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A fé vem pelo ouvir

A Armadura Que Você Não Está Usando | Josemar Bessa

A Armadura Que Você Não Está Usando | Josemar Bessa

A Armadura Que Você Não Está Usando | Josemar Bessa

A guerra já começou. E conhecer a armadura de Deus não significa que você esteja usando-a.

A guerra já começou.

E uma das maiores tragédias da vida cristã é possuir acesso à armadura de Deus, conhecer cada uma de suas peças, falar sobre Efésios 6 — e ainda assim caminhar pela batalha como se estivesse desarmado.

Em Efésios 6.10–11, Paulo não diz apenas que Deus é poderoso. Ele ordena:

“Fortaleçam-se no Senhor e no seu forte poder. Vistam toda a armadura de Deus, para poderem ficar firmes contra as ciladas do Diabo.”

A força do cristão não começa nele mesmo.

Não está em sua personalidade.

Não está em sua disciplina.

Não está em sua experiência.

Não está em uma vontade de ferro.

A força vem do Senhor.

Mas exatamente porque a força vem de Deus, o cristão é chamado a vestir aquilo que Deus providenciou.

A soberania de Deus não transforma negligência em fé.

A vitória de Cristo não significa que a vigilância deixou de ser necessária.

A batalha espiritual é real.

A carne permanece.

O mundo pressiona.

O Diabo trabalha.

E a santificação acontece em território contestado.

Neste sermão sobre a armadura de Deus, veremos por que não basta conhecer a verdade — é preciso viver cercado por ela.

Não basta possuir um escudo.

É preciso levantá-lo.

Não basta conhecer a espada.

É preciso usá-la.

Não basta falar sobre oração.

É preciso orar.

Não basta admirar o arsenal.

É preciso vestir a armadura.

O inimigo não precisa destruir todas as áreas da sua vida.

Ele procura uma brecha.

Uma concessão.

Uma área não submetida.

Uma porta deixada aberta.

Por isso Paulo não diz apenas:

“Vista a armadura.”

Ele diz:

“Vista TODA a armadura de Deus.”

Este é um chamado à vigilância, à perseverança, à mortificação do pecado, à oração, à Palavra de Deus, à comunhão da Igreja e, acima de tudo, à dependência de Cristo.

Porque o objetivo da vida cristã não é produzir soldados orgulhosos que parecem invulneráveis.

É encontrar, depois das flechas, das ciladas e da pressão, um povo ainda de pé.

Talvez ferido.

Talvez humilhado.

Talvez profundamente consciente da própria fraqueza.

Mas ainda de pé.

Não porque descobriu força dentro de si.

Mas porque Cristo é suficiente.

E um dia essa guerra terminará.

O escudo não será mais necessário.

A espada não precisará combater mentira.

A vigilância contra o pecado chegará ao fim.

A fé se tornará visão.

A esperança se tornará posse.

E Cristo será visto.

Até lá:

Fortaleça-se no Senhor.
Vista toda a armadura de Deus.
E permaneça de pé.

📖 Texto-base

Efésios 6.10–11

Temas deste sermão

Armadura de Deus, guerra espiritual, batalha espiritual, Efésios 6, tentação, Satanás, pecado, santificação, perseverança, vigilância espiritual, oração, Palavra de Deus, mortificação do pecado, soberania de Deus, graça, fé, vida cristã, Evangelho e centralidade de Cristo.

#ArmaduraDeDeus #Efésios6 #GuerraEspiritual #Pregação #JesusCristo

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Legendas automáticas:

Finalmente, fortalecei-vos no Senhor e
na força do seu poder. Vistam toda a
armadura de Deus para poderem ficar
firmes contra as ciladas do diabo. Há
uma palavra no texto que deveria impedir
qualquer orgulho. Senhor, fortaleçam-se
no Senhor. A força não começa no
soldado, não nasce do temperamento, não
é coragem natural, não é disciplina
acumulada.
Não é estabilidade emocional,
não é uma vontade de ferro, não é
experiência, não é idade espiritual, não
é conhecimento suficiente para que
finalmente deixemos de precisar de
ajuda. A força vem do Senhor. E a outra
palavra que deveria impedir qualquer
passividade, vistam. Paulo não diz: "O
Senhor é forte, portanto durmam". Não
diz Deus é soberano, portanto as portas
podem ficar abertas. Não diz Cristo
venceu, portanto a vigilância é
desnecessária.
A lógica apostólica é exatamente o
contrário. Porque Deus é forte,
vista-se. Porque a provisão é dele,
use-a. Porque a batalha pertence ao
Senhor, obedeça ao Senhor da batalha.
Porque Cristo venceu, permaneça no lugar
que seu triunfo tornou possível. A
soberania
não transforma negligência em fé. A
graça nunca foi dada para produzir
imprudência. Paulo vê um campo, um
inimigo, um povo, uma guerra.
E soldados que se forem deixados a
própria força não permanecerão.
Então não oferece entusiasmo, entrega
armadura. O cristianismo não é uma tarde
num jardim moralmente neutro. Há jardim,
a beleza, há descanso,
a mesa, a comunhão. Mas ainda estamos
deste lado da glória. A carne permanece,
o mundo pressiona, o diabo trabalha e a
santificação acontece. em território
contestado.
Há algo
dentro de nós que já foi destronado, mas
ainda tenta recuperar espaço. Há algo
fora de nós que chama luz de trevas e
trevas de luz. Há um inimigo pessoal que
não deixou de odiar Cristo quando
descobriu que não poderia vencê-lo.
E há uma igreja que precisa aprender a
permanecer de pé, não impressionar, não
desfilar.
Não parecer invulnerável, permanecer.
Essa é uma palavra humilde.
Depois da fumaça, depois das flechas,
depois das ciladas, depois da pressão,
depois do sofrimento, quando o campo
puder ser visto novamente, a graça quer
encontrar um povo ainda de pé. Talvez
ferido, mas de pé. Talvez consciente de
quão pouco poder possuía, mas de pé.
talvez com lágrimas, mas de pé. Não
porque o inimigo era imaginário, porque
a provisão era real e suficiente. Não
porque o soldado descobriu uma força
escondida dentro de si, porque foi
revestido daquilo que veio de Deus.
Então, pense na força do comandante.
Ela não elimina
a necessidade da armadura que ele nos
dá.
Existe uma espécie de presunção que usa
a soberania de Deus como desculpa para
desobedecer.
Ela fala de confiança, mas despreza
meios. Deus cuidará, então não ora. Deus
preservará, então não vigia. Cristo
venceu Satanás, então conversa
tranquilamente com aquilo que já sabe
ser ocasião de pecado. A verdade
prevalecerá.
Então não estuda. O espírito me
ensinará. Então abandona a escritura. Se
sou eleito, chegarei ao fim. Então trata
a perseverança como se significasse não
precisar perseverar.
Essa não é a fé dos apóstolos. A fé
bíblica escuta ordens. Noé creu,
construiu. Israel creu na Páscoa,
colocou o sangue nas portas.
Josué creu que Deus entregará Jericó.
Marchou conforme Deus ordenou. Paulo
cria na preservação de Deus durante a
tempestade. Mesmo assim, disse aos
soldados que se os marinheiros
abandonassem o navio, eles não poderiam
ser salvos daquela situação. Em Atos
27:31,
Deus decreta fins e decreta meios.
A confiança real não corrige o método
divino, submete-se. Por isso, a primeira
frase de Paulo não anula a segunda.
Fortaleçam-se no Senhor e vistam. A
onipotência fornece aquilo que a
responsabilidade usa. Não há
não há competição. O soldado não diz:
"Se a armadura me protege, então Deus
não protege. Nem se Deus me protege, a a
armadura é inútil".
É a armadura de Deus. Deus protege por
meio da provisão que Deus entrega. Isso
deveria corrigir dois tipos de orgulho.
O primeiro, inventa meios. Achar que a
Bíblia não foi suficiente, mente sábia,
né? Cria técnicas, penitências,
superstições, regras, fórmulas, métodos
secretos, misticismo.
O segundo despreza meios. Acha que já
passou da fase da oração, da palavra, da
comunhão, da correção. Um orgulho
acrescenta, o outro orgulho remove.
Ambos colocam a criatura
no conselho de guerra. Paulo
simplesmente diz: "Vista o que recebeu.
Não redesenhe, não pendure. Vista. O
soldado fiel não precisa inventar metal,
precisa colocar a armadura do rei.
O covarde conhece o medo, o presunçoso
não conhece a si mesmo. Isso pode
torná-lo mais perigoso para si do que o
homem que treme. Pedro
Pedro disse: "Ainda que todos te
abandonem, eu nunca te abandonarei." Né?
Em Mateus 26:33.
Havia amor ali, amor real. mas misturado
com uma confiança em Pedro que Pedro não
conhecia.
Poucas horas, uma criada uma pergunta,
depois outra, e o homem que prometera
morrer diz que não conhece Jesus. A
queda não começou na boca da criada.
Havia uma rachadura na autopercepção
do discípulo. Ele conhecia Cristo, ainda
não conhecia suficientemente a própria
fraqueza. A santidade madura não diz
estou acima dessa tentação diz sem a
graça sou capaz de coisas que hoje me
envergonhariam imaginar.
Isso não é morbidez, é sobriedade. Paulo
Paulo escreve assim: "Aquele que julga
estar firme, cuide-se para que não
caem". Em Primeira Coríntios 10 12.
Cuidado, não pânico, não introspecção,
doentia, cuidado. O soldado não passa à
noite examinando cada centímetro da
própria pele, imaginando flechas que
talvez nem existam, mas também não
retira o capacete porque sobreviveu
ontem. A vitória de ontem não criou uma
nova natureza imune à dependência. O
mesmo Davi que matou Golias poderia cair
diante de Betsabá.
O mesmo Elias que enfrentou profetas de
Baal poderia desejar morrer debaixo de
uma árvore. O mesmo discípulo que
confessa: "Tu és o Cristo" pode pouco
depois tentar afastar Cristo da cruz.
Nós
não somos simples.
A carne sabe mudar de direção. O inimigo
também. O homem presunçoso pensa que
coragem é nunca considerar a
possibilidade de queda. Paulo pensa
diferente. Coragem é permanecer
fortalecido no Senhor, vestindo aquilo
que o Senhor deu, sabendo que a batalha
é grande e que nossa suficiência não
está em nós. Isso é mais forte que
autoconfiança, porque autoconfiança
precisa sustentar a imagem de
invulnerabilidade.
A fé pode confessar: "Sou fraco e ainda
avançar". Por quê? Quando sou fraco é
que sou forte. Segunda Coríntios 12:10.
Não porque fraqueza seja poder, né?
Porque fraqueza conhecida leva à graça
conhecida. O presunçoso olha para os
próprios músculos. O santo olha para o
comandante.
Então, podemos
podemos falar longamente sobre cinturão,
couraça, calçados, escudo, capacete,
espada, oração. Mas existe uma pergunta
anterior. Você está em Cristo?
Não perto, não familiarizado, não
impressionado, não eh criado num
acampamento cristão. Em Cristo, Paulo
diz em Romanos 13:1, revistam-se do
Senhor Jesus Cristo. Esse texto ilumina
Efésios. A armadura não é coleção de
virtudes autônomas.
Toda a peça conduz ao Salvador. Verdade.
Ele é a verdade. Justiça. Somos
justificados por sua justiça. Paz. Ele
fez paz pelo sangue da cruz. Fé, ele é o
objeto. Salvação, ele a realizou.
palavra ele a palavra testemunha dele.
Oração sobe ao pai por sua mediação em
seu nome. A armadura é inseparável da
união com Cristo.
Isso significa que o homem natural pode
parecer muito protegido e continuar nu
diante de Deus. Moralidade não é
armadura. Respeitabilidade não é
armadura. Força de personalidade,
educação, vergonha eh social.
medo de consequências, autodisciplina.
Tudo isso pode impedir certos pecados
exteriores.
Graças comuns podem produzir sociedades
mais ordenadas. A consciência natural
pode acusar, a razão pode reconhecer que
algumas escolhas destróem, mas nenhuma
dessas coisas reconcilia com Deus.
Nenhuma imputa justiça, nenhuma
regenera, nenhuma fase do inimigo um
filho.
Um pode abandonar a embriaguez porque
ama a reputação, pode conter a
sensualidade ou a depravação sexual
porque ama a carreira, pode controlar a
ira porque deseja influência, pode
adotar religiosidade porque teme a
morte, um ídolo combate outro. Isso não
é necessariamente guerra santa.
Às vezes são dois senhores rebeldes
disputando o mesmo coração. Então a
pergunta não é apenas você vence algum
pecado? É por que luta? Por quem? Com
que esperança? O que ocupa o trono? Sem
regeneração, o coração pode odiar
consequências e amar a rebelião que as
produz. Sem Cristo não há armadura
celeste, há carne, tentando disciplinar
carne. E a carne nunca produz a espada
que matará seu próprio senhorio,
seu próprio reino.
Então, eh, o homem natural não está
apenas numa sala escura, ele precisa de
olhos. Essa distinção é enorme. Uma
pessoa que enxerga pode entrar num
quarto escuro, basta luz.
Mas o cego precisa de algo maior que uma
lâmpada. Precisa receber visão. Paulo
descreve o homem natural não apenas como
alguém que não possui informação
suficiente, não possui luz, não aceita
as coisas que vem do Espírito de Deus,
pois lhe são loucura e não é capaz de
entendê-las porque elas são discernidas
espiritualmente. Primeira Coríntios
2:14. Ou seja, quem ama o pecado não
pode ansiar por santidade. Lhe parece
loucura. Nenhum ser humano por si mesmo
ou em sua natureza ama a santidade. Ele
pode eh achar que tem que fazer coisas
para receber coisas.
Então, não é falta de que ir. Pode ser
brilhante analisar, construir,
pesquisar, governar, produzir arte,
compreender estruturas imensas e
continuar cego para a beleza da
santidade, para a glória de Cristo como
tesouro supremo. Pode reconhecer um que
adultério destrói famílias e nunca
enxergar que pecado é rebelião contra a
santidade de Deus. Pode rejeitar
corrupção por civismo e continuar sendo
governado pela glória
humana.
pode denunciar idolatria alheia enquanto
adora o próprio intelecto. O inimigo
trabalha bem nesse terreno. Ele não
precisa aparecer com aparência de do
inferno, né? A tentação realmente diz:
"Venha morrer". Diz: "Venha viver, seja
livre, proteja-se, vingue-se.
Não deixe barato, você merece. Isso é
prudência.
Isso é ser autêntico. Isso é
autenticidade. Isso é justiça. Isso é
oportunidade. O veneno é difícil de
reconhecer quando amamos o sabor.
A corrente parece pequena quando nos
conduz na direção em que já queríamos
caminhar. Então, fingimos que não tem
uma corrente. É por isso que regeneração
é milagre. Deus não apenas muda
comportamentos. Os Deus que disse das
trevas, resplandeça a luz. Ele mesmo
brilhou em nosso coração para iluminação
do conhecimento da glória de Deus na
face de Cristo. Segunda Coríntios 4:6.
Criação, luz, novo nascimento. O
evangelho não é apenas conselho militar
para pessoas naturalmente capazes. É
proclamação pela qual Deus chama mortos.
Depois arma aqueles que ele vivificou.
E Jesus conta sobre o homem forte que
guarda seus bens. Para saquear a casa,
alguém precisa primeiro amarrar o homem
forte. Então Cristo diz em sua própria
obra, o mais forte chegou. Isso muda
completamente a imagem da conversão. O
pecador não estava sentado num
território neutro, avaliando, com seu
livre arbítrio, propostas igualmente
atraentes para o seu coração natural.
Havia domínio, havia escravidão. Vocês
estavam mortos em suas transgressões e
pecados, nos quais costumavam viver
quando seguiam o a presente ordem deste
mundo, o presente século. E o príncipe
do poder do o príncipe das potestades
das trevas. Efésios 1:2.
Depois, em seguir, vem mais Deus. Essas
duas palavras abrem a cela.
Deus que é rico em misericórdia, grande
amor, deu-nos vida com Cristo. Conversão
é uma invasão do reino da luz. Cada novo
coração é território tomado pelo rei
legítimo. Cada confissão verdadeira é
sinal de que um novo Senhor entrou na
casa. Cada pecado mortificado é uma
antiga bandeira do reino antigo sendo
arrancada. Cada oração, pai, testemunha
adoção. E Deus não liberta para deixar
nu. Aquele que tira das trevas traz para
o reino do seu filho amado ou do filho
do seu amor. Aquele que ele justifica
também santifica. Aquele que abre a
cela, arma o liberto com sua armadura.
Por isso, o evangelho é tão ofensivo ao
reino das trevas. Não porque Satanás
tenha medo de barulho. Barulho religioso
pode servir aos seus propósitos.
Misticismo pode servir aos seus
propósitos. Ele não teme tradição morta,
nem ortodoxia usada para alimentar
orgulho,
nem igrejas entretidas consigo mesmas,
nem zelo que protege ídolos. O evangelho
verdadeiro, porém, expõe.
A corrente que parecia joia aparece como
corrente mesmo, grilhão. A moralidade
que parecia a roupa aparece como folha
de figueira. Cristo aparece. Sua justiça
é oferecida sem dinheiro.
O morto ouve, o cego vê, o inimigo vira
filho e aquele que estava nu recebe
armadura. Antes de perguntar quanto
conhece sobre Efésios 6? Então,
pergunte, você pertence a Cristo? Porque
uma pessoa pode conhecer a descrição
inteira da armadura e ainda estar
lutando do lado errado
da guerra.
E outra coisa que não basta que algo
pareça severo para ser santo. Paulo não
ordena uma armadura, ordena a armadura
de Deus. A origem importa. Religião
humana adora fabricar proteção.
Regras que Deus nunca ordenou.
Sacrifícios que parecem impressionantes,
legalismo, métodos que exibem
intensidade, penitências, fórmulas,
superstições, rituais usados como se
pudessem controlar o céu. Tudo isso pode
possuir aparência de humildade.
Colossenses 2 fala de culto de si mesmo,
falsa humildade e severidade com o
corpo. Mas diz que essas coisas não têm
valor contra os impulsos da carne. Por
quê? Porque você pode castigar o corpo e
conservar o ídolo. Pode vestir roupa
áspera e amar aplauso. Pode jejuar e
alimentar o orgulho. Pode evitar
determinados objetos e continuar
cobiçando controle. Pode construir uma
religião difícil justamente nas áreas em
que não deseja obedecer aquilo que Deus
realmente disse. O coração gosta de
inventar armaduras porque pode escolher
onde apertam.
pode ser extremamente rigoroso contra o
pecado do vizinho e surpreendentemente
misericordioso com o seu. Pode criar
dezenas de regras sobre uma área e nunca
tocar na raiz do orgulho. Mas o soldado
não escolhe equipamento pela imaginação.
Ele não veste a sua armadura.
A guerra é na terra. O conselho de
guerra é do céu. Deus define o que é
santidade. Deus define como será
adorado. Deus define como o pecado é
mortificado. Não cabe ao servo corrigir
a sabedoria do rei. Uma vitória obtida
em desobediência não glorifica o
comandante porque não é vitória. Jericó
é um exemplo
impressionante. O método militar parecia
absurdo. Marchar, trombetas, esperar. O
poder não estava na genialidade da
estratégia humana. Se aquilo fosse só
uma estratégia humana, seria ridículo.
Exatamente. Deus escolheu um caminho que
impediria Israel de confundir vitória
com talento, com capacidade. A vida
cristã também é assim. Não vencemos
culpa por penitência ou por nossa
sabedoria que sabe de escolher o melhor.
Satanás
eh eh
por superstição. Você não vence Satanás
por ser eh cheio de misticismo.
Não vence a carne por fórmulas secretas
ou a morte por moralidade. Deus forneceu
meios não inventados, recebidos.
E todo uso fiel desses meios começa
dizendo: "Tu és mais sábio do que eu".
Então, nós temos meios de graça, não
temos magia. Palavra, oração, comunhão,
batismo, ceia, disciplina, confissão,
vigilância, mortificação, fé nas
promessas, essas coisas importam,
mas não são amuletos. A arca da aliança
era santa. Israel em Primeira Samuel 4
decidiu levá-la para batalha como se
pudesse obrigar Deus a agir, usá-la como
amuleto.
Tragamos de Siló a arca da aliança do
Senhor para que ela vá conosco e nos
salve. Perceba a frase, ela nos salve. O
símbolo santo foi transformado em
instrumento de manipulação.
Israel perdeu. A arca não estava errada.
A confiança estava. Podemos fazer a
mesma coisa. Eu orei de manhã como se a
oração fosse um pagamento que compra
licença para viver carnalmente até a
noite. Fui ao culto como se presença
física substituísse temor. Sou batizado
como se água pudesse ser usada contra a
realidade espiritual para a qual aponta.
Eu participo da ceia enquanto a mesa do
coração continua cheia de ídolos. Eu
conheço a teologia reformada como se
tradição correta tornasse impossível. A
cegueira pessoal, o meio foi dado para
nos conduzir a Deus, não para tomar seu
lugar. A Bíblia pode virar objeto de
estudo sem ser recebida como a voz do
rei. A oração pode virar performance. A
pregação, produto avaliado, a igreja,
associação social,
a ceia, costume, a forma continua, a
alma não bebe. Uma fonte pode correr
ao lado de alguém que morre de sede. A
culpa não está na água.
Por isso a fé diz: "Se a palavra
penetrar, será porque o espírito abriu
entendimento. Se a oração subir, é
porque há mediador. Se o pão e o cálice
nutrirem minha fé, é porque Cristo
anexou promessas e sinais. Se eu vencer,
é porque Deus tornou sua provisão
eficaz. Os meios não substituem o
doador. Mas desprezar os meios também é
é desprezar a sabedoria do doador. A fé
não adora o Jordão. Mas se Deus diz a
Naamã, lave-se tantas vezes no Jordão,
fé vai ao Jordão. Não porque a água seja
mágica, mas porque Deus falou.
Há um orgulho que acrescenta e outro
orgulho que despreza. O homem diz: "Deus
não deu bastante. Preciso tornar o
evangelho, a o evangelho, o cristianismo
mais rigoroso. O outro, esses meios
comuns são para cristãos fracos. Eu já
passei disso. Os dois estão no mesmo
trono. Um acima da palavra para
acrescentar, outro acima da palavra para
remover. O segundo tipo pode ser difícil
de perceber porque veste liberdade.
A oração se torna elementar, a pregação
