Aconselhai-vos Uns aos Outros 2/3 – Sacha Mendes
11/08/2026
Aconselhai-vos Uns aos Outros 2/3 – Sacha Mendes
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Fonte: Escola Charles Spurgeon
Legendas automáticas:
Ah, é uma alegria, é um prazer estar com os irmãos hoje. Eu convido você a abrir a sua Bíblia em Efésios capítulo 4. Efésios capítulo 4. Ontem nós olhamos em Colossenses capítulo 1 e outras passagens selecionadas de Colossenses. A importância de enxergarmos o aconselhamento, o aconselhai-vos uns aos outros dentro da forma como o próprio Novo Testamento apresenta aconselhamento, não como uma alternativa à terapia secular, mas como parte integrante do ministério da palavra. E quando entendemos o aconselhamento como parte integrante do ministério da palavra, nós também abraçamos o seu contexto, seu ambiente, a igreja local. Nós abraçamos a sua mensagem, Cristo Jesus. Nós abaixamos, nós abraçamos o seu propósito de ver Cristo forjado em nós. Então, essa ah esses foram alguns dos conceitos que nós trabalhamos ontem. E hoje nós vamos enxergar o aconselhamento dentro do ministério da palavra mais amplo na dinâmica da igreja local. E Efésios capítulo 4 nos ajuda justamente a entender essa dinâmica e tirarmos então lições sobre aconselhai-vos uns aos outros no que se refere ao contexto à vida da igreja local. Então, algumas palavras rápidas acerca da carta de Paulo aos Efésios, assim como Colossenses, uma carta a inspirada por Deus, a em que homens, no caso Paulo, tanto Colossenses quanto Efésios, movido pelo Espírito Santo, deixaram para nós uma carta escrita numa ocasião histórica. E aqui em Efésios, nós não temos assim ah uma clareza tão grande sobre o que de fato o apóstolo Paulo está a refutando. Me parece que ao lermos Atos capítulos 18 e 19, nós vemos uma tendência daqueles que vinham de Éfeso, uma um conhecimento que ainda precisava ser aprofundado acerca da pessoa de Jesus. O que me ajuda a entender a quantidade de conhecimento cristológico, de doutrina em que o apóstolo Paulo apresenta na sua carta aos Efésios. E a carta também tem uma curiosidade, talvez você que já é familiarizado com ela, de perceber que os três primeiros capítulos da carta de Paulo aos Efésios, ela eles são carregados de doutrina. O apóstolo Paulo expõe conceitos teológicos profundos, não é? nos ajuda a entender quem nós somos em Cristo Jesus. E a partir do capítulo 4ro e ele vai trazer as implicações, os imperativos com base nessa doutrina indicativo, o que nós devemos fazer imperativo. E é aqui que nós nos encontramos na carta de Paulo aos Efésios, no capítulo 4, versículos 1 a 16. Então, deixe-me ilustrar o que eu acabei de mencionar pros irmãos aqui no capítulo 4, versículo 1, quando ele diz: "Rogo-vos, pois eu, o prisioneiro no Senhor." Esse pois aí é uma conjunção importante que justamente vai ligar as ideias que vem depois com tudo aquilo que veio antes. E o que que veio antes? No capítulo um, o apóstolo Paulo apresenta talvez aquela que é a sentença mais longa do Novo Testamento para mostrar para nós a atividade da Santíssima Trindade na nossa salvação. Nós fomos escolhidos por Deus Pai, nós fomos redimidos por Jesus Cristo, Deus Filho. Nós fomos selados pelo Espírito Santo. E aí, a partir do versículo 15 do capítulo 1, ele faz uma primeira oração na carta, uma oração pedindo para que os efésios conheçam a riqueza do seu chamamento. Que Deus ilumine os seus olhos para que eles conheçam o poder do Senhor, o poder da ressurreição, que eles conheçam a riqueza do seu chamamento. Curtando pouco, logo no capítulo 2, versículos 1 a 11, desculpa, 1 a 10. Ele discorre sobre a nossa identidade individual, quem nós éramos antes de Cristo, o que Cristo fez em nós, essa nova identidade que nós recebemos individualmente em Jesus, escolhidos por Deus Pai, redimidos por Jesus, selados pelo Espírito quem nós éramos antes e agora quem nós somos. É pela graça que nós somos salvos. E então, a partir do versículo 11 até o versículo 22, a nossa nova identidade comunitária, nós somos um novo homem, a igreja do Senhor Jesus. No capítulo 3, ele fala sobre o fato da igreja ser essa manifestação da multiforme sabedoria de Deus. E ele termina essa sessão do capítulo 3 com mais uma oração e agora ligeiramente diferente que os efésios conheçam do amor de Deus. E assim ele encerra essa primeira parte doutrinária e com base nesses e tantos outros conceitos, o pedido de que os efésios andem de modo digno da vocação a que fostes chamados. A vida prática que começa a ser descrita, descrita a partir de agora, ela precisa ser coerente com o autochamado que a igreja recebeu. Meus irmãos, nós professamos uma fé, nós professamos salvação em Cristo Jesus. E a nossa confissão de fé também nos aponta um caminho de discipulado. E aqui ecoando um pouco do que