Culto – Noite de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
17/08/2026
Culto – Noite de Domingo 16 de Agosto de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Graça e paz. Vamos ficar de pé, não? Vamos começar esse momento de culto. [roncando] Pai, entramos na tua presença santa, ô Deus, e não trazemos nada em nossas mãos. Que nós possamos, Senhor Pai, sempre compreender que o culto, Senhor Pai, não é onde nós realmente damos coisas a ti. Nós somos os faminto, Senhor, Pai, que serão alimentados pelo pão. Ó Deus, nós somos os sedentos que serão Pai, beberão da fonte. E a única maneira, Senhor Pai, de nós realmente te glorificarmos, Senhor Pai, a única maneira que alguém faminto ou alguém sedento tem de glorificar a fonte, ó Deus, não é dar nada à fonte, já que a fonte não precisa, Senhor Pai, de nada que o sedento dê a ela. Nós podemos, Senhor, Pai, o o sedento só pode glorificar a fonte bebendo, se saciando, ó Deus, e aí sim desfrutando das maravilhas da fonte que nada tem a receber, mas tem tudo a dar. Satisfação, Senhor Deus, tudo que a vida precisa. É assim que viemos diante de ti. Nós sabemos como Davi será um pai que perguntou: "Que darei a Deus por todos os seus benefícios, sua graça soberana, sua misericórdia?" E a resposta dele é a única resposta sábia dos nossos corações. Beberei do cálice da salvação. Nós somos tão dependentes que a única maneira de te honrarmos, Senhor Pai, é vir com o nosso nada e então beber do cálice da salvação. Que todos nós, Senhor Pai, realmente bebamos. Que não participemos, Senhor Pai, de mais um culto em nossas vidas, mas que cada um de nós esteja, Senhor Pai, como sedento diante da fonte, como faminto diante do pão, Senhor Pai. E haja realmente, Senhor Pai, uma doçura. Nossas almas, Senhor Pai, tenham, Senhor Deus, realmente um paladar espiritual para desfrutar, Senhor, Pai, tu que és espírito e louvar a ti em espírito, em verdade. É o que nós te pedimos em nome de Jesus. Amém. Romanos 8:23, Paulo diz, esperando a nossa adoção ou aguardando a nossa adoção. É engraçado, né? Porque a gente já foi adotado. Nós recebemos o espírito de adoção pelo qual clamamos abapai. Você vê que Paulo tá falando isso no mesmo livro, mas de repente ele fala que nós estamos aguardando a adoção. E isso não é eh contraditório, né? Isso simplesmente é que tudo na nossa vida é assim, né? Há um já e há um ainda não. Nós já somos justos diante de Deus na justiça de Cristo, mas ainda não somos santos. Somos santos em Cristo, separados, mas ainda eh não refletimos toda a beleza da santidade de Deus, refletindo a imagem perfeita do seu filho. Então, há essa essa esse descompasso entre o que nós já somos e o que já experimentamos, o que torna totalmente impossível a obra não ser concluída. Nós já temos o penhor do espírito, ou seja, a garantia de que se o espírito te ressuscitou, então ele vai te levar até a consumação. Nós não temos ainda a consumação final e a adoção. Outra doutrina é a mesma coisa. O que Paulo tá querendo dizer aqui é o seguinte. Apesar de nós sermos adotados, o mundo não vê assim. O mundo nos vê como pessoas comuns, normais. O mundo não nos vê eh na posição que nós temos em Cristo. Eh, a não ser por melhoras que estão longe da perfeição, morais, o mundo não pode ver. O mundo sequer ver coisas espirituais, ele não pode perceber nenhuma diferença, a não ser comportamentos, não é? eh entre os filhos de Deus e os filhos de Adão. Então, lá no Império Romano, eles tinham um costume de que um um romano podia adotar uma criança. Eh, e isso acontecia de maneira eh secreta, não é? E ele então preparava aquela criança, ele eh equipava aquela criança para fazer parte daquela família importante que estavam adotando. E depois havia uma adoção pública onde ele numa cerimônia apresentaria o seu filho à sociedade, um filho já eh trabalhado naquela família, já ensinado nilo que devia ser ensinado. Então ele, o pai comprava roupas especiais e marcava um dia para uma adoção pública, onde aquela aquela criança, não é? Aquele filho, sendo criança ou não, seria apresentado como filho daquela família com vestes adequadas e o nome da família. [música] É isso que Paulo está dizendo, que um dia todos saberão que nós somos filhos de Deus, mas ainda não sabem. as pessoas não conseguem ver diferenças realmente eh eh marcantes entre filhos de Deus e filhos de Adão. Eh, nós morremos, nós ficamos doentes, nós estamos envelhecendo. Nossas vidas, eh, do ponto de vista meramente humano, eh, parece muito com a vida de qualquer homem. Se vivemos numa sociedade onde a expectativa de vida é uma, os filhos de Deus não vivem mais. Eles não estão isentos de nenhum tipo de aflição. Então Paulo diz que nós aguardamos a adoção quando Deus publicamente vai revelar os seus filhos, quando ele vai manifestar isso que João diz quando diz assim: "Agora nós vemos em parte". Não é? O apóstolo Paulo diz isso e João diz que nós vemos como num espelho embaçado, porque um dia nós veremos a Cristo e aí seremos como ele é. É esse dia que Paulo está dizendo. [roncando] Quando os filhos forem exatamente à imagem do filho de Deus, Deus vai apresentá-los a toda a criação. E a Bíblia [roncando] diz algo maravilhoso, diz que a criação espera com expectativa a manifestação dos filhos de Deus. Porque a Bíblia diz que a glória que vai renovar toda a criação, a terra, né, a todas as coisas físicas, é a glória através dos filhos de Deus. É como se os os filhos de Deus fossem eh o o o eh o o catalisador, a glória de Deus manifestada nos seus filhos vai tirar as marcas da maldição que saíram de nós para a criação e a criação toda então será glorificada. Então a criação geme na expectativa na manifestação dos filhos de Deus. Então, é como se Deus tivesse esse dia público em que ele vai apresentar aos céus e a toda a terra e ao inferno os seus filhos. já perfeitamente conformados à imagem eh de Cristo, gloriosos, aí [música] sim com uma diferença visível para todo olho, todo homem, entre um filho de Deus e um filho de Adão. Por enquanto nós eh gememos com toda a criação. Há uma diferença em como o oriente do ocidente de distância entre o filho mais fraco de Deus e um homem fora de Cristo. Porque o filho mais fraco de Deus está vivo. A fé mais fraca está infinitamente distante de alguém morto em delitos e pecados. A fé mais fraca está viva, não é? E a diferença entre a vida e a morte é uma diferença eh final, uma diferença que não dava para medir nem pensando em Oriente e Ocidente. Mas o mundo não pode ver, mas um dia verá. E Paulo diz então que a gente anseia por isso, por esse momento, onde vamos ser despidos de tudo o que ainda é da velha criação, [música] nossos corpos corruptíveis e a presença do pecado ainda. Então estaremos ali. E é assim que nós adoramos a Deus agora, como no exílio, como ainda não estando em casa, estamos sendo preparados para nosso pai para o dia, o dia da nossa adoção, ou seja, no dia que ele vai manifestar ao mundo inteiro a obra maravilhosa que ele fez no coração de homens que pareciam homens comuns e eram, não é, mas que tinham essa diferença que não tinha nada a ver com eles mesmos, mas sim totalmente com a obra perfeita do seu filho. Nós temos razões para nos gloriar na esperança da glória de Deus e com isso saber lidar com todas as aflições que ainda estão presentes, porque esse dia ainda não chegou. Então, nos gloriamos também nas tribulações. Que o nosso culto hoje seja um gloriar-se em Deus. Famintos e comendo e bebendo da fonte e do pão da vida. Vamos louvá-lo. [roncando] Na rocha [música][canto] o melhor flui no chão a manar. A graça de Jeová, [canto] [música] sem piedade vivo em Cristo. Nele, [canto] o Deus Pai me amou. Jesus meu redentor. [música] Cristo, o meu bom pastor. Água que me [música] satisfaz. A estrela da manhã. >> [música] >> Sangue santo derramou [música][canto] meu pecado sobre a cruz do amor. [música] Pão que batido foi. Seu nome [música][canto] é Jesus. Seu nome é Jesus. Seu [música] nome é Jesus. Oh, [música] livre [canto] do pecado, vida [música] abundante. Só Jesus me satisfaz. [música][canto] >> Na rocha ao meu pela água [música] flugue, do chão a maná. A graça de [canto] Jeová sem ansiedade em Cristo. [música] Ele [canto] o Deus pai me amou. Se Deus predinou, quem [música] impedirá? Em Jesus eu sou mais que vencedor. [música][canto] Deus falou ao nada tudo se fez. Ele [música][canto] posso descansar. Nasci morto, [música][canto] vivo, Deus que escorre. Miseráveis, graça soberana [canto] é [música] Cristo, o princípio, o fim. Nasci morto, [música] nele vivo, Deus que escorre [canto] miseráveis. [música] Graça soberana. É [canto] Cristo, [música] o princípio, fim. A clamar, Deus me [canto] ouvir. A louvá-lo, Deus me [música] enche. Nada mais desejo aqui. [música] Cristo, meu deite é. Se o [música][canto] rosco sempre acho. Se entrego, tudo [música] ganho. Isto é [canto] minha porção. Nada eu desejo mais. [música] minção. [canto] Nada [música] eu desejo, mas eu na chão melão [música] [canto] a maná a graça de sem ansiedade vivo em Cristo. [música] Nele, >> nele [canto] o Deus pai me amou. Se Deus crestinou, [música] quem impedirá? Em Jesus eu sou [canto] mais que vencedor. Deus falou [música] nada, tudo se fez. Nele posso descansar [música] na rocha [canto] mel. Na ro [música] na ro [canto] na ro. [música] Eu estou [canto] em Cristo, só nele [música][canto] descanso. Eu estou em Cristo. [canto] Só nele descanso [música] eu estou. Em Cristo, [canto] só nele descanso. [música] Aleluia. Na rocha há um mel. Aleluia. Você vê, queridos, nós não precisamos de nos preocupar com a graça de amanhã, não é? A Bíblia diz que as suas misericórdias se renovam a cada manhã. É por isso que, por mais que a nossa cultura tente pintar de outra forma ansiedade, é um pecado enorme, porque é declarar que nós não acreditamos na fidelidade de Deus. A gente acabou de cantar agora que eh no chão a maná a graça onde eu vá, sem ansiedade. Por quê? Você vê a a a vitória sobre ansiedade é a certeza de que a graça onde eu vá, a graça para Paulo solto e a graça para Paulo na cadeia. Não é a graça onde eu vá, porque no chão a maná. como Israel, se aquilo será tão desagradável a Deus, Israel eh não confiar em Deus paraa próxima semana. Olha que eles não tinham geladeira, não tinham supermercado, eles não tinham hospital, eles não tinham nada, eles estavam no meio do nada deserto. Mas Deus queria que eles confiassem todos os dias nele. Então o maná para um dia só. Se pegasse para dois dias estragava. Deus estava dizendo: "Olha no chão a maná, a graça onde vocês forem. Eu abri o mar, eu posso fazer qualquer coisa, eu nunca vou falhar. Vocês falham todo dia. Vocês nem podem dizer: "Olha, nós confiamos." É, é que eu fico ansioso. Não é por causa de Deus, é por causa de mim, da minha parte. Mas Deus tá dizendo para Israel, nem a sua parte. Vocês sempre falham. É o que Deus disse para Abraão quando passou entre os animais. Você vai falhar. Alguém vai ter que ser partido. Alguém vai ter que assumir a maldição dessa aliança para ela ser perfeita. Então eu mesmo vou passar sozinho, porque eu vou fazer cumprir a minha parte e vou cumprir a tua parte. Eu vou eh fazer tudo que eu prometi e eu vou tomar o cálice da ira no seu lugar. Vou fazer as duas coisas. Então você pode andar na minha presença. E a Bíblia diz que Deus chamou Abraão de amigo. Realmente a graça onde nós formos. Aleluia. Ele é o Deus todo-pereroso. [roncando] Obrigado. És o [música][canto] princípio, o criador e tudo fluiu sim [música] de ti. [música] Sem conselheiros, [canto] a luz tu criaste em meio [música] à escuridão. [canto] >> [música] >> Teu falar. [canto] Milhares [música] de galáxias [canto] fez surgir teus sopros [música] planetas [canto] se criou. Se estrelas Deus [música][canto] te louvam, louvarei. Posso ver teu [música] coração na criação. [canto] As galáxias brilham [música][canto] graça e amor. Se a criação [música] [canto] te louva, louvarei. Deus da promessa. [canto] Se [música] cada palavra que dizes não é em vão. [música] E quando tu falas [canto] a [música] ciência Deus é [canto] sim é da tua voz. >> [música] [canto] >> o teu falar. Bilhões [música] de criaturas fez surgir [música] glorificando o teu [canto] saber sem fim. Se a criação [música] [canto] te mostra, mostrarei. Pois em [música] tudo [canto] vejo graça e poder. A [música] beleza [canto] está em cada cor do céu. [música] E a criação [canto] te honra, honrarei. [música] Louvarei, louvarei. [canto] [música] Uh. >> [música] >> Se escreas Deus te louvam, [música][canto] louvarei. Se montanhas se inclinam, [canto] eu também. Se o mar diz que és grande, eu [música][canto] direi: "E se tudo existe para [canto] te louvar, eu também. [música] Se o vento obedece, eu também. Em silêncio [canto] [música] rochas clamam, clamarei. E se [música] todo o meu louvor Deus não bastar, [música] eu cantarei [canto] milhões de vezes faz. >> [música] [canto][música] >> Deus salvador és mesmo em fraqueza, [canto] tu venceste na cruz sobre a ira. >> [canto] >> do Pai. Na escuridão, a luz desse mundo morreu. [canto] [música] Ao teu falar, pecados [música] bilhões não contam mais. O teu sangue [música][canto] nos fez justos para Deus. Se a morte [música] tu venceste. Eu venci. >> [música] >> Nada vai nos parar [canto] do teu. [música] Se tu vives, eu para [canto] sempre vivei. [música] Se rendeste tua vida, [canto] renderei [música] de bilhões [canto] de formas. Vejo o teu amor. [música] Os eleitos [canto] que na cruz salvaste, [música] Deus. Ó Deus Pai, [canto] tu amas Cristo. Eu também. >> [música] >> Esse amor bilhões [canto] de eras vão reencher. Tua glória [música] [canto] eu não verei só em Jesus. [música] E o céu [canto] se é para sempre [música] ver a ti. Esse amor [canto] bilhões [música] de eras vão encher. Tua glória. [canto] Eu verei só em Jesus. [música] E o céu se é para sempre ver [canto] a ti. [música] Nosso céu é o céu. Sim é para sempre [canto] ver a ti. Em [música] Jesus é te ver, Pai. E o céu sem é para sempre ver a [canto] ti. [música] >> Para sempre. E o céu sem é [canto] para sempre [música] ver a ti. >> E o céu se [canto] é para sempre [música] ver a ti, nosso Deus. >> E o céu [música] [canto] se é para sempre ver a ti. E [música] o céu se é para sempre ver [canto] a ti, ver Jesus. E o céu sim [canto] é para sempre [música] ver a ti. E o céu se é para sempre ver [canto] a ti. [música] >> Aleluia. Aleluia. [aplausos] Porque tu vives, eu para sempre viverei. Se nós só disséssemos isso, era uma coisa, mas Jesus disse: "Porque eu vivo, vós vivereis". Ah, isso tem um peso muito maior quando é ele dizendo para nós uma o oposto de nós dizermos que ele vive, nós viveremos. Porque o que Jesus tá dizendo é o seguinte: a única maneira da morte tocar em vocês é a morte tocar em mim. Paulo disse: "Nossa vida está escondida em Cristo, em Deus". Então, nossa vida não está em nós. Nossa vida está em Cristo. Se alguém quiser tocar na nossa vida, não tem que vir a nós, tem que ir a ele e matá-lo. Então, pense em Satanás, o mundo ou qualquer coisa, tentando matar Cristo à direita do Pai. Então, é assim, é esse único caminho de matar um único filho de Deus que ele redimiu com o sangue do seu filho. Porque eu vivo, vós vivereis. Vocês só morrem se eu morrer. Mas a Bíblia diz: Jesus ressuscitou e já não morre mais. Essa é a paz que ele quer que nós desfrutemos agora, essa segurança, porque eu vivo, vós também vivereis. [roncando] >> [música] [música] >> A terra [canto] já estremeceu. ao som [música] da tua voz. E se o [música][canto] mar agitado está, [música] podes acalmá-lo por teu falar. Firme estou. [música] Seguirei [canto] olhando para ti. Não temerei, pois [música] comigo [canto] estás. Firme estou. [música] Seguirei [canto] olhando para ti. Tu és a [canto] paz [música] em mim. >> [música] >> Pelo teu [canto] poder [música] eu posso crer, mesmo [música] que eu não possa ver. E se o monte [música] em minha [canto] frente está, pela [música] fé será [canto] lançado ao mar. Firme [música][canto] estou, seguirei olhando para ti. Não temerei, [música] pois comigo [canto] estás. >> [música] >> Firme estou. Seguirei olhando para ti. Tu és [música][canto] a paz. És a paz. Meu coração [canto] [música] descanso em Deus. Em seu nome há poder. [música] Meu [canto] coração [música] descanso em Deus. Grande é o nome [música] [canto] do Senhor. Meu coração [música] descansa em [canto] Deus. Em teu nome [música] há poder. Grande [música][canto] é o nome do Senhor. [música] Tenho [canto] paz [música] em Jesus. [música] Tenho [música] paz [canto] em [música] Jesus. [música] Tenho paz. [canto] [música] Em Jesus. >> [canto] >> Tenho paz [música][canto] em Jesus, [canto] meu [música] Senhor, [música] tenho paz. Vem, [música] Jesus. Tenho [música] paz em Jesus. [música] [música] Tenho paz. Em Jesus. >> [música] >> Tenho [música] paz em Jesus, meu [música][canto] Senhor. Tenho [música] paz [canto] em Jesus, meu Senhor. [música][canto] Tenho paz [música] em Jesus, [música] meu Senhor. [música] Firme estou. Seguirei [canto] olhando para ti. [música] Não temerei, pois comigo [canto] estás. Firme estou. [música] Seguirei olhando [canto] para ti. Tu és a paz [música] em mim. [canto] >> [música] >> Ele é a nossa paz. Amém. É bom dizer isso, não é? A terra já estremeceu. Davi diz isso, ainda que os montes se abalem. Ou seja, nós não pensamos em nada mais firme do que as montanhas, né? assim lá, se nossos pés estão sobre algo tão firme, nós sentimos confiança. Essa semana, algumas semanas atrás, teve um terremoto terrível na Venezuela. Essa semana teve de novo aqui na América do Sul. E a gente vê como é terrível, que hoje em dia todo mundo tem telefone com câmera, né? Então antigamente tinha terremoto, você só ficava vendo depois as a destruição. Mas agora a gente vê um monte de imagens na hora que tá acontecendo, né? As coisas balançando as pessoas. E o que Davi tá dizendo é tão grande, não é? Porque quando você vê isso, quando a terra está tremendo, que base você tem? Não é? Aonde você vai se segurar se tudo que é firme está balançando? Então é isso. A Bíblia está dizendo que a paz de Cristo, a paz que ele é em nós, tu és a paz em mim, nós cantamos, é tão superior a todas as coisas que ainda que você pensasse nas coisas mais firmes da vida, as coisas que os homens realmente pensam, não, isso aqui eu posso colocar meus pés que eu vou ficar firme. Se essas coisas balançarem, o filho de Deus está com seus pés firmes, porque ele não está nessas coisas, não é? Ele está firme em Deus. Ainda que os montes se abalassem, ainda que as coisas mais firmes deste mundo. E nós podemos dizer: "Tu és a paz em mim. Ele é a rocha onde nossos pés estão. Não há nada que possa abalar ele. Então nós estamos seguros ainda que os montes se abalem. Pega essa oferta, esse dízimo nesta noite. Vamos orar antes de ofertarmos. Pai, nós te agradecemos. nos dê um coração assim, um coração que reflita, Senhor Pai, os nossos cânticos para, Senhor Pai, que o céu, a terra, o inferno, Senhor Pai, saibam que nós podemos realmente nos levantar com Davi e dizer: "Senhor Pai, ainda que os os montes se abalem, nós confiaremos, nós faremos menção do seu nome." Então nós podemos confiar, Senhor Pai, porque tu és a paz em nós para o pão de amanhã e para o pão, Senhor Pai, até o último dia da nossa vida, para o ar de hoje e para o ar até o nosso último suspiro neste mundo, quando seremos finalmente envoltos, engolidos pela tua glória. Que nós vivamos dessa maneira, Deus, consagrando todas as coisas a ti, que nos consagraste para ti mesmo, em nome de Jesus. Amém. Amém. Vamos ofertar. [roncando] Amém. Ninguém, ninguém pode dar como Deus, não é? Quem primeiro deu a ele para depois receber? Vamos louvá-lo. >> [música] [música] >> Antes [canto] de criar o tempo, a [música] fundação, a terra e céu, [canto] estavas lá e vistes que era bom. Na [música] eternidade [canto] planejou que tua [música] vida entregaria. estavas lá e vistes [música][canto] que era bom. E assim, assim o nosso [música] [canto] amor chegou. E assim, assim o nosso [canto] rei chegou. Então [música] o céu escureceu, [canto] seu amor rasgou o véu. Céu cantou: [canto] [música] Santo é o seu nome. A morte [música] derrotada [canto] foi a maldição. Ele quebrou. Eu cantarei [música] seu nome para sempre. E assim, assim [música] o nosso amor chegou. [canto] E assim, assim [música] [canto] o nosso rei chegou. E assim, assim [música] o nosso amor [canto] chegou. E assim, assim o nosso [música][canto] rei chegou. Emanuel, [canto] Deus conosco, [música] sempre [canto] nosso Salvador, [música] Manuel. Emanuel. [canto] [música] >> [canto] >> Emanuel, [música] Deus conosco [canto] sempre. >> [música] >> Emanuel, nosso [música] salvador. Manuel, [música] Emanuel, Emanuel. [música] >> [música] [música] >> E assim, assim o nosso [música] amor [canto] chegou. E assim, assim o nosso [música] rei chegou. E assim, assim o nosso [música] amor chegou. E assim, assim o nosso rei chegou. [música] Emanuel, [canto] [música] Deus conosco sempre. Emanuel, nosso [música][canto] Salvador. Eu [música] [música][canto] Deus conosco sempre. Emanuel, [música] nosso salvador. >> [música] >> Noel, Emanuel. Euel, [música] Deus [canto] conosco sempre. [música] Emanuel, [canto] nosso Salvador. [música] Emanuel, Emanuel [música] [canto] conosco. Amém. Queridos, a distância infinita do santo para um homem caído como nós foi desfeita em nosso Emanuel. Amém. Os irmãos podem se assentar. [roncando] Amém. Queridos, eu queria ler aqui em Mateus, Mateus 11 verso 3, uma pergunta de João, que diz assim: "És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar outro? És tu aquele que que havia de vir?" Há poucas perguntas mais repetidas em nosso tempo, só que não feita a outro, feita a nós mesmos, do que esta, quem eu sou? Quem eu sou realmente? E ela aparece quando eh alguém troca de carreira, quando há mudanças eh em nossas vidas, você perde uma posição, um casamento termina, um cônjuge abandona o outro, ou você percebe que o sonho que você perseguiu a vida inteira, aquilo que você sonhou a vida inteira em conseguir, já escapou, né? Você não vai chegar aonde você queria. E nós perguntamos: "Quem somos? Porque nós sentimos que alguma coisa em nós precisa permanecer quando tudo muda. E tudo muda. Então, quem eu sou é quem eu permaneço. Quando todo o resto muda, é aquilo que não muda. Porque nossos papéis mudam, as pessoas mudam de de opinião a nosso respeito. Ah, quantas vezes grandes amigos aí às vezes a outra pessoa agora é o oposto e de um grande amigo. Então, as pessoas mudam de opinião a nosso respeito. O nosso corpo envelhece, queridos. Ah, a própria memória começa a enfraquecer. Nem as coisas eh que pareciam mais seguras, como a nossa mente fica intocada pela mudança. Assim, nós falamos de um eu que atravessa todas essas mudanças. Eu preciso de um eu que continue sendo o mesmo quando eu tinha 20 e quando eu tenho 50, quando eu tenho uma carreira e quando eu não tenho, quando eu estou casado ou fiquei viúvo, ou um cônjuge abandonou o outro. E isso é que eh você vê que João quer saber a identidade de Cristo. Identidade significa isso, aquilo que permanece idêntico de identidade. Aquilo que fica sempre idêntico, apesar de todas as coisas mudarem. É óbvio que se uma coisa muda, à medida que eh eu mudo, à medida que as coisas mudem, a eh isso não pode ser minha identidade, não é? Então, é o centro pelo qual reconhecemos nosso valor, nosso propósito e o nosso lugar no cenário que se altera o tempo todo. Pessoas que amamos morrem, nossos corpos envelhece, envelhecem, enfim. Se esse centro depende, quem eu sou de alguma coisa que pode ser perdida, eu vou estar sempre perdido, porque nossa identidade será tão frágil quanto aquilo que você construiu a sua identidade. Mesmo que você construa em coisas que aparentemente são maravilhosas. Se você construir sua identidade no casamento, então o teu casamento pode ser sólido e maravilhoso, mas um dia o seu cônjuge morre, então sua identidade se foi. Então você vê mesmo algo que parece bom, eh se a nossa identidade está construída naquilo, quando aquilo eh falha, eu não tenho mais proposta, porque aquilo era a minha identidade, era a razão. Eu sou apenas a minha profissão, eu deixo de saber quem eu sou quando a profissão desaparece. Por que que tantas pessoas quando se aposentam ficam deprimidas e tal? Dizem, as pessoas costumam dizer, a pessoa às vezes fazer muita coisa, se aposenta e morre logo. Porque a pessoa meio que a identidade dela era aquilo que ela fazia. Ela fazia aquilo tanto tempo. Quando aquilo cessa, a pessoa já não tem mais um propósito. Ela não tem a identidade dela tava ligada ao que ela fazia. E ela não faz mais. Isso pode acontecer independente do que você faça. Um pastor, ele prega tantos anos, mas haverá um dia que ele não pode pregar mais. Ele está ficando velho. Se sua identidade fosse o seu ministério, então eh ela desmorona. Se eu sou apenas a pessoa amada por alguém, eu vou desmoronar quando esse amor não for mais dirigido a mim ou quando a pessoa deixar de existir. Se eu sou apenas um filho admirado, o pai será necessário, não é? Eh, para mim e ser quem eu sou, mas o meu pai é mortal. E também se toda a minha identidade vem do meu pai, se um dia o meu pai me reprova por alguma coisa, então eu também desmoronou, eu vou desmoronar. O problema moderno não é que deixamos de procurar uma identidade. O homem nunca vai deixar de procurar uma identidade em sua beleza, em sua inteligência, em suas capacidades, em relacionamentos, em coisas, no dinheiro. O problema é que fomos ensinados a produzir a nossa identidade com materiais incapazes de suportar o peso da nossa alma imortal. Se a minha identidade é ser pai, então um dia eu posso não ter filhos. A tradição dizia: "Você é aquilo que você deve fazer". Assim eram as as gerações antigas. As pessoas sabiam o seu papel na sua cultura, na sua família e ela era aquilo. Já hoje, nos nossos dias, a resposta mudou: você é aquilo que você desejar ser. Você pode ser o que você quiser. E isso nos aprisiona a expectativas do grupo, porque nós ficamos tentando ser alguma coisa pelo que a gente vai conseguir na vida. E a outra nos aprisiona na obrigação de descobrir ou fabricar um eu, porque nós não temos nenhum. Nós precisamos construir uma carreira, um relacionamento, viver determinada experiência em ambas, tanto do passado quanto agora. O peso nos esmaga e com isso medo, ansiedade, em ambas precisamos justificar a nossa existência. É como se você nascesse sem uma um um significado. E você tem que criar o seu eu, tem que criar a sua identidade. O evangelho começa fazendo uma pergunta mais profunda. Não apenas quem é você, mas de quem você é. Às vezes a nossa pergunta, às vezes não é que a resposta que a gente tem pra vida esteja errada, né? Às vezes a pergunta está errada. E óbvio que você não pode ter nada certo quando a nossa própria pergunta está errada. E a pergunta do mundo do humanismo secular já está errada. João Batista encarcerado e ferido pela perplexidade. Pense, a gente fala em João Batista, ele só tinha 30, 31. Ele era um era novo e Deus fez coisas grandes, mas agora ele tá preso, ele pode morrer e ele tá encarcerado e ele tá meio perplexo. E ele enviou os discípulos a Jesus para perguntar: "És tu aquele que haveria de vir ou nós devemos esperar outra pessoa?" Outro? A pergunta não dizia respeito apenas à identidade de Cristo, apesar de que parece ser, né? Tu és aquele que havia de vir. Eu vou ter que esperar outra pessoa. Parece você, quem você é? Parece que era só uma pergunta sobre Cristo, mas ela também revelava a necessidade do coração humano. Se Cristo fosse aquele, seria uma coisa. Se não fosse, seria outra. Se Cristo não é aquele, nós ainda procuramos outro salvador. Jov tá dizendo: "Se tu não és aquele, então eu não sei mais quem eu sou." outro Salvador e outro Senhor. Porque nós precisamos de uma identidade, outro nome capaz de dizer para nós finalmente quem nós somos. Ninguém vive sem entregar a própria identidade a alguma realidade que considere suprema, que considere um chão firme para mim eh saber finalmente quem eu sou. ou pertencemos a Cristo ou pertencemos a algo, nós sempre vamos tirar nossa identidade de alguma coisa. E tudo que ocupa o lugar de Cristo vai exigir de nós uma salvação que não oferece. Se eu dependo para minha identidade da minha alguém depende da sua beleza, então a salvação vai ser sua salvadora, mas ela vai exigir que você seja belo e continue belo e sempre belo, porque você vê, ela não te salva. E sempre que você for ficando menos belo ou mais velho, então ela te condena. Nós, o que o que nós precisamos para permanecer quando todos os papéis mudam, todas as as coisas, tanto em nós quanto a nossa volta, quanto na nossa cultura mudam. Nós desempenhamos muitos papéis durante a vida, não é? Não falta papéis para nós, papéis que nós temos mesmo e papéis que às vezes as outras pessoas colocam sobre nós, não é? Mas mesmo que outras pessoas não coloquem, nós temos muitos papéis, nós somos filhos. Todos nós, né? Somos pais, somos cônjuges, somos amigos, somos profissionais num ambiente de trabalho, somos vizinho de pessoas, somos membros de uma igreja, somos membros de Jardim da Luz e somos cidadãos brasileiros. Nada disso é falso. Nós realmente somos essas coisas. pais, amigos, esposo, esposa, sabe, cidadão. Deus nos criou com essas relações reais e com responsabilidades diferentes em cada relação dessa, como marido, como pai, como cidadão. O problema começa quando não existe um centro que atravesse todos esses papéis, um centro que não mude quando eu sou marido e quando eu sou pai, quando sou pastor e quando sou um cidadão, quando sou jovem e quando sou velho, quando tenho saúde e quando tenho enfermidade, quando vivo e quando morro, algo que não mude, apesar de todas essas mudanças nesses papéis. Então, nós eh passamos a ser uma pessoa diante eh de quem nos admira e outra diante de quem nos rejeita. Porque quem nós somos depende, por exemplo, de do ambiente que estamos, com quem estamos. Às vezes, como pai, eu sou alguém, como esposo sou outro. Sou doce como pai, não sou doce como esposo. Então você vê, não há um eu que permaneça idêntico em todos os papéis e nos tornamos corajosos quando estamos protegidos, sentimos que eh não é tão perigoso e silenciosos quando a fidelidade vai nos custar alguma coisa. Parecemos generosos quando isso confirma uma imagem para nós, nos dá uma identidade, mas eh nos tornamos duros quando a necessidade de outra pessoa eh precisa do nosso desconforto, vai custar o nosso conforto. Então, sem um centro estável, o eu se torna um conjunto de adaptações a várias situações da vida. O eu vai se alterando se eu tô no culto ou amanhã eu estou no trabalho ou na universidade ou na escola. Se eu estou no culto ou estou na minha casa com meus filhos, com a minha esposa ou com o esposo, mudamos porque estamos querendo sobreviver aos olhares, representamos para conservar amor. Nos escondemos daquilo que tememos que outros saibam. A identidade passa a ser, então, é uma coisa volátil, né? uma coisa que está sempre em negociação permanente entre aquilo que desejamos parecer e aquilo que acreditamos que os outros exigem que nós somos ou sejamos. E é por isso que tantas pessoas se sentem exaltas, mesmo quando não sabem dizer porquê. Aí começa a pegar nomes do do humanismo secular, não é? Ela se sente exausta, ela sente vivendo essa essa luta. Eles não estão apenas trabalhando. Quando estão trabalhando, eles estão tentando sustentar uma imagem, uma identidade e aquilo vira mais do que trabalho. Se ali as coisas fracassarem, ele como pessoa fracassou. A identidade dele desmorona. E você não está apenas conversando, você está administrando a impressão que as pessoas têm de você. E talvez por isso suas palavras sejam uma na igreja e outra no trabalho, outra na universidade, a outra no colégio. Por quê? Porque você está administrando o que que aquelas pessoas pensam de você, porque você tá tirando a identidade daquilo. Você não está apenas amando, está tentando obter o amor alheio daquele amor, uma absolvição, uma salvação, uma identidade, um quem você é. A pergunta: Quem sou eu? Procura alguma coisa que permaneça verdadeira quando o aplauso cessa, quando o fracasso chega, quando o papel que nos definia não pode nos definir mais. Precisamos de um nome que não dependa do palco, não dependa de do papel. Precisamos de um valor que não aumente com o nosso sucesso para nós sentirmos que quem somos. Somos alguém ou do nosso fracasso, então não somos ninguém. Precisamos de um propósito que não seja destruído quando nossos planos fracassam. Se a nossa vida estava em nossos planos, então eles fracassam. Nós não sabemos quem somos. A Bíblia não nega a importância de nossos papéis. Eles são importante, importantes, mas não são quem somos. Quem eu sou não é minha profissão. Quem eu sou não é o meu ministério. Quem eu sou não é minha idade, minha juventude ou minha velice, minha saúde ou minha doença. Então, eh, a Bíblia não nega que é importante os papéis que eu desempenho. pai, filho, cônjuge, cidadão, trabalhador, vizinho. Esses papéis são importantes, mas a Bíblia recusa a permitir que eles ocupem o lugar que define quem eu sou. Paulo podia ser apóstolo, prisioneiro, pregador, trabalhador manual, amigo e homem desprezado. Vários papéis. Contudo, por baixo de todos esses nomes havia um centro. Ele disse: "Cristo é a minha vida. Nada mais é minha vida. Nada mais está me definindo. Eu não entro em colapso de quem eu sou, ah, de autoestime, etc., porque eu estou na cadeia, porque pessoas me me amavam, me desprezam." Essa verdade não eliminava as responsabilidades dele como pregador, como apóstolo. Ela ordenava essas coisas. Ela fazia essas coisas funcionarem bem, cada um dos papéis. Ele não precisava usar o ministério para fabricar o eu. Ele podia servir porque ele já possui um eu em Cristo. Então ele não er essas pessoas que, ah, tô decepcionada com o ministério, tô decepcionado com a falta de reconhecimento. Ele não era alguém assim. Porque o que ele era em Cristo é que eh eh eh ele não tava esperando que o ministério fizesse dele alguém que fosse que que fizesse ele ter um eu eh de sucesso ou um eu de fracasso. Não precisava transformar o sofrimento em abandono, ser amargurado, ser eh ficar cheio de autopiedade, ninguém me ama, sabe? Ele tinha um amor que o definia, que dava o seu, a sua identidade. Então ele podia lidar com aquilo, podia sofrer sabendo que nada ia separar ele do amor de Deus. Você vê, ele tinha uma identidade diferente de um homem que está fora de Cristo, que tem identidade, que devia ser a mesma coisa em todas situações, mas que vai mudando em todas as situações. E o homem tá sempre procurando ser salvo por alguma coisa. Quando pertencemos a Cristo, os papéis deixam de ser nossos senhores. O meu trabalho não é meu Senhor. Minha paternidade não é o meu Senhor. Eh, o e eh o casamento não é o Senhor. A saúde não é Senhor. Nada é Senhor, porque a identidade está em outro lugar. Todas essas coisas se tornam lugar de serviço, de ser quem eu sou em Cristo. Então, a identidade cristã não é o papel que conseguimos preservar, mas o nome que Cristo nos dá e que ninguém pode tirar, nada pode nos separar daquilo. As circunstâncias possuem uma força extraordinária sobre a maneira como nós nos percebemos se nós não estivermos dentro disso. uma semana de aprovação pode fazer alguém se sentir finalmente, ah, agora eu encontrei meu lugar, agora minha vida está indo pra frente. E uma única crítica às vezes pode fazer a pessoa desmoronar. Assim é o mundo, porque aquilo é a sua identidade. Você vê eh o caso da história de Mardoqueu. Um homem lá era honrado por pelo rei, por todo mundo, mas Mardoqueu não se inclinou a ele, porque acabou com a vida dele. Então, uma crítica pode fazê-lo questionar tudo. Nós dizemos que sabemos separar quem somos daquilo que acontece conosco. Na prática, porém, o coração frequentemente interpreta as circunstâncias como veredictos. Se Deus me ama, por que isso está acontecendo? Se isso é assim, por que isso está acontecendo assim? Você vê que a pessoa está pegando os acontecimentos e aquilo está produzindo um veredicto para ela. Ela realmente está ainda fora disso. Quando nossas orações recebem a resposta desejadas, sentimos que Deus nos ama, Deus está próximo, Deus. Mas quando nossas orações ficam sem resposta, não é? Quando a providência nos conduz por uma estrada que não escolhemos, planos que não tínhamos, nós começamos a perguntar se ainda somos amados. Isso mostra que a nossa identidade não está apenas nas nossas ideias conscientes. Porque num culto e como nós sabemos as respostas certas, nós podemos conscientemente dizer: "Não, minha identidade está em Cristo". Só para amanhã estar arrasado, porque alguma coisa na qual eu realmente sentia que a minha vida valia e a pena, que me dava identidade, está ruim diante das pessoas. Isso mostra essa que que essa identidade nem sempre está em nossas ideias conscientes. Ela está naquilo que tem o poder para nos justificar ou nos condenar interiormente. Se eu continuo me sentindo interiormente condenado, quando perco uma coisa, é óbvio que mesmo que conscientemente eu dissesse o contrário, é aquilo que me dava identidade. O que nos eleva ao céu quando chega e nos lança ao chão quando desaparece. Está exercendo uma autoridade sobre o nosso nome, sobre quem nós somos. E essa identidade é uma identidade construída sobre circunstâncias favoráveis. Quando isso acontece, nossa identidade é óbvio que não vai ser, porque no mundo, na vida, nada é estável. Todas as coisas eh eh eh que nós temos, as melhores coisas que Deus dá, nem vamos falar das coisas que ele diz não, mas das melhores coisas que Deus dá nunca foram prometidas a nós para sempre. Deus nunca disse para nós: "Você vai ter filhos até o fim, você vai ter um esposo ou uma esposa até o fim, ou você vai ter uma esposa, ou você vai ter um esposo". Nunca isso é prometido a nós. Nenhuma das coisas que Deus nos dá, eh, saúde, juventude, nada disso foi prometido, que será nosso para sempre. Pelo contrário, ah, se você precisa de uma quantidade contínua de afirmações para você ter um eu, o teu eu não está aonde está, há perdas que não podem ser evitadas. Não há nada que possamos fazer. Há doenças que não respeitam currículos. No final das contas, o homem mais inteligente e o mais ignorante morrem. As pessoas que têm mais recursos, as que têm menas menos recursos [roncando] também. Então, há pessoas fiéis que são mal compreendidas, há pessoas fiéis que o cônjuge foi embora. Há servos de Deus que atravessam períodos em que todo o seu trabalho parece estéril, parece que não está acontecendo nada. Há santos que morrem sem ver o resultado das suas orações mais profundas, que só vai se eh ser respondidas depois que ele já morreu. Se o nosso eu depende da leitura imediata dos acontecimentos, vamos ser como uma gangorra. Vamos estar tão perdidos internamente como o mundo. Tudo vai depender de como vai ser o dia, como vai ser a semana. Chamaremos de fracasso aquilo que Deus está usando para nos libertar. Chamaremos de abandono aquilo que talvez seja a disciplina mais amorosa de Deus para os nossos corações. Chamemos de fim aquilo que nas mãos do do Cristo ressuscitado é apenas entrada para uma vida que ainda sequer podemos imaginar. Cristo não oferece uma identidade que evita mudança. Ele realmente oferece uma identidade. Ele oferece uma identidade capaz de atravessar todas as mudanças. Deus estava fazendo isso com João. A identidade de João não estava no seu ministério, não quer fazer no deserto. Ele podia perder o pescoço, ser decaptado. Ele tinha que aprender isso. E nós também. O cristão pode chorar sem concluir que deixou, que perdeu alguma coisa em seu pai. Pode fracassar sem imaginar que a cruz perdeu o seu valor. Ele pode ser esquecido pelos homens sem acreditar que seu nome foi apagado em nada do coração de Deus. Mas se não for assim, quando o seu nome é esquecido, é uma espécie de morte. Ele pode atravessar a morte sabendo que nem mesmo a sepultura possui uma autoridade para desfazer a união dele com Cristo. Então, ele tem um eu para enfrentar a morte, um eu que não muda, um eu que não dependia da da própria vida. As circunstâncias ainda dorem, ainda dóem, a rejeição ainda fere, a perda ainda produz lágrimas, mas nenhuma delas possui um veredo para nós. Quem nós somos? Se estamos em Cristo, nossa vida está escondida com ele em Deus. Essa é a nossa identidade. O mundo pode alterar a nossa condição, não pode alterar o nosso pertencimento final. Então, quando a identidade está escondida em Cristo, a tempestade pode mudar só paisagens, situações, mas não muda o endereço da nossa identidade que nunca esteve nessas coisas. Então, a nossa identidade, em terceiro lugar, sempre é recebida de algum senhor. Nós não criamos, sabe? Criar nossa própria identidade seria como esse iPad depois de feito decidi o que ele é. É óbvio que ele não decide quem ele é. É óbvio que eh um senhor diz o que você é. A modernidade gosta de repetir que cada pessoa deve definir a si mesma. A frase parece interessante, libertadora e é tão centrada no ego que as pessoas gostam de abraçar. Ela promete um eu sem interferência, sem tradição, sem autoridade, sem dependência, mas ninguém realmente cria uma identidade do nada, nem nossa cultura, apesar de só falar nisso mesmo. Quem afirma não necessitar da aprovação de ninguém, escolhe um grupo cuja aprovação considera legítima. Ele talvez despreze a opinião da família dele, mas dos amigos não. É aqueles amigos que estão dando identidade a ele. É aquela ideologia. Ele pode agora dizer assim, não importa que a opinião de ninguém, não. Não importa a opinião dos pais do do do passado, mas é esse grupo aqui, eu quero estar entre eles. Eles estão me dando a minha identidade. Então ele pode desprezar a opinião da família, mas depende profundamente da opinião dos colegas. talvez rejeite a religião recebida, mas se torne incapaz de suportar a desaprovação da nova tribo da qual ele pertence. Ele quer ser admirado, ele quer ser aceito. Talvez diga que apenas segue o próprio coração sem perceber que seus desejos foram educados pela história, pela propaganda, pelos exemplos, as expectativas sociais, pelas aflições que experimentou. E ele acha, ele pode dizer que ele tá seguindo o seu coração. Quando na verdade você vê muito isso hoje em dia, né? A pessoa vai para um lugar, ela diz: "Não, agora eu sou eu mesmo, não sigo, eu sigo meu coração". Ela é igualzinha outras pessoas. Você olha para ela, o que ela tá dizendo, o que ela tá repetindo, o que ela tá defendendo, é exatamente aquilo que a tribo que ela tá agora tá defendendo. É óbvio que ela não é exatamente o retrato do que ela mesmo decidiu ser. O ser humano não é um criador absoluto, é uma criatura relacional. Nós nos conhecemos sempre diante de alguém. A verdadeira pergunta, portanto, não é se recebemos uma identidade, é quem vai nos dar a nossa identidade. E como nós nos relacionamos com a vida, vai deixar claro. Nunca pergunta se nós teremos um senhor, é qual senhor está interpretando sua vida e dizendo bom ou então mau? Você está vencendo ou então você está perdendo? Não é se nós vamos adorar, então é o que será tão importante para nós, que ao perdê-lo sentiremos que perdemos a nós mesmos. Porque isso que é perder identidade. Eu me perdi, não sei mais. O coração sempre se inclina diante de alguma realidade e diz: "Diga-me que eu importo. Diga-me que minha vida vale a pena. Diga-me que minha vida valeu a pena. Diga-me que eu não sou um fracasso. É a pergunta que o soldado Ryan Velin faz pra esposa dele, né? Diga que eu vivi uma vida digna. A beleza, a inteligência, a moralidade, o ministério, eh, a espiritualidade. Você vê Paulo era o fariseu dos fariseus. Essa era a identidade dele. Ele era capaz de matar por causa disso. Há pessoas que se definem por aquilo que conquistaram. A gente tem essas expressões, eu venci na vida. Porque você vê, ela se define pelo que ela conquistou. Outra se define por aquilo que elas que as pessoas fizeram a ela. Ela ela é uma pessoa magra, miserável. Eu sou infeliz. Por quê? Porque as pessoas fizeram isso, papai fez aquilo. Em ambos os casos, o passado se tornou o nosso Senhor. Jesus não veio apenas para acrescentar uma dimensão religiosa a todas essas dimensões que nós construímos, nem ser simplesmente a dimensão mais importante. Ele veio e não apenas para acrescentar isso, ele veio reivindicar-nos por inteiro. Vocês não são de si mesmos, diz a escritura. Vocês foram comprados por um preço. Isso sou ofensivo a uma cultura que considera a autonomia o bem supremo. Entretanto, a autonomia absoluta é uma ficção, uma ficção cruel. Ser de si mesmo significa ter de produzir sozinho o seu próprio valor, justificar a sua própria vida, justificar cada escolha, carregar cada culpa até o fim, levar sua miséria, nunca ter um salvador. Enfrentar a morte sem um amor maior do que o próprio coração. Enfrentar a morte sem algo maior do que a vida. Pertencer a Cristo significa ser possuído por aquele que entregou a própria vida para nos possuir. Ou seja, o seu senhorio não é uma exploração, é sempre dádiva. Dádiva é redenção. Ele não nos compra para nos reduzir. Ele não nos compra como os mercadores compraram José para vendero como escravo. Ele nos compra para nos devolver aquilo para o qual ele mesmo nos criou. A liberdade não começa quando deixamos de pertencer, começa quando pertencemos ao Senhor que morreu para nos tornar seus como ele nos criou para ser. E então nos dá identidade. O que Deus realmente queria na vida de João Batista devia ser sua eh eh devia dar a sua identidade de tal maneira que pudesse lidar com o seu ministério no deserto e com sua morte na cadeia. Nas culturas antigas, a pergunta quem sou eu recebe uma resposta pronta, né? Seu casamento, sua profissão, sua responsabilidade, eh já foram definidos, eh, por você antes de você nascer. Então, é óbvio que o filho mais velho de de de Jacó já tinha a sua vida meio que definida. Você vê mesmo Deus dando uma palavra contrária, como o pai dele tentou fazer que ele fosse quem aquilo que a a tradição dizia que ele era. Ele era o primogênito, mesmo tendo uma palavra direta de Deus, como eh eh eh Isaque, né? Na verdade, Isaque resistiu a isso e tentou ainda assim colocar Isaú, porque é o que aquela cultura dizia. Seu lugar, sua profissão, seu casamento, suas responsabilidades já foram em grande medida definida antes de você sequer aprender falar. E há algo verdadeiro nessa visão. Nenhum ser humano isolado. Você não nasce de de de num ovo abandonado em algum lugar. Você recebe uma história, uma língua, um corpo, relações. Você recebe deveres. A Bíblia não celebra o indivíduo que trata toda obrigação como opressão. Oressão da família, opressão do trabalho, opressão, ou seja, todas as as eh eh obrigações são vistas como um peso, uma uma uma pressão. A Bíblia não celebra o indivíduo assim. Cumprir promessas, servir ao próximo, aceitar responsabilidade, fazem parte da maturidade. O problema surge quando o grupo transforma o dever na sua própria identidade. Você vê, ser príncipe do Egito não era a identidade de Moisés. Ele podia ir embora, mas se fosse, então ele seria miserável ao ir embora. [roncando] Então a pessoa vale enquanto desempenha corretamente o papel esperado, o filho que não corresponde ao projeto da família. Então em e sociedades tradicionais passadas, né? Então ele era uma vergonha pra família, é uma vergonha para o nome. Estava sujando o nome. A mulher que não se ajusta ao modelo cultural eh recebe um nome de desonro. O homem que demonstra fraqueza é indigno. Está manchando o nome da família inteira. a falta de coragem dele. O fracasso deixa de ser algo que acontece ou que aconteceu e passa a ser aquilo que você é. Você é um covarde. A comunidade pode oferecer então pertencimento, mas cobra uma conformidade como preço ao pertencimento e a identidade que ela te dá. Ela diz: "Você é nosso enquanto sustenta a nossa imagem. Você é dessa família enquanto não é envergonha. Isso produz que cumprem deveres por medo de desaparecer. Eu não quero ser um ninguém. Elas obedecem, mas elas nunca descansam. Elas servem, mas elas acumulam ressentimento. Ah, eu sempre estive fazendo o que meu pai queria, o que minha mãe queria, o que minha família queria. Elas preservam a aparência, mas escondem feridas que ninguém pode conhecer. A honra do grupo se tornou algo, se tornou um Deus e um Deus severo. Ela sente um peso. Exige esse Deus sacrifícios constantes e jamais vai dizer tetelei. Jamais vai dizer isso está consumado. Jamais dizer está feito. Nem as sociedades tradicionais, nem a moderna, nem a beleza, nem a carreira, jamais vai dizer: "Está feito, acabou". Bom, sempre a pressão vai continuar lá. Quando Jesus chama discípulos, ele confronta essa tirania. Ele não despreza família Cristo, né? Lógico que não. Ele a coloca abaixo de um senhorinho maior que dá a identidade deles. Quem ama pai ou mãe mais do que a ele não é digno de mim. Ou seja, se a tua identidade não vem de mim, você não é digno de mim. Isso não é licença para ingratidão. É libertação do poder de transformar a família na nossa fonte de salvação. Em Cristo, eu posso honrar meus pais. sem permitir que a aprovação deles determine quem eu sou. Às vezes eles seriam desprezados pelos pais exatamente pelo que eles eram em Cristo. E tudo estaria bem, porque aquela mudança não mudaria a identidade deles, que não vinha daquilo. posso servir a minha comunidade sem chamar eh eh os seus pecados de virtudes, como acontece hoje. Como cristãos às vezes usa até, ah, ó, eu não sou eh eh eh eh não sou a favor, mas também tudo bem, não é? como quem diz, eh, eu não acho também que isso aí não é é o oposto do correto, da virtude. Eu posso receber minha cultura como dom e ao mesmo tempo recusar seus ídolos. Eu posso agradecer a Deus por ter nascido na época que nasci, desfrutar da cultura que eu vivo, do que ela produz dentro dos limites, ao mesmo tempo recusar todos os ídolos da cultura. Ou seja, não vou ser ingrato com a época que Deus, por graça, me concedeu neste mundo, o século XX, XX. Ao mesmo tempo, não vou servir aos deuses do século XX, XX, como Daniel na Babilônia. O evangelho cria um povo no qual ninguém entra por linhagem, desempenho, adequação social ou alguma vitória ou alguma beleza ou alguma coisa que ele possa atribuir a ele mesmo. Ao mesmo tempo, você vê essas pessoas recebem uma identidade que ela realmente é uma identidade, algo que não muda quando todas essas coisas mudam, nós entramos pela graça. A prostituta arrependida e o fariseu respeitado entram pela mesma porta, vão ter a mesma identidade. Ela não vai ter uma identidade frágil porque foi prostituta e Paulo uma forte, porque era um homem segundo a lei externa. irrepreensível. A cruz humilha o orgulho da tradição e cura o exílio do rejeitado. Então, a modernidade reagiu a essa opressão das identidades impostas como uma promessa de libertação e disse: "Não permita que a tua família, a religião ou a sociedade definam você. você se define. E há uma parte compreensível nessa reação. Muitas pessoas foram esmagadas pelas expectativas injustas colocadas pela tradição sobre elas. Muitos dons foram sufocados porque o a família achava que a pessoa tinha que ser alguma coisa que ela não era. Muitas vocações legítimas foram tratadas como rebeldia apenas porque não seguiu aquilo que a família costumava seguir. Contudo, a solução moderna trouxe uma nova crueldade. Sempre a crueldade, não é? Quando abraçamos outros salvadores, agora a pessoa precisa encontrar dentro de si mesma algo suficiente, um eu forte, claro e original para justificar diante dos outros a sua existência ou a sua identidade. A antiga cultura dizia: "Seja aquilo que nós ordenamos". A nova diz: "Seja tudo aquilo que você deseja". E prove, prove que esse desejo merece o nosso reconhecimento, que você realmente é isso que está dizendo, você é bom nisso. O peso esmagador continua. Além disso, a Bíblia não trata o coração humano como uma fonte pura, que precisa ser apenas eh eh eh libertada de expectativas. do coração procedem tantos eh atos de amor, não espirituais, não é? Como todas as podridões e até os amores estão sendo controlados no fundo pelo ego. Então, eh, apesar disso, na graça comum de Deus, há sonhos que devem ser cultivados e sonhos que devem ser rejeitados. não encontramos em nós mesmos a resposta. nem eh um homem comum, ainda não regenerado dentro de si mesmo. A sonhos que são apenas formas refinadas de orgulho, vingança ou medo. Seguir o coração é a coisa mais ridícula que alguém podia fazer sem submeter o coração a uma verdade, porque o coração deseja coisas diferentes e opostas entre si mesmo. é entregar o volante a uma realidade que também foi afetada, totalmente controlada e corrompida pelo pecado. Jesus não disse: "Descubra seu desejo mais profundo e obedeça a ele". Ele diz: "Negue-se a si mesmo. Tome a sua cruz. Siga-me". Negar a si mesmo não significa odiar personalidade ou desprezar eh eh aquilo que Deus nos deu. Significa recusar ao eu o direito de ser o seu senhor e de tentar definir sua identidade em coisas que estão mudando e abandonar a ideia de que todo desejo interior possui autoridade moral apenas porque é intenso. Olha, mas eu amo tanto essa pessoa, como isso pode ser errado? É óbvio que pode. O que eu amo muito pode ser muito errado. A graça não destrói a pessoa. Ela liberta da necessidade de adorar cada impulso, cada anseio, cada desejo. Essa pessoa submete isso a algo muito maior. Esses impulsos mudam. Esses impulsos são contraditórios. Em Cristo, não preciso transformar o meu desejo em decreto. Nenhum desejo que nasce em mim é um decreto. É um desejo que eu vou submeter, posso levá-la ao Pai e posso receber um sim com gratidão, mas posso receber um não com confiança. Posso descobrir que alguns desejos eram pequenos demais e Deus tinha ideias muito mais elevadas. E posso também descobrir que o chamado de Deus desperta desejos mais santos que eu nunca nem tinha tido até Deus fazer isso, mais profundos, mais livres. Então, a identidade tradicional pressionava de fora a família, a aldeia, a classe, a religião, diziam o que você deveria ser e você ia se sentir justificado, salvo, se correspondesse. A identidade da nossa geração transferiu a pressão para dentro de nós. Agora, precisamos ser originais, realizados, autênticos. Precisamos ser interessantes. Então, ficamos fingindo que somos interessantes. Ficamos representando papéis para as pessoas acharem: "Olha que vida incrível, que casamento incrível, que coisas incríveis". Porque nós queremos mostrar uma melhor versão de nós mesmos, que nós mesmos criamos. Então, a tirania mudou de endereço. Antes nós temíamos decepcionar os nossos antepassados. Agora, nós temos desperdiçar nosso potencial. e ou sequer descobrirmos. Às vezes estamos velhos, ainda estamos tentando descobrir qual é o meu, o que que eu vim fazer realmente ainda estou tentando. Antes havia um papel físico fixo, agora é uma quantidade infinita de papéis. Tem cristãos que já estão, sei lá, né, mais perto da morte, ainda estão tentando descobrir sua identidade, o que querem da vida, o que norteia a vida. Antes a pessoa se sentia culpada por não cumprir o dever. Agora ela se sente fracassada por não alcançar o seu sonho, os sonhos do seu coração. E as redes sociais intensificam essa pressão. Elas nos apresentam versões editadas da vida de todo mundo, porque é o que é publicado, algo editado pelas redes sociais. Não existe quase crises em casamento, não é? As pessoas são muito felizes, elas são, Enquanto isso, o nosso eu precisa produzir conteúdo, manter relevância e provar que ele existe. Existe de uma maneira interessante para que as pessoas possam dizer bom, nos justificar e essa exigência destrói a ideia de descanso. Depois não sabemos porque somos uma geração tão ansiosa. O silêncio parece desaparecimento. A rotina, a rotina comum do trabalho em casa ou fora de casa parece simplesmente mediocridade. Não há nada de incrível na minha vida. A rotina parece mediocridade. A fidelidade escondida parece pequena demais. Se eu sou fiel a Deus e vivo uma vida para ele, uma vida de verdadeira comunhão, verdadeira adoração, mas isso é escondido, ninguém vê, ninguém sabe, nunca, parece pequeno demais. A pessoa passa a confundir visibilidade com valor. Ela não pergunta apenas se algo é verdadeiro ou bom, se honra a Deus ou não. A pergunta, isso vai ser percebido? As pessoas vão ver isso como algo bom. Elas vão me dar valor. Elas vão me dar um veredito. O evangelho rompe tanto com a imposição externa quanto com essa fabricação interna. João precisava tanto disso. Agora que ele estava preso, ia morrer. Ele anuncia que a identidade decisiva vem de fora, mas não da sociedade, não do humanismo, não da cultura. A Bíblia diz que a nossa identidade não está em nós mesmos. Ela realmente está num lugar onde a vida não pode tocá. Você pode ser o mesmo em todas as situações, ter uma identidade. E ela realmente não vem de dentro, vem de fora, mas não do mundo tocado por Adão. Anuncia que essa identidade decisiva vem de fora, mas não assim, vem do veredicto de Deus, do bom que ele já pronunciou. É externa porque não é produzida por nossos sentimentos ou por nossas feitos. E é graciosa porque nunca foi conquistada, nunca foi algo que olha esse cara é o que que ele é? Ele é artista. Por quê? Porque ele é muito bom nisso. Ele conquistou o nome. Você vê essa pessoa cheia de inseguranças. É a mesma coisa. Aquele talento que ela tem. Eh, não não mantém as coisas sempre iguais. As coisas vão mudando. Então, eu aquele eu não consegue se sustentar. Então é graciosa porque não não é conquistada por desempenho e é pessoal porque o Espírito Santo aplica em nossos corações. O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Dado a quem? A cada um individualmente. E a comunitária porque nos coloca numa família que nós não criamos. Não criamos a família de Deus. Podemos pertencer a ela ou não, mas não podemos criá-la. Então você não pode dizer, eu tenho uma relação só eu e Deus. Você não pode, porque ele que soberanamente bota alguém numa relação com ele, bota essa relação dentro de uma família e é estável porque está fundada na obra de Cristo. O pai não espera que apresentemos uma versão suficientemente impressionante de nós mesmos. O que poderia impressionar Deus? Nenhum querubim santo que nunca pecou impressiona Deus. Ele nos recebe no filho amado. Significa que o cristão pode ser comum e jamais insignificante. Comum e jamais. Ele pode ter uma vida comum e jamais medíocre. João Batista não é eh eh um fracasso porque está na cadeia e nem era um sucesso porque estava no deserto proclamando verdades que estavam abalando Israel. Então você pode conhecer seus limites sem perder dignidade, pode se arrepender sem ser destruído, porque a sua confissão nunca apaga a justiça de Cristo. Se eu quando falasse: "Deus me perdoa, eu fui, eu senti, isso é o orgulho que operou em mim. Se isso pudesse apagar a justiça de Cristo, isso seria definir a minha morte. Então eu tentaria racionalizar, mas como eu sei que não é isso que me define e sim a justiça de Cristo, então eu posso ser sincero. Eu não tenho nenhuma razão para racionalizar, a não ser que a minha identidade não esteja em Cristo. Pode mudar e eh eh eh nós podemos mudar de opinião sem sentir que deixamos de existir. A graça nos dá um centro suficientemente firme para permitir crescimento real em todas as circunstâncias. Porque nós nunca sentimos que o nosso eu está ameaçado em nenhuma circunstância. Nós realmente temos uma identidade, uma identidade que pode estar no deserto pregando como João ou na cadeia como João. Somente quem já foi recebido consegue abandonar. Eh, a Bíblia mostra todas essas essas máscaras, não é? Então, todo ser humano organiza a vida ao redor de algum centro e ele pode usar essa linguagem ou não, mas pode afirmar que possui muitos interesses, mas nenhuma lealdade absoluta. Mas é mentira, todos nós temos lealdades absolutas. Então, eh, o que João precisava era, não por causa da sua circunstância pensar Cristo é quem nós devíamos esperar como Salvador ou não. Jesus vai dizer: "Eu sou, então está tudo bem. Se a tua identidade está em mim, está tudo bem. Se você está preso, não é?" ele não ia ser solto, não é? Então, eh, o evangelho não oferece apenas uma lista de de de centros que não podem ser sua identidade, proibidos. Ele te dá o único que é o centro da sua identidade. Não basta nós identificarmos que nossa identidade não está ali, não está lá, não está aqui, não está lá. Se nós não identificarmos realmente nossa identidade em Cristo, ainda estaremos tão distante dessa realidade. Não há segurança que não dependa de controle. E se nossa segurança está em alguma coisa, nós temos que controlar aquilo. Ou não é que nós perdemos coisas, nós nos perdemos. Então, nós precisamos de um valor que não depende de comparação. Se nós nos sentimos espirituais porque nos comparamos com outras pessoas, é óbvio que essa identidade espiritual é falsa. Nós precisamos de um propósito que não dependa do aplauso. Precisamos de um perdão que não dependa do nosso desempenho. Precisamos de um futuro. Sei lá porque isso despertou, né? Eh, será que é hora de eu acordar? 9 horas da noite? Precisamos de um perdão que não dependa do nosso desempenho e um futuro que nem a morte pode cancelar. Essa é a identidade que Paulo diz: "Estamos em Cristo, em Deus". É uma verdadeira identidade. O amor humano é uma das maiores dádivas da criação. Ser conhecido e amado por outra pessoa traz consolo, coragem e alegria. E nós nos deleitamos em que Deus nos dê essas coisas. A família pode ser um lugar de cuidado, memória, disciplina, pertencimento. A aprovação de pessoas sábias pode confirmar escolhas e pode corrigir caminhos. Nada disso deve ser desprezado. O pecado não consiste em amar pouco essas coisas. consiste em exigir delas uma identidade, um está feito, um bom, porque senão nós desmoronamos. É disso que João precisava. Sou João, sou aquele que havia de vir. Então agora não importa mais. Então, se eu sou amado pelo pai no filho, eu posso tanto amar sem consumir o outro, como receber o amor das pessoas, como se aquilo fosse meu alimento ou minha morte. Posso receber carinho sem transformar isso em oxigênio espiritual. Posso sofrer uma rejeição sem concluir que eu sou de fato rejeitado. Posso corrigir quem amo sem fazer da resposta da pessoa o fundamento da minha paz. Posso permitir que os filhos sejam criaturas de Deus e não extensões do meu ego, dos meus projetos. Posso deixar um relacionamento pecaminoso sem imaginar que a minha vida terminou. Qualquer relacionamento que deshonra a Deus não pode eh ser a minha vida. Mas às vezes é por isso que as pessoas têm dificuldade de se desvencilhar de relacionamentos pecaminosos. possa também permanecer fiel num relacionamento difícil, semir que ele se torne um céu antes do céu. Meu relacionamento com a igreja não é o céu. Meu relacionamento com a minha esposa não é o céu. Com meus filhos não é o céu. Se eu exijo que ele seja um céu, se a minha identidade fica pegada, eu estou destruindo. Isso nos torna capazes de realmente amarmos de uma maneira limpa, de termos uma identidade que não vai mudando conforme essas situações mudam. O outro deixa de ocupar esse lugar e nós ficamos livres. Então, trabalho, dinheiro, prazer, moralidade e causas não nos perdoam, não nos justificam, não buscamos isso nelas. Então, podemos lidar de uma maneira muito mais madura do que a nossa geração cada vez mais imatura, porque resolveu definir o que é e tudo. Agora a nossa volta é um tribunal que está dando ou não dando as razões que fazem eu construir quem eu sou e eu ter um veredicto do qual eu possa realmente viver. E Cristo não apenas nos ordena, ele nos perdoa, ele cumpre a justiça que não conseguimos cumprir. Ele não apenas exige, ele se entrega, ele se entrega primeiro, ele faz todas as coisas primeiro. Todas as coisas depois são resultado daquilo que ele mesmo fez. Então, és tu aquele? Você vê, há há um há uma urgência na pergunta. É se tu, se tu não for aquele, eu não sei o que foi a minha vida. Minha vida foi um desperdício. Eu investi tudo e agora tô na cadeia e posso morrer. E se tu não for aquele da prisão, cercado por silêncio e perplexidade, ele João envia essa pergunta aquele que haveria de vir ou devemos esperar. A pergunta nasceu de uma crise real. Jesus não estava agindo da maneira que João talvez esperasse que ele agia. O juízo anunciado parecia demorar. O profeta fiel continuava preso. Ele disse que Deus ia trazer justiça, juízo, mas parece tava demorando muito. E na verdade é ele mesmo que tava preso. É tu aquele esperamos outro. Não existe uma terceira opção na alma humana. Mesmo para João, se Cristo não for aquele, você vai procurar outro. Você vê que ele não diz assim: "És tu aquele ou não tem ninguém? Nossa vida não não vai ter um chão para o". Ele disse: "És tu aquele temos que procurar outro? Porque teremos que ter alguém, teremos que ter um salvador. Se Cristo não for aquele, vamos procurar outro. coração é incuravelmente messiânico. João tá dizendo: "Se tu não fores o Messias, eu vou ter que saber quem é". Nosso coração sempre espera que alguém ou alguma coisa venha finalmente colocar o mundo e o nosso interior em ordem. Nosso coração é messiânico para sua identidade. Alguns esperam ser salvos por essas coisas, pela política, pela transformação financeira, pelo relacionamento. Esse então funciona como uma promessa de salvação. Ou então teremos que procurar outro porque vamos procurar. O problema não é não é nem ter essas crises. Você vê alguém como João Batista está aqui. O problema é é exatamente demorarmos a diagnosticar isso. Jesus vai ajudar João nisso. Jesus respondeu a João apontando para suas obras. Cegos vias viam coxos andavam. Leprosos eram purificados e surdos ouviam mortos eram ressuscitados. As boas novas estavam sendo anunciadas. Outras palavras, ele dizia: "Examine pelas promessas de Deus, não pelo roteiro que você pensou paraa sua vida, João. Não pela a maneira com que você achou que as coisas iam andar. Examine o propósito de Deus como ele está se cumprindo." Em outras palavras, ele dizia: "Examine as promessas. Cristo é aquele mesmo quando sua ação não cabe nas nossas expectativas. Você pode ter expectativas para Cristo que elas não estão se cumprindo, mas Cristo não se encaixa nas suas expectativas. Ele é o Messias mesmo. A tua expectativa talvez seja que Cristo é poderoso Messias para salvar o seu casamento, mas se ele não salvar, essa expectativa aí não fazia dele o Messias. Ele é o Messias que talvez não vá salvar seu casamento, não vai tirar João da cadeia. Ele é aquele que abre a prisão e também é aquele que sustenta o santo na prisão. Ele é aquele que cura o corpo e também conduz pelo vale da morte aqueles que lhe ressuscitará um dia. Ele é aquele Messias quando responde rapidamente quando ele demora. Você nunca deve chegar no lugar da sua vida que pergunte a Cristo, eu preciso chegar onde João chegou. É tu mesmo o meu Salvador? Vou ter que procurar outro. Porque parece, pelo que eu tô olhando aqui, que tá eh não não parece que você não é. Eu tenho expectativas. Se Jesus é aquele, não precisamos esperar outro para nos dar um nome. Não precisamos esperar a carreira perfeita, a pessoa perfeita, a igreja perfeita, o relacionamento perfeito, os amigos perfeitos. Não podemos esperar, não precisamos esperar nada. ou a versão perfeita de nós mesmos que não existirá neste mundo. Podemos viver agora porque o Salvador já veio, porque ele já cumpriu eh eh o que havia sido dito, porque somos aceitos nele. A alma deixa de adiar a própria vida quando ela reconhece que aquele que ela esperava já veio. Não estamos procurando um Messias no nosso trabalho, no nosso ministério, no nossos relacionamentos na igreja. Não estamos, não continuamos com essa pergunta indefinidamente. És tu mesmo aquele Messias que esperávamos, de quem esperávamos nossa salvação? Vou temos que esperar outra coisa? Acabou. Uma resposta popular à fragilidade da identidade é dizer que não devemos depender de ninguém. Valide a si mesmo, ame a si mesmo, decida a si mesmo. Ah, João, acredite em você mesmo. Seja quem você é. Pelo menos João está sendo sincero. É, tu és o Messias ou eu vou ter que encontrar outro? É perigoso entregar a consciência a opinião, é óbvio, instável das pessoas. Não devemos permitir que o elogio humano substitua a voz de Deus. Mas a ideia de conseguirmos eh eh ouvir a opinião instável do nosso próprio coração é tão perigoso quanto senão pior. A pergunta não é se um olhar nos transformará, é qual olhar está nos transformando? Os olhares. Um olhar finalmente é mais importante do que todos. E o olhar mais importante nos transforma. Quando o coração conhece culpa real, não basta você mesmo declarar sua inocência. É por isso que as nossas justificativas não lidam com nossos medos, temores, ansiedades e depressões. Não basta dizer: "Eu valiho, eu sou importante, minha vida vale a pena". Quando sabemos que ferimos pessoas, desperdiçamos dons e pecamos contra Deus, a autovalidação torna-se uma tentativa de silenciar um tribunal sem resolver a acusação que nossos corações continuam trazendo de novo e de novo. Nenhum conselho do humanismo secular ajuda. O evangelho não diz que a opinião aleia não importa, porque a tua opinião é soberana. Não, não diz que o veredicto de Deus é maior do que o mundo e do que a tua opinião. Deus disse: "Não há um profeta nascido de mulher como João Batista. Não era a opinião que João estava tendo dele mesmo e nem que o mundo daria. Mas você vê, Jesus tá levando João para esse lugar. Ele nos chama para finalmente nunca mais perguntarmos a cada situação da vida se era ele mesmo o Messias que esperávamos ou temos que esperar por outro. Então ele leva a nossa culpa tão a sério que entrega o seu próprio filho para carregá-la na cruz da justiça, o amor pronunciam juntos uma palavra juntos. Isso não podia ser feito. Ou a justiça diria condenado, ou o amor abraçaria, mas as duas coisas eram impossíveis, a não ser na cruz. Então não, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. E se veredico não nasce da nossa autoestima, do nosso senso de alto valor ou que atribuímos a nós mesmos, nasce da obra objetiva do Messias. Por isso eu falei que o coração é messiânico. Nós, você é o Messias que esperávamos ou esperaremos outro. Por isso é firme nos dias em que nossos sentimentos nos contradizem. Por isso nos dá verdadeira identidade. Quando todos os papéis mudam e todas as situações mudam. Somos recebidos por graça. O olhar de Deus não nos transforma em pessoas indiferentes. A correção, ao contrário, porque não precisamos morrer diante da crítica. Podemos ouvi-la? Porque não morremos diante da disciplina de Deus, achando que a nossa perfeição é que fazia ele nos aceitar. Podemos ser disciplinados e amar o Deus que já não impõe a nós nenhuma condenação, está totalmente interessado em nos transformar a imagem do seu filho. Podemos aprender, podemos pedir perdão, podemos distinguir entre acusação injusta e repreensão necessária. A identidade recebida do Pai não nos torna impermeáveis, nos torna ensináveis, sem deixar de ser pessoas que se relacionam com as outras de maneira eh abençoadora. Então, a frase: "Eu pertenço a Cristo" pode suar a primeira vista como perda de liberdade. Pertencer parece o oposto de autonomia. Eu pertenço a mim mesmo. Essa é a ideia de autonomia. Entretanto, uma vida sem vínculo não é humana. A liberdade não é ausência de toda autoridade. É viver debaixo da autoridade correta, de acordo com aquilo que nós fomos criados para ser. Um homem que vive debaixo das leis da da gravidade, ele não é não autônomo, não é, né? Ele só está vivendo dentro das leis em que o seu corpo vive. Se ele não vive dentro daquilo, ele não encontra liberdade, ele cai, por exemplo, a gravidade exerce a sua função e ele se se machuca. Então, a liberdade é viver debaixo da autoridade correta, de acordo com aquilo. O peixe é livre na água, mas não é livre fora da água. Um peixe autônomo não é o que resolve andar pela terra. O coração humano é livre no amor de Deus. Não. E nenhum outro amor. Nenhum outro amor o faz livre. Quando Paulo diz que não somos de nós mesmos, ele acrescenta que fomos comprados. O preço revela o caráter daquele a quem pertencemos. Ele nos possui por amor. Um amor que sangrou, que bebeu cálice. O seu senhorio vem com as marcas dos cravos, com as marcas da coroa, de espinhos, dos dos pregos. Aquele que pede a vida é o que primeiro deu a sua própria vida. uma vida que vale infinitamente mais que o universo inteiro. Então, se render finalmente a essa identidade não nos põe em prisão, nos livra de muitas prisões. Havia muitas prisões que João devia estar livre para poder morrer em paz na cadeia. é sair de muitas prisões. Se pertenço a ele, a carreira não é mais uma prisão para mim. Posso trabalhar com diligência e também posso parar. Se pertenço a ele, o relacionamento não pode definir o meu valor. Posso amar intensamente, sem exigir que a pessoa me ame e seja o meu céu. E posso um dia não ter mais aquele relacionamento como vai acontecer nesta vida. Finalmente, se pertenço a ele, o passado não tem o direito de me nomear e toda e toda ideologia da da do humanismo secular, como a pessoa produto do seu passado. Não, não estou livre. Meu pecado é real, mas não é meu Senhor. Não me define mais. Minha ferida é pode ter sido profunda, mas o meu sobrenome é eterno. O corpo desce ao pó como propriedade de Cristo. Nada em nós não pertence a Cristo. É por isso que esse corpo vai ser ressuscitado. De maneira nenhuma a salvação está só em parte do homem. Não, não. Tudo é dele. Os nossos corpos fazem parte. daquilo que é dele na redenção. Somos livres para servir, somos livres para crescer e somos livres para perder o status. Paulo perdeu todo o status. Somos livres para confessar, livres para permanecer quando seria mais fácil fugir. Livres para partir quando permanecer seria idolatria. Livres para ser desconhecidos. livres para sofrer, sem transformar o sofrimento na nossa identidade, vivermos de maneira amarga, querendo que as pessoas sintam, porque nós sentimos autocomiseração, auto eh eh eh piedade. Então, queremos que as pessoas nos acem pobres, coitados. O eu não desaparece em Cristo, ele é encontrado em Cristo. A personalidade não é anulada. A nossa personalidade única, ela é santificada em Cristo. Os dons não são destruídos, são desenvolvidos ao seu propósito. E às vezes o propósito não tem nada a ver com as nossas expectativas. Você podia pensar que se João vivesse 80 anos seria uma bênção, mas ele só viveu 30 e poucos anos. Ele não precisava, ele já tinha o Salvador, ele precisou descobrir isso. Então, a identidade construída às vezes é tão forte, ah, que há pessoas que eh vão se autodestruir, mas não conseguem jamais serem livres daquilo que eles acharam ser sua eh identidade. O filme na obra de Víctor Hugo, né? Eh, Os [roncando] Miseráveis, acontece isso. Você vê que há um homem lá tão tão focado em mérito, em valor, que quando a pessoa que ele perseguiu a vida inteira lhe mostra graça, ele se mata. Ele não pode receber realmente graça, porque toda a sua identidade tava em quem ele achava que ele era por justiça. E se um homem como João teve que um dia ouvir de Jesus, olha, olha o que Deus está fazendo, não está de acordo com sua promessa, não está de acordo com aquilo que ele disse que faria, então eu sou Messias. Você não tem que procurar outro. O teu valor não é ser profeta. A sua identidade não é sair da cadeia e continuar pregando. Eu sou, eu sou o teu salvador. Eu sou a tua identidade. Eu sou tudo que você precisa. Você não precisa procurar outro. A pergunta que nós temos que fazer é exatamente se nós só não tivemos coragem de fazer o que João fez. Talvez cada um de nós devesse, antes de dormir esta noite, enfrentar isso. Talvez nós pensemos como João, mas nunca tenhamos coragem de transformar isso em palavras. És tu mesmo, Senhor, o Salvador que esperávamos. Eu devo procurar isso no meu casamento, meu trabalho, em relacionamentos. na minha cultura, porque você tem tantas expectativas nessas coisas, João, só ouve de Jesus o seguinte: "Eu sou, apesar de você estar frustrado com suas expectativas", não é? Você pensou que se eu fosse realmente o Messias, as coisas não estariam na situação que estão? Talvez a justiça já teria sido derramada, as coisas já seriam consertadas, você seria um profeta eh ouvido, mas você ainda está preso, João. Você não vai ser solto. Mas olhe, o pai está cumprindo todas as suas promessas e elas não são as suas expectativas, são o que ele prometeu fazer. Isso deve ser sua identidade. Isso fará você estar bem na cadeia e na morte, porque você não precisa procurar outro. A questão nossa amanhã quando irmos trabalhar, estudar ou quando voltarmos para nossa casa hoje com nossas famílias, é se nós ainda estamos com essa com essa confusão da F.