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A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Hebreus 7 | Luiz Sayão | IBNU

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Bem vindo a Bíblia de estudo comentada
[música] em áudio.
Estudo 177
[música] baseado em Hebreus capítulo 7.
>> [música]
>> Com a NVI lemos a partir do versículo 1:
Esse Melquisedeque, rei de Salém e
sacerdote do Deus Altíssimo,
encontrou-se com Abraão quando este
voltava depois de derrotar os reis e o
abençoou e Abraão lhe deu o dízimo de
tudo.
Em primeiro lugar, seu nome significa
rei de justiça, depois rei de Salém,
que quer dizer rei de paz, sem pai, sem
mãe, sem genealogia, sem princípio de
dias nem fim de vida,
feito semelhante ao filho de Deus, ele
permanece sacerdote para sempre.
Considere a grandeza deste homem, até
mesmo o patriarca Abraão lhe deu o
dízimo dos despojos.
A lei requer dos sacerdotes, dentre os
descendentes de Levi, que recebam o
dízimo do povo, isto é,
dos seus irmãos, embora esses sejam
descendentes de Abraão. Este homem,
porém,
que não pertencia à linhagem de Levi,
recebeu os dízimos de Abraão e abençoou
aquele que tinha as promessas.
Sem dúvida alguma, o inferior é
abençoado pelo superior. No primeiro
caso, quem recebe o dízimo são homens
mortais.
No outro caso, aquele de quem se declara
que vive.
Pode-se até dizer que Levi, que recebe
os dízimos, entregou-os
por meio de Abraão, pois quando
Melquisedeque se encontrou com Abraão,
Levi ainda não havia sido gerado. Olha
só que coisa interessante.
Afinal de contas, que história
complicada e confusa é essa desse
Melquisedeque? O que que ele está
fazendo aqui quando o assunto é falar do
sacerdócio?
Qual é a grande questão que está em
vista aqui? A grande dúvida é a
seguinte: se Jesus é o nosso grande sumo
sacerdote,
se Jesus é de fato o sacerdote absoluto
que pode
trazer a oferta plena, o sacrifício
perfeito diante de Deus, que adentrou o
santuário celestial,
como é que ele pode ser sacerdote se ele
não faz parte da tribo sacerdotal?
A tribo sacerdotal é de Levi.
Os sacerdotes devem ser descendentes de
Arão, conforme a exigência apresentada
no livro de Levítico.
Então, como é que Jesus pode ser
sacerdote? O autor de Hebreus vai
argumentar
de uma maneira muito surpreendente e
especial, dizendo o seguinte: Jesus
é sacerdote de uma outra ordem, uma
outra ordem superior,
que está acima da ordem levítica, e ele
é um sacerdote
da ordem de Melquisedeque. E agora, como
é que isso se firma, se estabelece?
E quem é esse Melquisedeque? Qual a
importância dele?
Melquisedeque aparece lá em Gênesis 14
como o sacerdote do Deus Altíssimo, o El
Elyon.
E Abraão encontra com ele. E conforme o
argumento aqui no livro de Hebreus,
Abraão o considera sacerdote,
reconhece
o a sua posição como tal, de tal maneira
que
lhe entrega os dízimos, aceita a sua
benção e, conforme diz o texto, o
inferior é abençoado pelo superior.
E, portanto, ah, como é que Abraão, que
é aquele que recebe as promessas,
reconhece esse sacerdote que mais ou
menos misterioso, porque
ele não faz parte do ainda da do povo da
aliança, ele parece ser uma espécie de
sacerdote que conhece a Deus e que faz
parte do próprio povo de Canaã.
Como é que ele
pode fazer isso? Então, a grande questão
aparece aqui
que Melquisedeque
é aceito na Bíblia como um sacerdote
pré-levítico
e com um elemento a mais, não é
apresentada nenhuma exigência de
natureza genealógica
relacionada com a transmissão de pai
para filho e o seu sacerdócio é um
sacerdócio ligado
à à não dependência genealógica,
portanto, é um sacerdócio semelhante ao
de Cristo que é independente do tempo,
ou seja, eterno.
E Melquisedeque, portanto, é um tipo de
Cristo e ele, ao mesmo tempo, o seu nome
em hebraico Melqui
Zedeque, Melchizedek, significa
que ele é meu rei eh de justiça ou meu
rei justo. Ele é, ao mesmo tempo, rei
sacerdote, mostrando
tipificando essas duas qualidades no
próprio Cristo.
Portanto, Melquisedeque se torna, então,
a base do sacerdócio de Cristo. Agora, é
importante prosseguir e tentar ver o que
realmente acontece nessa relação entre
Melquisedeque e Jesus a partir do
versículo 11, conforme
nós vemos na NVI.
Se fosse possível alcançar a perfeição
por meio do sacerdócio levítico
visto que, em sua vigência, o povo
recebeu uma lei, por que haveria ainda
necessidade de se levantar outro
sacerdote segundo a ordem de
Melquisedeque e não de Arão.
Certo é que quando há mudança de
sacerdócio, é necessário que haja
mudança de lei. Ora, aquele de quem se
dizem essas coisas pertencia
a outra tribo, da qual ninguém jamais
havia servido diante do altar. Pois é
bem conhecido que o nosso Senhor
descende de Judá,
tribo da qual Moisés nada fala quanto a
sacerdócio. O que acabamos de dizer
fica ainda mais claro quando aparece
outro sacerdote semelhante a
Melquisedeque.
Alguém que se tornou sacerdote, não por
regras, regras relativas à linhagem, mas
segundo o poder de uma vida
indestrutível.
Porquanto sobre ele é afirmado:
"Tu és sacerdote para sempre, segundo a
ordem de Melquisedeque".
O que é uma citação do Salmo 110,
versículo 4, reforçando o argumento do
autor de Hebreus.
A ordenança anterior é revogada, porque
era fraca, inútil, inoperante. Pois a
lei não havia aperfeiçoado coisa alguma,
sendo introduzido uma esperança
superior, pelo qual nos aproximamos de
Deus.
E isso não acontece sem juramento.
Outros se tornaram sacerdotes sem
qualquer juramento, mas ele se tornou
sacerdote com juramento, quando Deus lhe
disse: "O Senhor jurou e não se
arrependerá
Tu és sacerdote para sempre".
Jesus tornou-se, por isso mesmo, a
garantia de uma aliança superior, que
vai ser
a grande questão discutida no capítulo
8.
Ora, daqueles sacerdotes tem havido
muitos, porque a morte os impede de
continuarem seu ofício. Mas visto que
vive para sempre, Jesus tem um
sacerdócio permanente.
Ou seja,
o sacerdócio levítico teve o seu papel e
a sua função, mas era limitada
e não tinha a característica permanente.
Jesus, esse sacerdote perene,
esse sacerdote permanente, substitui
plenamente o sacerdócio antigo por ser
da ordem de Melquisedeque e ser
de uma outra categoria.
E ele é capaz, versículo 25,
importantíssimo, de salvar
definitivamente,
completamente, algumas versões sugerem
que a tradução aqui seja salvar
eternamente aqueles que por meio dele
aproximam-se
de Deus, pois vive sempre para
interceder por eles, diferente dos
sacerdotes que morriam e precisavam de
substituição.
É de um sumo sacerdote como esse que
precisávamos, santo, inculpável, puro,
separado dos pecadores, exaltado acima
dos céus. Ao contrário dos outros sumos
sacerdotes, ele não tem necessidade de
oferecer sacrifício dia após dia,
primeiro por seus próprios pecados e
depois pelos pecados do povo.
E ele o fez uma vez por todas quando a
si mesmo se ofereceu.
Pois a lei constituiu sumos sacerdotes a
homens que têm fraquezas,
mas o juramento que veio depois da lei
constituiu o filho perfeito para sempre.
Portanto, nós vemos que a grande
pergunta e questão apresentada aqui
finalmente está satisfatoriamente
respondida. Como é que Jesus
pode ser considerado sacerdote se ele
não é da tribo de Levi? Ele é sacerdote
de uma outra ordem. Qual é?
Melquisedeque. Esse sacerdócio é
superior. Por quê?
Nós vimos que Abraão reconheceu essa
superioridade
de Melquisedeque. Isso é confirmado com
o juramento feito por Deus no Salmo 110,
que reconhece nesta profecia messiânica
que o sacerdócio de Cristo é permanente
e eterno. O sacerdócio ligado à lei,
o sacerdócio ligado a Levi, Arão,
precisa ser dependente da genealogia,
é feito por sacerdotes imperfeitos que
precisam interceder por si mesmo, seus
sacrifícios não são
absolutamente capazes de resolver o
problema de separação entre Deus e o
homem. Agora, com Cristo,
o sacerdote absoluto,
esta nova ordem de Melquisedeque, esta
realidade
plena de um sacerdote que não precisa
depender do tempo, que não precisa ser
trocado, se manifesta. Portanto, nós
temos o nosso sacerdócio pleno e
absoluto, Jesus Cristo, filho de Deus,
perfeito [música] para sempre.
>> E você, agora que acompanhou a exposição
do capítulo [música] sete de Hebreus,
tem alguma pergunta sobre Melquisedeque,
não é isso?
Pois é, Saião.
Aqui estamos para saber, de fato, quem
seria esse Melquisedeque.
Alguém já disse que talvez poderia ser o
próprio Jesus, o Mateofania.
Nós temos base para dizer isso?
>> Pois é, Alberto, ah,
esta ideia tem sido apresentada como
Melquisedeque
aparece a frase que ele é sem pai, sem
mãe, sem genealogia, sem princípio de
dias, nem fim de vida,
que ele é feito semelhante ao filho de
Deus, permanece sacerdote para sempre.
Ah, mas aqui é importante a gente tentar
entender o que que é uma teofania.
Teofania é uma manifestação de Deus,
isso que a palavra significa
literalmente.
E muitas teofanias aparecem no Antigo
Testamento, quando Deus se manifesta de
alguma forma,
como nós vimos lá em Gênesis 18, o
Senhor aparece a Abraão,
mas aqui não é o caso. Não é o caso
porque Melquisedeque, ele é sacerdote do
Deus Altíssimo,
que é o El Elyon do mundo conhecido da
época entre os cananeus.
E por que que ele é mencionado dessa
forma? Não é que ele, na verdade, não
tem pai, não tem mãe. A questão é que no
livro de Gênesis,
a sua genealogia não é apresentada.
A genealogia era fundamental
para a questão do sacerdote levítico ou
arônico. E quando Melquisedeque é
reconhecido como
sacerdote, no caso de Abraão,
ah, não há necessidade de mostrar a
questão genealógica. Então, é uma
maneira judaica de de de interpretar o
texto que a gente lê e começa a entender
além do que
é acontece. Então, assim como
como Melquisedeque é apresentado como um
sacerdote sem essa dependência
genealógica, Jesus tem o mesmo tipo de
sacerdócio. Mas não podemos pensar,
imaginar em Melquisedeque como uma
espécie de ser
diferente, separado, como se fosse o
próprio Cristo. Não há base para ir tão
longe. Ele é sim um tipo de Cristo, né?
Por ser Ah, tipo é quase como que um
símbolo anterior, né? Por fato dele ser
rei,
ser sacerdote, ser diretamente comparado
aqui em Hebreus, capítulo sete. Então tá
aí a nossa resposta sobre o assunto.
>> Agora a dificuldade que eu acho que
algumas pessoas
têm em relacionar Jesus como o grande
sacerdote
e ao mesmo tempo como o cordeiro de
Deus, né? O sacrifício.
Como é que que fica essa situação? Ele é
um sacerdote, mas ao mesmo tempo ele ele
é a oferta,
né? Então
são duas naturezas distintas aí, né?
>> Pois é, a pessoa de Cristo é a grande
resposta de Deus para todo o problema da
humanidade.
Então ah de fato Jesus tem papéis
diferenciados na sua obra
de salvação.
Jesus é totalmente humano e é totalmente
divino.
Jesus ele é profeta, ele é sacerdote,
ele é rei.
Jesus tem muitas qualifica ções, a sua
obra nós vamos poder ver aqui no Rota 66
com detalhes isso. A sua obra é bem
ampla, bem extensa. Então é verdade que
o Jesus é o sacrifício pelo fato de ele
ser
absolutamente sem pecado. Não poderia
ser apresentado nada maculado, por isso
que ele é o cordeiro de Deus
imaculado, né? Que tira o pecado do
mundo.
O sacrifício de Cristo tem um valor
eterno porque ele é humano, mas é divino
também. Então o sacrifício é real por
ele ser humano, tem é extensão absoluta
e valor eterno por ele ser
absolutamente divino e é um sacrifício
absolutamente aceitável porque é puro e
ele é sem pecado.
Mas ao mesmo tempo em que Jesus
é a oferta
a Deus pelo nosso pecado, ele como a
aquele que intercede por nós, também é o
nosso grande sacerdote, que intercede
por nós diante de Deus e que mediante o
sacrifício do seu corpo nos apresenta,
nos traz para perto de Deus, acabando
com todas as barreiras burocráticas
que impediam esse acesso direto a Deus.
Então,
Cristo acumula aqui as funções de
maneira muito clara e de maneira muito
importante para compreensão da teologia
do Novo Testamento.
>> Por ter duas naturezas, então,
a divina e humana, nós podemos entender,
né, a atuação de Cristo
nessa fase.
>> Exatamente. Cristo sendo humano e
divino, ele pode ser oferta e sacrifício
e também sacerdote ao mesmo tempo.
>> O sacrifício de Cristo, ele alcança a
todos? Mesmo lá no passado,
no presente e ele tem uma extensão
também para o futuro?
>> Olha, Alberto, essa pergunta é
importante, porque é o ele é um
sacerdote, né,
eterno, né? A sua obra,
ah, versículo de número três fala, né,
ele permanece sacerdote para sempre,
quando faz a comparação com o
Melquisedeque.
É verdade, aqui muito importante
destacar isso, é verdade que todas as
pessoas que têm acesso a Deus o têm por
meio de Cristo.
Mesmo, ah, no passado, as pessoas pensam
às vezes que uma pessoa no Antigo
Testamento,
ele era salvo por ser obediente à lei.
Não, ele só podia ser salvo porque ele
cria na promessa de salvação que
chegaria, a promessa ah, de libertação
espiritual plena. E esta salvação e
libertação foi conquistada em Cristo.
Então, as pessoas do passado foram
salvos pelo sacrifício de Cristo que se
deu no futuro em relação a elas.
Nós somos salvos pelo sacrifício que foi
feito por nós, então
o sacrifício de Cristo transcende o
tempo, ele perdoa os pecados do passado,
do presente e do futuro, isso é verdade.
Agora tem um detalhe importante, é
verdade que Cristo disponibilizou
a salvação para todos, ele abriu o
acesso a Deus,
mas não é verdade que todos a tem
automaticamente.
Sem fé é impossível agradar a Deus. Sem
a gente ter o acesso
a esta salvação com fé, nós não podemos
desfrutar dela, é como se a gente
pudesse dizer o seguinte, né?
O arquivo tá lá, mas a pessoa precisa
fazer um download, né? O download é
através da fé na salvação que vem de
Deus. Então é verdade que alcança todos,
mas só tem eficácia para com todos, para
aqueles que creem.
>> O instrumento é a fé.
>> Exatamente.
>> Agora para terminar, eu vou para o verso
10 do Hebreus capítulo 7.
Levi pagou os dízimos a Abraão. Isso não
é meio complicado, meio difícil de
entender uma situação dessa?
>> É, se nós, eh,
não entendermos corretamente o que o
texto tá querendo dizer.
Eh, muitas pessoas, porque o texto diz
assim, né? Pode-se até dizer que Levi
que recebe os dízimos entregou-os por
meio de Abraão, pois quando
Melquisedeque
se encontrou com Abraão, Levi ainda não
havia sido gerado e às vezes algumas
pessoas, né? Vão longe, literalmente
Levi ainda estava no corpo do seu
antepassado.
>> Aí já
>> Aí já viu, o pessoal, não, mas quem sabe
Levi
já já existia, né? Ah, não, o Levi de
alguma forma estava presente no DNA do
Abraão, começa a gente a criar coisas
que não fazem sentido. Aqui é uma
questão representativa,
por quê?
Porque Levi é descendente de Abraão.
E Abraão, representativamente,
porque Levi é quem representa o
sacerdócio, ele representativamente
se encontrou, eh, com Melquisedeque,
fazendo essa mediação representativa.
Então, Levi,
ah,
que recebe os dízimos, entregou-os por
meio de Abraão, mostrando que Abraão, de
quem veio Levi, então, entregou os
dízimos a
Melquisedeque, que tem aqui um
sacerdócio superior. Mas não que
literalmente, é importante, é
representativamente.
Não que literalmente Levi estivesse lá
em forma de assombração, junto lá com
Abraão, para tentar,
eh, fazer essa conexão, né, com o
Melquisedeque.
>> Senão, daqui a pouco vão falar que
Abraão estava no monte da transfiguração
e Levi veio, né?
>> É, exatamente.
Inclusive, um vira para o outro: "Ei,
Levi, quando você tava lá, tal".
>> [risadas]
>> Aí vai.
>> Por aí. Complicado, tá? Fora de
propósito isso.
>> Tá certo. Saulo, muito obrigado pela
explicação. Eu acho que valeu. E você aí
que está nos acompanhando, segura mais
um pouquinho. Vem agora uma palavra
especial para você.
>> Hoje estudamos aqui no Rota 66, o
capítulo sete de Hebreus, falando sobre
o sacerdote absoluto, Jesus Cristo,
nosso Senhor. E a grande lição que
descobrimos surge diretamente do
versículo 25, que diz:
"Portanto, ele é capaz de salvar
definitivamente
aqueles que por meio dele aproximam-se
de Deus, pois vive sempre para
interceder
por eles".
A grande verdade é que Cristo intercede
por nós diante
de Deus.
Certamente nos sentimos tantas vezes
desanimados,
confusos e até mesmo aborrecidos pela
nossa fragilidade, nós que já conhecemos
a Cristo,
sabemos das nossas fraquezas, dos nossos
erros, dos nossos pecados e às vezes nos
frustramos na nossa vida cristã, mas a
grande bênção, Jesus,
o sacerdote perfeito para sempre,
ele agora intercede diante do pai por
você. Ele é o caminho, ele que aproxima,
ele pratica esta intercessão em favor da
sua vida. Isso deve encher o nosso
coração de tranquilidade e confiança.
[música]
Não se esqueça, Jesus, o sacerdote
absoluto, intercede por você e isso lhe
garante toda tranquilidade em relação à
sua vida com o próprio [música] Deus,
nosso pai.

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