repetitiva, a comunhão indispensável,
correção ofensiva, não é? A palavra de
correção é tóxica. O crente imagina que
maturidade é precisar menos dos meios
ordinários. A Bíblia ensina o contrário.
Quanto mais maduro, mais rapidamente
corre para o lugar certo. Jesus, o filho
perfeito, orava, conhecia a escritura,
frequentava a assembleia dos santos. Se
o filho encarnado viveu independência
diante do pai, que espécie de maturidade
nos faria pensar que independência
espiritual é crescimento?
A graça, a graça amadurecida, ela não
diz agora consigo sozinho, diz: "Sem ti
nada posso fazer". Como ele disse em
João 15:5, né? A árvore cheia de fruto
continua ligada à raiz. O rio largo
continua vindo da mesma fonte. O santo
maduro não é um ex-dependente da graça,
é alguém cada vez mais consciente de sua
dependência. Essa consciência não
paralisa, produz diligência. Porque quem
sabe que o pão está na mesa, vai à mesa.
Quem sabe que Deus fala pela palavra,
abre a palavra. Quem sabe que a oração é
meio, não abandona a oração, porque
ontem foi difícil ou o dia de hoje foi
difícil. A impaciência diz: "Orei alguns
dias, nada aconteceu. A fé, quem me
mandou orar? Quem disse ore sem cessar?
Quem prometeu ouvir seus filhos?"
A persistência não compra a resposta, é
confiança simplesmente na sabedoria de
permanecer onde Deus ordenou.
Então, a
a religiosidade pode se tornar uniforme
de um traidor.
Existe algo pior que está desarmado.
É usar a aparência da armadura para
servir ao inimigo,
ao reino oposto. O hipócrita aprende a
linguagem do acampamento,
sabe os termos, os códigos, as ênfases,
quando levantar a voz, quando parecer
humilde, como contar uma experiência,
como produzir confiança. E toda essa
habilidade pode ser usada para proteger
pecado.
Oração escondendo ambição, ortodoxia
escondendo orgulho, serviço escondendo
fome de aplauso, indignação contra o
mundo, escondendo amizade secreta com o
mundo. Doutrina da graça usada para não
confessar, soberania para justificar
preguiça, perseverança para não
perseverar. Liberdade cristã para
proteger indulgência, a cruz como
símbolo sem crucificação do ego. Que
profanação. Usar as armas de Deus em
benefício do reino que elas deveriam
combater.
Jesus
reservou palavras terríveis para
religiosos. Assim, Senhor, Senhor,
profecia, milagres, obras e a resposta,
nunca os conheci, né? Mateus 7:23.
Não porque obras espirituais sejam mais,
porque nunca houve comunhão verdadeira.
O soldado era ator. Isso deveria
produzir temor, mas não um temor que nos
leve ao desespero, né? Um temor que nos
leve a Cristo. A solução para hipocrisia
não é ficar longe, é sair do
esconderigo. Senhor, vê se há em mim
algum caminho mau. Não queremos apenas
parecer combatentes, soldados. Queremos
que o pecado morra. Essa diferença
aparece no secreto. Quando ninguém
aplaude. Quando confessar pode diminuir
sua imagem, quando obedecer não produz
vantagem. Quando uma doutrina precisa
primeiro ferir seu coração antes de
virar um argumento.
A palavra não nos foi dada apenas como
lança contra outros. É uma espada que
penetra até dividir a alma e espírito. O
soldado fiel deixa que ela corte debaixo
da própria armadura.
A graça verdadeira pode ser pequena
sem ser falsa. Uma flor artificial pode
parecer perfeita.
Nenhuma pétala torta, nenhuma mancha,
nunca se curva o vento. A planta viva
pode ser pequena, fragilizada,
inclinada, mas há uma diferença. Ela
cresce. A flor de tecido,
assim também eh eh é uma imitação
religiosa.
Eh eh essa
essa analogia, não é?
Porque a imitação religiosa pode parecer
mais impressionante que a graça
verdadeira em seus primeiros estágios.
Como uma flor de plástico pode parecer
mais firme, mais forte do que uma
pequena flor de verdade. Ah, o hipócrita
pode falar com enorme confiança. O novo
convertido trê. O ator religioso conhece
muitas palavras, o santo simples conhece
poucas. O primeiro pode orar longamente.
O segundo Deus, tem misericórdia de mim,
ô pecador. Não devemos confundir
maturidade exterior com vida. A questão
fundamental é natureza.
A flor
de plástico ou de tecido pode ser muito
forte, mas não tem a natureza de uma
flor verdadeira, por mais fraca que a
flor seja. Pedro caiu de modo
vergonhoso, mas saiu e chorou
amargamente. Suas lágrimas não compraram
perdão. Cristo
compraria como de todos os eleitos. Mas
as lágrimas mostravam que a negação não
havia se tornado uma casa no coração
dele. Havia vida.
Havia vida ferida contra o próprio
pecado. Judas também sofreu, mas seu
sofrimento não o levou a confiar na
misericórdia
de Cristo. Nem todo remorço é
arrependimento. A graça verdadeira não
apenas odeia consequências,
odeia ter deshonrado aquilo que ama.
Talvez seja fraca, mas não consegue
fazer paz definitiva com o pecado. Cai,
levanta. É arrastada, chora. precisa de
ajuda, mas continua existindo uma
guerra.
Esse é um consolo enorme para santos
fracos. Maior abismo não está entre fé
pequena e fé grande, está entre morte e
vida. Uma semente não é uma árvore, mas
está viva. Uma centelha não é fogueira,
mas é fogo. O pai não arranca a planta
porque ainda não dá sombra. Cristo não
apaga o pavio que fumega.
Isso não é desculpa para permanecer
pequeno, não é? É esperança para
realmente crescermos.
Então Paulo fala de toda a armadura, uma
palavra, toda. Satanás não precisa que o
soldado retire tudo. Uma abertura, uma
junta
acabe e foi atingido entre as juntas da
armadura. Primeira Reis 22:34. A flecha
não precisa que você esteja sem nenhuma
peça da armadura. uma abertura, não é? A
flecha não atravessou a placa principal
da armadura de Acabe, encontrou
o intervalo. A imagem é forte para a
vida espiritual. Podemos ser
disciplinados numa área e negligentes em
outra. Vigiar sexualidade e abandonar a
língua. ou vigiar a língua e relaxar em
sex com a sexualidade, guardar a língua
e alimentar inveja, ser generoso
e ainda assim amar a provação dos outros
por causa da generosidade. Conhecer a
doutrina e cultivar dureza.
Combater mundanismo e ser orgulhoso de
não parecer mundano.
Ser corajoso publicamente covarde diante
da própria consciência
quando está sozinho. A santidade não
pode ser uma coleção de áreas favoritas.
Cristo é Senhor do homem inteiro. Corpo,
mente, afetos, vontade, memória,
imaginação, dinheiro, tempo,
sexualidade, trabalho, família, uso de
autoridade, uso de liberdade, palavras,
silêncios. Não existe quarto em que
Jesus seja visitante. Não há área tão
pequena que o pecado não tente usar como
uma entrada, como a brecha lá da
armadura de Acabe. Talvez hoje seja uma
fresta, uma irritação que justificamos,
racionalizamos,
uma raiva que cultivamos e não
perdoamos, uma imagem à qual voltamos,
uma pequena desonestidade,
uma conversa alimentada, uma dívida
mantida para preservar aparência, uma
ofensa que gostamos de recordar,
algo que alguém nos fez que gostamos de
recordar. O pecado pequeno pode
funcionar como cunha. A ponta entra,
depois os golpes alargam. É por isso que
vigilância não é paranoia, é amor a
integridade. O coração não precisa viver
assustado com cada sombra, mas precisa
viver aberto diante de Deus. Acima de
tudo, guarde o seu coração, pois dele
depende toda a sua vida. O dele procedem
as saídas da vida, né? Eh, Provérbios
4:23.
Guardar não é ficar curvado sobre si
mesmo, é manter a fonte debaixo da
palavra, porque a mão frequentemente
alcança aquilo que a imaginação já
recebeu. A boca finalmente diz o que a
alma ensaiou. O escândalo público possui
ancestrais secretos. Toda armadura
significa nenhuma área será declarada
território neutro. Toda armadura. Não há
nada neutro.
E o inimigo, ele não precisa
atacar pelo lugar que mais tememos.
Talvez você vigie uma fraqueza antiga.
Isso é sábio. Mas Satanás não assinou o
contrato dizendo que atacará ali. Às
vezes vence exatamente do outro lado. O
homem que venceu uma sensualidade
grosseira pode cair no orgulho da
vitória
contra aquela sensualidade.
A pessoa que aprendeu a controlar gastos
pode passar a adorar a imagem de
prudência. O teólogo que reconhece erros
sofisticados pode ser vencido por
desejos simples de ser admirável.
Quem se considera muito humilde pode
estar orgulhoso da própria modéstia. A
carne possui mais de uma porta e a
vitória em uma área pode produzir
exatamente vulnerabilidade se começar a
ser admirada. Por isso Paulo não nos
ensina apenas a conhecer um pecado
predileto e combatê-lo. Ensina uma vida
completa de dependência. O inimigo pode
entrar pelos olhos Eva, pelos ouvidos,
uma falsa doutrina, uma lisonja, uma
conversa, pela memória, uma antiga
humilhação, uma antiga coisa que alguém
me fez. pelo futuro, ansiedade,
pelo corpo cansado, pela solidão, pela
prosperidade, pelo sofrimento, não há
uma forma única. Por isso, não existe
uma técnica cristã universal que
substitua sabedoria.
Existe palavra, espírito, comunhão,
discernimento, conhecimento crescente do
próprio coração. A pergunta não é: qual
é a tentação dos cristãos? Mas também
qual mentira meu coração deseja que seja
verdadeira? Que elogio muda meu
comportamento? Que perda me faz
ressentir contra a providência de Deus?
Que situação torna a desobediência
subitamente razoável para mim? A
vigilância pessoal não significa que
Satanás tem acesso onisciente à mente.
Não tem. Deus conhece o coração. O diabo
é criatura, mas criaturas observam.
Padrões deixam rastros, palavras,
hábitos, reações. A porta que abrimos
repetidamente, a verdadeira humildade
não diz Satanás sabe tudo sobre mim, diz
Deus sabe tudo e eu preciso da sabedoria
dele para vigiar aquilo que nem eu
compreendo completamente.
Então, as graças pertencem umas às
outras. O apóstolo Pedro, ele ele
escreve: "Eense para acrescentar a sua
fé". virtude. A virtude, o conhecimento.
Ao conhecimento, o domínio próprio. Ao
domínio próprio, a perseverança. A
perseverança, a piedade. A piedade, a
fraternidade. E a fraternidade, o amor.
Segunda Pedro 1, a partir do 5. Isso não
é escada para comprar justificação. A
carta começa com justiça recebida e
poder divino concedido. A graça vem
antes, mas graça viva floresce. não
permanece no único ramo. Fé sem fruto
não é uma versão menor de fé bíblica.
Tiago chama de morta. Conhecimento sem
domínio próprio entrega ao pecado uma
mente informada.
Zelo sem conhecimento vira incêndio sem
direção.
Domínio próprio sem perseverança,
funciona enquanto o tempo está bom.
Paciência sem piedade pode ser
estoicismo.
Piedade sem fraternidade vira devoção
isolada.
Amor aos irmãos sem misericórdia pelos
de fora
encolhe a imagem do Pai. As graças,
as graças se apoiam. Conhecimento ensina
amor
a agir com sabedoria. Domínio próprio
impede que paixão destrua aquilo que o
conhecimento sabe. Perseverança mantém
domínio próprio quando a dor aumenta.
Piedade impede que perseverança se torne
orgulho históico. Fraternidade impede
que piedade vir torre. Amor abre as
janelas para o próximo. Toda a armadura
de Deus. O cristão não pode dizer:
"Minha área é doutrina. Não sou bom com
amor". como se o amor fosse um dom
opcional. Nem ele pode dizer: "Sou
pessoa de coração".
Doutrina não importa. O amor precisa de
olhos.
A coragem de direção, a consciência de
educação bíblica, o Deus que salva,
forma a pessoa inteira, toda a armadura
de Deus. E devemos lembrar que a dor
também atira flechas. Muitas pessoas
resistem bem quando a vida sorri. É
fácil falar de providência enquanto o
plano, o nosso plano funciona. Fácil
dizer Deus é suficiente quando não
precisamos descobrir isso num quarto de
hospital. A prosperidade possui
tentações, a aflição também.
Alguns não caem pela sedução do prazer,
caem pela violência da dor. Suportaram o
cálice doce, não sabem o que fazer com o
cálice amargo.
Então surgem murmuração, autopiedade,
inveja, ressentimento, desespero.
A tentação. Depois de tudo que sofreu,
você tem direito a este pecado. É uma
tentação muito comum.
Deus não cuidou de você, cuide de si.
Não é possível continuar santo nessas
circunstâncias.
Que silada. A dor real é transformada em
argumento moral.
A paciência cristã não diz não dói. Isso
seria é mentira. Nem se chorei não tive
fé. Jesus chorou. Paulo gemeu. A piedade
leva dor ao Pai. Jó pôde dizer em sua
confusão, não é? Ainda que ele me mate,
nele esperarei. Jó 13:15. Não é
anestesia, é uma alma ferida, mas ainda
orientada para Deus. Por isso,
perseverança faz parte da armadura. Há
noites longas nas quais o maior ato de
resistência é não reinterpretar o
caráter de Deus pela escuridão em que
nós estamos.
A nuvem é real, mas o trono não mudou.
Você pode não saber porque determinada
flecha foi permitida.
Sabe quem governa o campo. Essa verdade
não elimina a ferida, impede que a
ferida se torne um teólogo querendo
ensinar verdades para você.
A outra coisa é que ninguém trava essa
guerra sozinho. A armadura está sobre
indivíduos.
Mas a carta foi enviada a uma igreja,
vocês plural, um exército, um corpo.
O diabo sabe que soldados isolados são
mais vulneráveis.
Semeia suspeitas, amplia diferenças,
transforma a preferência em princípio
absoluto, faz uma ferida pequena parecer
traição irreparável.
faz pureza doutrinária parecer
incompatível com mansidão, faz unidade
parecer incompatível com verdade.
Então, irmãos,
irmãos que deveriam eh levantar escudos
juntos,
começam a apontar armas uns para os
outros. É difícil orar pela vitória de
quem secretamente queremos ver
humilhado.
É difícil marchar quando cada um
constrói um reino ao redor de si.
A comunhão cristã não é acessório para
extrovertidos,
é meio de graça. Confessamos, somos
exortados, carregamos, somos carregados.
Hebreus diz: "Encorajem-se uns aos
outros todos os dias, a fim de que
nenhum de vocês seja endurecido pelo
engano do pecado." Hebreus 3:13. engano
de novo. Precisamos de irmãos porque há
coisas que o pecado nos faz incapazes de
enxergar. O outro pode ver a fivela
solta, a rachadura
na couraça, a mudança de tom, a
frequência de uma desculpa que trazemos
de novo e de novo. Isso exige
relacionamentos mais profundos que mera
presença, não é?
Exige poder perguntar, ser perguntado
sem policiamento carnal, com amor. Uma
igreja onde ninguém conhece ninguém pode
ter muita gente e pouca formação de
batalha, né? A família também. Paz não
podem terceirizar toda conversa
espiritual e depois se admirar quando
outras vozes discipulam os filhos.
Não deixem o inimigo falar sozinho
dentro de casa. A força recebida é
também para o próximo, não para você
apenas, não para mim apenas. O que
entende ensina, o que foi consolado,
consola. O que atravessou a armadilha
mostra onde o chão cede. O que está de
pé cuida para não cair e estende a mão
ao que caiu.
E
outra coisa importante é que ter um
escudo não é o mesmo que levantá-lo.
Pode haver diferença entre possuir graça
e exercitar a graça. Possuir graça e
exercitá-la. Você conhece a promessa,
mas quando a ansiedade chega, não
repousa na promessa. Continua
encontrando desculpas para ansiedade em
vez de trazer as promessas. Conhece a
palavra, mas diante da mentira, não
responde à mentira que está vindo com as
racionalizações, com a palavra. Sabe
orar, mas no momento da pressão corre
primeiro para todas as outras coisas.
Crê na providência soberana de Deus, mas
uma perda concreta faz parecer que nunca
pensou nada sobre a providência soberana
de Deus. Então, o escudo existe, mas
está no chão.
Se eu tenho a promessa, o escudo da
promessa e cada ansiedade que venha, eu
tenho uma desculpa para ansiedade e não
uso as promessas
para mim mesmo, eu não levantei o
escudo. Ele se tornou inútil.
Paulo diz: "Vistam, presente, prática".
A armadura não é memória de uma
experiência antiga, nem um certificado
de que um dia fomos fervorosos e
soldados e armados. É graça levada ao
exercício hoje.
Vistam toda a armadura. O cristão
precisa dela na segunda-feira, no
escritório, no casamento, no celular, na
reunião, na solidão, na prosperidade, na
madrugada, não apenas quando o culto
parece batalha. A guerra não pede
autorização para entrar em rotina.
Frequentemente prefere a rotina. O dia
comum é o campo onde muitos hábitos são
formados. Uma pequena concessão
repetida, uma oração adiada, uma
irritação que já virou o tom habitual,
um entretenimento que ocupa todo o
silêncio e meditação, uma consciência
explicada rapidamente em vez de ser
ouvida.
São dias tranquilos que preparam o modo
como responderemos quando suar o alarme.
O soldado que nunca toca na espada não
deveria esperar desenvolver habilidade
quando flechas já estão caindo ao redor
dele. Isso não significa que Deus não
possa sustentar de maneira
extraordinária. Pode, mas não use
milagres possíveis como justificativa
para negligenciar treinamento ordenado.
Vista agora toda a armadura. Enquanto o
campo parece
quieto, né,
já tá frio.
E toda negligência torna o retorno mais
difícil,
não desnecessário.
Cantares oferece uma imagem dolorosa. O
amado bate na porta, a noiva já se
deitou, retirou a túnica,
não é?
Levantar parece inconveniente, porque
ela já deitou, já tirou a a túnica, já
tá deitada,
então ela demora. Quando finalmente ela
abre, ele se retirou. A poesia não deve
ser pressionada além da sua intenção,
mas a imagem comunica algo que
reconhecemos. Uma prática santa
abandonada vai se tornando estranha.
Um dia sem oração, depois outro. No
começo a consciência fala alto, depois
menos. A Bíblia antes familiar parece
distante. Quando a pessoa tenta retornar
à mente, está dispersa, se dispersa, as
palavras ficam difíceis. Então, o
acusador usa a própria fraqueza causada
pela negligência como razão para
continuar negligenciando.
Veja como sua oração é ruim. Não
adianta. Você está frio demais. Melhore
primeiro. Isso é uma cilada, né? Você
não precisa
se aquecer antes de se aproximar do
fogo, nem se curar antes de procurar o
médico. Volte frio, ore mal se for tudo
o que você consegue, mas ore. Abra a
palavra com atenção pequena e peça
atenção maior. Procure os irmãos eh
envergonhados se necessário, não é? E
peça ajuda. A vergonha não deve ganhar a
porta da casa.
A volta pode ser desajeitada, isso não a
torna falsa. Filho pródigo não precisou
ensaiar uma performance de filiação. Ele
voltou, a graça encontrou. Não faça da
dificuldade de retornar. Prova de que
não deve retornar. É exatamente o motivo
para começar.
E então treine a paciência antes da
grande perda.
Algumas aflições nos encontram sem
treinamento.
Nunca entregamos pequenas frustrações a
Deus
de diárias, né, do cotidiano. Nunca
aprendemos a ouvir não em coisas comuns.
As menor os os menores nos perturbam.
Nunca submetemos pequenos planos.
Então chega um grande, uma grande
interrupção e a alma se debate como
animal que nunca sentiu um julgo. Não
porque a grande dor seja simples, mas
porque a paciência ficou pendurada. Lá
era uma peça da armadura pendurada
durante a prosperidade ou os momentos
tranquilos. Há uma pedagogia nas
pequenas providências,
as pequenas contrariedades,
a fila, o atraso, o plano alterado, a
pequena crítica, a oportunidade perdida.
Não precisamos transformar cada
inconveniente em grande evento
espiritual, mas podemos aprender,
aprender em cada um deles. Pai, tua
vontade ainda é melhor que meu controle.
Cada pequena renúncia é exercício para
músculos de submissão.
Da mesma forma, aprenda a verdade antes
da heresia parecer atraente.
Pense sobre sofrimento antes de receber
um diagnóstico.
Cultive honestidade antes da a
oportunidade de fraude ou de mentir.
Converse sobre sexualidade antes da
crise.
Medite sobre isso antes da crise. Ensine
filhos antes que outra catequese se
torne a única voz para ele. A armadura é
para ser usada antes que vejamos a ponta
da flecha chegando.
E há descanso, mas mesmo no descanso não
há desarmamento.
Talvez alguém ouça tudo isso e pense:
"Que vida exaustiva! Ficar sempre com a
armadura. Vigilância é sempre nunca
descansar. Não, não há descanso
profundo, mas descanso não é paz com o
inimigo. O cristão descansa da tentativa
de se justificar.
Descansa na obra consumada de Cristo.
Descansa o futuro na providência
vencendo a ansiedade. Descansa a
consciência no sangue derramado.
Descansa no amor do Pai. Isso produz
prontidão, não apatia. Um soldado pode
sentar-se junto à fogueira, pode dormir
sob a guarda do acampamento, pode comer,
conversar, cantar, não precisa ficar
tremendo a cada segundo, mas não entrega
as chaves ao exército inimigo, porque
deseja repouso. Santidade não é
ansiedade. Jesus diz: "Venham a mim e eu
lhes darei descanso." O mesmo Jesus
disse: "Vigia e orem. Não há
contradição. O descanso está nele, a
vigilância também. Na verdade, só quem
descansa da justiça própria consegue
vigiar sem transformar vigilância em
Salvador.
A pessoa não pensa: "Se eu falhar numa
rotina, Deus deixará de me amar". Pensa,
porque fui amado, não quero tratar com
desprezo aquilo que protege minha
comunhão.
O filho fecha a porta não para comprar o
lugar na família,
porque a casa é preciosa que ele fecha.
Então, a graça cresce em exercício.
Davi meditava, Paulo exercitava uma
consciência limpa. O escritor aos
Hebreus fala de pessoas que pelo
exercício constante tornaram-se aptas
para discernir tanto bem quanto mal.
Hebreus 5:14.
exercício. A graça vem de Deus e é
exercitada pelo crente. Não precisamos
temer essa linguagem. Filipenses dois
mantém juntas as duas coisas. Ponham em
ação a salvação de vocês, pois é Deus
quem efetua em vocês tanto o querer
quanto o realizar. Deus opera, portanto,
aja. A fé usada aprende a correr mais
rapidamente para as promessas.
A paciência exercitada não fica menos
humana, fica mais firme. A mente
treinada na palavra reconhece mais cedo
uma meia verdade. A confissão praticada
todo dia reduz o tempo entre o pecado e
a luz e também
a aparição de racionalizações.
A generosidade enfraquece o punho da
avareza, do amor ao dinheiro. O serviço
secreto combate a fome de aplauso.
Perdoar pequenas ofensas, prepara o
coração para misericórdias custosas.
Isso não é autossalvação, é
santificação. O membro saudável é
conhecido quando se move. Você quer
saber se confia em Deus? Observe onde
corre quando o controle some. Quer saber
se perdoou? Veja o que acontece quando o
nome
reaparece.
Se cr na suficiência de Cristo, veja o
que faz quando sua justiça própria é
exposta. Deus permite que a graça entre
em campo para que seja exercitada e para
que nós mesmos vejamos onde precisamos
crescer. Então, a aprovação não informa
Deus. Deus já conhece. Frequentemente
ela informa o soldado.
Então, Paulo fala de ciladas. Paulo não
fala apenas do poder do diabo, fala de
suas ciladas ou métodos, estratégia,
astúcia.
A serpente antiga não possui sabedoria
santa, é louca no sentido mais profundo.
Opõe-se ao Deus que sabe que não pode
destronar isso na loucura, mas possui
habilidade para o mal. Séculos de
observação não o tornaram onisciente,
mas o tornaram um inimigo experimentado.
Viu os mesmos desejos usarem roupas
diferentes.
Viu como medo modifica o raciocínio.
Como o elogio relaxa a vigilância. Como
solidão amplifica certas vozes. Como dor
faz vingança aparecer justiça.
Como demora faz providência aparecer
abandono. Como vitória pode gerar
orgulho. Por isso, a tentação raramente
é aleatória. Escolhe momento, ângulo,
eh, isca, voz. Uma mentira que se
aproxima de algo que já gostaríamos de
acreditar. Satanás percebeu que nós
gostaríamos de acreditar naquela
mentira. Por que não contá-la? Isso não
significa que Satanás controla nossas
decisões. Somos responsáveis. Thiago diz
que cada um é tentado pela própria
concupiscência, pela própria cobiça. A
isca funciona porque existe apetite.
O inimigo sugere, a carne responde, a
culpa é real. Essa sobriedade impede que
transformemos guerra espiritual em
desculpa. O diabo me fez fazer isso, o
diabo me fez fazer aquilo. Não, ele é o
tentador. Você é criatura moral e Deus
continua soberano.
Então, antes do pecado,
ele minimiza.
Antes do pecado, o diabo minimiza o
pecado. Depois, o diabo maximiza o
pecado.
Então, essa é uma das estratégias mais
antigas. Antes não é tão grave, depois é
grave demais para o perdão. Antes Deus é
misericordioso,
usado contra a santidade. Depois Deus é
santo, usado contra a misericórdia.
Antes você controla, depois jamais você
vai ser livre. Antes a graça como
licença para pecar. Depois justiça
como desespero.
O mesmo inimigo que empurra fica à
margem do precipício, dizendo: "Agora
não há caminho de volta. Por isso,
precisamos do evangelho inteiro. A graça
que perdoa também ensina a renunciar à
impiedade. Paulo diz: "A santidade que
confronta não elimina o trono da graça.
A justificação é completa. A
santificação é progressiva. A disciplina
do Pai não é condenação do juiz.
Satanás gosta de misturar tudo, de
misturar categorias. Pega pecado
perdoado e apresenta como dívida
judicial ainda aberta. pega a tentação
presente e chama de prova de que nunca
houve regeneração.
Pega a lentidão e transforma em negação
da justificação. O evangelho distingue.
Cristo pagou. A carne ainda precisa ser
mortificada. Você foi aceito, ainda
precisa crescer. pode cair, não pode
fazer paz com a queda. Essa precisão
de definições é armadura, é parte da
armadura. E
você
precisa enxergar a convicção do espírito
e a acusação do inimigo eh como coisas
que não trabalham do mesmo modo. O
Espírito Santo convence. A sua convicção
pode doer profundamente, mas possui
direção. Mostra pecado, nome, raiz.
Conduz a confissão, abre a promessa,
aponta para Cristo, chama obediência. Já
o acusador frequentemente produz
neblina. Você é falso. Tudo está errado.
Não houve graça. Deus cansou. Nenhum
pecado concreto é tratado, nenhum
caminho é oferecido. A alma fica culpada
de tudo e não se arrepende de nada
especificamente.
Essa distinção é preciosa. Quando a
palavra diz, você mentiu confesse
mentira. Quando mostra orgulho,
arrependa-se do orgulho.
Negligência, volte. Não transforme um
pecado concreto em prova de que toda a
obra de Cristo foi fictícia. Pedro
precisava chorar sua negação. Não
precisava concluir que a oração de Jesus
para que a fé dele não fosse destruída
havia falhado. Davi precisava confessar
adultério e sangue, não inventar um
sacrifício maior que a expiação que Deus
prometera.
A convicção divina é como e mão do
cirurgião. Dói porque encontra a ferida
exata, mas toca para curar. A acusação
satânica espalha veneno e diz que não
existe médico. Por isso, quando estiver
sob convicção, não fuja.
A precisão da dor pode ser misericórdia.
Nomei. Nomei. Confesse. Receba Cristo.
Mude
continue.
Satanás também gosta de perguntas que
nunca chegam a lugar algum. E se E se
sua eleição não for real?
E se sua fé foi imaginação? E se cometeu
pecado imperdoável?
E se a promessa não for para você? E se
Deus estiver cansado? Há perguntas
honestas, precisam de resposta, mas há
labirintos com eh cujo objetivo não é
esclarecer, é fazer a alma girar ao
redor de si até Cristo desaparecer de
vista. O autoexame bíblico possui saída.
Olha o fruto, confessa o pecado e volta
ao Salvador.
A acusação pode transformar o espelho em
universo inteiro. A pessoa passa a medir
a fé a cada minuto, examinar a
sinceridade do exame, arrepender-se de
não estar suficientemente arrependida.
Depois perguntar se o arrependimento do
arrependimento foi verdadeiro. Não
termina. O evangelho diz: "Pare de
tentar vencer o acusador com a perfeição
de sua experiência.
Quem vem a Cristo não será lançado
fora." O sangue de Jesus purifica de
todo pecado. Ele salva completamente os
que se aproximam de Deus por meio dele.
Você não precisa responder cada pergunta
antes de vir. Venha. A resposta central
é uma pessoa.
Outra coisa que temos que perceber é que
a tentação escolhe a hora.
Novo convertido, conhecimento pequeno,
fome grande, muitas vozes. O inimigo
tenta. Grande aflição,
mente cansada, corpo fraco, oração
difícil. O inimigo tenta antes de uma
obra importante, uma conversa de
reconciliação, uma pregação, uma decisão
de generosidade, uma confusão, de
repente distração, orgulho, medo, uma
lembrança, um argumento novo. O inimigo
não precisa provar que a obra é má.
Basta adiá-la até que não aconteça.
Depois de consolações, também há perigo.
Jesus ouve do Pai, este é meu filho
amado. Em seguida, deserto. Uma
experiência profunda não elimina a
necessidade de vigilância. Pode até
gerar nova tentação.
Orgulho espiritual, por exemplo. Eu
experimentei algo que outros não. A
graça recebida vira medalha.
Na prosperidade, outra estratégia.
Se não consegue nos fazer acusar Deus
pela dor, tenta fazê-lo esquecer dele um
conforto. Se não afoga em medo, embriag
embriaga a mente com autoconfiança,
autossuficiência.
Até a morte pode ser momento de ataque.
Corpo fraco, memória falhando,
consciência revisitando o passado. Mas o
santo não chega sozinho. Aquele que
guardou durante a vida não perde a
autoridade diante do leito. A segurança
final não depende dos músculos
moribundos, depende do Senhor sempre
vivo. E a isca também muda conforme o
coração. Um pescador não usa sempre o
mesmo anzol. Uns são atraídos por
prazer, outros por medo.
Uns por dinheiro, outros pela reputação
de desprezar dinheiro. Uns querem
autoridade, outros querem ser vistos
como humildes demais para desejá-la.
Uns precisam pertencer, outros precisam
ser diferentes. Para o acusador,
presunção. Para o tímido,
eh, por exemplo, eh, eh, desespero.
Para o crente eh, ousado,
que ele fique presunçoso. Para o
intelectual, superioridade.
para o afetivo sentimento sem verdade.
Piegas, né? Pieguice para o
disciplinado. Justiça própria. Para o
indisciplinado, graça sem verdade. Jesus
é cheio de graça e verdade. Para o
ferido, vingança. Para o culpado,
esconderío. Para o bem-sucedido,
autossuficiência. para o fracassado,
amargura e autopiedade. Isso não
significa que cada personalidade possua
destino pecaminoso. Significa que nossa
estrutura pode ser explorada e é
explorada. Por isso, devemos conhecer só
pecados genéricos, mas o modo como nosso
coração racionaliza. Que tipo de pecado
eu consigo defender mais rapidamente?
Talvez a resposta
revele muito.
E também o inimigo começa sempre pedindo
pouco. Raramente diz: "Entreguem-me a
coroa". Ele pede um olhar, uma conversa,
uma exceção, um adiamento, uma pequena
mentira, uma interpretação maliciosa.
Mais 5 minutos alimentando fantasia, uma
oração que fica para amanhã, uma compra,
um limite movido, só um pouquinho, só
desta vez. A pequena concessão educa o
coração. O que ontem
precisava de grande argumento, amanhã
parece normal. O pecado abre estrada
trafegando nela. Por isso Jesus diz,
quem é fiel no pouco?
O pouco não é insignificante. Por quê?
Porque forma. A consciência possui
memória. Cada obediência não nos
justifica, mas treina. Cada concessão
não nos condena automaticamente
se estamos em Cristo, mas pode
endurecer. Cuidado. Não transforme
pequena coisa em nada. Só porque ainda
não parece um abismo, um precipício. Uma
rachadura pode permanecer rachadura ou
se tornar uma porta, uma abertura.
E a mentira gosta de usar verdades
parciais.
Talvez essa seja uma das ciladas mais
perigosas.
O erro, óbvio é fácil de rejeitar. A
minha verdade entra vestida. Satanás não
diz odeie seu irmão diz defenda a
verdade com a dureza que merece. Não
adore dinheiro. Garanta que nunca
dependerá de ninguém. Não seja
orgulhoso,
mas não permita que tratem você assim.
Conheça o seu valor, se valorize.
Não abandone a oração. Primeiro organize
a mente, depois você ora.
Não despreze a igreja. Proteja-se de
pessoas imperfeitas.
A igreja é muito problemática.
A frase carrega algo verdadeiro.
Verdade precisa de defesa. Prudência
financeira importa. Pessoas não devem
aceitar abuso. Organização ajuda.
Igrejas são imperfeitas. Mas a verdade
parcial é deslocada para destruir outra
verdade. Graça contra a santidade,
soberania contra responsabilidade,
liberdade contra amor, justiça contra
misericórdia,
descanso contra diligência,
temor contra adoção, amor contra a
verdade. A armadura completa mantém tudo
junto,
mantém juntas as coisas que Deus manteve
juntas. A verdade serve ao amor. O amor
não abandona a verdade. A graça perdoa e
disciplina. A justificação é completa. A
santificação é real. O Pai é íntimo, mas
também é santo. Quando uma doutrina é
usada para destruir outra doutrina
bíblica, talvez alguém tenha mexido na
armadura. Não está lá toda a armadura. E
às vezes a tentação vem na voz de alguém
que é muito amado. E isso é um dos
perigos. Alguém que sabemos que nos ama,
que gosta de nós. Pedro diz: "Isso nunca
te acontecerá". Ele ama Jesus, quer
poupá-lo da cruz. Cristo responde: "Para
trás de mim, Satanás". Mateus 16:23, né?
Pedro não é Satanás, mas naquele
instante carrega uma sugestão alinhada
ao coração de Satanás. Coroa sem cruz.
A fonte da da frase não santifica a
frase. Não é porque alguém que me ama
muito falou algo que o que ele falou se
torna mais santo. Amigos, família,
eh pessoas respeitadas,
eh amadas,
todos podem errar. Uma mentira na boca
de alguém desconhecido, talvez fosse
rejeitada na boca de quem admiramos,
ganha credibilidade emprestada. Se ele
faz, se ela ensina, se aquele pastor
disse, os bereanos foram elogiados
porque examinavam até a pregação de
Paulo à luz das Escrituras. Atos 17:11.
Que segurança.
Respeito não exige infalibilidade. Amor
não exige cegueira. O soldado recebe
companheiros.
Não os senhores. A palavra permanece a
norma.
E depois da vitória,
vigie o orgulho da vitória. Se Satanás
não consegue vencê-lo com sensualidade,
pode tentar com orgulho por você ter
vencido a sensualidade.
Se não consegue destruir sua oração por
distração, pode fazê-lo admirar a
própria eloquência e fervor na oração.
Se não consegue impedir serviço,
transforma serviço em palco.
Se não consegue arrancar doutrina, tenta
produzir uma defesa sem amor da
doutrina. Se não consegue fazê-lo
desesperar,
tenta a presunção. A retirada do inimigo
pode ser apenas um reposicionamento.
Foi assim depois da tentação de Cristo.
O diabo deixou até ocasião oportuna.
Lucas 4:13.
Se procurou ocasião oportuna contra o
filho encarnado, não imagine que uma
vitória sua encerrou a guerra. Isso não
diminui a alegria da vitória. Celebre,
dê graças, mas devolva a glória ao lugar
certo.
Até aqui nos ajudou o Senhor. Não agora
descobrir como fazer, agora descobrir
força. A vitória adorada pode virar a
própria brecha na armadura. A vitória
agradecida vira um memorial
do poder de Deus, com o qual nós
vestimos toda a armadura. Outra coisa
importante ser lembrada é que o inimigo
possui método, não possui qualquer tipo
de soberania, né? Essa diferença precisa
dominar todo o tema. A Bíblia não
apresenta não apresenta Deus e Satanás
como dois rivais. Satanás é nosso
adversário. Deus não tem adversários.
Não existem dois absolutos, dois tronos,
não há eh deuses disputando o universo.
O diabo é uma criatura caída, perigosa,
cruel, mas mera criatura. Em Jó, eh,
pede, recebe limites, não atravessa
nunca a fronteira estabelecida. em Pedro
pediu para peneirar Pedro antes da
peneira. Cristo já havia deixado e
orado. No deserto, Satanás tenta, mas
Jesus foi conduzido pelo espírito ao
deserto. A tentação é real, a soberania
continua divina. Isso não faz
de Deus, né, o o o autor do pecado.
Tiago, é claro, Deus não tenta ninguém
para o mal. Satanás pretende o mal. O
homem é responsável e Deus governa sobre
ambos sem tornar-se perverso. A doutrina
da providência não diminui a seriedade
do inimigo, impede que o inimigo se
