Aconselhai-vos Uns aos Outros 1/3 – Sacha Mendes
11/08/2026
Aconselhai-vos Uns aos Outros 1/3 – Sacha Mendes
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Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
Bom, ao longo dessa semana, dessa semana magna, nós vamos refletir sobre aconselhai-vos uns aos outros. a uma temática rica que certamente precisaríamos de mais de uma semana, mas eu espero que depois desse tempo você esteja estimulado, encorajado a varrer na palavra de Deus este mandamento, essa mutualidade do aconselhamento bíblico, do aconselhamento mútuo. E eu gostaria de convidar você, então, a baixar sua cabeça, fechar os seus olhos. Nós vamos expressar nossa dependência do Senhor orando e pedindo para que o Espírito Santo direcione tudo aquilo que nós vamos falar, não só hoje, mas no decorrer dessa semana. Vamos fazer isso. Vamos orar. Senhor, nosso Deus e Pai, aqui nós chegamos diante do Senhor, pedindo a Deus que o Teu Santo Espírito abra o nosso entendimento para aquilo que nós vamos meditar, para aquilo que nós vamos pensar, a fim, ó Deus, de que a tua palavra ah nos encoraje, nos repreenda, nos corrija, nos eduque na tarefa, ó Deus, urgente, na sublime tarefa do aconselhamento mútuo. Façamos isso com sensibilidade, com ousadia, ah, com humildade, ah, para honra e glória a Deus do teu nome, nome de Jesus. Amém. Eu quero fundamentar essa minha primeira fala na carta de Paulo aos Colossenses. A carta de Paulo aos Colossenses, ela acontece num contexto histórico muito específico. Logo ali no primeiro século, no primeiro ah século da existência da era cristã, a igreja já estava sendo pressionada por um falso ensino. E algo muito peculiar e particular estava ameaçando os colossenses. Uma heresia que se aproximava de judaísmo também com um pouco de misticismo, ah, acetismo, alguns outros ismos, mas que todos eles tomados em conjunto era a adição de alguma coisa a Cristo Jesus. Não era a substituição de Jesus, não era a negação de Jesus, mas era a adição a Jesus. Era Cristo mais alguma coisa. E a carta de Paulo aos Colossenses é uma vacina teológica, uma profunda convicção da pessoa de Jesus, da superioridade de Jesus, da suficiência de Jesus para corrigir esse erro teológico que assolava os Colossenses. E é nesse contexto que o apóstolo Paulo coloca algumas máximas nesse aconselhai-vos uns aos outros. Aconselhai-vos uns aos outros que nós vemos em tantas passagens bíblicas, mas em particular aqui em Colossenses, capítulo 3, versículo 16. Olha o que diz o texto em Colossenses, capítulo 3, versículo 16. Habite ricamente em vós a palavra de Cristo. Instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus com salmos e hinos e cânticos espirituais com gratidão em vosso coração. O que que é esse termo? Aconselhai-os. Uma definição de dicionário traz para nós que aconselhar é aconselhar com objetivo de que o outro evite ou cesse uma conduta imprópria. Traz a ideia de admoestar, instruir. O termo ele é muito amplo e como ele é usado no Novo Testamento, deve ser a base do nosso entendimento. Porque quando nós falamos de aconselhar uns aos outros, nós corremos o risco de importar no conceito do Novo Testamento nossa compreensão cultural e contemporânea. Quando você pensa de um indivíduo aconselhando o outro, é capaz de que você crie uma imagem mental de um especialista, uma mesa e um cliente. E esse especialista tem respostas. Esse cliente tem sofrimento, ele carece de respostas. Esse especialista então comunica essas respostas separados por uma mesa, deixando muito claro quem está sobre quem, quem é maior, quem é menor. E aí nós importamos essa visão, essa dinâmica pro texto bíblico que gera uma sorte de confusão, um conjunto de confusões. Mas o que eu quero desafiar você hoje à noite é deixar com que o texto bíblico é olharmos para o texto bíblico trazendo uma definição de aconselhamento que flui do texto. Nós não vamos impor pro texto, nós vamos deixar o texto falar. E aqui nós vemos que o apóstolo Paulo usa o termo: "Aconselhai-vos mutuamente em conjunto com instruí-vos também mutuamente e ambos como resultado da palavra de Cristo que está habitando ricamente no vosso coração. Isso vai ser muito importante para nós hoje e muito importante para nós amanhã. de que essa instrução mútua, de que essa esse aconselhamento mútuo, eles andam de mãos dadas e eles são resultado dessa palavra de Cristo que está habitando ricamente no coração dos Colossenses. E essa não é a primeira vez que esse par aparece junto. Essa instrução e esse aconselhamento, eles já apareceram juntos. justamente no capítulo foco da nossa noite de hoje, que é Colossenses capítulo 1. Colossenses, capítulo 1, versículo 28, que diz assim: "O qual nós anunciamos advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo." Então esse o qual tem o seu antecedente na pessoa de Jesus. Ele é a mensagem que o apóstolo Paulo anuncia. Não só ele, mas ele faz isso em primeira pessoa do plural. Tem mais gente anunciando Cristo. E aí ele coloca dois particípios que descrevem essa ação. Nós anunciamos como nós anunciamos advertindo a todo homem e ensinando a todo homem. São exatamente as mesmas palavras de Colossenses 3:16, em que traduz para nós na ára como instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente. São as mesmas palavras. apenas numa ordem invertida. E essas mesmas palavras que são resultado da palavra de Cristo habitando ricamente no vosso coração, são as palavras que descrevem a ação de anunciar Cristo Jesus. Então, onde isso nos leva? Aconselhar-vos uns aos outros. Não se trata de uma atividade desligada do ministério do evangelho. O anunciar Cristo acontecia por meio do ensino e do aconselhamento. Ao falarmos de aconselhamento nesse ambiente, nós não estamos falando de um concorrente da terapia secular. Nós não estamos falando de uma versão cristianizada de terapia. Nós estamos falando do ministério particular da palavra de Deus. Aconselhamento no Novo Testamento não tem a ver com o foco no cliente, não tem a ver com a especialidade de um terapeuta. O aconselhamento no Novo Testamento tem a ver com o ministério da palavra no âmbito particular, que cumpre o papel de admoção, que anda de mãos dadas com instrução, mas que está vinculado à pessoa de Cristo Jesus. E no contexto dos Colossenses, há uma urgência que isso seja transmitido, porque justamente o que está permeando na igreja é um falso ensino que diminui a pessoa de Jesus. E o apóstolo Paulo quer ter clareza de que Cristo Jesus vai ser anunciado. Ele quer ter clareza de que as veias onde Cristo Jesus há de ser anunciado serão construídas. E isso acontece por meio da mutualidade. Então aquilo que nós chamamos de aconselhamento não tem a ver tão somente com as nossas dores, com os nossos distúrbos emocionais, com os nossos conflitos conjugais, mas tem a ver com os espaços onde Cristo precisa ser anunciado, proclamado e mostrar a sua plenitude, onde nós encontramos satisfação. Cristo precisa habitar ricamente em nós. Esse é, esse é um tema central no aconselhar uns aos outros. Então, nós precisamos desconstruir a ideia secular de que aconselhamento terapêutico é a base do aconselhamento uns aos outros, de que aconselhamento conjugal é a base do aconselhamento uns aos outros. Nós não vamos fazer dos problemas apresentados a mensagem central. Cristo é a mensagem central. É ele quem é anunciado. Então nós vamos olhar agora pro contexto onde o versículo 28 é colocado e deixar com que a palavra de Deus nos instrua e nos guie construção de uma compreensão de aconselhamento que não esteja fundamentada nas nossas dores pessoais, nas dores do aconselhado. Embora todas essas coisas têm o seu lugar, a sua importância. É um problema apresentado, mas nós vamos fundamentar isso com Cristo Jesus. Então vamos pro versículo 24 em diante. Versículo 24. O apóstolo Paulo diz assim: "Movido pelo Espírito Santo, agora me regozijo nos meus sofrimentos por vós e preencho o que resta das aflições de Cristo na minha carne, a favor do seu corpo, que é a igreja, da qual me tornei ministro de acordo com a dispensação da parte de Deus, que me foi confiada a vosso favor para dar pleno cumprimento à palavra de Deus. O mistério que estiver oculto dos séculos e das gerações, agora todavia, se manifestou aos seus santos, aos quais Deus quis dar a conhecer qual seja a riqueza da glória deste mistério entre os gentios. Isto é, Cristo em vós, a esperança da glória, o qual nós anunciamos advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda sabedoria, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. Para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim. Por enquanto nós vamos ler até aqui. Mais adiante nós vamos até o versículo 5 no capítulo 2. O que que o apóstolo Paulo descreve aqui? Eu tenho para mim que Colossenses capítulo 1, versículos 24 a 28 é uma das passagens onde o apóstolo Paulo parece abrir o seu coração descrevendo uma filosofia de ministério, descrevendo aquilo que o guiro de Cristo Jesus. E no início da passagem, ele descreve um aspecto singular do seu ministério que tinha a ver com o seu chamado apostólico, algo que não se repete mais e que cessou com o último homem que morreu na ilha de Pátimos, João. Homens que foram separados por Deus para receber revelação primária, revelação direta do Senhor. E como instrumentos de Deus que receberam essa revelação, escriturizaram isso e deixaram para nós a doutrina dos apóstolos. Por isso, a igreja primitiva perseverava na doutrina dos apóstolos. É isso que ele descreve com relação a tornar-se, ter sido tornado ministro, ah, de revelar um mistério, um mistério que precisava ser revelado pelo Senhor, porque ele não pode ser descoberto. Nós não poderíamos descobrir esse mistério. Então, ele deveria ter sido revelado. E o instrumento de revelação era um apóstolo, o apóstolo Paulo. Então, ele descreve esse aspecto singular e depois ele descreve um aspecto que nos é comum. uma atividade que o apóstolo Paulo fazia e que os discípulos da primeira geração, segunda, terceira, quarta, quinta, até nós fazemos. Nós anunciamos Cristo. Esse uso da primeira pessoa do plural no versículo 28 é significativo, porque agora ele inclui outras pessoas que não fazem parte desse círculo apostólico e que já nos ajuda a entender que é uma atividade que compete a nós também. Se há uma singularidade da revelação em primeira mão que não se repete, há agora uma repetição no fato de anunciar Cristo estar em primeira pessoa do plural. Envolvendo obviamente no capítulo 1, versículo 1, Timóteo, no versículo 7 Epáfras e depois no 3:16 todos os Colossenses. Então o que que nós temos aqui na dinâmica do texto? O apóstolo Paulo descreve algo que só ele foi chamado para fazer como apóstolo. Depois ele descreve uma atividade que ele faz, que nos inclui. E o que que nos inclui? Anunciar Cristo. Esse é o nosso papel, meus irmãos. Nós anunciamos Cristo. Isso não foi dado a uma ONG, isso não foi dado a LBV, isso não foi dado a alguma TV, transmissão, transmissão de televisão. Isso foi dado à igreja, proclamar, anunciar Cristo Jesus. E aí ele descreve como isso é feito. O anúncio de Cristo Jesus não se limita à proclamação pública do Evangelho. A proclamação pública do Evangelho abre os olhos, dá vida aos que estão mortos e equipa os santos pro trabalho do ministério. Esse anúncio então de Cristo Jesus se dá por meio de duas atividades, esse ensino e essa advertência. Ou seja, o aconselhamento é um braço na qual nós cumprimos parte da grande comissão. Aconselhar-vos uns aos outros não é uma proposta de nos tornarmos então uma comunidade terapêutica. O aconselhar-vos uns aos outros é a prática fiel do braço do discipulado. Porque fazer discípulo não é informar as pessoas de uma confissão de fé fria, ortodoxa e distante da vida. O chamado de Jesus foi de fazermos discípulos, ensinando-os a guardar tudo que vos tenho ordenado. E é justamente aí que entra o aconselhamento. O aconselhamento que entra para justamente admoestar, consolar aqueles que não estão guardando aquilo que Jesus ensinou. Aconselhar-vos uns aos outros. Não podemos limitar isso a uma comunidade terapêutica. Vamos aprender a lidar com as nossas emoções. Tudo isso faz parte, mas faz parte de algo ainda maior. A importância de aprendermos a lidar com as nossas emoções, a importância de aprendermos a lidar com os nossos relacionamentos conjugais, a importância dos relacionamentos familiares, a importância dos relacionamentos interpessoais, resolução de conflito, comunicação, perdão. É porque Jesus nos ensinou essas coisas e fazemos discípulos significa ensiná-los a guardar todas essas coisas. Então, há esse aspecto de anunciar Cristo Jesus, que é tanto positivo na sua formação, quanto também corretivo no [roncando] aconselhamento. Comece a pensar então o aconselhamento dentro do cumprimento da grande comissão, no exercício da nossa fidelidade. É o que ele descreve aí no versículo 28. Então, a natureza desse ministério do apóstolo Paulo em particular tem esse aspecto singular em que ele revela para nós Cristo Jesus e tem um aspecto comum. Nós anunciamos e meus irmãos, o meio altera a mensagem. O meio altera a mensagem. Eu eu recentemente nós experimentamos, passamos juntos pela Copa do Mundo, não é? E eu não sei com relação a você, mas eu tive já a oportunidade de assistir alguns jogos, não muitos, mas alguns jogos ao vivo num estádio. E tem um tem um elemento de emoção, mas tem também um elemento de decepção, né? E a decepção de assistir um jogo no estádio, pode ser que você discorde de mim, há uma grande chance de você discordar de mim. É justamente quando tem um gol, porque tem um gol, mas não tem o replay do gol, não é verdade? E eu lembro no estádio que eu tava distraído, per gol, falei assim, gol. Aí eu vi a bola dentro da rede, eu falei assim, como foi o gol? Não tem como foi o gol. Tem alguém buscando a bola, colocando no centro, pessoas gritando e eu não vi o gol. Mas quando você tá assistindo em casa, você tem o replay, você tem uma outra câmera, você tem uma porção de coisas, mas o que você não tem em casa é uma percepção do que tá acontecendo no outro lado do campo, que informa coisas sobre o jogo, talvez que não determine sua compreensão do placar, mas sim a atmosfera do jogo, não é verdade? a