Um coração exposto e confrontado pela compaixão de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 23/08 | 18h
24/08/2026
Um coração exposto e confrontado pela compaixão de Deus – Culto Noturno – AO VIVO | 23/08 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461 (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO
SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE
Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids
Legendas automáticas:
[música] Boa noite, irmãos. Com muita alegria e temor que estamos aqui na presença do nosso Deus mais uma vez para poder prestar culto de adoração ao nosso Deus. E iniciaremos isso agora com o prelúdio através do nosso coro misto. [música] Glória e louvor [música][canto] dai ao nome de Deus. Glória, glória. Cantemos todos. Glória e louvor [canto][música] dai ao nome de Deus. Glória [música][canto] e louvor dai ao nome de Deus. [música] Vós todos e [canto] a Deus cantai com alegria, [canto] glória e louvor. [música] >> [canto] >> Aleluia! Cantai [canto] aleluia! [música] Terra glória e [música][canto] louvor. [música] Glória e [canto] louvor dai ao nome de Deus. Glória, [música][canto] glória, cantem os povos. [música] Glória e louvor ao nome [música][canto] de Deus. [música] Glória [música][canto] e louvor ao nome de Deus. [música] Glória [canto] louvor. Glória e louvor. [canto][música] Glória e louvor. [canto][música] Cantai a [canto][música] Deus. Glória e louvor ao nome do nosso Deus. Em continuação ainda a essa adoração, eu farei a leitura do salmo de número 33, do versículo 13 até o 22. E eu convido para que a igreja ainda sentada, enquanto a os outros irmãos são acomodados, que acompanhem comigo a leitura desse salmo. Salmo de número 33, do versículo 13 até o 22. No salmo de adoração e exaltação de quem é o nosso Deus. Diz o seguinte: "O Senhor olha dos céus, vê todos os filhos dos homens, do lugar de sua morada observa todos os moradores da terra. Ele que forma o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras. Não há rei que se salve com o poder dos seus exércitos, nem por sua muita força se livra o valente. O cavalo não garante vitória. A despeito da sua grande força, a ninguém pode livrar. Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia, para livrar-lhes a alma da morte e no tempo da fome conservar-lhes a vida. Nossa alma espera no Senhor, nosso auxílio e escudo. Nele o nosso coração se alegra, pois confiamos no teu santo nome. Seja sobre nós, Senhor, a tua misericórdia, como de ti esperamos. Graças a Deus por esse Deus maravilhoso, poderoso que ele é e que podemos juntos adorá-lo. Vamos orar. Senhor Deus, somos gratos, ó Pai, pela oportunidade que o Senhor dá, ó Deus, a cada um de nós aqui de hoje estarmos na tua presença, ó Pai. Sabemos que é o Senhor que nos trouxe até aqui. Sabemos que a tua misericórdia, ó Pai, que nos permitiu estar na tua presença até o dia de hoje, ó Pai, nos ajudando, ó Deus, a perseverar, ó Pai. Tenha misericórdia sobre cada um. Ajuda-nos, ó Deus, a reconhecer quem tu és, ó Pai, conforme é descrito neste salmo. Ó Deus, tem misericórdia. Abençoe a tua igreja, cada membro, ó Pai, da tua igreja, ó Deus, que está aqui hoje na tua presença. Ajude-nos, ó Deus, a enxergar quem tu és. Dê-nos, ó Pai, essa oportunidade essa noite. É o que lhe rogamos em nome de Jesus. Amém. Faremos agora a juntos entoaremos o hino de número 38, Louvores sem Fim. E durante a condução desse hino que será realizado pela nossa regência, quem veio preparado para trazer os seus dízimos e ofertas vai ter a oportunidade de adorar o nosso Deus através da entrega dos seus dízimos. Façamos isso aqui nos gasofilácios à frente ou pelos meios eletrônicos que estão indicados à nossa tela. Vamos nos colocar de pé. Mil vezes miles rendamos [música][canto] a Jesus e dá mais alto Glória desceu [música] até a cruz. Por sua imensa [música][canto] graça, por seu digno amor. Por todo [canto] seja sempre louvado Salvador. [música] Miles miles louvor. ao Senhor que nos amou e nos salvou. Bendito Salvador e ao redor do trono do Redentor Jesus. Milhares de milhões em refugi de [música] luz. Com reverência adoram o grande Salvador. E ao bom cordeiro r [música] a honra e louvor. Mil vezes mil vezes louvores ao Senhor e nos amou e nos salvou. Bendito Salvador, ouvind agora todos [música] a celebrar as glórias. Sem ternas retior com [música] vozes de vitória. [canto] Teu nome proclamai. [música] Mil vezes mil louvores a [canto] Cristo tributai. Ves-se, mil vezes-se louvores ao Senhor, quem nos amou e nos salvou. Bendito Salvador. [canto][música] Amém. Ainda de pé, eu convido os irmãos [limpando a garganta] a abrirem suas Bíblias no Salmo de número 145. Salmo de número 145. E faremos juntos a leitura dos versículos 8 e 9. Salmo 145, versículos 8 e 9. Vamos ler juntos. Benigno e misericordioso é o Senhor, tardio em irar-se e de grande clemência. O Senhor é bom para todos e as suas ternas misericórdias permeiam todas as suas obras. Amém. A igreja pode se assentar. Teremos agora um momento de oração, de confissão, de pecados ao nosso Deus. E eu convido a igreja para que tire esse momento para alguns instantes para poder colocar na presença do nosso Deus todas as nossas falhas, os nossos pecados, aquilo que temos feito e temos desagradado o nosso Senhor Deus. Vamos ter esse momento e em seguida eu peço para que o nosso irmão Alípio, o filho, que ele possa conduzir-nos todos juntos em uma oração de arrependimento e confissão perante o nosso Deus. Senhor Deus, nós estamos aqui porque nós te amamos. Estamos aqui, ó Deus eterno, porque queremos nos relacionar com o Senhor. Queremos te conhecer cada vez mais, porque sabemos, ó Deus, que a eternidade consiste em te conhecer. Sabemos o quão santo é o Senhor. Temos consciência da sua santidade. E porque temos e queremos ter cada vez mais um bom relacionamento com o Senhor, de glória em glória, nós confessamos os nossos pecados. Não porque o Senhor não, porventura tenha algum pecado sem perdão. O Senhor já nos perdoou todos em Cristo Jesus. Mas porque queremos nos relacionar cada vez mais contigo. Não queremos te ofender porque nós te amamos. Não queremos te ofender porque tu és santo. Porque nós sabemos quem tu és. Nós o conhecemos por meio do sangue de Cristo Jesus. E te louvamos, ó Deus eterno, pelo privilégio de chegarmos diante do teu santo trono em oração e levar ao deserno diante do teu santo trono nossos pecados e nossas falhas. certo de quem somos merecedores de ira do Senhor, mas tendo recebido, pelo sangue do teu santo cordeiro o perdão dos nossos pecados, nós chegamos no teu santo trono agradecidos pelo perdão do Senhor. Um perdão que não veio de graça, um perdão que teve um preço alto, o sangue do teu filho amado. Estamos aqui para te adorar, conscientes, ó Deus eterno, de que o nosso perdão vem pelo sangue de Cristo Jesus. Por isso, ó Deus, nós vamos louvar ao Senhor essa noite em paz, porque a paz que excede todo entendimento não vem pelo nosso currículo, não vem pelo nosso histórico, vem pela obediência do teu filho Jesus. Certos, ó Deus, da sua obra feita ao deser eterno, em nosso lugar, estamos aqui, ó Deus eterno, lavados pelo sangue de Cristo Jesus para te adorar, para te louvar por tudo que tu és e pelo perdão concedido a nós em Cristo Jesus. Te louvamos em nome de Jesus. Amém. Amém. Teremos agora um momento especial, um batismo infantil será conduzido pelo pastor Alisson. Meus queridos irmãos, domingo, dia do Senhor, oportunidade de nós batizarmos crianças, nossos filhos, filhos de crente, é sempre uma alegria. E por isso eu peço, por favor, que o Igor Barbosa e a Manuela tragam à frente a Esterd Oliveira Alves e também que o Wesley Belizário e a Larissa tragam a Rebeca de Andrade Belisário para que assim sejam selados. O selo da nova aliança, o batismo. Podem ficar aqui. [limpando a garganta] Isso. Que bênção, queridos. Duas meninas, duas ovelhinhas no reino do nosso Senhor. Eu compartilho uma da palavra de Cristo que diz assim em Marcos, no capítulo de número 10, no verso de número 13. Então lhe trouxeram algumas crianças para que as tocasse, mas os discípulos as repreendiam. Jesus, porém, vendo isso, indignou-se e disse-lhes: "Deixai vir a mim os pequeninos, não os embaraceis, porque dos tais é o reino de Deus". Em verdade vos digo, quem não receber o reino de Deus como uma criança, de maneira nenhuma entrará nele. Então, tomando-as nos braços e impondo-lhes as mãos, as abençoava. E claro, esse versículo ele não está falando sobre batismo infantil, mas ele tá falando sobre algo muito importante, que é a inclusão de crianças no reino do Senhor. A inclusão de crianças no reino do Senhor. Eu quero que você observe a maneira como Jesus se relaciona com elas. Jesus não trata as crianças como pessoas que devem permanecer afastadas até que tenham uma certa idade que possam responder por si só. Não, não é assim que o nosso Senhor Jesus Cristo faz, como é o resultado do pensamento de algumas correntes teológicas. Não é assim. Jesus as recebe, Jesus as abençoa e afirma que dos tais, de tais é o reino de Deus. Quando é filho de crente, isso é elevado, então, à décima potência, porque o filho de crente, ele nasce, ele tem uma condição espiritual diferente dos demais. Ele nasce dentro da família da fé. Em Primeira Coríntios, no capítulo de número sete, o apóstolo Paulo, tratando sobre casamento, ele fala que se ao menos um dos pais servir ao Senhor Jesus, essa criança não nasce como ímpio, ela nasce como como santo. É esse o termo que é dito na palavra do nosso Senhor. É claro que haverá um momento, e assim nós temos na nossa igreja, graças a Deus, em que os filhos chegarão diante da presença da igreja, da assembleia do Senhor reunida e eles então professarão. Já não andamos mais pelas nossas pela fé dos nossos pais, mas agora pela nossa própria fé. Mas nossos filhos não ficarão isolados da família até esse dia. Todos eles já estão selados até que assim seja. confirmado no dia em que responderem com fé diante da santa presença do nosso Senhor. E aqui estão essas crianças maravilhosas. E eu quero dar como resposta paraa igreja da parte dos pais algumas promessas são feitas durante esse momento. Primeiro, vocês prometem que se Deus for servido, conservar a vida dessas crianças até a idade própria, vocês a educarão na crença do Pai, do Filho e do Espírito Santo e em nossa santa religião, como é ensinada nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamento. Sim. Amém. A igreja ouviu o testemunho dos pais. Promete encaminhá-las pelas santas veredas da cruz, servir vocês mesmos de exemplo de piedade e envidar todos os esforços para livrá-las das más companhias e de maus exemplos, ensinar-lhes a Bíblia e trazê-las convosco à igreja regularmente, ensinando-as a adorar ao Senhor com reverência e a estimar como irmãos os demais membros da igreja. Sim, promessa feita. Prometem também orar com elas e por elas, dar-lhes ou mandar dar-lhes a instrução e educação que puderdes, criá-las na disciplina e na correção do Senhor. Amém. Esse é um testemunho que é feito diante da igreja, diante da assembleia, o povo do Senhor reunido neste lugar. E mediante essa afirmativa, Rebeca, eu te batizo em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Senhor, conserve a vida dessa criança. Que até, Senhor Deus, a idade da razão, ela possa caminhar pela fé dos pais e assim, Senhor Deus, depois responder com fé no seu próprio coração. Seja a tua bênção e a tua misericórdia. Ajude os pais para que a Rebeca ande nos teus caminhos e assim tema e trema diante do Senhor. Essa é a oração que fazemos no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Ester, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, eu te batizo. Senhor Jesus, conserve a vida dessa criança, Pai. Seja a tua bondade e misericórdia sobre ela durante todos os seus dias. Que ela ande com integridade, que ela ande, Senhor Deus, olhando paraa vida dos pais como exemplo. E assim, Senhor Deus, tema e trema diante de ti. Nós, Deus, como igreja, mediante, Senhor Deus, esse pacto que é feito nesse dia, ó Deus, oramos pela vida delas e também nos comprometemos a Senhor Deus, a sempre clamar, a sempre ensinar e fazer aquilo que é nossa responsabilidade como comunidade da fé. Tenha misericórdia, abençoe esses pais e seja a tua graça sobre o teu povo. É a oração que fazemos no nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Amém. E amém. Deus te abençoe, meu irmão. Deus te abençoe. Deus te abençoe. Deus abençoe. Deus te abençoe. Deus te abençoe. Deus abençoe em nome de Jesus. Deixa eu ver se agora conduzidos com os nossos irmãos a no louvor ao nosso Deus. >> Boa noite, igreja. Vamos nos colocar de pé para estar adorando ao Senhor. Antes nós éramos inimigos de Deus, né? Nós estávamos afastados, mas pelo sacrifício de Cristo, ele nos achega ao Pai. E assim, quando ele se entregou ali na cruz, o vé do templo se rasgou. E agora Cristo é esse acesso direto ao Pai, o Filho Unigênito. E é nessa presença, na presença de Cristo, que nós reunimos aqui e cantamos juntos. Jesus, em tua [música] presença reunimos aqui, contemplamos tua face e rendemo-nos a ti. Pois um dia a tua morte trouxe vida [música][canto] a todos nós e nos deu completo acesso ao [música] coração [canto] do Pai. E o que separava já não [música] separa mais. A luz controla apagada, [música][canto] agora brilha e cada dia brilha mais. Sou para te adorar [música] e fazer teu nome para ti, te dar o louvor que é [música] o presença. Deus é comigo. Senão ter aqui. Pois dia tua morte todos os dom. Eu nunca ao coração. [música] Para já não separa mais. A luz queora agora brilha e cada dia brilha mais para te adorar. grande amor que deu [música] sorte para te adorar. grande [música] ovido. >> [música] >> já nos prepara mais a luz controla apagada Senhor para te adorar e fazer teu nome [canto] grande e te dá o louvor que é devido. Estamos nós aqui só para te adorar e fazer teu nome grande e te dá o louvor. que é devido [música] estamos nós aqui. Estamos nós aqui. >> Amém. Que maravilhoso cantarmos juntos, né, sobre o amor de Deus, sobre a presença de Jesus. Essa canção continua falando sobre esse nosso louvor, que é estar na casa do Senhor e que a nossa vida ela é diferente quando temos Deus, pois ele é a nossa força, ele traz alívio à nossa alma mesmo nos momentos de dificuldades. >> [música] [música] >> dia E vivemos sobre a tua direção. Seja sobre viver, [música] ouvir a tua voz e te obere. >> [música] >> quando nos sentimos tristes e sem direção. Tu serás a nossa casa e a nossa salvação será alegria. Nossa, coração, Senhor, a nossa força e a nossa salvação. [música] >> [música] >> Seja cada [música] dia que viver sobre a tua vida. Seja [música] ouvir tuas teo [música] quando triste em tua >> [música] [música] >> a nossa salvação alegria. >> [música] >> Amém. Essa essa canção que nós vamos cantar agora diz sobre o nome de Jesus, doce nome. Lá em Isaías 9, o profeta ele falou assim: "Porque o menino nos nasceu, um filho se nos deu, o governo está sobre os seus ombros e o seu nome será maravilhoso, conselheiro, Deus forte, pai da eternidade, príncipe da paz". Quando a gente vê a quão maravilhoso é o nome de Jesus, que carrega tanto significado e traz ao nosso coração paz. >> [música] >> ou tua voz e sentir teu amor. [música] Só de pronunciar o teu red. [música] E do meu sofis deas [música] vez só de ouvir tua voz [música] sem de teu amor. Só de todos que o teu nome. Os seusamã [música] Deus foi deas [música] que no seu nome que transforma em alegria o meu tr [música] coração. Jesus o teu nome. É capaz de um homem. [música] Só de ouvir tua voz, de sentir [música] teu amor. Só de pronunciar o [música] teu nome. Seus e [música] Jesus que no se nome [música] que transforme alegria o meu de [música] coração. O teu nome é capaz de dar o seu Jesus. Que doce nome que transforma [música] alegria [canto] este coração [música] [música] de dar para homem salvação. homem salvação. >> Senhor meu Deus, nós te agradecemos por estarmos aqui reunidos no teu santo lugar, louvando o teu nome. Agradecemos pelo sacrifício de [música] Cristo, por tudo que ele fez ali na cruz, por perdoar os nossos pecados e termos a oportunidade de nos achegarmos a ti e falarmos a ti e fazermos parte dessa família. Te agradecemos por tudo em nome de Jesus. Amém. Teremos agora de oração com as nossas crianças. Eu convido aqui à frente todas crianças a de 2 a 8 anos para que possam vir. A gente vai ter esse momento de oração. Ah, elas terão do outro lado no IP o seu culto infantil. E também o nosso bersário estará aberto para receber as crianças de até 2 anos. Deus tem nos dado a bênção de ter um ministério infantil muito forte, que é uma alegria poder ver as nossas crianças crescendo na igreja. E pedimos pedir sempre, devemos pedir a Deus sempre a que ele nos capacite a conduzir essas crianças à presença dele, assim como nos comprometemos juntamente com os pais né agora a pouco, que possamos como igreja também conduzir essas crianças com o nosso exemplo na presença do nosso Deus. Gostaria de pedir para nossa irmã Selma fazer essa oração pelas crianças. Vamos orar, crianças. Senhor, nosso Deus, nosso amado Pai, nós te rendemos graças, Senhor, porque podemos nos achegar ao teu trono de graça, podemos prestar esse culto a ti, porque temos tantas crianças aqui na nossa igreja, Pai. Pedimos que o Senhor continue conduzindo cada uma delas, dando sabedoria aos seus pais para ensiná-las na disciplina admitação do Senhor, ensiná-las no teu caminho, Pai. E que agora o Senhor possa preparar cada um dos professores que estarão ali para falar ao coração delas, Senhor, trazer uma palavra que elas possam entender e que tudo que for ensinado, Pai, seja fruto, dê frutos na vida de cada uma delas, que elas possam eh entender e aplicar em suas vidas, Senhor. Que o Senhor possa abençoá-las e que elas cresçam em estatura e graça perante o Senhor. Assim nós oramos e agradecemos em nome de Jesus. Amém. Amém. Ah, vamos agora ser conduzidos na preparação para podermos receber a palavra do nosso Senhor pelo nosso corumista. Em seguida, reverendo Edgar vai trazer-nos a palavra. Eu [música] [música] vejo Deus, eu vejo Deus [música] exaltado com louvores. [música] Pela sua criação. Eu [canto] vejo [música] Deus. Eu vejo Deus [música] meus olhos [canto][música] vem o rei. Cordeiro [música] santo, [canto] para sempre [música] reinará. [canto] Seu mão [música][canto] enche o tempo de esplendor. [música] Os céus com glória louvam em redor [música] de [canto] seu trono. >> [música] >> Ó [canto] Deus, cantamos santo, [música] santo é o cordeiro, [canto] [música] o Salvador. [música] Eu vejo [canto] Deus, [música] eu vejo Deus. >> [música] >> Exaltado com [canto] louvores. Pela sua [canto] criação, [música] eu vejo Deus. [música] [canto] Eu vejo Deus. [música] Meus olhos vem o rei. Cordeiro [música] santo para sempre. Sempre [música] eu [canto] vejo [música] Deus. Deus, Senhor, [música] eu [canto] vejo Deus. [música] Senhor, eu [música] fecho >> [música] >> Meus irmãos, graça e paz a todos. Abram comigo a palavra do Senhor no livro de Jonas, capítulo 4. Lerei os versículos de 6 a 11. Jonas capítulo 4 versículos de 6 a 11. Jonas capítulo 4. abrir Mateus, retroceder alguns poucos profetas, você chega ao livro de Jonas, capítulo 4, versículo de 6 a 11. Diz assim a palavra do Senhor. Então fez o Senhor Deus nascer uma planta que subiu por cima de Jonas para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu desconforto. Jonas, pois, se alegrou em extremo por causa da planta. Mas Deus, no dia seguinte, ao subir da alva, enviou um verme, o qual feriu a planta, e esta se secou. E nascendo o sol, Deus mandou um vento calmoso oriental. O sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que desfalecia, pelo que pediu para si a morte, dizendo: "Melhor me é morrer do que viver". Então perguntou Deus a Jonas: "É razoável essa tua ira por causa da planta?" Ele respondeu: "É razoável a minha ira até a morte. Tornou o Senhor. Tens compaixão da planta que te custou trabalho, a qual não fizeste crescer, que numa noite nasceu e numa noite pereceu. E não ei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de 120.000 pessoas que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda e também muitos animais. Vamos orar ao Senhor mais uma vez. Pai bondoso, por graça e misericórdia, nós pedimos ao Senhor para falar conosco mais uma vez por meio da tua palavra. Estamos diante da palavra do Senhor, aberta, lida e carecemos, ó Deus, da instrução que vem do Senhor. Carecemos da correção, da edificação, do alimento que a tua palavra nos é, Pai. Que o Senhor, por meio da ação do Teu Santo Espírito, ilumine a nossa mente, prepare o nosso coração para que a tua palavra seja recebida, para que a tua palavra seja entendida e que assim, Pai, nós sejamos motivados, estimulados pelo Espírito Santo para colocá-la em prática, para que nós vivamos para a glória do Senhor. É no nome de Cristo, Pai, que nós oramos e pedimos. Amém. Meus irmãos, pela graça de Deus, chegamos hoje ao nosso último sermão da nossa série de exposição no livro de Jonas. Eu acredito que, embora tenhamos percorrido uma narrativa bem conhecida, nós somos surpreendidos por esta narrativa. E isto acontece porque esse livro é muito mais do que uma história de um homem engolido por um grande peixe. Eu sei que ele é conhecido bastante por causa disso, mas é muito mais do que essa pequena narrativa dentro da grande que ele está contando. Na verdade, o livro de Jonas é a história de um Deus soberano, de um Deus gracioso que não desistiu do seu profeta e que também demonstrou essa misericórdia, essa graça a uma grande cidade de pecadores arrependidos, a cidade de Nínive. Como eu disse no último sermão, no penúltimo sermão, no sermão da última vez, se o livro de Jonas tivesse terminado no capítulo 3, depois de todas as revira-voltas, nós poderíamos dizer que ele teve um encerramento belíssimo. No entanto, o livro não terminou. E agora que nós estamos diante do capítulo 4ro, nós podemos dizer que ainda bem que ele não terminou. No capítulo 4, nós temos então a continuidade dessa narrativa e nós temos nela um grande foco que agora é mostrar