Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

# 81 Pilares da Fé Reformada

# 81 Pilares da Fé Reformada

# 81 Pilares da Fé Reformada

Link para acessar slides – https://drive.google.com/drive/folders/1ZeSQ-PRU1DcgKxoMbYLUXhsqCtjHoahP?usp=sharing

PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE

Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids

Legendas automáticas:

passou bem e não chegou muito bem de
saúde e por isso eu estarei substituindo
hoje. E nós vamos orar e vamos orar pelo
reverendo Rubens, né? Deus esteja
cuidando dele. Vamos orar. Senhor Deus,
obrigado por essa noite, pela
oportunidade que o Senhor nos dá de
estudarmos a tua palavra, de sermos
edificados por ela. Senhor Deus, nós
somos pequenos, fracos, falhos. Nós
precisamos da tua graça, da tua
orientação e precisamos, ó Deus, ser
alimentados pela tua palavra. Fortalece
a nossa fé no Senhor. Cuida de nós. E
pedimos, ó Deus, o Senhor esteja também
cuidando reverendo Rubens, restaurando a
sua saúde, cuidando de tudo na sua casa,
nas suas atividades. Que o Senhor esteja
o fortalecendo também. Em nome de Jesus
nos colocamos na tua presença. Amém.
Amém. Amém.
Meus irmãos, hoje com muita alegria. Por
que com muita alegria? Porque eu amo
essa essa doutrina, a doutrina da
justificação.
Ela ela me edifica muito. Só de parar
para poder preparar, né, aqui a essa
aula pros irmãos. Eu já fui muito
edificado hoje, né? E todos nós seremos
nome de Jesus.
a doutrina da justificação. Eu gostaria
de ler, vamos ler esses textos pra gente
eh introduzir e a gente perceber a
importância que o apóstolo Paulo dá para
essa palavra.
E Gálatas, capítulo 2, versículo 16
diz assim: "Sabendo, contudo, que o
homem não é justificado pelas obras da
lei, e sim mediante a fé em Jesus
Cristo." E aqui eu já queria fazer um
parênteses com a aula passada, porque
nós falamos sobre a doutrina da fé e que
nós vivemos por fé e tudo que acontece
por nós na obra da redenção,
ela é aplicada na nossa vida pela fé. E
aqui a gente vê o apóstolo Paulo falando
novamente, é mediante a fé em Jesus
Cristo. Também temos crido em Cristo
Jesus para que fôssemos justificados.
E ele repete, pela fé em Cristo e não
por obras da lei, pois por obras da lei
ninguém será justificado. Não sei se
vocês perceberam, mas ele falou a mesma
coisa aqui umas três vezes. [risadas]
Porque não é pela nosso, pelo nosso
esforço, pela nossa obediência à lei,
nós obedecermos todas as leis de Moisés.
Não, não é por isso que nós somos
justificados,
tá? E agora
vamos ler agora em Romanos, que é também
um livro que que vai tratar muito a
respeito, né, desse termo jurídico.
Romanos capítulo 3, versículo 21, 24 diz
assim: "Mas agora, sem lei, a justiça de
Deus se manifestou,
sendo testemunha pela lei e pelos
profetas. É a justiça de Deus. mediante
a fé, novamente, ó, mediante a fé em
Jesus Cristo, para todos e sobre todos
os que creem, porque não há de
instinção, pois todos pecaram e carecem
da glória de Deus, sendo o quê?
Justificados.
E a gente pagou quanto pra gente ser
justificado? A gente não pagou nada, né?
sendo justificados gratuitamente
por sua graça, mediante a redenção que
há em Cristo Jesus. E aí continua
versículo 25 e 26. A quem Deus
apresentou como propiciação
no seu sangue
mediante a fé.
Deus fez isso para manifestar a sua
justiça, por ter ele, na sua tolerância
deixado impunes os pecados anteriormente
cometidos, tendo em vista a manifestação
da sua justiça no tempo presente, a fim
de que o próprio Deus seja justo e o
justificador
daquele que tem fé em Jesus. Gente, esse
texto é maravilhoso. Esse texto é
maravilhoso. E agora tem uma umas
curiosidades aqui desse texto, porque
ele vai falar que ele manifestou a sua
justiça. O que significa, dentre todos
os significados que às vezes o apóstolo
Paulo ele cita, né, com o significado.
Tem hora que ele cita a mesma coisa, mas
aquilo já tem uma outra conotação.
Manifestar a justiça foi quando Deus
realizou a sua justiça em Jesus Cristo.
Quando que ele fez isso? Quando Jesus
derramou o seu sangue. Foi quando na
cruz do Calvário o sangue de Jesus
perdoou os nossos pecados. Ali Deus
manifestou a justiça dele, tá? Então,
por no final, então, ele vai falar a fim
de que o próprio Deus seja justo e o
justificador daquele que tem fé em
Jesus.
