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A fé vem pelo ouvir

Culto – Noite de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Culto – Noite de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

Graça e paz. Vamos ficar de pé, não?
Vamos começar esse momento de culto.
[roncando]
Pai, entramos na tua presença santa,
ô Deus, e não trazemos nada em nossas
mãos.
Que nós possamos, Senhor Pai, sempre
compreender que o culto, Senhor Pai, não
é onde nós realmente damos coisas a ti.
Nós somos os faminto, Senhor, Pai, que
serão alimentados pelo pão. Ó Deus, nós
somos os sedentos que serão Pai, beberão
da fonte. E a única maneira, Senhor Pai,
de nós realmente te glorificarmos,
Senhor Pai, a única maneira que alguém
faminto ou alguém sedento tem de
glorificar a fonte, ó Deus, não é dar
nada à fonte, já que a fonte não
precisa, Senhor Pai, de nada que o
sedento dê a ela. Nós podemos, Senhor,
Pai, o o sedento só pode glorificar a
fonte bebendo, se saciando, ó Deus, e aí
sim desfrutando das maravilhas da fonte
que nada tem a receber, mas tem tudo a
dar. Satisfação, Senhor Deus, tudo que a
vida precisa. É assim que viemos diante
de ti. Nós sabemos como Davi será um pai
que perguntou: "Que darei a Deus por
todos os seus benefícios, sua graça
soberana, sua misericórdia?" E a
resposta dele é a única resposta sábia
dos nossos corações. Beberei do cálice
da salvação. Nós somos tão dependentes
que a única maneira de te honrarmos,
Senhor Pai, é vir com o nosso nada e
então beber do cálice da salvação. Que
todos nós, Senhor Pai, realmente
bebamos. Que não participemos, Senhor
Pai, de mais um culto em nossas vidas,
mas que cada um de nós esteja, Senhor
Pai, como sedento diante da fonte, como
faminto diante do pão, Senhor Pai. E
haja realmente, Senhor Pai, uma doçura.
Nossas almas, Senhor Pai, tenham, Senhor
Deus, realmente um paladar espiritual
para desfrutar, Senhor, Pai, tu que és
espírito e louvar a ti em espírito, em
verdade. É o que nós te pedimos em nome
de Jesus. Amém. Romanos 8:23,
Paulo diz, esperando a nossa adoção ou
aguardando a nossa adoção. É engraçado,
né? Porque a gente já foi adotado. Nós
recebemos o espírito de adoção pelo qual
clamamos abapai. Você vê que Paulo tá
falando isso no mesmo livro, mas de
repente ele fala que nós estamos
aguardando a adoção.
E isso não é eh contraditório, né? Isso
simplesmente
é que tudo na nossa vida é assim, né? Há
um já e há um ainda não.
Nós já somos justos diante de Deus na
justiça de Cristo, mas ainda não somos
santos. Somos santos em Cristo,
separados, mas ainda eh não refletimos
toda a beleza da santidade de Deus,
refletindo a imagem perfeita do seu
filho. Então, há essa essa esse
descompasso entre o que nós já somos e o
que já experimentamos, o que torna
totalmente impossível a obra não ser
concluída. Nós já temos o penhor do
espírito, ou seja, a garantia de que se
o espírito te ressuscitou, então ele vai
te levar até a consumação.
Nós não temos ainda a consumação final e
a adoção.
Outra doutrina é a mesma coisa. O que
Paulo tá querendo dizer aqui é o
seguinte. Apesar de nós sermos adotados,
o mundo não vê assim. O mundo nos vê
como pessoas comuns, normais.
O mundo não nos vê eh na posição que nós
temos em Cristo. Eh, a não ser por
melhoras que estão longe da perfeição,
morais, o mundo não pode ver. O mundo
sequer ver coisas espirituais, ele não
pode perceber nenhuma diferença, a não
ser comportamentos, não é? eh entre os
filhos de Deus e os filhos de Adão.
Então, lá no Império Romano, eles tinham
um costume de que um um romano podia
adotar uma criança. Eh, e isso acontecia
de maneira eh secreta, não é?
E ele então preparava aquela criança,
ele eh
equipava aquela criança para fazer parte
daquela família importante que estavam
adotando. E depois havia uma adoção
pública onde ele numa cerimônia
apresentaria o seu filho à sociedade,
um filho já eh trabalhado naquela
família, já ensinado nilo que devia ser
ensinado. Então ele, o pai comprava
roupas especiais e marcava um dia para
uma adoção pública, onde aquela aquela
criança, não é? Aquele filho, sendo
criança ou não, seria apresentado como
filho daquela família com vestes
adequadas e o nome da família. [música]
É isso que Paulo está dizendo, que um
dia todos saberão que nós somos filhos
de Deus, mas ainda não sabem. as pessoas
não conseguem ver diferenças realmente
eh eh
marcantes entre filhos de Deus e filhos
de Adão. Eh, nós morremos, nós ficamos
doentes, nós estamos envelhecendo.
Nossas vidas, eh, do ponto de vista
meramente humano, eh, parece muito com a
vida de qualquer homem. Se vivemos numa
sociedade onde a expectativa de vida é
uma, os filhos de Deus não vivem mais.
Eles não estão isentos de nenhum tipo de
aflição.
Então Paulo diz que nós aguardamos a
adoção quando Deus publicamente vai
revelar os seus filhos, quando ele vai
manifestar isso que João diz quando diz
assim: "Agora nós vemos em parte". Não
é? O apóstolo Paulo diz isso e João diz
que nós vemos como num espelho embaçado,
porque um dia nós veremos a Cristo e aí
seremos como ele é. É esse dia que Paulo
está dizendo. [roncando] Quando os
filhos forem exatamente à imagem do
filho de Deus, Deus vai apresentá-los a
toda a criação. E a Bíblia [roncando]
diz algo maravilhoso, diz que a criação
espera com expectativa a manifestação
dos filhos de Deus. Porque a Bíblia diz
que a glória que vai renovar toda a
criação, a terra, né, a
todas as coisas físicas, é a glória
através dos filhos de Deus. É como se os
os filhos de Deus fossem eh o o o
eh o o catalisador, a glória de Deus
manifestada nos seus filhos vai tirar as
marcas da maldição que saíram de nós
para a criação e a criação toda então
será glorificada.
Então a criação geme na expectativa na
manifestação dos filhos de Deus. Então,
é como se Deus tivesse esse dia público
em que ele vai apresentar aos céus e a
toda a terra e ao inferno os seus
filhos. já perfeitamente
conformados à imagem eh de Cristo,
gloriosos,
aí [música] sim com uma diferença
visível para todo olho, todo homem,
entre um filho de Deus e um filho de
Adão. Por enquanto
nós eh gememos com toda a criação. Há
uma diferença
em como o oriente do ocidente de
distância entre o filho mais fraco de
Deus e um homem fora de Cristo. Porque o
filho mais fraco de Deus está vivo.
A fé mais fraca está infinitamente
distante de alguém morto em delitos e
pecados. A fé mais fraca está viva,
não é? E a diferença entre a vida e a
morte é uma diferença eh final, uma
diferença que não dava para medir nem
pensando em Oriente e Ocidente. Mas o
mundo não pode ver, mas um dia verá. E
Paulo diz então que a gente anseia por
isso, por esse momento, onde vamos ser
despidos de tudo o que ainda é da velha
criação, [música] nossos corpos
corruptíveis
e a presença do pecado ainda. Então
estaremos ali. E é assim que nós
adoramos a Deus agora, como no exílio,
como ainda não estando em casa, estamos
sendo preparados para nosso pai para o
dia, o dia da nossa adoção, ou seja, no
dia que ele vai manifestar ao mundo
inteiro a obra maravilhosa que ele fez
no coração de homens que pareciam homens
comuns e eram, não é, mas que tinham
essa diferença que não tinha nada a ver
com eles mesmos, mas sim totalmente com
a obra perfeita do seu filho. Nós temos
razões para nos gloriar na esperança da
glória de Deus e com isso saber lidar
com todas as aflições que ainda estão
presentes, porque esse dia ainda não
chegou. Então, nos gloriamos também nas
tribulações. Que o nosso culto hoje seja
um gloriar-se
em Deus. Famintos e comendo e bebendo da
fonte e do pão da vida. Vamos louvá-lo.
[roncando]
Na rocha [música][canto] o melhor
flui no chão a manar. A graça de Jeová,
[canto]
[música] sem piedade vivo em Cristo.
Nele, [canto]
o Deus Pai me amou. Jesus meu redentor.
[música]
Cristo,
o meu bom pastor.
Água que me [música] satisfaz.
A estrela da manhã.
>> [música]
>> Sangue
santo derramou [música][canto]
meu pecado
sobre a cruz do amor. [música]
Pão que batido foi.
Seu nome [música][canto] é Jesus.
Seu nome é Jesus.
Seu [música] nome é Jesus.
Oh, [música]
livre [canto]
do pecado,
vida [música] abundante.
Só Jesus me satisfaz. [música][canto]
>> Na rocha ao meu pela água [música]
flugue, do chão a maná. A graça de
[canto] Jeová sem ansiedade
em Cristo. [música]
Ele [canto] o Deus pai me amou. Se Deus
predinou,
quem [música] impedirá?
Em Jesus eu sou mais que vencedor.
[música][canto]
Deus falou ao nada tudo se fez.
Ele [música][canto] posso descansar.
Nasci morto,
[música][canto] vivo, Deus que escorre.
Miseráveis,
graça soberana [canto]
é [música] Cristo, o princípio, o fim.
Nasci morto, [música]
nele vivo, Deus que escorre [canto]
miseráveis. [música]
Graça soberana. É [canto]
Cristo, [música] o princípio, fim.
A clamar,
Deus me [canto] ouvir. A louvá-lo,
Deus me [música] enche. Nada mais desejo
aqui. [música]
Cristo, meu deite é.
Se o [música][canto] rosco sempre acho.
Se entrego, tudo [música] ganho. Isto é
[canto] minha porção.
Nada eu desejo mais. [música]
minção. [canto]
Nada [música] eu desejo, mas eu
na chão melão [música]
[canto]
a maná a graça de sem ansiedade
vivo em Cristo. [música] Nele,
>> nele [canto] o Deus pai me amou. Se Deus
crestinou, [música]
quem impedirá?
Em Jesus eu sou [canto]
mais que vencedor. Deus falou [música]
nada, tudo se fez.
Nele posso descansar [música]
na rocha [canto] mel.
Na ro [música]
na ro [canto]
na ro.
[música]
Eu
estou [canto]
em Cristo,
só nele [música][canto] descanso. Eu
estou em Cristo. [canto]
Só nele descanso [música] eu estou. Em
Cristo, [canto]
só nele descanso. [música]
Aleluia.
Na rocha há um mel.
Aleluia.
Você vê, queridos, nós não precisamos de
nos preocupar com a graça de amanhã, não
é? A Bíblia diz que as suas
misericórdias se renovam a cada manhã. É
por isso que, por mais que a nossa
cultura tente pintar de outra forma
ansiedade, é um pecado enorme, porque é
declarar que nós não acreditamos na
fidelidade de Deus. A gente acabou de
cantar agora que eh no chão a maná a
graça onde eu vá, sem ansiedade. Por
quê? Você vê a a a vitória sobre
ansiedade é a certeza de que a graça
onde eu vá, a graça para Paulo solto e a
graça para Paulo na cadeia. Não é a
graça onde eu vá, porque no chão a maná.
como Israel, se aquilo será tão
desagradável a Deus, Israel eh
não confiar em Deus paraa próxima
semana. Olha que eles não tinham
geladeira, não tinham supermercado, eles
não tinham hospital, eles não tinham
nada, eles estavam no meio do nada
deserto. Mas Deus queria que eles
confiassem todos os dias nele. Então o
maná para um dia só. Se pegasse para
dois dias estragava. Deus estava
dizendo: "Olha no chão a maná, a graça
onde vocês forem. Eu abri o mar, eu
posso fazer qualquer coisa, eu nunca vou
falhar.
Vocês falham todo dia. Vocês nem podem
dizer: "Olha, nós confiamos." É, é que
eu fico ansioso. Não é por causa de
Deus, é por causa de mim, da minha
parte. Mas Deus tá dizendo para Israel,
nem a sua parte. Vocês sempre falham. É
o que Deus disse para Abraão quando
passou entre os animais. Você vai
falhar. Alguém vai ter que ser partido.
Alguém vai ter que assumir a maldição
dessa aliança para ela ser perfeita.
Então eu mesmo vou passar sozinho,
porque eu vou fazer cumprir a minha
parte e vou cumprir a tua parte. Eu vou
eh fazer tudo que eu prometi e eu vou
tomar o cálice da ira no seu lugar. Vou
fazer as duas coisas. Então você pode
andar na minha presença.
E a Bíblia diz que Deus chamou Abraão de
amigo. Realmente a graça onde nós
formos. Aleluia.
Ele é o Deus todo-pereroso.
[roncando]
Obrigado.
És o [música][canto] princípio,
o criador e tudo fluiu sim [música] de
ti.
[música]
Sem conselheiros, [canto]
a luz tu criaste em meio [música] à
escuridão. [canto]
>> [música]
>> Teu falar. [canto]
Milhares [música] de galáxias [canto]
fez surgir
teus sopros [música]
planetas [canto]
se criou.
Se estrelas Deus [música][canto] te
louvam, louvarei.
Posso ver teu [música] coração na
criação. [canto]
As galáxias brilham [música][canto]
graça e amor.
Se a criação [música]
[canto]
te louva, louvarei.
Deus da promessa. [canto]
Se [música] cada palavra que dizes não é
em vão.
[música]
E quando tu falas [canto]
a [música] ciência Deus é [canto] sim é
da tua voz.
>> [música]
[canto]
>> o teu falar.
Bilhões [música] de criaturas
fez surgir
[música] glorificando
o teu [canto] saber sem fim.
Se a criação [música]
[canto]
te mostra, mostrarei.
Pois em [música] tudo [canto] vejo graça
e poder.
A [música] beleza [canto] está em cada
cor do céu.
[música]
E a criação [canto] te honra, honrarei.
[música]
Louvarei,
louvarei. [canto]
[música]
Uh.
>> [música]
>> Se escreas Deus te louvam,
[música][canto] louvarei.
Se montanhas se inclinam, [canto]
eu também.
Se o mar diz que és grande, eu
[música][canto] direi:
"E se tudo existe para [canto]
te louvar,
eu também. [música]
Se o vento
obedece, eu também.
Em silêncio [canto]
[música] rochas clamam, clamarei.
E se [música] todo o meu louvor Deus não
bastar,
[música] eu cantarei [canto]
milhões de vezes faz.
>> [música]
[canto][música]
>> Deus salvador
és mesmo em fraqueza, [canto] tu
venceste na cruz
sobre a ira.
>> [canto]
>> do Pai.
Na escuridão, a luz desse mundo morreu.
[canto]
[música]
Ao teu falar,
pecados [música]
bilhões não contam mais.
O teu sangue [música][canto] nos fez
justos para Deus.
Se a morte [música]
tu venceste. Eu venci.
>> [música]
>> Nada vai nos parar [canto]
do teu.
[música]
Se tu vives, eu para [canto] sempre
vivei.
[música]
Se rendeste tua vida, [canto]
renderei
[música]
de bilhões [canto] de formas. Vejo o teu
amor. [música]
Os eleitos [canto] que na cruz salvaste,
[música]
Deus.
Ó Deus Pai, [canto] tu amas Cristo. Eu
também.
>> [música]
>> Esse amor bilhões [canto]
de eras vão reencher.
Tua glória [música]
[canto] eu não verei só em Jesus.
[música]
E o céu [canto] se é para sempre
[música] ver a ti.
Esse amor [canto] bilhões [música] de
eras vão encher.
Tua glória. [canto]
Eu verei só em Jesus. [música]
E o céu se é para sempre ver [canto]
a ti. [música]
Nosso céu é o céu. Sim é para sempre
[canto] ver a ti. Em [música] Jesus é te
ver, Pai. E o céu sem é para sempre ver
a [canto] ti. [música]
>> Para sempre. E o céu sem é [canto] para
sempre [música] ver a ti.
>> E o céu se [canto] é para sempre
[música] ver a ti, nosso Deus.
>> E o céu [música]
[canto] se é para sempre ver a ti.
E [música] o céu se é para sempre ver
[canto]
a ti, ver Jesus.
E o céu sim [canto] é para sempre
[música] ver a ti.
E o céu se é para sempre ver [canto] a
ti. [música]
>> Aleluia. Aleluia. [aplausos]
Porque tu vives, eu para sempre viverei.
Se nós só disséssemos isso, era uma
coisa, mas Jesus disse: "Porque eu vivo,
vós vivereis". Ah, isso tem um peso
muito maior quando é ele dizendo para
nós uma o oposto de nós dizermos que ele
vive, nós viveremos. Porque o que Jesus
tá dizendo é o seguinte: a única maneira
da morte tocar em vocês é a morte tocar
em mim. Paulo disse: "Nossa vida está
escondida em Cristo, em Deus".
Então, nossa vida não está em nós. Nossa
vida está em Cristo. Se alguém quiser
tocar na nossa vida, não tem que vir a
nós, tem que ir a ele e matá-lo.
Então, pense em Satanás, o mundo ou
qualquer coisa, tentando matar Cristo à
direita do Pai. Então, é assim,
é esse único caminho de matar um único
filho de Deus que ele redimiu com o
sangue do seu filho. Porque eu vivo, vós
vivereis. Vocês só morrem se eu morrer.
Mas a Bíblia diz: Jesus ressuscitou e já
não morre mais. Essa é a paz que ele
quer que nós desfrutemos agora, essa
segurança, porque eu vivo, vós também
vivereis.
[roncando]
>> [música]
[música]
>> A terra [canto] já estremeceu.
ao som [música] da tua voz.
E se o [música][canto] mar agitado está,
[música]
podes acalmá-lo por teu falar.
Firme estou. [música]
Seguirei [canto]
olhando para ti.
Não temerei,
pois [música] comigo [canto] estás.
Firme estou. [música] Seguirei [canto]
olhando para ti. Tu és a [canto] paz
[música]
em mim.
>> [música]
>> Pelo teu [canto] poder [música] eu posso
crer,
mesmo [música] que eu não possa ver.
E se o monte [música] em minha [canto]
frente está,
pela [música] fé será [canto]
lançado ao mar.
Firme [música][canto] estou,
seguirei
olhando para ti.
Não temerei, [música]
pois comigo [canto] estás.
>> [música]
>> Firme estou.
Seguirei
olhando para ti. Tu és [música][canto] a
paz.
És a paz.
Meu coração [canto]
[música]
descanso
em Deus.
Em seu nome
há
poder. [música]
Meu [canto] coração
[música]
descanso
em Deus. Grande é o nome [música]
[canto] do Senhor.
Meu coração [música]
descansa
em [canto] Deus.
Em teu nome [música]
há
poder.
Grande [música][canto] é o nome
do
Senhor.
[música]
Tenho [canto]
paz [música]
em Jesus.
[música]
Tenho [música]
paz
[canto]
em [música] Jesus.
[música] Tenho
paz.
[canto]
[música]
Em Jesus.
>> [canto]
>> Tenho
paz [música][canto]
em Jesus,
[canto] meu [música]
Senhor,
[música] tenho
paz.
Vem, [música] Jesus.
Tenho [música]
paz
em Jesus. [música]
[música] Tenho
paz.
Em Jesus.
>> [música]
>> Tenho [música]
paz
em Jesus,
meu [música][canto] Senhor.
Tenho [música]
paz [canto]
em Jesus,
meu Senhor. [música][canto]
Tenho
paz [música]
em Jesus,
[música] meu
Senhor.
[música]
Firme estou.
Seguirei
[canto] olhando para ti. [música]
Não temerei,
pois comigo [canto]
estás.
Firme estou. [música]
Seguirei
olhando [canto] para ti. Tu és a paz
[música]
em mim. [canto]
>> [música]
>> Ele é a nossa paz. Amém. É bom dizer
isso, não é? A terra já estremeceu. Davi
diz isso, ainda que os montes se abalem.
Ou seja, nós não pensamos em nada mais
firme do que as montanhas, né? assim lá,
se nossos pés estão sobre algo tão
firme, nós sentimos confiança.
Essa semana, algumas semanas atrás, teve
um terremoto terrível na Venezuela. Essa
semana teve de novo aqui na América do
Sul. E a gente vê como é terrível, que
hoje em dia todo mundo tem telefone com
câmera, né? Então antigamente tinha
terremoto, você só ficava vendo depois
as a destruição. Mas agora a gente vê um
monte de imagens na hora que tá
acontecendo, né? As coisas balançando as
pessoas.
E o que Davi tá dizendo é tão grande,
não é? Porque quando você vê isso,
quando a terra está tremendo, que base
você tem? Não é? Aonde você vai se
segurar se tudo que é firme está
balançando? Então é isso. A Bíblia está
dizendo que a paz de Cristo, a paz que
ele é em nós, tu és a paz em mim, nós
cantamos, é tão superior a todas as
coisas que ainda que você pensasse nas
coisas mais firmes da vida, as coisas
que os homens realmente pensam, não,
isso aqui eu posso colocar meus pés que
eu vou ficar firme. Se essas coisas
balançarem,
o filho de Deus está com seus pés
firmes, porque ele não está nessas
coisas, não é? Ele está firme em Deus.
Ainda que os montes se abalassem, ainda
que as coisas mais firmes deste mundo. E
nós podemos dizer: "Tu és a paz em mim.
Ele é a rocha onde nossos pés estão. Não
há nada que possa abalar ele. Então nós
estamos seguros ainda que os montes se
abalem. Pega essa oferta, esse dízimo
nesta noite. Vamos orar antes de
ofertarmos. Pai, nós te agradecemos. nos
dê um coração assim, um coração que
reflita, Senhor Pai, os nossos cânticos
para, Senhor Pai, que o céu, a terra, o
inferno, Senhor Pai, saibam que nós
podemos realmente nos levantar com Davi
e dizer: "Senhor Pai, ainda que os os
montes se abalem, nós confiaremos, nós
faremos menção do seu nome."
Então nós podemos confiar, Senhor Pai,
porque tu és a paz em nós para o pão de
amanhã e para o pão, Senhor Pai, até o
último dia da nossa vida, para o ar de
hoje e para o ar até o nosso último
suspiro neste mundo, quando seremos
finalmente envoltos, engolidos pela tua
glória. Que nós vivamos dessa maneira,
Deus, consagrando todas as coisas a ti,
que nos consagraste para ti mesmo, em
nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos
ofertar. [roncando]
Amém. Ninguém, ninguém pode dar como
Deus, não é? Quem primeiro deu a ele
para depois receber?
Vamos louvá-lo.
>> [música]
[música]
>> Antes [canto] de criar o tempo, a
[música] fundação,
a terra e céu, [canto] estavas lá e
vistes que era bom.
Na [música] eternidade [canto]
planejou que tua [música] vida
entregaria.
estavas lá e vistes [música][canto]
que era bom.
E assim,
assim o nosso [música]
[canto] amor chegou.
E assim,
assim o nosso [canto] rei chegou.
Então [música]
o céu escureceu, [canto]
seu amor rasgou o véu. Céu cantou:
[canto]
[música]
Santo é o seu nome.
A morte [música] derrotada
[canto] foi a maldição.
Ele quebrou. Eu cantarei [música]
seu nome para sempre.
E assim,
assim [música]
o nosso amor chegou. [canto]
E assim,
assim [música]
[canto] o nosso rei chegou.
E assim,
assim [música] o nosso amor [canto]
chegou.
E assim,
assim o nosso [música][canto] rei
chegou.
Emanuel,
[canto]
Deus conosco, [música] sempre
[canto]
nosso Salvador, [música]
Manuel.
Emanuel. [canto]
[música]
>> [canto]
>> Emanuel, [música]
Deus conosco [canto]
sempre.
>> [música]
>> Emanuel,
nosso [música] salvador.
Manuel, [música]
Emanuel,
Emanuel.
[música]
>> [música]
[música]
>> E assim,
assim o nosso [música] amor [canto]
chegou.
E assim,
assim o nosso [música] rei chegou.
E assim,
assim o nosso [música] amor chegou.
E assim,
assim o nosso rei chegou. [música]
Emanuel,
[canto]
[música]
Deus conosco sempre.
Emanuel,
nosso [música][canto] Salvador.
Eu
[música]
[música][canto]
Deus conosco sempre.
Emanuel,
[música]
nosso salvador.
>> [música]
>> Noel,
Emanuel.
Euel, [música]
Deus [canto] conosco sempre. [música]
Emanuel,
[canto]
nosso Salvador. [música]
Emanuel,
Emanuel [música]
[canto]
conosco. Amém. Queridos, a distância
infinita do santo para um homem caído
como nós foi desfeita em nosso Emanuel.
Amém. Os irmãos podem se assentar.
[roncando]
Amém. Queridos, eu queria ler aqui em
Mateus, Mateus 11 verso 3, uma pergunta
de João,
que diz assim: "És tu aquele que haveria
de vir ou devemos esperar outro?
És tu aquele que que havia de vir?" Há
poucas perguntas mais repetidas em nosso
tempo, só que não feita a outro, feita a
nós mesmos, do que esta, quem eu sou?
Quem eu sou realmente? E ela aparece
quando eh alguém
troca de carreira, quando há mudanças eh
em nossas vidas, você perde uma posição,
um casamento termina, um cônjuge
abandona o outro, ou você percebe que o
sonho
que você perseguiu a vida inteira,
aquilo que você sonhou a vida inteira em
conseguir, já
escapou, né? Você não vai chegar aonde
você queria. E nós perguntamos: "Quem
somos?
Porque nós sentimos que alguma coisa em
nós precisa permanecer quando tudo muda.
E tudo muda. Então, quem eu sou é quem
eu permaneço. Quando todo o resto muda,
é aquilo que não muda. Porque nossos
papéis mudam, as pessoas mudam de de
opinião a nosso respeito. Ah, quantas
vezes grandes amigos aí às vezes a outra
pessoa agora é o oposto e de um grande
amigo. Então, as pessoas mudam de
opinião a nosso respeito. O nosso corpo
envelhece, queridos.
Ah, a própria memória começa a
enfraquecer.
Nem as coisas eh que pareciam mais
seguras, como a nossa mente fica
intocada pela mudança. Assim, nós
falamos de um eu que atravessa todas
essas mudanças. Eu preciso de um eu que
continue sendo o mesmo quando eu tinha
20 e quando eu tenho 50, quando eu tenho
uma carreira e quando eu não tenho,
quando eu estou casado ou fiquei viúvo,
ou um cônjuge abandonou o outro. E isso
é que eh você vê que João quer saber a
identidade de Cristo. Identidade
significa isso, aquilo que permanece
idêntico de identidade. Aquilo que fica
sempre idêntico, apesar de todas as
coisas mudarem. É óbvio que se uma coisa
muda, à medida que eh eu mudo, à medida
que as coisas mudem, a eh isso não pode
ser minha identidade, não é? Então, é o
centro pelo qual reconhecemos nosso
valor, nosso propósito e o nosso lugar
no cenário que se altera o tempo todo.
Pessoas que amamos morrem, nossos corpos
envelhece, envelhecem, enfim. Se esse
centro depende, quem eu sou de alguma
coisa que pode ser perdida,
eu vou estar sempre perdido,
porque nossa identidade será tão frágil
quanto aquilo que você construiu a sua
identidade. Mesmo que você construa em
coisas que aparentemente são
maravilhosas. Se você construir sua
identidade no casamento,
então o teu casamento pode ser sólido e
maravilhoso, mas um dia o seu cônjuge
morre, então sua identidade se foi.
Então você vê mesmo algo que parece bom,
eh se a nossa identidade está construída
naquilo, quando aquilo eh falha,
eu não tenho mais proposta, porque
aquilo era a minha identidade, era a
razão. Eu sou apenas a minha profissão,
eu deixo de saber quem eu sou quando a
profissão desaparece.
Por que que tantas pessoas quando se
aposentam ficam deprimidas e tal? Dizem,
as pessoas costumam dizer, a pessoa às
vezes fazer muita coisa, se aposenta e
morre logo. Porque a pessoa meio que a
identidade dela era aquilo que ela
fazia. Ela fazia aquilo tanto tempo.
Quando aquilo cessa, a pessoa já não tem
mais um propósito. Ela não tem a
identidade dela tava ligada ao que ela
fazia. E ela não faz mais. Isso pode
acontecer independente do que você faça.
Um pastor, ele prega tantos anos, mas
haverá um dia que ele não pode pregar
mais. Ele está ficando velho. Se sua
identidade fosse o seu ministério,
então
eh ela desmorona. Se eu sou apenas a
pessoa amada por alguém, eu vou
desmoronar quando esse amor não for mais
dirigido a mim ou quando a pessoa deixar
de existir. Se eu sou apenas um filho
admirado, o pai será necessário, não é?
Eh,
para mim e ser quem eu sou, mas o meu
pai é mortal.
E também se toda a minha identidade vem
do meu pai, se um dia o meu pai me
reprova por alguma coisa, então eu
também desmoronou, eu vou desmoronar. O
problema moderno não é que deixamos de
procurar uma identidade. O homem nunca
vai deixar de procurar uma identidade em
sua beleza, em sua inteligência, em suas
capacidades,
em relacionamentos,
em coisas, no dinheiro. O problema é que
fomos ensinados a produzir a nossa
identidade com materiais incapazes de
suportar o peso da nossa alma imortal.
Se a minha identidade é ser pai, então
um dia eu posso não ter filhos. A
tradição dizia: "Você é aquilo que você
deve fazer". Assim eram as as gerações
antigas. As pessoas sabiam o seu papel
na sua cultura, na sua família e ela era
aquilo. Já hoje, nos nossos dias, a
resposta mudou: você é aquilo que você
desejar ser. Você pode ser o que você
quiser.
E isso nos aprisiona a expectativas do
grupo, porque nós ficamos tentando ser
alguma coisa pelo que a gente vai
conseguir
na vida. E a outra nos aprisiona na
obrigação de descobrir ou fabricar um
eu, porque nós não temos nenhum.
Nós precisamos construir uma carreira,
um relacionamento,
viver determinada experiência em ambas,
tanto do passado quanto agora. O peso
nos esmaga
e com isso medo, ansiedade, em ambas
precisamos justificar a nossa
existência. É como se você nascesse sem
uma um um significado.
E você tem que criar o seu eu,
tem que criar a sua identidade.
O evangelho começa fazendo uma pergunta
mais profunda. Não apenas quem é você,
mas de quem você é.
Às vezes a nossa pergunta, às vezes não
é que a resposta que a gente tem pra
vida esteja errada, né? Às vezes a
pergunta está errada. E óbvio que você
não pode ter nada certo quando a nossa
própria pergunta está errada. E a
pergunta do mundo do humanismo secular
já está errada. João Batista encarcerado
e ferido pela perplexidade.
Pense, a gente fala em João Batista, ele
só tinha 30, 31.
Ele era um era novo e Deus fez coisas
grandes, mas agora ele tá preso, ele
pode morrer
e ele tá encarcerado e ele tá meio
perplexo.
E ele enviou os discípulos a Jesus para
perguntar: "És tu aquele que haveria de
vir ou nós devemos esperar outra
pessoa?" Outro? A pergunta não dizia
respeito apenas à identidade de Cristo,
apesar de que parece ser, né? Tu és
aquele que havia de vir. Eu vou ter que
esperar outra pessoa. Parece você, quem
você é? Parece que era só uma pergunta
sobre Cristo, mas ela também revelava a
necessidade do coração humano. Se Cristo
fosse aquele, seria uma coisa. Se não
fosse, seria outra. Se Cristo não é
aquele, nós ainda procuramos outro
salvador. Jov tá dizendo: "Se tu não és
aquele, então eu não sei mais quem eu
sou."
outro Salvador e outro Senhor. Porque
nós precisamos de uma identidade, outro
nome capaz de dizer para nós finalmente
quem nós somos.
Ninguém vive sem entregar a própria
identidade a alguma realidade que
considere suprema, que considere um chão
firme para mim eh saber finalmente quem
eu sou. ou pertencemos a Cristo ou
pertencemos a algo, nós sempre vamos
tirar nossa identidade de alguma coisa.
E tudo que ocupa o lugar de Cristo vai
exigir de nós uma salvação que não
oferece.
Se eu dependo para minha identidade da
minha alguém depende da sua beleza,
então a salvação vai ser sua salvadora,
mas ela vai exigir que você seja belo e
continue belo e sempre belo, porque você
vê, ela não te salva.
E sempre que você for ficando menos belo
ou mais velho, então ela te condena.
Nós,
o que o que nós precisamos para
permanecer quando todos os papéis mudam,
todas as as coisas,
tanto em nós quanto a nossa volta,
quanto na nossa cultura mudam. Nós
desempenhamos muitos papéis durante a
vida, não é? Não falta papéis para nós,
papéis que nós temos mesmo e papéis que
às vezes as outras pessoas colocam sobre
nós, não é? Mas mesmo que outras pessoas
não coloquem, nós temos muitos papéis,
nós somos filhos. Todos nós, né? Somos
pais, somos cônjuges, somos amigos,
somos profissionais num ambiente de
trabalho, somos vizinho de pessoas,
somos membros de uma igreja, somos
membros de Jardim da Luz e somos
cidadãos
brasileiros.
Nada disso é falso. Nós realmente somos
essas coisas. pais, amigos, esposo,
esposa, sabe, cidadão. Deus nos criou
com essas relações reais e com
responsabilidades diferentes em cada
relação dessa, como marido, como pai,
como cidadão. O problema começa quando
não existe um centro que atravesse todos
esses papéis,
um centro que não mude quando eu sou
marido e quando eu sou pai, quando sou
pastor e quando sou um cidadão, quando
sou jovem e quando sou velho, quando
tenho saúde e quando tenho enfermidade,
quando vivo e quando morro, algo que não
mude, apesar de todas essas mudanças
nesses papéis. Então, nós eh passamos a
ser uma pessoa diante eh de quem nos
admira e outra diante de quem nos
rejeita. Porque quem nós somos depende,
por exemplo, de do ambiente que estamos,
com quem estamos. Às vezes, como pai, eu
sou alguém, como esposo sou outro.
Sou doce
como pai, não sou doce como esposo.
Então você vê, não há um eu que
permaneça
idêntico em todos os papéis
e nos tornamos corajosos quando estamos
protegidos, sentimos que eh não é tão
perigoso e silenciosos quando a
fidelidade vai nos custar alguma coisa.
Parecemos generosos quando isso confirma
uma imagem para nós, nos dá uma
identidade,
mas eh nos tornamos duros quando a
necessidade de outra pessoa eh
precisa do nosso desconforto, vai custar
o nosso conforto. Então, sem um centro
estável, o eu se torna um conjunto de
adaptações a várias situações
da vida. O eu vai se alterando se eu tô
no culto ou amanhã eu estou no trabalho
ou na universidade ou na escola. Se eu
estou no culto ou estou na minha casa
com meus filhos, com a minha esposa ou
com o esposo, mudamos porque estamos
querendo sobreviver aos olhares,
representamos para conservar amor. Nos
escondemos daquilo que tememos que
outros saibam. A identidade passa a ser,
então, é uma coisa volátil, né? uma
coisa que está sempre em negociação
permanente entre aquilo que desejamos
parecer e aquilo que acreditamos que os
outros exigem que nós somos ou sejamos.
E é por isso que tantas pessoas se
sentem exaltas, mesmo quando não sabem
dizer porquê. Aí começa a pegar nomes do
do humanismo secular, não é? Ela se
sente exausta, ela sente vivendo essa
essa luta.
Eles não estão apenas trabalhando.
Quando estão trabalhando, eles estão
tentando sustentar uma imagem, uma
identidade
e aquilo vira mais do que trabalho. Se
ali as coisas fracassarem, ele como
pessoa fracassou.
A identidade dele desmorona.
E você não está apenas conversando, você
está administrando a impressão que as
pessoas têm de você. E talvez por isso
suas palavras sejam uma na igreja e
outra no trabalho, outra na
universidade, a outra no colégio. Por
quê? Porque você está administrando o
que que aquelas pessoas pensam de você,
porque você tá tirando a identidade
daquilo. Você não está apenas amando,
está tentando obter o amor alheio
daquele amor, uma absolvição, uma
salvação, uma identidade, um quem você
é. A pergunta: Quem sou eu? Procura
alguma coisa que permaneça verdadeira
quando o aplauso cessa, quando o
fracasso chega, quando o papel que nos
definia não pode nos definir mais.
Precisamos de um nome que não dependa do
palco,
não dependa de do papel. Precisamos de
um valor que não aumente com o nosso
sucesso para nós sentirmos que quem
somos. Somos alguém ou do nosso
fracasso, então não somos ninguém.
Precisamos de um propósito que não seja
destruído quando nossos planos
fracassam.
Se a nossa vida estava em nossos planos,
então eles fracassam.
Nós não sabemos quem somos.
A Bíblia não nega a importância de
nossos papéis. Eles são importante,
importantes, mas não são quem somos.
Quem eu sou não é minha profissão. Quem
eu sou não é o meu ministério. Quem eu
sou não é minha idade, minha juventude
ou minha velice, minha saúde ou minha
doença.
Então, eh, a Bíblia não nega que é
importante os papéis que eu desempenho.
pai, filho, cônjuge, cidadão,
trabalhador, vizinho. Esses papéis são
importantes, mas a Bíblia recusa a
permitir que eles ocupem o lugar que
define quem eu sou.
Paulo podia ser apóstolo, prisioneiro,
pregador, trabalhador manual, amigo e
homem desprezado.
Vários papéis. Contudo, por baixo de
todos esses nomes havia um centro. Ele
disse: "Cristo é a minha vida.
Nada mais é minha vida. Nada mais está
me definindo. Eu não entro em colapso de
quem eu sou, ah, de autoestime, etc.,
porque eu estou na cadeia, porque
pessoas me me amavam, me desprezam."
Essa verdade não eliminava as
responsabilidades dele como pregador,
como apóstolo.
Ela ordenava essas coisas. Ela fazia
essas coisas funcionarem bem, cada um
dos papéis. Ele não precisava usar o
ministério para fabricar o eu. Ele podia
servir porque ele já possui um eu em
Cristo. Então ele não er essas pessoas
que, ah, tô decepcionada com o
ministério, tô decepcionado com a falta
de reconhecimento. Ele não era alguém
assim.
Porque o que ele era em Cristo é que eh
eh eh ele não tava esperando que o
ministério fizesse dele alguém que fosse
que que fizesse ele ter um eu eh de
sucesso ou um eu de fracasso.
Não precisava transformar o sofrimento
em abandono, ser amargurado, ser eh
ficar cheio de autopiedade, ninguém me
ama, sabe? Ele tinha um amor
que o definia, que dava o seu, a sua
identidade.
Então ele podia lidar com aquilo, podia
sofrer sabendo que nada ia separar ele
do amor de Deus. Você vê, ele tinha uma
identidade diferente de um homem que
está fora de Cristo, que tem identidade,
que devia ser a mesma coisa em todas
situações, mas que vai mudando em todas
as situações. E o homem tá sempre
procurando ser salvo por alguma coisa.
Quando pertencemos a Cristo, os papéis
deixam de ser nossos senhores.
O meu trabalho não é meu Senhor. Minha
paternidade não é o meu Senhor. Eh, o e
eh o casamento não é o Senhor. A saúde
não é Senhor. Nada é Senhor, porque
a identidade está em outro lugar.
Todas essas coisas se tornam lugar de
serviço,
de ser quem eu sou em Cristo.
Então, a identidade cristã não é o papel
que conseguimos preservar, mas o nome
que Cristo nos dá e que ninguém pode
tirar,
nada pode nos separar daquilo. As
circunstâncias possuem uma força
extraordinária sobre a maneira como nós
nos percebemos
se nós não estivermos dentro disso. uma
semana de aprovação pode fazer alguém se
sentir finalmente, ah, agora eu
encontrei meu lugar, agora minha vida
está indo pra frente. E uma única
crítica às vezes pode fazer a pessoa
desmoronar. Assim é o mundo, porque
aquilo é a sua identidade.
Você vê eh o caso da história de
Mardoqueu. Um homem lá era honrado por
pelo rei, por todo mundo, mas Mardoqueu
não se inclinou a ele, porque acabou com
a vida dele.
Então, uma crítica pode fazê-lo
questionar tudo. Nós dizemos que sabemos
separar quem somos daquilo que acontece
conosco.
Na prática, porém, o coração
frequentemente interpreta as
circunstâncias como veredictos.
Se Deus me ama, por que isso está
acontecendo?
Se isso é assim, por que isso está
acontecendo assim? Você vê que a pessoa
está pegando os acontecimentos e aquilo
está produzindo um veredicto para ela.
Ela realmente está ainda fora disso.
Quando nossas orações recebem a resposta
desejadas, sentimos que Deus nos ama,
Deus está próximo, Deus. Mas quando
nossas orações ficam sem resposta,
não é? Quando a providência nos conduz
por uma estrada que não escolhemos,
planos que não tínhamos,
nós começamos a perguntar se ainda somos
amados.
Isso mostra que a nossa identidade não
está apenas
nas nossas ideias conscientes. Porque
num culto e como nós sabemos as
respostas certas, nós podemos
conscientemente dizer: "Não, minha
identidade está em Cristo". Só para
amanhã estar arrasado, porque alguma
coisa na qual eu realmente sentia que a
minha vida valia e a pena, que me dava
identidade, está ruim diante das
pessoas.
Isso mostra essa que que essa identidade
nem sempre está em nossas ideias
conscientes. Ela está naquilo que tem o
poder para nos justificar ou nos
condenar interiormente. Se eu continuo
me sentindo interiormente condenado,
quando perco uma coisa, é óbvio que
mesmo que conscientemente eu dissesse o
contrário, é aquilo que me dava
identidade. O que nos eleva ao céu
quando chega e nos lança ao chão quando
desaparece. Está exercendo uma
autoridade sobre o nosso nome, sobre
quem nós somos.
E essa identidade é uma identidade
construída sobre circunstâncias
favoráveis.
Quando isso acontece, nossa identidade é
óbvio que não vai ser, porque no mundo,
na vida, nada é estável. Todas as coisas
eh eh eh que nós temos, as melhores
coisas que Deus dá, nem vamos falar das
coisas que ele diz não, mas das melhores
coisas que Deus dá nunca foram
prometidas a nós para sempre. Deus nunca
disse para nós: "Você vai ter filhos até
o fim, você vai ter um esposo ou uma
esposa até o fim, ou você vai ter uma
esposa, ou você vai ter um esposo".
Nunca isso é prometido a nós. Nenhuma
das coisas que Deus nos dá, eh, saúde,
juventude, nada disso foi prometido, que
será nosso para sempre. Pelo contrário,
ah, se você precisa de uma quantidade
contínua de afirmações para você ter um
eu, o teu eu não está aonde está, há
perdas que não podem ser evitadas.
Não há nada que possamos fazer. Há
doenças que não respeitam currículos.
No final das contas, o homem mais
inteligente e o mais ignorante morrem.
As pessoas que têm mais recursos, as que
têm menas menos recursos [roncando]
também.
Então, há pessoas fiéis que são mal
compreendidas,
há pessoas fiéis que o cônjuge foi
embora.
Há servos de Deus que atravessam
períodos em que todo o seu trabalho
parece estéril,
parece que não está acontecendo nada.
Há santos que morrem sem ver o resultado
das suas orações mais profundas, que só
vai se eh ser respondidas depois que ele
já morreu.
Se o nosso eu depende da leitura
imediata dos acontecimentos, vamos ser
como uma gangorra.
Vamos estar tão perdidos internamente
como o mundo. Tudo vai depender de como
vai ser o dia, como vai ser a semana.
Chamaremos de fracasso aquilo que Deus
está usando para nos libertar.
Chamaremos de abandono aquilo que talvez
seja a disciplina mais amorosa de Deus
para os nossos corações. Chamemos de fim
aquilo que nas mãos do do Cristo
ressuscitado é apenas entrada para uma
vida que ainda sequer podemos imaginar.
Cristo não oferece uma identidade que
evita mudança. Ele realmente oferece uma
identidade. Ele oferece uma identidade
capaz de atravessar todas as mudanças.
Deus estava fazendo isso com João.
A identidade de João não estava no seu
ministério, não quer fazer no deserto.
Ele podia perder o pescoço, ser
decaptado.
Ele tinha que aprender isso. E nós
também. O cristão pode chorar sem
concluir que deixou, que perdeu alguma
coisa em seu pai.
Pode fracassar sem imaginar que a cruz
perdeu o seu valor. Ele pode ser
esquecido pelos homens sem acreditar que
seu nome foi apagado em nada do coração
de Deus.
Mas se não for assim, quando o seu nome
é esquecido, é uma espécie de morte. Ele
pode atravessar a morte sabendo que nem
mesmo a sepultura possui uma autoridade
para desfazer a união dele com Cristo.
Então, ele tem um eu para enfrentar a
morte,
um eu que não muda, um eu que não
dependia da da própria vida. As
circunstâncias ainda dorem, ainda dóem,
a rejeição ainda fere, a perda ainda
produz lágrimas, mas nenhuma delas
possui um veredo para nós. Quem nós
somos?
Se estamos em Cristo, nossa vida está
escondida com ele em Deus. Essa é a
nossa identidade.
O mundo pode alterar a nossa condição,
não pode alterar o nosso pertencimento
final. Então, quando a identidade está
escondida em Cristo, a tempestade pode
mudar só paisagens,
situações,
mas não muda
o endereço da nossa identidade que nunca
esteve nessas coisas.
Então, a nossa identidade,
em terceiro lugar, sempre é recebida de
algum senhor. Nós não criamos, sabe?
Criar nossa própria identidade seria
como esse iPad depois de feito decidi o
que ele é. É óbvio que ele não decide
quem ele é.
É óbvio que eh um senhor diz o que você
é. A modernidade gosta de repetir que
cada pessoa deve definir a si mesma.
A frase parece interessante, libertadora
e é tão centrada no ego que as pessoas
gostam de abraçar. Ela promete um eu sem
interferência, sem tradição, sem
autoridade, sem dependência, mas ninguém
realmente cria uma identidade do nada,
nem nossa cultura, apesar de só falar
nisso
mesmo. Quem afirma não necessitar da
aprovação de ninguém, escolhe um grupo
cuja aprovação considera legítima.
Ele talvez despreze a opinião da família
dele, mas dos amigos
não. É aqueles amigos que estão dando
identidade a ele. É aquela ideologia.
Ele pode agora dizer assim, não importa
que a opinião de ninguém, não. Não
importa a opinião dos pais do do do
passado, mas
é esse grupo aqui, eu quero estar entre
eles. Eles estão me dando a minha
identidade.
Então ele pode desprezar a opinião da
família, mas depende profundamente da
opinião dos colegas.
talvez rejeite a religião recebida, mas
se torne incapaz de suportar a
desaprovação da nova tribo da qual ele
pertence. Ele quer ser admirado,
ele quer ser aceito. Talvez diga que
apenas segue o próprio coração sem
perceber que seus desejos foram educados
pela história, pela propaganda, pelos
exemplos, as expectativas sociais, pelas
aflições que experimentou.
E ele acha, ele pode dizer que ele tá
seguindo o seu coração. Quando na
verdade você vê muito isso hoje em dia,
né? A pessoa vai para um lugar, ela diz:
"Não, agora eu sou eu mesmo, não sigo,
eu sigo meu coração". Ela é igualzinha
outras pessoas. Você olha para ela, o
que ela tá dizendo, o que ela tá
repetindo, o que ela tá defendendo, é
exatamente aquilo que a tribo que ela tá
agora tá defendendo. É óbvio que ela não
é exatamente o retrato do que ela mesmo
decidiu ser. O ser humano não é um
criador absoluto, é uma criatura
relacional. Nós nos conhecemos sempre
diante de alguém. A verdadeira pergunta,
portanto, não é se recebemos uma
identidade, é quem vai nos dar a nossa
identidade. E como nós nos relacionamos
com a vida, vai deixar claro.
Nunca pergunta se nós teremos um senhor,
é qual senhor está interpretando sua
vida e dizendo bom ou então mau?
Você está vencendo ou então você está
perdendo?
Não é se nós vamos adorar, então é o que
será tão importante para nós, que ao
perdê-lo sentiremos que perdemos a nós
mesmos. Porque isso que é perder
identidade. Eu me perdi, não sei mais.
O coração sempre se inclina diante de
alguma realidade e diz: "Diga-me que eu
importo. Diga-me que minha vida vale a
pena.
Diga-me que minha vida valeu a pena.
Diga-me que eu não sou um fracasso.
É a pergunta que o soldado Ryan Velin
faz pra esposa dele, né? Diga que eu
vivi uma vida digna.
A beleza, a inteligência, a moralidade,
o ministério, eh, a espiritualidade.
Você vê Paulo era o fariseu dos
fariseus.
Essa era a identidade dele. Ele era
capaz de matar por causa disso. Há
pessoas que se definem por aquilo que
conquistaram.
A gente tem essas expressões, eu venci
na vida. Porque você vê, ela se define
pelo que ela conquistou.
Outra se define por aquilo que elas que
as pessoas fizeram a ela. Ela ela é uma
pessoa magra, miserável. Eu sou infeliz.
Por quê? Porque as pessoas fizeram isso,
papai fez aquilo. Em ambos os casos, o
passado se tornou o nosso Senhor. Jesus
não veio apenas para acrescentar uma
dimensão religiosa a todas essas
dimensões que nós construímos, nem ser
simplesmente a dimensão mais importante.
Ele veio e não apenas para acrescentar
isso, ele veio reivindicar-nos por
inteiro.
Vocês não são de si mesmos, diz a
escritura. Vocês foram comprados por um
preço. Isso sou ofensivo a uma cultura
que considera a autonomia o bem supremo.
Entretanto, a autonomia absoluta é uma
ficção,
uma ficção cruel.
Ser de si mesmo significa ter de
produzir sozinho o seu próprio valor,
justificar a sua própria vida,
justificar cada escolha, carregar cada
culpa até o fim, levar sua miséria,
nunca ter um salvador.
Enfrentar a morte sem um amor maior do
que o próprio coração. Enfrentar a morte
sem algo maior do que a vida.
Pertencer a Cristo significa ser
possuído por aquele que entregou a
própria vida para nos possuir. Ou seja,
o seu senhorio não é uma exploração,
é sempre dádiva. Dádiva é redenção. Ele
não nos compra para nos reduzir. Ele não
nos compra como os mercadores compraram
José para vendero como escravo. Ele nos
compra para nos devolver aquilo para o
qual ele mesmo nos criou.
A liberdade não começa quando deixamos
de pertencer, começa quando pertencemos
ao Senhor que morreu para nos tornar
seus como ele nos criou para ser. E
então nos dá identidade. O que Deus
realmente queria na vida de João Batista
devia ser sua eh eh devia dar a sua
identidade de tal maneira que pudesse
lidar com o seu ministério no deserto e
com sua morte
na cadeia.
Nas culturas antigas, a pergunta quem
sou eu recebe uma resposta pronta, né?
Seu casamento, sua profissão,
sua responsabilidade,
eh já foram definidos,
eh, por você antes de você nascer.
Então, é óbvio que o filho mais velho de
de de
Jacó já tinha a sua vida meio que
definida. Você vê mesmo Deus dando uma
palavra contrária, como o pai dele
tentou fazer que ele fosse quem aquilo
que a a tradição dizia que ele era. Ele
era o primogênito,
mesmo tendo uma palavra direta de Deus,
como eh eh eh Isaque, né? Na verdade,
Isaque resistiu a isso e tentou ainda
assim colocar Isaú, porque é o que
aquela cultura dizia.
Seu lugar, sua profissão, seu casamento,
suas responsabilidades já foram em
grande medida definida antes de você
sequer aprender falar.
E há algo verdadeiro nessa visão. Nenhum
ser humano isolado.
Você não nasce de de de
num ovo abandonado em algum lugar. Você
recebe uma história, uma língua, um
corpo, relações.
Você recebe deveres. A Bíblia não
celebra o indivíduo que trata toda
obrigação como opressão. Oressão da
família, opressão do trabalho, opressão,
ou seja, todas as as
eh eh
obrigações são vistas como um peso, uma
uma uma pressão. A Bíblia não celebra o
indivíduo assim. Cumprir promessas,
servir ao próximo, aceitar
responsabilidade, fazem parte da
maturidade.
O problema surge quando o grupo
transforma o dever na sua própria
identidade.
Você vê, ser príncipe do Egito não era a
identidade de Moisés. Ele podia ir
embora, mas se fosse, então ele seria
miserável ao ir embora.
[roncando] Então a pessoa vale enquanto
desempenha corretamente o papel
esperado, o filho que não corresponde ao
projeto da família. Então em e
sociedades tradicionais passadas, né?
Então ele era uma vergonha pra família,
é uma vergonha para o nome. Estava
sujando o nome. A mulher que não se
ajusta ao modelo cultural eh recebe um
nome de desonro. O homem que demonstra
fraqueza é indigno.
Está manchando o nome da família
inteira.
a falta de coragem dele. O fracasso
deixa de ser algo que acontece ou que
aconteceu e passa a ser aquilo que você
é. Você é um covarde.
A comunidade pode oferecer então
pertencimento, mas cobra uma
conformidade como preço ao pertencimento
e a identidade que ela te dá. Ela diz:
"Você é nosso enquanto sustenta a nossa
imagem. Você é dessa família enquanto
não é envergonha.
Isso produz que cumprem deveres por medo
de desaparecer.
Eu não quero ser um ninguém.
Elas obedecem, mas elas nunca descansam.
Elas servem, mas elas acumulam
ressentimento.
Ah, eu sempre estive fazendo o que meu
pai queria, o que minha mãe queria, o
que minha família queria. Elas preservam
a aparência, mas escondem feridas que
ninguém pode conhecer.
A honra do grupo se tornou algo, se
tornou um Deus e um Deus severo. Ela
sente um peso.
Exige esse Deus sacrifícios constantes e
jamais vai dizer
tetelei. Jamais vai dizer isso está
consumado. Jamais dizer está feito.
Nem as sociedades tradicionais, nem a
moderna, nem a beleza, nem a carreira,
jamais vai dizer: "Está feito, acabou".
Bom, sempre a pressão vai continuar lá.
Quando Jesus chama discípulos, ele
confronta essa tirania. Ele não despreza
família Cristo, né? Lógico que não. Ele
a coloca abaixo de um senhorinho maior
que dá a identidade deles. Quem ama pai
ou mãe mais do que a ele não é digno de
mim. Ou seja, se a tua identidade não
vem de mim, você não é digno de mim.
Isso não é licença para ingratidão. É
libertação do poder de transformar a
família na nossa fonte de salvação.
Em Cristo, eu posso honrar meus pais.
sem permitir que a aprovação deles
determine quem eu sou.
Às vezes
eles seriam desprezados pelos pais
exatamente pelo que eles eram em Cristo.
E tudo estaria bem, porque aquela
mudança não mudaria a identidade deles,
que não vinha daquilo. posso servir a
minha comunidade sem chamar
eh eh os seus pecados de virtudes, como
acontece hoje. Como cristãos às vezes
usa até, ah, ó, eu não sou eh eh eh eh
não sou a favor, mas também tudo bem,
não é?
como quem diz, eh, eu não acho também
que isso aí não é é o oposto do correto,
da virtude. Eu posso receber minha
cultura como dom e ao mesmo tempo
recusar seus ídolos. Eu posso agradecer
a Deus por ter nascido na época que
nasci, desfrutar da cultura que eu vivo,
do que ela produz dentro dos limites, ao
mesmo tempo recusar todos os ídolos da
cultura.
Ou seja, não vou ser ingrato com
a época que Deus, por graça, me concedeu
neste mundo, o século XX, XX. Ao mesmo
tempo, não vou servir aos deuses do
século XX, XX,
como Daniel na Babilônia. O evangelho
cria um povo no qual ninguém entra por
linhagem, desempenho, adequação social
ou alguma vitória ou alguma beleza ou
alguma coisa que ele possa atribuir a
ele mesmo. Ao mesmo tempo, você vê essas
pessoas recebem uma identidade
que ela realmente é uma identidade, algo
que não muda quando todas essas coisas
mudam, nós entramos pela graça. A
prostituta arrependida e o fariseu
respeitado
entram pela mesma porta, vão ter a mesma
identidade.
Ela não vai ter uma identidade frágil
porque foi prostituta e Paulo uma forte,
porque era um homem
segundo a lei externa. irrepreensível.
A cruz humilha o orgulho da tradição e
cura o exílio do rejeitado.
Então, a modernidade reagiu a essa
opressão das identidades impostas como
uma promessa de libertação e disse: "Não
permita que a tua família, a religião ou
a sociedade definam você. você se
define.
E há uma parte compreensível nessa
reação. Muitas pessoas foram esmagadas
pelas expectativas injustas colocadas
pela tradição sobre elas. Muitos dons
foram sufocados porque o a família
achava que a pessoa tinha que ser alguma
coisa que ela não era. Muitas vocações
legítimas foram tratadas como rebeldia
apenas porque não seguiu aquilo que a
família costumava seguir. Contudo, a
solução moderna trouxe uma nova
crueldade.
Sempre a crueldade,
não é? Quando abraçamos outros
salvadores, agora a pessoa precisa
encontrar dentro de si mesma algo
suficiente, um eu forte, claro
e original para justificar diante dos
outros a sua existência ou a sua
identidade. A antiga cultura dizia:
"Seja aquilo que nós ordenamos". A nova
diz: "Seja tudo aquilo que você deseja".
E prove, prove que esse desejo merece o
nosso reconhecimento, que você realmente
é isso que está dizendo, você é bom
nisso.
O peso esmagador continua.
Além disso, a Bíblia não trata o coração
humano como uma fonte pura, que precisa
ser apenas eh eh eh libertada
de expectativas.
do coração procedem tantos eh
atos de amor, não espirituais, não é?
Como todas as podridões e até os amores
estão sendo controlados no fundo pelo
ego. Então, eh,
apesar disso, na graça comum de Deus, há
sonhos que devem ser cultivados e sonhos
que devem ser rejeitados. não
encontramos em nós mesmos a resposta.
nem eh um homem comum, ainda não
regenerado dentro de si mesmo. A sonhos
que são apenas formas refinadas de
orgulho, vingança ou medo. Seguir o
coração
é a coisa mais ridícula que alguém podia
fazer sem submeter o coração a uma
verdade,
porque o coração deseja coisas
diferentes e opostas entre si mesmo. é
entregar o volante a uma realidade que
também foi afetada, totalmente
controlada e corrompida pelo pecado.
Jesus não disse: "Descubra seu desejo
mais profundo
e obedeça a ele". Ele diz: "Negue-se a
si mesmo. Tome a sua cruz. Siga-me".
Negar a si mesmo não significa odiar
personalidade ou desprezar eh eh aquilo
que Deus nos deu. Significa recusar ao
eu o direito de ser o seu senhor e de
tentar definir sua identidade em coisas
que estão mudando e abandonar a ideia de
que todo desejo interior possui
autoridade moral apenas porque é
intenso. Olha, mas eu amo tanto essa
pessoa, como isso pode ser errado? É
óbvio que pode. O que eu amo muito pode
ser muito errado.
A graça não destrói a pessoa. Ela
liberta da necessidade de adorar cada
impulso,
cada anseio, cada desejo. Essa pessoa
submete isso a algo muito maior.
Esses impulsos mudam.
Esses impulsos são contraditórios.
Em Cristo, não preciso transformar o meu
desejo em decreto. Nenhum desejo que
nasce em mim é um decreto.
É um desejo que eu vou submeter, posso
levá-la ao Pai e posso receber um sim
com gratidão, mas posso receber um não
com confiança.
Posso descobrir que alguns desejos eram
pequenos demais e Deus tinha ideias
muito mais elevadas. E posso também
descobrir que o chamado de Deus desperta
desejos mais santos que eu nunca nem
tinha tido até Deus fazer isso, mais
profundos, mais livres. Então, a
identidade tradicional pressionava de
fora a família, a aldeia, a classe, a
religião, diziam o que você deveria ser
e você ia se sentir justificado, salvo,
se correspondesse. A identidade da nossa
geração transferiu a pressão para dentro
de nós. Agora, precisamos ser originais,
realizados, autênticos. Precisamos ser
interessantes. Então, ficamos fingindo
que somos interessantes.
Ficamos representando papéis para as
pessoas acharem: "Olha que vida
incrível, que casamento incrível, que
coisas incríveis". Porque nós queremos
mostrar uma melhor versão de nós mesmos,
que nós mesmos criamos. Então, a tirania
mudou de endereço. Antes nós temíamos
decepcionar
os nossos antepassados.
Agora, nós temos desperdiçar nosso
potencial. e ou sequer descobrirmos. Às
vezes estamos velhos, ainda estamos
tentando descobrir qual é o meu, o que
que eu vim fazer realmente
ainda estou tentando.
Antes havia um papel físico fixo, agora
é uma quantidade infinita de papéis. Tem
cristãos que já estão, sei lá, né, mais
perto da morte, ainda estão tentando
descobrir sua identidade, o que querem
da vida, o que norteia a vida.
Antes a pessoa se sentia culpada por não
cumprir o dever. Agora ela se sente
fracassada por não alcançar o seu sonho,
os sonhos do seu coração. E as redes
sociais intensificam essa pressão. Elas
nos apresentam versões editadas da vida
de todo mundo,
porque é o que é publicado,
algo editado
pelas redes sociais. Não existe quase
crises em casamento, não é? As pessoas
são muito felizes, elas são,
Enquanto isso, o nosso eu precisa
produzir conteúdo, manter relevância e
provar que ele existe. Existe de uma
maneira interessante para que as pessoas
possam dizer bom,
nos justificar e essa exigência destrói
a ideia de descanso. Depois não sabemos
porque somos uma geração tão ansiosa.
O silêncio parece desaparecimento.
A rotina, a rotina comum do trabalho em
casa ou fora de casa parece simplesmente
mediocridade.
Não há nada de incrível na minha vida. A
rotina parece mediocridade. A fidelidade
escondida parece pequena demais.
Se eu sou fiel a Deus e vivo uma vida
para ele, uma vida de verdadeira
comunhão, verdadeira adoração, mas isso
é escondido, ninguém vê, ninguém sabe,
nunca, parece pequeno demais.
A pessoa passa a confundir visibilidade
com valor. Ela não pergunta apenas se
algo é verdadeiro ou bom,
se honra a Deus ou não. A pergunta, isso
vai ser percebido?
As pessoas vão ver isso como algo bom.
Elas vão me dar valor.
Elas vão me dar um veredito.
O evangelho rompe tanto com a imposição
externa quanto com essa fabricação
interna. João precisava tanto disso.
Agora que ele estava preso, ia morrer.
Ele anuncia que a identidade decisiva
vem de fora, mas não da sociedade,
não do humanismo,
não da cultura.
A Bíblia diz que a nossa identidade não
está em nós mesmos. Ela realmente está
num lugar onde a vida não pode tocá.
Você pode ser o mesmo em todas as
situações, ter uma identidade. E ela
realmente não vem de dentro, vem de
fora, mas não do mundo
tocado por Adão.
Anuncia que essa identidade decisiva vem
de fora, mas não assim, vem do veredicto
de Deus,
do bom que ele já pronunciou.
É externa porque não é produzida por
nossos sentimentos ou por nossas feitos.
E é graciosa porque nunca foi
conquistada,
nunca foi algo que olha esse cara é o
que que ele é? Ele é
artista. Por quê? Porque ele é muito bom
nisso. Ele conquistou o nome. Você vê
essa pessoa cheia de inseguranças. É a
mesma coisa. Aquele talento que ela tem.
Eh, não não
mantém as coisas sempre iguais. As
coisas vão mudando. Então, eu aquele eu
não consegue se sustentar.
Então é graciosa porque não não é
conquistada por desempenho e é pessoal
porque o Espírito Santo aplica em nossos
corações.
O amor de Deus foi derramado em nossos
corações pelo Espírito Santo que nos foi
dado. Dado a quem? A cada um
individualmente.
E a comunitária porque nos coloca numa
família que nós não criamos. Não criamos
a família de Deus. Podemos pertencer a
ela ou não, mas não podemos criá-la.
Então você não pode dizer, eu tenho uma
relação só eu e Deus. Você não pode,
porque ele que soberanamente bota alguém
numa relação com ele, bota essa relação
dentro de uma família
e é estável porque está fundada na obra
de Cristo. O pai não espera que
apresentemos uma versão suficientemente
impressionante de nós mesmos. O que
poderia impressionar Deus?
Nenhum querubim santo que nunca pecou
impressiona Deus.
Ele nos recebe no filho amado. Significa
que o cristão pode ser comum e jamais
insignificante.
Comum e jamais.
Ele pode ter uma vida comum e jamais
medíocre.
João Batista não é eh eh
um fracasso porque está na cadeia e nem
era um sucesso porque estava no deserto
proclamando verdades que estavam
abalando Israel.
Então você pode conhecer seus limites
sem perder dignidade, pode se arrepender
sem ser destruído, porque a sua
confissão nunca apaga a justiça de
Cristo. Se eu quando falasse: "Deus me
perdoa, eu fui, eu senti, isso é o
orgulho que operou em mim. Se isso
pudesse apagar a justiça de Cristo, isso
seria definir a minha morte.
Então eu tentaria racionalizar, mas como
eu sei que não é isso que me define e
sim a justiça de Cristo, então eu posso
ser sincero.
Eu não tenho nenhuma razão para
racionalizar,
a não ser que a minha identidade não
esteja em Cristo. Pode mudar e eh eh eh
nós podemos mudar de opinião sem sentir
que deixamos de existir. A graça nos dá
um centro suficientemente firme para
permitir crescimento real em todas as
circunstâncias.
Porque nós nunca sentimos que o nosso eu
está ameaçado em nenhuma circunstância.
Nós realmente temos uma identidade, uma
identidade que pode estar no deserto
pregando como João ou na cadeia como
João.
Somente quem já foi recebido consegue
abandonar. Eh, a Bíblia mostra todas
essas essas máscaras, não é? Então, todo
ser humano organiza a vida ao redor de
algum centro e ele pode usar essa
linguagem ou não, mas pode afirmar que
possui muitos interesses, mas nenhuma
lealdade absoluta. Mas é mentira, todos
nós temos lealdades absolutas.
Então, eh,
o que João precisava
era, não por causa da sua circunstância
pensar
Cristo é quem nós devíamos esperar como
Salvador ou não. Jesus vai dizer: "Eu
sou,
então está tudo bem.
Se a tua identidade está em mim, está
tudo bem. Se você está preso, não é?"
ele não ia ser solto, não é? Então,
eh,
o evangelho não oferece apenas uma lista
de de de
centros
que não podem ser sua identidade,
proibidos.
Ele te dá o único que é o centro da sua
identidade. Não basta nós identificarmos
que nossa identidade não está ali, não
está lá, não está aqui, não está lá. Se
nós não identificarmos realmente nossa
identidade em Cristo, ainda estaremos
tão distante dessa realidade. Não há
segurança que não dependa de controle.
E se nossa segurança está em alguma
coisa, nós temos que controlar aquilo.
Ou não é que nós perdemos coisas, nós
nos perdemos.
Então,
nós precisamos de um valor que não
depende de comparação. Se nós nos
sentimos espirituais porque nos
comparamos com outras pessoas, é óbvio
que essa identidade espiritual é falsa.
Nós precisamos de um propósito que não
dependa do aplauso. Precisamos de um
perdão que não dependa do nosso
desempenho. Precisamos de um futuro.
Sei lá porque isso despertou, né? Eh,
será que é hora de eu acordar? 9 horas
da noite?
Precisamos de um perdão que não dependa
do nosso desempenho e um futuro que nem
a morte pode cancelar.
Essa é a identidade que Paulo diz:
"Estamos em Cristo, em Deus".
É uma verdadeira identidade. O amor
humano é uma das maiores dádivas da
criação.
Ser conhecido e amado por outra pessoa
traz consolo, coragem e alegria. E nós
nos deleitamos em que Deus nos dê essas
coisas. A família pode ser um lugar de
cuidado, memória, disciplina,
pertencimento.
A aprovação de pessoas sábias pode
confirmar
escolhas e pode corrigir
caminhos. Nada disso deve ser
desprezado. O pecado não consiste em
amar pouco essas coisas.
consiste em exigir delas uma identidade,
um está feito, um
bom,
porque
senão nós desmoronamos.
É disso que João precisava.
Sou João, sou aquele que havia de vir.
Então agora não importa mais.
Então, se eu sou amado pelo pai no
filho, eu posso tanto amar
sem consumir o outro, como receber o
amor das pessoas, como se aquilo fosse
meu alimento ou minha morte. Posso
receber carinho sem transformar isso em
oxigênio espiritual.
Posso sofrer uma rejeição sem concluir
que eu sou de fato rejeitado.
Posso corrigir quem amo sem fazer da
resposta da pessoa o fundamento da minha
paz.
Posso permitir que os filhos sejam
criaturas de Deus e não extensões do meu
ego, dos meus
projetos. Posso deixar um relacionamento
pecaminoso sem imaginar que a minha vida
terminou.
Qualquer relacionamento que deshonra a
Deus não pode eh ser a minha vida. Mas
às vezes é por isso que as pessoas têm
dificuldade de se desvencilhar de
relacionamentos pecaminosos. possa
também permanecer fiel num
relacionamento difícil, semir que ele se
torne um céu antes do céu.
Meu relacionamento com a igreja não é o
céu. Meu relacionamento com a minha
esposa não é o céu. Com meus filhos não
é o céu. Se eu exijo que ele seja um
céu,
se a minha identidade fica pegada, eu
estou destruindo.
Isso nos torna capazes de realmente
amarmos de uma maneira limpa, de termos
uma identidade que não vai mudando
conforme essas situações mudam.
O outro deixa de ocupar esse lugar e nós
ficamos livres.
Então, trabalho, dinheiro, prazer,
moralidade e causas
não nos perdoam,
não nos justificam, não buscamos isso
nelas. Então, podemos lidar de uma
maneira muito mais madura do que a nossa
geração cada vez mais imatura,
porque resolveu definir o que é e tudo.
Agora a nossa volta é um tribunal
que está
dando ou não dando as razões
que fazem eu construir quem eu sou e eu
ter um veredicto
do qual eu possa realmente viver.
E Cristo não apenas nos ordena,
ele nos perdoa, ele cumpre a justiça que
não conseguimos cumprir. Ele não apenas
exige, ele se entrega, ele se entrega
primeiro, ele faz todas as coisas
primeiro. Todas as coisas depois são
resultado daquilo que ele mesmo fez.
Então, és tu aquele?
Você vê, há há um há uma urgência
na pergunta. É se tu, se tu não for
aquele, eu não sei o que foi a minha
vida.
Minha vida foi um desperdício.
Eu investi tudo e agora tô na cadeia e
posso morrer. E se tu não for aquele da
prisão, cercado por silêncio e
perplexidade,
ele João envia essa pergunta aquele que
haveria de vir ou devemos esperar. A
pergunta nasceu de uma crise real.
Jesus não estava agindo da maneira que
João talvez esperasse que ele agia.
O juízo anunciado parecia demorar. O
profeta fiel continuava preso. Ele disse
que Deus ia trazer justiça, juízo, mas
parece tava demorando muito. E na
verdade é ele mesmo que tava preso. É tu
aquele esperamos outro. Não existe uma
terceira opção na alma humana.
Mesmo para João, se Cristo não for
aquele, você vai procurar outro. Você vê
que ele não diz assim: "És tu aquele ou
não tem ninguém?
Nossa vida não não vai ter um chão para
o". Ele disse: "És tu aquele temos que
procurar outro? Porque teremos que ter
alguém,
teremos que ter um salvador. Se Cristo
não for aquele, vamos procurar outro.
coração é incuravelmente messiânico.
João tá dizendo: "Se tu não fores o
Messias, eu vou ter que saber quem é".
Nosso coração sempre espera que alguém
ou alguma coisa venha finalmente colocar
o mundo e o nosso interior em ordem.
Nosso coração é messiânico para sua
identidade. Alguns esperam ser salvos
por essas coisas, pela política, pela
transformação financeira, pelo
relacionamento.
Esse então
funciona como uma promessa de salvação.
Ou então teremos que procurar outro
porque vamos procurar.
O problema não é
não é nem ter essas crises. Você vê
alguém como João Batista está aqui. O
problema é
é exatamente demorarmos a diagnosticar
isso. Jesus vai ajudar João nisso. Jesus
respondeu a João apontando para suas
obras. Cegos vias viam coxos andavam.
Leprosos eram purificados e surdos
ouviam mortos eram ressuscitados. As
boas novas estavam sendo anunciadas.
Outras palavras, ele dizia: "Examine
pelas promessas de Deus, não pelo
roteiro que você pensou paraa sua vida,
João.
Não pela a maneira com que você achou
que as coisas iam andar.
Examine o propósito de Deus como ele
está se cumprindo."
Em outras palavras, ele dizia: "Examine
as promessas. Cristo é aquele mesmo
quando sua ação não cabe nas nossas
expectativas. Você pode ter expectativas
para Cristo que elas não estão se
cumprindo, mas Cristo não se encaixa nas
suas expectativas.
Ele é o Messias mesmo. A tua expectativa
talvez seja que Cristo é poderoso
Messias para salvar o seu casamento, mas
se ele não salvar, essa expectativa aí
não fazia dele o Messias. Ele é o
Messias
que talvez não vá salvar seu casamento,
não vai tirar João da cadeia.
Ele é aquele que abre a prisão
e também é aquele que sustenta o santo
na prisão.
Ele é aquele que cura o corpo e também
conduz pelo vale da morte aqueles que
lhe ressuscitará um dia. Ele é aquele
Messias quando responde rapidamente
quando ele demora. Você nunca deve
chegar no lugar da sua vida que
pergunte a Cristo, eu preciso chegar
onde João chegou. É tu mesmo o meu
Salvador? Vou ter que procurar outro.
Porque parece, pelo que eu tô olhando
aqui, que tá eh não não parece que você
não é. Eu tenho expectativas. Se Jesus é
aquele, não precisamos esperar outro
para nos dar um nome.
Não precisamos esperar a carreira
perfeita, a pessoa perfeita, a igreja
perfeita, o relacionamento perfeito, os
amigos perfeitos. Não podemos esperar,
não precisamos esperar nada.
ou a versão perfeita de nós mesmos que
não existirá neste mundo. Podemos viver
agora porque o Salvador já veio, porque
ele já cumpriu eh eh o que havia sido
dito, porque somos aceitos nele. A alma
deixa de adiar a própria vida quando ela
reconhece que aquele que ela esperava já
veio. Não estamos procurando um Messias
no nosso trabalho, no nosso ministério,
no nossos relacionamentos na igreja. Não
estamos,
não continuamos com essa pergunta
indefinidamente. És tu mesmo aquele
Messias que esperávamos, de quem
esperávamos nossa salvação? Vou temos
que esperar outra coisa?
Acabou. Uma resposta popular à
fragilidade da identidade é dizer que
não devemos depender de ninguém.
Valide a si mesmo, ame a si mesmo,
decida a si mesmo. Ah, João, acredite em
você mesmo. Seja quem você é. Pelo menos
João está sendo sincero. É, tu és o
Messias ou eu vou ter que encontrar
outro? É perigoso entregar a consciência
a opinião, é óbvio, instável das
pessoas.
Não devemos permitir que o elogio humano
substitua a voz de Deus. Mas a ideia de
conseguirmos eh eh ouvir a opinião
instável do nosso próprio coração é tão
perigoso quanto senão pior.
A pergunta não é se um olhar nos
transformará, é qual olhar está nos
transformando?
Os olhares. Um olhar finalmente é mais
importante do que todos. E o olhar mais
importante nos transforma.
Quando o coração conhece culpa real, não
basta você mesmo declarar sua inocência.
É por isso que as nossas justificativas
não lidam com nossos medos, temores,
ansiedades e depressões. Não basta
dizer: "Eu valiho,
eu sou importante, minha vida vale a
pena".
Quando sabemos que ferimos pessoas,
desperdiçamos dons e pecamos contra
Deus, a autovalidação torna-se uma
tentativa de silenciar um tribunal sem
resolver a acusação que nossos corações
continuam trazendo de novo e de novo.
Nenhum conselho do humanismo secular
ajuda. O evangelho não diz que a opinião
aleia não importa, porque a tua opinião
é soberana.
Não, não diz que o veredicto de Deus é
maior do que o mundo e do que a tua
opinião.
Deus disse: "Não há um profeta nascido
de mulher como João Batista.
Não era a opinião que João estava tendo
dele mesmo e nem que o mundo daria.
Mas você vê, Jesus tá levando João para
esse lugar.
Ele nos chama
para finalmente nunca mais perguntarmos
a cada situação da vida se era ele mesmo
o Messias que esperávamos ou temos que
esperar por outro.
Então
ele leva a nossa culpa tão a sério que
entrega o seu próprio filho para
carregá-la na cruz da justiça, o amor
pronunciam juntos uma palavra juntos.
Isso não podia ser feito. Ou a justiça
diria condenado,
ou o amor abraçaria,
mas as duas coisas eram impossíveis,
a não ser na cruz.
Então não, nenhuma condenação há para os
que estão em Cristo Jesus. E se veredico
não nasce da nossa autoestima,
do nosso senso de alto valor ou que
atribuímos a nós mesmos, nasce da obra
objetiva do Messias.
Por isso eu falei que o coração é
messiânico. Nós, você é o Messias que
esperávamos ou esperaremos outro. Por
isso é firme nos dias em que nossos
sentimentos nos contradizem.
Por isso nos dá verdadeira identidade.
Quando todos os papéis mudam e todas as
situações mudam. Somos recebidos por
graça. O olhar de Deus não nos
transforma em pessoas indiferentes. A
correção, ao contrário, porque não
precisamos morrer diante da crítica.
Podemos ouvi-la?
Porque não morremos diante da disciplina
de Deus, achando que a nossa perfeição é
que fazia ele nos aceitar. Podemos ser
disciplinados
e amar o Deus que já não impõe a nós
nenhuma condenação, está totalmente
interessado em nos transformar a imagem
do seu filho. Podemos aprender, podemos
pedir perdão, podemos distinguir entre
acusação injusta e repreensão
necessária. A identidade recebida do Pai
não nos torna impermeáveis, nos torna
ensináveis, sem deixar de ser pessoas
que se relacionam com as outras de
maneira eh abençoadora.
Então, a frase: "Eu pertenço a Cristo"
pode suar
a primeira vista como perda de
liberdade.
Pertencer parece o oposto de autonomia.
Eu pertenço a mim mesmo. Essa é a ideia
de autonomia. Entretanto, uma vida sem
vínculo não é humana. A liberdade não é
ausência de toda autoridade. É viver
debaixo da autoridade correta, de acordo
com aquilo que nós fomos criados para
ser. Um homem que vive debaixo das leis
da da gravidade, ele não é não autônomo,
não é, né? Ele só está vivendo dentro
das leis em que o seu corpo vive. Se ele
não vive dentro daquilo, ele não
encontra liberdade, ele cai, por
exemplo,
a gravidade exerce a sua função e ele se
se machuca.
Então, a liberdade é viver debaixo da
autoridade correta, de acordo com
aquilo. O peixe é livre na água, mas não
é livre fora da água. Um peixe autônomo
não é o que resolve andar pela terra. O
coração humano é livre no amor de Deus.
Não. E nenhum outro amor.
Nenhum outro amor o faz livre.
Quando Paulo diz que não somos de nós
mesmos, ele acrescenta que fomos
comprados. O preço revela o caráter
daquele a quem pertencemos.
Ele nos possui por amor. Um amor que
sangrou, que bebeu cálice.
O seu senhorio vem com as marcas dos
cravos,
com as marcas da coroa, de espinhos, dos
dos pregos. Aquele que pede a vida é o
que primeiro deu a sua própria vida.
uma vida que vale infinitamente mais que
o universo inteiro.
Então, se render finalmente
a essa identidade não nos põe em prisão,
nos livra de muitas prisões. Havia
muitas prisões que João devia estar
livre para poder morrer em paz na
cadeia.
é sair de muitas prisões. Se pertenço a
ele, a carreira não é mais uma prisão
para mim. Posso trabalhar com diligência
e também posso parar. Se pertenço a ele,
o relacionamento não pode definir o meu
valor.
Posso amar intensamente,
sem exigir que a pessoa me ame e seja o
meu céu.
E posso um dia não ter mais aquele
relacionamento como vai acontecer nesta
vida. Finalmente, se pertenço a ele, o
passado não tem o direito de me nomear e
toda e toda ideologia da da do humanismo
secular, como a pessoa produto do seu
passado. Não, não estou livre. Meu
pecado é real, mas não é meu Senhor.
Não me define mais. Minha ferida é pode
ter sido profunda, mas o meu sobrenome é
eterno.
O corpo desce ao pó como propriedade de
Cristo.
Nada em nós não pertence a Cristo. É por
isso que esse corpo vai ser
ressuscitado.
De maneira nenhuma a salvação está só em
parte do homem. Não, não. Tudo é dele.
Os nossos corpos
fazem parte. daquilo que é dele
na redenção. Somos livres para servir,
somos livres para crescer e somos livres
para perder o status. Paulo perdeu todo
o status. Somos livres para confessar,
livres para permanecer quando seria mais
fácil fugir.
Livres para partir quando permanecer
seria idolatria.
Livres para ser desconhecidos. livres
para sofrer, sem transformar o
sofrimento na nossa identidade, vivermos
de maneira amarga, querendo que as
pessoas sintam, porque nós sentimos
autocomiseração, auto eh eh eh piedade.
Então, queremos que as pessoas nos acem
pobres, coitados.
O eu não desaparece em Cristo, ele é
encontrado em Cristo.
A personalidade não é anulada. A nossa
personalidade única, ela é santificada
em Cristo.
Os dons não são destruídos, são
desenvolvidos ao seu propósito. E às
vezes o propósito não tem nada a ver com
as nossas expectativas. Você podia
pensar que se João vivesse 80 anos seria
uma bênção, mas ele só viveu 30 e poucos
anos.
Ele não precisava, ele já tinha o
Salvador, ele precisou descobrir isso.
Então,
a identidade construída às vezes é tão
forte, ah, que há pessoas que eh vão se
autodestruir,
mas não conseguem
jamais serem livres daquilo que eles
acharam ser sua eh
identidade. O filme na obra de Víctor
Hugo, né? Eh, Os [roncando] Miseráveis,
acontece isso. Você vê que há um homem
lá tão tão focado em mérito, em valor,
que quando a pessoa que ele perseguiu a
vida inteira lhe mostra graça, ele se
mata.
Ele não pode receber realmente graça,
porque toda a sua identidade tava
em quem ele achava que ele era por
justiça.
E
se um homem como João teve que um dia
ouvir de Jesus, olha, olha o que Deus
está fazendo, não está de acordo com sua
promessa, não está de acordo com aquilo
que ele disse que faria, então eu sou
Messias. Você não tem que procurar
outro. O teu valor não é ser profeta. A
sua identidade não é sair da cadeia e
continuar pregando.
Eu sou,
eu sou o teu salvador. Eu sou a tua
identidade. Eu sou tudo que você
precisa.
Você não precisa procurar outro.
A pergunta que nós temos que fazer
é exatamente se nós só não tivemos
coragem de fazer o que João fez.
Talvez cada um de nós devesse, antes de
dormir esta noite,
enfrentar isso. Talvez nós pensemos como
João, mas nunca tenhamos coragem de
transformar isso em palavras. És tu
mesmo, Senhor,
o Salvador que esperávamos. Eu devo
procurar isso no meu casamento,
meu trabalho,
em relacionamentos.
na minha cultura,
porque você tem tantas expectativas
nessas coisas,
João, só ouve de Jesus o seguinte: "Eu
sou, apesar
de você estar frustrado com suas
expectativas", não é? Você pensou que se
eu fosse realmente o Messias,
as coisas não estariam na situação que
estão?
Talvez
a
justiça já teria sido derramada, as
coisas já seriam consertadas, você seria
um profeta eh
ouvido,
mas
você ainda está preso,
João. Você não vai ser solto. Mas olhe,
o pai está cumprindo todas as suas
promessas e elas não são as suas
expectativas, são o que ele prometeu
fazer. Isso deve ser sua identidade.
Isso fará você estar bem na cadeia e na
morte, porque você não precisa
procurar outro.
A questão nossa amanhã quando irmos
trabalhar, estudar ou quando voltarmos
para nossa casa hoje com nossas
famílias, é se nós ainda estamos com
essa com essa confusão da F.

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