nós vimos ontem, eu quero relembrar a você de que a prática do aconselhamento mútuo, a prática do aconselhai-vos uns aos outros, ela é resultado da nossa identidade. Nós somos um novo homem, somos membros do corpo uns dos outros. E o apóstolo Paulo vai fundamentar muit das práticas que nós temos da moral e ética cristã com base nessa identidade. Deixa eu dar um exemplo para você um pouco surpreendente. Ele é óbvio, ele é simples, mas tem uma razão que raramente nós falamos sobre ela, sobre o por nós não mentimos uns para os outros. Efésios capítulo 4 versículo 25 diz assim: "Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo." Olha a razão que o apóstolo Paulo coloca, porque somos membros uns dos outros, com base naquilo que Efésios capítulo 2, versículos 11 a 22 desenvolve. A riqueza teológica que se desenvolve ali de sermos um novo homem, de sermos membros do mesmo corpo. Por isso, por causa disso, a postura coerente é que a gente não minta. Você já imaginou se num corpo o braço resolvesse mentir pra perna? Ah, se a boca mentisse paraos seus ouvidos? E as disfunções que isso viria? Olha, eu vou naquela direção e a perna e resolve obedecer. Mas não, eu tava brincando. E por vezes a nossa vida em comunidade é essa bagunça, porque desprezamos mandamentos simples que tem a ver com a nossa ética e fundamentado numa teologia profunda. Nós somos membros uns dos outros. Não devemos mentir uns para os outros. Então, esse chamado que começa a surgir a partir do capítulo 4, no versículo 1, em que o apóstolo Paulo nos chama a andar de modo digno da vocação a que fostes chamados. E aqui, desculpa, e aqui está um homem educado numa cultura hebraica, escrevendo em grego, com compreensões teológicas construídas a partir do Antigo Testamento e reeducadas a partir da compreensão de Jesus Cristo no cumprimento de tantas promessas. E por que que eu digo isso? Porque quando o apóstolo Paulo usa esse termo andar, ele não está fazendo referência a pé direito, pé esquerdo, pé direito, pé esquerdo. O apóstolo Paulo faz referência a um estilo de vida, talvez um conceito muito similar ao andar no Antigo Testamento. Um verbo que foi traduzido de diversas maneiras para expressar um conceito que o apóstolo Paulo aplica aqui. Por exemplo, o andar é usado no Antigo Testamento para descrever como os rios fluem, como eles corriam. Os rios do jardim do Éden andavam. Só que no português não faz sentido falarmos assim de rios. Então eles fluem, eles correm. O andar também era usado para descrever o rastejar de uma serpente. Mesmo verbo. O andar também era usado para descrever como a arca flutuava sobre as águas do dilúvio ou sobre como a trombeta clangava, ressoava em Êxodo capítulo 19, Êxodo capítulo 20. Então nós vemos como esse único verbo era usado para descrever uma ação como uma essência toma a sua forma. Se se trata de um rio, ela flui. Se é uma serpente, ela rasteja. Se é uma arca, ela navega. Se é uma trombeta, ela clanga. E se é um crente, ele crenteia. O andar aqui em Efésios 4:1 faz referência de como uma essência vai tomar a sua forma. A partir de agora, o que o apóstolo Paulo descreve é como a nossa essência, resultado da obra de Deus Pai, Filho e Espírito Santo, essa nova identidade conquistada pela obra de Jesus Cristo se expressa de uma forma coerente. Então, como é que crente crenteia? E o primeiro aspecto que ele explora para nós não é algo que nós fazemos, mas alguém que nos tornamos. Versículo 2. Com toda humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor. Então, andar de modo digno do nosso chamado antes de ser coisas que nós iremos fazer, são aspectos que nós devemos desenvolver. É alguém que precisamos ser. E quem nós somos chamados para ser? humildes, mansos, pacientes ou longânimos e suportando-vos uns aos outros em amor. E o apóstolo Paulo aqui, debaixo da ação do Espírito Santo, pensa características particulares aqui, humildade e mansidão. Diante de tantas coisas que ele poderia dizer, ele pensa humildade e mansidão. O que faz muito sentido quando a gente lembra de Mateus capítulo 11, em que Jesus diz: "Vinde a mim os que estão cansados e oprimidos. Aprendei de mim que sou manso e humilde. Jesus é muita coisa, mas ele se descreve como alguém manso e humilde. E aqui está a essência dessa imitação de Cristo, de que vivermos de modo digno do chamado que Deus nos deu, é, em essência desenvolvemos o caráter de Cristo, manso e humilde, em humildade e mansidão. humildade, essa disposição de mente em que eu não penso centrado em mim mesmo, mas a minha vida ela caminha centrada no Senhor e no serviço ao próximo. A caminhada cristã é justamente essa vida que busca sempre colocar o interesse do outro, de colocar o Senhor no centro e não mais viver para mim. Esse é alguém humilde. Humilde não é alguém de fala