Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Um coração exposto e confrontado pela compaixão de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 23/08 | 18h

Um coração exposto e confrontado pela compaixão de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 23/08 | 18h

Um coração exposto e confrontado pela compaixão de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 23/08 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

[música]
Boa noite, irmãos.
Com muita alegria e temor que estamos
aqui na presença do nosso Deus mais uma
vez para poder prestar culto de adoração
ao nosso Deus. E iniciaremos isso agora
com o prelúdio através do nosso coro
misto.
[música]
Glória e louvor [música][canto]
dai ao nome de Deus.
Glória,
glória.
Cantemos
todos.
Glória e louvor [canto][música]
dai ao nome de Deus.
Glória
[música][canto] e louvor
dai ao nome de Deus.
[música]
Vós todos
e [canto] a Deus cantai
com alegria, [canto]
glória e louvor. [música]
>> [canto]
>> Aleluia!
Cantai
[canto] aleluia! [música]
Terra
glória e [música][canto] louvor.
[música]
Glória e [canto] louvor
dai ao nome de Deus.
Glória, [música][canto]
glória,
cantem os povos. [música]
Glória e louvor
ao nome [música][canto]
de Deus.
[música]
Glória [música][canto] e louvor
ao nome de Deus.
[música]
Glória [canto]
louvor.
Glória e louvor.
[canto][música]
Glória e louvor. [canto][música]
Cantai
a [canto][música]
Deus.
Glória e louvor ao nome do nosso Deus.
Em continuação ainda a essa adoração,
eu farei a leitura do salmo de número
33, do versículo 13 até o 22. E eu
convido para que a igreja ainda sentada,
enquanto a os outros irmãos são
acomodados, que acompanhem comigo a
leitura desse salmo. Salmo de número 33,
do versículo 13 até o 22. No salmo de
adoração e exaltação de quem é o nosso
Deus.
Diz o seguinte: "O Senhor olha dos céus,
vê todos os filhos dos homens, do lugar
de sua morada observa todos os moradores
da terra. Ele que forma o coração de
todos eles, que contempla todas as suas
obras. Não há rei que se salve com o
poder dos seus exércitos, nem por sua
muita força se livra o valente. O cavalo
não garante vitória. A despeito da sua
grande força, a ninguém pode livrar. Eis
que os olhos do Senhor estão sobre os
que o temem, sobre os que esperam na sua
misericórdia, para livrar-lhes a alma da
morte e no tempo da fome conservar-lhes
a vida. Nossa alma espera no Senhor,
nosso auxílio e escudo. Nele o nosso
coração se alegra, pois confiamos no teu
santo nome. Seja sobre nós, Senhor, a
tua misericórdia, como de ti esperamos.
Graças a Deus por esse Deus maravilhoso,
poderoso que ele é e que podemos juntos
adorá-lo. Vamos orar.
Senhor Deus, somos gratos, ó Pai, pela
oportunidade que o Senhor dá, ó Deus, a
cada um de nós aqui de hoje estarmos na
tua presença, ó Pai. Sabemos que é o
Senhor que nos trouxe até aqui. Sabemos
que a tua misericórdia, ó Pai, que nos
permitiu estar na tua presença até o dia
de hoje, ó Pai, nos ajudando, ó Deus, a
perseverar, ó Pai. Tenha misericórdia
sobre cada um. Ajuda-nos, ó Deus, a
reconhecer quem tu és, ó Pai, conforme é
descrito neste salmo. Ó Deus, tem
misericórdia. Abençoe a tua igreja, cada
membro, ó Pai, da tua igreja, ó Deus,
que está aqui hoje na tua presença.
Ajude-nos, ó Deus, a enxergar quem tu
és. Dê-nos, ó Pai, essa oportunidade
essa noite. É o que lhe rogamos em nome
de Jesus. Amém.
Faremos agora a juntos entoaremos o hino
de número 38, Louvores sem Fim. E
durante a condução desse hino que será
realizado pela nossa regência, quem veio
preparado para trazer os seus dízimos e
ofertas vai ter a oportunidade de adorar
o nosso Deus através da entrega dos seus
dízimos. Façamos isso aqui nos
gasofilácios à frente ou pelos meios
eletrônicos que estão indicados à nossa
tela.
Vamos nos colocar de pé.
Mil vezes miles
rendamos [música][canto]
a Jesus
e dá mais alto Glória
desceu [música]
até a cruz.
Por sua imensa [música][canto]
graça,
por seu digno amor.
Por todo [canto]
seja sempre
louvado
Salvador. [música]
Miles
miles
louvor.
ao Senhor
que nos amou e nos salvou. Bendito
Salvador
e ao redor do trono
do Redentor
Jesus.
Milhares de milhões
em refugi
de [música] luz.
Com reverência
adoram
o grande Salvador.
E ao bom cordeiro r [música] a honra e
louvor.
Mil vezes
mil vezes
louvores
ao Senhor
e nos amou e nos salvou. Bendito
Salvador,
ouvind
agora todos [música]
a celebrar
as glórias. Sem ternas
retior
com [música] vozes de vitória. [canto]
Teu nome proclamai. [música]
Mil vezes mil louvores
a [canto] Cristo tributai.
Ves-se,
mil vezes-se
louvores
ao Senhor,
quem nos amou e nos salvou. Bendito
Salvador.
[canto][música]
Amém. Ainda de pé, eu convido os irmãos
[limpando a garganta] a abrirem suas
Bíblias no Salmo de número 145.
Salmo de número 145.
E faremos juntos a leitura dos
versículos 8 e 9.
Salmo 145, versículos 8 e 9. Vamos ler
juntos.
Benigno e misericordioso
é o Senhor, tardio em irar-se e de
grande clemência. O Senhor é bom para
todos e as suas ternas misericórdias
permeiam todas as suas obras. Amém. A
igreja pode se assentar.
Teremos agora um momento de oração, de
confissão, de pecados ao nosso Deus.
E eu convido a igreja para que tire esse
momento para alguns instantes para poder
colocar na presença do nosso Deus todas
as nossas falhas, os nossos pecados,
aquilo que temos feito e temos
desagradado o nosso Senhor Deus. Vamos
ter esse momento e em seguida eu peço
para que o nosso irmão Alípio, o filho,
que ele possa conduzir-nos todos juntos
em uma oração de arrependimento e
confissão perante o nosso Deus.
Senhor Deus, nós estamos aqui porque nós
te amamos.
Estamos aqui, ó Deus eterno, porque
queremos nos relacionar com o Senhor.
Queremos te conhecer cada vez mais,
porque sabemos, ó Deus, que a eternidade
consiste em te conhecer.
Sabemos o quão santo é o Senhor. Temos
consciência da sua santidade.
E porque temos e queremos ter cada vez
mais um bom relacionamento com o Senhor,
de glória em glória, nós confessamos os
nossos pecados.
Não porque o Senhor não, porventura
tenha algum pecado sem perdão. O Senhor
já nos perdoou todos em Cristo Jesus.
Mas porque queremos nos relacionar cada
vez mais contigo. Não queremos te
ofender porque nós te amamos. Não
queremos te ofender porque tu és santo.
Porque nós sabemos quem tu és.
Nós o conhecemos por meio do sangue de
Cristo Jesus.
E te louvamos, ó Deus eterno, pelo
privilégio de chegarmos diante do teu
santo trono em oração e levar ao deserno
diante do teu santo trono nossos pecados
e nossas falhas.
certo de quem somos merecedores de ira
do Senhor, mas tendo recebido, pelo
sangue do teu santo cordeiro o perdão
dos nossos pecados, nós chegamos no teu
santo trono
agradecidos
pelo perdão do Senhor. Um perdão que não
veio de graça, um perdão que teve um
preço alto, o sangue do teu filho amado.
Estamos aqui para te adorar,
conscientes, ó Deus eterno, de que o
nosso perdão vem pelo sangue de Cristo
Jesus. Por isso, ó Deus, nós vamos
louvar ao Senhor essa noite em paz,
porque a paz que excede todo
entendimento não vem pelo nosso
currículo, não vem pelo nosso histórico,
vem pela obediência do teu filho Jesus.
Certos, ó Deus, da sua obra feita ao
deser eterno, em nosso lugar, estamos
aqui, ó Deus eterno, lavados pelo sangue
de Cristo Jesus para te adorar, para te
louvar por tudo que tu és e pelo perdão
concedido a nós em Cristo Jesus. Te
louvamos em nome de Jesus. Amém.
Amém.
Teremos agora um momento especial, um
batismo infantil será conduzido pelo
pastor Alisson.
Meus queridos irmãos, domingo, dia do
Senhor, oportunidade de nós batizarmos
crianças, nossos filhos, filhos de
crente, é sempre uma alegria. E por isso
eu peço, por favor, que o Igor Barbosa e
a Manuela tragam à frente a Esterd
Oliveira Alves e também que o Wesley
Belizário e a Larissa tragam a Rebeca de
Andrade Belisário
para que assim sejam selados.
O selo da nova aliança, o batismo. Podem
ficar aqui.
[limpando a garganta]
Isso.
Que bênção, queridos. Duas meninas, duas
ovelhinhas no reino do nosso Senhor. Eu
compartilho uma da palavra de Cristo que
diz assim em Marcos, no capítulo de
número 10, no verso de número 13. Então
lhe trouxeram algumas crianças para que
as tocasse, mas os discípulos as
repreendiam. Jesus, porém, vendo isso,
indignou-se e disse-lhes: "Deixai vir a
mim os pequeninos, não os embaraceis,
porque dos tais é o reino de Deus". Em
verdade vos digo, quem não receber o
reino de Deus como uma criança, de
maneira nenhuma entrará nele. Então,
tomando-as nos braços e impondo-lhes as
mãos, as abençoava. E claro, esse
versículo ele não está falando sobre
batismo infantil, mas ele tá falando
sobre algo muito importante, que é a
inclusão de crianças
no reino do Senhor. A inclusão de
crianças no reino do Senhor. Eu quero
que você observe a maneira como Jesus se
relaciona com elas. Jesus não trata as
crianças como pessoas que devem
permanecer afastadas até que tenham uma
certa idade que possam responder por si
só. Não, não é assim que o nosso Senhor
Jesus Cristo faz, como é o resultado do
pensamento de algumas correntes
teológicas. Não é assim. Jesus as
recebe, Jesus as abençoa e afirma que
dos tais, de tais é o reino de Deus.
Quando é filho de crente, isso é
elevado, então, à décima potência,
porque o filho de crente, ele nasce, ele
tem uma condição espiritual diferente
dos demais. Ele nasce dentro da família
da fé. Em Primeira Coríntios, no
capítulo de número sete, o apóstolo
Paulo, tratando sobre casamento, ele
fala que se ao menos um dos pais servir
ao Senhor Jesus, essa criança não nasce
como ímpio, ela nasce como como santo. É
esse o termo que é dito na palavra do
nosso Senhor. É claro que haverá um
momento, e assim nós temos na nossa
igreja, graças a Deus, em que os filhos
chegarão diante da presença da igreja,
da assembleia do Senhor reunida e eles
então professarão. Já não andamos mais
pelas nossas pela fé dos nossos pais,
mas agora pela nossa própria fé. Mas
nossos filhos não ficarão isolados da
família até esse dia. Todos eles já
estão selados até que assim seja.
confirmado no dia em que responderem com
fé diante da santa presença do nosso
Senhor. E aqui estão essas crianças
maravilhosas.
E eu quero dar como resposta paraa
igreja da parte dos pais algumas
promessas são feitas durante esse
momento. Primeiro, vocês prometem que se
Deus for servido, conservar a vida
dessas crianças até a idade própria,
vocês a educarão na crença do Pai, do
Filho e do Espírito Santo e em nossa
santa religião, como é ensinada nas
Escrituras do Antigo e do Novo
Testamento.
Sim. Amém. A igreja ouviu o testemunho
dos pais. Promete encaminhá-las pelas
santas veredas da cruz, servir vocês
mesmos de exemplo de piedade e envidar
todos os esforços para livrá-las das más
companhias e de maus exemplos,
ensinar-lhes a Bíblia e trazê-las
convosco à igreja regularmente,
ensinando-as a adorar ao Senhor com
reverência e a estimar como irmãos os
demais membros da igreja.
Sim, promessa feita. Prometem também
orar com elas e por elas, dar-lhes ou
mandar dar-lhes a instrução e educação
que puderdes, criá-las na disciplina e
na correção do Senhor.
Amém. Esse é um testemunho que é feito
diante da igreja, diante da assembleia,
o povo do Senhor reunido neste lugar. E
mediante essa afirmativa,
Rebeca, eu te batizo em nome do Pai, do
Filho e do Espírito Santo. Senhor,
conserve a vida dessa criança. Que até,
Senhor Deus, a idade da razão, ela possa
caminhar pela fé dos pais e assim,
Senhor Deus, depois responder com fé no
seu próprio coração. Seja a tua bênção e
a tua misericórdia. Ajude os pais para
que a Rebeca ande nos teus caminhos e
assim tema e trema diante do Senhor.
Essa é a oração que fazemos no nome do
Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Ester,
em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo, eu te batizo. Senhor Jesus,
conserve a vida dessa criança, Pai. Seja
a tua bondade e misericórdia sobre ela
durante todos os seus dias. Que ela ande
com integridade, que ela ande, Senhor
Deus, olhando paraa vida dos pais como
exemplo. E assim, Senhor Deus, tema e
trema diante de ti. Nós, Deus, como
igreja, mediante, Senhor Deus, esse
pacto que é feito nesse dia, ó Deus,
oramos pela vida delas e também nos
comprometemos a Senhor Deus, a sempre
clamar, a sempre ensinar e fazer aquilo
que é nossa responsabilidade como
comunidade da fé. Tenha misericórdia,
abençoe esses pais e seja a tua graça
sobre o teu povo. É a oração que fazemos
no nome do nosso Senhor e Salvador Jesus
Cristo. Amém. E amém. Deus te abençoe,
meu irmão. Deus te abençoe. Deus te
abençoe. Deus abençoe. Deus te abençoe.
Deus te abençoe. Deus abençoe em nome de
Jesus. Deixa eu ver se
agora conduzidos com os nossos irmãos a
no louvor ao nosso Deus.
>> Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de
pé para estar adorando ao Senhor. Antes
nós éramos inimigos de Deus, né? Nós
estávamos afastados, mas pelo sacrifício
de Cristo, ele nos achega ao Pai. E
assim, quando ele se entregou ali na
cruz, o vé do templo se rasgou. E agora
Cristo é esse acesso direto ao Pai, o
Filho Unigênito. E é nessa presença, na
presença de Cristo, que nós reunimos
aqui e cantamos juntos.
Jesus, em tua [música] presença
reunimos
aqui,
contemplamos tua face e rendemo-nos a
ti.
Pois um dia a tua morte trouxe vida
[música][canto] a todos nós e nos deu
completo acesso
ao [música] coração [canto]
do Pai.
E o que separava
já não [música] separa mais.
A luz controla apagada, [música][canto]
agora brilha e cada dia brilha mais.
Sou para te adorar [música]
e fazer teu nome
para ti,
te dar o louvor que é [música]
o
presença.
Deus é comigo.
Senão
ter aqui.
Pois dia tua morte
todos os dom. Eu nunca
ao coração.
[música] Para
já não separa mais.
A luz queora
agora brilha e cada dia brilha mais
para te adorar.
grande
amor que deu [música]
sorte
para te adorar.
grande [música]
ovido.
>> [música]
>> já nos prepara mais
a luz controla apagada
Senhor
para te adorar
e fazer
teu nome [canto]
grande
e te dá o louvor que é devido.
Estamos
nós aqui
só para te adorar
e fazer
teu nome
grande
e te dá o louvor.
que é devido
[música] estamos
nós
aqui.
Estamos
nós
aqui.
>> Amém. Que maravilhoso cantarmos juntos,
né, sobre o amor de Deus, sobre a
presença de Jesus. Essa canção continua
falando sobre esse nosso louvor, que é
estar na casa do Senhor e que a nossa
vida ela é diferente quando temos Deus,
pois ele é a nossa força, ele traz
alívio à nossa alma mesmo nos momentos
de dificuldades.
>> [música]
[música]
>> dia E vivemos
sobre a tua direção.
Seja
sobre viver, [música]
ouvir a tua voz
e te obere.
>> [música]
>> quando nos sentimos
tristes e sem direção.
Tu serás a nossa casa
e a nossa salvação
será
alegria.
Nossa, coração,
Senhor, a nossa força
e a nossa salvação.
[música]
>> [música]
>> Seja
cada [música] dia que viver
sobre a tua vida.
Seja
[música]
ouvir tuas
teo
[música]
quando
triste em
tua
>> [música]
[música]
>> a nossa salvação
alegria.
>> [música]
>> Amém. Essa essa canção que nós vamos
cantar agora diz sobre o nome de Jesus,
doce nome. Lá em Isaías 9, o profeta ele
falou assim: "Porque o menino nos
nasceu, um filho se nos deu, o governo
está sobre os seus ombros e o seu nome
será maravilhoso, conselheiro, Deus
forte, pai da eternidade, príncipe da
paz". Quando a gente vê a quão
maravilhoso é o nome de Jesus, que
carrega tanto significado e traz ao
nosso coração paz.
>> [música]
>> ou tua voz
e sentir teu amor. [música]
Só de pronunciar
o teu
red. [música]
E do meu sofis
deas [música]
vez
só de ouvir tua voz [música]
sem de teu amor.
Só de todos que o teu nome.
Os seusamã [música]
Deus
foi deas
[música]
que no seu nome
que transforma em alegria
o meu tr [música] coração.
Jesus
o teu nome.
É capaz de um homem. [música]
Só de ouvir tua voz,
de sentir [música] teu amor.
Só de pronunciar
o [música] teu nome.
Seus
e
[música]
Jesus
que no se nome
[música] que transforme
alegria
o meu de [música] coração.
O teu nome
é capaz de dar o seu
Jesus.
Que doce nome
que transforma [música]
alegria [canto]
este coração [música]
[música]
de dar para homem salvação.
homem salvação.
>> Senhor meu Deus, nós te agradecemos por
estarmos aqui reunidos no teu santo
lugar, louvando o teu nome. Agradecemos
pelo sacrifício de [música] Cristo, por
tudo que ele fez ali na cruz, por
perdoar os nossos pecados
e termos a oportunidade de nos
achegarmos a ti e falarmos a ti e
fazermos parte dessa família. Te
agradecemos por tudo em nome de Jesus.
Amém.
Teremos agora
de oração com as nossas crianças. Eu
convido aqui à frente todas crianças a
de 2 a 8 anos para que possam vir. A
gente vai ter esse momento de oração.
Ah, elas terão do outro lado no IP o seu
culto infantil. E também o nosso
bersário estará aberto para receber as
crianças de até 2 anos.
Deus tem nos dado a bênção de ter um
ministério infantil muito forte, que é
uma alegria poder ver as nossas crianças
crescendo na igreja. E pedimos pedir
sempre, devemos pedir a Deus sempre a
que ele nos capacite a conduzir essas
crianças à presença dele, assim como nos
comprometemos juntamente com os pais né
agora a pouco, que possamos como igreja
também conduzir essas crianças com o
nosso exemplo na presença do nosso Deus.
Gostaria de pedir para nossa irmã Selma
fazer essa oração pelas crianças.
Vamos orar, crianças.
Senhor, nosso Deus, nosso amado Pai, nós
te rendemos graças, Senhor, porque
podemos nos achegar ao teu trono de
graça, podemos prestar esse culto a ti,
porque temos tantas crianças aqui na
nossa igreja, Pai. Pedimos que o Senhor
continue conduzindo cada uma delas,
dando sabedoria aos seus pais para
ensiná-las na disciplina admitação do
Senhor, ensiná-las no teu caminho, Pai.
E que agora o Senhor possa preparar cada
um dos professores que estarão ali para
falar ao coração delas, Senhor, trazer
uma palavra que elas possam entender e
que tudo que for ensinado, Pai, seja
fruto, dê frutos na vida de cada uma
delas, que elas possam eh entender e
aplicar em suas vidas, Senhor. Que o
Senhor possa abençoá-las e que elas
cresçam em estatura e graça perante o
Senhor. Assim nós oramos e agradecemos
em nome de Jesus. Amém.
Amém. Ah, vamos agora ser conduzidos na
preparação para podermos receber a
palavra do nosso Senhor pelo nosso
corumista. Em seguida, reverendo Edgar
vai trazer-nos a palavra.
Eu
[música]
[música] vejo
Deus,
eu vejo
Deus [música]
exaltado
com louvores. [música]
Pela sua
criação.
Eu [canto] vejo [música]
Deus.
Eu
vejo
Deus [música]
meus olhos [canto][música]
vem o rei.
Cordeiro [música]
santo, [canto]
para sempre
[música]
reinará. [canto]
Seu mão [música][canto]
enche o tempo
de esplendor. [música]
Os céus com glória
louvam em redor [música] de [canto]
seu trono.
>> [música]
>> Ó [canto] Deus, cantamos
santo,
[música]
santo é o cordeiro, [canto]
[música]
o Salvador.
[música]
Eu vejo [canto]
Deus,
[música]
eu vejo Deus.
>> [música]
>> Exaltado
com [canto]
louvores.
Pela sua [canto]
criação, [música]
eu vejo
Deus. [música]
[canto]
Eu vejo Deus.
[música]
Meus olhos vem o rei.
Cordeiro
[música]
santo
para sempre. Sempre
[música]
eu [canto] vejo [música]
Deus.
Deus,
Senhor, [música]
eu [canto] vejo
Deus. [música]
Senhor,
eu [música]
fecho
>> [música]
>> Meus irmãos, graça e paz a todos.
Abram comigo a palavra do Senhor no
livro de Jonas, capítulo 4.
Lerei os versículos de 6
a 11.
Jonas capítulo 4
versículos de 6 a 11.
Jonas capítulo 4. abrir Mateus,
retroceder alguns poucos profetas, você
chega ao livro de Jonas, capítulo 4,
versículo de 6 a 11.
Diz assim a palavra do Senhor.
Então fez o Senhor Deus nascer uma
planta que subiu por cima de Jonas para
que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a
fim de o livrar do seu desconforto.
Jonas, pois, se alegrou em extremo por
causa da planta. Mas Deus, no dia
seguinte, ao subir da alva, enviou um
verme, o qual feriu a planta, e esta se
secou. E nascendo o sol, Deus mandou um
vento calmoso oriental. O sol bateu na
cabeça de Jonas, de maneira que
desfalecia, pelo que pediu para si a
morte, dizendo: "Melhor me é morrer do
que viver". Então perguntou Deus a
Jonas: "É razoável essa tua ira por
causa da planta?" Ele respondeu: "É
razoável a minha ira até a morte. Tornou
o Senhor. Tens compaixão da planta que
te custou trabalho, a qual não fizeste
crescer, que numa noite nasceu e numa
noite pereceu. E não ei de eu ter
compaixão da grande cidade de Nínive, em
que há mais de 120.000 pessoas que não
sabem discernir entre a mão direita e a
mão esquerda e também muitos animais.
Vamos orar ao Senhor mais uma vez.
Pai bondoso, por graça e misericórdia,
nós pedimos ao Senhor para falar conosco
mais uma vez por meio da tua palavra.
Estamos diante da palavra do Senhor,
aberta, lida e carecemos, ó Deus, da
instrução que vem do Senhor. Carecemos
da correção, da edificação,
do alimento que a tua palavra nos é,
Pai. Que o Senhor, por meio da ação do
Teu Santo Espírito, ilumine a nossa
mente, prepare o nosso coração para que
a tua palavra seja recebida, para que a
tua palavra seja entendida e que assim,
Pai, nós sejamos motivados, estimulados
pelo Espírito Santo para colocá-la em
prática, para que nós vivamos para a
glória do Senhor. É no nome de Cristo,
Pai, que nós oramos e pedimos. Amém.
Meus irmãos, pela graça de Deus,
chegamos hoje ao nosso último sermão da
nossa série de exposição no livro de
Jonas. Eu acredito que, embora tenhamos
percorrido uma narrativa bem conhecida,
nós somos surpreendidos por esta
narrativa. E isto acontece porque esse
livro é muito mais do que uma história
de um homem engolido por um grande
peixe. Eu sei que ele é conhecido
bastante por causa disso, mas é muito
mais do que essa pequena narrativa
dentro da grande que ele está contando.
Na verdade, o livro de Jonas é a
história de um Deus soberano, de um Deus
gracioso que não desistiu do seu profeta
e que também demonstrou essa
misericórdia, essa graça a uma grande
cidade de pecadores arrependidos, a
cidade de Nínive. Como eu disse no
último sermão, no penúltimo sermão, no
sermão da última vez, se o livro de
Jonas tivesse terminado no capítulo 3,
depois de todas as revira-voltas, nós
poderíamos dizer que ele teve um
encerramento belíssimo. No entanto, o
livro não terminou. E agora que nós
estamos diante do capítulo 4ro, nós
podemos dizer que ainda bem que ele não
terminou. No capítulo 4, nós temos então
a continuidade dessa narrativa e nós
temos nela um grande foco que agora é
mostrar o coração do profeta. O grande
objetivo agora do capítulo 4, que é o
ápice dessa narrativa, é mostrar para
nós que o grande problema não era o
coração dos ninivitas. Eles eram
pecadores. O seu pecado tinha subido até
o Senhor. Deus tinha uma mensagem de
juízo para essa cidade. Mas uma vez que
Jonas foi lá e pregou, aqueles homens,
toda a cidade em massas, mulheres,
crianças, todos se arrependeram. Então,
o grande problema não era o coração dos
ninivitas, mas sim o coração do profeta
Jonas. Esse homem havia experimentado
pessoalmente a misericórdia de Deus, mas
logo no início do capítulo 4 ele é
apresentado profundamente irado, porque
Deus resolveu demonstrar sua
misericórdia aos ninivitas. O profeta
que tanto recebeu graça de Deus, não
queria que outros fora de Israel, que
não tinham aliança com o Senhor
recebessem a misericórdia, a graça desse
Deus. Foi com Jonas então sentado do
lado de fora de Nínive e ainda tomado
pela sua insatisfação, esperando para
ver o que aconteceria com a cidade de
Nínive, que nós então terminamos o
último sermão que tratou então da
primeira parte, versículos de um até o
cinco. É a partir então dessa cena que
nós chegamos agora aos versículos de 6 a
11 que narram para nós o desfecho desse
livro. Agora, por uma última vez, nós
vamos ver Deus tratando com o seu
profeta. E nós veremos que essa
tratativa não vai acontecer apenas pela
fala de Deus, Deus falando com o seu
profeta. Deus providencialmente vai usar
uma planta, um verme, um vento,
perguntas, coisas que diríamos que são
assim aparentemente simples. Ele vai
usar essas coisas para dar uma lição
viva a Jonas. E assim ele vai expor, ele
vai revelar o coração desse homem e ele
vai confrontar, porque esse profeta
ainda não conseguia enxergar e muito
menos aceitar a grande compaixão de
Deus. Como eu falei no último sermão, o
livro de Jonas é muito bom para expor a
nossa condição de caída. A gente lê o
livro de Jonas e a gente fica assim
admirado com a condição de Jonas e a
gente vê muito de Jonas em nós. Eu disse
isso no último sermão. Por mais
desconfortável que seja reconhecer,
há muito de Jonas em nós. Há muito de
Jonas, mais do que nós gostaríamos de
admitir. Nós poderíamos dizer que Jonas
é gente da gente. E por isso quando a
gente lê esse livro, a gente fica
preocupado. A gente fica assim meio
irado com esse homem. Mas na verdade ele
está tratando daquilo que nós mesmos
somos. Nós veremos então Deus
confrontando o coração do seu profeta e
ao mesmo tempo nós seremos levados a
entender que Deus em sua graça, também
está conduzindo as circunstâncias da
nossa vida, não apenas para mudar aquilo
que nós fazemos, mas ele tem um objetivo
de revelar aquilo que nós somos. E uma
vez que fica claro aquilo que nós somos,
ele então confronta o nosso coração para
que ele seja então conformado ao que é
precioso aos olhos do Senhor. E o
objetivo de Deus não é outro, a não ser
que nós aprendamos a viver de acordo com
aquilo que conhecemos dele. Jonas tem um
bom conhecimento de Deus. Na primeira
parte, no versículo dois, ele traz uma
teologia maravilhosa sobre o Senhor. Ele
conhecia o Senhor, mas ele não vivia de
acordo com aquilo que ele conhecia do
Senhor. Ele queria, por vezes, criar,
formular para si, fazer um Deus do seu
próprio jeito, do seu próprio gosto.
Deus vai confrontar o coração desse
profeta e como um espelho nós também
seremos confrontados por meio desse
texto. Bom, como isso vai acontecer? Nós
vamos seguir então o fluxo aqui do texto
e nós veremos que isso vai se apresentar
no decorrer dessa exposição. Primeiro,
nós temos aí então no versículo 6 uma
dádiva que é dada a Jonas e que vai
expor o que realmente alegra o coração
desse profeta. Há uma dádiva então que
expõe o que realmente alegra o coração
desse profeta. Veja comigo a parte A do
versículo 6, que diz assim: "Então fez o
Senhor Deus nascer uma planta que subiu
por cima de Jonas para que fizesse
sombra sobre a sua cabeça, a fim de o
livrar do seu desconforto." Essa
primeira parte do versículo 6 tem como
objetivo chamar a nossa atenção para
aquilo que Deus faz para o seu profeta
como reação daquilo que o profeta fez no
versículo 5. Ele ficou ali distante da
cidade, ele sai da cidade e ele quer,
como um espectador ver o que aconteceria
com aquela cidade. Então vem o versículo
seis para dizer: "Olha o que Deus fez
para esse homem". Embora esse profeta
tivesse armado um abrigo para que
debaixo dele pudesse ver o que
aconteceria com Nínive, provavelmente os
materiais que esse homem encontrou para
sua construção não lhe daria uma
proteção total do sol. Além disso, a
temperatura naquela região era muito
alta e o calor era escaldante, o que
tornaria mais desconforto ainda a espera
desse homem. Ele queria assistir o que
aconteceria com a cidade, mas seria
desconfortável ser um espectador ali
naquele momento. Seria muito doloroso
para ele. O que Deus faz? Então aqui
como acontece em todo o livro, o texto
vem e nos diz que Deus age graciosamente
para com o teu servo e ele age com uma
provisão. Assim como o Senhor
providenciou para esse homem um grande
peixe para que ele fosse resgatado das
profundezas do mar. Agora, Deus, mais
uma vez graciosamente faz nascer e
crescer uma planta por cima de Jonas,
por cima do abrigo, por cima da cabeça
de Jonas. E perceba que Deus providencia
essa planta com um propósito muito
específico. Ele, essa planta cresceria
sobre Jonas para que pudesse lhe
proporcionar sombra, para que assim ele
pudesse ter o seu desconforto aliviado.
Era uma espécie de uma planta de folhas
largas. Nós não sabemos que planta era
essa, mas certamente o que Deus faz
nascer e crescer aqui sobrenaturalmente
muito rápido, iria proporcionar a sombra
que ele tanto precisava, que esse tanto
profeta que esse tanto que esse profeta
tanto precisava. O que é descrito aqui
Deus fazendo, meus irmãos, é algo
impressionante. Não se esqueça que esse
profeta estava profundamente descontente
com Deus. Ele estava irado. É assim que
ele é descrito no versículo 1 do
capítulo 4. Ele saiu da cidade depois de
Deus demonstrar toda a sua misericórdia
para com os ninivitas. Foi ele que foi
instrumento nas mãos de Deus para ir lá
pregar a palavra. Deus o usou
poderosamente, mas logo no versículo um,
ele fica irado, ele fica descontente com
o Senhor. Mas olha, mesmo assim o Senhor
age providencialmente para lhe conceder
sombra. Deus está sendo generoso para
com este homem. E Deus está agindo com
graça. Veja que maravilha. Jonas
continuou sendo beneficiado pela graça
de Deus, mesmo enquanto demonstrava ter
muita dificuldade em aceitar que Deus
fosse gracioso para com outras pessoas
fora de Israel. Essa realidade, por si
só, deveria constranger Jonas e mais,
ela deveria nos constranger também. Eu
falo assim porque, infelizmente, pode
não ser poucas as vezes que também
reclamamos das circunstâncias, também
demonstramos insatisfação com o modo de
Deus agir. E o que que acontece conosco?
Deus graciosamente, generosamente
continua a nos beneficiar. Nós estamos
aqui nessa noite por causa da graça de
Deus. Será que essa semana toda nós
demonstramos contentamento para com o
Senhor? Será que nós fomos gratos ao
Senhor no decorrer de toda essa semana?
Será que nós não reclamamos do modo de
Deus agir na nossa vida nesta semana?
Mas olha só, Deus continua sendo
gracioso conosco. Diariamente ele nos
sustenta. Diariamente ele nos assiste
com a sua bondade. E ai de nós se não
fosse assim. O que seria de nós se ele
não agisse assim? Perceba, Jonas só está
vivo debaixo daquele abrigo por causa da
graça divina. Esse homem só respirava
por causa da graça de Deus. Ele iria
desfrutar a sombra de uma planta que
cresceu, que nasceu, que cresceu por
causa da graça de Deus. Era bom demais o
que Deus estava fazendo para este
profeta. Foi tão bom que observe o que é
dito aí no final do versículo 6. Olha a
reação dele. Olha o quanto ele vai ficar
contente com o que está acontecendo. A
parte final do verso 6 diz: "Jonas, pois
se alegrou em extremo por causa da
planta. Jonas ficou extremamente alegre
pelo que Deus estava fazendo para ele.
Por incrível que pareça, aqui é a
primeira vez que esse profeta é descrito
alegre neste livro.
Isso me causa espanto. Porque será que
este homem não teve motivos para se
alegrar com o Senhor anteriormente? Nós
estamos falando do homem que foi
resgatado das profundezas do mar por um
grande peixe resultado da providência de
Deus. Nós estamos falando de um homem
que no capítulo anterior havia pregado,
Deus havia usado, ele tinha sido
instrumento nas mãos de Deus, ele foi
poderosamente usado, mas lá em vez de se
alegrar, ele ficou descontente. Ele
ficou irado. E aqui ele está
extremamente alegre. Quando uma planta
surgiu para lhe proporcionar sombra, aí
Jonas se alegrou em extremo. Ag, fica
claro o quanto esse homem é egocêntrico,
o quanto esse homem é egoísta,
o como esse homem tem a síndrome do sol.
Ele acha que tudo tem que girar em torno
dele. É um homem extremamente egoísta.
Jonas era egocêntrico em relação à graça
de Deus. Para esse homem, a misericórdia
de Deus sobre milhares de pessoas não
era motivo de alegria. Mas uma planta,
uma planta que viesse para aliviar o seu
desconforto, para produzir nele um
bem-estar, aí sim era motivo de alegria.
Jonas é do tipo de pessoa que se alegra
intensamente quando algo serve ao seu
conforto, mas ele não consegue se
alegrar quando a graça de Deus alcança
pecadores que ele considerava indignos.
Olha o que está sendo exposto e revelado
aqui. Aqui, queridos, é preciso destacar
que não há nenhum problema em si no fato
de Jonas se alegrar com a planta. Não é
este o ponto aqui. De fato, a planta era
uma dádiva de Deus. Mas o problema está
no contraste que o texto está fazendo
para nós. Ele ficou triste com aquilo
que deveria alegrá-lo.
Deveria, ele não ficou, ele ficou triste
com aquilo que deveria alegrá-lo, que
foi a salvação de uma cidade. Ele se
entristeceu por causa disso, mas ele se
alegrou em extremo com aquilo que lhe
proporcionava conforto. A alegria de
Jonas aqui nos ensina que aquilo que nos
dá alegria revela muitas vezes o que
mais valorizamos. E nem sempre o que
mais valorizamos é o que Deus valoriza.
Nem sempre o que mais valorizamos
é tão precioso assim aos olhos do
Senhor. Assim surge aqui algumas
perguntas que nós precisamos responder.
O que realmente tem produzido alegria em
nosso coração? Será que nos alegramos
também quando alguém que julgávamos
improvável
ser alcançado pelo evangelho? Será que
nós nos alegramos quando isso acontece?
Será que não estamos construindo para
nós abrigos que nos deixam satisfeitos,
desfrutando da graça de Deus para
conosco? De tal forma que ficamos apenas
como meros espectadores de dos
infortunos e das misérias desse mundo,
sem nos importarmos? Afinal de conta,
Deus está sendo gracioso conosco. Que o
resto do mundo que vá de mal a pior,
que a maldade no mundo aumente, que o
pecado aumente, que pessoas que não
conhecem Cristo continuem sendo
mergulhados no pecado.
Será que foi para isso que Deus nos
chamou, meus irmãos, para sermos meros
espectadores, confortáveis em nossas
cabanas?
agraciadas por Deus, aguardando que o
mundo vá de mal a pior, que os pecadores
sem Cristo mergulhem ainda mais nos seus
pecados.
E nós temos a boa nova para anunciar
para eles. Nós temos o testemunho
cristão para expressar para eles.
Tomemos cuidado porque o nosso coração
ele é enganoso. Ele pode reagir muito
mal ao conforto que a graça de Deus nos
dá. Jonas aqui está reagindo mal.
Veja que cenário triste nos é
apresentado aqui. Apesar de Jonas estar
alegre no conforto da sombra fornecido
pela graça, fornecida pela graça de
Deus, Jonas passou a esperar com
alegria. E o que que Jonas estava
esperando ali com alegria?
a destruição da cidade de Nínibe. Ele
esperou com alegria para ver o que
aconteceria com aquela cidade.
Do ponto de vista aqui de Jonas, ele
estava agora no melhor cenário possível.
Esse profeta não percebeu que Deus
estava usando uma dádiva para revelar
aquilo que mais alegrava o seu coração.
E tal revelação não era boa. O problema
não está na planta, não está na dádiva
de Deus, mas está no que foi revelado o
coração desse homem. Mas ainda bem que o
Senhor não parou aí a sua lição. Ele
tinha um plano para a planta de Jonas. O
Deus que preparou a planta também
preparou um verme para destruí-la.
Versículo 7 e 8. Nós temos agora uma
perda que vai expor claramente a
desordem do coração deste profeta.
Versículo 7 diz assim: "Mas Deus, no dia
seguinte, ao subir da alva, enviou um
verme, o qual feriu a planta, e esta se
secou. E nascendo o sol, Deus mandou um
vento calmoso, oriental. O sol bateu na
cabeça de Jonas, de maneira que
desfalecia, pelo que pediu para si a
morte, dizendo: "Melhor me é morrer do
que viver".
Olha só, depois de ter experimentado uma
deliciosa sombra proporcionada por Deus
e de tudo isso ter gerado extrema
alegria no coração do profeta, ele vai
ter que agora lidar com um problema no
dia seguinte. De acordo com o verso 7, o
próprio Deus no dia seguinte envia um
verme. É Deus quem faz nascer uma
planta, que faz com que ela crescesse.
Agora, o texto diz que Deus envia um
verme, um propósito estabelecido, ferir
a planta, de tal forma que a planta se
secou com isso. Mais uma vez, Deus está
demonstrando ao seu profeta toda a sua
soberania sobre a criação. Lembra lá do
capítulo 1, quando Jonas estava fugindo,
veio uma tempestade muito forte. Era
Deus quem estava enviando a tempestade.
Depois que esse homem foi lançado ao
mar, veio um grande peixe. Foi Deus quem
enviou o grande peixe. Agora veio um
verme. Esse verme destruiu a planta. Ela
secou-se. É Deus soberanamente que está
conduzindo a sua criação. Então o verso
oito destaca que quando o sol nasceu,
Deus mandou um vento calmoso, oriental,
um vento assim abrasador. Sabe aquele
clima? A gente tá experimentando isso
nos nossos dias, aquele clima assim de 2
horas da tarde. Potencialize isso.
Aquele vento assim abrasador. E o sol
passou a bater na cabeça de Jonas. De
tal maneira que esse profeta ia ficando
desfalecido até o ponto dele dizer
novamente que era melhor morrer do que
viver.
Tão rápido como foi a mudança das
circunstâncias, olha só, foi a mudança
do humor de Jonas. Aquele homem que
estava alegre em extremo, agora volta a
desejar a própria morte. Ele fez isso
nos versos anteriores e agora ele
repete. Quando o seu conforto vai
embora, quando a vida não anda do seu
jeito, quando a vida não lhe beneficia,
quando Deus não age para lhe beneficiar,
o Jonas egocêntrico prefere morrer.
Prefere que sua vida seja tirada. Esse
homem não conseguia lidar com as
circunstâncias soberanamente criadas por
Deus, administradas por Deus. Ele não
procurava ficar em paz com o modo de
Deus agir. Ele tinha sérios problemas
com esse Deus. Infelizmente, podemos ter
muita dessa atitude de Jonas também em
nós. Nós gostamos muito de reconhecer a
soberania de Deus, a providência, o seu
belo modo de agir. E não tem nada de
errado nisso. Mas nós fazemos isso
quando ele nos dá aquilo que desejamos.
Aí a gente diz: "É, Deus está
soberanamente conduzindo a minha vida.
Ele está no controle". Mas, meus
queridos, nós temos muitas dificuldades
de confiar quando ele permite que aquilo
que recebemos seja retirado. Aquilo que
ele mesmo nos deu seja retirado de nós.
Tem teologias por aí que acham que isso
é injusto.
Tem uma música aí dita evangélica
que até declara: "Restitui, eu quero de
volta. O que é meu, você já ouviu? Sabe
o quanto ela é horrível. Se você não
ouviu, não ouça. É melhor mantenha os
seus ouvidos longe dela. Mas a música
declara assim e declara com ousadia:
Restiti. Eu quero de volta o que é meu.
Jonas, faltou cantar isso aqui.
Restitue. Eu quero de volta o que é meu.
A verdade, irmãos, é que corremos o
sério risco de amarmos o Deus que
prepara a planta para nós, mas nem
sempre confiamos no Deus que prepara o
verme para destruí-la.
Nós gostamos da providência divina
quando nos traz conforto. Mas será que
nós continuamos confiando no Senhor
quando ele nos conduz ao desconforto? E
por vezes ele faz, ele faz isso na nossa
vida. Jonas precisava entender que Deus
não havia deixado de ser Deus quando a
planta secou. Não era necessário pedir a
morte para si. Não era para reagir dessa
forma.
e muito menos havia deixado de ser
gracioso.
Deus estava tão presente no envio do
verme, do mesmo jeito que ele estava
presente quando ele fez a planta, a
planta nascer e crescer para gerar
sombra para este homem. Deus estava
trabalhando tanto para gerar conforto
quanto o desconforto. Não é o mesmo Deus
que está agindo aqui. O Deus que tira o
desconforto é o mesmo Deus que agora
proporciona
desconforto para este homem.
O ponto aqui é que a dádiva e a perda
são usadas por Deus para expor e tratar
o coração do seu servo. E há algo mais
profundo em tudo isso. Não foi a perda
da planta em si que criou o problema
para Jonas
ou foi?
Não foi, irmãos. A perda da planta só
revelou qual era o problema que já
estava lá. A planta revelou o que
ocupava o coração deste homem. egoísmo.
Só eu quero ser beneficiado pela sua
graça. Só eu quero o seu favor. Só eu
mereço. Mas ninguém merece a sua
misericórdia. Mas ninguém merece a sua
graça. Meus irmãos, Deus também pode
agir assim em nossa vida.
Muitas vezes é por meio da perda que ele
nos faz perceber o quanto nós havíamos
colocado o nosso coração em coisas que
amávamos mais do que deveríamos amar.
Tinqueller, ao falar sobre idolatria,
lembra-nos que uma das formas de
identificar os ídolos do nosso coração é
observar o que acontece conosco quando
aquilo que valorizamos nos é tirado. Às
vezes a gente diz: "Não, eu não tenho
ídolo no coração".
E se Deus deixar você perder algo que
você tanto valoriza, como você vai
lidar? Como você vai reagir com a perda?
E aqui, irmãos, pode ser um filho, pode
ser um cônjuge, pode ser um bem
material.
A lista é grande. Se Deus tirar, como
você vai reagir? Isso pode expor um
ídolo no seu coração. Há coisas que nós
pensamos estar sob o nosso controle até
o momento de perdermos e descobrirmos
que, na verdade, eram elas que exerciam
profundo controle no nosso coração.
Às vezes Deus permite que aquilo que
mais amamos seja tocado, não apenas para
nos entristecer, não é esse aqui o
objetivo de Deus com Jonas, mas para
revelar o que realmente governa o nosso
coração.
Isso não significa, irmãos, que toda
perda na nossa vida é de algo que domina
o nosso coração. Não é isso que eu estou
dizendo. Mas é certo que Deus, em sua
providência pode usar perdas e
desconfortos para revelar o que está
controlando o meu e o seu coração.
Mas o Senhor ainda não terminou de
tratar com o seu profeta,
que agora quer morrer. Simplesmente ele
quer morrer porque perdeu a planta dele.
Amou demais a planta, era um pai de
planta e agora ele quer então morrer.
Mas Deus agora tem duas perguntas para
lhe fazer.
Versos 9 e 11 apresentam para nós duas
perguntas que confrontam
esse profeta. No verso 9. Depois de
Jonas dizer que é melhor morrer, Deus
vai questioná-lo. Olha só. Então,
perguntou Deus a Jonas: "É razoável essa
tua ira por causa da planta?" Ele
respondeu: "É razoável a minha ira até a
morte".
Perceba que agora nós temos algo
diferente. A pergunta que Deus tinha
feito a Jonas no início deste capítulo
sobre a razoabilidade da sua ira, por
ter o Senhor agido com misericórdia para
com os ninivitas, não foi respondida.
Mas agora, quando esse Deus pergunta a
Jonas sobre a razoabilidade da ira por
causa da perda da planta, daquilo que
lhe causava conforto, aí sim ele
responde ao Senhor. Lá ele virou as
costas para o Senhor. Ele saiu de
Nínive.
E ele montou para si um abrigo. Agora,
quando tocava no conforto dele, ele
então agora responde ao Senhor. Mas a
resposta é boa? A resposta é
problemática.
Jonas quando abre a boca tem problema
vindo. O profeta relutante,
petulante, responde dizendo que tem todo
o direito de ficar irado pela perda da
planta até o ponto de desejar a morte.
Como se Jonas estivesse dizendo para
Deus: "Olha, como eu poderei viver no
mundo onde o Senhor permite que a minha
planta pequena e preciosa, que me dá
tanto conforto, morra, seja tirada de
mim?"
É inaceitável Deus viver no mundo dessa
maneira. É assim que ele está falando
para o Senhor aqui.
Então, Deus mais uma vez vai perguntar
ao seu profeta nos versículos 10 e 11.
Veja
a última pergunta de Deus para ele.
Tornou o Senhor, tens compaixão da
planta que te não custou o trabalho, a
qual não fizeste crescer, que numa noite
nasceu e numa noite pereceu? E não ei de
eu ter compaixão da grande cidade de
Nínive, em que há mais de 120.000
pessoas que não sabem discernir entre a
mão direita e a mão esquerda e também
muitos animais.
Note, irmãos, o que foi construído aqui.
Note que agora a resposta de Jonas serve
direitinho a lição que Deus estava
lhe aplicando. Deus armou todo um
cenário para chegar nesse ponto e agora
aplicar nele a sua lição. Há toda uma
sequência aqui muito bem orquestrada
sendo apresentada. Deus deu, Deus tirou,
Deus perguntou.
ao dar, ao tirar e ao perguntar o
coração do profeta, ó, foi entregue de
bandeja, tá aqui como anda meu coração.
Mas agora Deus vem trata, Deus vem
confronta o coração deste homem. Deus
agora vai usar um argumento lógico aqui
do menor para o maior para confrontar o
profeta e as suas reações. E a lógica do
argumento de Deus aqui é irrefutável e é
simples.
Jonas não teve mal entendido com a
lógica que está sendo apresentada.
Jonas foi capaz de ter compaixão, de
ficar triste pela perda de uma planta
que nada lhe custou,
que ele mesmo não produziu e nem
cultivou.
Agora, se Jonas, agindo em benefício
próprio, pôde desenvolver essa ligação
com a simples planta, que dizer de Deus?
Será que Deus não poderia ter compaixão
de uma grande cidade que era a crise do
profeta com 120.000 pessoas?
120.000 pessoas
que não sabem discernir entre a mão
direita e a esquerda?
Aqui é uma referência para um povo que
não tinha a revelação especial relativa
à vontade moral de Deus, como os
israelitas tinham, como Jonas tinha.
Eles não tinham.
E também muitos animais.
Deus é o criador desse povo. Deus é o
criador dos animais. Deus é o criador
dessa cidade. Será que Deus não poderia
agir com compaixão para com estes? Jonas
pode que não te custou nada. Agora eu
que sou o criador, preservador de tudo
isso, eu não posso agir com compaixão.
Queridos, consegue perceber a força do
argumento de Deus aqui? Dá para refutar
isso daqui? É irrefutável.
Fica claro que a compaixão de Jonas é
limitada, é seletiva, é egocêntrica.
Mas é de Deus. É de Deus. é santa, é
sábia, é soberana, é graciosa. E aí você
pode ir adjetivando.
E aqui faz-se necessário alguns
destaques, irmãos. Deus não está dizendo
que os ninivitas eram inocentes e que
por causa disso, eles mereciam ser
salvos. Não, até porque eles não eram. E
o livro todo deixa claro que o juízo de
Deus que seria lançado sobre Nínive se
não se arrependesse, era justo.
Era justo o juízo de Deus.
Também Deus não fechou os olhos para o
pecado dos ninivitas.
O pecado ele precisa ser julgado. Deus
não ignora o mal. Deus não fecha os seus
olhos para o mal.
No entanto, o argumento é de que nada
disso impede Deus de ser misericordioso
e de ter compaixão dos pecadores que se
arrependem. Este é o argumento.
Aqui, queridos, surge uma pergunta
teológica para nós.
Como Deus pode ser tudo isso?
Justo, não ter os olhos fechados para o
pecado, misericordioso,
ter compaixão de pecadores, ao mesmo
tempo?
que é uma pergunta para nós
respondermos, para lidarmos com ela.
Como que ele pode ser tudo isso?
Onde que está a resposta para essa
pergunta, irmãos?
Queridos, a resposta está lá na cruz de
Cristo.
O livro faz parte de uma grande história
que está sendo contada e a grande
história da redenção,
daquele Salvador que quando Jonas pregou
em Nínive ainda estava por vir,
mas que para nós ele já veio para nos
salvar e ele já foi crucificado por nós.
É lá na cruz, irmãos, que o próprio
filho de Deus é entregue,
que os pecados para os quais Deus não
pode fechar os olhos são lançados sobre
os ombros dele. É lá na cruz. Ali o
filho amado e santo é crucificado em
nosso lugar. E ele recebe sobre si o
juízo que pecadores merecem, que os
nenivitas mereciam, que Jonas merecia,
que nós merecemos.
E é justamente, irmãos, por isso que
pecadores como nós podem receber
misericórdia, porque na cruz a justiça
de Deus não é ignorada, ela é plenamente
satisfeita. Na cruz ele é justo, ele é
misericordioso, ele tem compaixão, ele é
gracioso e por aí vai.
A cruz responde para nós. Foi na cruz
que Jesus recebeu aquilo que nós
merecíamos para que pudéssemos receber
aquilo que não merecíamos. E o que não
merecíamos?
Graça, misericórdia, perdão e compaixão
desse Deus. É por isso, meus irmãos, que
o Deus de Jonas tem todo o direito de
amar aquilo que Jonas não estava
conseguindo amar. E nós também
precisamos aprender a lidar com esse
amor de Deus nos nossos dias.
Quantas vezes, sem perceber,
estabelecemos os limites da graça de
Deus. Achamos que determinadas pessoas
estão longe demais
para serem alcançadas por essa graça.
Que pessoas pecaram demais, que nos
machucaram demais,
que não merece, não merecem a compaixão
divina.
Humanamente falando, realmente elas não
merecem, assim como nós também não
merecemos. Esse é o grande problema. Por
isso que é graça, por isso que é
misericórdia, o que Deus faz em nosso
favor. Sem aceitar isso, meus irmãos, e
sem saber lidar com isso. Tristemente,
Jonas se importava mais com a sua
própria condição, com o seu próprio
conforto do que com pessoas, irmãos.
Esse é o problema grave aqui, com
pessoas sendo salvas e preservadas.
William Gram, neto do famoso evangelista
Billy Gram, tem um livro sobre Jonas,
cujo título é Surpreendido pela Graça,
lançado pela editora Cultura Cristã.
Leia esse livro. Nele, comentando esse
texto, esse autor diz algo que eu julgo
ser espantoso. Comentando esse texto,
ele diz que uma diferença entre o amor
de Deus e o nosso é que Deus sempre
valoriza mais as pessoas.
Muitos de nós temos algo que amamos mais
do que as pessoas,
o esporte,
o carro, o dinheiro, o nosso negócio. E
aí acrescente na sua lista aí que você
pode amar mais do que pessoas.
Alguém colocou isso da seguinte forma:
"Na cidade de Deus, os habitantes amam
as pessoas e caminham sobre o ouro,
enquanto na cidade do homem, composta de
Jonas, os habitantes amam o ouro e
caminham sobre as pessoas".
Era assim que Jonas queria fazer com os
nineevitas. Eu amo a planta, mas se eu
pudesse, eu pisaria. Eu mesmo destruiria
a cidade de Nínive.
Assim, meus irmãos, o livro de Jonas
termina como ele todo é, de uma maneira
surpreendente.
Eu costumo dizer que eu tenho uma um
caso de amor e ódio com Jonas.
Jonas termina de maneira surpreendente.
Provavelmente foi ele quem escreveu esse
livro. A gente não tem o versículo 12.
Bom seria, né, se tivéssemos o versículo
12. Por isso a gente fica com a dúvida,
o que aconteceu com esse profeta?
Nós não sabemos, irmãos. E não será no
próximo sermão que nós tentaremos
descobrir, porque não tem mais Jonas.
Acaba aqui o livro. Talvez esperássemos
que depois de tudo o que aconteceu,
pareceria o versículo 12 com Jonas,
finalmente dizendo: "Ah, Senhor, agora
eu entendi." Ou esperaríamos algum
registro de arrependimento, alguma
confissão, alguma mudança de atitude,
mas percebam, irmãos, nada disso é
registrado para nós. O livro termina sem
terminar com uma pergunta de Deus sobre
a sua compaixão. É assim que ele
termina.
E ele termina assim propositadamente,
porque essa pergunta não foi apenas para
Jonas ou foi,
ela também foi para o povo da antiga
aliança, dos israelitas que leriam este
livro. Essa pergunta, irmãos, ela está
diante de nós e ela continua sendo feita
para nós. O livro termina, mas a
pergunta continua. Deus pode ter
compaixão ou não?
Pode ou não? A pergunta ainda continua.
Por isso, não fique curioso sobre o que
Jonas fez depois. O foco da pergunta não
é para ficarmos curiosos.
O foco da pergunta é sobre o que nós
faremos agora, queridos.
Nós mostraremos misericórdia, compaixão
aos outros ou não? Esse é o foco. Será
que temos mais compaixão por aquilo que
nos proporciona conforto do que pelas
pessoas que Deus colocou ao nosso redor,
ao nosso alcance para pregar o
evangelho?
Será que nós celebramos a graça quando
ela alcança alguém que em nosso orgulho
consideramos indignos?
Será que amamos aquilo que Deus ama,
aquilo que é precioso aos seus olhos? A
pergunta está diante de nós, irmãos,
feita para nós. Responda aí no seu
coração. Responda para Deus aí.
Aplicações, irmãos, de tudo o que foi
visto aqui. Queridos, eu poderia
terminar Jonas 4 dizendo: "Irmãos,
precisamos ser mais misericordiosos".
Seria uma boa aplicação.
Texto tá falando de misericórdia, que
Deus é misericordioso. Jonas não era.
Então seria uma boa aplicação, né,
irmãos? Sejamos mais misericordiosos.
Mas, infelizmente, irmãos, isso seria
insuficiente. Porque se o nosso problema
é um coração pecador e não alinhado com
a compaixão de Deus, se o nosso problema
é a desproporção da pequenez do nosso
coração com a misericórdia de Deus,
simplesmente receber uma ordem agora
dizendo: "Sejam mais misericordiosos,
resolve o problema?
Sairemos daqui com o problema
resolvido?"
É claro, irmãos, que é necessário que
nós sejamos mais misericordiosos.
mais misericordiosos. O livro é claro,
o tempo todo ele chama-nos para isso.
Porém, o ensino desse livro é muito mais
profundo do que isso. Queridos, nós não
nos tornamos misericordiosos
simplesmente porque Deus nos mandou ser.
Não é tão fácil assim. Nosso coração
pecador, irmãos, é redimido, mas ainda
nós lutamos contra o pecado. O livro
todo ele vem mostrando, mostrando para
nós que nós agimos com misericórdia
quando nós compreendemos a misericórdia
que recebemos. É experimentando a
misericórdia de Deus ou parando para
perceber o quanto misericordioso ele é
conosco. Esse é todo o movimento do
livro. Jonas foi percebendo isso desde o
capítulo 1 até o capítulo 4.