torne um Deus diante de nós. Satanás
observa, Deus conhece. Satanás calcula,
Deus decreta. Satanás adapta, Deus
estabelece limites. Satanás pretende
destruir, Deus pode usar o próprio
ataque para purificar a fé.
José poderia dizer aos irmãos: "Vocês
planejaram o mal contra mim", mas Deus o
tornou em bem. Em Gênes 50:20, não é?
Deus planejou o mesmo evento, o mesmo
evento, intenções diferentes. Soberania
santa. Isso dá coragem. Não precisamos
entrar em combate como se o resultado
final estivesse indefinido. Cristo já
venceu. A guerra continua. O resultado
não está em dúvida.
A promessa do Édenem chegou à cruz. Ele
esmagará a sua cabeça. Gênesis 3:15. A
antiga serpente já recebeu sentença lá
no primeiro jardim. Depois a história
avança. Reinos, idolatrias, acusações,
tentação. Finalmente o filho entra. Não,
no Éden cheio num deserto faminto. Adão
caiu cercado de de abundância, de
alimento. Cristo permanece cercado de
privação. Israel murmurou no deserto.
Cristo responde: "Está escrito: O
tentador oferece pão fora de submissão a
Deus. Espetáculo para provar filiação,
reinos sem cruz. Cristo recusa.
Onde nossa fome reescreve a palavra, ele
vive da palavra. Onde nossa identidade
exige demonstrações, ele descansa apenas
na palavra do Pai. Onde desejamos glória
sem obediência, ele escolhe o cárlice. O
verdadeiro soldado permanece, depois vai
à cruz e ali parece que a serpente
venceu. O filho é ferido, morre. Mas
exatamente na ferida vem o golpe.
Colossenses diz que Cristo despojou os
poderes e autoridades e fez deles um
espetáculo público triunfando sobre eles
na cruz. Colossenses 2:15. Um
instrumento de vergonha torna-se trono
da vitória redentora. Satanás pensou:
"Morte, Deus, expiação." Satanás,
silêncio, Deus, evangelho. Satanás,
túmulo, Deus ressurreição.
A cabeça da serpente não foi esmagada
pelas palavras dos soldados,
pelo capitão, não por nós. Então, toda a
armadura encontra seu centro em Cristo.
Agora, podemos retornar às peças.
Verdade. Cristo não apenas ensina
verdade, é verdade. Justiça. Nossa
couraça não pode ser currículo moral. O
que fizemos? Cristo Jesus se tornou para
nós justiça. Primeira Coríntios 1:30.
Pais. Justificados pela fé, temos paz
com Deus por nosso Senhor Jesus Cristo.
Romanos 5:1.
Fé o escudo. Não, fé na fé. Fé nele,
salvação
e nenhum outro a salvação. Atos 4:12.
Palavra. As escrituras testemunham de
Cristo. Oração. Ele é o grande sumo
sacerdote. Toda a armadura é
profundamente cristológica.
Isso não significa transformar cada peça
numa metáfora idêntica. Paulo distingue,
mas todas vivem dentro da união com o
filho. A linguagem de Isaías 59 também é
impressionante. O próprio Senhor é
descrito como guerreiro, usou a justiça
como couraça e pôs na cabeça o capacete
da salvação. Isaías 59:17.
Aquilo que em Isaías está sobre o
guerreiro divino aparece em Efésios como
provisão ao povo de Deus. A armadura é
de Deus, pertence ao seu arsenal,
carrega seu caráter, sua obra, sua
verdade. Não estamos inventando uma
identidade guerreira, uma armadura
própria, participando-os da vitória do
guerreiro que veio nos salvar, o capitão
da nossa fé, o autor da nossa fé.
E uma fé fraca pode receber um Cristo
perfeito. Talvez aqui esteja o consolo
para muitos soldados. Você olha para a
tentação grande, depois olha para sua fé
pequena. Compara e conclui: "Serei
destruído." Mas fé não salva pela
quantidade de força que encontra em si.
Salva porque recebe Cristo. Uma mão
trêmula pode receber uma joia
verdadeira. Uma criança pequena pode
estar segura nos braços de um pai forte.
O valor da fé está em seu objeto. Isso
não transforma crescimento
em algo irrelevante, crescimento em fé.
Jesus repreende pequena fé. Paulo manda
se fortalecer. Pedro, acrescentem, ele
diz, queremos fé maior, mas não
confundamos fraqueza verdadeira com
inexistência. Eu creio. Ajuda-lhe a
vencer a minha incredulidade. É o pedido
do do homem em Marcos 9:24.
É uma oração estranha. Eu creio.
Ajude-me na minha incredulidade.
Fé confessando incredulidade. Cristo não
diz: "Volte quando sua mão parar de
tremer, ele age". A segurança mais
profunda não está na força dos dedos,
está no Salvador que segura seu povo.
Então Jesus diz: "Ninguém poderá
arrancá-las
da minha mão". João 10:28. Não apenas
elas jamais soltarão. Ele segura. Isso
transforma
a batalha. O santo cresce não para
chegar ao ponto em que não precisa de
Cristo. Cresce em saber mais rapidamente
quanto precisa dele. Maturidade não é
autossuficiência. espiritual é
dependência mais consciente, mais
imediata e mais alegre, mais deleitosa.
E o comandante conhece as feridas porque
entrou no campo de batalha. Cristo não é
um general distante, movendo soldados
como números no mapa.
Não temos um sumo sacerdote que não
possa compadecer-se das nossas
fraquezas, mas sim alguém que, como nós,
passou por todo tipo de aflição, de
tentação, porém sem pecado. Hebreus
4:15. Ele vestiu carne, sentiu fome,
cansaço, rejeição, luto, pressão. Foi
caluniado, abandonado. Ofereceram-lhe
atalhos. Amigos dormiram quando ele
pediu
ajuda, vigília, não é? Um discípulo
traiu um amigo, outro negou.
Conhece não a experiência de pecar
nunca, mas a pressão
das aflições em uma profundidade que
nenhum de nós conhece. Nós
frequentemente cedemos antes que a
tentação atinja seu máximo. Ele nunca
cedeu. Então ele sentiu o peso inteiro.
Por isso pode socorrer. O mesmo Senhor
que manda vista-se conhece o soldado que
mal consegue erguer o escudo. Conhece a
história, o medo, a ferida, o pecado que
envergonha. A noite em que quase
desistiu. A oração sem palavras. Isso
não o torna menos santo, torna a sua
compaixão mais maravilhosa. Assim,
aproximemo-nos do trono da graça com
toda confiança, a fim de recebermos
misericórdia e encontrarmos graça que
nos ajude no momento da necessidade. Dos
Hebreus 4:16,
momento da necessidade, não depois, no
momento.
O acusador não define o tribunal. É
outra coisa que nós devemos manter em
mente. Quando Satanás acusa, não
precisamos responder: "Sou inocente."
Isso seria mentira quando pecamos. A
defesa cristã é melhor. Minha esperança
não está em minha inocência.
Tenho advogado. Confessarei o pecado.
Abandonarei aquilo que Deus condena, mas
não chamarei Cristo de insuficiente.
João diz: "Se alguém pecar, temos um
intercessor junto ao Pai, Jesus Cristo,
o justo." Primeira João 2 1. O justo.
Nossa defesa não é a excelência de nosso
arrependimento, nem a pureza de nossas
melhores obras. Satanás pode examinar
até oração e encontrar mil defeitos.
Você se distraiu. Verdade. Seu motivo
não foi totalmente puro, possivelmente.
Então, Deus o rejeita. Não, a aceitação
do filho está no filho. Isso não nos
torna relaxados com impureza, ao
contrário, porque somos recebidos sem
precisar esconder, podemos confessar com
mais verdade. A justiça imputada
não impede a justiça prática, produz
terreno para ela crescer. Uma das formas
mais altas de resistência é humilhar-se
sem se desesperar, confessar sem fugir,
aceitar correção sem entregar
ao acusador o direito de interpretar a
cruz. O tribunal final não pertence a
Satanás, é Deus quem o justifica,
quem os condenará? Romanos 8:33, 34. O
acusador fala, mas o juiz já falou
definitivamente
em Cristo.
A batalha
pode produzir o contrário do que Satanás
queria. Pedro,
por exemplo, o inimigo deseja peneirar
eh Pedro, né? Cristo intercede, Pedro
cai, chora, é restaurado e depois recebe
fortaleça seus irmãos. Satanás, Satanás
queria quebrar um apóstolo.
Deus usa a queda pecaminosa sem tornar a
queda boa para quebrar
o amor de Pedro, mas usa para quebrar a
autoconfiança e formar um pastor mais
consciente de graça.
Isso é providência. Não devemos pecar
para aprender. Paulo destrói essa ideia.
Permaneceremos no pecado para que a
graça aumente de maneira nenhuma.
Romanos 6:1, né? O pecado continua mal,
mas o pecado não ganha soberania sobre o
último capítulo.
Deus consegue recolher até destroços que
o inimigo pretendia usar contra nós e
colocá-los na escola da humildade.
Então, a tentação quer destruir fé.
Deus pode refiná-la para que fique
comprovado que a fé que vocês têm muito
mais valiosa que o ouro que perece,
mesmo que refinado pelo fogo, é genuína.
Primeira Pedro 1:7. O fogo não cria ouro
falso em ouro. Revela o que é falso e
purifica o real. Antes da prova, talvez
muito do que chamávamos fé fosse
circunstância favorável,
apoio, sensação, controle. Então, esses
apoios saem. A pessoa pensa: "Perdou a
fé, talvez esteja aprendendo pela
primeira vez a repousar na promessa nua,
pequena, mas real. Satanás sacode para
arrancar. Deus usa o vento para
aprofundar nossas raízes.
E a igreja também está debaixo dessa
promessa. Há momentos em que uma igreja
local parece cercada, erros entram,
pregação perde estima, santidade parece
mais distante, homens se cansam,
divisões,
poder cultural,
escândalo. E o povo de Deus pergunta: "O
que acontecerá?"
Precisamos distinguir. Igrejas locais
podem morrer,
candie podem ser removidos. Cristo
ameaça igrejas reais em Apocalipse.
Instituições não possuem promessa de
permanência só porque um dia foram
úteis. Mas a igreja de Cristo, a noiva,
os escolhidos, os eleitos, não será
destruída.
Edificarei a minha igreja e as portas do
Ades não poderão vencê-la. Mateus 16:18.
O combate eclesológico
também não é entre dos poderes iguais.
Cristo reina.
Isso não produz preguiça, produz
esperança fiel. Pregamos, discipulamos,
corrigimos,
reformamos, oramos. Não porque temos
certeza de que nosso projeto particular
durará para sempre, porque o reino de
Cristo durará para sempre.
Não enterre à igreja, porque a cultura
parece forte. Impérios passaram, Cristo
não. Não faça da confusão presente uma
doutrina sobre o futuro. A providência
pode esconder a linha, mas não treme
nunca. A palavra final é permanecer.
Efésios 6:11 não promete que o soldado
nunca sentirá impacto. Diz: "Para
poderem ficar firmes, permanecer.
Não dominar o campo pela força própria.
Não provar invulnerabilidade.
Não impressionar o céu, permanecer.
Aquele que está em Cristo não permanece
porque nunca tremeu. Permanece porque o
chão não tremeu, a rocha eterna.
Não porque sua fé nunca diminuiu, porque
Cristo nunca deixou de interceder para
que sua fé não fosse destruída.
Não porque usou cada peça da armadura
com perfeição, mas porque o salvador
perfeito não abandonou o soldado
imperfeito. Não porque compreendeu todas
as ciladas, mas porque o pastor conhecia
o caminho. Isso não diminui a ordem.
Amplia, vista-se agora. Não confie no
metal, confie no Deus que o forjou.
Não fique apenas olhando para a
serpente. Olhe para o filho que esmagou
sua cabeça. A guerra continua. A
fraqueza ainda é sentida, mas o capitão
vive. A palavra permanece, o espírito
habita, o pai guarda. Aliança não muda,
a intercessão não cessa, e a armadura
não foi entregue para decorar arsenais.
Foi dada para que no dia mal, quando o
campo desaparecer debaixo da fumaça,
ainda haja um povo de pé.
E
o cinturão
não é para a parede. A verdade precisa
tocar
a nossa vida. É possível amar a palavra
verdade e viver protegendo mentiras.
Defender inspiração bíblica e mentir
para o cônjuge. Defender precisão
doutrinária e correr para o humanismo
secular.
e defender precisão doutrinária e contar
a própria história de maneira
cuidadosamente editada.
Condenar relativismo e relativizar
a palavra de Deus, misturando ela com o
humanismo secular ou relativizar o
mandamento quando ele custa muito caro.
Isso significa que verdade admirada
ainda não foi totalmente vestida.
O cinturão da verdade. O cinturão
organiza tudo, sustenta. A verdade Deus
precisa cercar a pessoa, não apenas o
púlpito,
a conta bancária, a agenda, a
sexualidade, a memória, as palavras.
Portanto, cada um de vocês deve
abandonar a mentira e falar a verdade ao
seu próximo. Efésios 4:25. O cinturão da
verdade precisa estar em torno de tudo
da nossa vida. Observe como Efésios já
preparava a armadura muito antes do
capítulo 6. A verdade não é uma tese
abstrata, é uma vida colocada na luz. O
diabo é chamado pai da mentira. Toda vez
que protegemos falsidade
ou racionalizamos
algo falso, oferecemos terreno a lógica
do reino de Satanás.
Toda vez que confessamos e caminhamos na
verdade, a luz avança. Cristo não veio
apenas colocar informação correta em
nossa mente, veio nos libertar.
Conhecerão a verdade e a verdade os
libertará. João 8:32.
E ele mesmo diz: "Eu sou a verdade".
Vestir a verdade é viver diante daquele,
diante de quem nenhuma máscara
permanece.
E a couraça não é nosso currículo. Há
uma justiça, a couraça da justiça.
Há uma justiça recebida e uma justiça
produzida. Efésios fala da couraça da
justiça. Precisamos evitar duas
reduções. Uma diz: "É apenas a justiça
imputada de Cristo." Outra é apenas
nossa conduta justa. No evangelho,
essas realidades não competem.
A aceitação diante de Deus é fundada
exclusivamente na justiça de Cristo,
recebida pela fé, que é um dom de Deus.
Não existe nenhuma contribuição nossa à
sentença de justificação, mas o Cristo
que justifica também santifica.
A justiça prática protege. Um homem que
vive em mentira deliberada oferece ao
acusador matéria verdadeira. Quem
alimenta pecado fere a própria
consciência.
Não perde a justiça imputada a cada
queda, se realmente está em Cristo, se
realmente nasceu de novo, mas pode
perder clareza, alegria, utilidade,
comunhão experimentada. Por isso Paulo
já havia dito: "Vocês foram ensinados a
revestir-se do novo homem criado para
ser semelhante a Deus em justiça e
santidade, provenientes da verdade."
Efésios 4:24. Cristo não cobre
e forma uma vida correspondente.
O erro seria transformar essa justiça
prática na couraça que nos justifica.
seria uma heresia. Então, voltamos ao
fariseu, jejum, dou, não sou como os
outros. A couraça viraria uma placa com
o nosso nome. Não. Nossa proteção última
contra a condenação é Cristo. Somente
sua justiça. Nossa santidade é fruto da
união com ele. O soldado pode dizer:
"Não confio na perfeição da minha
obediência, mas porque fui justificado,
quero obedecer". Essa ordem mantém a
couraça no lugar certo
e a paz que calça os pés. O soldado de
Deus marcha reconciliado.
Que imagem estranha, né? Guerra e paz.
Mas o evangelho é exatamente isso. Não
há paz com o pecado, nem com Satanás,
nem com o mundo, mas a paz com Deus. A
guerra fundamental foi resolvida pela
cruz. Ele é a nossa paz. Efésios 2:14.
Por meio dele reconciliar consigo todas
as coisas, estabelecendo a paz pelo seu
sangue derramado na cruz. Colossenses
20. O cristão entra na batalha da
santificação, não tentando negociar a
aceitação divina. Já reconciliado. Isso
dá estabilidade aos pés. Ele calçou,
né, o calçado do do evangelho da paz. O
escravo do mérito cai facilmente em dois
extremos. Quando vence, orgulho. Quando
perde, desespero. O filho pode avançar
de outra forma. Quando vence, graça.
Quando cai, confissão e retorno. Paz não
é sensação de tranquilidade produzida
por técnica, não é? É uma relação
objetiva restaurada pelo sangue entre o
homem e Deus. E esse evangelho também
nos torna mensageiros de paz. Os pés
calçados não apenas resistem, caminham.
Conformosos são os pés dos que anunciam
boas novas. Romanos 10:15. O soldado
cristão não deseja apenas sobreviver ao
cerco. Leva a mensagem a inimigos, a
antigos inimigos.
Que guerra peculiar. Combatemos para ver
inimigos transformados em irmãos. Não
desejamos a destruição dos pecadores.
Pregamos
para sua
reconciliação, né? O escudo não é fé na
fé. Flechas ou dardos inflamados
precisam encontrar promessa,
medo, acusação,
desejo, ansiedade, dúvida, uma imagem,
uma lembrança, uma possibilidade futura,
né? O que é o que a ansiedade é? A
flecha chega e tenta incendiar
mais do que perfurar. Um pensamento
acende outro, depois outro.
A fé levanta o escudo, mas o escudo não
diz minha fé é enorme, diz Deus falou.
Está escrito Abraão considera o próprio
corpo como amortecido.
Sara incapaz. Mas Paulo diz que ele se
fortaleceu na fé, dando glória a Deus,
estando plenamente convencido de que ele
era poderoso para cumprir o que havia
prometido. Romanos 4:21. Assim ele
venceu medo, ansiedade.
O poder não estava em Abraão, naquele
que prometeu. Quando a flecha diz: "Deus
abandonou você", o escudo não responde:
"Sinto fortemente que não". Ele
responde, ele disse: "Nunca o deixarei,
nunca o abandonarei." Quando seu pecado
não pode ser perdoado, não é? Quando o
diabo diz isso, nós falamos: "Se
confessarmos os nossos pecados, ele é
fiel e justo para perdoar". Quando diz,
"Você nunca chegará".
Nós temos eh o escudo. Aquele que
começou a boa obra, há de completá-la
até o dia de Cristo. Fé não fabrica.
realidade alternativa se apoia na
palavra do Deus real. É por isso que fé
fraca pode apagar flecha grande. O
material não é nossa intensidade, é a
fidelidade do prometedor.
E o capacete promete eh protege a a
esperança. A batalha também acontece
naquilo que imaginamos sobre o fim.
o o medo do futuro, a ansiedade sobre
qualquer coisa. E afinal,
desespero é arma.
Satanás diz: "Não vai mudar. Você não
chegará. A igreja perderá. Seu pecado
vencerá. Esta noite é definitiva. O
capacete da salvação protege a mente com
o futuro. Primeira Tessalonicenses 5:8
fala do capacete da esperança da
salvação. Esperança, não otimismo. A
esperança cristã possui túmulo vazio
atrás dela e ressurreição prometida à
sua frente.
O corpo envelhece, mas ressuscitará. A
santificação parece lenta, mas será
completada. A igreja parece fraca, mas o
noivo virá. O inimigo ruge, mas será
lançado no lago de fogo. A morte parece
final, mas já foi vencida no princípio.
O capacete não impede todo pensamento
difícil, impede que o pensamento se
torne uma profecia soberana ou que vença
a esperança. O cristão pode dizer: "Não
sei como serão os próximos 5 anos". Mas
sabe como termina a história dos que
estão em Cristo? Glória!
Essa certeza protege a cabeça, o
capacete quando o campo inteiro parece
mera derrota. E a espada, a espada não é
nossa opinião. A espada do espírito, que
é a palavra de Deus. Jesus no deserto
três vezes disse: "Está escrito."
Satanás também cita as escrituras. Isso
é importante. Não basta ter versículos
na boca. É possível usar a Bíblia contra
a Bíblia.
O tentador recorda a Salmo 91 para
tentar conduzir Jesus à presunção.
Cristo responde com o sentido da palavra
em submissão ao Pai. Conhecer textos não
substitui interpretá-los fielmente à luz
de toda a palavra. A espada é do
espírito, não brinquedo do ego.
Só o diabo usa a Bíblia contra a Bíblia.
Precisamos aprender todo o conselho de
Deus. contexto, doutrina, Cristo. Uma
frase isolada pode ser usada para
justificar quase tudo quando o coração
já decidiu o que quer. A espada deve
cortar nossa mentira antes de ser
levantada contra o erro alheio. É
trágico quando alguém conhece 100 textos
sobre o pecado dos outros e nenhum texto
parece atingir o próprio orgulho da
pessoa.
A palavra é viva, penetra, discernindo
pensamentos e intenções.
Deixe ela cortar, depois use para
defender.
E a armadura termina de joelhos.
Orem no espírito em todas as ocasiões.
Paulo diz, Paulo não abandona a imagem
da batalha quando chega a oração. A
oração é atmosfera da armadura. com toda
oração e súplica, orando em todo tempo
no espírito e para isso vigiando com
toda perseverança e súplica por todos os
santos. Efésios 6:18.
Veja os todos, toda oração, todo tempo,
toda perseverança, todos os santos. A
batalha não é individualista
e a armadura não produz
autossuficiência. O soldado
completamente vestido ainda ora.
Talvez, exatamente porque está vestido
corretamente. Quanto mais compreende a
provisão, mais sabe que tudo vem de
Deus. A espada não o torna independente,
o escudo
não, a curaça não, tudo o leva a pedir.
Essa é a grande prova de uma teologia
saudável
da guerra espiritual.
Se depois de escutar
a verdade, se depois de estudar a
armadura, você se sente mais
autoconfiante, entendeu tudo errado, se
sente mais dependente, se você se sente
mais dependente, está se aproximando do
espírito do texto. E aí vem o dia mal.
Nó nós estamos olhando assim cada
pedacinho, mas nós vamos ver cada pedaço
depois por ele mesmo, né?
Então, há dias em que a batalha
concentra a sua força. Paulo fala mais
adiante para que quando vier o dia mal
vocês possam resistir. Efésios 6:13.
Todo dia possui mal suficiente,
mas há dias em que a pressão parece
convergir. Diagnóstico, luto, tentação,
conflito, cansaço, uma notícia, uma
oportunidade de pecado. E a alma
percebe, isso é diferente. A preparação
ordinária encontra a prova
extraordinária. Agora, não podemos
prever qual será nosso dia mal. Isso é
parte da sabedoria de vestir hoje toda a
armadura de Deus. Talvez o soldado que
parece exagerado por manter equipamento
durante semanas tranquilas seja o único
que não corre em pânico quando a
trombeta toca.
A igreja não deve viver em pânico
escatológico, nem em sonolência deve
estar pronta. Jesus repetidamente diz:
"Vigiem, não sabem a hora". Isso vale
para a sua volta e forma uma postura
geral da vida.
Candeias acesas, cintura cingida,
eh servos despertos. O dia mal não
precisa encontrar uma alma perfeita,
precisa encontrar uma alma dependente
que sabe onde estão todas as armas.
E a armadura danificada volta à oficina.
O combate deixa marcas.
Uma longa espera pode enfraquecer
esperança. Uma queda pode derrubar eh
derrubar, pode perturbar segurança. Uma
decepção pode atingir a confiança. Uma
temporada de críticas pode deformar a
mansidão. O soldado precisa de reparo.
Palavra, confissão, correção, comunhão,
ceia, oração. Cristo, não esconda a
rachadura por vergonha.
Leve a oficina. Pedro caiu. Jesus não
descartou o discípulo. Restaurou. Você
me ama e então cuide das minhas ovelhas.
A graça ferida não deve ser abandonada,
deve ser fortalecida.
Talvez você diga: "Minha fé parece menor
que antes." Pode ser, mas está viva.
Então, alimente ela. Não despreze o
pequeno começo. O mesmo Deus que fez luz
surgir das trevas para aumentar a luz
que acendeu. Se foi suficientemente
poderoso para ressuscitar um morto
espiritual, não ficou sem recursos para
amadurecer o filho vivo. E o soldado
maduro não é o soldado independente.
Maturidade é saber onde correr. Talvez
imaginemos o cristão maduro como alguém
que quase não sente tentação, quase não
precisa de ajuda, ora pouco porque vive
em comunhão, não precisa de
aconselhamento, não precisa de correção.
Esse não é o retrato do Novo Testamento.
Paulo Maduro pede oração, luta,
disciplina o corpo, corre, esquece o que
ficou para trás e avança. Deseja
conhecer Cristo mais. Maturidade não
encerra dependência, aprofunda cada vez
mais. O santo amadurecido não é o que
nunca sente golpe, é o que reconhece
mais rapidamente a voz do pastor.
Não é o que nunca cai, é o que não
consegue encontrar paz no chão, não é o
que não precisa das eh dos irmãos, é o
que aprendeu a amar o corpo de Cristo.
não é o que possui uma armadura própria,
é o que perdeu a ilusão de fabricar uma
armadura, porque ele recebe toda a
armadura de Deus. Então,
há momentos que a igreja parece perder.
Não confunda uma batalha com o fim da
guerra. Há séculos em que a igreja
parece avançar, outros parece que ela
recua. Há lugares onde cresce, outros
onde candie se apagam. O reino de Cristo
não pode ser medido por uma fotografia
de de determinado momento. A cruz
parecia o instante da maior derrota. Era
vitória. A prisão de Paulo parecia
interrupção, virou púlpito e oficina
para cartas que ainda lemos. José estava
na prisão enquanto injustiça aparecia
reinar. A prisão estava no caminho da
providência. Isso não significa que toda
dificuldade produzirá sucesso visível,
nem que cada instituição será
restaurada, mas significa Deus não é
interrompido.
Conselheiros humanos podem perder
sabedoria, reis poder,
pilotos podem perder o leme,
construtores podem ser expulsos pelas
tempestades.
Deus não cai do trono. Nenhuma
conspiração faz sua mão borrar o decreto
que ele escreveu. A fé deixa Deus ser
sábio. Não exige compreender cada
movimento antes de obedecer.
Olha a promessa, olha o rei, veste a
armadura, permanece firme
e a última tentação não terá a última
palavra. Até o leito de morte está
debaixo do Senhor de Cristo. Talvez a
memória já não seja a mesma. Talvez a
oração seja uma frase. Talvez o crente
que passou décadas ensinando doutrina
não consiga recordar todos os detalhes.
Sua salvação não depende da capacidade
final de realizar um exame teológico.
Cristo não esquece quando o santo
esquece. A intercessão não envelhece
como o santo envelhece. Aliança não
desenvolve demência. O pai sabe quem é
seu filho. Talvez o inimigo tente lançar
uma última sombra, mas não possui chave
da mão de Cristo.
Nem morte, nem vida, nem qualquer outra
coisa na criação será capaz de nos
separar do amor de Deus que está em
Cristo Jesus. Romanos 8:38 lá. Nem
morte. Ela própria está listada. O
último inimigo será destruído e o
soldado não será enterrado com a
armadura para lutar eternamente.
A guerra acaba. Um dia, a armadura será
trocada por glória. Fé se tornará visão.
Aqui escudo lá visão. Aqui capacete da
esperança. Lá posse. Aqui espada. Lá
nenhuma mentira a combater. Aqui oração
lá a face. Aqui vigilância lá nenhuma
noite. A armadura é provisão para
peregrinas, não destino final. Isso
impede que transformemos vida cristã
numa obsessão sombria com Satanás. O
centro da eternidade não será o inimigo
derrotado, será Deus.
O cordeiro, a beleza, a cidade, a
comunhão. Apocalipse não termina com
santos eternamente monitorando muralhas.
Não haverá mais noite. As portas nem
serão fechadas, nenhum inimigo entra. A
santidade estará completa. Que descanso.
Até lá vigiamos, mas vigiamos na direção
de um mundo onde a vigilância contra o
mal não será mas necessária. Portanto,
revista-se.
Não admire o arsenal.
Você precisa vestir a armadura. Talvez
você conheça Efésios 6 desde criança.
Consegue listar as peças, cantar músicas
sobre elas. explicar isso é bom. Mas a
flecha não pergunta se você passou num
teste bíblico sobre armadura. Pergunta
se a verdade está cercando sua vida como
armadura. Se a justiça de Cristo é sua
confiança. Se a paz com Deus firma seus
pés e guarda o seu coração e mente. Se a
promessa está levantada contra a
mentira, se sua mente vive de esperança,
se a palavra está na mão como espada, se
você ora, a armadura admirada no arsenal
continua no arsenal.
Vista toda a armadura. Não vista apenas
a peça que você gosta ou que você acha
que precise. Talvez ame doutrina, vista
amor também. Talvez seja afetivo, vista
a verdade também. Talvez seja forte em
disciplina, vista a humildade. Talvez
paciente, então vista também coragem.
Talvez corajoso, então vista também
mansidão. Toda a armadura de Deus. O
inimigo não precisa atacar seu ponto
favorito.
Protegerá aquilo que você já protege.
Procurará a brecha. Então não diga: "Eu
sempre fui assim. Cristo não morreu para
canonizar seu temperamento. O espírito
produz fruto inteiro. Não confie por fim
na armadura, em vez de confiar no Deus
da armadura. Até coisas verdadeiras
podem virar ídolos. Minha rotina, minha
teologia, minha experiência, minha
tradição, minha disciplina, minha
comunidade. A armadura não é outro Deus
entregue por Deus. É provisão que mantém
os olhos em Deus. Quando o coração faz
você admirar o fato de orar, algo saiu
do lugar. Quando o conhecimento faz
pensar que você não pode ser enganado,
algo saiu do lugar. Quando uma vitória
faz você imaginar que a próxima será
fácil, porque você venceu algo, então
algo está fora do lugar. Quanto mais
graça, mais gratidão. A graça saudável
devolve toda a glória. E não espere, não
espere amanhã. A batalha não começa
quando você percebe ou quando você
marca. Já estamos nela. Talvez hoje não
haja grande crise. Ótimo. Vista-se hoje.
Leia sem esperar fone desesperada.
Ore antes do pânico. Confesse antes do
esconderijo virar uma arquitetura.
Se reconcilie antes da ferida ganhar
história própria no seu coração em
ressentimento.
Aprenda a providência antes da perda.
Pense na ressurreição antes da
proximidade do funeral. Ensine seus
filhos antes que o mundo se torne a
única escola para eles. Não espere a
fumaça agora.
Não viva olhando apenas para o inimigo.
Esse é outro erro. Falar tanto de
Satanás que ele se torna a personagem
principal. Não. Paulo fala do inimigo
para que o crente se fortaleça no
Senhor. O diabo não é o centro da
guerra. Cristo é. Guerra espiritual
saudável não produz fascínio pelo
oculto,
produz sobriedade e adoração. Conhecemos
o suficiente para vigiar. Conhecemos
Cristo para descansar. Se toda conversa
sobre batalha faz o inimigo parecer
enorme e Jesus pequeno, a conversa
falhou biblicamente.
A serpente é antiga, o filho é eterno. A
serpente é astuta, o filho é sabedoria.
A serpente acusa, o filho intercede. A
serpente fere, o filho cura. A serpente
será lançada fora, o filho reina para
sempre. Coloque tudo na escala correta.
Hã? E então, olhe o chão debaixo do
soldado. Talvez a imagem mais importante
não seja uma peça, é o chão, onde os pés
estão em si. Então, qualquer tremor pode
derrubar
se a força está nos pés. Na opinião dos
outros, então você vai ser estável. Na
intensidade de sua fé, então vai ser
variável. na experiência passada, mas
ela já passou, na disciplina imperfeita,
na igreja preciosa, mas composta de
pecadores.
chão é Cristo, a rocha eterna, sua
eleição soberana antes de qualquer coisa
que façamos,
sua encarnação, sua obediência perfeita,
sua substituição penal, seu sangue, sua
justiça imputada, sua ressurreição, sua
exensão, sua intercessão, seu espírito,
sua promessa, sua volta. É por isso que
o cristão pode tremer
e permanecer,
porque a mão pode tremer, o chão não.
O pé pode tremer, o chão não. Pode
chorar, o chão não. Pode confessar, eu
creio. Ajuda minha na minha
incredulidade. O chão não pergunta se a
frase foi heróica, o chão é Cristo.
a guerra da consciência. Não ofereça
folhas ao acusador. Quando a consciência
é despertada, nosso impulso antigo é
costurar, é racionalizar, é justificar,
é usar o humanismo secular. Mas eu fiz
isso, mas eu servi, mas minha intenção
era boa, mas nunca fui tão longe.
Folhas, o acusador consegue rasgá-las e
deveria. Nossa esperança não precisa de
folhas. Elas são um mal. O cristão
possui uma defesa que começa admitindo
culpa. Sim, pequei. Que estranho. Num
tribunal humano, admitir culpa parece
enfraquecer a defesa. No evangelho, a
defesa já está no substituto. Podemos
confessar, Cristo não é advogado que
prova que somos inocentes ou que nunca
pecamos. É advogado cuja obra tratou a
culpa.
que nele
foi colocada pelo pai, naqueles que o
pai daqueles que o pai deu a ele. Isso
nos liberta para uma honestidade que a
justiça própria nunca consegue.
E também a guerra dos pensamentos. Nem
todo pensamento merece uma cadeira
à mesa. Pensamentos chegam alguns
espontâneos, tentadores, estranhos. A
presença de um pensamento não significa
consentimento moral completo, mas
podemos alimentar, conversar, hospedar.
Paulo diz: "Levamos cativo todo
pensamento para torná-lo obediente a
Cristo." Segunda Coríntios 10:5. Não é
um convite a terror introspectivo, é
senhorio. A mente também pertence a
Cristo. Pergunte: isso é verdade? É
puro? Está de acordo com a palavra?
Alguns pensamentos precisam de
argumento, outros de porta fechada.
Nem toda voz merece debate. Jesus às
vezes responde com a escritura, outras
vezes manda Satanás se retirar.
Discernimento.
A guerra também atinge a memória. O
passado pode ser usado como arma em duas
direções. Uma lembrança de prazer
pecaminoso pode ser romantizada.
O pecado apaga o gosto amargo do fim e
mantém o primeiro sabor. Israel no
deserto lembra dos alimentos do Egito e
esquece os chicotes.
A memória pecaminosa edita o passado.
Também pode acontecer o inverso. O
acusador pega um pecado já confessado,
já perdoado, e reapresenta como se
Cristo nunca o tivesse levado.
Precisamos de memória redimida.
Lembrar pecado como pecado, não como um
paraíso perdido. E lembrar graça como
graça. Eu era aquilo, mas fui lavado.
Paulo lembrava de ter perseguido a
igreja, não apagava, mas a memória
virava louvor, a misericórdia.
O passado não precisa ser negado nem
intronizado, pode ser colocado debaixo
do sangue. E há a guerra do futuro.
Ansiedade tenta sofrer antes da
providência chegar. O inimigo pode usar
não algo que aconteceu, mas algo que
talvez aconteça. A mente constrói perda,
doença, fracasso, rejeição e começa a
experimentar emocionalmente uma
providência que Deus ainda não entregou.
Jesus diz: "Não se preocupem com o
amanhã, pois o amanhã trará as suas
próprias preocupações."
Mateus 6:34. Não é irresponsabilidade,
é criatura aceitando viver no tempo que
recebeu hoje. A graça de amanhã não foi
prometida para a imaginação de hoje.
Deus não dá graça para a imaginação da
da minha ansiedade. Será dada no amanhã
real, não amanhã fictício. A armadura
inclui esperança
para não usar o futuro como fábrica de
flechas de ansiedade contra si mesmo.
E também a guerra do sucesso. Nem toda
flecha dói. Algumas brilham. promoção,
elogio, influência, vitória, uma porta
aberta, o coração baixo, escudo, porque
parece bênção e pode ser, mas bênção
também, as bênçãos precisam também ser
recebidas com temor. O Zias foi
maravilhosamente ajudado até que se
tornou poderoso. Contudo, depois que os
dias se tornou poderoso, o seu orgulho
provocou a sua queda. Segunda Crônicas
26:15. A ajuda de Deus virou ocasião
para esquecer Deus.
Que perigo! Quando prosperar
vista a armadura.
Talvez especialmente você deva estar
eh com atenção se está vestindo toda a
armadura no momento da prosperidade.
Talvez especialmente a dor nos faz
clamar. O sucesso pode fazer pensar que
você não precisa da armadura como no
dia, no dia mais escuro. E também tem a
guerra do fracasso. Uma derrota não
entrega a bandeira. Pedro negou, Davi
caiu. Marcos abandonou Paulo, Paulo e
Barnabé numa viagem. Mas depois Paulo
diria que ele era útil para o
ministério. A derrota precisa ser
tratada, não romantizada.
Ah, ninguém é perfeito, não. Mas Satanás
deseja transformar um capítulo em todo
livro. Você caiu, portanto, é isso que
você é. O evangelho você caiu.
Arrependa-se. Cristo ainda é Senhor.
Nossa identidade não é produzida pelo
pela pior batalha e nem pela melhor
batalha. Nossa identidade está em
Cristo. Isso não diminui a
responsabilidade
da esperança para realmente mudar.
E a guerra da igreja. Divisão pode abrir
mais espaço que perseguição. Uma igreja
perseguida pode se unir. Uma igreja
confortável pode se destruir por
sensibilidades, preferências, disputas,
ambições, egos. Satanás não precisa
fechar o prédio se conseguir fazer
irmãos se odiarem dentro dele. Efésios
já tratou da unidade. Façam todo o
esforço para conservar a unidade do
espírito pelo vínculo da paz. Efésios
4:3. Depois armadura. O contexto
importa. O exército armado é o corpo
unido.
Verdade sem unidade bíblica pode virar
facção.
Unidade sem verdade vira pacto vazio.
Outra vez, toda a armadura e a guerra da
casa. O inimigo também conhece a porta
doméstica. Efésios 5 e 6 fala de
casamento, filhos, pais, trabalho, antes
de falar da armadura. Não é acidente
literário que devemos ignorar. A batalha
espiritual acontece na casa. Maridos
amando sacrificialmente esposas.
Esposas honrando a ordem de Deus. Filhos
obedecendo. Pais não provocando os