o coração do profeta. O grande objetivo agora do capítulo 4, que é o ápice dessa narrativa, é mostrar para nós que o grande problema não era o coração dos ninivitas. Eles eram pecadores. O seu pecado tinha subido até o Senhor. Deus tinha uma mensagem de juízo para essa cidade. Mas uma vez que Jonas foi lá e pregou, aqueles homens, toda a cidade em massas, mulheres, crianças, todos se arrependeram. Então, o grande problema não era o coração dos ninivitas, mas sim o coração do profeta Jonas. Esse homem havia experimentado pessoalmente a misericórdia de Deus, mas logo no início do capítulo 4 ele é apresentado profundamente irado, porque Deus resolveu demonstrar sua misericórdia aos ninivitas. O profeta que tanto recebeu graça de Deus, não queria que outros fora de Israel, que não tinham aliança com o Senhor recebessem a misericórdia, a graça desse Deus. Foi com Jonas então sentado do lado de fora de Nínive e ainda tomado pela sua insatisfação, esperando para ver o que aconteceria com a cidade de Nínive, que nós então terminamos o último sermão que tratou então da primeira parte, versículos de um até o cinco. É a partir então dessa cena que nós chegamos agora aos versículos de 6 a 11 que narram para nós o desfecho desse livro. Agora, por uma última vez, nós vamos ver Deus tratando com o seu profeta. E nós veremos que essa tratativa não vai acontecer apenas pela fala de Deus, Deus falando com o seu profeta. Deus providencialmente vai usar uma planta, um verme, um vento, perguntas, coisas que diríamos que são assim aparentemente simples. Ele vai usar essas coisas para dar uma lição viva a Jonas. E assim ele vai expor, ele vai revelar o coração desse homem e ele vai confrontar, porque esse profeta ainda não conseguia enxergar e muito menos aceitar a grande compaixão de Deus. Como eu falei no último sermão, o livro de Jonas é muito bom para expor a nossa condição de caída. A gente lê o livro de Jonas e a gente fica assim admirado com a condição de Jonas e a gente vê muito de Jonas em nós. Eu disse isso no último sermão. Por mais desconfortável que seja reconhecer, há muito de Jonas em nós. Há muito de Jonas, mais do que nós gostaríamos de admitir. Nós poderíamos dizer que Jonas é gente da gente. E por isso quando a gente lê esse livro, a gente fica preocupado. A gente fica assim meio irado com esse homem. Mas na verdade ele está tratando daquilo que nós mesmos somos. Nós veremos então Deus confrontando o coração do seu profeta e ao mesmo tempo nós seremos levados a entender que Deus em sua graça, também está conduzindo as circunstâncias da nossa vida, não apenas para mudar aquilo que nós fazemos, mas ele tem um objetivo de revelar aquilo que nós somos. E uma vez que fica claro aquilo que nós somos, ele então confronta o nosso coração para que ele seja então conformado ao que é precioso aos olhos do Senhor. E o objetivo de Deus não é outro, a não ser que nós aprendamos a viver de acordo com aquilo que conhecemos dele. Jonas tem um bom conhecimento de Deus. Na primeira parte, no versículo dois, ele traz uma teologia maravilhosa sobre o Senhor. Ele conhecia o Senhor, mas ele não vivia de acordo com aquilo que ele conhecia do Senhor. Ele queria, por vezes, criar, formular para si, fazer um Deus do seu próprio jeito, do seu próprio gosto. Deus vai confrontar o coração desse profeta e como um espelho nós também seremos confrontados por meio desse texto. Bom, como isso vai acontecer? Nós vamos seguir então o fluxo aqui do texto e nós veremos que isso vai se apresentar no decorrer dessa exposição. Primeiro, nós temos aí então no versículo 6 uma dádiva que é dada a Jonas e que vai expor o que realmente alegra o coração desse profeta. Há uma dádiva então que expõe o que realmente alegra o coração desse profeta. Veja comigo a parte A do versículo 6, que diz assim: "Então fez o Senhor Deus nascer uma planta que subiu por cima de Jonas para que fizesse sombra sobre a sua cabeça, a fim de o livrar do seu desconforto." Essa primeira parte do versículo 6 tem como objetivo chamar a nossa atenção para aquilo que Deus faz para o seu profeta como reação daquilo que o profeta fez no versículo 5. Ele ficou ali distante da cidade, ele sai da cidade e ele quer, como um espectador ver o que aconteceria com aquela cidade. Então vem o versículo seis para dizer: "Olha o que Deus fez para esse homem". Embora esse profeta tivesse armado um abrigo para que debaixo dele pudesse ver o que aconteceria com Nínive, provavelmente os materiais que esse homem encontrou para sua construção não lhe daria uma proteção total do sol. Além disso, a temperatura naquela região era muito alta e o calor era escaldante, o que tornaria mais desconforto ainda a espera desse homem. Ele queria assistir o que aconteceria com a cidade, mas seria desconfortável ser um espectador ali naquele momento. Seria muito doloroso para ele. O que Deus faz? Então aqui como acontece em todo o livro, o texto vem e nos diz que Deus age graciosamente para com o teu servo e ele age com uma provisão. Assim como o Senhor providenciou para esse homem um grande peixe para que ele fosse resgatado das profundezas do mar. Agora, Deus, mais uma vez graciosamente faz nascer e crescer uma planta por cima de Jonas, por cima do abrigo, por cima da cabeça de Jonas. E perceba que Deus providencia essa planta com um propósito muito específico. Ele, essa planta cresceria sobre Jonas para que pudesse lhe proporcionar sombra, para que assim ele pudesse ter o seu desconforto aliviado. Era uma espécie de uma planta de folhas largas. Nós não sabemos que planta era essa, mas certamente o que Deus faz nascer e crescer aqui sobrenaturalmente muito rápido, iria proporcionar a sombra que ele tanto precisava, que esse tanto profeta que esse tanto que esse profeta tanto precisava. O que é descrito aqui Deus fazendo, meus irmãos, é algo impressionante. Não se esqueça que esse profeta estava profundamente descontente com Deus. Ele estava irado. É assim que ele é descrito no versículo 1 do capítulo 4. Ele saiu da cidade depois de Deus demonstrar toda a sua misericórdia para com os ninivitas. Foi ele que foi instrumento nas mãos de Deus para ir lá pregar a palavra. Deus o usou poderosamente, mas logo no versículo um, ele fica irado, ele fica descontente com o Senhor. Mas olha, mesmo assim o Senhor age providencialmente para lhe conceder sombra. Deus está sendo generoso para com este homem. E Deus está agindo com graça. Veja que maravilha. Jonas continuou sendo beneficiado pela graça de Deus, mesmo enquanto demonstrava ter muita dificuldade em aceitar que Deus fosse gracioso para com outras pessoas fora de Israel. Essa realidade, por si só, deveria constranger Jonas e mais, ela deveria nos constranger também. Eu falo assim porque, infelizmente, pode não ser poucas as vezes que também reclamamos das circunstâncias, também demonstramos insatisfação com o modo de Deus agir. E o que que acontece conosco? Deus graciosamente, generosamente continua a nos beneficiar. Nós estamos aqui nessa noite por causa da graça de Deus. Será que essa semana toda nós demonstramos contentamento para com o Senhor? Será que nós fomos gratos ao Senhor no decorrer de toda essa semana? Será que nós não reclamamos do modo de Deus agir na nossa vida nesta semana? Mas olha só, Deus continua sendo gracioso conosco. Diariamente ele nos sustenta. Diariamente ele nos assiste com a sua bondade. E ai de nós se não fosse assim. O que seria de nós se ele não agisse assim? Perceba, Jonas só está vivo debaixo daquele abrigo por causa da graça divina. Esse homem só respirava por causa da graça de Deus. Ele iria desfrutar a sombra de uma planta que cresceu, que nasceu, que cresceu por causa da graça de Deus. Era bom demais o que Deus estava fazendo para este profeta. Foi tão bom que observe o que é dito aí no final do versículo 6. Olha a reação dele. Olha o quanto ele vai ficar contente com o que está acontecendo. A parte final do verso 6 diz: "Jonas, pois se alegrou em extremo por causa da planta. Jonas ficou extremamente alegre pelo que Deus estava fazendo para ele. Por incrível que pareça, aqui é a primeira vez que esse profeta é descrito alegre neste livro. Isso me causa espanto. Porque será que este homem não teve motivos para se alegrar com o Senhor anteriormente? Nós estamos falando do homem que foi resgatado das profundezas do mar por um grande peixe resultado da providência de Deus. Nós estamos falando de um homem que no capítulo anterior havia pregado, Deus havia usado, ele tinha sido instrumento nas mãos de Deus, ele foi poderosamente usado, mas lá em vez de se alegrar, ele ficou descontente. Ele ficou irado. E aqui ele está extremamente alegre. Quando uma planta surgiu para lhe proporcionar sombra, aí Jonas se alegrou em extremo. Ag, fica claro o quanto esse homem é egocêntrico, o quanto esse homem é egoísta, o como esse homem tem a síndrome do sol. Ele acha que tudo tem que girar em torno dele. É um homem extremamente egoísta. Jonas era egocêntrico em relação à graça de Deus. Para esse homem, a misericórdia de Deus sobre milhares de pessoas não era motivo de alegria. Mas uma planta, uma planta que viesse para aliviar o seu desconforto, para produzir nele um bem-estar, aí sim era motivo de alegria. Jonas é do tipo de pessoa que se alegra intensamente quando algo serve ao seu conforto, mas ele não consegue se alegrar quando a graça de Deus alcança pecadores que ele considerava indignos. Olha o que está sendo exposto e revelado aqui. Aqui, queridos, é preciso destacar que não há nenhum problema em si no fato de Jonas se alegrar com a planta. Não é este o ponto aqui. De fato, a planta era uma dádiva de Deus. Mas o problema está no contraste que o texto está fazendo para nós. Ele ficou triste com aquilo que deveria alegrá-lo. Deveria, ele não ficou, ele ficou triste com aquilo que deveria alegrá-lo, que foi a salvação de uma cidade. Ele se entristeceu por causa disso, mas ele se alegrou em extremo com aquilo que lhe proporcionava conforto. A alegria de Jonas aqui nos ensina que aquilo que nos dá alegria revela muitas vezes o que mais valorizamos. E nem sempre o que mais valorizamos é o que Deus valoriza. Nem sempre o que mais valorizamos é tão precioso assim aos olhos do Senhor. Assim surge aqui algumas perguntas que nós precisamos responder. O que realmente tem produzido alegria em nosso coração? Será que nos alegramos também quando alguém que julgávamos improvável ser alcançado pelo evangelho? Será que nós nos alegramos quando isso acontece? Será que não estamos construindo para nós abrigos que nos deixam satisfeitos, desfrutando da graça de Deus para conosco? De tal forma que ficamos apenas como meros espectadores de dos infortunos e das misérias desse mundo, sem nos importarmos? Afinal de conta, Deus está sendo gracioso conosco. Que o resto do mundo que vá de mal a pior, que a maldade no mundo aumente, que o pecado aumente, que pessoas que não conhecem Cristo continuem sendo mergulhados no pecado. Será que foi para isso que Deus nos chamou, meus irmãos, para sermos meros espectadores, confortáveis em nossas cabanas? agraciadas por Deus, aguardando que o mundo vá de mal a pior, que os pecadores sem Cristo mergulhem ainda mais nos seus pecados. E nós temos a boa nova para anunciar para eles. Nós temos o testemunho cristão para expressar para eles. Tomemos cuidado porque o nosso coração ele é enganoso. Ele pode reagir muito mal ao conforto que a graça de Deus nos dá. Jonas aqui está reagindo mal. Veja que cenário triste nos é apresentado aqui. Apesar de Jonas estar alegre no conforto da sombra fornecido pela graça, fornecida pela graça de Deus, Jonas passou a esperar com alegria. E o que que Jonas estava esperando ali com alegria? a destruição da cidade de Nínibe. Ele esperou com alegria para ver o que aconteceria com aquela cidade. Do ponto de vista aqui de Jonas, ele estava agora no melhor cenário possível. Esse profeta não percebeu que Deus estava usando uma dádiva para revelar aquilo que mais alegrava o seu coração. E tal revelação não era boa. O problema não está na planta, não está na dádiva de Deus, mas está no que foi revelado o coração desse homem. Mas ainda bem que o Senhor não parou aí a sua lição. Ele tinha um plano para a planta de Jonas. O Deus que preparou a planta também preparou um verme para destruí-la. Versículo 7 e 8. Nós temos agora uma perda que vai expor claramente a desordem do coração deste profeta. Versículo 7 diz assim: "Mas Deus, no dia seguinte, ao subir da alva, enviou um verme, o qual feriu a planta, e esta se secou. E nascendo o sol, Deus mandou um vento calmoso, oriental. O sol bateu na cabeça de Jonas, de maneira que desfalecia, pelo que pediu para si a morte, dizendo: "Melhor me é morrer do que viver". Olha só, depois de ter experimentado uma deliciosa sombra proporcionada por Deus e de tudo isso ter gerado extrema alegria no coração do profeta, ele vai ter que agora lidar com um problema no dia seguinte. De acordo com o verso 7, o próprio Deus no dia seguinte envia um verme. É Deus quem faz nascer uma planta, que faz com que ela crescesse. Agora, o texto diz que Deus envia um verme, um propósito estabelecido, ferir a planta, de tal forma que a planta se secou com isso. Mais uma vez, Deus está demonstrando ao seu profeta toda a sua soberania sobre a criação. Lembra lá do capítulo 1, quando Jonas estava fugindo, veio uma tempestade muito forte. Era Deus quem estava enviando a tempestade. Depois que esse homem foi lançado ao mar, veio um grande peixe. Foi Deus quem enviou o grande peixe. Agora veio um verme. Esse verme destruiu a planta. Ela secou-se. É Deus soberanamente que está conduzindo a sua criação. Então o verso oito destaca que quando o sol nasceu, Deus mandou um vento calmoso, oriental, um vento assim abrasador. Sabe aquele clima? A gente tá experimentando isso nos nossos dias, aquele clima assim de 2 horas da tarde. Potencialize isso. Aquele vento assim abrasador. E o sol passou a bater na cabeça de Jonas. De tal maneira que esse profeta ia ficando desfalecido até o ponto dele dizer novamente que era melhor morrer do que viver. Tão rápido como foi a mudança das circunstâncias, olha só, foi a mudança do humor de Jonas. Aquele homem que estava alegre em extremo, agora volta a desejar a própria morte. Ele fez isso nos versos anteriores e agora ele repete. Quando o seu conforto vai embora, quando a vida não anda do seu jeito, quando a vida não lhe beneficia, quando Deus não age para lhe beneficiar, o Jonas egocêntrico prefere morrer. Prefere que sua vida seja tirada. Esse homem não conseguia lidar com as circunstâncias soberanamente criadas por Deus, administradas por Deus. Ele não procurava ficar em paz com o modo de Deus agir. Ele tinha sérios problemas com esse Deus. Infelizmente, podemos ter muita dessa atitude de Jonas também em nós. Nós gostamos muito de reconhecer a soberania de Deus, a providência, o seu belo modo de agir. E não tem nada de errado nisso. Mas nós fazemos isso quando ele nos dá aquilo que desejamos. Aí a gente diz: "É, Deus está soberanamente conduzindo a minha vida. Ele está no controle". Mas, meus queridos, nós temos muitas dificuldades de confiar quando ele permite que aquilo que recebemos seja retirado. Aquilo que ele mesmo nos deu seja retirado de nós. Tem teologias por aí que acham que isso é injusto. Tem uma música aí dita evangélica que até declara: "Restitui, eu quero de volta. O que é meu, você já ouviu? Sabe o quanto ela é horrível. Se você não ouviu, não ouça. É melhor mantenha os seus ouvidos longe dela. Mas a música declara assim e declara com ousadia: Restiti. Eu quero de volta o que é meu. Jonas, faltou cantar isso aqui. Restitue. Eu quero de volta o que é meu. A verdade, irmãos, é que corremos o sério risco de amarmos o Deus que prepara a planta para nós, mas nem sempre confiamos no Deus que prepara o verme para destruí-la. Nós gostamos da providência divina quando nos traz conforto. Mas será que nós continuamos confiando no Senhor quando ele nos conduz ao desconforto? E por vezes ele faz, ele faz isso na nossa vida. Jonas precisava entender que Deus não havia deixado de ser Deus quando a planta secou. Não era necessário pedir a morte para si. Não era para reagir dessa forma. e muito menos havia deixado de ser gracioso. Deus estava tão presente no envio do verme, do mesmo jeito que ele estava presente quando ele fez a planta, a planta nascer e crescer para gerar sombra para este homem. Deus estava trabalhando tanto para gerar conforto quanto o desconforto. Não é o mesmo Deus que está agindo aqui. O Deus que tira o desconforto é o mesmo Deus que agora proporciona desconforto para este homem. O ponto aqui é que a dádiva e a perda são usadas por Deus para expor e tratar o coração do seu servo. E há algo mais profundo em tudo isso. Não foi a perda da planta em si que criou o problema para Jonas ou foi? Não foi, irmãos. A perda da planta só revelou qual era o problema que já estava lá. A planta revelou o que ocupava o coração deste homem. egoísmo. Só eu quero ser beneficiado pela sua graça. Só eu quero o seu favor. Só eu mereço. Mas ninguém merece a sua misericórdia. Mas ninguém merece a sua graça. Meus irmãos, Deus também pode agir assim em nossa vida. Muitas vezes é por meio da perda que ele nos faz perceber o quanto nós havíamos colocado o nosso coração em coisas que amávamos mais do que deveríamos amar. Tinqueller, ao falar sobre idolatria, lembra-nos que uma das formas de identificar os ídolos do nosso coração é observar o que acontece conosco quando aquilo que valorizamos nos é tirado. Às vezes a gente diz: "Não, eu não tenho ídolo no coração". E se Deus deixar você perder algo que você tanto valoriza, como você vai lidar? Como você vai reagir com a perda? E aqui, irmãos, pode ser um filho, pode ser um cônjuge, pode ser um bem material. A lista é grande. Se Deus tirar, como você vai reagir? Isso pode expor um ídolo no seu coração. Há coisas que nós pensamos estar sob o nosso controle até o momento de perdermos e descobrirmos que, na verdade, eram elas que exerciam profundo controle no nosso coração. Às vezes Deus permite que aquilo que mais amamos seja tocado, não apenas para nos entristecer, não é esse aqui o objetivo de Deus com Jonas, mas para revelar o que realmente governa o nosso coração. Isso não significa, irmãos, que toda perda na nossa vida é de algo que domina o nosso coração. Não é isso que eu estou dizendo. Mas é certo que Deus, em sua providência pode usar perdas e desconfortos para revelar o que está controlando o meu e o seu coração. Mas o Senhor ainda não terminou de tratar com o seu profeta, que agora quer morrer. Simplesmente ele quer morrer porque perdeu a planta dele. Amou demais a planta, era um pai de planta e agora ele quer então morrer. Mas Deus agora tem duas perguntas para lhe fazer. Versos 9 e 11 apresentam para nós duas perguntas que confrontam esse profeta. No verso 9. Depois de Jonas dizer que é melhor morrer, Deus vai questioná-lo. Olha só. Então, perguntou Deus a Jonas: "É razoável essa tua ira por causa da planta?" Ele respondeu: "É razoável a minha ira até a morte". Perceba que agora nós temos algo diferente. A pergunta que Deus tinha feito a Jonas no início deste capítulo sobre a razoabilidade da sua ira, por ter o Senhor agido com misericórdia para com os ninivitas, não foi respondida. Mas agora, quando esse Deus pergunta a Jonas sobre a razoabilidade da ira por causa da perda da planta, daquilo que lhe causava conforto, aí sim ele responde ao Senhor. Lá ele virou as costas para o Senhor. Ele saiu de Nínive. E ele montou para si um abrigo. Agora, quando tocava no conforto dele, ele então agora responde ao Senhor. Mas a resposta é boa? A resposta é problemática. Jonas quando abre a boca tem problema vindo. O profeta relutante, petulante, responde dizendo que tem todo o direito de ficar irado pela perda da planta até o ponto de desejar a morte. Como se Jonas estivesse dizendo para Deus: "Olha, como eu poderei viver no mundo onde o Senhor permite que a minha planta pequena e preciosa, que me dá tanto conforto, morra, seja tirada de mim?" É inaceitável Deus viver no mundo dessa maneira. É assim que ele está falando para o Senhor aqui. Então, Deus mais uma vez vai perguntar ao seu profeta nos versículos 10 e 11. Veja a última pergunta de Deus para ele. Tornou o Senhor, tens compaixão da planta que te não custou o trabalho, a qual não fizeste crescer, que numa noite nasceu e numa noite pereceu? E não ei de eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que há mais de 120.000 pessoas que não sabem discernir entre a mão direita e a mão esquerda e também muitos animais. Note, irmãos, o que foi construído aqui. Note que agora a resposta de Jonas serve direitinho a lição que Deus estava lhe aplicando. Deus armou todo um cenário para chegar nesse ponto e agora aplicar nele a sua lição. Há toda uma sequência aqui muito bem orquestrada sendo apresentada. Deus deu, Deus tirou, Deus perguntou. ao dar, ao tirar e ao perguntar o coração do profeta, ó, foi entregue de bandeja, tá aqui como anda meu coração. Mas agora Deus vem trata, Deus vem confronta o coração deste homem. Deus agora vai usar um argumento lógico aqui do menor para o maior para confrontar o profeta e as suas reações. E a lógica do argumento de Deus aqui é irrefutável e é simples. Jonas não teve mal entendido com a lógica que está sendo apresentada. Jonas foi capaz de ter compaixão, de ficar triste pela perda de uma planta que nada lhe custou, que ele mesmo não produziu e nem cultivou. Agora, se Jonas, agindo em benefício próprio, pôde desenvolver essa ligação com a simples planta, que dizer de Deus? Será que Deus não poderia ter compaixão de uma grande cidade que era a crise do profeta com 120.000 pessoas? 120.000 pessoas que não sabem discernir entre a mão direita e a esquerda? Aqui é uma referência para um povo que não tinha a revelação especial relativa à vontade moral de Deus, como os israelitas tinham, como Jonas tinha. Eles não tinham. E também muitos animais. Deus é o criador desse povo. Deus é o criador dos animais. Deus é o criador dessa cidade. Será que Deus não poderia agir com compaixão para com estes? Jonas pode que não te custou nada. Agora eu que sou o criador, preservador de tudo isso, eu não posso agir com compaixão. Queridos, consegue perceber a força do argumento de Deus aqui? Dá para refutar isso daqui? É irrefutável. Fica claro que a compaixão de Jonas é limitada, é seletiva, é egocêntrica. Mas é de Deus. É de Deus. é santa, é sábia, é soberana, é graciosa. E aí você pode ir adjetivando. E aqui faz-se necessário alguns destaques, irmãos. Deus não está dizendo que os ninivitas eram inocentes e que por causa disso, eles mereciam ser salvos. Não, até porque eles não eram. E o livro todo deixa claro que o juízo de Deus que seria lançado sobre Nínive se não se arrependesse, era justo. Era justo o juízo de Deus. Também Deus não fechou os olhos para o pecado dos ninivitas. O pecado ele precisa ser julgado. Deus não ignora o mal. Deus não fecha os seus olhos para o mal. No entanto, o argumento é de que nada disso impede Deus de ser misericordioso e de ter compaixão dos pecadores que se arrependem. Este é o argumento. Aqui, queridos, surge uma pergunta teológica para nós. Como Deus pode ser tudo isso? Justo, não ter os olhos fechados para o pecado, misericordioso, ter compaixão de pecadores, ao mesmo tempo? que é uma pergunta para nós respondermos, para lidarmos com ela. Como que ele pode ser tudo isso? Onde que está a resposta para essa pergunta, irmãos? Queridos, a resposta está lá na cruz de Cristo. O livro faz parte de uma grande história que está sendo contada e a grande história da redenção, daquele Salvador que quando Jonas pregou em Nínive ainda estava por vir, mas que para nós ele já veio para nos salvar e ele já foi crucificado por nós. É lá na cruz, irmãos, que o próprio filho de Deus é entregue, que os pecados para os quais Deus não pode fechar os olhos são lançados sobre os ombros dele. É lá na cruz. Ali o filho amado e santo é crucificado em nosso lugar. E ele recebe sobre si o juízo que pecadores merecem, que os nenivitas mereciam, que Jonas merecia, que nós merecemos. E é justamente, irmãos, por isso que pecadores como nós podem receber misericórdia, porque na cruz a justiça de Deus não é ignorada, ela é plenamente satisfeita. Na cruz ele é justo, ele é misericordioso, ele tem compaixão, ele é gracioso e por aí vai. A cruz responde para nós. Foi na cruz que Jesus recebeu aquilo que nós merecíamos para que pudéssemos receber aquilo que não merecíamos. E o que não merecíamos? Graça, misericórdia, perdão e compaixão desse Deus. É por isso, meus irmãos, que o Deus de Jonas tem todo o direito de amar aquilo que Jonas não estava conseguindo amar. E nós também precisamos aprender a lidar com esse amor de Deus nos nossos dias. Quantas vezes, sem perceber, estabelecemos os limites da graça de Deus. Achamos que determinadas pessoas estão longe demais para serem alcançadas por essa graça. Que pessoas pecaram demais, que nos machucaram demais, que não merece, não merecem a compaixão divina. Humanamente falando, realmente elas não merecem, assim como nós também não merecemos. Esse é o grande problema. Por isso que é graça, por isso que é misericórdia, o que Deus faz em nosso favor. Sem aceitar isso, meus irmãos, e sem saber lidar com isso. Tristemente, Jonas se importava mais com a sua própria condição, com o seu próprio conforto do que com pessoas, irmãos. Esse é o problema grave aqui, com pessoas sendo salvas e preservadas. William Gram, neto do famoso evangelista Billy Gram, tem um livro sobre Jonas, cujo título é Surpreendido pela Graça, lançado pela editora Cultura Cristã. Leia esse livro. Nele, comentando esse texto, esse autor diz algo que eu julgo ser espantoso. Comentando esse texto, ele diz que uma diferença entre o amor de Deus e o nosso é que Deus sempre valoriza mais as pessoas. Muitos de nós temos algo que amamos mais do que as pessoas, o esporte, o carro, o dinheiro, o nosso negócio. E aí acrescente na sua lista aí que você pode amar mais do que pessoas. Alguém colocou isso da seguinte forma: "Na cidade de Deus, os habitantes amam as pessoas e caminham sobre o ouro, enquanto na cidade do homem, composta de Jonas, os habitantes amam o ouro e caminham sobre as pessoas". Era assim que Jonas queria fazer com os nineevitas. Eu amo a planta, mas se eu pudesse, eu pisaria. Eu mesmo destruiria a cidade de Nínive. Assim, meus irmãos, o livro de Jonas termina como ele todo é, de uma maneira surpreendente. Eu costumo dizer que eu tenho uma um caso de amor e ódio com Jonas. Jonas termina de maneira surpreendente. Provavelmente foi ele quem escreveu esse livro. A gente não tem o versículo 12. Bom seria, né, se tivéssemos o versículo 12. Por isso a gente fica com a dúvida, o que aconteceu com esse profeta? Nós não sabemos, irmãos. E não será no próximo sermão que nós tentaremos descobrir, porque não tem mais Jonas. Acaba aqui o livro. Talvez esperássemos que depois de tudo o que aconteceu, pareceria o versículo 12 com Jonas, finalmente dizendo: "Ah, Senhor, agora eu entendi." Ou esperaríamos algum registro de arrependimento, alguma confissão, alguma mudança de atitude, mas percebam, irmãos, nada disso é registrado para nós. O livro termina sem terminar com uma pergunta de Deus sobre a sua compaixão. É assim que ele termina. E ele termina assim propositadamente, porque essa pergunta não foi apenas para Jonas ou foi, ela também foi para o povo da antiga aliança, dos israelitas que leriam este livro. Essa pergunta, irmãos, ela está diante de nós e ela continua sendo feita para nós. O livro termina, mas a pergunta continua. Deus pode ter compaixão ou não? Pode ou não? A pergunta ainda continua. Por isso, não fique curioso sobre o que Jonas fez depois. O foco da pergunta não é para ficarmos curiosos. O foco da pergunta é sobre o que nós faremos agora, queridos. Nós mostraremos misericórdia, compaixão aos outros ou não? Esse é o foco. Será que temos mais compaixão por aquilo que nos proporciona conforto do que pelas pessoas que Deus colocou ao nosso redor, ao nosso alcance para pregar o evangelho? Será que nós celebramos a graça quando ela alcança alguém que em nosso orgulho consideramos indignos? Será que amamos aquilo que Deus ama, aquilo que é precioso aos seus olhos? A pergunta está diante de nós, irmãos, feita para nós. Responda aí no seu coração. Responda para Deus aí. Aplicações, irmãos, de tudo o que foi visto aqui. Queridos, eu poderia terminar Jonas 4 dizendo: "Irmãos, precisamos ser mais misericordiosos". Seria uma boa aplicação. Texto tá falando de misericórdia, que Deus é misericordioso. Jonas não era. Então seria uma boa aplicação, né, irmãos? Sejamos mais misericordiosos. Mas, infelizmente, irmãos, isso seria insuficiente. Porque se o nosso problema é um coração pecador e não alinhado com a compaixão de Deus, se o nosso problema é a desproporção da pequenez do nosso coração com a misericórdia de Deus, simplesmente receber uma ordem agora dizendo: "Sejam mais misericordiosos, resolve o problema? Sairemos daqui com o problema resolvido?" É claro, irmãos, que é necessário que nós sejamos mais misericordiosos. mais misericordiosos. O livro é claro, o tempo todo ele chama-nos para isso. Porém, o ensino desse livro é muito mais profundo do que isso. Queridos, nós não nos tornamos misericordiosos simplesmente porque Deus nos mandou ser. Não é tão fácil assim. Nosso coração pecador, irmãos, é redimido, mas ainda nós lutamos contra o pecado. O livro todo ele vem mostrando, mostrando para nós que nós agimos com misericórdia quando nós compreendemos a misericórdia que recebemos. É experimentando a misericórdia de Deus ou parando para perceber o quanto misericordioso ele é conosco. Esse é todo o movimento do livro. Jonas foi percebendo isso desde o capítulo 1 até o capítulo 4. Nós precisamos, irmãos, de uma misericórdia que venha fora de nós. Nós precisamos ter os nossos olhos fixos em alguém cuja misericórdia não foi limitada pelo nosso pecado. É necessário olharmos para aquele que teve compaixão de nós quando não merecíamos a compaixão do Pai. É em Jesus, irmãos, é unidos a ele que nós experimentamos a grande compaixão que nos perdoa, que nos transforma e nos ensina cada dia mais, paulatinamente a amar aquilo que é precioso aos olhos de Deus. É em Jesus, irmãos. Por isso que a vida cristã é vivida em Cristo. Por isso que Paulo diz: "Olha, em Cristo não vivo mais eu, mas agora Cristo vive em mim. Eu fui unido a Cristo Jesus. Por isso que a gente precisa de Cristo, irmãos. É a cruz que nos impede de pensar que somos melhores que Nínive. Pois somente aqueles que conhecem profundamente o quanto receberam misericórdia, conseguem começar a olhar para os outros com misericórdia. Não é porque a gente é bom, porque a gente vai poder bater no peito e dizer: "Pastor, o senhor não sabe o quanto misericordioso eu sou." Não é por aquilo que a gente é em Cristo Jesus, por aquilo que Cristo faz para nós, que a gente então vai expressar o mundo, a misericórdia que nos alcança todos os dias. Meus irmãos, a nossa esperança não está em possuir um coração naturalmente misericordioso, porque não é misericordioso. A nossa esperança está no Deus, cuja misericórdia é maior que o nosso coração, egoísta, e no Cristo que morreu para transformar pecadores como nós. Aquele que começou a boa obra está trabalhando em nós. Ele trabalha por meio da palavra dele, como ele trabalhou no dia de hoje. Vamos orar. Senhor Deus, nós somos gratos pela tua palavra que nos permite, ó Deus, olhar para o nosso coração, ter o nosso coração exposto e perceber, Pai, que por vezes nós agimos de maneira contrária à vontade do Senhor. Nós o conhecemos, mas nem sempre vivemos na prática o conhecimento que temos do Senhor. Nós sabemos que tu és um Deus misericordioso, que nos alcançou com grande misericórdia, mas nem sempre, ó Deus, expressamos isso para o mundo. Nem sempre, ó Deus, agimos assim. Por isso, Pai, tenha misericórdia de nós, da tua igreja, que os nossos olhos estejam fixos em Cristo Jesus, o autor e consumador da nossa fé. Aquele, ó Deus, que expressou a sua misericórdia na cruz do Calvário, a sua compaixão para cada um de nós. Que em Cristo Jesus, Pai, nós sejamos levados a viver uma vida de misericórdia, de compaixão, ó Deus, para aqueles quem o Senhor nos enviar, para aqueles a quem o Senhor colocar ao nosso redor. Tem misericórdia de nós, ó Deus, pois por vezes temos um coração como o de Jonas. Isso nos entristece, Pai. Tenha misericórdia de nós. Quebranta, ó Deus, o nosso coração. Transforme, ó Deus, o nosso coração. Teu Santo Espírito, ó Deus, transforme o nosso coração nesta noite. É a nossa oração, Pai, no nome de Cristo. Amém. Queridos, nós ainda ouviremos nosso coral. Cristo [música] já ressuscitou [canto] sobre a morte de fou. Uma [música] vez a cruz sofreu, uma vez por nós morreu. Cantos [música] hoje [canto] é a Jesus, [música] o grande rei. Ele a morte desbaixar, pecadores resgatar. [canto][música] Sobre a cruz Jesus sofreu. Sobre a cruz Jesus [canto][música] sofriu. Por nós morrer. E por nós morrer. Deus [música] está. Ele reinará. Ele [música] vivo está. Ele reinará. Para sempre reinará. [música] Cristo já ressuscitou sobre a morte. [música] Fou uma vez a cruz uma vez por [canto] nós morreu. [música] Gratos hoje [canto] é a Jesus o grande [música] rei. Ele a morte desbaixar, pecadores rescatar. Tudo consumar. [música][canto] Salvação de graça dá. Ele glória ao céu [música] subiu. E do céu a porta [música] abriu. [canto] Cristo já ressuscitou. Sobre a [canto] morte [música] triunfou. Uma vez na cruz sofreu, uma vez [música] por nós morreu. [música] A Jesus o grande rei. Ele morte [música] de lhes marchar, pecadores resgatar. [canto] Cristo já ressuscitou. [música] Cristo já ressuscitou. [canto] [música] Meus irmãos, vamos ficar de pé, fazer uma oração final, receber a bênção do Senhor. Senhor Deus, nós somos gratos por tudo que foi realizado aqui quando a tua igreja se reuniu para adoração ao Senhor. Estivemos aqui, ó Deus, porque o Senhor nos chamou, o Senhor direcionou os nossos passos. Nós tivemos, ó Deus, o privilégio de poder adorá-lo. Pedimos, ó Deus, que o Senhor continue a abençoar a Tua igreja. Abençoe, Pai, a nossa semana. Nos conduz, ó Deus, no decorrer de mais uma semana para que possamos viver para a glória do Senhor. Para que possamos refletir aquilo que temos aprendido da palavra do Senhor. Para que possamos, ó Deus, colocar em prática e assim o nome do Senhor ser glorificado. Continue, ó Deus, abençoando a tua igreja e nos proporcionando momentos como esse. É no nome de Cristo que nós oramos. Amém. Meus irmãos, que a maravilhosa graça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o amor de Deus Pai, a comunhão e a consolação do Espírito Santo estejam com todos aqui, com toda a igreja de Cristo espalhada pela face da terra, não só hoje, mas para todo sempre. Amém. Amém. >> [música] >> Amém. Podeis assentar o póslúde. Что? >> [música] >> Meus irmãos, nosso momento de culto público ao Senhor está encerrado. E eu quero agora dar alguns avisos. Antes nós queremos dar uma saudação aos visitantes, aqueles que nos visitam pela primeira vez. Se não for o constrangimento, puder ficar de pé, nós queremos conhecê-los. Temos aqui minha direita, minha esquerda. Sejam bem-vindos. Deus abençoe vocês. Vocês serão cumprimentados pelos irmãos aí. próximo. Sempre que puderem e quiserem estar conosco, são muito bem-vindos, meus irmãos. Segundo aviso é sobre o acampamento da UPJ e da UPA. As inscrições estão chegando ao fim, ainda temos vagas e acontecerá agora do dia 4 ao dia 7 de setembro no espaço Arvoredo. Qualquer dúvida que você tiver pode me procurar. O pastor Alisson, a liderança da UPA e da UPJ. Nós estamos aí à disposição para tirar sua dúvida. Nós temos um aviso também referente ao encontro da fé reformada. E aqui, na verdade, é um pedido para que aqueles que forem participar, e nós convidamos todos participem, para que todos participem, que façam as inscrições no site ou no aplicativo da igreja, quanto mais antes forem feitas. Isso nos ajuda na organização deste evento que é tão importante paraa nossa igreja e também para as nossas vidas, pois certamente nos abençoa. Por fim, quero relembrar sobre a celebração que nós teremos da fé reformada no dia 31/10. já foi publicado aí no Instagram da igreja, acredito que no site da igreja também nós temos publicação. Vai acontecer no dia 31 de outubro e a partir das 9:30 nós teremos toda uma programação lá no Teatro Rio Vermelho. Nós teremos o Paulo César Baru, louvando ao Senhor e nós teremos o reverendo Éber Campos Júnior como ministro da palavra do Senhor neste dia. Marque aí na sua agenda. Certamente será um dia abençoado, é um presente da igreja paraa cidade e nós precisamos fazer parte disso e certamente nos abençoará. Queridos, é isso. Que todos tenham uma boa noite, uma boa semana. Deus abençoe vocês. Vão em paz. >> [música] [música]