Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Quando as feras rugem, o céu se assenta – Culto Noturno – AO VIVO | 30/08/26 | 18h

Quando as feras rugem, o céu se assenta – Culto Noturno – AO VIVO | 30/08/26 | 18h

Quando as feras rugem, o céu se assenta – Culto Noturno – AO VIVO | 30/08/26 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

เฮ
[música]
>> [música]
[música]
>> Boa noite, querida igreja. momento de
nos aquiietar, desconectar os nossos
celulares para iniciarmos o nosso culto
de louvor e adoração a Deus. Vamos ter
agora o nosso prelúdio.
>> [música]
[música]
>> O [música] coração
não [canto] se turbe.
Crede [música][canto] sempre em Deus,
crede em mim.
>> [música]
>> Manções na casa de [canto] meu pai
[música]
e vou preparar-vos
[música] o lugar.
Jesus [música]
em nomeis vós todos. [música]
Jesus, [música]
vem [canto] logo estais vós prontos.
>> [música]
>> Se hoje a [canto] noite vier,
como encontraris [música]
Jesus
em nome [música]
estais vós tronos.
[música]
Porque [canto]
ainda [música]
esperas
são fiéis [música][canto]
promessas
de Deus.
Sim, Jesus [música]
com pronte no calváo, [música]
buscar [música][canto]
novo vem os filhos seus.
Jesus, [música]
vem [canto] logo estais vós prontos.
Jesus,
vem [música][canto] logo estais prontos.
[música]
Se hoje [canto] a noite,
[música]
como encontrareis
Jesus?
[música] Estás vosso?
Convido a igreja para este momento de
adoração, abrirmos as nossas Bíblias no
Salmo de número 93.
Assim diz a palavra de Deus:
"Reina o Senhor, revestiu-se de
majestade, de poder se revestiu o Senhor
e seingiu.
Firmou o mundo que não vacila.
Desde a antiguidade está firme o seu
trono. Tu és desde a eternidade.
Levantam cios, ó Senhor. Levanta os
cios, o seu bramido. Levanta os fios, o
seu fragor. Mas o Senhor nas alturas é
mais poderoso do que o bramido das
grandes águas, do que os poderosos
vagalhões do mar.
Fidelíssimos são os seus testemunhos.
A tua casa convém a santidade, Senhor,
para todo sempre. Vamos orar.
Senhor, estamos aqui unicamente para te
adorar, porque o Senhor é rei e o Senhor
reina sobre as nossas vidas.
O Senhor reina sobre o universo
e nós estamos aqui para prostarmos
diante de Ti, diante da tua majestade,
diante do teu poder.
Que o Senhor esteja aqui e receba, ó
Deus, todo o nosso louvor e toda a nossa
adoração.
Em nome de Jesus que nós oramos. Amém.
Convido a igreja agora a entoar o hino
de número 11, Trindade Santíssima,
oportunidade de consagrarmos os nossos
dízimos e as nossas ofertas.
Santo, [música]
santo, santo
Deus onipotente. [música]
Teu nome confirmou.
>> [música]
>> Santo, santo, santo,
[música] justo e compassivo. [canto]
Éis Deus trio, [música]
seu criador.
[música]
Santo, santo, santo.
os pecadores. [música]
Não podemos ver [música]
tua glória sem teror. [música]
Só te santo,
só tu és perfeito.
[música]
Teu [música]
amor.
Santo, santo, santo. [música]
Todos [canto]
os
juntos [música] com os anjos
proclamam
antes de
[música]
firma
a terra.
e [música] sempre
ashor.
Santo, santo, santo, [música]
Deus omnipotente,
[música] tuas obras louva
teu.
>> [música]
>> Santo, santo, santo,
justo e compassivo. [música]
Eu sou [música]
[música] amor.
[música]
Amém.
A igreja pode tomar assento.
Estamos diante de um Deus santo, santo,
santo, santo. E por isso,
para termos acesso a esse Deus, nós
temos Cristo e o sangue de Cristo que
nos purifica de pecados.
Então, nos preparando para este momento
de contrição e de confessar os nossos
pecados, eu convido a igreja abrir as
suas Bíblias no texto de Isaías 6 de 1 a
7. Isaías 6 versículos 1 a versículos 7.
Assim diz a palavra de Deus.
No ano da morte do rei Usias, eu vi o
Senhor assentado sobre um alto e subim
trono, e as águas de suas vestes enchiam
templo. Serafins estavam por cima dele.
Cada um tinha seis asas. Com duas cobria
o rosto, com duas cobria os seus pés e
com duas voava. E clamavam uns para os
outros, dizendo: Santo, santo, santo é o
Senhor dos Exércitos. Toda a terra está
cheia da tua glória.
As bases do limear se moveram à voz do
que clamava, e a casa se encheu de
fumaça.
Então disse eu: Ai de mim, estou
perdido, porque sou homem de lábios
impuros.
Habito no meio de um povo de impuros
lábios e meus olhos viram o rei, o
Senhor dos exércitos.
Então, um dos serafins voou para mim,
trazendo na mão brasa viva, que tirara
do altar com uma antená. Com a brasa
tocou minha boca e disse: "Eis que ela
tocou meus lábios, os teus lábios. A tua
iniquidade foi tirada e perdoado os teus
pecados. [roncando]
Somos perdoados pela graça de Deus. E
este é o momento que temos no nosso
culto de confessarmos os nossos pecados.
Temos que acessar o nosso coração e
pedir para que ele sonde o nosso coração
e revela aquilo que temos praticado que
tem agredido a sua santidade.
Nós teremos um momento de oração
silenciosa.
E após esse momento de oração
silenciosa, eu queria pedir pro irmão
Milton Arantes que faça uma oração de
confissão. Não.
Oremos. Senhor, nosso Deus, nosso Pai,
nós te louvamos pelo privilégio de
estarmos aqui nessa noite e poder falar
com o Senhor, saber que o Senhor nos
ouve, apesar de pecadores que somos.
Obrigado porque o Senhor é um Deus de
perto e não de longe que conhece, Pai, o
mais profundo da nossa vida,
da nossa mente, do nosso coração. O
Senhor conhece as nossas angústias,
preocupações.
O Senhor conhece também as nossas
fraquezas.
Senhor, nós declaramos que nós
precisamos de ti. Vem, Senhor Deus, ao
nosso encontro. trabalha as áreas da
nossa vida que precisam ser trabalhadas.
Que o teu Santo Espírito tenha liberdade
em mudar e quebrantar tudo aquilo em
nós, Senhor Deus, que não te agrada.
Abençoe a tua igreja como corpo de
Cristo, para que ela seja santa e
repreensível
e que a presença do Senhor, Pai, seja o
grande diferencial na nossa vida. Eu oro
em nome do Senhor Jesus Cristo. Amém.
Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de
pé. Como é bom sabermos que somos
perdoados pelo sangue de Cristo, que
apesarmos de sermos pessoas de lábios
impuros no meio de um povo de lábios
impuros, Cristo, que é santo, que nos
purifica de todo pecado, é quem nos
oferece esse perdão e nos permite estar
aqui para poder adorar o santo nome
dele. Vamos adorar, Senhor, nosso Deus.
Graças eu te dou
pelo preço que
Sacrifício [música]
de amor
que me contou
ungido
do [música] Senhor
pelos gravos em
tuas mãos
graças eu te dou
[música] meu Senhor. Senhor,
lavou minha mente e coração,
me [música] deu perdão,
restaurou minha comunhão. [música]
Digno é o Senhor. [música]
Sob.
[música]
Soberano
[música] criador,
vou sempre te [música]
adorar.
Elevo minhas
mãos [música]
ao Cristo que venceu. [música]
Cordeiro de Deus morreu
por [música] mim,
[música] mas ressuscitou.
Digno é o Senhor.
Pelos cravos, pelos cravos. Em [música]
tuas mãos
graças eu te dou,
ó [música] meu Senhor.
Lavou minha mente e coração,
[música][canto]
me deu perdão,
restaurou [música]
minha comunhão.
Diga ele:
"Digno é o Senhor. [música]
Sobre o trono
está.
[música]
Soberano
criador,
vou [música] sempre te adorar.
[música]
Elevo minhas
mãos [música]
ao Cristo que [música] venceu.
Cordeiro [música]
de Deus morreu
por mim,
[música]
mas ressuscitou.
[música]
Digno é o Senhor. [música]
Leve suas mãos a ele.
Elevo [música]
minhas
mãos
[música]
ao Cristo que venceu.
Cordeiro [música]
de Deus morreu
por mim,
mas [música] ressuscitou.
Digno [música] é o Senhor.
Mas ressuscitou.
[música]
Digno é o Senhor. [música]
Por meio desse sacrifício aqui, fomos
feitos um só povo com ele. Cantemos
então a uma só voz ao nosso Deus.
Tu és a luz que brilha sobre a
escuridão.
Tu és a paz que acalma todo
coração. [música]
És o pão do famino,
a força do [música] aflito.
E nós somos teus pés e tuas mãos.
Somos teu povo. Somos teu povo.
A tua igreja. [música]
Tua luz brá sobre nós.
O mesmo corpo,
um só espírito, [música]
o Senhor
Rei. Peça ao Senhor, [música] faça a tua
vontade
através de nós.
Que o teu reino venha. [música]
Que o teu reino venha.
Faça a tua vontade
através [música] de nós.
Que o teu reino [canto] venha.
[música] Que o teu reino venha.
Tu és a luz que brilha sobre a [música]
escuridão.
Tu és a paz que acalma todo o [música]
coração.
És um pão do [música] faminto,
a força do aflito. E nós somos teus pés
e tuas mãos.
Tua verdade [música]
sempre permanecerá.
Do teu [música] amor que poderá
nos separar.
É fiel [música]
e para sempre teu povo sustentar.
>> [música]
>> Então o mundo inteiro verá
o poder do [música] grande
justiça e [música] paz se encontram
e nasce a alegria. Este é [música] o teu
reino.
Este é o teu reino.
Justiça e [música] paz encontram
e nasce alegria. Este é o [música] teu
reino.
Este é o teu reino [música]
de amor. Justiça e paz encontram
e nasce a alegria. Este é o teu [música]
reino.
Este é o teu reino.
Justiça e paz encontram [música]
e nasce a alegria. Este é o teu reino.
[música]
Este é o teu reino de amor.
Oh,
oh.
Somente as vozes. Tu és a [música] luz
que brilha sobre a escuridão. [canto]
Tu és a paz que acalor
do coração.
És o pão [música]
do famío,
a força [música] do aflito. E nós somos
teus pés [música] e tuas mãos. Tua
verdade,
tua verdade [canto] sempre permanecerá.
[música]
Do teu amor [canto]
quem poderá
nos separar? [música]
É fiel e para sempre teu povo sustentar.
[música]
Então o mundo inteiro [canto] verá
o poder do [música] grande rei.
Amém. Que assim como os anjos, assim
como toda a criação, que nós possamos
também declarar todos os dias que
somente ele é santo e santo para sempre.
Muitas gerações [música]
em louvor,
cantando ao cordeiro uma canção.
Os que se foram
e os que hão [música] de crer,
cantando ao cordeiro uma canção.
Teu [música] nome é o mais alto. Teu
nome é o maior.
Teu nome [música]
é sobre todos
os donos e domínios, [música]
governos
e poderes. Teu nome [música]
é sobre [canto] todos
e os anjos clamam.
Santo
[música]
toda a criação.
Santo,
exaltado [música]
és.
Santo,
santo [música] para sempre.
>> Quem foi perdoado,
[música] quem foi perdoado?
E redimido foi,
cante ao cordeiro uma canção.
[música] Aquele que é livre,
leva o seu nome,
cante ao poder uma canção.
Cantaremos,
cantaremos [música]
para sempre.
Amém.
Os anjos [música] clamam:
Santo
toda a crição. [música]
Santo,
exaltado [música]
és.
Santo,
[música] santo para sempre.
O teu povo [música]
canta
santo.
Sim, [música] ao rei dos reis.
Santo,
[música]
tu sempre serás.
Santo, [música]
santo para sempre.
>> [música]
>> Teu nome,
teu nome é o mais alto. Teu nome é o
maior. Teu nome [música]
é sobre todos.
Os [música] tronos e domínios,
governos
e poderes. Teu nome é sobre [música]
todos.
Sega a sua voz. Teu nome, teu nome é o
mais alto. Teu [música] nome é o maior.
Teu nome é sobre todos
os tronos [música]
e domínios,
governos
e poderes. Teu nome é sobre todos.
>> [música]
>> E os anjos clamam:
Santo
toda a criação, [música]
santo,
exaltado [música]
és.
Santo,
santo [música] para sempre.
O povo [música][canto]
clama
santo
[música]
ao rei dos reis.
Santo, [música]
tu sempre serás
santo,
santo para sempre. [música]
Tu sempre [música]
serás
santo,
santo [música] para sempre.
Os irmãos podem se sentar.
Convida as crianças de 2 anos até 8 anos
que venham aqui até a frente para que
possamos orar por elas.
Crianças de 2 a 8 anos.
Vamos orar, crianças.
Vamos fechar os olhos e pedir a Deus uma
bção especial sobre a vida de vocês.
Nosso Deus, nós temos diante de nós
nossas criancinhas.
Nós te pedimos, Senhor, que como igreja
possamos conduzi-las no caminho do
Senhor.
E acima de tudo, ó Deus, que elas tenham
os seus corações convertidos a Ti. Que
elas possam contemplar, ó Deus, a tua
beleza. Que elas possam contemplar a tua
santidade.
Que elas possam fazer parte dessa igreja
que te adora.
Abençoe cada um desses pequeninos e nos
dê sabedoria como famílias
a conduzi-las no caminho do Senhor. É no
nome de Jesus Cristo que nós oramos.
Amém.
เฮ
>> [música]
>> Eu
[música]
te amo, [música][canto] ó Deus,
e com [música][canto] minha
voz
te [canto] adorarei,
[música]
ó [canto] meu Deus. Meu
Senhor, [música]
[música]
tudo o [canto] meu louvor
[música]
e que seja [canto] doce
doce [música]
som
para [canto] ti. Eu
[música]
te amo, [música]
ó Deus.
Pergo [música][canto] minhas
mãos.
Me achego [música]
[canto]
a ti,
ó [música] meu Deus.
Senhor,
[música]
te exaltarei [canto]
pelo
teu amor. [música]
Amor tão intenso,
meu [canto]
amado [música]
Senhor,
[música]
eu te amo, [música][canto]
ó Deus,
e com meu [música][canto]
louvor,
minha [música] alma.
>> [canto]
>> te [música] adorar,
Senhor.
[música] Aceita,
pois
[canto]
este [música]
meu louvor
como gratidão [música][canto]
por
Deus.
>> [música]
>> Grande [canto] amor. [música]
[música]
He.
[música]
Meus irmãos, que a graça e a paz do
nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
estej.
Quero convidá-los nesse instante na
edificação
pela palavra do Senhor a abrir no livro
do profeta Daniel no capítulo de número
7.
Nós vamos acompanhar a leitura desse
texto, mesmo assentados, mas mantendo a
reverência à palavra do Senhor. Eu peço
a você que mantenha o seu texto aberto
para que você possa
acompanhar a exposição.
E antes de nós lermos, eu quero só
relembrar algumas coisas aqui. Nós temos
um texto diante de nós, eh, que muda
agora o tipo de
conteúdo, porque agora nós temos uma
literatura apocalíptica no Antigo
Testamento. Então, a partir do capítulo
7 de Daniel, nós precisamos entender o
texto e compreender o texto nessa
perspectiva.
e compreender assim aquilo que Daniel
está falando. Tanto é que o texto ele
vai falar e vai eh voltar aos anos
anteriores aqui. Então, por favor,
mantenha a sua atenção no fluxo do texto
para que nós possamos compreender e
sermos edificados nessa noite. Diz assim
a palavra do Senhor.
O primeiro ano de Belsar, rei da
Babilônia, teve Daniel na sua cama um
sonho e visões da sua cabeça. Então
escreveu o sonho e relatou a suma das
coisas. Falou Daniel e disse: "Eu estava
olhando numa visão noturna e eis que os
quatro ventos do céu agitavam mar grande
e quatro grandes animais diferentes uns
dos outros subiam do mar.
O primeiro era como leão e tinha asas de
água. Enquanto eu olhava, foram-lhes
arrancadas as asas e foi levantado da
terra e posto em dois pés como um homem.
E foi-lhe dado um coração de homem.
Continuei olhando e eis aqui o segundo
animal, semelhante a um urso, o qual se
levantou de um lado, tendo na boca três
costelas entre os seus dentes, e foi-lhe
dito assim: "Levanta-te,
devora muita carne". Depois disto,
olhei, continuei olhando e eis aqui
outro semelhante a um leopardo e tinha
nas costas quatro asas de ave. tinha
também este animal quatro cabeças e foi-
lhe dado domínio. Depois disto, eu
continuava olhando e visões noturnas. E
eis aqui o quarto animal, terrível e
espantoso e muito forte, o qual tinha
grandes dentes de ferro. Ele devorava e
fazia em pedaços e pisava aos pés o que
sobejava. Era diferente de todos os
animais que apareceram antes dele. E
tinha 10 chifres. Eu continu eu
considerava os chifres e eis que entre
eles subiu outro chifre pequeno diante
do qual três dos primeiros chifres foram
arrancados. E eis que neste chifre havia
olhos como de homem e uma boca que
falava grandes coisas. Eu continuei
olhando até que foram postos uns tronos
e um ancião de dias se assentou. O seu
vestido era branco como a neve e o
cabelo da sua cabeça como a lã
puríssima. O seu trono era de chamas de
fogo e as rodas dele era fogo ardente.
Um rio de fogo Manava e saía diante
dele. Milhares de milhares o serviam e
miríades de miríades assistiam diante
dele. Assentou-se para o juízo e os
livros foram abertos. Então estive
olhando por causa da voz das grandes
palavras que o chifre proferia.
Estive olhando até que o animal foi
morto e o seu corpo destruído, pois ele
foi entregue para ser queimado pelo
fogo. Quanto aos outros animais,
foi-lhes tirado o domínio. Todavia,
foi-lhes concedida prolongação de vida
por um prazo e mais um tempo. Eu estava
olhando nas minhas visões noturnas,
e eis que vinha com as nuvens do céu um
como filho do homem, e dirigiu-se aos ao
ancião de dias, e foi apresentado diante
dele, e foi-lhe dado domínio e glória e
um reino para que todos os povos, nações
e línguas o servissem. E o seu domínio é
um domínio eterno que não passará, e o
seu reino tal que não será destruído.
Quanto a mim, Daniel, o meu espírito foi
abatido dentro do corpo e as visões da
minha cabeça me perturbavam. Cheguei-me
a um dos que estavam perto e
perguntei-lhe a verdadeira significação
de tudo isso. Ele me respondeu e me fez
saber a interpretação das coisas. Estes
grandes animais, que são quatro, são
quatro reis que se levantarão da terra,
mas os santos do Altíssimo receberão o
reino e o possuirão para todo sempre.
Sim, para todo sempre. Então, tive
desejo de conhecer a verdade a respeito
do quarto animal, que era diferente de
todos os outros, sobre modo terrível,
com dentes de ferro e unhas de bronze, o
qual devorava, fazia em pedaços e pisava
aos pés o que sobrava.
E também a respeito dos 10 chifres que
ele tinha na cabeça e do outro que subiu
e diante do qual caíram três, isto é,
daquele chifre que tinha os olhos e uma
boca que falava grandes coisas e parecia
ser mais robusto do que os seus
companheiros. Enquanto eu olhava, eis
que o mesmo chifre fazia guerra contra
os santos e prevalecia contra eles. Até
que veio o ancião de dias, e foi
executado o juízo a favor dos santos do
Altíssimo. E chegou o tempo em que os
santos possuíram o reino.
Assim me disse ele: "O quarto animal
será um quarto reino na terra, o qual
será diferente de todos os reinos.
Devorará toda a terra e pisará os pés e
fará em pedaços. Quanto aos 10 chifres
daquele mesmo reino, se levantarão 10
reis, e depois dele se levantará outro,
o qual será diferente do primeiro, e
abaterá a três reis. proferirá palavras
contra o Altíssimo e consumirá os santos
do Altíssimo. Cuidará e mudar os tempos
e a lei. Os santos lhe serão entregues
nas mãos por um tempo e tempos e metade
de um tempo. Mas o tribunal se assentará
em juízo. Ele tirará o domínio para o
destruir e para o desfazer até o fim.
O reino e o domínio e a grandeza dos
reinos debaixo de todo o céu serão dados
ao ao povo dos santos do Altíssimo. O
seu reino será um reino eterno e todos
os domínios o servirão e lhe obedecerão.
Aqui é o fim do assunto. Quanto a mim,
Daniel, os meus pensamentos muito me
perturbaram e o meu semblante se mudou,
mas guardei essas coisas no coração. Eu
quero pedir aos irmãos que volte no
verso 14,
que é o versículo tema dessa série. E eu
peço aos irmãos que possamos ler todos
juntos. Vamos lá. Uma só voz. E foi-lhe
dado domínio e glória e um reino para
que todos os povos, nações e línguas o
servissem. O seu domínio é um domínio
eterno que não passará. e o seu reino
tal.
Vamos orar mais uma vez.
Senhor nosso Deus, nós acabamos de ler a
tua palavra e nós carecemos da ação do
Senhor, ó Deus, sobre nós. Nós pedimos
ao Senhor que pelo poder do Teu Santo
Espírito, Senhor, ilumine a nossa mente,
o nosso coração.
Edifica a tua igreja, edifica o teu
povo, fortalece-nos, Senhor, na tua
palavra e mantenha, ó Deus, o nosso
olhar para o alto. Ó Deus, na esperança,
ó Deus, da glória que nós teremos, ó
Deus, em Cristo Jesus. Nós te pedimos
assim, ó Deus, em nome do teu filho
amado, Jesus Cristo. Amém.
Como eu disse, meus irmãos, esse texto
de Daniel no capítulo 7, ele muda
completamente.
Nós agora seguimos numa numa ordem do
sete até o capítulo 12, que são marcadas
por visões aqui eh do próprio Daniel.
E a gente vê também algo eh
interessante, porque é aqui que se
encerra também a sessão que foi escrita
em Aramaico. Ela é escrita aqui. Daniel
é escrito do capítulo 2 a partir do
verso 4b até o capítulo 7 verso 28. Ele
não é escrito eh na língua original
hebraico, mas ele foi escrito em
aramaico até aqui. Portanto, esse
capítulo ele funciona como se fosse uma
dobradiça literária. Ele muda
completamente. Dá pra gente perceber
isso. Ele retoma aqui então algumas
imagens a sucessão dos reinos lá do
capítulo dois que foi relatado em
Daniel, mas ele desloca o olhar agora
para para os impérios aqui que eh chamam
aqui de esplendor, né, de mas ele revela
como tudo isso na terra, a parte de Deus
revela algo eh animal, né, algo
animalesco aqui. E assim a gente vê em
meio a tudo isso figuras que a gente
precisa eh deixar em destaque aqui. Ele
fala do filho do homem, ele fala dos
santos oprimidos, dessa coroa domínio
eterno e também do ancião de dias se
referindo ao próprio Deus. Então a visão
ocorre primeiro aqui, ele diz no ano de
Belsazar, a gente volta então ao tempo e
provavelmente 550
549 anes de. Cristo é antes dos
acontecimentos que foram narrados no
capítulo 5 e no capítulo 6. Portanto,
volta o império babilônico. Nós estamos
aqui nessa visão dentro do império
babilônico que ainda existe e está eh
chegando a essas mudanças políticas que
a gente viu depois no capítulo 5 e 6.
Israel já estava eh no findar, no limear
do exílio aqui. Portanto, ele continua
no exílio, mas já está chegando ao fim.
Então, a pergunta central do texto não é
uma mera curiosidade para tentar
entender a identidade de cada império.
Esse é um problema muito grave no meio
eh evangélico ao longo do tempo, dos
anos, as pessoas querem interpretar
muitas vezes uma literatura apocalíptica
e dando nome a cada um dos símbolos e
daquilo que está aqui. É interessante
que o texto dá significado
aquilo que ele quis, né? aquilo que Deus
quis dentro do próprio texto aqui.
Então, nós vamos perceber que figuras
como o mar agitado, a exemplo daquilo
que acontece em Apocalipse, eh apresenta
normalmente é a visão de um âmbito
caótico aqui das nações. É a mesma forma
de interpretar Apocalipse quando fala a
respeito do mar. as quatro bestas,
então, reinos, eh, que ascendem ao
poder, os chifres, a força, a
autoridade, a boca arrogante, eh o
tribunal e juízo celestial, tudo isso
aponta para aquilo que também Deus
revela lá no final, no livro de
Apocalipse. Portanto, o texto ele
próprio interpreta os seus símbolos aqui
a partir do verso 17, 18, 23, 27,
impedindo que a gente tenha essas
imaginações. Muitas vezes as pessoas
tentaram prever a volta de Cristo nesse
texto, né? Nesse texto também tentando
entender o que que era um tempo, dois
tempos, metade de um tempo, tentando
fazer contas aqui, mas esse também não é
o foco do texto. Então, a estrutura
literária pra gente ter em mente do
verso 1 a 8 são esses animais ou as
bestas que sobem do mar. do 9 a 14. O
tribunal que se assenta é o filho do
homem, então, que recebe o reino. Do 15
a 28, a visão interpretada,
a perseguição é limitada e os santos
recebem o reino. Porque é importante
então a gente olhar para esses textos
hoje da nossa aplicação como igreja do
Senhor no mundo que nós vivemos, o mundo
caído, onde nós olhamos para poderes
humanos que muitas vezes se animalizam.
A nossa condição caída muitas vezes nos
inclina a interpretar a realidade apenas
naquilo que nós vemos.
olha pro mundo hoje. Muitas vezes a
gente tira o olhar da escritura e o
olhar do alto a gente olha de forma
horizontal, a gente começa a interpretar
o mundo assim, começamos a perceber eh
de forma diferente. Então nós tememos as
feras, nós invejamos a força e o
problema muitas vezes da igreja talvez
seja imitar os métodos, os mesmos
métodos. Assim nós esquecemos o trono de
Deus e muitas vezes cedemos a essa
arrogância dos impérios. Somos tentados
a abandonar a fidelidade que o Senhor
requer de nós. Quando o mal parece
vencer, nós somos levados a isso.
Portanto, o propósito aqui é exatamente
isso. O texto diz: "Porque o ancião de
dias, ele julga os poderes bestiais e
ele concede então o reino eterno ao
filho do homem. Os santos podem resistir
à sedução do poder, suportar a
perseguição, qualquer que seja, e viver
como cidadãos do reino que jamais será
destruído. Isso nós precisamos
compreender em qualquer tempo, em
qualquer época. Portanto, irmãos,
a pergunta diante do texto aqui, de onde
nós estamos olhando a história? De onde?
De qual perspectiva? Há dias que muitas
vezes a história parece governada com
dentes de ferro. Daniel 7, então ele nos
coloca diante de guerras, perseguições,
manipulação, mentira tratada como ordem
pública, força confundida com virtude,
governantes tentando mudar tempos e
leis. E nessas horas, muitas vezes, a
pergunta que surge não é apenas o que
está acontecendo, mas a pergunta mais
profunda é: quem está assentado no
trono?
Nós precisamos responder essa pergunta.
Quem é que de fato está sentado no
trono? Daniel 7, então, nos dá essas
janelas para a mesma história. Pela
primeira aqui, olhando primeira vez, ele
olha o mar que está revolto. E aí ele vê
essas bestas acendendo. Pela segunda vez
ele olha para o céu e aí ele vê tronos
colocados, livros abertos e o antigo dos
dias assentado.
Isso é imagem de poder. E aí, se nós
enxergarmos apenas a primeira janela,
como Daniel está vendo e olhando depois,
se nós olharmos apenas a primeira
janela, nós vamos ser dominados pelo
medo. Nós vamos ser seduzidos eh pela
força que o mundo tem, os impérios têm.
Se Deus, portanto, abrir os nossos olhos
para a segunda janela, nós aprenderemos
a sofrer sem desespero, a agir então sem
brutalidade,
esperar sem passividade.
Esperar não é um ato passivo.
Parece estranho isso, mas não é um ato
passivo. É algo ativo e diante de Deus
esperando na promessa dele, não em algo
vazio. Portanto, o capítulo ele não foi
dado para alimentar a especulação
cronológica da volta de Cristo, mas para
que a gente possa entender essa
fidelidade pactual de Deus. Ele não quer
apenas que a gente identifique essas
bestas, né, ou esses impérios. Ele quer
que nos impedir que a gente se torne
como igreja semelhante a eles. Portanto,
algumas lições para nós e aplicações
para nós diretas no texto.
Se o texto ele não quer apenas informar
que Deus vencerá, ele quer formar em nós
então essa humanidade do filho do homem.
O que que nós aprendemos então nesse
texto? Olha, primeira sentencia, a
primeira coisa que precisamos aplicar.
Quando a humanidade ela rejeita Deus,
o poder se torna bestial
ou animal, usando as figuras do texto.
Do verso 1 até o oito, ele vai
descrevendo isso. Daniel vê os quatro
ventos do céu agitando o grande mar. Ele
vê do cal surgem quatro criaturas que
são híbridas aqui, sucessivas e
violentas. O texto vai aumentando a
violência delas. O texto explicará
depois que são reis e reinos. Verso 17
explica essa primeira parte e a
linguagem deliberada. Portanto, ele
mostra que governantes humanos que
muitas vezes são chamados a exercer esse
poder debaixo de Deus, eles aparecem
como animais deformados quando eles
estão longe da da autoridade de Deus. O
problema, então, não é a existência da
autoridade civil. Aqui a palavra de Deus
não está falando contra isso. Ela
pertence a essa ordem providencial de
Deus.
Mas o poder de uma autoridade, ele nunca
foi absoluto. Quanto ao poder deixa de
ser ministerial debaixo dessa ação de
Deus, ele pretende então ser o último,
aquele que determina aquilo que nós
pensamos, aquilo que nós fazemos. O
homem então perde a sua humanidade
moral. Se a gente lembrar e fazer, a
gente precisa traduzir a palavra de Deus
ou interpretá-la à luz da própria
palavra de Deus. Se a gente olhar
Gênesis capítulo primeiro, ele nos ajuda
a perceber essa ironia. O ser humano,
ele foi criado à imagem de Deus para
governar os animais sobre os animais.
Em Daniel, no capítulo 7, os reis que
recusam a o governo de Deus, eles passam
a aparecer com os animais que deveriam
governar. Essa é a inversão. Essa é a
inversão. Debaixo de uma ação de Deus,
aquilo que Deus nos fez era para ser é
para sermos. Nós fomos feitos a imagem e
semelhança de Deus. Isso nos difere dos
animais completamente.
Completamente. A palavra de Deus nunca
falou que ele comunicou a sua imagem
semelhança a nenhum dos animais, mas o
ser humano, a parte de Deus, que recusa
o governo de Deus, ele faz o caminho
oposto. E é isso que a palavra de Deus
ela nos aponta. Portanto, a queda ela
não produz autonomia verdadeira, ela
produz uma desumanização.
O ser humano, a parte de Deus, eh,
deixada a sua própria sorte, eles ele
vai na direção de virar como animais,
sem racionalidade, sem essa, eh, sem ver
a Deus, né, na nessa transcendência e
ele não se submete a Deus.
Portanto, política sem transcendência,
ela não fica neutra. A gente precisa
entender isso como igreja do Senhor.
Nenhuma política sem transcendência, sem
entender essa perspectiva, ela nunca vai
ser neutra na Terra. Nunca vai ser
neutra em lugar nenhum. Ela tende a
transformar pessoas em recursos,
obstáculos ou muitas vezes presas.
Daniel capítulo 7. Então, ela deve ser
lido também no pano de fundo da vocação
humana de Gênesis 1 e do drama da queda
de Gênesis 3. Ou seja, o homem foi
criado para exercer domínio sob Deus,
refletindo sua imagem justiça, santidade
em serviço. Mas as bestas mostram aquilo
que acontece quando esse domínio se
separa do criador.
Sem a visão não trata apenas de impérios
antigos aqui, império babilônico ou medo
persa, mas da perversão da humanidade
adâmica. Aqui palavra de Deus está
mostrando aonde que chega o ser humano
pervertido pelos pelo pecado. Filho do
homem. Então aparece no texto aqui como
o verdadeiro homem, o novo Adão, como a
palavra de Deus nos mostra, e que recebe
domínio sem usurpá-lo.
Ele restaura o seu povo, a vocação que o
pecado deformou em nós. Portanto, as
férias diferem aqui, mas ela compartilha
a mesma fome. Se você olhar no texto,
vai perceber isso. O leão com asas de
urso com costela na boca aqui. Leonardo
e Leopardo Veloz aqui. Besta sem nome
com dentes de ferro. Cada império possui
então o seu estilo próprio. Mas é
interessante que todos vivem para
devorar.
Se você estudar um pouquinho a história
da humanidade, vai perceber isso. Vai
perceber isso claramente. Perceba algo
também interessante. Olha pro império
babilônico, que foi um império
grandioso, e se pergunte o que que ele
trouxe de positivo para a humanidade
hoje? O que que você tem de positivo no
império politeísta, cheio de vários
deuses e de tantas aplicações contrário
a ao a Deus que trazem até nós hoje
alguma coisa de importante? Você vai
perceber que nada, todos esses impérios,
eles se levantaram e caíram e eles não
deixaram rasto nenhum.
A quarta besta intensifica o padrão, ela
despedaça, pisa aqui e o texto não
romantiza nenhum império. Então a
mudança aqui de bandeira não cura
coração humano nenhum. A gente precisa
entender isso também no nosso tempo.
Sistemas mudam, mas o pecado ele
continua capaz de usar toda a estrutura
para exaltar o homem contra Deus e o
próximo. Por isso, a igreja, ela deve
entregar sua esperança a nenhum reino
terreno. Podemos agradecer por
autoridade justa. Sim, isso é legítimo.
Buscar o bem da cidade é legítimo. Isso
é muito próprio da teologia reformada.
defender o fraco, participar
responsavelmente da vida pública. Tudo
isso é legítimo. Contudo, nenhuma
ideologia, partido, líder, nação suporta
o peso dessa esperança escatológica.
Quando exigimos então de projetos
humanos aquilo que somente Cristo pode
dar, nós começamos justificar métodos
bestiais, nomes aqui de fins
supostamente nobres, que para fins
proveitosos, contrário àquilo que Deus
é.
uma ilustração útil na história e que a
gente precisa voltar à história para
entender o nosso tempo também. Lá quando
o Agostinho ele escreve e o Santo
Agostinho escreve cidade de Deus, cidade
dos homens, foi exatamente quando Roma
foi saqueada no ano 410.
Muitos concluíram que a história naquele
período, naquele tempo, havia perdido o
seu eixo completamente.
Perdeu-se tudo. Agostinho então responde
escrevendo a cidade de Deus, mostrando
que nem o império terreno, nem mesmo
Roma poderia carregar a esperança última
do povo de Deus. E aí ele faz o
contraponto de cidade dos homens, cidade
de Deus.
A cidade dos homens às vezes pode nos
impressionar,
eh, mas ela estáfadada, ruína. A cidade
de Deus permanece porque seu rei não
recebe tronos de ninguém,
não recebe tronos de impérios humanos,
mas do próprio Deus. O texto continua na
sequência, a boca arrogante revela o
coração do império. Pequeno chifre tem
olhos humanos, uma boca que fala com
insolência. Ela parece inteligente,
impressionante, capaz, mas sua fala
denuncia. O próprio texto aqui, sua
pretensão, eh, não é apenas política. O
verso 25 nos fala isso. Ela fala contra
o Altíssimo. Portanto, o império aqui se
torna anticristão quando de fato ele
exige lealdade final, redefine o bem com
e o mal e tenta ocupar o lugar da
palavra de Deus.
A arrogância então continua falando
enquanto o tribunal celestial se prepara
no texto que nós lemos. Isso é
pastoralmente importante para nós aqui.
O silêncio imediato de Deus aqui não
significa nunca ausência de Deus.
A gente vê a blasfêmia que pode euar por
algum tempo. A que a corte que já está
preparada paraa sessão. Então a
paciência divina no texto nunca pode ser
interpretada como impotência da parte de
Deus.
A gente vê sempre isso na história. O
mal fala alto porque o seu tempo é
curto.
O tempo é curto não porque seu trono é
seguro. E a gente precisa lembrar disso.
Getrick Bonhofer, que foi um teólogo,
filósofo, lembrado aqui por sua
resistência ao totalitarismo ali do
nazismo e por sua insistência de que a
igreja pertence a Cristo antes de
pertencer ao estado. Ele dizia eh quando
ele escreveu da prisão, a igreja só é
igreja quando existe para os outros, não
dominando, mas ajudando, servindo. Ela
deve dizer aos homens de todas as
vocações o que significa viver para
Cristo e existir para os outros. Essa
palavra corrige tanto a comissão
covarde, a omissão covarde, quanto a
tentação de dominar em nome da fé. A
igreja resiste ao mal porque pertence a
Cristo, mas o faz servindo,
testemunhando e recusando os métodos da
besta.
Portanto, não pergunte somente quem
parece vencer. Pergunte sempre ao seu
coração, mas olhando pra palavra, quem é
que está dominando sobre todas as
coisas? Outra coisa que a gente precisa
olhar no Antigo Testamento é é
importante lá em Êxodo. O mar, os
monstros, o orgulho imperial, juiz de
Deus eh eh é contra um poder opressor.
Sempre aqui evoca o padrão bíblico em
que o Senhor derrota sempre os poderes
que escravizam o seu povo. Olha para
aquilo que acontece em Êxodo ali, como
faraó, as bestas pretendem dominar aqui
a terra, a história, esmagar os santos,
mas como no êxodo, Deus ouve, Deus
julga, Deus liberta. Isso é um padrão
bíblico que nós não podemos esquecer
jamais. O problema que às vezes nós
estamos imersos às vezes em alguns
desses problemas no mundo caótico e a
gente não pode tirar o olhar de cima
sabendo que Deus ouve, Deus julga e Deus
liberta, a exemplo daquilo que aconteceu
lá no Êxodo. A gente tem uma segunda
aplicação no texto ainda. Quando a
humanidade rejeita Deus, primeira coisa
que nós aprendemos foi isso. O poder
sempre se torna bestial. Portanto, na
sequência, quando as feras rugem,
o antigo dos dias se assenta no céu.
Isso aqui é figura de poder. Não é a
figura de se assentar inerte, mas é a
figura de se assentar no trono para
dominar sobre todas as coisas. Do verso
9 ao 12, ele diz: "Continuei olhando". E
aí ele marca essa mudança decisiva no
texto. Então, Daniel não recebe outra
história, mas agora ele vê a história na
outra perspectiva da mesma história.
Embaixo agitação, em cima tribunal,
embaixo animais correndo, em cima Deus
assentado, embaixo uma boca que se
exalta, em cima livros que registram e
fogo que julga. Isso é muito comum.
Vocês lembram quando a palavra de Deus
conta a história de Eliseu ali na
guerra, né? E a gente vai vendo que eles
ficam alarmado até que Deus abre os
olhos para que eles percebam o exército
de Deus que está em volta.
Muitas vezes, se nós deixarmos de olhar
paraa escritura, nós deixamos de
perceber o exército que está à nossa
volta e quem está sentado no trono. Nós
começamos a pensar que é o ser humano
que está sentado no trono e esse trono
não está, o trono celestial não está em
disputa porque não pode, isso não pode
acontecer. A cena do tribunal, então,
possui agora ressonâncias cultuais. A
brancura, o fogo, os livros comunicam
não apenas governo judicial, mas isso
aponta paraa santidade de Deus. Olha
para Apocalipse, que são as mesmas
figuras.
Ele habita no meio do seu povo e diante
de quem toda a impureza ela é exposta. O
antigo dos dias, então aqui não está,
não julga apenas como um soberano
arbitrário, ele julga como Deus santo da
aliança. Por isso, a esperança dos
santos aqui no texto não se baseia em
Deus ignorar o pecado, mas em sua
justiça santa. Isso é o evangelho que
foi satisfeito plenamente por um
mediador.
Então, a soberania divina em Daniel aqui
é o eh não é esse princípio frio que
normalmente se distancia de nós. É
apontando para isso. É consolo para os
exilados, eh sabendo que Deus governa os
reinos. Lembra do público que primeiro
ele está ainda no ano do exílio de
Israel. Como que o povo de Deus, exilado
na Babilônia, ao receber esse texto,
pode falar assim: "Mas como o Senhor
permanece assentado e fala: "Sim, eu
estou governando e a promessa foi essa:
70 anos vocês vão ficar lá.
Quando atingi o tempo, vocês retornarão.
Estava chegando ao fim aqui, mas era
esse povo que Deus estava trazendo essa
mensagem primeiro. E a gente não pode
falar nos dias de hoje, não, os nossos
dias são mais difíceis, não, os nossos
dias são piores. Não, esse povo está
vesilado na Babilônia.
Aqui então há uma ligação natural com a
confissão de fé de Westminster no
capítulo 5 sobre a providência de Deus
que nos fala que Deus criou todas as
coisas, também as sustenta, dirige,
governa com sabedoria, santidade e
poder. Ele diz: "Providência, então não
significa chamar o mal de bem. Também
não significa imaginar Deus ausente.
Significa confessar que aquilo que Deus
odeia moralmente jamais escapa do
governo santo, sábio e final de suas
mãos. Lá no capítulo da da confissão,
ele diz que Deus governa todas as
coisas. E aí ele utiliza uma palavra que
é muito usado na filosofia, até as
causas contingenciais. Ou seja, para
exemplificar isso aqui, imagina que você
eh pudesse jogar um balde de água numa
área. Você não consegue controlar para
onde essa água vai. Você jogou a água e
ela escorreu. Você não sabe até onde ela
vai parar. Você não consegue determinar
ali. Você não consegue prever o que vai
acontecer. A palavra de Deus diz que com
Deus isso não funciona. Deus domina a
causa primária e Deus domina as causas
contingenciais.
Deus não é pego de surpresa.
Deus não é pego de surpresa. Nós
precisamos lembrar disso. É isso que a
palavra de Deus está falando. Do início
ao fim. Deus nunca vai ser pego de
surpresa. Ou ele vai falar: "Olha, eu
não sabia disso".
De vez em quando surgem teologias que
diminuem a Deus. Uma delas surgiu com
força lá naquele ano que houve a
tsunami.
O teismo aberto dizia que eh Deus ele
foi pego de surpresa naquele momento e
ele chorou quando ele viu a destruição
ali. Por mais difícil que seja a gente
olhar catástrofes como essa agora no
Nepal e vendo cenas difíceis ali, isso
não está fora do controle e domínio de
Deus.
Não está fora
de forma nenhuma. O problema é o ser
humano achar que por Deus permitir todas
essas coisas, Deus deixa de ser bom.
Porque tudo aquilo que deveria acontecer
na humanidade deveria ser algo eh pleno
de bondade. Todas essas coisas, isso não
diz respeito àquilo que é a soberania de
Deus e nem vai contra a soberania de
Deus.
Deus permite? Sim, por mais difícil que
seja para nós pensarmos que crentes
morreram nessas tragédias. Sim.
O problema é que o nosso olhar está aqui
para baixo. Nós somos jogados daqui para
baixo. Para nós, o exemplo de um crente
fiel nunca foi alguém morrer num algo
assim ou morrer novo. Para nós sempre o
ideal de um crente que aí fala: "Deus
honrou". é morrer, sei lá, com 120 anos,
né? Ainda fazendo uma corrida de 10 km
aí na cidade.
Olha para tantos mártires, olha para
tantos que a palavra de Deus fala em
Hebreus 11. Nem por isso Deus deixou de
amá-los. Pelo contrário,
pelo contrário, uma das histórias que
sempre me chama atenção é de Enoque. A
gente olha, parece que meio que
romantizado. Não, Enoque aí diz só o
texto, ele não já não era porque Deus o
tomou para si. Imagine o trauma na vida
dos seus familiares. Falou: "Sumiu".
Cadê Enoque? sumiu.
Para Enoque, ele tava na festa e os de
baixo. Se Enoque andava com Deus, lembra
disso? Ordem lógica. Eh, era alguém, um
bom pai, né? Era alguém fiel a Deus. Aí
você fala assim: "Mas Deus não pode
fazer isso não é tirar uma pessoa boa
dessa da terra?"
Simplesmente o texto diz: "Ele já não
era porque Deus o tomou para si".
é a história de tantos outros. A gente
não pode olhar paraa história com esse
olhar, mas é sabendo que soberania de
Deus implica juízo, na bondade de Deus,
na santidade de Deus e que ele executa
sim juízo sobre a terra. Portanto, se os
primeiros movimentos aqui mostram essa
animalização do poder humano e a
soberania judicial de Deus, nós
caminhamos pro terceiro e último ponto,
que a palavra de Deus nos mostra que o
reino eterno, ele pertence ao Filho do
Homem e é compartilhado com os santos.
do verso 13 até o verso 28 nos mostra
que depois das bestas que sobem do mar,
Daniel vem como filho do homem vindo com
as nuvens do céu. Ele é semelhante a
nós, mas a sua origem é celestial. Aqui
a nuvem nos no Antigo Testamento sempre
pertence a essa manifestação divina. Eh,
e se aproxima agora falando do antigo
dos dias, recebe domínio, glória e reino
para que os povos, nações e línguas
sirvam.
E aí o texto diz: "Seu domínio não
passará, seu reino não será destruído."
Então, nós aprendemos que o verdadeiro
homem que recebe aqui o que as feras
tentaram tomar, as bestas agarraram,
devoraram, pisaram, mas o filho do homem
é que recebe de fato esse poder. Sua
realeza. Então o texto mostra que não
nasce dessa usurpação. É o que
Filipenses nos diz, que ele não usou
como usurpação ser igual a Deus. A
diferença está aqui, mas ele veio com a
aprovação do Pai. Então Daniel vai
reunindo duas linhas de esperança do
Antigo Testamento. Reino da vídic a quem
as nações são dadas.
Salmo 2, Salmo 110, segundo o livro de
Samuel, no capítulo 7. Tudo isso está
relacionado com esse texto. E a figura
celestial que participa das
prerrogativas divinas aqui,
ele é verdadeiramente humano, possui
domínio que somente Deus pode exercer
eternamente. Portanto, essa é a promessa
feita a Davi, que ilumina o cenário, a
cena do filho do homem. Lá em segundo
Samuel, no capítulo 7, Deus promete um
reino estabelecido por sua própria mão.
No Salmo 2 e no Salmo 110, o rei ungido
recebe as nações e assenta-se em honra
de rei.
E Daniel 7, então, ele tá mostrando o
clímax de tudo isso, dessa esperança,
desse reino que foi prometido e que não
será apenas nacional, temporário e
político. é um reino universal eterno
sobre todos. Jesus toma esse título para
si. Nos evangelhos, quando a gente olha
nos evangelhos, Jesus se refere a ele
como o filho do homem que fala da sua
autoridade, sofrimento e glória, que era
necessário. Jesus fala que é ele diante
do Sinédio, ele reúne aqui tanto essa
figura de Daniel 7, quanto no Salmo 110,
quando é acusado parece impotente,
declara que será visto à direita do
poder e vindo sobre as nuvens
na cruz, os impérios parece que
venceram, mas na ressurreição e na
ascensão de Cristo, o Pai publicamente,
isso era necessário aconte acontecer.
Vindica então a justiça no filho. Atos
capítulo primeiro não descreve uma
retirada, mas aquilo ali é uma
intronização.
Palavra de Deus não é aleatória. Quando
eles estão olhando e Jesus subindo entre
nuvens aos céus, aquilo aponta para
todas as profecias que Deus já tinha
dado ao longo das escrituras. Não é
apenas uma ascensão aos céus. Isso é diz
respeito à entronização do filho do
homem que entra na presença do antigo
dos dias e recebe o reino. De novo,
volte voltando à confissão de fé de
Oestim no capítulo 8, que ajuda aqui a
nomear o que Daniel 7 anuncia. Cristo é
o mediador, profeta, sacerdote e rei, a
quem deu um povo, um reino e todo poder
para executar a redenção. O filho do
homem, então, não recebe domínio como
uma figura isolada, mas como cabeça e
salvador do seu povo. Seu reino é
inseparável de sua mediação. Ele reina
porque obedeceu, sofreu, satisfez a
justiça divina, ressuscitou e foi
exaltado. Então, redenção, portanto, não
é Deus simplesmente esmagando poderes de
longe. É o rei que entra na própria
história, assume nossa humanidade, sofre
a violência de dos poderes aqui, carrega
o juízo devido ao seu povo. Na cruz, o
tribunal divino aqui não ignora nossos
pecados. A sentença cai sobre o
substituto. Ressuscitado, ele inaugura
uma nova humanidade. É o reino que é
dado ao homem obediente, porque ele
cumpriu onde Adão, onde Israel, onde
todos nós falhamos. Cristo Jesus
cumpriu. O reino, portanto, do filho se
torna herança dos santos, não apenas
dele. E o texto continua mostrando que
ele comunica tudo isso a nós. E isso
explica porque os santos podem aqui
aparecer de eh alguma maneira derrotados
e ainda assim ser vencedores. O chifre
faz guerra contra eles e prevalece por
um tempo. Verso 21. Até que venha o
antigo dos dias. Verso 22.
E aqui é a fronteira teológica aqui.
Perseguição é real, irmãos. Perseguição
no mundo é real.
Perseguição ao evangelho é real, mas ela
não é final. Basta olhar para aquilo que
está acontecendo o mundo afora em vários
lugares. Basta se ver num país como
nosso, que muitas vezes ainda tem a
liberdade de culto, basta se ver que
cada dia mais isso se torna eh mais
forte em meio à nossa própria sociedade.
Isso é algo que a palavra de Deus já nos
mostra. Mas o tempo da opressão ele é
medido. Tudo isso terminará. A visão
então do texto termina com tremor, eh, e
não com triunfalismo. Daniel fica
profundamente perturbado. Ele muda aqui
de cor do texto: "A certeza da vitória
não torna leviano diante do sofrimento."
Daniel é como um de nós.
Eu sei que muitas vezes o nosso coração
se abala, muitas vezes o nosso coração
treme
diante de notícias e sempre de rumores
piores. Sempre notícias piores.
O nosso coração treme. Daniel também
treme diante disso. nesses momentos que
o Senhor nos chama a olhar para cima e
saber que Cristo Jesus está
assentado no trono. Eu gostaria de
concluir essa noite porque a última
palavra no texto não pertence à boca
arrogante. Daniel nos ensina então que
ao ouvir aqui dois sons, rugido
temporário das feras e a sentença eterna
aqui do trono,
a boca que fala de forma arrogante, mas
ela não fala por último. O tribunal se
assenta, os livros são abertos, o filho
do homem então recebe o reino e os
santos o recebem também em Cristo Jesus.
Muitas vezes nós ficamos cansados porque
a forma de poder terreno se desgasta em
uma série de situações. Talvez esteja
tentando acreditar que em meio a tudo
isso possa haver algo eh melhor que mude
completamente a história.
Mas a palavra de Deus nos chama em olhar
para cima, olhar pro alto. Poderes ele
sempre vem devorando, controlando,
ferindo, justificando arrogância. Mas a
palavra do Senhor nos chama para olhar
para aquele que é o reino eterno.
Por isso, diante desse texto,
nós precisamos lembrar aqui, Cristo não
é acrescentado aqui artificialmente no
texto. Ele é o cumprimento pessoal de um
como o filho do homem, que o texto nos
relata. Isso era a promessa do reino
davídico, né, humano celestial, que é
agora vindicado pelo pai, que recebe
todas as nações, partilha a sua herança
com os santos e manifesta então o reino
eterno por sua morte e sua ressurreição.
Então, irmãos, nós precisamos aplicar
algumas coisas na nossa vida.
Primeira coisa, olhando para esse texto,
entender soberania de Deus. O antigo dos
dias está no trono.
Deus está no trono. Se você não está
conseguindo ver isso, olha pro texto que
nós lemos nessa liturgia.
No ano da morte do rei Usias, eu vi o
Senhor assentado no alto sublime trono.
É interessante aquele texto que Isaías
ele usa na sequência do texto três nomes
diferentes para Deus que falam dos seus
atributos.
Quando ele diz o primeiro, eu vi o
senhor assentado, ele usa um termo que
nós sabemos, Adonai, que diz respeito a
governo soberano, aquele que governa
todas as coisas. E lá no final ele usa
uma terminologia falando aquele que é o
Senhor dos Exércitos e que tá pronto
paraa batalha.
Ele vai entremeando isso, falando de
quem Deus é. O ano da morte do rei
Usias, se você volta na história, foi um
ano de prosperidade para Israel. O texto
lá de Crônicas nos diz que Israel se
torna forte, inventa várias armas lá de
guerra, mas quando chega ali naquele
momento, o Zias morre, o Urias morre, o
Zias, aliás, ele morre. E aí o governo
do povo fala: "E agora o que que vai ser
da nossa vida?"
Aí a palavra de Deus nos mostra que Deus
faz com que eles vejam quem de fato está
no trono. Não é rei no terreno. No ano
da morte dos reios. Eu vi o Senhor
assentado no alto e sublime trono. A
justiça. Então os livros estarão abertos
ou estão abertos? O mal vai ser julgado,
irmãos.
O mal será julgado. A limitação do
sofrimento, a opressão tem prazo
determinado.
E nós precisamos olhar paraa obra de
Cristo. O filho do homem venceu por
obediência, pela cruz e pela
ressurreição.
Nós fomos unidos a ele. Portanto, nós
recebemos o reino juntamente com Cristo.
Essa esperança que deve ser eh levar a
nossa vida em todo e qualquer momento.
O que que tem alarmado você?
Quais são as notícias que trazem
desespero para sua alma nessa terra?
Que que muitas vezes você está olhando
de forma horizontal?
Peça ao Senhor que levante os seus olhos
para contemplar aquele que de fato
governa sobre todas as coisas. Jesus
Cristo, ele reina sobre tudo e sobre
todos. governo humano, ele será
passageiro.
Será passageiro.
Pensando nisso, nós vamos
entoar um hino. E eu convido os irmãos a
entoar esse hino
que se aplica à nossa vida.
Hino de número 154,
segurança e paz.
>> [música]
>> Pelo vale escuro
seguirei.
Jesus,
mais por ti seguro,
[música] vendo a tua luz,
o [música] meu
certo.
Tu dirigirás. [música]
Ao sentir-te
perto.
Nunca [música] perco a paz.
Os [música]
espíritos [canto] santos
que [música] nos vem sangrar. [canto]
São [música]
remédios
santos
para [canto]
[música] os curar.
Onde
[canto] existe a graça
que nos véus,
[música]
tudo que se possa
[canto]
posta [música]
amor de Deus.
Não [música]
há dor que seja
[canto]
sem divino [música]
fim.
Faz, ó Deus, que a igreja
compreenda [música][canto]
assim.
E [música]
apesar [canto] das trevas,
a ver, [música] Senhor,
que tu mesmo livas
com imenso amor.
Breve a noite [música] desce.
Noite de luz
e [música] meu ser careci
de [música][canto] te ver Jesus.
>> [música]
>> Companheiro
amigo,
ao meu lado vens.
Se estás comigo, [canto]
sempre [música]
me sustens.
[canto]
[música]
Amém.
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó Pai,
nessa noite,
a ouvir a tua palavra, ó Deus, que seja
o Teu Espírito Santo, ó Deus, a
aplicá-la em nós.
levanta o olhar do teu povo, da tua
igreja para o alto, ó Deus, para que nós
possamos compreender que mesmo diante de
todas as lutas e dificuldades,
ó Deus, nós somos o povo do Senhor.
Ó Deus, nós precisamos compreender, ó
Pai, que se o o céu é o nosso lar, essa
terra é nosso exílio. Portanto, ó Deus,
que o Senhor, ó Pai, possa nos dar
sempre a esperança e a alegria de saber
que um dia, ó Deus, Cristo Jesus voltará
para nos levar como povo do Senhor, como
igreja do Senhor. Abençoe, ó Deus,
aqueles que estão sofrendo. Abençoe, ó
Deus, aqueles que estão, ó Deus,
padecendo em meio, ó Deus, aquilo que
acontece à nossa volta. Que o Senhor
derrame graça e misericórdia. Que o
Senhor, ó Deus, nos dê sempre, ó Deus, o
vigor necessário, ó Deus, para
continuar, ó Deus, lutando, ó Pai, pela
fé e vivendo o evangelho do Senhor nesse
mundo caído. Alcance, Senhor, aqueles
que ainda não conhece, ó Deus, a Cristo
Jesus.
Abra, ó Deus, o entendimento e o olhar,
ó Deus, para saber, ó Deus, que em
Cristo Jesus nós estamos seguro e
pertencemos a um reino inabalável que
não terá fim. Nos abençoe, ó Deus.
Aplique em nós essa palavra e a nossa
oração em nome de Jesus. Amém. A igreja
pode assentar. Nós vamos ouvir um hino
pelo coro masculino.
Para os montes [música]
olharei [canto]
de onde vem a salvação.
Eu socorro [música]
vem de Deus,
o [canto] Senhor
da criação.
O Senhor [música][canto] é quem te
guarda.
Guardará
de todo mal.
Tua entrada [música][canto]
e saída
desde agora [canto][música]
até o final.
pelo meio [música]
dos perigos
não te deixará [canto]
cair.
Quem [música] a Israel guardava [canto]
não dormiu, [música]
nem vai dormir.
O Senhor [canto]
é quem te guarda,
guardará [música][canto]
de todo mal.
Tua entrada [música]
e saída
desde agora [música]
até [canto] o final.
O Senhor [música] é quem te guarda.
Sombra tua
destra está.
Nem de dia, [música][canto]
nem de noite,
só o mundo
ofenderá. [música]
O Senhor [canto]
é quem te guarda.
Guardará [música]
de todo o mal.
Tu entrada
[música][canto] e saída
desde agora [música]
até o [canto] final.
Vamos nos colocar em pé e nós vamos orar
e receber a bênção do Senhor.
Senhor, nosso Deus, nos leve em paz
debaixo da tua bênção e da tua proteção.
Que o Senhor nos alcance, ó Deus, com a
tua bênção, como é a promessa do Senhor.
Ó Deus, o Senhor que conhece a
necessidade de cada um, ó Deus, nós
pedimos ao Senhor que na tua bondade e
misericórdia
dispense o teu favor sobre o teu povo,
sobre a tua igreja. Aos nossos irmãos, ó
Deus, que não podem estar conosco, mas
nos acompanham à distância. Que a bênção
do Senhor esteja também sobre a vida de
cada um deles. Fica, ó Deus, conosco.
Nos dê uma semana de bênção.
Guarda-nos, ó Deus, e proteja-nos. E
que, ó Deus, tudo que fizermos seja de
fato para glória do Senhor. Nós oramos
assim, pedindo a tua bênção, em nome de
Cristo Jesus. E que o amor de Deus, o
nosso Pai, que a graça de Jesus, o
Filho, e a consolação do espírito santo,
do nosso Deus, estejam sobre todos vós
agora e para todo sempre. Amém.
[canto]
>> Amém.
Amém.
[música]
[canto]
Amém.
>> [música]
>> Vamos nos assentar e ouvirmos o
poslúdio.
>> [música]
>> Nós estamos chegando ao final desse
culto público, agradecendo a Deus
por estarmos aqui, né, nesse domingo,
dia do Senhor. Eu gostaria de conhecer
se alguém que nos visita pela primeira
vez. Se você não ficar constrangido em
ficar em pé, nós gostaríamos de
conhecê-lo.
Também lhe dar uma lembrança em nome da
igreja lá atrás. Que Deus abençoe a vida
de vocês. Sejam muito bem-vindos aqui no
nosso meio. Deus abençoe a vida de cada
um.
Quanto os irmãos cumprimentam, quero
agradecer aos irmãos pelo carinho, as
orações, né, em nosso favor. Não foi
dessa vez que eu, né, estaria com Jesus
e estaria bem, né, mas agradeço muito as
orações, né, o pastor Alex também ficou
com inveja, ele também quis ir, né, mas
ele continua entre nós, tá? Louvamos a
Deus pelo carinho e intercessão dos
irmãos por nós. Meus irmãos, quero
relembrar uns avisos aqui rápido. Preste
bem atenção.
Nós temos alguns eventos que é evento da
igreja de comemoração do nosso
aniversário, tá certo? Então, eventos
bem importantes. Em outubro nós
começamos com a fé reformada, dia
primeiro, tá? Até o dia 4 aqui na
igreja. Faça sua inscrição, isso nos
ajuda bastante, irmãos. Entra lá. Eh, o,
eh, nós, a fé reformada, ela não é o
tema não eh parece que é apenas para
pastores, líderes, não. A aplicação é
para nós entendermos de fato a riqueza
da pregação expositiva e como ela se
aplica na nossa vida. Faça a inscrição,
nos ajude, estejam presente esses dias.
O primeiro dia, eh, nós teremos com a
grande festa, com coral, né, todo mundo
aqui, tá bom? todo mundo bonito, bem
arrumadinho, que a gente vai também
festejar o nosso aniversário. Depois nós
temos a Fé Reformada Jovem, tá? E ela
termina no dia 31 de outubro, que é dia
da reforma, lembra disso? Tá? Então, nós
eh estamos fazendo um evento para toda a
cidade, todas as igrejas presbiterianas,
só que a primeira igreja que tá à frente
organizando.
Então, teremos programação o dia todo.
Pela manhã nós temos programação com
crianças de 9:30 no Centro de
Convenções, tá? Teatro Rio Vermelho, tá?
Então me arrume aí 1888
crianças, tá? Para estarem lá, que cabe,
todo mundo cabe lá.
Nós teremos eh tanto a a tia More, né, o
grupo dela, também vem o secretário
nacional da infância, que é o palhaço
Chulingo, tá? Ele é pastor, mas é
palhaço. Eh, ele vai estar aqui também
conosco nesse dia, tá? OK.
À tarde nós teremos um uma programação
voltada para jovens, adolescentes, mas
qualquer um, se você se sentir jovem
adolescente também tá aberto para todo
mundo. Paulo Baruque e a banda. Nós
teremos a 3 horas da tarde até mais ou
menos 4:30. 5 horas da tarde nós teremos
um trabalho da Sinodal, né, de safes,
que vai até 6:30. 7:30 nós teremos um
culto à noite. Pregador vai ser o Éber
Campo Júnior. Eh, nós teremos também eh
o grupo musical que dirige da igreja, se
vocês não estão sabendo, tá sabendo
agora, eh que dirigirá os cânticos
congregacionais e o coral. E aí eu peço
aos irmãos, se você participa de todos
os corais aqui, se você eh fala assim:
"Não, eu canto bem também", né?
Procure a Lertina, tá caus criando
confusão com ela, mas procure ela. Nós
queremos um coral de mais ou menos 150
vozes, então 100 mais ou menos tem que
sair daqui, tá bom? 50 vem dos demais.
Então, por favor, procure a Lertina. Nós
estaremos ali celebrando a nossa herança
reformada. é um presente paraa cidade.
Todas as igrejas do sínodo estão
convocadas também para esse dia, para
estarem ali também louvando a Deus, né,
por toda a nossa herança reformada.
Antes da gente ir pro nosso cafezinho
ali, eu quero indicar duas literaturas
importantes. Uma aqui do Alistagreth,
que é uma série, são vários livretos,
mas é muito profundo, é pequenininho.
Você que tem problema com o livro
grande, ele é pequeno, mas ele é bem
direto e é muito profundo. falando a
respeito da obra de Cristo Jesus e como
é que a centralidade de Cristo no
evangelho, se tirar Cristo Jesus não
existe evangelho, mas é algo importante
até para que você possa entender e
também explicar para os outros. Esse
outro livro será também trabalhado no
próprio aqui
na igreja, né, no programa
Página Virada.
mas também está disponível, tá? É,
falando a respeito da do da do trabalho
de como isso se relaciona também eh
dentro daquilo que a escritura nos
mostra, como essa produtividade pode ser
redimida. Nós temos tudo isso na nossa
livraria Apab, tá bom? Então, passe lá
enquanto você toma um cafezinho. Que
Deus os abençoe, nos dê uma boa semana
em nome de Jesus.
>> [música]
[música]
>> เ
>> [música]
[música]

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