mansa, simplesmente dócil ou de fala baixa. Não é referente simplesmente à maneira como se veste ou quanto ele tem no saldo bancário. O humilde é alguém cuja disposição de mente é para servir o próximo. Esse é o humilde. Jesus foi humilde porque ele veio para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. Ele foi humilde, manso, porque ele tinha poder sob controle, a capacidade de não reivindicar os seus direitos. Ele tinha direito de reivindicar tudo, mas ele abriu mão disso porque ele amou o mundo, porque ele nos amou. Humildade e mansidão. Somado a isso, a longanimidade, essa paciência e a disposição de suportar uns aos outros em amor. Amor é que precisa ser também entendido à luz do Novo Testamento, a luz da palavra de Deus, à luz de toda a Bíblia. Não se trata desse sentimento agradável, não se trata de pintar as coisas de cor de rosa, não se trata de coisas fofinhas. Esse amor aqui é uma disposição de sacrifício e sacrifício custoso. E a maior manifestação de amor que a história da humanidade já conheceu foi sangrenta, foi dolorida, foi brutal, foi a cruz. É essa disposição que o apóstolo Paulo nos chama para vivermos de modo de coerente do nosso chamado, na imitação de Cristo em seu caráter, em paciência, em amor, num esforço diligente, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do espírito no vínculo da paz. Esse chamado coerente, coerente com a obra de Cristo em nosso favor, é visto num esforço para preservar a unidade do espírito no vínculo da paz. Note, o esforço diligente não é para criar a unidade. Nós não temos poder nem capacidade para criar a unidade, a unidade da igreja. A unidade da igreja é criada no sacrifício de Jesus na cruz. Efésios capítulo 2, a partir do versículo 13 diz assim: "Mas agora em Cristo Jesus, vós que antes estáveis longe, fostes aproximados pelo sangue de Cristo, porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um e tendo derribado a parede da separação que estava no meio à inimizade, aboliu na sua carne a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse em si mesmo um novo homem, fazendo a paz e reconciliasse ambos em um só corpo por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. Então, a barreira que antes existia entre judeus e gentius foi derribada pelo sacrifício de Cristo na cruz e criou essa unidade. A unidade é criada então por meio do sacrifício de Jesus. E o nosso papel, obedecendo o chamado, vivendo de modo coerente com o chamado que Deus nos deu, é de preservarmos essa unidade. A unidade da igreja precisa ser preservada. E ela não é preservada de forma trivial, ela não é preservada de forma casual, ela é preservada com esforço diligente, porque muitas coisas tensionam a unidade da igreja. a nossa indisposição de amar o próximo, a tendência que temos de procurar os nossos interesses, então, suportando-vos uns aos outros em amor. O fato de que nós temos que encarar os hábitos e pecados recorrentes dos nossos irmãos, então é com longanimidade e paciência. O fato de que irmãos pecam contra nós, violam nossos direitos, somos chamados a fazê-lo com mansidão. O fato de que constantemente na no esforço diligente de preservar a unidade da igreja da paz, nós vamos precisar de pensar no próximo, antes de nós mesmos, com humildade. Então, se você está presente numa igreja há mais de 24 horas, você já entendeu que o esforço para preservar a unidade requer virtudes cristãs desenvolvidas com esforço diligente e a compreensão de que não é a unidade pela unidade, não é manter a unidade porque nós gostamos de ficar juntos, ninguém solta a mão de ninguém. Não é unidade pela unidade como se ela fosse um fim em si mesma, mas é uma unidade construída ao redor de uma verdade. E é onde o apóstolo Paulo agora desenvolve a partir do versículo 4: "Há somente um corpo e um espírito, como também foste chamados numa só esperança da vossa vocação. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos. age por meio de todos e está em todos. A unidade, então, ela é construída por causa de Cristo Jesus, preservada ao redor das verdades do evangelho. E ela é preservada com esforço diligente que requer de nós as virtudes cristã, requer de nós parecer com o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. E por que a unidade é tão importante? Não só porque ela é resultado direto da obra de Jesus em nosso favor, mas porque a unidade é a comunicação de uma mensagem. Obrigado. Eu abri, mas eu não sei fechar o copo. Vou deixar ele aberto. É só tensiona muito minha unha. Eu estou com medo de quebrar a unha. Não que ela esteja grande. Então, nos versículos 1 a 6, o que o apóstolo Paulo nos chama antes de tudo é um esforço diligente para preservar essa unidade da paz. E a unidade da igreja comunica uma mensagem. E por que ela é importante? Mantém aqui rapidinho e vamos lá para João, capítulo 17. Se você se recorda do João capítulo 17, trata-se da oração sacerdotal de Jesus, em que ele ora pelos discípulos e ora por nós. Olha o que ele diz a partir do versículo 17 de João 17. João 17:17 em diante. Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo. E a favor deles eu me santifico a mim mesmo, para que eles também sejam santificados na verdade. Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim por intermédio da sua palavra. Isso aí é Jesus orando por nós, a fim de que todos sejam um. E como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós. E assim termina o versículo 21. Para que o mundo creia que tu me enviaste, eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado para que sejam um como nós o somos. Eu neles e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade. Olha o propósito de novo. Para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste como também amaste a mim. Então, quando Jesus ora em específico pelos discípulos, por aqueles que haveriam de crer, para que eles fossem santificados na palavra, para que eles participassem de uma comunhão em unidade, porque essa unidade haveria de dar um testemunho. Que testemunho? De que o pai enviou o filho. Lembra que nós falamos ontem de que o meio determina a mensagem? O meio é parte aí importante da comunicação da mensagem. O meio da comunicação da mensagem evangelho é a igreja. E a igreja precisa estar esforçando-se diligentemente para preservar a unidade da paz. Porque essa unidade comunica uma mensagem. Qual a mensagem? O pai enviou o filho. Então, do púlpito sai a mensagem: "O pai enviou o filho." E a igreja, esforçando-se diligentemente para preservar a unidade da paz, corrobora, chancela essa mensagem, persuade aqueles que não conhecem o Senhor. Eles podem discordar de um discurso, mas eles não conseguem negar uma realidade que eles experimentam. Qual realidade? que num contexto como esse, pessoas que torcem por times diferentes, pessoas que votam diferente, pessoas que têm escolaridade diferente, pessoas que pertencem a gerações diferentes, se esforçam com humildade, mansidão, paciência, suportando uns aos outros em amor para preservar a unidade, porque nós só temos uma coisa em comum, Cristo, e mais nada. E isso é suficiente para que o mundo entre por essas portas, escutem uma mensagem e saiam daqui com uma enorme pulga atrás da orelha. Eu discordo daquilo que aqui o pastor pregou. Eu discordo da Bíblia e tenho perguntas, mas eu não consigo negar uma realidade que eu experimentei. E qual é essa realidade? As pessoas estão unidas. Elas têm tudo para estarem separadas, mas elas se unem. E elas se unem com um propósito, na compreensão de que elas são um corpo, de que elas compartilham de um espírito, de que existe um só senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e pai de todos, o qual estáais e sobre todos, age por meio de todos e está em todos. Esse é o desafio que tem pela frente. E se essa unidade não é construída como um fim em si mesma, mas é ao redor de um corpo de doutrinas, o próprio Senhor desenhou, criou um projeto perfeito na igreja e na sua expressão local, a igreja local, que garante de que o que é central e onde gravita todo o esforço, o esforço diligente para preservar a unidade da paz, isso aconteça. E olha o que ele descreve a partir do versículo 7 até o versículo 11. E a graça foi concedida a cada um de nós segundo a proporção do dom de Cristo. Por isso diz, quando ele subiu às alturas, levou o cativo, cativeiro, e concedeu dons aos homens. Ora, que quer dizer? Subiu, senão que também havia descido até as regiões inferiores da terra. Aquele que desceu é também o mesmo, que subiu acima de todos os céus para encher todas as coisas. E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres. Então, o que acontece aqui? A graça de Deus se manifestou de forma suficiente abundante no nosso meio. E a forma como essa graça se manifestou de maneira abundante e suficiente é vista na forma quando Cristo Jesus ressurreto que venceu a batalha contra o pecado, venceu a morte, esse Senhor vitorioso pega agora o espolho da sua vitória, pessoas e distribui essas pessoas diante dos seus servos. A citação aqui é o Salmo 68, que tem justamente esse contexto, essa temática. Um Senhor vitorioso, distribuindo espólio de guerra, recebendo pessoas. Uma temática que já nos é comum no Antigo Testamento, quando Deus separa homens, purifica esses homens e redistribui esses homens por meio da congregação. Esses dons, então, não são habilidades sobrenaturais, mas tem a ver com presentes dádivas referentes a certas pessoas. E que pessoas são essas que Deus distribuiu no meio da igreja, que Deus presenteou o meio da igreja para que elas proclamem uma mensagem. E essa mensagem há de encher todas as coisas, porque essa mensagem é o nome Cristo Jesus. São quatro grupos. Versículo 11, apóstolos, profetas, evangelistas, pastores, mestres. Apóstolos e profetas já não já não é a primeira vez que eles aparecem aqui em Efésios. É a terceira vez. No capítulo 2, versículo 19 em diante, diz assim: "Assim já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos e sois da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo Cristo Jesus a pedra angular, no qual todo edifício bem ajustado cresce para santuário dedicado ao Senhor, no qual também vós juntamente estais sendo edificados para a habitação de Deus no espírito." Então, apóstolos e profetas são apresentados aqui como fundamento da igreja. Cristo Jesus, a pedra angular, apóstolos e profetas, o fundamento. Que quer dizer apóstolos e profetas como fundamento da igreja? Capítulo 3, versículo 4 em diante. Pelo qual, quando ledes podeis compreender o meu discernimento do mistério de Cristo, o qual em outras gerações não foi dado a conhecer aos filhos dos homens, como agora foi revelado aos seus santos apóstolos e profetas no espírito. Então, nós já vimos ontem que o apóstolo Paulo tinha um ministério singular como apóstolo de trazer revelação, fonte primária, revelando para nós Cristo. E aqui o apóstolo Paulo ecou essa mesma realidade, abrangendo os demais apóstolos e profetas que tinham um papel, revelar um mistério. Que mistério? Cristo. Apóstolos e profetas são o fundamento da igreja, porque eles têm o papel de revelar a pedra angular, que é Cristo Jesus. Então eles têm essa atividade, essa atividade intensa no livro de Atos, no primeiro século, e eles estão eles estão revelando Cristo. E a mensagem apostólica no livro de Atos é justamente Cristo, Cristo ressurreto. A igreja entende isso e a igreja persevera na doutrina dos apóstolos, porque a doutrina dos apóstolos revela Cristo. Cristo Jesus, a pedra angular. Sensacional. O último apóstolo morre na ilha de Pátimos, década de 90, mais ou menos do primeiro século, João. Só que esses apóstolos foram movidos pelo Espírito Santo para deixar para nós a palavra inspirada, a doutrina dos apóstolos. E agora tem um segundo grupo mencionado pela primeira vez, evangelistas e pastores mestres. E o que que evangelistas e pastores mestres têm em comum com apóstolos e profetas? Os quatro aqui gostam de falar. Eles têm uma atividade que envolve um discurso, a proclamação de uma mensagem. O que eles têm de diferente é que apóstolos e profetas detém uma revelação primária trazendo para nós informações da pedra angular Jesus Cristo. Evangelistas e pastores mestres não detém essa revelação primária. Pastores, mestres, evangelistas que se prezem não estão inventando moda. Eles estão perseverando na doutrina dos apóstolos. E conforme eles perseveram na doutrina dos apóstolos, eles mantém essa mensagem. a mensagem central da igreja, a qual todos os nossos esforços gravitacionam, os esforços que devem ser feitos com humildade, mansidão, paciência, suportando-vos uns aos outros em amor. E é ao redor dessa mensagem que a igreja é edificada para a habitação do espírito, de acordo com Efésios 2:19 a 22. Então, conforme nós estamos crescendo nas virtudes cristãs, conforme nós estamos olhando paraa mensagem proclamada por meio de pastores, mestres e evangelistas, nós estamos edificando a igreja porque o Senhor há de usar a sua palavra, a sua palavra que desde Gênesis 1 tem uma capacidade criativa. Disse Deus: "Haja luz e houve luz". E Deus presenteou a igreja com apóstolos e profetas, evangelistas e pastores mestres, cuja função é proclamar a palavra de Deus. E a proclamação da palavra vai ter um efeito sobre a igreja. Quando a palavra ela é pregada e exposta publicamente, ela faz aquilo que o versículo 12 descreve para nós, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo. Evangelistas e pastores mestres não são sustentados para fazer o trabalho do ministério. Evangelistas e pastores mestres são sustentados em algumas ocasiões para dedicarem o seu tempo no ministério da palavra que equipa os santos pro ministério. É muito diferente isso, porque nós somos membros cooperando num esforço diligente, crescendo no caráter de Cristo. Esse crescimento é resultado do ministério da palavra que habita ricamente em nós para fazermos o trabalho da edificação do corpo de Cristo. Até quando? Versículo 13. Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do filho de Deus, a perfeita varonilidade, a medida da estatura da plenitude de Cristo. Essa dinâmica da proclamação da palavra recebida com fé, equipando os santos da igreja, que equipados com a palavra vão instruir e aconselhar mutuamente, crescendo no caráter de Cristo, mansidão, humildade, longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor e habitando ricamente em vós a palavra de Cristo. Agora, Efésios 3 e Colossenses 3:16, que nós vimos ontem, não é? e instruindo, instruindo, admoestando uns aos outros em toda sabedoria, mente de Cristo. Isso vai fazer com que a gente conheça Cristo. Você não vai conhecer Jesus. Você não vai conhecer a Cristo longe do corpo de Cristo. Porque o conhecimento de Jesus transcende uma jornada cognitiva intelectual. Não é menos do que isso. Ou seja, você não vai conhecer verdadeiramente Jesus sem as proposições verdadeiras da Escritura, mas conhecer Jesus é mais do que isso. Você precisa das proposições verdadeiras da Escritura. E essas proposições são verdadeiramente conhecidas no corpo de Cristo, porque vai ser no meio das nossas relações, nos nossos problemas e conflitos interpessoais, que esse conhecimento vai ser colocado à prova, vai ser colocado em exercício e onde nós vamos conhecer do amor de Cristo. Quando você tiver que amar um irmão, difícil de amar. E aí você vai lembrar que você vai amar porque Cristo lhe amou primeiro. Então você conhece mais do amor de Cristo, estendendo esse amor para quem não é digno do seu amor. Porque a virtude não é amar quem é amável. A virtude é amar porque você foi amado primeiro. Nós amamos que Deus nos amou primeiro. E dentro de uma igreja local, onde não existe cultura de cancelamento, onde você não escolhe quem você ama por meio das suas curtidas e compartilhadas, você ama porque Cristo trouxe para esse convívio, a igreja é dele. E agora você vai aprender a amar amadurecendo com paciência, humildade, mansidão. Isso é radicalmente diferente do que o mundo pratica em termos de relacionamentos. Nós não escolhemos pessoas. Deus pai escolhe pessoas. Nós não salvamos pessoas. Deus filho salva pessoas. Nós não garantimos pessoas. O Espírito Santo que cela pessoas. Nós apenas vivemos de modo digno, coerente do nosso chamado. E então Deus escolheu esses homens, evangelistas e pastores mestres, que por meio da proclamação pública da palavra equipa os santos pro trabalho do ministério. Paulo desenvolve esse conceito e nós vimos ontem em Colossenses 3:16, habite ricamente em voz a palavra de Cristo. Como é que você habita ricamente no seu coração a palavra de Cristo? A fé vem pelo ouvir. E então, por meio da pregação da palavra, os santos são equipados. Por meio do ensino da palavra, os santos são equipados. equipados para que eles reverberem a palavra de Cristo por meio do ensino múo. E o tema da nossa semana do aconselhamento mútuo. Então, o aconselhamento múo não é mais uma vez uma alternativa à terapia secular. O aconselhamento mútuo é uma prática coerente com a mensagem do evangelho que recebemos. é a prática de ser igreja vital para preservar a unidade da igreja. E a unidade da igreja é o testemunho pro mundo que o pai enviou filho. Bem diferente de simplesmente lidar com as nossas confusões emocionais. Isso vai fazer parte, mas é um subproduto de Cristo anunciado e crescemos nas virtudes cristãs. Humildade, mansidão, longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor. E é justamente isso que nos leva a essa unidade da fé, do pleno conhecimento do filho de Deus, a perfeita varonilidade. Vamos aprender a ser humano com humano por excelência, Cristo Jesus, o segundo Adão. E isso vai ter um efeito apologético. Isso tem um efeito apologético pra igreja. Olha o que ele descreve no versículo 14. Para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para o outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro. Você já deve ter ouvido por aí de que a melhor forma de nos protegermos contra o falso é conhecermos muito bem o verdadeiro. E parte da nossa imaturidade muitas vezes se revela diante dos nossos receios, dos medos, das ansiedades que temos diante de perguntas difíceis que o History Channel vai fazer sobre inspiração bíblica ou sobre o seu colega que lhe desafia sobre a guarda do sábado, ou o seu parente que questiona o fato de que na sua igreja não tem X, não tem Y. E aí nós nos nós nós nos vemos diante de tantas possibilidades de falso ensino e e paramos e esquecemos de que o crescimento no conhecimento de Cristo, nessa dinâmica do ministério da palavra é que nos mantém firmes, enraizados, edificados na pedra angular Cristo. Por quê? Porque ouvimos a palavra por meio de evangelistas e pastores mestres que revelam para nós a doutrina dos apóstolos, apóstolos e profetas que revelaram para nós a pedra angular Cristo. E nossa fé então se tá em se torna enraizada, edificada em Jesus. E lhe questionam que você come presunto, carne de porco. Porque você vai na igreja no domingo, não, sábado, questiona uma porção de coisa sobre a sua fé. estão reinventando o que Deus criou lá em Gênesis 1, homem e mulher. Deus os criou. E você começa a ficar meio bambo na sua fé como resultado. Não porque você não fez o curso de apologética 1, 2, 3 e 4, mas porque você não está inserido no contexto que Deus criou para que você conheça Jesus. Porque você não está engajado na dinâmica do ministério da palavra, que não é só ouvir discursos ortodoxos domingo após domingo, mas é ser equipado com a palavra de Deus e deixar com que ela reverbere através da sua vida na instrução mútua, no aconselhamento mútuo. E assim a palavra de Deus vai encontrando onde ela precisa ensinar, repreender, corrigir, educar na justiça e nos formando a imagem de Cristo. E assim a gente segue a verdade em amor. A gente cresce em tudo naquele que é a cabeça Cristo. um eco daquilo que nós vimos ontem, não segundo o mundo, os rudimentos do mundo, mas segundo Cristo. O que Cristo acha, o que Cristo pensa, o que a palavra de Deus nos instrui sobre tudo nessa vida. A palavra de Deus ilumina os nossos olhos, inclusive a ênfase que certas coisas devem ter ou não, de quem todo o corpo, bem ajustado e consolidado pelo auxílio de toda a junta, segundo a justa cooperação de cada parte, efetue o seu próprio aumento para a edificação. de si mesmo em amor. E no versículo 16, a gente dá um duplo clique. Cada parte, toda junta, efetua o seu próprio aumento para edificação de si mesmo em amor. E reconhecemos agora de que cada filho de Deus, escolhido por Deus Pai, redimido por Deus Filho, selado pelo Espírito, é membro do corpo de Cristo, expresso na igreja local. E na igreja local você há de conhecer Jesus. Você há de conhecer Jesus e ter a sua fé edificada ao ouvir a palavra pregada por meio de evangelistas e pastores mestres. E você recebe isso com fé. E quando você recebe isso com fé, você é equipado para o serviço, para o desempenho do ministério. Esse ministério que acontece para que a gente conheça Jesus. E conhecendo Jesus, nós somos edificados. Nós firmamos nosso passo, nós firmamos nosso pé e nos blindamos contra o falso ensino. Não porque nos tornamos conhecedores de todas as respostas a todas possíveis perguntas contra a nossa fé, mas ainda que tenhamos, eu não sei, eu preciso estudar mais. Nosso coração está sendo saturado do conhecimento de Jesus. Nossa fé está edificada, enraizada em Cristo. E não nos tornamos mais como meninos. abalados de um lado pro outro, nos tornamos sóbrios. No meio de tanta confusão, nos tornamos sóbrios. É interessante. Eu não me vejo alguém como com longa experiência ministerial, mas ao mesmo tempo eu acho que eu só consigo dizer que eu não comecei ontem. E com isso, apenas para ilustrar que eu já vi bastante modismo vindo e indo embora. Eu lembro o primeiro que eu me lembro, talvez você se lembra disso, a época do dente de ouro. Você lembra disso? Lembra do dente de ouro? E aí todo mundo dizendo, apareceu dente de ouro na igreja tal e etc. E o pessoal dizendo que era uma grande e eu fiquei: "Puxa vida, será?" E eu tinha uma certa expectativa de que um grande reavivamento iria acontecer por meio do dente de ouro. Às vezes olhava paraa minha boca, será que apareceu um dente de ouro? Aí o pessoal vinha e trazia justificativa de que não fizeram uma análise sobre esse dente, é muito mal feito, não pode ser de Deus, né? E aí dava-se uma série de justificativas porque o dente de ouro não era de Deus, né? E eu ficava de um lado pro outro tentando explicar aquilo, acompanhado com dente de ouro. Tinha os gravetos que brilhavam no monte, né, quando a gente subia para orar, né? E aí o pessoal ficava graveto e não sei o quê e e todo uma série de experiên eram sempre experiências. Elas vinham, nos elevavam, levantavam perguntas e aí os imaturos ficavam de um lado pro outro. E havia um grupo que eu olhava e observava com essas coisas que não se importavam com isso. Era um grupo de pessoas maduras que entendiam o que era central na fé. Pessoas que não mudavam seu discurso com modos, mas entendiam que do púlpito deveria apenas ter uma mensagem. que ao longo de 2000 anos tem edificado a igreja, a pedra angular Cristo Jesus. E em resposta a essa mensagem, as pessoas que ouvem com fé atuavam instruindo e aconselhando umas às outras, entendendo que no meio das nossas crises, no meio dos problemas que nós enfrentamos, o Deus consolador de todas as coisas está aumentando a nossa utilidade ministerial. recebemos a palavra quando angustiados somos consolados e com o consolo que nós recebemos nós ministramos. E essa foram as pessoas que tornaram possível para que as próximas gerações conhecessem de Cristo, efetuando a edificação da igreja de Jesus. Então, aconselhar-vos uns aos outros não tem a ver com a próxima moda eclesiológica, mas tem a ver com o padrão que acompanha o povo de Deus, que recebe a palavra com fé e entende que nós precisamos ser admoestados, encorajados, consolados para seguir nesse mundo confuso e olhando apenas para o autor e consumador da nossa fé, Jesus. Você é chamado para isso. Deixa-me ilustrar isso com um episódio da vida do próprio apóstolo Paulo lá em segunda Coríntios, capítulo 1. Segunda Coríntios, capítulo 1. A partir do versículo 3, diz assim: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda a consolação. É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus. Porque assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo. Mas se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação. Se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando voss com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos. Paulo nos ajuda aqui a entender muitas coisas. Nossas angústias, nossos sofrimentos, eles têm um propósito. O nosso consolo tem um propósito. E os sofrimentos que Deus administra na vida de cada um de nós é para criar a oportunidade para sermos consolados. E o consolo que nós recebemos não é apenas para o nosso alívio imediato e de curto prazo. O consolo que recebemos é o propósito de sermos consoladores daqueles que estão angustiados. E por meio dessa corrente de consolo, quando somos atribulados, consolados e como consolados, consolamos os atribulados, Deus bendito, pai de toda a consolação, é conhecido e a fé dos eleitos é confirmada. Olha como é que ele continua a partir do versículo 7. A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação. Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até própria vida. Contudo, já em nós mesmos tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sino Deus que ressuscita os mortos, o qual nos livrou e livrará de tão grande morte, em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos, ajudando-nos também vós com as vossas orações a nosso favor, para que por muitos sejam dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de muitos. O apóstolo Paulo simplesmente descreve com uma clareza e precisão de que as oportunidades que nós temos de sermos instrumentos no aconselhar uns aos outros para estender o consolo que recebemos, redundo em grande glória ao nome de Deus, porque os santos têm sua esperança confirmada na obra de Cristo, por meio da obra do Espírito Santo, porque nós abrimos a palavra de Deus e reverberamos aquilo que tem edificado a igreja desde sempre pra glória de Deus. Aconselhar uns aos outros, então, não é uma alternativa pra igreja. Ouso dizer que toda a igreja faz algumas de uma forma muito displicente e infiel e outros de uma forma bem intencional e fiel. A chamada é que a gente escute a palavra de Deus e continue de maneira intencional, ministrando a palavra uns aos outros e vendo seus efeitos de transformar pessoas que não se parecem com Cristo em pessoas que se parecem com Cristo, crescendo em mansidão, humildade, paciência e amor. E aí o uso dessas virtudes nos equipa com esforço diligente para preservar a unidade da igreja. E cada igreja que se esforça em preservar essa unidade criada por Jesus, há de comunicar pro mundo o seguinte: Deus enviou Jesus. Nós somos uma embaixada que representa essa mensagem. Como o mundo vai saber? Porque eles vêm Jesus nos que são transformados num aconselhamento mútuo. E eles vêm a unidade da igreja como o pai está unido ao filho. Que mensagem poderosa e persuasiva. As pessoas vão entrar, ouvir de Cristo, ver Cristo e se arrepender em direção a Cristo paraa glória de Deus. Amém. Vamos orar. Senhor, nosso Deus e Pai, nós chegamos diante do Senhor confessando, reconhecendo como nós nos esquecemos do chamado que o Senhor nos deu de vivermos de modo digno e coerente com a salvação. que a justificação que recebemos por meio de Cristo Jesus, por causa da tua graça, mediante a fé, seja a base de uma vida nova, crescendo em santificação. Santificação que vai ser vista no caráter de Cristo forjado em nós. santificação que vai ser progressiva, porque a tua palavra de nos santificar. É a tua palavra que nos santifica, é a verdade. E essa santificação vai ser também o meio que nós somos equipados pro serviço do ministério. Ministério do uns aos outros, que ensinamos, que aconselhamos uns aos outros. E assim a palavra de Deus vai preenchendo todos os espaços, corrigindo todas as rotas. E a igreja é edificada, ela é enraizada, ela é construída em cima da rocha Cristo. Assim não seremos mais levados de um lado pro outro com todo vento de doutrina, modismos e etc, porque o nosso foco será Cristo. E assim cada junta, cada parte, seguindo a verdade em amor, há de enxergar os problemas, as tribulações como oportunidades para que o consolo seja ministrado e assim Cristo exaltado para honra e glória, Deus do teu nome. Abençoe, Deus, a cada igreja aqui representada com uma compreensão renovada, com olhos atentos para as oportunidades de aconselharmos uns aos outros, no nome de Jesus que nós oramos. Amém. M.