>> Por que que nós falamos para que Deus
seja justo?
Porque se Deus
perdoasse
todo mundo, só falasse assim: "Agora
você é justo, agora você tá
justificado".
Deus seria injusto. Boa.
Por isso que Deus manifestou primeiro a
sua justiça em quem? Jesus.
Se alguém falar assim: "O Senhor não
poder, não pode perdoar o pecado dele
não?
O que que você vai fazer com o pecado
dele?
Aí o Jesus levanta a mão, fala assim:
"Eu eu assumi o pecado dele. O pecado
dele foi na cruz comigo.
Deus é justo. Vocês estão vendo? Então
Deus primeiro ele fez tudo isso porque
alguém poderia falar: "Mas por que que
Deus só não perdoa o pecado? Por que que
Jesus precisou morrer numa cruz?" Então,
na história da redenção, não há erro
nenhum.
né? Porque
Jesus, por que que Deus não fez assim?
Por que que Deus só não declarou todo
mundo justo e pronto? Quem ele queria?
Ele ia ser injusto.
Então, como Deus ele é justo, Deus ele
não pode contrariar e errar, fazer
alguma coisa contra a sua própria
palavra e a sua própria justiça,
tinha sim que alguém pagar. tinha que
alguém pagar esse preço, tinha que ter
um sangue derramado. Então, é por isso
que a palavra propiciação, né, eh, é
isso. E ela,
Deus se tornou possível a nossa
justificação através do sangue de Jesus.
Então, só a partir desses textos que nós
lemos, há como existir justificação
sem derramamento de sangue?
Não, não há. Então, a
o fato, a base toda da justificação é a
obra de Jesus, tá? E é o sangue
derramado de Jesus.
Exatamente.
Um, agora tratando um pouco de conceito,
isso aqui é importante que o Berkov vai
trabalhar no seu livro, o conceito
bíblico do que é justificação,
tá? Aí, ah, mas parece que é tão fácil,
não é assim tão simples que muitas
pessoas entendem de forma errada, né?
Por exemplo, o que não é justificação?
Justificação não é uma mudança moral.
Não é assim, ah, agora você é justo,
você foi justificado. Mas por quê?
Porque agora eu tô mudando meu jeito de
andar. Eu agora tô fazendo as coisas
certinhas. Eu parei de fazer isso. Eu
parei de fazer isso. Agora eu tô indo na
igreja. Eu tô cantando coral. Eu tô
fazendo isso. Não, isso não é. Ah, meu
casamento melhorou.
A justificação não designa uma
transformação interna. Não é o processo
de tornar o homem justo. Mas pastor, eu
pensei, mas não é,
não é isso. A justificação não é para
tornar você uma pessoa melhor. O que vai
tornar você uma pessoa melhor é outra
coisa que a gente vai ver na frente. Mas
a justificação não é algo que acontece
no nosso interior.
E olha só que que coisa interessante.
Então, o que que é o que é justificação?
É um ato judicial.
É uma declaração de Deus baseada
unicamente na justiça de Cristo.
Primeira coisa, a base não é você. A
base é o quê? Cristo. A base é Cristo.
Atestando que todas as reivindicações da
lei foram satisfeitas.
uma mudança de estado e posição legal
perante o tribunal divino. Então, não é
no nosso coração que aconteceu a
justificação. A justificação aconteceu
no tribunal divino. Que que é isso
tribunal divino? É no conselho de Deus.
Deus olhou para nós, aplicou a obra de
de redenção em Jesus. os nossos pecados.
Agora, a culpa do nosso pecado já não
faz parte mais de nós, porque a toda a
nossa culpa foi lançada em Cristo Jesus.
Então, baseado em Cristo Jesus, na obra
de Cristo, eu agora, o juiz vai lá e
bate o martelo e fala: "O Alex está
justificado".
Não é porque ele mudou, não é porque ele
fez um monte de coisa para ele parecer
justo e eu consegui convencer Deus de
que agora eu sou uma pessoa justa. Ele
faz isso primeiro e ele faz lá. Então é
a justificação. É algo que acontece fora
de nós,
onde o que que acontece? Deus nos
declara justos.
E Deus faz essa declaração baseado não
na nossa justiça, não na nossa
transformação, mas ele faz baseado
nisso, na obra de Cristo na cruz. Amém?
Tudo certo até aqui?
Então vamos lá.
Paulo cita muito essa palavra
justificação,
mas toda a Bíblia vai falar a respeito
disso. Os salmos a gente vai ver muito
isso, o justo em Provérbios, o justo.
Noé era um homem justo e bom. Toda a
Bíblia vai citar essa essa palavra.
Então vamos lá. Então o fundamento do
Antigo Testamento, né, a definição base,
o que que é? é declarar judicialmente
que o estado de uma pessoa está em
harmonia com as exigências da lei. A
pessoa está andando corretamente. E
aqui, é claro, é de acordo com a vontade
de Deus.
Ser justo, nós já falamos aqui em outra
aula, ser justo é uma pessoa que não tem
pecado.
Não, porque todos pecaram e carecem da
glória de Deus. Não há um justo sequer.
Mas por que que na palavra tem justo?
Justos são as pessoas, são homens
pecadores que eles reconhecem a sua
dependência do perdão de Deus.
Reconhecem o seu pecado. Eles reconhecem
os seus erros. Esses são os justos, né?
Então vamos lá.
Essa palavra também, ela tem um caráter
legal, mesmo sendo do no Antigo
Testamento. A justiça é imputada e o
pecado é perdoado,
alterando exclusivamente a condição
legal perante Deus, tá? E isso desde o
Antigo Testamento é pela fé, tá? Eh,
outro outra outro sentido dessa palavra
também, né, que continua sendo esse
sentido forense, é comprovado pelo
contraste direto com a condenação. Toda
vez que uma pessoa é justificada no
Antigo Testamento também é Deus tirando
a sua condenação por causa da culpa,
daquele pecado, né? E Deus então concede
o seu perdão.
Quem que pode ler? Vamos abrir. Ah, quem
pode ler Deuteronômio? Outros já abrem
em Provérbios e outra pessoa abrem em
Isaías.
E você que está nos assistindo de casa
vai acompanhando também na sua Bíblia.
Deuteronômio
251. Quem que pode ler?
Vamos lá. Quem que achou? Pode ler. Em
havendo contenda que vieram juiz de
juízo justificando no justo e condenando
isso já vai falar desse sentido forense
no Antigo Testamento. Você vai eh
havia alguns problemas na no Antigo
Testamento quando o homem era mal
julgado também. Ele o correto era
condenar aquele que cometeu pecado, né?
inentar aquele que é justo e aqueles e e
às vezes acontecia também se fosse um um
mau juiz,
ele poderia também cometer erros. Por
exemplo, Provérbios 17:15, quem que pode
ler?
O que justifica o perverso e o que
condena o justo a bondade são para o
Senhor.
Isso você viu que é abominável pro
Senhor quando você condena aquele que é
justo e você solta, né, o perverso e o
ladrão para ele ser candidato depois
ainda e ganhar a eleição. Então isso é
uma coisa que que acontece e isso é o
quê? Abominável.
Isso é abominável. Acontece, acontece
até hoje, né? Então, esse sentido
forense desde o Antigo Testamento, que
talvez a gente pensa assim: "Ah, lá é
por causa da lei, né? Eh, a lei
jurídica, esse aspecto mais jurídico
veio com os romanos." Não, toda a vida,
toda a vida teve, toda a palavra de Deus
vai falar a respeito disso. Isaías 5:23,
quem que pode ler? Os quais possam
justificam o perverso e ao justo negam
justiça.
>> Isso aí vai falando, né? Esse sentido
forense que é fora nesse aspecto, é fora
do caráter de Deus, né? E quem que pode
ler o Salmo 32 1 e 2?
Salmo 32 1 e 2.
Bem-aventurado aquele cujo ini perdoada,
cujo pecado bem-aventurado o homem a
quem o Senhor não
>> isso. Esse é um versículo que a gente lê
muito assim na na igreja, no momento da
liturgia. Bem-aventurado
aquele que tem o seu pecado o quê?
perdoado.
Então, no Antigo Testamento também nós
vemos um Deus cheio de graça, que perdoa
pecados também e que ele ele tira a
culpa do pecado daquele que pecou e mas
confessou o seu pecado. Depois você
termina de ler o Salmo 32, porque ele
reconheceu e confessou, reconheceu o seu
pecado e ele alcançou o perdão de Deus.
Então, no Antigo Testamento, nós vemos
eh que esse aspecto forense, ele pode
ser feito para a glória de Deus, pode
ser feita de uma forma abominável.
Existe sim a figura da pessoa que ela é
justa, aquele que tem que deve sim
sofrer condenação e aquele que deve ser
inocentado, tá? Então, a desde o Antigo
Testamento, essa palavra, esse termo
forense, ele é muito comum. E no Novo
Testamento aí não há dúvidas, que são os
textos que a gente sempre está lendo,
né, que
que ela mantém esse mesmo sentido, né,
mantém o sentido estritamente forense de
declarar justo.
a essas provas, né, do sentido legal, é
confirmado pela oposição à palavra
condenação, igual lá do do Antigo
Testamento, e pelo uso do termo
intercambiável, não imputar pecado.
Então, o apóstolo Paulo, ele sempre vai
usar esses termos, né, que é a oposição
de se tornar justo. Quem que pode ler
Romanos 8 33, 34? São textos mais
conhecidos.
Alguém achou que pode ler para nós?