filhos a ira, mas criando-os na
instrução do Senhor. Trabalho feito como
para Cristo. Então, finalmente vistam.
Não procure guerra espiritual apenas em
fenômenos extraordinários.
A guerra está em ser marido, em ser
esposa, em ser filho,
em como trabalhamos. Talvez uma das
maiores batalhas seja responder com
mansidão dentro eh da cozinha, da sala,
do quarto, guardar fidelidade num
casamento cansado, pedir perdão ao
filho, não levar a amargura do trabalho
para o lar, ensinar a Bíblia quando está
exausto, a armadura entra pela porta de
casa. E tem a guerra do púlpito. O
pregador também precisa vestir o que
anuncia. É possível prepararmão sobre a
armadura e estar desarmado. Explicar fé
sem exercer fé. Ensinar oração sem orar.
Pregar santidade enquanto preserva
pecado secreto. Isso torna o ministério
território de enorme perigo. Paulo disse
a Timóteo: "Atente bem para a sua
própria vida e para a doutrina".
Primeira Timóteo 4: 16. Vida, doutrina,
ambas. O pastor não precisa ser
impecável. Ele é apenas uma ovelha como
as outras, mas precisa ser homem que
vive na luz, como todos nós fomos
chamados para viver. O povo não precisa
de um ator de invulnerabilidade. Precisa
ver um pecador justificado que leva a
sério a verdade, a santificação. O
púlpito não é lugar onde o soldado
retira o capacete, porque agora todos
estão olhando. É justamente onde orgulho
pode lançar uma flecha muito fina.
E
devemos lembrar que eh o rei no berço eh
continua rei.
Talvez você olhe para outros e pense:
"Minha paciência é quase nada. Minha fé,
meu conhecimento, meu domínio próprio
quero ser santo, mas tropeço. Não use o
pequeno começo como uma desculpa, nem
como sentença. Cresça. A semente precisa
de água. A criança de alimento, o
soldado novo de treino. Mas vida pequena
continua vida. Zacarias perguntou: "Quem
despreza o dia dos pequenos começos?"
Zacarias 4:10. Deus não. Ele conhece a
árvore dentro da semente ainda. Não
porque o crescimento seja automático à
parte dos mios que ele determinou, mas
porque sua graça não é impotente. Talvez
hoje o escudo pareça pesado. Continue
levantando ele mesmo assim. A graça
exercitada ganha firmeza. E quando cair,
lembre, o rei no berço continua rei. A
graça ainda imatura no coração de alguém
regenerado, continua a graça se veio
realmente do Espírito Santo. E a
armadura é para o corpo inteiro, a vida
inteira e a guerra inteira.
Essa talvez seja a síntese, toda a
armadura para todo homem em todos os
campos durante toda a peregrinação. Não
apenas quando jovem, nem só em crise,
nem só contra pecados escandalosos,
no pensamento, na imaginação, na
abundância, na falta, na igreja, na
casa, no trabalho, na velice, até o fim.
A perseverança dos santos não significa
que um dia deixamos de precisar da
armadura. Significa que Deus nos
preserva para continuar usando aquilo
que ele nos deu para usar. Ele guarda
por meio da fé, da palavra, da oração,
da disciplina paternal, da comunhão, das
advertências, das promessas e por trás
de todos os meios, o próprio Deus.
A fonte termina justamente nesse ponto.
Permanecer não significa que o inimigo
era fraco ou imaginário, mas que a
provisão de Deus foi suficiente. O
soldado imperfeito chega de pé porque o
Salvador perfeito não abandona os seus.
Talvez
chegue um dia em que você não consiga
enxergar longe. A doutrina que hoje
parece clara será pressionada pela
experiência. A providência aparecerá
estranha, uma perda, uma tentação, uma
acusação, uma noite e talvez tudo que
consiga fazer seja permanecer. Então,
permaneça. Não precisa ganhar sozinho
uma guerra que Cristo já venceu. Precisa
não abandonar o lugar onde ele o
colocou. Verdade, justiça, paz, fé,
salvação, palavra, oração. Cristo,
levante o escudo, talvez a mão trema,
levante. A flecha não mede a firmeza
emocional de seus dedos. A promessa é
verdadeira. Põe um capacete. Talvez a
esperança pareça distante. Põe o
capacete. O túmulo continua vazio. Use a
espada. Talvez a voz não seja forte.
Está escrito, basta com voz fraca o
forte. Ore. Talvez não consiga uma
oração
bonita.
Então, ore. Senhor, ajuda-me.
O céu conhece orações de soldados
feridos. E quando você cair, não
permaneça conversando com o chão. Não há
nada para se conversar com o chão quando
nós caímos. Não diga: "Agora o inimigo
ganhou tudo. Confesse. Se feriu alguém,
procure. Se precisa de disciplina,
receba. Se precisa cortar acesso, corte.
Se precisa de ajuda, chame. Mas não
honre a serpente, dizendo que a cruz
deixou de ser suficiente. A mesma graça
que perdoa também levanta. Pedro caiu,
Cristo veio atrás. Você me ama? Não,
Pedro, explique como pôde ser tão
ridículo. Não foi isso, né? Cristo
sabia, restaurou e mandou servir a
queda. Não ganhou o último parágrafo.
Satanás queria peneirar. Cristo queria
formar um pastor e formou. Isso não faz
da queda algo bom, faz da sabedoria de
Cristo algo imenso.
E quando você vencer também não
permaneça olhando para o próprio escudo.
Agradeça. Senhor, tu me sustentaste. Não
transforme uma vitória em identidade.
Hoje você resistiu, amanhã você continua
dependente.
Davi venceu Golias e ainda precisou de
graça depois. A maior proteção após a
vitória é adoração, porque a adoração
devolve todo mérito ao rei.
E pense quando o outro soldado cair, não
atire nele a disciplina quando
necessária, a correção, a verdade. Mas
Gálatas 6 diz: "Se alguém for
surpreendido em algum pecado, vocês que
são espirituais deverão restaurá-lo com
mansidão. Cuide-se, porém, cada um, para
que também não seja tentado.
Que equilíbrio, restaure com mancidão e
vigia a si mesmo. Aquela do outro pode
virar flecha de orgulho em você.
Eu jamais. Cuidado. Ajude e mantenha sua
própria armadura.
E quando a igreja estiver cansada,
voltem ao arsenal. Vocês precisam não
para ouvir novidades, para aquilo que
Deus já deu.
No arsenal está armadura, palavra,
oração, evangelho, sacramentos,
comunhão, santidade, missão. Talvez
pareça simples. Naamã também pensou,
queria algo grandioso. O Jordão parecia
pouco, mas poder não estava no
espetáculo.
Igrejas cansadas podem começar a
procurar métodos que substituam vida,
mais brilho, mais técnica, mais
distração. Mas se o coração do povo está
nu, ornamentos não protegem.
Cristo protege. Voltam a Cristo. Quando
o mundo parecer mais forte, lembre
que os impérios possuem calendário.
Cristo não. Roma parecia eterna quando
Paulo escreveu Efésios da cadeia. Não
era. O evangelho sobreviveu ao império.
Não precisamos saber qual forma cultural
virá depois da nossa da atual.
Precisamos saber quem está no trono
agora e que estará na época. Isso não
nos torna desinteressados da cultura.
Pelo contrário, trabalhamos,
testemunhamos, defendemos a verdade,
amamos o próximo, mas sem pânico de quem
pensa que Deus depende da nossa
capacidade para preservar a história. O
rei reina e quando a morte chegar,
talvez o capacete pareça pesado, mas a
salvação não será menos real. O soldado
que passou a vida revestindo-se de
Cristo será finalmente despido da
mortalidade e revestido da
incorruptibilidade.
Paulo usa essa própria linguagem. É
necessário que aquilo que é corruptível
se revista de incorruptibilidade e
aquilo que é mortal se revista de
imortalidade. Primeira Coríntios 15:53.
Outro revestimento, o último. Depois não
haverá mais armadura, porque não haverá
mais guerra.
E
o dia então em que o arsenal ficara
vazio. Imagine, nenhum escudo
necessário, nenhuma flecha, nenhum
capacete contra desespero e ansiedade,
nenhuma espada contra mentira, nenhuma
vigilância contra tentador, nenhuma
disciplina contra a carne, nenhuma
confissão de um novo pecado. A santidade
completa, o inimigo fora, Cristo visto.
A fé virou visão, a esperança posse, o
amor permanece.
Essa é a direção de toda a batalha
atual. Não combatemos para viver
eternamente combatendo.
Combatemos como aqueles que serão
recebidos numa paz que ninguém poderá
ameaçar. E até lá, até lá, fortaleça-se
no Senhor e na força do seu poder. Você
vê, fortaleça-se, mas não em você, no
Senhor. Vista, mas não vista invenções.
Vista o que Deus deu
toda. Não proteja pecados favoritos, a
armadura inteira. Permaneça firme, não
porque seja invulnerável, porque Cristo
é fiel. Vigie, não porque Satanás seja
soberano, porque é astuto. Descanse, não
desarmado. Descanse vestindo toda a
armadura. Descanse em Cristo. Ore não
como uma técnica para que sua vontade
seja feita, mas como alguém que depende
completamente de Deus. E sabe disso. Use
a palavra não como ornamento, mas como
espada. Creia não na fé. Creia no filho
e na sua obra perfeita.
Então, Cristo está no centro do campo.
Isso precisa ser a última imagem. Não um
soldado sozinho combatendo,
cercado de demônios. Cristo, o capitão,
o vencedor, o ressuscitado, o
intercessor, o rei, aquele diante de
quem os demônios tremiam.
Aquele que ordenou saia e saíram. Aquele
que entrou na morte saiu com as chaves.
Aquele que destruiu, aquele que tem o
poder da morte, isto é, o diabo. Hebreus
2:14.
Libertando os que viviam escravizados
pelo medo. Você está sendo convocado
para terminar uma obra que Jesus não
conseguiu terminar. não está consumado.
Você é convocado para permanecer nessa
vitória. A cruz é nosso maior campo de
batalha e nossa maior certeza. Ali
pecado parecia vencer. Parece vencer
Roma, pregos, escárnio, trevas, um
corpo, um túmulo. Mas havia expiação
onde homens viam derrota. Havia
obediência onde Satanás queria deserção.
Havia amor onde o mundo mostrava ódio.
Havia justiça e misericórdia se
encontrando. Quando o cristão não
entende uma batalha, volta para lá,
volta para a cruz. A cruz ensina. Deus
pode estar realizando sua maior vitória
no momento em que nossos olhos vêm
apenas perda. Isso não significa que
todo sofrimento será explicado agora.
Significa que existe um fato histórico
que impede o sofrimento de ter a última
palavra. E a ressurreição é o som que o
inimigo não conseguiu silenciar. A
pedra, o túmulo, a guarda, nada. O filho
vive. Toda a guerra cristã acontece
depois daquele domingo. Não lutamos
esperando descobrir se Jesus vencerá.
Lutamos porque ele já venceu. A
ressurreição é a prova de que a morte
não possui autoridade final. Se a morte
foi atravessada, qual flecha tem direito
de se declarar absoluta? Nenhuma.
A ascensão de Cristo significa que o
comandante não está ausente, ele está
intronizado. Efésios já diz no capítulo
1 que Deus o assentou à sua direita nas
regiões celestiais, muito acima de todo
governo e autoridade, poder e domínio.
Efésios 1:20.
Então, chegamos ao capítulo 6.
autoridades, poderes, forças
espirituais, mas já sabemos quem está
acima. Paulo não introduz o inimigo que
não tenha sido teologicamente colocado
debaixo dos pés de Cristo desde o início
da carta. Isso é magnífico. A guerra
espiritual de Efésios 6 precisa ser lida
à luz do trono de Efésios 1, senão o
diabo fica grande demais. Cristo está
infinitamente acima. Nossa posição
também já foi dita. Efésios 2. Deus nos
ressuscitou com Cristo e com ele nos fez
assentar nas regiões celestiais em
Cristo Jesus. Efésios 2:6. Antes de
Paulo dizer, fiquem de pé, já disse,
assentados com Cristo. A ordem cresce da
posição.
Que evangelho, né? Não permanecemos para
conquistar lugar em Cristo. Já estamos
em Cristo. Permanecemos aqui porque
fomos colocados em Cristo nos lugares
celestiais. A santificação não compra
essa união, flui dessa união. O soldado
não luta para ser adotado, luta como um
filho. Isso muda a atmosfera inteira na
batalha. A igreja é o povo que já viu a
sabedoria de Deus ser anunciada
a todos os poderes nas regiões
celestiais. Efésios 3 diz que por meio
da igreja a multiforme sabedoria de Deus
é conhecida dos poderes e autoridades
nas regiões celestiais.
A própria existência da igreja já é
anúncio aos poderes. Pecadores
reconciliados, judeus e gentis num
corpo, inimigos transformados em
família. Cada congregação fiel é uma
pequena bandeira, dizendo ao mundo
invisível: "Cristo está reunindo o seu
povo, todos os eleitos". Então, a
batalha de Efésios 6 não aparece do
nada. Os poderes odeiam o que a igreja
representa. Ela é a evidência na terra
de sua derrota. Por isso, a unidade é
parte da guerra. Se a igreja é
demonstração da sabedoria reconciliadora
de Deus, divisão pecaminosa, é alvo
natural. Não surpreende que Efésios fale
tanto de unidade antes da da armadura.
um corpo, um espírito, uma esperança, um
senhor, uma fé, um batismo, um Deus e
Pai, depois armadura. A batalha
espiritual não é apenas eu contra
tentação, é manter pela graça um povo
que vive como povo debaixo de um único
Senhor. Por isso, o casamento é parte da
guerra. Efésios 5, Cristo e a igreja. O
casamento cristão é sinal de uma
realidade maior. Não admira que orgulho,
egoísmo, amargura, infidelidade sejam
campos de batalha. Quando o marido ama
sacrificialmente, quando uma esposa vive
fidelidade diante do Senhor, quando
ambos confessam, perdoam, servem, a algo
do evangelho sendo encenado na casa. Não
é apenas ter um casamento melhor, é
guerra contra a lógica do eu, a lógica
do ego. Por isso, os filhos são parte da
guerra. Pais, não irritem seus filhos
antes. Criem-nos segundo a instrução e o
conselho do Senhor. Efésios 6:4, né?
Logo antes da armadura é dito isso. A
próxima geração não cresce em
neutralidade. A formação acontece. Se
paz não discipulam, outras vozes
discipularão. Isso não significa que paz
conseguem regenerar, não. Novo
nascimento é de Deus. Mas eles possuem
os pais responsabilidade de ensinar,
orar, modelar, corrigir, confessar,
mostrar Cristo. A armadura também
precisa entrar no quarto da criança como
palavra, oração e exemplo. Por isso, o
nosso trabalho é parte da guerra.
servos, senhores. Efésios 6. Depois,
finalmente, o campo espiritual inclui
rotina profissional, trabalhar como para
o Senhor. Não idolatrar chefe, nem
carreira, nem o dinheiro, nem o crescer,
né? Não viver de olhos humanos.
Integridade quando ninguém vê. Justiça
no uso de autoridade. O cristão armado
não é apenas quem resiste a uma tentação
dramática, é quem trabalha
segunda-feira, terça-feira sobre o
senhorio de Cristo. A armadura não é uma
fuga então da vida comum. É exatamente
para a vida comum. A guerra passa pela
mesa, pela agenda, pela conta, pelo
dinheiro, pelas conversas, pelo sono,
pelo trabalho, pelo corpo, pela igreja,
pela família. O extraordinário é muitas
vezes a fidelidade comum na vida comum
sustentada por graça. Talvez ninguém
veja, o céu vê e o inimigo também
descobre que aquela porta continua
fechada
e nem toda a batalha será ganha do mesmo
modo. às vezes fugir como José, às vezes
responder Jesus no deserto, por exemplo,
às vezes ficar em silêncio, Cristo
diante de determinadas acusações, às
vezes confrontar Paulo a Pedro, às vezes
pedir ajuda Moisés com braços
sustentados.
Não transforme um método particular em
lei universal. Quando a escritura
oferece sabedoria variada para nós, a
armadura é de Deus e o soldado precisa
discernir como obedecer em cada campo.
Não tente explicar Satanás além do que a
Bíblia explica também. Isso é parte da
sobriedade. Não precisamos atribuir ao
diabo cada dificuldade, nem inventar
detalhes sobre hierarquias, territórios,
métodos invisíveis que Deus nunca
revelou. A curiosidade pode parecer
espiritual e desviar daquilo que está
claro revelado nas escrituras. Paulo não
manda mapear o inferno. Manda vista-se,
resista, ore. A revelação é suficiente
para obediência,
para vida e piedade. O que Deus não
explicou não é equipamento necessário
para a fidelidade, senão ele teria
explicado. E a grande guerra não remove
a responsabilidade pelo pecado comum. Às
vezes guerra espiritual é usada para
evitar dizer: "Eu menti, eu invejei, eu
fui cruel, eu cobii, eu negligenciei".
Não, Satanás tenta, a carne deseja e nós
pecamos. Confesse na primeira pessoa.
Quem peca todas as vezes é você. Isso
não diminui a realidade do inimigo.
Coloca a responsabilidade no lugar
dúblo. A armadura não é desculpa para
transferir culpa, é provisão para
obedecer.
E a responsabilidade não remove nossa
dependência. O outro erro é esse. Se sou
responsável, então é porque eu sou
capaz. Não, essa é a lógica que Paulo
destrói na primeira frase. Fortaleçam-se
no Senhor. Você age dependendo,
resiste dependendo, ora dependendo, foge
dependendo, confessa, dependendo,
persevera, dependendo. A vida cristã é
atividade dependente. Talvez pareça
paradoxo, mas é evangelho. E o soldado
mais forte é o que sabe onde sua força
não está, não em si. Essa verdade não
enfraquece, liberta. Você não precisa
manter a reputação de alguém
invulnerável. Pode pedir ajuda, pode
dizer estou sendo tentado. Pode dizer
estou cansado. Pode dizer minha fé está
pequena. Sem transformar essas
confissões em identidade final. A força
vem de outro lugar. Então, fraqueza
confessada pode ser o começo de uma
resistência muito mais forte que a
autoconfiança
concedida. já tarde. O objetivo não é
sair da guerra admirando sua armadura, é
chegar admirando Cristo. No céu ninguém
contará. Meu escudo era excepcional,
dirão: "Digno é o cordeiro". Toda
vitória será reinterpretada
corretamente. Foi graça. Toda
preservação. Graça toda volta. Graça.
Toda flecha apagada. Todo dardo apagado.
Graça. Toda noite atravessada. Graça
toda confissão, graça todo crescimento,
graça todo serviço, graça. Até a
perseverança será coroa colocada aos pés
de Cristo. E quando finalmente tiver de
pé diante do trono, não é? A Bíblia diz,
Apocalipse mostra uma multidão que
ninguém podia contar em pé diante do
trono e do cordeiro. Vestes brancas,
palmas, não armadura, vestes. A batalha
terminou. Como chegaram? lavaram suas
vestes e as alvejaram no sangue do
cordeiro. Apocalipse 7:14. Que imagem. O
povo que permaneceu não termina
