Culto – Manhã de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
17/08/2026
Culto – Manhã de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Depois da Escola Dominical. Vou pedir João que ore ao Senhor. >> Senhor Deus, nós te agradecemos porque estamos aqui novamente, Pai, e sabemos que apesar do nosso desejo de estar aqui, apesar da nossa vontade de estar aqui, apesar dos planos, meu Deus, que nós quisemos estar aqui, que nos trouxeram nesse lugar, nós sabemos que muito análise, meu Deus, pela tua graça que nos trouxe. Se não é meu Deus, pela tua graça, se não é pela tua misericórdia, se não é meu Deus pela operação miraculosa que teu espírito santo nos dando novo coração, se não é, meu Deus pela humilhação de Cristo na cruz, se não é, meu Deus, pela nossa união com ele, se não é pela ressurreição do teu filho, se não é, pai, pelo teu decreto eterno que nos escolheu e nos amou, nós não estaríamos aqui, Pai, estaríamos em qualquer outro lugar, fazendo qualquer outra coisa. Mas nós estamos, meu Deus, reunidos na tua presença por causa da tua graça, por causa da tua bondade. E queremos nessa manhã, meu Deus, celebrar isso. Nos faz lembrar, meu Deus, do teu poder, da tua grandeza. Nos faz lembrar, meu Deus, do teu favor para conosco. E que tudo isso possa produzir nos nossos corações um culto de adoração genuína, meu Deus, a ti. Nós sabemos que a nossa adoração é perfeita. Nós sabemos, meu Deus, que as nossas motivações são ainda misturadas, são ainda eh impuras, meu Deus. Mas purifica, meu Deus, e recebe por graça a adoração que nós vamos te oferecer nessa manhã. Que a tua bondade nos cubra, que a tua bondade, meu Deus, enche os nossos corações de um profundo senso de paz, de descanso, de alegria, de propósito. E que, meu Deus, essa visão de quem tu és, essa visão da tua glória possa moldar não somente o culto dessa manhã, o culto da noite mais tarde, mas possa moldar também, meu Deus, a maneira como nós vamos viver nesse mundo durante essa semana que tá começando. Então, meu Deus, nos abençoa, nos enche, meu Deus, da tua graça hoje, em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Amém. Em Êxodo 7 verso 12 há um um verso, né? Um é um verso interessante. Diz que eh a Arão transformou, jogou no chão e a vara de Arão se transformou uma cobra. E aí os magas do Egito fizeram jogar as varas deles e também se transformaram em cobras. Eh, misterioso para nós, não há? Mas muito interessante, porque disse que apesar disso, não é, você vê ali alguma coisa, eh, ou eh um truco muito bom ou poder, né? Aconteceu que a cobra, que a vara de Arão tinha se transformado, devorou todas as outras cobras, engoliu, matou, devorou. A Bíblia diz que nada que é nascido da carne pode agradar a Deus. Então você vê que o homem natural está numa perdição muito profunda. Ele, a carne pode cantar, pode. Ela pode ter certos níveis externos de obediência. Lógico que pode, mas nada disso agrada a Deus. Pode ter uma vida correta, um bom cidadão, um bom pai, uma boa mãe, pagar seus impostos. Então, mas nada disso agrada a Deus. Nada espiritual flui da carne. Nada que um homem natural pode fazer sem que seja o resultado de uma obra toda poderosa do espírito de Deus, ou seja, não seja produzida pelo espírito, é espiritual. Não importa. O homem pode pregar um sermão, mas se aquele é produzido pela carne apenas ou pela carne, não só apenas, né? Então, não pode agradar a Deus. O que é nascido da carne é carne, por mais belo que seja. Ah, então, eh, o homem está numa situação que ou Deus faz as coisas com sua mão toda poderosa, sua destra, eh, que não é essa aqui, é essa aqui. Eh, ou Deus faz isso com sua destra poderosa ou nada é feito de verdade, porque o homem natural, ele realmente não só que ele não é espiritual, ele é carnal. Entendi. Então o apóstolo diz, ele nos tirou do império das trevas e nos transportou para o reino do filho do seu amor. Ele fez isso, o próprio Deus. Porque o homem não é apenas neutro ou incapaz. Há um poder sobre o homem. O pecado é um poder imenso no que diz respeito ao homem. Então, não é só que o homem não consegue fazer nada que seja luz ou espiritual. Nós devemos entender que o homem não simplesmente está nas trevas. Então, há algo eh impotente simplesmente no homem. É que o homem ama as trevas. Não é só que o homem não é luz, porque o homem podia não ser luz e não ser nada, não é? Não ter uma inclinação, não há um, não há um poder. Mas o problema é que não é só que ele não ama a luz, ele ama as trevas. Há algo positivo naquilo que é negativo. Ele não só é incapaz de amar a luz. Ele é totalmente capaz e ama as trevas. Ele é incapaz de amar qualquer coisa que seja realmente que flua de Deus. Não é só que ele não ame a santidade como devia ser, é que ele ama o pecado. Então é um poder, você vê, é um amor. Não é que ele parte de uma coisa ali que ele não é capaz de amar a luz, mas também ele tá ali no meio. Não, não, não. Ele ama as trevas. Ele se deleita no pecado. Não é só que ele não se deleita em Deus e fica ali naquele lugar. É que ele se deleita no pecado, é que ele deseja, que ele tem prazer. Então, há uma há uma vida na morte, não é? O homem sem ser regenerado, ele está morto, mas não morto para aquilo que é oposto a Deus. Para isso ele está muito ativo, muito vivo, buscando. Então, a transformação é mais do que realmente só algo negativo, né? Eu não não faço mais aquilo, nem aquilo, nem aquilo. Não é só um abandonar as trevas, é um amar a luz. Não é só abandonar pecados, é amar a santidade. Então, precisa haver um poder, uma vida maior e não simplesmente eh algo que deixa alguma coisa. Então você vê que você precisa de um poder como aquele da serpente. Havia, havia um certo poder, havia um encantamento ali, havia realmente serpentes, mas a obra de Deus engole. Então pensa, um homem para que ele se converta, a cruz tem que exercer um poder. Não é o homem que exerce um poder, o poder do seu livre arbítrio, da sua vontade, ou ele calcular que é melhor ir pro céu, pro inferno. Isso a carne pode fazer. Isso nascido da carne é carne. Ele precisa de um poder que faça lhe amar mais Deus do que ele amava os pecados. Que faça não só ele abandonar as trevas, mas que ele ame a luz. Ou seja, um poder que engula aquele outro poder, como a vara de Arão, a a cobra, né, a serpente lá que era ela não só estava viva como as outras, ela engoliu, ela venceu. Um poder que vence o outro poder que o homem não poderia. Então você vê que na conversão do homem tantos poderes assim tiveram que ser vencidos. O homem só se inclina para as coisas da terra. Ele só se interessa por esta vida. Essa vida é muito real. E se isso não não há um poder maior que engula isso e o homem jamais pode espiritualmente realmente estar no reino de Deus. É preciso que as coisas que Cristo comprou para nós engula. É preciso que o amor a Cristo engula o amor ao pecado. É preciso que a o amor à luz engula o amor às trevas. Isso era conversão. Então, os afetos são alterados por um poder maior que o poder oposto. A serpente e de Arão engole realmente. E quando você vai ver a vida do cristão é a mesma coisa, não é? Assim que o homem realmente é chamado eficazmente por Deus, é tirado do império das trevas, levado pro reino do filho do seu amor. Então, eh, Satanás ataca com todas as coisas e cada uma dessas coisas que Satanás ataca não era só negativa, elas têm uma um poder positivo, mas a cruz engole tudo. poder da cruz vai eh destronando todos aqueles poderes que um dia governaram. E na vida vivida para Deus acontece a mesma coisa. Satanás ataca essa vida e depois ele pode atacar essa vida com provações. Todas essas coisas não só são vencidas porque eu fico ali parado, elas são devoradas. Você vê todas as aflições que o diabo lançou na vida de Paulo, perseguição por causa do evangelho, eram engolidas. O amor de Paulo era era manifestado o amor que Deus criou no coração dele. Então, ah, você vai apanhar de cidade em cidade. Então, ele ia e o apanhar fazia algo maior do que se não tivesse apanhado. Ah, então vou te botar na cadeia. Então, aí botava ele na cadeia. Então, o que eh o espírito fez através das suas cartas foi maior do que se ele tivesse solto. Não há nada que o inimigo faça que não seja engolido. Não só resistido, não só vencido, mas engolido. Esse é o poder que opera em nós. Nenhum encanto do mundo, da carne e de Satanás se compara a esse poder. É muito poder para o homem natural. Mas como a vara de Arão devora todos os poderes, todas as serpentes que se opõem em nós, a carne no mundo, em Satanás que se levanta contra Deus. Esse é o poder de Deus para a salvação realmente operando em nós. E nós só podemos adorar a Deus, porque mais do que não ser mais escravo das trevas, ele nos fez um amante da luz, um amante da beleza da sua santidade. Nós nunca vamos poder agradecer o suficiente o poder invencível de Deus operando de uma eternidade à outra, da predestinação à glorificação, para engolir todos os poderes contrários que eram muito maiores do que nós. É assim, pensando em todas essas maravilhas do caráter de Deus que nós o louvamos nesta manhã. Vamos louvá-lo. Um dia eu me esconderia da tua presença, meu Senhor. E mesmo que trevas me encontrem, tua luz brilhará ao meu redor. Cristo, minha força, força. O Senhor, >> o Senhor, tu és fiel. És fiel a mim, Cristo, libertador, >> libertador, >> protetor, protetor >> em todo tempo. Deus é tão bom. >> Quem me ama como Jesus morreu por mim numa cruz. >> Hum. Quem me ama como Jesusu por mim numa cruz. No ventre eu fui formado. Tua graça me deu olhos para ver. E no tempo eu fui chamado, na eternidade Deus me amou. Cristo minha força. >> Meu Senhor. >> Senhor, >> tu és fiel. És fiel a mim. Cristo, libertador, >> libertador, >> protetor, protor Deus é tão bom, >> me ama como Jesus. >> Morreu numa cruz. Quem me ama? >> Quem me ama como Jesus. morreu por mim a cruz que me ama queou Jesus morreu por mim morreu por mim na cruz >> quem me ama como Jesus o meu povo no cruz tu és tão bom Deus inabalável, incomparável, fico maravilhado. >> Tu és tão bom, Deus. Inabalável, incomparável. Fico maravilhado, >> maravilhado. Tu és tão bom, Deus inabalável, incomparável. Eu fico maravilhado, maravilhado. Tu és um bom Deus inabalável, incomparável. Fico maravilhado. >> Maravilhado maravilhado. >> Fico maravilhado. Maravilhado. >> Fico maravilhado. Maravilhado. >> Fico maravilhado. >> Maravilhado. >> Fico maravilhado. >> Maravilhado. >> Fico maravilhado. >> Maravilhado me ama como Jesus. Eu a cruz me ama como Jesus. Eu a cruzia que me ama como Jesusu por mim numa cruz. Quem me ama como Jesus morreu por mim numa cruz. Obrigado, Deus. A Bíblia diz, ele mostra seu amor para conosco, tendo seu filho morrido por nós quando nós ainda éramos pecadores, ou seja, inimigos totalmente desinteressados. Não é só que não amávamos ele, que é a luz, amávamos as trevas. Aleluia! Ele nos resgatou. O que dizer do amor de Deus que já não foi dito? E ao listar tudo aquilo que fazes perder e tanto se dizem canções, mas quero adorá-lo ainda mais. Eu canto outra canção. Porque me amas como amas saberia. Por me amas, como amas. O amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que é e tudo que há de existir. Por que me amas? Como amas? Não saberia. Oh, oh. Verdadeira alegria que o mundo não tira na luz. Ben aos que não estão onde o mundo acharia que estão um talente se compara com nada mais. Não deixa só quem tu amas. Esse é o amor que tu tens. Mas como entender? O que me amas? Como amas? Saberia. O que me amas? Como amas? Seu amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que há e tudo que há de existir. Uh. Tu me amas, como amas, não saberia. Por quê? Por que me amas? Como amas? Não saberia. Por quê? Por que me amas? Como amas? >> Mesmo se eu duvidar, >> me mostra. >> Mesmo se eu me esquecer, >> me lembra. >> Mesmo se eu fraco estou, >> me amas. Me amas. me ama. >> Vezme ouvir a santém >> me mostra >> e ver quão pecador eu sou. >> Me lembra >> que estava em Jesus na cruz. >> Me amas, me amas. Me amas. Porque me amas. Como amas? Tu saveria porque me amas como amas. Seu amor é melhor que prata, melhor que ouro, melhor que tudo que há e tudo que há de existir. Porque me amas como amas não saberia. Oh, oh, oh. Eu saberia. >> Aleluia. Ninguém pode medir esse amor, queridos. Nós somos chamados a conhecer esse amor e Paulo ora para que o conheçamos. a altura, a largura, a profundidade do amor de Cristo. É um oceano sem fim. É um oceano que só o Pai pode realmente cobr-lo, espírito. E nós, criaturas finitas, podemos eh explorá-lo para todo sempre. Pega sua oferta e seu dízimo nesta manhã. Agradeço a Deus por nos dar uma vida e apesar de nascer dos mortos neste mundo, ele nos deu um novo nascimento. E nós nunca vamos esquecer do dia que ele nos chamou para vivermos para ele. Ele não salvou a parte religiosa das nossas vidas ou uma suposta parte espiritual. Ele salvou o homem e tudo mais deve ser um santo sacrifício a Deus. nosso trabalho, como usamos nossa mente, eh os nossos eh sentidos, hã, sabores, visão, audição, tudo, tudo deve estar a serviço do nosso mestre com nossos recursos. Pai, nós te agradecemos porque, Senhor Deus, tu mesmo, ó Deus, edifica a tua igreja. Tu tiraste a tua igreja da sepultura. Tu, Senhor Pai, não tiveste nada, Senhor Pai, que cooperasse com o teu poder. Tu, Senhor Pai, falaste ao nada e nós fomos, Senhor, Pai, recriados em Jesus Cristo. Que tudo, ó Deus, que temos agora, conte mesma história da centralidade dele em tudo que somos, fazemos e vivemos neste mundo. Em nome de Jesus. Amém. Vamos ofertar. Ah, misericórdia de Deus. Nós respondemos a ela com gratidão em cada em cada parte da vida. Qualquer coisa que não for feita assim, pode ser aquilo em que nossos corações tropeçam. Um dia Azaf olhou pra prosperidade dos ímpios, pra vida que eles estavam levando, e ele diz que os pés dele quase tropeçaram. Qualquer área da nossa vida que esteja desconectada com a visão da misericórdia de Deus em Cristo, pode ser o a pedra escorregadia onde nós tropeçamos e caímos. 3 4 livre sou. Aleluia, Deus! >> Pois Jesus Cristo morreu na cruz. Eu te rejeitei e não te busquei. O meu prazer era pecar. Tudo novo ele fez em mim. Com misericórdia me fez viver. >> Aleluia. >> Eu vivo hoje paraa tua glória. Sem Cristo mostrar. Pois bondade de graça seu sangue vai jorrar. Cantarei, pois sou livre. Não foi pelo que fiz, pois bondade de graça >> seu sangue faz jogar. >> Ah, Deus, tua bondade sem fim, Deus. Me perdoou. ou me deu vida sem merecer. Por tudo que eu fiz, não te busquei. Me arrependo, eu não te honrei. Perdido andei sem ti. Oh, mas pela graça de Deus, eu vivo longe pra tua glória. em Cristo mostrar. Pois bondade de graça seu sangue vai jorrar. Cantarei, pois som livre, não foi pelo que fiz, pois bondade de graça, seu sangue vai jogar. Minha cruz que arregou o meu Salvador e me fez livre em vimer se entregou por amor e me resgatou e me fez livre em fim. Misericórdia, minha cruz carregou o meu Salvador e me fez livre em fim. Por misericórdia se entregou tudo amor e me dor e me fez bem fim. Tua misericórdia eu vivo hoje para tua glória. Sem Cristo mostrar onda de graça, seu sangue vai chorar. Cantarei, pois sou livre. Não foi pelo que fiz, pois bondade de graça seu sangue vai jogar. Pois bondade de graça seu sangue vai jorar, pois bondade e graça seu sangue faz jorrar. Só teu sangue aleluia. Vem sobre nossas sangue vai jogar. >> Seu sangue faz >> seu sangue faz. >> Seu sangue fazar. >> Seu sangue faz. Seu sangue faz jorrar. >> Seu sangue faz jorrar. >> Perdão e graça. >> Seu sangue fazar. >> Perdão e graça. >> Seu sangue faz misericórdia. >> Meu sangue faz jorrar. >> E misericórdia. >> Seu sangue faz. Ô >> bondade graça. >> Seu sangue fazar. >> Bondade graça. >> Seu sangue fazar. Minha cruz regou o meu Salvador e me fez livre em fim. Por misericórdia se entregou por amor e meou e me fez livre em fim. Misericórdia. Minha cruz carregou o meu Salvador e me fez livre em fim. Por misericórdia se entregou por amor e me resgatou e me fez livre em fim por misericórdia. >> Aleluia Deus. Aleluia. Meu Salvador, Cristo que verteu seu sangue, >> vem perfeita paz pelo seu precioso o sangue onde as manchas vão limpar só no seu precioso sangue que me poderá salvar. Cristo que verteu seu sangue. >> Cristo que verteu, Cristo que verteu seu sangue. >> Cristo que verteu seu sangue. >> Aleluia. É maravilhoso pensarmos que para sempre essa será a nossa resposta. daqui a era e sem fim, porque estamos aqui por causa unicamente de Cristo que verteu seu sangue. Ó Deus, fala aos nossos corações. Tua palavra é pão para nós. Nossa vida espiritual, Senhor Pai, como nossos corpos depende de alimento diário, Senhor Pai, ó Deus, mais de uma vez por dia, a nossa alma anseia por ti, ó Deus. Alimente-nos, Senhor Pai, ó Deus, nos faça beber do teu filho, em nome de Jesus. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Irmãos, hoje eu queria meditar com vocês lá no livro de Juízes, mais especificamente na vida de Gideão. E algumas coisas a gente pode dizer estranhas na primeira imagem que a Bíblia nos dá de Gideão. Quando nós pensamos de alguém que vai ser libertador de Israel, provavelmente o que que a gente pensaria? Alguém em pé diante do exército liderando Israel para batalha. E você imagina então um homem corajoso, um líder olhando pro inimigo e dizendo que chegou a hora de lutar para aquele povo. Mas quando a gente encontra Gideão, não é assim que a gente vê ele. Nós encontramos ele escondido. Em Juízes 6 diz que Gideão estava malhando o trigo num lagar. Lagar é onde o pessoal normalmente amassa as uvas. Mas por ele tava fazendo isso num lugar pequeno para esconder que ele tava fazendo aquilo dos midianitas. E isso já é algo para nos chamar atenção, porque um lagar não era o lugar normal para você malhar o trigo. O trigo normalmente era malhado num lugar aberto onde o vento pudesse ajudar você a separar a palha do grão. E e Gideão estava fazendo aquilo num lugar ali porque ele estava com medo. E não se engane, ele tinha razão de sentir medo. Durante 7 anos. Os midianitas haviam oprimido Israel. Sempre que Israel plantava algo, os inimigos iam ali e apareciam. Levava os animais, destruí as plantações e consumiam aquilo que o povo havia produzido com tanto sacrifício. O texto descreve Israel se escondendo em cavernas e fortalezas dos midianitas. Então, imagine essa cena. Gideão está ali, ele olha para os lados, tenta ao máximo não fazer barulho nenhum. e tenta preservar o pouco de trigo que ele conseguiu naquele período. Se você vê, ele é uma pessoa que está ali tentando sobreviver. Então, de repente aparece o anjo do Senhor e diz: "O Senhor está com você, poderoso guerreiro". Aí você pode pensar, poderoso guerreiro. E segundo, do nada eu tô aqui escondido. De repente aparece um ônibo. Ele não estava enfrentando Midian. Ele está tentando impedir que Midian descubra onde está o trigo que ele está ali malhando. É muito fácil ler essa história e concluir que Deus estava tentando apenas melhorar a autoestima de Gideão. Como se for que a mensagem aqui fosse Gideão, você pensa que é fraco, mas existe um guerreiro escondido dentro de você. Só falta você descobrir o seu potencial. Mas se você for ler o texto de verdade, prestar atenção no que está dizendo, não é isso que o texto está mencionando em momento nenhum. Na verdade, quanto mais essa história vai avançar, mais fácil e claro fica que o segredo da vitória aqui nunca vai estar dentro de Gideão. A força nunca esteve escondida nele. A força estava em Deus. E talvez essa seja uma das primeiras coisas que precisamos aprender sobre o nosso personagem do dia. Porque existe uma maneira muito comum de transformar até as histórias bíblicas em mensagens sobre nós mesmos no fim. Nós abrimos a Bíblia procurando inspirações para descobrir como nós podemos ser mais fortes, ser mais confiantes, ser mais capazes de fazer as coisas da nossa vida. Mas Gideão não é a história de um homem que descobriu como é que ele ia ser suficiente pra nação dele, por exemplo. É a história de um homem que descobriu que Deus era o suficiente. E essa diferença muda toda a mensagem aqui. Porque se o problema de Gideão fosse apenas a falta de confiança em si mesmo, Deus precisaria convencer ele que ele era maior do que ele imaginava, do que ele achava que ele era enquanto ele estava lá malhando o trigo num lagar. Gideão vai dizer que ele é pequeno e vai dizer que a sua família é pequena. E Deus não vai contrapor Gideão nesse ponto. Vai dizer que ele não tem condições. Deus não vai responder apresentando uma lista de qualidades escondidas em Gideão para ele fazer aquilo. Deus vai dizer em essência: "Eu estarei com você". Essa é a resposta. Não é um você consegue, mas eu estou com você. Existe uma diferença enorme entre essas duas coisas. A primeira vai colocar a nossa esperança na capacidade humana, na nossa própria capacidade. A segunda coloca a nossa esperança na presença de Deus, na situação. E essa questão atravessa toda a história. Quem vai receber a glória quando Israel for libertado? Vai ser Gideão, vai ser os soldados que vão batalhar a estratégia ou vai ser Deus no final? Antes que Deus responda essa pergunta no campo de batalha, ele precisa mostrar algo mais profundo aqui. Porque o maior problema de Israel, por incrível que pareça, por mais que Israel pensasse o contrário, não eram os midianitas. Nós normalmente lemos juízo 6 e pensamos que o problema do povo era claro, era óbvio. Eles estavam sendo roubados pelos midianitas. Eles estavam empobrecendo por conta das atitudes deles. Eles viviam com medo. Os inimigos destruíam as suas colheitas. Então, Israel clama ao Senhor e seria natural esperar que Deus imediatamente enviasse um exército, mas Deus envia primeiro um profeta ali. E isso é muito importante. O povo pede libertação. Deus primeiro manda a sua palavra. O povo está dizendo: "Olhe para a Midião, o que está fazendo conosco". E o que Deus responde? Olhe para o que vocês fizeram comigo. O profeta lembra que Deus tinha tirado Israel do Egito. Deus tinha libertado eles da escravidão. Deus tinha sido fiel. Deus tinha dado terra para eles. Deus havia dito que para eles não adorassem os deuses dos povos ao redor do local onde eles foram. Então vem a acusação. Israel não tinha obedecido. Perceba a diferença nesse momento. Israel via um problema político e econômico na situação. Deus via um problema espiritual que eles tinham. Israel queria um alívio daquela opressão. Deus queria tirar a idrolatria do coração daquele povo. E isso acontece conosco o tempo todo. Nós normalmente sabemos quais são os problemas que nós queremos que Deus resolva pra gente. Queremos que Deus mude a situação onde nós estamos. Queremos que ele abra uma porta. Queremos que ele tire uma pressão, queremos que ele resolva um conflito. E não há nada necessariamente errado nessas situações e de nós levarmos essas coisas a Deus. A Bíblia nos ensina a orar pela por essas situações, mas muitas vezes nós enxergamos apenas aquilo que acontece ao nosso redor enquanto Deus está olhando para aquilo que está acontecendo dentro de nós. Nós dizemos como o povo lá, Senhor, tira-me diã de nós e Deus diz, precisamos falar no Baal da sua vida. E isso é sempre muito desconfortável para nós, porque muitas vezes nós queremos um Deus que mude as circunstâncias onde nós estamos, mas não toque nos nossos ídolos. Queremos um alívio sem se arrepender. Queremos uma libertação, mas não queremos ser transformados. Queremos que Deus tire aquilo que está nos fazendo sofrer, mas às vezes não queremos que ele retire aquilo que estamos amando, que nós estamos amando e nós não deveríamos amar. E a graça de Deus é profunda demais para nos tratar apenas superficialmente pelo lado de fora. Se Deus simplesmente expulsasse mediando ali, sem tratar o coração do povo de Israel, o povo ia continuar escravizado ali, talvez por outro inimigo, talvez pelo medo, talvez por outro ídolo que eles poderiam ter, mas eles continuariam escravizados. E esse é um dos grandes diagnósticos da Bíblia sobre a condição humana. O nosso problema não é apenas aquilo que os outros fazem conosco. Nosso problema também está dentro de nós. A escritura não descreve o pecado simplesmente como algumas escolhas ruins que pessoas basicamente boas cometem de vez em quando. O pecado é muito mais profundo que isso. Ele toca no nosso desejo, nas nossas lealdades, naquilo que nós confiamos, aquilo que nós amamos, aquilo que nós mais tememos perder. E é por isso que a idolatria é tão central na nossa vida. Um ídolo não precisa ser feito de uma estátua como eles faziam na época. Pode ser qualquer coisa boa ou ruim que receba dentro do coração um lugar que era para pertencer apenas Deus. O dinheiro pode ser um ídolo, mas a sua segurança que você quer ter também. A sua família pode ser o ídolo. A aprovação dos outros que você tanto deseja também pode ser um ídolo. Até uma coisa que você diria que é voltada para Deus como um ministério também pode ser um ídolo. Nós podemos até usar coisas religiosas para construir a nossa identidade longe de Deus. E existe uma maneira simples de nós vermos isso. Pergunte o que precisa acontecer para você acreditar que a vida realmente vale alguma coisa. Porque aquilo cuja perda faria você pensar que não conseguiria continuar, ali está o seu coração. Pergunte para onde a sua mente corre quando você precisa se sentir seguro? Essas perguntas frequentemente nos levam até os nossos altares mais sagrados. Israel estava sofrendo nas mãos de Midiã, mas continuava com o Baal no meio da casa deles. Então Deus começa a libertação de uma forma que a gente diria que é surpreendente. Ele chama Gideão e novamente vemos que a iniciativa parte de Deus. Gideão não apresenta seu currículo e não aparece dizendo simplesmente: "Senhor, eu percebi que Israel precisa de um libertador e acredito que eu sou o homem certo." Deus vem até ele. Deus chama ele e Deus envia ele. Gideão imediatamente começa a apresentar razões pelo qual não faz sentido ele ser o libertador. Ele olha pra sua família, ele olha pra sua posição, ele olha para si mesmo e basicamente ele pergunta: "Como eu vou libertar Israel?" E essa pergunta não é absurda que ele tá fazendo. Humanamente falando, Gideão realmente não parece nada adequado paraa situação. Mas existe algo maravilhoso na maneira como Deus responde. A solução para a fraqueza de Gideão não será Gideão simplesmente descobrir a grandeza em si mesmo. A solução será Deus estar com ele. E esse padrão vai aparecer em toda a escritura. Moisés pergunta: "Quem sou eu?" E Deus responde com a sua presença. Jeremias diz que é jovem demais para aquilo e Deus responde que ele estará com ele. Paulo aprende que o poder de Cristo se aperfeiçoa na fraqueza. A Bíblia não é um livro escrito para convencer pessoas frágeis de que elas são secretamente poderosas para situações. Ela é um livro escrito para mostrar que pessoas frágeis são sustentadas pelo poder do Deus onipotente. E isso é muito mais consolador. Porque se a minha esperança depende de encontrar força suficiente dentro de mim, um dia eu vou procurar. E adivinha? Eu não vou encontrar. Há dias em que você vai acordar cansado. Há perdas que vão tirar o seu chão. Há diagnósticos que vão expor a nossa impotência. Há responsabilidades pelas quais você realmente não se sente o suficiente para fazer. E às vezes você realmente não é suficiente. Mas o evangelho nunca disse que você seria o suficiente em si mesmo para as situações. A nossa suficiência está em Deus. E Gideão precisa aprender isso, mas antes que ele enfrente o exército de um lado de fora, Deus o manda enfrentar algo dentro da sua casa. Naquela noite, Deus ordena que Gideão derrube o altar de Baal, que pertence ao seu pai, e corte o poste de Azerá, que estava ao lado. E isso aqui é extremamente significativo. Gideão quer ver Israel livre. E Deus diz: "Comece aqui antes do campo de batalha que você vai, você tem que ir paraa sua própria casa. Antes dos midianitas, derrube o altar na sua casa." Antes de enfrentar os inimigos públicos, Gideão precisa lidar com a idolatria que estava próxima a ele. E talvez seja exatamente nesse ponto que a história começa começa a ficar mais pessoal para cada um de nós. Porque é muito mais fácil desejar que Deus destrua os midianitas do que pedir que Deus exponha os nossos altares. Nós gostamos de imaginar Deus lutando contra coisas que vão nos ameaçar, mas o Deus verdadeiro também luta contra as coisas que nós mais adoramos e isso faz parte da graça dele. A graça não significa que Deus olha pra nossa idolatria e diz que não se importa. Graça significa que Deus nos ama demais para nos deixar escravizados pela nossa idolatria. O Deus que salva Gideão também é o Deus que invade os altares de Gideão. O Deus que consola também confronta. Ele perdoa e destrona. O Deus que cura também corta onde é necessário e Gideão obedece. Mas o texto faz questão de dizer que ele estava com medo. Por isso ele realiza aquela tarefa que ele deveria fazer à noite. Nós poderíamos olhar para isso e pensar: "Que fé pequena, não é verdade?" E provavelmente era realmente uma fé pequena, mas era uma fé, eu diria, em movimento. Gideão estava com medo e ainda assim ele obedeceu. E isso é importante porque algumas pessoas imaginam que a coragem cristã significa uma ausência de medo. E eu diria que não necessariamente. Às vezes a coragem cristã é saber exatamente aquilo que você teme e ainda assim obedecer Deus no que ele falou. Gideão não acordou subitamente com uma personalidade diferente do que ele tinha. Ele não se tornou emocionalmente invulnerável nas situações. Ele simplesmente começou a descobrir que a palavra de Deus era mais importante que o medo que ele tinha. No dia seguinte, a cidade simplesmente está revoltada e elas querem e eles querem todos matar Gideão. É interessante perceber como as pessoas podem tolerar a opressão dos midianitas. Mas ficam furiosas quando alguém toca no seu ídolo, não é verdade? Baal não havia salvado Israel de Midiã. Baal não havia impedido o empobrecimento de Israel. Baal não tinha respondido aos sofrimentos do povo. Mas toque no altar de Baal e eles reagem imediatamente. Enquanto os Medianitas estavam lá e eles não estavam fazendo nada. É assim que o nosso coração funciona. Nós podemos perceber racionalmente que determinada coisa não pode nos salvar e ainda assim proteger ela com todas as nossas forças. Sabemos que dinheiro não consegue garantir a vida. Ainda assim, vivemos como se ele pudesse fazer aquilo. Sabemos que a aprovação das pessoas ao seu redor é instável. Ainda assim, podemos organizar toda a nossa vida ao redor para as pessoas nos aprovarem. Sabemos que o sucesso não satisfaz para sempre. Ainda assim, sacrificamos coisas importantes para conseguir. Ídolos fazem promessas que não conseguem cumprir e mesmo depois de nos decepcionarem, nós continuamos defendendo eles. Mas algo está mudando em Gideão. Ele derrubou o altar. Depois o espírito do Senhor vem sobre ele e Gideão começa a convocar homens pela batalha. Aquele homem que estava escondido no lagar para eh ali com o trigo, agora está chamando os outros paraa batalha. Você vê um crescimento dele, uma transformação nele, mas não se engane, Gideão ainda tem medo. Então a gente chega na história da lã de Gideão. Gideão começa eh coloca uma porção de lã e pede que Deus confirme a palavra de uma determinada maneira e depois ele pede o contrário. E Deus já havia falado com o Gideão e ele fez isso. E Gideão não estava sem a revelação ali. Ele estava com dificuldade de confiar na revelação que ele já tinha recebido. E a beleza aqui a gente pode dizer que está na paciência de Deus. Deus conhece aquele homem. Deus conhece o medo daquele homem. Ele conhece as fraquezas daquele homem e trata Gideão com uma paciência extraordinária. E isso também é a graça de Deus. Porque às vezes imaginamos que Deus tem misericórdia de pecadores na conversão e depois começa a se relacionar conosco apenas na base do desempenho espiritual que você tem. Como se Deus dissesse assim: "Eu tolerei a sua fraqueza até você se tornar um cristão. Agora espero que nunca mais você tenha dúvidas, nunca mais tenha medo e nunca mais tropece. Mas a vida não é assim. O mesmo Deus que salva pela graça também santifica pela graça. Isso não transforma a imaturidade numa virtude. Gideão precisa crescer e nós também. Deus quer que nós aprendamos a confiar na palavra sem exigir um sinal cada vez mais na nossa vida. E assim a obediência que era difícil vai crescendo ao longo do caminho. Mas ele é paciente enquanto nos ensina também. Talvez você conheça essa experiência. Você sabe o que a Bíblia diz. Você sabe quem Deus é. Você sabe que ele é fiel. E mesmo assim a crise chega e seu seu coração começa a perguntar de novo: "Será, será que Deus realmente está comigo? Será que ele vai continuar sendo fiel? Será que eu posso confiar? Nós não devemos alimentar a incredulidade, mas também precisamos conhecer o caráter daquele que nos sustenta. Ele não é um pai impaciente procurando uma oportunidade para abandonar o seu filho fraco. Ele está formando a sua fé. E Gideão aqui está aprendendo. Então chega o momento que finalmente aparece na história o momento que eles estão preparados pra batalha. Os homens se reúnem. Gideão tem um exército ali e é nesse momento que Deus faz uma coisa que nenhum comandante sensato faria. Deus olha para aquele exército e diz: "Tem gente demais aí. Eu gostaria que você parasse aqui por um momento. Israel está enfrentando uma força gigantesca que eles não conseguem combater durante anos. Juízes descreve os midianitas e seus aliados como numerosos. Gideão deveria estar preocupado com a falta de homens, que eles não tinham homens suficientes para lutar. E Deus está preocupado com o excesso de homens. E eu perguntaria, por que isso? Juízes 7 deixa claro: "Se Israel vencer com aquele exército, existe o risco de Israel dizer no fim: "Minha própria força me libertou". E esse é o coração teológico dessa história. Deus não quer apenas dar uma vitória para Israel. Ele quer deixar claro de onde a vitória de Israel veio. Então ele manda Gideão reduzir aquele exército. Primeiro, os que estão com medo deve voltar para casa e milhares já vão embora. E Deus diz: "Ainda há gente demais. Então Deus reduz novamente e no final vai restar 300 homens. Apenas 300. Agora o exército não parece apenas pequeno. Agora vencer aquela batalha parece um completo absurdo. E essa é precisamente a intenção de Deus. Deus reduz os recursos humanos até chegar ao ponto que ninguém poderá olhar para aquele resultado e construir uma história convincente sobre a grandeza daqueles homens. Se Israel vencer com 300 homens, apenas uma explicação é suficiente. Deus fez isso e essa é a graça. E perceba como isso toca no nosso orgulho. Nós gostamos da graça até percebermos o que ela diz sobre cada um de nós. Graça é maravilhoso porque significa que Deus nos salva, mas também é ofensivo pro nosso orgulho, porque significa que nós não somos capazes de salvar a nós mesmos. A graça diz que você precisa ser resgatado. A graça diz que o seu mérito não comprou nada. A graça diz que a sua inteligência não colocou você na categoria espiritual superior. A graça diz que você, se você pertence a Cristo, a explicação final não está em algo melhor que havia em você. está na misericórdia de Deus para conosco. Paulo diz assim em Efésios 2:8 e 9: "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus, não por obras, para que ninguém se glorie." Para que ninguém se glorie. É isso que juíz 7 está dizendo. Deus está fechando as portas que qualquer ser humano poderia ter de vangória de si mesmo. Se você, se fossem 32.000 homens, talvez Israel no final dissesse: "Veja o nosso exército, nós éramos pequenos, mas nós conseguimos porque nós somos guerreiros bravos". Se fossem 10.000, poderia dizer: "Veja a nossa coragem de mesmo com 10.000 ir lá. Com 300 só resta". Veja o nosso Deus o que que ele fez. Existe algo profundamente, é, a gente pode dizer reformador para o nosso coração aqui, porque mesmo depois de compreender a graça, tentamos eh reconstruir algo pequeno, algum pequeno lugar paraa nossa glória. Talvez nós não digamos que nós nos salvamos, mas podemos começar a pensar lá no fundo na nossa mente. Eu entendi o que os outros não entenderam. Eu fui mais sensível, eu fui mais sábio e no final eu escolhi melhor. E pouco ao pouco, pela porta dos fundos da sua mente, nós nos colocamos em superioridade novamente dentro da história final. Mas a graça continua retirando os soldados. Ela tira a nossa justiça própria, ela tira o nosso mérito, ela tira a nossa autuficiência, ela tira a nossa capacidade de nos apresentarmos diante de Deus, apontando para nós mesmos até que reste somente Cristo. E isso não significa que Deus seja contra as nossas capacidades. Isso não significa que você se planejar para fazer algo seja errado. Não significa que a igreja deveria ser desorganizada. para provar que depende apenas de Deus. Não significa que você deve desprezar a sua educação, o seu trabalho, a sua estratégia para fazer as coisas ou os seus recursos. O próprio Deus concede dons. O problema não está em possuir recursos. O problema está em transformar esses recursos em seus salvadores. Podemos começar confiando em Deus e quase sem perceber, passar a confiar no tamanho do nosso exército. Isso acontece com muitas igrejas. Começamos orando porque sabemos que se Deus não agir, nada eterno vai acontecer. Depois aparecem estruturas, experiências, reconhecimento e podemos continuar usando a linguagem de uma dependência, enquanto no fundo no nosso coração, nossa paz está nos números que nós estamos conquistando. Acontece na nossa vida pessoal também. Enquanto não temos dinheiro, nós oramos por provisão. Quando temos dinheiro, começamos a imaginar que o dinheiro garante o dia de amanhã. Enquanto não temos experiência, pedimos sabedoria. Depois de anos fazendo a mesma coisa, podemos começar a agir como se a experiência nos tornasse independentes da graça de Deus. Enquanto somos fracos, clamamos. Quando nos sentimos fortes, nós relaxamos. Por isso, às vezes, aquilo que parece uma redução pode ser Deus com uma misericórdia para nós. Não porque toda perda seja diretamente uma lição simples que consigamos interpretar. Precisamos obviamente ter cuidado com isso. Nós vimos há pouco tempo sobre a história de Jó que ele teve perda e ele não sabia o que estava acontecendo do plano de fundo de Deus que estava fazendo ali. Nem toda dificuldade significa que Deus está fazendo exatamente a mesma coisa que disse a Gideão. Mas o princípio permanece pra gente em todas as situações. Deus não tem compromisso com a nossa autossuficiência. Ele tem compromisso com a sua glória, com o nosso bem. E o nosso bem inclui aprender que ele é Deus e nós não somos. Então, Gideão vai pra batalha com 300 homens. Agora, você pode imaginar que Deus diria simplesmente: "Finalmente, chegou a hora, seja corajoso". Mas há outro detalhe impressionante aqui. Na noite anterior à batalha, Deus fala com o Gideão e diz em essência: "Desça ao acampamento inimigo". E e acrescenta que se Gideão estiver com medo, pode levar o servo com ele. Perceba o que Deus está fazendo aqui. Deus sabe que Gideão está com medo. Ele não descobriu aquela noite que Gideão estava com medo. Ele sabia quando encontrou ele lá no lugar que chamou ele. E sabia quando recebeu os sinais e sabia quando reduziu os exércitos. o exército. Deus não escolheu Gideão porque ele confundiu a fraqueza com a força. Deus chamou conhecendo perfeitamente a fraqueza de Gideão. Então oferece mais um encorajamento ali. Gideão entra furtivamente no acampamento e houve um soldado midianita contando um sonho. Outro homem interpreta o sonho como sinal de eh de que Deus entregaria Midiã nas mãos de Gideão. Quando Gideão ouve aquilo, ele adora a Deus. Essa talvez seja uma das cenas mais bonitas da história que a gente tá vendo aqui. Antes de lutar, ele adora, porque ele começa a perceber com mais clareza aquilo que Deus tinha dito desde o início. A batalha não pertence a eles. A batalha pertence ao Senhor. Então os 300 homens avançam, trombetas, tochas e armas. um exército humanamente ridículo contra uma multidão. E Deus lança confusão no acampamento inimigo. Os de midianitas começam a voltar as suas espadas uns contra os outros e Israel vence a batalha. Mas perceba quem realmente produziu aquela vitória. A narrativa foi construída para que você não consiga atribuir aquele resultado e poder a Gideão. E isso é intencional. Deus quer que olhemos para a batalha e digamos: "Não foi o tamanho do exército, não foi a superioridade militar, não foi a força humana, foi o Senhor." Hebreus 11, mais tarde menciona Gideão como aqueles que agiram pela fé. Isso é importante para nós. Gideão realmente cresceu ali. Ele realmente creu. Ele realmente obedeceu. E nós não precisamos diminuir aquilo que Deus fez nele para exaltar a graça. Na verdade, é a graça que explica aquilo que Deus fez nele. A fé de Gideão não consiste em finalmente acreditarmos que Gideão era poderoso no final. A fé consiste em acreditar que Deus é confiável. Talvez essa seja uma correção necessária para a nossa maneira de pensar sobre a fé. A fé bíblica não é é não é a confiança ilimitada que nós temos em nós mesmos depois de um tempo. Não é acordar diante de uma situação impossível e repetir: "Eu sou capaz". A fé é olhar paraa nossa incapacidade com honestidade e ainda assim obedecer a Deus porque ele é fiel a nós. É possível estar fraco e ter fé. É possível chorar e ter fé. É possível não entender e ter fé. É possível sentir medo e ainda assim colocar o próximo passo sobre a palavra de Deus. Porque a força da fé não depende finalmente da nossa força psicológica. Não depende da força psicológica de quem crê. Depende da fidelidade em quem nós cremos. E Gideão vence, Midiã é derrotada. E se nós terminássemos essa história no capítulo 7, seria muito fácil transformar Gideão num herói simples, um homem medroso que ficou corajoso, um homem que no início da história estava escondido e de repente virou o líder, um homem fraco que venceu um grande exército. Fim. É uma história maravilhosa, mas a Bíblia não termina aqui. E ainda bem a gente poderia dizer, porque juízes 8 nos protege de uma leitura superficial dessa história. Depois da vitória, começamos a ver coisas em Gideão que são desconfortáveis para nós. Há conflitos com outras tribos. Há homens que se recusam a ajudar e depois recebem dele um tratamento severo. A perseguição aos reis de Midiã começa a revelar também elementos pessoais ali. E pouco a pouco aquele homem que dependia tanto de Deus começa a parecer diferente. Essa parte da história é importante porque existe uma tentação de pensar que o nosso maior perigo espiritual aparece quando tudo tá errado. Quando tudo dá errado. Às vezes o maior perigo espiritual vai vir no melhor momento. O sofrimento pode nos levar à amargura, mas pode nos levar também o medo. Também pode nos levar à incredulidade. A perda pode expor os nossos ídolos, mas o sucesso também é perigoso. Talvez a gente pode até dizer que às vezes ele é mais perigoso, porque quando estamos no lagar como ele estava escondido, sabemos que estamos fracos. Depois da vitória, podemos começar a imaginar que sempre fomos fortes. Enquanto os midianitas nos cercam, nós oramos. Depois que vencemos, podemos começar a contar a nossa própria versão da história. Uma versão em que Deus não aparece, mas nós começamos a aparecer pouco a pouco maiores do que nós realmente éramos. E isso vai ficando especialmente claro quando israelitas pedem que Gideão governe sobre eles. A resposta dele parece excelente. Gideão afirma que nem ele nem seu filho governarão sobre Israel porque o Senhor governará. Teologicamente está impecável. É uma ótima frase, mas vamos continuar lendo. Gideão pede parte do ouro que havia sido tomado dos inimigos e com esse ouro ele faz um efode, que é como se fosse um manto sacerdotal, algo desse tipo. E o texto diz que Israel se prostituiu adorando aquilo que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família. Percebe a ironia da situação? No começo da história, Gideão derruba o objeto da idolatria e no final ele produz algo que se transforma na ocasião da idolatria do povo. No começo ele destrói o altar e no fim a sua própria obra se torna uma armadilha. Isso deveria nos assustar um pouco, porque mostra que uma grande experiência com Deus no passado não torna alguém imune à idolatria no presente. Gideão havia visto Deus agir, havia recebido sinais, havia experimentado o poder do Espírito e havia visto um exército inimigo enorme cair diante de 300 homens. E ainda assim ele precisava da graça. E isso precisa ser dito especialmente para pessoas que estão há anos na igreja. Experiência não substitui a sua dependência. Conhecimento bíblico não substitui independência. A dependência. As vitórias antigas que você teve não substitui a dependência atual que você deve ter com Deus. Talvez você possa olhar para trás, encontrar momentos em que Deus sustentou você de maneira extraordinária e dê graças por isso. Mas não transforme a fidelidade de ontem numa desculpa para você se tornar autossuficiente. Hoje o homem que aprendeu que o exército precisava ser reduzido, começou a correr risco de esquecer a lição dos 300. E nós fazemos isso. Uma pessoa começa um negócio sem saber se vai funcionar. Ora, depende de Deus, busca aconselho, pede sabedoria. Anos depois o negócio finalmente cresce. E agora há dinheiro, a influência, a experiência. E pouco a pouco o que era a resposta da oração começa a funcionar como substituto de Deus no coração dele. Um cristão começa um ministério tremendo. Ele sabe que não tem condições. Ele ora antes de falar. Ele pede que Deus faça aquilo que ele não pode fazer. Depois de muitos e muitos anos pode aprender eh exatamente como conduzir as coisas, saber o que dizer. saber como as pessoas respondem. Ou seja, Deus respondeu a oração dele. E existe uma tentação silenciosa quando você chega nessa situação de continuar fazendo a obra de Deus sem aquela eh desesperada consciência de que nós precisamos de Deus. Isso também pode acontecer dentro de uma família. Oramos por um filho, recebemos um filho e depois nós transformamos aquele filho no centro da nossa identidade. Oramos por uma oportunidade, recebemos a oportunidade e depois a nossa paz começa a depender da oportunidade. Oramos por algo e Deus nos dá. Então aquilo que veio da mão de Deus começa a disputar o coração com o próprio doador daquilo. É assim que presentes podem virar os Éfodes como lá de Israel. O problema não está necessariamente no presente, está no coração. E isso nos leva para uma verdade ainda mais profunda. A nossa maior necessidade não é apenas a libertação do inimigo externo. Nós precisamos ser libert. Gideão conseguiu derrotar Midiã. Mas quem libertaria no final Gideão de Gideão? Essa pergunta vai atravessar o livro de Juízes inteiro. O pouco o povo peca. Deus entrega o povo aos inimigos. Quando isso acontece, o povo clama, Deus levanta o juiz, o juiz liberta eles e depois o ciclo começa de novo e de novo e de novo. E os próprios libertadores vão se tornando cada vez mais complicados. E isso não acontece por acidente. A Bíblia está criando fome por um libertador melhor. Você começa juízes perguntando quem virá eh quando virá o próximo juiz para libertar Israel. E depois de um tempo que você vai lendo o livro, a pergunta começa a mudar. Quando virá um libertador que não faça ele mesmo parte do problema? Israel precisa de alguém que não apenas derroteianitas, precisa de alguém que trate o pecado do povo. Precisa de alguém que não remova a opressão, apenas precisa de alguém que transforme o coração. Precisa de um rei, mas não qualquer rei. Porque os reis humanos, qualquer um que fosse, falhariam. Precisamos de um rei perfeitamente justo, um libertador perfeitamente santo, um salvador que não precisa ele mesmo ser salvo. E é nesse ponto que Gideão começa a nos levar para além de Gideão. Séculos depois, como nós sabemos, outro libertador vai aparecer. E novamente Deus age de uma maneira que parece estranha aos olhos humanos. Paulo diz que Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e as coisas fracas para envergonhar as fortes. Em Primeira Coríntios 1:29, ele diz por fim, a fim de que ninguém se vanglorie diante dele. É a história dos 300. Aqui você percebe como o mesmo princípio que nós vimos está aqui. Juíes 7, poucos homens, uma vitória impossível, nenhuma vanglória pro povo. Depois nós podemos finalmente chegar ao evangelho. Encontramos o Messias que não vem da maneira que o orgulho humano imaginaria. Ele nasce humilde, vive sem ostentação, não constrói um império político, não reúne um exército para tomar Jerusalém. Então chega a cruz. Se Juízes 7 parecer a fraqueza, o Calvário parece a fraqueza ainda maior. O filho de Deus é preso, humilhado, espancado, pregado numa cruz. Os líderes ali zombam dele, os soldados zombam dele, as pessoas olham e pensam: "Ele perdeu, seu corpo é ferido, suas mãos estão presas e ele não desce da cruz. E os aos olhos humanos de todos que estão ali parece uma derrota, mas justamente ali Deus está realizando a maior vitória de todas. Essa é a sabedoria de Deus. Um instrumento que parece de fraqueza se torna uma vitória no lugar. Mas existe uma diferença enorme entre Gideão e Cristo. Gideão precisava ser convencido a obedecer. Cristo obedeceu perfeitamente. Gideão teve medo. Cristo caminhou consciente em direção à cruz. Gideão precisava de sinais para fazer aquilo. E Cristo conhecia perfeitamente a vontade do Pai. Gideão derrotou inimigos e e depois ele acabou revelando os próprios pecados. Cristo não tinha pecado. Gideão precisava da graça que através da vida dele, da história dele, ele estava anunciando. Cristo é aquele que, por meio de quem a graça chega a nós. O inimigo que Cristo derrota é muito maior do que Midiã. Nosso maior problema nunca foi apenas o sofrimento que nós estamos vivendo. É culpa diante de um Deus santo. Esse é o nosso maior problema. Nós pecamos, nós quebramos a sua lei, nós amamos as coisas criadas mais do que o criador. Construímos altares dentro do coração, confiamos em nós mesmos, buscamos a nossa própria glória. E um Deus justo não pode simplesmente fingir que isso não aconteceu. Então, como pode haver graça? Como Deus pode justificar o culpado sem deixar de ser justo? A resposta está ali no calvário. Jesus Cristo viveu a vida que nós deveríamos ter vivido. Obedeceu ela perfeitamente. Amou o Pai perfeitamente. Não havia idolatria nele, nenhuma mentira, nenhuma impureza, nenhum orgulho, nenhum orgulho pecaminoso, nenhuma culpa. Então ele foi pra cruz, não pelos seus pecados, mas pelos pecados do seu povo. Ali o inocente tomou lugar dos culpados. A justiça de Deus não foi ignorada, ela foi satisfeita. O pecado não foi tratado como algo pequeno. Ele foi julgado naquela situação e Cristo carregou a condenação dos pecadores. Esse é o centro da graça. A graça não é Deus fingindo que você é melhor do que você realmente é. A graça de Deus é fazendo por você aquilo que você jamais poderia fazer por si mesmo. É exatamente por isso que toda a vanglória morre diante da cruz. O que você levou paraa sua salvação? A única coisa que você levou paraa sua salvação é a sua culpa, a sua necessidade e o seu pecado. E aquilo que salva veio tudo de Deus, Cristo, a sua justiça, o seu sangue e a sua ressurreição. Por isso Paulo escreve em primeira primeira Coríntios 1:31: "Aquele que se ga, gorice no Senhor." É a lição dos 300 levadas levada até a conclusão final. Aqui Deus reduz toda a possibilidade de mérito humano até que reste uma única glória, uma única resposta. É Deus. Nós não somos salvos porque fomos mais inteligentes. Não somos salvos porque havia em nós uma centelha de bondade que Deus só precisava vir pra gente falar: "Olha isso aqui, você precisa ver isso aqui. Você merece isso. Não somos salvos porque éramos espiritualmente. Não somos salvos no fim porque éramos mais sensíveis do que os outros. Nós somos salvos pela graça, do começo ao fim. Deus chama, Deus concede a vida a nós. Deus justifica, Deus santifica, Deus preserva. E até a fé pelo qual recebemos Cristo não se torna uma obra pelo qual colocamos Deus em dívida. Nós chegamos de mãos vazias e isso é humilhante pro orgulho que nós temos, mas é maravilhoso pro pecador cansado. Porque se a salvação dependesse finalmente de você, quando você poderia descansar? Quantas boas obras seria suficiente para você? Quantos arrependimentos seriam suficiente? Quanto conhecimento, quanto crescimento, quanto tempo de fidelidade era o suficiente? Você nunca saberia. Mas se a nossa aceitação diante de Deus repousa na obra perfeita de Cristo, então nós temos um descanso. Não descansamos porque a vida ficou perfeita, descansamos porque o Salvador é perfeito. Isso também muda a maneira como lidamos com a fraqueza depois da conversão. Paulo ouviu do Senhor o seguinte, segunda Coríntios 12:9, "Minha graça é o suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza". Observe a resposta de Deus à fraqueza continua sendo a graça. Talvez você tenha entrado aqui e se sentido mais parecido com o Gideão no lagar do que com o Gideão junto com o exército. Você olha pra sua vida e vê medo. Você vê os limites. Você vê coisas que você não consegue controlar. Talvez na sua vida agora você esteja enfrentando situações que realmente é maior do que você. E não se engane. Talvez elas sejam maior que você. O evangelho não exige que você finja que as coisas não são maiores. Talvez seja maior. Talvez você realmente não consiga. Mas a pergunta decisiva não é: você é suficientemente forte? A pergunta é: em quem você está confiando? Talvez, por outro lado, o seu maior perigo seja exatamente oposto. Talvez as coisas estejam funcionando bem. Talvez você tenha vencido as batalhas. Talvez você tenha experiência. Talvez as pessoas te respeitem já. Talvez você tenha recursos que não tinha anos atrás. Então a história de Gideão também fala com você. Ela fala: "Cuidado, o coração que pediu ajuda no lagar pode construir um éod depois da vitória. Não pense que você ultrapassou a necessidade da graça de Deus. Você precisa de Cristo quando fracassa e você precisa de Cristo com sucesso. Precisa dele quando está fraco e precisa dele quando você se sente forte. Talvez, especialmente quando você se sente forte, porque a sensação de força pode nos fazer esquecer de onde veio aquela a o lugar onde nós estamos. No fim da história, Gideão morre e depois da sua morte, como eu disse, como sempre acontece no livro de Juízes, Israel vai novamente se desviar. A libertação não foi definitiva. A paz ali não foi definitiva. O libertador não foi definitivo. Mas Cristo é. Gideão morreu e permaneceu morto. Cristo morreu e ressuscitou. Gideão trouxe um período de descanso para Israel. Cristo oferece a reconciliação eterna com Deus. Gideão derrotou homens que saqueam colheitas. Cristo derrotou o pecado e a morte. Gideão precisou ser usado apesar da sua fraqueza. Cristo é perfeitamente santo. E quando Jesus saiu do túmulo, ficou claro que a cruz não havia sido a derrota. O lugar que parecia mostrar fraqueza havia revelado o poder de Deus para salvar. Então, volte mais uma vez pro início. Um homem escondido, um povo oprimido e ídolos dentro de Israel, um exército impossível de vencer, 300 homens. E Deus perguntando através de toda a história, quem receberá a glória? Não é Gideão, não é Israel, não são aqueles 300, é Deus e somente Deus. E que assim seja em toda a nossa vida. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje podermos estar aqui e meditar na tua palavra. Que nós possamos ver que tudo na nossa vida está conduzido por ti. Que nós possamos descansar nessa verdade. Que nós possamos caminhar nesse mundo sabendo, por mais que isso pareça maior do que eu, eu posso enfrentar, não pela minha força, não porque eu posso, mas porque o meu Deus está comigo. E com isso, não importa a situação, eu posso descansar nele. Se tudo der errado, eu posso descansar nele. Se tudo der certo aqui nessa vida terrena, eu posso descansar nele, porque a vitória maior que Cristo conquistou já está conquistada. E com isso eu posso descansar finalmente, pois nós podemos ir a ti pelo caminho que Cristo fez e não pelo que eu fiz. Porque se dependesse de mim, eu sou fraco e não chegaria em ti, mas o teu filho é o suficiente e por isso nós podemos ir a ti. E nós agradecemos imensamente por isso, que nós possamos meditar e que a nossa palavra possa ser sempre pessoal para nós, em nome de Jesus. Amém. Ja. Amém. Vamos ficar de pé, queridos. A palavra de Deus essa manhã fez um corte profundo, uma ferida profunda em nossos corações. Pai, nós te agradecemos pela tua palavra. Como ela sonda, divide, separa intenções, pensamentos, ó Deus. E a tua palavra realmente fez uma um corte profundo nesta manhã. Que nenhum de nós, Senhor, Pai, tente curar superficialmente o corte que a tua palavra faz. Que começando, Senhor, Pai, com confissão, ó Deus, e depois a aplicação somente do evangelho, nós possamos, Senhor Pai, tratar, Senhor Deus, esse corte. Que nenhum de nós, Senhor Pai, possa realmente, Senhor Deus, trazer falsos remédios. racionalizações, explicações, Senhor Pai, ó Deus, contarmos nossa vida e, Senhor Deus, os os fatos, Senhor Deus, que que vivemos, as histórias para tentar racionalizar, Senhor Pai, ou tratar como o mundo e o humanismo, Senhor Pai, trata, Senhor Deus, quando sente, ó Deus, uma ferida na alma. Nós queremos, Senhor Pai, realmente ser santificados. E só somos santificados, Senhor Pai, quando não tentamos, Senhor Deus, tratar superficialmente dessa ferida que a palavra nos nos causa, Senhor, ó Pai. O tratamento de cado com o evangelho é o que, Senhor Deus, produz santificação, transformação e semelhança com teu filho. Ó Deus, que também, Senhor, Pai, nós vençamos a tentação de, ó Deus, tentar achar, Senhor Deus, a ferida que a palavra fez no coração dos outros. Ó Deus, e aplicarmos, Senhor Pai, a tua palavra, o sermão, ó Deus, algo tão direto em outras pessoas ou na igreja como uma fuga, Senhor Pai, para nós mesmos sozinhos nos diante de ti, Senhor Pai, sem encobrimento, Senhor Pai, diante dos teus olhos que sondam todas as coisas. que nós nos concentremos, Senhor Pai, no corte, na ferida que a palavra fez em nossos próprios corações. Então, Senhor Pai, através do evangelho, possamos ser mudados de um grau de glória para outra em Jesus Cristo, nosso Senhor. Em nome de Jesus. Amém. Nós agradecemos a Deus pela cura do evangelho. Agradecemos a Deus pelas feridas que ele faz para que nós possamos ser realmente sarados. Agradecemos pelas duas coisas e não fugimos de nenhuma das duas. Vamos cantar a beleza que nos cura. A única beleza que pode ser aplicada à aquilo que a palavra mostra em nós. Isso. Senhor és tua face eu quero ver pois quando estás neste este lugar, tua graça invade de mim, Senhoro, és tua face eu quero ver. Você quando estás neste lugar, tua graça invade de mim. Todo aliança de mim. chamo pai e uma vez brilhou em lá brilhar. Come vencer o meu primeiro amor. Assim eu chamo pai e uma vez brilhou. Vem e me faz brilhar, resplandeceu o meu primeiro amor. o meu primeiro amor. Ele é o Senhor. Sua verdade vai sempre reinar. Terra e céus glorificam o seu santo nome. Ele exaltado. Por exaltado no céu. Ele é o Senhor. Soledade vai sempre reinar. Terra e céus, glorifico seu santo nome. Ele exaltado, o rei exaltado no céus. Exaltado, o rei exaltado no céu. Ele é exaltado, o rei exaltado no céu. >> Vem limpar, brilhar, resplandecer. o meu primeiro >> aleluia. Aleluia, queridos. Que dependência temos de Deus? Não precisamos de ajuda nem da carne, nem do diabo para eh perder a beleza do primeiro amor. Mas se nós temos que ter algo, como no início, nós temos que realmente depender somente de algo fora de nós, vem limpar, brilhar, resplandecer, ele precisa fazer isso, o meu primeiro amor. na tua paz, Deus, que estejamos, Senhor Pai, com os corações ansiosos para estarmos aqui esta noite louvando o Teu nome, ó Deus. O mundo prega sermões para nós diariamente, Senhor Deus, continuamente, através de tantas telas, serão Pai, tantas vozes, ó Deus, tantas influências, que nós possamos, Senhor Pai, ser pessoas saturadas da tua palavra para sabermos, Senhor Pai, sempre saber corresponder, Senhor Deus, ao mundo e aos nossos próprios corações com o evangelho. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Amém. E que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.