>> Quem tentará ação contra os eleitos de
Deus? É Deus quem nos justifica. Quem os
condenará? É Cristo Jesus que morreu ou
antes que ressuscitou? O qual está à
direita de Deus e também intercede por
Deus?
>> Amém. Olha que coisa linda, né? Quem
acusará?
Ninguém pode acusar mais os eleitos de
Deus, porque os eleitos de Deus eles são
justificados.
E agora não tem mais. Vai acusar de quê?
Vai condenar pelo quê?
Se toda condenação já foi realizada em
Jesus. Então, no Novo Testamento, a
gente vê, né, também esse sentido
jurídico muito claro e que a gente, o
apóstolo Paulo, qual que é o intuito do
apóstolo Paulo? É mostrar que os eleitos
de Deus eles são justificados
pela graça. E quando a gente entende
assim que eu sou justificado,
é essa ênfase paulina aqui, ó. O ato
pelo qual as exigências exigências da
lei como condição de vida são plenamente
satisfeitas.
Se há algo que alguém que é culpado deva
pagar,
a obra de Cristo satisfez a justiça de
Deus.
Não há nada mais que possa, que precisa
ser feito. Então, quando nós fomos
declarados justos, quando nós fomos
justificados,
é porque Deus ficou satisfeito,
satisfeito com a obra da cruz. Como nós
nós já falamos aqui em outro momento
e pra gente lembrar o que que aconteceu
na história da redenção que prova que
Deus ficou satisfeito com a morte de
Jesus. Eu não sei se algum dos irmãos
aqui vão lembrar.
A maior prova da que que Deus ficou
satisfeito foi com a ressurreição de
Jesus.
A ressurreição de Jesus é uma declaração
de Deus falando assim: "Pronto, fiquei
satisfeito. Essa, esse sacrifício
satisfez a minha ira,
satisfez toda a minha justiça.
Então, gente, isso é maravilhoso demais.
Então,
quando nós falamos assim que Deus nos
declarou justos, é porque o sacrifício
de Jesus satisfez.
Deus ficou satisfeito com o sacrifício
de Jesus e e nós somos plenamente
então justificados.
Louvado seja Deus por isso. Tudo aquilo
que Deus faz na nossa vida, meus irmãos,
toda a obra que Deus começa, tudo aquilo
que ele já fez e que ele ainda está
fazendo, ele terminará.
Não há nada que fica assim mais ou menos
feito, não. A obra da salvação, ela é
perfeita e ela é plena.
Por isso que nós podemos descansar na
obra de redenção,
porque é tudo em Cristo que foi feito, é
tudo em Cristo Jesus. Mas não foi assim
a vida toda que a igreja entendeu.
Então, antes da reforma protestante,
porque nós estamos aqui estudando a
doutrina reformada. E antes da reforma,
como que a igreja pensava isso? Então, a
igreja primitiva, que aí aqui a gente
vamos pegar Agostinho de Pona, ele havia
uma essa compreensão da justificação que
nós temos hoje, que vocês estão
aprendendo e estamos lembrando aqui
hoje, não era a mesma que Agostinho
tinha. Eh,
ele não enfatizava como um lá esse ato
legal de justificação,
né? Mas ele tinha mais uma ênfase na
mudança moral.
porque ele era uma pessoa muito
pervertida antes da sua conversão.
Então, na cabeça dele, a a
justificação era meio misturada com a
santificação.
Eu sou justificado à medida que eu sou
justificado. E ele também ele achava que
a a justificação vinha pelo batismo.
Por isso que é é porque o batismo ele
tem a ver também com lavar, né? a
própria palavra aspersão, batizar, tem a
ver com lavar. E e ele entendia então
que uma pessoa que ela era justificada
no ato do batismo, tá? Então era um
pouco diferente do que nós entendemos
hoje. E depois aí Tomás Jaquino, mais na
frente, Tomás Jaquino é o grande teólogo
da Igreja Católica Apostólica Romana,
né, que pensa também eh diferente de
nós. Ele
ele entende que a justificação passa a
ser vista como uma infusão de graça que
faz o homem justo. E tem a ver com moral
também. Deus, que que ele fala? que Deus
coloca, ele ele coloca uma graça
especial agora no homem que agora ele
passa a se comportar como um homem
justo. Aí ele passa a fazer boas coisas,
mas a justificação,
segundo a doutrina reformada
é diferente, tá? E depois foi ainda
reforçada essa doutrina, né? depois
ainda de Tomás de Aquino lá no concílio
de Trento, que aí fixou essa doutrina
que a justificação é oficialmente
definida como um processo de renovação
espiritual que inclui o mérito das boas
obras.
Mais ainda ficou mais diferente ainda do
que nós nós entendemos.
Então vamos lá, pastor. Como é que
aconteceu na reforma? Então vamos lá.
Eh, alguns princípios pra gente entender
nessa tabelinha e dá pra gente
compreender melhor. Vamos lá. Qual que é
a natureza então da justificação?
