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A fé vem pelo ouvir

Mulheres: Aconselhai-vos Umas as Outras 3/3 – Larissa Ferraro

Mulheres: Aconselhai-vos Umas as Outras 3/3 – Larissa Ferraro

Mulheres: Aconselhai-vos Umas as Outras 3/3 – Larissa Ferraro

CURSO de TEOLOGIA ONLINE:

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Legendas automáticas:

Então o que que nós já vimos até agora?
Nós falamos sobre vozes
todos nós ouvimos as vozes ao nosso
redor.
Essas vozes elas podem tanto vir de Deus
quanto
do outro lado, né? A voz do diabo.
E que a voz do diabo nem sempre ela é
fácil de perceber.
Nós vimos também que as teorias do
aconselhamento centradas no ser humano,
elas são vozes enganosas.
Elas fazem promessas atraentes ao nosso
coração, mas elas não entregam o que
elas prometem.
As teorias de aconselhamento humanistas,
elas direcionam as pessoas para um
entendimento errado sobre quem elas são,
sobre qual é o propósito da sua vida e
sobre qual é a responsabilidade
que nós temos diante de Deus.
Então nós precisamos do conselho
do Senhor, do conselho de Deus.
Por que que nós precisamos do conselho
de Deus? Hoje nós vamos ver algumas
coisas
importantes para que nós sejamos a voz
de Deus
tão necessária.
Por que que nós precisamos do conselho
de Deus?
Porque nós somos criados para glória do
Senhor.
E nós precisamos entender o que que
significa isso.
Viver para glória do Senhor.
Nós também precisamos
cumprir
a missão de representar
Deus.
Em primeiro capítulo de Gênesis, Moisés
vai dizer que nós fomos criados à imagem
e semelhança de Deus.
E e muito se fala sobre isso, o que que
seria essa imagem e semelhança de Deus
nos homens?
Mas para aquele público que inicialmente
recebeu essa informação,
eles viviam um contexto que para eles
era muito claro o que que seria uma
imagem e semelhança.
Havia muitas guerras
e essas guerras envolviam
conquistas de território.
Então, havia um povo aqui, outro aqui,
eles guerreavam.
Esse povo tinha uma liderança, um rei,
que mandava o seu exército guerrear
contra o o o outro povo.
Quando ele vencia aquela aquela dis
aquela com aquele aquela batalha,
ele muitas vezes ele não se mudava para
aquele para aquele território, mas ele
passava a dominar aquele território.
E era muito comum que ele
fizesse uma estátua de si mesmo
e colocasse naquele território
mostrando quem é que domi quem é que
dominava ali.
E aquela estátua,
em em livros de história antiga,
o o o termo usado ali era exatamente
imagem e semelhança.
Aí aquela estátua era ela era uma
representação visível
de um Deus, de um rei, aliás, invisível,
um rei que não estava naquele local. Era
uma representação daquele rei que
dominava aquela aquela área.
Então, para aquele público que recebe
essa informação que o homem e a mulher
foram criados à imagem e semelhança de
Deus, para eles era muito claro que
homem e mulher foram criados para serem
representantes visíveis do Deus
invisível.
A nossa missão aqui nesse mundo é sermos
representantes visíveis de Deus.
Mas o pecado mancha isso. Pecado mancha
essa imagem de Deus em nós.
E o que Deus está fazendo nesse mundo é
reunindo um povo seu
que reflita
a sua imagem.
Essa é uma uma
mensagem que nós vemos ao longo de toda
a escritura, iniciando
em Gênesis, como eu falei, mas
se a gente olha aqui Êxodo, capítulo 19,
versos 5 e 6.
"Agora, pois, se ouvirem atentamente a
minha voz e guardarem a minha aliança,
vocês serão a minha propriedade peculiar
dentre todos os povos, porque toda a
terra é minha e vocês serão para mim um
reino de sacerdotes e uma nação santa.
São estas as palavras que você falará
aos filhos de Israel."
Então,
a mesma mensagem, ela vai se repetir ao
longo de toda a escritura. Deus está
separando um povo
para ser a sua imagem e semelhança, sua
representação visível aqui.
E o que que era a função do sacerdote?
O sacerdote, ele tanto representava a
Deus para o povo, como ele representava
o povo para Deus.
E Deus quer que nós sejamos hoje esses
representantes
dele aqui.
Então, como eu falei, essa mensagem, ela
vai se repetir
em Deuteronômio.
Aí nós vamos lá para o Novo Testamento,
nós temos a mesma informação, a mesma
mensagem.
Tito, capítulo 2,
verso 14.
Paulo escreve: "Ele deu a si mesmo por
nós, a fim de nos remir de toda
iniquidade e purificar para si mesmo um
povo exclusivamente seu, dedicado à
prática de boas obras.
Essa mesma mensagem, lá para frente,
vai ser repetida por Pedro. Primeira
Pedro, capítulo 2, verso 9.
Vocês, porém, são geração eleita,
sacerdócio real, nação santa,
povo de propriedade exclusiva de Deus, a
fim de proclamar as virtudes daquele que
os chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz.
Então, nós temos essa missão de
representarmos
Deus, por isso que nós precisamos do
conselho do Senhor.
E como eu falei, o pecado, ele mancha
essa imagem de Deus em nós e nós
precisamos de correção.
Todos nós precisamos de correção.
Não tem ninguém aqui ainda que é a
perfeita imagem de Cristo.
Por isso, nós precisamos do conselho do
Senhor.
Paulo vai escrever, na carta aos
Romanos,
sobre
a nossa natureza, quem nós somos e o o
quanto o pecado manchou essa imagem de
Deus em nós.
E é uma descrição
muito desanimadora da nossa natureza,
que em Romanos, capítulo 3,
Paulo escreve assim:
"Não há nenhum justo,
nenhum sequer. Não há quem entenda, não
há quem busque a Deus. Todos se
desviaram e juntamente se tornaram
inúteis.
Não há quem faça o bem, não há nenhum
sequer.
A garganta deles é sepulcro aberto, com
a língua enganam, veneno de víbora está
nos seus lábios. A boca eles a têm cheia
de maldição e amargura.
Os seus pés são velozes para derramar
sangue.
Nos seus caminhos há destruição e
miséria. Eles não conhecem o caminho da
paz. Não há temor de Deus diante dos
seus olhos.
Então, essa é a nossa natureza. Então,
nós precisamos ser corrigidos.
E aí eu quero pensar algumas coisas
que nos
que são pontos importantes para que a
gente seja a voz de Deus.
Primeiro,
o que que vai fazer um aconselhamento um
aconselhamento bíblico?
Nós vimos que as as vozes, eh,
das teorias humanistas, elas são
enganosas. Então, o que que vai fazer um
aconselhamento ser bíblico e não um
aconselhamento que vem
de vozes centradas no homem.
Primeiro, o fundamento da palavra de
Deus.
A Bíblia como suficiente
para o aconselhamento. Ela não é
parte do aconselhamento, ela é o
fundamento, ela é a base
onde nós estamos firmados, quando nós
vamos dar os conselhos.
A a Bíblia sendo aplicada no seu
contexto correto.
Uma teologia saudável. Isso é
fundamental para o aconselhamento
bíblico.
Paulo escreveu a Timóteo,
a gente falou sobre esse texto já nos
nos estudos anteriores,
eh,
sobre a importância dele se manter
firmado na palavra de Deus.
Ele diz: "Tu, porém, permanece naquilo
que aprendeste e de que foste inteirado,
sabendo de quem o aprendeste. E que
desde a infância sabes as sagradas
letras que podem tornar-te sábio para a
salvação pela fé em Cristo Jesus.
Toda a escritura é inspirada por Deus
e útil para o ensino, para repreensão,
para correção, para educação na justiça,
a fim de que o homem de Deus seja
perfeito e perfeitamente habilitado para
toda boa obra.
Para que nós sejamos maduros
na fé, nós precisamos do ensino da
palavra de Deus.
Nós precisamos ser repreendidos
dos nossos comportamentos que não estão
de acordo com a palavra de Deus.
Nós precisamos de correção.
Nós precisamos crescer
na justiça.
Pedro também vai falar sobre
o que foi dado para nós.
E em sua na sua segunda carta ele
escreve: "Visto como pelo seu divino
poder nos tem sido doadas todas as
coisas que conduzem à vida e à piedade
pelo pleno conhecimento daquele que nos
chamou para sua própria glória e
virtude".
Então o que nós precisamos para viver
uma vida que glorifica ao Senhor
foi-nos dado na sua palavra.
O salmista vai dizer que a lei do Senhor
ela é perfeita e restaura a nossa alma.
Dá sabedoria aos simples.
Então nós precisamos desse conselho.
O aconselhamento bíblico também outro
ponto fundamental
é que não é
um conselho que vai simplesmente
incentivar a mudança de comportamento.
Os comportamentos eles acabam mudando
sim
mas como um o resultado de do trabalho
feito no nosso ser interior.
Provérbios 4:23 diz: "De tudo que se
deve guardar, guarde o seu coração,
porque dele procedem as fontes de vida".
O aconselhamento bíblico, ele, ele
é a ferramenta que consegue penetrar no
nosso coração, no nosso ser interior.
Isso acontece porque não é algo
criado, produzido pelo ser humano, mas é
o Senhor agindo em nosso coração. Só Ele
consegue penetrar no nosso coração.
O aconselhamento bíblico, ele é sempre
centrado em Cristo.
Sasha falou bastante sobre, eh,
Colossenses, né? A carta de Paulo aos
Colossenses,
que nos dá esse, essa base do que nós
fazemos.
Colossenses 1:28,
Paulo diz: "Este Cristo nós anunciamos,
advertindo a todos e ensinando a cada um
em toda sabedoria, a fim de que
apresentemos cada pessoa perfeita em
Cristo".
Cristo é o centro do aconselhamento
bíblico, não o ser [roncando] humano.
E será que nós, mulheres, estamos
preparadas para aconselhar biblicamente?
Primeiro, a mulher cristã, ela é uma
mulher que nasceu de novo.
É uma mulher que tem um novo coração, é
uma mulher que ressuscitou.
Efésios vai dizer que
Deus nos deu vida quando nós estávamos
mortos em nossas transgressões e
pecados.
Hoje nós temos o Espírito Santo
habitando dentro de nós.
Então, o simples fato de nós termos sido
salvas,
o Espírito Santo habitar dentro de nós,
isso já nos capacita a dar alguns
conselhos.
O ministério de aconselhamento bíblico,
ele é,
por um lado,
uma responsabilidade de todo cristão.
Todos nós que fomos salvos, nós temos a
responsabilidade de sermos a voz do
Senhor.
Então, de certa forma, todos nós
precisamos dar conselhos bíblicos.
E se você,
de fato, foi salva, você está
capacitada,
pelo menos um pouco mais capacitada do
que as pessoas
que estão chegando agora na fé.
Se você entendeu o mínimo possível que é
o evangelho, se você foi salva, você
entendeu o evangelho, você já consegue
ensinar, explicar algumas coisas
sobre quem é Cristo, sobre a palavra de
Deus,
para pessoas
que ainda estão no começo da caminhada
cristã. Sempre vão haver pessoas
menos maduras do que nós e pessoas mais
maduras do que a gente.
Então,
em certo ponto, sim, nós podemos
aconselhar
essas pessoas menos maduras.
Claro que o ministério, de uma maneira
mais específica,
para desafios mais complexos, vai
precisar de um treinamento. A gente
precisa aprender a manejar bem a palavra
do Senhor, para que a gente consiga
ajudar essas pessoas.
Mas o Espírito Santo habitando em nós,
nos capacita, sim, a ajudar outras
pessoas.
Mas nós ainda lutamos com o pecado que
habita dentro de nós. Nós não não somos
perfeitas e nunca seremos, enquanto
estivermos aqui.
E não devemos esperar sermos perfeitas
para ajudar outras pessoas. Ontem a
gente estava gravando o podcast, nós
falamos sobre esses dois extremos, né? É
a pessoa achar que ela não
pode aconselhar porque ela sabe muito
pouco ou ela achar que ela já está
completamente pronta e ela tem todas as
respostas. Esses dois extremos, eles são
eles são errados e são fruto do nosso
orgulho, tanto um extremo quanto o
outro. Achar que eu preciso estar
completamente
resolvida em todas as minhas questões da
vida para ajudar outras pessoas, nós
nunca estaremos totalmente resolvidas em
todas as questões da nossa vida
e o outro extremo é de achar não estou
pronta. Ah, eu já estudei não sei aonde,
eu já tenho não sei quantas horas de
aconselhamento, pronto, pode vir
qualquer problema que eu consigo
resolver. Isso não é verdade, isso é
falta de
humildade.
Nós aí, o pecado ainda habita em nós,
nós vamos precisar
também de
ajuda, né? Do conselho do Senhor para as
nossas próprias lutas.
Mas o Senhor nos capacita.
Nós já vimos, é, também ao longo desses
dias sobre o que é o aconselhamento
bíblico
que é a ministração da palavra de Deus
no formato
um a um.
Sasha falou também quando falou sobre o
texto de Colossenses que é
o Colossenses 3, verso 16, que a palavra
de Cristo habite ricamente em vocês,
instruam e aconselhem-se
mutuamente em toda sabedoria, louvando a
Deus com salmos, hinos e cânticos
espirituais com gratidão do no coração.
Então, o que faz o aconselhamento ser
bíblico é a palavra de Cristo habitando
dentro de nós e sendo ensinada.
O alvo do aconselhamento bíblico, ele é
sempre
que o nosso aconselhado, nossa
aconselhada cresça em semelhança a
Cristo.
Nós vamos ver, daqui a pouco, algumas
coisas que o aconselhamento bíblico não
é.
E uma delas é que o aconselhamento
bíblico não é você resolver os problemas
da vida do seu aconselhado. Nosso alvo
não é esse.
Também existe algumas dúvidas sobre
qual a diferença de aconselhamento para
discipulado? É a mesma coisa ou não é a
mesma coisa?
E
o aconselhamento bíblico, nós
geralmente falamos aconselhamento
bíblico quando nós estamos falando da
ministração da palavra de Deus em
momentos de crise,
em momentos de lutas mais específicas.
Então, seria um uma caminhada por um
tempo para ajudar um irmão a crescer em
semelhança a Cristo nos momentos de
crise.
E o discipulado seria essa caminhada
mais extensa, né? A vida na vida, onde a
gente estuda a palavra de Deus, mas
também a gente caminha lado a lado com
essas pessoas
que
ãhn,
precisam crescer.
Nós crescemos também
discipulando as outras pessoas.
Então, o que o aconselhamento bíblico
não é, alguns pontos do que o
aconselhamento bíblico não é.
Primeiro,
não é, a gente não deve deveria
acreditar que para virar ou se tornar um
conselheiro bíblico, nós precisamos
simplesmente fazer vários cursos ou um
curso. Ah, se eu fizer um curso de
aconselhamento bíblico, eu viro um
conselheiro bíblico.
Não é um curso que nos faz conselheiros
bíblicos. O que nos faz conselheiros
bíblicos é a palavra de Cristo habitando
em nós.
Texto de de Colossenses aparece mais uma
vez.
Habite ricamente
Cristo, a palavra de Cristo habite
ricamente em vocês.
Então, o que nos torna aptos a
aconselhar é a palavra de Deus habitando
em nós.
Não necessariamente um curso formal.
Paulo falou para Timóteo: "Procure
apresentar-se a Deus aprovado como
obreiro de que que não tem do que se
envergonhar, que maneja bem a palavra da
verdade". Então, o que nós precisamos é
manejar bem a palavra de Deus.
Uma outra coisa,
um outro erro que nós
podemos
cometer em aconselhamento bíblico é
falta de oração.
Falta de dependência no Senhor.
Muitas vezes nós
assumimos essa postura
do conselheiro como um profissional
que vai ali receber alguém para dar um
conselho e agora essa pessoa veio buscar
a minha sabedoria.
E absolutamente não é isso.
Nós não temos sabedoria em nós mesmos
para ajudar as pessoas a crescerem em
semelhança a Cristo.
Então, nós somos totalmente dependentes
do Senhor. O aconselhamento bíblico, ele
deve ser
ele deve estar em baixo de muita oração.
Oração no começo, oração no meio, se for
necessário, oração no final.
Muitas vezes você vai ouvir
histórias
muito tristes, muito
enroladas
e que você vai ficar ali: "Senhor, me
ajuda que eu não tenho a menor ideia do
que eu falo para essa pessoa agora".
E não tem nenhum problema você falar:
"Minha irmã, meu irmão, eh
vamos orar
e buscar o Senhor mais uma vez? A gente
já orou no começo, mas
eu eu
preciso do direcionamento do Senhor".
Então isso isso não é errado, isso não é
vergonhoso, pelo contrário, isso é
totalmente esperado no aconselhamento
bíblico.
Jesus falou
em João 15:5: "Eu sou a videira, vocês
são os os ramos. Quem permanece em mim e
eu nele, esse dá muito fruto, porque sem
mim vocês não podem fazer nada".
Nós não podemos fazer nada sem o Senhor.
Já
eh caí no erro várias vezes de
iniciar um aconselhamento bíblico
perguntando para a pessoa: "Como é que
foi a sua semana?" E a pessoa fica
falando, falando, falando e e e e aí eu
vejo: "Não, eu eu iniciei errado".
Eu tenho que iniciar na dependência do
Senhor, sempre.
Minha irmã, bom dia, boa tarde, boa
noite. Vamos orar?
A gente ora e aí a gente inicia, porque
não depende de mim, depende do Senhor.
Paulo escreveu aos Filipenses: "Estou
certo de que aquele que começou a boa
obra em vocês há de completá-la até o
dia de Cristo Jesus".
O aconselhamento bíblico é uma obra do
Senhor em nós.
Tanto na vida do nosso, da nossa
aconselhada, quanto na nossa própria
vida.
Nós somos muito
trabalhados enquanto ajudamos outras
pessoas.
Um outro erro do aconselhamento bíblico
é tratar as pessoas a partir dos seus
rótulos,
buscando soluções no estilo
distúrbio, solução.
O exemplo disso: pessoa chega para você
e fala que está ansiosa.
Aí você: "Ah, já sei. Vamos lá. Não
andeis ansiosos de coisa alguma".
Pronto, resolvi a vida da pessoa.
Aconselhamento bíblico não é isso.
Se a pessoa ansiosa, nós precisamos
entender uma série de coisas. O que está
acontecendo na vida dessa pessoa?
O que está passando no coração dessa
pessoa? Quais são os desejos dessa
pessoa?
E aí nós vamos
ajudar essa pessoa a crescer diante da
sua situação a partir da palavra de
Deus.
Então não é nesse estilo
problema versículo.
Às vezes eu vejo muito os os alunos das
conferências, né? A gente ensina e
depois eles entram em contato com a
gente pedindo ajuda.
Larissa, me fala aí um versículo para
ajudar alguém com depressão.
Ia ser maravilhoso se fosse assim, né?
Pá, versículo tal, tcharam, não tenho
mais depressão.
Não acontece desse jeito.
É a palavra de Deus sendo ministrada que
vai trabalhar o coração da pessoa nas
suas lutas.
E
o Senhor é que vai agir
transformando o coração.
Uma outra coisa que nós não devemos
fazer em aconselhamento, prometer coisas
que a Bíblia não promete.
E às vezes pode ser uma
uma tentação no nosso coração, até pela
por ouvirmos muito isso da cultura, o
famoso vai dar
certo.
E aí a pessoa vem e te conta uma
história super triste e você fica, meu
Deus, eu quero ajudar essa pessoa e aí
você você fala, não, meu irmão, calma,
meu irmão, calma, vai dar certo.
Não existe
um versículo vai dar certo.
Pelo menos não
imediatamente aqui. Nós não podemos
prometer resoluções de problemas
imediatos. Se eu chego, se eu se alguém
vem procurar aconselhamento por um
problema no casamento, eu não tenho como
falar para essa pessoa, olha, vai dar
certo, seu casamento vai ser restaurado.
Ah, seu filho vai voltar para os
caminhos do Senhor. Ah, não, você vai
arrumar um emprego novo. Eu não tenho
como prometer isso, porque não existem
essas promessas específicas na palavra
de Deus.
Mas existem muitas promessas.
Existem muitas coisas que vão de fato
acontecer.
E eu posso, eu devo dar esperança dessa
maneira.
Existe uma promessa que eu posso dar
para todos, todas as minhas
aconselhadas, que é o que está
registrado em Apocalipse 21.
Novos céus e nova terra.
Eu posso ir para essa palavra com
qualquer aconselhado, porque isso é uma
verdade que vai se cumprir para aqueles
que são salvos.
Deus falando,
eh,
sobre a realidade de novos céus, nova
terra, aonde Deus habitará conosco.
E ele vai enxugar dos nossos olhos toda
lágrima, já não existirá mais morte, não
haverá luto, nem pranto, nem dor, porque
as primeiras coisas passaram.
Isso é uma promessa que eu posso
trazer para
todos os meus aconselhados, para todos
os crentes em Cristo Jesus, porque de
fato um dia todo sofrimento vai acabar,
mas eu não posso prometer que vai acabar
depois de oito sessões de aconselhamento
bíblico.
Isso não está ao meu alcance.
Um outro cuidado que nós precisamos ter
é não nos tornarmos os terapeutas
gospel.
Porque não é esse o nosso papel. Imagino
que vocês já com um pouco que, que nós
já estudamos, vocês já perceberam que
aconselhamento bíblico não é a terapia
gospel.
Mas muitos dos nossos aconselhados, eles
vão chegar para nós e eles vão assumir
uma postura de, eh, estou aqui na minha
terapia agora.
E nós precisamos
da sabedoria do Senhor, a dependência do
Senhor para não deixar isso acontecer.
Eu percebo nas minhas aconselhadas que
elas chegam muitas vezes, porque o é
aquele ambiente, né? Dentro dentro da
igreja, a gente pega uma sala e eu tô lá
esperando ela chegar e ela chega. E aí
ela sente como se ela agora cheguei na
minha terapia. Aí ela quer contar a vida
dela, como foi a semana. Às vezes elas
vêm até com um vocabulário assim: "Ai,
eu trouxe um assunto para a gente tratar
aqui em aconselhamento". Né? Aquele
aquele perfil bem de da terapia. Claro,
nós vamos ouvir, porque nós precisamos
entender o que está acontecendo no
coração daquela pessoa para que a gente
consiga ministrar a palavra de Deus.
Mas nós precisamos estar atentos para
não deixar virar aquela sessão em que a
pessoa desabafa
e vai embora. Não é isso.
O que faz o aconselhamento ser bíblico é
o fundamento da palavra de Deus.
Se a gente vai passar ali uma hora com a
pessoa e a Bíblia não vai ser aberta,
talvez eu não esteja fazendo
aconselhamento bíblico.
Nós precisamos ter esse esse cuidado,
porque é uma tentação no nosso coração.
Mas ainda a a nossa cultura, como
brasileiros, nós somos muito relacionais
e eu a minha realidade é lá no nordeste,
eu vejo que
que ainda mais isso ainda mais aflorado,
essa questão do relacionamento, da
conversa.
Isso é importante, mas nós precisamos
cuidar para não virar
a sessão de terapia.
Outro erro, tratar somente frutos e não
a raiz do problema.
Falei para vocês que o aconselhamento
bíblico, ele trata o coração.
Então nós precisamos entender por que
que as pessoas fazem o que elas fazem.
Não é simplesmente pegar: "Ah, a pessoa
fez tal coisa
e vou tratar ali daquele comportamento".
Ira, por exemplo. Pessoa foi irada, foi
grosseira, res- respondeu de maneira eh
rude ali, ela foi grosseira com seu
marido.
Certo, isso foi um comportamento, mas o
que que ela estava querendo alcançar?
Ela faz o que ela faz porque ela quer
alguma coisa e ela acredita algumas
coisas. O que que ela acredita sobre o
seu marido que a faz gritar com ele?
Até mesmo na porta da igreja. Se ela faz
isso na porta da igreja, o que imagino
que ela não tá fazendo em casa.
Mas eu preciso entender quais são as
motivações do coração dela. O que que
ela está querendo a- alcançar quando ela
faz isso? Eu preciso tratar o coração.
Jesus falou:
"Porque do coração procedem os maus
pensamentos, homicídios, adultérios,
imoralidade sexual, furtos, falsos
testemunhos, blasfêmias".
Então não é só tratar frutos, mas sim
raiz.
Ponto aqui que eu já falei, que é
o alvo do aconselhamento bíblico não é
resolver problema do aconselhado.
Isso acaba sendo um grande alívio para o
nosso coração de conselheiro, porque
inúmeras vezes você vai receber pessoas
e a pessoa vai te contar uma história
que você vai falar: "Meu
Deus, o que que eu faço?
Como eu resolvo isso"?
E aí é maravilhoso, porque não é sua
responsabilidade resolver isso.
Aí você vai clamar ao Senhor: "Me dê
sabedoria para o que que eu devo falar
com essa pessoa, mas não é minha
responsabilidade resolver isso".
E eu sei que é uma tentação no meu
coração e eu acredito que eh que
que seja uma tentação no coração das
mulheres. Nós vamos receber muitos
aconselhamentos sobre casamento.
E muitas vezes você vai ali ouvir a
história da sua irmã em Cristo
e ela vai contar coisas sobre o seu
marido
e você vai ouvir, ouvir, ouvir e a sua
vontade é sentar do lado dela e falar:
"Realmente o seu marido não vale nada,
ele é
um um sem vergonha e você tem toda a
razão". A vontade, a sua vontade vai ser
essa.
Porque de fato muitas vezes o marido tá
fazendo tudo errado, mas o nosso papel
não é esse.
O nosso papel é ajudar essa pessoa a
crescer em semelhança a Cristo diante da
luta que ela está passando.
Aí a gente vai: "O Senhor me ajuda, pelo
amor de Deus, para que eu não encontre o
irmão no corredor e ponha só o pezinho
assim só para ele tropeçar".
Porque vai ser a sua vontade.
E aí a gente percebe que o
aconselhamento bíblico não é só Deus
agindo no coração do da nossa
aconselhada, mas é Deus agindo no nosso
coração também
diante das coisas que a gente está
ouvindo.
Um outro erro grande no aconselhamento
bíblico é não lidar com o sofrimento do
aconselhado, mas tratar tudo como
pecado.
Todo mundo que vai chegar em
aconselhamento vai chegar sofrendo.
Todo mundo.
Se a pessoa não tivesse sofrendo, muito
provavelmente ela não não iria te
procurar.
Todos nós vamos chegar sofrendo.
Mas o nosso sofrimento, ele pode ser por
inúmeras razões. Ele pode sim ser por
causa do nosso pecado, mas ele pode ser
pelo pecado de outras pessoas contra
nós.
Ele pode ser um um sofrimento por conta
de o mundo estar quebrado.
Coisas acontecem ao nosso redor,
tragédias acontecem ao nosso redor.
Então o sofrimento, ele sempre vai estar
presente.
Todos nós, salvos por Cristo, somos ao
mesmo tempo sofredores,
pecadores,
nossa natureza,
e santos.
E nós precisamos em aconselhamento
bíblico olhar para as pessoas através
dessas dessas três realidades sobre a
nossa identidade. Somos pecadores, então
sim, vai ter pecado para ser tratado.
Somos sofredores, porque o pecado traz
sofrimento, mas nós também somos santos,
porque é assim que Deus olha para a
gente. Nós estamos em Cristo, então nós
nós somos considerados
santos.
Paulo escreveu aos Tessalonicenses
dando um direcionamento como
tratar irmãos em diferentes situações.
Primeira Tessalonicenses 5:14 diz assim:
"Também exortamos vocês, irmãos, aqui a
admoestem os que vivem de forma
desordenada,
consolem os desanimados,
amparem os fracos e sejam pacientes com
todos".
Então, diferentes necessidades de
aconselhamento bíblico vão ter
diferentes abordagens.
Eu sempre que eu lembro leio
esse verso, eu lembro de um um convite
que eu recebi para ensinar em uma igreja
e
e aí a pessoa que me convidou falou
assim:
"Ah, inclusive, o seu marido vem com
você?" Eu falei falei: "Vai, meu marido
vai".
Aí a pessoa: "Ah, legal, então vamos ver
se ele pode eh também ensinar para os
homens e dar uma palavra de
encorajamento
para os irmãos que estão em pecado de
imoralidade".
Eu falei:
"Tudo bem, meu marido pode ir, mas ele
não vai dar uma palavra de encorajamento
para quem está em pecado de imoralidade,
ele vai dar uma palavra de exortação,
né?" Falei brincando assim com com a
pessoa, ela deu risada, falou: "É
realmente, né? Você não vai encorajar
quem está pecando, né?"
Eu "É isso aí, irmãos, vamos lá,
continuem, é isso? Não, eu vou dar uma
palavra de exortação".
Então, nós precisamos ter abordagens
diferentes com necessidades diferentes.
Hã.
Estamos caminhando aqui para os últimos
erros de aconselhamento.
Uma outra coisa, nós não
devemos, não podemos avançar sobre áreas
da vida do aconselhado que nós não temos
autoridade.
Exemplo:
medicamentos.
Nós falamos muito nas conferências de
aconselhamento bíblico sobre os
distúrbios. Eu falei muita coisa aqui
também para vocês.
É, muitos, nós temos médicos nas nossas,
nosso curso de aconselhamento bíblico da
Charles Spurgeon, nós temos dois médicos
como professores e eles tratam dessa
parte de medicação, mas tudo isso para
que a gente tenha informação
e entenda o que é realmente ciência, o
que não é, o que tem comprovação, o que
não tem.
Agora nós, como conselheiros bíblicos,
nós não mexemos nessa área.
Vejo muito esse erro acontecer
com pessoas que participam das
conferências e aí elas vão receber
alguém que tá tomando, não sei quantas
medicações e aí elas vão em cima disso.
E e elas acreditam estar fazendo
aconselhamento bíblico porque elas estão
criticando a medicação que a pessoa tá
tá usando. Gente, isso não está na nossa
alçada, isso não é nossa
responsabilidade. Aliás, isso é
irresponsabilidade se você
mexer com isso. Ainda que vocês
seja um profissional da área de saúde,
se você não é o médico daquela pessoa,
você não pode mexer com isso.
Porque essas medicações, elas são um
terror para
quem inicia
inúmeros efeitos colaterais, só que elas
são 10 vezes mais um terror para a
pessoa tirar a medicação.
A gente nunca pode falar para alguém
parar de tomar uma medicação. Isso tem
efeitos colaterais
fortíssimos. Então, isso não é da nossa
área. A gente não pode mexer nisso.
Não e isso não vai fazer diferença no
seu aconselhamento bíblico. Você
ministra a palavra de Deus e você não
não deve mexer nessa área, não é da sua
conta, não é da nossa conta.
E aí o último ponto que eu quero trazer
é
tratar o aconselhado
sem o entendimento da identidade dele.
Ou seja, tratar o isso seria um erro,
né? Tratar o aconselhado
é a
simplesmente olhando para o pecado dele.
Sem considerar quem ele é em Cristo.
Olha que coisa interessante. Se você
conhece um pouco da da carta de Paulo
aos Coríntios, você sabe que Paulo
trata de uma série de pecados, né?
Não é verdade?
Olha só, vamos dar uma olhada em algumas
coisas aqui. Primeira Coríntios,
vou começar aqui no capítulo seis.
Paulo fala assim:
"Quando algum de vocês tem uma questão
contra o outro, como se atreve a
submeter isso a juízo diante dos
injustos e não diante dos santos?
Ou vocês não sabem que os santos hão de
julgar o mundo?
Ora, se o mundo deverá ser julgado por
vocês, será que vocês não são
competentes para julgar as coisas
mínimas?
Por acaso vocês não sabem que havemos de
de julgar os próprios anjos?
Quanto mais as coisas dessa vida?
Portanto, quando precisam julgar
negócios terrenos, por que vocês
constituem como juízes aqueles que não
tem nenhuma aceitação na igreja?
Digo isto para vergonha de vocês. Será
que não existe nem ao menos um sábio
entre vocês que possa julgar seus
irmãos? Mas um irmão vai a juízo contra
outro irmão e isto diante de não
crentes?
O simples fato de moverem ações uns
contra os outros já é completa derrota
para vocês.
Por que não preferem sofrer a injustiça?
Por que não preferem ficar com prejuízo?
Mas vocês mesmos cometem injustiça e
causam prejuízos.
E isto aos próprios irmãos. Paulo tá ali
em cima do do pecado dos irmãos.
Mas aí a gente vai voltando na carta.
Capítulo cinco, ele vai tratar de outro
pecado.
Ouve-se por aí que entre vocês existe
imoralidade, imoralidade tal como não
existe nem mesmo entre os gentios.
Isto é, que alguém se atreva possuir a
mulher do seu próprio irmão.
E vocês andam cheios de orgulho quando
deveriam ter lamentado e tirado do meio
de vocês quem fez uma coisa dessas.
Em cima do pecado. A gente volta mais um
pouquinho, capítulo três.
Eu, porém, irmãos, não pude falar a
vocês como a pessoas espirituais,
e sim como a pessoas carnais, como a
crianças em Cristo.
Eu lhes dei leite para beber, não pude
alimentá-los com a comida sólida, porque
vocês ainda não podiam suportar.
Nem ainda agora podem, porque vocês
ainda são carnais.
Porque se há ciúmes e brigas entre
vocês, será que isso não mostra que são
carnais e andam segundo os padrões
humanos?
Quando alguém diz: "Eu sou de Paulo", o
outro diz: "Eu sou de Apolo", não é
evidente que vocês andam segundo os
padrões humanos?
Aí
pecado ainda.
Mas
olha só.
Primeiro capítulo, ele ainda tá tratando
de pecado.
Olha como ele começa a carta.
Capítulo um.
Paulo, chamado pela vontade de Deus para
ser apóstolo de Cristo Jesus, e ao o
Sóstenes, à igreja de Deus que está em
Corinto, aos santificados em Cristo
Jesus, chamados para ser santos, com
todos os que em todos os lugares invocam
o nome do Senhor Jesus Cristo, Senhor
deles e nosso.
Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai e
do Senhor Jesus Cristo estejam com
vocês.
Sempre dou graças ao meu Deus por vocês,
por causa da graça de Deus que foi dada
a vocês em Cristo Jesus.
Porque em tudo vocês foram enriquecidos
nele, em toda a palavra, em todo o
conhecimento, assim como o testemunho de
Cristo tem sido confirmado em vocês, de
maneira que não lhes falte nenhum dom,
enquanto aguardam a revelação do nosso
Senhor Jesus Cristo. Ele também os
confirmará até o fim, para que vocês
sejam irrepreensíveis
no dia do nosso Senhor Jesus Cristo.
Fiel é Deus pelo qual vocês foram
chamados à comunhão do seu filho Jesus
Cristo, nosso Senhor.
Então Paulo vai tratar de uma série de
pecados desses irmãos, mas ele inicia
essa carta
falando, lembrando aos irmãos quem eles
são em Cristo e o que eles têm em
Cristo.
Ele trata esses
esses irmãos a partir da realidade de
que eles são santos.
E isso nós precisamos fazer, e isso
muitas vezes vai ser também uma luta e
uma tentação para o nosso coração.
Às vezes você está diante de um
aconselhado
que não está obedecendo à palavra do
Senhor.
E você instrui, você passa ali as
tarefas, algumas coisas para ele fazer e
ele volta e ele não faz.
E ele continua só murmurando.
E a nossa tentação vai ser ali querer
dar uma chacoalhada no nosso
aconselhado, mas nós sempre precisamos
lembrar a nós mesmos e a ele também quem
ele é em Cristo, o que ele tem, como
Deus olha para ele.
Então tratar o aconselhado a partir da
sua identidade.
E os dois grandes
ingredientes, os dois ingredientes
principais, então para a gente
finalizar, para o aconselhamento bíblico
são graça e verdade.
Amar as pessoas
e entregar para ela a verdade do Senhor,
que é o que elas precisam.
Cristo foi cheio de graça e de verdade.
Paulo escreve aos Efésios: "Seguindo a
verdade em amor, cresçamos em tudo
naquele que é o cabeça, Cristo".
Então o que nós precisamos entregar é a
verdade em amor.
Como é que a gente se prepara para isso?
Que que nós precisamos como
conselheiros, conselheiras?
Ter uma vida de oração
e o hábito de estudar a palavra de Deus.
São
os dois ingredientes fundamentais para
formar um conselheiro bíblico.
Dependência do Senhor em oração
e
a palavra de Deus. Crescer e estudar a
palavra
de Deus. Amém?
Pois vamos orar mais uma vez.
Senhor Deus, muito obrigada, Pai, pela
sua palavra que
deixou para nós tudo que nós precisamos
para crescer em sabedoria, para sermos
obreiros que não tem do que se
envergonhar
e para que possamos ministrar a sua
palavra de maneira a ajudar os nossos
irmãos a crescerem.
Peço que o Senhor faça aplicação dessa
palavra aos nossos corações,
continue-nos direcionando nessa manhã.
Pai, em nome de Jesus. Amém.

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