celebrando sua habilidade militar,
termina no sangue, sempre em Cristo, no
início, Cristo, na batalha, Cristo, no
fim, Cristo. Revistam-se então do Senhor
Jesus Cristo. Agora, a frase de Romanos
13 pode voltar com todo o peso, né?
Revistam-se. Não apenas admiram Jesus,
não apenas defendam uma cristologia
correta. vivam nele da verdade dele, da
justiça dele, da paz dele, da promessa
dele, da salvação dele, da palavra dele,
pela intercessão dele, pelo espírito
dele. A armadura não é projeto para
fabricar heróis espirituais
independentes. É a forma pela qual
pecadores justificados aprendem a viver
dependentes da vitória do seu rei. E
quando o inimigo dissero
não permanecerá, não responda com
orgulho. Eu vou permanecer, eu sou
forte. Não, responda, meu pastor. É,
quando você
quando ele disser você cairá, você pode
dizer: "Eu cair a um advogado e pela
graça não quero cair." Quando ele
disser: "Seu passado prova que é inútil
lutar". Você pode dizer: "Meu passado
prova que preciso de Cristo". Quando sua
fé for, ele disser que sua fé é pequena,
o Salvador é grande. Quando esta
tentação é diferente, Jesus Cristo é o
mesmo. Quando ele disser, você está
sozinho, há pai, filho, espírito e
corpo. Quando a igreja acabará por causa
da da cultura, Cristo edificará a sua
igreja. Quando ele disser: "A morte vem,
Cristo ressuscitou". Essas não são
frases motivacionais, são doutrinas que
nós vestimos.
parte da nossa armadura. E quando seu
coração disser, "Estou cansado de
vigiar", descanse em Cristo e depois
retorne,
retorne a à guarda, não é? Não precisa
viver numa tensão que destrói o corpo,
sono, a dádiva, lazer,
todas essas sujas podem ser dádiva,
alegria, festa, amizade. O soldado
cristão não é uma máquina de suspeita,
mas todo descanso continua debaixo do
senhorio sem tirar a armadura. Você pode
dormir porque Deus não dorme. Esse é
descanso que aprofunda a dependência.
Não sono espiritual que esquece que a
guerra continua.
Quando você não souber qual peça está
fraca, o que fazer? Ore junto com o
salmista. Sonda-me, ó Deus, e conhece o
meu coração. Prova-me e conhece as
minhas inquietações. Vê se em minha
conduta algo te ofende e dirija-me pelo
caminho eterno. Salmo 139:23.
Que oração para um soldado? É a oração
certa. Não, deixe-me descobrir sozinho
tudo sobre mim. Sonda-me. Tu me
conheces. Mostre. dirige. O exame é
feito sobre Deus. Isso protege contra a
negligência e contra uma obsessão
introspectiva.
E quando Deus mostrar uma brecha, não
adecore, não justifique, não use o
humanismo secular,
não.
Feche. Se precisar confessar, confesse.
Se precisar cancelar, cancele se
precisar se afastar, se afaste. Se
precisar procurar um irmão, procure. Se
precisar restituir, restitua. Se
precisar pedir perdão, peça. A luz
recebida e não obedecida pode endurecer.
A armadura não é teoria sobre brechas, é
uma verdadeira proteção. E quando a
brecha aparecer humilhante,
melhor humilhação agora que ruim depois.
O orgulho diz: "Se eu admitir, perderei
a imagem. Talvez, talvez essa imagem
precise morrer. Cristo não veio salvar
sua personagem, veio salvar você. A
igreja precisa de mais pecadores na luz
e menos atores de invulnerabilidade.
E quando a doutrina for sua área forte,
deixa produzir adoração, senão vai se
tornar uma brecha de orgulho.
Conhecimento incha quando separado de
amor. Quanto mais alta sua teologia,
mais baixo deveria ficar seu joelho.
Você conhece a eleição, então
humilhe-se.
Graça soberana, então pare de olhar de
cima para baixo. Conhece a depravação
total, então não se surpreenda quando
precisar de correção. Conhece a
justificação, então confesse seu pecado
sem medo. Conhece a perseverança, então
persevere. Conhece a providência, então
espere.
Vestindo a doutrina. A doutrina precisa
ser vestida. Ah, e quando sua área for a
experiência, submita à palavra.
Experiência é algo precioso, mas não é
infalível. Uma sensação não redefine
Deus nem o que Deus disse. Uma impressão
não cria mandamento. Um sonho não
substitui a escritura. Na verdade não
traz nada. O espírito que habita é o
espírito que inspirou a palavra. Não
luta contra si mesmo nunca. A armadura
de Deus nunca exige que ignoremos a
palavra de Deus, porque é ela que nos
traz a armadura.
E quando sua área for a disciplina, não
faça dela um espelho, né? Ore, leia,
organize, trabalhe, mas não olhe paraa
rotina e diga: "Agora estou seguro
porque sou disciplinado". A disciplina é
servo, Cristo Salvador. Um homem pode
acordar às 5 e ser orgulhoso às 5:10.
Não confunda regularidade com santidade.
Use disciplina para buscar Deus, não
para substituir Deus. E quando sua área
for o amor, não chame a ausência de
limites de amor. O amor bíblico não se
alegra com a injustiça, mas se alegra
com a verdade. Primeira Coríntios 13:6.
Há uma bondade falsa que nunca diverte.
Ela prefere ser considerada gentil a
impedir alguém de caminhar para o
abismo. Cristo ama e diz: "Arependa-se".
Graça e verdade
vieram por ele. Toda a armadura de Deus.
E quando sua área for firmeza, não chame
dureza de coragem. Moisés era manso,
Jesus manso e humilde. Paulo podia
confrontar e chorar. Durante 3 anos,
noite e dia, não cessei de advertir cada
um de vocês com lágrimas. Atos 20:31.
Advertência, lágrimas, juntas. A verdade
não precisa perder a ternura para
continuar forte. Às vezes, a falta de
mansidão é simplesmente outra brecha na
armadura. O soldado de Cristo não luta
para preservar o ego. Essa é uma guerra
estranha. Muitos exércitos lutam por
glória. O cristão luta contra a própria
fome de glória autônoma. Negue-se a si
mesmo. Tome diariamente a sua cruz e
siga-me. Lucas 9:23. A armadura não
protege ego contra a humilhação,
protege a alma justamente permitindo que
o ego seja humilhado. Uma crítica pode
ferir o orgulho e salvar a o nosso dia a
dia. Uma correção pode parecer flash e
ser instrumento do médico, discernir as
partes da batalha. Nem tudo que dói vem
do inimigo. Às vezes é pura graça. E nem
tudo que agrada vem de Deus.
Nem tudo que dói vem Satanás. Essa
distinção evita uma espiritualidade
infantil. O diabo pode oferecer prazer.
Deus pode disciplinar com dor. O
critério não é a sensação, é a palavra.
Providência interpretada pela revelação.
O soldado precisa mais que instinto,
precisa da verdade. E o inimigo pode
rugir. O pastor continua dono das evils.
Apóstolo Pedro diz: "O diabo, inimigo de
vocês, anda ao redor como leão rugindo e
procurando a quem possa devorar.
Resistam-lhe, permanecendo firmes na
fé." Primeira Pedro 5, verso 8. leão,
mas não o leão da tribo de Judá, há
outro leão, Apocalipse 5, Cristo. Então,
não confunda o rugido com soberania. O
inimigo pode assustar o cordeiro leão,
abre o livro das da história, não é, e
cumpre todos os decretos de Deus. A
providência é uma muralha que não vem
listada entre as peças, mas cerca o
campo. Paulo fala da armadura, mas a
Bíblia inteira nos mostra que o soldado
não está lutando fora da providência.
Nenhuma tentação é única no sentido de
escapar da fidelidade divina. Deus é
fiel e não permitirá que vocês sejam
tentados além do que podem suportar. Mas
quando forem tentados, ele lhes
providenciará um escape para que possam
suportar. Primeira Coríntios 10:13. Fiel
até na tentação. Isso não promete que
escaparemos sem luta. Promete que a
tentação não tem e não recebe soberania.
A limite a escape ou capacidade de
suportar. O campo continua dentro do
governo de Deus. E o soldado não precisa
saber todo plano para obedecer a próxima
ordem. talvez não entenda por essa
batalha, porque agora, por essa
fraqueza, porque o inimigo parece atacar
repetidamente a mesma área. Se Deus não
revelou, não entende. Conheça o
suficiente para o próximo passo. Fuja,
fuja. Confesse. Confessa. Perdoe, vá lá
e perdoa. Espere, espere em Deus.
Pregue, pregue. A fé não exige o mapa
inteiro antes de dar o passo conhecido.
E quando a ordem parecer simples demais,
cumpra.
Namamã lava-se no rio. Ele queria algo
maior. Talvez também queiramos um
segredo avançado paraa guerra
espiritual, um ministério assim assado.
E Deus continua dizendo: palavra,
oração, fé, comunhão, santidade. Cristo
parece simples, não é? O oceano pode
possuir uma entrada simples. Não
despreze o ordinário, porque deseja
espetáculo. O reino de Deus cresce como
semente, pão e vinho, água, palavra
falada, orações, coisas simples nas mãos
de um Deus infinito e todo- poderoso. E
o inimigo conta com seu cansaço. Ele
pensa: "Essa vigilância vai passar. Essa
decisão será esquecida. Essa confissão
foi só uma emoção. Daqui a pouco voltará
à porta, talvez. Somos fracos. Por isso,
perseverança não é um grande ato. Uma
vez é graça de novo e de novo todo dia,
amanhã, depois e depois. Não precisamos
prometer a nós mesmos nunca mais
sentirei tentação. Precisamos orar. Não
nos deixe cair em tentação, mas
livra-nos do mal diário, dependente. É o
que Cristo nos ensinou. E Cristo também
conta com algo, não com sua força
natural, com sua própria intercessão. Eu
orei por você. Pedro nem sabia da oração
antes da queda. Cristo já estava
adiante. Que consola. Há graças
trabalhando por nós que não percebemos.
O filho intercede, o espírito intercede
com gemidos inexpremíveis. O pai
conhece. A trindade não observa
passivamente um santo tentando
sobreviver sozinho. A salvação é do
Senhor, do começo ao fim. E a
perseverança não produz uma história sem
cic sem cicatrizes. Produz um santo
levado, conduzido até o fim. Talvez haja
cicatrizes, lições, humilhações,
memórias, mas no fim, glória. Não
precisamos de uma narrativa onde jamais
fomos atingidos para provar que Deus
guardou. Às vezes a prova é justamente
que fomos atingidos muitas vezes e não
destruídos. De todos os lados somos
pressionados, mas não desanimados.
Ficamos perplexos, mas não desesperados.
Somos perseguidos, mas não abandonados.
Abatidos, mas não destruídos. Segunda
Coríntios 4:89. Que descrição de
permanecer firme, não é? Ferido,
humilde, dependente, mas de pé. Talvez
essa seja a melhor imagem final. Não um
soldado brilhando sem um arranhão. Isso
poderia alimentar o orgulho. Um soldado
que sabe de onde veio cada livramento. É
o que precisamos. Ferido, mas ferida não
é derrota final. Humilde, porque
descobriu a própria fraqueza,
dependente, porque aprendeu que nunca
existiu outra maneira de permanecer e de
pé, porque Cristo foi e é suficiente. A
fonte termina com essa mesma imagem.
A armadura existe para que no dia mal
haja um povo ferido, humilde,
dependente, mas ainda de pé, porque foi
revestido de Cristo. Não foi o metal que
salvou. Quando finalmente o santo olhar
para a história inteira, não dirá:
"Minha disciplina me salvou. Minha
habilidade, meu discernimento, minha
vigilância, minha teologia, tudo era
bom. E tudo que era bom será considerado
como dom de Deus. A conclusão, Cristo
foi ele quem me encontrou no Ele me
revestiu, abriu meus olhos, deu fé,
perdoou, ensinou a verdade, fez a paz,
colocou a palavra na minha boca, ouviu
minhas orações, me restaurou quando caí,
usou irmãos, fechou portas, abriu
outras, humilhou meu orgulho, me
carregou quando mal conseguia marchar.
Cristo. Então, o arsenal de Deus não
ficará aberto para sempre. Existe
urgência para quem ainda não está em
Cristo. Talvez você admire a vida
cristã, conheça a doutrina, conviva com
santos, mas continua nu. A ordem
principal para você não é torne-se mais
disciplinado, é venha Cristo. Não tente
vestir peças da armadura,
peças da santificação sobre um homem que
ainda precisa ser vivificado.
Arrependa-se. Creia. O rei que derrota o
homem forte recebe cativos e os faz
filhos. Não fique perto do arsenal sem
entrar no reino. E para quem está em
Cristo, a ordem a outra vista. Você já
recebeu tudo que precisa para vida e
piedade em Cristo. Não tudo de uma vez
em maturidade, mas toda a provisão em
princípio. O espírito, a palavra, a
igreja, as promessas, o evangelho. Use
não como quem tenta convencer Deus a
mantê-lo, como alguém que foi mantido e
por isso está no combate. E quando
amanhã chegar, talvez hoje seja o dia
mau, mas nenhuma batalha tem poder de
impedir o amanhã final. Cristo volta.
Essa é a grande esperança que fica atrás
de todo capacete. O rei que foi ao céu
voltará, não mais como servo sofredor,
como rei. Satanás sabe que seu tempo é
curto. A igreja talvez esqueça, o
inferno não. Então o rugido possui
desespero, mas o trono e o reino não.
Então permaneça quando a cultura mudar.
Permaneça quando as pessoas que você
admirava saírem do caminho. Permaneça
quando a tentação usar sua própria voz.
Permaneça quando sentir pouca coisa.
Permaneça quando sentir muito e for
tentado a confiar nisso. Permaneça
quando vencer. Permaneça quando cair
levante e permaneça. Quando envelhecer,
permaneça até o fim.
Mas não transforme permanecer em uma
nova forma de orgulho. No céu ninguém
dirá: "Eu permaneci melhor". O santo
sabe, aquele que é poderoso para
impedi-los de cair e para apresentá-los
diante da sua glória sem mácua e com
grande alegria. Judas 24. Ele é
poderoso. Ele é a última razão. A
perseverança é real. Sua
responsabilidade é real. Mas por baixo
dos perseverantes, há mãos eternas que
os levaram a perseverar.
Toda a armadura de Deus. Verdade para
mentira, justiça para acusação, paz para
culpa, fé para as flechas e os dardos
inflamados, salvação para o desespero,
palavra para a sedução, oração para
tudo. Cristo em tudo. do homem, mente,
corpo, afetos, vontade, memória,
imaginação, relações, dinheiro, tempo,
palavras, silêncio, casa, igreja,
trabalho, nenhum quarto fora do
senhorinho toda a vida. Juventude,
maturidade, prosperidade, dor, sucesso,
fracasso, saúde, doença, consolação,
secura até o leito, até a trombeta
final. E no fim um povo de pé. Não
porque a batalha foi pequena, foi
grande. Não porque Satanás não tinha
métodos, tinha. Não porque o pecado não
deixou cicatrizes, deixou. Não porque a
igreja nunca passou por noites. Passou.
Não porque a fé nunca tremeu. Tremeu.
Não porque todos os soldados
compreenderam cada movimento. Não
compreenderam. Mas Cristo permaneceu. E
porque ele permaneceu, seu povo também
permaneceu. Ele não perdeu nenhum
daqueles que o Pai lhe deu. A
intercessão não cessou. O espírito não
abandonou sua obra. O Pai não revogou
sua adoção. A promessa não envelheceu. A
cruz não perdeu poder. O túmulo não
voltou a fechar-se sobre o ressuscitado.
O trono não ficou vazio e a serpente
nunca se tornou Deus. sempre criatura,
sempre limitada, sempre debaixo da
sentença. Então, o último cântico não
será sobre nossa força, será sobre o
cordeiro. Ele entrou na casa do valente,
amarrou, libertou, nos vestiu, nos
ensinou a guerrear, nos corrigiu quando
usamos armas erradas, fechou brechas,
reparou armaduras, fez da pequena fé uma
mão agarrada a um grande salvador. usou
a batalha para arrancar autoconfiança,
transformou algumas noites em escolas de
dependência e quando a fumaça finalmente
desapareceu,
ainda estávamos ali de pé, não sozinhos
nele. Então, a guerra continua. Não
deixe a armadura no arsenal. Não a
pendure como decoração teológica. Não
admire as peças enquanto deixa o peito
aberto. Não confie no equipamento
separado daquele que deu o equipamento.
Não invente metal próprio ou peça
própria ou qualquer coisa. Dependa só da
palavra do evangelho. Não proteja uma
área e entregue outra. Não durma quando
deveria vigiar. Não entre em pânico
quando deveria descansar. Não transforme
o inimigo num segundo Deus. Não
transforme sua fraqueza numa força maior
que Cristo. Se revista do Senhor Jesus.
Se revista do Senhor Jesus Cristo. Vista
toda a armadura de Deus. Levante o
escudo. Põe o capacete, ajuste o
cinturão. Receba a couraça. Calce os
pés. Tome a espada. Ore e fique. O
ataque virá. Mas acima da flecha há
providência. Acima da cilada há
sabedoria. Acima do acusador, há um
advogado. Acima da morte, há
ressurreição. Acima da serpente, há
filho. E quando o último dia chegar, o
soldado descobrirá que o chão sobre o
qual permaneceu durante toda a guerra
sempre foi o mesmo,
Jesus Cristo.
Amém, queridos. Amém. Quanto ao [canto]
mais, amados [música]
meus, fortalecei-vos
no Senhor
e na força [música]
do [canto] seu poder.
E tomai [canto][música]
toda a armadura
de Deus, toda a armadura
para poderes resistir [música] no dia
mais.
E depois de ter [música] vencido,
[canto]
derrotado
inimigo,
permanecei [música]
inabaláveis, [canto]
revestidos [música]
da verdade,
da coraça, da justiça [música][canto]
de Jesus,
nosso Nosso [canto] Senhor.
>> Preparados os nossos [canto] pés com o
Evangelho
da paz, [música]
seguiremos
semer. [canto]
[música]
E tomando o escudo da fé,
apagaremos pela fé toda a seta que o
maligno
lançar. [canto]
E depois de ter vencido, [música]
derrotado
inimigo, [canto]
permanecei [música]
inabaláveis.
Revestidos
da verdade,
da coraça, da justiça [música]
de Jesus,
nosso Senhor.
[música]
sobre a fronte a salvação
e nas mãos a sua palavra, [música]
espada [canto]
viva do Senhor.
Não lutamos [música][canto]
pela nossa força, nem confiamos em nós
mesmos.
Nossa [música] força está em Cristo
Salvador.
[música]
Orai em todo tempo,
orai sem [música] desfalecer.
Vigiai,
perseverai. [música]
Orai em todo tempo
no espírito de Deus [música] até o dia
em que o veremos,
rei.
Quando a [música] noite for escura,
quando a guerra se levantar,
nossa [música]
rocha não [canto] será
abalada.
Quando o medo [música] vier perto,
quando o fogo nos cercar
em Jesus, a [canto] igreja [música]
ficará de pé.
>> [canto]
>> E depois de ter vencido,
derrotado
inimigo,
permanecei
inabaláveis,
revestidos [música]
da verdade,
da coraça,
justiça [música]
de Jesus,
nosso Senhor. [música] Oh.

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