Quando as feras rugem, o céu se assenta – Culto Noturno – AO VIVO | 30/08/26 | 18h
31/08/2026
Quando as feras rugem, o céu se assenta – Culto Noturno – AO VIVO | 30/08/26 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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เฮ [música] >> [música] [música] >> Boa noite, querida igreja. momento de nos aquiietar, desconectar os nossos celulares para iniciarmos o nosso culto de louvor e adoração a Deus. Vamos ter agora o nosso prelúdio. >> [música] [música] >> O [música] coração não [canto] se turbe. Crede [música][canto] sempre em Deus, crede em mim. >> [música] >> Manções na casa de [canto] meu pai [música] e vou preparar-vos [música] o lugar. Jesus [música] em nomeis vós todos. [música] Jesus, [música] vem [canto] logo estais vós prontos. >> [música] >> Se hoje a [canto] noite vier, como encontraris [música] Jesus em nome [música] estais vós tronos. [música] Porque [canto] ainda [música] esperas são fiéis [música][canto] promessas de Deus. Sim, Jesus [música] com pronte no calváo, [música] buscar [música][canto] novo vem os filhos seus. Jesus, [música] vem [canto] logo estais vós prontos. Jesus, vem [música][canto] logo estais prontos. [música] Se hoje [canto] a noite, [música] como encontrareis Jesus? [música] Estás vosso? Convido a igreja para este momento de adoração, abrirmos as nossas Bíblias no Salmo de número 93. Assim diz a palavra de Deus: "Reina o Senhor, revestiu-se de majestade, de poder se revestiu o Senhor e seingiu. Firmou o mundo que não vacila. Desde a antiguidade está firme o seu trono. Tu és desde a eternidade. Levantam cios, ó Senhor. Levanta os cios, o seu bramido. Levanta os fios, o seu fragor. Mas o Senhor nas alturas é mais poderoso do que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar. Fidelíssimos são os seus testemunhos. A tua casa convém a santidade, Senhor, para todo sempre. Vamos orar. Senhor, estamos aqui unicamente para te adorar, porque o Senhor é rei e o Senhor reina sobre as nossas vidas. O Senhor reina sobre o universo e nós estamos aqui para prostarmos diante de Ti, diante da tua majestade, diante do teu poder. Que o Senhor esteja aqui e receba, ó Deus, todo o nosso louvor e toda a nossa adoração. Em nome de Jesus que nós oramos. Amém. Convido a igreja agora a entoar o hino de número 11, Trindade Santíssima, oportunidade de consagrarmos os nossos dízimos e as nossas ofertas. Santo, [música] santo, santo Deus onipotente. [música] Teu nome confirmou. >> [música] >> Santo, santo, santo, [música] justo e compassivo. [canto] Éis Deus trio, [música] seu criador. [música] Santo, santo, santo. os pecadores. [música] Não podemos ver [música] tua glória sem teror. [música] Só te santo, só tu és perfeito. [música] Teu [música] amor. Santo, santo, santo. [música] Todos [canto] os juntos [música] com os anjos proclamam antes de [música] firma a terra. e [música] sempre ashor. Santo, santo, santo, [música] Deus omnipotente, [música] tuas obras louva teu. >> [música] >> Santo, santo, santo, justo e compassivo. [música] Eu sou [música] [música] amor. [música] Amém. A igreja pode tomar assento. Estamos diante de um Deus santo, santo, santo, santo. E por isso, para termos acesso a esse Deus, nós temos Cristo e o sangue de Cristo que nos purifica de pecados. Então, nos preparando para este momento de contrição e de confessar os nossos pecados, eu convido a igreja abrir as suas Bíblias no texto de Isaías 6 de 1 a 7. Isaías 6 versículos 1 a versículos 7. Assim diz a palavra de Deus. No ano da morte do rei Usias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e subim trono, e as águas de suas vestes enchiam templo. Serafins estavam por cima dele. Cada um tinha seis asas. Com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos. Toda a terra está cheia da tua glória. As bases do limear se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então disse eu: Ai de mim, estou perdido, porque sou homem de lábios impuros. Habito no meio de um povo de impuros lábios e meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos. Então, um dos serafins voou para mim, trazendo na mão brasa viva, que tirara do altar com uma antená. Com a brasa tocou minha boca e disse: "Eis que ela tocou meus lábios, os teus lábios. A tua iniquidade foi tirada e perdoado os teus pecados. [roncando] Somos perdoados pela graça de Deus. E este é o momento que temos no nosso culto de confessarmos os nossos pecados. Temos que acessar o nosso coração e pedir para que ele sonde o nosso coração e revela aquilo que temos praticado que tem agredido a sua santidade. Nós teremos um momento de oração silenciosa. E após esse momento de oração silenciosa, eu queria pedir pro irmão Milton Arantes que faça uma oração de confissão. Não. Oremos. Senhor, nosso Deus, nosso Pai, nós te louvamos pelo privilégio de estarmos aqui nessa noite e poder falar com o Senhor, saber que o Senhor nos ouve, apesar de pecadores que somos. Obrigado porque o Senhor é um Deus de perto e não de longe que conhece, Pai, o mais profundo da nossa vida, da nossa mente, do nosso coração. O Senhor conhece as nossas angústias, preocupações. O Senhor conhece também as nossas fraquezas. Senhor, nós declaramos que nós precisamos de ti. Vem, Senhor Deus, ao nosso encontro. trabalha as áreas da nossa vida que precisam ser trabalhadas. Que o teu Santo Espírito tenha liberdade em mudar e quebrantar tudo aquilo em nós, Senhor Deus, que não te agrada. Abençoe a tua igreja como corpo de Cristo, para que ela seja santa e repreensível e que a presença do Senhor, Pai, seja o grande diferencial na nossa vida. Eu oro em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém. Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de pé. Como é bom sabermos que somos perdoados pelo sangue de Cristo, que apesarmos de sermos pessoas de lábios impuros no meio de um povo de lábios impuros, Cristo, que é santo, que nos purifica de todo pecado, é quem nos oferece esse perdão e nos permite estar aqui para poder adorar o santo nome dele. Vamos adorar, Senhor, nosso Deus. Graças eu te dou pelo preço que Sacrifício [música] de amor que me contou ungido do [música] Senhor pelos gravos em tuas mãos graças eu te dou [música] meu Senhor. Senhor, lavou minha mente e coração, me [música] deu perdão, restaurou minha comunhão. [música] Digno é o Senhor. [música] Sob. [música] Soberano [música] criador, vou sempre te [música] adorar. Elevo minhas mãos [música] ao Cristo que venceu. [música] Cordeiro de Deus morreu por [música] mim, [música] mas ressuscitou. Digno é o Senhor. Pelos cravos, pelos cravos. Em [música] tuas mãos graças eu te dou, ó [música] meu Senhor. Lavou minha mente e coração, [música][canto] me deu perdão, restaurou [música] minha comunhão. Diga ele: "Digno é o Senhor. [música] Sobre o trono está. [música] Soberano criador, vou [música] sempre te adorar. [música] Elevo minhas mãos [música] ao Cristo que [música] venceu. Cordeiro [música] de Deus morreu por mim, [música] mas ressuscitou. [música] Digno é o Senhor. [música] Leve suas mãos a ele. Elevo [música] minhas mãos [música] ao Cristo que venceu. Cordeiro [música] de Deus morreu por mim, mas [música] ressuscitou. Digno [música] é o Senhor. Mas ressuscitou. [música] Digno é o Senhor. [música] Por