Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Rota 66 Português – Hebreus 9-10a | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Hebreus 9-10a | Luiz Sayão | IBNU

Rota 66 Português – Hebreus 9-10a | Luiz Sayão | IBNU

Comunidade Saudável. Cidade melhor!

Contribua para os projetos IBNU:
Chave PIX (CNPJ): 08.802.770/0001-60
Banco Bradesco
Ag. 1445-1
CC. 35400-7

Contribua

Conheça mais:
[email protected]

Home

Siga-nos:
https://www.instagram.com/ibnusaopaulo/
https://www.facebook.com/ibnusp

Legendas automáticas:

Bem-vindo à Bíblia de estudo comentada
em áudio.
Estudo 179,
baseado em Hebreus, [música]
capítulo 9 e capítulo 10a.
>> [música]
>> O capítulo 9 começa falando sobre
[música] a adoração que era feita no
tabernáculo, comparando as duas
alianças, falando do que acontecia na
aliança antiga, aliança mosaica do
Sinai. E o texto diz: "Ora, a primeira
aliança tinha regras para adoração e
também um tabernáculo terreno. Como nós
sabemos, foi levantado um tabernáculo.
Todos lembram aqui do estudo que fizemos
já em Levítico, do lugar santo e também
a parte do lugar santíssimo, também
chamado de Santo dos Santos, onde
estavam, o texto aqui vai dizer no
versículo dois, onde estava o
candelabro, a mesa e os pães da
presença. E isso no lugar santo e depois
separado do lugar santíssimo, onde
estava o altar de ouro para o incenso e
a arca da aliança revestida de ouro. Ah,
e então o versículo de número seis de
fala claramente sobre o que acontecia.
Os sacerdotes entravam no lugar santo do
tabernáculo para eh exercer o ministério
deles. No entanto, somente o sumo
sacerdote entrava no Santo dos Santos ou
no lugar santíssimo apenas uma vez por
ano e sempre fazendo ah o sacrifício com
sangue pelos pecados do povo e até ah
por aqueles que eles haviam cometido por
ignorância. O Espírito Santo diz o
versículo 8 aqui, é importante. Dessa
forma, o Espírito Santo estava mostrando
que ainda não havia sido manifestado o
caminho para o Santo dos Santos enquanto
permanecia o primeiro tabernáculo, ou
seja, o primeiro modelo onde funcionavam
sacrifícios eram imperfeitos. E então o
texto nos diz claramente que isso era
uma ilustração para os nossos dias,
indicando que as ofertas e o sacrifícios
não podiam dar ao adorador uma
consciência perfeitamente limpa. Essas
eram restrições que tratavam de
elementos cerimoniais até que chegasse o
novo tempo da nova ordem. Então, ah,
versículo 11 vai nos falar: "Quando
Cristo veio como sumo sacerdote,
ele adentrou o maior e mais perfeito
tabernáculo não feito pelo homem, não
pertencente a esta criação." O primeiro
tabernáculo é apenas um modelo, mas
Cristo fez um sacrifício absoluto de
natureza plena, universal e até cósmica.
Não foi por meio de sangue de bodes e o
e novilhos, mas pelo seu próprio sangue
que ele entrou no Santo dos Santos de
uma vez por todas. E é claro, diz o
texto, que o sangue de bodes e touros,
eles não tinham condição de purificar
plenamente uma pessoa. Eles não eram,
eles eram apenas eh eh sacrifícios de
natureza cerimonial e que apontavam para
uma realidade. E a questão é que se esse
sangue podia tornar uma pessoa
cerimonialmente pura, quanto mais o
sangue de Cristo, agora muito superior,
que pelo Espírito eterno se ofereceu,
purificará a nossa consciência dos
nossos, relativas aos nossos pecados, no
ah de atos que levam à morte para que
sirvamos ao Deus vivo, diz o versículo
14. Nós não precisamos mais estar nesse
ritualismo, porque agora temos a
realidade, a substância plena. Diante
disso, nessa condição de sacrifício,
Cristo é o mediador de uma nova aliança.
Versículo 15. Esta nova aliança, quando
