AULIVE DE ANIVERSÁRIO: TEMAS SURPRESA, POLÊMICAS E CONTEÚDO TOTALMENTE EXCELENTE
28/08/2026
AULIVE DE ANIVERSÁRIO: TEMAS SURPRESA, POLÊMICAS E CONTEÚDO TOTALMENTE EXCELENTE
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] เ เฮ [música] >> [música] [música] >> Ah. >> [música] [música] >> Bom dia. Tudo bem com vocês? Bom dia. Bom dia. Bom dia. Comecemos. >> [música] >> ao live de aniversário. O som tá bom? O som tá bom. Deixa eu baixar aqui [música] o volume da nossa música de fundo. Bom dia. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Hum. Bom dia, bom dia, bom dia. Bom dia, querido. Fazer o watch que diz d Brunovski. Dhe a fazer o watch. Que é ser que fazer? Fazer o quê? Fazer o what? Buenos dias. Buenos dias. Buenos dias, querido. Fazer aprendamos a falar espanhol, hein? Importante isso aí. Por quê? Porque eles têm muito mais traduções de textos clássicos do que em português e pirateiam muito melhor. Então, fica aí a dica. Nosso querido Guilherme Magalhães. Buongiorno a tutti amici. Buongiorno. Buongiorno e a tutte a tutti. Comeate, come stai? State programma. Come stai? Ancora que viene que todo va benecoo. [risadas] Ai ai ai. O dia que diz querido fazer. Parabéns Bruno. Muito obrigado querido fazer. Foi aniversário esses dias dia 26 de agosto. E aí? E aí que no dia 26 de agosto não deu para fazer live. Mas hoje a empresa é legal e a empresa dá dia de folga, um dia de folga no mês, no mês de seu aniversário. Obrigado empresa. Estamos de folga hoje. E aí, a live começou mais tarde. A gente vai ter um tempinho mais sossegado hoje. Vai ter bastante papo, sem pressa, sem desespero. E vamos conversar. Bom dia. É meu, o som tá show. O som tá show. Show. Valeu, 1000. Som tá show. Som tá show. Diz querida fazer, minha leitura de espanhol é muito boa. Então aproveite, desfrute, desfrute de todos os PDFs possíveis. E tem muita coisa boa em espanhol, salva vidas. Espanhol salva vidas. salvaol la vida de la gente que se interesa por estudiar comprender mejor enecial por las ciencias sociales hay mucho encentrívi de PDF excelente. [risadas] Bom dia, querido Thaago como é que você tá que diz bom dia, pastor Bruno. Não sou pastor, mas sou o Bruno. Muito obrigado, Thago, pelo carinho. Tamo junto. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Escrito fazer watch. Tô correndo para comear a escrever. Imagino que você já começar e tá tudo certo, cara. É legal. É legal. Dá um talento, viu? E abre portas assim. Muito legal. O aprender, ter aprendido espanhol me ajudou muito, muito, muito, muito em muitos lugares. Então, é muito bom. O dia que diga, ó o pessoal aí trocando ideia, né? Pessoal gentil no chat. Diz querido Guilherme, perdi a data de inscrição do mestrado. Acontece porque tava estudando para concurso. Importante passar no concurso. Pior prova que já fiz. É, concurso é horrível. Tirada da profundeza de uma iafajuta. Aí é triste. Aí é triste. Descobri que teve menos inscrições que vagas. Deus te abençoe. Que o concurso funcione, que você passe. Sinais. Vejo sinais. Vejo uma nuvem do tamanho da mão de um homem. Ali no horizonte vai vir tempestade. Será que abre um novo edital? Não, não, não. Ah, talvez, né? Uma segunda rodada, sim, se for para preencher vagas sobreentes. Mas que nesse processo aí tem garantida vaga para você, pô. Que legal. Espero que dê certo. Estarei aqui na torcida. Mas dito isso, talvez abram para para editar aí sobre essa lentes. Então, sim, é possível. Quando, inclusive assim, quando as vagas são preenchidas, né? Aliás, menos inscrições no mestrado, no caso. Ah, é, provavelmente, porque precisa preencher turma, provavelmente vão abrir, tá? Quando eu fiz o doutorado no processo seletivo, tinha muita gente para pouca vaga, mas o processo foi muito rigoroso e final, no final, no final ainda teve que foram preenchidas menos vagas do que as ofertadas. porque eles foram muito rigorosos mesmo. Então eles fizeram uma segunda rodada de chamamento para edital para preencher as vagas que não tinham sido preenchidas, não por falta de interessados, mas porque eles realmente botaram muita gente para fora. O processo, acho que o processo mais difícil que eu passei, cara. Eh, teve um processo seletivo no ano passado que eu não passei, né? Mas aí não foi por dificuldade do processo seletivo, foi por incompetência minha mesmo. Agora, no caso, texto do doutorado, foi porque o processo tava muito difícil e eu ter passado me deixou completamente feliz. Que do Guilherme pro concurso tem nem perigo de eu passar. Ah, fica tranquilo, fica tranquilo que vai que o perigo vem aí. Na verdade, é bom não ter perigo, né? Se você for pensar, é bom não ter perigo. É bom tá tranquilo, sem nenhum perigo, você vai lá e passa. É bem melhor, bem mais agradável, bem mais justo, bem mais interessante. Algo se pensar. É o famoso perigo de gol. Risco de gol. Risco de gol é bom. Perigo de boa é bom. Deixa eu abrir uns trem aqui que eu quero futucar hoje com vocês. Ah, diz que do Guilherme, tem um professor marxista que é, perdão, amigo meu há uns anos. Bom, é amigo meu, amigo teu temporariamente. Porque se ele é marxista, você é marxista, em algum momento a gente vai brigar. em algum momento. Pode ser que tenha briga e continue a amizade, mas vai haver distensão. Tem o professor marxista que é amigo meu há uns anos. Ele veio do Rio ser professor na UFC. Vou tentar com ele, vai dar certo. Amém. Confiamos. Mas enfim, parabéns, Brunão. Muito obrigado, Guilherme. Parabéns. Parabéns, Bruno. Imagina, cara. Queria muito receber um audiozinho do Daniel Fulan fazendo parabéns. Pronto, eu já ia ficar feliz. [risadas] Bom dia aqui do Igor Juan, como é que você tá? Espero desejo que bem. E se você tá chegando aí na nossa a livezinha especial de aniversário, não esqueça de curtir esse vídeo, comentar para qu já espalhar a palavra por aí. Mesmo que você não fique por aqui, nem goste do conteúdo, é só para dar uma força pra gente, porque vai que você gosta do tipo de discussão que a gente faz aqui, o tipo de tratamento e debate, então vale a pena. Se você também tá passando por aqui, considere ser membro, membro a membro e membresia aqui do nosso canalzinho. Porque se você é membro, membro a membro e membresia do nosso canalzinho, você tem o direito e o privilégio de fazer parte do nosso grupo do WhatsApp, exclusivo para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte da membreia do canal, enviando o seu nickname e o seu celular aqui para este e-mail para que eu possa colocar você no nosso grupo, assim como você tem acesso a cursos e conteúdos exclusivos aqui no YouTube. Sim, tem muito conteúdo exclusivo para você, para todas as outras pessoas que são membros, membras, membres membrezinha aqui do nosso canalzinho. Então fica à vontade aí de você fazer isso também. Faça parte aqui da minha empresia, dá uma força, fortaleça o nosso trabalho, que é um canal aqui pequeno, mas fiel e resistente e que consideravelmente tem contribuído de alguma maneira para algumas pessoas nesse mundinho e é a membresia do canalzinho que tem sustentado ele. Somos poucos, mas somos firmes e aí tem ajudado bastante. A gente tem conseguido superar e sobreviver aqui nesse mundo do YouTube, beleza? Beleza. Pera aí, deixa eu ver um trem aqui. Ah, ok, fechou. Beleza, então, toma aí. Tom aí, tom aí. Esquece de hypar esse vídeo também. Dizem que é bom. Dizem que é bom. Então, se é bom, mas aceita. Bom dia, querido Templário 4528. Oi, bom dia. Dia bom todo mundo. Bom dia. Bom dia a todos, a todos. Bom dia, dados a todos, a todas as pessoas. Obrigado pelo pela gentileza e cordialidade. Parabéns, Bruno Radical. Muito obrigado pelo carinho, que venham muitos mais anos de radicalidade. Viva Bruno Radical e viva Rosa Viva Rosa Luxemburgo. Viva querida Rosa. Viva viva. Viva. Aliás, se a gente for avaliar, cara, não sei se vocês já pensaram sobre isso. Eu pensei aí esses dias [roncando] sobre a música Parabéns para você. Parabéns para você é uma música estranha, né? Primeiro que assim, você tá lá no na frente de um bolo e aí o pessoal começa a cantar parabéns com a velhinha lá. Quando o pessoal começa a cantar parabéns, você faz o quê? Bate palma. Bate palma. Mas aí você não pode cantar porque começa com parabéns para você e no caso é para você. Você não vai falar de você na terceira pessoa. Já começa a primeira dificuldade aí. Parabéns para você nesta data querida. Querida para quem? Quem necessariamente tá querendo essa data. Talvez você não esteja tão tão satisfeito com ela, né? Vai saber. Talvez não seja um dia tão interessante assim. E aí, bom, parabéns para você nessa data querida. Muitas felicidades, que para mim já reflete um pouco aí da departamentalização da nossa vida, né, do processo neoliberal, de colocar você em vários compartimentos. Então você pode ser feliz no trabalho, mas infeliz no entretenimento. Você é feliz na sua atuação de entretenimento, mas tá infeliz ali no seu matrimônio. Você tá então reproduz possibilidades de felicidades ao invés de você manter muita felicidade daqu uma totalidade de experiência de vida existencial feliz. Então quer dizer, já tem um problema aí no muitas felicidades, né? Aí vem muitos anos de vida que se você for pensar, dependendo se for muitos anos de sofrimento, não é complicado, não é legal, é melhor você não tá nesse sofrimento todo aí, não. E afinal em última instância o que é a vida? Então, quer dizer, muitos anos de que se a gente nem consegue falar o que que é a vida, é difícil definir. Então, fica aí a reflexão sobre isso. Por que que a gente comemora tanto e canta tanto essa música efusivamente? Tem problemas, ó. Sem contar o final, né? Que aí o final também é complicadíssimo. É pique, é pique, é pique, é pique. Seja lá o que signifique. É hora, é hora, é hora, é hora, o que para mim é um problema. Acúmulo de horas. Kim e bum. Não sei, não sei, não sei, não sei, não sei o que que querem com essa coisa. Então é complicado. Diz que doido oiboeira ou oggi boeira. Bom dia. Bom dia, Guiboeira. Parabéns, Bruno. Tudo de bom. Muito obrigado. Obrigado pelo carinho. Obrigado aí pela pelo carinho. Diz que Thiago, quem disse que eu quero ser feliz? Tem esse ponto também. Pode ser que a pessoa só queira aqui passar por um processo de vida sem nenhum, né, nenhuma pretensão. Tem que perguntar isso também. Tem que tem. Diz que do Guilherme análise semiótica desconstruída a ideologia do parabéns. É, tem muita coisa aí no parabéns. E diz querido Guiboeira, moro em Portugal há um tempo e imagina a minha surpresa quando descobri que a música do parabéns aqui é diferente. Demorei alguns aniversários para decorar a música. Sim, temos muitos, temos muitas complicações nas músicas de parabéns. Eu fui em algumas viagens aqui na América Latina e aí tem o o a música de parabéns. Ela é muito diferente, muito diferente, muito diferente. É o não sei o que de Davi, eu não lembro letra. Eu vou pegar aqui. Cara, é muito diferente. Eh, a música de parabéns em língua espanhola. É muito diferente. Eu falei: "Cara, que nada a ver, velho. Entendi josta nenhuma. Que tem o cumpleanos feliz, né? Compreanho feliz, mas não é esse, não é o outro, é essa aqui. Prestem atenção nesta letra. Prestem atenção nesta letra. Eh, eh, cadê, cadê? É, deixa eu pegar ela completa aqui. Aqui. Pronto. Essa aqui eu ouvi, eu fiquei estarrecido. A gente tá [risadas] tava lá e era aniversário de uma companheira lá e o pessoal come levou um bolo e lá eles chamam de pastel e aí para mim é complicado. É, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Pronto, aqui. Achei, achei, achei, achei. Ah, eu fiquei estarrecido. Estas são estas são as manitas que cantava rei Davi. Hoje por ser dia de tu santo, te diamas aqui. Cantamos aqui. [risadas] Essas são as manhãzinhas que cantava o rei Davi. Sei lá que jo essa. Eu fiquei estarrecido. Falei: "Gente, que música diferenciada, né? Que música diferenciada." E a galera começava a cantar. O que me lembra daí outra música também que aí quando eu era criança, a gente cantava os parabéns, né? E aí, família pentecostal, Assembleia de Deus, começava a senhorinha cantando o seguinte, que aí tem que ser uma voz de senhorinha, porque tá ligado? A senhorinha puxava e depois todo mundo vinha junto. É a irmã, né? Irmã de coque puxava e cantava assim: [limpando a garganta] "Eita, como é que era? Tava agora na ponta da língua e esqueci. Ai, que sacanagem. Ah, não, tudo bem. Eu vou pegar aqui de novo. Ah, saco. Tava na ponta da língua. Vou ter que dar o Google. Eu tô com a memória horrível. Diz que do Eitor, um beijo, Eitor. Semana que vem, na verdade, segunda-feira, especificamente, a gente vai bolar o papo. Você sabe do que eu estou falando e eu sei do que você tá falando. Segunda-feira a gente vai marcar, a gente vai papear. Beleza? E muito obrigado pelo carinho. Discrito doitor. Bom dia, Bruno. Bom dia, galera. Feliz aniversário. 37 mais um dia. Mais dois dias. 37 mais dois. Mas muito obrigado pelo carinho. Semana que vem, sem falta, a gente vai marcar esse nosso papo. A gente vai papear. Fechou? [risadas] Falei com a pessoa que te acompanha e tá tudo certo. Diz que o Thiago depois do parabéns, venho com quem será que o Bruno vai casar? E eu já sou casado. Quer dizer, isso vai dar um problema danado. Como é que a gente vai fazer? Isso dá um problema danado. Eh, pera aí. Pronto, vou pegar aqui. Não é essa, não é essa, não é essa. Ah, lembrei, lembrei a música aí, ó. Diz, querido Guilherme, entre parabenos e parabéns, há uma análise crítica da ideologia produtivista da canção Felicitação Natalística. Temos que fazer isso também. Mas, ó, se liga, se liga, se liga. Aqui, aqui é para quem é crente vai gostar, quem não é crente vai se surpreender. Aniversário, Assembleia de Deus, criança, chega lá, canta os parabéns, ratimbum. Aí vem a senhorinha, irmã de Coque, e puxa a seguinte música: "Feliz aniversário junto com os seus. Muitas felicidades, muitas bênçãos dos céus. Deus te guia, Deus te guarde. [risadas] Maravilhoso os parabéns também. Quero dizer que eu ten temos muitas músicas de parabéns a serem consideradas, né? Eu acho maravilhoso. [risadas] Diz que dentor odeio cantar parabéns. Exatamente por isso. Me incomoda a falta de sentido. Lirricamente falando, fico só batendo palma. Eu também acho a música ruim, mas a gente canta, né? As crianças fica feliz, nós também. Ué, ué, ué. O que fazer o sei lá. Diz que do Eitor, sei lá, bolo é pastelo. Exatamente. Se lá bolo é pastel, pastel. Seria ainda mais complicado nossa iguaria no do Nordeste do pastelzinho de festa de doce. Jesus Cristo. Pastel com carne moída e açúcar polvilhado. Rapaz, eu nunca comi isso tranho. Às vezes com queijo goiabada, ao invés de queijo goiabada me agrada. Aí pastelzinho de se for pastel de queijo e goiabada. Hum. Hum. Me ganha, me ganha fácil, fácil. É o famoso Romeo Julieta. Beleza, diz que oitor sabemos o que estamos falando e nem se preocupa. Tudo certo. Combinado. Então, combinado. Então, tá tudo combinado. [risadas] Diz que do Guilherme. Nossa, saudades desse pastel. É, pois é. E cara, pastel, pastel ser bolo e bolo ser pastel é uma coisa que confunde. Você cola lá, cara. Vamos ach um pastel, né? Pastel, pastel, massa. Aí veio uma Mas eu preguei uma, eu eu devolvi, eu devolvi porque eu pensei em pastel e chegou o bolo. Mas eu devolvi, eu pratiquei a vingança, mas foi uma vingança avisada assim, não foi nada demais. Veio uma amiga nossa da Costa Rica, Caro, um beijo, Caro. Caro veio para cá e aí ela queria comprar uns sapatos, pá, e aí eu levei ela aqui em Santo Amaro, né, para para comprar aquele lá a nossa 25 de março da zona sul, porque a 25 de março tá longe demais. Então a gente foi lá no comprar os sapatos, pá, e no que a gente vai, porque descobrindo também, né, tênis e calçados no Brasil tem o preço acessível, interessante em relação a outros países da América Latina. E aí a gente foi lá comprar os calçados e aí eu falei: "Pô, vamos comer um pastel?" Ela: "Bora". Só que eu não avisei qual era o pastel. Aí a gente sentou no canto lá e chegou o pastel, ela ficou olhando assim: "Vai que você vai curtir". Aí ela comeu o pastelzinho e tava massa, obviamente. Pastel de feira, meu amigo, era feira. Pastel de feira não tem erro. Pastel de feira é vitória. Diz que fazer o watch. Eu amo pastel. Eu também. Eu gosto de pastel. Comi ontem, inclus, antes de ontem, inclusive, no dia do meu aniversário, comi um pastelzinho. Pastelzinho bala. Diz que do Guilherme, pastel de bolo ou bolo de pastel? Pastel de pastel e bolo de bolo. E aí a gente fala pro cara assim, ó, você tem maior cara de pastel. Como se fosse uma coisa negativa, ruim, né? Ó, seu pastel. Tomei um bolo. Aí a gente fica triste porque tomou um bolo, porque alguém desmarcou um compromisso, porque alguém não cumpriu com sua palavra e nos deu um bolo. E a gente considera isso ruim. Nós precisamos melhorar as nossas ofensas ou as nossas tristezas. Te expressa tristeza com comida boa. Não faz sentido. Podia ser. Eu tomei um giló. Pronto, beleza. Tomei um giló. Bala. Giló é ruim. Tomei um giló. Tá de boa, né? Tomei um giló. Acho, acho aceitável. Acho aceitável. Ai, ai, ai. Fica mais, mais agradável. Dizquo, Guilherme. Pastel de pizza ou pista pizza de pastel? Pastel de pizza. Ou pizza de pastel deve ser uma invenção brasileira única, né? [risadas] Que Guilherme. Tomei um aspargo. Pô, eu gosto de aspargo. Aí, foi mal, hein? Para mim não ia pegar. Tomei um aspargo. Giló. Giló. Tá complicado. Giló, não gosto não. Oh, você tem maior cara de chuchu. Ah, cara de O chuchu a gente usa aí adequadamente, né? Esse cara é maior chuchu sem graça. Porque chuchu não tem graça. Silas. Ah, me gusta el pastel. Me gusta bolo em espanhol. Pastel me gusta pastel, cara. muito doido. Ah, diz que do templário. Fiquei a ver navios e tomei um cano. É melhor do que tomei um bolo com certeza. Mas aí a gente também tá no na década de 40, né? Fiquei a ver navios. [risadas] Macacos me mordam. Raios de trovões. Tomei um cani um bo. Macacos me mordam. Patapimbas. Ai. [risadas] Ah, mas eis a vida, não é mesmo? Eis a vida. A vida tem dessas coisas. A gente se diverte com ela. Pera aí, pera aí, pera aí. Cara, uma vez eu fui, passei num prestei um um edital, né, um processo seletivo para um curso barra atividade barra trabalho, barra tudo ao mesmo tempo que ia ser na Malasia. Aí fui e era meu aniversário ia ser no meio desse negócio, era 21 dias fora. Aí os caras ficaram sabendo que era meu aniversário lá. Aí foi legal. Foi um aniversário comemorado internacionalmente. Internacionalmente. Fiquei satisfeito. Foi interessante. O pessoal foi foi muito carinhoso. Não esperava. Chegou um bolinho lá para nós comer. Comeu um bolinho que não chega na unha do bolo brasileiro, porque nós é brasileiro. Brasileiro sabe fazer as coisas. Mas é isso. Desgra do templário e tem que tomar cuidado com a diferença entre me deram um cano e tomei um cano. Hum. Isso é verdade. Isso é um bom ponto. Bom ponto. Bom ponto. Entrei pelo cano. É outra saída também. Que interessante. Entrei pelo cano. Me deram um cano. Tomei um cano. Que coisa. Riscos da língua portuguesa. Ah, deixa eu pegar um negócio aqui. Hoje temos coisinhas para falar. Temos tenitas. Temos polêmicas. Quero me infiltrar em problemas. Acho que com 37 anos a gente já tem o direito de arranjar a sarna para se coçar. Mas já já eu entro na sarna para me coçar. É, sarna para se coçar também é uma expressão interessante. A gente tem tantas expressão boa, né? Eu gosto. Deixa eu pegar aqui um videozinho antes de qualquer coisa. Deixa eu pegar um videozinho de um camarada. Hum. que eu assisti esses dias e achei muito bom. Ã, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Deixa eu ver se é mais fácil pesquisar aqui. Pô, tem um tem um bagulho que eu sempre quis falar, eu nunca falei aqui. Bom dia, querido Gabriel Mont Montolese. Gabriel Montolesi, bom dia, querido. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. E diz que Gabriel, feliz aniversário, atrasado, camarada. Tá tudo certo, tá tudo certo. Eh, na verdade, se a gente for pensar, o Lewis Carol estava completamente correto quando ele escreveu as sagas de Alice, seja País das Maravilhas, seja no país dos espelhos e o que ela viu por lá, de que é muito melhor você comemorar o seu desviversário do que o seu aniversário. Afinal, você tem mais desaniversários a serem comemorados do que aniversário. Aniversário você comemora vez só. Des aniversários são muitas. E se não me engano, esse papo é com ampt Dampt no nariz do país de espelhos. Mas no filme da Disney eles colocaram uma conversa com o chapeleiro maluco. Diz: "Querido Rubens, bom dia." Bom dia, Rubens. Parabéns, Bruno. Parabéns. Obrigado. Obrigado, Rubens. Obrigado pelo carinho. Cara, eu sou uma pessoa apaixonada pela pelo pelas histórias do eh Leis Carol com Alice, né? especialmente Alice no país dos espelhos e o que ela viu viu por lá. Cara, eu adoro, adoro, acho incrível. Ah, usava direto nas minhas aulas de introdução à filosofia, o que acabou de me dar uma ideia, acabou de me dar uma ideia de colocar de colocar para membresia do canal. Farei isso, hein? farei isso. Isso é uma promessa que vai virar dívida e vocês podem me cobrar. Vou colocar uma leitura da de Alice no País Espelhos exclusiva aqui paraa membresia do canal que vocês vão curtir, mano. Bom para [ __ ] Vou trazer, hein. Vocês vão curtir. Vou trazer. Vocês vão gostar. Vão gostar. Eh, deixa eu colocar aqui. Achei aqui. Achei o ponto do corte. Pronto. Deixa eu separar aqui videozinho que a gente vai ver. Cara, eu vou trazer, mano. Muito bom, velho. Muito bom. Muito bom. Muito bom. Vocês vão gostar. Vai, vai ser legal. Vai ser legal. Vai ser legal. Diz que Felipe, feliz live de aniversário. Muito obrigado. De aniversário. Digas de aniversário. Muito obrigado, querido Felipe. Felipe, primeira pessoa santificada e beatificada neste canal. Neste canal Beatificada em vida. Muito obrigado, querido Felipe. Obrigado pelo carinho. Diz que Gabriel, qual a boa de hoje? Pô, a boa de hoje é o seguinte, tem parte tema livre. Hoje eu estou sem pressa em ser em desespero. Então, quem quiser mandar alguma sugestão, pode mandar. Mas que que faremos hoje? Eu vou assistir um vídeo de um pastor conservador muito bom do que ele falou. Muito bom. Concordo com o que ele disse. E a gente vai fazer um react curto a esse trecho, um react interessante, já que estamos aí nessa empreitada de eleições 2026 aqui no canalzinho. Vamos ver um react muito interessante lá. falar de um pastor que eu achei bem legal e que acho que vale a pena a gente aproveitar para fazer uma análise crítica e o mais importante, discutir e conversar com pessoas que não estão necessariamente alinhadas conosco. Algo que nesta humanidade parece ser cada vez mais difícil. A gente tá fingindo que a gente não se vive, né? Que a gente não se entende. É horrível. E é, tem que conversar, pelo amor de Jesus, que as pessoas perderam a capacidade de conversar, de trocar ideia, meu pai amado, né? Então, a gente vai tentar fazer isso. Uma outra coisa que a gente vai fazer, vou mostrar para vocês o trabalho que eu pude atuar junto com o querido professor Gessé Souza sobre os evangélicos aqui na periferia de São Paulo. Eh, na parte que eu pesquisei, tem outras partes de outros lugares e de outros territórios, mas no caso aquela que eu fui mais ativo, em que a gente vai ler uma entrevista que a gente fez com uma pessoa, na verdade são construções de entrevista, né? Então assim, você entrevista a pessoa, entrevista outra pessoa, entrevista uma pancada de pessoas e você vai vendo os conteúdos que são semelhantes, né? Aquilo que é reproduzido tipo ipsis litteries, né? Entre todos, pra gente poder construir esses tipos e pegar as entrevistas que realmente representam esses tipos de de pessoas, né, de tipos sociais. É muito legal, é uma metodologia que eu gosto bastante, que eu aprendi a fazer. Tô muito satisfeito com ela, muito feliz, muito honrado de ter participado. E a gente vai ler porque o tema dos evangélicos e política, ai meu pai amado, mais uma vez será um problema nessas eleições. Eu não falo isso pelo fato de eu discutir esse tema e achar que eu tenho que supervalorizar ele, é porque é real, gente. Quem acompanha o canal já sabe. E aí, uma outra coisa que a gente vai fazer aqui, que eu acabei de ter umas ideias, é eh eh ler um negocinho aqui que eu separei e fica tema livre. Quem quiser dar alguma dica aí, a gente segue o papo e faz reacts imediatos. Bom dia, baristas de escrito do Felipe. Deixem o like na live, eu sempre esqueço de pedir isso. Deixem o like na live. Discrito fazer, tá? Tá. Disquo Rubens. Pô, Bruno, você viu a série 100 anos de solidão, falta eu ver a parte dois. Eu vi a primeira parte, né? Temporada um. Gostei, gostei. Me diverti muito. Achei lindo. Achei que as a o coitado do Gabriel Garcia Marques tomou um capote. Por quê? Porque ele fez um livro para não ser transformado em em filme ou série ou coisas e tal, para não virar produção audiovisual. Mas os caras foram lá e conseguiram fazer uma produção audiovisual e ficou boa. Contrariando o autor, eles [risadas] conseguiram fazer um bagulho bem bom. Disquo Rubens. Bom dia a todo mundo. É, o pessoal, ah não, fazer o tá dando bom dia pro pessoal, perdão. Diz que do Gabriel Montolete agora que o Luan e o Machado estão discutindo por causa da auditoria se data da dívida, não sei se já escutei sua opinião sobre cara. Dei um curso uma vez sobre, acredito, dei um curso pra galera da do movimento correnteza agora da agora não lembro de qual universidade, mas a gente conversou sobre e depois a gente fez um uma conversa também com a galera da OP sobre foi bem legal, foi bem interessante. Tem opiniões, fortes opiniões. [risadas] E como sempre, né, a gente nunca tá abraçado com o outro, estamos sempre trocando ideia. Que do Lucas, cara, Drashler, que nome chique. Gostei. Querido Lucas, não vou poder acompanhar por causa do trabalho, infelizmente trabalhamos, né? Hoje eu tô de folga. Vitória, trabalhador. Mas parabéns camarada, muito obrigado que do Lucas diz baita trabalho. Obrigado. E você também faz um baita trabalho de modo que você tá tendo que trabalhar até agora. Então, perdão aí, mas fica bem, Deus abençoe. Muito obrigado pelo carinho de coração. Descrito do templário, nós temos que falar sobre como a cultura digital se tornou importante ao mesmo tempo que de forma ambígua cria um ambiente reacionário de extrema direita. Pauta quente. O de quem? Perdão, não resisti. Ai, trocadilhos com pauta me pegam. Me pegam. É engraçado porque eles aparecem no momento que a gente não tá esperando, né? pauta e pá. [risadas] Ai Jesus Cristo. Mas cara, então eh é que na verdade acho que teve uma ilusão com o negócio do ambiente digital, né? Eu não sou uma pessoa apta para discutir o tema, não sou mesmo. Mas o que eu posso dizer é que sob a forma de propriedade privada no capitalismo, é muito difícil a gente achar que tem algum controle sobre redes, né, e estruturas de comunicação e informação. Aí diz, querido Rubens, aborto é um tema sensível na metodologia da sua pesquisa? Sim, é um tema sensível. Cara, é dos é os atalhos para você arranjar problema com eleitorado, né? É os atalhos para vocêar problema com eleitorado. Atalho para você é a casquinha de banana, armadilha colocada no no na frente de pessoas progressistas ou de esquerda e etc. Armadilha. E a pergunta ela vem de modo a te deixar é sempre você a favor ou contra? E tá errada essa frase, né? Ninguém é a favor nesse sentido. Ah, sou a favor. Não, pera aí, pera aí. Vamos discutir o que é eficiente nas práticas historicamente realizadas e como coordenar políticas públicas adequadas para atender as necessidades de vida das pessoas. Aí a gente tem que mudar o campo com uma complexidade maior. Mas normalmente o pessoal joga no mundo modo binário, que é mais fácil de desarmar nós que quer pensar de maneira efetiva e complexa. Diz: "Querido Felipe Bruno, eu já assisti o filme chamado A melhor mãe do mundo?" Não, não assisti, mas eu gostaria. Ah, não. Já assisti sim, já assisti sim. Filme brasileiro. Bom pr caramba. Bom pr caramba. Agora eu lembrei, lembrei, lembrei, lembrei, lembrei. Nossa, esse filme é muito bom. Diz que tem muito do seu Corinthians e também sobre as ocupações por dia. Bem legal no Netflix. É muito bom esse filme. Muito bom mesmo. Muito bom mesmo. E vai Corinthians. Vai Corinthians do menininho corintiano. Muito bom. Muito bom. Gostei. Gostei com esse crítico. Eu gosto desse filme. É bem bom. Disquilo. Rubens. Acho que o Gabriel Garcia Marques teve a intenção de que não poderia ser reproduzido no cinema com a tecnologia da época. Acho que ele não imaginava o que a computação gráfica seria capaz de fazer. Sim. E o tipo de montagem que a gente faz hoje. Com certeza. Com certeza. Mas ele se esforçou. Ele se esforçou. Mas ele foi derrubado pela realidade e a história. Mas ficou muito boa a produção. Eu não assisti a segunda temporada, mas a primeira eu gostei muito, muito mesmo. Diz templário 4528. Eu trabalhando, repondo ração e sendo maltratado por cliente sem educação. Vai se lascar cliente sem educação que não respeita o trabalhador. Ele é tão trabalhador quanto você. Ainda bem que existe essa live do Bruno hoje. Obrigado, Bruno. Estamos junto, Templário. Que bom que de alguma maneira a gente tá ajudando você nesse processo de enfrentar pessoas deseducadas e deselegantes. Diz que Roque Marciano. Felicidades, Bruno. Muito obrigado, querido Roque Marciano. Hoje haverá uma marcha da capela dos aflitos até a faculdade de direito da USP, realizada pelas mulheres da UP. Vamos que vamos. Concentração a uma. Então, 1 hora da tarde, concentração ali na capela dos Aflitos até a faculdade de direito da USP. realizada pela UP. Então as mulheres vai movimentar algo então concentração 1 da tarde que é daqui a pouco. Então preparem-se. Diz que Felipe, o que acharam da sabatina do Lula? Eu não tive tempo de assistir, mas a gente pode assistir algum corte se a Globo não derruba, né? Não sei. Às vezes derruba, né? Diz que do Rock Marciano as duas. Não, não, mas aí tem que avisar uma porque a gente tá em São Paulo, velho. Até chegar lá um trabalho danado. Tem muita coisa aí. Hein? Vamos manter que é uma [risadas] diz querido Kevin. Bom dia. Bom dia, Kevin. Chegando atrasado. Qual o tema surpresa? Hum. Vocês virão o tema surpresa? Se é surpresa, eu não posso revelar, eu tenho que esperar chegar o tema surpresa. Mais uma vez, parabéns, Bruno. Obrigado, Kevin. Kevin diz mais uma vez porque ele já parabenizou e felicitou o dia que eu não escolhi nascer, mas que eu acabei nascendo. Mais um vez parabéns porque ele é membro, membro e membresia aqui do nosso canalzinho. Seja você também. E ele a gente trocou a ideia lá no nosso grupinho exclusivo para membresia do canal. Pergunta diz querido fazer o watch. Sempre é melhor discutir as bases da epistemologia da realidade do que o aborto. Perfeitamente. Inclusive, pergunta pro cara assim: "Meu querido, o que que você acha sobre a crítica transcendental cantiana para que possamos buscar soluções políticas na realidade atual, apesar da crítica pós-moderna? Deixa o cara discutir esse tema. Diz que templário, se eu estivesse na USP ainda ainda eu com certeza estaria lá. Com certeza. Com certeza, com certeza. Ai, é muita gente. Mas, cara, tem uma parada muito importante aqui. No nosso canalzinho, nós fazemos o esforço de trocar ideias, né? E fazemos o esforço também de expor hipocrisias e problemas. E aí digo com relativa tranquilidade que tento nesses períodos de dentro desses 37 anos de vida em que eu tento me organizar minimamente, eu tenho a pretensão de ser coerente, tentar ser coerente. E aí, cara, para você ser coerente tem duas coisas importantes. Ou tentar ser coerente. Pelo menos o que eu aprendi até hoje, posso estar equivocado, mas o que eu aprendi até hoje, tem duas coisas importantes para você ser coerente. Um, ouça as pessoas, ouça. Ouça. Tem gente que vai te avisar que você tá fazendo merda. Ouça. Pessoa vai te dar um toque que elas sentiu ofendida, sentiu dor, que você passou, pesou a mão, passou do limite, pesou a mão, passou do limite, foi além do que deveria. Ouça. Pessoa chamou a tua atenção. Ouça antes de responder e de querer ter razão. Isso vai te ajudar a ser bem coerente, a organizar sua vida, especialmente se você tá querendo, você é uma pessoa que tá, pretende transformar o mundo num lugar menos pior, né? Então assim, ouça as pessoas. Importante importante. A pessoa chamou sua atenção, independentemente de quem seja, ouça essas pessoas. Ouça primeiro, fale depois. Ouça, primeiro. Importante, pode parecer básico, mas é muito importante. E segunda coisa, para permanecer coerente, converse com quem não tem absolutamente nada a ver com você de modo respeitoso, porque esta pessoa que você considera seu adversário, opositor, alguém que você não vai conseguir caminhar legal, não tá junto, esta pessoa vai servir como espelho para você, porque se você acha que ela tá fazendo um bagulho errado, ela vai te ajudar Eita! Talvez esteja replicando ela, imitando ela em muitos sentidos. Falo isso por quê? Porque a gente tá num momento maluco e especialmente por causa dessa desgraça chamada internet, em que as pessoas não conversam mais, elas não trocam mais ideia. O algoritmo mesmo funciona à base de crítica, ofensa gratuita e perseguição alheia. Então o conflito gera muito mais engajamento, essas coisas tod. Por exemplo, este livrinho aqui deste autor conservador, JK Chesterton, GK Chesterton, JK Chesterton, conservador católico que a galera do Brasil paralelo finge gostar, mas nunca leram porque, né, se lê esse humaninho hoje em dia, esse querido Chesson, tendo muitas posições esquisitas, ele seria considerado de esquerda, né? Assim, seria aquele cara que o o pessoal tudo que eu não gosto é comunista, faria isso com esse esse humano aqui, faria tranquilamente e haver umas posições que ele toma e fala: "Ei, esse cara tá sendo muito muito respeitador dos direitos humanos e da dignidade da pessoa tranquilamente [risadas] eh comunista e tal e tal e tal". E cara, a gente tem que ler esses cara, a gente tem que estudar. tem que entender, tem que conhecer. Nesse livrinho aqui, o Chesterton, né, o título é O que há de errado no mundo, né? O que há de errado com o mundo, né? O que há de errado com o mundo, que é uma crítica ah na modernidade, né? Um crítico da modernidade, conservador do início do da primeira metade do século XX, eh, final do século começo do século XX, né? E aí ele ele sendo esse crítico, sendo esse cara super, né, conservador contra a modernidade, essa piriri pororó, ele acaba sendo interessante, vamos dizer assim. Eita, eu nunca tinha me dado conta disso. Será que é? Não, não deve ser. esse cara que é muito muito crítico, eh, tá hoje em dia, que é o que acaba aproximando os pós-modernos dos conservadores de extrema direita Biruleibe, que abre mão da razão, abre mão de linha de verdade, abre mão de um monte de coisa, porque tá sendo, tá reagindo a a modernidade como problema, né? Então, os pós-modernos e os conservadores acabam se abraçando muitas vezes nessa nessa marcha. Só que a gente tem que ler, tem que conhecer, tem que trocar ideia, entender como o cara pensa. E alguns pontos de crítica da modernidade que ele faz são muito bons, assim, são válidos e a gente tem que ler e entender essa brincadeira. E eu vou até ler um trecho logo no início desse texto, mas tem uma parada que eu gosto, que ele fala muito, né, nesse livro aqui, que ele discute muito com a ideia de progresso e de tempo, de passagem de tempo, em que ele fala que, eh, um dos problemas da modernidade é achar que porque algo ficou no passado, ele está superado. E isso ele estava falando de maneira crítica para dizer assim: "Tem que conservar coisas do passado não necessariamente estão superadas". Eu quando li isso pela primeira vez me abriu uma chave na cabeça de dizer, a gente entra tanto na marcha do progresso positivo, né, que a gente acha que porque, por exemplo, fascismo foi ficou no foi um processo do passado que ele jamais voltaria ou que ele não permanece na história. Aí a gente se surpreende, né? Ó, meu Deus, fascistas novamente. Estamos voltando para o passado, né? Ó a ideia. A ideia maluca, né? Como se tivesse uma marcha de progresso que a gente tá andando paraa frente e esse ficou para trás, aí de repente ele volta. Aí não é que vol ou ou fala, não é que volta ou fala que a gente tá voltando no tempo, sabe? Coisa maluca, bobagem, interpretações bobas. E o Chesterton percebe isso de uma maneira tão simples e faz uma crítica excelente que eu falo, cara, é isso mesmo. A gente acha que porque tá no passado foi superado e não, bem-vindo ao mundo. A história não é assim que funciona. E a gente entra porque a gente fica mais pensando na marcha de progresso, de desenvolvimento, de não sei o que e esquece de perceber a realidade como ela se dá. Então, massa. Acho acho legal. Acho legal esse tipo de coisa. E eu vou ler um outro trecho, na verdade, que que se conecta com o tipo de crítica que eu faço a uma certa sociologia, ou melhor, ele chama de sociologia, mas eu aplicaria mais a antropologia hoje em dia, mas a ciências sociais, né? Há um tipo de ciência social que é praticada nas universidades que a gente tem que falar: "Cara, realmente isso aqui é um problema, hein?" E aí fazer uma análise aqui, mas eu vou ler um trechinho já já. Diz que rock Marcelo, a competição é a nova conversa. Sim, todo mundo tem que estar competindo. E a galera nossa aqui de esquerda não percebe que caiu nessa armadilha aí, hein? Tem que tá na competição competiçosa, competitiva. Diz que do Guilherme Chester, prefiro pernilestert. Esse autor é o que faz a festa chamada farofa da Decay. Sim, é ele mesmo. A farofa da DK é exatamente o JK Chesterton, aquele que organiza. É uma festa do barulho. Escrito do Guilherme. A turma reaça da minha faculdade adorava falar desse, mas nunca li. Eles provavelmente também não. Eles também provavelmente nunca leram. Cara, Chesterton foi o o primeiro autor que meu pai me deu para ler. Eu devia ter uns 14 anos de idade, mais ou menos assim, que meu pai pegou um livro dele e me deu. Eu tenho memória disso até hoje. Ele pegou um livro lá dos livros que ele tinha e me deu. Eu tinha 14 anos de idade. Pegou um livro chamado Ortodoxia do J, do JK Chesterton, né? Um conservador católico e tal. Meu pai, sendo pastor pentecostal, tinha este livrito. Ele pegou para mim o livrinho e me deu. O primeiro livro que eu ganhei do meu pai foi Ortodoxia do Chesterton e li 14 anos de idade. E gostei. Acho que se eu fosse reler hoje eu teria sérios problemas, mas eu lembro de ter gostado bastante, ter me interessado muito pelo texto. E o Charston escreve de um jeito que eu gosto, que é irônico. Ele é irônico. ironia, eh, sarcasmo, né, que é um ótimo jeito de você não precisar esticar muito a argumentação. É o que eu faço no YouTube, por exemplo, se eu vou escrever um texto acadêmico, eu não escrevo com ironia e sarcasmo, mas a gente vai fazer os nossos videozin aqui, taca ali ironia e sarcasmo. Nossa, até umas horas, né? Então, que deixa o pessoal bem chateado, né? pessoal que com quem a gente reage que eu sei que vocês me assistem, eu sei porque eu tenho informantes. Diz que do Borduna feliz aniversário, Bruno. Muito obrigado, que do Borduna feliz aniversário para mim. Valeu, mano. Obrigado pelo carinho. Diz aqui do rock marciano. A cadela do fascismo está sempre no seu. Exatamente, exatamente, exatamente. Diz que do Guilherme Magr, a história não é uma linha, é uma colxa de retalhos de várias linhas que se conectam-se e se soltam. Eu nem sei como representar a história e a linha. Eu não faço ideia. Acho que representações do tempo são diversas e muitas podem ser utilizadas de muitas maneiras. Porque nós não temos uma representação adequada do tempo. Não havendo uma representação adequada do tempo, tem que se manejar com aquela que seja mais efetiva para solução de problema que a gente pretende realizar. Então, por exemplo, eu gosto da representação de passagem do tempo dos aimará na Bolívia. É, eles representam o tempo como uma pessoa que anda de costas, né, fazendo mo de costas, porque eles dizem, a única coisa que a gente tem de referência é o passado. Então, eu não tenho nada, é impossível ver o que vem lá na frente. Então, eu tenho passado, só que ao mesmo tempo que eu tenho passado, eu tô andando não em direção. Então, não ando olhando pro futuro, a gente anda olhando pro passado, porque o horizonte de futuro não existe, é inexistente. Então eles percebem isso. Essa representação de passagem do tempo para mim é super interessante porque é diferente, por exemplo, do progresso que é uma linha reta que imagina a antecipação do tempo do do ponto futuro, né? Você antecipa o tempo futuro. Não, o cara fala: "Não, eu não tenho como antecipar pro tempo futuro, eu não tenho como antecipar o que vem na adiante, mas eu tenho como olhar o que tá atrás e aí eu sou obrigado a andar mais devagarzinho e tal". Muito. Eu gosto dessa representação de tempo. Tem representações de tempo que são circulares, tem que são em espiral, tem muitas maneiras de representar o tempo, né? Eu gosto desse, eu gosto desse papo, gosto desse tema, gosto dessa discussão. E como a gente não tem uma representação adequada de tempo, não tem, a gente tem que usar de acordo com diferentes resoluções de problema, né? Às vezes, às vezes o que a gente faz é transportar, por exemplo, a resolu a representação do tempo na resolução de problemas físicos, né, o do ambiente da do âmbito da física, de desenvolvimento de tecnologia e tudo mais. se transporta isso, por exemplo, paraa representação do tempo na organização social. Isso atrapalha pra gente de muitas maneiras. Então, questões aqui a serem refletidas. Diz, querido Templário, ele não é aquele presidente dos Estados Unidos, o JFK? Não, com certeza não. Diz, querido Rock Merciano, Chesserton foi bom no Link Park, mandou bem. O Chesterton cantava muito bem, gostava, mas Emily Armstrong também a massa. [risadas] Diz que do Gabriel Montolésimo. Ironicozinho. Então ele é irônicozinho. Não é irônicozão, não. Irônicozinho. Ele é. Oxe, o curupira. Tipo isso, cara. Falando em curupira, ó que doido. Você me deu uma parada aqui. Não é o curupira porque é o pé que tá invertido. Não, não é o pé que tá invertido, né? É a pessoa que tá de costas mesmo. Ela anda de costas. Mas o Chesterton neste livro, nossa. Hã, em sua crítica ao em sua crítica ao ao à modernidade, ao homem moderno e suas como é que é que fala? se suas ironias. Chesterton nesse livrinho diz o seguinte: "Ol fita, mano. [risadas] Hã, por alguma razão estranha, o homem precisa sempre plantar suas árvores frutíferas num cemitério. O homem só pode encontrar vida entre os mortos. Ele é um monstro desforme, com os pés virados para a frente e o rosto virado para trás. pode criar um futuro luxuoso e gigantesco, com tanto que pense no passado. Olha que coisa maluca. Chesterton citou o Kurupira. Ele ele não sabia da existência do Kurupira, mas ele acabou de descobrir que o homem seria uma um monstro deforme com os pés virados para a frente e o rosto para trás. É o curupira do Chestert, [risadas] cara. Muito louco como a gente vai encontrando conexões aleatórias, não é? Diz que do Gabriel M. Les cara li um livrinho, li um quadrinho do do Contra com Cebolinha onde ele falava exatamente isso. E dá para ler de trás paraa frente ou de frente para trás. Ó aí, ó, rapaz. Maurício de Souza com sua ironia fina, ou na verdade os roteiristas de Maurício de Souza com ironia fina, montando aí a representação do tempo estranha. Bom dia, querida Gisel que diz: "Bom dia atrasado e feliz aniversário Bruno." Bom dia, querida Giseli. Muito obrigado pelo carinho. Muito obrigado pelo carinho. Curupira. Exatamente. O Chesserton. citando curupira sem conhecê-lo. [risadas] Cara, a gente tem que trocar ideia, mano. Tem que trocar ideia com a galera. Ai, ai, ai. E tem um pessoal que assim, aí o problema da internet, né? Não tem como. A galera que não me conhece pessoalmente, né? Nunca não andou comigo, não foi dar rolê, nunca sentou para beber alguma coisa junto, comer alguma coisa junto, bater perna, conhece só o a crítica, né? Conhece só os videozinhos, os react, essas coisas todas. Aí acaba achando que eu sou meio babaca. Eu já sei, já passei por isso. Uma vez eu encontrei um uma pessoa, foi engraçado, encontrei uma pessoa que eu fiz um react, fiz o react a uma pessoa aqui no no canal e aí posteriormente acabei encontrando essa pessoa acidentalmente e aí a gente começou a conversar, né, começou a trocar ideia e tal e dali a pouco a gente estava em quatro pessoas conversando e entre essas pessoas, essa pessoa com quem eu reagi, ela vira para um outro humano que já conhecia e fala assim: "Meu, ele fala assim mesmo, não é só no react. [risadas] E a gente começou a trocar, falei: "Lógico, é o jeito que eu falo, o jeito que eu faço as coisas, eu tiro onda, tal". Falei: "Não, mas você é um cara legal". Eu falei: "Sim, obrigado pela parte que me toca". [risadas] Vou trocar ideia, tá tranquilo. Pego no pé, sou irônico, mas agora trocar ideia, não sou tão ruim assim. E a gente gosta de conversar, né? Mas as pessoas nos conhecem, a gente não troca ideia. Então a galera às vezes acha que é fechado ou pelo fato de eu ser marxista, né, ser comunista num ambiente evangélico, já olha torto, já acha que esse cara é um maluco. Ou por eu ser evangélico no ambiente marxista comunista, olha esquisito. Fala: "Esse cara a qualquer momento vai nos trair". [risadas] Sei lá, alguma coisa assim. Sempre tem esses trem, né? Mas beleza, vamos lá. Chesterton tem que conversar com gente diferente, gente. Pelo amor de Deus, andem em mundos diferentes. Não vivam em lugares só que você tá acostumado. Mas pont que eu acho muito legal. E aqui eu vou usar como introdução pra gente poder fazer um react de um pastor conservador e conversar com ele, conversar mesmo, porque eu gostei do conteúdo que ele fez. Diz o o Chesserton, um livro de investigação sociológica moderna, vamos dizer sensais modernas ou ciências sociais que a gente usa normalmente na universidade, tem uma estrutura rigidamente definida, que eu concordo com ele, começa, regra geral, com uma análise com estatísticas, com tabelas de população, com a constatação da diminuição da criminalidade entre os congrega acionalistas e do crescimento da histeria entre os policiais com toda a sorte de fatos apurados, o que está certo, tá? A crítica ao fato de começar sempre com apresentando dados não significa que você tem que abandonar os dados. Mantenha o dado. Você tem dado em casa, utilize ele. Termina com um capítulo que geralmente tem por título, abre aspas, a solução. E é exatamente isso que a gente faz, né? apresenta dados, faz uma descrição, etc., e termina com uma proposta de solução. Se a solução jamais chega a ser encontrada, isso se deve quase exclusivamente a esse método científico cuidadoso e sólido, pois esse esquema médico de pergunta e resposta é uma asneira, a primeira grande asneira da sociologia ou das ciências sociais modernas. sempre obriga a determinar a doença antes de encontrar a cura, quando a própria definição e dignidade do homem exige, na verdade que em questões sociais achemos a cura antes da doença. E eu acho esta reflexão brilhante, brilhante. Prestem atenção. Ah, eu vou fazer um diagnóstico para propor uma solução, como se a solução estivesse vinda do diagnóstico. E o que o Chesterton tá chamando atenção é que não. busca pelo diagnóstico é porque nós já vimos que há um problema e queremos solucionar algo já imaginando como deveria ser, que é aquela discussão que a gente faz sobre utopia, tipo assim, eu já recebo o mundo, eu já vejo ele com a ausência presente, ou seja, com aquilo que falta nele. Então, se tem pobreza, pobreza é ausência de dignidade da pessoa que deveria ter condições de manter sua vida. Então eu já sei a solução no sentido de que essa pessoa precisa ter condições para ela precisa ter condições para viver. Esse grupo que está marginalizado precisa de uma. Então na verdade a solução orienta o trabalho dentro das ciências sociais e dentro da busca de soluções sociais. E essa crítica do Geston é brilhante, é brilhante, né? E ela se conecta com a discussão da crítica da razão utópica que a gente já tem feito aqui no canal há um tempo. A galera que acompanha o canalzinho sabe disso e que é genial. Só que na nossa ciência social a gente estrutura rigidamente o oposto, né? Você faz um diagnóstico, uma análise, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, da daí buscar a solução, como se fosse esse o processo. E não é esse pode ser um processo aí eu criticando chest, então agora da diferença entre método de exposição de método de investigação, que é o que Marx faz, né? Marx fala, existem duas coisas, um é o método de investigação, outro é o modo de exposição. Você investiga de um jeito, expõe de outro. Na hora de expor, talvez seja interessante, análise, dados, problema, apresentação e a busca de solução. Mas na hora que você tá fazendo a pesquisa, você já faz a pesquisa orientado por uma necessidade a ser atendida. E essa necessidade de ser atendida seria esse processo de você ter a cura, entre aspas, antecipada a doença. Então não é a mesma coisa que o que o que o que o processo talvez aparentemente analítico que o Chesson critica, né? Critica, né? Eu acho muito legal. E dei essa volta para dizer: "Cara, tem que trocar ideia, tem que ler, tem que tem que fazer essas pontes, né? Tem que fazer essas discussões." Acho sensacional. Diz que do roque Marciano, aquele ditado urubu na guerra vira Chesterton. Trocadilha. são importantes. Filósofos há 3.000 anos reagindo uns aos outros. Exatamente. E o pessoal achando que a reação necessariamente é uma guerra, uma batalha, uma rinha, eh, disputa de de batalha Pokémon entre filósofos. Gabriel Montoles, mandei na DM, opa, do Insta a historinha do Du contra. Obrigado, Gabriel. Vou ver. Diz querido Alexandre, bom dia, Bruno. E queridos baristas, feliz nível. Muito obrigado, querido Alexander. Alexander, muito obrigado, querido Alexander. Obrigado de coração. Obrigado, obrigado, obrigado. Desquo templá, não são os comunistas que fizeram esporte de fuzilar gente no paredão? Não sei. Eu também confiaria. Eu hein, Deus me livre de ser comunista. Para quem não me conhece, é ironia. É ironia. É ironia. É que é que é muita ironia acumulada, né? É templário que não é templário. Comunista que diz não ser comunista. É muita ironia acumulada, a gente não consegue acompanhar. Pergunta aqui do Borduna. O Chesterton é o do distributivismo, símbolo de um doguinho carregando a tocha, o fogo ou lanterna? Sim, Cheston tem umas paradas maluca, né? Ele quer resolver os problemas, mas ele é um cara bem conservador. Então tem muita coisa misturada, mas é o o conservador humanista, né? algo completamente abandonado pelos malucos que dizem hoje em dia leram o Chesterton serem conservadores. Eles não são mais conservadores humanistas em regra geral, né? É o exemplo é Brasil paralelo e com gêneres. Qualquer coisa que minimamente respeite os direitos humanos ou não fira o a a as convenções de Genebra é comunista e de esquerda. Diz que o tempário, eu sou uma grande ironia do meu próprio destino. É assim que a gente tem que viver a vida. Sou a favor da ironia. Mas, ó, vamos ver, vamos ver aqui. Deixa eu abrir o o querido Víor Fontana, pastor Víor Fontana, que é um conservador declarado, fez um conteúdo que me chamou muito a atenção e o qual eu gostei, que nós vamos aqui reagir e conversar sobre Guilherme. Som somos todos ironia. É, eu gosto, cara. Ironia é um recurso muito bom. Tudo bem que ele ele pode te ajudar a não ter que argumentar, né? Então assim, no texto eu não gosto de usar ironia. Acho que no texto, na não, não. Pronto. No texto eu não gosto de usar ironia. Ah, não, não fiz bobagem. É isso aqui. Pronto. Mas pro react, pro formato da da interneta, como diria a minha avó, né? Ah, minha avó fala internet. É internet como formato da internet. O, aí eu acho bem válido a ironia, viu? Nossa, ajuda muito para evitar alguns problemas e expor bobagens, né? Expor bobagens de modo mais é um atalho, um atalho para expor bobagem. Mas vamos lá, vamos lá. Já dá para ver, né? O tema aqui tá bem claro, é uma live que o querido Víor Fontana fez e a pergunta: "Líderes, entre parênteses, pastores, podem postar conteúdos de política nas redes sociais?" Aí a gente vai cagar a regra, né? A gente vai dizer se sim ou não. Diz aqui do Borduna: "No antiduring, o Engels tira onda com ironias". Ah, sim. Marx, cara, Marx e Engels tiram muito onda com ironia, né? Diz que do Guilherme, ironia é bom para debate, zoeira. Para texo sério pode ser muito apelativo. Sim, sim. Tem que saber utilizar, tem que saber dosar, né? Mas eu eu concordo. O Chesterton ele abusa. Nesse livro, então nesse texto que eu peguei, ele abusa demais. Assim, é só ironia sobre ironia que tem hora que eu acho que ele se perde consideravelmente, assim, falou: "Não, cara, agora você já tá exagerando, passou dos limites." [risadas] Diz, querido Kevin, pastor do pode ou não pode no react de hoje. Exatamente. [risadas] Pode ou não pode? Hoje a gente vai saber se o pastor pode ou não pode. Mas esse vídeo aqui tá muito massa. Tá muito massa. Então vamos lá para mais um conteúdo totalmente excelente, né? Diz que do carapa. Cheguei atrasado, mas na hora certa. Ironia é muito bom. Nove entre 10 pessoas que não vão paraa terapia recomendam. Parabéns, Bruno. Eu recomendo que todo mundo vá pra terapia e pratique da ironia, mas vai na terapia. Falta não. Obrigado, carapa de coração. Falta na terapia não é importante. Mas