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A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

Culto – Manhã de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

Culto – Manhã de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

Depois da Escola Dominical.
Vou pedir João que ore ao Senhor.
>> Senhor Deus, nós te agradecemos porque
estamos aqui novamente, Pai, e sabemos
que apesar do nosso desejo de estar
aqui, apesar da nossa vontade de estar
aqui, apesar dos planos, meu Deus, que
nós quisemos estar aqui, que nos
trouxeram nesse lugar, nós sabemos que
muito análise, meu Deus, pela tua graça
que nos trouxe. Se não é meu Deus, pela
tua graça, se não é pela tua
misericórdia, se não é meu Deus pela
operação miraculosa que teu espírito
santo nos dando novo coração, se não é,
meu Deus pela humilhação de Cristo na
cruz, se não é, meu Deus, pela nossa
união com ele, se não é pela
ressurreição do teu filho, se não é,
pai, pelo teu decreto eterno que nos
escolheu e nos amou, nós não estaríamos
aqui, Pai, estaríamos em qualquer outro
lugar, fazendo qualquer outra coisa. Mas
nós estamos, meu Deus, reunidos na tua
presença por causa da tua graça, por
causa da tua bondade. E queremos nessa
manhã, meu Deus, celebrar isso. Nos faz
lembrar, meu Deus, do teu poder, da tua
grandeza. Nos faz lembrar, meu Deus, do
teu favor para conosco. E que tudo isso
possa produzir nos nossos corações um
culto de adoração genuína, meu Deus, a
ti. Nós sabemos que a nossa adoração é
perfeita. Nós sabemos, meu Deus, que as
nossas motivações são ainda misturadas,
são ainda eh impuras, meu Deus. Mas
purifica, meu Deus, e recebe por graça a
adoração que nós vamos te oferecer nessa
manhã. Que a tua bondade nos cubra, que
a tua bondade, meu Deus, enche os nossos
corações de um profundo senso de paz, de
descanso, de alegria,
de propósito. E que, meu Deus, essa
visão de quem tu és, essa visão da tua
glória possa moldar não somente o culto
dessa manhã, o culto da noite mais
tarde, mas possa moldar também, meu
Deus, a maneira como nós vamos viver
nesse mundo durante essa semana que tá
começando. Então, meu Deus, nos abençoa,
nos enche, meu Deus, da tua graça hoje,
em nome de Jesus. Amém.
>> Amém. Amém. Em Êxodo 7 verso 12
há um um verso, né? Um é um verso
interessante. Diz que eh a
Arão transformou, jogou no chão e a vara
de Arão se transformou uma cobra. E aí
os magas do Egito fizeram jogar as varas
deles e também se transformaram em
cobras. Eh, misterioso para nós, não há?
Mas muito interessante, porque disse que
apesar disso, não é, você vê ali alguma
coisa, eh, ou
eh um truco muito bom ou poder, né?
Aconteceu que a cobra, que a vara de
Arão tinha se transformado, devorou
todas as outras cobras,
engoliu, matou, devorou.
A Bíblia diz que nada que é nascido da
carne pode agradar a Deus. Então você vê
que o homem natural está numa perdição
muito profunda.
Ele, a carne pode cantar, pode. Ela pode
ter certos níveis
externos de obediência. Lógico que pode,
mas nada disso agrada a Deus.
Pode ter uma vida correta, um bom
cidadão, um bom pai, uma boa mãe,
pagar seus impostos. Então, mas nada
disso agrada a Deus. Nada espiritual
flui da carne. Nada que um homem natural
pode fazer sem que seja o resultado de
uma obra
toda poderosa do espírito de Deus, ou
seja, não seja produzida pelo espírito,
é espiritual. Não importa. O homem pode
pregar um sermão, mas se aquele é
produzido pela carne apenas ou pela
carne, não só apenas, né?
Então, não pode agradar a Deus. O que é
nascido da carne é carne, por mais belo
que seja.
Ah, então, eh, o homem está numa
situação que ou Deus faz as coisas com
sua mão toda poderosa, sua destra,
eh, que não é essa aqui, é essa aqui.
Eh,
ou Deus faz
isso com sua destra poderosa ou nada é
feito de verdade,
porque
o homem natural, ele realmente não só
que ele não é espiritual, ele é carnal.
Entendi. Então o apóstolo diz, ele nos
tirou do império das trevas e nos
transportou para o reino do filho do seu
amor. Ele fez isso,
o próprio Deus.
Porque o homem não é apenas neutro ou
incapaz.
Há um poder sobre o homem.
O pecado é um poder imenso
no que diz respeito ao homem. Então, não
é só que o homem não consegue fazer nada
que seja luz ou espiritual.
Nós devemos entender que o homem não
simplesmente
está nas trevas.
Então,
há algo eh impotente simplesmente no
homem. É que o homem ama as trevas. Não
é só que o homem não é luz, porque o
homem podia não ser luz
e não ser nada, não é? Não ter uma
inclinação, não há um, não há um poder.
Mas o problema é que não é só que ele
não ama a luz, ele ama as trevas. Há
algo positivo naquilo que é negativo.
Ele não só é incapaz de amar a luz. Ele
é totalmente capaz e ama as trevas.
Ele é incapaz de amar qualquer coisa que
seja realmente
que flua de Deus.
Não é só que ele não ame a santidade
como devia ser, é que ele ama o pecado.
Então é um poder, você vê, é um amor.
Não é que ele parte de uma coisa ali que
ele não é capaz de amar a luz, mas
também ele tá ali no meio. Não, não,
não. Ele ama as trevas.
Ele se deleita no pecado. Não é só que
ele não se deleita em Deus
e fica ali naquele lugar. É que ele se
deleita no pecado, é que ele deseja, que
ele tem prazer.
Então, há uma há uma vida na morte, não
é? O homem
sem ser regenerado, ele está morto, mas
não morto para aquilo que é oposto a
Deus. Para isso ele está muito ativo,
muito vivo, buscando.
Então, a transformação é mais do que
realmente só algo negativo, né? Eu não
não faço mais aquilo, nem aquilo, nem
aquilo. Não é só um abandonar as trevas,
é um amar a luz.
Não é só abandonar pecados, é amar a
santidade. Então, precisa haver um
poder, uma vida maior
e não simplesmente eh algo
que deixa alguma coisa. Então você vê
que você precisa de um poder como aquele
da serpente. Havia, havia um certo
poder, havia um encantamento ali, havia
realmente serpentes, mas a obra de Deus
engole. Então pensa, um homem para que
ele se converta,
a cruz tem que exercer um poder. Não é o
homem que exerce um poder, o poder do
seu livre arbítrio, da sua vontade, ou
ele calcular que é melhor ir pro céu,
pro inferno. Isso a carne pode fazer.
Isso nascido da carne é carne. Ele
precisa de um poder que faça lhe amar
mais Deus do que ele amava os pecados.
Que faça não só ele abandonar as trevas,
mas que ele ame a luz.
Ou seja, um poder que engula aquele
outro poder, como a vara de Arão, a a
cobra, né, a serpente lá que era ela não
só estava viva como as outras, ela
engoliu, ela venceu. Um poder que vence
o outro poder que o homem não poderia.
Então você vê que na conversão do homem
tantos poderes assim tiveram que ser
vencidos. O homem só se inclina para as
coisas da terra. Ele só se interessa por
esta vida. Essa vida é muito real.
E se isso não não há um poder maior que
engula isso e o homem jamais pode
espiritualmente realmente estar no reino
de Deus. É preciso que as coisas que
Cristo comprou para nós engula.
É preciso que o amor a Cristo engula o
amor ao pecado. É preciso que a o amor à
luz engula o amor às trevas.
Isso era conversão. Então, os afetos são
alterados por um poder maior que o poder
oposto.
A serpente e de Arão engole realmente. E
quando você vai ver a vida do cristão é
a mesma coisa, não é? Assim que o homem
realmente é chamado eficazmente por
Deus, é tirado do império das trevas,
levado pro reino do filho do seu amor.
Então, eh, Satanás ataca com todas as
coisas e cada uma dessas coisas que
Satanás ataca não era só negativa, elas
têm uma um poder positivo,
mas a cruz engole tudo.
poder da cruz vai eh destronando todos
aqueles poderes que um dia governaram.
E na vida vivida para Deus acontece a
mesma coisa.
Satanás ataca essa vida e depois ele
pode atacar essa vida com provações.
Todas essas coisas não só são vencidas
porque eu fico ali parado, elas são
devoradas. Você vê todas as aflições que
o diabo lançou na vida de Paulo,
perseguição por causa do evangelho,
eram engolidas. O amor de Paulo era era
manifestado o amor que Deus criou no
coração dele. Então, ah, você vai
apanhar de cidade em cidade. Então, ele
ia e o apanhar fazia algo maior do que
se não tivesse apanhado. Ah, então vou
te botar na cadeia. Então, aí botava ele
na cadeia. Então, o que eh o espírito
fez através das suas cartas foi maior do
que se ele tivesse solto. Não há nada
que o inimigo faça que não seja
engolido. Não só resistido, não só
vencido, mas engolido.
Esse é o poder que opera em nós. Nenhum
encanto do mundo, da carne e de Satanás
se compara a esse poder. É muito poder
para o homem natural.
Mas como a vara de Arão devora todos os
poderes, todas as serpentes que se opõem
em nós, a carne no mundo, em Satanás que
se levanta contra Deus.
Esse é o poder de Deus para a salvação
realmente operando em nós. E nós só
podemos adorar a Deus, porque mais do
que não ser mais escravo das trevas, ele
nos fez um amante da luz,
um amante da beleza da sua santidade.
Nós nunca vamos poder agradecer o
suficiente o poder invencível de Deus
operando de uma eternidade à outra, da
predestinação à glorificação, para
engolir todos os poderes contrários que
eram muito maiores do que nós. É assim,
pensando em todas essas maravilhas
do caráter de Deus que nós o louvamos
nesta manhã. Vamos louvá-lo.
Um dia eu me esconderia
da tua presença, meu Senhor.
E mesmo que trevas me encontrem, tua luz
brilhará ao meu redor.
Cristo, minha força,
força. O Senhor,
>> o Senhor, tu és fiel.
És fiel a mim,
Cristo, libertador,
>> libertador,
>> protetor, protetor
>> em todo tempo. Deus é tão bom.
>> Quem me ama como Jesus
morreu por mim numa cruz.
>> Hum.
Quem me ama como Jesusu
por mim numa cruz.
No ventre eu fui formado.
Tua graça me deu olhos para ver.
E no tempo eu fui chamado,
na eternidade
Deus me amou.
Cristo minha força.
>> Meu Senhor.
>> Senhor,
>> tu és fiel.
És fiel a mim.
Cristo, libertador,
>> libertador,
>> protetor,
protor
Deus é tão bom,
>> me ama como Jesus.
>> Morreu numa cruz.
Quem me ama?
>> Quem me ama como Jesus.
morreu por mim a cruz
que me ama queou
Jesus
morreu por mim
morreu por mim na cruz
>> quem me ama como Jesus
o meu povo no cruz tu és tão bom Deus
inabalável,
incomparável,
fico maravilhado.
>> Tu és tão bom, Deus. Inabalável,
incomparável.
Fico maravilhado,
>> maravilhado.
Tu és tão bom, Deus inabalável,
incomparável.
Eu fico maravilhado, maravilhado.
Tu és um bom Deus inabalável,
incomparável.
Fico maravilhado.
>> Maravilhado maravilhado.
>> Fico maravilhado.
Maravilhado.
>> Fico maravilhado.
Maravilhado.
>> Fico maravilhado.
>> Maravilhado.
>> Fico maravilhado.
>> Maravilhado.
>> Fico maravilhado.
>> Maravilhado
me ama como Jesus.
Eu a cruz
me ama como Jesus.
Eu a cruzia
que me ama como Jesusu
por mim numa cruz.
Quem me ama como Jesus
morreu por mim numa cruz.
Obrigado, Deus.
A Bíblia diz, ele mostra seu amor para
conosco, tendo seu filho morrido por nós
quando nós ainda éramos pecadores, ou
seja, inimigos
totalmente desinteressados. Não é só que
não amávamos ele, que é a luz,
amávamos as trevas.
Aleluia! Ele nos resgatou.
O que dizer do amor de Deus que já não
foi dito?
E ao listar tudo aquilo que fazes perder
e
tanto se dizem canções,
mas quero adorá-lo ainda mais.
Eu canto outra canção.
Porque
me amas como amas saberia.
Por
me amas, como amas. O amor é melhor que
prata, melhor que ouro, melhor que tudo
que é e tudo que há de existir.
Por que me amas? Como amas? Não saberia.
Oh,
oh.
Verdadeira alegria que o mundo não tira
na luz.
Ben aos que não estão onde o mundo
acharia que estão um talente se compara
com nada mais.
Não deixa só quem tu amas.
Esse é o amor que tu tens.
Mas como entender?
O que me amas?
Como amas? Saberia.
O que me amas? Como amas? Seu amor é
melhor que prata, melhor que ouro,
melhor que tudo que há e tudo que há de
existir.
Uh. Tu me amas, como amas, não saberia.
Por
quê?
Por
que me amas? Como amas? Não saberia.
Por
quê?
Por
que me amas? Como amas?
>> Mesmo se eu duvidar,
>> me mostra.
>> Mesmo se eu me esquecer,
>> me lembra.
>> Mesmo se eu fraco estou,
>> me amas.
Me amas.
me ama.
>> Vezme ouvir a santém
>> me mostra
>> e ver quão pecador eu sou.
>> Me lembra
>> que estava em Jesus na cruz.
>> Me amas,
me amas.
Me amas.
Porque me amas.
Como amas? Tu saveria
porque me amas como amas. Seu amor é
melhor que prata, melhor que ouro,
melhor que tudo que há e tudo que há de
existir.
Porque me amas como amas não saberia.
Oh,
oh,
oh.
Eu saberia.
>> Aleluia. Ninguém pode medir esse amor,
queridos. Nós somos chamados a conhecer
esse amor e Paulo ora para que o
conheçamos. a altura, a largura, a
profundidade do amor de Cristo. É um
oceano sem fim. É um oceano que só o Pai
pode realmente cobr-lo, espírito. E nós,
criaturas
finitas, podemos eh explorá-lo para todo
sempre. Pega sua oferta e seu dízimo
nesta manhã. Agradeço a Deus por nos dar
uma vida
e apesar de nascer dos mortos neste
mundo, ele nos deu um novo nascimento.
E nós nunca vamos esquecer do dia que
ele nos chamou para vivermos para ele.
Ele não salvou a parte religiosa das
nossas vidas ou uma suposta parte
espiritual. Ele salvou o homem e tudo
mais deve ser um santo sacrifício a
Deus. nosso trabalho, como usamos nossa
mente, eh os nossos eh sentidos, hã,
sabores, visão, audição,
tudo, tudo deve estar a serviço do nosso
mestre com nossos recursos. Pai, nós te
agradecemos porque, Senhor Deus, tu
mesmo, ó Deus, edifica a tua igreja. Tu
tiraste a tua igreja da sepultura. Tu,
Senhor Pai, não tiveste nada, Senhor
Pai, que cooperasse com o teu poder. Tu,
Senhor Pai, falaste ao nada e nós fomos,
Senhor, Pai, recriados em Jesus Cristo.
Que tudo, ó Deus, que temos agora, conte
mesma história da centralidade dele em
tudo que somos, fazemos e vivemos neste
mundo. Em nome de Jesus. Amém. Vamos
ofertar.
Ah, misericórdia de Deus. Nós
respondemos a ela com gratidão em cada
em cada parte da vida. Qualquer coisa
que não for feita assim, pode ser aquilo
em que nossos corações tropeçam. Um dia
Azaf olhou pra prosperidade dos ímpios,
pra vida que eles estavam levando, e ele
diz que os pés dele quase tropeçaram.
Qualquer área da nossa vida que esteja
desconectada com a visão da misericórdia
de Deus em Cristo, pode ser o a pedra
escorregadia
onde nós tropeçamos e caímos.
3 4
livre
sou.
Aleluia, Deus!
>> Pois Jesus Cristo morreu
na cruz.
Eu te rejeitei
e não te busquei.
O meu prazer era pecar.
Tudo novo
ele fez em mim.
Com misericórdia
me fez viver.
>> Aleluia.
>> Eu vivo hoje paraa tua glória.
Sem Cristo mostrar.
Pois bondade de graça
seu sangue vai jorrar.
Cantarei,
pois sou livre.
Não foi pelo que fiz,
pois bondade de graça
>> seu sangue faz jogar.
>> Ah, Deus,
tua bondade sem fim, Deus.
Me perdoou.
ou me deu vida sem merecer.
Por tudo que eu fiz, não te busquei.
Me arrependo, eu não te honrei.
Perdido andei sem ti.
Oh,
mas pela graça
de Deus,
eu vivo longe pra tua glória.
em Cristo mostrar.
Pois bondade de graça
seu sangue vai jorrar.
Cantarei,
pois som livre,
não foi pelo que fiz,
pois bondade de graça,
seu sangue vai jogar.
Minha cruz que arregou
o meu Salvador
e me fez livre em vimer
se entregou
por amor e me resgatou
e me fez livre em fim.
Misericórdia,
minha cruz carregou
o meu Salvador
e me fez livre em fim.
Por misericórdia
se entregou
tudo amor e me
dor e me fez bem fim. Tua misericórdia
eu vivo hoje para tua glória.
Sem Cristo mostrar
onda de graça,
seu sangue vai chorar.
Cantarei,
pois sou livre.
Não foi pelo que fiz,
pois bondade de graça
seu sangue vai jogar.
Pois bondade de graça
seu sangue vai jorar,
pois bondade e graça
seu sangue faz jorrar.
Só teu sangue
aleluia.
Vem sobre nossas
sangue vai jogar.
>> Seu sangue faz
>> seu sangue faz.
>> Seu sangue fazar.
>> Seu sangue faz. Seu sangue faz jorrar.
>> Seu sangue faz jorrar.
>> Perdão e graça.
>> Seu sangue fazar.
>> Perdão e graça.
>> Seu sangue faz
misericórdia.
>> Meu sangue faz jorrar.
>> E misericórdia.
>> Seu sangue faz. Ô
>> bondade graça.
>> Seu sangue fazar.
>> Bondade graça.
>> Seu sangue fazar.
Minha cruz
regou o meu Salvador
e me fez livre em fim. Por misericórdia
se entregou
por amor e meou
e me fez livre em fim.
Misericórdia.
Minha cruz carregou
o meu Salvador
e me fez livre em fim. Por misericórdia
se entregou
por amor e me resgatou
e me fez livre em fim por misericórdia.
>> Aleluia Deus.
Aleluia.
Meu Salvador,
Cristo que verteu seu sangue,
>> vem perfeita
paz
pelo seu precioso
o sangue
onde as manchas
vão limpar
só no seu precioso
sangue
que me poderá
salvar.
Cristo que verteu seu sangue.
>> Cristo que verteu, Cristo que verteu seu
sangue.
>> Cristo que verteu
seu sangue.
>> Aleluia. É maravilhoso pensarmos que
para sempre essa será a nossa resposta.
daqui a era e sem fim, porque estamos
aqui por causa unicamente de Cristo que
verteu seu sangue. Ó Deus, fala aos
nossos corações. Tua palavra é pão para
nós. Nossa vida espiritual, Senhor Pai,
como nossos corpos depende de alimento
diário, Senhor Pai, ó Deus, mais de uma
vez por dia, a nossa alma anseia por ti,
ó Deus. Alimente-nos, Senhor Pai, ó
Deus, nos faça beber do teu filho, em
nome de Jesus.
Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar.
Irmãos, hoje eu queria meditar com vocês
lá no livro de Juízes, mais
especificamente na vida de Gideão. E
algumas coisas a gente pode dizer
estranhas na primeira imagem que a
Bíblia nos dá de Gideão. Quando nós
pensamos de alguém que vai ser
libertador de Israel, provavelmente o
que que a gente pensaria? Alguém em pé
diante do exército liderando Israel para
batalha.
E você imagina então um homem corajoso,
um líder olhando pro inimigo e dizendo
que chegou a hora de lutar para aquele
povo. Mas quando a gente encontra
Gideão, não é assim que a gente vê ele.
Nós encontramos ele escondido. Em Juízes
6 diz que Gideão estava malhando o trigo
num lagar. Lagar é onde o pessoal
normalmente amassa as uvas. Mas por ele
tava fazendo isso num lugar pequeno para
esconder que ele tava fazendo aquilo dos
midianitas. E isso já é algo para nos
chamar atenção, porque um lagar não era
o lugar normal para você malhar o trigo.
O trigo normalmente era malhado num
lugar aberto onde o vento pudesse ajudar
você a separar a palha do grão. E e
Gideão estava fazendo aquilo num lugar
ali porque ele estava com medo. E não se
engane, ele tinha razão de sentir medo.
Durante 7 anos. Os midianitas haviam
oprimido Israel. Sempre que Israel
plantava algo, os inimigos iam ali e
apareciam. Levava os animais, destruí as
plantações e consumiam aquilo que o povo
havia produzido com tanto sacrifício.
O texto descreve Israel se escondendo em
cavernas e fortalezas dos midianitas.
Então, imagine essa cena. Gideão está
ali, ele olha para os lados, tenta ao
máximo não fazer barulho nenhum. e tenta
preservar o pouco de trigo que ele
conseguiu naquele período. Se você vê,
ele é uma pessoa que está ali tentando
sobreviver. Então, de repente aparece o
anjo do Senhor e diz: "O Senhor está com
você, poderoso guerreiro". Aí você pode
pensar, poderoso guerreiro. E segundo,
do nada eu tô aqui escondido. De repente
aparece um ônibo.
Ele não estava enfrentando Midian. Ele
está tentando impedir que Midian
descubra onde está o trigo que ele está
ali malhando. É muito fácil ler essa
história e concluir que Deus estava
tentando apenas melhorar a autoestima de
Gideão. Como se for que a mensagem aqui
fosse Gideão, você pensa que é fraco,
mas existe um guerreiro escondido dentro
de você. Só falta você descobrir o seu
potencial.
Mas se você for ler o texto de verdade,
prestar atenção no que está dizendo, não
é isso que o texto está mencionando em
momento nenhum. Na verdade, quanto mais
essa história vai avançar, mais fácil e
claro fica que o segredo da vitória aqui
nunca vai estar dentro de Gideão. A
força nunca esteve escondida nele. A
força estava em Deus.
E talvez essa seja uma das primeiras
coisas que precisamos aprender sobre o
nosso personagem do dia. Porque existe
uma maneira muito comum de transformar
até as histórias bíblicas em mensagens
sobre nós mesmos no fim. Nós abrimos a
Bíblia procurando inspirações para
descobrir como nós podemos ser mais
fortes, ser mais confiantes, ser mais
capazes de fazer as coisas da nossa
vida. Mas Gideão não é a história de um
homem que descobriu como é que ele ia
ser suficiente pra nação dele, por
exemplo. É a história de um homem que
descobriu que Deus era o suficiente.
E essa diferença muda toda a mensagem
aqui. Porque se o problema de Gideão
fosse apenas a falta de confiança em si
mesmo,
Deus precisaria convencer ele que ele
era maior do que ele imaginava, do que
ele achava que ele era enquanto ele
estava lá malhando o trigo num lagar.
Gideão vai dizer que ele é pequeno
e vai dizer que a sua família é pequena.
E Deus não vai contrapor Gideão nesse
ponto. Vai dizer que ele não tem
condições. Deus não vai responder
apresentando uma lista de qualidades
escondidas em Gideão para ele fazer
aquilo. Deus vai dizer em essência: "Eu
estarei com você". Essa é a resposta.
Não é um você consegue, mas eu estou com
você. Existe uma diferença enorme entre
essas duas coisas. A primeira vai
colocar a nossa esperança na capacidade
humana, na nossa própria capacidade.
A segunda coloca a nossa esperança na
presença de Deus, na situação. E essa
questão atravessa toda a história. Quem
vai receber a glória quando Israel for
libertado? Vai ser Gideão, vai ser os
soldados que vão batalhar a estratégia
ou vai ser Deus no final? Antes que Deus
responda essa pergunta no campo de
batalha, ele precisa mostrar algo mais
profundo aqui. Porque o maior problema
de Israel, por incrível que pareça, por
mais que Israel pensasse o contrário,
não eram os midianitas.
Nós normalmente lemos juízo 6 e pensamos
que o problema do povo era claro, era
óbvio. Eles estavam sendo roubados pelos
midianitas. Eles estavam empobrecendo
por conta das atitudes deles. Eles
viviam com medo. Os inimigos destruíam
as suas colheitas. Então, Israel clama
ao Senhor e seria natural esperar que
Deus imediatamente enviasse um exército,
mas Deus envia primeiro um profeta ali.
E isso é muito importante. O povo pede
libertação. Deus primeiro manda a sua
palavra. O povo está dizendo: "Olhe para
a Midião, o que está fazendo conosco". E
o que Deus responde? Olhe para o que
vocês fizeram comigo.
O profeta lembra que Deus tinha tirado
Israel do Egito. Deus tinha libertado
eles da escravidão. Deus tinha sido
fiel. Deus tinha dado terra para eles.
Deus havia dito que para eles não
adorassem os deuses dos povos ao redor
do local onde eles foram.
Então vem a acusação. Israel não tinha
obedecido. Perceba a diferença nesse
momento. Israel via um problema político
e econômico na situação. Deus via um
problema espiritual que eles tinham.
Israel queria um alívio daquela
opressão. Deus queria tirar a idrolatria
do coração daquele povo. E isso acontece
conosco o tempo todo. Nós normalmente
sabemos quais são os problemas que nós
queremos que Deus resolva pra gente.
Queremos que Deus mude a situação onde
nós estamos. Queremos que ele abra uma
porta. Queremos que ele tire uma
pressão, queremos que ele resolva um
conflito. E não há nada necessariamente
errado nessas situações e de nós
levarmos essas coisas a Deus. A Bíblia
nos ensina a orar pela por essas
situações, mas muitas vezes nós
enxergamos apenas aquilo que acontece ao
nosso redor enquanto Deus está olhando
para aquilo que está acontecendo dentro
de nós. Nós dizemos como o povo lá,
Senhor, tira-me diã de nós e Deus diz,
precisamos falar no Baal da sua vida.
E isso é sempre muito desconfortável
para nós, porque muitas vezes nós
queremos um Deus que mude as
circunstâncias onde nós estamos, mas não
toque nos nossos ídolos. Queremos um
alívio sem se arrepender. Queremos uma
libertação, mas não queremos ser
transformados.
Queremos que Deus tire aquilo que está
nos fazendo sofrer, mas às vezes não
queremos que ele retire aquilo que
estamos amando,
que nós estamos amando e nós não
deveríamos amar. E a graça de Deus é
profunda demais para nos tratar apenas
superficialmente pelo lado de fora. Se
Deus simplesmente expulsasse mediando
ali, sem tratar o coração do povo de
Israel, o povo ia continuar escravizado
ali, talvez por outro inimigo, talvez
pelo medo, talvez por outro ídolo que
eles poderiam ter, mas eles continuariam
escravizados.
E esse é um dos grandes diagnósticos da
Bíblia sobre a condição humana. O nosso
problema não é apenas aquilo que os
outros fazem conosco. Nosso problema
também está dentro de nós. A escritura
não descreve o pecado simplesmente como
algumas escolhas ruins que pessoas
basicamente boas cometem de vez em
quando. O pecado é muito mais profundo
que isso. Ele toca no nosso desejo, nas
nossas lealdades, naquilo que nós
confiamos, aquilo que nós amamos, aquilo
que nós mais tememos perder.
E é por isso que a idolatria é tão
central na nossa vida. Um ídolo não
precisa ser feito de uma estátua como
eles faziam na época. Pode ser qualquer
coisa boa ou ruim
que receba dentro do coração um lugar
que era para pertencer apenas Deus. O
dinheiro pode ser um ídolo, mas a sua
segurança que você quer ter também. A
sua família pode ser o ídolo. A
aprovação dos outros que você tanto
deseja também pode ser um ídolo. Até uma
coisa que você diria que é voltada para
Deus como um ministério também pode ser
um ídolo. Nós podemos até usar coisas
religiosas para construir a nossa
identidade longe de Deus. E existe uma
maneira simples de nós vermos isso.
Pergunte o que precisa acontecer para
você acreditar que a vida realmente vale
alguma coisa.
Porque aquilo cuja perda faria você
pensar que não conseguiria continuar,
ali está o seu coração.
Pergunte para onde a sua mente corre
quando você precisa se sentir seguro?
Essas perguntas frequentemente nos levam
até os nossos altares mais sagrados.
Israel estava sofrendo nas mãos de
Midiã, mas continuava com o Baal no meio
da casa deles. Então Deus começa a
libertação de uma forma que a gente
diria que é surpreendente. Ele chama
Gideão e novamente vemos que a
iniciativa parte de Deus.
Gideão não apresenta seu currículo e não
aparece dizendo simplesmente: "Senhor,
eu percebi que Israel precisa de um
libertador e acredito que eu sou o homem
certo." Deus vem até ele. Deus chama ele
e Deus envia ele. Gideão imediatamente
começa a apresentar razões pelo qual não
faz sentido ele ser o libertador. Ele
olha pra sua família, ele olha pra sua
posição, ele olha para si mesmo e
basicamente ele pergunta: "Como eu vou
libertar Israel?"
E essa pergunta não é absurda que ele tá
fazendo. Humanamente falando, Gideão
realmente não parece nada adequado paraa
situação. Mas existe algo maravilhoso na
maneira como Deus responde. A solução
para a fraqueza de Gideão não será
Gideão simplesmente descobrir a grandeza
em si mesmo. A solução será Deus estar
com ele. E esse padrão vai aparecer em
toda a escritura. Moisés pergunta: "Quem
sou eu?"
E Deus responde com a sua presença.
Jeremias diz que é jovem demais para
aquilo e Deus responde que ele estará
com ele. Paulo aprende que o poder de
Cristo se aperfeiçoa na fraqueza.
A Bíblia não é um livro escrito para
convencer pessoas frágeis de que elas
são secretamente poderosas para
situações.
Ela é um livro escrito para mostrar que
pessoas frágeis são sustentadas pelo
poder do Deus onipotente. E isso é muito
mais consolador. Porque se a minha
esperança depende de encontrar força
suficiente dentro de mim, um dia eu vou
procurar. E adivinha? Eu não vou
encontrar.
Há dias em que você vai acordar cansado.
Há perdas que vão tirar o seu chão. Há
diagnósticos que vão expor a nossa
impotência. Há responsabilidades pelas
quais você realmente não se sente o
suficiente para fazer. E às vezes você
realmente não é suficiente.
Mas o evangelho nunca disse que você
seria o suficiente em si mesmo para as
situações. A nossa suficiência está em
Deus. E Gideão precisa aprender isso,
mas antes que ele enfrente o exército de
um lado de fora, Deus o manda enfrentar
algo dentro da sua casa. Naquela noite,
Deus ordena que Gideão derrube o altar
de Baal, que pertence ao seu pai, e
corte o poste de Azerá, que estava ao
lado. E isso aqui é extremamente
significativo.
Gideão quer ver Israel livre. E Deus
diz: "Comece aqui
antes do campo de batalha que você vai,
você tem que ir paraa sua própria casa.
Antes dos midianitas, derrube o altar na
sua casa." Antes de enfrentar os
inimigos públicos, Gideão precisa lidar
com a idolatria que estava próxima a
ele. E talvez seja exatamente nesse
ponto que a história começa começa a
ficar mais pessoal para cada um de nós.
Porque é muito mais fácil desejar que
Deus destrua os midianitas do que pedir
que Deus exponha os nossos altares.
Nós gostamos de imaginar Deus lutando
contra coisas que vão nos ameaçar, mas o
Deus verdadeiro também luta contra as
coisas que nós mais adoramos
e isso faz parte da graça dele.
A graça não significa que Deus olha pra
nossa idolatria e diz que não se
importa. Graça significa que Deus nos
ama demais para nos deixar escravizados
pela nossa idolatria. O Deus que salva
Gideão também é o Deus que invade os
altares de Gideão. O Deus que consola
também confronta. Ele perdoa e destrona.
O Deus que cura também corta onde é
necessário e Gideão
obedece. Mas o texto faz questão de
dizer que ele estava com medo.
Por isso ele realiza aquela tarefa que
ele deveria fazer à noite. Nós
poderíamos olhar para isso e pensar:
"Que fé pequena, não é verdade?"
E provavelmente era realmente uma fé
pequena, mas era uma fé, eu diria, em
movimento. Gideão estava com medo e
ainda assim ele obedeceu. E isso é
importante porque algumas pessoas
imaginam que a coragem cristã significa
uma ausência de medo. E eu diria que não
necessariamente.
Às vezes a coragem cristã é saber
exatamente aquilo que você teme e ainda
assim obedecer Deus no que ele falou.
Gideão não acordou subitamente com uma
personalidade diferente do que ele
tinha. Ele não se tornou emocionalmente
invulnerável nas situações. Ele
simplesmente começou a descobrir que a
palavra de Deus era mais importante que
o medo que ele tinha. No dia seguinte, a
cidade simplesmente está revoltada e
elas querem e eles querem todos matar
Gideão. É interessante perceber como as
pessoas podem tolerar a opressão dos
midianitas.
