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A fé vem pelo ouvir

A crucificação do mundo – REV. LUCAS PREVIDE

A crucificação do mundo – REV. LUCAS PREVIDE

A crucificação do mundo – REV. LUCAS PREVIDE

Em Gálatas 6:11–18, Paulo encerra sua carta reafirmando uma das grandes verdades do Evangelho: a obra de Jesus Cristo é completamente suficiente.

O cristianismo não pode ser construído sobre regras humanas, aparência religiosa ou busca pela aprovação do mundo. O verdadeiro cristão encontra sua satisfação na cruz e pode declarar com Paulo: “Longe de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo.”

A cruz também produz transformação. Em Cristo somos nova criatura, chamados a viver de maneira diferente do mundo, encontrando nossa identidade, esperança e satisfação somente nele.

INFORMAÇÕES:
Pastor: LUCAS PREVIDE
Passagem: Gálatas 6.11-18
Série: A Justiça da Fé

#ipsantoamaro #presbiteriana

CAPÍTULOS:
00:00 – Leitura de Gálatas 6:11–18
02:44 – Encerrando a Carta aos Gálatas
03:20 – O Perigo de um Outro Evangelho
05:02 – A Suficiência da Obra de Cristo
07:33 – Cristianismo Segundo os Padrões Humanos
08:20 – O Perigo de um Cristianismo Superficial
09:20 – Queremos Cristo, Mas Não o Conflito com o Mundo
10:09 – Paulo Confronta Pedro
11:27 – O Perigo das Imposições Humanas
12:18 – O Erro Coletivo
12:26 – A Nova Roupa do Imperador
15:20 – Quando Ninguém Quer Admitir o Erro
16:19 – Cristo é Suficiente
16:42 – Fardos Religiosos Sobre a Igreja
18:33 – Por Que Eles Não Queriam Sofrer Pela Cruz?
19:39 – Não Há Conformidade Entre Cristo e o Mundo
20:50 – O Cristão e o Sofrimento
22:44 – Quando o Sofrimento se Torna Vitória
23:41 – Plena Satisfação na Obra de Cristo
24:10 – Glorie-se Somente na Cruz
25:48 – Cristo é Suficiente Para Mim
27:14 – Somente Cristo Preenche o Coração
28:07 – O Mundo Está Crucificado Para Mim
29:50 – A Cruz de Cristo Não Vai Para a Balança
31:26 – Cristãos Buscando Aprovação do Mundo
32:02 – A Cruz Não Nos Chama à Neutralidade
32:57 – Chamados Para Ser Sal e Luz
34:47 – O Mundo Odiará os Discípulos de Cristo
36:23 – O Perigo do Cristianismo Superficial
37:08 – O Evangelho Produz Transformação
37:36 – Em Cristo Somos Nova Criatura
39:26 – Viva Como Uma Nova Criatura
40:03 – O Israel de Deus
40:56 – A Suficiência da Obra de Cristo
41:47 – As Marcas de Jesus em Paulo
43:48 – Satisfação, Transformação e Perseverança
44:18 – Oração Final

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Sobre a música de abertura
Música: Louvai a Deus, soberano Senhor (Hinário Novo Cântico nº16). Título original em português: Louvor a Deus
Compositor: Stralsund Gesangbuch (1665), Joachim Neander (1680)

Ficha Técnica
Arranjos e produção musical: Samuel Cintra Santos
Gravação, mixagem e masterização: SCS Produções
Produção: Igreja Presbiteriana de Santo Amaro
ISRC: BR-075-22-00001

Legendas automáticas:

Convido você a abrir a sua Bíblia na
carta de Paulo aos Gálatas,
aonde nesta noite iremos encerrar a
série de exposição na carta aos Gálatas,
intitulada A justiça da fé, a qual temos
refletido ao longo deste ano. Convido
você então a abrir a sua Bíblia na carta
de Paulo aos Gálatas, capítulo 6. Iremos
ler dos versos de 11 a 18.
Acompanhem comigo a leitura da palavra
de Deus. Atentamente e com fé. Assim diz
a palavra do nosso Deus.
Vejam com que letras grandes escrevia a
vocês de próprio punho. Todos os que
querem ostentar-se na carne, esses
querem obrigar vocês a se deixarem
circuncidar
e agem assim somente para não serem
perseguidos por causa da cruz de Cristo.
Pois nem mesmo os que deixam circuncidar
guardam a lei, mas querem apenas que
vocês se submetam à circuncisão para que
eles possam se gloriar na carne de
vocês,
mas longe de mim gloriar-me, senão na
cruz do nosso Senhor Jesus Cristo, pela
qual o mundo está crucificado para mim,
e eu estou crucificado para o mundo.
Pois nem a circuncisão é coisa alguma.
nem a incircuncisão,
mas o ser nova criatura. E a todos os
que andarem em conformidade com esta
regra: paz e misericórdia sejam sobre
eles e sobre o Israel de Deus. Quanto ao
mais, ninguém me moleste, pois porque eu
trago no corpo as marcas de Jesus. A
graça de nosso Senhor Jesus Cristo
esteja com o espírito de vocês, irmãos.
Amém.
Vamos orar.
Ó Senhor, estamos diante da tua palavra
e cremos no poder dela para nossa vida.
Cremos, Senhor, que teu Santo Espírito
nos conduz, ó Pai, naquilo que nos é
necessário para estarmos mais próximos
de Ti. E pedimos que isso aconteça neste
momento, ó Pai, que teu Santo Espírito
nos conduza naquilo que precisamos ser
moldados pela tua palavra. Cremos que
isso é possível, pois para isso Cristo
nos conquistou. E é no nome dele que
oramos. Amém.
Como eu disse, nós estamos encerrando
esta série da carta de Paulo aos
Gálatas. E essa é uma carta de duras
palavras, de amor e de cuidado. Se você
poôde acompanhar conosco a exposição
dessa série, você lembra que a carta de
Paulo aos Gálatas é a única carta
escrita por Paulo que não começa com
algum tipo de elogio à igreja qual ele
está escrevendo.
A situação, o contexto aqui é que após
sair da Galácia, Paulo chega a a
Jerusalém e ouve a rumores de que alguns
judaisantes se infiltraram na igreja da
Galácia e estão pregando um outro
evangelho que não pregado por Paulo. E o
que distingue esse novo evangelho?
Esses homens judaisantes, judeus
convertidos, estavam pregando que não
apenas a obra de Cristo era suficiente
para a salvação, mas que era necessário
ou obrigatório que se observassem as
leis mosaicas, principalmente a
circuncisão.
Devemos lembrar que a igreja da Galácia
era uma igreja de gentios ou um povo que
não tinha lastro histórico e cultural
nenhum com a cultura judaica e que
estava se deixando levar por essa nova
ah pregação de que não basta o que Jesus
fez, você precisa fazer outras coisas,
as três principais, a circuncisão, a
observação da dieta judaica e a
observação das festas judaicas. Então
Paulo começa a escrever esta carta ou
escreve essa carta com duras palavras
paraa igreja da Galáia. Por diversas
vezes no texto ele chama os Gálatas de
insensatos,
de tolos. Confronta esses irmãos, por
que que eles estão se demovendo do
evangelho pregado?
Então Paulo termina a sua carta neste
mesmo tom, um tom de duras palavras, de
amor e de cuidado para com essa igreja,
mas também da defesa do evangelho para
aqueles que querem destorcer ou
distorcer
o que o Evangelho verdadeiro traz, a
suficiência da obra de Cristo. A carta
de Paulo aos Gálatas defende a
suficiência da obra de Cristo e a
salvação pela fé nesta obra. Então Paulo
irá tratar a igreja e ao mesmo tempo
atacar ou expor
esses falsos mestres que entraram na
igreja e de alguma forma estavam
deturpando o evangelho ao seu próprio
prazer. A carta de Paulo aos Gálatas
termina neste mesmo tom. E vejam que
Paulo começa a, não sei se na sua Bíblia
está esse título em na minha
está conselhos finais e saudações.
Devemos lembrar que esse título não é o
original, é colocado pelo editor e e eu
creio que não seja a melhor expressão.
Paulo não está dando conselhos,
Paulo não está dando dicas a essa
igreja. Paulo está sendo firme naquilo
em que ele está apontando. E o verso 11
nos mostra isso quando diz: "Vejam com
que letras grandes escrevi a vocês de
próprio punho." Aqui temos duas
principais hipóteses que são eh
discutidas. Uma é que Paulo a havia
contraído uma enfermidade em seus olhos
e precisava que alguém escrevesse para
ele, um escriba, aquilo que ele
narrasse, mas que ao final dessa carta
ele deixa claro que ele está mesmo
assinando, validando tudo aquilo que ele
estava dizendo. A outra hipótese, a qual
eu creio que seja mais propícia, é que
Paulo está querendo frisar, reforçar a
seriedade daquilo que ele disse.
E termina a sua carta dizendo: "Vejam as
letras que eu escrevi, eu as testifico.
Eu mesmo de próprio punho, estou
escrevendo a vocês."
Paulo dedicou boa parte da sua carta a
atacar aqueles que desejavam impor
um peso, um fardo que não era necessário
para se ter comunhão com Cristo. homens
que diziam que somente crer em Cristo
não bastava, mas que precisavam, as
pessoas precisavam fazer coisas, cumprir
leis, estar debaixo de ritos para então
poder ter esta ah comunhão com o Senhor.
E o primeiro ponto que eu gostaria que
nós refletíssemos nesta noite à luz da
palavra de Deus é que o cristianismo,
segundo os padrões humanos,
expressa rejeição à obra de Cristo e seu
verdadeiro resultado. Quando queremos
estabelecer um cristianismo ou quando
queremos viver um cristianismo segundo
os padrões humanos,
estamos diretamente rejeitando a obra de
Cristo e os seus resultados.
O verso 12, Paulo diz: "Todos os que
querem ostentar-se na carne, esses
querem obrigar vocês a se deixarem
circuncidar
e agem assim somente para não serem
perseguidos por causa da cruz de
Cristo." Apegar-se aos ritos ou à
prática de cristianismo superficial é
abdicar do poder e do efeito da obra de
Cristo.
Ostentar-se na carne nada mais significa
do que tomar para si a autoridade de
definir como a obra de Cristo vai
impactar a minha vida.
Nada mais é do querer do que querer
tomar o lugar de Cristo e dizer como
essa comunhão se dará. Aqueles que se
ostentam na carne, aqueles que acham que
o simples fazer por fazer já basta.
Vejam,
é fazer do seu jeito para fugir dos
efeitos de fazer do jeito certo. É
querer dar um jeitinho na relação com
Deus para fugir dos desdobramentos da
verdadeira relação com Deus.
é fugir dos efeitos claros daqueles que
se entregam à obra de Cristo. Queremos
ser cristãos, mas não queremos conflito
com o mundo. E aqui o que estava
acontecendo era isso. Esses
judaaizantes,
judeus, que se diziam convertidos ao
cristianismo, estavam de alguma forma
quebrando a cabeça ou tentando manter
uma coexistência com o judaísmo para não
entrar em conflito,
OK? Jesus Cristo, o Messias, mas também
as práticas judaicas
para não ter discussão com um ou com
outro, ou para poderem voltar para
Jerusalém e dizer: "Olha só quantos nós
convertemos as práticas judaicas, mesmo
sendo cristãos".
Vimos durante a nossa exposição que
Pedro
flertou com esse erro.
Lembrem-se da passagem que o apóstolo
Paulo precisa chamar a atenção de Pedro
publicamente quando Pedro está comendo
na mesa com gentios e esses judaisantes
chegam e de alguma forma Pedro sai de
lado e vai sentar na outra mesa e Paulo
vendo tudo aquilo fala: "Pedro,
não é mais assim".
Gálatas 2 verso 14. Quando, porém, Paulo
dizendo, quando porém vi que não
procediam corretamente segundo a verdade
do evangelho, eu disse a Cefas ou a
Pedro na presença de todos, se você que
é judeu vive como gentil, ou seja,
liberto das práticas judaicas, por que
quer obrigar os gentios a viverem com
judeus? Paulo então questiona a Pedro.
Pedro, você que agora sabe que em Cristo
você está liberto, que em Cristo você
não precisa mais observar estas
práticas,
porque agora você tá querendo colocar
esse peso nestes homens que não têm
nenhum lastro cultural, religioso com o
judaísmo?
Vejam que este é um erro que nós podemos
cometer
ou podemos estar fragilizados
quando aceitamos a imposição de homens
em relação àquilo que devemos fazer para
ter comunhão com Deus.
Há um outro erro que expressa isso, está
no verso 13, quando o apóstolo Paulo
diz: "Pois nem mesmo os que se deixam
circuncidar guardam a lei." Paulo diz:
"Olha, estes que estão colocando esse
fardo em cima de vocês, nem eles
conseguem fazer aquilo que eles estão
exigindo da parte de vocês, mas eles
querem apenas que vocês se submetam à
circuncisão para que eles possam se
gloriar na carne de vocês." Ou seja, é o
erro ou compartilhar do erro coletivo.
É, você faz errado, eu faço errado e
ambos não questionamos um aos outros e
vivemos um cristianismo superficial.
Algumas semanas atrás a minha filha
pegou um livro para ler comigo. Elas
gostam de pegar livros aleatórios,
sentarem e pedirem para eu ler ou elas
lerem. E a as meninas pegaram um livro
chamado A Nova roupa do imperador. É um
conto muito conhecido. Esse específico
era da Disney com foto. O imperador era
um leão. Mas enfim, se você não conhece
a história, é história de dois
farçantes, dois golpistas que chegam a
um reino e fingem ser grandes alfaiates.
E eles prometem ao rei fazer uma roupa
que o rei nunca usou na vida. Só que
essa roupa só pode ser vista por aqueles
que são doutos, intelectuais,
que os ignorantes não conseguiam ver. O
rei, então, muito animado com isso, dá
sacos de [roncando] ouro para estes
homens fazerem. E eles então começam a
trabalhar, a a tear esse essa roupa sem
ter nada. Eles eram golpistas,
farçantes. Então eles fingiam que
estavam construindo, tecendo, tecendo e
o rei ia ver e não via nada. Só que
dentro de si ele dizia: "Eu não posso
dizer que eu não estou vendo essa roupa,
pois senão eu vou ser um ignorante".
Então ele manda o seu chefe do exército
ir até lá e fala: "Vai ver como é que
está.
Então o chefe do exército chega na sala
e não vê nada, mas de igual forma diz:
"Eu não posso dizer que eu não estou
vendo". E assim sucessivamente o rei vai
enviando pessoas e elas voltam dizendo:
"Ó imperador, como é lindo a sua roupa,
como é lindo o trage, aqueles detalhes,
aqueles fios, como é bela".
Então, determinado dia, os farçantes, os
golpistas dizem terminar a roupa, levam
até o rei. O rei dá mais ouro para ele,
eles fogem do reino e o rei decide fazer
um desfile em praça pública apenas com
as roupas de baixo.
Só que o reino todo não consegue dizer
que não está vendo, pois não quer
admitir a sua ignorância ou aparente
ignorância. Até que uma criança ingênua
chega e diz: "O rei está nu". Você já
deve ter ouvido essa expressão quando é
algo lógico, evidente. Aos olhos o rei
está nu.
E após essa criança dizer isso, todos
olham um para o outro e diz: "Realmente
o rei está nu." Mas o que eu estou
querendo dizer é que muitas vezes nós ou
denominações entram no comum acordo do
erro
para não admitirem que estão errados.
Eu concordo com o meu erro e fingjo não
ver o seu erro para que ambos não tenham
que ser tratados deste erro. Há
denominações em que pessoas vivem dessa
forma, se alimentando do erro um do
outro, para que não precisam se tratar
mutuamente ou que não precisem,
principalmente o que Paulo está
escrevendo aqui, identificar falsos
mestres.
O erro coletivo.
Paulo diz: "Olha, estes não conseguem
cumprir o fardo que eles estão colocando
em vocês. Mas ao colocar este fardo,
eles partilham ou eles se gloriam ou
eles recebem para eles autoridade.
A nova roupa do imperador é o erro que
podemos cometer em não apontarmos ou não
identificarmos quando estamos nos
distanciando da suficiência. da obra de
Cristo.
O que tem nos impedido
de vivermos um cristianismo verdadeiro
ou que tem nos impedido de nos
satisfazermos
única e exclusivamente na obra de
Cristo? não rejeitá-la buscando
subterfúgios ou buscando anexos ou
buscando coisas, ritos que podemos
fazer.
Nos dias de hoje não temos judaisantes,
mas temos muitas denominações, muitos
líderes religiosos
colocando uma carga excessiva sobre as
suas ovelhas,
de modo a afastá-las da suficiência da
obra de Cristo. Faça isso, cumpra isso,
vista-se assim, fale assim, obedeça ao
que eu estou dizendo.
E dessa forma, como o apóstolo Paulo
diz, eles não conseguem cumprir aquilo
que ensinam, mas se gloriam no poder ou
na autoridade que recebem para isso.
Isso era o veneno que estava sendo
infiltrado naquela igreja. E muitas
vezes é o veneno ou o risco que está se
infiltrando em nossas igrejas quando
começamos a olhar para o que é
periférico
e trazer para dentro da igreja ou
colocar uma importância maior naquilo
que não é, até o processo litúrgico da
igreja, a forma de se cantar, a forma de
se vestir. Estava conversando hoje pela
manhã com um irmão a respeito disso.
Em alguns pontos ele me perguntava sobre
o que eu achava. Eu dizia: "Olha, olha,
o problema não é esse da liturgia, mas
quando aspectos periféricos se
sobrepõem, quando você diz que é culto,
somente quando o culto atende todos os
requisitos que você gosta.
Quando você diz que uma igreja é
verdadeira e saudável ou que uma igreja
é para você, quando ela atende a todos
os requisitos do seu próprio coração
e não quando você se põe a servi-la. O
que tem impedido você de se entregar a
Cristo? E Paulo diz: "Olha, eles estão
fazendo isso porque na realidade eles
não querem sofrer por causa da cruz.
Eles querem achar um meio termo entre
igreja e mundo porque eles não querem
sofrer. Paulo diz, eles não querem
sofrer.
Eles não querem sentir ou eles não
querem estar debaixo daquilo que Jesus
Cristo disse que aconteceria.
Aqueles que me seguirem irão sofrer por
causa do meu nome.
O quanto a opinião desse mudo tem feito
diferença para você? O quanto você tem
sido influenciado
por aquilo que o mundo diz que você
precisa fazer, construir, conquistar,
o quanto a sua vida tem sido norteada
muito mais por aquilo que este mundo
caído diz que tem que ser, o seu padrão
de vida, o seu padrão de carreira, o seu
padrão de relacionamentos.
Não há como termos conformidade com o
mundo e termos relacionamento com Deus.
Mas pastor, você tá querendo dizer então
que o crente precisa sofrer? Sim.
Sim.
O crente certamente irá sofrer neste
mundo quando ele estiver buscando estar
próximo de Cristo. Isso não sou eu que
digo. A própria palavra nos diz que
aqueles que quiserem seguir a Cristo
irão sofrer. Não há uma condição, uma
possibilidade. Talvez,
quem sabe, não. Aqueles que seguirem a
Cristo, aqueles que são tomados pela
obra de Cristo, certamente irão sofrer
pelo seu nome, nem que seja a sua
própria luta contra o seu ego, contra o
seu próprio coração.
Sim, Paulo diz: "Estes homens estão
buscando subterfúgios
porque somente a obra de Cristo irá
decorrer de sofrer pelo nome de Cristo."
Que está nos preocupando nos dias de
hoje?
Os padrões deste mundo ou a cruz de
Cristo? Todo crente precisa sofrer? Sim,
pois é uma uma consequência lógica.
Quando nos colocamos em confronto com
este mundo, uma certeza nos fora dada de
que enquanto peregrinos nesse mundo,
mais centrados na obra de Cristo,
seríamos perseguidos por conta do seu
nome. Mateus capítulo 10, no verso 22, o
nosso próprio Senhor Jesus Cristo nos
diz:
"Todos odiarão vocês por causa do meu
nome. Aquele, porém, que ficar firme até
o fim, este será salvo.
O apóstolo João, em sua primeira carta,
também no capítulo 2, verso 15, diz:
"Não amem o mundo, nem as coisas que há
no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor
do Pai não está nele. que tudo o que há
no mundo, os desejos da carne, os
desejos dos olhos, a soberba da viva da
vida, não procede do Pai, mas procede do
mundo. Ora, o mundo passa,
bem como seus desejos, mas aquele que
faz a vontade de Deus permanece para
sempre.
Quando nos apegamos a este mundo,
certamente estamos renunciando à aquilo
que está nos oferecido pela obra de
Cristo.
Pense, responda a você mesmo. Não, não
há como desfrutar de comunhão com Cristo
sem estar disposto a sofrer pelo seu
nome. Não há como você experimentar uma
real, genuína comunhão com Cristo se
você não estiver disposto a sofrer pelo
nome do nosso Senhor Jesus Cristo.
Quando estamos certos de que não há nada
mais pelo qual dev, o sofrimento se
torna vitória. Você já parou para pensar
nisso? Quando a obra de Cristo é aquilo
que mais precioso você poderia receber,
quando você compreende e vive desta
forma, os sofrimentos decorrentes disso
não são mais sofrimentos, mas são
vitórias.
Por isso, a palavra de Deus nos diz que
devemos ter bom ânimo ou ser felizes
quando passarmos por provações ou quando
sofrermos pelo nome de Cristo.
Portanto, se esse primeiro ponto Paulo
nos leva à conclusão de que viver um
cristianismo segundo os padrões humanos,
segundo aquilo que nós achamos que deve
ser feito, nada mais é do que uma
rejeição à obra de Cristo e aos seus
resultados.
O segundo ponto desta noite é que o
cristianismo, segundo os padrões de
Deus, os padrões corretos, expressa
nossa plena satisfação na obra de
Cristo.
Deus nos chamou a um relacionamento e
ele disse como esse relacionamento
deveria acontecer. E ele disse que ele
faria tudo aquilo para capacitar que
esse relacionamento acontecesse na obra
de Cristo. Verso 14, o apóstolo Paulo
diz: "Mas longe de mim gloriar-me". Ele
está contrapondo aquelas pessoas,
aqueles líderes que estavam querendo
colocar um fardo sobre a igreja e se
gloriavam nisso. E ele diz: "Longe de
mim gloriar-me,
senão na cruz de nosso Senhor Jesus
Cristo, pelo qual o mundo está
crucificado para mim, eu estou
crucificado para o mundo." Um verdadeiro
líder é aquele que conduz o rebanho para
Cristo. é aquele que toma o rebanho, à
igreja, ensina, cuida, trata, conduzindo
a suficiência da obra de Cristo e não
dele e não dos seus achismos ou daquilo
que ele acha que deve ser colocado
sobre a igreja, mas aponta para Cristo.
Se há algo em que você ou eu possamos
nos gloriar, isso está muito além de
quem nós somos e do que podemos
conquistar. Se você quer se gloriar de
algo, isso está muito além de quem você
é ou do que você pôde fazer, mas do que
você recebeu em Cristo Jesus.
Eu acredito que nos dias de hoje, com
essa vida frenética de entrega, de
a respostas instantâneas, nós muitas
vezes não paramos para pensar no
desdobramento da nossa fé em Cristo
Jesus,
nos desdobramentos em dizer que Cristo é
suficiente para mim.
Mas nos padrões de Deus,
a nossa expressão como crentes deve ser
essa, constantemente
satisfação na obra de Cristo. Responda
para você mesmo, quantas vezes nessa
semana você foi até o jarro da obra de
Cristo para usar da suficiência dela?
Quantas vezes você recorreu dentro do
seu coração a sua certeza de que Cristo
é suficiente para passar por algum
momento adverso ou para ganhar coragem
para fazer o que era certo, ou
simplesmente para se alegrar pela manhã,
ou para ser consolado na volta para casa
num dia difícil.
Quantas vezes você usufruiu ou foi
buscar a graça da obra de Cristo na sua
vida cotidiana?
O quanto você recorreu ou o quanto você
se apropriou?
Se é um jargão que é tão mal utilizado
nos dias de hoje, mas cabe aqui o quanto
você tomou posse dessa realidade. Cristo
é suficiente para mim. Então, que venha
o dia que vier, ou Cristo é suficiente
para mim, não importa o que tenha
acontecido no meu dia. Nada além da obra
de Cristo preencherá o vazio da
humanidade.
Nada além da obra de Cristo preencherá o
vazio que existe no coração do ser
humano. A cruz de Cristo continua sendo
aquilo de mais belo e poderoso que
poderíamos desfrutar. Você
consegue dizer isso? Você consegue
experimentar isso? Que a cruz de Cristo
é o que de mais belo e poderoso você
poderia receber?
É a única e perfeita solução para todos
os problemas deste mundo, Cristo,
os seus e de todos aqueles que neste
mundo habitam. Por isso o apóstolo Paulo
diz que na cruz de Cristo ou
gloriando-se na cruz de Cristo, o mundo
está crucificado para ele e ele
crucificado para o mundo. O que isso
quer dizer?
O mundo está crucificado para mim quando
eu compreendo que nada mais nesse mundo
pode me dar satisfação
superior a estar em Cristo. Nada, nenhum
tipo de conquista, nenhum tipo de
objetivo, nenhum tipo de onda cultural.
Nada que advém desse mundo me trará mais
felicidade. e até em questões lícitas.
Muitas vezes nós nos distanciamos da
suficiência da obra de Cristo com o
nosso trabalho, com o suor do nosso
trabalho,
ou colocamos em nossa família filhos,
pais que depositam em seus filhos a
razão da sua existência,
cônjuges,
namorados.
Quando Cristo não é aquilo de mais
importante em sua vida, você não está
crucificando
este mundo. Não deveria existir nada que
nos fizesse ponderar se vale a pena ou
não seguir a Cristo. Mas mesmo que você
ou eu não diga, nós fazemos isso. Muitas
vezes colocamos Cristo e outras coisas
em uma balança,
mesmo não dizendo com palavras, mas as
nossas atitudes ou como pensamos ou como
nos posicionamos
demonstra que estamos colocando se vale
a pena seguir a Cristo ou fazer o desejo
da nossa carne, nos entregar aos nossos
vícios ou manter o nosso ego.
A cruz de Cristo não foi feita para se
colocar numa balança.
Minhas prioridades, sonhos, planos,
segurança não estão mais depositadas
nesse mundo, pois este mundo foi
crucificado
para mim.
Em Cristo, este mundo não tem mais
sentido.
Sem Cristo não há mais razão
para vivermos neste mundo. O apóstolo
Paulo nos lembra a respeito disso quando
diz sobre a ressurreição de Cristo, que
se Cristo não ressuscitou dentre os
mortos, a nossa fé é a mais van que
existe.
Por isso que este mundo está vagueando,
buscando preencher o vazio do seu
coração em diversas outras áreas que não
em Cristo. Mas nós, aqueles que creem na
suficiência da obra de Cristo, já tem
este vazio preenchido. Mas o mundo está
crucificado para nós e nós para este
mundo. Não se trata mais apenas daquilo
que o mundo pode nos oferecer, mas
também do seu poder de influência sobre
nós. Quando Paulo faz esse jogo de
palavra em que o mundo está crucificado
para mim e eu estou crucificado para o
mundo, significa que não há mais o
estabelecimento de dar e receber. Não há
nada que eu queira desse mundo, assim
como não há nada nesse mundo que exerça
influência sobre mim.
Nós vemos hoje nas mídias sociais cada
vez mais cristãos tentando se adequar a
padrões do mundo, ou para ganhar likes,
ou para ganhar curtidas, ou para ganhar
seguidores.
E o que o apóstolo Paulo diz é que a
nossa relação com esse mundo é uma
relação de limites muito bem
estabelecidos.
Não estou dizendo agora para subirmos no
monte, montarmos tendas e ficarmos
separados deste mundo. Não foi para isso
que o nosso Senhor Jesus Cristo nos
chamou.
Ele diz que nós não somos deste mundo,
mas que continuamos deste mundo.
Mas para demonstrar que há uma diferença
agora em nossa vida. A cruz de Cristo
não nos chama a neutralidade.
Cristão não foi chamado para ser neutro.
Não fomos chamados para ser isentos, mas
para nos posicionarmos
por meio daquele que nos chamou e não
por aquilo que você acha que é certo.
Muitas vezes fazemos isso, nos
posicionamos, escrevemos os textos
enormes nas mídias sociais, entramos em
debates, colocamos a nossa a opinião e
achamos que isso é o que deve ser feito
quando somos chamados a nos posicionar à
luz de quem Cristo é e não mais de nós
mesmos. Pois aqueles que creem em Cristo
podem dizer: "Não sou eu mais quem vivo,
mas agora Cristo que vive em mim".
Não somos mais influenciados, mas
devemos influenciar este mundo. Não é à
toa que somos chamados de sal e luz.
Este mundo não tem mais influência sobre
nós, mas somos chamados a influenciar
este mundo. A medida que apontamos
Cristo a este mundo, à medida em que
mostramos a luz de Cristo a este mundo.
Este mundo deveria ver claramente que
somos sujeitos estranhos à normalidade
do tempo presente, desse mundo caído. O
grande problema é que o mundo está
olhando para nós muitas vezes e não vê
riscos
em nossa vida. Não vê riscos, pois
[roncando] nós não nos manifestamos, não
nos impos.
A mesma repulsa que sentimos a este
mundo caído deveria ser o ódio que esse
mundo deveria ter sobre nós.
O Evangelho de João nos lembra pelas
palavras do nosso Senhor Jesus Cristo no
capítulo 15, quando diz: "Se o mundo
odeia vocês, saibam que antes de odiar
vocês, odiou a mim."
Nosso Senhor Jesus Cristo diz: "Olha,
por que que você tá achando estranho?
Porque você está se espantando que o
mundo está ah contra você, que a
cultura, que as leis, que o modo de
viver está contra os seus padrões de
vida em Cristo? Porque isso eles fizeram
comigo.
O nosso Senhor Jesus Cristo continua
dizendo: "Se vocês fossem do mundo, o
mundo amaria o que era seu, mas vocês
não são do mundo, pelo contrário, eu
dele os escolhi." E por isso o mundo
odeia vocês.
O nosso Senhor Jesus Cristo deixa claro
que a expressão do verdadeiro
cristianismo caminha lado a lado com a
relação pela qual nós temos com este
mundo e o mundo conosco.
É uma relação de guerra, de conflito.
Não é uma relação de bandeira branca,
não é uma relação de barganha.
O nosso Senhor Jesus Cristo orou por
isso. Você já parou para pensar nisso?
João capítulo 17 nos ensina que o nosso
Senhor Jesus Cristo orou a Deus Pai por
esta relação de separação.
João capítulo 17 verso 14. Eu lhes tenho
dado a tua palavra e o mundo os odiou,
porque eles não são do mundo, como eu
também não sou. Não peço que os tires do
mundo, mas que os guarde do mal. Eles
não são do mundo, como eu também não
sou. Santifica-os na verdade, a tua
palavra é a verdade. Assim como tu me
enviaste ao mundo, também eu os enviei
ao mundo. E a favor deles eu me
santifico, para que eles também sejam
santificados.
Na verdade, Cristo orou para que nós não
pertencêsemos a este mundo.
Nosso Senhor Jesus Cristo orou para que
fôssemos santificados
a não pertencer a este mundo.
A grande questão que Paulo coloca aos
Gálatas e a nós é o quanto nós temos
esquecido
desta realidade ou quanto nós temos
sucumbido e aceitado
um cristianismo superficial de
simplesmente vir domingo à igreja,
sentar numa cadeira, participar de uma
sociedade,
isso ser suficiente para nos dar
satisfação.
Cristianismo é muito mais profundo do
que vir a uma igreja, sentar num manto e
ir embora.
Devemos responder constantemente se
temos experimentado este relacionamento
intenso com a obra de Cristo. Por isso
que por último, terceiro ponto que eu
gostaria de trazer nesta noite é que o
cristianismo vivido à luz da obra de
Cristo expressa a nossa transformação.
Se o cristianismo, segundo os padrões de
Deus, nos dá plena satisfação em quem
Cristo é, ela também expressa uma
transformação.
Você agora é diferente do que era.
Versículo 15. Pois nem a circuncisão é
coisa alguma, nem a incircuncisão, mas
ser nova criatura. Paulo está dizendo:
"Olha, essa questão de ser judeu ou ser
gentil acabou.
Não é quem você é, não é o que você faz,
não é a cor da sua pele, não é o grau da
sua intelectualidade, não é o extrato da
sua conta,
mas é aquilo que você foi transformado
em Cristo Jesus,
que deve ser suficiente para a sua vida
e ao mesmo tempo transformá-la.
transformá-lo em outra pessoa.
Antes de recebermos a nossa regeneração
em Cristo, nossa relação com a obra da
cruz era de inimizade,
de rejeição. Mas em Cristo recebemos
esta liberdade.
Em Cristo recebemos o prazer de dizer:
"Agora eu sou diferente". Mas o que
temos visto é que por muitas vezes nós
não damos atenção ou prazer ou nos
satisfazemos com isso. Estamos cada vez
mais parecidos com os padrões do mundo.
Quando fomos chamados a uma discrepante,
discrepante diferença em relação a isso.
Antes de recebermos a nossa regeneração
em Cristo, inimizade. Agora, liberdade
dos prazeres da carne. Fomos resgatados.
Sim. A cruz de Cristo para o crente não
é sinônimo de perda do controle. Se
submeter completamente à vontade de
Cristo não significa que você perdeu o
controle da sua vida, mas que agora você
está livre para vivê-la da forma com que
deve.
Em Cristo somos nova criatura. Este é um
jargão, é uma expressão muito comum no
nosso vocabulário.
Mas novamente, quantas vezes você se
apropriou desta realidade no seu dia a
dia em parar e pensar que agora e em
Cristo eu sou uma nova criatura? Então,
eu vou entrar no meu carro pela manhã e
eu vou viver este dia como uma nova
criatura. Eu vou viver este dia segundo
aquilo que eu fui transformado em Cristo
e não mais naquilo que eu acho que
deveria ser. Em Cristo, uma nova criação
for estabelecida, na qual todos aqueles
que estão debaixo dela são o povo da
aliança. O apóstolo Paulo diz, o Israel
de Deus.
E aqui Paulo vai fazer um contraste,
pois lembram, ele está escrevendo para
pessoas que eram gentis, que não tinham
lastro nenhum com a o povo de Israel, a
cultura judaica. Ao mesmo tempo que ele
está trazendo estas pessoas para perto,
ele está dando uma alfinetada nos judais
antes, dizendo: "Agora somos todos
Israel de Deus,
todos aqueles que creem. Por isso eu
digo, seja bem-vindo à nova realidade
e não seja enganado por qualquer outra
coisa que lhe tire dessa realidade. Seja
bem-vindo ao povo de Deus.
Seja bem-vindo a esta realidade da
suficiência da obra de Cristo. Paulo
termina a sua carta dizendo isso no
verso 17. Ele diz: "Quanto ao mais,
ninguém me moleste."
Havia um comediante a um tempo atrás que
ele tinha seu Saraiva, acho que era seu
Sarava. El não me venha com churumelas.
Os mais novos não fazem menor noção do
que eu tô falando, né? Mas ele me dizia:
"Não me venha com bobeiras, não me venha
com desculpas". O que Paulo está dizendo
é isso. Por isso que eu disse, o tom que
Paulo começa a carta, ele termina quando
ele diz, quanto ao mais, ou seja, depois
de eu dizer tudo isso, o que sobrar, não
me moleste, não me apurrem,
não coloque coisas aonde não tem. Sabe
por quê? Paulo diz: "Porque eu trago no
corpo as marcas de Jesus. Eu não vou
ficar discutindo, pois eu trago no corpo
as marcas de Jesus. E que marcas eram
essa? Você não precisa abrir, mas em
segunda Coríntios 11:23, Paulo diz que
marcas eram estas. Quando ele diz em
trabalhos muito mais, em prisões, muito
mais. Em açoites, sem medida. Em perigos
de morte, muitas vezes. Cinco vezes
recebi dos judeus 40 açoites menos um.
Três vezes fui açoitado com varas. Uma
vez fui apedrejado. Três vezes
naufraguei. Fiquei uma noite e um dia
boiando em alto mar. em viagens, muitas
vezes em perigos de rios, em perigos de
assaltantes, em perigo entre os
patrícios, em perigos entre gentios, em
perigos na cidade, em perigos no
deserto, em perigos no mar, em perigos
entre falsos irmãos, em trabalhos e
fadigas, em vigílias, muitas vezes em
fome e sede, em jejum, muitas vezes
em frio e nudez, além das coisas
exteriores, ainda pesa sobre mim
diariamente a preocupação com todas as
igrejas. O apóstolo está falando: "Olha,
eu carrego as marcas de Cristo,
mas o que mais me aflige é quando irmãos
de fé deixam se levar por um falso
evangelho."
Então ele diz a todos que creem, assim
como a mim, a graça do nosso Senhor
Jesus Cristo esteja com espírito de
vocês, irmãos. Amém.
Que essa seja a nossa oração,
a plena satisfação na obra de Cristo,
a evidência de transformação em nossa
vida e sabermos dos perigos que rondam a
nossa fé de homens, denominações que
querem impor um peso que não nos é mais
dado, mas nos foi retirado pela
suficiência de quem Cristo é e do que
ele fez em nossa vida.
A graça do nosso Senhor Jesus Cristo
esteja com o espírito de vocês, irmãos.
Amém. Vamos orar.
Senhor, obrigado pela tua boa, perfeita
palavra.
Oramos no início deste momento pedindo
que o santo, seu Santo Espírito nos
conduza aquilo que precisamos. E o
Senhor sabe exatamente, ó Pai, como t
sido os nossos dias.
O Senhor sabe aquilo que tem nos
afligido, aquilo que tem nos colocado
dúvidas? Ou, Senhor, simplesmente do
encorajamento que precisamos para
continuar fazendo aquilo que temos que
fazer. Trabalhe em nós, Senhor, que a
tua palavra produza frutos na vida
cotidiana.
Esta é a nossa oração em nome de Cristo
Jesus. Amém. M.

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