso que acontece no processo histórico, porque ele cria assim condições contra ele mesmo, gente. É a base do movimento dialético de Marx, tá ligado? E aí, se a gente retomar agora o exemplo que eu acabei de dar de dois tipos de capitalista que hoje disputam porque querem gerir o capital a partir de posições diferentes, a gestão financeira globalizada e a gestão de capital industrial brigam entre si, assim como o capitalista industrial brasileiro entra em conflito contra o capitalista do agronegócio. E hoje o capitalista industrial brasileiro tá cada vez mais sendo aliado e sendo consumido pelo capital financeiro, entrando em mais uma contradição. Ou seja, se eu não considerar esses processos, eu não entendo como é possível que determinadas pautas que aparentemente são de esquerda são, eu ia falar cooptada, mas é uma palavra equivocada, funcionam como justificativa adequada para um tipo de de capital, para um tipo de capitalista que recebe investimento de ONG, de terceiro setor, de luta por diversidade, de propaganda do [ __ ] quatro. O que acontece é que no fundo o Glauber e a Susan Glauber assumindo essa posição, Susan apresentando suas ideias, é que na cabeça deles é um uma discussão moralista. Esquerda é bom, direita é ruim do mal. A direita do mal ruim, capital do mal, esse ser demoníaco malévolo que condensa em si todos os males do planeta, o capital. Esse bichinho do mal, ele eh ao realizar uma bondade, na verdade está mentindo. Ele é mentir. Ele é falso. É uma falsa bondade. Tá numa discussão moralista e não de análise. E aí entra o problema sério. Tá perdendo paciência, né? Perdendo ciência, perdendo economia política, perdendo análise de conjuntura, perdendo processo de relações sociais e discutindo em termos abstratos. E aí, perdão, querida Susan Nman, que é socialista tal qual era socialista o Einstein, o físico, idealista, totalmente idealista. Materialismo foi abandonado nesse processo. Que coisa, não é? Pronto, tô com essa carinha aqui também. Pronto. É isso. Diz que sim, eu menciono Glauber e não a Susan nesse caso, porque o critério do Niet é o exemplo da Globo, ele não está expondo a leitura desse usan, é a contribuição dele perfeitamente. E aí a gente tem que discutir. E é uma contribuição que cai nas teses mais perigosas do comunismo. Isso é verdade também. Isso é verdade também. Não, não tem como, não tem como negar. É algo que a gente tem que discutir e tem que aperfeiçoar no nosso espaço de debates e conversa. Diz que do Ryan. Meu Deus, eu assisti o Glober direto. O que aconteceu nesse meio tempo? Gente, calma, não é para cancelar o moço. O Glauber continua fazendo um trabalho excelente. Excelente. É que esse livro aí dá uma faihada, né? Mirou no mirou na sexta e acertou no sábado. A piada horrível. Diz que da Luna. Sou de direita. Uhu! É, é o risco, né? pessoal empurrando a gente sem querer para um lado errado. Diz querido Gabriel e até eles falam verdades e meias verdades. É verdade. Diz que esquerdos autorais Ed. Esse critério do Niet é a aplicação de uma posição típica de prisolista da internet, antiglobo a priori, cai na estrutura amigo inimigo, inclusive sacerdote, não sacerdote. Então, pronto. Mas nesse espaço do amigo inimigo, sacerdote, não sacerdote, seja sempre desconfiado. Desconfiado porque a desconfiança desconfiada, sem nenhum critério mais científico e prático do processo, de análise do processo, é funcional politicamente, mas cai no Carl Schmit e naquilo que já já o Glauber vai trazer pra gente, que é um dos adversários da Susan. E aí, a Susen, avalia de maneira correta o problema de você ter essa ideia caro chimitiana. Só que adivinha o que aconteceu na argumentação? Entrou em contradição. Se a gente botar Susan contra Susan vai dar aqui. Eu acho que esse é o é o trabalho mais importante que a gente tem no nosso pequeno canalzinho, botar autor e ideia contra a própria ideia e o próprio autor. Importante o serviço à classe trabalhadora ao levar discussões identitárias aos lares brasileiros, né? Quem quem nunca ouviu isso, né? Na rede social. né? Tem sempre um de esquerda que defende isso. Agora, preste atenção, essa mesma emissora de televisão, patrocinadora do golpe cívico militar em 1964, estaria agora então supostamente se redimindo através do BBB, levando instrução política e desenvolvendo a consciência de milhões de famílias? Tem gente que pensa isso. E como se não bastasse, alguns identitários ainda afirmam que toda crítica desse tipo ao BBB é elitismo, né? Porque se o povo pobre não lê obras de filosofia, ele pelo menos discute os últimos acontecimentos da >> É, agora tem espantalho para caramba e como eu comentei, papo moralista, né? Tem entidade do mal e as pessoas do bem e não processos e relações históricas. Mas tudo bem, vamos lá. >> Casa mais vigiada do Brasil. Bom, esse exemplo mostra não apenas como eh empresas e indústria cultural incorporam as pautas woke para aumentar seus lucros, mas também como muitas pessoas supostamente de esquerda, acreditam na ilusão de um suposto empoderamento através do próprio capital e de seus braços ideológicos. Mas nós estávamos tentando definir o, né? E como podemos ver, definir o é uma tarefa árdua, tendo em vista que o movimento expressa sentimentos tradicionais de esquerda, pode parecer inicialmente estranho associá-lo à direita ou então ao próprio capitalismo, sobretudo pelo fato de WK dizer respeito originalmente a uma preocupação com pessoas marginalizadas. Por isso, é melhor compreendermos o WK mais como uma cultura do que propriamente um movimento formal. De tal maneira que diversas organizações podem apresentar traços da cultura walk sem necessariamente se reduzirem a este rótulo. Tudo que é bom e que eu considerar positivo será progressista, mas não um e tudo que eu considerar mal vai entrar nessa malandragem do WK. É uma análise extremamente extremamente moralista, cara. Muito, muito moralista. Muito moralista. E aí, bom, já vai esa que o moralismo volta de novo. Daqui a pouco. Vamos falar agora sobre universalismo e tribalismo. Veja, como a Neima coloca em sua obra, o universalismo é uma das principais ideias de esquerda. por cerca de dois séculos, uma das formas básicas de distinguir entre esquerda e direita dizia respeito à solidariedade internacional, a uma preocupação com todos aqueles fora do seu círculo imediato. O que unia as pessoas era não sangue, cor da pele ou gênero, mas convicção e partilhamento das mesmas ideias. Agora, o oposto do universalismo é o identitarismo. A Neima observa, no entanto, que, pronto, Kevin tinha perguntado pra gente o que que é o universalismo. que no caso, pela breve apresentação do Glauber, o universalismo seria esse essa crença na ideia de que há valores universal universalmente compartilhados, de modo que aparentemente pessoas estariam unidas por defenderem os mesmos valores e ideias, independentemente da raça, do gênero, da do local de nascimento e etc. Problema? Eu não vou repetir o argumento que eu já dei. Quando a gente coloca isso na realidade, todo mundo lutando pelo progresso, pela revolução, pela transformação. Aí o PC português dizendo: "Nossa prioridade é luta contra para derrubar o Salazar. O PC de Angola ou de Moçambique lutando para Não, não, não. Nossa prioridade é derrubar a relação de colonização. Que negócio é esse? Você derruba o Salazar, mas continua aqui a gente sendo colônia da metrópolis e a gente tá lascado. Ambos estão lutando pelos mesmos valores, mas condições distintas, contextos distintos, exigindo tomadas de posição distinta e que há conflito entre si. Ou pega o exemplo dos salários que eu comentei, a melhoria de salários na periferia aumenta a pressão sobre os preços no centro, fazendo com que a classe trabalhadora no centro sofra com inflação. Todo mundo querendo aumento de salário, mas olha o que acontece. A realidade ela se impõe a valores e ideias, né? Então, por isso a importância de a você pessoa, você pessoa que quer ser de esquerda marxista, não defenda ideias e valores abstratos. Ciência social em primeiro lugar, antes da filosofia, perdão, filosofia. Como formado em filosofia, eu digo ciência social em primeiro lugar, não dá para discutir valores em termos genéricos. Ele tem que tá conectado com a observação das relações sociais efetivas de maneira clara, senão dá ruim, dá ruim, dá ruim, dá ruim, dá ruim. Diz que Luna: "Eu sofri muita misogenia. Solidariedade aí aí, sacanagem. Entre esses esquerdistas clássicos, se eu denunciar serei de direito. Ah, é bom ponto, né? Que a luta pelo universalismo, pelo progresso, não sei o que lá. Então, vai deixando essas outras coisinhas que é bem problemática de lado, né? Isso acontece com a Ah, [ __ ] que do Gabriel, sem brincadeira, só aparece teoria da conspiração globalismo da esquerda. Corre esse risco com frequência. Dis querido esquerdo dos autorais, se o debate do crepe com o cidade fosse universalistas versus tribalistas, teria muito mais público. Concordo. Inclusive já tinha que começar com codepay tocando de um lado por ser uma música universalmente ruim e tribalistas tocando pro outro, que é uma música nacionalmente ruim. Você é assim, um sonho para mim enquanto eu não te vejo. Ó que coisa horrível. Faz sentido. Que esse termo é enganoso porque ele pressupõe que a nossa identidade pode ser reduzida a apenas duas dimensões, mas que cada um de nós possui muito mais que isso. Ela nos lembra que até a metade do século XX ninguém pensaria em reduzir sua identidade unicamente a critérios, tais como raça, sexo, nacionalidade ou religião. E além disso, definir a essência de alguém de tal maneira era considerado ofensivo, estúpido e antiprogressista. Agora, hoje em dia, no entanto, quando alguém se define dessa forma, é visto como empoderado. Nós reduzimos, então, nossa identidade a apenas duas, raça e gênero. é que talvez possa estar equivocado e só vou jogar aqui. Talvez a Susan não tenha visto a importância da pessoa lembrar pros outros humanos que você é de determinada gênero e de determinada raça, porque senão você é tratorado no processo. NeMA afirma que isso poderia parecer apenas uma questão de aparência de visual, mas que se observarmos bem, nós veremos que essas duas dimensões são justamente aquelas que sofreram os maiores traumas ao longo da história. Então, por um lado, a política identitária teve o mérito de fazer com que o sujeito histórico fosse não mais o herói, mas a vítima, dando voz àqueles anteriormente excluídos. >> Nós fomos enganados. >> Estão aporos. >> Enganuda. >> Beijo meu anel. Essa frase ficou esquisa. >> Agora, por outro, o que começou de forma generosa se tornou algo perverso. E a Neima apresenta alguns exemplos em sua obra a fim de mostrar como a vitimização, quando está dissociada de exigências legítimas por restituição, se torna apenas uma moeda de troca para obter reconhecimento. Temos então que o abandono do universalismo leva ao tribalismo. Neymar nos lembra que a própria Bíblia adverte contra a união de pessoas em torno de identidades tribais. Porque o resultado disso é geralmente inveja, discórdia e guerra. Por tribalismo, ela entende o colapso social que ocorre quando indivíduos de qualquer grupo enxergam a diferença humana mais fundamental como aquela entre o nosso tipo e todo o resto, ou então nós contra eles. Agora, que foi exatamente o que aconteceu no processo de separar a esquerda clássica dessa coisa woke do mal aí optada pelo capital, né? Tipo, foi exatamente isso. É exatamente isso que tá acontecendo aqui, porque tá sendo discutido em termos genéricos e abstratos. Aí você pode aplicar a mesma coisa, a mesma coisa, a mesma estrutura para falar: "Cara, esse bagulho aí de separar esquerda clássica, que é nós aqui na luta do bem, do pelo bom, pelo belo, pelo justo, pelo correto, e esses woke aí cooptados. pelo mal, pelas trevas, pelo Dart Vader e tudo mais. Aplica a mesma mesma coisa, né? O sacerdote do mal que sempre mente como critério de verdade, né? Então, se ele tá falando, ele tá mentindo. E esse capital do mal aí, porque moralmente que a gente tá discutindo, você pode aplicar o mesmo processo, porque a discussão tá moral, tá abstrata, tá genérica. E aí o Gber tá tendo que fazer uma série de adaptações para poder apresentar as ideias. Uma série de adaptações. Ele tá tendo que traduzir o como identitário, identitarismo, fazendo ajustes, fazendo comentários paralelos pra gente do Big Brother, por exemplo, para poder encaixar, porque não tem conexão efetiva e aderente com essa com o contexto que a gente tá lidando no nosso cotidiano, inclusive. Então, bora lá. mais paradoxal hoje em dia, tendo em vista que a ideia de raça foi criada justamente por racistas, algo que parece não incomodar os identitários. Segundo Neymar, a resposta a todo tipo de opressão, >> esse argumento é muito merda, né? Nossa, eu não lembrava dele. Esse argumento é muito merda, né? [ __ ] na ideia de ai >> tem que passar, pelo contrário, justamente por aquele universalismo da esquerda clássica que é negado pelos tribalistas. Agora, a negação do universalismo tem, além disso, consequências perigosas. Nós encontramos um dos principais exemplos em K Schmith, teórico ligado ao partido nazista e ainda hoje estudado em diversos programas de pós-graduação também no Brasil. Agora, não se trata aqui, gente, tá, de desqualificar sua obra através de um ataque à sua pessoa. Trata-se de avaliar as consequências práticas de sua teoria. Porque o filósofo alemão Martin Heidegger também foi membro do partido de Hitler, mas seria somente com um esforço interpretativo questionável que sua filosofia pode ser associada à prática política nazista. Tendo, não, não, não, não, pera aí. Dois problemas. O primeiro não é para ofender gratuitamente o cara assim as ideias. Eu hoje aqui já vou ofender gratuitamente. Cal Schmid. Canalha, canalha, canalha, canalha, canalha, canalha, canalha, canalha. Sim. Pronto. Obrigado. Só precisava fazer isso. Dito isso, as ideias dele também são bem problemáticas. Vou fazer as duas coisas. As ideias, os efeitos das ideias também são muito problemáticos e eu vou concordar plenamente com a Susa, essa ideia da criação do amigo inimigo, da redução de toda critério de verdade, a questão de quem é mais forte, quem pode mais. Tô de pleno acordo nesse processo, tá? Mas, porém, contudo, todavia, porém contudo, todavia, veja bem, na argumentação e na estruturação que o Glauber tá apresentando da gente, da autora, o problema estaria em abandono da ideia de universal, universalismo, mas não, porque a questão não tá no abandono da ideia de um valor, a questão tá nas relações dos processos históricos como efetivamente se dão, de modo em que nós vemos grupos que defendem e defenderam posições universa alistas, realizando e tendo como efeitos de seus processos reforço de opressão entre pessoa bem no ajuste de ideia, mas efetivamente na tomada de decisão prática, saca? Então, na verdade, isso aqui é um grande não problema. Um grandíssimo não problema. Um grandíssimo não problema. E dito isso, Emanuel Vinas, como um leitor admirador, elogioso, mas crítico de Heidegger, demonstra como sua ética pressuposta e aquilo que acompanha a sua filosofia é propriamente é é. E aí tem outras coisas que vão aparecendo, como os cadernos negros que ele guardou, né? O Heineger guardou, falou: "Ninguém publica, até depois de x tempo que eu morrer". Aí começaram a liberar os textos e olha, o moço é problemático, hein? O moço é problemático. Diz que do fazer watch. Por que ofender os tribalistas? Ah, porque é ruim. Do meu ponto de vista, tem quem goste. Tá tudo bem. É que eu sei lá, eu ouvi aquela música, me irrita muito. Ela fica na cabeça e ela é ruim do Eu gosto de você. Não sei aqui. Diz aqui do Ryan. Posso ser decolonial e reclamar do termo tribalista? Pode diz que do Gabriel. Ah, vira o aí vira o identitarismo de esquerda pura. Exato. Que é o que acontece inclusive, né? Ser de esquerda virou identidade. Classe virou identidade, né? Eu sou da classe. Hum. Eu tive uma experiência que eu não vou contar agora, se não tomo muito tempo, mas que aconteceu uma coisa engraçada sobre isso. Disse: "Querido Leandro, não precisava trazer Heidegger para esse argumento. Não foi totalmente desproposital. Mas por que que o Gber fez isso? Eu entendo porque ele fez isso. Porque Heidegger é um um filósofo genial, é genial, é incrível. Você ler aquela desgraça, é bom, velho, é bom tua cabeça ele é o filósofo mais importante do século XX, talvez o mais influente do século XX. Então o impacto de sua produção é muito grande. Aí se você simplesmente vai para ofensa gratuita e abandonou a ideia do cara pelo fato de efetivamente está conectada com o partido na, você vai lá e vai falar: "Hum, então não pode estudar mais. tudo que vier daí é um problema, tal, não sei o que lá. Você realmente não pode ficar nesse âmbito. Você tem que demonstrar os efeitos e os problemas, as ideias do autor. Lógico, óbvio, tem que passar pela crítica, né? O problema é que aí o Glauber tá correto em tentar preservar para dizer: "Olha, como esse cara tem um tem um impacto muito grande, há uma autoridade, influenciou o século XX inteiro, se você simplesmente ofender gratuitamente tal qual dá para fazer com Cmit, você vai perder muito do da produção de conhecimento do século XX, tá ligado? Então é, eu entendo, apesar de que eu acho que não precisava de maneira nenhuma realmente pro argumento. Concordo contigo. Diz que aluna, o que essa galera não entende é que certas desigualdades são muito específicas e precisam de um enfoque específico. Exato. Que incomoda eles de um jeito que eu acho tosco. Exato. É, dá para conviver, né? É, concordo. Ah, tá muito certo. Diz que do esquerdos autorais. Esse argumento é péssimo, o mais antidialético possível. Foi criado por gasis. Acabou-se. É, esse é o argumento é pés, é péssimo esse argumento. É pés. Eu concordo. Diz querido Leandro, sem razão, nem para defender o R acontece. Diz que do Gabriel, o paninho mal passado. É, agora não sei se eu mal passei, se o Globeron mal passou. Quem tá mal passando esse pano? Prefiro o pano bem passado, bem passadinho. Fica muito mais agradável, casa fica limpa. Diz que Kid Ryan. A solução da autora pro fim do racismo seria vítimas só aceitarem agressões? Não sei se entendi. Então aí que tá como a exposição e a divulgação do conteúdo ficou muito muito frágil, muito frágil, se essa forição, olha, abandono do universalismo e tal para cara entra num mar de problemas muito grande, muito grande, muito grande. E tudo para dizer, ó, a esquerda não é oak, né? Aí a minha pergunta, que é o que eu ia fazer no final do vídeo, mas eu vou fazer agora, só vou deixar correr mais um pouquinho para já ir pro outro. A minha pergunta que eu ia fazer no