Segundo a visão romana, o processo moral
interno de renovação. Vocês viram que no
começo eu já falei que a justificação
acontece fora de nós, mas segundo o
romanismo acontece dentro de nós
primeiro. Aí a gente vai mudando o jeito
da gente viver e a gente vai se tornando
justos diante de Deus, né? E a posição
reformada, o que que é? É um ato legal
externo que acontece lá no tribunal
divino. Deus vai lá e declara a gente
justo pela obra de Cristo. Tá? Qual que
é a base? A base da segunda doutrina
romana é a graça infusa e mérito de boas
obras. A posição reformada é
exclusivamente a justiça imputada de
Cristo. É solos Cristo. É um dos solos.
Cristo. Tudo que acontece, que Deus faz
para salvar o homem é por causa de
Cristo. A base é Cristo, não as nossas
boas obras. Qual que é o meio? A fé
somada às obras, segundo o romanismo.
E e segundo a posição reformada, a fé
apenas como instrumento de recepção.
Gente, se a gente lê esses versículos
que nós lemos do apóstolo Paulo,
tá mais do que provado que é pela fé.
É pela fé. O apóstolo Paulo não pede pra
gente fazer mais nada.
É pela fé. Nós cremos que a justiça de
Deus é aplicada a nós e nós nos somos
declarados justos por causa da obra de
Cristo. Estatus. Olha só, isso aqui é
interessante no romanismo, o status, o
status do cristão no romanismo é
progressivo,
ele não é justificado,
ele está sendo, ele vai sendo
justificado, né? Então é progressivo e
admite graus e repetição. Ele pode ser
justificado mais de uma vez.
Agora, na posição reformada,
nós somos justificados instantaneamente.
Quando o Espírito Santo de Deus nos
regenera, nós, à luz da palavra de Deus,
nós cremos que nós somos salvos somente
através de Jesus.
Nós somos justificados
imediatamente,
completamente.
A gente não é meio justificado, não.
Aquele ladrão na cruz que morreu ao lado
de Jesus,
ele foi justificado naquela hora.
Então, assim, isso é muito importante e
é de uma vez por todas. A gente não
precisa depois ser justificado de novo.
Ah, pastor, eu andei, eu não tô assim
tão firme, eu acho que eu preciso ser
justificado de novo. Não, é só uma vez.
Isso acontece uma vez na nossa vida.
Agora,
a questão moral, ela é importante, é
muito importante. Tanto que nós vamos
estudar sobre santificação, a doutrina
da santificação.
Mas não é que a gente se santifica pra
gente se tornar justo. Nós somos
declarados justos.
E depois o Espírito Santo de Deus começa
o trabalho dele nos santificando.
E aí é dia após dia a gente vai
caminhando nesse processo de
santificação,
tá? Nós vamos ter uma aula eh
exclusivamente sobre santificação,
tá? Então, mais uma vez, pra gente não
entender e não fazer nenhuma confusão,
tá? Justificação, ela ocorre então fora
do pecador.
Qual que é o efeito legal? remove a
culpa e muda o estado judicial. Antes eu
era condenado à morte por causa dos meus
pecados,
mas agora mudou o efeito legal, mudou o
meu status. Eu agora, toda culpa foi
removida de mim. Eu não tenho mais culpa
no cartório, no cartório divino. Não
tenho culpa mais. E muda meu estado
judicial. Antes eu era um condenado à
pena de morte eterna. Agora eu sou
justificado.
Duração realizada uma vez por todas. E é
imediata, né, essa justificação. E a
autoria, quem que declara isso? É um ato
declarativo de Deus, o Pai. É Deus que
nos declara então justos. Santificação,
ela ocorre no interior do crente. Você
tá vendo que aí começa depois o é Deus
tratando e nós vamos sendo
transformados. Isso o que que acontece
dentro de nós é santificação.
Qual que é o efeito moral? Eh, remove a
corrupção e muda a vida íntima. Na na
justificação
remove a culpa. Agora,
o que que é que ele remove? remove essa
tendência minha para o pecado. Isso é
santificação.
É Deus nos fortalecendo paraa gente
deixar de fazer algumas coisas que para
nós era normal. Agora a gente passa a
achar aquilo esquisito, estranho.
E gente, isso é fantástico. Isso é
libertador quando a gente entende que é
Deus quem faz isso em nós, é Deus que
promove isso em nós e que ele nos
capacita para viver uma vida de
santificação.
E a partir dessa mudança interior, nós
sabemos de onde vem todos os pecados.
Todos os pecados surgem do coração do
homem que a sede de tudo.
E
quando o nosso coração então é
transformado e regenerado, a partir
desse coração regenerado, agora eu
começo a viver para a glória de Deus e
eu começo a abandonar muitas coisas que
era comum para fazer, né, de pecados.
Então, a e são essas grandes diferenças,
né? Por exemplo, a justificação, ela
acontece uma vez e de uma vez por todas.
A santificação aí já é um processo. A
santificação é dia após dia, dia após
dia, sendo trabalhados pela palavra,
sendo trabalhados pela exortação, né, na
igreja. Então, aí esse é o processo que
nós estamos caminhando. E a autoria,
quem que é o autor do processo desse de
santificação na nossa vida? é uma obra
transformadora do Espírito Santo,
tá? Então a gente aqui percebe a
trindade porque a base de tudo aqui é o
sacrifício de Jesus, é através da obra
redentora de Jesus. Então nós vemos a
pessoa de Cristo, vemos a pessoa de Pai
nos declarando justos e nós vemos também
a pessoa do Espírito Santo, então nesse
trabalho de santificação na nossa vida.
E o Berkof também ele vai trazer aqui eh
algumas coisas aqui muito interessantes
que são é o elemento negativo e o
elemento positivo. Quando ele diz
elemento negativo, o Berkov está
querendo dizer é aquilo que ele tira
e elemento positivo é aquilo que ele
coloca, tá? Então vamos lá. Elemento
negativo é a remissão.
A base é a obediência passiva de Cristo,
seus sofrimentos e morte. A base sempre
vai ser essa. A base sempre será o
sacrifício de Jesus. E qual que é essa
ação então que ele chama de elemento
negativo? É a remoção total da culpa e
da penalidade de todos os pecados
passados, presentes e futuros. Olha que
coisa maravilhosa.
Quem que pode ler Isaías 43:25?
Isaías 43:25.
Quem achar pode ler.
>> Eu, eu mesmo sou que apaga suas
transgressões por favor de mundo, seus
pecados. nome de Jesus,
>> viu? Esse texto de Isaías é lindo. Eu
mesmo sou o que apaga os seus pecados e
as suas transgressões, tudo aquilo que
você fez, eu não me lembro.
Isso, isso tudo significa o quê? Ele
tirou a culpa
e ele tirou tão bem tiradinho que ele
nem lembra.
É claro que Deus não esquece. Deus é uma
figura de linguagem para dizer, ó, isso
aí não vai não significa mais nada. Você
não tem culpa mais.
Isso é maravilhoso. Então, é isso que
Deus faz. Ele tira toda culpa, todo peso
do pecado. Meus irmãos, isso é
libertador. Isso é libertador.
E qual que é o elemento positivo?
Elemento positivo, que que é que Deus
então imputa? E Deus coloca, né, sobre
nós. Qual que é a base? É a obediência
ativa de Cristo, o perfeito cumprimento
da lei. Não sei se vocês perceberam a
diferença que o Berkov usa. Primeiro que
é a obediência passiva de Cristo. O que
é a obediência passiva de Cristo? Que é
é aquela obediência
que ele obedeceu até a morte de cruz.
Ele obedeceu calado humildemente
e Jesus Cristo subiu naquela cruz e
morreu por nós. Essa é obediência
passiva e tem a obediência ativa. Ele
cumpriu toda a lei. Ele obedeceu toda a
lei.
Deus, ele o Jesus ele foi, ele é
perfeito,
porque ele não desobedeceu em nada, ele
obedeceu em tudo. Então é uma obediência
ativa. E o que que isso causa em nós?
Qual que é a ação? Garante a adoção de
filhos, direito legal à família de Deus.
Então são coisas que nós somos
justificados, mas além de nós sermos
declarados justos, que a gente não tem
culpa de mais nada, além disso, nós
somos adotados.
Nós agora, porque nós somos eh
justificados, não temos mais culpa de
nada. Nós agora nos tornamos os irmãos,
os irmãos mais novos de Jesus. Agora nós
somos da família de Deus. Quem que pode
ler João 11?
Mas a todos a quando receberam Deus o
poder de seus filhos, feitos filhos de
Deus a saber
o seu
>> Aí, olha que coisa linda.
por causa de Jesus Cristo.
Agora
nós podemos falar que nós somos filhos
de Deus e o próprio Espírito Santo
testifica com o nosso espírito e nós
temos essa certeza que nós somos filhos
de Deus. E por que que ele fez isso? Por
causa da obra e da doutrina da
justificação.
Porque agora nós fomos declarados
justos.
E agora que eu sou filho de Deus, que eu
fui também agora declarado e adotado,
que essa que é é a expressão mais
correta, né, de nós falarmos que nós
somos adotados, porque antes nós não
éramos filhos de Deus.
Oi?
>> Filhos da desobediência. Quem que é
filho de Deus mesmo?
Jesus.
Jesus é o filho de Deus. Nós somos
filhos de Deus, mas nós fomos adotados.
Éramos bastardos, éramos inimigos de
Deus. E ele agora nos fez não só
justificados, ele não só tirou nossa
culpa, não. Ele nos fez seus filhos.
Olha que coisa maravilhosa. Quem que
pode ler Romanos 8:17? Olha só o que
mais nós agora temos, porque nós somos
justificados e somos filhos. Romanos
8:17.
>> Ora, se somos filhos, somos também
herdeiros. Deus eos com Cristo. Se com
ele sofremos, também com ele ser.
>> Se somos filhos, somos também o quê?
>> Herdeiros.
Qualquer, vocês lembram que na época,
assim, a gente via sempre na televisão
assim, de vez em quando aparecia um
filho do Silvio Santos.
aparecia filho de Silvio Santos de todo
jeito, em todo lugar, porque todo mundo
queria ser filho do Silvio Santos. Por
que que queria ser filho do Silvio
Santos? Para ser o quê? Herdeiro.
Todo mundo quer ser filho do Neymar,
todo mundo quer ser filho do Pelé.
[risadas]
Então, gente, isso é maravilhoso, porque
a palavra de Deus diz, se somos filhos,
somos também herdeiros.
Gente, nós somos herdeiros. Olha que
bção.
Então, a a obra, essa doutrina da
justificação,
ela nos fortalece,
ela nos dá certeza primeiro, porque não
somos justificados pelas nossas obras,
mas é pela fé na obra de Cristo. A base
é Cristo. Por isso que nós podemos ter
certeza, porque a obra de Cristo ela é
eficaz e de uma vez por todas eficaz.
Então, é por causa de Jesus. E talvez a
gente lute, pensa assim: "Ah,
pastor, mas
eu tive os meus pecados perdoados.
Eu eu lutei contra os meus pecados, mas
passaram os anos, eu enfraqueci e eu caí
no pecado de novo. E os pecados do
futuro,
a obra de Jesus, ela é perfeita,
completa e plena.
Todos os nossos pecados do passado, do
presente e do futuro, todos eles foram
lançados na cruz de Cristo. Agora, o
apóstolo Paulo, ele puxa a orelha
também. Mas agora então vocês vão pecar
à vontade porque agora vocês vão tá tudo
lá na cruz de Cristo, vocês podem pecar
e fazer o que quiser. Não. Por causa
disso, por causa dessa obra, o Espírito
Santo agora começa o trabalho dele de
santificação.
E eu agora passo a viver uma vida não
como um filho da desobediência.
Eu agora sou filho de Deus. Eu tenho
agora, eu vou agora parecer mais com
Cristo. Eu agora vou parecer mais com o
meu irmão mais velho. Eu não vou mais
viver essa vida antes, porque eu era um
desgarrado. Eu não tinha, eu não era da
família de Deus. Agora eu sou da família
de Deus.
Gente, isso é maravilhoso, porque eu não
sei se vocês já repararam, algumas
famílias que têm filhos adotados e os
filhos parecem com os pais.
falam igual os pais, filho que anda
igual pai, adotado
por causa daquela convivência. Agora ele
olha o pai, a referência dele é o pai e
ele começa a se parecer com o pai.
Então, a doutrina da justificação e da
adoção é importante demais pra gente
fortalecer a nossa fé nos momentos
difíceis,
porque a gente fraqueja quando a gente
começa a olhar para nós mesmos e a gente
fala: "Gente, eu não tô assim, eu não tô
andando bem. Eu começo a olhar minha
para minhas boas obras eu, eu começo a
depender das minhas atitudes morais.
Não, a nossa base é Cristo. A gente tem
que olhar para Cristo. Ele é o autor e
consumador da nossa fé, como nós
ensinamos aqui na semana passada. Quando
a gente olha para isso e a gente
agradece e a gente lembra que nós temos
um pai, que nós temos uma família, que
agora nós somos adotados
e que nós somos perdoados
pela graça de Deus. E assim ele cuida de
nós. Nós fazemos isso com os nossos
filhos.
Nós que somos maus, que somos pecadores,
a gente trata assim os nossos filhos.
Eles pisam na bola, erra, engana, mente.
O que que a gente faz? A gente corrige,
mas a gente abraça, perdoa, dá um
abraço, fala: "Não, meu filho, tá bom,
tá perdoado." A gente faz isso. E o
nosso Deus é assim que ele age conosco.
Mas ele não nos perdoa, meus irmãos.
Lembrando, ele não nos perdoa, ele não
nos declara justos, justificados. Não é
pelas nossas obras,
é por causa da obediência de quem? de
Cristo. Nós, irmãos, deixaremos de ser
desobedientes mesmo assim, só quando
Jesus voltar e a gente ficar livre desse
corpo corruptível e nós formos
revestidos de um novo corpo, aí a gente
incorruptível, aí a gente poderá
experimentar de uma obediência perfeita
a ele. E pra gente encerrar,
queria mostrar três imagens para deixar
a gente bem
eh com entendimento bem claro o que essa
imagem aqui está dizendo.