catimba lá daquele zagueiro quando algo acontece aqui e uma porção de coisas que só quem tá em campo consegue observar. E o que eu quero ilustrar com isso de que o meio altera a mensagem, de que o meio que você está assistindo o jogo altera sua compreensão do próprio jogo. O meio da proclamação da mensagem evangelho é a igreja. É a igreja do Senhor Jesus. Jesus determinou que a igreja, os discípulos reunidos debaixo da pregação da palavra anunciassem Cristo, que não é uma mensagem que meramente tem os mesmos efeitos transmitida por YouTube, por mais útil que seja a tecnologia, mas de que os relacionamentos que aqui acontecem são um meio através da qual a mensagem vai ganhar a sua curácia, a sua eficiência necessária para que alguém entenda o evangelho. Esses relacionamentos pautados pela palavra de Deus, esse uns aos outros. Então, nós anunciamos a Cristo e esse anúncio, ele não é simplesmente a comunicação de um conteúdo, mas ele é um anúncio feito por um meio à igreja em que existe instrução mútua e aconselhamento mútuo. As pessoas não vão entender Jesus longe das dinâmicas do corpo de Jesus. Você tá entendendo onde aconselhamento entra? Onde o aconselhai-vos uns aos outros entra justamente na grande comissão de que seja lá o que for isso, isso faz parte da grande comissão do anunciar Cristo Jesus. E esse aconselhamento que nós fazemos não é a troca de opiniões daquilo que funcionou para você. Olha, eu fiz isso com o meu filho caçula e deu certo. Faz também. Olha, eu fiz isso no meu casamento e depois disso melhoraram as coisas. ou eu fiz isso e parei de sentir isso. Eu e aí a gente pensa que esse aconselhamento é troca de opiniões. E o apóstolo Paulo nos ajuda aqui a entender o conteúdo desse conselho. Se ele está vinculado a anunciar Cristo, não é qualquer proposta de conhecimento. Olha o que ele diz no versículo 28. advertindo a todo homem e ensinando a todo homem em toda a sabedoria. E aí o risco da gente impor sobre o texto um conceito contemporâneo. Sim, todo e qualquer proposta de conhecimento. Louvado seja o Senhor pelo contexto que o apóstolo Paulo nos ajuda a definir o que é essa sabedoria. Capítulo 2, versículos 2 e 3. O finalzinho do dois diz: "Para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo, em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos". Ou seja, não é qualquer sabedoria. O que o apóstolo Paulo está nos dizendo é que nós anunciamos Cristo Jesus por meio do ensino formativo, por meio do aconselhamento corretivo na mente de Cristo, no conteúdo chamado Jesus, de que não é a nossa opinião, mas o que é a vontade de Deus, o que é a mente de Cristo. Porque somente a mente de Cristo irá produzir o objetivo de Cristo. Olha como é que ele termina no versículo 28. A fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo, a fim de que apresentemos todo homem perfeito em Cristo. O objetivo final desse aconselhai-vos uns aos outros não é sentirmos melhor, não é estarmos em paz com o nosso eu interior, não é sequer a resolução dos problemas conjugais. Não é solucionar atenção pai e filho. Não é nenhum outro senão com que aquele que me ouve seja encontrado perfeito em Cristo Jesus. O apóstolo Paulo apresenta, então a mensagem é Cristo. O ensino e a advertência tem um conteúdo Cristo. E o objetivo é ver Cristo formado. Por que Cristo? Porque só Cristo Jesus é a expressão exata da plenitude da divindade. É nele que nós estamos aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. Cristo Jesus. É assim que ele descreve em Colossenses 2, 9 e 10. Então o que que a gente tem aqui? Aconselhai-vos uns aos outros. Não é uma versão concorrente de terapia, não é cristianizar um processo de autoajuda. O que nós temos aqui no Aconselhai-vos uns aos outros é parte integrante do discipulado fiel. É parte integrante da mensagem dada à igreja de anunciar Cristo. E Cristo vai ser anunciado em cada esfera. E o apóstolo Paulo vai nos dar clareza disso, vai nos ajudar a entender isso quando ele começa a explorar o campo onde essas coisas atuam. Porque não é simplesmente a mensagem no seu âmbito religioso, mas é a mensagem que impacta toda e qualquer esfera de relacionamento humano. Então, olha só o que ele diz para nós no capítulo 3, versículo 16. Nós lemos e agora vou ler no contexto do 17 em diante. Habite ricamente em vós a palavra de Cristo. Instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria, louvando a Deus com salmos e hinos e cânticos espirituais com gratidão em vosso coração. E tudo que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai. Ponto. E aí o apóstolo Paulo tava cansado, ele já tinha escrito mais de três, quase três capítulos. Ele levantou, ele foi tomar uma xícara de café ou de chá ou o que seja. Ele voltou, esqueceu o assunto que ele tava lidando e aí ele começa a escrever: "Esposas, sede submissas ao próprio marido como convém ao Senhor. Ah, vou falar dos maridos também. Maridos, amai vossa esposa e não a trateis com amargura". E aí ele viu uma criança correndo lá fora, fala: "Filhos, não é? Depois pais, servos e etc." Não é? Qual que é o meu ponto com isso? O apóstolo Paulo está escrevendo numa sequência de argumento. Ele não está mudando o assunto. Há nuances ao longo da carta, mas o que acontece aqui no versículo 18 está ligado ao 17 e ao 16. De que se habite ricamente em vós a palavra de Cristo, instruí-vos e aconselhar-vos mutuamente, está ligado com aquilo que agora ele apresenta a partir do versículo 18. Ou seja, aquilo que nós apresentamos no contexto de aconselhamento. E se você está envolvido com esse ministério, você sabe que são esses os temas. São esposas apresentando uma problemática referente ao seu marido. É o marido apresentando um problema referente a sua esposa. São pais e filhos, são servos e senhores. E o apóstolo Paulo descreve todas as relações interpessoais e as suas devidas obrigações ligadas à responsabilidade que nós temos de que a palavra de Cristo habite ricamente em nós, instruindo e aconselhar-vos mutuamente. Então, como é que nós enxergamos aconselhos uns aos outros? Os problemas conjugais vão continuar acontecendo, as tensões, pais e filhos vão continuar acontecendo, os problemas no ambiente de trabalho vão continuar acontecendo, mas eles acontecem dentro de uma moldura. Qual é essa moldura? de que a palavra de Cristo habita ricamente no nosso coração e por resultado disso, nós vamos nos instruir, nos aconselhar. E essa instrução e esse aconselhamento é justamente como nós anunciamos Cristo na mente de Cristo, para que Cristo seja visto em nós, a fim de apresentarmos todos nós perfeitos em Cristo Jesus. Então, não se trata apenas de um problema conjugal. Então, não se trata apenas de um problema de tensão pai e filho. Então, não se trata de um problema de ambiente de trabalho, de funcionário, patrão. Não se trata simplesmente de um problema como é que nós lidamos com os de fora. Todas essas são oportunidades para que Cristo seja conhecido e anunciado de que o aconselhar uns aos outros é um exercício desse anúncio de Cristo em que nós estamos discipulando alguém a guardar tudo aquilo que Jesus ensinou. E esse processo de obediência é transformador e me faz parecido com o mestre. E uma vez que eu cresço a semelhança de Cristo, que é a expressão exata da glória de Deus, quem é glorificado? Deus é glorificado. Agora eu começo a entender de que fazer todas as coisas pra glória de Deus não é viver levitando, cantando, canto gregoriano, mas fazer todas as coisas pra glória de Deus. é fazer todas as coisas de tal maneira que expressem o caráter, que expressa a glória de Deus, Cristo, que eu anuncio. Onde? Nos conflitos conjugais, onde? nas tensões pai e filho. Onde nas tensões de relacionamento interpessoal, senhor e servo. O apóstolo Paulo apresenta para nós o aconselhar uns aos outros, não como uma vertente de terapia e autoajuda. Ele coloca isso como ministério da palavra, palavra que molda o meio. Porque o meio que Deus escolheu para que a mensagem seja proclamada é a igreja do Senhor Jesus Cristo. Mas o que tem acontecido ultimamente? Nós estamos colocando em descrédito a palavra de Deus. Nós estamos entupindo os relacionamentos que fazem correr a palavra de Deus. A instrução mútua, o aconselhai-vos uns aos outros não acontece. Ou se acontecem, não é com a toda sabedoria que é Cristo, é sabedoria humana. E se é sabedoria humana, não irá apresentar o aconselhado perfeito em Cristo. Vai apresentar o aconselhado mais parecido com a sabedoria humana. mais cara do mundo. Meus irmãos, o chamado é para anunciar Cristo Jesus. E nós fazemos isso ensinando a todo homem, advertindo a todo homem. Todo o homem. Não há exceção. Todos nós precisamos ouvir de Cristo. Ouvir de Cristo de acordo com a palavra de Cristo para que cresçamos a semelhança de Cristo. Mas hoje a gente se parece com muita coisa, menos Cristo. E eu me arrisco a dizer que é que a palavra que nós estamos compartilhando não é mais a de Cristo, mas é sabedoria criada fora da palavra de Cristo. E aí nós colocamos um verniz da palavra de Deus. E a palavra de Deus, ela é usada, mas a realidade que é construída não é a da palavra de Deus. A pessoa não sai convicta de que ela está em pecado. A pessoa não sai convicta de que ela vive num mundo caído. A pessoa não sai convicta de que existe um criador santo, um Deus redentor. Muitas vezes ela sai convicta de que suas necessidades não foram supridas, de que ela é vítima do seu passado, de que ela é produto de traumas e de toda uma leitura que não é construída a partir da palavra de Deus. Cristo não foi anunciado, mas a sabedoria do homem foi. O resultado não são pessoas mais parecidas com Cristo. Deus não é glorificado. Aconselháv uns aos outros não aconteceu de acordo com a escritura. Mas nós compartilhamos opiniões de sabedoria humana, não da sabedoria de Cristo. Não é exclusividade da nossa época. O apóstolo Paulo lidou com isso em Colossenses capítulo 2. Cuidado, que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e v sutilezas, conforme a tradição dos homens, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo. O alerta que o apóstolo Paulo faz é ciente de que haviam pessoas querendo controlar as ideias de acordo com o mundo. E o contraste que ele faz aqui com essas filosofias, toda e qualquer proposta de nos dar significado da vida na compreensão de vivermos nesse palco do mundo criado com um propósito. Essas filosofias que propõem uma substituição da palavra de Deus encontra o seu oposto na pessoa de Cristo. O apóstolo Paulo não está aqui combatendo ciência empírica. O que ele combate aqui são filosofias de vida. São maneiras de enxergarmos o nosso entorno numa descrição dos fenômenos que nos cercam, a metafísica. E ele contrapõe isso com a pessoa de Cristo. Porque toda e qualquer observação de fenômenos sobrenaturais, sem a informação da palavra de Deus vai ser no máximo observações parcialmente corretas de uma realidade muito mais complexa. Porque a nossa realidade, ela é composta do natural e do sobrenatural. Existe espírito, existe principados e potestades, existe pecado, existe uma realidade não visível, mas que compõe o nosso todo. E é só a palavra de Deus que nos dá isso. Então, o contraponto do apóstolo Paulo a essas filosofias, a essas sutilezas, a essa tradição dos homens, é que nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. Também nele estais aperfeiçoados. Ele é o cabeça de todo principado e potestade. Não é obra humana. Então, aconselhai-vos uns aos outros. é parte do ministério do evangelho e não se trata de resultado das obras das nossas mãos. Olha como naturalmente o apóstolo Paulo desenvolve isso no versículo 11. Nele também fostes circuncidados, não por intermédio de mãos, mas no despojamento do corpo da carne, que é a circuncisão de Cristo, tendo sido sepultados juntamente com ele no batismo e no qual igualmente foses ressuscitados mediante a fé no poder de Deus que o ressuscitou dentre os mortos. Ou seja, nós somos resultados não da força da nossa vontade, nós somos resultados da graça do Senhor. Da graça do Senhor. Nos conselhamos uns aos outros com base nessa convicção. Eu sou resultado da graça de Deus. Essa graça que operou em nós a resolução do maior problema. Agora a pouco nós estávamos conversando um pouco e uma das críticas que eu escuto com frequência ao movimento do aconselhamento bíblico é que esses esse povo só fala de pecado, pecado, pecado. Eu entendo onde vem a crítica. Por muito tempo não se falava sobre sofrimento, que a palavra de Deus fala e explica e ministra sobre sofrimento. Mas eu preciso também fazer uma contrareação. O pecado distorceu de forma profunda a experiência humana. Se não temos a mensagem do pecado, não enxergaremos a mensagem da graça de Cristo Jesus, que nos liberta do pecado. E a vós outros que estaveis mortos pelas vossas transgressões e pela incircuncisão da vossa carne, vos deu vida juntamente com ele, perdoando todos os nossos delitos, tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente encravando na cruz e ele triunfou sobre principados e potestades, despojando os principados e potestades, publicando os esposos ao desprezo, triunfando deles na cruz. Por causa disso, meus irmãos, porque a tarefa é anunciar Cristo e anunciamos a Cristo ensinando e advertindo, aconselhando na mente de Cristo, na expectativa de que as pessoas sejam transformadas à imagem de Cristo, na certeza de que o pecado foi resolvido na cruz do Calvário, nós não vamos nos curvar diante de crendices. Ninguém, põe-vos julgue por causa de comida ou bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados, porque tudo isso tem sido sombra das coisas que haviam de vir. Porém, o corpo de Cristo. Não adianta orar sobre um copo d'água em cima da televisão, pôr a mão sobre um caroço. Crendices, crendices que minimizam o poder da transformação do evangelho. E era assim no primeiro século e segue assim até os dias de hoje. essa clareza que nós precisamos ganhar, abraçando o verdadeiro sobrenatural que é resolvido na cruz do Calvário, que pagou o escrito de dívida. Então, ninguém se faça árbitro contra vós outros, pretestando humildade, culto dos anjos, baseando-se em visões, infatuado, sem motivo algum na sua mente carnal, e não retendo a cabeça da qual todo o corpo suprido e bem