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A fé vem pelo ouvir

Quando a paz não depende das circunstâncias – Culto Matutino – AO VIVO | 16/08 | 9h | PIPG

Quando a paz não depende das circunstâncias – Culto Matutino – AO VIVO | 16/08 | 9h | PIPG

Quando a paz não depende das circunstâncias – Culto Matutino – AO VIVO | 16/08 | 9h | PIPG

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Matutino da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
Cumprimentamos a todos com a graça e a
paz do nosso Senhor.
Vamos nos aquiietar agora, dar início ao
nosso culto de adoração ao Senhor.
Bem-vindo também aqueles que nos
assistem pela internet.
E esse é o momento de iniciarmos o nosso
culto com prélúdio.
Amém. Vamos abrir as nossas Bíblias. O
livro de Romanos, capítulo 8.
O versículo, os versículos a qual
leremos é do 28 ao 39.
Faremos uma leitura de forma alternada.
Eu vou ler os versículos pares
e os irmãos os versículos ímpares.
Romanos capítulo 8
versículo 28 a seguir. mesmo assentados.
Assim diz a palavra do Senhor:
"Sabemos que todas as coisas cooperam
para o bem daqueles que amam a Deus e
daqueles que são chamados segundo o seu
propósito.
para serem conformes a imagem do seu
livo, a fim de
>> E aos que predestinou, a estes também
chamou. E aos que chamou, a este também
justificou. E aos que justificou, a
esses também glorificou.
Pois, ainda dessas coisas.
Deus é por nós será por nós.
>> Aquele que não poupou o seu próprio
filho, antes por todos nós o entregou.
Porventura não nos dará graciosamente
com ele todas as coisas?
De Deus é Deus.
>> Quem os condenará?
É Cristo Jesus quem morreu ou antes quem
ressuscitou,
o qual está à direita de Deus e também
intercede por nós.
Como está escrito, por amor de ti somos
entregues à morte o dia todo. Fomos
considerados como ovelhas para o
matadouro.
>> Todas estas coisas por somos mais
por meio daquele que nos armou.
Porque eu estou bem certo de que nem a
morte, nem a vida, nem os anjos, nem os
principados, nem as coisas do presente,
nem do porvir, nem os poderes.
Em qualquer outra criatura poderá
separarnos ao amor de Deus e
vos.
>> Oremos.
Pai, graças, Senhor Jesus, nós te damos
por tamanha demonstração de amor.
Ó Deus, pela leitura da tua palavra, não
há nada que pode nos separar do amor do
Senhor que está em Cristo Jesus.
Obrigado, ó Deus, por esse privilégio.
Obrigado, ó Deus, por transformar a
nossa mente dia a dia. Obrigado, Senhor,
por render os nossos corações a ti e
entender, Pai, que sem o Senhor os
nossos passos serão passos em falsos.
Somente o Senhor, Pai, pode nos guiar
por caminhos,
caminhos de eternos, caminhos, ó Pai,
que
de triunfo e que glorificam o teu nome.
Obrigado, ó Deus, por essa manhã. Que o
Senhor nos transforme dia a dia e que
este culto, Pai, que vamos prestar ao
Senhor agora seja um culto de louvor,
honra e glória ao teu nome. Obrigado,
Deus por mais essa manhã e que nós o que
fizermos aqui, Deus seja única e
exclusivamente para o louvor do teu
nome. E é assim que nós oramos em nome
de Jesus. Amém. Vamos nos colocar de pé.
Entãoaremos agora o hino de número 254,
Sossegai. E este é o momento também.
Você que veio preparado, né, poderá
entregar os seus dízimos e ofertas por
meio dos gasofilaços que aqui encontram
aqui na frente, lá no fundo. Você também
que nos assiste pela internet, se assim
desejar fazer, as contas estão no visor
do seu vídeo.
Mestre, [música] o mar se [canto]
revolta
e as ondas nos dão pavor.
O céu [música][canto] se reveste de
trevas.
Não temos [canto] um Salvador.
Não se te dá [música] que morramos.
Podes [canto] assim dormir
se a cada [canto] momento nos vemos
[música]
já prestes [canto] a somergir,
as ondas atendem ao meu mandar.
>> [música]
>> Sosgai,
seja o encapelado
[música]
mar. A ira dos homens o gênio [música]
do mal. Tais águas não podem analgar.
[canto]
Que leva ao Senhor [música] rei do céu
[canto] em mar.
Pois todos ouvem [música][canto] o meu
mandar.
Só sega,
sai.
[música]
Convosco estou para vos salvar.
Sol no [música][canto]
cgai.
Mestre [música] tão grande tristeza
me quer [música] hoje consumir.
Na dor que perturba minha
[música][canto] alma,
te implorou. Vem acudir
de ondas [música] do mal que [canto] me
encobrem.
Quem me [música] virá [canto] valer?
Não tardes, [música] não tardes, mestre.
Estou [música] quase a perecer. [canto]
As ondas [música] atendem ao meu mandar.
Sosgai,
seja o encapelado [canto]
do mar, a ira [música] dos homens, o
gênio do mal. Tais águas [música] não
podem analgar. [canto]
Que leva ao Senhor, [música] rei do céu
em mar.
Pois todos [música]
ouvem [canto] o meu mandar.
Sossegi, [música]
sossegai.
Convosco estou para vos salvar.
[música][canto]
Se sossegar.
Mestre, chegou a [música][canto]
bonança.
Em paz vejo o céu e o mar.
O meu [música] coração goza, calma
que não [música] poderá [canto] vindar.
Firme ao [música] teu lado, [canto] ó
Mestre,
dono da terra e céu.
Eu em ti chegar [música] bem seguro.
Ao porto destino [canto]
meu.
As ondas atendem ao meu mandar.
Sosgai,
seja o encapelado
mar. A ira [música] dos homens, o
[canto] gênio do mal, das águas não
podem [música]
[canto] analgagar,
que leva ao Senhor [música] rei do céu
em mar,
pois todos ouvem o meu [música] mandar.
Sosgai, [canto]
sosegai. [música]
Convosco estou para vos [música][canto]
salvar.
Sim, sossegai.
Ainda de pé, abramos as nossas Bíblias
no Salmo 19.
Esse é o nosso momento de contrição.
Versículo é o versículo 12 ao versículo
14.
Salmo 19, versículo 12 ao 14, que diz
assim:
"Quem há que possa discernir as suas
próprias faltas?
Absolve-me das que me são ocultas,
também da soberba. Guarda o teu servo.
Que ela não me domine. Então serei
irrepreensível e ficarei livre de grande
transgressão.
E as palavras dos meus lábios e o
meditar do meu coração sejam agradáveis
na tua presença, Senhor, rocha minha e
redentor meu. Pode assentar.
Havendo lugar próximo de você, se você
puder se achegar ao meio para poder
facilitar o trabalho da junta, nesse
momento, nós teremos um momento de
oração silenciosa
e logo em seguida, né, após alguns
minutos, o nosso irmão Alexandre fará
uma oração, quebrando esse silêncio, uma
oração de contrição, de arrependimento
pelos nossos pecados.
Nesta manhã,
neste primeiro cântico, vamos dizer que
o Senhor é santo e digno de todo louvor
e toda adoração.
>> [música]
>> É o teu povo.
aqui presente,
todos numa sua [música] voz declarando
que só tu és grande.
[música]
Exaltamos
doce nome.
[música]
Pelo amor pela cruz, por teu filho
Jesus, pois és santo,
se és digno [música]
de louvor e de ser adorado,
és bondoso,
[música] pai querido,
sobre todas as coisas, tu és verdadeiro,
[música]
Senhor.
É [música] o teu corpo
aqui presente.
[música]
Todos numa sua voz declarando que só tu
[música] és grande.
Saudamos
teu doce nome,
pelo amor, pela [música] cruz, por teu
filho Jesus. Pois és santo
e és digno
de louvor [música]
e de ser adorado.
És bondoso,
pai querido.
[música] Sobre todas as coisas tu és
verdadeiro, [música] Senhor.
>> Pois és santo, [música]
e agindo
de louvor e de ser. ser adorado.
És bondoso, [música]
pai querido.
Sobre [música] todas as coisas tu és
verdadeiro, Senhor. [música]
>> Amém. Ainda em espírito de adoração e
muita alegria, vamos cantar que ele é
rei sobre todas as nações.
>> [música]
[música]
>> Grandes são as tuas. [música]
Senhor
todo poderoso,
justos e verdadeiros
são
os teus caminhos.
Grandes são [música]
as tuas obras,
Senhor
todo poderoso,
justo e verdadeiros são [música]
os teus caminhos.
[música]
Ó rei das nações,
quem não temerá,
que [música] não glorificará.
Teu nome,
ó rei das nações,
que não te louvará,
pois só teu nome [música]
é santo,
ó Rei das nações, [música]
que não temerá,
que não glorificará
teu nome. [música]
Ó Rei das nações,
quem não te louvará?
Pois só [música] teu nome é santo.
Todas as nações virão
e adorarão diante [música]
de ti.
Pois os teus atos de justiça se [música]
fizeram manifestos.
Todas as nações [música]
virão
e adorarão diante de ti,
pois [música] os teus atos de justiça se
fizeram manifesto.
Rei das nações,
que não temerá,
que não glorificará
teu [música] nome.
das nações, [música]
que não te louvará,
pois só teu nome é santo,
ó rei das nações,
não temerá [música]
e não glorificará
teu nome,
ó rei das nações, [música]
não te louvará,
pois só [música] o teu nome está. Santo,
pois só [música] teu nome é santo,
pois só teu nome é santo.
>> Amém. [música] Podem se assentar.
Graça e paz. A todos. Vamos abrir a
palavra de Deus em João 14. João 14,
nós vamos ler do verso 25 ao verso 31.
João 14, nós vamos ler do verso 25 ao
verso 31. mesmo assentado com
reverência, pois a palavra de Deus é
lâmpada para os nossos pés e luz para o
nosso caminho. Diz assim a palavra do
Senhor: "Iso vos tenho dito, estando
ainda convosco, mas o consolador, o
Espírito Santo, a quem o Pai enviará em
meu nome, esse vos ensinará todas as
coisas e vos fará lembrar de tudo o que
vos tenho dito. Deixo-vos a paz, a minha
paz vos dou. Não voladou como dá o
mundo. Não se turbe o vosso coração, nem
se atemorize. Ouviste que eu vos disse:
"Vou e volto para junto de vós. Se me
amasseis, alegrar-vos iais de que eu vá
para o Pai, pois o Pai é mod do que eu."
Disse-vos agora, antes que aconteça,
para que quando acontecer vós creais. Já
não falarei muito convosco, porque aí
vem o príncipe do mundo e ele nada tem
em mim. Contudo, assim procedo para que
o mundo saiba que eu amo ao Pai e que
faço como o Pai me ordenou.
Levantai-vos, vamos daqui. Senhor, nós
te damos graças
e louvamos a ti pela tua palavra.
Pedimos que o Senhor ilumine a nossa
mente e abra o nosso coração, que a tua
palavra venha perfazer a nossa vida,
venha gerar em nós frutos dignos de
arrependimento e que venha ser prático a
nossa vida. que possamos ser edificados,
fortalecidos e possamos sair daqui nessa
manhã entendidos, tendo compreendido a
palavra e a verdade do Senhor. Fala
conosco, usa teu filho com poder e
graça. É o que te pedimos em nome de
Jesus. Amém. Meus irmãos, o medo não é
uma invenção humana. Ele nasceu lá no
jardim do Éden. Logo após a queda,
quando Deus chama a Adão, ele diz que
ouvi a tua voz, tive medo, por isso me
escondi. O primeiro sentimento que o ser
humano teve depois do pecado não foi a
culpa, a vergonha e nem a tristeza, foi
o medo. E o medo levou Adão a se
esconder do Senhor. Dali, o medo nunca
mais abandonou o coração humano. Ele não
apenas eh chegou nesse contexto, mas ele
não mudou. Ele usa algumas variantes.
Hoje nós não escondemos atrás de uma
árvore como Adão fez. Nós escondemos
atrás de outras coisas, de telas, de
rotinas, de distrações, mas o medo
continua perfazer o nosso coração e a
nossa mente. Em setembro de 2025, a
Organização Mundial da Saúde, a OMS,
divulgou que mais de 1 bilhão de pessoas
no mundo vive com um transtorno de saúde
mental. E a ansiedade é o transtorno
mais comum no nosso meio, atingindo
cerca de 359
milhões de pessoas. Nós estamos vivendo
ou inseridos em um mundo cheio de
informação, mas ao mesmo tempo cheia
também de pessoas inquietas. E a
pergunta que fica para nós não é porque
existe tanto medo, mas a pergunta para
nós é: como encontrar paz quando o mundo
ao nosso redor parece cada vez mais
catastrófico?
Essa também era aqui a realidade dos
discípulos. Jesus está preste a partir,
ele vai embora. A cruz está diante dele.
E é justamente nesse momento que Jesus
diz: "Não se turbe o vosso coração, nem
se atemorize". E então ele faz na
sequência uma promessa magnífica:
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou".
Jesus aqui não promete para nós, meus
queridos, que o medo vai desaparecer,
que ele não existirá, que nós não
teremos ele ao nosso redor, mas ele
promete algo muito maior que provoca,
que traz em nós paz, tranquilidade mesmo
diante das situações mais adversas da
nossa vida. Jesus está aqui reunido com
seus discípulos em particular. Judas
acabou de sair para consumar a traição.
Os discípulos estão abalados, perderão
temporariamente a presença física de
Jesus. Eles aguardavam o Messias que
traria paz, paz política, paz social,
paz econômica, que libertaria inclusive
Israel do Império Romano. Mas Jesus está
falando sobre partir, sobre ir embora.
Quando os discípulos aguardavam
segurança, ele diz: "Olha, deixo-vos a
paz. Que paz! Os romanos estavam no
controle. Como que isso poderia ser paz?
Veja que Jesus está dizendo aqui para
nós que nada, nada, absolutamente nada
de ruim vai acontecer. Não é isso que
ele diz. Ele diz: "Olha, coisas
terríveis vão acontecer. A cruz tá se
aproximando, ele seria preso, ele seria
crucificado, ele seria entregue. Mas
Jesus ensina que a paz, a paz que ele
oferece, por mais que aconteça tudo
isso, é uma tranquilidade saber que tá
tudo bem, que Deus está no controle. Ela
nasce de uma profunda certeza de que
sabendo de que o próprio rei, o próprio
pai tá governando tudo. Em resumo, o que
nós vamos perceber aqui nessa manhã é
quando o mundo desaba e o medo parece
ameaçar o nosso coração. Cristo oferece
uma paz que transcende toda compreensão,
porque a sua presença, a sua promessa, o
seu controle e a sua vitória são maiores
do que aquilo que nos assusta. Nós vamos
ver quatro motivos pelos quais a nossa
paz não depende das circunstâncias. E o
primeiro motivo, a nossa paz não depende
da circunstância quando nós lembramos
das palavras de Cristo Jesus. Olha o que
que o texto diz. Isso vos tenho dito,
estando ainda convosco. É interessante
olharmos pro texto e observarmos como
que Cristo, como um prom professor que
é, ele sabe o momento exato em seguir
com uma nova matéria, como também ele
sabe o momento exato de parar, revisar,
esclarecer e expandir. Ele sabe que os
seus discípulos estão com dificuldade em
entender como que funciona essa partida
de Jesus e o coração deles. Eles estão
confusos, eles estão assustados, eles
estão perturbados por conta de como que
a cruz pode ser um objeto da ação do
Messias, como que a sua ressurreição, a
sua ascensão cumpre plenamente no
propósito do Messias prometido. Eles não
conseguiam entender como que ficariam
após a ausência de Jesus. Embora Jesus
tenha falado, vamos assim dizer, um
pouquinho antes, acerca do seu
relacionamento íntimo com os discípulos,
da presença, do poder do Espírito Santo,
de que ele se fazia presente, de que nós
seríamos consolados. Ele agora vai
trazer um adendo pros seus discípulos.
Eles vão dizer: "Olha, o que eu estou
dizendo para vocês não cancela a minha
partida". Por isso ele não apresenta
aqui para nós simplesmente uma solução.
Ele dá a sua palavra de que estará
presente conosco. Olha o que o texto
diz. Mas o consolador, o Espírito Santo,
a quem o Pai enviará em meu nome, esse
vos ensinará todas as coisas e vos fará
lembrar de tudo que vos tenho dito.
Jesus promete enviar o espírito outro
consolador, outro da mesma natureza que
ele, aquele que é chamado ao lado de
alguém para encorajar, para ensinar,
para fortalecer, para consolar, para
defender o espírito da verdade que ele
disse antes e que o mundo não pode
receber. Ele não é um substituto
inferior. Ele não é aqui, meus queridos,
uma força, não é uma energia, mas é uma
pessoa que daria continuidade à obra de
Cristo. Só que agora, de uma maneira
mais universal, de uma maneira mais
ampla na ação e no poder do Espírito
Santo. E perceba que o Espírito vai vi
não com uma agenda diferente da de
Cristo. O texto diz: "Ele vem em seu
nome, na autoridade de Cristo e dando
continuidade à obra do Senhor." O
Espírito vem em nome de Cristo, na ação
de Cristo, no poder de Cristo para
perpetuar aquilo que havia sido
realizado. Mas observe, meus queridos,
qual que é a função do espírito? O texto
diz para nós ensinar todas as coisas e
nos fazer lembrar de tudo que Jesus
havia dito. Não são informações
adicionais que o Espírito vai trazer,
mas é a compreensão daquilo que Cristo
iria fazer. O espírito não traz aqui
para nós uma nova mensagem, uma nova
revelação, mas ele aprofunda e aplica
aquilo que Cristo estava realizando. Ele
torna, vamos assim dizer, a verdade
compreensível e aplicada ao nosso
coração. Ele vai nos fazer lembrar. E
perceba que Jesus está prometendo aqui
para nós é memória. Ele vai trazer a
nossa memória aquilo que nós sabemos.
Ele não tá prometendo criatividade, ele
tá prometendo interpretação. E não é
ficção aqui. Ele ilumina a nossa mente
para que nós possamos ver as verdades de
Cristo e como que essas verdades se
aplica ao nosso coração e à nossa
existência. Como um bom professor
instruindo seus alunos, o Espírito Santo
não apenas vai nos instruir, ele vai nos
consolar, não apenas vai nos guiar na
verdade, mas vai capacitar eu e você a
obedecer. Ele não vem aqui para produzir
uma nova revelação desconectada da
palavra de Deus ou uma experiência. Ele
vem para trazer para nós as verdades do
Senhor à nossa vida. Portanto, você não
precisa de uma nova revelação e você
também não precisa de uma nova
experiência. O que você precisa é ler as
escrituras e trazer a memória o que te
traz esperança. É isso que você precisa
saber. E Jesus sabia muito bem que um
coração amedrontado precisa ser lembrado
da verdade de Deus. O medo
frequentemente, meus queridos, faz com
que a gente se esqueça aquilo que nós
sabemos. Quando nós fixamos os olhos
mais na circunstância, mais nos
momentos, nós podemos esquecer de tudo
aquilo que nós já vivemos, de tudo
aquilo que Cristo já fez, daquilo que
ele está fazendo e daquilo que ele ainda
fará sobre as nossas vidas. Então, o
problema não é falta de informação, é
que em um determinado momento o medo
toma tanto o nosso coração, tão alto,
que as verdades que nós sabemos parecem
parecer silenciosas.
É por isso que o Senhor diz que o
Espírito vai nos lembrar. Lembrar de que
nós não estamos órfãos, lembrar de que a
graça dele nos basta. Lembrar que tudo
coopera para nosso bem, lembrar que nós
podemos lançar sobre ele a nossa
ansiedade, o nosso medo, a nossa
preocupação, porque ele tem cuidado de
vós. Se você, portanto, tem Cristo como
seu Senhor e Salvador, o Espírito habita
em seu coração e ele é capaz de trazer a
sua memória, o que te traz esperança.
Talvez uma das razões pelas quais o medo
tem tomado tanto a nossa vida seja
porque nós passamos mais tempo ouvindo
tantas outras vozes do que a voz de
Cristo. Você se alimenta com notícias,
com redes sociais, com comentários e
depois pergunta: "Por que o coração tá
inquieto?" E Jesus nos chama aqui de
volta a palavra de Deus. A palavra de
Deus é capaz de trazer à nossa mente a
nossa alegria, a nossa paz e a nossa
esperança. O Espírito Santo de Deus tem
compromisso com a palavra de Cristo. Ele
é o professor, ele é o consolador, ele é
o capacitador. Mas não basta apenas
lembrar as palavras. O texto segue
dizendo que é preciso desfrutar da paz
que Cristo oferece. Esse é o segundo
motivo pelo qual a nossa paz não depende
das circunstâncias, porque nós
desfrutamos da paz de Cristo Jesus.
Agora, nós estamos aqui diante do
coração do texto bíblico, ele que ele
diz: "Não deixo-vos a paz, a minha paz
vos dou. Não volador como dá o mundo.
Não se turbe o vosso coração, nem se
atemorize. A paz que Jesus oferece é
como herança. Não é um presente
temporário, é um legado permanente. Não
lhe pertence. Alguém trabalhou para você
e isso lhe é concedido. E na cultura
judaica, meus queridos, a paz não é
meramente ausência de conflito. A paz
que é oferecida é integridade, é
complitude, é bem-estar, é a bênção de
Deus. sobre a comunidade do Senhor.
Então, quando Jesus diz, olha, deixe-vos
a paz, ele tá oferecendo para nós uma
bênção suprema. Ele quer que o seu povo,
aqueles pelos quais ele comprou, nesse
exato momento, mesmo no meio de um mundo
quebrado, desconfigurado,
esteja livre de ansiedade e do medo
paralisante. Mas qual o paz que Jesus
oferece? Não é simplesmente qualquer.
Ele diz: "A minha paz vos dou".
A paz que Jesus oferece é a paz que
existe nele. É a capacidade que ele tem
de, mesmo diante da cruz, mesmo diante
do sofrimento, mesmo diante da agonia,
saber que tá tudo bem, tá tudo
tranquilo, ele está fazendo a vontade do
Pai. Não é uma paz genérica aqui, é uma
paz específica, é a paz de Cristo. É a
paz que nós podemos ter com Deus,
conosco e com os outros. Ela resulta
essa paz de estarmos reconciliados com
Cristo. Por isso o contraste, não vou lá
dou como dá o mundo. A única forma do
mundo oferecer para nós é paz diante de
circunstâncias. Se você então tem
dinheiro, você tá bem. Se você tem um
trabalho bem-sucedido, tá tudo
tranquilo. Mas se você perde tudo isso,
trabalho, dinheiro, qualquer coisa, a
sua saúde, a sua paz acaba. Só que não é
essa paz que Jesus está oferecendo. A
paz que Jesus está oferecendo, ela é
independente das circunstâncias, ela é
independente dos momentos. Ela não nasce
de nós estarmos no controle de tudo. Ela
nasce de saber que existe alguém que
transcende a situação e que cuida de
nós. É por isso que essa paz ela pode
existir, meus queridos, quando o
diagnóstico ainda não mudou, quando a
porta ainda não abriu, quando a resposta
ainda não chegou e quando o problema
existe. Ela continua permeando o nosso
coração. Porque essa paz não depende de
circunstância, ela depende tão somente
da presença de Cristo no meio dela. É
isso que Jesus, inclusive vai dizer um
pouco depois, no capítulo 16, no verso
de número 33, ele diz: "Estas coisas vos
tenho dito, para que tenhais paz em mim.
No mundo passais por aflição, mas tende
bom ânimo. Eu venci o mundo. É a mesma
paz que Paulo em Filipenses 4 vai dizer:
"A paz que excede todo entendimento
guardará a vossa mente e o vosso
coração."
Essa é a paz que Jesus oferece. A ideia
de sabermos que nós já contamos com a
vitória antes mesmo da sua consumação
final, antes mesmo de qualquer situação,
não é? capacidade de evitar problema é
de estar no meio dele e saber, olha, eu
pertenço a Cristo, é o que importa, isso
é o que muda. E nós vivemos em um mundo,
meus queridos, que oferece paz em meio
às circunstâncias. Se você tem dinheiro,
tem paz. Se você sair em saúde, você tem
paz. Mas essa paz é frágil. Jesus tá
oferecendo para nós algo melhor, algo
que superabunda, uma paz que não depende
situação, que não depende circunstância.
É uma paz que não elimina problema, mas
no meio dele nós podemos descansar, nós
podemos confiar. Mas de onde vem essa
paz?
Aonde? Aí nós entramos no terceiro
motivo. Ela vem de saber quem está no
controle. O terceiro motivo pelo qual a
paz não depende das circunstâncias é de
entendermos que Cristo está no controle
de tudo, de que nada absolutamente
escapa das mãos do Senhor. Olha o verso
28 e o verso 29. Ouviste o que vos
disto? disse: "Vou e volto para junto de
vós. Se me amasses, a alegrar-vos eis de
que eu vá para o Pai, pois o Pai é maior
do que eu. Disse-vos agora, antes que
aconteça, para que quando acontecer vós
creais". Os discípulos ainda continuam
tristes por conta da partida de Jesus,
mas Jesus vai ao mesmo tempo consolar e
vai exortar. Ele vai dizer: "Se vocês me
amassem verdadeiramente,
vocês se alegrariam com a minha
partida". Essa estrutura condicional é
importante que se me amasseis. Implica a
ideia de que os discípulos não estão
amando Jesus eh completamente nesse
momento. Algo está tomando o coração.
Eles estão enxergando apenas a perda.
Enquanto que Jesus está enxergando o
plano completo, eles estão enxergando
aqui apenas a cruz. E Jesus tá olhando
paraa glória, paraa sua ressurreição,
paraa sua ascensão, pro propósito pleno
a redenção. É por isso que Jesus vai nos
ensinar algo vital pro nosso coração
aqui. O medo frequentemente
nasce diante de uma situação, meus
queridos, de não percebermos o que Deus
está fazendo. Ele toma tanto o nosso
coração e a nossa vida que a gente fica
incapaz de ver e de enxergar o que ele
está fazendo. Nós estamos vendo apenas o
capítulo. Jesus tá vendo o livro todo.
Nós estamos vendo apenas a perda, a
circunstância, o momento. Jesus está
vendo o propósito todo. Ou seja, o que
nós olhamos para que o verdadeiro amor
de Jesus não é baseado em benefícios
pessoais, naquilo que você consegue,
naquilo que você conquista, mas na
confiança de que a vontade dele,
independente do que passa, vai ser
estabelecida. É por isso que ele afirma:
"Pois o Pai é maior do que eu." O Pai
durante a encarnação do Filho é maior e
mais exaltado em glória, porque Cristo
se humilha para servir, para se render,
para nos salvar. Eles são iguais em
essência. Deus pai, Deus Filho e Deus
Espírito. Da mesma essência divina, mas
com papéis diferentes dentro do plano
redentor. Durante a encarnação, meus
queridos, Jesus voluntariamente se
subordina ao Pai. Ele não busca a
vontade dele, ele busca a vontade do
Pai. Isso aqui é contrainttuitivo para
nós. Porque se você ama alguém, o seu
desejo é que essa pessoa fique com você.
Mas Jesus está dizendo que o verdadeiro
amor,
talvez é necessário que deixe que o
outro vá. É isso que Jesus está
mostrando. E quando a gente compreende
isso, a gente compreende a cruz. Nós
compreendemos o sacrifício de Cristo. A
gente vê que a nossa alegria, ela tem
raiz eterna. Ela não é uma alegria do
mundo. É uma participação que nós temos
na alegria de Deus, no próprio Deus. É o
Pai e o Filho se alegrando na glória um
do outro. Porque Cristo vai paraa cruz.
Nessa perspectiva, Hebreus vai nos
dizer, por causa da alegria que lhe
estava proposta, ele suportou a cruz,
mesmo passando por vergonha. É por isso
que Jesus, no meio de uma situação como
essa, ele ainda é capaz de olhar para o
que vai acontecer e dizer pros
discípulos: "Olha, disse isso agora para
que quando acontecer
vós creais".
Estou mostrando para vocês o que que vai
acontecer lá na frente para que vocês
possam ter paz e tranquilidade. Jesus tá
dizendo em outras palavras: "Olha, eu
estou no controle da situação. Eu
continuo governando. Eu continuo
sustentando. O objetivo é claro para
nós. Quem está no comando? Não é
Satanás, não é Pilatos, não é Herodes,
não é Judas. O Pai está no comando e ele
está fazendo tudo que o Pai o havia
prédeterminado. Ninguém tira a vida de
Jesus. que João vai nos dizer, ele
espontaneamente a entrega. É essa
segurança que fortalece os discípulos. O
mal, ele não tem qualquer vantagem sobre
nós. O medo não tem qualquer vantagem
sobre nós, porque o amor de Cristo é
soberano.
E essa é a verdade mais poderosa. Mesmo
na hora mais sombria, na circunstância
mais adversa, a morte de Cristo sempre
triunfou e sempre vai triunfar. Se isso
foi verdade na hora mais difícil para
Jesus, quanto mais não será para nós nos
nossos momentos difíceis, nas nossas
dificuldades?
É isso que Jesus mostra. A confiança que
nós temos no Salvador não nos impede
circunstância, mas de saber que mesmo
diante de tudo, ele continua no
controle. Ele sempre sabe o que vai
acontecer lá na frente. E isso muda
tudo. E se Cristo está no controle, nós
podemos olhar paraa sua vitória. Nós
podemos nos apropriar dela. Esse é o
quarto motivo. A paz não depende das
circunstâncias. Quando nós olhamos paraa
vitória de Cristo Jesus,
embora Satanás seja o príncipe desse
mundo e procure destruir a obra de
Cristo, ele não tem poder sobre o
Senhor. O pecado não tem poder sobre
nós. O medo não tem poder sobre nós,
porque Cristo reina. É isso que o texto
diz do verso 30 ao verso 31. Já não
falarei muito convosco, porque aí vem o
príncipe do mundo e ele nada tem em mim.
Contudo, assim procedo para que o mundo
saiba que eu amo o Pai e que faço como o
Pai me ordenou. Levantai-vos, vamos
daqui. Jesus tá querendo deixar muito
claro para nós. Olha, o medo existe, o
medo é real, mas
ele é impotente. Satanás não tem a
última palavra. A cruz tá se
aproximando, o sacrifício vai chegar.
Mas ele tá dizendo, eu não nego a
realidade de Satanás. Ele diz: "Vem aí o
príncipe do mundo". No capítulo 12, no
verso 31, ele ele ele mostrou para nós
que o príncipe do mundo é Satanás e ele
inclusive seria expulso. Nós vimos
textos antes que ele entrou em Judas e
estava vindo para trair o próprio
Senhor. Esse seria o último esforço. Mas
apesar disso,
Satanás não era decisivo nos seus
propósitos. E por que que não? Porque
Jesus vai dizer, ele não tem nada em
mim. Ele não pode fazer nada. Enquanto
que os discípulos ou nós enxergamos os
nossos sofrimentos como derrota, Cristo
olha pra cruz não como uma derrota. Ele
olha para ela como uma vitória. Ele sabe
que vai triunfar, mas ele sabe também
que não vai ser fácil. Tanto não vai ser
fácil que no Jetseman ele roga ao pai:
"Pai, se possível passe de mim esse
cálice". É isso que Satanás tenta fazer.
Ele tenta destruir a obra de Cristo. Ele
tenta enganar os filhos de Deus. Ele
cega a nossa mente para que a gente não
compreenda a verdade. Ele é como um leão
que ruja ao nosso derredor, procurando
eu e você para nos tragar. Mas Jesus diz
claramente, ele não tem poder.
Ele não tem nenhuma influência sobre
aqueles que estão em Cristo Jesus.
Aqueles que estão em Cristo Jesus podem
com certeza descansar e confiar em
Cristo. Ele não tem nenhuma
reivindicação nem influência sobre
Jesus, porque em Cristo não existe
nenhuma brecha em sua justiça. Ele não
pode acusar Jesus de pecado, ele não
pode condenar, ele não pode derrotar
Jesus. E esse é o retrato meu e você.
Todos nós, antes de Cristo, meus
queridos, éramos escravos do pecado.
Estávamos sobre o domínio de Satanás.
Mas se você está em Cristo, agora, nele,
você é livre. A vitória de Cristo é
completa, não precisa fazer mais nada.
Satanás pode até tentar nos separar, mas
a vitória nossa é certa em Cristo Jesus.
Ele foi obediente. E perceba que, por
mais que seja difícil, Jesus em momento
algum está despreparado. Em momento
algum ele tenta escapar, ele diz: "Olha,
contudo assim procedo para que o mundo
saiba que eu amo o Pai e que faço como o
Pai me ordenou". A traição, a própria
negação, a própria mentira não tá no
controle. Jesus sabe disso. Ele diz:
"Olha, quem tá governando é o amor, é a
soberania." E aqui nós estamos diante da
centralidade do evangelho. A
centralidade do evangelho é mostrada
para que Jesus vai pra cruz
voluntariamente.
Ele não é vítima das circunstâncias. Ele
tá cumprindo a vontade do Pai. A
motivação dele é o amor do Pai. Não é um
sentimento superficial. É um compromisso
ativo, um amor que se expressa em ação,
em obediência ao que o Pai havia dado.
Jesus vai pro Getsêmone, será preso,
será julgado, será crucificado, mas ele
vai, ele obedece, porque o seu amor ao
Pai é maior do que a sua própria vida. É
por isso que ele entrega-se para morrer.
Então, o que tá na raiz da cruz não é a
corção do mal, é a concordância do amor.
E ao mesmo tempo, nós temos aqui a cruz
do Calvário remontando a criação, a
eternidade, em que o Filho desde toda a
eternidade sempre amou o pai. Farei o
que ele requer de mim para que o mundo
saiba que eu amo o pai.
Mesmo sendo eterno filho de Deus gerado,
mesmo sofrendo angústias e dor,
obedente, ele fez isso porque a vida
dele pertencia ao Pai. É por meio da
obediência de Cristo, meus queridos, que
o mundo vê o amor de Cristo pelo Pai. É
por meio da sua própria morte que o
mundo contempla a vontade do Pai e a
salvação dele aos homens. Cristo vai pra
cruz, ele vai ser crucificado, mas nós
temos a garantia da vitória de Cristo
para nós. É por isso que ele convida os
discípulos, dizendo: "Levantai-vos,
vamos daqui, olha, vamos rumo ao
Getsémone, vamos rumo à crucificação.
Mas a cruz não é o fim.
A cruz é o início de uma história
renovada, transformada pelo seu sangue.
Aqui, meus queridos, tá a razão
definitiva pela qual nós podemos
enfrentar o medo. Cristo venceu aquilo
que jamais poderíamos vencer. Ele venceu
o meu pecado, o teu pecado. Ele venceu o
nosso medo. Ele venceu a nossa angústia.
E porque ele venceu o medo e a
circunstância, não tem a última palavra.
Você é chamado a amar e obedecer a Deus,
mesmo quando isso, meu querido, vai
custar a sua vida. Talvez seja deixar um
relacionamento que não honra a Deus.
Talvez seja escolher a honestidade
quando a desonestidade seria mais fácil.
Talvez seja perdoar quando a vingança
seria mais satisfatória. Jesus é o
exemplo perfeito. Ele obedece o Pai. Ele
vai pra cruz. Ele morre por nós. E faz
isso, meus queridos, simplesmente porque
ama o Pai mais do que a si mesmo. Esse é
o fundamento da nossa vida cristã. Não é
o medo, não é a ação do inimigo, é a
vitória de Cristo sobre nós. Por fim,
meus queridos, no jardim do Éden, Adão
teve medo e ele se escondeu. Mas no
Getsêmane, Cristo enfrentou o medo e não
se escondeu. Ele avançou por mim,
avançou por você, não porque não tinha
medo, mas porque o amor do Pai era maior
do que a própria vida. É na cruz ali do
Calvário, meus queridos, que ele destrói
aquilo que nos faz tremer desde o Éden,
desde a queda do pecado, o pecado, a
morte e o domínio de Satanás. A questão
não é se o medo vai bater na nossa
porta, porque ele vai. A questão é quem
governa o meu coração quando ele bate na
porta da minha vida? O medo pode falar,
mas ele não precisa mandar. Ele pode até
gritar, mas ele não precisa ser
obedecido, meu querido, porque existe
uma voz muito maior, muito poderosa, e
que diz: "Olha, deixo-vos a paz, a minha
paz vos dou". Ele diz: "Olha, não se
turbe o vosso coração, nem se atemorize.
Vai ter tempos difíceis, vai ter lutas,
vai ter dificuldade, mas a minha paz é
suficiente."
Então, se você ainda não entregou sua
vida a Jesus, não espere as
circunstâncias melhorares. Vem agora,
hoje nesse exato momento, com as suas
dúvidas, com seus medos, com as suas
feridas. Cristo oferece o perdão para
você, paz pro seu coração, mesmo diante
de uma tempestade. Ele é a própria
salvação. Ele é o próprio meio que traz
consolo e conforto pro seu coração.
Agora, se você é cristão e tem passado
por momentos difíceis, o medo tem
governado os seus dias, ouça o que Jesus
acaba de dizer para nós. Levantai-vos,
vamos daqui. Levante da cama, levante do
seu medo, da sua ansiedade,
levante das telas que roubam a sua paz.
Abrace a Bíblia, leia a palavra de Deus,
ore. Lance toda ansiedade sobre Jesus. O
medo pode até aparecer, mas em Cristo
ele não governa. Confie no Senhor.
Quando Cristo ocupa, meus queridos, o
trono do nosso coração, a nossa paz
jamais depende das circunstâncias. Vamos
orar.
Senhor, nós te damos graças e louvamos a
ti pela tua palavra.
Aplica-la ao nosso coração, mesmo diante
tanta inquietação e angústia que nós
vivemos. que a tua verdade possa permear
a nossa existência, que o nosso coração
seja governado por ti, pela paz do
Senhor e que a nossa vida, mesmo em meio
às tribulações, possamos descansar na
certeza da vitória, do controle,
trazendo a memória as tuas palavras e
tendo a certeza de que o Senhor continua
conduzindo tudo para honra e a glória do
Teu nome. Assim oramos em nome de Jesus.
Amém. Tem um momento de seia.
A graça e a paz do Senhor Jesus.
Enquanto eu lerei um texto, gostaria já
de convidar nossos presbíteros
para que já viessem aqui à frente para
nos ajudar na distribuição.
Enquanto nossos presbíteros
me ajudam aqui, gostaria de ir lendo.
Primeira carta de Paulo aos Coríntios,
versículo, capítulo 11, versículo 17 a
34, diz assim: "Nisto, porém, eu vos
prescrevo,
não vos louvo, porquanto vos ajuntais,
não para melhor e sim para o pior,
porque antes de tudo estou informado a
ver divisões entre vós quando vos reunis
na igreja, e eu em parte o creio, porque
até mesmo importa que haja partidos
entre vós, para que também os aprovados
se tornem conhecidos em vosso meio.
Quando, porém, vos reunis no mesmo
lugar, não é a ceia do Senhor que
comeis, porque ao comerdes, cada um toma
antecipadamente a sua própria ceia, e há
quem tenha fome, ao passo que há também
quem se embriague. Não tendes,
porventura casas onde comer e beber? ou
menosprezais a igreja de Deus e
envergonhais
os que nada têm, que vos direi?
Ler, louvar-vos. Ei, nisto certamente
não vos louvo. Isso é uma exortação do
apóstolo Paulo para aquela igreja que
ela não estava celebrando a ceia de uma
forma correta. E todos nós podemos cair
nesse erro. Talvez nem tanto quanto
aquela igreja que alguns estavam se
embriagando, comiam e outros não
participavam, porque quando eles
chegavam a vez deles, ele não tinha mais
pão para comer. E aqui o apóstolo Paulo
está alertando e exortando a igreja que
a Santa Ceia do Senhor é algo diferente
do que qualquer outro tipo de refeição.
É por isso, crianças que estão aqui
conosco, é é por isso que isso aqui é
tão importante. É por isso que ainda
vocês ainda não participam,
porque isso tem que ser feito com pleno
conhecimento. Isso aqui não é lanchim da
igreja. Isso aqui nós fazemos para
lembrar o que Cristo fez por nós. Então
vocês estão aprendendo e no momento
apropriado vocês irão participar
conosco. Mas nós também como os adultos,
podemos também considerar isso aqui um
momento comum, uma como se fosse um
evento normal, corriqueiro, mensal da
igreja, mas não é. Por isso, pela
palavra do Senhor, gostaria de trazer
essa exortação à igreja, lembrar que
isso aqui não é um rito normal. Isso
aqui nós fazemos na presença espiritual
de Jesus, que edifica a igreja, que cura
a igreja, que une a igreja. E é esta
palavra que eu gostaria de deixar para
os irmãos. E agora estaremos orando,
consagrando os elementos.
E nessa oração que nós fazemos, nós
estamos reconhecendo que esse simples
pedaço de pão e esse suco de uva agora
eles representam algo muito maravilhoso
para nós, que é o corpo de Cristo.
O corpo que foi entregue para que hoje
nós pudéssemos ser o seu corpo. Opa,
pudéssemos ser o seu corpo e o sangue
que foi derramado para o perdão dos
nossos pecados. Vamos orar. Vamos
consagrar não somente os elementos, mas
consagra a sua vida também ao Senhor.
Peça perdão pelos seus pecados mais uma
vez. Senhor Deus, nós queremos te
louvar, ó Deus, pela oportunidade que
nós temos de nos ajuntarmos como igreja
do Senhor e celebrarmos a ceia que o
Senhor mesmo instituiu,
ó Deus. Por isso, queremos, antes de
qualquer coisa, consagrar a nossa vida
mais uma vez ao Senhor. Perdoe os nossos
pecados e traga a nossa consciência
através do Espírito Santo, a verdade que
está sendo dita através desses elementos
ao nosso coração, Senhor Deus. E que
esses elementos aqui, que esse momento e
que a memória de Cristo, que a presença
de Cristo edifique, edifique a igreja do
Senhor agora. Em nome de Jesus. Amém.
Amém. Então, enquanto nós cantamos,
vamos participar da ceia do Senhor.
Aqueles que irão participar, se coloquem
de pé para que os presbíteros saibam,
né, quem vai participar. Vamos colocar
de pé. Não é somente os presbiterianos
ou da nossa igreja, mas
você que confessa Cristo como seu
salvador, é membro regular de uma
igreja, você está convidado a participar
conosco. Vamos fazer isto.
[música]
sobre [música]
nós teus sopro
reunidos [música]
neste ajudamento.
Pois santifique [música]
este momento [canto]
com a tua igreja que [música] é o teu
povo.
Faz teu de paz.
Deixe se [música]
por fé em dizer
[música] e aumerei
sentir
seus amores súplicas e anseios. [música]
Tu és o Senhor de toda a glória.
[música]
Hoje sempre comoo
[música]
é da história, [canto]
revelando seu [música] amor.
Deus bendito, [canto]
rei Salvador. [música]
Deus bendito rei [música] Salvador.
[música]
De pazem
[música]
que fem bem.
alma [música][canto] voz oferecer
seus louvores [música]
súplicas
ao Senhor.
Tu és o Senhor de toda a glória.
Hoje, sempre, como foste trar.
>> [música]
>> correr da história revela o seu amor.
Deus bendito, rei Salvador,
tu és o Senhor de toda glória. [música]
Hoje sempre como foste aar [música]
da história revela o seu amor. [música]
Deus bendito rei salvadão.
[música] Deus bendito e Salvador. Ah.
[música]
เ
[música]
Mais alguém?
Todos estão servidos. Alguém ainda que
não recebeu?
O Senhor Jesus disse
a seguir tomou o cálice. Olha só no
versículo 26. Enquanto comiam, tomou
Jesus um pão e abençoando-o, partiu e
deu aos seus discípulos, dizendo:
"Tomai, comei, isto é o meu corpo".
Vamos destacar o pão.
Vamos comer.
Logo em seguida,
o Senhor Jesus tomou o cálice e, tendo
dado graças, o deu seus discípulos,
dizendo: "Bebei dele todos". Vamos
tomar.
Vamos soltar em pé. Vamos orar mais uma
vez.
Pode fazer oração?
ser conosco no restante desse dia.
Abençoe o nosso momento que teremos de
escola dominical. Colocamos diante do
Senhor os enfermos dessa igreja. Rogamos
a misericórdia e a graça do Senhor. Em
especial pela vida do reverendo Rubens.
Que o Senhor restabeleça por completa a
sua saúde. Cuide de cada um, ó Deus.
Assim nós oramos e colocamos esse culto
nessa manhã nas tuas mãos, em nome de
Jesus. Amém. Que a graça do nosso Senhor
Jesus, o amor de Deus, nosso eterno e
glorioso Pai, que as ternas insondáveis
consolações do Espírito Santo de Deus
repose sobre vós e sobre toda a igreja
do Senhor espalhada pela face da terra,
não só hoje, mas para todo sempre. Amém.
E amém. Pode se assentar. Ouçamos o
pós-lútil.
>> [música]
>> Meus irmãos, apenas alguns avisos
rápidos. Você que nos visita, seja muito
bem-vindo e nós queremos conhecê-lo
melhor. Tem alguém que nos visita pela
primeira vez e se não for
constrangimento, nós queremos estender a
mão e te conhecer melhor. Poderia ficar
de pé? Temos aqui uma família. Sejam
bem-vindos. Os os irmãos vão vir até
vocês, tá bom? Entregar uma
lembrancinha. Deus abençoe. Meus irmãos.
Você que nos visita, caso queira
conhecer um pouco mais acerca da
doutrina, um pouco mais acerca da nossa
fé, da palavra de Deus, nós temos uma
classe chamada fundamentos, que acontece
ali na capela. Ali na capela acontece
essa sala, meus irmãos, enquanto eles
entrega para nós não delongarmos, nós
queríamos também orar pelos nossos
aniversariantes.
Então, se você é um aniversariante dessa
semana e o seu nome for citado, se você
puder ficar de pé, nós queremos orar por
você.
Cleobo,
Eliel Santos, Lívia de Oliveira,
Vilma Duarte, Regina Beatriz, Daniela
Berberian,
Estter Ribeiro, Fabiana Ferreira,
Jonatas Aguiar, Maria Célia, Priscila
Marques Botelho, Samira,
eu não vou falar esse nome porque não
vai dar certo.
Abidalazar. É isso aí.
Sara Gonçalves, Aílton Antônio, Damares
Silva, Tatiane Queiroz, Ana Oliveira,
Daniel Araújo, Fernando Lemes, Érico
Rios, Fernando da Silva, Sara Ávilas,
Camila Silva,
Dona Juni Berberian, Pedro Ferreira,
Valentina Ferreira e não comungantes
Laura Vitória,
Benjamim Araújo e Guzo.
Algum desses irmãos estão aqui pela essa
manhã? Vamos orar. Deus os abençoe pela
vida de vocês. Pai, nós damos graças e
louvamos ao Senhor pelos nossos
aniversariantes
nesse ano em que eles completarão pelo
ano que se passou. O Senhor continue a
conduzi-los em graça, em amor e na
presença do Senhor. Que esse novo ano
seja vivido na total dependência diante
do Senhor e para a glória do Senhor.
Abençoe ele como também as suas
respectivas famílias. Assim oramos em
nome de Jesus. Amém. Meus irmãos,
lembrando também do nosso acampamento da
UPJ. Tá chegando o acampamento da UP, da
UPJ agora em setembro. Não esqueça de
fazer a sua inscrição. Temos também o
encontro da Fé Reformada.
Faça sua inscrição no site ou no
aplicativo. Hoje à noite, meus irmãos,
nós teremos o musical infantil, né?
Fidelidade de Deus.
Então, se você já é costumeiro nosso,
você puder chegar um pouco antes, que
provavelmente a casa estará lotada pra
glória do Senhor. E aos pais
responsáveis, lembrando do seu filho que
está no coral, no teatro ou no
instrumental. O ensaio começa às 4:30,
tá bom? Não atrase. E meus irmãos,
também queria lembrar vocês o nosso
o nosso grupo de discussão página
virada, nós vamos começar agora no
começo do mês um novo livro, chama
Produtividade Redimida de Alen Porto.
Esse texto, esse livro vai tratar um
pouco acerca da nossa correria e como
nós podemos, à luz da palavra de Deus,
sermos produtivos, trabalharmos com
afinco e concluirmos toda a nossa tarefa
numa rotina que requer de nós muito
compromisso. Então, não deixe de
participar conosco. Todas as
quintas-feiras nós lançamos um capítulo
desse livro, onde nós discutimos com
alguns convidados para fomentar o estudo
desse livro e a participação. Dito isso,
vamos dividir pras nossas salas. Deus
abençoe a todos.

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