final do vídeo é: para quem você tem que explicar que você não é o WK? Quem é o interlocutor para você ter que fazer essa informação e e essa afirmação? Quem é o interlocutor? A sua interlocutora, sua interlocutor precisa dizer: "Não, não, não, mas a esquerda não é o com quem você tá conversando? Você tem que provar isso para quem e com quem. Isso altera o modo de perceber o problema do texto ou a argumentação do texto. Mas já já eu volto para esse tema. Hum. Eu soltei o vídeo, esqueci de colocar aqui. Perdão. Deixa eu voltar aqui. No caso de Cmith, nós estamos falando do direito, uma área em que as consequências práticas de qualquer teoria estão mais próximas da vida cotidiana. Neymar afirma que para este, conceitos como humanidade seriam apenas invenções judaicas para disfarçar seus interesses de dominação em sociedades não judaicas. E este argumento é ironicamente muito semelhante àquele segundo o qual o universalismo seria apenas uma ideia eurocêntrica para disfarçar os interesses de dominação dos europeus sobre os outros continentes. Agora, já que falamos sobre eurocentrismo, vamos deixar duas palavrinhas sobre antes das palavrinhas. Aqui é um grande espantalho, né? A menos que você diga especificamente quem é o seu interlocutor, a sua interlocutora, tá batendo em fantasma, tá batendo em nada, né? A crítica à ideia de universalidade e de universalismo vem pelos limites historicamente realizados que as bandeiras de vim trazer o progresso e os direitos humanos universais acompanham reforço de dominação, escravização e impossibilidade de autonomia dos povos. E assim, não é uma questão de ideias e valores abstratos, é uma questão de que isso aconteceu. E aí diante do é o famoso Estados Unidos invadindo outro território dizendo: "Vim trazer liberdade para vocês, né? Vim trazer universalismo para vocês, vim trazer o progresso, a galera morrendo tudo desgraçado, explodindo tudo, tal". Essa contradição ela existe, ela aconteceu, inclusive ela acontece em alguns contextos. Então o ponto é você criticar o limite dessa ideia de universalidade que cumpre papéis e cumpriu papéis de manutenção e justificação de dominação de povos das periferias. Isso aconteceu, meu pai. Aí quando acontece um processo desse, fala: "Cara, acho que não, né? Acho que a gente tem que dar uma especificada aí". Aí vai entrar nesse problema que o Glauber vai querer trazer de eurocêntrico, mas a crítica ao eurocentrismo tá correta, conectada com esse tipo de relação. Ou uma ideia de que eu vim trazer paz, liberdade, autonomia, bem, serviços, progresso, tudo, mas vem com canhão, vem explodindo, vem matando, vem bagaçando. E então, e não é uma contradição em termos, né? Não é uma contradição termo, é uma é um efeito prático. O conteúdo dessa universalidade tá carregado desse processo. É, a galera começa a criticar, fala: "Gente, pera aí, pera aí, perí. Tem que considerar aqui a nossa realidade local, tem que considerar aqui o tipo de processo que a gente quer desenvolver, autonomia dos povos, tem que considerar aquilo que tá acontecendo efetivamente. E aí depois em grupos menores ou espaços mais reduzidos, isso também ocorre em relação a grupos dominantes contra minorias, gênero de raça, etc. Então, a ideia de universalismo apaga a luta, apaga. Isso aconteceu, meu pai amado. Então, assim, tem que ter essa consideração. Se você não considerar isso, parece que esse papo começou ontem e que aí que é uma discussão do DCE no Café da Lanchonete. Isso também acontece de um jeito horrível, inclusive perdendo-se muito do elemento efetivo da crítica e desse processo histórico. Mas tem que se considerar por surge e nasce a crítica essa ideia de universalidade e de universalismo. Ainda que humano lá na Europa defendess liberdade para todos. É liberdade para todos. Bacana. Também defendo, né? E você tem que entender o que aconteceu na realidade do processo histórico. Diz querida Luna. Tem esquerdista clássico que quer me hostilizar. Tá complicada a vida. Já que ou já ou me constranger de alguma forma por ser feminista e lutar por mulheres. Exato. Isso acontece, gente. Isso acontece dia sim. Dia também. Dia sim, dia também. Solidariedade aí, Luna, pô, mas é [ __ ] né? Diz que o Gabriel, os Glauber, porque mesmo nas premissas deles, o que ele teve consequências reais e ruins, incluindo no aspecto da filosofia. Pois é, querido. O o interlocutor aqui é um interlocutor bem específico. Diz querida aluna, acho que quem tá virando de direita são eles. Então, então pode ser que tenha um grupo aí perigoso, que do Luk. Fala, Luc, como é que você tá? Salve a todos. Salve Luk. Todo colonizador é um bastardo. É nós também colonizado, né? Em teoria e na prática. Diz que Luna universidade que parte de uma ideia equivocada. Universalidade no caso que todos falam do mesmo lugar e não falam. Exato. Exato. Aí que eu gosto da expressão que o Dúciel faz uma adaptação boa, que é a pretensão de universalidade, né? Altera consideravelmente o moto. Como você lida com o problema? Ah, tem porque um relativista pós-moderno sei lá o que, vai dizer: "Não, não, não existe universalidade, é tudo particularidade", que é o que o Galber corretamente tá apontando junto com a Susan New, eh, que se não vira K Schmith, quem é mais forte, vale o que vale o que eu tô pensando, não tem critério de verdade, tem [ __ ] nenhuma. tá errado. Tá errado. Tem que ter critério, tem que ter essas coisas, obviamente, mas é distinto de eu ter uma pretensão de universalidade, considerando os contextos e a possibilidade de diálogo, de construção conjunta, deu já partir do universal para universal, porque isso não existe e tem efeitos problemáticos, não pela ideia, pela prática, pelo pelo efeito prático de como isso acontece. Mas bora lá finalizar o papo aqui porque vai entrar no eurocentrismo. O tema Neyman dedica várias páginas de sua obra mostrando que o conceito de eurocentrismo foi criado no Iluminismo para criticar a própria Europa. Então, é uma grande ironia que pensadores considerados decoloniais tenham como ponto de partida justamente uma ideia tão europeia como a crítica ao eurocentrismo. De modo que suas teorias são em grande parte ecos de uma tradição que remonta a pensadores como Montesquier. Enquanto filósofa e especialista no período iluminista, A Neima como os pensadores dessa época foram os primeiros a criticarem o colonialismo, tendo por base justamente o quê? o universalismo, ela nos então aí agora ela tá contextualizando, né? Aí agora tem uma contextualização de qual universalismo tá se falando, de como se deu uma crítica ao eurocentrismo dentro dos próprios limites da ideia europeia no debate dos interlocutores resolvendo os problemas dentro da própria Europa. Aí vem o salto ornamental, triplo duplo twist fardado, né? duplo twist fardado que foi dado aqui. A ideia de eurocentrismo surgiu na própria Europa. Então é engraçado que alguém de fora da Europa utiliza a ideia de eurocentrismo. Se vocês aí que não são europeus estão utilizando a palavra eurocentrismo, vocês estão sendo colonizados. Por si só, isso é bem engraçado. Luciano Hul numa aldeia, né, falando: "Guarda esse celular aí que isso aí não é da sua cultura não, viu? Não é para aparecer aqui essa coisa de modernidade. Guarda o celular aí para tirar uma foto, tá ligado? Mesmo processo. Mesmo processo, assim como aí tem um um um busca cultural originária do da do termo eurocentrismo, né? reproduzindo daí propriamente uma ideia de identidade, de universalismo e do não sei o que, que isso aqui é a gente que fez, a modernidade que fez. É muito ruim, cara. É muito ruim. Não é que eu fico até sem palavras assim, eu tô [ __ ] É muito ruim, cara. É muito ruim. É muito ruim. Não é que é muito ruim e não tem nada a ver com cara. É muito ruim. Muito ruim. Não tem nada a ver com a gente. Diz aqui do Ryan, pô, Gbert me fazendo me sentir mega dele. Não é que o Gbert divulgando a ideia da Susan. A gente tem que dar essa canja aqui. É a Susan falando, né? Diz querido Leandro, eu já não tinha achado o vídeo do Global. Bom, desde que vi a primeira vez, mas vai ficando pior vendo cada detalhe. Exato. E cada vez que a gente assiste fica pior. Esse vídeo é ruim mesmo, cara. É um é um vídeo ruim. É ruim. Ele tem bastante problema. Isso que a gente vai parar na metade dele. Diz que do Kevin queria ter a mesma autoestima que a Susan tem para vender livro. Não, eu queria ter, eu queria ter o dinheiro que o cara da editora que vai, que traduziu o livro da Susan vai publicar em português, se já não publicou, teve. Eu queria ter essa, essa grana para escolher outros livros para traduzir, né? Em última instância, cara, é um grande não problema sendo trazido, né? É um grandíssimo não problema. A gente nem usa a palavra walk. Que é a pergunta, quem é o interlocutor desse papo? Tá ligado? Quem é o interlocutor? Com quem que a Susan tá conversando? Eu tenho duas duas hipóteses. Uma, ela tá querendo convencer os walk estadunidenses de que vale a pena ser o luminista. Essa é uma opção que eu tenho. A outra seria não, ele quer, ela quer convencer os caras que são antiwok, né? A direita que diz que a esquerda é o para dizer não não a gente não é walk o walk não. Isso aí é uma invenção de vocês para ficar dizendo a esquerda walk. Se fosse essa segunda opção, eu fechava mais com a Susan. Não tem que mostrar para esses caras de direita que fica usando walk woke woke contra nós que aqui no Brasil é cada dia assim dia também vai aumentando o número de pessoas que estão substituindo ideologia de gênero pro walk. Falei: "Isso aí é todos esses WK, mas não é isso que que isso nem tem a ver com a gente, né? Nem tem a ver com que que você tá falando. Se liga, doido. Se fosse essa segunda opção, né, mostrar pra galera oposta, né, os adversários que não, cara, a gente não é esse negó, para de taxar a gente assim, eu fechava, fechava fácil. Mas me parece que é a primeira opção. Ela tá querendo convencer quem ela chama de walk, que deve ser no contexto que deve ser não, que é no contexto gringo, nos debates que eles têm lá. Ela tá querendo convencer o Zok de que vale a pena vir a arregimentar o time iluminista. Vem a você também vem peluminismo você também. E aí viram a disputa pela escola, pela ideia, pelo valor, valor abstrato. E aí lasca, né? Eh, marxismo que vai embora, sai voando pela janela, aí vai embora. Diz que do Glober. Eu gosto muito do trabalho do Glober. Eu também. Eu acho incrível. Eu gosto mesmo. Eu pago maior pa trabalho do Glober. Acho muito massa. Nossa, ele tem vídeos excelentes. Excelentes. Diz, querido, querida Luna, quem foi a feminista que deu um fora no GL? Coitado, Glub tem nada a ver com o Glauber, eu acho. Ele tá reproduzindo aí as ideias da Susan New. A esquerda não é WK, a direita que fala o WK, diz aluna. Exato. Mas é a direita nossa fala o walk. Aí que tá. que realmente tem grupos na gringa que se se assumem como WK, né? Nós somos o WK, o cultura BK, BK tem. E tudo bem, tudo bem. Tem uma galera que se assume o e aí reforça o debate, mas é um debate que não tem nada a ver com a gente, tá ligado? Pro Glauber trazer para cá, ele teve que adaptar o com identitarismo, já é um subproduto dos debates gringos também. Tô tipo, [ __ ] é um grandíssimo não problema. Quantas árvores foram gastas para esse não problema? poderiam ser usadas para criar meme, poderiam estar sendo usadas para criar música de inteligência artificial, mas não. Elas estão sendo gastas em livros de não problemas traduzidos pro português. Diz que R a Susan tá querendo vender livro, ela deve tá conseguindo. Já tá vindo para português. Quem será que financia? Ford Foundation. Waw aí. Ai, é engraçado. Fala querido Rafa. Como é que você tá? Rafa tudo bom? Conhecido também como Vira Lata Vulso. É ao vivo ou é reprise? É gravação ao vivo. Live ao vivo gravada efetivamente. Ai, meu pai amado. Não sei se eu volto pro vídeo, não. Vou encerrar aqui o papo do Glauber. Deixa eu já ir pro outro vídeo. Obrigado, Glauber, pelo pelos serviços prestados. Já sofremos o suficiente. Já sofremos o suficiente. Já sofremos o suficiente. Deixa eu pegar o outro vídeo que agora a gente vai pro papo com Eri antes de ir pra nossa crentosfera. Inclusive os videozinhos da crentosfera ficou muito bom no Instagram. Tá circulando bem. Papo com ele aí. Eri, Eri, Eri. Eribaldo Maia, um beijo Eribaldo Maia. que o nosso papo, nosso bate. Pera aí, ó, fazer o seguinte, eu vou dar play aqui no Eri, eu e aí ele vai dar introdução pra gente. É só preciso pegar um negócio ali de lado. Já venho. Prestem atenção, hein? Prestem atenção. Deixa eu colocar aqui ele. Pá, pum. Vamos do início aqui. >> E é o ponto do desejo, né? Ele coloca assim: "Não, eu gosto de uma tradição. Calma aí, calma aí, Diacho. Tá muito rápido. Vamos voltar aqui que o Eri fala mais rápido que o Glauber. O Glauber tive que deixar um pouquinho acelerado porque ele fala muito devagar. Pera aí. Eu apanhando com o meu computador. Velocidade volta para não 1.0. Car aí não. Ô deo aí meu mouse pad tá triste. Clica aqui. Volta pro início. Prestem atenção, hein? Prestem atenção. Ah, vai ser legal o papo. Vai ser bem legal. Vocês vão curtir. Papo bom, papo bom, papo bom. Prometo, caí, mas voltei. Papo bom, prometo. Ele nos introduz ao debate e eu volto comentando. >> Olá. Olá, pessoal. No vídeo de hoje a gente vai continuar o debate com Bruno Requal sobre Mark Fer. Dessa vez eu vou pegar um ponto que ele falou na live dele que eu acho que vai terminar ilustrando bem o que eu vinha falando antes, que é o ponto do desejo, né? ele coloca assim: "Não, eu gosto de uma tradição, a filosofia pragmática, né, o pragmatismo, etc." Então, para mim, entendo, acho muito interessante os debates de ficha, mas acho que tem muitos problemas, muitas questões, porque fica no âmbito do desejo e termina se esquecendo as consequências objetivas daquilo que tá se falando, etc. Então, o meu ponto é que o conceito de desejo, e é isso que eu vou tentar responder aqui, o conceito de desejo, ele não prescinde do mundo, como se o desejo viesse antes ou depois do mundo. Existe uma gramática que o mundo impõe para o desejo. E por isso que as pessoas desejam o que desejam. Elas não desejam qualquer coisa. Elas desejam aquilo que o mundo estabelece que elas podem desejar, o que elas devem desejar. Ainda que isso não seja uma imposição vertical, mas isso atravessa quando nós somos socializados, nós partilhamos do que o Alexander Kojev chama de uma história dos desejos desejados. Então, portanto, entender como funciona o mapa desses desejos ou pensar criticamente qual é a gramática desses desejos, é falar desse mundo que produz essa gramática. Pronto, já viemos aqui paraa crítica da religião de Marx, né? Não sei se vocês perceberam, mas dito isso, nós precisamos agora encontrar um excelente nome, tá? O o Eri acabou de criar um excelente nome para livro, para livro, para fazer dinheiro para dar com pau. O mapa dos desejos. Nós precisamos construir aqui o mapa dos desejos. Mas dito isso aqui no vídeo, o Eri vai trazer um um comentário bacana sobre a posição pragmática, que é o que vai me interessar aqui pra nossa conversa, tá? Eh, e pra gente construir um mapa dos desejos, talvez, não sei. Mas, cara, é um excelente nome para quem quiser vender curso, quer vender curso, ganhar dinheiro, mapa dos desejos, meu irmão, tem múltiplas funcionalidades. Você pode utilizar isso em diferentes áreas, né? desde ali mapas dos desejos para coach que quer fazer você ganhar uma grana, fazer você ter um desempenho de alta performance, quem quer que você perca peso, o mapa dos desejos para quem quiser daí trazer isso também pode ser pro nicho do sex shop, mapa dos desejos. E aí você vai ensinar a pessoa a ter relações afetivas com outra pessoa. Você pode trazer mapas dos desejos para livros infantis, livros infantis de aventura, chamado infantil, mapa dos desejos. E aí você cria uma série do mapa dos desejos. Cara, muitas opções, são muitas, muitas opções. Muitas opções. Então, dá para fazer muita grana com essa ideia de mapa do desejo. Fica aberto aí para quem quiser. Para quem quiser. Isso é muito bom. Imagito isso. O Eri fez um papo, um papo massa, porque ele vai retomar essa esse comentário que eu fiz na outra live criticando Mark Fisher sobre esse lance dos desejos. E eu comentei porque, cara, uma posição mais pragmática. E aí, não pragmático tal, aquele maluco, como é que é o nome daquele doido, mano? Que que eu não faço ideia porque que ele tem tanta gente no canal dele, que é um conteúdo tão ruim. Vi falando sou pragmático, sou pragmático. Lo lconte, não é esse pragmatismo, a gente tá falando de pragmatismo sério, né? Teoria pragmática, William James, John Dew e Richard Hort e por aí vai, né? tá falando de teoria séria, mas o lance da da do pragmático e o Eri vai trazer uns elementos sobre pragmatismo corretamente, que vai abrir pra gente uma discussão não propriamente sobre os desejos, mas que vai me interessar a conversa para fazer uma reflexão sobre nossa compreensão de ser humano nesse mundinho e como isso tem impacto pra gente ver prioridades de ação na hora da gente buscar soluções, porque como eu já disse e não sei se ele vai concordar comigo, nem vocês. Mark Fisher faz bons diagnósticos, como diagnóstico é muito massa, prognóstico é uma porcaria, com todo respeito ao Mark Fisher. Então, eh, e é isso. Vou vou parar por aqui pra gente continuar assistindo. Sacanagem. Deslendô, já tô com saudade do Global. Não, se eu botar de novo aquela continuidade de texto dele falando do eurocentrismo, você vai parar de ficar com saudade. Diz: "Querida Galinha Pintadinha Abortista". Que nome lindo, não? Que nome bonito você tem. Resumo da história da filosofia. Como assim? Essas paradas na minha cabeça não são tão importantes. É para você ver. É basicamente isso mesmo. Diz fazer o what? Ah, parece que ele está sofrendo. Diz querido Kevin. Desejos desejados, desejantes, desejosos, libidinosos, né? E diz querido Gabriel. Desejo desejar, desejar-te do desejo, desejar da crítica da crítica. crítica gramatical desejante, mas cara tem sentido. Tem que discutir o desejo mesmo, mas de outro jeito. Diz que do Ryan, cartografia dos desejos. Não, então cartografia dos desejos já vira colóquio acadêmico da USP às 2:30 da tarde de uma quarta-feira, que é a cartografia dos desejos. Aí tem uma foto do Foucault, a cabeça do Fou de um lado do Del embaixo à esquerda. Um mapa mal ajambrado, o fundo preto azul com as letras em não, o fundo preto com as letras e a fonte em azul com o azul que quase não dá para ler. E aí você vê lá cartografia dos desejos às 2:30 da tarde na USP semana que vem. E isso daí, mas não dá dinheiro. Dinheiro dá o mapa dos desejos. Fica aqui a ideia para vocês. Diz que vira latavus. Esses dias tava conversando com um amigo, ele falou: "Isso é um bom nome de livro e o que eu tinha dito era, abre aspas, registro atemporal da comoção dos sentidos". Não, isso dá um bom um bom título de de um bom título de exposição, né? Como é que fala? Veio a palavra em espanhol, ponência. É, é uma exposição, né? Apresentação do seu trabalho, uma apresentação de trabalho aprovado no congresso cartografia dos desejos. Então, no nosso congresso, cartografia dos desejos, 2:30 da tarde, na quarta-feira, lá na USP, a gente vai ter a apresentação do Rafael, que ele vai dizer o tema registro atemporal da comoção dos sentidos. Pronto. Pronto. Acho que a gente conseguiu construir aqui um universo acadêmico hipotético muito real, muito real. Nossa, eu já tô vendo esse colóquio acontecendo. Diz Kevin, o mapa dos desejos traz essa pessoa amada em quantos dias? Pô, essa é uma outra opção também. É, é uma boa colocar uma plaquinha, mapa dos desejos no poste e aí você vem, trago pessoa amada em s dias. Pergunta fazer o watch. Desejo é o walk? É claro, é óbvio que é o walk. Tudo que eu não gosto é, a gente já tá nessas brincadeiras Portuna chegando no fim, mas prestigiando. No fim nada. Hoje é sábado, sábado à tarde desfrutando desse momento. Inclusive Borduna tem colóquio semana que vem, 2:30 da tarde, cartografia dos desejos, tendo exposições de trabalho, incluindo o trabalho, como é que é o nome aqui? Registro atemporal da comoção dos sentidos. Você tá convidado para participar. Mas voltando, eh, foi foi massa porque o o Eri ele trouxe aqui uma estrutura de argumentação que é Marx em 184, 1840, entre 42 e 43, publicado em 44, que é o Crítica Filosofia do Direito de Hegel Introdução, no qual Marx, ao fazer uma crítica da religião, diz que a questão é que A religião, ela é seria a expressão da miséria do mundo e um protesto contra o mundo real, né? É o OP do povo, aquela coisa toda. E que em última instância seria o problema não está numa sociedade que produz o problema não está na ilusão, mas sim na sociedade que produz ilusões. Isso é Marx. O problema não é, no ponto de vista dele é olhar a religião, a ilusão. Uma ilusão, não. Para para ele o problema não é a ilusão, é uma sociedade que produz e necessita, precisa de tal ilusão. Aqui já seria no caso do Eri, ele falando sobre o desejo, é a mesma estrutura. O problema não está no desejo, mas na sociedade que produz tais desejos. Beleza? Guardem isso porque eu vou retomar, tá? Eu vou retomar o a ideia da dessa essa ideia da ilusão, do desejo de como Marx trabalha aqui de da religião pra gente poder esticar o papo. Vai valer a pena, pô. Confia no pai. Diz que do Jones Miguel. Boa tarde, só cheguei agora. Tá tranquilo. Agora é o pós almoço. A gente começou mais cedo, mas ainda estamos no segundo react e são quatro hoje, então tá tranquilo. São quatro. J Miguel, já fui malhar hoje. Isso aí, malhando todas as partes do corpo, incluindo o cérebro. Estamos junto. Vamos voltar lá. Então, percebam o comentário que eu fiz sobre a crítica da religião, né, que que funciona em Marx como uma crítica ao mundo que precisa de ilusões, né? Então, estamos usando aqui paralelo e que o Eri trouxe pra questão do desejo. Olha, a questão não é o desejo, mas esse mundo que produz tais desejos, mesma estrutura. Bora lá, voltando e, portanto, de uma objetividade, de uma materialidade específica. Então a gente vai tentar debater e demonstrar isso porque sim, o Fisher tá ligado nos elementos objetivos, inclusive nas consequências objetivas do que ele tá colocando. Então solta a vinheta e aí sim vamos pro vídeo. >> Coincidentemente a vinheta, ao invés de apresentar o o Eri, apresentou aqui um clube real politic. Sacem. Bem, um dos pontos que o Bruno Requidal traz, e aí para complexificar foi justamente que ele falou que ele tem uma leitura mais pragmática, eh, e que, bem, para quem conhece, o pragmatismo, ele tem uma séria desconfiança de teorias que têm na subjetividade um foco importante. Então, por exemplo, o debate entre Nancy Fraser, que é uma marxista pragmática dos Estados Unidos, com o Axel Honet, ela vai acusar o Axel Honet de subjetivismo, de pensar demais na psiquê. Quando Honeds, por exemplo, fala do sofrimento, não é que ela fale, ela fala de sofrimento, mas ela fala do sofrimento que o que ela pode mensurar, né? Tipo, o sofrimento da pobreza, mas o sofrimento da saúde mental causar, ela não vai pegar também, porque ela vai dizer: "Ó, isso aqui eu não tenho como mensurar, né? Existe uma >> que tá a linha correta. Se eu não tenho como mensurar, não tenho como botar no meu trabalho. Agora posso ser uma pessoa que é psicanalista, psicólogo e fazer um atendimento tranquilo. Mas na hora de fazer a análise da realidade social, eu não tenho como entrar na cabeça do humaninho lá e fazer esse tipo de trampo mensurável, porque eis a vida, né? Um elemento muito mais calcado na análise das práticas mais objetivas e dali você vai fazendo o seu pensamento, pelo menos dentro de uma vertente mais pragmática, >> correto? dentro de uma vertente mais dialética, e não que não hajam pragmatas dialéticos como Nancy Fraser, por exemplo, mas dentro de uma vertente mais calcada numa certa leitura de Higgio principalmente, você vai ter uma noção mais forte de desejo. Ou seja, o desejo já é um conceito fundamental da obra de Hegel, da fenomenologia do espírito. Você não entende a fenomenologia do espírito se você não entender bem o que Hegel tá falando como conceito de desejo. e não qualquer, veja, o desejo enquanto uma dimensão objetiva da da humanidade, não como algo abstrato da qual você não pode analisar. O ponto é que a coisa é mais complexo. O conceito de desejo, ele é muito mais complexo do que algo interior ou exterior. Perfeitamente. Então a gente já tem que ficar atento nesse ponto. Perfeita. O o tá aqui tá correto. Correto o que ele tá comentando do fato de que o desejo ele é um elemento muito importante e o desejo ele é objetivo. Tá correto? Tá correto? Porém, contudo, todavia, eu não tenho como mensurá-lo e trabalhá-lo na análise da realidade efetiva das condições das relações sociais, né, de do que tá acontecendo. Ele pode ser um recurso, ele pode ser um trabalho ali que a gente utiliza, por exemplo, no atendimento de psicanálise, psicológico, terapia, inclusive recomendo todo mundo aqui que quem precisa vai fazer terapia. Terapia salvou minha vida. É verdade. Tá de boa. Trabalhamos com esses elementos, mas o ponto está. E aí nós vamos na busca por resolução de problemas, que esse é o grande chavezinha do do do pragmatismo. Como é que eu boto isso aí que eu não tenho como mensurar e não tenho como trabalhar efetivamente de maneira massificada, de maneira generalizada, dentro de uma totalidade de relações sociais. Como é que eu resolvo problemas se esse for o meu foco? Não me auxilia. pode me auxiliar em diagnóstico, não em prognóstico, que é o que a gente já tá sustentando aqui. É o que estamos sustentando aqui. E inclusive, nossa, muito obrigado pelo carinho, querido Leandro, que diz: "Parabéns, Bruno, pela capacidade totalmente excelente em transmutar conteúdos muitas vezes questionáveis em ouro. Às vezes a gente fez isso, às vezes a gente fez isso, mas eu acho que vocês estão pegando muito pesado com o nosso camarada. O debate é bom, o papo é bom, mas eu quero agradecer pelo carinho aí dos $ canadenses entregues para a Igreja Barista. Faça você sua doação também, inclusive porque esse esse mês eu tenho até dia que dia que tem até dia 20 de agosto para conseguir bater os $ e nós estamos com 71.62 7162. Talvez a gente vai bater, hein, com essa doação de nosso querido Leandro. Quem sabe? Deus abençoe. Deus abençoe. Vamos lá. Existe uma ideia muito comum sobre o desejo humano, que é a ideia de que ele seria algo muito íntimo, privado, localizado dentro de cada indivíduo, que ainda que ele possa ter uma relação espelhar com a realidade, né, ele reflita algo da realidade, ele tá num estatuto específico que é o estatuto da subjetividade. Então, não necessariamente ele seria algo concreto, mesmo mais seguro, seria analisar esse mundo que esse desejo tá espelhando. Portanto, vá logo direto para o mundo. Nós >> Exato. Então, eu concordo com esse apontamento de Eri. É exatamente isso. Qual a minha prioridade, né? Vamos dado que o desejo, quando você vai trabalhar um sujeito individual, né? Porque aí não vamos confundir sujeito com o indivíduo. Então eu vou tratar um indivíduo. Quando eu vou acompanhar o indivíduo em sua complexidade, suas relações, de seu contexto, do espaço que ele tá, se o desejo for meu elemento fundamental pro ponto de partida, para resolução de problemas, vai dar errado. E se percebendo que o desejo é produzido por relações sociais historicamente determinadas e que essas condições que tornam um desejo possível são mais fundamental possível pra existência de um desejo, sim, minha prioridade está nessas relações sociais paraa resolução de problemas, para diagnóstico, usar tudo que eu puder como recurso, incluindo análise de do desejo, estruturas do dos estudos de psicanálise, a psicologia social, camb tudo que der para fazer massa, diagnóstico para resolver. de problema prognóstico. O que que a gente precisa fazer? Essa outra parte aqui não dá. Ela não se torna um elemento factível. Mas bora lá. Nos acostumamos então a imaginar que existe um sujeito que foi subjetivado e que dali tem uma mente, né? É por isso que geralmente a filosofia pragmática quando vai pensar a questão da mente vai pra filosofia da mente, não vai, por exemplo, paraa psicanálise, fenomenologia ou nada disso. Essas filosofias que vão pensar o consciente, a inconsciência também que a partir dessa mãe em você produz nessa relação espelhada com a realidade eh desejos que depois entram em contato com o mundo anterior, confirmando-se ou negando-se de uma série de de formas, se moldando a realidade de alguma maneira. É como se primeiro o sujeito para desejar precisasse existir o indivíduo. Primeiro tem que surgir um sujeito para depois surgir o desejo do sujeito, né? O sujeito justamente nessa relação com a sociedade. Mas essa imagem ela inverte a relação. Antes de existir um sujeito capaz de dizer: "Eu quero, eu desejo", existe um mundo que ensinou esse sujeito a desejar. Ou seja, exige inclusive algo que estrutura as práticas humanas que determinam quais desejos são possíveis, quais são impossíveis, quais são quistos, quais não são quistos. E, portanto, existe uma gramática do desejo que estrutura não só o desejo, mas estrutura própria a sociedade. >> Pronto, agora vem um ponto que ele deslizou e está equivocado na hora de falar sobre o pragmatismo, cara. E aí é uma parada que eu acho da hora. Eh, não que eu queira defender escola pragmática aqui, autor pragmático de maneira nenhuma, inclusive porque bem problemado. É tanto que eu ficaria aqui, seria defensor de autor de pragmatismo em vez de me virar marxista. Deus o livre para isso. Prefiro posição crítica na qual o mundo me levou. Mas, ó, ponto é, ele tá correto ao dizer, por exemplo, que no âmbito do pragmatismo, a tendência é que se vai discutir ao falar sobre a sobre o sujeito e sobre os as estruturas de uma subjetividade no âmbito da epistemologia e paraa filosofia da mente, ele tá correto? Em que sentido? A discussão, por exemplo, do Richard Hott em seu livro, famoso livro, eh, o espelho da natureza, acho que é o espelho da natureza, mente e o espelho da natureza, é isso, né? O espelho da natureza. A mente e o espelho da natureza. Acho que é isso, a mente e o espelho da natureza. Ah, deixa eu pegar aqui. Richard, acho que é só espelho da natureza. Faz tanto tempo que eu li da natureza. Qual que é o ponto? A filosofia e o espelho da natureza. Isso é a filosofia e o espelho da natureza. Porque a crítica dele é exatamente a ideia de que a mente seria um espelho da natureza, né? que a relação entre sujeito e objeto no mundo se dá como um espelhamento. Hortra essa ideia, seguindo o que John Dewy já tinha proposto, porque Dewy também é obrigado fazer o watch. Colocou aqui a filosofia e espelho da natureza. Exatamente, porque Dewi também já critica essa ideia de que a mente, o o sujeito, a pessoa, ela está rompida em relação ao meio. O esforço do método de Dy no livro Experiência e Natureza, que para mim é o livro mais interessante dele, Experiência e Natureza, é exatamente demonstrar que não há separação entre o sujeito que experimenta, a pessoa que experimenta, a experiência subjetiva do ser humano e a natureza na qual ele tá envolvido. Olha que muito louco. O o pragmatismo tem exatamente esta posição, a ponto de que o Dewi corre o risco de quase defender um pampsiquismo, vamos dizer assim. O Hort chama atenção disso inclusive no trabalho dele. Fala: "Ó, o DW corre o risco de ser pampsiquista porque ele diluiu tanto a separação entre a experiência humana em relação ao objeto externo, o sujeito e obção sujeito e objeto, né? Humano que experimenta natureza que se torna objetificada por ele, né? Ele dilui tanto que parece que tudo tem um tem um uma psiquê. Parece que tudo tem psiquê. O o esquilo tem psiquê, a aranha tem psiquê, o o meu gato aqui tem psiquê, tudo tem psiquê. De tão diluído que fica esta relação, porque quebra a ideia de espelho de natureza. A proposta metodológica de produção de filosofia do de parte de uma desconstrução de separação de sujeito e objeto. A própria separação sujeito objeto se torna abstrata de modo que você funda para operacionalizar operacionalizar uma relação, seja de conhecimento, seja prática de resolução de problemas. Você operacionalizando, separa eu enquanto sujeito, indivíduo aqui separado desse meio externo. Esta separação entre eu e o sujeito e o meio externo é uma diluição dessa experiência. De modo que o o o Hort vai poder dizer isso, né? Que vir um pamp psiquismo, uma coisa maluca. Mas o ponto é a experiência e natureza em contiguidade. O Dy vai tentar trazer experiência e natureza em contiguidade. E apesar de ser uma discussão epistemológica, ou seja, de produção de conhecimento, de produção de ciência, o que ele quer propor aqui a filosofia cada vez mais se torne uma resolutora de um um uma ciência, um um tipo de operação que resolva problemas e que não se feche nas suas ideias, né? Não, porque Hegel disse isso não, porque o conceito de Decart significa periripa. Beleza, bacana, legal, ótimo estudo. Esse é o seu problema? Dizer o que que o Decart disse. Legal, ótimo problema. Mas como é que resolve outros? Como é que eu pode ser útil, né? Como é que eu eu adequar bem o problema que eu quero resolver com as questões que eu quero manter? De modo que eu não crio uma filosofia que é dogmática, né? Então, escapar desse processo. A experiência a natureza em contiguidade, né? sem você criar essa barreira de que há um espelhamento na cabeça daquilo que tá acontecendo no mundo externo, o sujeito e o objeto. A experiência em contiguidade te permite começar a entender a própria formação do sujeito enquanto essa abstração, né, quanto essa abstração da pessoa, do indivíduozinho aqui a partir do meio no qual tá inserido e que se busca determinados tipos de ideias e de soluções de problemas, é porque quer resolver determinadas questões específicas. E o e o pensamento ele se desenvolve no processo de resolução de problemas deste sujeito no contexto e no meio que ele tá inserido. Isso tem impactos, por exemplo, para quem quiser se interessar depois, no modo como Richard Hort trabalha a história do pensamento da filosofia, que é um grande debate que teve ali no anos 80, acho, sei lá, em que ele vai tentando apresentar como discutir história da filosofia que não seja escolar, né, assim, dogmática, volume volume de de livros e dogmas e ideias abstratas e generalistas. É muito bacana, né? Então, apesar do Eri ter sacado que o fundamento que importa para uma posição pragmática é os efeitos concretos na realidade social, e aí eu crio então, portanto, uma escala de prioridades. Ele está equivocado na hora de apresentar o pragmatismo como se mantivesse essa ideia de espelho de natureza, sujeito, objeto e que reflete esse negócio. Não é exatamente o oposto. é a diluição disso, de modo a você entender qualquer sujeito, qualquer humaninho como parte dessa natureza, como fruto do processo evolutivo da história, né? É engraçado que o o de ele abre o livro dele, um dos livros dele indicando assim, eh, eu nem lembro que livro que é que ele é, qual que é o livro? É um livro que não tem tradução português, mas eu não vou lembrar agora. Ele abre um livro dizendo que o um dos grandes méritos de Darwin foi ter colocado a mão na arca. colocado a mão na arca e aberto os mandamentos, quebrado os mandamentos que tava lá para mostrar que nós somos seres vivos, viventes, biologicamente determinados em processos históricos específicos, né, que abrem pra gente um universo em que a gente não pode, não cai mais na imagem da consciência separada do mundo externo, né? Não cai mais nessa armadilha. A gente, na verdade, observa que as relações sociais produzem, dão as relações do mundo naturais e também sociais, históricas constituem as possibilidades que nós temos de desenvolvimento de pensamento, de ideias, de conceitos, de desejos do que quer que a gente tenha como resolução de problemas e busca de resolução de problemas. Só que aí para mim o equívoco de John Deis do Hort com isso, apesar de ser excelente esta ideia e para mim ser muito parecido com o deslombramento que Marx tem com Darwin e o que que acontece no impacto da própria ideia que ele tem de que eh uma avaliação científica da realidade é você traduzir na cabeça as concepções do seu processo de pesquisa que você verificou nos nexos sociais externos, né? uma tradução, mas que você vê em continuidade também. Marx faz uma coisa muito parecida para mim. Eh, eles não têm nenhum critério para eleger qual, portanto, é a resolução de problema que você tem que ter como prioritária. Eles só descobrem que você tem que desenvolver pensamento a partir da experiência desse sujeito, que é está em continuidade com o meio, né? Não tenho uma separação brusca, não sei pela pela abstração. A única coisa que me separa que efetivamente como um sujeito para além do meu meio é abstração. Tem uma membrana aqui, né? Uma membrana que é esse mesmo, Felipe. Obrigado. Influence of darvinism philosophy. É exatamente este livro. Obrigado, querido Felipe. Nossa, caramba, como é bom a gente trocar ideias e informações. Como eu tenho essa essa eu tenho essa membrana, essa pele que me separa enquanto vivente e a ideia de que eu consigo produzir um conhecimento separado desse meio também é um processo abstrativo que é próprio da do meu modo de realidade humano em que eu tenho um tipo de adaptação específica no processo evolutivo que me permite fazer isso e busca de resolução de problemas. Pô, é incrível. Eu acho isso sensacional. Aí se a gente vai utilizar psicologia, psicanálise, discutir a estrutura dos desejos desejantes, tudo do do da gramática social que faz com que você valorize uma coisa a invassa. Pode me auxiliar num diagnóstico para resolução de problemas e prognóstico não me ajuda, porque eu sei que qualquer processo que eu for discutir, o meu fundamento tá nas relações sociais que dão condições para que essas ideias, esses desejos ou qualquer outra coisa prevaleçam. Pô, pragmatismo ajuda, velho. Eu gosto, gosto. Dá muito a recurso. E não significa abandonar ou qualquer outro tipo de ideia, mas aí a gente bota o pezinho no chão, fica mais chato. Sou chato. Vamos mais um pouquinho. Essa gramática social que também se faz sentir numa gramática do desejo, ela faz a pessoa imaginar que profissão ela vai querer ter, que estilo de vida, como ela quer ser reconhecida, qual é a ideia de sucesso que uma sociedade partilha, qual estrutura social já definiu caminhos que parecem valorizados e quais aparecem como desvalorizados? Ou seja, o desejo do ser humano, ele é aprofundadamente social. Ele ganha uma dimensão subjetiva ao a sociedade subjetivar sujeitos, mas ele tem uma gramática que é social, porque ele nasce dentro de uma linguagem, ele vive dentro de uma cultura, dentro de relações sociais específicas, dentro de normas, dentro de condições materiais específicas. E, portanto, você não tem como falar de desejo sem compreender condições materiais, relações sociais, dimensões culturais, linguagem, economia, política que determina o horizonte de valores do que é desejável, do que não é, do que é bem visto, do que não é e assim por diante. Ou seja, o desejo é um fenômeno histórico. O desejo ele revela a sociedade na qual foi produzido. É somente >> perfeitamente, perfeitamente. Tô pleno acordo, pleno acordo, pleno acordo com o nosso querido IRI. Então ele pode ser um meio para eu poder desenvolver um diagnóstico. Ele pode ser um meio como porta de entrada para fazer uma análise, mas ele não é o fundamento nem ponto de partida. Definitivamente, aliás, ele não é o fundamento, ele pode ser o ponto de partida. Ele não é o fundamento de no qual a gente vai chegar a partir da análise. A gente vai ver um mundo muito mais complexo, as condições, como ele disse, materiais, etc, etc, etc. que dão as condições pro pro desejo, que dão pá e etc, etc, etc. Então, dito isso, como é que eu organizo prioritariamente minha resolução de problemas? É isso. E aí, nisso eu vou discordar da ideia de que então a gente tem que trabalhar nesse âmbito dos desejos. Não, não mesmo. O que não significa negar desse âmbito, nem dizer que ele é irrelevante. Não, não mesmo. Mas ele vai ser trabalhado, não de maneira prioritária, ele não é a causa, né? Vamos dizer assim. Mas diz nossa querida Solange. Olá, Solange, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Diz ela. O desejo não é parte da subjetividade do sujeito inconsciente. Com certeza. Com certeza. É parte. Pergunta fazer o watch. A pedra também tem psiquê? Como eu não sou um pan psiquista, não. Escrito do Felipe. Boa tarde a todos. Atrasadíssimo. Não, tá tudo certo, Felipe. Tamos junto. Tamos junto. Estamos junto. Estamos junto. Mas agora vou pular para uma última parte que é o papo sobre utopia. Ah, meus amigos, vocês acharam que a gente ia pera aí que eu tenho que fazer um negócio aqui. Deixa eu só por garantia, porque o meu fone acabou de me avisar que tá acabando a bateria. Então, deixa eu guardar um deles e botar para carregar para daqui a pouco voltar. Recarregando aqui. E oxe. Ah, tá bom. Eu vou agora pular para uma parte que lá no finalzinho ele vai indicar, né? Porque o Mark Fisher faz o quê? Então a gente tem que criar outros desejos pá e tal e e desejos desejantes desejosos. E aí o Eri traz o Arnis Blor sobre a questão da gente criar outros desejos, outros sonhos de mundo, né? Desejar outro mundo, outro mundo possível, tá? E Ernest Block, só que outro mundo possível é eu que tô tô imputando pra fala do do Ei, tá? Hum. Hum, deixa eu colocar aqui. Pera, pera, pera, pera que eu vou pular para esse trechinho do Ernest Block. Ele vai falar de utopia que aí pegou num ponto outro que eu acho legal de debater. 1 2 3. Foi ponto que, por exemplo, a gente pode voltar para fazer uma conexão com o Ernest Block para sair um pouco desse marxismo libidinal mais forte do Mark Fisher e para >> perdão, esses termos eu acho divertido. Marxismo libidinal. capitalis comunismo luxuriante. Aí a gente precisa já o capitalismo orgiástico, o feudalismo, deixa eu pensar outro, eh, feromônico, o corporativismo erógeno, né? Sei lá, nomes assim. >> A teoria crítica, né? O Ernest Block, ele tem uma resposta importante assim, né? Quando ele fala no princípio da esperança, ele desenvolve uma filosofia da utopia que rompe com a ideia de que imaginar é inútil para escapar da realidade. Quando para ele imaginar futuros diferentes é uma capacidade profundamente importante, porque ela é resultado de práticas que apontam para mundos diferentes. Ou seja, as pessoas só mudam o mundo porque imaginam que é possível mudá-los. E as pessoas só imaginam que é possível mudar o mundo, porque há no mundo práticas que possibilitam as pessoas a imaginarem que o mundo possa ser mudado. Sim ou não? Sim, é verdade. Princípio de esperança, Ernest Block, três livraço. Bom para caramba. E aí entra no tema da utopia, ou seja, ah, tem que discutir os desejos, as imaginações de mundo, que seria aí uma proposta do nosso querido Mark Fisher, porque é nessas possibilidades que a gente vai mudar o mundo e tal. Eu concordo, não nego, acho que contribui, mas vamos pra discussão da utopia porque ela pode ser mais interessante ainda. O Ernest Bl, ele tem um livro que chama Sujeito objeto. Difícil de ler aquela bexiga, mas é bom, é bom, bom, muito bom. Sujeito objeto, que é a introdução ao pensamento do Hegel, de Hegel, a dialética regeliana. Ele dá um apanhado, o pensamento de Hegan, e ele quer apresentar como ele trabalha o movimento regueliano na relação sujeito objeto. Olha aqui, quem diria, conectando aí, ó, papo anterior de conexão entre sujeito, objeto, diluição da separação entre sujeito, objeto, obstal e agora esse livrinho do Ernest Plor, sujeito objeto, que é a apresentação dele sobre o pensamento de Higger. E nessa discussão, o block tem como um dos elementos centrais a tensão presente especialmente na ciência da lógica em regra, entre finito e infinito. E ele trabalha essa tensão dizendo, né, que o a finitude contém, vamos dizer assim, de maneira tensa, o elemento da infinitude e a infinitude só percebida, vivenciada a partir dessa finitude. E aí ele trabalha essa tensão, né? E disso a gente entende o modo, inclusive como o Block trabalha a utopia. de um mundo que está no futuro não realizado, existente e a proposta de que ela tem como condição a própria existência limitada e a tensão entre utopia, não recuperar a utopia necessária para que a gente transforme o mundo, para que a gente tenha um princípio da esperança, essa coisa toda, etc, etc, etc, mas que só é condicionada e possibilitada na experiência das limitações dentro desse de um mundo aqui que inclusive dá uma sufocada em utopias. porque ela surge como dentro dessas próprias contradições. E aí vem um autor que me influenciou muito chamado Franz Rinkel, leitor de blog, e que tem um livro chamado Crítica da Razão Utópica, que eu recomendo absurdamente que vocês leiam um dia na vida, apesar de ser um livro impossível de ser lido, ele é difícil, ele é cansativo, ele é denso, não é um livro fácil de de ler. Mas no meio desse livro, a gente vai entendendo um critério que o France trabalha, que é muito interessante da utopia dentro de um uma estrutura tripartite, que é nós imaginamos e pensamos o mundo, não só a partir do que ele nos apresenta. Prestem atenção nisso, hein? Prestem atenção nisso. O mundo ele não aparece pra gente só como aquilo que ele é, que ele tem. Ele aparece pra gente também como aquilo que ele não tem, que ele não é, o não realizado ou como ele disse uma ausência presente. E isso não nas nossas ideias, o France fala, é na realidade efetiva mesmo, gente. Começa do ponto de tenho fome. Tenho fome é ausência de comida, ausência de energia, de de de elementos necessários paraa manutenção da minha vida. Ausência presente exige que eu crie um projeto para resolver esse problema, que é, por exemplo, garantir os meios para eu poder comer, me alimentar e permanecer em vida. O mundo não nos oferta apenas o mundo, ele nos oferta o que falta nesse mundo. E aí nós começamos a resolver problemas nessa vida e andar nesse mundo a partir também das ausências que ele tem. Então, na hora que eu olho pra realidade, vejo uma ausência, eu quero suprir esta ausência. A, o como nós vamos suprir estas ausências apresenta os diferentes projetos que concorrem na realidade de realização de uma nova história, de uma nova solução, de outro outra questão possível, do que seja possível, né? Então essa já é uma primeira tensão importante, a ausência presente que eu tô trazendo aqui a partir do Franzin Kelamt lendo Ernest Blor, que traz em sua ideia aquilo o modo como ele trabalha a regra na relação entre sujeito objeto na tensão finita infinito. Pronto, aqui é só para dar o contexto para quem se interessar por essa brincadeira. E aí o o Franz trabalha sobre essa ausência presente, né? fala: "Olha, as ideias de como deveria ser, como as coisas deveriam ser, que a gente chama de utopia, elas estão sempre presentes, elas estão sempre nos acompanhando à medida que nós vemos as faltas, a uma ausência presente e a atenção entre a presença e a ausência do do dos meios para manter em vida". A gente vai criando projetos, a gente vai imaginando como deveria ser. O dever ser está sempre presente. A utopia está sempre acompanhando. E o Franz vai dizer isso para totalizar uma crítica em que não há pensamento humano que não seja utópico, ou melhor, que não carregue em si um elemento utópico de como deveriam ser as coisas. A, pô, isso é muito da hora de perceber as condições. A medida que nós vamos as transformando e percebendo novas ausências e problemas, a gente também vai alterando os as viabilidades do que deveria ser corrigido e como. Então essa presença, essa atenção da utopia, essa atenção do ela tá sempre aqui com a gente, a gente queira ou não. Aí tá correto o Mark Fisher ao dizer que a gente não consegue imaginar um outro mundo, mais fácil imaginar o fim do mundo, que é o fim do capitalismo. O nosso nosso elemento utópico, ele tá reduzido. Mas veja, não é porque há um realismo, que aí as tensões não é porque há um realismo de que nega a utopia. É porque se confunde, se confunde a utopia com o elemento do possível e do necessário. Se confunde esses esses âmbitos, a gente confunde eles. Então, não é que esse realismo que, né, ah, não, não dá para escapar disso, é porque não é um pensamento efetivo, concreto, objetivo, científico. Ele confunde os âmbitos da utopia, ele confunde as coisas. Aí o Frans monta uma estrutura tripartite que eu acho muito legal. Ele fala assim: "Tem o impossível que é o paraíso na Terra que nos acompanha, né, que é o sonho que você tem do como deveria ser o possível, que é aquilo que dá para realizar. E aí o France coloca um terceiro que é o factível, que aquilo que quando você realiza, ao final da realização do projeto possível, você garante as condições de reprodução da vida. Porque tem coisas que são possíveis, mas depois que você termina, você não consegue fazer uma próxima ação porque você destruiu as condições do sujeito. E essa é uma trava importante pra gente poder criticar a utopia, porque o Fran vai dizer a utopia tá sempre presente. Pensa aí eu tenho que fazer uma crítica utópica. E aí o Fran faz crítica utópica do pensamento eh conservador, faz uma crítica utópica do pensamento revolucionário, faz uma crítica utópica do pensamento reacionário, faz uma crítica utópica do pensamento anarquista para demonstrar que esse movimento de crítica utópica é necessária. Aquilo que é impossível não dá para chegar no paraíso na Terra. Daquilo que é possível dá para fazer, mas dependendo do que a gente fizer pode destruir a nossa condição de vida. daquilo que é factível, porque quando a gente realiza ainda tá garantida e condicionada a possibilidade de uma nova ação no futuro próximo. Então, pronto, construir essa estrutura. Isso é uma parada que eu acho que qualifica o debate sobre imaginário, desejo, sei lá mais o que que as pessoas gostam dessas coisas genérica. Mas aí vamos trazer aqui para um outro elemento. O Fran só chega nesse tipo de discussão porque nos anos 70 ele tava no Chile eh discutindo as viabilidades do desenvolvimento econômico no projeto socialista do Salvador Agender. Ele é um dos fundadores da teoria da dependência no France. E o France tem um texto chamado dialética do desenvolvimento desigual. Dialética do desenvolvimento desigual. Não tem tradução português, tem só em em espanhol. e é anterior do dialética do desenvolvimento do dialética do subdesenvolvimento do Rui Mauro Marin. Eh, e aí o dialética do desenvolvimento desigual. É esse o título ou é do subdesenvolvimentos igual? Ah, Dani, eu não vou lembrar agora o nome do título. Nesse livro, o France diz um outro negócio que eu quero aqui reforçar com vocês. Fran diz assim: "Um conceito de análise da realidade social, um conceito científico objetivo que resolve problemas efetivamente, um conceito econômico, conceito da realidade social, conceito científico da da ciência econômica. Ele é construído e constituído para resolver um determinado problema. Ao ver um uma ausência de algo, ele quer suprir essa ausência. E aí diz França: Todo conceito científico da economia carrega em si, nem que seja em seu fundamento ali, como deveriam ser as coisas. E por isso ele tem funcionalidade. Um conceito econômico não é mera descrição das relações sociais. Ele carrega em si a antecipação de como deveria ser. E aí ele cumpre um papel sempre em um projeto ideologicamente comprometido. Sempre, sempre, sempre, sempre, sempre, sempre, sempre. Isso é genial, genial. Porque apesar de ser uma discussão extremamente abstrata, né, assim, tal, ela traz de novo um elemento fundamental, os impactos que nós queremos como efeitos para a realidade social. É aí que tá o fundamento, porque aí não é só uma discussão sobre os desejos, mas a própria racionalização do mundo. A própria racionalização do mundo, ela está comprometida com uma ideia de como o mundo deveria ser. E aí a gente vai pegar vários elementos da realidade social e perceber que essas projeções estão sempre participantes e nos empurram para o quê? Uma boa análise das relações sociais efetivas. que dão condições para qualquer uma de nossas imaginações. É aí que tá o fundamento. E aí um último ponto, né? Porque isso a gente deu uma volta gigantesca aqui num comentário de sei lá quanto tempo que a gente tá aqui falando sobre isso para voltar no papo do início do do da do react aqui ao ao ERII que o Eri comentou exatamente do desejo ser na verdade fruto de relações sociais que condicionam esse desejo. que eu falei é a mesma estrutura que Marcos utiliza para falar sobre a religião na crítica da religião e que ele fala que a ilusão, na verdade, e que a crítica não vai à ilusão, né? não vai ao desejo ou à ilusão, mas ao mundo que cria condições para esta ilusão. No caso aqui, pro mundo que dá condições para esse tipo de desejo. E eu dei essa volta para voltar agora num argumento, numa citação muito bacana de John Dewy, que é ilusões são ilusões, mas a ocorrência de ilusões não é. uma ilusão, mas realidade genuína. Ilusões são ilusões, mas a ocorrência de uma ilusão não é uma ilusão. Ela é condicionada e efetiva. Ela acontece na realidade. Por isso que a hora que eu faço uma crítica ao aos prognósticos do Fisher, vamos dizer assim, não é porque ele tá falando de uma coisa que não importa, que não tem nada a ver, não. Mas é porque ele tá discutindo a casca e buscando soluções no prognóstico na casca, mas não aquilo que dá condições pra ocorrência da ilusão, pra ocorrência do desejo. Para essa é aí que tá o processo. Mesmo que a gente faça um puto esforço para falar sobre a criação de desejo, sobre massa, massa na resolução de problemas, tem outro elemento que vai acompanhar a crítica ao desejo, uma busca por imaginações alternativas e efetivamente uma racionalização do mundo, uma ciência de mundo efetivo, uma ciência sobre o mundo. Ciência. Eu preciso ter uma ciência adequada para interpretar o mundo e buscar resoluções de problemas para o mundo. É aí que tá, porque ciência adequada aumenta sua capacidade de intervenção e previsibilidade. A gente ser capaz de tomar uma boa decisão. Isso é uma coisa fundamental paraa gente conseguir manter esse mundinho funcionando. E vai tá aí numa produção de ciência adequada. numa discussão sobre análise adequada, sobre alteração das relações sociais, de modo que se tornem adequadas para vivência e convivência humana e melhor para as condições humanas. Por isso que eu acho que os prognósticos são ruins. E eles não focam nos elementos que eu consideraria prioritários para as nossas discussões, debates e na condução das resoluções de problemas. Inclusive, cara, para conseguir fazer análise assim no âmbito dos desejos, do aberto, não sei o quê, você nunca vai perceber os efeitos práticos reais e efetivos que são bons, que atendem as necessidades, que resolvem problemas, te joga num espiral de de abstrações te roubam da realidade em certo sentido, né? O que não faz com que não esteja efetivamente funcionando, te rouba mesmo assim. Então eu não vou conseguir perceber os avanços ocorridos na realidade, as transformações que foram benéficas com efeitos sempre intencionais ou não intencionais negativos. Então eu vou estar sempre numa posição tão antitudo e abstrato, que eu não vou conseguir resolver determinados problemas e nem entender como os problemas são resolvidos efetivamente, as possibilidades e a factibilidade de resoluções, essa coisa toda, que é um risco que a gente tem. Então nisso eu me afastaria. Mas o papo é bom, cara. O papo é bom. Eu agradeço o Eri por manter esse papo. Agradeço mesmo porque eu acho que tem coisa para esticar e ainda teria mais uma porrada de coisa de vídeo para falar, mas eu ainda tenho mais dois vídeos para reagir. Então vou ficar em dívida, deixar em aberto e vamos ver o que acontece nessa vida, certo? Ainda agora ainda tenho que reagir agora os pastor tem ainda tem a crenosfera. Diz que Ryan, ele tá usando desejo no sentido psicanalista, porque aí seria inconsciente e não teria muito a ver com a disputa por valores eu não manjo nada disso aí. Hum. Diz João Miguel. Aleluia. Realmente a gente tá na igreja, gente. Aleluia. Até que enem alguém chegou nessa conclusão. Chegou. Utopia é tá sempre presente. Todo pensamento? Sim. Ele sempre carrega em si. Esse elemento de como as coisas deveriam ser, diz que R, crenças e ilusões tm eficácia prática. Perfeitamente, perfeitamente. Mas não tem dúvida são dados, são dados. A realidade ela se impõe. Se a ilusão existe, é porque tem algo útil nela. Perfeitamente. Ela cumpre papéis. Ela cumpre papéis. Mas é isso, papos aqui, papos e papos e abstrações e generalidades e coisas incríveis. E espero ter contribuído com reflexões, porque aqui não é só um debate para dizer: "Ah, o lá tá errado, o outro tá certo". Não, aqui é produzir reflexões, ter neurônios trabalhando. Essa é a parte importante. Sinto o cheiro de neurônios trabalhando. Mas vamos lá. Vamos lá. Tem um podcast chamado Eu Acredito Podcast. Se você não é crente, você não conhece esse podcast. Não conhece esse podcast. Mas se você é, talvez você conheça. Eu vou mostrar para vocês primeiro. Mostrar aqui. Deixa eu abrir o vídeo. Que a gente reagiu muito aqui já os presbiterianos, né, da classe média ilustrada crente, a gente já reagiu bastante a eles. Ah, mas às vezes a gente não, mas e aqui a gente tá para mostrar que, meu amigo, você pode ser presbiteriano, você pode ser pentecostal, você pode ser assembleia, pode ser o que for, pode ser o que for. A ideologia hegemonizada, como nós colocamos e explicamos, causas e fatores no nosso artigo fascismo como religião em 2026, é que o movimento evangélico é hegemonicamente conservador, vai ser hegemonicamente antiLula, anti PT, piriri pororó, tem papéis de classe sendo jogados aí, mas vejamos aqui, ó. Esse aqui, ó, esse aqui é o podcast Eu Acredito TV do Eu Acredito Podcast, cara. Aqui, ó, 621.000 inscritos. É gente padedel, gente padedel. E a gente vai reagir a duas figuras desse podcast. Ah, deixa eu colocar aqui, pá. Ih, compartilhei o mano errado. Primeiro o pastor Carlos Eduardo. Nós vamos reagir aqui ao pastor Carlos Eduardo. Ah, pá, que é esse mano aqui, pastor, pastor Carlos Eduardo. Tá vendo o mano aqui? Carlos Eduardo. Nós vamos reagir ao pastor Carlos Eduardo, que talvez você não conheça também. Aí, se você não conhece, eu vou te apresentar o pastor Carlos Eduardo, porque é importante. A gente vai reagir a dois pastores. O Carlos Eduardo I, porque agora começou a corrida crente, né? Corrida crente, corrida pelo voto evangélico, seja lá o que signifique. Instagram. Deixa eu abrir o Instagram para vocês verem o Insta do pastor Carlos Eduardo. Oi, caraca, travou tudo aqui meu computador. Preciso trocar esse computador urgentemente. Ah, pastor Carlos Eduardo aqui. E tem um tem um tem um insta, pastor Carlos Eduardo, frases que são das frases do pastor Carlos Eduardo. Não, não é essa não. Quero o pastor Carlos Eduardo. Pastor, ai, caraca. Pastor Carlos Eduardo. Ah, eu não vou achar o insta do mano, só vou achar o do outro, mano. Então, vou deixar isso aqui diado. Mas tudo bem. Carlos, pastor Carlos Eduardo, tem milhões e milhões de pessoas que o conhecem e eu quando eu falo milhões é milhões mesmo. Então, vamos lá. Pastor Carlos Eduardo tá no pod no Eu acredito podcast, eu acredito TV. Tem aqui, tem 621.000 inscritos. No outro canal de cortes dele tem gente para caceta. É um bagulho bizarro. Então é gente influente que talvez você não conheça. Talvez você conheça. A gente vai descobrir agora se você conhece ou não conhece. Caraca. E a gente vai ouvir aqui a ideologia hegemônica sendo reproduzida. E aí eu vou abrir um outro livro para mostrar para vocês o papo, tá bom? Mas vamos lá, pastor Carlos Eduardo, eu vou colocar do começo, é um sofrimento o começo, mas a gente vai papear. Preparados? >> Ultra Blue World Legend, é tempo de ir além. >> YouTube tinha que garantir para linguagem importante para o teu conhecimento. Estou ministrando, dando aula. Legal. B >> gramática da língua. >> Na verdade, assim como tô falando, nós estamos vivendo essa sociedade que relativiza tudo. Até essa ideia, a sua visão, nós estamos em um período político e hoje o que vai sobressair essa visão ideológica. Tem muita gente de esquerda com essa essa visão, ideologia de gênero, eh banheiro, enfim, eh eh sendo permitido homens frequentar o banheiro de de mulheres, um terceiro banheiro. Como é que você vê essa essa visão ideológica hoje nos dias de hoje? >> Eu gostei que todo o setup da pergunta é banheiro, né? Não sei se o moço tá apertado para usufruir o toalete ou se ele tá muito preocupado e ir no banheiro e se derparar com pessoas no banheiro. Ele só consegue usar o banheiro sozinho, só usa o banheiro de casa. Ele tá preocupado, se vão obrigar ele na casa dele a usar o banheiro. Banheiro. Mas vamos lá. >> Ô Fábio, é o seguinte. Eu acho que essa essa eleição vai ser uma eleição muito perigosa. Essa eleição vai ser uma das eleições mais perigosas de todos os tempos. A mais perigosa é essa aqui. >> Afinal, nem no banheiro você tá em paz. Imagina que perigo. >> Pensa comigo. Se as Tredas ganhar, o Partido das Tredas ganhar, eles tem possibilidade de colocar quatro ministros no STF. Vocês já imaginam o que isso que tem lá já 4 minutos de STF. Essa geração que nós estamos vivendo é uma geração que, cara, você vê que muita gente que era supostamente era dos nossos já dizia Joãozinho se era um de nós, porque não era de nós. Eu você você dá entend de Paula. Vi votaria. O Lula tem o meu respeito, irmão. Um pastor que diz que o Lula tem o respeito dele, cara. O Lula sendo quem ele é com as ideologias que ele tem contra a família, a favor do aborto, legalização das drogas. Um pastor dizer isso. >> Mas será que Lula é a favor dessas dessas ideologias? Sim, porque ele já falou, >> o próprio Lula falou, >> falou, falou que ele é contra essa mente tradicional, que tem que acabar com essa mente tradicional, ser uma bobeira. Ele falou, só procurar que ele falou. >> Vamos procurar então, né? Já que ele falou, a gente vai procurar aqui, né? Enquanto a gente procura, vocês perceberam, né? Vocês perceberam, né? Esse vídeo aqui ele tá, esse corte já tem 12 dias e já tem mais de sei lá quantas mil visualizações. Mas percebam, né? Perce, perceba aqui, perceba aqui que nós temos aqui um camarada que é um pastor vindo da periferia, pastor Carlos Eduardo, muito conhecido, muito conhecido no meio pentecostal, muito conhecido por ser um pregador e um pregador mirim. Ele vem de um grupo bem específico de geração, que é a galera que já começou nos anos 80 e pregar desde criança, quando tinha 5 anos de idade. Ele tem um, ele conta a história dele e ele fala que com 5 anos de idade ele já pregava eh na periferia, cidadezinha interior, igreja de quebrada, tal, e ele pregava. E aí o cara pergunta para ele até assim: "Mano, mas você pregava como? Você sabia ler?" Ele falou: "Não, não, eu só imitava os outros pastores e tal". E aí fazia a performance e aí rolava a pregação e tudo mais. Então, ele prega e trabalha na igreja nessa função desde que ele tinha 5 anos de idade. Agora já deve estar com 40 e poucos, 40 e tantos. Desde os 5 anos de idade ele faz essa função ligada à igreja. PP preferir consegue um cargo, uma posição, dignidade, reconhecimento, profissão. todo aparato da estrutura institucional garante condições para que ele acenda socialmente, estabilize socialmente e vem naquele texto que a gente tem falado do fascismo como religião e outros que a gente já tem trabalhado apresentando a importância de você analisar os processos das relações institucionais e de classe para você entender o que tá acontecendo dentro da igreja evangélica. E esse camarada é um camarada que reproduz uma ideologia conservadora, como deu para ver, ele chama o PT de partido das trevas. Ó, posição os nossos, né? Nosso, pô, ele tá identificando a igreja e o papel de pastor de direita, conservador e anti-lula. Aí o de Paulo, que é um outro pastor, tá falando: "Ele não é dos nossos, ele traiu a gente porque ele diz que respeita o Lula". Respeitou o Lula? Perceba, não há uma dissociação entre direita e esquerda. Não há uma dissociação entre a posição política e a função de pastor. E há uma naturalização desse processo. E ela não é incoerente. Ela é coerente com o processo histórico da construção das igrejas no Brasil, da ideologia desenvolvida nesse processo histórico, do papel que a igreja desempenha na reprodução social e o papel que a igreja cumpriu na vida desse cara que agora vai defender essa posição e essa estrutura toda, inclusive porque depende da vida dele, da vida materialmente dele. Beleza? Mas vamos aqui pro nosso tiratema. Eh, Lula disse que é contra a família família tradicional. Ah, eu não pus aqui na tela. Decho, eu botei a pesquisa e não pus na tela. Lula disse que é contra família tradicional. O presidente Lula, Luís Inácio Lula Silva, não declarou ser contra a família tradicional, mas suas críticas direcionadas ao uso político e ideológico do tema tiraram fortes debates e diferentes interpretações entre aliados e opositores. Ele não declarou. São são da IA, gente. Inteligência artificial fazendo pesquisa e apresentando críticas ao uso da pauta política. Declaração sobre pauta atrasada. Em abril de 2022, durante um evento político, Lula afirmou que a chamada pauta da família e dos valores, quando usada como plataforma política por opositores, seria algo muito atrasada e retrógrada. Na ocasião, ele argumentou que a sociedade e os costumes evoluíram e que o debate precisava ser feito sem moralismos. Crítico a adversários. Lula direcionou essas falas especificamente à forma como ex-presidente Bolsonaro e seus aliados utilizavam conceito de família tradicional para atacar a esquerda e captar o eleitorado conservador. Posicionamento e do governo. Conceito ampliado de família. A linha de atuação do Partido dos Trabalhadores é focada na defesa de múltiplos arranjos familiares. Óbvio, incluindo sabe o quê, minha gente? Que a família que é a mãe solo, a tia solo, a avó solo, tudo seja considerado família, porque afinal o pessoal não considera a família. A perspectiva definida é que o estado deve proteger e acolher todas as configurações de lares, mãe solo, casais afetivos, avós que criam netos, é o que acabei de comentar, e não apenas modelo heteronormativo tradicional, ok? Isso não impede você ser, na verdade, é o contrário, né? Mantenha a família. Ai ai ai. Tarã tarã p. Ah, pronto. É isso. Não tem mais nada que dizer para além dessa bobagem, mas pronto. OK. Ele não disse que é contra família tradicional, mas lá vamos nós. Mas vai sair, né? Só procurar. A gente procurou e bora, bora, bora, bora, bora, bora. Eh, diz que diz que do Bordun. Pô, o Brasil nem tem rede de esgoto para todo mundo e brigando pro banheiro. É para você ver, né? Partido das trevas, eu já ia votar no PT, não precisa me dar mais motivos. Boa, Leandro. Esco, Luna. na cabeça de Alfinite dele, eh, defender a existência de outras formas de família automaticamente destrói dele. Exato. E não, né? Pois é, mas é a vida, né? Diz que do Borduna. Procur eh procurar, mas sem cortes de ar. Di que do aluna, quem tá destruindo a família tradicional de forma magistral tá sendo e principalmente agressores de esposa. Exato. Abusadores perfeito. E não pagadores de pensão. Perfeitamente. Ninguém precisa se esforçar para destruir a família. Não é só você ser masculinista. Destrói qualquer família. Mas vamos lá. Mas vamos lá. Vamos lá. Por quê? Porque essa é a ideologia dominante no grupo a qual que nós estamos falando aqui, que é o grupo da eh dessa direita evangélica, né, de pastores, etc, etc, etc. E que hegemoniza e que reproduz essa bobagem toda. Mas vamos lá. Esses meninos aí do Kpop Bts, faz manifestação, derruba tudo. E não foi o áudio. É. Hum. Pera aí. Então, vamos de novo. Sacanagem. Achei que tinha ido o áudio. Pronto, agora vai. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Ó, deixa eu voltar aqui então. Tá escancarado. Tá mais aquele negócio escondido assim, camuflado hoje. Tá escancarado. Tá escancarado. Tá nas escolas, tá nas igrejas inclusivas que estão fazendo por aí. tá exposto. Essa geração, essa geração é a geração mais perigosa que tem, porque é uma geração que verdade para eles não existe. A Bíblia ultrapassada. A já vista que alguém que pregou a Bíblia um bom tempo diz que a Bíblia ser atualizada, >> reescrita, >> reescrita e recebe a Érica Hilton como se Éca Hilton fosse a primeira dama, a mulher mais linda do mundo. Se liga, se liga, se liga que isso aqui é é doideira. O nosso querido pastor Carlos Eduardo, ele tá citando sem citar o que eu acho um problema. Carlos Eduardo fala nome, é legal, cara. Seja mais é mais transparente, é bacana. Tá falando do Ed Renekivitz, né, pastor Ed Renquivitz? Nós temos reacts aqui ao Ed Renvitz no nosso canalzinho. E o o Ed Henrique Vits teve uma fala dele que foi repercutiu muito, muito, menos pela fala e mais pela projeção de do negócio de atualizar a Bíblia. Não vou entrar no mérito. O que me interessa nesse momento é, veja, Carlos Eduardo representa a quem? Ou representa não, perdão, falei errado. Carlos Eduardo está junto a 70% do eleitorado evangélico que é de direita. Se não for reaça, é de direita 70%. Ed estaria nos 30% que não fecha com esse 70. Carlos Eduardo é pobre. veio na da chamada nova classe média, chamada nova classe média, que veio de ascensão nos últimos nas últimas décadas, mediado pela igreja para ter essa ascensão, para ter a posição que ele tem hoje. Enquanto um cara então empobrecido de classe trabalhadora, de periferia, homem negro, tendo essas determinadas posições junto à instituição religiosa e a maioria dessa instituição religiosa. E quem faz o contraponto é um Batista branco de classe média, que teve educação formal e já vem de família privilegiada. Se você não analisa as coisas sem classe social, meus amigos, não tem como entender os processos. Aqui não é só uma disputa ideológica. A grande contradição, que é o que a gente tá tentando trabalhar nos nossos textos e a nossa análise há tanto tempo, é que se trata de uma questão de classe. É uma disputa de classe e que entra na discussão intenções entre a classe trabalhadora. E a gente tem que trazer esse elemento, tem que que é aquilo que a gente faz de maneira muito simples e é perceptível, gente. Você olha no cômbito geral do eleitorado brasileiro, no eleitorado do ponto geral, valendo toda a população eleitora, o Lula tem a maioria dos votos de pessoas negras, das periferias, de classes populares com baixa renda, com menos escolaridade e mulheres. e seus opositores, seja quem for, tem, mas vamos pegar Jair Bolsonaro, que foi o último, tem dentro do grupo de eleitores, o seu núcleo é homens, meia idade, de classe média, brancos, com maior escolaridade. O único grupo que desvia do padrão geral é o grupo quando do filtro evangélico, quando você vai na população evangélica, entre evangélicos, cuja base é majoritariamente feminina, de mulheres, de mulheres negras da periferia com menos escolaridade, que seria e menor menor renda, né? Seria eleitores do Lula no cômito geral. Dentro de evangélicos é um único desvio de classe que tem. E o que tem que ser explicado é porque há esse desvio de classe nesse grupo. E essa discussão, ela não é por uma questão de valores abstratos, ela é por análise da realidade social. Ela tem que ser feita para entender o processo histórico da igreja, etc, etc, etc. As lutas internas na igreja, as posições de classe assumida, qual o papel que ela desempenha na ascensão social da vida das pessoas. O cara que consegue uma ascensão social e ocupa um cargo que é de classe média, da nova classe média, mas que dentro da igreja é elite dirigente, ele conseguiu isso dentro do processo da reprodução social capitalista, tal qual ela tá posta e dentro da estrutura de igreja tal qual ela foi constituída durante quase 100 anos aqui no Brasil. Então ele vai reproduzir ideologicamente a manutenção desta ordem que foi estabelecida. E é isso. E esse nosso querido pastor Carlos Eduardo é expressão disso, mas ele não é o único porque a gente vai ver outro humano. E você vê a a história de vida do mano, compara com a história de vida dos outros humanos, vai vendo o que tá acontecendo. É isso. E aí na hora que ele se posiciona para além de tudo agora antiesquerda, antiula, e conecta a fala do Ed Henriquivitz, a uma agenda de esquerda, há uma agenda de ideologia de sei lá o que lá. Ele coloca agora não só umas ideias, porque ele representa dentro desse grupo a massa de trabalhadores dos grupos mais empobrecidos, enquanto o Ed Renê de classe média representa essa galera que já é beneficiada. E esse conflito de classe também entra de modo que a galera conservadora utiliza isso, utiliza esse elemento para dizer: "Ah, esses ilustrado, arrogante, elitista que traz essas ideias e chama gente de burro". É isso que o Guilherme de Carvalho faz nos textos, nos artigos dele quando fala de cultura w. Exatamente. Diz o Rayang, a cul é culpa do Wok. O Guilherme de Carvalho faz exatamente isso, culpa os woke e ele faz isso. Cultura walk traz esse debate para cá e ele fala: "É, esses pessoal de classe média aí não sabe que que é o povo de verdade, outro que reproduz isso é o Gutiérre Siqueira". E pronto, aí já era. Aí daí paraa frente é só para trás, entendeu? Mas o elemento da classe, ele tem que ser discutido, gente. Se você não botar aqui classe, tensão entre classes, você não entende esse processo, não entende essas dinâmicas. Fundamental, certo? Apoia nosso trabalho. >> Uma veneração em torno da >> Uma veneração em É esse aí. É, é o que tem. É o papel da igreja, não é? dizer vota em ciclano ou vota em bertano. O papel da agora a igreja tem que ser igreja. A igreja agora tem que ser sal e tem que ser luz. A igreja tem que trazer o trazer o equilíbrio. A igreja precisa voltar a ser protestante. Não tão protestando. Tô com medo de ser preso. Aí se o cara pregando na praça da C esses dias. A guarda municipal foi lá em cima ele. Aí >> foi o o Anderson. Vanderson >> é pregando lá tal. E aí depois o bispo foi lá conversou o prefeito. Prefeito, não, isso aí não no pai de nós, mas ainda conseguiu conversar, mas vai chegar um tempo que não vai dar para conversar. E eu acredito que no Brasil a igreja precisa ser perseguida, porque o evangelho são dentro tá muito fácil. Aí as igreja tá tudo lotada, algumas lotada, barrotada de gente, um monte de gente, gente cheia, igreja cheia, cheia de gente, vazia de Deus. Então vai acontecer alguma coisa, né? Não é esse avivamento que você tá esperando, não. Vai acontecer alguma coisa aí. Alguma coisa tem que acontecer. Por quê? Porque a igreja deixou de ser protestante. Cara, cara, eu curto muito esse tipo de papo, velho. Sério mesmo. O cara Eduardo, olha aqui, mano. É muito, muito louco. Pastor Carlos Eduardo coloca o seguinte: "Gente, a gente já tá sendo perseguido, hein? Aí você fica ligeiro. Aí ele contou um caso de algum mano que eu não sei que mano que é que que ele fez. Deve ter feito alguma merda quando tava pregando lá e a GCM atuou. Mano, falou pode fazer isso aqui não. Que na Sé é muito comum aqui em São Paulo, na Praça da Sé, sei lá e tem um mano faz um risco no chão assim, um quadradão pintado de giz no chão ou colado com a fita colorida lá prateada, bota um banquinho lá no meio, sobe e começa a pregar. Pá, cara, deve ter falado um bagulho que não era para fazer, feito algo que excedeu ali os limites. GCM chegou, beleza, deu chabu. Aí o alguém pressionou a prefeitura disse isso, tudo que aí ele fala: "Ó, mas isso aí foi uma vez, mas vai chegar um momento que a gente não vai ser perseguido." No que ele tá falando isso, e eu falo isso com muita propriedade por ser pentecostal, o flow das ideias, ele não precisa estar coerente e sistematizado. Você só precisa ir emendando temas. E o sentido vai sendo construído pela comunidade ouvinte de verdade. E aí ele tá, ele já emendou, na verdade a ideia que ele sacou ali no momento, no flow do que ele tá falando ali, não, a gente vai ser perseguido, a gente precisa ser perseguido. E aí ele reforça a dinâmica de que tá muito fácil ser crente, os cara inclusivo ou não sei o quê. E aí ele emendou a aparente tal perseguição agora com uma ideia de que tem que ter perseguição. Tem que ter e vai emendar uma profecia de que vai ter. Então, portanto, se prepara porque se o, né, partir das trevas ganhar, vem aí perce, vai ter que acontecer alguma coisa. Tá esperando avivamento, não vai vir alguma coisa aí que tá precisando. Aí já solta informação para deixar aquele perigo iminente de um grande nada. Porque não tá acusando nada, gente. Nada. Não tá acusando nada. Mas a perseguição tá vindo aí e o partido está e você fica esperto aí, vai ter que ter perseguição. E aí emenda numa série de profecias que às vezes tem sobre perseguição de igreja, mas é estratégia inteligentíssima. Mas vamos seguir. Aí eu não falo sobre isso aqui porque senão pode dar ruim. Imagina eu falar e receber o processo. Imagina eu falar isso aqui e e ser preso. Imagina que a igreja não, a igreja não protesta mais. E essa geração tá vindo para cima. As músicas de hoje, antigamente as músicas era eh sobre traição. Pega as músicas seritanejas hoje que são cantadas. Aí o cara faz apologia o quê? A bebida alcoólica. Esse eu vi o esposo de uma cantora que canta um sertanejo aí. Ele disse que é crente. Ele eh ela também disse que dá na igreja. Ele dando lição de moral eh sobre famílios não sei o quê. Uma esposa dele canta sobre traição, sobre adultério, sobre um monte de coisa. >> Então cara, essa geração e essa geração é a geração que quer cantar lá no mundo, quer cantar as músicas lá do mundo e depois quer subir no altar da igreja cantar. É essa geração. >> Então é o relativismo que tem tomado conta, né? >> Ah, mas o que que tem? Tá louvando a Deus, servindo a Deus. Ah, é uma bênção. Ah, deixa que não deixa Deus vai julgá-lo. >> Se eu uso uma frase, a gente tá falando do que tá acontecendo no mundo e tem algumas pessoas às vezes que não compreendem, né? Ah, falando de Xuxa, podcast para falar de Xuxa, para falar de fofoca, a outra menina que você citou aí, mas tudo está correlacionado, porque você usa uma frase constantemente que muitas pessoas até discordam e tenta criticar, né, dizendo que o mundo só tá indo, está ruim porque a igreja não está boa, >> não tá boa, entendeu? Não tá indo bem. Então, é por isso que quando eh eh a justiça do Senhor vier, vai começar primeiro pela casa, né? >> Sim. Pedro disse: "É necessário que o julgamento comece pela casa de Deus. Se começar pela casa de Deus, que que vai ser dos ímpios, cara? Eu que sou crente, santo, aleluia, Jesus, tô lá na igreja, aleluia, leio a Bíblia, prego, subo no altar, faço liga, vou pro monte, posto foto orando no monte e tal. A julgamento tem começar por lá, por mim. Eu, o Santo Carlos Eduardo, o Santo Cadu, vai começar por mim, pela casa de Deus, onde estão os homens de Deus, as mulheres de Deus, as Cristina Maranhão da vida, povo de Deus. É por lá que vai começar o julgamento. Então essa ideia até essa ideia de que Deus vai julgar o mundo, ah, vai vir não sei o quê, vai acontecer com o mundo. Essas profecias que o povo profetiza por aí de caos, alguma coisa tá errada, porque o julgamento não começa no mundo, começa na casa de Deus e aí vai pro mundo. Então, irmão, irmã, fica esperto porque o julgamento vai começar a ir. E você tá apoiando quem? Tá fazendo o que aí? E aí, mano? É muito louco. Eh, porque é exatamente o elemento que vai vir aqui. E pronto, aqui que Lendo disse, é muito fácil engajar com a dinâmica nós contra eles. Exatamente. É um atalho, é mais barato cognitivamente. Eles sabem bem o que estão fazendo. Sim, sim, sim, sim, sim. E é exatamente a estrutura do nós contra eles. Vamos ver quem é mais forte. resiste aí com a perseguição e tu tem que ser brabo e tem que fazer acontecer, que é o que acaba acontecendo no na que piora quando você nega o espaço da pluralidade da conversa racional minimamente mediada. E aí é uma chamada de atenção pra nossa esquerda maluca biruib aqui que é só na força e na brabeza. Vai na força na brabeza com a galera motivada desse jeito aí. A gente vai tomar o pau. Vai mesmo. Porque é isso, você cria a perseguição, nós contra eles, o inimigo tá chegando a qualquer momento. E você fique atento, você tá do lado de quem? Do inimigo ou nosso? E aí você tem que tomar a decisão. E desde o início já tá colocada a decisão. Não pode ser de esquerda. Não pode ser de esquerda. Lula, isso, PT aquilo, piriri pororó. Mas calma, porque a gente tá chegando quase no momento excelente desta conversa. Quase no momento excelente. Agora ele tá criticando assim mesmo. Exatamente. Mas vai piorar, Luna. Porque o ponto é esse. Em breve vai vir a crítica da crítica. Crítica criticante se critica enquanto critica. Lá rai. Então, ser profeta do caos não é o que Deus quer para nós. Nós quer, Deus quer que nós profetizamos sobre o caos. Ah, tem a Eu não profetizo o caos. Eu prof sobre o caos. Tem caos? Tem. Então a igreja tá lá no meio do caos. >> Ele acabou de fazer uma profecia do caos. Vai ver uma perseguição. Não tem como fazer. Aí agora tá. Ih, caraca. >> Não é profetizar caus. Porque quando não tinha nada no Gênesis, que que Deus disse? Haja luz. Quando tinha um caos lá no no de seco, ossos secos, Ezequiel, que é Ezequiel? Ah, pode, pode ver. Ah, o Senhor que sabe. Então, profetiza. A igreja não tem mais voz profética. Nós temos voz política. Tem um bela voz de gente cantando por aí, mas uma voz profética, e não é uma voz profética que levanta para profetizar o que vai acontecer, não. A voz profética deveria ser a voz profética como era de Elias contra o sistema de Acabe, a voz profética como a de João Batista contra o sistema de Herodes. Então, a sua raposa velha, você casou com a irmã do seu do do seu irmão. É, essa é uma doce profética. Agora foi interessante que você falou que a igreja protestante tem que voltar a protestar. Só que há uma diferença, né, da igreja ser protestante para a igreja ser militante política. Ai ai ai. Excelente comentário do nosso querido host do do podcast. Tem uma diferença entre ser protestante ser militante política. E o outro mano, vocês acham que ele vai concordar ou discordar? Que que será que ele vai fazer? Ele vai concordar ou ele vai discordar? Com certeza ele vai concordar e imediatamente na frase seguinte ele vai fazer uma militância política. Mas qual vai ser a sacada? Exatamente aquilo que a gente viu com Hernandes Dias Lopes. Não é que eu tô defendendo um político, não é que eu estou defendendo uma bandeira, não é que eu estou defendendo uma ideologia, eu tô defendendo princípios, princípios bíblicos. E aí o sistema que ele tá indo contra, né? O sistema de Acab, sistema de Herodes. É o sistema de Acabe, sistema de Herodes que é contra, na verdade, o Lula, é contra o PT. É isso. É. e o Lula e o PT. Basicamente é isto. É isso. Hum. Diz que Lendro. É porque aí estimula o medo e ódio. Dá um curto circuito na pessoa. Ela não pensa mais racionalmente porque agora as pessoas estão em uma dinâmica de sobrevivência. Lutar ou fugir. Exatamente. Aí meu amigo, é estado de alerta constante, né? Você tem que estar com medo de tudo. Não sei se vocês viram no começo do desse vídeo, no começo do vídeo aqui, eu não sei se apareceu para vocês, abri um cardzinho lá em cima. cardzinho era assim: Farmar aura, Farmar aura é uma obra satânica. Tipo, eu concordo, não que esse negócio de farmar aura é coisa satânica, mas mas em outro sentido. É uma bobagem. Mas para você ver, aí você tem que ficar medo com farmar, fica com medo disso, fica com medo daquilo. É a perseguição, é não sei o que. De repente tá lutando, você nem sabe você tá contra quem você tá lutando. Contra tudo e contra todos. É nós contra eles. É o jeito mais fácil de você organizar qualquer coisa. né? E aí é um tiro no pé para quem tá tentando construir minimamente uma organização de trabalhadores. Minim Luna, querida Luna dis é muito inteligente porque eles justamente querem pintar militância deles de não militância apenas a verdade universal. Exatamente, exatamente, exatamente isso. Ai, joga no easy, easy, easy, easy. Infelizmente nós estamos deixando em algumas protest para ser militante. >> Para ser militante. >> E isso, isso. >> E aí nós fazemos grandes movimentos políticos. Antigamente fazia movimentos quê? Campanha evangelística. Não sei se acho não chegou a pegar evangelística. Eu lembro, cara, na minha cidade quem ela era o Takayama. Era acusada. Cristo vivo. >> Cristo vivo. >> Se liga nisso aqui. Ele citou, pera aí. Ele citou um cara chamado Takayama, que na verdade é o Idecaso Takayama, pastor da Assembleia de Deus. O homem de Deus. Hum. Preparados? Então, aí de caso Takaiama, Cristo vive. Bom, era quando aquilo lá que não era eh não era movimento político. O ex-deputado federal, ah é, além de pastor, o Takayama é deputado federal também, ex-deputado federal. E de caso Takaian, que é esse que ele acabou de citar, que era um homem de Deus, né, tal, etc, etc. respondeu a um dos processos de maior repercussão de sua carreira política no âmbito da operação gafanhoto, sob acusação do crime de peculato, desvio de dinheiro público. As principais detalhes do caso envolvem a acusação. O Ministério Público Federal denunciou Takayama pelo suposto desvio de verbas por meio da nomeação de 12 funcionários fantasmas. O caso ocorreu entre 1999 e 2003, período em que ele exercia mandato de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Paraná. desvio de finalidade. Segundo as investigações, salários dessas pessoas eram pagos pelo herário público, mas elas prestavam serviços particulares para parlamentar ou atuavam diretamente em sua igreja tramite no STF. Em setembro de 2011, o plenário do Supremo Tribunal Federal aceitou por unanimidade a denúncia, transformando oficialmente em réu. Mudança de foro em 2018, após o STF restringir o foro privilegiado apenas para crimes cometidos no cargo atual em e em razão dele, o processo de Tacaema foi enviado paraa justiça do Paraná, primeira instância, pois os fatos apurados correspondiam à época em que ele era deputado. Atualmente o histórico de andamento de outras ações cíveis ou eleitorais em nome do ex-parlamentar podem ser consultados diretamente, etc, etc, etc. É tranquilo, né? Eh, deixa eu pegar um outro negócio aqui. Ah, é, pronto, beleza. Um cara do bem, um cara de paz, um cara de Deus. Operação jovem jovem campanhota. Piada é pronta. Pois é, e ele não é tão jovem assim, o Takayama. Eu tenho uma história de uma vez que aconteceu um negócio com Takayama. Será que eu conto ela? Vou contar, vou contar a história. Não vai render nenhum problema, eu acho, porque eu vou tomar muito cuidado. Certa feita, eu estava num restaurante em Curitiba, Paraná, à noite, pós um culto de domingo com familiares. O senhor referido entrou no restaurante acompanhado de uma pessoa que nós não reconhecemos. Pessoa sexo feminino, cabelos longos, mas nós não a reconhecemos. Ele entrou, não havia nos visto no primeiro momento, nos viu em um segundo, se aproximou, cumprimentou uma das pessoas que estava na mesa, regalou esta pessoa com um objeto de valor que estava em seu pulso. Ai, Deus me moveu aqui para te dar este presente, deu para ele e foi embora. Nem sentou na mesa do restaurante. Só conta essa história. Aconteceu cara bacana, tava dando rolê. >> E aí ele e o Luiz Artur. >> Drogas matam. >> Drogas matam. Aí depois um tempo revisava. Depois é Bernard Johnson e Vitorino Silva. as campanha hoje não tem. Hoje tem um monte de passando de palco de política, xingando Alexandre de Morais, xingando não sei quem. Não que não ser xingado, mas não é papel da igreja, cara. >> Ressalva, não que não mereça ser xingado. Ô meu Deus. >> Infelizmente as manifestações que envolvem a igreja e os cristãos deveriam colocar um não deveria colocar um nome acima de todos os nomes, que é o nome de Jesus. Eles levantam o nome de um político, né? Olha, >> e isso, talvez isso é que está levando uma uma uma problemática para a igreja. >> Talvez isso que esteja traindo uma perseguição até política para a igreja, porque a partir do momento que a igreja toma um partido, o partido que estiver no poder não vai querer ir contra a igreja? Claro que vai. Aí mandou assim: "Você acha que no Brasil vai ter uma grande perseguição contra a igreja? Do jeito que nós estamos?" Nada, irmão. Nós som amigo do sistema. Luna, lembra que eu falei ali no negócio de contradição agora há três minutos atrás era uma grande perseguição que tava para chegar aí. Vai chegar uma grande perseguição, hein? Prepareem-se a qualquer momento, só mais 72 horas. Passou menos de 3 minutos de vídeo e agora é você acha que vai ter uma perseguição? Claro que não. Nós tá junto com o sistema, mas não importa. Porque o objetivo vai dizer, quem tiver junto com o PT é do mal, quem não tiver com o PT é do bem. E é isso que vai orientar toda essa conversa. Mas não tem outra conversa possível. Isso aqui é mais colocar o pastor Carlos Eduardo contra pastor Carlos Eduardo, dá exatamente isso aqui. >> Tama, tem estado aí que os caras and de mãos dadas com a esquerda, de braços dado com a esquerda. >> Percebeu que >> não tem. >> Percebeu o que que é sistema? V de novo aqui, porque quando você ouve a fala do mano lá no primeiro momento, você ouve a fala do cara, fala: "Não, ele tá falando do Bolsonaro, né? A igreja se aliou os bolsonarista com o bolsonarismo, então vai vir uma perseguição." Ele: "Não, não, não, não vai ter perseguição, não. É GTA ao sistema. Quem que é o sistema? Fala para nós como que é perseguir a igreja. A igreja é sistema. Tem estado aí que os caras and mãos dadas com a esquerda, de braços dados com a esquerda. Não tem, não dá ter perseguição assim. Mas não hav claro que não, que com a direita pode, né? >> Teria necessidade nesse tempo que nós estamos vivendo de no Brasil a igreja eh eh ter uma ação de um uma um ato de humilhação, se voltar mesmo ao jejum, a consagração e a oração e a intercessão pela nação. Porque a igreja quando se reúne para esses atos, essas manifestações, é de forma política. Ela não se reúne para esses atos e manifestação >> de forma espiritual. Por exemplo, a marcha, a marcha para Jesus no Brasil hoje, ela é mais política do que para Jesus. Eu acho que Jesus olha lá do céu e fala: "Não é para mim não essa marcha não. >> Não tem, não tem que ol Vamos ouvir agora o prefeito, o senador, vamos é o que tem, cara. É o que tem. >> E sem falar também que é um show, né? É um show, não é culto, não é o culto, não é rendição, não é adoração, não é ato de humilhação. As pessoas são atraídas pelo quê? Pelos nomes, pelas personalidades. Se não tiver os nomes, será que tem aquele aquele mund? Se não dar ninguém famoso para cantar, teria aquele mundiente ou essas pessoas só dão atraídas porque assim, ah, então é contra, o senhor é contra convidar alguém famoso? Não, porque se você lê a Bíblia, tá lá, João capítulo 12 diz que as pessoas que a multidão ia até Betânia para ver Lázaro, mas para ouvir Jesus. Não é sobre quem você vai e ver, é sobre quem você dá ouvir. Você pode ver Lázaro, desde que você ouça Jesus, você pode ver a Gabriela Rocha, o Thales, né? Eu pode ver quem quiser, desde que depois você ouça Jesus, tá tudo certo. Tem um apelo nessa marcha para Jesus? Não tem. A conversão na marcha >> não, porque não tem pregação. Então não tem, então não tem lógica. Aí vamos orar pelo Brasil aí ora e tal. Ora pelo pro prefeito. Aí o prefeito fala também, cara. É uma mistureba. É uma Constantinópola, né? Aí aí você pensa, pô, o cara tá certo, você o cara tá certo, isso acontece. Como disse nosso querido aqui, o fazer watch, análise no mínimo honesta. É o mesto. Só que aí você pensa quem foi o prefeito? Quem foi o presidente? Quem foi os caras que vai na marcha para Jesus? Vai no descende, vai não sei o quê? É a galera do sistema, é a galera da esquerda? Não, era tudo bolsonarista, tudo a galera conservadora. Só que aí nessa hora o nome dos caras some. Nessa hora não é tipo, ó, o problema é que a gente tá com a direita, o problema é que a gente tá com a galera conservadora, não. Exata. Só vai virar crítica efetiva se for de esquerda, porque se não for de esquerda, entendeu? Esquerda é sistema, direita não. Então, na hora de criticar o político participando, não destaca qual é a posição política dele. Mas na hora de falar sobre qualquer outra coisa, o inimigo, o sistema problema, é a esquerda. É a esquerda. Então, apesar de parecer uma conversa muito honesta, ela, na verdade, ela mistura as coisas e omite a crítica direita e reforça a crítica esquerda por motivos que a gente já vai inclusive reforçar novamente. A >> igreja, as nossas a igreja hoje vive a história da igreja antiga, né? Quando Constantino disse que teve uma visão por esta cruz de Será e aí ele virou cristão, até batizou. Constantino até batizou, tornou-se imperador e aí deu cargo pros bispos e tal e aí virou aquela coisa maravilhosa. A igre virou uma igreja política. As igrejas hoje nós somos uma igreja política e isso é perigoso. Claro que é perigoso porque eh eh se ela se tornou uma igreja política, ela é uma igreja partidária. E infelizmente infelizmente existe uma igreja que abraça o conservadorismo. Glória a Deus. Menos mal. ela tá partidária dentro de um partido que ainda eh está mais próximo dos nossos princípios e valores, entendeu? Ó, gente, é o seguinte, hein? É o seguinte. A igreja virou partidária, verdade. Ela agora se mistura com partidarismo e política, verdade. Aí você pensa: "Quem que é o partido? Quem que é a esquerda, quem é não sei o quê?" Aí na cabeça vem quem que foi que nem Constantino que foi se batizar no Rio Jordão. Quem que foi? Foi o Lula? Não foi. Não foi. Quem que foi que que fica em baiando a Bíblia de baixo do braço e fingindo que quem que é? É o Lula? Não, não é. É a esquerda? Não, também não é. Quem que tá lá? Ah, é a direita aí nessa não, pelo menos a direita. Tudo bem, menos mal. Conservadorismo, tudo bem. Não pode. E aí a gente vai, aí agora a gente entende qual é a fórmula. É, não pode ser partidário. A igreja não pode ser partidária, mas se for de direita, pode. Na pol na igreja não pode ter política, mas se for de direita pode. Se for conservador, tá liberado. Então, na verdade a honestidade seria, ó, o seguinte, só não pode ser de esquerda mesmo. Você pode fazer o que você quiser. Pode ser conservador, pode ser preso por peculato, né? Pode ser processado por crimes de corrupção, pode fazer o diabo a quatro. Você só não pode ser de esquerda. É isso. Ponto. Pode fazer o que você quer. O tem um camarada aqui, João Pedro M7H2Q. Nome bonito, hein, mano? Que tá representando isso de maneira muito clara aqui pra gente, tá? Massa? Obrigado aí por trazer no chat o o a encarnação do nosso papo aqui. Tá massa, pô. Obrigado, mano. Agradeço aí os comentários. Inclusive, se puder recomendar a live para amigos, a gente a gente fica feliz. Então, glória a Deus que menos mal, né? Bora lá. Glória a Deus. Menos mal que de direita pode, só não pode ser de esquerda. E agora quando a igreja abraça partidos comunistas com ideologias de esquerdas, >> não vê no Maranhão aqui agora. Número de esquerdas que abraçam partidos comunistas. Número de igrejas, né? O número de igrejas que abraçam partidos comunistas. Zero. Ai meu Deus. E eu aqui como comunista e crente só querendo, pô. Mano, queria uma uma minha um minha que não enchesse meu saco porque por ser comunista. Ai, cara, pera aí que eu vou pegar um um último trechinho aqui maravilhoso. Deixa eu só pegar aqui que é bom, é bom, é bom, é bom, é bom. Ah, só para eu achar um trecho aqui. Muito bom, cara. E aí a gente finaliza esse aqui específico. Ah, pronto. Rapidão. Volto num instante. Volto no instante que eu preciso fazer só um xixizinho. Fico deixo vocês com uma musiquinha gostosa. Ah. Pronto, pedi ali. Xixi feito, mão lavada, usei o banheiro. Pessoal, tá com plano de banheiro. A gente já já usou o banheiro aqui também. Tá tudo certo agora. Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Eh, se liga, se liga, se liga, se liga, se liga. Se liga, se liga, se liga, se liga. Esse aqui é muito bom, velho. Ai, ai. Vamos lá. 1 2 3 e eu invoco o senhor. O papel da igreja não é convocar ninguém para passear, tem manifestação. O papel da igreja é invocar o Senhor. Quem convoca são as autoridades. A igreja invoca. A igreja >> beleza. Parece sensata fala, hein? Sensata fala. Sensata, sensata, sensata. Se liga. >> Como autoridade espiritual invoca e os políticos convoca. Se o Nicolas convocar, OK. Se o Tarcis convocar, OK. Agora a igreja invoca. Ah, você tá sendo muito aquado. Não, porque eu dou nas manifestações. Eu sei nas manifestações. Teve, gente, não é para misturar política e religião. O pastor dizendo, não é, ó, gente, não é para misturar política e religião. A igreja não pode ser partidária. Se o Nícolas convoca, vocês vão. Se o Tarcísio convoca, vocês vão. A igreja não convoca, ela invoca. Eu fui, eu vou na manifestação, em todas as manifestação de direita que tem, eu vou. Mas não é para ser partidário, hein? Não pode misturar as coisas. Vocês ficam aí misturando. Só que eu entendo que o papel da igreja, Fábio, falar uma coisa assim, fazer uma pergunta. O que daria mais resultado? Vamos pegar todas as manifestações que teve. Qual o resultado assim espetacular que teve das manifestações? Nenhum resultado. Teve Bolsonaro preso hoje eu quero a minha. >> Isso é muito bom, mano. Quando eu vi isso pela primeira vez, eu me diverti muito, mano. Todas as manifestação, que resultado que teve? Nenhum teve. B preso, com todo respeito ao irmão pastor Carlos Dard. Mas cara, muito bom, mano. Teve mostrar foi preso. Aí você pensa, é parece ser entendeu que é melhor não fazer merda, né? Mas não, não, não, não. Dá para melhorar. Pera aí, cara. Merece replay, velho. Isso é muito bom, mano. Junta todas as manifestação. Que resultado que teve. Nenhum teve Bolsonaro preso. Muito bom. Aí vamos lá de novo. De novo que isso é bom. Isso é muito bom. >> Fazer uma pergunta para você. O que daria mais resultado? Vamos pegar todas as manifestações que teve. Qual o resultado assim espetacular que teve das manifestações? Nenhum resultado. Entende? Bolsonaro preso. É um resultado negativo, né? Imagina todas essas manifestações, ao invés de manifestões, manifestações, culto, campanha de oração, cruzada, ato de humilhação, que daria? Pronto. Que que daria? Que que daria? Aí o Bolsonaro não ia tá preso, né? Porque aparentemente é um resultado negativo. A igreja não pode ter partido, a igreja não pode ter candidato, a igreja não é para se misturar com política. Meu irmão, não deu 30 segundos. Não deu 30 segundos. Imagina ao invés das manifestações, campanha não tá misturando igreja, oração não tá misturando igreja. P velho, tá ligado? E aí é o pastor, é o é o pastor no podcast dele pregando, falando, não dá para separar as coisas, né? Na autoridade aí, [ __ ] refletiria no mundo espiritual de alguma forma, né? >> Claro. Um impacto no mundo espiritual. >> Claro, porque o que está acontecendo no Brasil hoje não é só um problema político, também é um problema espiritual. Esse essa essa libertinagem que tá acontecendo, essa liberação, essa esse sexo explícito, tudo isso, cara, onde é que tá acontecendo essas coisas aí, gente? É espiritual, cara. É um país tomado por pornografia, por prostituição, espiritual, >> entendeu? Corrupção espiritual, corrupção em tudo. Em tudo, tudo tem corrupção no futebol, tem corrupção, cara. Em tudo tem corrupção. Corrupção na política, corrupção no futebol, corrupção na igreja, corrupção em tudo quant lugar. >> O Zé não tem dinheiro porque os caras roubaram os velhos. O filho do presidente tá sei lá para onde que tá, porque a os caras quer prender ele hoje. A polícia federal pediu para dar uma segurada lá no no Mendonça, porque o Mendonça quer achar o Lulin para aprender. Não, não, cara. A a rádio zap zap, velho. A rádio do zap impressionante, né? Aqui é o zap comendo solto, ó. E dá-lhe o WhatsApp com Nossa, impressionante. Mas já deu, né? Já deu, já deu. Isso aqui já foi maravilhoso. O resultado negativo aqui que de tudo que a gente fez, que que deu? Posso lado preso. Mas não é para misturar política e religião, não, tá gente? Não é para misturar política e religião. Não é para misturar política e religião. E aí vem o famoso, gente, é tudo corrompido, tá tudo na corrupção. E eu recomendo, cara, tudo vê o trampo do GC Souza falando sobre o papel que a essa ideia de corrupção desempenha, né? E como ele é construído na nossa própria compreensão da realidade, disseminado em tudo canto a canto, que corrupção vira um tema extremamente vago, sem sentido, e que vira a arma para você parecer ser crítico. Se você critica a corrupção, seja lá o que isso significa, né, pessoal, que seja lá o que significa corrupção, você tem que criticar e tem que falar, se vocês colocam contra a corrupção, você tá sendo moralmente correto. E aí ninguém discute o que é corrupção. Então, a tua lista inteligência brasileira do Gessé, vale muito a pena ler e o meu trabalhinho sobre o fundamento da corrupção, que eu também acho que vale a pena conhecer se a gente quiser discutir efetivamente o problema da corrupção. Mas antes, agora a gente vai pro outro videozinho, outro pastor que esse aqui o cara ainda pegou leve aqui, ainda foi tranquilo. Vocês não estão entendendo. Ai, bom demais, cara. Que que aconteceu? Bolsonaro preso. Esse vídeo é muito bom. Essa parte é muito boa. O vídeo é Mas vamos lá. Assim como o pastor Carlos Eduardo, a gente vai ver agora o pastor Eliseu Rodrigues. Pastor Eliseu Rodrigues também é pentecostal, também vi da tradição da Bleia. Ele é pastor na Bleia, inclusive. E pastor Eliseu Rodrigues, ele tem só no Instagram 3.9 milhões de pessoas que o seguem. Tá entendendo isso? O papo é outro nível aqui, ó. 3.9 milhões de seguidores. Ele é casado com uma cantora gospel que é a Luana Rodrigues, e o pastor Eliseu Rodrigues, tal qual o nosso querido pastor Eduardo, Carlos Eduardo, Eliseu Rodrigues também é pastor dessa geração que começou como criança pregando, né, pastores mios. Ele também era um pastor mirim da Bleia, cresceu a vida e passou todo esse processo de formação, de constituição, de ascensão social, de reconhecimento, de dignidade, vindo da periferia, vindo da periferia, família pobre, trabalhadora. E a igreja media todas as relações em que ele consegue se estabelecer, se desenvolver, encontrar uma fonte de renda, de trabalho, de ocupação e posição social. E hoje, inclusive com a internet agora, 3.9 milhões, milhões de seguidores só no Instagram. E aí ele foi no podcast. Aí o nosso host novamente. Nosso host aí novamente. Bora ver o pastor Eliseu Rodrigues dizendo, olha o tema da, olha o tema do do vídeo. A igreja não é bolsonarista e nem nem lulista. Que que vocês acham? A igreja ela não é bolsonarista e nem lulista? Que que vocês acham que o pastor vai responder? Qual é a sua visão sobre o cenário político atual no Brasil? Até porque a política e ela também acaba envolvendo a religião hoje. A igreja ela tem se tornado muito influente. A igreja hoje tem uma influência terrível na sociedade, principalmente política. >> Eu gostei do do sincericídio, sem sem querer, né? A igreja tem uma influência terrível na na sociedade. Realmente, uma influência terrível na sociedade. Eu como evangélico digo, é terrível mesmo. E nas eleições 2026, os candidatos estão buscando o quê? A influência da igreja. até o seu atual presidente, senhor Luiz. O meu é o nosso, é o nosso é o nosso meu. Vem para cá. O senhor Luiz, ele tá tentando orquestrar uma forma de se aproximar dos evangélicos, porque eh entendeu que realmente as lideranças, >> tomara que essa aproximação gere nele arrependimento, desejo pela verdade, confessar que roubou, voltar pra cadeia e pagar o que roubou. E aí sim, o nome disso que o pastor acabou de executar é imputação de crime, porque pastor disse que roubou, mas não roubou, né? Sim, que eu me lembre, que eu me lembre, esse crime não está sendo processado, não foi julgado. Inclusive, todo o processo da o da operação Lava-Jato foi por água abaixo, né? Foi preso injustamente. Ih, que que acontece? anulado, voltou, ganhou eleição, democraticamente eleito, né? Mas toda a conversa começa com uma risada, né? O seu presidente não, o meu presidente não, o nosso. E aí tem toda essa piada, né? Como se fosse engraçado. E fica você com essa coisa aí, pastor Eliseu Rodrigues, 3.9 milhões de pessoas que o seguem. Porque arrependimento de roubo tem que ter restituição. >> E tu acredita então que o Luiz ele é ladrão >> tá na lei e tá nos autos aí, né? >> Cara, maluco não pode ver uma corda que quer se enforcar, né? Você acredita que ele é ladrão? Então tá na lei, tá nos altos. Mas eu acho que o cérebro aqui já fazendo assim, ó. Cara, se p que eu tô fazendo bagulho que eu não devia, né? Imputação de crime não é legal. Não é legal. Eita bexiga. Porque não tá, né? E aí o o host também querendo caçando, meu querido host caçando corte. Você acha então que ele é corrupto, né? Você acha então que ele é corrupto, né? Exatamente. É, é o que a aluna diz aqui. Uai, a mesma lei anulou o processo. Exatamente. Ela vai, lá, lá, lá, lá. Você acha que ele é corrupto, então, hein? A caça do corte, ela brinda, gente. Ele, ele não pagou pelos seus erros. Ele foi inocentado pela nossa brechas na lei, né? Não, ele foi inocentado e o processo foi anulado porque o processo tava errado. Eu não vou chamar o cara de alguém que hoje vive como bandido. Eu tenho que dizer que eu tenho uma esperança de que esse cara se arrependa, eu volte atrás. Não vou dizer que esse cara vai pro inferno. Ele pode se arrepender de seus pecados e ser salvo em Cristo Jesus. Se arrepender do quê? Mas calma, calma, porque daqui a pouco a gente vai voltar pro Instagram. Exatamente. Deu uma recuada logo em porque o processo aqui, ó, de imputação de crime já tava no cangote já. Ele sacou, falou: "Puta, tô falando demais. Acho que eu falei, acho que eu falei demais". Que que nem o nosso querido João aqui na na nos comentários, né? É a mesma coisa. Tá imputando o crime, né? Ah, vamos nós. Exatamente. Se arrepender do crime que ele não cometeu e foi provado que não cometeu. Exatamente. Mas calma, porque o nosso querido pastor vai dizer qual é a fonte dele, onde ele tira suas informações. >> Mas eh a sociedade rotula e ele é rotulado como um ladrão. Houve devolução, houve arrependimento, houve confissão. É o que eu tô falando aqui é a justiça que diz e os especialistas, grandes jornalistas, principalmente da Jovem Pan, jornalistas de direita e até caras de esquerda, que se forem pesquisar a fundo, sabe que não tem como provar a inocência do nosso presidente. >> Jornalistas renomados da Jovem Pan. Oha tá comendo solto lá com informações da da Jovem Pan, do Zap Zap. Ó aqui, ó. Grandes jornalistas da Jovem Pan, grandes juristas do Jovem Pan e o Zap comendo aqui, ó. Com menos solto já o zap. E mesmo gente de esquerda, hein? Tem gente de esquerda. Se for procurar, deve ter gente de esquerda aí também falando, cara. Não. E ó, a referência é Jovem Pan. Capaz da referência ser o Pânico, que é um programa que não é muito cristão. Não sei se vocês já perceberam, né? Mas provavelmente é isso. Mas tudo bem. Exato. Exato. Ah, tem esse ponto também. [ __ ] Leandro tem total razão. Diz Leandro. Ué, provar inocência não tá invertido isso aí. Exatamente. Tem que provar in tem que provar que você é inocente. Prova sua inocência. Não, calma, calma. Tem que provar que eu tô errado primeiro. Tem que provar que o cara é culpado. E não foi, né? Ai meu pai amado. Mas jovem Pan vai dizer para nós aí, >> mas a Bíblia manda orar por ele. A gente tem que orar para que tenhamos uma vida de integridade. >> E há uma polarização hoje na sociedade brasileira e também há essa polarização na igreja. Infelizmente nós temos pastores que são lulista que votam na esquerda, não tem? >> Tem. Agora, por que que esse cara >> o argumento é muito bom, velho. A construção ela ela já parte do seguinte, tem uma polarização na igreja, não tem? Porque tem pastor que já é lulista, porque se não fosse não ia ter polarização, ia tá todo mundo certo. Se não tivesse ninguém de esquerda, a igreja tava no lugar correto. Mas, infelizmente, infelizmente tem gente aí que é de esquerda, né? Pô, o bingo aqui do do do da do neutro não neutro é impressionante, né? E de boa assim, como se nada tivesse acontecendo. Fal, mas tem a igreja também tá polarizada, né? Porque tem pastor lulista, porque se não tivesse pastor lulista, a igreja não tava polarizada, ela tava no correto, porque ser fascista, bolsonarista, reacionar, então é muito, é muito, o cara joga muito no easy. Vamos lá, >> cara. Volta na esquerda. Se o cara é pastor, o cara tem conhecimento de causa. Ele não é aquela irmãzinha lá no canto, no interior do Nordeste que vota no PT por causa de Bolsa Família. O cara sabe das >> Ah, mano, isso aqui tem que ser reuvido. Prestar atenção. Vê se isso aqui não é ideologia de classe média reproduzida. Nossa, uma reproduzida com facilidade assim >> que votam na esquerda. Não tem. >> Tem. Agora, por que que esse cara volta na esquerda? Se o cara é pastor, o cara tem conhecimento de causa. Ele não é aquela irmãzinha lá no canto, no interior do Nordeste que vota no PT por causa de Bolsa Família. O cara sabe das ideologias que o PT defende, >> mas talvez seja pelas a irmãzinha no interior do Nordeste, enganada pelo Bolsa Família. A gente não tá falando do mano da Faria Lima, tá ligado? A gente não tá falando do dono do Autopeças em Moema, da concessionária no Itaim. Não é essa dinâmica que eu tento trabalhar no nos meus textos lá na Zelota e tenho tenho tentado discutir de como há o desvio do interesse de classe dentro das igrejas, qual o processo histórico que cria essas condições. Isso aqui é reprodução da ideologia basiquinha de direito de de classe média. Isso aqui é a reprodução ideológica de classe média. classe média bem chapada, paulistana, reproduzida no humano que não vem dessa pegada. Por quê? Porque ele teve ascensão social a classe média, uma chamada nova classe média. Agora ele tem estabilidade, tem a grana, tem o negócio, tem a renda, tudo garantido pela estrutura da igreja. A igreja que o posiciona nesse local, vindo da periferia e dentro dessa estrutura, na hora de reproduzir e e desenvolver o seu posicionamento político, para além das relações que ele tem que garantir, né? efetivamente ele foi formado imediato sobre essas ideologias que são pactuadas e fechadas com o tipo de defesa da manutenção da reprodução social tal qual ela tá posta. Então reproduz ideia de classe média que precisa manter as coisas para garantir seus privilégios. E no caso aqui o pastor garantindo seus privilégios de pastor, porque dentro da igreja ele tem privilégio como pastor. >> As obras sociais do partido, não é? >> É mais quem tem que fazer obra social é a igreja, não partido chamado PT. Se a igreja depende do estado para fazer obra social, ela tá se desviando da igreja primitiva, quando eles tinham tudo em comum e ajudavam uns aos outros. Aí vai pra casa do chapéu, né? A análise social feita com minha orelha. Estado não faz trabalho social, estado faz política pública. É diferente. E isso é um ponto importante, né? Mas qual que é o ponto? O ponto é que a igreja, como a famosa frase que o pessoal diz, né? A igreja tá onde o estado não tá, que na verdade é a igreja tá onde nem o estado e nem o mercado foi, né? Que o mercado não foi aproveitar aquele mar de oportunidades, que é um local sem estado na periferia. Então, a obra social feita pela igreja, feita por ong, feita por não sei o quê, vem na defasagem da desigualdade social brasileira. E aí vem uma contradição muito importante. A igreja, se ela tem como função a obra social que ela tem que fazer no lugar do estado, ela depende de uma sociedade desfuncional e um estado inoperante, porque ela só vai ter essa necessidade de desse trabalho social se não tiver política pública, porque