Qual que é essa realidade aqui?
>> Essa é uma ilustração de um num livro
que eu li, que um autor ele usa essa
essa ilustração. Eu dei uma adaptada.
O estado do ser humano é esse aí. é um
homem condenado à morte.
Condenado à morte. Esse que é o estado
do ser humano. Mas Deus elegeu esse
rapaz. Esse rapaz é um eleito. Nós
falamos isso aqui, já estudamos aqui em
outras outras semanas.
Então, o que é que ele faz?
No tribunal divino, Deus declara: "Você
está justificado".
Não é porque ele é um bom rapaz, não é
porque ele vai se tornar um rapaz legal,
não é porque ele quer dar uma chance
para ver se ele vai dar certo na vida,
não é? Mas olha lá, ele tem a a
inteligência artificial até colocou ali,
né? Decreto de adoção e perdão pleno.
Pá, pronto, tá decidido. E ele e quem e
e ele tá falando de quem? Do rapaz que
tava lá preso esperando o corredor da
morte.
E o que mais então que acontece por
causa desse decreto, dessa imputação de
justiça? Nós fomos eh declarados justos
pelo juiz.
Ele não faz só isso.
Depois que ele nos declara justificados,
ele vem. Não, onde é que você vai,
rapaz?
Você vai paraa minha casa.
Vou te adotar.
Gente, olha a obra da redenção, da
salvação e tudo isso que implica na
doutrina que nós estamos estudando hoje
aqui da justificação. Nós não é somente
um um ato jurídico e onde nós somos
declarados justos, vai muito além. é o
juiz chegar e falar: "Você agora vai
para minha casa, porque eu não somente
justifiquei você por causa da obra de
Cristo, mas você agora vai ser o meu
filho".
E já troca a roupa dele, ó. Já te não,
tira essa roupa sua de de presidiário.
Você agora é da minha família. Você vai
sentar na minha mesa. Você vai comer
comigo. Você vai sear comigo. Você é da
minha família. Você é meu filho. Você
agora é meu herdeiro.
Se isso fosse um filme, se isso fosse um
vídeo de YouTube, não seria uma coisa
assim impressionante, tão marcante.
E foi isso que Deus fez conosco.
Deus nos livrou da condenação [roncando]
por meio de Jesus. E por meio de Jesus,
do sangue de Jesus, ele nos declara
justificados.
E justificados, nós temos os nossos
pecados, a culpa do nosso pecado é
extinta. Por que que ela é extinta?
Porque ela foi já lançada na cruz de
Cristo e Deus ficou satisfeito. Mas não
termina aí.
Ele nos ele quer nos levar pra casa dele
e um dia estaremos com o nosso Deus Pai.
Por causa de Cristo, estaremos na mesa.
Hoje nós participamos da ceia do Senhor,
que é uma um ato que lembra que nos nos
lembra disso, que um dia nós todos
estaremos na mesa da família de Deus
como filhos e como herdeiros do seu
reino. Gente, isso é maravilhoso demais.
Essa é a realidade, era a nossa
realidade.
E a e é isso que ele fez conosco. Então,
meus irmãos, que isso, que essa aula de
hoje não venha só trazer um conhecimento
básico a respeito da doutrina da
justificação, mas que você saia daqui
hoje fortalecido, edificado por essa
verdade,
que você não é uma pessoa que foi aí
somente perdoada e tal e lutando agora
contra os seus pecados, não.
Você foi feito filho de Deus, você é
herdeiro de Deus. E isso aconteceu por
causa da justificação.
Amém, meus irmãos. Vamos agradecer a
Deus por isso. E depois da oração, se
algum irmão quiser fazer mais alguma
pergunta,
Senhor Deus, nós queremos te agradecer
por essas verdades que nós estudamos
hoje aqui. Lembramos, ó Deus, porque nós
sabemos dessas coisas, mas é tão bom
quando a tua palavra aquece o nosso
coração e a gente pode descansar na obra
que o Senhor fez em Jesus, porque nós
somos fracos e pecadores. Mas a obra de
Jesus, ela é perfeita, plena, completa.
E nós te louvamos, ó Deus, porque o
Senhor nos tirou do corredor da morte
para fazer parte da família do Senhor e
sermos chamados filhos. Nós te louvamos
por isso, ó Deus, e queremos declarar
toda a honra e toda a glória ao Senhor
Jesus que nos salvou. E é no nome dele,
ó Deus, que nós oramos. Em nome de
Jesus. Amém.
>> Amém. Louvado seja o Senhor. Meus
irmãos, há alguma, ficou alguma dúvida?
Tranquilo, né? Tranquilo. Então, que o
Senhor Deus abençoe, Deus nos leve para
nossas casas, dê um bom descanso. Seja
abençoado pelo Senhor em nome de Jesus.
Eh, rapaz.

Tags: