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A fé vem pelo ouvir

Culto Noturno – AO VIVO |16/08 | 18h

Culto Noturno – AO VIVO |16/08 | 18h

Culto Noturno – AO VIVO |16/08 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Boa noite, irmãos.
Graça e paz.
Nós estamos
iniciando o nosso culto de adoração a
Deus
e como primeiro ato nós
teremos o prelúdio. Então, convido você
a que participe desse momento
ouvindo o prelúdio, em oração, pedindo a
Deus para abençoar esse culto.
เฮ
Amém.
Abra sua Bíblia
no na carta de Tiago.
A carta de Tiago, do apóstolo Tiago,
no capítulo 4.
Capítulo 4,
versículos 11
a 12.
Capítulo 4, Tiago, versículos 11.
a 12.
Só aguardar enquanto alguns irmãos ainda
chegam
para se assentarem e assim participarem
conosco
da leitura da palavra de Deus.
Se você tiver um lugarzinho aí mais
folgado, deixe e avise para junta para
que eles possam então agasalhar aí os
irmãos que estão chegando.
Isso. Muito bem. Tiago 4, versículo de
11 a 12 diz assim a palavra de Deus:
"Irmãos, [roncando]
não faleis mal uns dos outros.
Aquele que fala mal do irmão ou julga a
seu irmão, fala mal da lei e julga a
lei. Ora, se julgas a lei, não és
observador da lei, mas juiz.
Um só é legislador e juiz,
aquele que pode salvar e fazer perecer.
Tu, porém, quem és que julgas o próximo?
Oremos.
Pai querido,
Deus de amor, de bondade,
Deus criador de todas as coisas.
Pai, nós estamos aqui como igreja
com o único objetivo de adorar a ti e
prestar glórias e louvores a ti, ó Pai.
Esse é o nosso objetivo nessa noite,
Pai.
Por isso, nós pedimos que o Senhor nos
capacite,
que o Teu Espírito Santo esteja conosco
nessa noite, abrindo a nossa mente, o
nosso coração e nos capacitando, Pai,
para que possamos participar de cada ato
desse culto a Ti, ó Pai, prestando a ti
unicamente, ó Pai, nos capacite, pai, de
tal maneira que sejamos transformados,
pai, quer pela leitura da tua palavra,
pelos hinos, pelos cânticos, pela
pregação da tua palavra, possamos sair
daqui impactados
a tal ponto de transmitir este teu
grande amor a outras pessoas, pai. ser
conosco nessa noite, Pai, com cada ato
desse culto. Fazei com que cada ato
deste culto aponte para Cristo, teu
filho amado, pai. Que ele seja o centro
das nossas atenções, que possamos sentir
a presença de Cristo em nosso meio, Pai.
É assim, Pai, que nós oramos e lhe
agradecemos em nome de Jesus.
Amém. E amém.
Convido a igreja para se colocar de pé
e cantarmos, entoarmos junto o hino
número 67, Coração quebrantado, sob a
orientação da regência. Mas nesse
momento também nós convidamos você que
veio preparado para fazer a entrega dos
dízimos e ofertas. Aproveite esse
momento para depositar os dízimos e
ofertas nos gasofilaços que estão
distribuídos pela igreja e assim também
participando do culto com as suas
finanças. Que Deus nos abençoe.
Cantemos.
Sonda-me,
ó Deus, [música]
pois vês meu coração.
Salva
minha voite
peço em oração
[música]
de todo mal. [música]
Liberta-me,
Senhor,
até
da transgressão
que oculta.
Vem me lavar [música]
dos v pecados
meus
conforme
promet
[música]
deste meu bom Deus
faz-me
arder
e consumir
de amor,
pois quero te magnificar,
Senhor.
Todo o meu ser
não considero
o meu.
Quero
gastá-lo [música]
no serviço
teu.
Minhas
paixões,
tu podes dominar,
pois tu, Senhor,
vieste em mim
morar [música]
lá
do alto do céu.
O avivamento
vem
e [música]
que comecem
mim seguindo
a lei
o teu poder.
As bênçãos teu favor.
Concede
aos que são Deus, ó pai,
de amor.
Amém.
A igreja pode se assentar. Vamos agora
ter um momento de contrição,
momento em que nós faremos a leitura da
Bíblia e depois uma oração de confissão.
Abram suas Bíblias agora em Salmo. Salmo
139.
Salmo 139,
versículos
23
e 24.
Salmo 139, versículos 23
[limpando a garganta]
e 24. Diz assim a palavra de Deus:
"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu
coração. Prova-me e conhece os meus
pensamentos.
Vê se há em mim algum caminho mau e
guia-me pelo caminho eterno.
Nós vamos agora eh ter esse momento de
confissão de pecados.
Eh, nós vamos dedicar alguns algum tempo
aqui para orarmos
e abrirmos
o nosso coração, a nossa mente,
cientes de que estamos diante de Deus.
né? Cristo está presente neste culto,
embora ele conheça todos os nossos atos,
tudo que fizemos
e ainda vamos fazer, mas ele pede a
nossa confissão, a confissão de pecados.
Então, curve sua cabeça,
feche seus olhos, dedique esse momento
de oração,
falando nesse momento da verdade com o
seu Deus, o Deus que você veio aqui
prestar culto de adoração a ele. Fale a
ele neste momento. Confesse os seus
pecados.
Logo depois,
o silêncio será rompido
com eh uma oração audível pela nossa
irmã Edna.
Senhor, nós te louvamos essa noite.
Somos gratos, ó Deus, a ti por podermos
entrar na tua santa presença através do
sangue precioso de Jesus.
Ó Deus altíssimo, nós te suplicamos
nessa noite, ó Deus,
que o teu Santo Espírito
venha sondar os nossos corações, Senhor,
nos convencer e nos dá consciência do
pecado que insiste e nos assedia. E
muitas vezes, ó Deus, nós o normalizamos
na nossa vida, Senhor.
Ó Deus, nós pedimos ao Senhor que nos
dê, meu Deus, também, meu Deus, a
capacidade, a compreensão, ó Deus, que
somos limitados, que somos imperfeitos,
que nós, ó Deus, temos a tendência, ó
Deus, de querer satisfazer as vontades
da nossos corações,
satisfazer a vontade, ó Deus, que venha
nos eh alimentar o egoísmo, a soberba,
Senhor, o orgulho do nosso coração. E
dessa forma, meu Deus, entristecemos o
teu espírito, nos afastamos do Senhor,
mesmo que por breve momento, ó Deus,
porque, ó Pai, nós ficamos
cegos, ó Deus, e clamamos ao Senhor, que
ilumine a nossa mente, o nosso coração,
Senhor. Que o Senhor nos encoraje a ir à
tua palavra, a estudar a tua palavra, a
meditar nela, a estarmos, ó Deus,
buscando ao Senhor, em comunhão com o
Senhor, em oração, meu Deus, porque são
esses os meios que o Senhor providenciou
para nós, para que nós possamos
sermos assistido pelo Teu Santo
Espírito, ó Deus, e que ele vem e gere
nós a motivação santa, Senhor, para te
adorar, para te servir, ó Deus amado,
que aqueles que nós quando sairmos
do caminho, Senhor, que o Senhor nos
encoraje a voltar, que o Senhor nos
reoriente, meu Deus, e que a gente não
fique desanimado,
ó Pai, Nem e quando nós estivermos assim
abatidos,
que o Senhor nos dê vigor, nos dê
forças, ó Deus, e restitui a alegria do
nosso coração,
que é um
aprendizado a cada dia da nossa vida,
meu Deus, no conhecimento de quem é o
Senhor, meu Deus. Fica conosco, ó Pai.
Fica com cada parte desse culto, aceita
a nossa adoração, Senhor. É que nós te
pedimos e agradecemos no nome de Jesus.
Amém.
>> Amém.
Convido a igreja mais uma vez a se
colocar de pé para sob a orientação da
regência nós entoarmos o hino 32
Deus Fiel.
>> [música]
>> Tu és fiel,
Senhor, ó Pai celeste,
teus filhos sabem que não falharás.
Nunca mudaste.
Tu nunca faltaste.
Tal como [música]
eras, tu [canto] sempre serás.
Tu és fiel, Senhor.
Dia após [música] dia,
bensão sem fim.
Tu merece [música]
nos sustenta e nos guarda.
Tu és fiel,
Senhor,
fiel
assim.
Flores e frutos, montanhas
e [música] mares.
Solas,
estrelas brilhando
no céu.
Tudo criaste [música]
na terra e nos ares
para louvar-te,
Senhor, que és fiel.
Tu és fiel, Senhor.
Dia após dia, com bênção sem [música]
fim.
Tua merce
nos sustenta e nos guarda.
Tu és [música]
Senhor
fiel a ser.
Pleno [música]
perdão.
Que segurança.
Cada momento
me guia, Senhor.
poder
que
[música] esperança
desfrutarei
do teu rico favor.
Tu és fiel, Senhor.
Tu és [música] fiel, Senhor.
Dia após dia, com bensão sem fim.
Tua mer
sustenta
nos guarda.
Tu és
Senhor
fiel
assim.
Amém.
Os irmãos podem se assentarem.
Agora nós eh teremos um musical eh que
será aqui prestado louvor a Deus,
louvor a Deus com o musical preparado
pelas nossas crianças, pelas crianças
aqui de nossa igreja. E esse musical ele
traz como tema fidelidade de Deus.
Então, nós continuamos em adoração ao
nosso Deus com esse musical de nossas
crianças, cujo tema fidelidade de Deus.
Essa é [música] uma história.
um encontro cheio de emoção. Oh, oh, oh.
Essa é uma [música] história bate forte
o coração. [canto]
Oh, oh.
Nos [música] faz lembrar
do encontro com o [música][canto] pai.
Que belo dia, que alegria,
o encontro vai celestial, [música]
celestial,
celestial.
>> [música]
>> 1 [música] 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Jacó tinha muitos [música]
filhos.
Um, dois, três, [sino]
quatro. [música] O montão [canto]
Jacó tinha muitos filhos. [música]
[sino]
Que pai corujão.
[música]
[sino]
A hora deão [música]
f boca fechada,
mas bem
dizia
Jacó.
1 [música] 2 3 4 5 6 7 8 [música] 9 10
11 12
tinha muitos filhos.
Ele se chamava José. [música]
Zé, Zé, Zé, José. [música][canto]
Deus tinha muita fé.
Em Deus tinha [música] muita fé.
Tive um sonho muito estranho.
>> Ah, não diga.
>> Sonhei que estávamos todos no campo
colhendo trigo e amarrando os feixes.
De repente, o feixe que eu amarrava
ficou de pé. Daí os feixes de vocês,
meus irmãos, rodearam o meu e se
prostraram diante dele.
Sou cé, José,
quem pensas que és? José, José,
quem pensar que és?
Calma, foi apenas um sonho.
>> Esse sonho, esse sonho, esse sonho de
barriga cheia. Esse sonho, esse sonho,
esse sonho no chat. [música][canto]
Pai, tive outro sonho estranho.
>> Sonhei de novo.
>> Sonhei que o sol, a lua e 11 estrelas se
curvavam diante de mim.
>> José, [música] José,
quem pensas que és? José, José,
quem pensas que és?
Espera aí, gente. É apenas um sonho. Tô
contando que eu sonhei.
>> Esse sonho, esse sonho, esse sonho.
Barriga cheia. Esse sonho, esse sonho,
esse sonho do [música] feia.
Os irmãos de José ficaram com muita
raiva e resolveram vendê-lo.
José foi levado para o Egito para ser
escravo. Jacó ficou muito triste e
chorou muito.
Coitado,
ele pensa que José estava morto, mas o
José não estava morto. Deus o amava e em
todos os momentos estava com ele.
Deus, estou com tanta saudade de meu
pai.
Será que ele está bem? Será que os meus
irmãos estão cuidando bem dele?
Permita-me, Deus amado. Permita-me,
Senhor. Permita-me ver a face de meu Pai
novamente. Permita-me,
[sino]
Senhor.
Eu sei [música] que não falhaste.
Quero ver, Senhor.
Eu sei que [música] não mandaste.
Quero ver meu pai.
Mas [música] eu quero [canto] conversar
tudo de novo
[sino]
e andar [música] sonhos teus,
mesmo em meia provação [canto]
te obedecer.
Senhor,
[música] eu sei [canto] que não falha.
Quero ver meu pai.
Eu [música] sei que não mudaste.
Quero ver meu pai. [canto]
[sino]
Mas eu quero [música] começar
tudo de novo
[sino]
e [música] andar nos [canto] sonhos
teus.
Mezia provações [música]
te obedecer.
Te [música] obedecer.
O rei do Egito teve um sonho que ninguém
foi capaz de interpretar.
Ele sonhou que estava à margem do Nilo e
viu sete vacas magras devorando sete
vacas gordas.
Viu também sete espigas de trigo bem
bonitas. e sete espigas muito feias.
As bonitas caíram e as feias ficaram na
aste. José estava conhecido como
intérprete de sonhos e o rei o chamou
para interpretar o seu sonho. Na
presença do rei, José deu a seguinte
interpretação:
Deus disse que haverá 7 anos de fartura
e 7 anos de colheitas fracas. É melhor
que vossa majestade se previna.
>> O rei percebeu que José era sábio e o
empoou como governador.
Mas alguma coisa ainda incomodava José.
Que saudade de meu pai.
>> [sino]
[sino]
[música]
>> Que será que a saudade dói
[música][canto] assim?
Porque será que a saudade [música]
dói em mim?
Sinto [canto] falta
[música] meu lar.
Deixa mim, meu pai [música]
Jó. [canto]
Me ajude,
ó [música]
Senhor.
Que será que a saudade [música]
dói assim?
Porque será que a saudade dói em
[música] mim?
Sinto falta
cada [canto] meu lar. [música]
Deixa a mim, meu pai Jacó. [canto]
Me ajude, [música]
ó Senhor.
[sino]
A mim meu pai.
[música]
>> A fome rondou a cidade de Canaã, onde
Jacó vivia com seus filhos. Os irmãos de
José, exceto Benjamim, foram ao Egito
comprar mantimento.
>> Vocês são de Canaã?
>> Sim.
>> Como se chama o pai de vocês?
>> Jacó.
>> Vocês têm outro irmão?
>> Sim.
Da próxima vez, tragam para que eu possa
conhecê-lo.
A quantidade de mantimento que os filhos
de Jacó trouxeram do Egito ia chegando
ao fim, e a falta de comida voltava a
atormentar a família. Eles foram ao
Egito e levaram Benjamim.
[música]
[sino]
E Deus no firme [música]
são as [canto] promessas.
falhando tudo [música]
não falharão.
Se das [música][canto] estrelas
o filho cessa,
mas as [música] promessas
brilharão [canto]
de [música] Deus muit firme
são as promessas.
Falhando [música] tudo
não [canto] falhará.
Se das [música]
estrelas
o brilho cessa, [música]
mas as promessasão.
[canto]
Preciso contar uma verdade a vocês. Eu
sou José, o irmão que vocês venderam
como escravo.
Como está nosso pai? Está bem?
Não vos culpeis, pois Deus tinha um
plano quando deixou que me vendessem.
Venho até aqui. Quero abraçar-vos porque
estou com muita saudade.
[sino]
Deus muit firme [música] são as
promessas.
falhando tudo
não falharão. [música]
Se nas estrelas
o brilho [música] cessa,
mas as promessas
virarão.
Deus muit [música] firme
são as [canto] promessas.
[música]
Falhando tudo
não falhará.
Se das [música] estelas
o brilho cessa,
mas as promessas [música][canto]
brilharão.
Deus é fiel. Deus é fiel. Este é meu
pai. Estou vendo a face de meu pai
novamente. Deus é fiel.
>> [música]
>> Tua [música] fidelidade
é grande.
Tua [música] fidelidade
[canto]
incomparável.
É.
Ninguém é como [música]
tu.
Bendito Deus,
grande [música][canto]
é tua fidelidade.
Tua [música][canto] fidelidade
é grande.
Tua fidelidade [música]
incomparável. [canto]
É.
Ninguém é como [música] tu,
bendito Deus.
>> [música]
>> Grande é tua fidelidade.
[música][canto]
Tua fidelidade [música]
é grande.
Tua fidelidade [música]
[canto]
incomparável.
É.
Ninguém como [música] tu.
Bendito Deus.
Grande [música][canto] é sua fidelidade.
Tua fidelidade [música]
é grande.
Tua fidelidade [música]
incomparável [canto]
é.
Quem é como [música] tu?
Bendito [canto] Deus,
grande [música]
é tua fidelidade.
>> [canto]
>> Desligar o microfone.
Que maravilha.
presenciando esse musical, eu fiz um, eu
percorri, não sei se os irmãos também
percorreram
os capítulos de Gênesis de 35 até 50,
foram todos expostos para nós aqui
através das crianças, através da
musicalidade,
através da arte. Maravilha, né? Que Deus
abençoe as crianças de nossa igreja,
esteja usando a cada criança como
instrumento de bênçãos, não só na
igreja, mas em toda a cidade. Nós vamos
ter agora um momento de oração com as
crianças, mas as crianças não precisam
vir aqui à frente. Já me comunicaram
aqui de última hora que em decorrência
das do excelente musical aqui das nossas
crianças, então nós não vamos separar as
crianças hoje, elas vão permanecer
conosco aqui no culto. Somente as
crianças até 2 anos que vão lá pro
bersário, mas as demais até 8 anos
permanecem aqui conosco. Vamos orar
então pelas nossas crianças, não somente
pelas nossas crianças, mas as crianças
do Brasil. Oremos. Curve sua cabeça.
Vamos pedir a bênção de Deus. Pai
querido,
muito obrigado, Pai. A tua palavra diz
para educar a criança no caminho em que
deve andar, para quando envelhecer não
se desviar dele, ó Pai. E aqui, Pai, nós
temos essa oportunidade de estar
ensinando
a tua palavra às nossas crianças. Por
isso, nós pedimos que o Senhor nos
capacite e nos habilite, Pai, a
ensinarmos a as nossas crianças
adequadamente, Pai. Pedimos que o Senhor
oriente a cada professor, a cada pastor,
a cada voluntário do Departamento
Infantil, para que cuide de nossas
crianças com o teu amor e com a tua
bondade, Pai. Ajude a nossa igreja a
estar fortalecendo
cada vez mais a nossa atenção para com
as nossas crianças. Pai, pedimos que o
Senhor abençoe todas as crianças de
nossa igreja, mas não somente as
crianças
de nossa igreja. Pai, pedimos também que
o Senhor abençoe as crianças da nossa
cidade, as crianças do nosso estado, no
nosso país, Pai. Ó Senhor, nos capacite,
Pai, para como igreja, Pai, podermos
levar a tua palavra a essas crianças,
Pai, para que elas conheçam a luz, para
que elas conheçam a verdade. Ó Pai, nos
capacite, Pai, nos habilite. Nós lhe
pedimos assim em nome de Jesus. Amém. E
amém. Glória a Deus. só as de até 2 anos
lá no bersário. Os demais permaneçam
conosco aqui. Muito bem. Muito obrigado.
>> Queridos irmãos, graça e paz. Abra a sua
Bíblia, por favor, no Evangelho de
Mateus, no capítulo de número 7.
Nós leremos nesta noite e meditaremos do
verso um até o versículo de número 5.
Evangelho no qual escreveu Mateus,
capítulo de número 7, do verso 1 até o
versículo de número cinco. Nós temos um
Deus que de fato é fiel e nos deu Jesus
Cristo, seu filho. E quando Cristo
esteve entre nós, nos ensinou a maneira
como andarmos em santidade diante da sua
santa presença. E o nosso tema de hoje
não é menos importante de todas as
coisas que Cristo ensinou. Mateus, no
capítulo de número 7, versículo de
número primeiro. Enquanto você procura,
eu te pergunto: Alguma vez uma pessoa
disse para você assim: "Olha, quem é
você para me julgar? Quem que você tá
pensando que você é para me julgar? Hã,
só Deus pode me julgar. Já ouviu assim?
Já ouviu alguma coisa nesse sentido?
Será que é verdade? É o que nós vamos
ver na palavra do nosso Deus nessa
noite.
Evangelho de Mateus, no capítulo de
número 7, o verso é o verso de número
primeiro. Diz assim a palavra do nosso
Deus: "Não julgueis para que não sejais
julgados, pois com o critério com que
julgardes, sereis julgados, e com a
medida com que tiverdes medido, vos
medirão também. Por que te por que vês
tu o argueiro no olho do teu irmão?
Porém, não reparas na trave que está no
teu próprio? Ou como dirás a teu irmão:
"Deixa-me tirar o argueiro do teu olho,
quando tens a trave no teu". Hipócrita.
Tira primeiro a trave do teu olho e
então verás claramente para tirar o
argueiro no olho do teu irmão. Obrigado,
Jesus. Obrigado por tudo que foi
ofertado ao Senhor durante esse culto,
os louvores, ó Senhor Deus, a liturgia,
a apresentação desse musical. Com todo
temor e tremor nos assentamos para ouvir
a exposição da tua palavra. E como já
falaste ao nosso coração, fale mais uma
vez em nome de Cristo Jesus. A tua
palavra que é viva, poderosa, que nos
corrige, que nos exorta, que nos ensina,
que nos consola. A ti nós recorremos,
Senhor Deus, e pedimos, fale conosco da
maneira como assim o Senhor desejar. Nos
colocamos não apenas dispostos a ouvir,
mas também a sermos transformados e a
praticar aquilo que a tua palavra nos
ensina. Ao Senhor nós oramos no nome de
Jesus. Amém. É, mantenho minha cabeça em
pé. Fale o que quiser, pode vir que já
é. Junto com a ralé, sem dar macharé, só
Deus pode me julgar e por isso eu vou na
fé. Essa é uma frase, é um trecho de uma
música de um rapper brasileiro em que
ele fala, canta, dizendo que ele vai
fazer, ele vai falar que não adianta
reclamar, porque só Deus pode o julgar.
Só Deus pode me julgar. Não julgueis.
Poucas palavras de Jesus são tão
conhecidas e ao mesmo tempo tão mal
compreendidas quanto essa expressão. A
nossa cultura parece que transformou
Mateus 7:1, esse não julgar como se
fosse um slogan. Basta que a gente
simplesmente aponte um comportamento
pecaminoso ou então chame a atenção para
um erro e imediatamente a pessoa solta
essa frase: "Ei, pera aí, quem é você
para você não pode julgar." Jesus disse:
"Não julgueis". Mas existe, irmãos, uma
grande um grande problema nessa
interpretação, porque ela faz dizer
aquilo que Jesus definitivamente não
disse. Se não julgar significasse ficar
calado, não emitir nenhum tipo de juízo
entre certo e errado, Jesus estaria
proibindo algo que ele mesmo vai dizer.
Inclusive as escrituras também dizem com
muita clareza. O próprio Cristo vai
dizer em João, no capítulo 7, versículo
24, "Não julgueis segundo a reta
aparência e sim pela reta jus". Não
segundo a aparência e sim pela reta
justiça. Ou seja, de maneira clara,
Mateus 7 não significa nunca faça
qualquer avaliação moral sobre ninguém.
Pra gente entender o que está diante de
nós, nós precisamos saber que existe
mais de um tipo de julgamento nas
escrituras. Dois para ser mais claro. O
primeiro é esse condenado por Jesus no
nosso texto, que é chamado de julgamento
temerário. Pastor, o que que é o
julgamento temerário? É o tipo de
julgamento apressado, um julgamento
arrogante, baseado em impressões,
hipócrita, porque a pessoa faz pior. É o
tipo de de julgamento de informações de
segunda mão, do ah, eu ouvi falar. da
maledicência. É sobre esse tipo de
julgamento que o nosso Senhor está
tratando aqui em Mateus, no capítulo de
número sete. Agora, há um julgamento que
o Senhor quer, obviamente, que nós
façamos. Por exemplo, ele nos manda
tomar cuidado com os falsos profetas,
que conheceremos esses falsos profetas
pelos seus frutos. Ou seja, para que eu
conheça pelos seus frutos, eu preciso
emitir algum tipo de julgamento. Os
irmãos entendem? Eu vou olhar pro
proceder dessa pessoa e então eu terei
base para dizer se aquela pessoa procede
de Deus ou se não. E esse julgamento
correto, ele tem nome. Ele é chamado de
julgamento segundo a reta justiça ou
como a gente conhece por outros textos,
discernimento espiritual. Discernimento
espiritual. Pra gente entender o que
Jesus tá falando aqui no sermão do
monte, o nosso texto, a gente precisa
levar em conta essa distinção, porque
Jesus não está falando sobre esse
julgamento de discernimento espiritual.
Jesus está falando sobre o julgamento
pecaminoso, o temerário. Jesus está
tratando aqui, irmãos, de uma doença
espiritual que tá arraigada no nossos
corações, que é a tendência de enxergar
o pecado do outro desse tamanho e o
nosso desse tamanhozinho. A gente olha
pro pecado do irmão como uma lente de
aumento, mas olha pro nosso assim: "Puxa
vida, não, eu tenho porquê". A grande
pergunta então aqui do nosso texto,
irmãos, não é simplesmente se nós
podemos julgar. A pergunta é: como nós
devemos enxergar o pecado do nosso irmão
sem nos tornarmos cegos para os nossos
próprios pecados? Como é que a gente
pode enxergar o pecado do outro irmão? E
aí a Bíblia vai nos ensinar, nós vamos
falar sobre isso, mas como é que eu faço
isso sem me tornar cego pro meu próprio
pecado? E a resposta de Jesus, ela é
extremamente confrontadora, porque o
nosso Senhor vai dizer: "Antes de olhar
pro cisco no olho do seu irmão, você
precisa olhar pra trave que está no seu
olho." Se você pegar pergunta e
resposta, você já entendeu todo esse
texto. Como é? A pergunta é: Como nós
devemos enxergar o pecado do nosso irmão
sem nos tornarmos cegos pros nossos
próprios pecados? E a resposta é: antes
de olhar pro cisco do teu irmão, você
precisa tirar a trave do seu próprio
olho. Vamos lá, vamos olhar para texto,
versículo de número um, acompanha
comigo. Jesus começa dizendo: "Não
julgueis para que não sejais julgados".
Mais uma vez, meus irmãos, Jesus não
está condenando aqui o exercício do
discernimento espiritual, não é? De
maneira alguma. Ele está condenando aqui
uma postura de superioridade, de
condenação, de censura e de hipocrisia
com relação ao pecado alheio. O problema
não é perceber o argueiro ou um cisco,
como vem algumas outras traduções, não é
perceber essa esse cisco no olho do
irmão. O problema é perceber o cisco no
olho do irmão enquanto nós ignoramos a
trave que está no nosso próprio olho. Ou
seja, nós conseguimos identificar o
pecado do irmão, mas nós não
identificamos o nosso. O problema não é
dizer que algo é pecado, é dizer que
algo é pecado enquanto nós tratamos o
nosso próprio pecado como se ele não
fosse grave. Então, no meu irmão é
gravíssimo, mas em mim, puxa vida, né?
Eu tenho os meus motivos. Você corrige o
seu irmão e está certo. A gente vai ver
isso mais para frente. Precisa ser
corrigido, mas você corrige o seu irmão,
mas não permite que Deus te corrija. O
cristão, irmãos, ele precisa ter
discernimento. Thago vai falar isso para
nós. É uma necessidade. Nós precisamos
orar por discernimento, orar por
sabedoria. Mas, irmãos, nós oramos por
isso sem possuir um espírito de
condenação,
sem olhar pro outro e em nós brotar o
espírito de condenação. Precisa chamar
de pecado sem transformar isso num
instrumento de eu sou superior a você
porque eu não estou cometendo o mesmo
tipo de pecado. Coisa, por exemplo, que
acontece com com clareza entre o fariseu
e o publicano. E você conhece essa
parábola? O Senhor Jesus conta a
parábola de dois homens que sobem para
orar. E enquanto o publicano está de
longe e não nem levanta a sua cabeça, o
fariseu está: "Senhor, eu te agradeço
porque eu não sou como esses homens
adúlteros e morais.
Eu não sou como esses homens ladrões. O
que que há no coração daquele homem?
Talvez, talvez realmente o fariseu, ele
não fosse um ladrão, não fosse um
injusto. Talvez ele não tivesse o pecado
do adultério, mas sabe o que que ele
era? Sabe aquilo que ele tinha? Ele
tinha uma cegueira com relação aos seus
próprios pecados. E isso aqui, irmãos, é
daqueles que observam bem o pecado do
outro, mas não conseguem enxergar os
seus próprios pecados. E esse homem
identifica o pecado do publicano, mas
ele não se atenta para para si, para os
seus. E Jesus diz: "Cuidado." Até mesmo
porque o padrão com que nós julgamos vai
revelar o nosso coração. Olha o
versículo de número dois agora. Pois com
o critério com que julgardes, sereis
julgados, e com a medida com que
tiverdes medido, vos medirão também.
Aqui Jesus apresenta uma imagem que era
muito conhecida dos seus do seu público
original, a imagem da medida.
Quem comprava ou vendia determinado tipo
de produto, precisava utilizar medidas,
mas não se tinha a mesma aparelhagem
como nós temos hoje para peso, calcular
peso, tamanho, quantidade. Daí a pessoa
poderia usar uma medida generosa ou
então uma medida pequena. E eu tive na
feira semana passada e vi isso na
prática. Eu fui, tava interessado em em
em comprar jabuticaba. E aí de eu eu vi
de banca para banca não tinha diferença
nenhuma de preço. Sabe onde morava a
diferença? A diferença tava no
instrumento que usava para poder medir.
Porque em uma eu cheguei e falei assim:
"Olha, essa latinha é esse valor". E na
outra era uma jarra de suco pelo mesmo
valor, pelo mesmo valor. A diferença ali
era na medida. E a imagem que Jesus usa
aqui no nosso texto, ela era clara pros
ouvintes. Cristo usa essa imagem,
irmãos, para ensinar uma metáfora
espiritual. É como se Jesus tivesse
dizendo assim: "Olha, você está usando
uma régua para medir os outros, só que
tome cuidado, porque essa mesma medida,
essa mesma régua que você tá usando, vai
ser a que meu pai vai usar contra você.
Vai ser essa mesma régua." O ponto,
irmãos, não é que Deus simplesmente
adotará o padrão humano de julgamento
como se ele tivesse obrigado a nós. Não
é sobre isso. O ponto é que a maneira
como julgamos os outros revela a
disposição do nosso coração.
A maneira como nós julgamos as outras
pessoas revela, revela muito da
disposição do nosso coração. Pastor, não
entendi. Deixa mais claro. Eu deixo sim.
Uma pessoa, irmãos, misericordiosa, ela
tende a julgar determinada determinado
problema, considerando o contexto em que
determinada coisa aconteceu.
Ela vai julgar determinando o contexto.
Ela reconhece que ela pode estar
enganada no seu julgamento, que
inclusive eu não sei se você sabe, mas é
uma das marcas da humildade cristã. Eu
posso estar enganado. Você você chega
num argumento assim, você chega numa
discussão assim, puxa vida, eu posso
estar enganado. Isso é uma marca da
humildade cristã. O homem orgulhoso, o
homem soberbo, ele não pensa a respeito
disso. Ele não, ele não, não, ele não tá
errado. Eu tenho certeza. Eu tenho
certeza disso. Isso não é marca, irmãos,
de de pessoas que de de pessoas que
entenderam que nós não temos condição de
sondar corações. Aí o homem
misericordioso, ele considera o
contexto, ele sabe que ele pode ter
enganado, ele trata o pecador com
compaixão, porque ele também entende que
é um pecador. Já o coração do homem
orgulhoso, arrogante, ele não age assim.
Ele julga os outros como se ele nunca
tivesse pecado. Não leva em consideração
que talvez esteja errado. E aí essa
pessoa usa uma régua dura demais para
poder lidar com o problema do outro. Por
isso, irmãos, o que Jesus está atacando
aqui, entenda, não é uma questão de
superfície. Jesus não está falando sobre
comportamento. Jesus está falando sobre
coração.
É mais profundo do que simplesmente as
coisas que nós vemos com esses olhos.
Jesus está falando de coração. E deixa
eu te falar, sabe por quê? Porque é
possível, meus irmãos, nós termos uma
teologia correta com coração errado.
É possível nós termos uma teologia
correta, mas o coração, irmãos, está
errado. É possível que você defenda a
santidade de Deus, mas você faça isso de
uma maneira ímpia. Sabe onde a gente
observa isso muito? Na internet. Na
internet isso aqui é um campo assim, há
uma zombaria. Quantas vezes, irmãos,
aparece um vídeo para você, uma zombaria
por parte de gente que tem uma teologia
correta, mas se expressa com coração
errado. São aquele tipo, é o tipo de
pessoa irônica que pode até mesmo saber
da verdade de Deus, mas ele usa do
conhecimento que ele tem de Deus para se
colocar acima dos demais. É o irmão que
com soberba vira e diz assim: "Você é
neopentecostal?
Dá licença, eu sou reformado. Você não
sabe responder teologicamente essas
coisas? E aí, irmãos, olha, não com a
graça e a humildade que a fé cristã
produz em nós, mas com o nariz empinado,
como se nós fôssemos superiores aos
outros.
A pessoa, Luiz, ela conhece a doutrina
da graça, mas ela não exerce graça.
E existe uma diferença muito grande
nisso. Você pode conhecer sobre muita
coisa, irmãos. Colocar em prática é
diferente. Jesus diz: "Essa medida, essa
régua, o meu pai vai usar contra você".
E não é e ah, táô sobre teologia? Não,
irmãos, não é só sobre teologia, não.
Que fique claro. São julgamentos sem
misericórdia que nós usamos no nosso dia
a dia. Eu vou te dar um exemplo, né? Se
tem uma coisa fácil da gente abrir a
boca para poder falar dos outros, é
sobre criação de filhos, né? Criação de
filhos. A gente fala do filho dos outros
até Deus dar os nossos pra gente, né? É,
eu sei que muito pai agora identificou.
Então você olhava pra irmã e falava:
"Meu Deus do céu, essa irmã aí, será que
ela não vai?" Eh, olha aí, ela não vai
fazer nada não. Esse menino vai
continuar bagunçando assim. Essa essa
criança faz muita bagunça, essa mãe,
esse pai tem que tomar um chá de
semancol. Aí um dia Deus te dá os seus
filhos e a sua língua queima. queima e
você percebe que você foi juiz de uma
maneira muito dura com seus irmãos. E tá
na hora agora de você receber certa
parte daquilo que você plantou. Quem é
juiz hoje, irmãos, vai ser réu amanhã.
Pode ter certeza disso. É o que Jesus tá
falando. Você hoje você é pedra, amanhã
você é vidraça. Ah, fulano, fulano
cometeu tal pecado. Tomara. Se, se eu
fosse o pastor, se eu fosse o conselho,
eu fazia isso, isso, aquilo, outro para
essa pessoa aprender. Aí Deus olha lá de
cima e diz: "Ah, é assim, é, é esse o
seu julgamento". Então, então à medida
que você tá usando aquilo que você tá
querendo que venha sobre o seu irmão,
virá sobre você, porque o seu julgamento
é temerário, o seu julgamento é sem
misericórdia. E o pior de tudo, irmãos,
nesse tipo de julgamento temário, é que
nós não, muit das vezes, nós não
percebemos aquilo que está por trás
dele, que é aquela sensação de nós nos
considerarmos petrônio, superior aos
outros. Então, a gente fala do pecado do
outro, irmãos, e isso dá um certo alívio
nas nossas consciências. Eu desejo, esse
desejo de falar dos pecados de outras
pessoas é pra gente se sentir superior.
A pessoa acha que tem esse desejo de de
direito de se manifestar. Porque talvez
ela não esteja cometendo o mesmo pecado
que o outro. Mas é só isso, irmãos. Só
não é o mesmo pecado. Os irmãos lembram
aqui da da da mulher adúltera lá de João
8, aquela mulher, uma mulher pega em
adultério, ela é levada até Jesus para
ver o que que ele queria fazer. E o
burburim, irmãos, eu imagino agora,
agora eu quero ver o que que Jesus vai
fazer. Agora eu quero ver. Tem que
acabar com a vida dessa mulher promisco
mesmo. Adultério nós não aceitamos. Essa
infiel tem que morrer. E aí Jesus
tranquilo, sentado, escrevendo ali na
terra ali. E o Senhor vira e fala para
eles o quê? Quem não tem pecado, vai lá,
atire a primeira pedra. Os irmãos estão
entendendo? Jesus está aqui falando
assim: "Olha, vocês se consideram
realmente na condição de julgar da
maneira que vocês estão querendo julgar
essa mulher? A medida que vocês usarem,
eu vou usar contra vocês. Vai lá, taquem
a pedra". Adivinha quem tacou?
Adivinha quem tacou?
Queridos, por vezes
Não.
Só.
Queridos, por vezes nós escondemos os
nossos pecados nos pecados dos outros.
Nós escondemos os nossos pecados nos
pecados dos outros. Nós falamos dos
irmãos para aliviar o nosso lado. Sabe
em quem que nós encontramos isso? Mais
uma vez eu evoco o fariseu e o
publicano. Ó Deus, obrigado. Obrigado,
Senhor, porque eu não sou como esses
homens por aí que cá para nós, eu não
sei se eu tá sabendo, são ladrões,
injustos, não sei se eu sabe. Traiu a
mulher. Quem faz isso, irmãos, é porque
sente a necessidade de justificar os
seus pecados em cima dos pecados dos
outros. Isso nada mais é do que uma
tentativa de amenizar a própria
consciência. E tem uma palavra chave. E
é por isso que eu faço essa citação. Uma
palavra chave, irmãos, que tenta nos
acompanhar nas nossas vidas, que é a
autojustiça.
Nós tentamos nos justificar. É a pessoa
que pega uma outra que tenha cometido um
pecado mais escandaloso para poder se
comparar com ela. Eu vou te dar um
exemplo. Eu nunca roubei. Daí eu vou lá
e pego o deputado com a ficha mais suja.
E aí eu começo a fazer, eu eu começo
agora a comparar minha vida com ele. E
quem sabe eu até não oro, né? Senhor,
muito obrigado porque eu não sou como
como determinado deputado. A questão,
irmãos, é que quem faz isso não está
olhando para o espelho da própria vida,
o espelho da própria alma. Não reconhece
que nós, todos nós, somos pecadores
miseráveis e que nem por um instante
deveríamos abrir a nossa boca para falar
de maneira acusativa contra o nosso
irmão. Eu pergunto para você, quem de
nós está apto para julgar o nosso
próximo? Assim como Tiago fala, assim
como Thiago trouxe para nós, eu não digo
sobre exercer o discernimento
espiritual, eu digo, irmãos, sobre esse
julgamento temerário. Você não sabe se é
verdade, você não sabe se ouviu de outra
pessoa. E mesmo assim, se você sabe de
todas essas coisas, é com essa dureza
que você quer tratar o seu irmão. É com
essa falta de misericórdia que você quer
lidar com o seu irmão de sangue, com seu
tio, com a sua. É assim que você quer
lidar com seu pai, com seu filho, com
dureza de coração. Esse julgamento
temorá. Quem de nós, irmãos, teria
coragem de falar do outro em busca de
autojustiça, de se sentir superior,
sabendo quem realmente é? Você que tá
aqui, que nasceu de novo, você tem
coragem de falar assim: "Pelo menos eu
não sou como fulano de tal?" É isso, é a
resposta que você dá.
Verso de número três. Porque vês tu,
olha o Senhor Jesus falando, porque vês
tu o argueiro ou cisco no olho do teu
irmão, porém não reparas na trave que
está no teu próprio olho? Aqui Jesus
cria, irmãos, uma cena absurda. Imagina
uma pessoa, olha só, é para você
imaginar a cena, uma pessoa com uma viga
de maneira, de madeira enorme,
atravessada no olho e ela vira pro outro
e fala assim: "Aqui e tem um cisquinho
no seu olho, vem cá, deixa eu te ajudar.
com uma viga enorme. É uma imagem,
irmãos, que assim Jesus faz de
propósito, tá? É uma uma imagem que ela
chega a ser engraçada, mas ela também é
profundamente humilhante, porque aqui a
palavra usada para argueiro, ela
descreve, irmãos, uma partícula
minúscula. é a palavra no grego para um
fragmento. Já a palavra trave é
exatamente isso mesmo. Aponta para uma
grande peça de madeira, uma viga
utilizada numa construção. Jesus de
maneira intencional, ele coloca lado a
lado duas coisas completamente
desproporcionais para ensinar uma coisa,
um cisco contra uma enorme viga. E a
mensagem é clara, aquilo que Jesus quer
trazer para nós, de que a nossa
percepção do pecado dos outros
frequentemente é desproporcional aos
nossos próprios pecados.
É isso, é isso que Jesus tá falando.
Essa trave com relação ao cisco é de que
a nossa percepção do pecado dos outros
frequentemente, amados, é
desproporcional à percepção dos nossos
próprios pecados. Você quer exemplo? É
muito fácil a falar e perceber a
impaciência do outro. Nossa, você viu
como é que fulano é impaciente? Ah, eu
vi. Nossa, eu também. Difícil é
reconhecer o nosso orgulho.
Então, reconhecer o do outro é fácil.
Difícil é perceber o nosso orgulho. É
fácil perceber as palavras ásperas do
nosso cônjuge. Nossa, por que que você
falou comigo dessa dessa maneira?
Difícil é perceber a nossa resposta.
Difícil é nos ater à nossa própria
resposta. É fácil, irmãos. Se um irmão
falta no culto, ele não tem compromisso.
Esse irmão faltou no grupo, no culto,
não tem compromisso. Apó que tá
assistindo jogo do Brasil, difícil é
perceber a nossa própria negligência
espiritual.
Deixa eu te falar, você não ora mais
como você orava, tá?
Você não lê a Bíblia como você lia. Você
não tá com condições de falar do seu
irmão assim, não. E mesmo se tivesse, é
isso que Jesus tá mostrando.
Silêncio. Silêncio da nossa parte. O
pecado público do outro eu enxergo. O
meu em secreto. Ó, vamos mudar de
assunto, pastor. Talvez, irmãos, a
passagem bíblica que escancara isso para
nós, essa disparidade de uma coisa e
outra, seja Davi e Natã. Quando Natã vai
confrontar Davi, você se lembra muito
bem o que que Davi fez? Davi foi, deitou
com a mulher do amigo, mandou matar,
colocou o amigo na frente da da batalha
e ele tenta esconder toda aquela
situação até que passa-se os meses e o
profeta Natã vai para poder contar uma
história. Rei, eram dois homens na
cidade, um muito rico, muito pobre. O
pobre só tinha uma ovelhinha, o rico
tinha vários. Um dia chega um homem na
casa do rico e ele não queria se
desfazer de nenhuma das suas ovelhinhas.
Foi lá e pegou a única ovelhinha do
pobre. E Davi fica irado com aquela
situação.
E Davi simplesmente, irmãos, fica irado.
Porque como é que um homem que tem tanto
vai tomar apenas um de uma pessoa
necessitada? Pois é, rei. Esse homem é
você.
Esse homem é o Senhor. Irmãos, é fácil
demais a gente identificar o erro do
outro. Tem uma trave no olho de Davi.
Davi simplesmente deita com uma mulher
que não é dele, manda matar. Nós estamos
falando, irmãos, de adultério, nós
estamos falando de assassinato, nós
estamos falando de coisas terríveis.
Mas na hora que é para identificar o
pecado do outro, ele fala assim: "Já
entendi.
Esse outro homem que seja julgado, seja
condenado quatro vezes mais, pois que
vem a pena sobre ele. Pois, rei, esse
homem é o Senhor. Este homem é o
Senhor." Sabe por que que isso acontece,
irmãos? Porque o pecado nosga.
Ele não não apenas nos torna culpados,
mas nos torna, irmãos, especialistas em
justificar a nós mesmos. Você já
percebeu o quanto que nós temos
argumentos? Nós sempre temos argumentos
pros nossos pecados. A gente tá sempre
tentandoificar. Eu pequei? Não, não, eu
pequei, mas tem um contexto, tem um
porquê. Mas quando o outro peca, não é
injustificável.
Quando nós pecamos a gente quer
misericórdia,
mas quando é Jonas dentro do grande
peixe, misericórdia ao Senhor. Mas
quando é Nínive, irmãos, nós queremos
justiça. Não é isso que nós temos
aprendido? Essa é a trave.
Essa é a trave que Jesus tá falando.
Entenda, irmãos, que a trave não é
necessariamente um tipo de pecado
específico.
A trave é a cegueira produzida pelo
orgulho e pela nossa hipocrisia que nos
impede, irmãos, de perceber a gravidade
da nossa própria condição.
Essa cegueira de que eu consigo ver o do
outro, mas eu não consigo ver o meu.
Olha o versículo 4. Ou como dirás a teu
irmão: "Deixa-me tirar o argueiro do teu
olho quando tens a trave no teu". Tem
como lançar o versículo quatro aqui para
mim? Tem como? Vê se tem como. Dá uma
olhada, irmãos, nesse versículo de
número quatro. Eu vou te tem uma palavra
aqui que ela é fundamental nesse texto.
Eu vou te dar 10 segundos para você
encontrar ela. Uma palavra
importantíssima que deveria colocar um
freio em nós todas as vezes que a gente
tiver o desejo de emitir um tipo de
juízo. Você encontrou? Olha para esse
texto. Encontrou aí? É a palavra. Sabe
qual a palavra que é? Irmão.
Irmão, Jesus. Jesus não tá falando de
inimigo.
Não, não. Não é necessariamente o
inimigo. Jesus tá falando, irmãos, de
alguém próximo. Ou como dirás a teu
irmão?
A teu irmão. Jesus tá falando de alguém
próximo. Isso torna aqui, irmãos, essa
passagem extremamente importante pra
vida da nossa igreja. Grande parte dos
nossos conflitos, queridos, não acontece
com pessoas desconhecidas,
acontece com pessoas próximas. É o
familiar, é o cônjuge, são filhos, pais,
amigos, são irmãos da igreja, pessoas
com quem nós convivemos. E quanto mais
nós convivemos com alguém, irmãos, mais
nós conhecemos os seus defeitos. Mais
nós conhecemos. É justamente aí que
surge o perigo. Porque com as fraquezas,
conhecer as fraquezas de alguém, irmãos,
pode nos transformar. Ou você vai
interceder pela pessoa ou você vai
acusar essa pessoa. Nós podemos olhar
paraa fraqueza do nosso irmão e dizer
assim: "Você tá vendo a fraqueza do seu
irmão? E ao invés de você emitir um
juízo, você diz assim: "Senhor, tem
misericórdia dele,
ó Senhor, assim como o Senhor tem
misericórdia de mim, tenha misericórdia
do meu irmão." Ou então, já que você
conhece, você pode olhar e falar assim:
"Fernando, sabia? Sabia. E conheça isso
daí. Conheça isso daí". Não, não, não.
Sempre foi desse jeito. E ao invés de
você ser aquele que intercede, você
passa quer a ser o acusador.
Irmãos, tem tem uma pessoa na Bíblia que
que é chamado de acusador. Eh, deixo
pros irmãos pensarem.
Eu deixo pros irmãos pensarem. Nós
podemos olhar paraa fraqueza do nossos
irmãos e agirmos com graça, mas nós
podemos também agir com dureza. Que
fique claro aqui para nós. Jesus não tá
dizendo que nós devemos abandonar o
nosso irmão no pecado. Não é sobre não
emitir nenhum tipo de julgamento. Muito
pelo contrário. O versículo 5 ele é
decisivo e nós já vamos caminhar para
encerrar. Versículo de número cinco.
Hipócrita.
Deve ter sido duro ouvir isso de Jesus,
né, irmãos? Na cara. Hipócrita.
exclamação: "Tira primeiro a trave do
teu olho e então verás claramente para
tirar o argueiro do olho do teu irmão."
Perceba a sequência que Jesus usa aqui.
Jesus não diz assim: "Olha, não, não
deixa, seu irmão tá pecando, deixa o
argueiro no olho dele." Não é sobre
isso. Jesus faz uma sequência. Primeiro
você tira a trave, então você vai ver
claramente e depois você vai tirar o
argueiro do teu irmão. 1 2 3. Primeiro
você tira a trave para que você possa
ver claramente, para que então você
possa ajudar o seu irmão. Essa aqui,
irmãos, talvez seja a parte mais
importante do nosso texto, porque Jesus
não está eliminando a correção.
Jesus está purificando a correção. É
diferente. Ele não diz, não ajude o seu
irmão. Ele diz o seguinte: primeiro você
trata o seu próprio coração para que
você possa ajudar o seu irmão da maneira
correta. E isso daqui muda completamente
a nossa maneira de corrigir alguém. É
isso que você faz? É isso que você faz.
Apóstolo Paulo fala lá em Romanos 2
sobre os judeus que criticavam coisas
dos gentios que eles mesmos praticavam.
Vocês estão se autocondenando. É isso
que você faz. Você tem olhado para a
trave que tá no seu olho? Eu quero
concluir, irmãos, e é claro, nós
precisamos terminar olhando para Cristo
Jesus, porque existe um perigo muito
grande de nós ministrarmos textos assim.
Os irmãos já perceberam, todo sermão do
monte, irmãos, é, ó, é uma facadinha
só para curar, tá? Não é para matar,
não. Uma facadinha que vem em nós e a
gente fala: "Ai, Jesus, ah, Senhor". Mas
existe um risco aqui da gente
transformar cada uma dessas coisas como
se fosse uma nova lei moralista, né? Ah,
o sermão moralista porque eh focou só
naquilo que nós temos que fazer. Então,
nós poderíamos chegar e dizer assim:
"Não seja crítico, seja mais humilde,
não julgue, olhe para os seus próprios
pecados e nenhuma dessas coisas nós
estaremos falando mentira. Todas essas
coisas são verdadeiras, mas o evangelho
é além disso. O evangelho é mais do que
coisas que nós fazemos. A pergunta,
irmãos, é como é que nós podemos nos
tornar pessoas que enxergam o pecado dos
outros sem arrogância?
Como é que eu posso ajudar o outro sem
arrogância? E a resposta para essa
pergunta, irmãos, ela não está
simplesmente em nós tentarmos ser uma
pessoa mais agradável,
uma pessoa melhor, está em compreender a
graça de Cristo Jesus.
A resposta para isso é nós entendermos a
graça do nosso Senhor. Quando eu olho
para Jesus, eu lembro que o meu pecado é
muito maior do que eu gostaria de
admitir.
Outro, espero que você não esteja assim.
Pelo menos não é como o
Não é sobre o outro, é sobre você. Não
tenta se autojustificar, usar de autoj.
Não tenta fazer isso, não. Não tenta
fazer isso. Quando a gente olha, irmãos,
pra cruz, nosso pecado, nosso pecado é
muito maior do que nós poderíamos
admitir. Lembro que Deus conhece os meus
pensamentos, conhece as palavras que
saem das minhas bocas, da minha boca, a
intenção do meu coração, pecados que
ninguém mais conhece. Deixa eu te falar.
Jesus te conhece para além do que a sua
esposa, o seu esposo te conhece, porque
ele pode ver o seu cônjuge, vê
exteriormente, o Senhor conhece o seu
coração.
Você po, alguém aqui tem coragem de se
autojustificar diante do Senhor? Nós
lembramos, irmãos, que nós não fomos
salvos porque era porque éramos
moralmente superiores aos demais. Não
fomos salvos, irmãos, porque merecíamos.
Não fui salvo porque enxergava tudo
corretamente.
Nós fomos salvos pela graça de Cristo
Jesus. Pela graça. E quanto mais nós
conhecemos profundamente a graça do
nosso Senhor, menos nós nos sentiremos
superiores.
Se há um resquício de arrogância no seu
coração, irmãos, que caia hoje em nome
de Jesus.
Não há como, irmãos, nós olharmos paraa
cruz de Cristo e olharmos e dizendo
assim: "Obrigado, Jesus, mas também não
sou como outro". Não dá para existir
essa comparação. Nós olhamos e dizemos:
"Senhor, o quão terrível é o meu pecado,
o quão grande é o seu amor. Ó Senhor
Deus, perdoa-me. Perdoa-me, Senhor. A
cruz, irmãos, me impede de olhar pro
pecador de cima para baixo. Eu olho de
pecador para pecador. Por isso, a
postura cristã, ela jamais será eu sou
melhor do que você." Não, irmãos. A
postura cristã. Todas as vezes que nós
somos chamados a ir lá e corrigir o
nosso irmãos para que ele tenha vida, é:
"Eu também sou um pecador. Pela graça de
Deus eu fui alcançado e quero ajudá-lo a
enxergar aquilo que pode estar
destruindo a sua vida". É assim que nós
emitimos o julgamento pela reta justiça
com discernimento espiritual.
Sobre esse tema, creio já ter contado
pros irmãos, mas vale a pena. Paul
Washer, missionário americano, conta que
em determinada situação, num determinado
momento em que ele estava no Peru
realizando missões, um certo dia no na
na nas favelas ali daquela nação, ele tá
junto com seu filho e está ali
evangelizando junto com seu filho,
quando de repente passa um camarada de
moto, dois camaradas, um tá com
recarregando um fuzil nas costas, o
filho assustado se aninha no pai com
medo daquela situação, olhando aqueles
homens passando.
Meu Deus.
E o povo abaixa na altura do filho e
diz: "Filho, lá estaria o seu pai se não
fosse a graça de Deus".
É por isso, irmãos, que não é sobre
aquilo que eu e você fazemos,
é sobre a graça de Cristo que atua em
nós.
Nós podemos ser o agentes, mas nós nunca
nunca brotará do nosso próprio coração.
É a obra de Cristo em nós. E é
exatamente por isso, irmãos, que jamais
nós podemos emitir julgamento temerário.
Nós fazendo, fazendo isso, nós estamos,
irmãos, trazendo condenação paraa nossa
própria vida. O que nos diferencia é a
graça. E se não fosse o Senhor,
queridos? E se não fosse o Senhor? Que
Deus nos livre de uma igreja cheia de
pessoas que enxergam perfeitamente o
pecado dos outros, mas completamente
cega paraos seus próprios pecados. E que
o Senhor transforme a nossa igreja,
transforme-nos em uma igreja que enxerga
o pecado com clareza, a própria
pecaminosidade, com humildade e a cada
um dos nossos irmãos com a misericórdia
que nós encontramos em Cristo Jesus. É o
seu desejo. Por favor, fique de pé. Eu
quero orar com você.
Três breves aplicações para você guardar
no seu coração. Primeiro, antes de você
corrigir o seu irmão, examine-se
primeiro.
Antes de você corrigir o seu irmão,
examine-se primeiro. Segundo, depois de
se examinar, não deixe de auxiliar o seu
irmão. Ah, não, deixa Deus levantar
outro. Ah, não, deixa ele se quebrar a
cara. Não, não é isso que nós somos
chamados.
Israel, esse não é um amor cristão.
Nós somos chamados a Você identificou o
erro do seu irmão, peça a Deus graça,
misericórdia, você tem condição. Chegue
nele e fale. Depois de se examinar, não
deixe de auxiliar o seu irmão. E por
fim, em todos os momentos, lembre-se da
graça de Cristo Jesus. aquilo que Cristo
Jesus produziu em nós, aquilo que Cristo
Jesus nos deu, um novo coração. E nós
oramos, Senhor, dai-nos, sim, Pai, um
novo coração igual ao Teu, um coração
humilde, um coração manso, um coração
perdoador, misericordioso.
É o que eu e você precisamos diante de
Cristo.
Te amamos, Senhor. Obrigado pela tua
palavra que é como espada de dois gomes,
Pai.
E hoje ela adentrou os corações a
começar em mim.
Ajude-nos, Pai, porque não somos
superiores. É uma certeza que nós temos.
Nosso pecado é terrível diante da tua
santa presença. Ao Senhor que não sabe o
que que é pecadinho e pecadão. Ao Senhor
que derramou a sua graça sobre nós por
meio de Jesus Cristo. A ti nós adoramos.
Seja a tua bondade, Pai, sobre a tua
igreja. Ajude-nos a amar uns aos outros
como Cristo nos amou, a sermos humildes.
Ó Deus, ajude-nos a olhar paraa cruz e
assim agirmos com graça, com
misericórdia sobre todos que estão ao
nosso redor. É a oração que fazemos no
nome santo do Senhor Jesus. Amém. E
amém. Assim, meu irmão, que o amor de
Deus, a graça do Senhor Jesus e as doces
consolações do Espírito Santo seja com o
povo de Deus, não só hoje, mas para todo
sempre e toda a igreja que crê diz amém.
Amém. Amém. E amém.
Amém.
Amém. [música]
Podeis assentar. Ouçamos o póslúdio.
Amados irmãos, nosso culto está
encerrado e nós somos gratos a Deus por
tudo o que ele tem feito por nós. Gratos
a Deus por todos os que nos visitam. Nós
gostaríamos de conhecer aqueles que nos
visitam pela primeira vez. Alguém no
nosso meio pela primeira vez? Se não for
constrangimento, você puder ficar de pé,
que nós gostaríamos de conhecê-lo e
presenteá-lo também a nossa equipe. Nós
temos uma irmã aqui na frente, bênção,
um casal ali, lá no fundo também, uma
família, graças a Deus, como sempre,
muitos visitantes, um irmão de verde lá
no fundo lá, gente, olha lá, tá lá perto
da porta, tá? Bênção. Olha só, fica em
pé só um pouquinho que nós queremos
entregar um presente para vocês.
Queremos conhecê-los. Que bênção tê-los
no nosso e-mail, meus irmãos. alguns
avisos para nós muito importantes. Esses
aqui eu quero falar em especial para os
meninos da UPJ e da UPA, adolescentes e
juniores. Tá fácil aí? Põe para mim, por
favor. Põe aí. É o acampamento dos
adolescentes e juniores da nossa igreja,
meus irmãos. Vai ser do dia 4 a 7 de
setembro. Tá bem próximo essa data. E aí
esse e esse acampamento vai chamar
peregrinos, onde nós vamos estar
trabalhando, os peregrinos trabalhando
com esse tema maravilhoso, olhando quem
vai estar ministrando para nós é o
missionário Artur da Paz. Uma bção,
instrumento, missionário presbiteriano,
uma bção do Senhor. Ah, tenho certeza
que vai ser uma bção. E olha só, irmãos,
as vagas elas são limitadas e elas já
estão para poder, elas encerram no
finalzinho agora de agosto, tá bom?
Então corre, faz a inscrição pro seu
filho, vai ser aqui bem próximo a esse
acampamento e em nome de Jesus vai ser
realmente uma bênção paraa vida dos seus
filhos, tá? Aviso também, irmãos, a
respeito do encontro da fé reformada que
também está chegando agora em outubro.
Façam suas inscrições no site ou
aplicativo da nossa igreja, uma temática
abençoada com homens de Deus ministrando
aqui para nós. Eu comunico aos irmãos
que o reverendo Rubens teve de fazer uma
cirurgia de emergência durante essa essa
semana, mas que já está em plena
recuperação. Nós vamos orar pela vida
dele. Vamos orar, irmãos, mais uma vez.
Senhor, graças nós te damos pela vida do
teu servo e pedimos que em nome de Jesus
o Senhor restaure por completo. Ser com
ele, Jesus fortalecendo na em nome de em
todas as áreas, Pai, que sejam assim
necessárias. Rogamos a ti, confiados de
que o Senhor faz mais do que nós pedimos
ou pensamos. Ao teu nome oramos. Amém. E
amém. Querido irmão, Deus te abençoe em
nome de Jesus. Excelente semana. Você tá
convocado a cumprimentar no mínimo as
cinco pessoas antes de ir embora.

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