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A fé vem pelo ouvir

Masculinidade Frankenstein | HF#249

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Legendas automáticas:

Aí,
ô Mel, faz um favor, manda o link no
Clube da Luta
e fala que eu pedi para todos eles ouvir
o que eu vou falar aqui.
Meu, vocês querem fechar o fechar o
portão ali?
Acho que é melhor, né?
Vocês querem baixar ali?
baixar ali para nós ali.
Fechou?
Avisa quando tiver ao vivo aí.
>> Estamos ao vivo, então tá.
Baixa aí. Só abre a porta ali.
Ô meu, alguém senta nessa cadeia, nessa
mesa aqui, meu. Ó o bagulho. Bagulho
os cara,
eu vou te dizer, né, meu? Hã.
Aham. Ô, meu, seguinte, ó.
Posso
pessoal lá do fundo fechou aí?
Tá.
Então,
cara, deixa eu contar um negócio,
negócio para vocês aí.
Ah,
eu fui antes de ontem junto com o Lucas,
o seu Deumar, nós fomos ali no enterro
do pai do Catito e a gente chegou
quando a gente chegou em casa ali, né?
É, como é que foi lá? Que enterro, né?
Né? É até estranho falar isso, né?
Mas, ô meu, sério, que enterro. Todo o
cara, tu sai querendo com vontade de
morrer daquele jeito. Não vai, eu quero
morrer não. E meu assim, ó, eu fui em
muitos enterros. Já tem uma coisa que o
pastor faz é em enterro, em hospital.
Até eu fui pregar uma vez no enterro de
uma de uma irmã e a filha dela depois
que eu preguei chegou para mim, Ricardo
e disse assim: "Pastor, o senhor
desculpa porque eu chamei o senhor de
última hora". Eu disse: "Olha, se tu
agendasse comigo para pregar no enterro
da tua mãe, tinha um problema, né?
Pregação de enterro é sempre de última
hora, entendeu? É normal. Não dá tempo
de, pô, ver com a minha secretária, eu
vou ver aqui, vou vou estudar um sermão,
tá pronto. Mas obviamente eu não fui
pregar ali, né? Tinham muitos pastores,
tinham homens de Deus. O o pai do Catio
ficou recebendo, mandaram mensagem pra
família de todos os continentes, né? Ele
liderava missões. Então assim, cara,
enfim, semana que vem nós vamos fazer
uma HF especial, é de 250.
>> [tosse]
[limpando a garganta]
>> E a gente vai falar sobre isso. Eu quero
que você venha, que você traga amigos.
Vai ser sobre isso, tá? Foi sensacional.
Eu conheci ele, para vocês entender,
fazendo uma, isso aqui não tem nada a
ver com o que eu vou falar, mas para
contextualizar vocês.
Em 2008, a Talit eu, nós fomos para
Minas Gerais para fazer, nós íamos
escolher um seminário para fazer um
seminário em Minas. Nós íamos nos mudar
para Minas Gerais.
Beleza? Não achamos o seminário, fomos
em vários.
Na volta nós paramos em Atibaia. E
quando nós estamos em Atibaia, eu vou
contar essa história mais explicada para
você semana que vem. Mas chegamos em
Atibaia, ali tava um tinha um um
seminário, tinha uma uma piscina ali e o
meu pastor aqui de Porto Alegre disse
assim:
"Poxa, hein?" E o cara olhar essa
piscina aí e saber que há tantos x anos
atrás o filho do missionário Zig se
afogou aí. E eu disse: "Quem não
missionário,
um que contrabandeava a Bíblia para
Cuba. Pá, meu". Eu disse: "Como é que é?
Como assim?" Sim, sim. Eu: "Tá, mas da
onde que ele é?" E meu pastor de Porto
Alegre. Eu b enlouqueci, meu. Eu
enlouqueci na hora. Eu disse: "Não, me
dá o telefone dele, me dá o telefone
dele".
Aí eu ligava para ele, meu, ele me deu o
telefone, eu cheguei em Porto Alegre,
passou uns dois dias, eu ia pro orelhão,
Guilherme, aí eu pegava e
liguei assim, chamou, aí ele atendeu, ô
missionário Zils
eu. O senhor foi em Cuba, imagina que
ele fui, ô, sou um irmão de uma igreja
aqui, o senhor não tem uma história para
contar. Imagina isso, cara.
Imagina daí ele
eu tenho e contou uma, duas. Só que,
cara, que aquilo ali é que nem tu dá
cocaína para
viciado, né, cara? Dois dias e depois eu
tava no orelhão de novo,
Narusilos.
E, cara, fiquei ligando até a mulher
dele, a mãe do Cato, que eu não
conhecia, né?
atendeu o telefone numa das vezes assim:
"Meu filho, tu pode fazer um favor pra
gente
nunca mais ligar paraa nossa casa até
que o sol parar de brilhar,
[limpando a garganta]
enfim".
E cara, resumindo,
eh, eu podia falar mais coisas, mas nós
estávamos ali no no enterro dele, um
homem de Deus, cara, um homem de Deus.
foi mais de 30 vezes a Cuba, sustentava
missões mundiais, enfim, muita gente lá.
Ah, cara, e do nada fui lá, o meu carro,
ele deu, fui engatar a réat.
Eu disse: "Pá, mas nunca aconteceu isso
aí, cara. Eu mexi no carro, começou um
barulho. toc toc toc toc. Ah, carba, me
ferrei. Me ferrei.
Daí eu falei com o Lucas, Lucas olhou,
aí tava aí, sabe aquela sensação de de
esperança? Tá à frente do carro, uma
parte tá solta. Aí algo dentro de te
quer dizer assim:
"Meu, é só o plástico batendo, sabe?
Sabe, já passou por isso? Tu sabe, tu
quer pensar assim, não é só uma
carenagem, é só um, não é nada lá dentro
lá, né, meu?
E o Lucas, ah, todo
positivo. Não, não, ô pastor, não é
nada, não há de ser nada,
né? Aí eu, pá, cara,
aí eu liguei o carro e segurei assim a a
a saia do carro assim e continuava o
barulho, mas eu queria não, não tô
segurando tão firme, tá ligado? Aí,
beleza. Aí o Michael chegou lá em casa
assim, Michael, olha isso aqui, meu.
Liguei o carro, meu, e um barulho
parecendo um helicóptero assim, né? Um
helicóptero baixinho, mas um
helicóptero, né?
E pá, meu pá, daí eu mandei a mensagem,
mandei pro antes disso, eu mandei pro
pro Rodrigo Gamert, mandei o o áudio e
ele ah ô meu, não quero te
assustar, mas isso aí tá parecendo que
tá, como é que é que tu falou? Com uma,
Tá, parece tá trabalhando com três
cilindros só teu carro. Ele não perdeu
força. Não, não, não. Tá, tá, tá um, tá
uma bosta do jeito que era.
Aí,
hã,
não, não, não me ofende, né, meu? Não,
tá louco. Me ofende. [roncando] Ela te
liga, né, meu? Aí,
pá, quando o Michel olhou o o Quando o
Michael olhou o o óleo do carro, Michel,
ô meu, não tem óleo no carro.
Daí que surgiu uma nova esperança, né,
meu? Ah, será que é isso? Não é.
Daí eu aí aí tu entra naquela oração de
ímpio. Você já viram essa oração de
ímpio? Ah, Deus, me livra só mais dessa.
Alguém já orou isso aí? Bá, eu prometo
que eu não faço. Faço tudo de novo. Bá,
Deus. Bá, só, só me livra só mais dessa
aí. O Mike é o meu, Mike é o outro
positivo, né? Não. Ô, ô, Jack, às vezes
já aconteceu comigo isso aí começou,
tava com pouco óleo, eu fui lá, botei o
óleo e parou o barulho. Eu, bá, mas será
que é isso, meu? Mas já aconteceu o
oposto também de eu botar o óleo e
ferrar o motor mesmo assim já tava
ferrado, já tava condenado. Eu lá, tem
um 50% de esperança, né? Cheguei lá no,
botar o óleo,
aí fiquei esperando um tempão lá, né,
meu, me sentindo merda, né, meu? Aí o
cara foi tirar o óleo. Ô, meu,
pá, não saiu, não saiu nem 500 ml de
óleo, cara, do carro, pá. Daí eu o cara,
eu fiquei olhando aquele óleo saindo
assim, eu disse: "Meu, não tem nem 500
ml de óleo". E a Duster é 4 e 4,5, 4800,
4800 de óleo. Eu fiquei olhando aquilo,
fiquei pensando assim, pá, eu sou um
merda, meu.
Eu sou um bosta. Eu tenho 43 anos, eu
falei: "Ô, Mquel, mas pera aí, cara. Eu
troco o óleo toda vez que eu faço a
revisão do carro, cara. Ele é o Mike.
Não, meu, mas tu anda muito dentro da
cidade, tu tem que trocar de seis em se
meses. Ô meu,
eu nunca ouvi falar disso com 43 anos. E
daí na hora eu fiquei muito indignado,
cara. Eu disse: "Pá, meãe, isso é muito
amadorismo, cara. Isso é muito
amadorismo. É que nem deixar faltar
gasolina,
tá ligado? Tipo, pá, teve um dia que eu
parei assim, meu, nunca mais isso vai
acontecer, meu. Ah, isso é coisa de
[ __ ] deixar faltar gasolina, meu,
sabe? Tipo, pá, cara, não dá, não dá.
Eu e vocês vão entender onde eu tô
querendo chegar.
E isso tem tudo a ver com uma coisa que
eu medito há mais ou menos uns 15 anos.
Eu medito no que eu vou falar para vocês
hoje. Isso aqui é fruto de 15 anos
pensando nesse assunto, tá? Eu
sempre enxerguei a masculinidade, a
minha masculinidade,
como um Frankstein.
Um Frankstein. Frankstein era aquele
aquele história, uma história famosa,
né? Onde um cientista vai e faz um
homem.
Eu sempre [limpando a garganta]
enxerguei, tem áreas da minha vida que
elas são bem evoluídas.
que eu consigo ensinar, que eu consigo
falar. E tem outras áreas muito básicas
que eu não sei.
Eu não sei.
E isso, ah, me indigna, cara. Me
indigna. Eu fico muito indignado,
muito indignado.
E isso [limpando a garganta] tem tudo a
ver com o que eu vou falar para vocês
hoje aqui.
A masculinidade Frankstein.
Quando um homem ele precisa construir
uma coisa que ele não recebeu.
É uma masculinidade que ela não foi
recebida,
você tem que construir ela. Então é mais
ou menos aquele cara, obviamente não tô
me comparando com um gênio, mas existem
pessoas que você conhece, elas são um
gênio. O cara é um gênio e ele não sabe
amarrar os tênis.
[limpando a garganta] A gente brinca,
cadê o Ever aqui? Cadê o Ever?
O Ever tá lá no fundo, né? Ele quer
levantar a mão, né? A gente brinca entre
nós ali, né? Eu, a Talita, a Mari e ele.
Eu digo assim: "Ô, Everton, tu é
autista, meu. Tu é autista, tu não sabe.
Antes de de todo mundo ser autista, mas
na época assim, a dizer: "Ô, Everton,
não tem, tu tem um negócio, cara. Ô,
olha só, eu garanto que tu não sabe.
Amarra os tênis à nossa frente aí. Não,
não vou fazer isso. Amarra agora aí. O
Everton sabe tudo, cara. Sabe tudo, né?
E tem pessoas que, cara, elas têm, pô,
sabem várias coisas.
E daí eu fico pensando assim, cara, como
é que eu vou deixei? Obviamente não vou,
não vai acontecer de novo, nunca mais
vai acontecer de ficar 500 ml de óleo.
Só que isso é normal para um cara de 18,
19 anos. Um homem velho de 43 não faz
sentido. Só que aí eu vou explicar
algumas coisas para vocês aqui.
Existem conhecimentos que a gente não
aprende em livro.
Existem conhecimentos que nós só
recebemos convivendo com outros homens,
andando, caminhando, ouvindo, porque a
masculinidade ela é uma transmissão.
Escuta,
escuta.
Porém, quando isso não acontece na
infância
adolescência,
às vezes você chega na vida adulta com
peças faltando.
Você vai chegar na vida adulta faltando
peças. E principalmente o que eu tô
falando aqui é fundamentalmente voltado
pros homens da nossa geração, que nós
somos homens órfãos
de pais. Muitos tiveram
pais físicos, mas eles não estavam
presentes.
Eles não estavam ali juntos. E tudo que
envolve isso me irrita. Me irrita não é
não saber fazer. Eu vou explicar para
vocês aqui. Me irrita não é não saber
fazer, não me irrita não saber. Isso me
irrita profundamente.
Isso eu fico profundamente irritado
comigo quando uma coisa que eu não sei.
E a Bíblia diz, né? Pais, não provoqueis
a ira dos vossos filhos. É disso que a
Bíblia tá falando. Muitas vezes, quando
você não corrige seu filho, não vive com
seu filho, não anda com seu filho, você
vai provocar ele a ira amanhã depois,
quando ele for adulto.
Então
você pode assumir um púlpito, pregar,
ensinar 1000, 10.000 pessoas e tu chegar
e pensar assim: "Não, eu vou trocar o
óleo de 10 em 10.000 km, que é o que
tava na minha cabeça, na minha cabeça
isso aí". Entendeu? Ô, Gamert, não, de
10.000 em 10.000 1000 km, eu vou trocar
o óleo e azar, azar do goleiro.
Aí passou um pouquinho ali, só uns
quilometrozinho, ah, eu vou trocar isso
aí, cara. Vou fazer revisão
e vou pô o carro tá andando.
Escuta, então
por que que tu consegue assumir um
púpito, tu consegue fazer isso, aquilo,
aquilo outro? Por que que você consegue
cuidar do seu esposa, dos seus filhos? E
uma coisa tão básica, velho, muitas
vezes você pode não saber. Eu tô falando
de óleo, eu tô citando o meu caso. Eu
quero que você não pense no meu caso,
quero que você pense no seu caso.
Isso é uma masculinidade Frankste tem em
primeiro. Algumas partes são
fortíssimas.
Você tem partes na sua vida que são
extremamente fortes.
As pessoas te elogiam. Porém, em
segundo, você tem algumas partes
atrofiadas. Tem uma parte que atrofeada
da tua masculinidade. Como assim? É
exatamente isso aí, velho. Bem-vindo ao
mundo real. Tem áreas da tua vida
masculina. Você é pai, você pode ser avô
e você tem áreas da sua vida que são
atrofiadas. Terceira, você tem partes
que não são suas, são herdadas. Alguém
deu para você
alguma área da tua masculinidade, alguém
passou em quarto. Algumas tu aprendeu
sozinho.
Tu ouviu um podcast, ouviu alguém lá
repetindo os ensinamentos do Joe Rogan,
falando sobre masculinidade, lendo o
livro Clube da Luta, vendo filme, vendo
alguma coisa e tu aprendeu? Não, isso é
bom. E depois tu viu na Bíblia que
aquilo ecoava uma verdade da Bíblia.
Algumas tu copiou de outros homens.
Existem áreas da masculinidade que a
gente copia dos outros.
Em sexto,
nessa masculinidade Frankstin, tem
algumas cicatrizes
que se algumas marcas que cicatrizaram
errado e ficou pá, ficou aquela cicatriz
do Frankstein. Eu sempre vi a minha
masculinidade assim, sempre. E eu falo
com a minha mulher isso há há anos.
E algumas coisas eu queria repartir com
vocês aqui, porque eu creio que isso
aqui não acontece só comigo.
Eu creio que isso aqui acontece com
muita gente e eu não vejo ninguém
falando disso. Em primeiro lugar,
todo homem recebe alguma coisa e todo
homem fica sem alguma coisa.
Provérbios capítulo 4 verso 1 ao 4
está o pai dizendo, né? Ouvi filhos, a
instrução do pai.
Aí ele vai dizer: "Quando eu era filho,
quando era pequeno, né, em companhia do
meu pai, ele me ensinava.
Velho, Provérbios mostra uma cadeia,
avô, pai, filho.
O pai recebe
e ele transmite.
E uma das coisas mais poderosas, escuta
o que eu vou dizer, uma das coisas,
presta bastante atenção no que eu vou
dizer. Uma das coisas mais poderosas
na vida de um homem é a presença
masculina, a presença do seu pai. Por
quê? Porque a presença do pai encurta
caminhos.
A presença masculina incurta caminhos.
Ela resolve
pendências.
Existem coisas
que você, sem uma presença masculina na
sua vida, você iria errar durante 15
anos. Então, um homem senta do teu lado
e em 15 minutos ele te ensina a fazer
aquilo. Ele disse: "Cara, não é assim.
Escuta o que eu vou te dizer. Não é
desse jeito. Faz assim.
faz desse jeito.
É por isso que a ausência paterna,
física ou não, ela custa caro.
Ela custa caríssimo para nós, porque é
da vontade de Deus que o homem aprenda
com um outro homem, no caso seu pai,
sobre mulheres,
sobre dinheiro,
sobre amigos,
sobre o uso de ferramentas.
sobre trabalho,
sobre compromisso,
sobre Deus,
sobre Cristo,
sobre
filhos,
netos.
E eu quero deixar claro aqui que eu não
tô pregando contra o teu pai.
Ouve isso aqui sem ódio do teu pai. Tu
vai entender onde eu vou chegar.
Uma coisa f tem que ficar clara para nós
aqui. Nós não escolhemos o que nós
recebemos.
Eu não escolhi.
Só que eu sou responsável
por lidar da melhor forma com aquilo que
eu recebi, porque alguma coisa eu
recebi.
Ok? Então, em primeiro lugar, todo homem
recebe alguma coisa.
E todo homem fica sem alguma coisa. Em
segundo,
dobra tua atenção nisso aqui. Não tenha
vergonha das peças que estão faltando em
você,
ok?
Provérbios 12:15. O caminho do insensato
parece reto aos seus olhos, mas o sábio
ouve os conselhos.
Escuta o que eu vou te falar aqui, cara.
Eu odeio pregador superherói.
A Bíblia diz que seja a boca do outro
que te louve e não a tua.
Se tem uma coisa que eu aprendi com
pregadores, com homens que eu amo,
é exaltar o nome de Jesus
e falar pouco de mim.
Eu não gosto. Então esse tipo de
pregação é uma das coisas que eu mais
gosto de fazer, de assumir e de mostrar.
Ó, eu fiz isso aqui.
Eu não sou o herói.
Eu não sou o herói de vocês. Jesus é o
nosso herói.
>> Amém.
>> Então, uma das armadilhas masculinas
chama-se fingir competência.
Você e eu fingimos competência. Muitas
vezes você e eu fingimos que nós somos
uma coisa que nós não somos.
E muitos preferem quebrar uma coisa,
destruir uma coisa, do que admitir que
não sabe.
O cara não sabe. [roncando] E um homem
maduro não é o que sabe tudo.
Ele não precisa fingir que sabe tudo.
Sabe tudo que tu fala com as pessoas, o
cara sabe tudo. O cara já ouviu tudo. O
cara tá por dentro de tudo.
Eu pergunto para você aqui, cara. Em
qual área da tua vida tu tá fingindo que
tu sabe algo que tu não sabe? Porque tu
tem vergonha?
Em qual área tu tem vergonha de dizer,
cara, não me ensinaram isso.
Será o dinheiro,
casa, casamento,
sexo, essa área. Então, os homens não
falam. Mulheres falam muito mais de sexo
do que os homens,
muito mais.
Sexo, paternidade, disciplina, trabalho,
relacionamento,
Bíblia, conflitos,
emoções,
futuro, legado.
Escute,
existem homens que tos de idade.
Eles tomam decisões do mesmo jeitinho
que um adolescente de 17 homens tomaria
só porque eles têm vergonha.
E tu tá falando com um homem velho. E
aqui entra o ponto que assim, até um
momento tu é uma vítima. Até o momento
tu é uma vítima. Chega um momento que tu
não é mais vítima, Magrão. A culpa não é
do teu pai. A culpa não é do meu pai.
Culpa é minha. [roncando]
Ah, mas eu não consegui. Mas agora você
já sabe que você tem essa debilidade.
Escute, quanto antes nós aprendermos que
temos uma debilidade, muito mais cedo
nós vamos conseguir no mínimo, conviver
com essa debilidade, vencer ela. Eu, eu,
tipo, eu vou dar um exemplo para vocês.
Quando mulheres me perguntam: "Pastor,
o meu marido foi embora." Imagina, tá
falando com uma mulher que foi
abandonada?
Imagina, Rafa, uma desgraça. Mulher foi
abandonada. Mateus, o marido foi embora.
Será, pastor, será que eu consigo
ensinar o meu filho sem ele ter falta
nenhuma de algum homem? Eu não quero me
casar de novo? Será que eu consigo
ensinar ele? Será que Deus faria algo na
minha vida? 99% dos pastores diriam o
que, meus irmãos? Que ela vai consegue.
Que que eu digo pra mulher? não
consegue.
E quanto antes ela admitir que não
consegue,
mais próximo ela chega de conseguir.
Conseguir, ela não vai. Tu tá entendendo
o raciocínio? Ela nunca vai fazer o que
o homem faz.
Porém, se ela admitir, eu não consigo.
Ela chega bem perto de conseguir,
mas quando ela acha que consegue, aí,
meu, aí fica uma porcaria mesmo.
Então, e essa ideia serve para nós aqui.
A culpa não é do meu pai, a culpa é
minha. Meu pai teve a culpa dele, mas
agora eu já sei que eu eu tenho essa
deficiência. Agora, agora eu tenho que
trabalhar a partir de agora.
É que nem emprestar ferramenta.
Coloca uma regra. Você para você
é pecado
você pegar uma ferramenta emprestado?
Não. Não é. Só que coloca uma regra.
Homens só pedem ferramentas uma vez.
Por exemplo, cara, eu não tenho tal
ferramenta. Ricardo, me empresta.
Ricardo mora perto da minha casa. Me
empresta. O Ricardo, te empresto, só que
agora já sei que eu preciso daquela
ferramenta.
Eu posso pedir emprestado uma vez, a
próxima vez é lá na Ler Merlin
comprando,
entendeu? Eu não vou toda hora: "Ô,
Ricardo, presta tua tua tua tua
furadeira, eu presto tua furadeira".
Entendeu? Não, eu não tinha ferramentas.
Eu não tinha nenhuma ferramenta. Meu pai
não me ensinou a montar uma um uma caixa
de ferramentas. E agora o que que eu vou
fazer? Ai, ai, eu não consigo não. Fui
na herói Merlim, agora tá R$ 1.000,
valorizou, né? Uma caixa de ferramenta é
ruim. Uma caixinha boa, né? É uma uma
ler ferramentas. Eu fui lá, comprei,
cara, era 200 e poucos pila, agora tá R$
1.000 a a maleta. Vim com R 114, 104
ferramentas, tudo ali. E o legal eu
fazer propaganda para Lor Merlin é que
se uma coisa estraga, tu substitui só
aquela coisa, fechou, acabou.
Aí sempre tem algumas coisas a mais,
martelo tem a mais, mas eu vou vou saber
isso aí.
Eu, ah, meu pai nunca sentou comigo. Meu
pai nunca.
Depois de jovem, meu pai nunca botou no
colo dele para dirigir no carro. Meu
pai, meu pai ia, meu pai ia na Bahia,
buscava carro, ensinou todo mundo a
dirigir, não me ensinou. Tá, mas beleza,
é a minha vida. Vou lá e paguei para
aprender. Acabou.
Escuta,
não [limpando a garganta] tenha vergonha
das peças que estão faltando, ok? Em
terceiro,
dobra a tua atenção. Vou falar o
versículo bíblico que o Mateus Serpa
mais ama.
Deus
conserta homens
através de homens.
Quem é da antiga da vintage se lembra?
Uma uma outra hora eu explico para
vocês. Provérbios 27:17. Como ferro com
ferro se afia assim o homem ao seu
amigo. Ok?
Deus conserta homens com ferro. O texto
não está dizendo que o ferro se afia
sozinho. Meu, se tem um bagulho fera,
é ferro. Não, ferro é um bagulho tr, né?
É ferro.
Tá o CO aí trabalha com ferro.
Imagina
aí o Cásio vai e explica assim: "Eu vou
te dizer um negócio assim, ó.
O ferro tem vários tipos. Se eu botar
muito estranho, ele vai quebrar. Nossa!
E fala: "E tem que ter menos". E tem a
sol da MIG. Que que é solda MIG, velho?
Tem a MIG. Não, essa aqui não é MIG,
entendeu?
E daí o Cásio explica: "Meu, o negócio é
feito na areia, alguns uns negócios de
ferro, muito fera, meu.
Só que o ferro pode ser fera, mas ele
não se afia sozinho. Você, Deus pode ter
feito você forte como um ferro,
mas tu não se afia sozinho. Tu precisa
de outro ferro. Não é que tu é fraco,
é que tu precisa de outro ferro. Você
precisa de um amigo.
Um amigo.
Por isso que o isolamento masculino é
destrutivo.
Provérbios 18:1.
Quem se isola insurge-se contra a
verdadeira sabedoria. Provérbios 18:1 na
versão do pastor Jack. Quem se isola é
[ __ ]
Homens tem momento de solitude com
Jesus.
Só
o homem que nunca anda com nenhum amigo,
ele acha que é normal as suas
deformidades. Por isso que você precisa
de amigos. E você tem que ter amigos,
amigos que são melhores do que você em
outras áreas,
tá entendendo? Tem que ter cara que é
bom numa área que tu não é.
[roncando]
Um entende de casamento,
alguém aqui entende de casamento, outro
entende de dinheiro. Vai falar assim:
"De dinheiro ô Guilherme, como é que eu
faço isso aqui? Não sei o quê." Bá.
Outro entende de construção.
Alguém aqui vai entender de construção.
Outro entende de carro. Quase todo mundo
vai e fala: "Ô, Gamert, como é que eu
faço isso aqui? Como é que eu resolvo
isso aqui?
Outro entende de nadar? Como assim
nadar?" Não sei. Eu escrevi aqui. O que
escrever aqui? Nadar. Não sei. Tem que
aprender a nadar. Fala com alguém aqui
que alguém que nada. Alguém sabe nadar
aqui.
Aí, ó. Alguém. Tu nada. Thiago Jerônimo.
Sério?
Te criou na ilha? Ah, se criou pelado de
tanga assim.
Que tal, hein, meu?
Então,
outro sabe nadar, outro sabe ensinar a
Bíblia, entendeu? Imagina, ó. Um sabe
nadar, um se divorciou
e sabe como dar conselho. Disse: "Cara,
assim o casamento vai acabar".
Outro quebrou financeiramente,
um outro enterrou o pai, sabe o que que
é passar por isso.
Um outro entende de carro, um outro
entende de luta, um entende de arma, um
venceu o câncer,
outro sabe ensinar a Bíblia.
É um time, é um corpo,
é isso que torna a homens fortes muito
mais do que uma palestrinha semanal.
É, é isso que é. Primeira Coríntios
11:1, o apóstolo Paulo diz: "Sede meus
imitadores como eu sou de Cristo".
Só que para imitar alguém, eu tenho que
andar com essa pessoa.
Eu tenho que andar perto para observar a
masculinidade de outro homem. Eu não
tenho como aprender a ser um homem em
podcast.
Podcasts não formam homens.
Nada substitui o discipulado. Você
precisa, escuta o que eu vou dizer, ver
outro homem vivendo.
Você tem que enxergar
como é que como é que é, ó, como que um
homem de Deus
vai embora depois do culto?
Como que um homem de Deus compra carne
no açogue?
Quando você anda com o homem de Deus,
você tem oportunidade de descobrir como
se faz ou como se arrepende quando você
não faz. O homem de Deus, ele te ensina
em qualquer de qualquer forma. Ele te
ensina a fazer, mas se ele não fizer,
ele vai te te ensinar a se arrepender.
O com homem de Deus sempre, você sempre
aprende
como que conversa,
como que
aprende.
Em primeiro lugar, todo homem recebe
alguma coisa e todo homem fica sem
alguma coisa. Em segundo, não tenha
vergonha das peças que estão faltando.
Em terceiro, Deus conserta homens
através de homens.
Em quarto,
de forma prática, agora, se você não
sabe fazer,
aprenda.
Se não consegue aprender agora,
pague, mas não abandone a sua
responsabilidade.
Primeira Timóteo 5:8. Se alguém não tem
cuidado com os seus, especialmente dos
da sua própria casa, esse negou a fé e é
pior que o descrente.
Não sabe fazer.
Não sei. Beleza. A responsabilidade
continua sendo tua.
O chuveiro tem que funcionar. Eu vou dar
um exemplo aqui básico. Eu trabalhei na
CE, [roncando]
cara, eu foi a eu ganhei dinheiro antes
de casar, era o que dava. Beleza. Eu
trabalhava de vigilante na Sra.
E cara, eu vi uns negócios que eu não
devia ter visto.
Eu não devia ter visto. Eu não devia ter
visto as fotos dos caras. Se cara na CE,
pelo menos tinha no na substação 10 um
bloco de foto de gente que morreu
eletrocutado.
É uma merda tu ver aquele negócio. É
quase que as imagens que o Google tu não
deveria ver, tá? Então o que que
acontece? Eu sou cagado com
eletricidade.
Eu tinha medo de altura, perdi. Que eu
fui enfrentando. Não tem como. Não tem
como. Eu ia voar. Você, quem que era da
antiga? Se lembra no grupo da igreja que
eu ficava pedindo oração. Eu vou ir
voar, vou ir pregar em tal lugar. Ficava
todo cagado, todo cagado, todo cagado,
todo cagado. Até que um dia a Isabela, a
esposa do Pedro, olhou para mim e disse
assim: "Eu vou te falar uma coisa. Ter
medo de voar é coisa de pobre". Falei:
"Porra,
tu acha que a pessoa tirar uma frase
impactante, né? Não, porque o senhor
Barará tem medo de de altura, coisa de
pobre. Para com isso,
eu p Deus usa as coisas loucas do mundo,
né? E eu comecei a enfrentar aquilo. Não
vou enfrentar. Fui enfrentar. Fui voar
uma vez com o Rômulo. Pior coisa que eu
fiz na minha vida. O Rômulo, ele ficava
narrando as coisas que estavam
acontecendo no voo. O avião voando,
começando voando ele, ó, agora é ruim.
Ó, agora é ruim. Ó, ó, ó. E daí, ó, ó
aqui, ó. Daí o avião dá umas caídas
assim, ele ah, isso aqui é ruim. Eu
querendo pensar em outros bagulhos,
cara.
Só que agora,
agora tô tranquilo, cara. Tranquilo.
Curtiu, entendeu? Vou, cara, eu entro no
avião, já pego um sono. Não tô nem aí,
cara. Entendeu? Peguei turbulência,
negócio, tá, tá de boa. Tá de boa. Não
tem que fazer, meu. Tu tá sendo levado,
tá só assim, entendeu? Parece um bonecão
de posto. Não tem o que fazer.
Então veja,
só que pô, medo de eletricidade eu
tenho, só que assim eu consigo fazer
algumas coisas, só que a esmagadora
maioria, eu fico cagado, eu tenho muito
medo. Obviamente, cara, o mundo acabou,
não podemos sair de car. Eu vou fazer,
eu vou fazer, eu vou fazer, eu vou dar
um jeito. Agora eu sei de uma coisa. Eu
tenho a minha responsabilidade de fazer
isso aqui. Ou eu vou fazer,
ou eu vou pagar para alguém fazer, eu
vou pedir ajuda. É isso aí. É isso aí.
O carro precisa ter manutenção.
Ah, aí tava conversando,
a gente tava conversando ali, né, Mike?
Cadê o Michel? Aí disse: "Pô, cara,
vamos trocar os óleos do carro lá na
igreja, não vai mudar nada
financeiramente, mas é uma experiência.
Os homens aqui, né, nós comprar um
bagulhinho para subir o carro ali e nós
trocar o óleo, pô, é legal,
mas ainda que eu não troque o meu
próprio óleo, que seria é legal, faz
bem, mas eu tenho que pagar para alguém
trocar o óleo. Isso é ser homem.
responsabilidade,
a infiltração. Pá, cara, eu nunca
quebrei uma parede, meu. Eu nunca parede
para beleza, talvez eu tenha que fazer.
Cara, algumas coisas é bom, outras é bom
tu pagar para alguém fazer, porque tá
entendendo? Eu quero uma coisa bem
feita,
vou pagar para fazer. Existem três
possibilidades. Em primeiro, aprenda. Em
segundo, peça ajuda. Terceiro, pague
alguém.
Mas resolva.
Por quê? Porque José não fabrica tudo
que ele cons
tá tá bonito.
Davi não fazia tudo do reino sozinho.
Neemias não reconstruiu os muros
sozinhos.
O homem
grava o que eu vou dizer. Anota isso
aqui. Isso aqui isso aqui é muito bom.
O homem bíblico
mobiliza recursos.
Anota isso.
O homem bíblico mobiliza recursos. Ele
aprende, ele delega, ele contrata, ele
pede ajuda, ele faz. Mas uma coisa não
sai, ele é responsável.
Em quinto,
pare
de usar aquilo que você não recebeu como
desculpa
para aquilo que você não está
construindo.
Para aí, [roncando]
mas
ai papai
nunca me disse,
meu filho.
Se tu andar na [ __ ] da cidade de seis
em se meses, troca a merda do óleo
porque faz muito sentido.
Eu
ferrei meu motor, a culpa é do meu pai.
Não, meu velho, não.
Não.
Então você, qual é o teu óleo aí hoje?
Qual é a área que tu fica botando a
culpa nos teus pais? Tá, o velho cagou,
fez errado, mas não deu para resolver
ainda. Não deu ainda. Não deu. Não deu
ainda não. Não resolvi. Mas pelo menos
assume
sem se vitimizar, tá? A culpa é minha.
Não, não, não. Sem isso,
sem isso.
Agora o cara tem 42 anos, tem 50 anos,
tem 30 anos. A pergunta, quem tu
procurou? Que livro tu leu para quem?
Que homem tu chamou para para aprender?
Que assunto tu decidiu aprender? Qual
habilidade tu decidiu desenvolver? Ah, é
mais difícil. É, com certeza.
Com certeza.
A Isabel com um ano e pouco tava voando
de avião. Eu tava indo pregar no
Machonaria. Eles pagaram ingresso para
mim, para Talita, para Isabel. A Isabel
entrou no avião, ela olhou lá de cima e
disse assim: "Vai cair". [risadas]
as pessoas do lado, as pessoas
apavorada, disse: "Não, minha filha, não
vai cair, minha filha, minha Nossa
Senhora dos Evangélicos, não vai cair
não."
Agora e aí obviamente que para ela é
mais fácil crescer sem medo de avião. A
gente fez um voo de 9 horas, ela tava
tranquila,
voando, 9 horas do avião. Eu com a idade
dela tava comendo terra.
E aí? Aí agora vou ficar me vitimizando.
Ai eu não fui na Disney. Ah, para cara.
Normal, normal.
[roncando]
Provérbios 1:5.
Que o sábio ouça e cresça em prudência
e que o instruído adquira habilidade.
Velho,
quanto daquilo que falta em ti hoje
é consequência da ausência do teu pai ou
de algum outro homem? E quanto
e quanto, seja honesto, e quanto do que
falta em ti hoje?
Não é do que falta, é consequência da
tua resistência em aprender.
Tu não diz: "Eu não sei". Tu não diz me
ensina.
Tu não diz como é que eu faço isso,
cara? Tu não diz me ajuda. Tu não diz
cara posso ir contigo? Tu não diz por
que que tu fez desse jeito.
Tu não diz isso.
Por que que a gente por que ô meu? Por
que tu fez assim, cara?
O que que é isso?
Ô, ó, me explica melhor. Como assim?
Como assim, cara?
Isso não só com óleo do carro, isso no
que envolve a Bíblia, isso no que
envolve tudo, cara. Relacionamento com a
esposa, com os filhos.
Por que que você não imita? Por que que
tu tem que ser o primeiro a fazer uma
coisa?
Por que que tu não pode imitar alguém
aqui dentro e dizer, eu tô imitando? Por
que que tu tem que imitar alguém de
fora? E tu não assim, pô, cara, eu
aprendi isso aqui com o fulano lá da
igreja. Tu vai ler a sistemática do
Gruden, ele citam um aluno dele. Isso
que vou desenvolver agora. Aprendi com o
meu aluno, assim, assim, assim, assim,
assim. E ele cita o nome do aluno dele,
que depois é o cara que vai escrever a
teologia histórica.
Esta teologia complementa a teologia
sistemática de Wayne Gruden. O cara tem
que ter, né, a [ __ ] né, p tô
complementando o bagulho que o cara não
terminou aí, [risadas]
entendeu?
Em sexto e último,
o que não foi dado a você pode começar
com você.
>> [música]
>> Satanás, sai daqui.
>> Aí
pode ser pro Cauê cantar. Canta um ovo
mesmo.
>> Calma. Vamos na mãe. Vamos na mãe. Tá
tudo bem. Bota isso aí para ele aí. Cau
vai cantar galopeira hoje.
Ok.
Em sexto, o que não foi dado a você pode
começar em você.
Talvez o teu pai não te ensinou, mas o
teu filho pode aprender contigo.
OK?
Talvez
tu aprendeu com 43
um bagulho que tu tem que aprender com
13, mas o teu filho pode aprender com
13.
OK?
Tu tinha 50 anos quando tu aprendeu um
negócio que tu tinha que ter aprendido
com 15. Bá, mas eu aprendi com 50 anos
isso aqui. Bahu, como eu me ferrei.
Beleza, cara. Passou. Vai fazer o quê?
Não tem o que fazer. Só que tu pode
ensinar o teu filho com 15,
tá entendendo?
Hã? Sabe, velho, faz assim, né? Hã? Já
viu o Malafia falando? Hã? Velho tem as
mania. Hã?
Melhor coisa que tem falar com um velho.
O velho fazer assim, ó. Falou um
bagulho, velho fala: "Hãe tá te forçando
a falar com ele." Daí tu responde pro
velho assim: "Não falei nada,
vai ficar louco assim". Hã?
Aquilo que chegou quebrado em você pode
chegar restaurado na próxima geração.
Aquilo que não veio para você, Deus pode
colocar na mão da outra geração através
da tua vida.
Aí nós ficamos falando sobre quem é aqui
já ouviu falar? Quebra de maldições,
barba. Sabe o que que é isso?
Foi uma maldição. Não, eu eu não sou eu
tenho um pezinho que eu um pouco
acredito nisso, mas
para mim é muito mais perigoso. Se a
maldição veio, bá, já veio, já tá, tô
com uma maldição aí, tipo, bá, tô
ferrado. Por que que o pessoal que
quebra a maldição quebra, quer quebrar
só as que vieram? Ô, ô, ô, Ismael, eles
não querem nunca quebrar as maldição que
vão, ão, eles estão deixando, tá
entendendo? Vamos fazer o seguinte,
vamos quebrar a maldição hoje. Qual? Ah,
que a gente tá passando paraa frente.
Como assim? É, vamos quebrar uma Não, eu
quero quebrar uma maldição. Tu quer
quebrar a maldição do teu vô, da tua
avó, do teu tataravô, do cachorro, do
badanha, do vizinho, do teu, do teu
primo. Ah, essas aí, pá, tá todo mundo
fazendo. Eu gosto de quebrar as que a
gente deixa,
as que a gente deixa pros outros. Vamos
quebrar maldição. Vamos. Qual? Ah, cara,
eu não quero quebrar maldição de não ter
tempo com meu filho, cara. Porque isso
seria uma maldição na história da vida
dele. Eu quero ter tempo com a minha
filha,
entendeu?
Essa maldição eu tava tava a fim de
quebrar hoje aqui. Tipo,
ah, meus pais se separaram quando eu
tinha 4 anos. Eu tenho que quebrar
maldição. Não, não, não, não, não. Eu
tenho que quebrar maldição de eu não me
separar com a minha mulher.
É do meu pai já foi uma maldição, meu.
Separou da minha mãe. Não tem o que
fazer.
Não tem o que fazer, é só olhar pra vida
deles e tu vê o efeito daquilo, daquele
aquele daquilo. Eu me lembro, eu tinha
quase 5 anos, mas há maldição que eu,
se não amar Jesus, posso acabar deixando
pra próxima geração. Essa dá para
quebrar e a gente quebra hoje.
Essa é importante.
Salmo 78, do verso 5 ao 6, diz assim:
"Ele estabeleceu um testemunho em Jacó e
instituiu uma lei em Israel e ordenou
aos nossos pais que os transmitissem a
seus filhos, a fim de que a nova geração
os conhecesse e os filhos que ainda hão
de nascer se levantassem e por sua vez
os contassem aos seus descendentes.
Veja,
o teu filho não precisa começar do zero.
Leva o teu filho junto,
leva o Héctor junto contigo,
leva junto contigo. Leva teus filhos
junto contigo, Caué. Leva contigo. Leva
contigo o teu filho, ô Quaresasma.
Leva teu filho junto contigo. Ô, ô, ô,
Pedro, leva. Tem uns filhos aqui que eu
vou dizer assim, ó. Tem uns filhos de
vocês, uns guri assim, que guri é assim?
Eu não sou pai de guri. Tem uns guri
aqui que são uns furacão, meu.
Ah, meu. Chegou o filho da do Pedro e da
Bela ontem lá em casa lá. Ó, o G chegou,
[grito]
chegou Gramlin, ó. Chegou um furacão. E
aí, Hurry Kane? Eu olhei para ele assim,
e aí Hurry Kane?
O guri parece tais, meu loucão.
Aí o Quaresma, ó, ainda bem, pô.
Quaresma, tá louco, né, Quaresma? Teu
filho aí, né, meu? Aí o o Barb coisa
boa, [ __ ] Olha o Enzo. É tudo louco,
meu.
É tudo louco. As crianças tudo louca.
Mas é teu filho, meu. Leva junto. Não é
meu. É teu.
Mas leva. Caminha com ele. Anda com ele.
Anda. E eu vou. E aqui eu eu quero dizer
para você um negócio em nome de Jesus.
Teu filho é homem, teu filho é macho.
Beija ele, abraça ele,
>> demonstra carinho. Pai te ama. Pai, tem
orgulho. Comunica verilidade e carinho.
Comunica,
comunica.
Anda, ensina, leva, mostra.
Anda com ele. Fala de óleo, fala de
Bíblia, fala sobre mulher.
Sabe o meu pai ímpio, os poucos momentos
que eu tenho com ele, que eu quando era
criança, eu me lembro, me lembro, eu me
lembro. Meu pai, os caras tinham medo
dos filhos ser [ __ ] né? Daí meu pai me
levou, eu tinha uns 4, 5 anos, eu me
lembro assim, meu pai me levou no garota
verão. Quem se lembra do garota verão?
Meu pai me levou no garota verão. E eu
me lembro, aquelas mulher desfilando
assim, ó, e eu olhando e meu pai falava
no meu ouvido assim, ó. Bisso bom, biso
bom,
bicho bom.
Ah, toda vez que eu olho uma mulher
bonita, vem um bagulho bicho bom.
Mas é bicho bom mesmo.
A mulher algo bom.
Anda com teu filho, fala, ensina a
palavra, ensina a masculinidade. Ah, mas
eu não tive. Passou.
Comunica,
anda com ele.
O bom de tudo isso é que fica claro. Eu
não sou o herói da Homens Fortes. Jesus
é o homem forte.
Aleluia. Jesus.
E eu deixa eu dizer, meu, quando eu
olho, como eu falei para vocês no
início, a minha masculinidade é como
Fran tem, uma parte veio daqui, uma
parte veio dali, outra. O pessoal
perguntando para mim ontem,
a gente tava separando, tô montando um
curso e eu tô com tava com o o Mel,
o Weber e a Isabela lá em casa. O Pedro
tava na parte de cima e daí eu tava
vendo as aulas lá. Daí a Isabela
perguntou: "O que aula é essa aqui?" Daí
eu disse assim: "Essa aqui eu roubei do
Drc. Azar roubei, roubei. Essa aqui eu
chupinhei, peguei.
Daniel, depois de quê? Quase 30 anos, eu
mandei pro Daniel um esboço. Aí Daniel,
tua pregação aí, ó. E ele que isso, meu?
Ah, tua pregação aí. Eu fui melhorando,
fui botando coisa. E ele, ô meu, pá,
ficou trib meu, eu tá aí meu, é tua
pregação? Não, não, essa aqui já nem é
mais minha, não, não é tua. Fui, fui
botando, fui, fui, fui floreando o
negócio.
A masculinidade é a mesma coisa.
Uma parte veio daqui, outra dali, outra
eu vi um amigo, outra eu vi um pastor,
outra eu apanhei. Uma área eu caí, outra
área eu me levantei, outra área eu
paguei para aprender, outra área alguém
me ensinou, outra área conversei, outra
área eu fiquei olhando. Mas acima de
cada experiência dessa tinha a bondosa
mão paternal
do meu pai celestial moldando a minha
vida. E ele faz o mesmo na tua.
Ele faz o mesmo.
É a mão de Deus Pai formando Cristo em
você.
E ele utiliza o Espírito Santo
através da vida dos teus irmãos.
Salmo 68, do verso 5 ao 6. Pai dos
órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua
santa morada. Deus faz com que o
solitário more em família.
Veja, a formação de um homem só termina
quando ele morre.
O biógrafo do John Wesley diz que
embaixo
do travesseiro de John Wesley tinha um
livro. Horas antes dele morrer, ele tava
lendo, ele tava aprendendo.
Com 43 anos, eu aprendo coisas novas.
E vocês também, caras, a gente não tá
sozinho. Nós temos irmãos, nós temos
amigos, nós temos uma igreja, nós temos
homens mais sábios, homens mais velhos,
homens que erraram, homens que
acertaram.
E nós temos diante de nós o homem
perfeito, o nosso Deus de Nazaré.
>> Quero dizer uma coisa para você, homem
Frankstein. Deus ainda não terminou de
montar você.
Amém.
>> Amém.
Perguntas bruptais paraas mesas. Em
primeiro lugar, qual é a peça faltando
da tua masculinidade,
que você sabe que existe,
mas há anos esconde atrás de vergonha,
orgulho ou piada?
Segundo, quem são os homens que têm
permissão para olhar paraa tua cara e
dizer: "Nisso aqui tu é um menino?"
Se ninguém tem essa liberdade, por quê?
Terceiro,
o que que tá abandonado na tua casa, no
teu casamento, nas suas finanças, na tua
vida, porque tu não sabe resolver e o
teu orgulho não deixa você pedir ajuda,
nem pagar alguém para resolver. Seja
honesto. Amém.
>> Bora então. E aí, cara, você que viu
essa live até aqui, você que acompanhou
o sermão, eu tenho uma mensagem para
você. Não desliga isso aqui. Na
comunidade Homens fortes, nós temos mais
de 400 horas. 400 horas.
>> 400 horas.
>> 400 horas de conteúdo. Nós temos temos
livros, tudo que envolve o universo
masculino à luz da Bíblia. Você que quer
ser homem, você que talvez não teve um
pai ou teve um pai cruel, ruim, você que
quer crescer na caminhada com o Senhor
Jesus, quer entender mais de
masculinidade bíblica, junte-se a nós. O
link está aqui embaixo. Se inscreve e eu
vejo você do outro lado. Valeu,
[música]

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