se tiver política pública não precisa da obra social. Então, a ideia de que a igreja se se beneficia ou a ideia de que a igreja desempenha o papel na no atendimento das necessidades das pessoas na periferia, na ausência de estado, ela vem acompanhada da ideia de que um estado forte, com uma política pública atrapalha a função social da igreja. Então, paraa pastor e paraa liderança que quer manter a instituição com sua função social, ele vai fazer o quê? Sou contra o estado, tem que enfraquecer esse negócio de política pública, tem que fortalecer minha igreja. Então, eu vou votar em em em candidato, em deputado, em presidente que vai passar a função de política pública paraa obra social de igreja e aí a gente fortalece a nossa instituição. Simples assim, mas é simples assim. E aí nós, enquanto pessoas religiosas, no meu caso, né, nem todo mundo aqui vai ser religioso, tá acompanhando o papo, mas nós enquanto religiosos, qual é a nossa função? Eu defendo uma política pública adequada que atenda todas as pessoas, independentemente de igreja ou não, ou não, eu defendo que não. Quem tem que fazer a igreja, então quem mantém a desigualdade, porque se acabar a desigualdade não precisa dessa função social da igreja. E aí nessa, uma vez tava conversando com um amigo meu, até falei: "Cara, eu sou muito mais crente que esses pastor aí, mas muito mais que esse pastor conservador". Porque para mim igreja não é para ficar fazendo obra social. Igreja para expressar uma uma experiência de fé de uma comunidade de fé que se reúne dentro de uma tradição religiosa. E ponto, obra social é problema de desigualdade, desigualdade de uma sociedade moderna que precisa ser superado e só é superado com política pública adequada e mobilização da sociedade civil. Então assim, na boa, essa contradição ela tem que ser discutida nesses termos. E o pastor aqui, ele facilitou minha vida quando ele dis diz assim: "Ah, mas facilita muito". >> Ia quando eles tinham tudo em comum e ajudavam uns aos outros. Mas talvez a igreja precisa do favor do estado. >> Eu gosto que o esse rosto ele é bom de levantar a escada, viu, mano? Ele é bom. Vagu para esse rosto aí. >> Meu trabalho é fácil porque eu uso click up. É assim que eu acompanho todas as minhas tarefas. Eu começo despejando. >> Vamos finalizar o trem. >> Para quê? >> Para uma construção, entendeu? Um terreno. Desbloquear uma obra atrasada. >> Sim. Ah, sim. Concordo. >> Às vezes o estado vai defender o pastor quando ele entrar. >> Sim. Ah, nesse sentido, sim. >> Então, ele precisa. >> Então, pronto, ó. E aí eles conseguem piorar o processo, né? Porque se o estado funcionar para acelerar uma obra, garantir o terreno da igreja, facilitar processos ali de habits, sei lá, né? mais outros protocolos e e e documentos necessários. Se o Estado favorecer a igreja, aí tudo bem. Agora, se for para política pública, hum, é, cara, é muito fácil, velho. É muito fácil, meu irmão. Ah, mas é muito fácil. É muito fácil. Às vezes a gente precisa do estado, gente. Aí o cara Não. Sim, sim. Nesse sentido, sim. Aí tudo bem, né? Tudo bem. Se se o estado tiver aí uma mão lava a outra, a gente se ajeita. Agora, se for para fazer uma política pública adequada, aí não, hein? >> De alguma forma está aliado ao estado, né? >> É como cidadão. Não, não, não. Assim, é, você me ajuda e nós vamos votar. Eu vou obrigar a minha igreja a votar em você, entendeu? A igreja paga imposto. A igreja, a os cidadãos da igreja, >> agora sim. A igreja não paga imposto não, mas os cidadãos da igreja, ah, eles pagam, mas eles não precisam estar na igreja. Qualquer cidadão paga imposto. A igreja não, pagam seus impostos. A igreja é formada de cidadãos. Então, para o benefício da comunidade, o político não deve fazer isso, beneficiar naquela placa pastor A ou B. O político deve fazer isso, se é o correto, sem burlar as leis, pelo benefício da comunidade. Uma igreja aberta hoje, Fábio, beneficia beneficia a sociedade, sim ou não? Sim. Então, político está fazendo o correto e o bem pela sociedade. >> Mas e a expressão que >> ela beneficia mesmo? Sim, sim. Por quê? Porque eu sou crente. Eu acho que beneficia. É a única explicação possível, né? Ah, é fácil, hein? Ai, ó. Mas não é para você dizer em quem você vai votar. Aqui a gente faz propaganda anti Lula, anti PT, ante tudo. Mas a gente não tá dizendo quem você tem que votar não, viu? que até uma pastora que eu gosto muito, eu admiro muito, a pastora Helena Raquel, as pessoas criticam ela, não sei por, mas ela estava no nordestindo, pastor, é sério. Ela tava no norte agora do país e ela trouxe uma mensagem em Umbrada, ela disse que a igreja não é bolsonarista e não é lulista, a igreja é de Jesus e as pessoas criticando ela por causa dessa fala. >> Eu entendi ela e entendi as críticas. A igreja não é lulista nem bolsonarista. Ponto. OK. A igreja de Jesus. Só que tinha que ter o mais. A igreja não tem partido, mas a igreja tem princípios. E é a mesma coisa ou não é a mesma coisa que o Hernandes Dias Lopes diz? Aí vem mano dizer: "Não, veja bem, as igrejas pentecostais, neopentecostais, dá o nome que você quiser. Elas são esse problema da nação brasileira. É elas que têm essas coisas. É a mesma coisa que o Hernandes faz. A gente não é político partidário. A gente aqui não tem bandeira, mas a gente tem princípios. Aí a igreja entende a hipocrisia da bexiga, mano. Eu fico com raiva, velho. É muita hipocrisia. Joga limpo, joga limpo. >> E o lulismo hoje se afasta dos princípios da igreja, como também a direita no Brasil não pode se chamar se chamar conservadora. A igreja é o sustentáculo do conservadorismo. Eu acho que não tem no Brasil um partido que pode se chamar conservador à luz das escrituras sagradas. a gente nunca vai achar, porque a Bíblia ensina é dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus. Se eu for, se eu for criticar à direita e que merece crítica, eu também preciso criticar a esquerda. Então é nesse sentido que as críticas vieram. Cadê a crítica à esquerda? É, >> pronto. Aí a coitada Delena Raquel tá sofrendo de ir o Lula e o PT. A Raquel critica a igreja de ser ficar levantando bandeira de partido que não pode ser bolsonarista. TV humano dizendo assim: "Não, não, mas e o Lula e o PT está criticando só o bolsonarismo?" Sim, porque 70% dos evangélicos defende direita e que todo mundo que foi fazer manifestação, encher o saco da sociedade brasileira como um todo dentro da igreja e tal, não sei o quê, foi foi bolsonarista, foi fazendo 22, 17 arminha com a mão, pelo amor de Deus, os caras tudo fazendo arminha com a mão, pô. Aí é não, mas tem que criticar isso que também. E o Lula e o PT. Mas meu irmão, dentro dos evangélicos, 70% volta na direita declaradamente. Se diz de direita. Então acorda, tio. Igual alguns amigos meus criticaram muito o bolsonarismo e os excessos da igreja no bolsonarismo que teve. Você concorda? >> Sim. >> Ok. Mas quando o Lula foi eleito, esses caras não criticaram mais o lulismo. Então, o lulismo é perfeito e só o bolsonarismo foi defeituoso. Não, criatura de Deus. Não, criatura de Deus. O ponto é que não tem dentro da igreja gente fazendo L dia, toda semana, toda hora, todo momento e em qualquer lugar. Não tem a bandeira do PT desse tamanho. Não tem maluco andando para lá e para cá com com bandeira da União Soviética abraçado. Pô, velho, é fácil. É. Qual foi o movimento que dentro da tava fazendo arm? Tava assim, ó. Ia fazer final de culto, fazia assim, metia 22. Fala que é 17. Fala quem? Quem? Quem, querido? Quem? Quem? Quem que é que tá na igreja? A política e religião não se mistura desde que seja de esquerda, porque de direita pode. Não é para ser partidário, desde que não seja partidária de esquerda, porque de direita pode. É, >> não, ele mostra que ele era uma melancia, né? Então eles aí eles diziam: "A igreja ficar apoiando demais o Bolsonaro, quando for para criticá-lo, a igreja não vai poder porque ela perde a voz profética". Porque ela apoiou, apoiou e quando o cara erra a igreja não critica. Ok? Aí agora que o lulismo ganha, esses mesmos caras que criticaram o bolsonarismo não criticam o lulismo >> e o Lul e o PT >> são hipócritas. Cadê a voz profética? Então a voz profética é só contra a direita e não contra a esquerda. Então o que mais se o o discurso do político, a equipe do político que mais se aproxima do que a gente acredita. Então como eu disse lá no meu Instagram, você não precisa ser caba eleitoral de ninguém, mas você precisa expor a verdade. E o que que tá correndo? muito rápido, destruindo famílias, ideologia de gênero. Que que tá correndo muito rápido, destruindo famílias? Pai ausente. Que que tá correndo muito rápido e destruindo famílias? Falta de emprego. Que que tá correndo muito rápido e destruindo famílias? Pai que não aceita os filhos. Que que tá correndo muito rápido que e e que tá destruindo famílias? Masculinismo. Homem babaca oprimindo criança, jovem, adolescente e suas esposas. Me parece que destrói mais. Sabe o que destrói família? Fome. Falta de escola adequada, destrói família para caramba. Tá ligado? É o que destrói ideologia de gênero. Sabe o que que destrói a família? Falta de tempo em casa. Falta de tempo em casa destrói família para caramba. Pai, a mãe tem que trabalhar que nem uns camelos, não sei que escala, não tem com quem deixar as crianças. Correria insana, cada vez trabalhando mais e mais e mais. Aí humano vira Uber, não tem hora, vira à noite, vira dia, vira não sei o quê, não tem tempo em casa, destruindo família. Seja contra o contra a escala 6 por1, meu amigo. Defenda o fim da escala 6 por1. Vamos proteger as família, mas não, o problema é ideologia de gênero, seja lá o que isso signifique. E o Hernandes Dias Lopes amou isso aqui também. Eu vou reforçar do Hernandes, porque esses cara presbiteriano, eles são muito chato com nós pentecostal. Os caras presbiterianos fica dizendo que o culpa dos pentecostal que não estuda, que não sei o quê, e falam a mesma coisa. É a mesma coisa. Só que um tá de terna e gravata e pomposo. O outro fala com sotaque de quebrada. Então é basicamente é isso. Mas mesma mesma fita. Mesma fita. Vamos lá. E tem até um corte de uma mensagem sua que tá falando de ideologia de gênero e teve gente que associou a sua fala ali como uma resposta à pastora. >> Hum. Não, não, >> não. Eu tenho um telefone dela. Se eu quiser falar com ela, eu falo com ela. A minha resposta, eu tava pregando no congresso de adolescentes na igreja da do pastor Gerinho, da Cassiane, para adolescentes. É. E eu preguei sobre ideologia de gênero. Eu tenho uma equipe de 20 pessoas que cuidam das minhas redes sociais. É 4 milhões no Instagram, é 1.00.000 1 no Facebook, é 1 milhão no YouTube e eles sabem o corte que vai fazer a diferença para aquele público. Acho que já passou de 1 milhão. Então eu a estrutura profissionalizada, rede de grande alcance e impacto. É esse tipo de dinâmica que a gente tem que discutir. É classe social em jogo, é grana, é influência, é profissão, meus amigos. é profissão, renda, posição, posição social e reconhecimento. Não é simplesmente uma crença valores. O querido pastor Eliseu Rodrigues, ele prega desde criança. Ele é dos meninos pregador mirim, cara. Ele cresce, fez carreira na igreja. Como é que não vai defender uma estrutura que tá ali garantindo o pão de cada dia? Pô, isso tem que ser discutido nesses termos, tá? Eu poderia colocar resposta à pastora Helena Raquel, mas não foi. Eu sempre cito nomes. Você sabe que um dos motivos pelo qual as pessoas me chamam de porteiro do céu, dono da verdade, a gente citou nomes aqui, mas não, não foi uma resposta a ela, foi uma resposta à ideologia de gênero. A Bíblia precisa ser, a teologia do Gênesis precisa ser pregada para que a igreja pregue contra a ideologia de gênero. A gente não pode bater só, é isso que os caras criticam. A gente não pode perder a voz profética. A direita também precisa ser corrigida e a esquerda precisa ser condenada. >> A esquerda precisa ser condenada, a direita corrigida. Mas na sua visão, >> mas não tem lado político, tá gente? Não tem partido, não tem bandeira. A esquerda, a direita precisa ser corrigida. A esquerda precisa ser condenada. Sem ideologia, tá? Sem partido. Ai, meu povo, é cada eita atrás de eita e nossa atrás de nossa. É, minha gente, longa live que tivemos hoje, não, cara. Deixa eu pegar aqui um negócio, ver se eu acho baçado, né? É triste. Eu fico triste. Exato. É que existe a constatação, diz nossa querida Luna, de que o grupo dominante privilegiado é o padrão e o padrão se torna invisível. É isso. É isso. E tem uma história construída e ai cara, tem um trampo inteiro que a gente faz nesse trem aí para explicar. É triste. É triste, né? É triste. Deixa eu pegar aqui o negócio aqui. Deixa eu pegar aqui o negócio. aqui. Se vocês tiverem a oportunidade de conseguir esse livrinho aqui, eu recomendo a leitura. O título é um título bem problemático, eu não nego, que é o pobre de direita do Gisé Souza, mas o interlocutor dele não é o pobre. O interlocutor dele e nem a direita. O interlocutor dele é a classe média acadêmica ilustrada e discute com esses temas e assume isso, né? Mas vamos lá. Se você vier aqui nos agradecimentos, tenho aqui, ó. Agradeço a Bruno Requal. pela ajuda nas entrevistas dos negros evangélicos, porque sim, entrevistamos aqui na periferia de São Paulo muitos evangélicos. E deixa eu ir aqui para as entrevistas. Bom, vamos lá. Ah, meu Deus, é complicado aqui. O que que eu acho que falta nesse livro? falta no GCE a discussão sobre as relações de classe social, como elas estão dentro da igreja e as estruturas institucionais, mas aí a minha contribuição que não está aqui nesse livro vai um dia no livro que eu puder publicar que tá aqui para mim são as entrevistas, né, que a gente fez e ficaram as entrevistas bem bem bem bacaninhas, assim, bem bacaninhas, entrevistas bem boas e a gente vai ver um trechinho aqui de umas paradas importante, né? Ah, pula aqui. Análises, análise, análise, análises, análises, análise, análise da entrevista. Entrevistados. Tem o Vanderson aqui. Ã, vai apresentando a vida dele, o camarada que vai trabalha aqui um camelo, naquela coisa toda. Foi na Assembleia de Deus e parará parará parará. Eh, ah, não vou achar aqui de de OK. Pronto. Hum. Cadê? Cadê? Cadê? A gente perguntou que que ele achava da politização, né? Perguntei para ele o que que ele achava da politização da igreja, né? O uso da igreja e tal. A resposta do do irmão foi, eu acho que é até bíblico, tanto é que muitos políticos da época da classe alta foram importantes para expansão do evangelho, né? Se não fosse também o próprio império de Roma, o evangelho não teria se difundido tanto. É lógico que é de Deus no controle, né? Mas o Império Romano não ajudou muito eh ajudou muito nessa expansão. Eu não acho pecado, né, misturar política e religião. Para mim, quanto mais crente na política, mais próximo do povo a política ficaria. Porque afinal o crente ele expressa o povo, né? O povo é majoritariamente crente, só que não. A igreja tem todo o dever, todo o direito de participar. Isso ele tá correto. Aliás, nós como brasileiros, participamos muito pouco da política. Mas eu creio nisso. Quanto mais crente o camarada que entre lá no meio da política, melhor. Não concordo com o que aconteceu naquele começo do ano com aquela manipulação de massa. Refere-se a 8 de janeiro a tentativa de golpe, utilizando os coitados dos irmãos crentes inocentes para fazer barderna lá. Nem todos eram crentes. Ali tinha muito baderneiro, né? Porque ou é baderneiro ou é crente. As duas coisas jamais estariam juntas na mesma pessoa. Agora o que não pode é aquele negócio de igreja ter partido. O cara defendeu um partido de ponta a ponta, mas não pode agora ter de partido, como nós vemos nosso país. Infelizmente tem certas denominações que já tem até partido político e já tá se diferenciar. E aí quem que ele votou, né? Se ele quisesse compartilhar, quem que ele teria votado? Oxe, claro que Bolsonaro, o menos pior era o que eu falava, ó, eu tô votando no menos pior para governador votei no Tarcísio. Candidato eu não lembro, eu votei em uns meninos aqui que tenta ser político aqui do bairro, alguns que eu até conheço, conheço ser desde pequeno. Então tem meu voto. Eh, meu povo, mas cara aí que eu quero achar ideologia de gênero aqui. Pronto. Perguntando sobre LGBTQ PN+, né? Eles pedem leis e mais leis e mais leis só para ter benefício próprio, sendo que todos somos iguais perante a lei. A classe política tem um tipo de lei para eles que defende eles. A classe LGBT mais que quer uma lei que os defenda também. Aí vem a classe racial, é o negro, os branco, os negros, os morenos, os pardos querem leis para eles. Depois vem feminismo, né? As mulheres querem ganhar o mesmo salário que os homens. Imagine se cada um vai puxando pro seu lado, haja lei. Não vai poder nem piscar mais que você vai estar infringindo a lei do grupo e tal, entendeu? O que nós vemos é isso, conflitos de interesses. Essa é a realidade. Eles não pensam em toda a sociedade. Eles querem uma lei só para eles. Já pensou se os motoboys quiserem uma lei só para eles e os taxistas outra lei? Onde nós iríamos parar? Então que eu percebo é isso, pessoas querendo privilégio demais, principalmente dessas classes aí de LGBT mais não tenho nada contra isso, mas infelizmente é o que conta para você ver, né, meu povo. Pera aí um minutinho, povo, rapidinho. Deixa eu ajeitar um trem aqui. Uh! Embaçado, né? Ai, ai, ai. Mas acho que eu vou ter que voltar na leitura desse texto no próximo encontro que a gente tiver por motivos de precisarei finalizar o nosso papo. Cá estamos. Mas gente, obrigado aí, viu? Curtiram o papo? Foi bom. Hoje foi longo, hein? Longo papo. Longo papo. Foi massa. Foi massa. Ainda tem um restinho de sábado. Domingão chegando aí. Quarta que vem eu vou trazer mais reacts desse mundo crente fã de política, que é importante, e vou ler daí com mais cuidado esse texto que eu tinha pensado em ler hoje com as entrevistas. Vai ser massa. Beleza, meu povo. É, aí eu vou ler com cuidadinho que não vai dar tempo agora. Mas é isso, é isso, é isso, é isso, é isso. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Ué, tá travando tudo aqui. Fiquem bem, aproveitem aí o restinho de fim de semana. Até a próxima. Se cuidem, desfrutem do domingo. Deus abençoe. Nós se volta em breve. Obrigado aí todo mundo que colou pelo carinho, pela ajuda e é nós. Estamos junto. Valeu, Deus abençoe. Falou e seguimos por aqui como sempre trazendo todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo a boa nova todo dia útil até vitória final. Beleza? Valeu, falou, Deus abençoe, cuidem. É mais excelente sábado, excelente domingo com você.