Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

# 86 Pilares da Fé Reformada – Estudo Bíblico

# 86 Pilares da Fé Reformada – Estudo Bíblico

# 86 Pilares da Fé Reformada – Estudo Bíblico

PILARES DA FÉ REFORMADA
Teologia Dogmática ao alcance de todos

O desafio da Primeira Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia é que continuemos a caminhada na preservação da doutrina e na aplicação das verdades bíblicas aos novos desafios de nossa geração. Integrando-nos à nobre sucessão dos que amam a Deus e sua Palavra e que buscam entendê-la e aplicá-la, em submissão ao Espírito, à vida da Igreja. D. M. Lloyd-Jones diz:

“Toda a doutrina cristã visa levar, e foi destinada a levar a um bom resultado prático. […] A doutrina visa levar-nos a Deus, e a isso foi destinada. Seu propósito é ser prática […] a nossa vida cristã nunca será rica, se não conhecermos e não aprendermos a doutrina. Você não poderá ser santo se não conhecer bem a doutrina. Doutrina é a ligação direta que leva à santidade. É somente quando compreendemos essas verdades fundamentais que podemos atender ao apelo lógico para a conduta e o comportamento agradáveis a Deus”.

Diante disso, uma tradição saudável tem compromisso com o passado na geração do futuro. Portanto, “o conservadorismo criativo utiliza-se da tradição, não como autoridade final ou absoluta, mas como recurso importante colocado a nossa disposição pela providência de Deus, a fim de nos ajudar a entender o que a Escritura está nos dizendo sobre quem é Deus, quem somos nós, o que é o mundo ao nosso redor e o que fomos chamados para fazer aqui e agora”. J.I. Packer nos ajuda nessa compreensão:

“A tradição nos permite ficar sobre os ombros de muitos gigantes que pensaram sobre a Bíblia antes de nós. Podemos concluir pelo consenso do maior e mais amplo corpo de pensadores cristãos, desde os primeiros Pais até o presente, como recurso valioso para compreender a Bíblia com responsabilidade. Contudo, tais interpretações (tradições) jamais serão finais; precisam sempre ser submetidas às Escrituras para mais revisão”.

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

SE INSCREVA NO NOSSO CANAL. CURTA OS VÍDEOS. COMPARTILHE

Website: http://www.pipg.org
Cultos e pregações: http://www.youtube.com/pipgyn
Facebook: http://www.facebook.com/pipgo
Instagram: http://www.instagram.com/pipg.oficial
TikTok: http://www.tiktok.com/@pipg.oficial
Twitter: http://www.twitter.com/pipg1
TV UCP: http://www.youtube.com/pipgkids

Legendas automáticas:

Irmãos, boa noite.
Nós louvamos a Deus por estarmos aqui
mais uma vez
para
estudarmos um pouco mais a palavra do
Senhor.
E nós estamos
é,
essa terceira, quarta-feira que nós
entramos em alguns assuntos
que diz respeito a eclesiologia e hoje
nós vamos para algo bem mais prático
também.
É, para que a gente
entenda, né, o, as questões do, do
sistema nosso de governo e de onde
é, nós
é, retiramos tudo isso à luz da palavra
de Deus.
Eu preciso lembrar que
a nossa base
é, a gente vai ver isso hoje, de, de
estrutura, do, de, da questão do governo
presbiteriano, ela é,
ela foi fundamentada principalmente na
igreja da Escócia, né?
Então, nós temos
sim, nós estamos ligados
à reforma protestante
mas é
de maneira mais específica nessa
é, vamos dizer assim, numa sintonia fina
é, o nosso sistema, ele é
é, de alguma maneira se torna maduro
na igreja presbiteriana da Escócia e nós
vamos ver isso
de como é, isso também se relaciona com
os textos bíblicos, tá? Nós vamos orar,
pedir a benção de Deus
e nós vamos iniciar.
Senhor nosso Deus, nós queremos mais uma
vez
agradecer o Senhor pelo dia que o Senhor
nos dá
pela chuva, Deus, que caiu sobre
nós, ó Deus, nesses dias
te agradecemos, ó Pai, pelo teu sustento
e amparo do Senhor.
Pedimos a tua benção sobre nós.
Que o Senhor nos alcance com a tua graça
e com a tua misericórdia.
E alcance também todos aqueles que estão
nos acompanhando também a distância.
Nos abençoe ó Deus para que nós possamos
entender.
Que.
Muito mais ó Deus apenas de um sistema
humano.
Nós ó Deus precisamos como igreja
entender a nossa submissão.
A Cristo Jesus.
Portanto nos abençoe é a nossa oração em
nome do teu filho amado Jesus Cristo.
Amém.
Irmãos nosso assunto é esse hoje a ordem
e o governo da igreja reformada.
Falando um pouco a respeito de ofícios,
vocações.
E assembleias de vez em quando a gente
precisa afinar tudo isso. Para que a
gente é não perca o rumo né.
É nós usamos e partimos do do texto.
Lá de Atos.
É cuidem de vocês mesmo ou cuidem de vós
em outra tradução.
E de todo o rebanho sobre o qual o
Espírito Santo os designou como
supervisores.
Para pastorear a igreja de Deus. Nós
vamos perceber e ao e ao longo desse
estudo que alguns desses termos que até
causam uma certa confusão.
Na verdade a gente vai perceber que são.
É maneiras de mostrar dentro do ofício.
A aquilo que é
Vamos dizer assim a tarefa né.
Supervisor
é
aquele que governa, aquele que preside
né então assim ele diz respeito.
A essa função do do próprio ofício né
então até no caso aqui o terminologia
como supervisores.
É até para que a gente entenda quando a
a vê.
É alguns sistemas, né, que vão colocar
é, pega o termo, né, que é, é,
epíscopos, né, traduzido literalmente é
bispo, né.
E,
e assim nós temos um sistema
de governo episcopal, mas, a,
a gente vai percebendo que a palavra de
Deus, ela vai colocando, é, esses termos
exatamente para mostrar que essa
liderança, o que que está sobre eles,
mas o principal e fundamental
é, essa tarefa
de cuidar do rebanho, é, de, de Deus,
né. Aí ele fala sobre o qual o Espírito
Santo os designou. Então
é, a gente começa a compreender
desde, é, o começo
que
é, mesmo que a gente tenha uma teologia
que fala a respeito da, é, dessa, desse
sacerdócio universal de todos os santos,
a palavra de Deus, ela nunca retirou o
ofício
mas esse ofício também, ele tem essas
ordens, ela tem a maneira como é
estabelecida. Então não é possível
alguém, é, se auto intitular
é, um oficial da igreja sem que a
própria assembleia da igreja não
reconheça nele os dons específicos para
isso.
Lembra que quando nós fazemos eleição
para presbíteros e diáconos, a igreja é
instruída, de acordo com o texto bíblico
para que a, é, Deus coloque, né, no
coração da assembleia aquilo que é a
vontade de Deus, mas a gente vai
perceber sempre que o critério
ele é muito alto, porque o, o, a palavra
de Deus nunca vai abaixar os critérios
para condicionar o tempo, falar: "Ah, tá
bem ruim, tá, vamos tirar aqui algumas
qualificações, não? Porque o ofício
sempre vai espelhar Cristo Jesus, então
ele não pode, eh, baixar ali,
eh, vamos dizer assim, o nível, né? A
régua de medir. Então ele, ele se aplica
diretamente a Cristo Jesus. Nós vamos
por partes aqui.
Então, nós vamos ver aqui as pessoas, é
os,
eh, os oficiais extraordinários, a
origem da história, né? Depois o, esse
processo e como se relaciona aqui com a,
a assembleia,
governo representativo da congregação,
esse equilíbrio aqui que está na
autonomia relativa de cada rebanho
e as assembleias abrangentes e a unidade
visível. Aí a gente vai aplicar
diretamente para a gente entender como
que funciona a Igreja Presbiteriana do
Brasil. Vamos lá então, desde o início,
para que a gente entenda como que isso
vai sendo estabelecido na, na escritura.
A primeira coisa que a gente vê no Novo
Testamento, então nós estamos
afunilando, nós já vimos o conceito de
igreja no Antigo Testamento, como que
ele vai para o Novo Testamento.
No Antigo Testamento, no primeiro
momento, uma nação, mas tudo isso já
tendo contornos dessa assembleia ou de
um povo reunido, tanto é que em vários
momentos estrangeiros foram inseridos
na, dentro da linhagem, tá? Então não
era exatamente por ter nascido judeu que
fa, eh, que faria parte dessa
assembleia.
A gente vai vendo que ao longo da
caminhada, eh,
isso é, eh, evidenciado nas escrituras.
Ali no Antigo Testamento, por meio de
reis, profetas, sacerdotes, tá?
E a gente passa para o Novo Testamento.
Então, eh, se torna obsoleto o sistema
levítico ali, né, do Antigo Testamento.
Nós temos ainda um último daqueles
profetas, a exemplo do Antigo
Testamento, que é João Batista.
Tá?
E,
e assim, a gente vai vendo nos embates,
nos próprios embates ali de Jesus,
eh,
que
a gente ainda tem, tem o sistema, né?
Vai tendo o sistema sistema de,
eh, religioso, né, que competia ali
naquela época, né? Mas então, nós temos
lá no começo, o estabelecimento de
apóstolos, tá?
Que a função exatamente é essa,
né, de, de testemunhas, né, da vida e
ressurreição de Cristo, né,
comissionados diretamente por ele para,
eh, dar início à igreja. A gente tem o
relato de tudo isso. Eh, abrindo lá em
Lucas, no capítulo seis,
verso de número 13,
que diz assim:
"E quando amanheceu,
chamou a si os seus discípulos e
escolheu 12 dentre eles,
aos quais
lhes deu também o nome de apóstolos".
Portanto, essa primeira ordem, a gente
vê, eh, literalmente, eh, sendo
escolhidos por Jesus.
E quem dá o nome a eles também é Jesus,
que os chama de apóstolos, tá? Eh, a
gente olha também lá em Atos, aí a gente
aprende outra coisa, que a gente precisa
lembrar sempre.
Lá em Atos, no capítulo um,
verso 21
e 22
quando
a
a gente vai tá lá no começo de Atos
lembra que Judas
é sai,
fica o 11
né, dos apóstolos
e aí eles é reunidos, eles entendem que
outra pessoa deveria entrar no lugar de
Judas
e olha os critérios que é estabelecido
é necessário pois
que dos homens que nos acompanharam todo
o tempo
que o Senhor Jesus andou entre nós
começando no batismo de João até o dia
em que dentre nós
foi levado às alturas, um destes se
torne testemunha conosco da sua
ressurreição. Uma das funções é é ali
era fundamentais dos apóstolos era
exatamente esse testemunho da obra de
Cristo
da sua morte, da sua ressurreição
e aqui eles é interpretam, eu sei que
sempre que a gente fala, depois vai
falar aqui, né, eles propuseram os nomes
de
é José chamado Barsabás e cognominado
Justo e Matias, né, e é eleito Matias
para estar no lugar. Uma coisa é certa,
a palavra de Deus mostra no início dos
evangelhos que muita gente seguia Jesus
e muitos deles seguiram Jesus do início
ao fim
e esse foi aqui um dos critérios, Jesus
escolhe dentre eles 12
Jesus vai lá e escolhe esses 12, mas aí
a gente tem agora Matias sendo colocado
aqui
né, e a pergunta sempre que as pessoas
fazem é agora, né, depois e Paulo
né, como é que coloca Paulo, né
é aí fala assim, ai, diz lá que vai ter
12 colunas
os 12 apóstolos, fala, ai, põe
dois numa coluna só, tem que qual o
problema
a Paulo mesmo fala disso várias vezes,
né?
Paulo fala: "Eu fui achado como um fora
do tempo, mas uma das credenciais, as
credenciais, eh,
aconteceram em Paulo. Ele viu
diretamente Jesus, quando Jesus se
revela a ele,
eh, depois quando ele volta, ele, ele
sai porque foi perseguido,
né? E ele volta depois de três anos e
lembra que quando ele vai a Jerusalém,
ele fala: "O que eu recebi, eu não
recebi de homem algum".
Ele recebeu do próprio Cristo. Ele volta
de novo e começa a falar, pregar a
respeito de Cristo e ele vai repetindo
sempre isso. Lembra da, da, das palavras
da ceia, no, de, de Coríntios, primeira
Coríntios 11, ele fala: "Porque o rei
eh, recebi do Senhor o que também vos
entreguei. Na noite que o Senhor foi
traído, tomou o pão,
né? Ele faz questão de, de falar a
respeito disso, né? Então, a credencial
era exatamente essa.
Ter, eh,
visto,
ter, ser testemunha
e, e junto com os apóstolos, naquele
primeiro momento da igreja, acompanhavam
eles, eh, milagres, prodígios e sinais,
tá? Eh, eram a credencial de um apóstolo
também,
né? A gente vai vendo o relato de Atos,
de tudo aquilo que vai acontecendo, isso
vai acompanhando esses apóstolos, né?
Milagres, prodígios e sinais. Apesar da
gente usar isso como sinônimo,
eh, quase que dá, de alguma maneira o é,
mas, eh, ele diz respeito a, a ações que
a finalidade dele, eh, são diversas, né?
Diferentes ali.
Então, eh, o próprio nome, quando ele
fala de sinais, o sinal, ele nunca é o
fim nele mesmo, o sinal sempre aponta
para algo
para frente.
Né? Então ele vai
dividindo tudo isso, eu sei que na
maioria das vezes nós colocamos isso
tudo no campo do milagre.
Né?
Mas é a finalidade era apontava para
algo mais amplo. Então nós temos também
a questão dos profetas aqui.
É falar para edificação, revelação de
mistérios e eventos futuros.
Lá em Atos capítulo 11, a gente tem um
relato disso.
Atos capítulo 11, verso 28.
A partir do 27 diz assim: "Naqueles dias
desceram alguns profetas de Jerusalém
para Antioquia.
E apresentando-se um deles chamado
Ágabo, dava a entender pelo espírito que
da
que estava para vir grande fome por todo
o mundo, a qual sobreveio nos dias de
Cláudio".
É, essa era uma das funções também aqui.
Efésios ele fala, depois nós vamos ver o
texto de Efésios. Efésios é falando de
como Deus chama, né? Um para profetas,
né?
Evangelistas, pastores, mestres. Mas a
ideia do profeta a gente também precisa
compreender.
Basicamente falar o que é a vontade de
Deus. Então todas as vezes que nós
falamos é
aquilo que a palavra de Deus diz: "Assim
diz o Senhor".
É, de alguma maneira isso é ser um
profeta, trazer aquilo que é a vontade
de Deus.
É, não que a gente exclua, não estou
excluindo aspectos preditivos.
Deus pode fazer isso.
Deus faz. Muitas vezes nós, às vezes,
principalmente no ciclo reformado, é
acusado de não crer que Deus se revela
de maneira diferente, de de forma
nenhuma.
Nós só entendemos
que, eh, a gente precisa de eh de alguma
maneira, eh,
colocar isso no crivo da palavra de
Deus. E a gente vai notar, é
interessante isso, em campos
missionários,
em vários relatos missionários, onde o
evangelho tá chegando e uma série de
coisas,
eh, Deus se manifesta de de diversas
maneiras,
né? O problema nosso, eu creio que
muitas vezes que a gente se desvia, é
que nós temos a palavra de Deus na nossa
mão,
a gente não dá valor a essa palavra de
Deus revelada e escrita,
e a gente acha que tem mais valor alguém
do nada chegar e falar: "O Senhor me
disse isso".
A gente acha que é essa revelação está
superior a essa revelação especial que
nós temos na mão, que é a palavra de
Deus. Agora que nós já conhecemos a
Cristo,
estamos aprofundando no evangelho,
estamos conhecendo qual é a nossa
necessidade
de termos, eh, sempre alguém fazendo
predições sobre a nossa vida, sobre o
futuro.
Isso muitas vezes é descrer no próprio
evangelho, porque aquilo que é
fundamental para nós, hoje, saber do
futuro,
a palavra de Deus já nos revelou.
Primeiro, que, eh, nós estamos salvos em
Cristo Jesus, nós estamos seguros nele,
nós estamos garantidos até a volta de
Cristo, Cristo continua governando sobre
todas as coisas, né? Uma série de coisas
que ele já nos falou. Entende que quando
nós muitas vezes nos lançamos a essas
assim: "Ah, eis que digo, você vai,
aconteceu alguma coisa na sua vida".
Isso é muito pequeno em face daquilo que
Cristo Jesus, né, supremo profeta
também, já nos revelou.
Né? E até a promessa que ele voltará
para buscar a sua igreja.
É, é subjetivo.
É muito subjetivo, normalmente, é. E e
às vezes a gente não para para pôr no
crivo da palavra de Deus. Então, assim,
a gente precisa pensar a respeito disso,
porque nesses movimentos, então, não é
que a gente negue,
não é que a gente negue.
É, mas a gente sempre vai entender que é
necessário propósitos muito maiores. E
os propósitos sempre, quando Deus se
manifesta, milagres, prodígios e sinais,
sempre está indicando avanço do reino de
Deus, nunca um fim em si mesmo nas
pessoas.
Né? De de assim falar: "Ah, vamos, é,
vamos marcar aqui um um uma um grande
manifestação de milagre, prodígios e
sinais".
Né? Para que marcar a agenda de Deus,
né? Falar: "O senhor vai ter que tal o
final de semana, o senhor tem que fazer
isso".
Né?
É, qual a lógica disso?
Porque a palavra de Deus sempre vai
mostrar essas manifestações numa, é,
crescente de expansão do evangelho.
Aonde o evangelho vai chegando. Leia
livros sobre, é, de de missiologia que
vai perceber isso.
Né? Você pega aquele livro, um livro bem
gostoso de ler, do Ronaldo Lidório,
Cocombas. você vai ter vários relatos de
de coisas eh que Deus faz e que fez
naquele povo até aquele povo conhecer o
evangelho,
né?
Então, o profeta, sim, nós entendemos
que é pode acontecer, repetindo, mas o
fundamental é falar o que já está
escrito
na palavra de Deus.
E outra coisa, se o profeta nunca fala o
que está escrito na palavra de Deus e
sempre é uma revelação subjetiva que
Deus falou comigo, desconfie.
Desconfie, porque um profeta que não
conhece a própria palavra de Deus ou a
vontade de Deus, ele não consegue
submeter a sua própria vida e a sua o
seu espírito na naquele que é a vontade
de Deus, então,
né, esses movimentos precisam
ter um equilíbrio. Os evangelistas aqui,
funções assistente missionários,
pregavam, batizavam, ordenavam novos
líderes. Eh, trabalho geral, itinerante,
nós temos Filipe, Timóteo, Tito.
Se relatado em Atos, Timóteo, também
falando a respeito dessa condição de
irem em direção às pessoas pregando o
evangelho,
tá? Nós vamos ver uma diferençazinha
aqui na questão presbiteriana de
nomenclatura, mas a ideia é essa mesma,
mas a gente não pode também, de alguma
maneira, falar assim: "Ah,
pastor, a gente tinha uma confusão aí.
Pastor fulano é mestre, ele não é
evangelista". Eu falei: "Do
pera aí".
Né?
Né? Porque ele só ensina.
Pastor que só ensina, ele não nem
visitar visita, ele fala: "Ah, esse
ensina".
Que ele é mestre. A gente viveu uma meia
confusão aí. Se nós somos chamados pelo
evangelho, todos nós somos chamados à
evangelização,
tá? Então, nesse aspecto, eu sei que é,
a gente pode ter,
é, vamos dizer assim, eu, eu reconheço
que, que, é, de dons específicos,
a gente tenha,
é, mais propensão para
facilidades, para uma coisa que outra.
Eu já falei aqui, eu admiro demais o
Elias Medeiros
e o, e ele é mestre.
Mas o Elias Medeiros é um evangelista
nato. Ele, é, você anda com ele, você
vai percebendo que ele já anda,
ele anda procurando,
né?
Ele não,
sabe, é, é assim, e, e ele já se colocou
tanto de maneira intencional, que às
vezes, você vai caminhando com ele, e
sei lá, a pessoa fala, ele pergunta o
nome,
né, da pessoa, e
já com o nome, quando vê, já
virou para outra coisa e já tá pregando
o evangelho para, para pessoa, né?
Então, assim, é,
Deus coloca isso,
sabe? Nuances, mas todos nós,
é, nós somos chamados à evangelização.
Vamos lá, então, presbíteros aqui, que,
alguns podem ser traduzidos por anciãos,
aí alguns perguntam: "Ah, pode ter
presbítero novo? Não pode? Ancião é o
quê?"
Na verdade, o princípio fundamental é
que não seja neófito,
né? Que, que conheça, de fato, o
evangelho, que viva o evangelho,
tá? E que, e, e a gente vai saber também
que nem sempre a maturidade,
ela traz, ela, ela vem acoplada com
sabedoria e conhecimento,
não é? Digamos que alguém se converteu,
né? Em, é, se converteu, não, deixa eu
corrigir aqui, senão alguém me corrige
lá.
Alguém foi alcançado por Cristo e ele já
estava na casa aí dos
60 anos, né? Aí você fala assim: "Não,
mas ele já é um ancião?"
É maduro. Não, ele é neófito na fé.
Ele está caminhando, entendendo ali.
Então, não apenas por causa da idade,
entendeu? Então, é algo mais profundo.
Então, são os primeiros em ordem aqui de
importância dos ofícios comuns.
A Bíblia utiliza termos que significam
homens mais velhos, anciãos e
supervisores.
Eles têm o cuidado direto do rebanho,
recebendo a responsabilidade de
abastecer,
governar, proteger a família de Deus.
E de onde nós tiramos isso? Lá em Atos
14:23, ele fala:
"Promova a nomeação
presbíteros, ah, anciãos em cada igreja
com oração e jejuns, encomende
ao Senhor
que a, eh, que haviam crido."
A ideia é essa. E é interessante notar,
ah,
a terminologia. Quando o texto lá fala
"encomendem",
é uma, uma
palavra do
contexto militar.
Pegue a pessoa e o apresente diante do
seu general.
Era, é esse o termo. Coloque diante do
seu general, que ele que vai treinar. A
ideia é essa. Conhecimento, mas, eh, o
aprendizado
é na frente do general, que é Cristo, é
aquele que está na frente.
Né? Então, encomendar é exatamente, eh,
esse sentido. Então, ele, eh, fazendo
aqui, só para a gente ir de ponto em
ponto,
mestres aqui, dedicação e ensino. E há
pessoas com mais aptidão, né? Mais, eh,
que, que, que Deus coloca o dom do, do
ensino,
né? Na, na vida da pessoa. Então,
originalmente, a tarefa de ensinar
unia-se de forma indistinta ao ofício de
supervisor.
Com o aumento de ensinamentos falsos e a
necessidade do preparo intenso, alguns
foram separados exclusivamente para o
ministério da palavra.
Sendo dignos de seu salário e liberados
de outras tarefas temporais. Nesse
sentido, é, de tempo integral para que
pudesse aprender
e que pudessem ensinar.
Lá no início da igreja, acho que eu já
falei isso aqui. Em algum momento na
história, é, isso foi banalizado. E é
interessante que a igreja, ela,
ela, é, se perdeu completamente.
Porque a palavra de Deus sempre colocou
um princípio. Onde não há ensino, o povo
se perde.
Certo? Aonde não houver doutrina, no
sentido de, de entender o que a palavra
de Deus diz, o povo se perde. As coisas
ficam subjetivas, gente. Que a gente
começa, se alguém fala qualquer coisa,
você fala assim: "Ah, é, tá tudo certo,
tá tudo bem, né? Tudo bem". Eu vou abrir
um parênteses aqui. Eu sempre conto
muita história, né? Eu vou diminuir as
histórias um dia.
Mas eu estava, porque eu estava nesse
lugar num dia.
E eu tô falando de igreja presbiteriana.
E as pessoas começaram a se perder
num tempo ali. E elas não estavam muito
interessadas em aprender Bíblia nem
nada.
E foram atrás de alguns movimentos. E eu
me lembro que nesse dia estava na igreja
e as pessoas, é, o culto, ele não tinha
uma ordem. Falavam: "Não, a partir de
hoje não tem esse negócio de liturgia.
É, deixa acontecer e cada um fala uma
coisa e tal".
E aí começaram a falar, é, cada um
levantava e falava um negócio lá.
E, e aí as pessoas começaram a falar
coisa da cabeça deles.
E eu me lembro até hoje que alguém
começou, eh,
dizendo que Deus estava falando à igreja
e a primeira coisa que ele falou,
eh, veja bem, irmãos, onde há fumaça há
fogo. Eu falei, olha, mas isso é um
provérbio popular, meu Deus.
Onde há fumaça há fogo.
E aí começou a falar uns negócios
esquisitos lá, né? E aí vem outro, né? E
fala assim, sim, eh, macaco sobe na
bananeira só quando vê que a banana tá
madura. Eu falei, olha, mas
é uma hora na, da natureza, né? Eu acho
que
macaco sabe a hora que a hora que a
banana tá madura.
Mas o que eu quero dizer é que aquele
negócio começou, eh, desandar assim, aí
as pessoas começaram a falar de, de
anjos e de uma série de outras coisas.
Perceba
que isso é natural.
Todas as vezes que você desvia da
palavra de Deus, você tira o foco de
Jesus. Jesus fica como coadjuvante. Aí
vem anjo, vem demônio, vem um monte de
coisa que é, que tá na frente. Já
perceberam isso nos movimentos?
Tudo tem a primazia. Aí falavam, olha,
irmãos, ainda bem que vocês chegaram na
igreja, porque se chegar 5 minutos
depois, tinha, o Satanás estava
cirandando a igreja para pegar alguém.
Aí fala, graças a Deus eu tô aqui
dentro. E na hora da gente sair, vai tá
lá? Né? Eh, e aí começa esses negócios,
essas coisas todas e a, e vai envolvendo
as pessoas e aí você não percebe que
Cristo Jesus deixou de existir naquele
lugar. Você fica com medo dos demônios,
você fica com medo de, de Satanás, que
diz que tá cirandando e sei lá, fazendo
um monte de coisa.
Aí você fica com medo dos anjos.
Você fala: "Tem anjo bravo chegando". Aí
você fala: "Pronto".
Já não basta os demônios, vem anjo
bravo, e vem não sei o quê, e vem um
monte de coisa. E e Jesus?
Jesus deixou de existir. Hum, e por isso
que eu estou falando, todas as vezes que
a igreja deixou
de de
buscar a Deus ou de ser ensinada à luz
da palavra de Deus,
ela vai se perder.
Ela vai se perder, ela vai descambar.
Então diz: "Ele mesmo concedeu uns para
apóstolos, profetas, evangelistas,
pastores e mestres". Efésios 4:11.
Então os anciãos que governam bem sejam
considerados dignos de duplicada honra,
especialmente os que se afadigam na
palavra do ensino.
Daqui então surge então a a ideia do do
daqueles que servem a igreja de de
maneira
integral.
Fato curioso,
pastores e mestres não são duas classes
então diferentes, mas uma só classe com
duas funções intimamente ligadas,
governar e ensinar. Uma das coisas que a
gente vai ver interessante é que quando
estabelece presbítero,
qual a diferença de de quando diz
respeito às qualificações de um
presbítero e de um diácono?
Uma só.
Uma só. A única coisa que difere é: apto
para ensinar.
É aquilo que coloca nos presbíteros. O
restante é igual.
O restante é igual, tá?
Diáconos então, o ministério de
misericórdia, oficiais dedicados
exclusivamente às obras de caridade,
misericórdia. O ofício surgiu da
necessidade de distribuir os bens,
dádivas e ofertas para os necessitados
nas refeições fraternas e no convívio
cristão. Os requisitos, exigências
espirituais e morais para o diaconato
são extremamente altas, equiparando ao
cargo exigido do
supervisores, como eu acabei de falar. A
única diferença
que existe lá na escritura
de um
presbítero e um diácono
é que é o presbítero é colocado que seja
apto para ensinar.
Tá? Então, quando Atos 6 estabelece,
fala: "Escolha entre vocês sete homens
de bom testemunho, cheios do espírito de
sabedoria, os quais encarregaremos desse
serviço". Eu preciso sempre frisar
que normalmente, às vezes, a gente acha
que o diácono é aquele
ah se o diácono é aquele que fica na
porta da igreja.
Não deixar algumas pessoas entrar na
igreja, né?
Atrapalhar aí.
Ou levar cesta básica. A minha pergunta
sempre é: "Por que que fala aqui que
tinha que ser homens cheios do Espírito
Santo?"
Né?
Porque é em todos esses atos, nós não
podemos separar os atos da igreja. Tudo
que diz respeito a nós é espiritual.
Levar uma cesta para alguém, encaminhar
alguém para um hospital, cuidar de
alguma pessoa, isso demanda, é um ato
espiritual.
Não é simplesmente chegar, levar a
pessoa, o né? Como eu uma vez eu falei
para o irmão, depois ele entendeu.
Ele chegava na porta e jogava o botijão
de gás na porta da pessoa e falava: "Tá
aí, ó, já fizemos nossa parte".
É e a cesta também,
né? Aí o dia eu perguntei para ele:
"Você não pode entrar, conversar, orar?"
Ele falou: "Não, não, não, de jeito
nenhum. Minha tarefa é essa. Eu ponho lá
no
no alpendre da pessoa, ponho a cesta
básica
e vou embora, já fiz minha parte, né?"
Mas depois ele entendeu, né, que que não
era apenas isso, era é o ato de
conversar, entender a realidade das
necessidades, orar com a pessoa. Tudo
isso é um ato
espiritual, não é meramente um
assistencialismo. Senão era só
assistencialismo,
né?
Mas isso está dentro de um ofício
da igreja do Senhor. Então como alguém é
chamado ao serviço, é,
primeiro a vocação interna, não é uma
voz mística, mas indicações práticas
para providência de Deus.
Da providência de Deus, aliás. O desejo
impulsionado pelo amor a Deus, a aptidão
intelectual e espiritual para o cargo,
providência divina abrindo os caminhos
reais. Tudo isso a gente vai ver na
história. Uma das coisas fantásticas do
ministério é isso, porque a gente mesmo
hoje eu fico olhando para trás, porque
esse ano vai fazer já 24 anos de
ordenado.
Lá no começo, essas dúvidas sempre para
no meio da das lutas, dificuldades, fala
assim: "Senhor, o Senhor me chamou
mesmo?
Será que não é igual a povo que anda na
rua, um fala assim: "Ou", aí você vira e
não é você, né?
Fala: "Será que não aconteceu isso
comigo?" Diante de uma série de coisas.
Aí Deus vai permitindo um monte de
coisa, um monte de coisa, isso vai vai
ficando cada vez mais tênue, porque você
não é pela capacidade sua, mas é por ver
tantas coisas que Deus já fez ao longo
desse caminho, que você fala assim: "Só
Deus mesmo para fazer isso".
Só Deus mesmo para ter, é, acontecido
tudo isso, o, é, em vários momentos na
igreja, em vários momentos de,
é, de, de conflitos, de aconselhamentos,
de uma série de coisas que diz respeito
à lida pastoral, você vai vendo não a
sua capacidade, mas aquilo que Deus faz
por meio da sua incapacidade. Né? Agora,
isso não exclui a nossa responsabilidade
e luta para cada vez mais tentar servir
melhor.
É, de,
de tentar se aprimorar, buscar a Deus,
conhecer a Deus, estudar, tudo isso, é,
não exclui, né, não exclui isso. Na
verdade, isso chancela exatamente porque
de fato
a gente vai entender. Uma vez eu tava
lendo um livreto
e ele fala assim: "Olha, se você não
está pronto pra
entender que ministério, ofícios é algo
erudito, que você precisa estudar até o
fim da sua vida, não
você não entendeu o ministério.
Não entendeu o ministério. Não é aquela
coisa de falar assim: "Fiz um curso,
seminário, pronto, acabou, nunca mais
estudo na vida".
Porque não adianta, porque isso flui
muito mais da da gente perceber que a
missão
ela é muito, mas muito maior do que a
gente e a nossa capacidade, não é, muito
maior.
A vocação externa é algo interessante,
porque é quando as a gente pergunta:
"Quem entrou na sua canoa, né"?
Você fala assim: "Ó, fui chamado por
Deus". Subjetivo, OK. E aí quando você
falou isso pra igreja, a igreja fala
assim:
"A gente vê isso em você".
Ou a igreja fala assim:
"Você"?
"Ué, mas do nada"?
Né? Pessoa, às vezes ela ela não se
envolve com a igreja, ela quase não vai
na igreja, não, sabe, não tem nada de
nada e aí do nada ela fala assim: "Fui
chamado pro ministério". Você fala:
"É sério"?
Né?
Ronaldo Lidório, que fala, é, ele usa
uma frase que muitas vezes isso
acontece.
Às vezes uma pessoa, sei lá, e e alguns
até querendo se livrar dele da igreja,
manda lá pro seminário lá do outro lado
do país, né? Aí ele fala assim: "Nunca
mande pra longe quem não é benção
perto".
É o princípio fundamental.
Né? É uma uma trajetória e isso te ajuda
a entender
se é se a igreja mesmo, a própria
comunidade, ela entra e eles falam
assim: "Sim, nós temos percebido
isso em você.
Tá? Então, há um chamado também, há uma
vocação externa, tá? Uma chancela em
tudo isso. Tanto presbítero
eh presbítero docente, que é o pastor,
presbítero regente,
os diáconos, tudo isso há uma
eh
chancela aqui externa.
A instalação então no ofício, ritos
públicos aqui conformação eh confirmação
e vocação, ordenação e reconhecimento
solene da igreja, tá? E autenticação
pública do que o candidato foi
vocacionado por Deus. Isso acontece
a ordenação para pastores, presbíteros,
diáconos. Quando a gente faz imposição
de mão, isso não é por uma questão
mágica,
tá? Tem nada disso de tá tá transferindo
poderes para a pessoa. Não, nós aquele
ato é é uma indicação
eh da eh daquilo que a própria palavra
de Deus diz, é dessa autoridade, mas que
emana de Cristo, tá? Então ele fala:
"Timóteo, não te faças negligente para o
dom que há em ti,
o qual te foi concedido mediante
profecia,
com a imposição de mãos do presbitério,
tá? Então, houve pessoas que viu
Timóteo,
viu Timóteo, ele teve chamado e e eles
validaram tudo isso. Por isso que nós
temos tudo isso. Então, ninguém pode
chegar na igreja do nada falar assim: "A
partir de hoje eu sou presbítero".
Tá?
Deus falou para mim,
né? Aí chega na reunião do conselho,
falou: "O que você tá fazendo aqui"?
Falou: "Olha,
Deus me revelou que eu sou presbítero a
partir de agora". Ele falou assim: "Mas
pera aí,
a igreja, entendeu"? Ele falou: "Não,
não tem nada a ver com igreja. Deus
falou só comigo, né"?
Por mais que isso pareça algo uma
loucura, mas isso pode acontecer e é o
que normalmente, às vezes, eh, tem
movimentado
o meio religioso. A pessoa, do nada,
sem, eh, uma validação disso, ela fala:
"Não, a partir de hoje
eu sou isso". Eu tive uma amiga assim.
Que ele, do nada, ele entendeu que ele
tinha que ser pastor.
E ele conseguiu.
Né? Ele conseguiu.
E era interessante que eu
falava para ele:
"Você não acha que você precisa, pelo
menos, terminar um"
Ele não tinha ensino fundamental, não.
Falei: "Vamos estudar um pouquinho". Aí
ele fala assim: "Não,
ministério pastoral não tem nada a ver
com a escola do mundo, né"?
Aí acho que ele tinha feito até quinta
série. Falei: "Não, OK. Tá bom, vamos
lá". Falei assim: "Mas, eh,
você não acha que você tem que" Aí ele
falou: "Não, não tem nada desses
negócios de estudar, não.
Deus falou comigo e pronto, acabou".
Deus falou com ele, foi três meses.
Aí não deu certo, ele viu que o negócio
não, daí pegou e desistiu.
E às vezes, naquela época, né, eu falei:
"Eu não vou perder a chance". Aí
encontrei com ele, falei: "E aí"?
Aí ele falou: "Não, não". Eu falei: "E
Deus te deschamou"?
Aí ele falou: "Não, quero conversar
sobre isso, não".
Mas, assim, isso, eh, parece que
que são coisas isoladas, mas não é.
Portanto, a a igreja ou esse sistema que
a que a palavra de Deus vai nos
mostrando é algo muito mais sério do que
a gente imagina. As ordens, então, aqui
para a gente entender. A assembleia
eclesiástica,
que é essa expansão aqui, a abrangência.
Nós temos o conselho local da igreja,
né, que de pessoas que foram eleitas
pela própria igreja, separados diante da
igreja, porque a própria assembleia
percebeu neles esses dons.
Aí nós temos na gradação aqui, né, que
tá repetindo aqui.
Mas é presbitério, tá?
Que é, vem igreja local, depois vem o
presbitério que são a reunião de algumas
igrejas da nossa região.
Pra vocês só terem uma ideia, Goiânia
tem cinco presbitérios, tá?
Nós temos em torno aqui na região
metropolitana de Goiânia, apesar de que
nós temos presbitérios aqui que chega
igreja até Itapuranga, tá?
Então nós temos presbitério que tem
igreja, vem Itapuranga, Itaberaí,
Itororó, aí.
É.
Depois de Itororó, aí Guianira, né?
É, vai até lá. E pro lado de lá vai
Aparecida de Goiânia.
É,
todo, isso, Aparecida vai subindo. E no
nosso presbitério nós temos até
Cromínia, Pontalina, né, vai chegando
até lá.
Tá bom? Então, mas é essa região
toda aqui. Anápolis já não é, é outro
sínodo, tá?
É, mas aqui o nosso sínodo tem cinco
presbitérios que estão aqui dentro. O
sínodo é, abrange então todos esses
cinco presbitérios, tá? Então esses
representantes aqui e a, e a, o supremo
concílio que é, são todas as igrejas
da IPB, é, no território nacional, tá
bom?
Em torno de, nós somos hoje 400 e
400 não, gente, 4.000
559, se não me falha a memória, de
igrejas pelo Brasil.
Muito longe de atingir
as cidades do Brasil, tá? Dos
municípios.
Mas olhando então pra esse sistema e
como que aconteceu,
muito mais do que a administração, o
governo presbiteriano não é apenas uma
técnica administrativa ou uma criação
moderna da reforma.
Suas formas foram historicamente
lapidadas e aperfeiçoadas, mas seus
princípios fundamentais procedem
diretamente da escritura. Então, o
modelo não foi inventado, né? Ele foi
recuperado da escritura. Vamos lá para a
história.
Então, a jornada aqui do sistema. 1560 a
1578.
Estamos lá na Escócia.
Então, a partir de John Knox
e os livros da de de disciplina
consolida de forma definitiva o governo
dos presbíteros, presbitério, sínodo e
assembleia geral.
Tá? Então, mais ou menos nessa data, por
isso que eu falei para os irmãos que
daqui vem a nossa herança.
Na em 1645,
na Inglaterra, nós temos a Assembleia de
Westminster, que examina, sistematiza a
tradição escocesa no governo, a forma de
governo eclesiástico presbiteriano. E
aqui nós temos o reflexo dela na
confissão de fé de Westminster, que é um
dos documentos nossos, símbolos de fé.
1859,
chega então ao Brasil o missionário
Ashbel Green Simonton.
Ele então desembarca e planta a Igreja
Presbiteriana do Brasil, inserindo nessa
exata tradição reformada. Quando
Simonton vem, ele vai implantando o esse
sistema e é muito rápido. A igreja
no início ela cresce muito rápido.
Tá? E ela vai formando
eh igreja, presbitério, sínodo,
até chegar a Supremo Concílio. O esboço
estrutural lá de 1645,
isso tem naquele livro do John Knox,
eh estabelecido dessa forma, governo da
igreja, ministro da palavra, presbíteros
regentes e diáconos. Há uma distinção no
meio de tudo isso. Então assim, aos
ministros da palavra
por ser ministro da palavra ordenado
para esse fim
só o ministro da palavra que pode
ministrar ceia
porque a ceia é uma extensão da própria
palavra, tá? Quando você perguntar por
que um presbítero regente não pode
ministrar ceia
a gente vem por essa ordem, né? Então
é
realizar casamento, uma série de coisas
somente ao ministro da palavra, tá?
Os presbíteros regentes que
é governam a igreja e que dão
estabilidade à igreja. Por isso que a
gente não pode assustar com isso. O
pastor, o docente, ele muda na igreja
presbiteriana, isso é natural
isso é natural, tá? De tempos em tempos,
né? A igreja precisa de dons específicos
para a igreja, isso é natural.
Só que a estabilidade da igreja não é
igual a isso, tira o pastor
a canoa balançou
não, é se a gente vamos fazer uma
aplicação no nosso contexto de primeira
igreja
nós temos 14 presbíteros regentes
né? Digamos sai o pastor, né? O docente
né? Nós temos
dentro dessa canoa 14 remando
né? Que é segurando tudo isso, que que
eleitos pela igreja, que conhece a
igreja
portanto é algo natural, não é algo
igual, é um pastor que fundou a igreja,
que ele mesmo aí no caso é a pessoa, sei
lá, ou morre ou acontece alguma coisa e
fala e agora? O que que nós vamos fazer?
Para onde nós vamos? Né? Então o sistema
ele se estabiliza sim, porque são é
homens que foram eleitos pela própria
igreja, onde Deus colocou dons, né?
Sobre eles para que de fato pastoreiem o
rebanho de Deus. O pastoreio é
compartilhado.
Estrutura de ação. Então, essa ordenação
ministerial, o governo conciliar é dos
concílios, quando nós vamos para
concílios, que está aqui.
Presbitério, sínodo e assembleia
geral.
Tá? Nós tivemos esse ano a assembleia
geral, reunião do supremo concílio,
né, da IPB. Então, vão sempre
na maioria das vezes é por número de
membros que tem as igrejas do
presbitério, né? Mas normalmente vão
dois regentes e dois
docentes ao supremo concílio, para
representar o presbitério.
Princípios então essenciais. Aqui nós
temos, eh, esses fundamentos aqui.
Primeiro, autoridade,
liderança
plural,
eh, dinâmica conciliar e propósito e
disciplina. Então, como é isso?
Fundamento autoridade. A primeira coisa
que a gente deve entender, Cristo é o
único cabeça.
Senhorio sobre a igreja absoluto,
exclusivo e inalienável,
tá? Isso não pode ser mudado.
Não pode ser mudado. Do nada, sei lá,
eh, a igreja fala assim: "Não, a partir
de hoje a gente quer, a gente não quer
mais ouvir sermão que fale de Jesus".
A gente podia,
sei lá, contar umas histórias,
né?
Fazer alguma coisa. Parecido com coach,
é melhor você ouvir,
eh, as pessoas falar, melhor o quê? Você
ouvir que você é lindo ou ouvir que você
é pecador e que tá,
se continuar assim, vai para o inferno.
Fala: "Não, eu quero ouvir que eu sou
lindo, né"? A assembleia pode até votar
isso, só que ela está votando, eh, por
isso que a gente falou que a assembleia
ela não é soberana.
Se ela votar algo contrário à a
não adianta.
Não adianta.
Ela tem que se submeter ao pastor
supremo que é Cristo. A escritura como
regra suprema,
então nós não somos subjetivos, nós
temos uma uma regra que é a palavra de
Deus e autoridade ministerial.
É, a autoridade da igreja nunca é
legislativa para criar novas leis, mas
puramente espiritual e ministerial, é
para aplicar a palavra já revelada. A
gente não inventa lei, a gente precisa
aplicar o que a palavra de Deus diz.
Liderança é plural, o que eu já falei
aqui, tá? Ela não depende de um,
é plural.
Então a pluralidade,
quase que não sai aqui, de presbíteros,
a igreja local deve ser governada por um
conselho, nunca por uma figura de um
indivíduo isolado.
Porque nós sabemos que todos nós somos
pecadores, você imagina isso.
Tá? De vez em quando nós temos que ser
chamados a ordem, se acha que tá errado,
é, ser confrontado, isso está aberto no
conselho, olha, palavra de Deus diz
isso, a gente precisa ser lembrado.
Porque se, é, nós temos que admitir,
que somos pecadores,
às vezes a gente tem preferências,
é, parcialidade
e uma série de coisas que pode nos mover
e é necessário isso para frear, portanto
isso é graça.
Isso é graça de Deus, nós estamos
submetidos a isso. Escolha pela
congregação, os presbíteros devem ser
escolhidos mediante reconhecimento da
vocação da própria igreja local, então
não é o pastor que escolhe,
fala assim, "Ah, eu vou te escolher para
ser presbítero. Ó, continue assim
que eu posso te escolher para
presbítero, né?"
Eu tinha um,
na nossa igreja, um rapaz saiu quando eu
era de Goianésia,
porque ele queria ser e ele e
e aí ele foi para uma outra igreja
que um pastor tinha criado lá e falou
assim: "Aqui, para você chegar a
presbítero,
você precisa começar como engraxate.
Você vai engraxar meus sapatos,
depois você vai lavar meu carro, vai
ficar como lavador do meu carro.
Se você tirar carteira, tiver carteira,
aí já no nível acima, você vai ser
motorista para mim.
Aí depois você se torna obreiro e aí vai
subindo". Eu falei: "Ué, mas da onde a
Bíblia fala que é um plano de carreira,
né?"
Falei.
É.
Aí ele, ele foi, ele estava todo alegre
quando o dia que eu encontrei com ele,
falou: "Já estou como motorista".
Ele já tinha subido na,
na hierarquia, não é isso.
E nem da figura de um pastor falar: "Eu
quero que seja eleito esse, esse, esse".
Tá?
Isso é antibíblico.
Isso é leviano, tá?
Governo colegiado, o modelo exige
decisões tomadas em conjunto, eliminando
personalismo,
personalismo é, é a perigosa, e a
perigosa centralização do poder humano.
Normalmente, quando se personaliza, é
o que figura sempre é o poder humano
ali.
E a dinâmica conciliar, que é
representativa. Igrejas locais não são
ilhas, as igrejas também elas são
julgadas por isso, né? Então é uma
comunhão de igrejas, exame, julgamento,
concílios possuem deliberação,
prerrogativa para examinar, corrigir,
julgar
questões eclesiásticas e garantir a
ordem mútua. Nós também, você falar
assim: "Não, a primeira igreja vai,
agora nós vamos inventar um negócio aí".
Não, o presbitério pode vir falar:
"Olha,
de jeito nenhum".
De jeito nenhum.
É.
Então a, a, a, a igreja local, ela tem a
sua autonomia até que
ela esteja de acordo com a palavra de
Deus
debaixo desposando símbolos de fé.
Se ela foge disso, ela é passível de de
ser
corrigida, tá?
Propósito disciplina, outra coisa que eu
acho fantástico, porque a disciplina
também
é pastores e presbíteros não estão acima
da lei de Cristo. Todos os oficiais são
plenamente responsáveis, sujeitos à
correção e disciplina.
Tá? Imagine que alguém da minha família
ou é e aí falar assim: "Não, não não
vai". Isso não não acontece.
Tá? Ou não deveria acontecer e
normalmente não acontece, porque é está
sujeito à disciplina e também a própria
constituição da igreja tem mecanismo que
declara a gente
é
é em suspensão
para determinadas ações.
O
fim principal
todas as decisões, processos e
deliberações deveriam devem promover
obrigatoriamente quatro frutos na
igreja: verdade, unidade, edificação e
santidade. Essa é a busca. Por isso,
irmãos,
quando alguns atacam a igreja, falam
assim: "Ah, são homens pecadores, como é
que ele vai julgar outros homens
pecadores". Gente, não são homens
pecadores julgando. Esses homens
pecadores vão olhar a palavra de Deus e
vão por meio da palavra de Deus aplicar
a disciplina.
Se esses homens aplicarem disciplina que
não condiz com quebra de mandamento
específico na escritura,
isso não tem validade. Agora, se tiver,
pode ter certeza que quem está é
disciplinando é o próprio Cristo que é o
cabeça da igreja.
Então, isso cai por terra.
Tá? Porque hoje a gente vem vários
movimentos, né? E é interessante que há
uns movimentos hoje
que eles têm usado terminologias que a
gente usa muito, justificação,
adoção, santificação.
E aí eu vi uma esses dias a pessoa
falando assim,
eh,
se eu já sou justificado em Cristo,
eh, como que eu vou ser disciplinado por
pecadores?
Eu falei,
mas você tá fazendo uma confusão,
uma pequena confusão,
tá? E uma coisa não tem a ver com a
outra. Isso
leva aquilo que,
eh, de vários movimentos de achar assim,
eh,
se cometem pecados, quebra de lei,
eh, eu simplesmente confesso para um
amigo,
peço perdão
via esse amigo
e tá tudo certo.
Tá tudo certo. E não é assim,
não é assim,
tá? Então é algo, eh,
muito sério
a questão da disciplina.
Vamos lá correndo aqui, naturezas de
governo em contraste, então,
visão personalista independente,
congregação pertence ao pastor ou
fundador.
Na visão reformada, a igreja pertence
exclusivamente a Cristo.
O governo é centralizado em uma pessoa.
Na reformada, o governo é colegiado e
distribuído.
Eh, na visão
personalista independente, líderes de
topo estão isentos de disciplina
efetiva.
Já do lado de cá, pastores e presbíteros
estão rigorosamente sujeitos à
disciplina.
Do lado de cá, a autoridade funciona de
forma ditatorial corporativa.
A autoridade é puramente espiritual e
submissa à palavra.
A visão personalista, a igreja atua como
franquia isolada.
E aqui as eh as igrejas vivem comunhão
mútua e conexão representativa.
Tanto é que nós hoje, eh por exemplo, a
primeira igreja, ela tem um papel
fundamental e ela ajuda e segura pelo
menos umas cinco igrejas nessa região.
Se fosse uma ideia puramente local,
falava: "Ó, cada um se vira".
Né? Cada um se vira. Não.
Por meio da da contribuição ou da ajuda
direta da primeira igreja,
eh nós temos quase que um presbitério
que depende.
E isso é eh é natural. É a igreja
entendendo o seu papel de abençoar as
outras igrejas, entendendo essa
comunhão.
Tá? Então,
não é um fim nela mesmo, tá? Não é um
fim nela mesmo.
E a
assim, até para para gente
que às vezes a gente
nunca fala a respeito disso.
Igreja Presbiteriana, ela tem um dever
de dos seus dízimos e ofertas
de dar dízimo também.
Certo?
A igreja, ela dá dízimo ao Supremo
Concílio. 10% de toda a receita da
igreja, ela vai para o Supremo Concílio.
Lá no Supremo Concílio, desses 10%,
vamos dizer, toda a renda que entra na
IPB,
51%
52%
é destinado a
a missões, missões, evangelização
da igreja. Então,
todas as vezes que nós dizimamos, nós
sustentamos não apenas aqueles
missionários diretos daqui da igreja.
Nós estamos ajudando a sustentar
é,
hoje está em torno de 200 e alguma
coisa, quase chegando a 300 missionários
pelo mundo.
Certo? E também
é, esse dinheiro ajuda no PMC
que é o Plano Missionário Cooperativo e
na Junta de Missões. O PMC ajuda igrejas
em vários lugares do Brasil que a igreja
não consegue se sustentar.
Mas tem pessoas lá e como que ele vai
sustentar a ordem de culto, templo, tal
a a igreja nacional ajuda esses lugares.
Da, se você olhar no site da Junta de
Missões Nacionais você vai ver o tanto
de campo pelo Brasil
de igrejas, regiões mais isoladas,
regiões mais pobres que a igreja mantém
a igreja lá. Então
a, é, quando a gente às vezes nem lembra
disso
é, é, parte dos recursos que entra aqui
sustenta a obra missionária
pelo Brasil todo
e pelo mundo.
Fora os missionários diretos que a
igreja também tem.
Certo? Então a outra parte serve para
várias outras é, outros projetos e
sustento da própria igreja.
E aí
2% da receita vai para o Presbitério.
Esses 2% ajudam
essas outras igrejas e ministérios aqui
da nossa volta.
Então
12% do, de receita da igreja
ela serve a esse propósito.
Porque nós somos uma igreja de,
é, federada. Então não adianta a gente
falar, não, nós não vamos ajudar
ninguém, é, tudo para nós aqui, vamos
ga, é, a gente vê o que que a gente faz
aqui.
Não, esse não é o propósito, tá?
Então ela é, é necessário
essa
é
ajuda.
Então o fluxo terminando aqui do cuidado
eclesiástico, Jesus Cristo é o único
cabeça e dono da igreja, a palavra de
Deus é regra suprema de governo.
Os oficiais servos pelos quais
Cristo administra seu cuidado, aí nós
temos os concílios e o povo de Deus que
é a igreja preservada e edificada. Então
debaixo desse guarda-chuva, se a gente
for notar muito mais do que uma opressão
como seria algo ditatorial, é um
guarda-chuva de proteção.
É um guarda-chuva de proteção. A igreja,
ela ela vem sendo protegida nessa
estrutura, tá? Então aqui, como eu
falei, ela não é uma democracia pura,
ela não é uma monarquia centralizada.
Tá? Então nós temos que entender o que
Hebreus diz:
"Obedecei aos guias e submetam-se a
eles, pois velam por vocês como quem
deve prestar conta". Então, se a
liderança faz de maneira errada
ou oprime,
é, quem vai prestar contas são eles
diante de Deus. Se os recursos da igreja
forem mal usados
ou desviados com fins próprios, pode ter
certeza
que vai prestar conta diante de Deus.
Porque quem governa a igreja é Cristo,
tá? Deixa eu passar pra frente que nós
já passamos por aqui.
Mais um.
Só pra gente terminar.
Então, quem atua no panorama aqui de
ordem, anciãos é governo, mestres
pastores e ensino diáconos e serviço.
Como começa a vocação dupla? Deus
inclina o coração, que é interna,
a comunidade confirma a escolha.
Como governa de forma colegiada
representativa, em conselhos, nunca de
forma solitária ou absolutista. Como se
conectam em conselhos graduais, local,
regional, nacional,
preservando a autonomia local, ao mesmo
tempo em que garante a unidade
eh, visível ampla, né? Então, igreja não
pertence ao pastor, ao pres, aos
presbíteros, ao conselho ou ao, ou
concílios. A igreja pertence a Cristo.
Os oficiais são apenas servos pelos
quais Cristo cuida do seu povo, sempre
debaixo da autoridade
de sua palavra, tá?
E terminando aqui,
sobre o único rei.
Beleza de toda ordem dos oficiais e das
reuniões representativas reside em um
único propósito, garantir que nenhum ser
humano assuma o lugar de supremacia que
pertence
apenas a Jesus Cristo.
Ele é a única cabeça
de sua igreja. Então, eu acho,
e eu espero, que você não veja nem uma
igreja presbiteriana na placa da porta
da igreja a cara do pastor. Eu acho que
não tem, eu espero que não.
E não pode.
Na verdade, não pode.
Né? Põe igreja presbiteriana e põe um,
né? Carona lá do
pastor. Porque não é isso,
tá? O, quem governa é Cristo Jesus.
Então, Deus colocou todas as coisas
debaixo dos seus pés, designou cabeça de
todas as coisas para a igreja, que é o
seu corpo, a plenitude daquele que enche
todas as coisas toda e qualquer parte. É
Cristo Jesus. Então, o governo da
igreja, ele serve para evidenciar o
governo de Cristo Jesus, tá?
É exatamente para isso. Que Deus nos
abençoe,
nos ajude sempre a compreender
e, principalmente, que nós possamos
estar sempre atentos
quando a igreja se desviar de algum
desses rumos, que a gente esteja atento
à luz da palavra de Deus para
para a gente mesmo falar "Olha, não é
por aí o caminho".
Vamos orar?
Senhor nosso Deus, nós queremos, ó pai,
agradecer ao Senhor,
ó Deus, por fazermos parte do teu povo,
da tua igreja
e vivemos, ó Deus, debaixo do senhorio e
do pastoreio de Cristo Jesus.
Queremos, ó Deus, em específico rogar ao
Senhor
por toda a liderança da tua igreja,
que o Senhor, ó Deus, abençoe a vida de
cada um,
que cada vez mais, ó Deus, estejam
comprometidos com a tua palavra,
ó Deus, agindo debaixo do temor do
Senhor, amando a tua igreja e servindo
ao Senhor com todo o coração,
ó Deus, e com toda a força, ó pai.
Nos abençoe assim, ó Deus, que a cada
dia possamos nos alegrar no Senhor,
ó Deus, que nos fez povo do Senhor.
Queremos, ó Deus, também lembrar
da nossa irmã dona Conceição, da Taís
também,
que o Senhor dispense os teus favores e
o teu cuidado nesse momento de dor,
que o Senhor traga conforto, ó Deus, e
consolo sobre a vida de nossa irmã.
Nós oramos pedindo a tua bênção em nome
de Cristo Jesus.
Amém.
Que Deus nos abençoe,
nos dê uma boa noite em nome de Jesus.

Tags: