Culto Noturno – AO VIVO |16/08 | 18h
15/08/2026
Culto Noturno – AO VIVO |16/08 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Legendas automáticas:
Boa noite, irmãos. Graça e paz. Nós estamos iniciando o nosso culto de adoração a Deus e como primeiro ato nós teremos o prelúdio. Então, convido você a que participe desse momento ouvindo o prelúdio, em oração, pedindo a Deus para abençoar esse culto. เฮ Amém. Abra sua Bíblia no na carta de Tiago. A carta de Tiago, do apóstolo Tiago, no capítulo 4. Capítulo 4, versículos 11 a 12. Capítulo 4, Tiago, versículos 11. a 12. Só aguardar enquanto alguns irmãos ainda chegam para se assentarem e assim participarem conosco da leitura da palavra de Deus. Se você tiver um lugarzinho aí mais folgado, deixe e avise para junta para que eles possam então agasalhar aí os irmãos que estão chegando. Isso. Muito bem. Tiago 4, versículo de 11 a 12 diz assim a palavra de Deus: "Irmãos, [roncando] não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga a seu irmão, fala mal da lei e julga a lei. Ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz. Um só é legislador e juiz, aquele que pode salvar e fazer perecer. Tu, porém, quem és que julgas o próximo? Oremos. Pai querido, Deus de amor, de bondade, Deus criador de todas as coisas. Pai, nós estamos aqui como igreja com o único objetivo de adorar a ti e prestar glórias e louvores a ti, ó Pai. Esse é o nosso objetivo nessa noite, Pai. Por isso, nós pedimos que o Senhor nos capacite, que o Teu Espírito Santo esteja conosco nessa noite, abrindo a nossa mente, o nosso coração e nos capacitando, Pai, para que possamos participar de cada ato desse culto a Ti, ó Pai, prestando a ti unicamente, ó Pai, nos capacite, pai, de tal maneira que sejamos transformados, pai, quer pela leitura da tua palavra, pelos hinos, pelos cânticos, pela pregação da tua palavra, possamos sair daqui impactados a tal ponto de transmitir este teu grande amor a outras pessoas, pai. ser conosco nessa noite, Pai, com cada ato desse culto. Fazei com que cada ato deste culto aponte para Cristo, teu filho amado, pai. Que ele seja o centro das nossas atenções, que possamos sentir a presença de Cristo em nosso meio, Pai. É assim, Pai, que nós oramos e lhe agradecemos em nome de Jesus. Amém. E amém. Convido a igreja para se colocar de pé e cantarmos, entoarmos junto o hino número 67, Coração quebrantado, sob a orientação da regência. Mas nesse momento também nós convidamos você que veio preparado para fazer a entrega dos dízimos e ofertas. Aproveite esse momento para depositar os dízimos e ofertas nos gasofilaços que estão distribuídos pela igreja e assim também participando do culto com as suas finanças. Que Deus nos abençoe. Cantemos. Sonda-me, ó Deus, [música] pois vês meu coração. Salva minha voite peço em oração [música] de todo mal. [música] Liberta-me, Senhor, até da transgressão que oculta. Vem me lavar [música] dos v pecados meus conforme promet [música] deste meu bom Deus faz-me arder e consumir de amor, pois quero te magnificar, Senhor. Todo o meu ser não considero o meu. Quero gastá-lo [música] no serviço teu. Minhas paixões, tu podes dominar, pois tu, Senhor, vieste em mim morar [música] lá do alto do céu. O avivamento vem e [música] que comecem mim seguindo a lei o teu poder. As bênçãos teu favor. Concede aos que são Deus, ó pai, de amor. Amém. A igreja pode se assentar. Vamos agora ter um momento de contrição, momento em que nós faremos a leitura da Bíblia e depois uma oração de confissão. Abram suas Bíblias agora em Salmo. Salmo 139. Salmo 139, versículos 23 e 24. Salmo 139, versículos 23 [limpando a garganta] e 24. Diz assim a palavra de Deus: "Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração. Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. Nós vamos agora eh ter esse momento de confissão de pecados. Eh, nós vamos dedicar alguns algum tempo aqui para orarmos e abrirmos o nosso coração, a nossa mente, cientes de que estamos diante de Deus. né? Cristo está presente neste culto, embora ele conheça todos os nossos atos, tudo que fizemos e ainda vamos fazer, mas ele pede a nossa confissão, a confissão de pecados. Então, curve sua cabeça, feche seus olhos, dedique esse momento de oração, falando nesse momento da verdade com o seu Deus, o Deus que você veio aqui prestar culto de adoração a ele. Fale a ele neste momento. Confesse os seus pecados. Logo depois, o silêncio será rompido com eh uma oração audível pela nossa irmã Edna. Senhor, nós te louvamos essa noite. Somos gratos, ó Deus, a ti por podermos entrar na tua santa presença através do sangue precioso de Jesus. Ó Deus altíssimo, nós te suplicamos nessa noite, ó Deus, que o teu Santo Espírito venha sondar os nossos corações, Senhor, nos convencer e nos dá consciência do pecado que insiste e nos assedia. E muitas vezes, ó Deus, nós o normalizamos na nossa vida, Senhor. Ó Deus, nós pedimos ao Senhor que nos dê, meu Deus, também, meu Deus, a capacidade, a compreensão, ó Deus, que somos limitados, que somos imperfeitos, que nós, ó Deus, temos a tendência, ó Deus, de querer satisfazer as vontades da nossos corações, satisfazer a vontade, ó Deus, que venha nos eh alimentar o egoísmo, a soberba, Senhor, o orgulho do nosso coração. E dessa forma, meu Deus, entristecemos o teu espírito, nos afastamos do Senhor, mesmo que por breve momento, ó Deus, porque, ó Pai, nós ficamos cegos, ó Deus, e clamamos ao Senhor, que ilumine a nossa mente, o nosso coração, Senhor. Que o Senhor nos encoraje a ir à tua palavra, a estudar a tua palavra, a meditar nela, a estarmos, ó Deus, buscando ao Senhor, em comunhão com o Senhor, em oração, meu Deus, porque são esses os meios que o Senhor providenciou para nós, para que nós possamos sermos assistido pelo Teu Santo Espírito, ó Deus, e que ele vem e gere nós a motivação santa, Senhor, para te adorar, para te servir, ó Deus amado, que aqueles que nós quando sairmos do caminho, Senhor, que o Senhor nos encoraje a voltar, que o Senhor nos reoriente, meu Deus, e que a gente não fique desanimado, ó Pai, Nem e quando nós estivermos assim abatidos, que o Senhor nos dê vigor, nos dê forças, ó Deus, e restitui a alegria do nosso coração, que é um aprendizado a cada dia da nossa vida, meu Deus, no conhecimento de quem é o Senhor, meu Deus. Fica conosco, ó Pai. Fica com cada parte desse culto, aceita a nossa adoração, Senhor. É que nós te pedimos e agradecemos no nome de Jesus. Amém. >> Amém. Convido a igreja mais uma vez a se colocar de pé para sob a orientação da regência nós entoarmos o hino 32 Deus Fiel. >> [música] >> Tu és fiel, Senhor, ó Pai celeste, teus filhos sabem que não falharás. Nunca mudaste. Tu nunca faltaste. Tal como [música] eras, tu [canto] sempre serás. Tu és fiel, Senhor. Dia após [música] dia, bensão sem fim. Tu merece [música] nos sustenta e nos guarda. Tu és fiel, Senhor, fiel assim. Flores e frutos, montanhas e [música] mares. Solas, estrelas brilhando no céu. Tudo criaste [música] na terra e nos ares para louvar-te, Senhor, que és fiel. Tu és fiel, Senhor. Dia após dia, com bênção sem [música] fim. Tua merce nos sustenta e nos guarda. Tu és [música] Senhor fiel a ser. Pleno [música] perdão. Que segurança. Cada momento me guia, Senhor. poder que [música] esperança desfrutarei do teu rico favor. Tu és fiel, Senhor. Tu és [música] fiel, Senhor. Dia após dia, com bensão sem fim. Tua mer sustenta nos guarda. Tu és Senhor fiel assim. Amém. Os irmãos podem se assentarem. Agora nós eh teremos um musical eh que será aqui prestado louvor a Deus, louvor a Deus com o musical preparado pelas nossas crianças, pelas crianças aqui de nossa igreja. E esse musical ele traz como tema fidelidade de Deus. Então, nós continuamos em adoração ao nosso Deus com esse musical de nossas crianças, cujo tema fidelidade de Deus. Essa é [música] uma história. um encontro cheio de emoção. Oh, oh, oh. Essa é uma [música] história bate forte o coração. [canto] Oh, oh. Nos [música] faz lembrar do encontro com o [música][canto] pai. Que belo dia, que alegria, o encontro vai celestial, [música] celestial, celestial. >> [música] >> 1 [música] 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Jacó tinha muitos [música] filhos. Um, dois, três, [sino] quatro. [música] O montão [canto] Jacó tinha muitos filhos. [música] [sino] Que pai corujão. [música] [sino] A hora deão [música] f boca fechada, mas bem dizia Jacó. 1 [música] 2 3 4 5 6 7 8 [música] 9 10 11 12 tinha muitos filhos. Ele se chamava José. [música] Zé, Zé, Zé, José. [música][canto] Deus tinha muita fé. Em Deus tinha [música] muita fé. Tive um sonho muito estranho. >> Ah, não diga. >> Sonhei que estávamos todos no campo colhendo trigo e amarrando os feixes. De repente, o feixe que eu amarrava ficou de pé. Daí os feixes de vocês, meus irmãos, rodearam o meu e se prostraram diante dele. Sou cé, José, quem pensas que és? José, José, quem pensar que és? Calma, foi apenas um sonho. >> Esse sonho, esse sonho, esse sonho de barriga cheia. Esse sonho, esse sonho, esse sonho no chat. [música][canto] Pai, tive outro sonho estranho. >> Sonhei de novo. >> Sonhei que o sol, a lua e 11 estrelas se curvavam diante de mim. >> José, [música] José, quem pensas que és? José, José, quem pensas que és? Espera aí, gente. É apenas um sonho. Tô contando que eu sonhei. >> Esse sonho, esse sonho, esse sonho. Barriga cheia. Esse sonho, esse sonho, esse sonho do [música] feia. Os irmãos de José ficaram com muita raiva e resolveram vendê-lo. José foi levado para o Egito para ser escravo. Jacó ficou muito triste e chorou muito. Coitado, ele pensa que José estava morto, mas o José não estava morto. Deus o amava e em todos os momentos estava com ele. Deus, estou com tanta saudade de meu pai. Será que ele está bem? Será que os meus irmãos estão cuidando bem dele? Permita-me, Deus amado. Permita-me, Senhor. Permita-me ver a face de meu Pai novamente. Permita-me, [sino] Senhor. Eu sei [música] que não falhaste. Quero ver, Senhor. Eu sei que [música] não mandaste. Quero ver meu pai. Mas [música] eu quero [canto] conversar tudo de novo [sino] e andar [música] sonhos teus, mesmo em meia provação [canto] te obedecer. Senhor, [música] eu sei [canto] que não falha. Quero ver meu pai. Eu [música] sei que não mudaste. Quero ver meu pai. [canto] [sino] Mas eu quero [música] começar tudo de novo [sino] e [música] andar nos [canto] sonhos teus. Mezia provações [música] te obedecer. Te [música] obedecer. O rei do Egito teve um sonho que ninguém foi capaz de interpretar. Ele sonhou que estava à margem do Nilo e viu sete vacas magras devorando sete vacas gordas. Viu também sete espigas de trigo bem bonitas. e sete espigas muito feias. As bonitas caíram e as feias ficaram na aste. José estava conhecido como intérprete de sonhos e o rei o chamou para interpretar o seu sonho. Na presença do rei, José deu a seguinte interpretação: Deus disse que haverá 7 anos de fartura e 7 anos de colheitas fracas. É melhor que vossa majestade se previna. >> O rei percebeu que José era sábio e o empoou como governador. Mas alguma coisa ainda incomodava José. Que saudade de meu pai. >> [sino] [sino] [música] >> Que será que a saudade dói [música][canto] assim? Porque será que a saudade [música] dói em mim? Sinto [canto] falta [música] meu lar. Deixa mim, meu pai [música] Jó. [canto] Me ajude, ó [música] Senhor. Que será que a saudade [música] dói assim? Porque será que a saudade dói em [música] mim? Sinto falta cada [canto] meu lar. [música] Deixa a mim, meu pai Jacó. [canto] Me ajude, [música] ó Senhor. [sino] A mim meu pai. [música] >> A fome rondou a cidade de Canaã, onde Jacó vivia com seus filhos. Os irmãos de José, exceto Benjamim, foram ao Egito comprar mantimento. >> Vocês são de Canaã? >> Sim. >> Como se chama o pai de vocês? >> Jacó. >> Vocês têm outro irmão? >> Sim. Da próxima vez, tragam para que eu possa conhecê-lo. A quantidade de mantimento que os filhos de Jacó trouxeram do Egito ia chegando ao fim, e a falta de comida voltava a atormentar a família. Eles foram ao Egito e levaram Benjamim. [música] [sino] E Deus no firme [música] são as [canto] promessas. falhando tudo [música] não falharão. Se das [música][canto] estrelas o filho cessa, mas as [música] promessas brilharão [canto] de [música] Deus muit firme são as promessas. Falhando [música] tudo não [canto] falhará. Se das [música] estrelas o brilho cessa, [música] mas as promessasão. [canto] Preciso contar uma verdade a vocês. Eu sou José, o irmão que vocês venderam como escravo. Como está nosso pai? Está bem? Não vos culpeis, pois Deus tinha um plano quando deixou que me vendessem. Venho até aqui. Quero abraçar-vos porque estou com muita saudade. [sino] Deus muit firme [música] são as promessas. falhando tudo não falharão. [música] Se nas estrelas o brilho [música] cessa, mas as promessas virarão. Deus muit [música] firme são as [canto] promessas. [música] Falhando tudo não falhará. Se das [música] estelas o brilho cessa, mas as promessas [música][canto] brilharão. Deus é fiel. Deus é fiel. Este é meu pai. Estou vendo a face de meu pai novamente. Deus é fiel. >> [música] >> Tua [música] fidelidade é grande. Tua [música] fidelidade [canto] incomparável. É. Ninguém é como [música] tu. Bendito Deus, grande [música][canto] é tua fidelidade. Tua [música][canto] fidelidade é grande. Tua fidelidade [música] incomparável. [canto] É. Ninguém é como [música] tu, bendito Deus. >> [música] >> Grande é tua fidelidade. [música][canto] Tua fidelidade [música] é grande. Tua fidelidade [música] [canto] incomparável. É. Ninguém como [música] tu. Bendito Deus. Grande [música][canto] é sua fidelidade. Tua fidelidade [música] é grande. Tua fidelidade [música] incomparável [canto] é. Quem é como [música] tu? Bendito [canto] Deus, grande [música] é tua fidelidade. >> [canto] >> Desligar o microfone. Que maravilha. presenciando esse musical, eu fiz um, eu percorri, não sei se os irmãos também percorreram os capítulos de Gênesis de 35 até 50, foram todos expostos para nós aqui através das crianças, através da musicalidade, através da arte. Maravilha, né? Que Deus abençoe as crianças de nossa igreja, esteja usando a cada criança como instrumento de bênçãos, não só na igreja, mas em toda a cidade. Nós vamos ter agora um momento de oração com as crianças, mas as crianças não precisam vir aqui à frente. Já me comunicaram aqui de última hora que em decorrência das do excelente musical aqui das nossas crianças, então nós não vamos separar as crianças hoje, elas vão permanecer conosco aqui no culto. Somente as crianças até 2 anos que vão lá pro bersário, mas as demais até 8 anos permanecem aqui conosco. Vamos orar então pelas nossas crianças, não somente pelas nossas crianças, mas as crianças do Brasil. Oremos. Curve sua cabeça. Vamos pedir a bênção de Deus. Pai querido, muito obrigado, Pai. A tua palavra diz para educar a criança no caminho em que deve andar, para quando envelhecer não se desviar dele, ó Pai. E aqui, Pai, nós temos essa oportunidade de estar ensinando a tua palavra às nossas crianças. Por isso, nós pedimos que o Senhor nos capacite e nos habilite, Pai, a ensinarmos a as nossas crianças adequadamente, Pai. Pedimos que o Senhor oriente a cada professor, a cada pastor, a cada voluntário do Departamento Infantil, para que cuide de nossas crianças com o teu amor e com a tua bondade, Pai. Ajude a nossa igreja a estar fortalecendo cada vez mais a nossa atenção para com as nossas crianças. Pai, pedimos que o Senhor abençoe todas as crianças de nossa igreja, mas não somente as crianças de nossa igreja. Pai, pedimos também que o Senhor abençoe as crianças da nossa cidade, as crianças do nosso estado, no nosso país, Pai. Ó Senhor, nos capacite, Pai, para como igreja, Pai, podermos levar a tua palavra a essas crianças, Pai, para que elas conheçam a luz, para que elas conheçam a verdade. Ó Pai, nos capacite, Pai, nos habilite. Nós lhe pedimos assim em nome de Jesus. Amém. E amém. Glória a Deus. só as de até 2 anos lá no bersário. Os demais permaneçam conosco aqui. Muito bem. Muito obrigado. >> Queridos irmãos, graça e paz. Abra a sua Bíblia, por favor, no Evangelho de Mateus, no capítulo de número 7. Nós leremos nesta noite e meditaremos do verso um até o versículo de número 5. Evangelho no qual escreveu Mateus, capítulo de número 7, do verso 1 até o versículo de número cinco. Nós temos um Deus que de fato é fiel e nos deu Jesus Cristo, seu filho. E quando Cristo esteve entre nós, nos ensinou a maneira como andarmos em santidade diante da sua santa presença. E o nosso tema de hoje não é menos importante de todas as coisas que Cristo ensinou. Mateus, no capítulo de número 7, versículo de número primeiro. Enquanto você procura, eu te pergunto: Alguma vez uma pessoa disse para você assim: "Olha, quem é você para me julgar? Quem que você tá pensando que você é para me julgar? Hã, só Deus pode me julgar. Já ouviu assim? Já ouviu alguma coisa nesse sentido? Será que é verdade? É o que nós vamos ver na palavra do nosso Deus nessa noite. Evangelho de Mateus, no capítulo de número 7, o verso é o verso de número primeiro. Diz assim a palavra do nosso Deus: "Não julgueis para que não sejais julgados, pois com o critério com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Por que te por que vês tu o argueiro no olho do teu irmão? Porém, não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: "Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu". Hipócrita. Tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro no olho do teu irmão. Obrigado, Jesus. Obrigado por tudo que foi ofertado ao Senhor durante esse culto, os louvores, ó Senhor Deus, a liturgia, a apresentação desse musical. Com todo temor e tremor nos assentamos para ouvir a exposição da tua palavra. E como já falaste ao nosso coração, fale mais uma vez em nome de Cristo Jesus. A tua palavra que é viva, poderosa, que nos corrige, que nos exorta, que nos ensina, que nos consola. A ti nós recorremos, Senhor Deus, e pedimos, fale conosco da maneira como assim o Senhor desejar. Nos colocamos não apenas dispostos a ouvir, mas também a sermos transformados e a praticar aquilo que a tua palavra nos ensina. Ao Senhor nós oramos no nome de Jesus. Amém. É, mantenho minha cabeça em pé. Fale o que quiser, pode vir que já é. Junto com a ralé, sem dar macharé, só Deus pode me julgar e por isso eu vou na fé. Essa é uma frase, é um trecho de uma música de um rapper brasileiro em que ele fala, canta, dizendo que ele vai fazer, ele vai falar que não adianta reclamar, porque só Deus pode o julgar. Só Deus pode me julgar. Não julgueis. Poucas palavras de Jesus são tão conhecidas e ao mesmo tempo tão mal compreendidas quanto essa expressão. A nossa cultura parece que transformou Mateus 7:1, esse não julgar como se fosse um slogan. Basta que a gente simplesmente aponte um comportamento pecaminoso ou então chame a atenção para um erro e imediatamente a pessoa solta essa frase: "Ei, pera aí, quem é você para você não pode julgar." Jesus disse: "Não julgueis". Mas existe, irmãos, uma grande um grande problema nessa interpretação, porque ela faz dizer aquilo que Jesus definitivamente não disse. Se não julgar significasse ficar calado, não emitir nenhum tipo de juízo entre certo e errado, Jesus estaria proibindo algo que ele mesmo vai dizer. Inclusive as escrituras também dizem com muita clareza. O próprio Cristo vai dizer em João, no capítulo 7, versículo 24, "Não julgueis segundo a reta aparência e sim pela reta jus". Não segundo a aparência e sim pela reta justiça. Ou seja, de maneira clara, Mateus 7 não significa nunca faça qualquer avaliação moral sobre ninguém. Pra gente entender o que está diante de nós, nós precisamos saber que existe mais de um tipo de julgamento nas escrituras. Dois para ser mais claro. O primeiro é esse condenado por Jesus no nosso texto, que é chamado de julgamento temerário. Pastor, o que que é o julgamento temerário? É o tipo de julgamento apressado, um julgamento arrogante, baseado em impressões, hipócrita, porque a pessoa faz pior. É o tipo de de julgamento de informações de segunda mão, do ah, eu ouvi falar. da maledicência. É sobre esse tipo de julgamento que o nosso Senhor está tratando aqui em Mateus, no capítulo de número sete. Agora, há um julgamento que o Senhor quer, obviamente, que nós façamos. Por exemplo, ele nos manda tomar cuidado com os falsos profetas, que conheceremos esses falsos profetas pelos seus frutos. Ou seja, para que eu conheça pelos seus frutos, eu preciso emitir algum tipo de julgamento. Os irmãos entendem? Eu vou olhar pro proceder dessa pessoa e então eu terei base para dizer se aquela pessoa procede de Deus ou se não. E esse julgamento correto, ele tem nome. Ele é chamado de julgamento segundo a reta justiça ou como a gente conhece por outros textos, discernimento espiritual. Discernimento espiritual. Pra gente entender o que Jesus tá falando aqui no sermão do monte, o nosso texto, a gente precisa levar em conta essa distinção, porque Jesus não está falando sobre esse julgamento de discernimento espiritual. Jesus está falando sobre o julgamento pecaminoso, o temerário. Jesus está tratando aqui, irmãos, de uma doença espiritual que tá arraigada no nossos corações, que é a tendência de enxergar o pecado do outro desse tamanho e o nosso desse tamanhozinho. A gente olha pro pecado do irmão como uma lente de aumento, mas olha pro nosso assim: "Puxa vida, não, eu tenho porquê". A grande pergunta então aqui do nosso texto, irmãos, não é simplesmente se nós podemos julgar. A pergunta é: como nós devemos enxergar o pecado do nosso irmão sem nos tornarmos cegos para os nossos próprios pecados? Como é que a gente pode enxergar o pecado do outro irmão? E aí a Bíblia vai nos ensinar, nós vamos falar sobre isso, mas como é que eu faço isso sem me tornar cego pro meu próprio pecado? E a resposta de Jesus, ela é extremamente confrontadora, porque o nosso Senhor vai dizer: "Antes de olhar pro cisco no olho do seu irmão, você precisa olhar pra trave que está no seu olho." Se você pegar pergunta e resposta, você já entendeu todo esse texto. Como é? A pergunta é: Como nós devemos enxergar o pecado do nosso irmão sem nos tornarmos cegos pros nossos próprios pecados? E a resposta é: antes de olhar pro cisco do teu irmão, você precisa tirar a trave do seu próprio olho. Vamos lá, vamos olhar para texto, versículo de número um, acompanha comigo. Jesus começa dizendo: "Não julgueis para que não sejais julgados". Mais uma vez, meus irmãos, Jesus não está condenando aqui o exercício do discernimento espiritual, não é? De maneira alguma. Ele está condenando aqui uma postura de superioridade, de condenação, de censura e de hipocrisia com relação ao pecado alheio. O problema não é perceber o argueiro ou um cisco, como vem algumas outras traduções, não é perceber essa esse cisco no olho do irmão. O problema é perceber o cisco no olho do irmão enquanto nós ignoramos a trave que está no nosso próprio olho. Ou seja, nós conseguimos identificar o pecado do irmão, mas nós não identificamos o nosso. O problema não é dizer que algo é pecado, é dizer que algo é pecado enquanto nós tratamos o nosso próprio pecado como se ele não fosse grave. Então, no meu irmão é gravíssimo, mas em mim, puxa vida, né? Eu tenho os meus motivos. Você corrige o seu irmão e está certo. A gente vai ver isso mais para frente. Precisa ser corrigido, mas você corrige o seu irmão, mas não permite que Deus te corrija. O cristão, irmãos, ele precisa ter discernimento. Thago vai falar isso para nós. É uma necessidade. Nós precisamos orar por discernimento, orar por sabedoria. Mas, irmãos, nós oramos por isso sem possuir um espírito de condenação, sem olhar pro outro e em nós brotar o espírito de condenação. Precisa chamar de pecado sem transformar isso num instrumento de eu sou superior a você porque eu não estou cometendo o mesmo tipo de pecado. Coisa, por exemplo, que acontece com com clareza entre o fariseu e o publicano. E você conhece essa parábola? O Senhor Jesus conta a parábola de dois homens que sobem para orar. E enquanto o publicano está de longe e não nem levanta a sua cabeça, o fariseu está: "Senhor, eu te agradeço porque eu não sou como esses homens adúlteros e morais. Eu não sou como esses homens ladrões. O que que há no coração daquele homem? Talvez, talvez realmente o fariseu, ele não fosse um ladrão, não fosse um injusto. Talvez ele não tivesse o pecado do adultério, mas sabe o que que ele era? Sabe aquilo que ele tinha? Ele tinha uma cegueira com relação aos seus próprios pecados. E isso aqui, irmãos, é daqueles que observam bem o pecado do outro, mas não conseguem enxergar os seus próprios pecados. E esse homem identifica o pecado do publicano, mas ele não se atenta para para si, para os seus. E Jesus diz: "Cuidado." Até mesmo porque o padrão com que nós julgamos vai revelar o nosso coração. Olha o versículo de número dois agora. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também. Aqui Jesus apresenta uma imagem que era muito conhecida dos seus do seu público original, a imagem da medida. Quem comprava ou vendia determinado tipo de produto, precisava utilizar medidas, mas não se tinha a mesma aparelhagem como nós temos hoje para peso, calcular peso, tamanho, quantidade. Daí a pessoa poderia usar uma medida generosa ou então uma medida pequena. E eu tive na feira semana passada e vi isso na prática. Eu fui, tava interessado em em em comprar jabuticaba. E aí de eu eu vi de banca para banca não tinha diferença nenhuma de preço. Sabe onde morava a diferença? A diferença tava no instrumento que usava para poder medir. Porque em uma eu cheguei e falei assim: "Olha, essa latinha é esse valor". E na outra era uma jarra de suco pelo mesmo valor, pelo mesmo valor. A diferença ali era na medida. E a imagem que Jesus usa aqui no nosso texto, ela era clara pros ouvintes. Cristo usa essa imagem, irmãos, para ensinar uma metáfora espiritual. É como se Jesus tivesse dizendo assim: "Olha, você está usando uma régua para medir os outros, só que tome cuidado, porque essa mesma medida, essa mesma régua que você tá usando, vai ser a que meu pai vai usar contra você. Vai ser essa mesma régua." O ponto, irmãos, não é que Deus simplesmente adotará o padrão humano de julgamento como se ele tivesse obrigado a nós. Não é sobre isso. O ponto é que a maneira como julgamos os outros revela a disposição do nosso coração. A maneira como nós julgamos as outras pessoas revela, revela muito da disposição do nosso coração. Pastor, não entendi. Deixa mais claro. Eu deixo sim. Uma pessoa, irmãos, misericordiosa, ela tende a julgar determinada determinado problema, considerando o contexto em que determinada coisa aconteceu. Ela vai julgar determinando o contexto. Ela reconhece que ela pode estar enganada no seu julgamento, que inclusive eu não sei se você sabe, mas é uma das marcas da humildade cristã. Eu posso estar enganado. Você você chega num argumento assim, você chega numa discussão assim, puxa vida, eu posso estar enganado. Isso é uma marca da humildade cristã. O homem orgulhoso, o homem soberbo, ele não pensa a respeito disso. Ele não, ele não, não, ele não tá errado. Eu tenho certeza. Eu tenho certeza disso. Isso não é marca, irmãos, de de pessoas que de de pessoas que entenderam que nós não temos condição de sondar corações. Aí o homem misericordioso, ele considera o contexto, ele sabe que ele pode ter enganado, ele trata o pecador com compaixão, porque ele também entende que é um pecador. Já o coração do homem orgulhoso, arrogante, ele não age assim. Ele julga os outros como se ele nunca tivesse pecado. Não leva em consideração que talvez esteja errado. E aí essa pessoa usa uma régua dura demais para poder lidar com o problema do outro. Por isso, irmãos, o que Jesus está atacando aqui, entenda, não é uma questão de superfície. Jesus não está falando sobre comportamento. Jesus está falando sobre coração. É mais profundo do que simplesmente as coisas que nós vemos com esses olhos. Jesus está falando de coração. E deixa eu te falar, sabe por quê? Porque é possível, meus irmãos, nós termos uma teologia correta com coração errado. É possível nós termos uma teologia correta, mas o coração, irmãos, está errado. É possível que você defenda a santidade de Deus, mas você faça isso de uma maneira ímpia. Sabe onde a gente observa isso muito? Na internet. Na internet isso aqui é um campo assim, há uma zombaria. Quantas vezes, irmãos, aparece um vídeo para você, uma zombaria por parte de gente que tem uma teologia correta, mas se expressa com coração errado. São aquele tipo, é o tipo de pessoa irônica que pode até mesmo saber da verdade de Deus, mas ele usa do conhecimento que ele tem de Deus para se colocar acima dos demais. É o irmão que com soberba vira e diz assim: "Você é neopentecostal? Dá licença, eu sou reformado. Você não sabe responder teologicamente essas coisas? E aí, irmãos, olha, não com a graça e a humildade que a fé cristã produz em nós, mas com o nariz empinado, como se nós fôssemos superiores aos outros. A pessoa, Luiz, ela conhece a doutrina da graça, mas ela não exerce graça. E existe uma diferença muito grande nisso. Você pode conhecer sobre muita coisa, irmãos. Colocar em prática é diferente. Jesus diz: "Essa medida, essa régua, o meu pai vai usar contra você". E não é e ah, táô sobre teologia? Não, irmãos, não é só sobre teologia, não. Que fique claro. São julgamentos sem misericórdia que nós usamos no nosso dia a dia. Eu vou te dar um exemplo, né? Se tem uma coisa fácil da gente abrir a boca para poder falar dos outros, é sobre criação de filhos, né? Criação de filhos. A gente fala do filho dos outros até Deus dar os nossos pra gente, né? É, eu sei que muito pai agora identificou. Então você olhava pra irmã e falava: "Meu Deus do céu, essa irmã aí, será que ela não vai?" Eh, olha aí, ela não vai fazer nada não. Esse menino vai continuar bagunçando assim. Essa essa criança faz muita bagunça, essa mãe, esse pai tem que tomar um chá de semancol. Aí um dia Deus te dá os seus filhos e a sua língua queima. queima e você percebe que você foi juiz de uma maneira muito dura com seus irmãos. E tá na hora agora de você receber certa parte daquilo que você plantou. Quem é juiz hoje, irmãos, vai ser réu amanhã. Pode ter certeza disso. É o que Jesus tá falando. Você hoje você é pedra, amanhã você é vidraça. Ah, fulano, fulano cometeu tal pecado. Tomara. Se, se eu fosse o pastor, se eu fosse o conselho, eu fazia isso, isso, aquilo, outro para essa pessoa aprender. Aí Deus olha lá de cima e diz: "Ah, é assim, é, é esse o seu julgamento". Então, então à medida que você tá usando aquilo que você tá querendo que venha sobre o seu irmão, virá sobre você, porque o seu julgamento é temerário, o seu julgamento é sem misericórdia. E o pior de tudo, irmãos, nesse tipo de julgamento temário, é que nós não, muit das vezes, nós não percebemos aquilo que está por trás dele, que é aquela sensação de nós nos considerarmos petrônio, superior aos outros. Então, a gente fala do pecado do outro, irmãos, e isso dá um certo alívio nas nossas consciências. Eu desejo, esse desejo de falar dos pecados de outras pessoas é pra gente se sentir superior. A pessoa acha que tem esse desejo de de direito de se manifestar. Porque talvez ela não esteja cometendo o mesmo pecado que o outro. Mas é só isso, irmãos. Só não é o mesmo pecado. Os irmãos lembram aqui da da da mulher adúltera lá de João 8, aquela mulher, uma mulher pega em adultério, ela é levada até Jesus para ver o que que ele queria fazer. E o burburim, irmãos, eu imagino agora, agora eu quero ver o que que Jesus vai fazer. Agora eu quero ver. Tem que acabar com a vida dessa mulher promisco mesmo. Adultério nós não aceitamos. Essa infiel tem que morrer. E aí Jesus tranquilo, sentado, escrevendo ali na terra ali. E o Senhor vira e fala para eles o quê? Quem não tem pecado, vai lá, atire a primeira pedra. Os irmãos estão entendendo? Jesus está aqui falando assim: "Olha, vocês se consideram realmente na condição de julgar da maneira que vocês estão querendo julgar essa mulher? A medida que vocês usarem, eu vou usar contra vocês. Vai lá, taquem a pedra". Adivinha quem tacou? Adivinha quem tacou? Queridos, por vezes Não. Só. Queridos, por vezes nós escondemos os nossos pecados nos pecados dos outros. Nós escondemos os nossos pecados nos pecados dos outros. Nós falamos dos irmãos para aliviar o nosso lado. Sabe em quem que nós encontramos isso? Mais uma vez eu evoco o fariseu e o publicano. Ó Deus, obrigado. Obrigado, Senhor, porque eu não sou como esses homens por aí que cá para nós, eu não sei se eu tá sabendo, são ladrões, injustos, não sei se eu sabe. Traiu a mulher. Quem faz isso, irmãos, é porque sente a necessidade de justificar os seus pecados em cima dos pecados dos outros. Isso nada mais é do que uma tentativa de amenizar a própria consciência. E tem uma palavra chave. E é por isso que eu faço essa citação. Uma palavra chave, irmãos, que tenta nos acompanhar nas nossas vidas, que é a autojustiça. Nós tentamos nos justificar. É a pessoa que pega uma outra que tenha cometido um pecado mais escandaloso para poder se comparar com ela. Eu vou te dar um exemplo. Eu nunca roubei. Daí eu vou lá e pego o deputado com a ficha mais suja. E aí eu começo a fazer, eu eu começo agora a comparar minha vida com ele. E quem sabe eu até não oro, né? Senhor, muito obrigado porque eu não sou como como determinado deputado. A questão, irmãos, é que quem faz isso não está olhando para o espelho da própria vida, o espelho da própria alma. Não reconhece que nós, todos nós, somos pecadores miseráveis e que nem por um instante deveríamos abrir a nossa boca para falar de maneira acusativa contra o nosso irmão. Eu pergunto para você, quem de nós está apto para julgar o nosso próximo? Assim como Tiago fala, assim como Thiago trouxe para nós, eu não digo sobre exercer o discernimento espiritual, eu digo, irmãos, sobre esse julgamento temerário. Você não sabe se é verdade, você não sabe se ouviu de outra pessoa. E mesmo assim, se você sabe de todas essas coisas, é com essa dureza que você quer tratar o seu irmão. É com essa falta de misericórdia que você quer lidar com o seu irmão de sangue, com seu tio, com a sua. É assim que você quer lidar com seu pai, com seu filho, com dureza de coração. Esse julgamento temorá. Quem de nós, irmãos, teria coragem de falar do outro em busca de autojustiça, de se sentir superior, sabendo quem realmente é? Você que tá aqui, que nasceu de novo, você tem coragem de falar assim: "Pelo menos eu não sou como fulano de tal?" É isso, é a resposta que você dá. Verso de número três. Porque vês tu, olha o Senhor Jesus falando, porque vês tu o argueiro ou cisco no olho do teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio olho? Aqui Jesus cria, irmãos, uma cena absurda. Imagina uma pessoa, olha só, é para você imaginar a cena, uma pessoa com uma viga de maneira, de madeira enorme, atravessada no olho e ela vira pro outro e fala assim: "Aqui e tem um cisquinho no seu olho, vem cá, deixa eu te ajudar. com uma viga enorme. É uma imagem, irmãos, que assim Jesus faz de propósito, tá? É uma uma imagem que ela chega a ser engraçada, mas ela também é profundamente humilhante, porque aqui a palavra usada para argueiro, ela descreve, irmãos, uma partícula minúscula. é a palavra no grego para um fragmento. Já a palavra trave é exatamente isso mesmo. Aponta para uma grande peça de madeira, uma viga utilizada numa construção. Jesus de maneira intencional, ele coloca lado a lado duas coisas completamente desproporcionais para ensinar uma coisa, um cisco contra uma enorme viga. E a mensagem é clara, aquilo que Jesus quer trazer para nós, de que a nossa percepção do pecado dos outros frequentemente é desproporcional aos nossos próprios pecados. É isso, é isso que Jesus tá falando. Essa trave com relação ao cisco é de que a nossa percepção do pecado dos outros frequentemente, amados, é desproporcional à percepção dos nossos próprios pecados. Você quer exemplo? É muito fácil a falar e perceber a impaciência do outro. Nossa, você viu como é que fulano é impaciente? Ah, eu vi. Nossa, eu também. Difícil é reconhecer o nosso orgulho. Então, reconhecer o do outro é fácil. Difícil é perceber o nosso orgulho. É fácil perceber as palavras ásperas do nosso cônjuge. Nossa, por que que você falou comigo dessa dessa maneira? Difícil é perceber a nossa resposta. Difícil é nos ater à nossa própria resposta. É fácil, irmãos. Se um irmão falta no culto, ele não tem compromisso. Esse irmão faltou no grupo, no culto, não tem compromisso. Apó que tá assistindo jogo do Brasil, difícil é perceber a nossa própria negligência espiritual. Deixa eu te falar, você não ora mais como você orava, tá? Você não lê a Bíblia como você lia. Você não tá com condições de falar do seu irmão assim, não. E mesmo se tivesse, é isso que Jesus tá mostrando. Silêncio. Silêncio da nossa parte. O pecado público do outro eu enxergo. O meu em secreto. Ó, vamos mudar de assunto, pastor. Talvez, irmãos, a passagem bíblica que escancara isso para nós, essa disparidade de uma coisa e outra, seja Davi e Natã. Quando Natã vai confrontar Davi, você se lembra muito bem o que que Davi fez? Davi foi, deitou com a mulher do amigo, mandou matar, colocou o amigo na frente da da batalha e ele tenta esconder toda aquela situação até que passa-se os meses e o profeta Natã vai para poder contar uma história. Rei, eram dois homens na cidade, um muito rico, muito pobre. O pobre só tinha uma ovelhinha, o rico tinha vários. Um dia chega um homem na casa do rico e ele não queria se desfazer de nenhuma das suas ovelhinhas. Foi lá e pegou a única ovelhinha do pobre. E Davi fica irado com aquela situação. E Davi simplesmente, irmãos, fica irado. Porque como é que um homem que tem tanto vai tomar apenas um de uma pessoa necessitada? Pois é, rei. Esse homem é você. Esse homem é o Senhor. Irmãos, é fácil demais a gente identificar o erro do outro. Tem uma trave no olho de Davi. Davi simplesmente deita com uma mulher que não é dele, manda matar. Nós estamos falando, irmãos, de adultério, nós estamos falando de assassinato, nós estamos falando de coisas terríveis. Mas na hora que é para identificar o pecado do outro, ele fala assim: "Já entendi. Esse outro homem que seja julgado, seja condenado quatro vezes mais, pois que vem a pena sobre ele. Pois, rei, esse homem é o Senhor. Este homem é o Senhor." Sabe por que que isso acontece, irmãos? Porque o pecado nosga. Ele não não apenas nos torna culpados, mas nos torna, irmãos, especialistas em justificar a nós mesmos. Você já percebeu o quanto que nós temos argumentos? Nós sempre temos argumentos pros nossos pecados. A gente tá sempre tentandoificar. Eu pequei? Não, não, eu pequei, mas tem um contexto, tem um porquê. Mas quando o outro peca, não é injustificável. Quando nós pecamos a gente quer misericórdia, mas quando é Jonas dentro do grande peixe, misericórdia ao Senhor. Mas quando é Nínive, irmãos, nós queremos justiça. Não é isso que nós temos aprendido? Essa é a trave. Essa é a trave que Jesus tá falando. Entenda, irmãos, que a trave não é necessariamente um tipo de pecado específico. A trave é a cegueira produzida pelo orgulho e pela nossa hipocrisia que nos impede, irmãos, de perceber a gravidade da nossa própria condição. Essa cegueira de que eu consigo ver o do outro, mas eu não consigo ver o meu. Olha o versículo 4. Ou como dirás a teu irmão: "Deixa-me tirar o argueiro do teu olho quando tens a trave no teu". Tem como lançar o versículo quatro aqui para mim? Tem como? Vê se tem como. Dá uma olhada, irmãos, nesse versículo de número quatro. Eu vou te tem uma palavra aqui que ela é fundamental nesse texto. Eu vou te dar 10 segundos para você encontrar ela. Uma palavra importantíssima que deveria colocar um freio em nós todas as vezes que a gente tiver o desejo de emitir um tipo de juízo. Você encontrou? Olha para esse texto. Encontrou aí? É a palavra. Sabe qual a palavra que é? Irmão. Irmão, Jesus. Jesus não tá falando de inimigo. Não, não. Não é necessariamente o inimigo. Jesus tá falando, irmãos, de alguém próximo. Ou como dirás a teu irmão? A teu irmão. Jesus tá falando de alguém próximo. Isso torna aqui, irmãos, essa passagem extremamente importante pra vida da nossa igreja. Grande parte dos nossos conflitos, queridos, não acontece com pessoas desconhecidas, acontece com pessoas próximas. É o familiar, é o cônjuge, são filhos, pais, amigos, são irmãos da igreja, pessoas com quem nós convivemos. E quanto mais nós convivemos com alguém, irmãos, mais nós conhecemos os seus defeitos. Mais nós conhecemos. É justamente aí que surge o perigo. Porque com as fraquezas, conhecer as fraquezas de alguém, irmãos, pode nos transformar. Ou você vai interceder pela pessoa ou você vai acusar essa pessoa. Nós podemos olhar paraa fraqueza do nosso irmão e dizer assim: "Você tá vendo a fraqueza do seu irmão? E ao invés de você emitir um juízo, você diz assim: "Senhor, tem misericórdia dele, ó Senhor, assim como o Senhor tem misericórdia de mim, tenha misericórdia do meu irmão." Ou então, já que você conhece, você pode olhar e falar assim: "Fernando, sabia? Sabia. E conheça isso daí. Conheça isso daí". Não, não, não. Sempre foi desse jeito. E ao invés de você ser aquele que intercede, você passa quer a ser o acusador. Irmãos, tem tem uma pessoa na Bíblia que que é chamado de acusador. Eh, deixo pros irmãos pensarem. Eu deixo pros irmãos pensarem. Nós podemos olhar paraa fraqueza do nossos irmãos e agirmos com graça, mas nós podemos também agir com dureza. Que fique claro aqui para nós. Jesus não tá dizendo que nós devemos abandonar o nosso irmão no pecado. Não é sobre não emitir nenhum tipo de julgamento. Muito pelo contrário. O versículo 5 ele é decisivo e nós já vamos caminhar para encerrar. Versículo de número cinco. Hipócrita. Deve ter sido duro ouvir isso de Jesus, né, irmãos? Na cara. Hipócrita. exclamação: "Tira primeiro a trave do teu olho e então verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão." Perceba a sequência que Jesus usa aqui. Jesus não diz assim: "Olha, não, não deixa, seu irmão tá pecando, deixa o argueiro no olho dele." Não é sobre isso. Jesus faz uma sequência. Primeiro você tira a trave, então você vai ver claramente e depois você vai tirar o argueiro do teu irmão. 1 2 3. Primeiro você tira a trave para que você possa ver claramente, para que então você possa ajudar o seu irmão. Essa aqui, irmãos, talvez seja a parte mais importante do nosso texto, porque Jesus não está eliminando a correção. Jesus está purificando a correção. É diferente. Ele não diz, não ajude o seu irmão. Ele diz o seguinte: primeiro você trata o seu próprio coração para que você possa ajudar o seu irmão da maneira correta. E isso daqui muda completamente a nossa maneira de corrigir alguém. É isso que você faz? É isso que você faz. Apóstolo Paulo fala lá em Romanos 2 sobre os judeus que criticavam coisas dos gentios que eles mesmos praticavam. Vocês estão se autocondenando. É isso que você faz. Você tem olhado para a trave que tá no seu olho? Eu quero concluir, irmãos, e é claro, nós precisamos terminar olhando para Cristo Jesus, porque existe um perigo muito grande de nós ministrarmos textos assim. Os irmãos já perceberam, todo sermão do monte, irmãos, é, ó, é uma facadinha só para curar, tá? Não é para matar, não. Uma facadinha que vem em nós e a gente fala: "Ai, Jesus, ah, Senhor". Mas existe um risco aqui da gente transformar cada uma dessas coisas como se fosse uma nova lei moralista, né? Ah, o sermão moralista porque eh focou só naquilo que nós temos que fazer. Então, nós poderíamos chegar e dizer assim: "Não seja crítico, seja mais humilde, não julgue, olhe para os seus próprios pecados e nenhuma dessas coisas nós estaremos falando mentira. Todas essas coisas são verdadeiras, mas o evangelho é além disso. O evangelho é mais do que coisas que nós fazemos. A pergunta, irmãos, é como é que nós podemos nos tornar pessoas que enxergam o pecado dos outros sem arrogância? Como é que eu posso ajudar o outro sem arrogância? E a resposta para essa pergunta, irmãos, ela não está simplesmente em nós tentarmos ser uma pessoa mais agradável, uma pessoa melhor, está em compreender a graça de Cristo Jesus. A resposta para isso é nós entendermos a graça do nosso Senhor. Quando eu olho para Jesus, eu lembro que o meu pecado é muito maior do que eu gostaria de admitir. Outro, espero que você não esteja assim. Pelo menos não é como o Não é sobre o outro, é sobre você. Não tenta se autojustificar, usar de autoj. Não tenta fazer isso, não. Não tenta fazer isso. Quando a gente olha, irmãos, pra cruz, nosso pecado, nosso pecado é muito maior do que nós poderíamos admitir. Lembro que Deus conhece os meus pensamentos, conhece as palavras que saem das minhas bocas, da minha boca, a intenção do meu coração, pecados que ninguém mais conhece. Deixa eu te falar. Jesus te conhece para além do que a sua esposa, o seu esposo te conhece, porque ele pode ver o seu cônjuge, vê exteriormente, o Senhor conhece o seu coração. Você po, alguém aqui tem coragem de se autojustificar diante do Senhor? Nós lembramos, irmãos, que nós não fomos salvos porque era porque éramos moralmente superiores aos demais. Não fomos salvos, irmãos, porque merecíamos. Não fui salvo porque enxergava tudo corretamente. Nós fomos salvos pela graça de Cristo Jesus. Pela graça. E quanto mais nós conhecemos profundamente a graça do nosso Senhor, menos nós nos sentiremos superiores. Se há um resquício de arrogância no seu coração, irmãos, que caia hoje em nome de Jesus. Não há como, irmãos, nós olharmos paraa cruz de Cristo e olharmos e dizendo assim: "Obrigado, Jesus, mas também não sou como outro". Não dá para existir essa comparação. Nós olhamos e dizemos: "Senhor, o quão terrível é o meu pecado, o quão grande é o seu amor. Ó Senhor Deus, perdoa-me. Perdoa-me, Senhor. A cruz, irmãos, me impede de olhar pro pecador de cima para baixo. Eu olho de pecador para pecador. Por isso, a postura cristã, ela jamais será eu sou melhor do que você." Não, irmãos. A postura cristã. Todas as vezes que nós somos chamados a ir lá e corrigir o nosso irmãos para que ele tenha vida, é: "Eu também sou um pecador. Pela graça de Deus eu fui alcançado e quero ajudá-lo a enxergar aquilo que pode estar destruindo a sua vida". É assim que nós emitimos o julgamento pela reta justiça com discernimento espiritual. Sobre esse tema, creio já ter contado pros irmãos, mas vale a pena. Paul Washer, missionário americano, conta que em determinada situação, num determinado momento em que ele estava no Peru realizando missões, um certo dia no na na nas favelas ali daquela nação, ele tá junto com seu filho e está ali evangelizando junto com seu filho, quando de repente passa um camarada de moto, dois camaradas, um tá com recarregando um fuzil nas costas, o filho assustado se aninha no pai com medo daquela situação, olhando aqueles homens passando. Meu Deus. E o povo abaixa na altura do filho e diz: "Filho, lá estaria o seu pai se não fosse a graça de Deus". É por isso, irmãos, que não é sobre aquilo que eu e você fazemos, é sobre a graça de Cristo que atua em nós. Nós podemos ser o agentes, mas nós nunca nunca brotará do nosso próprio coração. É a obra de Cristo em nós. E é exatamente por isso, irmãos, que jamais nós podemos emitir julgamento temerário. Nós fazendo, fazendo isso, nós estamos, irmãos, trazendo condenação paraa nossa própria vida. O que nos diferencia é a graça. E se não fosse o Senhor, queridos? E se não fosse o Senhor? Que Deus nos livre de uma igreja cheia de pessoas que enxergam perfeitamente o pecado dos outros, mas completamente cega paraos seus próprios pecados. E que o Senhor transforme a nossa igreja, transforme-nos em uma igreja que enxerga o pecado com clareza, a própria pecaminosidade, com humildade e a cada um dos nossos irmãos com a misericórdia que nós encontramos em Cristo Jesus. É o seu desejo. Por favor, fique de pé. Eu quero orar com você. Três breves aplicações para você guardar no seu coração. Primeiro, antes de você corrigir o seu irmão, examine-se primeiro. Antes de você corrigir o seu irmão, examine-se primeiro. Segundo, depois de se examinar, não deixe de auxiliar o seu irmão. Ah, não, deixa Deus levantar outro. Ah, não, deixa ele se quebrar a cara. Não, não é isso que nós somos chamados. Israel, esse não é um amor cristão. Nós somos chamados a Você identificou o erro do seu irmão, peça a Deus graça, misericórdia, você tem condição. Chegue nele e fale. Depois de se examinar, não deixe de auxiliar o seu irmão. E por fim, em todos os momentos, lembre-se da graça de Cristo Jesus. aquilo que Cristo Jesus produziu em nós, aquilo que Cristo Jesus nos deu, um novo coração. E nós oramos, Senhor, dai-nos, sim, Pai, um novo coração igual ao Teu, um coração humilde, um coração manso, um coração perdoador, misericordioso. É o que eu e você precisamos diante de Cristo. Te amamos, Senhor. Obrigado pela tua palavra que é como espada de dois gomes, Pai. E hoje ela adentrou os corações a começar em mim. Ajude-nos, Pai, porque não somos superiores. É uma certeza que nós temos. Nosso pecado é terrível diante da tua santa presença. Ao Senhor que não sabe o que que é pecadinho e pecadão. Ao Senhor que derramou a sua graça sobre nós por meio de Jesus Cristo. A ti nós adoramos. Seja a tua bondade, Pai, sobre a tua igreja. Ajude-nos a amar uns aos outros como Cristo nos amou, a sermos humildes. Ó Deus, ajude-nos a olhar paraa cruz e assim agirmos com graça, com misericórdia sobre todos que estão ao nosso redor. É a oração que fazemos no nome santo do Senhor Jesus. Amém. E amém. Assim, meu irmão, que o amor de Deus, a graça do Senhor Jesus e as doces consolações do Espírito Santo seja com o povo de Deus, não só hoje, mas para todo sempre e toda a igreja que crê diz amém. Amém. Amém. E amém. Amém. Amém. [música] Podeis assentar. Ouçamos o póslúdio. Amados irmãos, nosso culto está encerrado e nós somos gratos a Deus por tudo o que ele tem feito por nós. Gratos a Deus por todos os que nos visitam. Nós gostaríamos de conhecer aqueles que nos visitam pela primeira vez. Alguém no nosso meio pela primeira vez? Se não for constrangimento, você puder ficar de pé, que nós gostaríamos de conhecê-lo e presenteá-lo também a nossa equipe. Nós temos uma irmã aqui na frente, bênção, um casal ali, lá no fundo também, uma família, graças a Deus, como sempre, muitos visitantes, um irmão de verde lá no fundo lá, gente, olha lá, tá lá perto da porta, tá? Bênção. Olha só, fica em pé só um pouquinho que nós queremos entregar um presente para vocês. Queremos conhecê-los. Que bênção tê-los no nosso e-mail, meus irmãos. alguns avisos para nós muito importantes. Esses aqui eu quero falar em especial para os meninos da UPJ e da UPA, adolescentes e juniores. Tá fácil aí? Põe para mim, por favor. Põe aí. É o acampamento dos adolescentes e juniores da nossa igreja, meus irmãos. Vai ser do dia 4 a 7 de setembro. Tá bem próximo essa data. E aí esse e esse acampamento vai chamar peregrinos, onde nós vamos estar trabalhando, os peregrinos trabalhando com esse tema maravilhoso, olhando quem vai estar ministrando para nós é o missionário Artur da Paz. Uma bção, instrumento, missionário presbiteriano, uma bção do Senhor. Ah, tenho certeza que vai ser uma bção. E olha só, irmãos, as vagas elas são limitadas e elas já estão para poder, elas encerram no finalzinho agora de agosto, tá bom? Então corre, faz a inscrição pro seu filho, vai ser aqui bem próximo a esse acampamento e em nome de Jesus vai ser realmente uma bênção paraa vida dos seus filhos, tá? Aviso também, irmãos, a respeito do encontro da fé reformada que também está chegando agora em outubro. Façam suas inscrições no site ou aplicativo da nossa igreja, uma temática abençoada com homens de Deus ministrando aqui para nós. Eu comunico aos irmãos que o reverendo Rubens teve de fazer uma cirurgia de emergência durante essa essa semana, mas que já está em plena recuperação. Nós vamos orar pela vida dele. Vamos orar, irmãos, mais uma vez. Senhor, graças nós te damos pela vida do teu servo e pedimos que em nome de Jesus o Senhor restaure por completo. Ser com ele, Jesus fortalecendo na em nome de em todas as áreas, Pai, que sejam assim necessárias. Rogamos a ti, confiados de que o Senhor faz mais do que nós pedimos ou pensamos. Ao teu nome oramos. Amém. E amém. Querido irmão, Deus te abençoe em nome de Jesus. Excelente semana. Você tá convocado a cumprimentar no mínimo as cinco pessoas antes de ir embora.