ó, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Tid, vamos lá pro víor Fontana. Pessoas que estão na política. Ora, existem quatro jeitos. Opa, isso aqui. Pera aí, vou voltar um pouquinho para para não pegar a frase cortada no meio. O áudio tá baixo? Para mim ficou baixo aqui. Deixa eu ver se ele tá. Não, tá tudo certo. Vamos lá. Se o áudio tiver baixo, vocês me avisam, tá? E foi agora no que diz respeito à ligação entre pastores e políticos, pessoas que estão na política, ora, existem, pô, eu devo, eu tinha que ter pego antes. Vou pegar antes porque agora eu lembrei que tem um comentário antes do do Víor que é bem bom. dos criadores de conteúdo que mais teve contribuição pública. Pera aí. Um pastor pode postar conteúdo de política nas redes sociais? >> É esse o ponto. Perdão por errar o ponto de corte. Eu tenho um probleminha. Eu vou acelerar um pouco a fala do do Víor por motivos de que eu sou acelerado e o meu cérebro ele rejeita eh não acelerações. Mas aí é coisa minha, não culpa do víor, é culpa minha. Pronto. Acelerar só um pouquinho. Apelar o poder público por aquilo que realmente importa. Um pastor pode postar conteúdo de política nas redes sociais. O pastor que posta ajudem o lito, ainda que muito indiretamente, ele tá postando sobre política nas redes sociais, cara. Por quê? Porque o Lito é provavelmente um dos criadores de conteúdo que mais teve contribuição pública na história da internet brasileira. Para quem não sabe, Lito do canal Aviões e Músicas que tá doente, é uma doença degenerativa, que não tem tratamento padrão, só tem tratamento experimental, só que para ele ser aceito num desses tratamentos experimentais, precisa um protocolo, já passou do tempo para cumprir esse protocolo. Então a gente tá tentando fazer ele ser aceito a forceps num desses tratamentos experimentais ou de Harvard ou de uma indústria farmacêutica europeia, né, de uma empresa da indústria farmacêutica na Europa. Vamos tentar. Se você não sabe do que eu tô falando, você pode seguir o Lito no Instagram e vai tá tudo explicado lá. Ou você pode ver o último vídeo que eu postei no Instagram. Aproveitando aqui, diz: "Querido Rubens, mais verba para o Ministério da Saúde. Aí, ó, pronto. Isso aqui seria um tema de política importantíssimo, né? Mais pesquisa, mais verba, mais investimento no desenvolvimento eh da saúde pública, né? A gente tem que fazer isso, cara. A gente tem que fazer isso. A gente necessita desenvolver esse tipo de de trabalho de política. Então, por exemplo, o Víor tá comentando isso porque ele tem feito essa campanha de apoio para esse camarada Lito, que eu como não sou uma pessoa que consome internet, não sabia quem era humano, mas tá numa situação de uma de uma doença degenerativa gravíssima e tal. E aí, cara, uma coisa que abre janela de precisamos de mais investimentos, sim, para Ministério da Saúde, pra Pesquisa, pra universidade pública. Pô, isso é um debate de política fundamental. Temos que trazer isso em jogo, certo? Então, e o Vítor, eu não sei se ele fala depois disso ou antes, mas ele comenta assim: "Pô, o pastor da fica tratando de política, por exemplo, denunciando problemas na comunidade, na rua, no bairro, da cidade e tal, não sei o que lá, ou é porque ele faz campanha? Porque é diferente uma coisa da outra?" E isso é um ponto importante também. Mas vamos lá. E quem sabe a gente tenta, a gente tenta ajudar, cara. Mas isso é atuação pública, que é atuação política. Agora, no que diz respeito à ligação entre pastores e políticos, pessoas que estão na política, ora, existem quatro jeitos de atuar nesse meio para um pastor. Eu procuro não fazer nenhum dos quatro, mas eu não julgo algumas dessas atuações de relações com políticos, tá? E eu tenho políticos que são amigos e candidatos nessa eleição, tá? Quero deixar isso claro. Entretanto, quais são essas quatro maneiras de exercer relação com políticos nas redes sociais que um pastor eventualmente comete? >> Pronto. Isso aqui eu também gosto desse grau de organização na homilia e batista. Quatro pontos. Vamos lá para quatro pontos de posturas que os pastores devem ou não devem ter em relação com políticos ou política. Então, precisamos precisamos levar isso em cont. Obrigado, Carapa pelo carinho. Mandou um super sticker de cinco contos. Cinco conos salva vidas. Obrigado. [risadas] Estamos junto carapa. Obrigado. Obrigado. Obrigado. E diz: "Querido Leandro, bom dia, baristas, não baristas, feliz aniversário, Bruno." Muito obrigado, querido Leandro e obrigado aí pela inclusão dos não baristas ao barismo também. É uma postura aqui ecumênica de nossa parte. Mas, ó, mas quatro, vamos prestar atenção em quais são esses quatro tipos, porque eu gostei disso, cara. Quatro tipos de relação entre lideranças religiosas e políticas que o Víor faz muito bem aqui de apresentação. Uma grande taxonomia dessas relações. Bora ver. O primeiro jeito é simplesmente declarar voto. Eu nem isso faço. Acho o problema o cara declarar voto? Não julgo o cara que declara voto, o cara que diz assim: "Olha, eu vou votar no partido tal porque eu acredito nisso, nisso, nisso. Eu vou votar no fulano porque eu acredito nisso, nisso, naquilo". Ponto. E ele declara o voto. Isso é o primeiro jeito. Não julgo, não faço, mas não julgo. Outra coisa, di, então, tá liberado. Vou eh declarar voto. Você pode ficar em paz, pode declarar. É esquisito, pode ser. tem funções, tem, mas tá liberado. E recentemente, por exemplo, um pastor que considera a gente bastante irrelevante, irrelevante, e sim, eu assisto seus conteúdos, afinal eles geram coisas para mim e eu gosto de trocar ideia e ver como as pessoas pensam, inclusive as pessoas adversárias, ao invés de demonizar os outros. Mas, por exemplo, nosso querido Iago Martins, que nos considera tão irrelevantes, mas acompanha nosso conteúdinho. E ele chegou e e disse, declarou o voto dele, que o voto dele é na direita, né? A direita que estiver mais próxima ali do do L, faz o L, faz o Lula. A direita que estiver com chances de ganhar de Lula, ele vai votar. Tirando acho que o o Flávio agora eu tô confuso. Eu acho que ele também falou voto na direita menos o Flávio. Quem menos o Flávio estiver mais próximo será o meu voto. Porque afinal ele vota na direita e ponto. Fecha com a direita e pronto. E já era e tudo certo. Então ele declarou o voto. Nós entendemos. Honestidade tá sendo transparente. >> Diferente de declarar voto é declarar apoio. >> Deixa eu dizer logo de [música] cara. É absolutamente incorreto que a gente só usa. >> Verdade. Não sei o que tá falando. Declarar apoio é outra coisa. >> Diferente, diferente. Diferente. >> Declarar voto e declarar apoio. Declarar apoio. Você vai lá e fala assim: "Olha, recomendo que vocês também votem no fulano." Outra coisa declarar voto, outra coisa declarar apoio. Acredito nas faltas dele, não sei que pá. É um homem de bem, essas coisas assim. Isso é, isso é declarar apoio. Então você tem que declarar voto, tem que declarar apoio. São coisas sutilmente diferentes, mas são diferentes. Eu não faço nem a primeira, que dirá a segunda. A terceira, antes da terceira, concordo plenamente com esta crítica de víor, né? Então, uma coisa declarar voto, tá liberado declarar voto, uma outra coisa declarar apoio. Mas aí a gente já tem um problema do dizer, ó, tem que votar nesse camarada aqui, cara. Seja pra direita, seja pra esquerda. Se o Brodinho é liderança religiosa, ele não deve fazer isso. Não deve. Tá errado. Há mais há mais nada. Mais nada. Especialmente se o camarada for progressista de esquerda, sei lá o que lá. Você não tem que recomendarça nenhuma. Joça nenhuma. Liderança religiosa. Não tem que fazer isso. Por quê? Porque a tua voz na sua posição institucional e daí no caso para pessoas de fé não é só institucional, é também voz como liderança espiritual, o que faz com que você apareça ali com a carinha de que Deus tá falando, né? E aí não vai dar para separar o brother que faz a leitura da Bíblia, da palavra de Deus e diz quais são os valores cristãos, etc, etc, etc. como guardião da fé, daquele que vai dizer daali: "Olha, eu recomendo que você vote nesse, não tô te obrigando, tô recomendando." Acho que a gente tem que tá errado, tá completamente errado. Independentemente de qual deputado, vereador, senador, presidente, governador, prefeito, que seja, tá errado, errado, errado, errado, errado, errado, errado, porque a tua posição confunde os dois âmbitos. Confunde, confunde e aí não dá. Tá errado, velho. Tá errado. Ah, mas eu não quero falar em nome do Jeová. Eu não tem problema. Você tá entrar nesse cargo? Você tá falando não, mas eu aponto. Tá errado. Tá errado, tá errado. Tá errado, tá errado. Aí eu já acho inadmissível que é prostituir o púlpito com isso. Então você tá usando a rede social na qualidade de sacerdote. >> É isso. >> Eu já sou mais favorável de sacerdote universal de todos os crentes. Vocês sabem disso, na qualidade de sacerdote, tal. tem outras realidades possíveis dentro do ambiente evangélico. E dentro do do ambiente evangélico, a posição hegemônica é da existência de líderes enquanto figuras sacerdotais. Aí o cara enquanto figura sacerdotal, dotado do discurso mais espiritual, ele vai dizer o quê? Que o candidato de Deus é fulano, que o mais espiritual é votar. Aí aí eu julgo aí, eu acho que é problemático para caramba. muito. >> É bem pior do que só declarar apoio e mais ainda do que só declarar voto. Aí eu acho que não dá. É só ma testemunho. É só associar uma figura que vai cair daqui a pouco com a figura da igreja e com o nome de Deus. E é blasfêmia. Essa é a terceira maneira. E existe uma quarta. A quarta, ela é uma espécie de posição intermediária entre o apoio e a prostituição do púlpito e que para mim pessoalmente é a pior de todas, que é a dissimulação. É a façatez. >> Dissimulação. O que seria dissimulação, querido Víor? Eu fingi isso aí para o moço que é o seguinte, você não declara apoio nem voto e diz que o púlpito não pode ser corrompido pela política partidária, mas você usa o púlpito para copiar o discurso de uma campanha eleitoral, igualzinho um dos candidatos tem. E você, é ou não é o que a gente tá discutindo nesse canalzinho há um mês, mostrando gente que fala: "A igreja não tem partido, a igreja tem princípios". E aí faz o quê? Dissimula. Dissimula. Finge que não tá apoiando. Mas tudo que diz é para apoiar o candidato YZ. É para falar daquele cara lá. Aí me lasca, aí me lasca, aí me lasca. Não, a gente não tá aqui sendo partidário, mas coincidentemente eu faço tudo, tudo, tudo para que você entenda que o que você tem que votar naquele ali, ó, porque ninguém é burro, né? Aí me lasca. Aí me lasca. E aí a gente, esse é o gancho pra gente ler o a pesquisa que a gente fez com os evangélicos e a resposta da galera. O cara disse, declarou voto. Não. Ah, mas não precisa, né? Dá para saber. [risadas] É muito, é muito pra minha cabeça. É muito minha cabeça. Você chama aquilo de princípios cristãos. E aí você fala: "Não, eu não corrompo o púlpito com o evangelho, são apenas valores." Mas todo mundo sabe de qual é o candidato que você tá falando aí, meu brother, aí é fingir, né? Aí aí é usar a ambiguidade como inimputabilidade, né? Aí, aí além de você tá prostituindo púlpito, você tá mentindo no púlpito, que todo mundo sabe quem é o candidato que você está apoiando. Mentindo, essa frase é importante, né? Ah, beleza. Ah, não foi no pú, foi num programa de TV igual. Ah, não foi no podcast igual. [risadas] Então assim, e aí é legal por quê? Porque o Víor, cara, o Víor é um cara conservador. Ele não vai olhar para um revolucionário, não, marxista aqui, comunista, filiado a partir sei o quê. El pode olhar e falar: "Não, jamais". Mas a gente tá comungando de um uma posição idêntica. Idêntica de falar: "Cara, você é de direita, você é de esquerda, você vota em A, você vota em B". Você não pode fazer isso. Não, não, não dissimule, não misture as coisas, né? Porque é o que eu não gosto também, eu acho completamente equivocado, o cara diz: "Não, mas Jesus hoje em dia seria de esquerda". Olha, pode até ser, mas não mete o argumento da fé naquilo que você tem que resolver como problema concreto. Tá errado. Tá errado. Eu também leio assim na minha cabeça, tá plenamente adequado para mim. Mas não faz sentido na hora da gente discutir problemas que são públicos e comuns. Que são públicos e comuns. Não é um problema meu, não é seu, é nosso. E aí o nosso envolve gente que não tá nem aí. Se Jesus era o quê? que cor que ele de roupa ele vestia, qual shampoo ele usava naqueles cabelos sedosos no meio do deserto, né? Qual protetor solar ele precisava utilizar para manter a pele tão branquinha como representado [roncando] nos nos filmes um pouco eurocêntricos, talvez, né? Então, assim, nada nada nada, né? E qual que era o qual que era o o amaciante e o sabão e pó que ele utilizava para manter aquelas vestes tão alvas e brancas no deserto, né? Uma pobreza, poeira, lama, sujeira. E ele tava lá limpo, limpinho. Nunca vi o cara zoado. Bom, eh, pode ser de direita, pode ser de esquerda. Não misture essas coisas. Por quê? Porque a gente tá num debate público, no espaço de conversa ampla. política política que envolve a todas as pessoas. Então esse esse movo tá errado, esse movimento tá equivocado, seja de direita, seja de de esquerda, não mistura esse trem. Na minha cabeça, faz sentido, faz. Mas esse não é o meu argumento para debater política pública. Mas não mesmo, mas não mesmo. Tá errado. Tem que saber separar as coisas. Beleza. Vamos ver se tem mais um trenzinho aqui. Aí você complica a brincadeira. Então, pastores podem postar conteúdo de política nas redes sociais? Devem. E de política partidária? Acho pouco sábio, embora haja diferentes maneiras de se fazer isso. Dependendo da maneira. Olha, não julgo. Eu eu não faço. É, o Víor já tá sendo mais bonzinho, né? que aí eu julgo mesmo. [risadas] Aí no caso eu julgo. O mano vai colar lá e vai no evento da do partido YZ na qualidade de pastor para botar a mão na cabeça do candidato, orar por ele. Tá errado, velho. Tá errado. Tá errado. Tá errado. Tá errado. Tá errado. E tem uns manos que eu conheço que adora postar uma foto que teve na última eleição em que teve o encontro de evangélicos progressistas que na verdade não é evangélico, são pastores, né? Lideranças evangélicas com o candidato Lula. Em quem eu votei em quem eu vou votar neste ano, né? Votarei novamente no L. inevitavelmente. Bem-vindos ao mundo, minha gente. Inevitavelmente. E aí o o o pessoal gosta de postar uma foto que tem vários pastores assim em volta dele, tudo pastor de esquerda, né? Em volta dele com a mão na cabeça, vai fazendo oração e tal e Lula de Jesus. E tá errado, tá errado, tá errado, tá errado, tá errado, tá errado, tá errado. Vai na qualidade de trabalhador, de trabalhador e trabalhadora que tá indo lá em qualquer encontro do partido de campanha, como trabalhador e trabalhadora, fazendo volume na massa que tá ali apoiando a organização do partido. Acho ótimo. Vou subir no palco lá para botar a mão na cabeça do cara para orar por ele. Tá errado. Tá errado. Você tá errado. Tá completamente errado. Tá. E eu sei que tem uns pastores que estão envolvidos nessas nesses planejamentos de campanha do Lula e são de esquerda e reproduzem a mesma dinâmica que o pastor conservador de direita que faz as coisas com a candidato de direita. Vocês estão errado, velho. Vocês estão errado. Completamente errado. Completamente errado. Completamente errado. E dito isso, obviamente, passamos o esse ano novamente. Sim ou faremos? Sim ou faremos. Beleza? Mas então, completamente errado, completamente equivocado, misturando os trem, reproduzindo uma dinâmica de voto de cabresto e que é falso, né? Completamente equivocado, porque é uma pessoa minimamente organizada, progressista e crítica, etc, etc, etc, etc. Ela não vai cair nessa armadilha tonta. Você tá fazendo essa performance para quê, né? A performance é exatamente para que e para quem? Não faz sentido, não faz sentido. Não faz sentido. Não faz sentido. Dis William, bom dia. Passando só para desejar um feliz aniversário. Você faz um trabalho incrível por aqui. Por favor, continue elevando o nível do debate. Muito obrigado, querido William. Espero que nós consigamos sobreviver e manter aqui essa esse papo. Eita, tem um monte de mensagem que ficou para trás. Jesus Cristo. Beleza. Então é o primeiro ponto aqui. Primeiro ponto antes da gente dar continuidade para as nossas conversas. Estão errado esses pastor aí? Tá tudo errado. Direita, esquerda, autodenominado progressista, né? Que é autodenominado, né? Tá errado. Um terapeuta são 1024 gigapeutas. [risadas] Foi boa. Ah, tá bom. Então, tá de boa. Pergunta aqui do Rock Marciano. Pastor, pode usar calcinha? Se tiver confortável, tranquilo. Pergunta querido, fazer tudo é política. Não, não. Diz querido Rock Marciano. Templo é um lugar onde aflitos buscam esperança. Verdade. Não é lugar de fazer essas coisas também não. Igreja é um território político, não para politicismo. Pode ser. concordo contigo. E aí talvez alguns irmãos das teologias de libertação, velha guarda mais engajados talvez fiquem chateados comigo, mas vá na condição de trabalhador e trabalhadora, tá? Pode assumir que você é cristão, que você é evangélico, que se é o que for, mas na hora de atuar a militância de trabalhadores e trabalhadoras. Diz que doido Gilberto Ferreira 7807. Igreja não tem partido, mas vamos ouvir aqui uma saudação do nosso irmão candidato fulano. Exatamente. [risadas] Vem, querido irmão candidato pastor fulano. Nós não temos partido. Vai ver com a gente. Diz aqui do roque marciano. A dissimulação que só um crente do tipo bem crente sabe fazer. É pastor do tipo meio pastor. Sobre aqueles que falam de políticos indiretamente no púlpito. É, não é canalha. Diz que do Gab Faleiro, Gab Faleiro Fontana é bem honesto e é crente de verdade, independente do posicionamento político dele. É óbvio, gente, nós temos que com conviver, comungar e estar junto às pessoas. Gente, bem-vindo à vida, né? As pessoas não gostam de estar junto, não gosto de trocar ideia, sai demonizando os outros antes de conversar. Embaçado. Diz aqui do Roque Marcelo. Na pintura renascentista da Santa Ceia, quem era o apóstolo que aparece solicitando um cigarro solto pro dono do bar? Na pintura renascentista da Santa Ceia, quem era o apóstolo que aparece solicitando um cigarro solto por o dono do bar? Hum, difícil essa pergunta. Vou ter que refletir sobre ela. Diz que do Gabriel Montolesi, eu ouvi Deleuse. Alguém disse Deleuse? Eu disse Deleuse. Beleusa. É. Ah, beleza. Perdão. Agora entendi. Agora eu entendi. Agora entendi. O dedo dedo. Ah, mas pera aí, pera aí, pera aí, pera aí que eu vou pegar um trem aqui. Ah, oh Jesus. Ai, ai. Deixa eu pegar aqui. Provavelmente. Pronto. Então, o que acontece? Vamos lá. Deixa eu pegar o livrinho aqui. Nós fizemos algumas entrevistas, algumas muitas com evangélicos. Eh kê Ah, vou pegar aqui. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. Aqui. Pronto, achei. Vou ler algumas entrevistas. No caso aqui, vou pegar primeiro essa aqui de um camarada que nós apelidamos de Ederson. Ah, só pra gente sacar, tá? Aqui a leitura. Diz que do Felipe LPS, parabéns, Xingi. Saquei a referência diz que ele Batista. Um beijo, querido Eliel Batista. Pastores que abre aspas abençoam, fecha aspas. candidatos não estão por causa do evangelho, com certeza não, mas pela disputa pelo espaço de poder político. Sim, e por proeminência. Progressistas condenam nos conservadores aquilo que praticam perfeitamente. Tudo disputando o holofotezinho. Onde é que tá a Luizinha para aparecer minha careca lustrosa? Diz que fazer o what? Felipe, aí você se passou. [risadas] É, vai começar a disputa aqui por animes antigos e interpretação de animes antigos. Ó, se liga. Vou ler a entrevista aqui que nós fizemos. com o querido Ederson. Apelidamos o nosso querido Ederson para preservar a sua imagem. Mas se liga, ó, só pra gente passar um contexto do humano apresentando sua trajetória de vida. E daí também a gente entendeu a pergunta seguinte, ó. Questionado sobre sua vida escolar, né? Que tem uma coisa importante em pesquisa que às vezes o pessoal não leva a sério. Você não pode pesquisar. Se você vai fazer uma pesquisa quali, né, qualitativa, é muito importante que você saiba onde essa pessoa estudou, né? Onde ela se formou, se é que ela se formou, onde era o bairro, como é o bairro, onde ela mora hoje, como é a casa dela, como a casa tá organizada. Todos esses detalhes interferem na sua leitura social de quem é essa pessoa, né? Quais os eletrodomésticos estão ali dispostos, onde estão dispostos, como estão dispostos. Isso é importante. Tudo isso é importante. Você vai vendo como que a casa tá organizada, os cômodos, o que foi possível ser feito, como foi construído, eh qual a trajetória de vida da pessoa minimamente para que você consiga contextualizar este humano no espaço, no tempo e na sua organização regular de vida, o modo de vida, né? Então isso é muito importante. Então a gente fez pesquisas nesse tipo e aí observando tudo, né? Eh, e é engraçado, por exemplo, se você vai numa cozinha regular de uma pessoa, você pode nunca ter ido na casa da pessoa. Nunca foi. Nunca foi. Especialmente foi da mesma classe social. Você entra na casa, você sabe onde tá, onde ficam os talheres, você sabe, você nunca foi na casa da pessoa, entra na cozinha, você sabe onde tá os talheres, porque é um padrão sendo reproduzido ali, que é interessantíssimo. Aí se você muda a classe social, a os talheres vão aparecer em outro local, de outro modo preservado. É interessantíssimo. Mas tudo bem, lá vamos nós. Só um comentário para saacar a importância de você ver contexto, onde o cara nasceu, como ele viveu, né? essa parada toda. Vamos lá. Não, questionado sobre sua vida escolar, Ederson responde que sempre frequentou a escola pública, o que já nos ao ouvir essa informação, você já consegue mais ou menos pressupor alguns elementos. O cara sempre estudou em escola pública. Sua vida foi de abre aspas trampo a trampo desde os 11 anos, quando começa a ajudar o pai na funilaria improvisada. Porque ele comentou pra gente que ele começou, que na casa dele tinha uma funilaria que o pai improvisou, né, para fazer uns bicos e um trampo ali de funileiro, de de borracheiro no quintal de casa, o que também já te dá mais um desenho, onde esse cara nasceu, como ele cresceu, né? Tava na na na cidade de São Paulo, essa coisa toda. Então, importante, eu esqueci só a idade desse mano. A gente colocou aqui, ah, moro no Capão e tal. Ah, eu não lembro se a gente aparece daqui a pouco a idade, mas tudo bem. Vamos lá. Então, é isso, mano. Tal desde os 11 começa a ajudar o pai na funilaria desde os 11 anos de idade. No entanto, teve que fazer faculdade na marra, né? Então, mas ele conseguiu acessar a faculdade, fez ali no esforço. Eu com 11 anos trabalhei com meu pai quando fui para Aracati. Trabalhei com ele na oficina porque como o terreno era grande, ele pegou e montou o salão. Fez um salão na frente, montou uma oficina e eu trabalhei com ele até os meus 18, 19 anos. Só que quando eu tinha 19 anos, meu pai eh não é que ele era muito rígido, ele era muito certo. Eu acho que vocês já devem ter entendido essa frase, né? Não é que ele era muito rígido, ele era muito certo. OK? Eita, por sabe quando a pessoa é muito certinha, começou a não dar certo entre nós dois juntos. Aí eu falei: "Ó, pai, não tá dando certo. A gente tá dando, não tá dando certo. Tá dando muita discussão, muita briga. Eu vou tomar meu rumo." Fui procurar emprego. Ele falou: "Vai, meu filho, vai lá." arrumei um emprego em uma empresa de office boy, fiquei acho que 8 meses. Aí eu saí, fui para uma administradora de condomínios, fiquei uns 3 anos. Em 2001, eu entrei no escritório de advocacia e fiquei até os até 2013. Eu entrei como office boy interno lá e fui crescendo, sendo promovido e tal. Aí chegou num ponto que mudou a gerência, mudou gerente. Uma dessas gerentes era bastante exigente, que não é mais a o rígido, né? Ou certinho, exigente. E perguntou quem era formado e quem não era. Depois de um tempo, ela avisou: "Ó, quem não tem faculdade vai ter que começar a fazer. No próximo ano tem que estar fazendo faculdade. Quem não entrar, infelizmente vou ter que dispensar. Foi assim, direta e reta. Então eu comecei a estudar e fui atrás da faculdade, fiz gestão financeira na UNIP, aquele curso mais rápido de 2 anos. Era um tecnólogo, né? Porque eu precisava de diploma, precisava de faculdade para poder ficar na empresa. Eu fiz tudo e consegui ficar lá até 2023. Essa entrevista foi feita em 2024, então até um ano atrás. Aí foi esse o curso que eu fiz, né? Foi o foi o que eu eh que foi a faculdade, né? Ederson hoje assumiu. Então a gente já tem aqui um um uma trajetória do nosso querido Ederson. Fechou? Então temos aqui o nosso querido Ederson nessa trajetória de vida dele. Dá pra gente desenhar quem é humano. E a gente vai chegar agora numa parte importante. Eh, Ederson hoje assumiu a antiga funilaria improvisada do pai porque batalhou sem sucesso, apesar de formado por um emprego melhor. Ele se casou e teve dois filhos. Evangélico desde criança, por influência dos pais, também considera a igreja fundamental na educação dos filhos. Aliás, mudaram de igreja dentro da denominação batista para uma que oferece infraestrutura para as crianças. Na vida do pobre, a igreja é tudo, inclusive lazer e inclusive formação das crianças. Quando perguntei sobre o motivo da igreja ser fundamental na educação dos filhos, Ederson respondeu o seguinte: "Prestem atenção, prestem atenção. Acho que por conta do ensinamento em si, da Bíblia mesmo, com relação ao respeito aos pais, começando dentro de casa, como o próprio Jesus ensinou, que a gente vai ter mais anos de vida na terra se honrarmos nossos pais e mães." Esse ensinamento logo de cara é fundamental porque é o futuro deles, né? Então, o ensinamento fundamental, honrar o pai e a mãe, cuidar do pai e da mãe para você poder ali ter futuro, né? Então, me respeita, me obedece. Então, é importante a igreja para ajudar a autoridade paterna e materna, a autoridade do pai e da mãe. E para os adultos, você acha que a igreja ajuda a tomar melhores decisões políticas, né? Então, perceba, já vai direcionando a conversa, né? Que que você acha do para adulto? Paraa criança, beleza? Para ele aprender a respeitar o pai e a mãe, para ter esse valor aí, né, de de honrar o pai e a mãe. E para adulto, como é que você acha que a igreja influencia? Resposta de cara, pensando na minha, por exemplo, o Bolsonaro tem os problemas que ele teve, né? E oas condutas que muita gente não concorda, mas se você comparar com o governo de hoje, no caso governo Lula, isso aqui 2024, ele era um cara que pensava em família, um cara que a esposa era cristã, ele tem uma ideologia voltada para o cristianismo mesmo, né? E o meu pastor sempre apoiou isso. Veja o papel da O cara da família, a mulher dele é cristã e o meu pastor sempre apoiou isso. Então, quer dizer, ó, como é importante a igreja me fez andar no caminho correto aqui. E aí a pergunta que não queria, né? A influência do pastor era mais direta ou indireta, né? É importante eu perguntar, mas o cara falava assim explicitamente, né? A pergunta não foi essa, assim, desse jeitinho, né? A pergunta enrola um pouquinho mais. Fala, cara, mas assim, ele falava explicitamente no púlpito, vota no Bolsonaro ou não? Era mais indireto assim, só mostrando tal. Aí o que que ele manda? É mais indireta. Ele falava e deixava em aberto. Cada um tem o livre arbítrio para votar em quem quiser, né? Mas por mais que seja estratégia política do Bolsonaro de querer conquistar a família pelo lado da igreja, cara, é a melhor opção. Veja, o maluco não é tonto. O mano aqui ele não tá sendo ingênuo. Ele não tá tipo assim, ele sabe que o canalha do do do bolsa de cocô que agora é presidiário, ele tava usando como estratégia para ele e ele falava, por mais que seja estratégia, tá de acordo com os nossos valores, tá ligado? E ele, o pastor não dizia abertamente, era indireto, mas eu entendo, né? a gente saca essa ideia de de falar, olha, de púlpito a gente não fala em quem você deve votar, você tem livre arbítrio, você faz sua escolha, mas e aí vem um monte de informação pressuposta, é a gente fazendo um grande teatro. Todo mundo aqui finge, faz um drama e finge que é burro, né? Todo mundo finge que não vê o que tá acontecendo, mas todo mundo sabe o que tá acontecendo. Todo mundo sabe. Você conversa com as pessoas, as pessoas sabem. fala não sei. Pô, o pastor tá falando pra gente votar no front de tal. Ele não diz, mas a gente sabe, as pessoas sabem. Só que a gente faz um um um um como é que é que fala? Um um teatrinho mesmo, um drama. A gente um fingimento, todo mundo finge que não é assim. E aí segue um protocolo formal, né, para uma etiqueta para fingir que não é assim. Aí eu tenho que considerar mais honesto o cara que é explícito, o cara que fala mesmo. Eu falei: "Não, isso aí é mais honesto, é mais escraashado, pelo menos tá sendo honesto, tá sendo honesto, mas a dissimulação é a grande armadilha, porque pra maioria é dissimulação. Se você for conversar com a maioria dos evangélicos na igreja deles, não fica falando em quem você tem que votar, cara. Maioria diretamente não, mas indiretamente sim. E aí, indiretamente fica esse reforço de determinados valores que são adequados e iguais ao programa de político A iguais. Iguais, idêntico. E o cara fica reforçando indiretamente. Aí aparece um babaca que nem o Malafaia, um otário que nem o Marco Feliciano. E aí deixa explícito. Ele fala: "Tem que fazer 22 mesmo, tem que votar mesmo, tem que não sei o quê". Esses caras que deixam explícito viram a voz pública daquilo que fica conversando no corredor escondido. E aí o pessoal vai discutir com o Malafa, com o Marco Feliciano, com não sei o que lá. Vira boi de piranha. Aí vai tudo as piranha progressista e de esquerda e pastor progressista piranha de esquerda. Eh, eh, imprensa, piranha, progressista de esquerda, vai tudo para em cima desse boi, tudo boi de piranha, vai tudo em cima do malafaia, todo mundo em cima do Marco Feliciano. E o que tá sustentando é a conversa do corredor, é o indireto, é o pastor que fala: "Eu não digo em quem você tem que votar, mas faz o MET linha a linha com programa de a aquele ali é o programa do Bolsonaro, faz linha linha ali, ó, esse certinho. Faccio métete com esse programa, fica na conversa de corredor, fica na linha indireta, fica no púlpito dissimulado e aí o pessoal discutindo e batendo cabeça com uma lafaia, com não sei o quê. Aí para quê? Para aparecer um monte de gente para dizer: "Não, mas nem todo evangélico é assim. Não, mas nem todo pastor faz isso". É lógico que não faz, porque a conversa ela tá em outro âmbito, tá nessa hegemonia consensuada e que fica na conversa de corredor e indireta e do púlpito indireto. Essa dissimulação, mas todo mundo sabe o que tá acontecendo. Aí fica batendo cabeça com esses babaca, tipo Malafa, o Feliciano, que explicita o negócio e não percebe que é uma dinâmica que tá ali por trás das cortinas, que tá ali no teatro, nessa dramatização de como se a gente não tivesse interferindo em nada, tá ligado? E isso precisa ser explicitado, isso precisa ser ser tornado público. Assim, gente, vamos parar de fingir, vamos falar real, vamos expor. Pastor tá mentindo, tá sendo hipócrita. E a gente fica sendo hipócrita, fingindo que não tá entendendo o que o pastor tá dizendo. Mas todo mundo sabe. Vamos falar real aqui. Tem nada a ver com Bíblia, com fé, com princípio. Não, não, não, não. É com apoio político partidário para fulano de tal e ponto. Seja honesto. E aí, vamos lá, né? Então, cada um tem o livre arbítrio para votar em quem quiser, né? Mas por mais que seja estratégia política do Bolsonaro de querer conquistar a família pelo lado da igreja, cara, é a melhor opção. Como os princípios cristãos estão atrelados a ele, então você acaba indo mais pro lado dele. Meu pastor, eu vou até dar um zoom maior aqui, ó. Prestem atenção. Meu pastor não era tão explícito, mas ele meio que dava aquelas indiretas, entendeu? Para dar uma incentivada no povo. Eu sei o que você tá fazendo e o pessoal também sabe. Mas aí a gente tem que dar corda para bom entendedor. Meia palavra basta, né? >> [risadas] >> Aí eu quero relembrar, eu quero relembrar e eu vou pegar no pé do Hernandes Dias Lopes. Por que o Hernandes Dias Lopes, como presbiteriano, faz esse esse esse esse teatrinho, faz esse drama. Fal, gente, [risadas] nós não temos candidatos e nem partidos, nós temos princípios. E aí todos os princípios dão igual do candidato e do partido. Aí se o o o eh o PT ganha, né, que que foi o que aconteceu? O PT ganhou em 2022, Lula vira presidente no cargo de presidência especificamente, porque na Câmara foi um massacre, mas tudo bem. Não é o caso do da presidência, ganha, vira presidente. No dia seguinte, o Hernandes Dias Lopes tá dizendo: "Gente, estamos passando por tempos turbulentos e vai ser difícil e nós temos que nos agarrar aos princípios dos valores da família. E aí, camiseta verde amarela, né? Quem será que ele tá, quem será que ele tá fazendo? Que será que ele tá defendendo? Ah, não sei, deve ser coincidência. E aí, beleza, faz essa dissimulação toda. Aí agora, recentemente, grava o vídeo lá sobre política e e e religião, se o pastor pode ser de esquerda. A pergunta do cara lá no recentemente a gente fez um react disso, a pergunta do internauta era: "O pastor pode ser de esquerda declarando posição política?" Aí o Hernandes, olha, eu sou contra pastor declarar posição política. Eu sou contra. A gente não faz isso não. E a gente nem diz em quem você deve votar, mas nós temos princípios. E piriri pororó, piriri pororó, piriri pororó mesma lenga lenga no final diz para bom entendedor, um pingo é letra. Mas eu devo ser otário, né? Tem que ser muito dissimulado, né, gente? Aí vem, né? Meu pastor não era tão explícito, mas ele meio que dava aquelas indiretas, entendeu? para dar uma incentivada no povo aí para bom entendedor meia palavra basta, né? Eu poderia ter feito a pergunta para bom entendedor um pinga letra, mas eu fiz meia palavra basta. Isso já faz uns anos. Aí vem resposta do nosso querido irmão Edson. Isso, exatamente. Isso, exatamente. Todo mundo sabe. Mas assim, eu procuro nem misturar muito a igreja com a política. Claro que não. A gente viu que não tem nenhuma mistura na resposta anterior, porque isso já é uma cultura antiga aqui no Brasil, né? Eu particularmente não concordo com o pessoal da política que usa a igreja para se beneficiar, mas infelizmente é uma coisa que acontece muito hoje, então a gente mantém, [risadas] cara. Tem que ser ai velho, tem que ser muito muito complicado. Ah, meu pai amado. Que que vocês acham desse trem? Tem que ser. É muita dissimulação, né? É muita, muita, velho. Não dá, não dá. Deixa eu voltar aqui. Ai, Jesus Cristo, eu fico irritado com esses trem. Deixa eu ver aqui que estamos conversando. Ui! Discr do William. Caraca, Bruno, eu agora percebi que você tem a voz muito parecida com a do pastor Pascoal Pirajini. Precisarei passar numa fondeióloga imediatamente. Diz querido Gabriel Mont. Mas Gabriel Montoles virou membro. Bem-vindo, Gabriel Montoles. Ainda bem que você se tornou membro do nosso canal, membresia aqui do canalzinho. Obrigado pelo carinho, pela confiança, pela consideração. Maisu moer. Maiser ou ma issu muser ou mais sumo ser. Parabéns, Bruno, muitos anos de vida. Muito obrigado, querido mais um user user. Muito obrigado aí pelo carinho. Obrigado pelo carinho. Aê, membresia. Aê, Gabriel, bem-vindo à membresia. Tamo junto. Tamo junto. Diz que do Gabriel Faleiro, toda vez que metiam honrar pai e mãe, do nada eu respondia com Mateus 34:36. Você queria treta, né? Você queria arranjar confusão, queria brigar com todo mundo. Fala, a gente quer bagunça. Diz que fazer o ó. Bruno, é para honrar par mãe mesmo ele sendo canalhas? Então é que a galera aí mistura alhos com galhos, né? Tem muito pai e mãe que é complicadinho. Vamos combinar. Vamos combinar. Diz que do Gabriel Montol Missan. E o pessoal faz muito bizancê, muito bizancêo. Finge é esse fingimento, né? Vamos aqui, você finge que eu sou tonto, né? Você finge que me engana, eu fiz que acredito. E pronto, todo mundo fingindo, tá tudo certo. Se a gente finger, diz aqui do Gab Faleiro, mais um user. Exatamente. Mas é que eu gosto do de misturar os nomes. Então poderia ser só um mais um ou zero. Diz aqui do Gabriel Montoles. O que é MT 3436? Mateus 3436. Vamos pegar aqui Mateus 34 NVI porque é mais legível. Mateus 1046. Deixa eu abrir aqui. Aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. Abre, desgraça. Cara, agora o Bíblia online cheia de propaganda, mano. Coisa horrível. Ele quer treta. Ele quer treta. Eu vou te mostrar o que acontece. Esse esse é o problema do pessoal usar texto fora de contexto. Vira pretexto, né? Texto fora de contexto é pretexto para você falar qualquer grosélia. É o seguinte, querido Gabriel Montoles, o nosso querido amigo Gabriel Faleiro, vocês tem que conversar, o Gab Faleiro e Gabriel Montollei, Montolesi, Montese. Diz é o seguinte, cara, é o seguinte, é o seguinte. O Gabriel Faleiro, ele quer treta. Por quê? Porque o Mateus 10:34 diz o seguinte, que que que que que que é isso? Isso é o seguinte. Não pensem que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas espada. Tem tem conservador que adora esse texto para dizer que você tem que andar armado. Pois eu vim para fazer que, abre aspas, o homem fique contra o seu pai, a filha contra a sua mãe, a nora contra a sua sogra. Os inimigos do homem serão a sua própria família. Seria isso, entendeu? [risadas] Aí você pega as palavras de Jesus para dizer que na verdade eu quero treta, quero briga, quero guerra, quero quero fight, família desfacelada, destruída e uns contra os outros. É basicamente isso, entendeu? É complicado. É complicado, complicado, complicado. Deixa eu pegar um outro trem aqui. Ai, ai, ai. Ah. Cadê? Cadê? Cadê? Vamos lá, mais um camarada Vanderson. Camarada Vanderson. Vou pegar a entrevista aqui do camarada Vanderson. Cadê? Cadê? Cadê? Pronto, camarada Vanderson, vamos ler aqui mais um trechinho da uma outra entrevista. [risadas] Pergunta querido Gabriel Montoles. Montolesi. Vixe, esse Jesus era contra a família? Não, não, mas é que é texto fora de contexto, é pretexto pra gente fazer o que a gente quiser, né? Armamentista e contra família. Exatamente. Falei [risadas] piada. É, deu uma mistura de coisas. É, é texto fora de contexto, a gente faz o que a gente quiser com ele, né? Aí fica triste. Teve outro camarada Vanderson, também aqui da periferia de São Paulo, né? Ah, que tem uma interpretação bem Brasil paralelo das ideias, porque essa desgraça se infiltrou em tudo quanto é lugar. E eu vou mostrar para vocês mais uma paradinha legal aqui. Por quê? Por que que é importante ver isso, gente? Tem que ler essas paradas, tem que ver as entrevistas, tem que ver essas posições. Como a gente tem sustentado nos nossos artigos, há um consenso hegemonizado e estabelecido entre os evangélicos, historicamente estabelecido, que desviam, que promovem condições para um desvio do interesse de classe. E a gente tem que entender esse processo, né, que aí o pessoal chama de voto evangélico, sei lá o quê, mas não, não é bem isso. Mas é importante a gente ver. Ó, perguntei aqui, eh, a gente perguntou, né, sobre a questão da politização da igreja no Brasil, se a igreja tava se tornando politizada, o que que tá acontecendo? Periri paral e Vanderson diz o seguinte, eu acho que é até bíblico, eu acho, né? Não tenho certeza, não vou verificar. Tanto é que muitos políticos da época, da classe alta, foram importantes para a expansão do evangelho, né? Então, veja, já é uma interpretação que eu considerei, não perguntei sobre, mas eu considerei já uma interpretação bem Brasil, paralelo das ideias. Porque no geral o evangélico brasileiro, ele é contra a ideia do império romano, da igreja católica, essa coisa toda. Mas aqui é uma interpretação muito que destoa do geral, que é dizer que foi importante o Império Romano, foi importante essas lideranças, eh, essa classe religiosa, né, que tá atuando pelo fato de ser de garantir a expansão do evangelho, né? Se não fosse também o próprio império de Roma, o evangelho não teria se difundido tanto. Então é aquela passada de pano no império romano e Constantino se tornando cristão. É lógico que é Deus no controle, mas o Império Romano ajudou muito nessa expansão. Uma mistura aqui de de evangélico eh com predestinação, mas eh Brasil paralelo das ideias. Eu não acho pecado, né? Não acho problema aí a igreja se partidarizar. Para mim, quanto mais crente na política, mais próximo do povo a política ficaria. Que obviamente ele tá considerando aqui o povo como crente, como cristão, como evangélico, né? A igreja tem todo o dever, todo o direito de participar. Aliás, nós como brasileiros participamos muito pouco da política. Mas eu creio nisso. Quanto mais crente o camarada que entra lá no no meio da política, melhor. Não concordo com o que aconteceu naquele começo do ano, aquela manipulação de massa. Aí é que se referia o 8 de janeiro, né? A tentativa de golpe, utilizando os coitados dos irmãos crentes, inocentes, para fazer baderna lá. inocente. Quando é crente é inocente. Nem todos eram crentes ali. Lógico que não. Tinha muito baderneiro. [risadas] Claro que crente jamais seria baderneiro, né? Agora o que não pode é aquele negócio da igreja ter partido, como nós vemos no nosso país. Infelizmente tem certas denominações que já tem até partido político. Você vê que é importante pra expansão do evangelho. Tem que politizar, mas não pode ter partido. Uma confusão da Mas vamos lá. eh, vê o problema, tal, não sei o quê, mas é importante que os clientes estejam cada vez mais. Aí perguntei, né, quem que o Vanderson tinha participado, quem que o Vanderson tinha votado para presidente? A gente perguntou lá, oxe, claro que Bolsonaro, o menos pior era o que eu falava, ó, eu tô votando no menos pior para governador votei em Tarcismo, quem diria. Candidatos a deputado eu não lembro. Eu votei nos meninos aí, uns menininos aí que que tenta ser político aqui do bairro. Alguns eu até conheço, eu conheci você desde pequeno, então tem meu voto. Esse lance do mal menor é uma desgraça, porque pega a esquerda também. Aí perguntando sobre a avaliação do governo Bolsonaro. Do governo Bolsonaro, o que que ele acha, né? Apesar de ele ter falado muita bobagem, como é de prh, afinal, se um político não fala tanta bobagem, não é político brasileiro, né? Achei a piada boa. Eu achei muito honesto e bom para em termos de pautas, né? Então ele foi honesto e bom em termos de pautas. Quais pautas? Divinha? Embora isso eh nisso a pandemia tenha atrapalhado muito, né? Mas eu votei nele de boa. Só achei errado esse último lance dele de querer militarizar. Isso já não concordei. Porém, sabemos que nossa política tem muitos barões, né? Então eu não tinha nada o que falar, a não ser que essa última mancha que ele teve no finalzinho tentando ficar no poder. A verdade é que outros partidos também querem sempre isso aí. Ou seja, não achei legal, mas se acontecesse, não tem problema, porque tem outros partidos que também, igual ele, querem ficar no poder. Qual será os outros partidos que querem ficar no poder? Hum. Se ninguém presta, né? Então vou ser sincero, não por eu ser crente, mas porque conheci, conheço muitas pessoas que vieram do PT, aparentemente, e também não por conta desse negócio de direita, esquerda e tal, não. Claro que não. Para mim pode vir qualquer camarada, qualquer político que venha disputar voto pelo PT, PESOL, essas encrencas aí, que eu voto sempre do lado branco da coisa, do lado negro, do lado vermelho, enfim, porque as pautas deles são muito complicadas. Qualquer cristão, não só evangélico, deveria perceber mais, porque eles não estão nem aí. Eles querem destruir a sociedade, liberar a maconha. O negócio deles é só esse, entendeu? Eu votei no Bolsonaro mais por isso, porque provavelmente ele não queria destruir a sociedade e nem liberar maconha, porque eu sabia que era o único que ia bater de frente com os petralhas, como se diz por aí. E aí, meus amigos, vem um elemento muito importante de análise de conjuntura. A gente tem e tem que entender que a grande força é o antipetismo, porque o antipetismo encarna esse anticomunismo, esse antiocialismo, antiesquerdismo, antiísmo. Isso é importante de destacar porque apesar de enquanto radicalizados, comunistas e não sei o quê, a gente se colocar à esquerda do PT, né, vamos, ah, a gente é mais esquerda que a esquerda esquerda esquerdista. Esses caras não são radical, eles não são comuna de verdade e à vezes não são comunista. Lógico que não são, não são comunista, não são revolucionário, não. Mas na realidade tal qual ela é posta e no imaginário, no imaginário popular de como tá colocada a vida PT, pessoal, qualquer partido que a gente no nosso ponto de vista analítico, de quem estuda não sei o quê, coloca centroesquerda, é o revolucion, é o é o extremo do perigo da sociedade, a encarnação do comunismo na terra, entendeu? Então, meus queridos amigos, mesmo que a gente fale não é tão esquerda quanto a gente, não sei. A realidade da percepção do antipetismo é que esses caras são comunistas para caramba, é que eles são grande perigo e etc, etc, etc. E essa relação conforma o que a gente tem que considerar como a esquerda real. A esquerda real no Brasil, ela se apresenta com pautas que a gente pode considerar mínima do ponto de vista do sonho que a gente tem. Mas esse efeito de pauta mínima do ponto de vista de sonho que a gente tem, é o que conforma uma esquerda real, é aquilo que a gente tem como possibilidade de enfrentamento. E a grande força acumulada como opositora é o antipetismo. E isso a gente tem que considerar. A gente não pode desconsiderar. E no meio evangélico isso é muito forte, mas muito forte, muito forte. antipetismo como anticomunismo, como antissatanismo, como anti esses caras que querem acabar com a família, com a sociedade, com a propriedade privada, historicamente estabelecido e reproduzindo dentro de classes populares, ideologia de classe média. Então essa dinâmica a gente não pode desconsiderar porque é a realidade que se impõe. É a realidade que se impõe. E se a gente ficar mais nas preferências, nos valores, nas ideias abstratas, sem considerar esse fenômeno, a gente comete estratégias equivocadas. A gente comete falhas muito muito bizarras assim. E aí acontece o seguinte, o núcleo e o bloco mais difícil de enfrentamento é o bloco evangélico. Por quê? Porque é uma classe trabalhadora, majoritária, que desvia do interesse da classe geral, tá? Desvio de classe geral, do interesse da classe geral. E isso tem que ser colocado. A gente tem que discutir em termos de classe, de luta de classe, de mobilização da classe trabalhadora, de organização de militância. E isso é nossa, purinho. E aí eu eu acho engraçado porque como tradicionalmente a esquerda brasileira religiosa, né, que seja religiosa, ela é católica porque vem da tradição da teologia da libertação, ela tem dificuldade de fazer esse trânsito de interpretação da realidade e de entender a dinâmica do movimento evangélico. dificuldade de entender os interesses, os processos, o movimento de organização urbana que tem dentro da igreja, como ela se desenvolveu. E aí não consegue trocar essa ideia, não consegue fazer esse movimento. E é importante da gente considerar, da gente avaliar, da gente ter mais recursos para fazer isso. Para isso, a gente precisa continuar papeando nos termos que a gente papeia aqui no nosso canalzinho e voltar a discutir em termos de classe, de organização de classe, não é uma questão religiosa assim, ah, é do valor A, B, C, D, sim, passa por esse filtro pelo modo como somos institucionalizados, mas as pautas debatidas elas elas passam pelas necessidades da classe trabalhadora. E é aí que a gente tem que se apegar. E é engraçado porque essa galera mais progressista que venha de uma teologia da libertação ou que seja uma esquerda que conversa com cristãos da teologia da libertação, ainda que seja a religiosa ou sem religião, sei lá, faz a pergunta dos seguintes termos, né? Acho que o pessoal até parou de me chamar para fazer entrevista por causa disso. Que eles perguntam assim: "Como é que conversa com o evangélico, com o eleitorado evangélico? Como você conversa com qualquer outro eleitorado? Qual é a necessidade daquelas trabalhadoras?" Minha gente, eu não tenho que disfarçar um diálogo, disfarçar um vocabulário, né? Não vou criar aqui um vocabulário religioso porque aí eu não, porque não é nesse tipo de convencimento. O convencimento ele é real, ele é efetivo, ele é na luta da organização popular. Então, por exemplo, os caras de do Congresso, para finalizar, porque eu preciso preciso sair, os caras do Congresso de de de eh de extrema direita que conformou a bancada evangélica, bancada da bíblica, sei lá o que, sei lá o que, sei lá o quê, essa galera queria passar aquela PL do estupro, não queria passar PL do estuppro. E aí quando vai conversar com as massas evangélicas, com o eleitorado evangélico, eles eram contra essa PL, contra aquilo que estava sendo proposto pros caras que eles votaram, porque há uma distância, um abismo entre o interesse real e a vida efetiva da classe trabalhadora para aquilo que é colocado nesses formos desse disfarce, nessa teatralidade, nessa dramatização do bem contra o mal. A mesma coisa quando a gente fala sobre escala 6 por1. Se você for trocar ideia com a massa evangélica, não os pastores, a massa evangélica quer acabar com a escala 6 por1, quer ter mais tempo de vida, mas você vai conversar com as lideranças, com essa galera, já começa a se apoiar nessas pautas representativas, porque há um conflito de classe posto. Ele só não tá sendo tensionado dentro das igrejas. E é aí que a gente tem que brincar. Tensionar esse conflito é existente, porque as necessidades da classe trabalhadora são as mesmas. Pelo amor de Jesus Cristo, tá ligado? Aí quando a gente não tensiona no processo da luta de classe, não conversa sobre as tensões de luta de classe, quer disputar no gogó e no teatro, a gente perde. No teatro a gente vai perder, mano. Na dramatização, esquece, a gente vai tomar um pau. Tem que conversar e mobilizar como classe trabalhadora. Aí, pastorzinho de esquerda, pastor de esquerda porista quer atuar politicamente, atua como classe trabalhadora, inclusive assumindo que você é trabalhador. Que é a primeira pergunta que tem que fazer para um pastor, você é trabalhador? A resposta que ele der altera completamente o modo como você vai entender o que ele faz. Você é trabalhador, tá ligado? Você é da classe trabalhadora, você é um trabalhador. Comece, começa aí, meu amigo, começa aí. Eu eu acho engraçado porque ess os nossos queridos pastores progressistas raros, talvez eu conheça um que fala classe trabalhadora, sou trabalhador. A maioria não faz isso. Sou pastor, liderança religiosa, sacerdote, líder espiritual, sei lá o que nome que vai dar. Mas nunca se coloca como trabalhador. Inclusive, se colocar como trabalhador, vai ter que começar a prestar conta, né? É, queridos amigos pastores evangélicos progressistas, vocês são trabalhadores ou deveriam ser? Se não tão sendo, ai problemas, ai problemas e silos aí. Beleza, eu preciso partir, meus irmãos. Surgiu um trem aqui e eu vou precisar resolver. Não estava esperando por essa. Belê. É isso, meu povo. Grato pelo carinho, pelas considerações de parabéns, de amor, de tudo mais. Estamos junto. E a gente segue porque hoje é sexta-feira. Sexta-feira é fim de semana. Sexta-feira é fim de semana. E se é fim de semana numa sexta-feira? Prepare-se, queridos e queridas, porque hoje é dia. Dia de cestade. Ai, eu esqueci. Dia de cestade. Eu tenho que fazer [música] isso aqui. Ai, meu Deus. Cestar de maneira adequada também, hein? Cestar de maneira adequada, porque hoje, dia de cestar, sabe o que que vocês vão fazer hoje à noite? Vocês vão pegar uma bebida que vocês gostam, vão preparar uma um bilisquetes, esqueminha, uma comidinha que vocês gostam, vocês acham massa, que vocês consideram válida e interessante para cestar numa noite que vocês não têm nada mais importante para fazer. Obviamente que não. E hoje, 7:30 da noite, na hora de cestar, que você tá animado, que você tá animada, você queria tanto um evento legal com o moreno, com a morena, o evento legal vai ser esse aqui, ó. Você vai botar no YouTube, lá no canal do Valol Brasil às 7:30 da noite, que a gente vai estar lá. Esse cara aqui, ó, esse cara aqui sou eu. Esse aqui sou eu. E nós estaremos aqui. Então, hoje vocês vão colar lá no canal do do Paula Brasil. Hoje à noite, às 7:30 da noite, que a gente vai bater um papo. Fechado, minha gente querida. Mas você está em grande estilo. Vocês vocês vão não vão se arrepender de convidar a [música] pessoa ali amada para poder assistir um papo incrível que nós vamos falar sobre evangélicos aqui no Brasil. Eu espero que vocês curtam. Fechou, meus amigos? Fechou. Fechou. Fechou. Fechou. Fechou. Não, cola lá com a gente. Agradeço demais. Um abraço imenso. Deus abençoe. E nós seguimos por aqui. [música] Trazendo a boa nova. Todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo boa nova todo dia [música] útil até a vitória final. >> Valeu minha gente. Fiquem bem. Abraço, [música] Deus abençoe e chegemos trazendo a boa nova todo dia útil até a vitória final. Obrigado aí pelo cuidado, pelo carinho. Somos aniversariantes em pleno agosto que não tem nenhum feriado. Valeu, minha gente. [música]