Masculinidade Frankenstein | HF#249
22/08/2026
Masculinidade Frankenstein | HF#249
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Fonte: Igreja Vintage
Legendas automáticas:
Aí, ô Mel, faz um favor, manda o link no Clube da Luta e fala que eu pedi para todos eles ouvir o que eu vou falar aqui. Meu, vocês querem fechar o fechar o portão ali? Acho que é melhor, né? Vocês querem baixar ali? baixar ali para nós ali. Fechou? Avisa quando tiver ao vivo aí. >> Estamos ao vivo, então tá. Baixa aí. Só abre a porta ali. Ô meu, alguém senta nessa cadeia, nessa mesa aqui, meu. Ó o bagulho. Bagulho os cara, eu vou te dizer, né, meu? Hã. Aham. Ô, meu, seguinte, ó. Posso pessoal lá do fundo fechou aí? Tá. Então, cara, deixa eu contar um negócio, negócio para vocês aí. Ah, eu fui antes de ontem junto com o Lucas, o seu Deumar, nós fomos ali no enterro do pai do Catito e a gente chegou quando a gente chegou em casa ali, né? É, como é que foi lá? Que enterro, né? Né? É até estranho falar isso, né? Mas, ô meu, sério, que enterro. Todo o cara, tu sai querendo com vontade de morrer daquele jeito. Não vai, eu quero morrer não. E meu assim, ó, eu fui em muitos enterros. Já tem uma coisa que o pastor faz é em enterro, em hospital. Até eu fui pregar uma vez no enterro de uma de uma irmã e a filha dela depois que eu preguei chegou para mim, Ricardo e disse assim: "Pastor, o senhor desculpa porque eu chamei o senhor de última hora". Eu disse: "Olha, se tu agendasse comigo para pregar no enterro da tua mãe, tinha um problema, né? Pregação de enterro é sempre de última hora, entendeu? É normal. Não dá tempo de, pô, ver com a minha secretária, eu vou ver aqui, vou vou estudar um sermão, tá pronto. Mas obviamente eu não fui pregar ali, né? Tinham muitos pastores, tinham homens de Deus. O o pai do Catio ficou recebendo, mandaram mensagem pra família de todos os continentes, né? Ele liderava missões. Então assim, cara, enfim, semana que vem nós vamos fazer uma HF especial, é de 250. >> [tosse] [limpando a garganta] >> E a gente vai falar sobre isso. Eu quero que você venha, que você traga amigos. Vai ser sobre isso, tá? Foi sensacional. Eu conheci ele, para vocês entender, fazendo uma, isso aqui não tem nada a ver com o que eu vou falar, mas para contextualizar vocês. Em 2008, a Talit eu, nós fomos para Minas Gerais para fazer, nós íamos escolher um seminário para fazer um seminário em Minas. Nós íamos nos mudar para Minas Gerais. Beleza? Não achamos o seminário, fomos em vários. Na volta nós paramos em Atibaia. E quando nós estamos em Atibaia, eu vou contar essa história mais explicada para você semana que vem. Mas chegamos em Atibaia, ali tava um tinha um um seminário, tinha uma uma piscina ali e o meu pastor aqui de Porto Alegre disse assim: "Poxa, hein?" E o cara olhar essa piscina aí e saber que há tantos x anos atrás o filho do missionário Zig se afogou aí. E eu disse: "Quem não missionário, um que contrabandeava a Bíblia para Cuba. Pá, meu". Eu disse: "Como é que é? Como assim?" Sim, sim. Eu: "Tá, mas da onde que ele é?" E meu pastor de Porto Alegre. Eu b enlouqueci, meu. Eu enlouqueci na hora. Eu disse: "Não, me dá o telefone dele, me dá o telefone dele". Aí eu ligava para ele, meu, ele me deu o telefone, eu cheguei em Porto Alegre, passou uns dois dias, eu ia pro orelhão, Guilherme, aí eu pegava e liguei assim, chamou, aí ele atendeu, ô missionário Zils eu. O senhor foi em Cuba, imagina que ele fui, ô, sou um irmão de uma igreja aqui, o senhor não tem uma história para contar. Imagina isso, cara. Imagina daí ele eu tenho e contou uma, duas. Só que, cara, que aquilo ali é que nem tu dá cocaína para viciado, né, cara? Dois dias e depois eu tava no orelhão de novo, Narusilos. E, cara, fiquei ligando até a mulher dele, a mãe do Cato, que eu não conhecia, né? atendeu o telefone numa das vezes assim: "Meu filho, tu pode fazer um favor pra gente nunca mais ligar paraa nossa casa até que o sol parar de brilhar, [limpando a garganta] enfim". E cara, resumindo, eh, eu podia falar mais coisas, mas nós estávamos ali no no enterro dele, um homem de Deus, cara, um homem de Deus. foi mais de 30 vezes a Cuba, sustentava missões mundiais, enfim, muita gente lá. Ah, cara, e do nada fui lá, o meu carro, ele deu, fui engatar a réat. Eu disse: "Pá, mas nunca aconteceu isso aí, cara. Eu mexi no carro, começou um barulho. toc toc toc toc. Ah, carba, me ferrei. Me ferrei. Daí eu falei com o Lucas, Lucas olhou, aí tava aí, sabe aquela sensação de de esperança? Tá à frente do carro, uma parte tá solta. Aí algo dentro de te quer dizer assim: "Meu, é só o plástico batendo, sabe? Sabe, já passou por isso? Tu sabe, tu quer pensar assim, não é só uma carenagem, é só um, não é nada lá dentro lá, né, meu? E o Lucas, ah, todo positivo. Não, não, ô pastor, não é nada, não há de ser nada, né? Aí eu, pá, cara, aí eu liguei o carro e segurei assim a a a saia do carro assim e continuava o barulho, mas eu