Mas ficam furiosas quando alguém toca no
seu ídolo, não é verdade? Baal não havia
salvado Israel de Midiã. Baal não havia
impedido o empobrecimento de Israel.
Baal não tinha respondido aos
sofrimentos do povo. Mas toque no altar
de Baal e eles reagem imediatamente.
Enquanto os Medianitas estavam lá e eles
não estavam fazendo nada.
É assim que o nosso coração funciona.
Nós podemos perceber racionalmente que
determinada coisa não pode nos salvar e
ainda assim proteger ela com todas as
nossas forças. Sabemos que dinheiro não
consegue garantir a vida. Ainda assim,
vivemos como se ele pudesse fazer
aquilo. Sabemos que a aprovação das
pessoas ao seu redor é instável. Ainda
assim, podemos organizar toda a nossa
vida ao redor para as pessoas nos
aprovarem. Sabemos que o sucesso não
satisfaz para sempre. Ainda assim,
sacrificamos coisas importantes para
conseguir. Ídolos fazem promessas que
não conseguem cumprir e mesmo depois de
nos decepcionarem,
nós continuamos defendendo eles.
Mas algo está mudando em Gideão. Ele
derrubou o altar. Depois o espírito do
Senhor vem sobre ele e Gideão começa a
convocar homens pela batalha. Aquele
homem que estava escondido no lagar para
eh ali com o trigo, agora está chamando
os outros paraa batalha. Você vê um
crescimento dele, uma transformação
nele, mas não se engane, Gideão ainda
tem medo. Então a gente chega
na história da lã de Gideão. Gideão
começa eh coloca uma porção de lã e pede
que Deus confirme a palavra de uma
determinada maneira e depois ele pede o
contrário. E Deus já havia falado com o
Gideão e ele fez isso. E Gideão não
estava sem a revelação ali. Ele estava
com dificuldade de confiar na revelação
que ele já tinha recebido.
E a beleza aqui a gente pode dizer que
está na paciência de Deus. Deus conhece
aquele homem. Deus conhece o medo
daquele homem. Ele conhece as fraquezas
daquele homem e trata Gideão com uma
paciência extraordinária.
E isso também é a graça de Deus. Porque
às vezes imaginamos que Deus tem
misericórdia de pecadores na conversão e
depois começa a se relacionar conosco
apenas na base do desempenho espiritual
que você tem. Como se Deus dissesse
assim: "Eu tolerei a sua fraqueza até
você se tornar um cristão. Agora espero
que nunca mais você tenha dúvidas, nunca
mais tenha medo e nunca mais tropece.
Mas a vida não é assim. O mesmo Deus que
salva pela graça também santifica pela
graça. Isso não transforma a imaturidade
numa virtude. Gideão precisa crescer e
nós também. Deus quer que nós aprendamos
a confiar na palavra sem exigir um sinal
cada vez mais na nossa vida.
E assim a obediência que era difícil vai
crescendo ao longo do caminho. Mas ele é
paciente enquanto nos ensina também.
Talvez você conheça essa experiência.
Você sabe o que a Bíblia diz. Você sabe
quem Deus é. Você sabe que ele é fiel. E
mesmo assim a crise chega e seu seu
coração começa a perguntar de novo:
"Será, será que Deus realmente está
comigo? Será que ele vai continuar sendo
fiel? Será que eu posso confiar?
Nós não devemos alimentar a
incredulidade,
mas também precisamos conhecer o caráter
daquele que nos sustenta. Ele não é um
pai impaciente procurando uma
oportunidade para abandonar o seu filho
fraco. Ele está formando a sua fé. E
Gideão aqui está aprendendo. Então chega
o momento que finalmente
aparece na história o momento que eles
estão preparados pra batalha. Os homens
se reúnem. Gideão tem um exército ali e
é nesse momento que Deus faz uma coisa
que nenhum comandante sensato faria.
Deus olha para aquele exército e diz:
"Tem gente demais aí. Eu gostaria que
você parasse aqui por um momento. Israel
está enfrentando uma força gigantesca
que eles não conseguem combater durante
anos.
Juízes descreve os midianitas e seus
aliados como numerosos.
Gideão deveria estar preocupado com a
falta de homens, que eles não tinham
homens suficientes para lutar. E Deus
está preocupado com o excesso de homens.
E eu perguntaria, por que isso?
Juízes 7 deixa claro: "Se Israel vencer
com aquele exército, existe o risco de
Israel dizer no fim: "Minha própria
força me libertou". E esse é o coração
teológico dessa história. Deus não quer
apenas dar uma vitória para Israel. Ele
quer deixar claro de onde a vitória de
Israel veio. Então ele manda Gideão
reduzir aquele exército. Primeiro, os
que estão com medo deve voltar para casa
e milhares já vão embora. E Deus diz:
"Ainda há gente demais. Então Deus reduz
novamente e no final vai restar 300
homens. Apenas 300.
Agora o exército não parece apenas
pequeno. Agora vencer aquela batalha
parece um completo absurdo.
E essa é precisamente a intenção de
Deus. Deus reduz os recursos humanos até
chegar ao ponto que ninguém poderá olhar
para aquele resultado e construir uma
história convincente sobre a grandeza
daqueles homens. Se Israel vencer com
300 homens,
apenas uma explicação é suficiente. Deus
fez isso e essa é a graça. E perceba
como isso toca no nosso orgulho.
Nós gostamos da graça até percebermos o
que ela diz sobre cada um de nós. Graça
é maravilhoso porque significa que Deus
nos salva,
mas também é ofensivo pro nosso orgulho,
porque significa que nós não somos
capazes de salvar a nós mesmos. A graça
diz que você precisa ser resgatado. A
graça diz que o seu mérito não comprou
nada. A graça diz que a sua inteligência
não colocou você na categoria espiritual
superior. A graça diz que você, se você
pertence a Cristo, a explicação final
não está em algo melhor que havia em
você. está na misericórdia de Deus para
conosco. Paulo diz assim em Efésios 2:8
e 9: "Pois vocês são salvos pela graça,
por meio da fé, e isto não vem de vocês,
é dom de Deus, não por obras,
para que ninguém se glorie." Para que
ninguém se glorie. É isso que juíz 7
está dizendo. Deus está fechando as
portas que qualquer ser humano poderia
ter de vangória de si mesmo. Se você, se
fossem 32.000 homens, talvez Israel no
final dissesse: "Veja o nosso exército,
nós éramos pequenos, mas nós conseguimos
porque nós somos guerreiros bravos". Se
fossem 10.000, poderia dizer: "Veja a
nossa coragem de mesmo com 10.000 ir lá.
Com 300 só resta".
Veja o nosso Deus o que que ele fez.
Existe algo profundamente, é, a gente
pode dizer reformador para o nosso
coração aqui, porque mesmo depois de
compreender a graça, tentamos eh
reconstruir
algo pequeno, algum pequeno lugar paraa
nossa glória. Talvez nós não digamos que
nós nos salvamos, mas podemos começar a
pensar lá no fundo na nossa mente. Eu
entendi o que os outros não entenderam.
Eu fui mais sensível, eu fui mais sábio
e no final eu escolhi melhor. E pouco ao
pouco,
pela porta dos fundos da sua mente, nós
nos colocamos em superioridade novamente
dentro da história final. Mas a graça
continua retirando os soldados. Ela tira
a nossa justiça própria, ela tira o
nosso mérito, ela tira a nossa
autuficiência,
ela tira a nossa capacidade de nos
apresentarmos diante de Deus, apontando
para nós mesmos até que reste somente
Cristo. E isso não significa que Deus
seja contra as nossas capacidades. Isso
não significa
que você se planejar para fazer algo
seja errado. Não significa que a igreja
deveria ser desorganizada. para provar
que depende apenas de Deus. Não
significa que você deve desprezar a sua
educação, o seu trabalho, a sua
estratégia para fazer as coisas ou os
seus recursos. O próprio Deus concede
dons. O problema não está em possuir
recursos. O problema está em transformar
esses recursos em seus salvadores.
Podemos começar confiando em Deus e
quase sem perceber,
passar a confiar no tamanho do nosso
exército. Isso acontece com muitas
igrejas. Começamos orando porque sabemos
que se Deus não agir, nada eterno vai
acontecer.
Depois aparecem estruturas,
experiências, reconhecimento e podemos
continuar usando a linguagem de uma
dependência, enquanto no fundo no nosso
coração, nossa paz está nos números que
nós estamos conquistando.
Acontece na nossa vida pessoal também.
Enquanto não temos dinheiro, nós oramos
por provisão. Quando temos dinheiro,
começamos a imaginar que o dinheiro
garante o dia de amanhã.
Enquanto não temos experiência, pedimos
sabedoria. Depois de anos fazendo a
mesma coisa, podemos começar a agir como
se a experiência nos tornasse
independentes da graça de Deus. Enquanto
somos fracos, clamamos. Quando nos
sentimos fortes, nós relaxamos. Por
isso, às vezes, aquilo que parece uma
redução
pode ser Deus com uma misericórdia para
nós.
Não porque toda perda seja diretamente
uma lição simples que consigamos
interpretar. Precisamos obviamente ter
cuidado com isso. Nós vimos há pouco
tempo sobre a história de Jó que ele
teve perda e ele não sabia o que estava
acontecendo do plano de fundo de Deus
que estava fazendo ali. Nem toda
dificuldade significa que Deus está
fazendo exatamente a mesma coisa que
disse a Gideão. Mas o princípio
permanece pra gente em todas as
situações. Deus não tem compromisso com
a nossa autossuficiência.
Ele tem compromisso com a sua glória,
com o nosso bem. E o nosso bem inclui
aprender que ele é Deus e nós não somos.
Então, Gideão vai pra batalha com 300
homens. Agora, você pode imaginar que
Deus diria simplesmente: "Finalmente,
chegou a hora, seja corajoso". Mas há
outro detalhe impressionante aqui. Na
noite anterior à batalha, Deus fala com
o Gideão e diz em essência: "Desça ao
acampamento inimigo". E e acrescenta que
se Gideão estiver com medo, pode levar o
servo com ele. Perceba o que Deus está
fazendo aqui. Deus sabe que Gideão está
com medo. Ele não descobriu aquela noite
que Gideão estava com medo. Ele sabia
quando encontrou ele lá no lugar que
chamou ele.
E sabia quando recebeu os sinais e sabia
quando reduziu os exércitos. o exército.
Deus não escolheu Gideão porque ele
confundiu a fraqueza com a força. Deus
chamou conhecendo perfeitamente a
fraqueza de Gideão.
Então oferece mais um encorajamento ali.
Gideão entra furtivamente no acampamento
e houve um soldado midianita contando um
sonho. Outro homem interpreta o sonho
como sinal de eh de que Deus entregaria
Midiã nas mãos de Gideão. Quando Gideão
ouve aquilo, ele adora a Deus. Essa
talvez seja uma das cenas mais bonitas
da história que a gente tá vendo aqui.
Antes de lutar, ele adora, porque ele
começa a perceber com mais clareza
aquilo que Deus tinha dito desde o
início. A batalha não pertence a eles. A
batalha pertence ao Senhor. Então os 300
homens avançam, trombetas, tochas e
armas. um exército humanamente ridículo
contra uma multidão. E Deus lança
confusão no acampamento inimigo. Os de
midianitas começam a voltar as suas
espadas uns contra os outros e Israel
vence a batalha.
Mas perceba quem realmente produziu
aquela vitória. A narrativa foi
construída para que você não consiga
atribuir aquele resultado e poder a
Gideão. E isso é intencional. Deus quer
que olhemos para a batalha e digamos:
"Não foi o tamanho do exército, não foi
a superioridade militar, não foi a força
humana, foi o Senhor." Hebreus 11, mais
tarde menciona Gideão como aqueles que
agiram pela fé. Isso é importante para
nós. Gideão realmente cresceu ali. Ele
realmente creu. Ele realmente obedeceu.
E nós não precisamos diminuir aquilo que
Deus fez nele para exaltar a graça. Na
verdade, é a graça que explica aquilo
que Deus fez nele. A fé de Gideão não
consiste em finalmente acreditarmos que
Gideão era poderoso no final. A fé
consiste em acreditar que Deus é
confiável.
Talvez essa seja uma correção necessária
para a nossa maneira de pensar sobre a
fé. A fé bíblica não é é não é a
confiança ilimitada que nós temos em nós
mesmos depois de um tempo. Não é acordar
diante de uma situação impossível e
repetir: "Eu sou capaz".
A fé é olhar paraa nossa incapacidade
com honestidade e ainda assim obedecer a
Deus porque ele é fiel a nós. É possível
estar fraco e ter fé. É possível chorar
e ter fé. É possível não entender e ter
fé. É possível sentir medo e ainda assim
colocar o próximo passo sobre a palavra
de Deus. Porque a força da fé não
depende finalmente da nossa força
psicológica. Não depende da força
psicológica de quem crê. Depende da
fidelidade em quem nós cremos. E Gideão
vence, Midiã é derrotada. E se nós
terminássemos essa história no capítulo
7, seria muito fácil transformar Gideão
num herói simples, um homem medroso que
ficou corajoso,
um homem que no início da história
estava escondido e de repente virou o
líder, um homem fraco que venceu um
grande exército. Fim. É uma história
maravilhosa, mas a Bíblia não termina
aqui. E ainda bem a gente poderia dizer,
porque juízes 8 nos protege de uma
leitura superficial dessa história.
Depois da vitória, começamos a ver
coisas em Gideão que são desconfortáveis
para nós. Há conflitos com outras
tribos. Há homens que se recusam a
ajudar e depois recebem dele um
tratamento severo.
A perseguição aos reis de Midiã
começa a revelar também elementos
pessoais ali. E pouco a pouco
aquele homem que dependia tanto de Deus
começa a parecer diferente.
Essa parte da história é importante
porque existe uma tentação de pensar que
o nosso maior perigo espiritual aparece
quando tudo tá errado. Quando tudo dá
errado. Às vezes o maior perigo
espiritual vai vir no melhor momento. O
sofrimento pode nos levar à amargura,
mas pode nos levar também o medo. Também
pode nos levar à incredulidade.
A perda pode expor os nossos ídolos, mas
o sucesso também é perigoso. Talvez a
gente pode até dizer que às vezes ele é
mais perigoso, porque quando estamos no
lagar como ele estava escondido,
sabemos que estamos fracos. Depois da
vitória, podemos começar a imaginar que
sempre fomos fortes. Enquanto os
midianitas nos cercam, nós oramos.
Depois que vencemos, podemos começar a
contar a nossa própria versão da
história. Uma versão em que Deus não
aparece,
mas nós começamos a aparecer
pouco a pouco maiores do que nós
realmente éramos. E isso vai ficando
especialmente claro quando israelitas
pedem que Gideão governe sobre eles. A
resposta dele parece excelente. Gideão
afirma que nem ele nem seu filho
governarão sobre Israel porque o Senhor
governará. Teologicamente
está impecável. É uma ótima frase,
mas vamos continuar lendo. Gideão pede
parte do ouro que havia sido tomado dos
inimigos e com esse ouro ele faz um
efode, que é como se fosse um manto
sacerdotal, algo desse tipo. E o texto
diz que Israel se prostituiu adorando
aquilo que se tornou uma armadilha para
Gideão e sua família. Percebe a ironia
da situação? No começo da história,
Gideão derruba o objeto da idolatria e
no final ele produz algo que se
transforma na ocasião da idolatria do
povo. No começo ele destrói o altar e no
fim a sua própria obra se torna uma
armadilha. Isso deveria nos assustar um
pouco, porque mostra que uma grande
experiência com Deus no passado não
torna alguém imune à idolatria no
presente. Gideão havia visto Deus agir,
havia recebido sinais, havia
experimentado o poder do Espírito e
havia visto um exército inimigo enorme
cair diante de 300 homens. E ainda assim
ele precisava da graça. E isso precisa
ser dito especialmente para pessoas que
estão há anos na igreja.
Experiência não substitui a sua
dependência. Conhecimento bíblico não
substitui independência. A dependência.
As vitórias antigas que você teve não
substitui a dependência atual que você
deve ter com Deus. Talvez você possa
olhar para trás, encontrar momentos em
que Deus sustentou você de maneira
extraordinária e dê graças por isso. Mas
não transforme a fidelidade de ontem
numa desculpa para você se tornar
autossuficiente. Hoje o homem que
aprendeu que o exército precisava ser
reduzido, começou a correr risco de
esquecer a lição dos 300. E nós fazemos
isso. Uma pessoa começa um negócio sem
saber se vai funcionar. Ora, depende de
Deus, busca aconselho, pede sabedoria.
Anos depois o negócio finalmente cresce.
E agora há dinheiro, a influência, a
experiência. E pouco a pouco o que era a
resposta da oração começa a funcionar
como substituto de Deus no coração dele.
Um cristão começa um ministério
tremendo. Ele sabe que não tem
condições. Ele ora antes de falar. Ele
pede que Deus faça aquilo que ele não
pode fazer. Depois de muitos e muitos
anos pode aprender
eh exatamente como conduzir as coisas,
saber o que dizer. saber como as pessoas
respondem. Ou seja, Deus respondeu a
oração dele.
E existe uma tentação silenciosa quando
você chega nessa situação de continuar
fazendo a obra de Deus sem aquela eh
desesperada consciência de que nós
precisamos de Deus. Isso também pode
acontecer dentro de uma família. Oramos
por um filho, recebemos um filho e
depois nós transformamos aquele filho no
centro da nossa identidade. Oramos por
uma oportunidade, recebemos a
oportunidade e depois a nossa paz começa
a depender da oportunidade.
Oramos por algo e Deus nos dá. Então
aquilo que veio da mão de Deus começa a
disputar o coração com o próprio doador
daquilo. É assim que presentes podem
virar os Éfodes como lá de Israel. O
problema não está necessariamente no
presente, está no coração. E isso nos
leva
para uma verdade ainda mais profunda.
A nossa maior necessidade não é apenas a
libertação do inimigo externo. Nós
precisamos ser libert.
Gideão conseguiu derrotar Midiã. Mas
quem libertaria no final Gideão de
Gideão?
Essa pergunta vai atravessar o livro de
Juízes inteiro. O pouco o povo peca.
Deus entrega o povo aos inimigos. Quando
isso acontece, o povo clama, Deus
levanta o juiz, o juiz liberta eles e
depois o ciclo começa de novo e de novo
e de novo. E os próprios libertadores
vão se tornando cada vez mais
complicados. E isso não acontece por
acidente. A Bíblia está criando fome por
um libertador melhor. Você começa juízes
perguntando quem virá eh quando virá o
próximo juiz para libertar Israel. E
depois de um tempo que você vai lendo o
livro, a pergunta começa a mudar. Quando
virá um libertador que não faça ele
mesmo parte do problema?
Israel precisa de alguém que não apenas
derroteianitas,
precisa de alguém que trate o pecado do
povo. Precisa de alguém que não remova a
opressão, apenas precisa de alguém que
transforme o coração. Precisa de um rei,
mas não qualquer rei. Porque os reis
humanos, qualquer um que fosse,
falhariam. Precisamos de um rei
perfeitamente justo, um libertador
perfeitamente santo, um salvador que não
precisa ele mesmo ser salvo. E é nesse
ponto que Gideão começa a nos levar para
além de Gideão. Séculos depois, como nós
sabemos, outro libertador vai aparecer.
E novamente Deus age de uma maneira que
parece estranha aos olhos humanos.
Paulo diz que Deus escolheu as coisas
loucas do mundo para envergonhar os
sábios e as coisas fracas para
envergonhar as fortes. Em Primeira
Coríntios 1:29, ele diz por fim, a fim
de que ninguém se vanglorie diante dele.
É a história dos 300. Aqui você percebe
como o mesmo princípio que nós vimos
está aqui. Juíes 7, poucos homens, uma
vitória impossível, nenhuma vanglória
pro povo. Depois nós podemos finalmente
chegar ao evangelho. Encontramos o
Messias que não vem da maneira que o
orgulho humano imaginaria. Ele nasce
humilde, vive sem ostentação, não
constrói um império político, não reúne
um exército para tomar Jerusalém. Então
chega a cruz. Se Juízes 7 parecer a
fraqueza, o Calvário parece a fraqueza
ainda maior. O filho de Deus é preso,
humilhado, espancado, pregado numa cruz.
Os líderes ali zombam dele, os soldados
zombam dele, as pessoas olham e pensam:
"Ele perdeu,
seu corpo é ferido, suas mãos estão
presas e ele não desce da cruz. E os aos
olhos humanos de todos que estão ali
parece uma derrota, mas justamente ali
Deus está realizando a maior vitória de
todas. Essa é a sabedoria de Deus. Um
instrumento que parece de fraqueza se
torna uma vitória no lugar. Mas existe
uma diferença enorme entre Gideão e
Cristo. Gideão precisava ser convencido
a obedecer. Cristo obedeceu
perfeitamente. Gideão teve medo. Cristo
caminhou consciente em direção à cruz.
Gideão precisava de sinais para fazer
aquilo. E Cristo conhecia perfeitamente
a vontade do Pai. Gideão derrotou
inimigos e e depois ele acabou revelando
os próprios pecados. Cristo não tinha
pecado. Gideão precisava da graça que
através da vida dele, da história dele,
ele estava anunciando. Cristo é aquele
que, por meio de quem a graça chega a
nós. O inimigo que Cristo derrota é
muito maior do que Midiã. Nosso maior
problema nunca foi apenas o sofrimento
que nós estamos vivendo. É culpa diante
de um Deus santo. Esse é o nosso maior
problema. Nós pecamos, nós quebramos a
sua lei, nós amamos as coisas criadas
mais do que o criador. Construímos
altares dentro do coração, confiamos em
nós mesmos, buscamos a nossa própria
glória. E um Deus justo não pode
simplesmente fingir que isso não
aconteceu.
Então, como pode haver graça?
Como Deus pode justificar o culpado sem
deixar de ser justo?
A resposta está ali no calvário. Jesus
Cristo viveu a vida que nós deveríamos
ter vivido. Obedeceu ela perfeitamente.
Amou o Pai perfeitamente. Não havia
idolatria nele, nenhuma mentira, nenhuma
impureza, nenhum orgulho, nenhum orgulho
pecaminoso, nenhuma culpa.
Então ele foi pra cruz, não pelos seus
pecados, mas pelos pecados do seu povo.
Ali o inocente tomou lugar dos culpados.
A justiça de Deus não foi ignorada, ela
foi satisfeita. O pecado não foi tratado
como algo pequeno. Ele foi julgado
naquela situação e Cristo carregou a
condenação dos pecadores.
Esse é o centro da graça. A graça não é
Deus fingindo que você é melhor do que
você realmente é. A graça de Deus é
fazendo por você aquilo que você jamais
poderia fazer por si mesmo. É exatamente
por isso que toda a vanglória morre
diante da cruz. O que você levou paraa
sua salvação?
A única coisa que você levou paraa sua
salvação é a sua culpa, a sua
necessidade e o seu pecado.
E aquilo que salva veio tudo de Deus,
Cristo, a sua justiça, o seu sangue e a
sua ressurreição. Por isso Paulo escreve
em primeira primeira Coríntios 1:31:
"Aquele que se ga, gorice no Senhor."
É a lição dos 300 levadas levada até a
conclusão final. Aqui Deus reduz toda a
possibilidade de mérito humano até que
reste uma única glória, uma única
resposta. É Deus.
Nós não somos salvos porque fomos mais
inteligentes. Não somos salvos porque
havia em nós uma centelha de bondade que
Deus só precisava vir pra gente falar:
"Olha isso aqui, você precisa ver isso
aqui. Você merece isso. Não somos salvos
porque éramos espiritualmente. Não somos
salvos no fim porque éramos mais
sensíveis do que os outros. Nós somos
salvos pela graça, do começo ao fim.
Deus chama, Deus concede a vida a nós.
Deus justifica, Deus santifica, Deus
preserva. E até a fé pelo qual recebemos
Cristo não se torna uma obra pelo qual
colocamos Deus em dívida. Nós chegamos
de mãos vazias e isso é humilhante pro
orgulho que nós temos, mas é maravilhoso
pro pecador cansado. Porque se a
salvação dependesse finalmente de você,
quando você poderia descansar?
Quantas boas obras seria suficiente para
você? Quantos arrependimentos seriam
suficiente? Quanto conhecimento, quanto
crescimento, quanto tempo de fidelidade
era o suficiente? Você nunca saberia.
Mas se a nossa aceitação diante de Deus
repousa na obra perfeita de Cristo,
então nós temos um descanso. Não
descansamos porque a vida ficou
perfeita, descansamos porque o Salvador
é perfeito. Isso também muda a maneira
como lidamos com a fraqueza depois da
conversão. Paulo ouviu do Senhor o
seguinte, segunda Coríntios 12:9, "Minha
graça é o suficiente para você, pois o
meu poder se aperfeiçoa na fraqueza".
Observe a resposta de Deus à fraqueza
continua sendo a graça. Talvez você
tenha entrado aqui e se sentido mais
parecido com o Gideão no lagar do que
com o Gideão junto com o exército. Você
olha pra sua vida e vê medo.
Você vê os limites. Você vê coisas que
você não consegue controlar.
Talvez na sua vida agora você esteja
enfrentando situações que realmente é
maior do que você.
E não se engane. Talvez elas sejam maior
que você. O evangelho não exige que você
finja que as coisas não são maiores.
Talvez seja maior. Talvez você realmente
não consiga. Mas a pergunta decisiva não
é: você é suficientemente forte? A
pergunta é: em quem você está confiando?
Talvez, por outro lado, o seu maior
perigo seja exatamente oposto.
Talvez as coisas estejam funcionando
bem. Talvez você tenha vencido as
batalhas. Talvez você tenha experiência.
Talvez as pessoas te respeitem já.
Talvez você tenha recursos que não tinha
anos atrás. Então a história de Gideão
também fala com você. Ela fala:
"Cuidado,
o coração que pediu ajuda no lagar pode
construir um éod depois da vitória. Não
pense que você ultrapassou a necessidade
da graça de Deus. Você precisa de Cristo
quando fracassa e você precisa de Cristo
com sucesso. Precisa dele quando está
fraco e precisa dele quando você se
sente forte. Talvez, especialmente
quando você se sente forte, porque a
sensação de força pode nos fazer
esquecer de onde veio aquela a o lugar
onde nós estamos. No fim da história,
Gideão morre e depois da sua morte, como
eu disse, como sempre acontece no livro
de Juízes, Israel vai novamente se
desviar. A libertação não foi
definitiva. A paz ali não foi
definitiva. O libertador não foi
definitivo. Mas Cristo é. Gideão morreu
e permaneceu morto. Cristo morreu e
ressuscitou. Gideão trouxe um período de
descanso para Israel. Cristo oferece a
reconciliação eterna com Deus. Gideão
derrotou homens que saqueam colheitas.
Cristo derrotou o pecado e a morte.
Gideão precisou ser usado
apesar da sua fraqueza. Cristo é
perfeitamente santo. E quando Jesus saiu
do túmulo, ficou claro que a cruz não
havia sido a derrota. O lugar que
parecia mostrar fraqueza havia revelado
o poder de Deus para salvar.
Então, volte mais uma vez pro início. Um
homem escondido, um povo oprimido e
ídolos dentro de Israel, um exército
impossível de vencer, 300 homens. E Deus
perguntando através de toda a história,
quem receberá a glória? Não é Gideão,
não é Israel, não são aqueles 300, é
Deus e somente Deus. E que assim seja em
toda a nossa vida. Amém, irmãos. Deus,
nós te agradecemos pelo dia de hoje
podermos estar aqui e meditar na tua
palavra. Que nós possamos ver que tudo
na nossa vida está conduzido por ti. Que
nós possamos descansar nessa verdade.
Que nós possamos caminhar nesse mundo
sabendo, por mais que isso pareça maior
do que eu, eu posso enfrentar, não pela
minha força, não porque eu posso, mas
porque o meu Deus está comigo. E com
isso, não importa a situação, eu posso
descansar nele. Se tudo der errado, eu
posso descansar nele. Se tudo der certo
aqui nessa vida terrena, eu posso
descansar nele, porque a vitória maior
que Cristo conquistou já está
conquistada. E com isso eu posso
descansar finalmente, pois nós podemos
ir a ti pelo caminho que Cristo fez e
não pelo que eu fiz. Porque se
dependesse de mim,
eu sou fraco e não chegaria em ti, mas o
teu filho é o suficiente e por isso nós
podemos ir a ti. E nós agradecemos
imensamente por isso, que nós possamos
meditar e que a nossa palavra possa ser
sempre pessoal para nós, em nome de
Jesus. Amém.
Ja. Amém. Vamos ficar de pé, queridos.
A palavra de Deus essa manhã fez um
corte profundo,
uma ferida profunda em nossos corações.
Pai, nós te agradecemos pela tua
palavra. Como ela sonda, divide, separa
intenções, pensamentos,
ó Deus.
E a tua palavra realmente fez uma um
corte profundo nesta manhã. Que nenhum
de nós, Senhor, Pai, tente curar
superficialmente o corte que a tua
palavra faz. Que começando, Senhor, Pai,
com confissão, ó Deus, e depois a
aplicação somente do evangelho, nós
possamos, Senhor Pai, tratar, Senhor
Deus, esse corte. Que nenhum de nós,
Senhor Pai, possa realmente, Senhor
Deus, trazer falsos remédios.
racionalizações,
explicações, Senhor Pai, ó Deus,
contarmos nossa vida e, Senhor Deus, os
os fatos, Senhor Deus, que que vivemos,
as histórias para tentar racionalizar,
Senhor Pai, ou tratar como o mundo e o
humanismo, Senhor Pai, trata, Senhor
Deus, quando sente, ó Deus, uma ferida
na alma. Nós queremos, Senhor Pai,
realmente ser santificados. E só somos
santificados, Senhor Pai, quando não
tentamos, Senhor Deus, tratar
superficialmente
dessa ferida que a palavra nos nos
causa, Senhor, ó Pai. O tratamento de
cado com o evangelho é o que, Senhor
Deus, produz santificação, transformação
e semelhança com teu filho. Ó Deus, que
também, Senhor, Pai, nós vençamos a
tentação de, ó Deus, tentar achar,
Senhor Deus, a ferida que a palavra fez
no coração dos outros.
Ó Deus, e aplicarmos, Senhor Pai, a tua
palavra, o sermão, ó Deus, algo tão
direto em outras pessoas ou na igreja
como uma fuga, Senhor Pai, para nós
mesmos sozinhos
nos diante de ti, Senhor Pai, sem
encobrimento, Senhor Pai, diante dos
teus olhos que sondam todas as coisas.
que nós nos concentremos, Senhor Pai, no
corte, na ferida que a palavra fez em
nossos próprios corações.
Então, Senhor Pai, através do evangelho,
possamos ser mudados de um grau de
glória para outra em Jesus Cristo, nosso
Senhor. Em nome de Jesus.
Amém. Nós agradecemos a Deus pela cura
do evangelho. Agradecemos a Deus pelas
feridas que ele faz para que nós
possamos ser realmente sarados.
Agradecemos pelas duas coisas e não
fugimos de nenhuma das duas. Vamos
cantar a beleza que nos cura. A única
beleza que pode ser aplicada à aquilo
que a palavra mostra em nós. Isso.
Senhor
és
tua face eu quero
ver
pois quando
estás
neste este lugar,
tua graça
invade
de mim,
Senhoro,
és
tua face eu quero
ver. Você
quando
estás
neste
lugar,
tua graça
invade
de mim.
Todo aliança
de mim.
chamo
pai
e uma
vez
brilhou
em lá
brilhar.
Come vencer
o meu
primeiro
amor.
Assim
eu chamo
pai
e uma
vez
brilhou.
Vem e me faz
brilhar,
resplandeceu
o meu
primeiro
amor.
o meu
primeiro
amor.
Ele é o Senhor.
Sua verdade vai sempre reinar.
Terra
e céus
glorificam o seu santo nome.
Ele exaltado.
Por exaltado no céu.
Ele é o Senhor.
Soledade
vai sempre reinar.
Terra
e céus,
glorifico
seu santo nome.
Ele exaltado, o rei exaltado no céus.
Exaltado, o rei exaltado no céu.
Ele é exaltado,
o rei exaltado no céu.
>> Vem limpar,
brilhar,
resplandecer.
o meu
primeiro
>> aleluia. Aleluia, queridos. Que
dependência temos de Deus?
Não precisamos de ajuda nem da carne,
nem do diabo para eh perder a beleza do
primeiro amor. Mas se nós temos que ter
algo, como no início, nós temos que
realmente depender somente de algo fora
de nós, vem limpar, brilhar,
resplandecer,
ele precisa fazer isso, o meu primeiro
amor. na tua paz, Deus, que estejamos,
Senhor Pai, com os corações ansiosos
para estarmos aqui esta noite louvando o
Teu nome, ó Deus. O mundo prega sermões
para nós diariamente, Senhor Deus,
continuamente, através de tantas telas,
serão Pai, tantas vozes, ó Deus, tantas
influências, que nós possamos, Senhor
Pai, ser pessoas saturadas da tua
palavra para sabermos, Senhor Pai,
sempre saber corresponder, Senhor Deus,
ao mundo e aos nossos próprios corações
com o evangelho. É o que nós te pedimos
em nome de Jesus. Amém. Amém. E que os
irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.

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