vinculado por juntas e ligamentos, cresce o crescimento que procede de Deus. crices que não se submetem a Cristo Jesus, que não tem a ver com Cristo Jesus, que nos desligam de Cristo Jesus. E não só isso, talvez o que seja mais comum no nosso meio é justamente a lista dos podes e não podes. O moralismo, aconselhar-vos uns aos outros. Está com ansiedade, tira e queda. Mateusinho 6, Filipenses 4, você vai est outro. Lê duas vezes por dia, você vai melhorar. Não, mas não há dúvida que você tem que estar exposto à palavra de Deus. Mas olha o perigo. Se morrestes com Cristo para os rodimentos do mundo, porque como se vivês no mundo, vos sujeitais a ordenanças, não manuseis isto, não proves aquilo, não toques aquilo outro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens? Pois que todas essas coisas com uso se destróem. Tais coisas, com efeito têm aparência de sabedoria, como o culto de si mesmo e de falsa humildade e de rigor asético, todavia, não tem valor algum contra sensualidade. E nós limitamos a caminhada cristã a uma lista de coisas que podem ou não podem com verniz bíblico. Isso não tem valor algum contra a sensualidade, porque nós morremos com Cristo para sermos ressuscitados com ele. Isso nos deu uma busca nova. Isso nos deu um pensamento novo. E a busca nova é para as coisas do alto. O pensamento é para as coisas do alto. E é o que governa o apóstolo Paulo no que ele diz em Colossenses 3 de 1 a 4. Se você foi ressuscitado juntamente com Cristo, busque as coisas do alto. Pense nas coisas do alto. O resultado de alguém que vive para as coisas do céu é de fazer morrer a natureza terrena. Escuta o que diz a partir do versículo 5, no capítulo 3, a quantidade de problemas que nos são apresentados no aconselhá-los uns aos outros. Prostituição, impureza, paixão laciva, desejo maligno, avareza que a idolatria. Pois por essas coisas que vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós outros ah também noutro tempo quando viviais nela. Agora, porém, despojai-vos igualmente de tudo isso. Ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar. Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com seus efeitos, e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou, o qual não pode haver grego, nem judeu, circuncisão, nem circuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre, porém Cristo é tudo em todos. Então não é uma lista de coisas que não pode, mas uma vez que eu sou informado que a minha busca para as coisas do alto e que eu tenho que pensar as coisas do alto, existem coisas que eu preciso fazer morrer. Enquanto o mundo muitas vezes trata essas coisas jogando mais gasolina na fogueira ou ignorando a existência delas e colocando um nome de outras coisas, nós precisamos preservar esses rótulos bíblicos e entender são justamente essas coisas que nós temos que fazer morrer. Por quê? Porque há uma dívida que foi paga. Há um Cristo que foi ressurreto. Há uma identidade que me foi dada. Há um Cristo que vai ser anunciado por meio de uma igreja que cresce a semelhança de Jesus. E o poder do evangelho é visto pela mensagem proclamado e testemunhado no nas transformações que aqui ocorrem. E aí tem uma forma de nos revestir como eleitos de Deus, santos e amados, de eternos afetos, de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade, suportando-vos uns aos outros, perdoando mutuamente. Caso alguém tenha motivo de queixa contra outro, assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. Para e pensa no aspecto aqui, ó. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. Nós nos perdoamos e as pessoas vão ver como o Senhor nos perdoou. O testemunho do perdão mútuo é o testemunho do perdão que recebemos do céu. Acima de tudo isso, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição. Seja a paz de Cristo, o árbitro em vosso coração, a qual também foste chamados em um só corpo e sede agradecidos. Se a gente não leu toda a carta, a gente leu grande parte dela. Mas o que eu espero que você tire desse nosso primeiro tempo é o seguinte. Ao falarmos de aconselhar uns aos outros, não é uma reação da igreja a secularização do cuidado. Não é uma proposta cristã de terapia. Aconselhar uns aos outros é colocado num contexto, o contexto do anúncio de Cristo Jesus. E Cristo é anunciado por meio de discípulos transformados que vão ensinar as aos outros a guardar tudo aquilo que Jesus ensinou. E essas coisas florescem. nas nossas relações mais básicas, dentro de casa, fora de casa, nos relacionamentos de trabalho. Então, quando alguém lhe procura por ajuda e quando uma oportunidade de aconselhamento surge, você não é, você não aborda como um especialista em conflito conjugal, você não é supern gospel e samitiba, você é um discípulo de Jesus. preocupado apenas com que Cristo seja anunciado no seu discurso e através de uma vida que cresce progressivamente a semelhança de Cristo Jesus. Se assim entendemos, nós preparamos o terreno para falar de aconselhamento como discípulos compromissados com a grande comissão de que não tenha área que Jesus não diga: "É minha, eu sou senhor dela". E onde nós vamos colocar o mastro do evangelho, nós, igreja embaixada do céu, proclamando Cristo Jesus. até que ele venha na vida dos discípulos de Cristo, para que ele seja conhecido, para que ele seja visto por meio dos pequenos Cristos, os discípulos de Jesus, que carregam o nome dele por onde quer que eles venham. Nós vimos muita coisa, menos o esboço que eu mandei pro nosso amigo da projeção, mas eu gostaria que ele colocasse o último slide, tem o último aí que é a definição de aconselhamento. Tem o último, deve ter desistido já, né? Ele falou assim: "Esse cara nunca vai entrar num ponto." Eu fui me empolgando com outras coisas aqui, mas parece que tem um último slide aí que tem uma definição tanto quanto longa, mas eu quero explorar com você a algumas das suas particularidades e da onde eu fui tirando isso. Ela é longa e ruim de memorizar porque eu mesmo fiz, né? Se tivesse sido alguém de maior capacidade, você ia sair daqui. Nossa, aquela frasezinha me guardou, mas ela ela é longa, mas ela tem um propósito. Tem aí a última? Isso daí. Sensacional. Então, vamos lá. Uma definição aqui então de aconselhamento. O ministério particular da palavra de Deus. O que que eu quero dizer com particular no contraponto de público? O que eu tô fazendo aqui desde que começou essa hora é público particular um a um, ok? Atos 20:31, capítulo 20, versículo 31 e etc, né? Então é o ministério particular da palavra de Deus que anuncia Cristo Jesus. Então é disso, nós estamos anunciando Cristo. E como é que nós vamos anunciar Cristo? Isso não quer dizer que todo e qualquer aconselhamento é você repetir João 3:16. Óbvio que não, mas é anunciar Cristo Jesus na vida desse povo eleito. Alguém que foi eleito por Deus Pai, redimido por Deus Filho, selado pelo Espírito Santo, que por meio do poder do Espírito Santo, é o poder do Espírito que está atuando, ele cresce em maturidade cristã. Maturidade cristã é apresentar todo homem perfeito em Cristo. E essa maturidade, ela é evidenciada como? Por unidade de pensamento. Efésios capítulo 4. Nós vamos falar um pouquinho de Efésios 4 amanhã, não é? Essa unidade de pensamento, harmonia de relacionamentos, fruto do espírito, tem um pouco da linguagem aí de Gálatas 5, casamentos restaurados, esposa submissa, marido aprendendo a amar esposa, filhos obedientes, bom testemunho com os de fora, que é como ele termina essa lista lá em Colossenses, capítulo 4. Portai-vos com sabedoria para os que são de fora. Aproveitai as oportunidades, por exemplo, relacionamentos de trabalho. Aconselhar-vos uns aos outros, então, esse ministério particular da palavra que anuncia Cristo Jesus. E as evidências desse anúncio é que os problemas que nos foram apresentados, a dor do seu aconselhado, tem uma solução em Cristo. E ele entende que o seu problema é ainda maior e que a solução é ainda melhor. Não é a mudança do meu cônjuge, mas é que eu conheço agora mais de Cristo Jesus. E assim nós somos transformados e Cristo é glorificado por meio desse meio. Qual é o canal que Deus escolheu? Deus escolheu a igreja. Deus escolheu a gente crescendo em transformação para anunciar Cristo Jesus. Eu espero que de alguma forma isso faça sentido para você, para que amanhã a gente abra novo na palavra de Deus e veja essa dinâmica nos nossos relacionamentos. E como nós vamos enfatizar uns aos outros por meio desse ministério da palavra que nos equipa para nos encorajar a conhecermos mais de Jesus. Amém. Vamos orar e assim nós encerramos esse nosso tempo aqui e acredito que o pastor Cleiton vai dar outras instruções aqui do nosso tempo. Vamos orar. Senhor, nós te louvamos por Cristo. Peço ao Pai, que o teu Santo Espírito trabalhe em nós uma compreensão ainda mais profunda que ainda nos leve a aplicações simples, mas abrangentes, entendendo, ó Deus, o que o Senhor quer de nós, dando clareza do caráter de Cristo para que ele seja visto através de nós. E assim o Senhor será honrado e glorificado. E me apego, ó Deus, à promessa de que quando oramos a tua vontade, o Senhor nos atende e o Senhor tem um compromisso com a tua glória. E a tua glória é expressa no caráter de Cristo. Essa é a tua vontade. Então eu oro a Deus para que cada um cresça no caráter de Cristo apenas para honra e glória do teu nome. E porque essa é a tua vontade, nós já louvamos ao Senhor, porque o Senhor tem feito isso. Encoraja, ó Deus, a tua igreja, [roncando] no nome de Jesus que nós oramos. Amém. M.