Nós precisamos, irmãos, de uma
misericórdia que venha fora de nós. Nós
precisamos ter os nossos olhos fixos em
alguém cuja misericórdia não foi
limitada pelo nosso pecado. É necessário
olharmos para aquele que teve compaixão
de nós quando não merecíamos a compaixão
do Pai. É em Jesus, irmãos, é unidos a
ele que nós experimentamos a grande
compaixão que nos perdoa, que nos
transforma e nos ensina cada dia mais,
paulatinamente a amar aquilo que é
precioso aos olhos de Deus. É em Jesus,
irmãos. Por isso que a vida cristã é
vivida em Cristo.
Por isso que Paulo diz: "Olha, em Cristo
não vivo mais eu, mas agora Cristo vive
em mim. Eu fui unido a Cristo Jesus.
Por isso que a gente precisa de Cristo,
irmãos.
É a cruz que nos impede de pensar que
somos melhores que Nínive. Pois somente
aqueles que conhecem profundamente o
quanto receberam misericórdia, conseguem
começar a olhar para os outros com
misericórdia. Não é porque a gente é
bom,
porque a gente vai poder bater no peito
e dizer: "Pastor, o senhor não sabe o
quanto misericordioso eu sou."
Não é
por aquilo que a gente é em Cristo
Jesus, por aquilo que Cristo faz para
nós, que a gente então vai expressar o
mundo, a misericórdia que nos alcança
todos os dias. Meus irmãos, a nossa
esperança não está em possuir um coração
naturalmente misericordioso,
porque não é misericordioso.
A nossa esperança está no Deus, cuja
misericórdia é maior que o nosso
coração, egoísta,
e no Cristo que morreu para transformar
pecadores como nós. Aquele que começou a
boa obra está trabalhando em nós. Ele
trabalha por meio da palavra dele, como
ele trabalhou no dia de hoje. Vamos
orar.
Senhor Deus, nós somos gratos pela tua
palavra
que nos permite, ó Deus, olhar para o
nosso coração, ter o nosso coração
exposto
e perceber, Pai, que por vezes nós
agimos de maneira contrária à vontade do
Senhor. Nós o conhecemos,
mas nem sempre vivemos na prática o
conhecimento que temos do Senhor. Nós
sabemos que tu és um Deus
misericordioso, que nos alcançou com
grande misericórdia,
mas nem sempre, ó Deus, expressamos isso
para o mundo. Nem sempre, ó Deus, agimos
assim. Por isso, Pai, tenha misericórdia
de nós, da tua igreja, que os nossos
olhos estejam fixos em Cristo Jesus, o
autor e consumador da nossa fé.
Aquele, ó Deus, que expressou a sua
misericórdia na cruz do Calvário, a sua
compaixão para cada um de nós. Que em
Cristo Jesus, Pai, nós sejamos levados a
viver uma vida de misericórdia,
de compaixão, ó Deus, para aqueles quem
o Senhor nos enviar, para aqueles a quem
o Senhor colocar ao nosso redor. Tem
misericórdia de nós, ó Deus, pois por
vezes temos um coração como o de Jonas.
Isso nos entristece, Pai. Tenha
misericórdia de nós. Quebranta, ó Deus,
o nosso coração. Transforme, ó Deus, o
nosso coração. Teu Santo Espírito, ó
Deus, transforme o nosso coração nesta
noite. É a nossa oração, Pai, no nome de
Cristo. Amém. Queridos, nós ainda
ouviremos nosso coral.
Cristo [música] já ressuscitou [canto]
sobre a morte de fou. Uma [música] vez a
cruz sofreu,
uma vez por nós morreu.
Cantos [música]
hoje [canto] é
a Jesus, [música] o grande rei.
Ele a morte desbaixar,
pecadores resgatar. [canto][música]
Sobre a cruz Jesus sofreu. Sobre a cruz
Jesus [canto][música] sofriu. Por nós
morrer. E por nós morrer.
Deus [música]
está.
Ele reinará. Ele [música] vivo está. Ele
reinará. Para sempre reinará. [música]
Cristo já ressuscitou
sobre a morte. [música]
Fou uma vez a cruz
uma vez por [canto] nós morreu. [música]
Gratos
hoje [canto] é
a Jesus o grande [música] rei.
Ele a morte desbaixar,
pecadores
rescatar.
Tudo consumar. [música][canto]
Salvação de graça dá.
Ele glória ao céu [música] subiu.
E do céu a porta [música] abriu. [canto]
Cristo já ressuscitou.
Sobre a [canto] morte [música] triunfou.
Uma vez na cruz sofreu,
uma vez [música] por nós morreu.
[música]
A Jesus o grande rei.
Ele morte [música] de lhes marchar,
pecadores
resgatar. [canto]
Cristo já ressuscitou. [música]
Cristo
já ressuscitou. [canto]
[música]
Meus irmãos, vamos ficar de pé, fazer
uma oração final, receber a bênção do
Senhor.
Senhor Deus, nós somos gratos por tudo
que foi realizado aqui quando a tua
igreja se reuniu para adoração ao
Senhor. Estivemos aqui, ó Deus, porque o
Senhor nos chamou, o Senhor direcionou
os nossos passos. Nós tivemos, ó Deus, o
privilégio de poder adorá-lo. Pedimos, ó
Deus, que o Senhor continue a abençoar a
Tua igreja. Abençoe, Pai, a nossa
semana. Nos conduz, ó Deus, no decorrer
de mais uma semana para que possamos
viver para a glória do Senhor. Para que
possamos refletir aquilo que temos
aprendido da palavra do Senhor. Para que
possamos, ó Deus, colocar em prática e
assim o nome do Senhor ser glorificado.
Continue, ó Deus, abençoando a tua
igreja e nos proporcionando momentos
como esse. É no nome de Cristo que nós
oramos. Amém. Meus irmãos, que a
maravilhosa graça do nosso Senhor e
Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus
Pai, a comunhão e a consolação do
Espírito Santo estejam com todos aqui,
com toda a igreja de Cristo espalhada
pela face da terra, não só hoje, mas
para todo sempre. Amém.
Amém.
>> [música]
>> Amém.
Podeis assentar o póslúde. Что?
>> [música]
>> Meus irmãos, nosso momento de culto
público ao Senhor está encerrado. E eu
quero agora dar alguns avisos. Antes nós
queremos dar uma saudação aos
visitantes, aqueles que nos visitam pela
primeira vez. Se não for o
constrangimento, puder ficar de pé, nós
queremos conhecê-los.
Temos aqui minha direita, minha
esquerda. Sejam bem-vindos. Deus abençoe
vocês. Vocês serão cumprimentados pelos
irmãos aí. próximo. Sempre que puderem e
quiserem estar conosco, são muito
bem-vindos,
meus irmãos. Segundo aviso é sobre o
acampamento da UPJ e da UPA. As
inscrições estão chegando ao fim, ainda
temos vagas e acontecerá agora do dia 4
ao dia 7 de setembro no espaço Arvoredo.
Qualquer dúvida que você tiver pode me
procurar. O pastor Alisson, a liderança
da UPA e da UPJ. Nós estamos aí à
disposição para tirar sua dúvida.
Nós temos um aviso também referente ao
encontro da fé reformada. E aqui, na
verdade, é um pedido para que aqueles
que forem participar, e nós convidamos
todos participem, para que todos
participem, que façam as inscrições no
site ou no aplicativo da igreja, quanto
mais antes forem feitas. Isso nos ajuda
na organização deste evento que é tão
importante paraa nossa igreja e também
para as nossas vidas, pois certamente
nos abençoa.
Por fim, quero relembrar sobre a
celebração que nós teremos da fé
reformada no dia 31/10.
já foi publicado aí no Instagram da
igreja, acredito que no site da igreja
também nós temos publicação. Vai
acontecer no dia 31 de outubro e a
partir das 9:30 nós teremos toda uma
programação lá no Teatro Rio Vermelho.
Nós teremos o Paulo César Baru, louvando
ao Senhor e nós teremos o reverendo Éber
Campos Júnior como ministro da palavra
do Senhor neste dia. Marque aí na sua
agenda. Certamente será um dia
abençoado, é um presente da igreja paraa
cidade e nós precisamos fazer parte
disso e certamente nos abençoará.
Queridos, é isso. Que todos tenham uma
boa noite, uma boa semana. Deus abençoe
vocês. Vão em paz.
>> [música]
[música]

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