queria não, não tô segurando tão firme, tá ligado? Aí, beleza. Aí o Michael chegou lá em casa assim, Michael, olha isso aqui, meu. Liguei o carro, meu, e um barulho parecendo um helicóptero assim, né? Um helicóptero baixinho, mas um helicóptero, né? E pá, meu pá, daí eu mandei a mensagem, mandei pro antes disso, eu mandei pro pro Rodrigo Gamert, mandei o o áudio e ele ah ô meu, não quero te assustar, mas isso aí tá parecendo que tá, como é que é que tu falou? Com uma, Tá, parece tá trabalhando com três cilindros só teu carro. Ele não perdeu força. Não, não, não. Tá, tá, tá um, tá uma bosta do jeito que era. Aí, hã, não, não, não me ofende, né, meu? Não, tá louco. Me ofende. [roncando] Ela te liga, né, meu? Aí, pá, quando o Michel olhou o o Quando o Michael olhou o o óleo do carro, Michel, ô meu, não tem óleo no carro. Daí que surgiu uma nova esperança, né, meu? Ah, será que é isso? Não é. Daí eu aí aí tu entra naquela oração de ímpio. Você já viram essa oração de ímpio? Ah, Deus, me livra só mais dessa. Alguém já orou isso aí? Bá, eu prometo que eu não faço. Faço tudo de novo. Bá, Deus. Bá, só, só me livra só mais dessa aí. O Mike é o meu, Mike é o outro positivo, né? Não. Ô, ô, Jack, às vezes já aconteceu comigo isso aí começou, tava com pouco óleo, eu fui lá, botei o óleo e parou o barulho. Eu, bá, mas será que é isso, meu? Mas já aconteceu o oposto também de eu botar o óleo e ferrar o motor mesmo assim já tava ferrado, já tava condenado. Eu lá, tem um 50% de esperança, né? Cheguei lá no, botar o óleo, aí fiquei esperando um tempão lá, né, meu, me sentindo merda, né, meu? Aí o cara foi tirar o óleo. Ô, meu, pá, não saiu, não saiu nem 500 ml de óleo, cara, do carro, pá. Daí eu o cara, eu fiquei olhando aquele óleo saindo assim, eu disse: "Meu, não tem nem 500 ml de óleo". E a Duster é 4 e 4,5, 4800, 4800 de óleo. Eu fiquei olhando aquilo, fiquei pensando assim, pá, eu sou um merda, meu. Eu sou um bosta. Eu tenho 43 anos, eu falei: "Ô, Mquel, mas pera aí, cara. Eu troco o óleo toda vez que eu faço a revisão do carro, cara. Ele é o Mike. Não, meu, mas tu anda muito dentro da cidade, tu tem que trocar de seis em se meses. Ô meu, eu nunca ouvi falar disso com 43 anos. E daí na hora eu fiquei muito indignado, cara. Eu disse: "Pá, meãe, isso é muito amadorismo, cara. Isso é muito amadorismo. É que nem deixar faltar gasolina, tá ligado? Tipo, pá, teve um dia que eu parei assim, meu, nunca mais isso vai acontecer, meu. Ah, isso é coisa de [ __ ] deixar faltar gasolina, meu, sabe? Tipo, pá, cara, não dá, não dá. Eu e vocês vão entender onde eu tô querendo chegar. E isso tem tudo a ver com uma coisa que eu medito há mais ou menos uns 15 anos. Eu medito no que eu vou falar para vocês hoje. Isso aqui é fruto de 15 anos pensando nesse assunto, tá? Eu sempre enxerguei a masculinidade, a minha masculinidade, como um Frankstein. Um Frankstein. Frankstein era aquele aquele história, uma história famosa, né? Onde um cientista vai e faz um homem. Eu sempre [limpando a garganta] enxerguei, tem áreas da minha vida que elas são bem evoluídas. que eu consigo ensinar, que eu consigo falar. E tem outras áreas muito básicas que eu não sei. Eu não sei. E isso, ah, me indigna, cara. Me indigna. Eu fico muito indignado, muito indignado. E isso [limpando a garganta] tem tudo a ver com o que eu vou falar para vocês hoje aqui. A masculinidade Frankstein. Quando um homem ele precisa construir uma coisa que ele não recebeu. É uma masculinidade que ela não foi recebida, você tem que construir ela. Então é mais ou menos aquele cara, obviamente não tô me comparando com um gênio, mas existem pessoas que você conhece, elas são um gênio. O cara é um gênio e ele não sabe amarrar os tênis. [limpando a garganta] A gente brinca, cadê o Ever aqui? Cadê o Ever? O Ever tá lá no fundo, né? Ele quer levantar a mão, né? A gente brinca entre nós ali, né? Eu, a Talita, a Mari e ele. Eu digo assim: "Ô, Everton, tu é autista, meu. Tu é autista, tu não sabe. Antes de de todo mundo ser autista, mas na época assim, a dizer: "Ô, Everton, não tem, tu tem um negócio, cara. Ô, olha só, eu garanto que tu não sabe. Amarra os tênis à nossa frente aí. Não, não vou fazer isso. Amarra agora aí. O Everton sabe tudo, cara. Sabe tudo, né? E tem pessoas que, cara, elas têm, pô, sabem várias coisas. E daí eu fico pensando assim, cara, como é que eu vou deixei? Obviamente não vou, não vai acontecer de novo, nunca mais vai acontecer de ficar 500 ml de óleo. Só que isso é normal para um cara de 18, 19 anos. Um homem velho de 43 não faz sentido. Só que aí eu vou explicar algumas coisas para vocês aqui. Existem conhecimentos que a gente não aprende em livro. Existem conhecimentos que nós só recebemos convivendo com outros homens, andando, caminhando, ouvindo, porque a masculinidade ela é uma transmissão. Escuta, escuta. Porém, quando isso não acontece na infância adolescência, às vezes você chega na vida adulta com peças faltando. Você vai chegar na vida adulta faltando peças. E principalmente o que eu tô falando aqui é fundamentalmente voltado pros homens da nossa geração, que nós somos homens órfãos de pais. Muitos tiveram pais físicos, mas eles não estavam presentes. Eles não estavam ali juntos. E tudo que envolve isso me irrita. Me irrita não é não saber fazer. Eu vou explicar para vocês aqui. Me irrita não é não saber fazer, não me irrita não saber. Isso me irrita profundamente. Isso eu fico profundamente irritado comigo quando uma coisa que eu não sei. E a Bíblia diz, né? Pais, não provoqueis a ira dos vossos filhos. É disso que a Bíblia tá falando. Muitas vezes, quando você não corrige seu filho, não vive com seu filho, não anda com seu filho, você vai provocar ele a ira amanhã depois, quando ele for adulto. Então você pode assumir um púlpito, pregar, ensinar 1000, 10.000 pessoas e tu chegar e pensar assim: "Não, eu vou trocar o óleo de 10 em 10.000 km, que é o que tava na minha cabeça, na minha cabeça isso aí". Entendeu? Ô, Gamert, não, de 10.000 em 10.000 1000 km, eu vou trocar o óleo e azar, azar do goleiro. Aí passou um pouquinho ali, só uns quilometrozinho, ah, eu vou trocar isso aí, cara. Vou fazer revisão e vou pô o carro tá andando. Escuta, então por que que tu consegue assumir um púpito, tu consegue fazer isso, aquilo, aquilo outro? Por que que você consegue cuidar do seu esposa, dos seus filhos? E uma coisa tão básica, velho, muitas vezes você pode não saber. Eu tô falando de óleo, eu tô citando o meu caso. Eu quero que você não pense no meu caso, quero que você pense no seu caso. Isso é uma masculinidade Frankste tem em primeiro. Algumas partes são fortíssimas. Você tem partes na sua vida que são extremamente fortes. As pessoas te elogiam. Porém, em segundo, você tem algumas partes atrofiadas. Tem uma parte que atrofeada da tua masculinidade. Como assim? É exatamente isso aí, velho. Bem-vindo ao mundo real. Tem áreas da tua vida masculina. Você é pai, você pode ser avô e você tem áreas da sua vida que são atrofiadas. Terceira, você tem partes que não são suas, são herdadas. Alguém deu para você alguma área da tua masculinidade, alguém passou em quarto. Algumas tu aprendeu sozinho. Tu ouviu um podcast, ouviu alguém lá repetindo os ensinamentos do Joe Rogan, falando sobre masculinidade, lendo o livro Clube da Luta, vendo filme, vendo alguma coisa e tu aprendeu? Não, isso é bom. E depois tu viu na Bíblia que aquilo ecoava uma verdade da Bíblia. Algumas tu copiou de outros homens. Existem áreas da masculinidade que a gente copia dos outros. Em sexto, nessa masculinidade Frankstin, tem algumas cicatrizes que se algumas marcas que cicatrizaram errado e ficou pá, ficou aquela cicatriz do Frankstein. Eu sempre vi a minha masculinidade assim, sempre. E eu falo com a minha mulher isso há há anos. E algumas coisas eu queria repartir com vocês aqui, porque eu creio que isso aqui não acontece só comigo. Eu creio que isso aqui acontece com muita gente e eu não vejo ninguém falando disso. Em primeiro lugar, todo homem recebe alguma coisa e todo homem fica sem alguma coisa. Provérbios capítulo 4 verso 1 ao 4 está o pai dizendo, né? Ouvi filhos, a instrução do pai. Aí ele vai dizer: "Quando eu era filho, quando era pequeno, né, em companhia do meu pai, ele me ensinava. Velho, Provérbios mostra uma cadeia, avô, pai, filho. O pai recebe e ele transmite. E uma das coisas mais poderosas, escuta o que eu vou dizer, uma das coisas, presta bastante atenção no que eu vou dizer. Uma das coisas mais poderosas na vida de um homem é a presença masculina, a presença do seu pai. Por quê? Porque a presença do pai encurta caminhos. A presença masculina incurta caminhos. Ela resolve pendências. Existem coisas que você, sem uma presença masculina na sua vida, você iria errar durante 15 anos. Então, um homem senta do teu lado e em 15 minutos ele te ensina a fazer aquilo. Ele disse: "Cara, não é assim. Escuta o que eu vou te dizer. Não é desse jeito. Faz assim. faz desse jeito. É por isso que a ausência paterna, física ou não, ela custa caro. Ela custa caríssimo para nós, porque é da vontade de Deus que o homem aprenda com um outro homem, no caso seu pai, sobre mulheres, sobre dinheiro, sobre amigos, sobre o uso de ferramentas. sobre trabalho, sobre compromisso, sobre Deus, sobre Cristo, sobre filhos, netos. E eu quero deixar claro aqui que eu não tô pregando contra o teu pai. Ouve isso aqui sem ódio do teu pai. Tu vai entender onde eu vou chegar. Uma coisa f tem que ficar clara para nós aqui. Nós não escolhemos o que nós recebemos. Eu não escolhi. Só que eu sou responsável por lidar da melhor forma com aquilo que eu recebi, porque alguma coisa eu recebi. Ok? Então, em primeiro lugar, todo homem recebe alguma coisa. E todo homem fica sem alguma coisa. Em segundo, dobra tua atenção nisso aqui. Não tenha vergonha das peças que estão faltando em você, ok? Provérbios 12:15. O caminho do insensato parece reto aos seus olhos, mas o sábio ouve os conselhos. Escuta o que eu vou te falar aqui, cara. Eu odeio pregador superherói. A Bíblia diz que seja a boca do outro que te louve e não a tua. Se tem uma coisa que eu aprendi com pregadores, com homens que eu amo, é exaltar o nome de Jesus e falar pouco de mim. Eu não gosto. Então esse tipo de pregação é uma das coisas que eu mais gosto de fazer, de assumir e de mostrar. Ó, eu fiz isso aqui. Eu não sou o herói. Eu não sou o herói de vocês. Jesus é o nosso herói. >> Amém. >> Então, uma das armadilhas masculinas chama-se fingir competência. Você e eu fingimos competência. Muitas vezes você e eu fingimos que nós somos uma coisa que nós não somos. E muitos preferem quebrar uma coisa, destruir uma coisa, do que admitir que não sabe. O cara não sabe. [roncando] E um homem maduro não é o que sabe tudo. Ele não precisa fingir que sabe tudo. Sabe tudo que tu fala com as pessoas, o cara sabe tudo. O cara já ouviu tudo. O cara tá por dentro de tudo. Eu pergunto para você aqui, cara. Em qual área da tua vida tu tá fingindo que tu sabe algo que tu não sabe? Porque tu tem vergonha? Em qual área tu tem vergonha de dizer, cara, não me ensinaram isso. Será o dinheiro, casa, casamento, sexo, essa área. Então, os homens não falam. Mulheres falam muito mais de sexo do que os homens, muito mais. Sexo, paternidade, disciplina, trabalho, relacionamento, Bíblia, conflitos, emoções, futuro, legado. Escute, existem homens que tos de idade. Eles tomam decisões do mesmo jeitinho que um adolescente de 17 homens tomaria só porque eles têm vergonha. E tu tá falando com um homem velho. E aqui entra o ponto que assim, até um momento tu é uma vítima. Até o momento tu é uma vítima. Chega um momento que tu não é mais vítima, Magrão. A culpa não é do teu pai. A culpa não é do meu pai. Culpa é minha. [roncando] Ah, mas eu não consegui. Mas agora você já sabe que você tem essa debilidade. Escute, quanto antes nós aprendermos que temos uma debilidade, muito mais cedo nós vamos conseguir no mínimo, conviver com essa debilidade, vencer ela. Eu, eu, tipo, eu vou dar um exemplo para vocês. Quando mulheres me perguntam: "Pastor, o meu marido foi embora." Imagina, tá falando com uma mulher que foi abandonada? Imagina, Rafa, uma desgraça. Mulher foi abandonada. Mateus, o marido foi embora. Será, pastor, será que eu consigo ensinar o meu filho sem ele ter falta nenhuma de algum homem? Eu não quero me casar de novo? Será que eu consigo ensinar ele? Será que Deus faria algo na minha vida? 99% dos pastores diriam o que, meus irmãos? Que ela vai consegue. Que que eu digo pra mulher? não consegue. E quanto antes ela admitir que não consegue, mais próximo ela chega de conseguir. Conseguir, ela não vai. Tu tá entendendo o raciocínio? Ela nunca vai fazer o que o homem faz. Porém, se ela admitir, eu não consigo. Ela chega bem perto de conseguir, mas quando ela acha que consegue, aí, meu, aí fica uma porcaria mesmo. Então, e essa ideia serve para nós aqui. A culpa não é do meu pai, a culpa é minha. Meu pai teve a culpa dele, mas agora eu já sei que eu eu tenho essa deficiência. Agora, agora eu tenho que trabalhar a partir de agora. É que nem emprestar ferramenta. Coloca uma regra. Você para você é pecado você pegar uma ferramenta emprestado? Não. Não é. Só que coloca uma regra. Homens só pedem ferramentas uma vez. Por exemplo, cara, eu não tenho tal ferramenta. Ricardo, me empresta. Ricardo mora perto da minha casa. Me empresta. O Ricardo, te empresto, só que agora já sei que eu preciso daquela ferramenta. Eu posso pedir emprestado uma vez, a próxima vez é lá na Ler Merlin comprando, entendeu? Eu não vou toda hora: "Ô, Ricardo, presta tua tua tua tua furadeira, eu presto tua furadeira". Entendeu? Não, eu não tinha ferramentas. Eu não tinha nenhuma ferramenta. Meu pai não me ensinou a montar uma um uma caixa de ferramentas. E agora o que que eu vou fazer? Ai, ai, eu não consigo não. Fui na herói Merlim, agora tá R$ 1.000, valorizou, né? Uma caixa de ferramenta é ruim. Uma caixinha boa, né? É uma uma ler ferramentas. Eu fui lá, comprei, cara, era 200 e poucos pila, agora tá R$ 1.000 a a maleta. Vim com R 114, 104 ferramentas, tudo ali. E o legal eu fazer propaganda para Lor Merlin é que se uma coisa estraga, tu substitui só aquela coisa, fechou, acabou. Aí sempre tem algumas coisas a mais, martelo tem a mais, mas eu vou vou saber isso aí. Eu, ah, meu pai nunca sentou comigo. Meu pai nunca. Depois de jovem, meu pai nunca botou no colo dele para dirigir no carro. Meu pai, meu pai ia, meu pai ia na Bahia, buscava carro, ensinou todo mundo a dirigir, não me ensinou. Tá, mas beleza, é a minha vida. Vou lá e paguei para aprender. Acabou. Escuta, não [limpando a garganta] tenha vergonha das peças que estão faltando, ok? Em terceiro, dobra a tua atenção. Vou falar o versículo bíblico que o Mateus Serpa mais ama. Deus conserta homens através de homens. Quem é da antiga da vintage se lembra? Uma uma outra hora eu explico para vocês. Provérbios 27:17. Como ferro com ferro se afia assim o homem ao seu amigo. Ok? Deus conserta homens com ferro. O texto não está dizendo que o ferro se afia sozinho. Meu, se tem um bagulho fera, é ferro. Não, ferro é um bagulho tr, né? É ferro. Tá o CO aí trabalha com ferro. Imagina aí o Cásio vai e explica assim: "Eu vou te dizer um negócio assim, ó. O ferro tem vários tipos. Se eu botar muito estranho, ele vai quebrar. Nossa! E fala: "E tem que ter menos". E tem a sol da MIG. Que que é solda MIG, velho? Tem a MIG. Não, essa aqui não é MIG, entendeu? E daí o Cásio explica: "Meu, o negócio é feito na areia, alguns uns negócios de ferro, muito fera, meu. Só que o ferro pode ser fera, mas ele não se afia sozinho. Você, Deus pode ter feito você forte como um ferro, mas tu não se afia sozinho. Tu precisa de outro ferro. Não é que tu é fraco, é que tu precisa de outro ferro. Você precisa de um amigo. Um amigo. Por isso que o isolamento masculino é destrutivo. Provérbios 18:1. Quem se isola insurge-se contra a verdadeira sabedoria. Provérbios 18:1 na versão do pastor Jack. Quem se isola é [ __ ] Homens tem momento de solitude com Jesus. Só o homem que nunca anda com nenhum amigo, ele acha que é normal as suas deformidades. Por isso que você precisa de amigos. E você tem que ter amigos, amigos que são melhores do que você em outras áreas, tá entendendo? Tem que ter cara que é bom numa área que tu não é. [roncando] Um entende de casamento, alguém aqui entende de casamento, outro entende de dinheiro. Vai falar assim: "De dinheiro ô Guilherme, como é que eu faço isso aqui? Não sei o quê." Bá. Outro entende de construção. Alguém aqui vai entender de construção. Outro entende de carro. Quase todo mundo vai e fala: "Ô, Gamert, como é que eu faço isso aqui? Como é que eu resolvo isso aqui? Outro entende de nadar? Como assim nadar?" Não sei. Eu escrevi aqui. O que escrever aqui? Nadar. Não sei. Tem que aprender a nadar. Fala com alguém aqui que alguém que nada. Alguém sabe nadar aqui. Aí, ó. Alguém. Tu nada. Thiago Jerônimo. Sério? Te criou na ilha? Ah, se criou pelado de tanga assim. Que tal, hein, meu? Então, outro sabe nadar, outro sabe ensinar a Bíblia, entendeu? Imagina, ó. Um sabe nadar, um se divorciou e sabe como dar conselho. Disse: "Cara, assim o casamento vai acabar". Outro quebrou financeiramente, um outro enterrou o pai, sabe o que que é passar por isso. Um outro entende de carro, um outro entende de luta, um entende de arma, um venceu o câncer, outro sabe ensinar a Bíblia. É um time, é um corpo, é isso que torna a homens fortes muito mais do que uma palestrinha semanal. É, é isso que é. Primeira Coríntios 11:1, o apóstolo Paulo diz: "Sede meus imitadores como eu sou de Cristo". Só que para imitar alguém, eu tenho que andar com essa pessoa. Eu tenho que andar perto para observar a masculinidade de outro homem. Eu não tenho como aprender a ser um homem em podcast. Podcasts não formam homens. Nada substitui o discipulado. Você precisa, escuta o que eu vou dizer, ver outro homem vivendo. Você tem que enxergar como é que como é que é, ó, como que um homem de Deus vai embora depois do culto? Como que um homem de Deus compra carne no açogue? Quando você anda com o homem de Deus, você tem oportunidade de descobrir como se faz ou como se arrepende quando você não faz. O homem de Deus, ele te ensina em qualquer de qualquer forma. Ele te ensina a fazer, mas se ele não fizer, ele vai te te ensinar a se arrepender. O com homem de Deus sempre, você sempre aprende como que conversa, como que aprende. Em primeiro lugar, todo homem recebe alguma coisa e todo homem fica sem alguma coisa. Em segundo, não tenha vergonha das peças que estão faltando. Em terceiro, Deus conserta homens através de homens. Em quarto, de forma prática, agora, se você não sabe fazer, aprenda. Se não consegue aprender agora, pague, mas não abandone a sua responsabilidade. Primeira Timóteo 5:8. Se alguém não tem cuidado com os seus, especialmente dos da sua própria casa, esse negou a fé e é pior que o descrente. Não sabe fazer. Não sei. Beleza. A responsabilidade continua sendo tua. O chuveiro tem que funcionar. Eu vou dar um exemplo aqui básico. Eu trabalhei na CE, [roncando] cara, eu foi a eu ganhei dinheiro antes de casar, era o que dava. Beleza. Eu trabalhava de vigilante na Sra. E cara, eu vi uns negócios que eu não devia ter visto. Eu não devia ter visto. Eu não devia ter visto as fotos dos caras. Se cara na CE, pelo menos tinha no na substação 10 um bloco de foto de gente que morreu eletrocutado. É uma merda tu ver aquele negócio. É quase que as imagens que o Google tu não deveria ver, tá? Então o que que acontece? Eu sou cagado com eletricidade. Eu tinha medo de altura, perdi. Que eu fui enfrentando. Não tem como. Não tem como. Eu ia voar. Você, quem que era da antiga? Se lembra no grupo da igreja que eu ficava pedindo oração. Eu vou ir voar, vou ir pregar em tal lugar. Ficava todo cagado, todo cagado, todo cagado, todo cagado. Até que um dia a Isabela, a esposa do Pedro, olhou para mim e disse assim: "Eu vou te falar uma coisa. Ter medo de voar é coisa de pobre". Falei: "Porra, tu acha que a pessoa tirar uma frase impactante, né? Não, porque o senhor Barará tem medo de de altura, coisa de pobre. Para com isso, eu p Deus usa as coisas loucas do mundo, né? E eu comecei a enfrentar aquilo. Não vou enfrentar. Fui enfrentar. Fui voar uma vez com o Rômulo. Pior coisa que eu fiz na minha vida. O Rômulo, ele ficava narrando as coisas que estavam acontecendo no voo. O avião voando, começando voando ele, ó, agora é ruim. Ó, agora é ruim. Ó, ó, ó. E daí, ó, ó aqui, ó. Daí o avião dá umas caídas assim, ele ah, isso aqui é ruim. Eu querendo pensar em outros bagulhos, cara. Só que agora, agora tô tranquilo, cara. Tranquilo. Curtiu, entendeu? Vou, cara, eu entro no avião, já pego um sono. Não tô nem aí, cara. Entendeu? Peguei turbulência, negócio, tá, tá de boa. Tá de boa. Não tem que fazer, meu. Tu tá sendo levado, tá só assim, entendeu? Parece um bonecão de posto. Não tem o que fazer. Então veja, só que pô, medo de eletricidade eu tenho, só que assim eu consigo fazer algumas coisas, só que a esmagadora maioria, eu fico cagado, eu tenho muito medo. Obviamente, cara, o mundo acabou, não podemos sair de car. Eu vou fazer, eu vou fazer, eu vou fazer, eu vou dar um jeito. Agora eu sei de uma coisa. Eu tenho a minha responsabilidade de fazer isso aqui. Ou eu vou fazer, ou eu vou pagar para alguém fazer, eu vou pedir ajuda. É isso aí. É isso aí. O carro precisa ter manutenção. Ah, aí tava conversando, a gente tava conversando ali, né, Mike? Cadê o Michel? Aí disse: "Pô, cara, vamos trocar os óleos do carro lá na igreja, não vai mudar nada financeiramente, mas é uma experiência. Os homens aqui, né, nós comprar um bagulhinho para subir o carro ali e nós trocar o óleo, pô, é legal, mas ainda que eu não troque o meu próprio óleo, que seria é legal, faz bem, mas eu tenho que pagar para alguém trocar o óleo. Isso é ser homem. responsabilidade, a infiltração. Pá, cara, eu nunca quebrei uma parede, meu. Eu nunca parede para beleza, talvez eu tenha que fazer. Cara, algumas coisas é bom, outras é bom tu pagar para alguém fazer, porque tá entendendo? Eu quero uma coisa bem feita, vou pagar para fazer. Existem três possibilidades. Em primeiro, aprenda. Em segundo, peça ajuda. Terceiro, pague alguém. Mas resolva. Por quê? Porque José não fabrica tudo que ele cons tá tá bonito. Davi não fazia tudo do reino sozinho. Neemias não reconstruiu os muros sozinhos. O homem grava o que eu vou dizer. Anota isso aqui. Isso aqui isso aqui é muito bom. O homem bíblico mobiliza recursos. Anota isso. O homem bíblico mobiliza recursos. Ele aprende, ele delega, ele contrata, ele pede ajuda, ele faz. Mas uma coisa não sai, ele é responsável. Em quinto, pare de usar aquilo que você não recebeu como desculpa para aquilo que você não está construindo. Para aí, [roncando] mas ai papai nunca me disse, meu filho. Se tu andar na [ __ ] da cidade de seis em se meses, troca a merda do óleo porque faz muito sentido. Eu ferrei meu motor, a culpa é do meu pai. Não, meu velho, não. Não. Então você, qual é o teu óleo aí hoje? Qual é a área que tu fica botando a culpa nos teus pais? Tá, o velho cagou, fez errado, mas não deu para resolver ainda. Não deu ainda. Não deu. Não deu ainda não. Não resolvi. Mas pelo menos assume sem se vitimizar, tá? A culpa é minha. Não, não, não. Sem isso, sem isso. Agora o cara tem 42 anos, tem 50 anos, tem 30 anos. A pergunta, quem tu procurou? Que livro tu leu para quem? Que homem tu chamou para para aprender? Que assunto tu decidiu aprender? Qual habilidade tu decidiu desenvolver? Ah, é mais difícil. É, com certeza. Com certeza. A Isabel com um ano e pouco tava voando de avião. Eu tava indo pregar no Machonaria. Eles pagaram ingresso para mim, para Talita, para Isabel. A Isabel entrou no avião, ela olhou lá de cima e disse assim: "Vai cair". [risadas] as pessoas do lado, as pessoas apavorada, disse: "Não, minha filha, não vai cair, minha filha, minha Nossa Senhora dos Evangélicos, não vai cair não." Agora e aí obviamente que para ela é mais fácil crescer sem medo de avião. A gente fez um voo de 9 horas, ela tava tranquila, voando, 9 horas do avião. Eu com a idade dela tava comendo terra. E aí? Aí agora vou ficar me vitimizando. Ai eu não fui na Disney. Ah, para cara. Normal, normal. [roncando] Provérbios 1:5. Que o sábio ouça e cresça em prudência e que o instruído adquira habilidade. Velho, quanto daquilo que falta em ti hoje é consequência da ausência do teu pai ou de algum outro homem? E quanto e quanto, seja honesto, e quanto do que falta em ti hoje? Não é do que falta, é consequência da tua resistência em aprender. Tu não diz: "Eu não sei". Tu não diz me ensina. Tu não diz como é que eu faço isso, cara? Tu não diz me ajuda. Tu não diz cara posso ir contigo? Tu não diz por que que tu fez desse jeito. Tu não diz isso. Por que que a gente por que ô meu? Por que tu fez assim, cara? O que que é isso? Ô, ó, me explica melhor. Como assim? Como assim, cara? Isso não só com óleo do carro, isso no que envolve a Bíblia, isso no que envolve tudo, cara. Relacionamento com a esposa, com os filhos. Por que que você não imita? Por que que tu tem que ser o primeiro a fazer uma coisa? Por que que tu não pode imitar alguém aqui dentro e dizer, eu tô imitando? Por que que tu tem que imitar alguém de fora? E tu não assim, pô, cara, eu aprendi isso aqui com o fulano lá da igreja. Tu vai ler a sistemática do Gruden, ele citam um aluno dele. Isso que vou desenvolver agora. Aprendi com o meu aluno, assim, assim, assim, assim, assim. E ele cita o nome do aluno dele, que depois é o cara que vai escrever a teologia histórica. Esta teologia complementa a teologia sistemática de Wayne Gruden. O cara tem que ter, né, a [ __ ] né, p tô complementando o bagulho que o cara não terminou aí, [risadas] entendeu? Em sexto e último, o que não foi dado a você pode começar com você. >> [música] >> Satanás, sai daqui. >> Aí pode ser pro Cauê cantar. Canta um ovo mesmo. >> Calma. Vamos na mãe. Vamos na mãe. Tá tudo bem. Bota isso aí para ele aí. Cau vai cantar galopeira hoje. Ok. Em sexto, o que não foi dado a você pode começar em você. Talvez o teu pai não te ensinou, mas o teu filho pode aprender contigo. OK? Talvez tu aprendeu com 43 um bagulho que tu tem que aprender com 13, mas o teu filho pode aprender com 13. OK? Tu tinha 50 anos quando tu aprendeu um negócio que tu tinha que ter aprendido com 15. Bá, mas eu aprendi com 50 anos isso aqui. Bahu, como eu me ferrei. Beleza, cara. Passou. Vai fazer o quê? Não tem o que fazer. Só que tu pode ensinar o teu filho com 15, tá entendendo? Hã? Sabe, velho, faz assim, né? Hã? Já viu o Malafia falando? Hã? Velho tem as mania. Hã? Melhor coisa que tem falar com um velho. O velho fazer assim, ó. Falou um bagulho, velho fala: "Hãe tá te forçando a falar com ele." Daí tu responde pro velho assim: "Não falei nada, vai ficar louco assim". Hã? Aquilo que chegou quebrado em você pode chegar restaurado na próxima geração. Aquilo que não veio para você, Deus pode colocar na mão da outra geração através da tua vida. Aí nós ficamos falando sobre quem é aqui já ouviu falar? Quebra de maldições, barba. Sabe o que que é isso? Foi uma maldição. Não, eu eu não sou eu tenho um pezinho que eu um pouco acredito nisso, mas para mim é muito mais perigoso. Se a maldição veio, bá, já veio, já tá, tô com uma maldição aí, tipo, bá, tô ferrado. Por que que o pessoal que quebra a maldição quebra, quer quebrar só as que vieram? Ô, ô, ô, Ismael, eles não querem nunca quebrar as maldição que vão, ão, eles estão deixando, tá entendendo? Vamos fazer o seguinte, vamos quebrar a maldição hoje. Qual? Ah, que a gente tá passando paraa frente. Como assim? É, vamos quebrar uma Não, eu quero quebrar uma maldição. Tu quer quebrar a maldição do teu vô, da tua avó, do teu tataravô, do cachorro, do badanha, do vizinho, do teu, do teu primo. Ah, essas aí, pá, tá todo mundo fazendo. Eu gosto de quebrar as que a gente deixa, as que a gente deixa pros outros. Vamos quebrar maldição. Vamos. Qual? Ah, cara, eu não quero quebrar maldição de não ter tempo com meu filho, cara. Porque isso seria uma maldição na história da vida dele. Eu quero ter tempo com a minha filha, entendeu? Essa maldição eu tava tava a fim de quebrar hoje aqui. Tipo, ah, meus pais se separaram quando eu tinha 4 anos. Eu tenho que quebrar maldição. Não, não, não, não, não. Eu tenho que quebrar maldição de eu não me separar com a minha mulher. É do meu pai já foi uma maldição, meu. Separou da minha mãe. Não tem o que fazer. Não tem o que fazer, é só olhar pra vida deles e tu vê o efeito daquilo, daquele aquele daquilo. Eu me lembro, eu tinha quase 5 anos, mas há maldição que eu, se não amar Jesus, posso acabar deixando pra próxima geração. Essa dá para quebrar e a gente quebra hoje. Essa é importante. Salmo 78, do verso 5 ao 6, diz assim: "Ele estabeleceu um testemunho em Jacó e instituiu uma lei em Israel e ordenou aos nossos pais que os transmitissem a seus filhos, a fim de que a nova geração os conhecesse e os filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os contassem aos seus descendentes. Veja, o teu filho não precisa começar do zero. Leva o teu filho junto, leva o Héctor junto contigo, leva junto contigo. Leva teus filhos junto contigo, Caué. Leva contigo. Leva contigo o teu filho, ô Quaresasma. Leva teu filho junto contigo. Ô, ô, ô, Pedro, leva. Tem uns filhos aqui que eu vou dizer assim, ó. Tem uns filhos de vocês, uns guri assim, que guri é assim? Eu não sou pai de guri. Tem uns guri aqui que são uns furacão, meu. Ah, meu. Chegou o filho da do Pedro e da Bela ontem lá em casa lá. Ó, o G chegou, [grito] chegou Gramlin, ó. Chegou um furacão. E aí, Hurry Kane? Eu olhei para ele assim, e aí Hurry Kane? O guri parece tais, meu loucão. Aí o Quaresma, ó, ainda bem, pô. Quaresma, tá louco, né, Quaresma? Teu filho aí, né, meu? Aí o o Barb coisa boa, [ __ ] Olha o Enzo. É tudo louco, meu. É tudo louco. As crianças tudo louca. Mas é teu filho, meu. Leva junto. Não é meu. É teu. Mas leva. Caminha com ele. Anda com ele. Anda. E eu vou. E aqui eu eu quero dizer para você um negócio em nome de Jesus. Teu filho é homem, teu filho é macho. Beija ele, abraça ele, >> demonstra carinho. Pai te ama. Pai, tem orgulho. Comunica verilidade e carinho. Comunica, comunica. Anda, ensina, leva, mostra. Anda com ele. Fala de óleo, fala de Bíblia, fala sobre mulher. Sabe o meu pai ímpio, os poucos momentos que eu tenho com ele, que eu quando era criança, eu me lembro, me lembro, eu me lembro. Meu pai, os caras tinham medo dos filhos ser [ __ ] né? Daí meu pai me levou, eu tinha uns 4, 5 anos, eu me lembro assim, meu pai me levou no garota verão. Quem se lembra do garota verão? Meu pai me levou no garota verão. E eu me lembro, aquelas mulher desfilando assim, ó, e eu olhando e meu pai falava no meu ouvido assim, ó. Bisso bom, biso bom, bicho bom. Ah, toda vez que eu olho uma mulher bonita, vem um bagulho bicho bom. Mas é bicho bom mesmo. A mulher algo bom. Anda com teu filho, fala, ensina a palavra, ensina a masculinidade. Ah, mas eu não tive. Passou. Comunica, anda com ele. O bom de tudo isso é que fica claro. Eu não sou o herói da Homens Fortes. Jesus é o homem forte. Aleluia. Jesus. E eu deixa eu dizer, meu, quando eu olho, como eu falei para vocês no início, a minha masculinidade é como Fran tem, uma parte veio daqui, uma parte veio dali, outra. O pessoal perguntando para mim ontem, a gente tava separando, tô montando um curso e eu tô com tava com o o Mel, o Weber e a Isabela lá em casa. O Pedro tava na parte de cima e daí eu tava vendo as aulas lá. Daí a Isabela perguntou: "O que aula é essa aqui?" Daí eu disse assim: "Essa aqui eu roubei do Drc. Azar roubei, roubei. Essa aqui eu chupinhei, peguei. Daniel, depois de quê? Quase 30 anos, eu mandei pro Daniel um esboço. Aí Daniel, tua pregação aí, ó. E ele que isso, meu? Ah, tua pregação aí. Eu fui melhorando, fui botando coisa. E ele, ô meu, pá, ficou trib meu, eu tá aí meu, é tua pregação? Não, não, essa aqui já nem é mais minha, não, não é tua. Fui, fui botando, fui, fui, fui floreando o negócio. A masculinidade é a mesma coisa. Uma parte veio daqui, outra dali, outra eu vi um amigo, outra eu vi um pastor, outra eu apanhei. Uma área eu caí, outra área eu me levantei, outra área eu paguei para aprender, outra área alguém me ensinou, outra área conversei, outra área eu fiquei olhando. Mas acima de cada experiência dessa tinha a bondosa mão paternal do meu pai celestial moldando a minha vida. E ele faz o mesmo na tua. Ele faz o mesmo. É a mão de Deus Pai formando Cristo em você. E ele utiliza o Espírito Santo através da vida dos teus irmãos. Salmo 68, do verso 5 ao 6. Pai dos órfãos e juiz das viúvas é Deus em sua santa morada. Deus faz com que o solitário more em família. Veja, a formação de um homem só termina quando ele morre. O biógrafo do John Wesley diz que embaixo do travesseiro de John Wesley tinha um livro. Horas antes dele morrer, ele tava lendo, ele tava aprendendo. Com 43 anos, eu aprendo coisas novas. E vocês também, caras, a gente não tá sozinho. Nós temos irmãos, nós temos amigos, nós temos uma igreja, nós temos homens mais sábios, homens mais velhos, homens que erraram, homens que acertaram. E nós temos diante de nós o homem perfeito, o nosso Deus de Nazaré. >> Quero dizer uma coisa para você, homem Frankstein. Deus ainda não terminou de montar você. Amém. >> Amém. Perguntas bruptais paraas mesas. Em primeiro lugar, qual é a peça faltando da tua masculinidade, que você sabe que existe, mas há anos esconde atrás de vergonha, orgulho ou piada? Segundo, quem são os homens que têm permissão para olhar paraa tua cara e dizer: "Nisso aqui tu é um menino?" Se ninguém tem essa liberdade, por quê? Terceiro, o que que tá abandonado na tua casa, no teu casamento, nas suas finanças, na tua vida, porque tu não sabe resolver e o teu orgulho não deixa você pedir ajuda, nem pagar alguém para resolver. Seja honesto. Amém. >> Bora então. E aí, cara, você que viu essa live até aqui, você que acompanhou o sermão, eu tenho uma mensagem para você. Não desliga isso aqui. Na comunidade Homens fortes, nós temos mais de 400 horas. 400 horas. >> 400 horas. >> 400 horas de conteúdo. Nós temos temos livros, tudo que envolve o universo masculino à luz da Bíblia. Você que quer ser homem, você que talvez não teve um pai ou teve um pai cruel, ruim, você que quer crescer na caminhada com o Senhor Jesus, quer entender mais de masculinidade bíblica, junte-se a nós. O link está aqui embaixo. Se inscreve e eu vejo você do outro lado. Valeu, [música]