meio desse sacrifício aqui, fomos feitos um só povo com ele. Cantemos então a uma só voz ao nosso Deus. Tu és a luz que brilha sobre a escuridão. Tu és a paz que acalma todo coração. [música] És o pão do famino, a força do [música] aflito. E nós somos teus pés e tuas mãos. Somos teu povo. Somos teu povo. A tua igreja. [música] Tua luz brá sobre nós. O mesmo corpo, um só espírito, [música] o Senhor Rei. Peça ao Senhor, [música] faça a tua vontade através de nós. Que o teu reino venha. [música] Que o teu reino venha. Faça a tua vontade através [música] de nós. Que o teu reino [canto] venha. [música] Que o teu reino venha. Tu és a luz que brilha sobre a [música] escuridão. Tu és a paz que acalma todo o [música] coração. És um pão do [música] faminto, a força do aflito. E nós somos teus pés e tuas mãos. Tua verdade [música] sempre permanecerá. Do teu [música] amor que poderá nos separar. É fiel [música] e para sempre teu povo sustentar. >> [música] >> Então o mundo inteiro verá o poder do [música] grande justiça e [música] paz se encontram e nasce a alegria. Este é [música] o teu reino. Este é o teu reino. Justiça e [música] paz encontram e nasce alegria. Este é o [música] teu reino. Este é o teu reino [música] de amor. Justiça e paz encontram e nasce a alegria. Este é o teu [música] reino. Este é o teu reino. Justiça e paz encontram [música] e nasce a alegria. Este é o teu reino. [música] Este é o teu reino de amor. Oh, oh. Somente as vozes. Tu és a [música] luz que brilha sobre a escuridão. [canto] Tu és a paz que acalor do coração. És o pão [música] do famío, a força [música] do aflito. E nós somos teus pés [música] e tuas mãos. Tua verdade, tua verdade [canto] sempre permanecerá. [música] Do teu amor [canto] quem poderá nos separar? [música] É fiel e para sempre teu povo sustentar. [música] Então o mundo inteiro [canto] verá o poder do [música] grande rei. Amém. Que assim como os anjos, assim como toda a criação, que nós possamos também declarar todos os dias que somente ele é santo e santo para sempre. Muitas gerações [música] em louvor, cantando ao cordeiro uma canção. Os que se foram e os que hão [música] de crer, cantando ao cordeiro uma canção. Teu [música] nome é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu nome [música] é sobre todos os donos e domínios, [música] governos e poderes. Teu nome [música] é sobre [canto] todos e os anjos clamam. Santo [música] toda a criação. Santo, exaltado [música] és. Santo, santo [música] para sempre. >> Quem foi perdoado, [música] quem foi perdoado? E redimido foi, cante ao cordeiro uma canção. [música] Aquele que é livre, leva o seu nome, cante ao poder uma canção. Cantaremos, cantaremos [música] para sempre. Amém. Os anjos [música] clamam: Santo toda a crição. [música] Santo, exaltado [música] és. Santo, [música] santo para sempre. O teu povo [música] canta santo. Sim, [música] ao rei dos reis. Santo, [música] tu sempre serás. Santo, [música] santo para sempre. >> [música] >> Teu nome, teu nome é o mais alto. Teu nome é o maior. Teu nome [música] é sobre todos. Os [música] tronos e domínios, governos e poderes. Teu nome é sobre [música] todos. Sega a sua voz. Teu nome, teu nome é o mais alto. Teu [música] nome é o maior. Teu nome é sobre todos os tronos [música] e domínios, governos e poderes. Teu nome é sobre todos. >> [música] >> E os anjos clamam: Santo toda a criação, [música] santo, exaltado [música] és. Santo, santo [música] para sempre. O povo [música][canto] clama santo [música] ao rei dos reis. Santo, [música] tu sempre serás santo, santo para sempre. [música] Tu sempre [música] serás santo, santo [música] para sempre. Os irmãos podem se sentar. Convida as crianças de 2 anos até 8 anos que venham aqui até a frente para que possamos orar por elas. Crianças de 2 a 8 anos. Vamos orar, crianças. Vamos fechar os olhos e pedir a Deus uma bção especial sobre a vida de vocês. Nosso Deus, nós temos diante de nós nossas criancinhas. Nós te pedimos, Senhor, que como igreja possamos conduzi-las no caminho do Senhor. E acima de tudo, ó Deus, que elas tenham os seus corações convertidos a Ti. Que elas possam contemplar, ó Deus, a tua beleza. Que elas possam contemplar a tua santidade. Que elas possam fazer parte dessa igreja que te adora. Abençoe cada um desses pequeninos e nos dê sabedoria como famílias a conduzi-las no caminho do Senhor. É no nome de Jesus Cristo que nós oramos. Amém. เฮ >> [música] >> Eu [música] te amo, [música][canto] ó Deus, e com [música][canto] minha voz te [canto] adorarei, [música] ó [canto] meu Deus. Meu Senhor, [música] [música] tudo o [canto] meu louvor [música] e que seja [canto] doce doce [música] som para [canto] ti. Eu [música] te amo, [música] ó Deus. Pergo [música][canto] minhas mãos. Me achego [música] [canto] a ti, ó [música] meu Deus. Senhor, [música] te exaltarei [canto] pelo teu amor. [música] Amor tão intenso, meu [canto] amado [música] Senhor, [música] eu te amo, [música][canto] ó Deus, e com meu [música][canto] louvor, minha [música] alma. >> [canto] >> te [música] adorar, Senhor. [música] Aceita, pois [canto] este [música] meu louvor como gratidão [música][canto] por Deus. >> [música] >> Grande [canto] amor. [música] [música] He. [música] Meus irmãos, que a graça e a paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo estej. Quero convidá-los nesse instante na edificação pela palavra do Senhor a abrir no livro do profeta Daniel no capítulo de número 7. Nós vamos acompanhar a leitura desse texto, mesmo assentados, mas mantendo a reverência à palavra do Senhor. Eu peço a você que mantenha o seu texto aberto para que você possa acompanhar a exposição. E antes de nós lermos, eu quero só relembrar algumas coisas aqui. Nós temos um texto diante de nós, eh, que muda agora o tipo de conteúdo, porque agora nós temos uma literatura apocalíptica no Antigo Testamento. Então, a partir do capítulo 7 de Daniel, nós precisamos entender o texto e compreender o texto nessa perspectiva. e compreender assim aquilo que Daniel está falando. Tanto é que o texto ele vai falar e vai eh voltar aos anos anteriores aqui. Então, por favor, mantenha a sua atenção no fluxo do texto para que nós possamos compreender e sermos edificados nessa noite. Diz assim a palavra do Senhor. O primeiro ano de Belsar, rei da Babilônia, teve Daniel na sua cama um sonho e visões da sua cabeça. Então escreveu o sonho e relatou a suma das coisas. Falou Daniel e disse: "Eu estava olhando numa visão noturna e eis que os quatro ventos do céu agitavam mar grande e quatro grandes animais diferentes uns dos outros subiam do mar. O primeiro era como leão e tinha asas de água. Enquanto eu olhava, foram-lhes arrancadas as asas e foi levantado da terra e posto em dois pés como um homem. E foi-lhe dado um coração de homem. Continuei olhando e eis aqui o segundo animal, semelhante a um urso, o qual se levantou de um lado, tendo na boca três costelas entre os seus dentes, e foi-lhe dito assim: "Levanta-te, devora muita carne". Depois disto, olhei, continuei olhando e eis aqui outro semelhante a um leopardo e tinha nas costas quatro asas de ave. tinha também este animal quatro cabeças e foi- lhe dado domínio. Depois disto, eu continuava olhando e visões noturnas. E eis aqui o quarto animal, terrível e espantoso e muito forte, o qual tinha grandes dentes de ferro. Ele devorava e fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobejava. Era diferente de todos os animais que apareceram antes dele. E tinha 10 chifres. Eu continu eu considerava os chifres e eis que entre eles subiu outro chifre pequeno diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados. E eis que neste chifre havia olhos como de homem e uma boca que falava grandes coisas. Eu continuei olhando até que foram postos uns tronos e um ancião de dias se assentou. O seu vestido era branco como a neve e o cabelo da sua cabeça como a lã puríssima. O seu trono era de chamas de fogo e as rodas dele era fogo ardente. Um rio de fogo Manava e saía diante dele. Milhares de milhares o serviam e miríades de miríades assistiam diante dele. Assentou-se para o juízo e os livros foram abertos. Então estive olhando por causa da voz das grandes palavras que o chifre proferia. Estive olhando até que o animal foi morto e o seu corpo destruído, pois ele foi entregue para ser queimado pelo fogo. Quanto aos outros animais, foi-lhes tirado o domínio. Todavia, foi-lhes concedida prolongação de vida por um prazo e mais um tempo. Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como filho do homem, e dirigiu-se aos ao ancião de dias, e foi apresentado diante dele, e foi-lhe dado domínio e glória e um reino para que todos os povos, nações e línguas o servissem. E o seu domínio é um domínio eterno que não passará, e o seu reino tal que não será destruído. Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi abatido dentro do corpo e as visões da minha cabeça me perturbavam. Cheguei-me a um dos que estavam perto e perguntei-lhe a verdadeira significação de tudo isso. Ele me respondeu e me fez saber a interpretação das coisas. Estes grandes animais, que são quatro, são quatro reis que se levantarão da terra, mas os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo sempre. Sim, para todo sempre. Então, tive desejo de conhecer a verdade a respeito do quarto animal, que era diferente de todos os outros, sobre modo terrível, com dentes de ferro e unhas de bronze, o qual devorava, fazia em pedaços e pisava aos pés o que sobrava. E também a respeito dos 10 chifres que ele tinha na cabeça e do outro que subiu e diante do qual caíram três, isto é, daquele chifre que tinha os olhos e uma boca que falava grandes coisas e parecia ser mais robusto do que os seus companheiros. Enquanto eu olhava, eis que o mesmo chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles. Até que veio o ancião de dias, e foi executado o juízo a favor dos santos do Altíssimo. E chegou o tempo em que os santos possuíram o reino. Assim me disse ele: "O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos. Devorará toda a terra e pisará os pés e fará em pedaços. Quanto aos 10 chifres daquele mesmo reino, se levantarão 10 reis, e depois dele se levantará outro, o qual será diferente do primeiro, e abaterá a três reis. proferirá palavras contra o Altíssimo e consumirá os santos do Altíssimo. Cuidará e mudar os tempos e a lei. Os santos lhe serão entregues nas mãos por um tempo e tempos e metade de um tempo. Mas o tribunal se assentará em juízo. Ele tirará o domínio para o destruir e para o desfazer até o fim. O reino e o domínio e a grandeza dos reinos debaixo de todo o céu serão dados ao ao povo dos santos do Altíssimo. O seu reino será um reino eterno e todos os domínios o servirão e lhe obedecerão. Aqui é o fim do assunto. Quanto a mim, Daniel, os meus pensamentos muito me perturbaram e o meu semblante se mudou, mas guardei essas coisas no coração. Eu quero pedir aos irmãos que volte no verso 14, que é o versículo tema dessa série. E eu peço aos irmãos que possamos ler todos juntos. Vamos lá. Uma só voz. E foi-lhe dado domínio e glória e um reino para que todos os povos, nações e línguas o servissem. O seu domínio é um domínio eterno que não passará. e o seu reino tal. Vamos orar mais uma vez. Senhor nosso Deus, nós acabamos de ler a tua palavra e nós carecemos da ação do Senhor, ó Deus, sobre nós. Nós pedimos ao Senhor que pelo poder do Teu Santo Espírito, Senhor, ilumine a nossa mente, o nosso coração. Edifica a tua igreja, edifica o teu povo, fortalece-nos, Senhor, na tua palavra e mantenha, ó Deus, o nosso olhar para o alto. Ó Deus, na esperança, ó Deus, da glória que nós teremos, ó Deus, em Cristo Jesus. Nós te pedimos assim, ó Deus, em nome do teu filho amado, Jesus Cristo. Amém. Como eu disse, meus irmãos, esse texto de Daniel no capítulo 7, ele muda completamente. Nós agora seguimos numa numa ordem do sete até o capítulo 12, que são marcadas por visões aqui eh do próprio Daniel. E a gente vê também algo eh interessante, porque é aqui que se encerra também a sessão que foi escrita em Aramaico. Ela é escrita aqui. Daniel é escrito do capítulo 2 a partir do verso 4b até o capítulo 7 verso 28. Ele não é escrito eh na língua original hebraico, mas ele foi escrito em aramaico até aqui. Portanto, esse capítulo ele funciona como se fosse uma dobradiça literária. Ele muda completamente. Dá pra gente perceber isso. Ele retoma aqui então algumas imagens a sucessão dos reinos lá do capítulo dois que foi relatado em Daniel, mas ele desloca o olhar agora para para os impérios aqui que eh chamam aqui de esplendor, né, de mas ele revela como tudo isso na terra, a parte de Deus revela algo eh animal, né, algo animalesco aqui. E assim a gente vê em meio a tudo isso figuras que a gente precisa eh deixar em destaque aqui. Ele fala do filho do homem, ele fala dos santos oprimidos, dessa coroa domínio eterno e também do ancião de dias se referindo ao próprio Deus. Então a visão ocorre primeiro aqui, ele diz no ano de Belsazar, a gente volta então ao tempo e provavelmente 550 549 anes de. Cristo é antes dos acontecimentos que foram narrados no capítulo 5 e no capítulo 6. Portanto, volta o império babilônico. Nós estamos aqui nessa visão dentro do império babilônico que ainda existe e está eh chegando a essas mudanças políticas que a gente viu depois no capítulo 5 e 6. Israel já estava eh no findar, no limear do exílio aqui. Portanto, ele continua no exílio, mas já está chegando ao fim. Então, a pergunta central do texto não é uma mera curiosidade para tentar entender a identidade de cada império. Esse é um problema muito grave no meio eh evangélico ao longo do tempo, dos anos, as pessoas querem interpretar muitas vezes uma literatura apocalíptica e dando nome a cada um dos símbolos e daquilo que está aqui. É interessante que o texto dá significado aquilo que ele quis, né? aquilo que Deus quis dentro do próprio texto aqui. Então, nós vamos perceber que figuras como o mar agitado, a exemplo daquilo que acontece em Apocalipse, eh apresenta normalmente é a visão de um âmbito caótico aqui das nações. É a mesma forma de interpretar Apocalipse quando fala a respeito do mar. as quatro bestas, então, reinos, eh, que ascendem ao poder, os chifres, a força, a autoridade, a boca arrogante, eh o tribunal e juízo celestial, tudo isso aponta para aquilo que também Deus revela lá no final, no livro de Apocalipse. Portanto, o texto ele próprio interpreta os seus símbolos aqui a partir do verso 17, 18, 23, 27, impedindo que a gente tenha essas imaginações. Muitas vezes as pessoas tentaram prever a volta de Cristo nesse texto, né? Nesse texto também tentando entender o que que era um tempo, dois tempos, metade de um tempo, tentando fazer contas aqui, mas esse também não é o foco do texto. Então, a estrutura literária pra gente ter em mente do verso 1 a 8 são esses animais ou as bestas que sobem do mar. do 9 a 14. O tribunal que se assenta é o filho do homem, então, que recebe o reino. Do 15 a 28, a visão interpretada, a perseguição é limitada e os santos recebem o reino. Porque é importante então a gente olhar para esses textos hoje da nossa aplicação como igreja do Senhor no mundo que nós vivemos, o mundo caído, onde nós olhamos para poderes humanos que muitas vezes se animalizam. A nossa condição caída muitas vezes nos inclina a interpretar a realidade apenas naquilo que nós vemos. olha pro mundo hoje. Muitas vezes a gente tira o olhar da escritura e o olhar do alto a gente olha de forma horizontal, a gente começa a interpretar o mundo assim, começamos a perceber eh de forma diferente. Então nós tememos as feras, nós invejamos a força e o problema muitas vezes da igreja talvez seja imitar os métodos, os mesmos métodos. Assim nós esquecemos o trono de Deus e muitas vezes cedemos a essa arrogância dos impérios. Somos tentados a abandonar a fidelidade que o Senhor requer de nós. Quando o mal parece vencer, nós somos levados a isso. Portanto, o propósito aqui é exatamente isso. O texto diz: "Porque o ancião de dias, ele julga os poderes bestiais e ele concede então o reino eterno ao filho do homem. Os santos podem resistir à sedução do poder, suportar a perseguição, qualquer que seja, e viver como cidadãos do reino que jamais será destruído. Isso nós precisamos compreender em qualquer tempo, em qualquer época. Portanto, irmãos, a pergunta diante do texto aqui, de onde nós estamos olhando a história? De onde? De qual perspectiva? Há dias que muitas vezes a história parece governada com dentes de ferro. Daniel 7, então ele nos coloca diante de guerras, perseguições, manipulação, mentira tratada como ordem pública, força confundida com virtude, governantes tentando mudar tempos e leis. E nessas horas, muitas vezes, a pergunta que surge não é apenas o que está acontecendo, mas a pergunta mais profunda é: quem está assentado no trono? Nós precisamos responder essa pergunta. Quem é que de fato está sentado no trono? Daniel 7, então, nos dá essas janelas para a mesma história. Pela primeira aqui, olhando primeira vez, ele olha o mar que está revolto. E aí ele vê essas bestas acendendo. Pela segunda vez ele olha para o céu e aí ele vê tronos colocados, livros abertos e o antigo dos dias assentado. Isso é imagem de poder. E aí, se nós enxergarmos apenas a primeira janela, como Daniel está vendo e olhando depois, se nós olharmos apenas a primeira janela, nós vamos ser dominados pelo medo. Nós vamos ser seduzidos eh pela força que o mundo tem, os impérios têm. Se Deus, portanto, abrir os nossos olhos para a segunda janela, nós aprenderemos a sofrer sem desespero, a agir então sem brutalidade, esperar sem passividade. Esperar não é um ato passivo. Parece estranho isso, mas não é um ato passivo. É algo ativo e diante de Deus esperando na promessa dele, não em algo vazio. Portanto, o capítulo ele não foi dado para alimentar a especulação cronológica da volta de Cristo, mas para que a gente possa entender essa fidelidade pactual de Deus. Ele não quer apenas que a gente identifique essas bestas, né, ou esses impérios. Ele quer que nos impedir que a gente se torne como igreja semelhante a eles. Portanto, algumas lições para nós e aplicações para nós diretas no texto. Se o texto ele não quer apenas informar que Deus vencerá, ele quer formar em nós então essa humanidade do filho do homem. O que que nós aprendemos então nesse texto? Olha, primeira sentencia, a primeira coisa que precisamos aplicar. Quando a humanidade ela rejeita Deus, o poder se torna bestial ou animal, usando as figuras do texto. Do verso 1 até o oito, ele vai descrevendo isso. Daniel vê os quatro ventos do céu agitando o grande mar. Ele vê do cal surgem quatro criaturas que são híbridas aqui, sucessivas e violentas. O texto vai aumentando a violência delas. O texto explicará depois que são reis e reinos. Verso 17 explica essa primeira parte e a linguagem deliberada. Portanto, ele mostra que governantes humanos que muitas vezes são chamados a exercer esse poder debaixo de Deus, eles aparecem como animais deformados quando eles estão longe da da autoridade de Deus. O problema, então, não é a existência da autoridade civil. Aqui a palavra de Deus não está falando contra isso. Ela pertence a essa ordem providencial de Deus. Mas o poder de uma autoridade, ele nunca foi absoluto. Quanto ao poder deixa de ser ministerial debaixo dessa ação de Deus, ele pretende então ser o último, aquele que determina aquilo que nós pensamos, aquilo que nós fazemos. O homem então perde a sua humanidade moral. Se a gente lembrar e fazer, a gente precisa traduzir a palavra de Deus ou interpretá-la à luz da própria palavra de Deus. Se a gente olhar Gênesis capítulo primeiro, ele nos ajuda a perceber essa ironia. O ser humano, ele foi criado à imagem de Deus para governar os animais sobre os animais. Em Daniel, no capítulo 7, os reis que recusam a o governo de Deus, eles passam a aparecer com os animais que deveriam governar. Essa é a inversão. Essa é a inversão. Debaixo de uma ação de Deus, aquilo que Deus nos fez era para ser é para sermos. Nós fomos feitos a imagem e semelhança de Deus. Isso nos difere dos animais completamente. Completamente. A palavra de Deus nunca falou que ele comunicou a sua imagem semelhança a nenhum dos animais, mas o ser humano, a parte de Deus, que recusa o governo de Deus, ele faz o caminho oposto. E é isso que a palavra de Deus ela nos aponta. Portanto, a queda ela não produz autonomia verdadeira, ela produz uma desumanização. O ser humano, a parte de Deus, eh, deixada a sua própria sorte, eles ele vai na direção de virar como animais, sem racionalidade, sem essa, eh, sem ver a Deus, né, na nessa transcendência e ele não se submete a Deus. Portanto, política sem transcendência, ela não fica neutra. A gente precisa entender isso como igreja do Senhor. Nenhuma política sem transcendência, sem entender essa perspectiva, ela nunca vai ser neutra na Terra. Nunca vai ser neutra em lugar nenhum. Ela tende a transformar pessoas em recursos, obstáculos ou muitas vezes presas. Daniel capítulo 7. Então, ela deve ser lido também no pano de fundo da vocação humana de Gênesis 1 e do drama da queda de Gênesis 3. Ou seja, o homem foi criado para exercer domínio sob Deus, refletindo sua imagem justiça, santidade em serviço. Mas as bestas mostram aquilo que acontece quando esse domínio se separa do criador. Sem a visão não trata apenas de impérios antigos aqui, império babilônico ou medo persa, mas da perversão da humanidade adâmica. Aqui palavra de Deus está mostrando aonde que chega o ser humano pervertido pelos pelo pecado. Filho do homem. Então aparece no texto aqui como o verdadeiro homem, o novo Adão, como a palavra de Deus nos mostra, e que recebe domínio sem usurpá-lo. Ele restaura o seu povo, a vocação que o pecado deformou em nós. Portanto, as férias diferem aqui, mas ela compartilha a mesma fome. Se você olhar no texto, vai perceber isso. O leão com asas de urso com costela na boca aqui. Leonardo e Leopardo Veloz aqui. Besta sem nome com dentes de ferro. Cada império possui então o seu estilo próprio. Mas é interessante que todos vivem para devorar. Se você estudar um pouquinho a história da humanidade, vai perceber isso. Vai perceber isso claramente. Perceba algo também interessante. Olha pro império babilônico, que foi um império grandioso, e se pergunte o que que ele trouxe de positivo para a humanidade hoje? O que que você tem de positivo no império politeísta, cheio de vários deuses e de tantas aplicações contrário a ao a Deus que trazem até nós hoje alguma coisa de importante? Você vai perceber que nada, todos esses impérios, eles se levantaram e caíram e eles não deixaram rasto nenhum. A quarta besta intensifica o padrão, ela despedaça, pisa aqui e o texto não romantiza nenhum império. Então a mudança aqui de bandeira não cura coração humano nenhum. A gente precisa entender isso também no nosso tempo. Sistemas mudam, mas o pecado ele continua capaz de usar toda a estrutura para exaltar o homem contra Deus e o próximo. Por isso, a igreja, ela deve entregar sua esperança a nenhum reino terreno. Podemos agradecer por autoridade justa. Sim, isso é legítimo. Buscar o bem da cidade é legítimo. Isso é muito próprio da teologia reformada. defender o fraco, participar responsavelmente da vida pública. Tudo isso é legítimo. Contudo, nenhuma ideologia, partido, líder, nação suporta o peso dessa esperança escatológica. Quando exigimos então de projetos humanos aquilo que somente Cristo pode dar, nós começamos justificar métodos bestiais, nomes aqui de fins supostamente nobres, que para fins proveitosos, contrário àquilo que Deus é. uma ilustração útil na história e que a gente precisa voltar à história para entender o nosso tempo também. Lá quando o Agostinho ele escreve e o Santo Agostinho escreve cidade de Deus, cidade dos homens, foi exatamente quando Roma foi saqueada no ano 410. Muitos concluíram que a história naquele período, naquele tempo, havia perdido o seu eixo completamente. Perdeu-se tudo. Agostinho então responde escrevendo a cidade de Deus, mostrando que nem o império terreno, nem mesmo Roma poderia carregar a esperança última do povo de Deus. E aí ele faz o contraponto de cidade dos homens, cidade de Deus. A cidade dos homens às vezes pode nos impressionar, eh, mas ela estáfadada, ruína. A cidade de Deus permanece porque seu rei não recebe tronos de ninguém, não recebe tronos de impérios humanos, mas do próprio Deus. O texto continua na sequência, a boca arrogante revela o coração do império. Pequeno chifre tem olhos humanos, uma boca que fala com insolência. Ela parece inteligente, impressionante, capaz, mas sua fala denuncia. O próprio texto aqui, sua pretensão, eh, não é apenas política. O verso 25 nos fala isso. Ela fala contra o Altíssimo. Portanto, o império aqui se torna anticristão quando de fato ele exige lealdade final, redefine o bem com e o mal e tenta ocupar o lugar da palavra de Deus. A arrogância então continua falando enquanto o tribunal celestial se prepara no texto que nós lemos. Isso é pastoralmente importante para nós aqui. O silêncio imediato de Deus aqui não significa nunca ausência de Deus. A gente vê a blasfêmia que pode euar por algum tempo. A que a corte que já está preparada paraa sessão. Então a paciência divina no texto nunca pode ser interpretada como impotência da parte de Deus. A gente vê sempre isso na história. O mal fala alto porque o seu tempo é curto. O tempo é curto não porque seu trono é seguro. E a gente precisa lembrar disso. Getrick Bonhofer, que foi um teólogo, filósofo, lembrado aqui por sua resistência ao totalitarismo ali do nazismo e por sua insistência de que a igreja pertence a Cristo antes de pertencer ao estado. Ele dizia eh quando ele escreveu da prisão, a igreja só é igreja quando existe para os outros, não dominando, mas ajudando, servindo. Ela deve dizer aos homens de todas as vocações o que significa viver para Cristo e existir para os outros. Essa palavra corrige tanto a comissão covarde, a omissão covarde, quanto a tentação de dominar em nome da fé. A igreja resiste ao mal porque pertence a Cristo, mas o faz servindo, testemunhando e recusando os métodos da besta. Portanto, não pergunte somente quem parece vencer. Pergunte sempre ao seu coração, mas olhando pra palavra, quem é que está dominando sobre todas as coisas? Outra coisa que a gente precisa olhar no Antigo Testamento é é importante lá em Êxodo. O mar, os monstros, o orgulho imperial, juiz de Deus eh eh é contra um poder opressor. Sempre aqui evoca o padrão bíblico em que o Senhor derrota sempre os poderes que escravizam o seu povo. Olha para aquilo que acontece em Êxodo ali, como faraó, as bestas pretendem dominar aqui a terra, a história, esmagar os santos, mas como no êxodo, Deus ouve, Deus julga, Deus liberta. Isso é um padrão bíblico que nós não podemos esquecer jamais. O problema que às vezes nós estamos imersos às vezes em alguns desses problemas no mundo caótico e a gente não pode tirar o olhar de cima sabendo que Deus ouve, Deus julga e Deus liberta, a exemplo daquilo que aconteceu lá no Êxodo. A gente tem uma segunda aplicação no texto ainda. Quando a humanidade rejeita Deus, primeira coisa que nós aprendemos foi isso. O poder sempre se torna bestial. Portanto, na sequência, quando as feras rugem, o antigo dos dias se assenta no céu. Isso aqui é figura de poder. Não é a figura de se assentar inerte, mas é a figura de se assentar no trono para dominar sobre todas as coisas. Do verso 9 ao 12, ele diz: "Continuei olhando". E aí ele marca essa mudança decisiva no texto. Então, Daniel não recebe outra história, mas agora ele vê a história na outra perspectiva da mesma história. Embaixo agitação, em cima tribunal, embaixo animais correndo, em cima Deus assentado, embaixo uma boca que se exalta, em cima livros que registram e fogo que julga. Isso é muito comum. Vocês lembram quando a palavra de Deus conta a história de Eliseu ali na guerra, né? E a gente vai vendo que eles ficam alarmado até que Deus abre os olhos para que eles percebam o exército de Deus que está em volta. Muitas vezes, se nós deixarmos de olhar paraa escritura, nós deixamos de perceber o exército que está à nossa volta e quem está sentado no trono. Nós começamos a pensar que é o ser humano que está sentado no trono e esse trono não está, o trono celestial não está em disputa porque não pode, isso não pode acontecer. A cena do tribunal, então, possui agora ressonâncias cultuais. A brancura, o fogo, os livros comunicam não apenas governo judicial, mas isso aponta paraa santidade de Deus. Olha para Apocalipse, que são as mesmas figuras. Ele habita no meio do seu povo e diante de quem toda a impureza ela é exposta. O antigo dos dias, então aqui não está, não julga apenas como um soberano arbitrário, ele julga como Deus santo da aliança. Por isso, a esperança dos santos aqui no texto não se baseia em Deus ignorar o pecado, mas em sua justiça santa. Isso é o evangelho que foi satisfeito plenamente por um mediador. Então, a soberania divina em Daniel aqui é o eh não é esse princípio frio que normalmente se distancia de nós. É apontando para isso. É consolo para os exilados, eh sabendo que Deus governa os reinos. Lembra do público que primeiro ele está ainda no ano do exílio de Israel. Como que o povo de Deus, exilado na Babilônia, ao receber esse texto, pode falar assim: "Mas como o Senhor permanece assentado e fala: "Sim, eu estou governando e a promessa foi essa: 70 anos vocês vão ficar lá. Quando atingi o tempo, vocês retornarão. Estava chegando ao fim aqui, mas era esse povo que Deus estava trazendo essa mensagem primeiro. E a gente não pode falar nos dias de hoje, não, os nossos dias são mais difíceis, não, os nossos dias são piores. Não, esse povo está vesilado na Babilônia. Aqui então há uma ligação natural com a confissão de fé de Westminster no capítulo 5 sobre a providência de Deus que nos fala que Deus criou todas as coisas, também as sustenta, dirige, governa com sabedoria, santidade e poder. Ele diz: "Providência, então não significa chamar o mal de bem. Também não significa imaginar Deus ausente. Significa confessar que aquilo que Deus odeia moralmente jamais escapa do governo santo, sábio e final de suas mãos. Lá no capítulo da da confissão, ele diz que Deus governa todas as coisas. E aí ele utiliza uma palavra que é muito usado na filosofia, até as causas contingenciais. Ou seja, para exemplificar isso aqui, imagina que você eh pudesse jogar um balde de água numa área. Você não consegue controlar para onde essa água vai. Você jogou a água e ela escorreu. Você não sabe até onde ela vai parar. Você não consegue determinar ali. Você não consegue prever o que vai acontecer. A palavra de Deus diz que com Deus isso não funciona. Deus domina a causa primária e Deus domina as causas contingenciais. Deus não é pego de surpresa. Deus não é pego de surpresa. Nós precisamos lembrar disso. É isso que a palavra de Deus está falando. Do início ao fim. Deus nunca vai ser pego de surpresa. Ou ele vai falar: "Olha, eu não sabia disso". De vez em quando surgem teologias que diminuem a Deus. Uma delas surgiu com força lá naquele ano que houve a tsunami. O teismo aberto dizia que eh Deus ele foi pego de surpresa naquele momento e ele chorou quando ele viu a destruição ali. Por mais difícil que seja a gente olhar catástrofes como essa agora no Nepal e vendo cenas difíceis ali, isso não está fora do controle e domínio de Deus. Não está fora de forma nenhuma. O problema é o ser humano achar que por Deus permitir todas essas coisas, Deus deixa de ser bom. Porque tudo aquilo que deveria acontecer na humanidade deveria ser algo eh pleno de bondade. Todas essas coisas, isso não diz respeito àquilo que é a soberania de Deus e nem vai contra a soberania de Deus. Deus permite? Sim, por mais difícil que seja para nós pensarmos que crentes morreram nessas tragédias. Sim. O problema é que o nosso olhar está aqui para baixo. Nós somos jogados daqui para baixo. Para nós, o exemplo de um crente fiel nunca foi alguém morrer num algo assim ou morrer novo. Para nós sempre o ideal de um crente que aí fala: "Deus honrou". é morrer, sei lá, com 120 anos, né? Ainda fazendo uma corrida de 10 km aí na cidade. Olha para tantos mártires, olha para tantos que a palavra de Deus fala em Hebreus 11. Nem por isso Deus deixou de amá-los. Pelo contrário, pelo contrário, uma das histórias que sempre me chama atenção é de Enoque. A gente olha, parece que meio que romantizado. Não, Enoque aí diz só o texto, ele não já não era porque Deus o tomou para si. Imagine o trauma na vida dos seus familiares. Falou: "Sumiu". Cadê Enoque? sumiu. Para Enoque, ele tava na festa e os de baixo. Se Enoque andava com Deus, lembra disso? Ordem lógica. Eh, era alguém, um bom pai, né? Era alguém fiel a Deus. Aí você fala assim: "Mas Deus não pode fazer isso não é tirar uma pessoa boa dessa da terra?" Simplesmente o texto diz: "Ele já não era porque Deus o tomou para si". é a história de tantos outros. A gente não pode olhar paraa história com esse olhar, mas é sabendo que soberania de Deus implica juízo, na bondade de Deus, na santidade de Deus e que ele executa sim juízo sobre a terra. Portanto, se os primeiros movimentos aqui mostram essa animalização do poder humano e a soberania judicial de Deus, nós caminhamos pro terceiro e último ponto, que a palavra de Deus nos mostra que o reino eterno, ele pertence ao Filho do Homem e é compartilhado com os santos. do verso 13 até o verso 28 nos mostra que depois das bestas que sobem do mar, Daniel vem como filho do homem vindo com as nuvens do céu. Ele é semelhante a nós, mas a sua origem é celestial. Aqui a nuvem nos no Antigo Testamento sempre pertence a essa manifestação divina. Eh, e se aproxima agora falando do antigo dos dias, recebe domínio, glória e reino para que os povos, nações e línguas sirvam. E aí o texto diz: "Seu domínio não passará, seu reino não será destruído." Então, nós aprendemos que o verdadeiro homem que recebe aqui o que as feras tentaram tomar, as bestas agarraram, devoraram, pisaram, mas o filho do homem é que recebe de fato esse poder. Sua realeza. Então o texto mostra que não nasce dessa usurpação. É o que Filipenses nos diz, que ele não usou como usurpação ser igual a Deus. A diferença está aqui, mas ele veio com a aprovação do Pai. Então Daniel vai reunindo duas linhas de esperança do Antigo Testamento. Reino da vídic a quem as nações são dadas. Salmo 2, Salmo 110, segundo o livro de Samuel, no capítulo 7. Tudo isso está relacionado com esse texto. E a figura celestial que participa das prerrogativas divinas aqui, ele é verdadeiramente humano, possui domínio que somente Deus pode exercer eternamente. Portanto, essa é a promessa feita a Davi, que ilumina o cenário, a cena do filho do homem. Lá em segundo Samuel, no capítulo 7, Deus promete um reino estabelecido por sua própria mão. No Salmo 2 e no Salmo 110, o rei ungido recebe as nações e assenta-se em honra de rei. E Daniel 7, então, ele tá mostrando o clímax de tudo isso, dessa esperança, desse reino que foi prometido e que não será apenas nacional, temporário e político. é um reino universal eterno sobre todos. Jesus toma esse título para si. Nos evangelhos, quando a gente olha nos evangelhos, Jesus se refere a ele como o filho do homem que fala da sua autoridade, sofrimento e glória, que era necessário. Jesus fala que é ele diante do Sinédio, ele reúne aqui tanto essa figura de Daniel 7, quanto no Salmo 110, quando é acusado parece impotente, declara que será visto à direita do poder e vindo sobre as nuvens na cruz, os impérios parece que venceram, mas na ressurreição e na ascensão de Cristo, o Pai publicamente, isso era necessário aconte acontecer. Vindica então a justiça no filho. Atos capítulo primeiro não descreve uma retirada, mas aquilo ali é uma intronização. Palavra de Deus não é aleatória. Quando eles estão olhando e Jesus subindo entre nuvens aos céus, aquilo aponta para todas as profecias que Deus já tinha dado ao longo das escrituras. Não é apenas uma ascensão aos céus. Isso é diz respeito à entronização do filho do homem que entra na presença do antigo dos dias e recebe o reino. De novo, volte voltando à confissão de fé de Oestim no capítulo 8, que ajuda aqui a nomear o que Daniel 7 anuncia. Cristo é o mediador, profeta, sacerdote e rei, a quem deu um povo, um reino e todo poder para executar a redenção. O filho do homem, então, não recebe domínio como uma figura isolada, mas como cabeça e salvador do seu povo. Seu reino é inseparável de sua mediação. Ele reina porque obedeceu, sofreu, satisfez a justiça divina, ressuscitou e foi exaltado. Então, redenção, portanto, não é Deus simplesmente esmagando poderes de longe. É o rei que entra na própria história, assume nossa humanidade, sofre a violência de dos poderes aqui, carrega o juízo devido ao seu povo. Na cruz, o tribunal divino aqui não ignora nossos pecados. A sentença cai sobre o substituto. Ressuscitado, ele inaugura uma nova humanidade. É o reino que é dado ao homem obediente, porque ele cumpriu onde Adão, onde Israel, onde todos nós falhamos. Cristo Jesus cumpriu. O reino, portanto, do filho se torna herança dos santos, não apenas dele. E o texto continua mostrando que ele comunica tudo isso a nós. E isso explica porque os santos podem aqui aparecer de eh alguma maneira derrotados e ainda assim ser vencedores. O chifre faz guerra contra eles e prevalece por um tempo. Verso 21. Até que venha o antigo dos dias. Verso 22. E aqui é a fronteira teológica aqui. Perseguição é real, irmãos. Perseguição no mundo é real. Perseguição ao evangelho é real, mas ela não é final. Basta olhar para aquilo que está acontecendo o mundo afora em vários lugares. Basta se ver num país como nosso, que muitas vezes ainda tem a liberdade de culto, basta se ver que cada dia mais isso se torna eh mais forte em meio à nossa própria sociedade. Isso é algo que a palavra de Deus já nos mostra. Mas o tempo da opressão ele é medido. Tudo isso terminará. A visão então do texto termina com tremor, eh, e não com triunfalismo. Daniel fica profundamente perturbado. Ele muda aqui de cor do texto: "A certeza da vitória não torna leviano diante do sofrimento." Daniel é como um de nós. Eu sei que muitas vezes o nosso coração se abala, muitas vezes o nosso coração treme diante de notícias e sempre de rumores piores. Sempre notícias piores. O nosso coração treme. Daniel também treme diante disso. nesses momentos que o Senhor nos chama a olhar para cima e saber que Cristo Jesus está assentado no trono. Eu gostaria de concluir essa noite porque a última palavra no texto não pertence à boca arrogante. Daniel nos ensina então que ao ouvir aqui dois sons, rugido temporário das feras e a sentença eterna aqui do trono, a boca que fala de forma arrogante, mas ela não fala por último. O tribunal se assenta, os livros são abertos, o filho do homem então recebe o reino e os santos o recebem também em Cristo Jesus. Muitas vezes nós ficamos cansados porque a forma de poder terreno se desgasta em uma série de situações. Talvez esteja tentando acreditar que em meio a tudo isso possa haver algo eh melhor que mude completamente a história. Mas a palavra de Deus nos chama em olhar para cima, olhar pro alto. Poderes ele sempre vem devorando, controlando, ferindo, justificando arrogância. Mas a palavra do Senhor nos chama para olhar para aquele que é o reino eterno. Por isso, diante desse texto, nós precisamos lembrar aqui, Cristo não é acrescentado aqui artificialmente no texto. Ele é o cumprimento pessoal de um como o filho do homem, que o texto nos relata. Isso era a promessa do reino davídico, né, humano celestial, que é agora vindicado pelo pai, que recebe todas as nações, partilha a sua herança com os santos e manifesta então o reino eterno por sua morte e sua ressurreição. Então, irmãos, nós precisamos aplicar algumas coisas na nossa vida. Primeira coisa, olhando para esse texto, entender soberania de Deus. O antigo dos dias está no trono. Deus está no trono. Se você não está conseguindo ver isso, olha pro texto que nós lemos nessa liturgia. No ano da morte do rei Usias, eu vi o Senhor assentado no alto sublime trono. É interessante aquele texto que Isaías ele usa na sequência do texto três nomes diferentes para Deus que falam dos seus atributos. Quando ele diz o primeiro, eu vi o senhor assentado, ele usa um termo que nós sabemos, Adonai, que diz respeito a governo soberano, aquele que governa todas as coisas. E lá no final ele usa uma terminologia falando aquele que é o Senhor dos Exércitos e que tá pronto paraa batalha. Ele vai entremeando isso, falando de quem Deus é. O ano da morte do rei Usias, se você volta na história, foi um ano de prosperidade para Israel. O texto lá de Crônicas nos diz que Israel se torna forte, inventa várias armas lá de guerra, mas quando chega ali naquele momento, o Zias morre, o Urias morre, o Zias, aliás, ele morre. E aí o governo do povo fala: "E agora o que que vai ser da nossa vida?" Aí a palavra de Deus nos mostra que Deus faz com que eles vejam quem de fato está no trono. Não é rei no terreno. No ano da morte dos reios. Eu vi o Senhor assentado no alto e sublime trono. A justiça. Então os livros estarão abertos ou estão abertos? O mal vai ser julgado, irmãos. O mal será julgado. A limitação do sofrimento, a opressão tem prazo determinado. E nós precisamos olhar paraa obra de Cristo. O filho do homem venceu por obediência, pela cruz e pela ressurreição. Nós fomos unidos a ele. Portanto, nós recebemos o reino juntamente com Cristo. Essa esperança que deve ser eh levar a nossa vida em todo e qualquer momento. O que que tem alarmado você? Quais são as notícias que trazem desespero para sua alma nessa terra? Que que muitas vezes você está olhando de forma horizontal? Peça ao Senhor que levante os seus olhos para contemplar aquele que de fato governa sobre todas as coisas. Jesus Cristo, ele reina sobre tudo e sobre todos. governo humano, ele será passageiro. Será passageiro. Pensando nisso, nós vamos entoar um hino. E eu convido os irmãos a entoar esse hino que se aplica à nossa vida. Hino de número 154, segurança e paz. >> [música] >> Pelo vale escuro seguirei. Jesus, mais por ti seguro, [música] vendo a tua luz, o [música] meu certo. Tu dirigirás. [música] Ao sentir-te perto. Nunca [música] perco a paz. Os [música] espíritos [canto] santos que [música] nos vem sangrar. [canto] São [música] remédios santos para [canto] [música] os curar. Onde [canto] existe a graça que nos véus, [música] tudo que se possa [canto] posta [música] amor de Deus. Não [música] há dor que seja [canto] sem divino [música] fim. Faz, ó Deus, que a igreja compreenda [música][canto] assim. E [música] apesar [canto] das trevas, a ver, [música] Senhor, que tu mesmo livas com imenso amor. Breve a noite [música] desce. Noite de luz e [música] meu ser careci de [música][canto] te ver Jesus. >> [música] >> Companheiro amigo, ao meu lado vens. Se estás comigo, [canto] sempre [música] me sustens. [canto] [música] Amém. Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai, nessa noite, a ouvir a tua palavra, ó Deus, que seja o Teu Espírito Santo, ó Deus, a aplicá-la em nós. levanta o olhar do teu povo, da tua igreja para o alto, ó Deus, para que nós possamos compreender que mesmo diante de todas as lutas e dificuldades, ó Deus, nós somos o povo do Senhor. Ó Deus, nós precisamos compreender, ó Pai, que se o o céu é o nosso lar, essa terra é nosso exílio. Portanto, ó Deus, que o Senhor, ó Pai, possa nos dar sempre a esperança e a alegria de saber que um dia, ó Deus, Cristo Jesus voltará para nos levar como povo do Senhor, como igreja do Senhor. Abençoe, ó Deus, aqueles que estão sofrendo. Abençoe, ó Deus, aqueles que estão, ó Deus, padecendo em meio, ó Deus, aquilo que acontece à nossa volta. Que o Senhor derrame graça e misericórdia. Que o Senhor, ó Deus, nos dê sempre, ó Deus, o vigor necessário, ó Deus, para continuar, ó Deus, lutando, ó Pai, pela fé e vivendo o evangelho do Senhor nesse mundo caído. Alcance, Senhor, aqueles que ainda não conhece, ó Deus, a Cristo Jesus. Abra, ó Deus, o entendimento e o olhar, ó Deus, para saber, ó Deus, que em Cristo Jesus nós estamos seguro e pertencemos a um reino inabalável que não terá fim. Nos abençoe, ó Deus. Aplique em nós essa palavra e a nossa oração em nome de Jesus. Amém. A igreja pode assentar. Nós vamos ouvir um hino pelo coro masculino. Para os montes [música] olharei [canto] de onde vem a salvação. Eu socorro [música] vem de Deus, o [canto] Senhor da criação. O Senhor [música][canto] é quem te guarda. Guardará de todo mal. Tua entrada [música][canto] e saída desde agora [canto][música] até o final. pelo meio [música] dos perigos não te deixará [canto] cair. Quem [música] a Israel guardava [canto] não dormiu, [música] nem vai dormir. O Senhor [canto] é quem te guarda, guardará [música][canto] de todo mal. Tua entrada [música] e saída desde agora [música] até [canto] o final. O Senhor [música] é quem te guarda. Sombra tua destra está. Nem de dia, [música][canto] nem de noite, só o mundo ofenderá. [música] O Senhor [canto] é quem te guarda. Guardará [música] de todo o mal. Tu entrada [música][canto] e saída desde agora [música] até o [canto] final. Vamos nos colocar em pé e nós vamos orar e receber a bênção do Senhor. Senhor, nosso Deus, nos leve em paz debaixo da tua bênção e da tua proteção. Que o Senhor nos alcance, ó Deus, com a tua bênção, como é a promessa do Senhor. Ó Deus, o Senhor que conhece a necessidade de cada um, ó Deus, nós pedimos ao Senhor que na tua bondade e misericórdia dispense o teu favor sobre o teu povo, sobre a tua igreja. Aos nossos irmãos, ó Deus, que não podem estar conosco, mas nos acompanham à distância. Que a bênção do Senhor esteja também sobre a vida de cada um deles. Fica, ó Deus, conosco. Nos dê uma semana de bênção. Guarda-nos, ó Deus, e proteja-nos. E que, ó Deus, tudo que fizermos seja de fato para glória do Senhor. Nós oramos assim, pedindo a tua bênção, em nome de Cristo Jesus. E que o amor de Deus, o nosso Pai, que a graça de Jesus, o Filho, e a consolação do espírito santo, do nosso Deus, estejam sobre todos vós agora e para todo sempre. Amém. [canto] >> Amém. Amém. [música] [canto] Amém. >> [música] >> Vamos nos assentar e ouvirmos o poslúdio. >> [música] >> Nós estamos chegando ao final desse culto público, agradecendo a Deus por estarmos aqui, né, nesse domingo, dia do Senhor. Eu gostaria de conhecer se alguém que nos visita pela primeira vez. Se você não ficar constrangido em ficar em pé, nós gostaríamos de conhecê-lo. Também lhe dar uma lembrança em nome da igreja lá atrás. Que Deus abençoe a vida de vocês. Sejam muito bem-vindos aqui no nosso meio. Deus abençoe a vida de cada um. Quanto os irmãos cumprimentam, quero agradecer aos irmãos pelo carinho, as orações, né, em nosso favor. Não foi dessa vez que eu, né, estaria com Jesus e estaria bem, né, mas agradeço muito as orações, né, o pastor Alex também ficou com inveja, ele também quis ir, né, mas ele continua entre nós, tá? Louvamos a Deus pelo carinho e intercessão dos irmãos por nós. Meus irmãos, quero relembrar uns avisos aqui rápido. Preste bem atenção. Nós temos alguns eventos que é evento da igreja de comemoração do nosso aniversário, tá certo? Então, eventos bem importantes. Em outubro nós começamos com a fé reformada, dia primeiro, tá? Até o dia 4 aqui na igreja. Faça sua inscrição, isso nos ajuda bastante, irmãos. Entra lá. Eh, o, eh, nós, a fé reformada, ela não é o tema não eh parece que é apenas para pastores, líderes, não. A aplicação é para nós entendermos de fato a riqueza da pregação expositiva e como ela se aplica na nossa vida. Faça a inscrição, nos ajude, estejam presente esses dias. O primeiro dia, eh, nós teremos com a grande festa, com coral, né, todo mundo aqui, tá bom? todo mundo bonito, bem arrumadinho, que a gente vai também festejar o nosso aniversário. Depois nós temos a Fé Reformada Jovem, tá? E ela termina no dia 31 de outubro, que é dia da reforma, lembra disso? Tá? Então, nós eh estamos fazendo um evento para toda a cidade, todas as igrejas presbiterianas, só que a primeira igreja que tá à frente organizando. Então, teremos programação o dia todo. Pela manhã nós temos programação com crianças de 9:30 no Centro de Convenções, tá? Teatro Rio Vermelho, tá? Então me arrume aí 1888 crianças, tá? Para estarem lá, que cabe, todo mundo cabe lá. Nós teremos eh tanto a a tia More, né, o grupo dela, também vem o secretário nacional da infância, que é o palhaço Chulingo, tá? Ele é pastor, mas é palhaço. Eh, ele vai estar aqui também conosco nesse dia, tá? OK. À tarde nós teremos um uma programação voltada para jovens, adolescentes, mas qualquer um, se você se sentir jovem adolescente também tá aberto para todo mundo. Paulo Baruque e a banda. Nós teremos a 3 horas da tarde até mais ou menos 4:30. 5 horas da tarde nós teremos um trabalho da Sinodal, né, de safes, que vai até 6:30. 7:30 nós teremos um culto à noite. Pregador vai ser o Éber Campo Júnior. Eh, nós teremos também eh o grupo musical que dirige da igreja, se vocês não estão sabendo, tá sabendo agora, eh que dirigirá os cânticos congregacionais e o coral. E aí eu peço aos irmãos, se você participa de todos os corais aqui, se você eh fala assim: "Não, eu canto bem também", né? Procure a Lertina, tá caus criando confusão com ela, mas procure ela. Nós queremos um coral de mais ou menos 150 vozes, então 100 mais ou menos tem que sair daqui, tá bom? 50 vem dos demais. Então, por favor, procure a Lertina. Nós estaremos ali celebrando a nossa herança reformada. é um presente paraa cidade. Todas as igrejas do sínodo estão convocadas também para esse dia, para estarem ali também louvando a Deus, né, por toda a nossa herança reformada. Antes da gente ir pro nosso cafezinho ali, eu quero indicar duas literaturas importantes. Uma aqui do Alistagreth, que é uma série, são vários livretos, mas é muito profundo, é pequenininho. Você que tem problema com o livro grande, ele é pequeno, mas ele é bem direto e é muito profundo. falando a respeito da obra de Cristo Jesus e como é que a centralidade de Cristo no evangelho, se tirar Cristo Jesus não existe evangelho, mas é algo importante até para que você possa entender e também explicar para os outros. Esse outro livro será também trabalhado no próprio aqui na igreja, né, no programa Página Virada. mas também está disponível, tá? É, falando a respeito da do da do trabalho de como isso se relaciona também eh dentro daquilo que a escritura nos mostra, como essa produtividade pode ser redimida. Nós temos tudo isso na nossa livraria Apab, tá bom? Então, passe lá enquanto você toma um cafezinho. Que Deus os abençoe, nos dê uma boa semana em nome de Jesus. >> [música] [música] >> เ >> [música] [música]