nós temos a relação com Deus marcada
pela aceitação de Cristo, que traz
obediência de vida, cuja promessa é a
vida eterna e chamado melhores promessas
e nos traz um relacionamento direto com
Deus. esta aliança agora nos que nos é
trazida por Cristo. E versículo 16 a em
diante vai nos falar eh sobre um
testamento. É importante observar que no
grego a palavra testamento e a aliança é
a mesma de até que no caso de um
testamento, é necessário que se comprove
a morte daquele que o fez, mas um
testamento só é validado uma vez ah
quando acontece morte. e nunca vigora,
enquanto está vivo quem o fez. A
primeira aliança por isso, foi
sancionada sem sangue. Quando Moisés
terminou de proclamar a palavra a e os
mandamentos da lei pro povo, ele levou o
sangue de novilhos, de bodes, também
tudo aquilo que envolvia o sacrifício.
Este é o sangue da aliança que Deus
ordenou que vocês obedeçam, citando aqui
o texto de Êxodo 24:8.
Da mesma forma, as pergiu com sangue o
tabernáculo e todos os seus utensílios.
A lei dizia que as coisas deviam ser
purificadas com sangue. Sem derramamento
de sangue não há perdão. Pois é, agora
em Cristo tudo é muito superior.
Ah, o texto vai ainda dizer que era
necessário que as cópias das coisas que
estão nos céus fossem purificadas.
E então a as próprias coisas celestiais
para serem purificadas deveriam ser
feitas com sacrifícios superiores.
Cristo não entrou num santuário feito
por homens, mas sim no santuário
verdadeiro nos céus uma única vez. Então
esse tabernáculo é um modelo de uma
realidade superior celestial e
espiritual. Cristo fez o sacrifício
absoluto, de modo que esse sacrifício
acontece uma única vez, diferentemente
dos sacrifícios antigos que se exigiam
que se repetisse várias vezes. Então o
texto de Hebreus vai dizer no versículo
26 em diante: "Se assim fosse, Cristo
precisaria sofrer muitas vezes desde o
começo do mundo. Mas agora ele apareceu
uma vez por todas no fim dos tempos para
aniquilar o pecado mediante o sacrifício
de si mesmo. A mesma forma como o homem
está destinado a morrer uma vez e depois
disso enfrentar o juízo. Assim também
Cristo foi oferecido em sacrifício uma
única vez para tirar os pecados de
muitos e aparecerá a segunda vez, não
para tirar o pecado, mas para trazer
salvação aos que o aguardam, conforme
leitura da nova versão internacional
da Bíblia. Diante dessa realidade, nós
vamos observar que este sacrifício de
Cristo é absoluto e é definitivo.
É um sacrifício real, feito com sangue,
pois sem derramamento de sangue não há
perdão de pecados. E este sacrifício é o
que está em vista e também é comentado
com mais detalhes aqui no capítulo 10. O
texto nos diz o seguinte: "A lei traz
apenas uma sombra dos benefícios que
vire, não a sua realidade." Por isso,
ela nunca consegue, mediante os mesmos
sacrifícios repetidos anos após anos,
aperfeiçoar os que se aproximam para
adorar. Porque se isso fosse possível,
não haveria necessidade ah deles serem
repetidos. Portanto, o versículo nos
diz, versículo 4, pois é impossível que
o sangue de touros e bode tire pecados.
Por isso, quando Cristo veio ao mundo,
disse: "Sacrifício e oferta não
quiseste, mas um corpo me preparaste de
holocausto e de ofertas pelo pecado, não
te agradaste. Então eu disse aqui estou
no livro está escrito a meu respeito.
Vim para fazer a tua vontade, ó Deus.
Cristo, sim, é o sacrifício perfeito que
estava sendo apenas esperado através
daqueles sacrifícios imperfeitos do
Antigo Testamento. E aqui então essa
citação do Salmo 40 mostra o Senhor
Jesus preparado através desse salmo
messiânico para se oferecer como
sacrifício pleno a Deus, fazendo a
vontade de Deus neste aspecto. E o texto
então vai prosseguir dizendo que dia
após dia, versículo 11, todo sacerdote
apresenta-se e exerce os seus deveres
religiosos repetidamente oferece os
mesmos sacrifícios que nunca podem
remover os pecados. Mas quando este
sacerdote acabou de oferecer para sempre
um único sacrifício pelos pecados,
assentou-se à direita de Deus. Daí em
diante, ele está esperando até que os
seus inimigos sejam colocados como
estrado dos seus pés, porque por meio de
um único sacrifício, ele aperfeiçoou
para sempre os que estão sendo
santificados. O Espírito Santo nos
testifica sobre isto. Esta é a aliança
que farei com eles depois daqueles dias,
diz o Senhor. Pori as minhas leis em seu
coração e as escreverei em sua mente, a
citação de Jeremias 31. E diz ainda:
"Dos seus pecados, iniquidades, não me
lembrarei mais. onde esses pecados foram
perdoados, não há mais necessidade de
sacrifício por eles. E então, como
vemos, o sistema sacrificial
de Levítico, o sistema sacrificial do
Antigo Testamento, da lei mosaica, já se
cumpre plenamente no sacrifício de
Cristo. Não precisamos de nenhum tipo de
ritualismo cerimonial para perdoar os
pecados, [música] porque em Cristo todos
os nossos pecados são absoluta e
plenamente perdoados.
E eu já começo [música] a com a pergunta
que talvez o nosso ouvinte olhou no
texto e já ficou curioso. Saião,
tabernáculo celestial é literal, ele é
espiritual, ele existe mesmo? Porque eu
já ouvi uma história aí que parece que
ele existe mesmo.
>> Olha, Alberto, o texto é bastante claro
em falar ah de que o tabernáculo foi
feito a partir de um modelo que é o
modelo celestial.
O grande problema é que nós temos um
pouquinho de dificuldade
ah de falar das coisas celestiais na
Bíblia. Por quê? Porque a Bíblia, de
modo geral, nos deixa eh bem claro que a
realidade das coisas espirituais estão
acima da nossa compreensão. Então, por
exemplo, quando nós vamos estudar, e
aqui nós vamos estudar no Rota 66, um
livro como Apocalipse ou certas
passagens escatológicas,
essas passagens eles elas mencionam
certas realidades celestiais. Por
exemplo, no final do Novo Testamento,
você tem a Nova Jerusalém, que é um
cubo, né?
Ah, e se nós imaginarmos aquilo eh
literalmente, nós vamos ter uma ideia
até meio estranha do que que é uma
cidade. Quando a gente começa a a
analisar, a gente descobre que existe
muita metáfora, muita linguagem figurada
e nós não temos assim de maneira muito
nítida e clara como vai ser a realidade
celestial. Então, é claro que e o
tabernáculo é feito a partir do modelo
que existe no monte. Agora, em que
sentido existe uma relação? Em que
sentido existe um tabernáculo celestial?
Onde está o ponto de comparação? A coisa
aqui fica um pouco misteriosa. Então, a
gente não tem mais informação detalhada
sobre isso na Bíblia. Por isso é um
pouco assim perigoso a gente ultrapassar
o sinal vermelho e querer assim
descobrir, será que lá tem um altar
também e esse altar mata-se a, por
exemplo, novilhos e bodes no céu, né?
Então é claro que isso é muito pouco
provável. Então nós não podemos fazer
uma ligação muito direta. Existe uma
ligação teológica profunda aqui, né, de
que é um sacrifício imperfeito e o
sacrifício perfeito feito por Cristo que
adentrou o céu. Pode ser que o sentido
seja que simplesmente ele entrou no céu.
Ah, e que isso é o tabernáculo, a morada
de Deus de maneira bem genérica. Pode
ser que haja mais detalhes. Aí nós
chegamos naquele ponto que a gente tem
com que com humildade tomar um certo
cuidado e dizer: "A gente só sabe que
existe uma ligação entre dois santuários
e que a gente não deve detalhar demais,
senão a gente vai entrar em dificuldades
e em labirintos perigosos e
problemáticos".
>> Já pensou? Eu já ouvi gente falando
assim: "É, mas os animaizinhos quando
morrem também vão pro céu?" Aí a
ovelhinha morre aqui e vai pro céu.
Chega lá no céu também vai morrer de
novo.
>> Pois [risadas] é. Então esse tipo de
raciocínio não é adequado.
>> Tá certo? Qual a ligação quando você
citou aqui o verso 16 entre aliança e
testamento? Qual a relação? Eh, pastor
Alberto, quando a gente lê a Bíblia em
português, né, e a gente tem falado aqui
das traduções, falando da NVI, mas
quando a gente lê no original faz uma
diferença grande. O problema é que a
palavra de atequê, é a palavra do grego
que significa aliança, ela também
significa testamento. É a mesma palavra
que aparece ah aí no texto. E aqui ela
tem esse significado. E ela então e e
quem quem tá lendo no original, os
primeiros leitores, eles não tiveram
dificuldade de fazer a relação entre os
dois conceitos, que a palavra é
automaticamente entendida nos dois
sentidos. O que acontece é o seguinte,
no caso da primeira aliança e e o
testamento, né, não nós não tivemos
nenhuma morte ratificadora que
permitisse que os beneficiários fossem
de fato ah de certa forma a alcançados,
né, devidamente
eh gratificados.
E quando nós temos a nova aliança, que
também é aliança testamento, o Novo
Testamento, nesse testamento nós temos
aí uma verdadeira morte,
que é a morte de Cristo. Então, nós
temos a versículo 17 falando que um
testamento só é validado no caso de
morte, uma vez que nunca vigora enquanto
está vivo quem o fez. Então, nesse
sentido, a morte de Cristo estabelece
claramente, com sanção absoluta, a uma
aliança que também é um testamento que
nos atinge como beneficiários daquilo
que foi feito por Cristo pela sua obra
na cruz do Calvário.
>> É sermos coerdeiro. Então, aí em Cristo,
>> é, temos uma herança de eh que decorre
desse eh dessa aliança e testamento
também, que tem o conceito duplo na
própria língua original,
>> nessa morte de Jesus, eh, no seu ato
sacrificial, o seu sangue derramado que
nos purifica. Até aí a gente entende que
bom. Mas no verso 23 fala que esse
sangue também vai purificar coisas eh
celestiais, não é? Que coisas seriam
essas? Até no céu precisa haver esta
purificação.
>> Pois é. Tá vendo? Acho que a gente acho
que é melhor arrumar outro programa.
Esse tá ficando muito difícil, né? O
versículo 23, de fato, nos diz com
clareza que as coisas que estão nos céus
era necessário que fossem purificadas.
Aí vem a pergunta: o que quer dizer
isso? Alguns estudiosos acreditam que
isso é uma referência à obra cósmica de
Cristo, no sentido em que Cristo morreu
não só pelos pecados da humanidade, mas
como aquilo que vai aparecer também em
Colossenses, que a obra de Cristo atinge
a dimensão do universo e ela também tem
eh impacto sobre a presença do mal e do
pecado no universo e não só ah aqui eh
com os humanos na Terra. Mas a
dificuldade que essa ideia nos dá é que
parece que tem coisa para ser purificada
no céu propriamente dito, né? Como se
tivesse impureza lá. Uma outra
possibilidade assim bem razoável de
compreender o que esse texto tá dizendo
é a ideia de que o santuário celestial
não precisava propriamente de
purificação.
O sentido é que do jeito que o santuário
aqui na terra era purificado pelo sangue
dos sacrifícios
e permitia assim a existência de um
lugar onde o pecador pudesse ser
aproximado de Deus, né? Então, o
santuário tinha essa função de aproximar
o pecador de Deus. Da mesma forma, o
santuário celestial é purificado no
sentido de ser o lugar onde o pecador
pode entrar e aproximar-se de Deus
através do sangue de Jesus. Então esta
purificação, então talvez seja aqui
diferente daquilo que algumas pessoas
poderiam imaginar que o céu tá
contaminado e precisa de uma espécie de
>> higienização,
>> higienização geral. Então a ideia
>> provavelmente vai mais nessa direção,
>> tá certo? Olha, se tem uma coisa que
muitas pessoas têm medo é de morrer. Tem
gente que morre de medo de morrer. E no
verso 27 diz que a gente morre uma única
vez.
Mas nós temos aí a corrente da
reencarnação, nós temos outras ideias,
né? E o homem não quer morrer mesmo, né?
>> É verdade. Verdade. Que inclusive uma
boa notícia para quem não quer morrer é
que você vai morrer uma vez só. Então
isso já é um bom alívio, né? Mas a
questão fundamental
é que eh veja bem, são dois elementos
claros aqui. Primeiro é que se é verdade
que a gente morre várias vezes, que a
gente tem várias vidas, então tudo isso
que a Bíblia diz não vai fazer nenhum
sentido, porque na verdade a obra de
Cristo, tudo que ele fez perde o seu
significado.
E a segunda questão é que geralmente a
ideia da reencarnação tá acompanhada da
ideia de que a gente mesmo paga os
nossos erros através do sofrimento, o
que é uma ideia complicada, né? Porque
se alguém tá sofrendo e tá pagando pelos
seus erros, a ideia é que essa pessoa
deve continuar a sofrer. Eu não devo
aliviar o sofrimento dele, senão ele não
paga. O que Hebreus está dizendo é o
seguinte, que o sacrifício de Cristo foi
total, absoluto, foi verdadeiro, foi
aceito por Deus. substitui os
sacrifícios simbólicos do Antigo
Testamento e, portanto, esse sacrifício
traz de fato perdão de pecado, já não há
mais necessidade de sacrifício.
Portanto, os homens morrem uma só vez,
assim como Cristo morreu uma só vez para
perdoar os pecados. Problema da
reencarnação é que a reencarnação
desconhece o conceito de perdão. E o
perdão é a palavra essencial do
cristianismo do Novo Testamento. Mesmo
que muita gente às vezes queja queira,
né, misturar os dois, a verdade, pastor
Alberto, é que não dá para acreditar no
Novo Testamento e reencarnação ao mesmo
tempo. São ideias muito distintas e
contraditórias. Por isso você aí que tem
uma vida só e não é gato, né? É bom
tratar direitinho da sua vida, porque
depois, né, saí, como é que fica, né?
>> Complicado.
>> Obrigado pela explicação. Você continua
aí na sintonia porque temos ainda mais
uma palavra para você.
[música]
Hoje no Rota 66 falamos sobre o
sacrifício perfeito e absoluto, lendo e
estudando Hebreus 9, a primeira parte do
capítulo 10. E qual é a grande, a grande
lição para nossa vida? A grande lição
chama-se a única chance.
Muitas vezes nós nos animamos com várias
coisas na vida quando elas podem ser
resolvidas de uma outra forma. Mas
quando temos problemas que são
absolutamente sérios e precisam de uma
única solução, por exemplo, alguém vai
fazer uma cirurgia que é absolutamente
capaz de definir se a pessoa vai viver
ou não vai viver, vai operar um câncer,
vai operar do cérebro. Não há
possibilidade de resolver de uma outra
forma. É a única chance. A única chance
do homem perante Deus é o sacrifício
perfeito e absoluto de Cristo feito na
cruz do Calvário. Hebreus é muito claro
em dizer isso. E a grande verdade para
[música] o nosso ouvinte que nos ouve é
que a única chance da sua vida diante de
Deus não está numa instituição
religiosa, numa igreja, numa outra
organização, [música]
em um ministro religioso. Sua única
chance está no sacrifício de [música]
Cristo, que morreu para perdoar os seus
pecados. Portanto, abra a sua vida para
Cristo, receba ele, do contrário,
[música] você não terá outra chance,
outra alternativa de acordo com o ensino
do Novo Testamento.
>> [música]
>> เ
[música]

Tags: