AULIVE: LEITURA CRÍTICA DE "DE DEUS QUE VEM À IDEIA", DE EMMANEL LÉVINAS
03/09/2026
AULIVE: LEITURA CRÍTICA DE "DE DEUS QUE VEM À IDEIA", DE EMMANEL LÉVINAS
pix: bruno@reikdal.net
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] Ah. [música] เฮ [música] >> [música] [música] >> Bom dia, meu povo. Tudo bem com vocês? Espero desejo que sim. Deixa eu abaixar um pouquinho o som aqui. [música] Como é que tá o áudio? Tá bom? Me ouvem bem? Espero desejo que sim. Me ouvem bem? Me ouvem bem? Tá massa, hein? Pera aí, deixa eu ajeitar. [música] Rapaz, que dia, República tranquila, todo mundo em paz, serenidade. E dia começamos muito bem esse 2 de setembro, dia do falecimento de Jr. Talking, JR Toking [música] e só loucura na República Brasileira. Que coisa incrível. Ok, bom dia, tudo bem com vocês? Hoje tem leitura, live de react de texto. Vou ter que dar um tr. Opa, tem que dar um grau no microfone. Pera aí, pera aí, deixa eu ajeitar aqui. Acho que é porque a música aqui tá alta também. Pera aí. Aí, som. Testando. Um, dois. Som. Teste de voz. Tá bom, hein? [roncando] Melhorou? Salve, querido. Fazer o watch. Fazer o que que ia ser fazer o what? Bom dia, meu bom. Tudo bem? Bom dia, diz que Érica Bispo. Tudo bem, Érica? Como é que você tá? Que honra, que prazer imenso e inenarrável ter você com a gente pela manhã. Nem acredito que estou ao vivo. Nem eu. Eu estou ao vivo e vivo. Quer dizer, já tô impressionado com a minha capacidade de me manter vivo. Tá incrível. Estamos junto. Eu ouvo. Ótimo. Diz que fazer watch. Dá um grau no microfone. Tá proibido dar grau. Sujeito a paulada. Bom dia, Bruno e Érica de escrito fazer. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Borduna diz bom dia. Bom dia, Borduna. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim. E a gente hoje vai tá livezinha com texto bom, viu? texto bom, crítico interessante. Queria ter conseguido o PDF, mas em português eu não descolei o PDF do livrinho que a gente vai ler hoje. Então vocês vão ter que aturar minha cara mesmo, minha cara lendo um livro que vocês não terão acesso. Mas como eu sei que vocês ficam ouvindo ao invés de assistir, porque não faz nenhum sentido ficar olhando pra minha cara, faz mais sentido ouvir em segundo plano enquanto trabalha ou faz qualquer outra coisa. ou no caso de Jones Miguel, que aparece aqui, trabalha fazendo exercícios físicos, né, na verdade ouve a live fazendo exercícios físicos na academia, pode ser que seja útil, né? Então é, é aí. H, mas aí é isso, então vocês vão só me ouvir mesmo. Perdão, mas eu vou mostrar um trem antes que é importante. Bom dia, querido Ryan Augusto. Como é que você tá? Tudo bem? Espero desejo que sim. Um excelente dia, meu querido. Bom dia para nós. Bom dia para todas as pessoas por aqui. E diz que Borduna. Dar grau em texto aí pode pode tá possibilitar dar grau em texto. Só não vou ser muito ousado com esse livrinho aqui porque ele já tá antigo. Ele passou pelas minhas mãos e, ó, ele tá tá como é que é que fala? Ó, destruído, já preso por um quase nada, ó. Ixi, vai ter que tomar maior cuidado, então não posso ser muito ousado com ele, mas a gente vai ler esse livrinho aqui. Interessantíssimo, interessantíssimo. A gente vai ler um trechinho dele do primeiro capítulo, fazendo comentários. Hoje é live filosófica assim, filosofia pura e simples, né? Daquele jeito, daquele jeito. Acho que vai ser legal. Dis que fazer é o livro que foi lido. Sim, como todos os outros que eu tenho aqui em casa, né? Tem que ser bem cuidado. Tem que ler os livros, né? E os meus livros eu tenho o hábito de rabiscá-los, né? Importante também. Façam isso nos livros de vocês, né? Livros rabiscados, né? Essa coisa toda. Anotações para mostrar que a gente lê. Mas tem que demonstrar que você lê os livros. Leia livros, faça rabiscos nele inteiro. Começo ao fim, capa a capa. Tá bom. Ai ai ai. Érica, um livro de papel, por incrível que pareça, ainda fabricam, né? Ainda fabricam. Tem alguns que não mereceriam ter sido feitos, né? Foram árvores sacrificadas em vão. Mas esse aqui vai. Bom dia, querido Alexander. Não erro mais. Diz que bom dia, querido Alexander. Bom dia, queridos. Bom dia, querido Alexander. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Buenos dias. Bomorno. Good morning. Good Morgan. Sei lá qual outra língua dá para falar. Bom dia, querido Felipe. Felipe, primeira pessoa beatificada em vida no nosso canalzinho, santificado pela Igreja Barista, primeira igreja barista aqui do YouTube, querido Felipe, primeira pessoa Bet ficar em vida. Bom dia, querido Felipe. Bom dia, querido Thago. Thago que tanto nos apoia com tanto carinho, amor. Um beijo, Thaago. Deus abençoe. Bom dia, Thago. Que diz bom dia, igreja. Bom dia, igreja. Paz do Senhor. Gostaria de ter uma oportunidade para poder compartilhar com vocês uma música, uma canção. Aliás, vou aproveitar esse momento aqui. Acabei de ter uma inspiração certa feita na igreja. A irmã, irmãzinha, não lembro o nome da irmã, irmãzinha pediu a palavra. Afinal, ela havia durante a semana recebido uma inspiração. Ela recebeu uma inspiração divina. E ela ao pedir a oportunidade, o pastor cedeu a oportunidade, ela sobe no palco, na verdade nem subiu no púlpito, né? ficou ali naquele degrauzinho um pouquinho abaixo, pega o microfone e fala: "Irmãos, deixa eu fazer de jeito, irmãos irmãs, eis que nessa semana, aleluia, eu tive uma inspiração e uma revelação. E eis que me veio uma música inspiradora, a qual eu gostaria de compartilhar com vocês, uma música com uma mensagem para mocidade desta igreja. Aleluia! Glória a Deus! Aquela coisa toda, amém e tal". Eis que digo, jovens, a música revelada que é a seguinte: Pedro negou, galou, coro cocô. A mocidade anda na vaidade, cara. Todo mundo Pedro negou, galo cantou, coro cocô. A mocidade, a vaidade, [risadas] cara. K. Pronto. Agora vocês já podem guardar essa música para o resto da vida de vocês, porque ela é muito boa, muito profunda e traz aí uma mensagem chamando a atenção da juventude, da mocidade da igreja. [risadas] Adoro isso. Igreja é bom demais, velho. Vamos lá. [risadas] É a vida, né? a vida tem essas coisas. Diz que do Ryan Levinas é muito difícil. Estou participando de um grupo de pesquisa na posse sobre esse autor. É difícil mesmo, né? Não é um autor fácil. Bati muita cabeça para ler el fin. Cara, deixa eu dar um jeito. Eu vou dar um jeito da gente de de trazer aqui um um textinho que talvez seja útil. Tive que reler o primeiro capítulo de totalidade infinita umas três vezes só. Vixe, todo dia tem que ler essa desgraça. Eh, talvez entender alguma coisa. É, é, é difícil mesmo. Não é fácil. Não é fácil. Não é fácil. Bom dia aqui do Pisc Lourenço Serappa. Tudo bem com você? Bom dia. Eu espero desejo que sim. Querido Pedro Tuller, nos encontramos recentemente no FBC. Um beijo, meu querido Pedro Tuller, tudo bem com você? Espero desejo que sim. Bom dia. Bom dia. Pergunta aqui do Kevin. Música profética. Sim. de denúncia contra mocidade que vive na vaidade, cara. Kaká. Cara, [risadas] essa música é boa demais. Pedro negou, o galo cantou, coro cocô. A mocidade tá na vaidade, cara. Kakak, você é ouro. As pessoas não entendem o potencial dessa música. Bom dia. Bom dia, querido Kevin. E diz que do Felipe. Que bela composição. Não é uma música única. Única. É incrível. Só não é melhor do que outros hinos que são não tão inspirados como esse, né? Pedro negou galanto, cocô, que eu entendia errado quando eu era criança e que depois eu descobri que outras pessoas também, né? Porque afinal a experiência ela nunca é individual, né? Sempre tem alguém que viveu a mesma coisa que você. E eu na igreja tinha uma música quando eu era criança, eu tinha muita dificuldade de compreendê-la e que depois ficou complicado para mim mesmo, que era solta o cabo da, toma o remo nas mãos e navega com fé em Jesus. E eu ouvia, solta o cabo da solta o cabo Danau. Danau, solta esse cabo que você não solta nunca. Para mim, Danau era uma pessoa e aí eu tinha dificuldade de entender por que o Danau não soltava o cabo. Danau era, Danau era muito apegado esse cabo, ele gostava desse cabo e aí não soltava e impedia que o pessoal remasse e navegasse. Dana, solta esse cabo, Danal. E aí depois agora adulto, né? Alguém fez uma piada sobre isso. Tem uns vídeos no YouTube, né, na na nos cortes por essas redes aleatórias que roda. E eu falava: "Cara, quando eu era criança, eu tinha exatamente esse problema que eu achava que Danau era uma pessoa. Então solta o cabo, Danau. Solta esse cabo. Homem que não solta o cabo. Tido, Thaago, tem que sacar o mistério." Exatamente. Requintes, requinto, sabedoria. [risadas] Ah, vamos lá. Vamos lá. É muita coisa boa para começar uma quarta-feira, né? Quarta-feira animada. Começou acelerado por aqui. Deixa eu pegar um trem aqui para mostrar para vocês. Muito importante. Muito importante, porque é assim, aqui é um dever cívico que nós temos, porque é uma pessoa sempre presente no nosso canalzinho, né? Uma pessoa sempre presente no nosso canalzinho que nós fazemos reacts críticos. nós fazemos reacts críticos a essa pessoa. H, e eu acho que é honesto de nossa parte se nós auxiliarmos ela numa numa dificuldade que ela tá passando. Eh, porque nós somos críticos, mas somos irmãos e irmãs em Cristo e queremos nos apoiar e nos ajudar, né, óbvio, sempre. Então eu quero aqui auxiliar vocês a quem puder compartilhar essa informação, quem puder ajudar o pessoal aí vai ser importante também. Pera aí que o vídeo tá demorando para carregar. Pronto, que eu uma pessoa com quem nós discutimos com frequência aqui no nosso canalzinho, eh, que é o nosso querido reverendo eh, Hernandes Dias Lopes. E aconteceu uma situação aí desagradável, né, que o ele vai explicar pra gente, a gente vai ajudar a espalhar essa informação, uma denúncia aí de apoio, né? E a gente aqui, apesar de ser crítico, nós somos solidários. Nós ajudamos aqui os nossos queridos. Então, deixa eu compartilhar com vocês a tela e a gente vai dar um apoio aqui para uma situação desagradável que tá acontecendo. Então, o que acontece, vamos lá. É aquele famoso programa trocando ideias, em que ele tá sempre recebendo escadas para responder sobre tudo, né? um opnólogo, tudólogo, um generalista. E a gente aqui vai então acompanhar nosso querido, tá? É uma situação aí que a gente tem que então ajudar a denunciar, a gente tem que poder apoiar quando necessário para entender uma situação delicada aí que e que também pode ser de utilidade pública para as pessoas. Então, prestem atenção aqui. Vamos ajudar a espalhar essa informação porque tem muita gente aí sendo Deus continue vos abençoando. E aqui a Joselita Rosa Andrade tá dizendo o seguinte: "Misericórdia, pois já recebi vários vídeos do pastor Hernandes vendendo remédio. E e como é que a gente resolve isso? A gente pode denunciar, né, pastor?" Olha, Thago, vou aproveitar o ensejo. Então, eh, quase toda semana a Jaqueline aqui de luz pro caminho precisa denunciar e derrubar um perfil falso. Então, sempre que você ver algum vídeo, eu vendendo remédio para qualquer coisa, pode saber que é fake news, que é perfil falso. Eu não me presto a esse tipo de trabalho. Ah, eu sempre estou lidando aqui com a palavra de Deus. Então, se você vê eu fazendo qualquer comércio, qualquer outra coisa, não sou eu. Isso aí é é perfil falso. Isso aí é I que tô comentando. Bota a minha imagem, bota às vezes até o o tom da minha voz. Fica esperto com isso, porque eh pessoa que quer que você caia numa esparrela aí para pegar você e ganhar dinheiro em cima de você. >> Pois é. Então, de repente, >> então é gente, situação delicada aí e a gente não pode deixar passar algo desse tipo assim, não pode deixar passar, não pode deixar passar, não pode deixar passar algo desse tipo, né? Jamais. O pastor Hernandes lida exclusivamente, fique claro, exclusivamente com discussões sobre a palavra de Deus. Ele vende aí conteúdo sobre palavra de Deus, não sobre remédio. Não sobre remédio. Então, se você tá vendo ele vendendo remédio, é, é fake. É perfil falso, tem que derrubar. Derruba o perfil falso que aí que tiver aí eh qualquer outro negócio. Então, se for uma questão de negócios da FET, tudo bem, mas se for de remédio, tá errado. Então, por favor, gente, fiquemos atentos com isso. Não vamos confundir as coisas. Isso aí é alguém tá fazendo iá em cima do querido Reverente Hernandes, né? Então, só negócios da fé, só negócios da igreja, só esse tipo de balcão. Qualquer outro tá equivocado, qualquer outro não é ele, é perfil falso. Então, estamos atento, estamos apoiando essa denúncia, estamos apoiando essa denúncia e deixando você atento, porque você pode táar caindo aí numa esparrela, tá desavisado, desavisada, procurando um remédio, uma cura pra alma e aí encra encontra uma vitamina aí tipo gincobila, né? Então, quer dizer, você tem que ficar atento [risadas] o que pode tá acontecendo. Ai, cara, eu adoro internet. É para isso que Mas o pessoal na internet também às vezes se passa, né? Exageraram aí com o nosso querido antes criar até perfil falso. Acontece, acontece acontece. A gente precisava aqui apoiar. Criticamos sim, mas a gente não não compactua aí com algumas coisas, né? Então, a gente tem que ficar atento. Exatamente. [risadas] Exatamente. Quer vir disso. Só vale o comércio da palavra. Só esse. Outro. Qualquer outro não. Em seguida da América. Danau é muito problemático, muito problemático. Ele deve ter caído aí no na no fake news da Iar também. Outro comércio desborduna. Cogumelo do sol. [risadas] É o ômega-3, né? Ômega-3. Como é que era o nome daquela moça do do das vitaminas do É esqueci o nome dela que tinha aquela voz engraçadíssima das vitaminas lá? Pera aí. Então, o que acontece? Mas aí, aí tudo bem, essa foi a parte que a gente tinha que apoiar, né? Agora vem a parte que a gente vai ir. Exatamente. É Iracido. Ah, peg, aquela voz horrível lá, nem sei fazer aquilo lá. Ah, é muito bom. Mas eu vou, tem uma parada que a gente tem que ficar atento aqui que aí eu vou vou tomar liberdade depois de apoiar o querido Hernandes, que tem que apoiar, tem que derrubar perfil falso, que tá aí vendendo coisas, vendendo remédios. E a gente vai, eu vou só fazer um negócio aqui porque tem uma cena divertida aí, assim, agora sim vem a parte crítica que a gente vai apontar, né, para não perder. Ara, arac não era. É verdade, Pedro, tem toda razão. É Araci, arac esqueci. Era ara, meu. Aquilo ali é um meu Deus do céu. Mas vamos lá. Que acontece para não perder o costume, no programa lá de perguntas e respostas do Kernandes, tem a o tá quentinho e acho que é de ontem ou de hoje esse programa, não sei. Vi hoje de manhã. E ela ela e nesse programa aí ele respondeu novamente sobre eleições, né? Então vamos lá, vamos lá para ver mais uma resposta. É a mesma mesma coisa de sempre, gente. Nada de novo. Não vou reproduzir porque a gente já falou 300 vezes sobre as coisas, mas aí o querido apresentador Thiago perguntou para ele sobre pastor que chama o outro lá para ir no púlpito para pedir voto. Aí acontece o seguinte. que é o que a gente vai se interessar. Já dei o contexto, não precisa assistir 500 vezes. A gente já falou sobre isso 500 vezes. O que eu quero ver é que a gente perceba o que acontece na resposta. >> É, parece que é é cristão genuíno e [roncando] se dobra lá, se ajoelha lá só em época de campanha, depois desaparece. Então, acho que nós não devemos eh eh incentivar essa cultura, não. Eu acho que na, aliás, na, pelo que me consta, Thaago, por exemplo, na igreja presbiteriana, se você falar vota no fulano aí que o povo não vota mesmo, porque pressupõe que cada cidadão é uma pessoa suficientemente esclarecida para saber examinar esse cenário e fazer o seu voto de forma consciente. Não tem voto de cabresto. Em outras palavras que eu tô dizendo, não deva ter. O povo tem que ser instruído e não encabrestado. Muito bem, pastor. [risadas] Eu acho que nem o Thiago aguenta mais. Nem nem esse nem o entrevistador. Para quem não viu, vê o replay de novo. Veja, veja, veja o o cara respondendo. Uhum. Muito bem. Nem o Thiago aguenta mais. Nem o Thigo aguenta mais. Ele mesmo fez a pergunta e nem ele sacou que tipo, nossa, meu Deus, estamos aqui de novo, né? Estamos aqui de novo, hein? É, lá vai, lá vai, lá vai, lá. O tempo de resposta é muito bom. não vota mesmo, porque pressupõe que cada cidadão é uma pessoa suficientemente esclarecida para saber examinar esse cenário e fazer o seu voto de forma consciente. Não tem voto de cabresto, em outras palavras que eu tô dizendo, não deva ter. O povo tem que ser instruído e não encabrestado. >> Muito bem, pastor Hernandes, a gente tem aqui um aconselhamento. Vamos pro [risadas] Aí depois crimes são cometidos por outros motivos, né? Mas é muito bom, velho. Muito bom, mano. Muito bem. OK. É, tá bom. [risadas] [suspirando] Bom dia, querido Cléber Laer. Tudo bem com você? Diz: "Nem cheguei tão atrasado assim". Não, não. Tá tudo em paz. Tá tudo em paz, tá tudo em paz, tá tudo tranquilo. Estamos sobreviver, estamos junto. E diz que vou fazer o ótimo. Muito bem, muito bem, né? Aquele, né? Ok. Aí depois vamos para o gabinete pastoral e aí vem a parte que eu mais fico triste com esses programas de pergunta e resposta para pastor, que alguém pergunta uma coisa sobre a vida pessoal e é o cara sem nunca ter visto o humano na frente dele, tem uma resposta pronta para dar aí um aconselhamento tal qual faziam os as algumas VJ sexólogas da MTV na minha adolescência, né? Então você manda uma mensagem lá, [risadas] pessoa fica respondendo sobre sua vida amorosa. Inclusive, é exatamente isso que acontece no vídeo, mas a gente não vai assistir ele hoje. Hoje o que nos interessa é outra coisa. Hoje a gente vai fazer react de texto. Então bora lá para ler um texto bacana, cara. Um texto bom. Texto bom, texto bom. Texto bom. H, deixa eu só ajeitar aqui o som. Pronto, cara. Que que é esse texto aqui? Esse texto aqui eu tô fazendo alguns algumas retomadas de estudos de filosofia e em filosofia. E entre esses estudos, eu voltei aqui para este livrinho de Levinas, cujo título pode dar uma enganada boa, tá? Porque o título ele fala muito pouco sobre o conteúdo que tem no livro. Na verdade, ele tem um efeito, acho, até o contrário do que ele pretende, mas é o livrinho de Emanuel Levinas de Deus que vem a ideia, a ideia com crase, né? Como disse nosso querido Ryan aqui com a gente, o Ran ele comentou, né, que Levinas é muito difícil de ler e é mesmo, é um autor muito pesado, especialmente. Será que eu tenho aqui? Eu não sei se tá, eu tenho, mas não sei onde tá. Não vou levantar para buscar agora não, mas especialmente se você for ler Totalidade Infinito, que é o livro do Levinas, o livro mais a sua obra prima, né, seu Masterpiece, sua obra central. É muito complicado de ler, um autor muito denso, mas alguns outros textos são mais acessíveis e ele consegue explicar melhor alguns temas. Ele tem um vocabulário próprio, ele é um fenomenólogo. Eh, então ele tem um francês, né? Tem um ponto importante, ele é francês. E os franceses têm o hábito de escrever de um jeito incompreensível. Não sei por qual razão, motiva ou circunstância. Eles fazem isso, mas eles têm esse hábito. E ele é muito rebuscado, tal, e ele cria quase um vocabulário próprio para discutir os temas que lhe interessam. Então não é um não é um autor fácil, não. É um autor bem pesadinho, mais massa de ler, mais interessante. E esse texto ele é muito bacana, é um autor que me influenciou bastante no primeiro momento, depois que eu terminei a graduação, eu achei que eu estudaria Levinás, né? Seria esse meu caminho, mas eu fui salvo deste percurso, desse texto difícil. Fui salvo porque eu fui ter uma conversa com um professor eh, com quem hoje temos debates, discussões e até certos conflitos a depender do dia. Querido professor Jung Mossung, que me deu uma dica boa, falou: "Cara, por que que você vai ler Levinas? Ele é tão abstrato, um autor tão difícil, né? Então, um pouco concreto, vai começa a pesquisar e trabalhar a filosofia latino-americana do Dusel, que dá maior materialidade pro Levinas, maior concretude. E eu segui a dica, tinha tido contato com o pensamento do Dusel, mas nunca tinha estudado com a Finco. E aí, a partir desse comentário do querido professor Jung Mossung, eu alterei meu rumo, porque aí eu fui ler o Levinas e fiquei encantado. E assim, essa ideia de eu voltar a estudar temas de filosofia, ela vem junto do da criação do nosso clube de leitura aqui para membresia do canal. Então se você é membro, membro membre membresia aqui do nosso canal, você tem acesso exclusivo ao nosso clube de leitura que já tem o primeiro primeiro encontro feito, que é esse aqui. Aqui o nosso encontrinho do Alice no País do Espelho, a casa do Espelho, capítulo um. E o que que a gente tá fazendo? A gente tá lendo a Alice no País do Espelho, não para apresentar a Alice no País do Espelho, porque bastaria você ler, senão que a gente tá utilizando, e aí fica a dica para quem quiser se interessar, a lista no País do Espelho como uma um caminho, uma porta de entrada, um espaço de discussões sobre filosofia, especialmente teoria do conhecimento e filosofia moderna. E a Alice vai nos guiar através da Casa do Espelho e do País do Espelho uma discussão sobre isso. Então a gente vai utilizar os capítulos e os temas que surgem na história infanto juvenil de Lew Scarebor, a lista no País das Maravilhas, para poder discutir filosofia moderna e epistemologia, teoria do conhecimento. E eu acho que tá bem bacana. Modéstia à parte. Mandei benzão. Ai Bruno, mas que maluquícia. De onde você tirou essa ideia? Tirei essa ideia a partir de alguns estudos que eu pude fazer durante a minha vida e eu já tinha esse plano ali na quando eu comecei a dar aula de filosofia e eu usava o livrinho como introdução a uma série de temas e aí comecei a construir um percurso e agora tô retomando ele porque eu acho que vai ficar bacana como clube de leitura, como primeira coisa. Então, torne-se membro, membro, membro, membresia aqui do nosso canalzinho, que você tem acesso exclusivo a esse conteúdo que é a leitura comentada de Alice no País do Espelho para fazer uma discussão sobre teoria do conhecimento e epistemologia, né? Na filosofia moderna, eu acho que vocês vão curtir bastante. Quem assistiu da membresia curtiu, tá gostando, é bacana e vale a pena. Beleza? Então fica aí a dica. Torna-se membro, membro, membro, membrezinha aqui do nosso canalzinho. Custo de um café expresso aí. Bacana. E aí tá tudo certo, beleza? E aí você também pode, ao considerar ser membro, membro, membro, membresia do nosso canalzinho e fazer parte aqui do nosso clube de leitura que está lendo a lista no país do espelho como meio para discutir filosofia moderna, a gente tem você, você também pode mandar um e-mail aqui embaixo, ó, para esse e-mail que tá passando aqui embaixo, que é o nossa chave do Pix também você manda com o seu nicknames aqui do YouTube depois que você virar membro, membro, membro, membresia e o seu número do zap e aí eu te adiciono no nosso grupo do canalzinho lá do WhatsApp exclusivo para membresia do canal, tá bom? É isso. Então, não esqueça de fazer isso. E eu já esqueci de pedir para você curtir esse vídeo também, comentar para engajar esse aqui que a gente tá gravando nesse momento e dá uma compartilhada por aí, porque ajuda nós, né? Sempre esqueço de pedir essas coisas. Beleza? Então, como eu voltei a esse mundo da filosofia e tô fazendo estudos e discussões e aproveitei para pegar esse caminho aqui do Alice no País do Espelho para discutir esses temas, eu voltei também para as minhas leituras daquela época, daquele momento, daquele local. E aí cheguei nesse livrinho aqui que logo na introdução, para quem já assistiu aqui da membresia o conteúdo do desse vídeo aqui do da lista no país do espelho, para quem já assistiu, se você lêu o prólogo desse livrinho aqui, que eu não encontrei um PDF adequado para poder compartilhar com vocês, pra gente poder ler junto, ele retoma umas coisas interessantíssimas sobre filosofia moderna e o papel de Decart. ali na fundação do sujeito diante do objeto e como isso e o problema de Deus dentro de Decart para falar de uma ideia de infinito e aí vai conectar com uma série de coisas que a gente conversou no primeiro encontro, mas que vai aparecer também nos próximos. Então é é um dos livrinhos que eu tô usando como referência para poder construir aí o nosso conteúdo. Beleza? Mas dito isso nesses estudos, é só para apresentar um contexto, eu vou ler o primeiro capítulo desse livrinho, que é Ideologia e moral, que é o título dessa live, inclusive, ideologia e moral. Eh, e na verdade é ideologia e idealismo e o subtítulo, né, o subtópico é ideologia e moral. Não imoral, masal, né? dificuldades do trocadilho. Ã, esse livrinho aqui que é muitíssimo interessante, que eu recomendo que vocês leiam, tenham contato, ele não é fácil, né? Como eu comentei, Levinas não é fácil, mas é um autor interessante e que vale a pena conhecer e que a gente vai aqui fazer comentários para facilitar. Ah, é Ryan Rian, se você estiver aí ainda, tem um livro do Levinas chamado Entre nós. [roncando] Entre nós, ensaio sobre alguma coisa, ensaio sobre outro, sobre a relação e e outro entre nós. É o é o título do do desse dessa coletânia, né? Um coletâniazinho, um livrozinho do Levinas. Este livro é uma excelente porta de entrada para Viná, porque ele fala de maneira muito mais acessível e aí ele tem alguns conteúdos ali bem bacanas. Então fica a dica aí, leia entre nós do Levinat como uma porta de entrada. E vocês que gostam ou gostarem de Levinas, eu recomendo esse livro como uma iniciação entre nós, é muito mais sossegado de ler e ele apresenta ali estruturas gerais de seu sua filosofia que é mais fácil do que ler o totalidade infinito, que é dificílimo. Então fica a dica aí entre nós, tá? É um livro que me impactou muito. Tanto que eu tinha um um blog em 1603, quando existiam blogs, que se chamava Entre nós. Eu fazia alguns ensaios horríveis, né? Ai, que vergonha disso. Tô até comentando. Alguém depois vai procurar e falar: "Meu Deus, Bruno, olha o que você escreveu. Fal é: "Perdão, foi mal, fui moleque. Era moleque e errei." Ideologia e moral. Exatamente. Exatamente. Fazer o E o pior é que vai ter a ver com o que a gente vai conversar aqui hoje. Mas, ó, esse livro ele é esse aqui, o de Deus que vem a ideia que nós vamos ler. Ele ganhou o prêmio eh pela Academia de Ciências Morais e Políticas, o Prêmio Charles Levan de 1982, né? Então, é um livro, um livro eh premiado e pouco lido, pouco conhecido, premiado pela Academia de Ciências Morais e Políticas. O que é uma ciência moral? Eu não faço ideia, mas a gente vai descobrir [risadas] aqui numa leitura bacana, tá bom? Então, vamos lá. Já separado e introduzidos a Levinás. Levinás esqueci introduzidos, não, né? Apresentados. Introduzidos será agora. Vocês serão introduzidos. É plogão do Bruno. Exatamente. Borduna. [risadas] O Levinas, cara, ele é um autor eh judeu lituano francês, né? Porque nasceu na Lituânia, de família judaica, mas formado na tradição francesa. Foi discípulo de Ruser, Edmund Rous, não sei falar isso aí. Então ele é um fenomenólogo e muito influenciado por Martin Heidegger. Eh, influenciado a ponto de dizer, diz Levinas, que Heidegger foi o maior filósofo do século XX. E eu tendo a concordar no sentido de impacto, né? Impacto. Todo mundo tem que passar por Heidegger do século XX. Ele se tornam um marco. Mas Levinas é crítico de Heidegger. Na verdade, ele é muito influenciado, muito impactado por Heidegger, mas é um crítico de Heidegger e escreve sua filosofia como uma grande crítica de Heidegger. E Levinas tem como princípio, e aí fica aí, né, uma frase, aquele chavão, qual o chavão desse autor, né? Cada autor aí tem um chavão, sei lá, o eh Decart, penso logo existo. O qual o outro lá? Ah, olha que coisa incrível. Não vou falar chavões. Esqueço chavões. Eh, não vou conseguir pensar agora, mas de car penso logo. Existo, por exemplo, ou pronto, Marx. Ah, como é que é aquela do pressuposto de toda existência? É que para fazer de história o ser humano precisa estar em condição de fazer história, sei lá, né? Ou filósofos até hoje se importaram em interpretar o mundo, mas agora é hora de transformá-lo. Alguma coisa assim. Tem chavões aí que a gente pode utilizar. No caso de Levinas, o chavão ética é a filosofia primeira. Ética é a filosofia primeira. Então, Levinás praticamente considera ética como filosofia primeira. Na verdade, é esse sua, né, sua fundação filosófica. E ele pretende então ser um fenomenólogo que trabalha ética como ponto de partida, como fundamento de seu pensamento, estruturar uma ética. E de onde vem esse problema ético dele? começa como um fenomenólogo, fazendo suas pesquisas, seus trabalhos na sua tese de doutorado, né? Depois que ele apresenta sua tese de doutorado, eh, na banca estava o Jankelevit, né? Yankevit é um filósofo também relativamente importante no século, no início do século XX, mas hoje não tão lido assim. O Jan Levit, ao ler o livro, a tese do Levinás diz assim: "Queria agradecê-lo por ter resolvido e estirpado a fenomenologia finalmente com uma crítica adequada. Estamos agora livres dessa fenomenologia aí". E aí o Levinas olha pro Yanka Levit e responde: "Mas eu sou fenomenólogo. Verdade. Eu estou defendendo a fenomenologia. Ou seja, nem o Ian Levite entendeu Levinas. na tese, na banca doutorado, o Levit descobriu que ele tinha lido um negócio e não tinha entendido nada. Então, não é um autor fácil. Se nem o Ian Levit entendeu, imagina a gente. Mas tudo bem. Então, Levinas é um cara difícil de ler. E ele começa como fenomenólogo, discute uma pancada de coisas interessantíssimas nesse início sobre tempo, sobre infinito, sobre Deus, sobre experiência humana e não sei o quê. Uma loucura. E muito impactado por Heidegger. E até que acontece um marco muito forte em sua trajetória de vida, que é sendo judeu estando na França, ele é capturado pelos nazi e vai para um campo de concentração, estáagon e ele vai pro campo de concentração e ele não é executado no campo de concentração e nem faz necessariamente os trabalhos braçais forçados, porque sendo judeu lituano francês e falava nove línguas, então ele se torna um tradutor E aí o trabalho forçado que ele tem que fazer para os nazi é ser um tradutor de russo, de francês, de lituano, de inglês, de alemão e de de alemão, não precisa traduzir, né? Mas deu para entender. Ele vai traduzindo as coisas para poder eh como trabalho no Staragon B. E ele vai vendo seus irmãos, seus irmãs, seus companheiros, seus companheiros, o pessoal do seu povo sendo executado no campo de concentração. E ele começa a perceber que ele não, o rosto dele não é visto pelos soldados, né? Ele clama, as pessoas clamam, as pessoas gritam e não são ouvidas, não são vistas, não são reconhecidas enquanto sujeito, enquanto outro sujeito. E aí ele saca uma parada incrível que aparece em alguns textos dele de maneira bem explícita, que os queridos soldados, né, os nazi, os percebem como uma extensão de si, extensão do mesmo, né? são coisas à mão. Então assim, não tem uma relação entre sujeitos, né, entre dois sujeitos. Esse outro sujeito é negado, sua subjetividade e é uma relação de um mesmo que domina todo o outro, toda a autoridade, né, que controla tudo que tiver à sua volta, que vê como uma extensão, como uma ferramenta à mão. E daí o Levinás começa a discutir uma ética que reconhece esse sujeito, a relação entre dois sujeitos, uma relação de alteridade fundamental e fundante, ponto de partida, para poder ter qualquer tipo de produção, inclusive de conhecimento e de filosofia e de qualquer outra coisa. E isso é muito forte. Por quê? Porque ele vai enfrentar, para quem gosta desse tipo de temática, diretamente Heidegger. E sua ontologia, que diz Levinás é totalizante. Ela não tem espaço paraaeridade, ela não tem espaço para um outro sujeito. Ela seria uma ontologia construída a partir de um sujeito que é ele mesmo e o mesmo como ponto de partida, né? Envolvido, envolto num mundo no qual ele está, né? esse ser no mundo que vai sendo e vivendo e se apropriando e expandindo seus espaços nesse mundo. E daí o Levinas fala: "Então, não há espaço para reconhecimento de outro sujeito, para alteridade". E aí começa seu trabalho filosófico muito interessante, é muito estudado, portanto, enquanto filósofo ético, enquanto alguém que discutir filosofia ética, mas de um jeito muito difícil. É impossível ler a desgraça do texto do Levines, mas tudo bem. E aí, só para uma dica, totalidade infinita é o título de sua obra prima, né? E totalidade pensando como esse círculo que se fecha e no mesmo, né, que tá fechado em si mesmo. E o infinito como essa possibilidade de transcendência, ele vai falar sobre metafísica de uma relação com a alteridade. A alteridade que é o algo totalmente outro diferente de você mesmo ou do mesmo, né? Ele tenta não utilizar a ideia de sujeito objeto e nem de eu e outro, mas ele usa o mesmo e outra, né, que é essa alteridade. E aí ele vai fazer umas discussões bem interessantes, mas tudo bem, isso em termos gerais, muito objetivo. Vamos pra parte que interessa. Quer ler esse texto aqui e vocês vão entender porque que esse texto me interessa logo de cara, né? Então é o capítulo ideologia e idealismo, o tópico ideologia e moral. E isso vai ser bacana, porque estamos num momento tenso de política, mas não só de política, como de discussões sobre ciência, positivismo, sobre eh crítica do positivismo, pós-modernidade, modernidade, identitarismo, o que essa zona que a gente tá vivenciando pela crise da própria modernidade se debatendo nela mesma e as alternativas que surgem, a gente só lê as alternativas que surgem dela mesma. Então, dá um problema danado. Mas bora lá, bora lá, bora, bora lá. Então, eu vou vou pegar aqui o texto e a gente vai ler junto. Eu acho que vocês vão curtir. É um textinho, textinho massa. Tá bom. H, pera aí, pera aí, deixa eu pegar aqui o trem aqui. Ideologia e moral e moral. Ideologia e moral. Sempre bom demarcar, não ir moral, mas aí pera aí, pera ver. Oh Jesus, tô apanhando com esse trem aqui hoje. Pronto. Eu tô apanhando mesmo. A ideologia diz querido Emanuel Levinás usurpa as aparências da ciência. Aqui ele já tá colocando a famosa oposição entre ideologia e ciência e ciência como um meio tradicionalmente utilizado para superação da ideologia. Então, e a ideologia usurpa aparências da ciência, né? Então, ela toma o lugar de como a ciência aparece, ela rouba essa posição aparente da ciência. Ela então parece que esta ideologia ainda não definida toma o lugar da ciência, atrapalha a ciência, engana a ciência. E é exatamente isso que aparece pra gente, por exemplo, nos debates. Eu vou relembrar para vocês da Covid, do Covid-19 sobre vacina. O pessoal dizia: "Olha, a gente tá falando aqui não é sobre ideologia, é ciência. Exatamente nesse nessa chave de oposição, né? Ideologia e ciência". Então, a ideologia usurpa aparências da ciência, mas o enunciado de seu conceito arruína o crédito da moral. Eh, vê como o homem escreve difícil. A ideologia usurpa aparências da ciência, mas o enunciado de seu conceito arruína o crédito da moral. Tem que parar alinha a linha essa desgraça. A ideologia toma o lugar da ciência. Ela opera nesse local perigoso em que vira o meio de explicação do mundo, de interpretação do mundo, tomando essa aparência da ciência. Mas quando você dispõe do conceito de ideologia, né, quando você mete esse famoso, o que comentou aqui, né, o enunciado do conceito, arruína o crédito da moral. Quando você utiliza e apresenta o conceito de ideologia, o crédito da moral, aquilo que existia de credibilidade da moral é arruinado. O que que o Leviná tá entrando aqui para discutir? Quando nós entramos numa marcha na modernidade a partir do desenvolvimento das ciências, da crítica da ciência social e tudo mais, em que a gente percebe o campo da ideologia, ao enunciar isto é ideologia, ao mesmo tempo você descredibiliza a moral ou os valores morais. Pronto. Por que que é importante chamar atenção disso? Tá? Então tem que recuperar os valores morais, não é? Entender o processo. Se por um lado a ideologia usurpa aparências da ciência, toma esse lugar e vira o mecanismo ali de rival da ciência, a ciência, ao enunciar a ideologia, ao nós entendermos o papel da ideologia, a moral é descredibilizada. Então se alguém fala: "Você não deve fazer tal coisa". A primeira reação vai ser: "Por que não? Isso que você tá dizendo é um valor moral, historicamente constituído, é arbitrário. Então, se se havia algum valor moral com certa perenidade, eternidade, sustentação, fundamentação, a partir do reconhecimento da ideologia, quando você enuncia isto é ideologia, a credibilidade da moral vai embora. Então, perde-se o campo da moral. Há uma disputa entre ciência e ideologia. E por outro lado, ao enunciar a ideologia, enunciar esse conceito, apresentá-lo, isso aqui é uma ideologia. Aquilo que tem de valor moral imediatamente perde a sua fundamentação, imediatamente perde ali a sua segurança. Essa frase inicial são duas orações numa única frase que abrem pra gente praticamente enfrentamentos que a gente tem hoje na nossa contemporaneidade. Assim, de maneira muito clara. é a disputa entre quem defende a ciência contra a ideologia e ao enunciar a ideologia fragiliza determinados valores morais que são de sustentação. E se a gente considerar que uma série de relações que nós temos hoje se sustentam ou tentam se valer, porque a ciência é exata, é correta, então ela deve ser seguida, essa esse esforço de defesa da ciência é um esforço que vai aparecer para o ideólogo como uma questão moral. E aí você cria um círculo de críticas infinitas, né, nesses nessas três posições, moral, ideologia, ciência, moral, ideologia, ciência, que vão se debatendo de modo que agora a gente parece que tá prego na areia, né? Não tem nenhuma sustentação, não tem nenhuma firmeza, porque na hora que alguém apresentar, você não deve fazer isso, a outra pessoa imediatamente vai soltar isso aí é historicamente constituído, é uma moral estabelecida. E você joga no jogo da ideologia e descredibiliza esse dever ou este não dever, esta afirmação. Pronto, estamos caímos numa armadilha, entendeu? Esse é o problema que o que o Levinas é começar o texto para discutir. Então você vê como o título é muito enganoso, né? Deus que vem a ideia e começa com a discussão sobre ciência moral e ideologia. E como esse tripé, né, essas três exposições vão se degladiando entre si, [risadas] vão debatendo entre si. A suspeita de ideologia desfere na moral o golpe mais duro que ela jamais recebeu, né? Ao você dizer que a moral é uma ideologia, você desfere um golpe nesse trem que é quase mortal. Ela marca provavelmente o fim de toda uma ética dos homens e em todo caso desconcerta a teoria do dever e dos valores, que é exatamente o que eu tava comentando. Então, ao discutir e a partir da ciência social denunciar o papel da ideologia, que é isso que a gente acaba desenvolvendo na modernidade, né? você percebe a historicidade da ideologia, o papel que ela desempenha na reprodução social, o que, qual o papel dessa ideologia? Na manutenção de determinadas relações. E ao perceber um valor, um dever, uma estrutura de regras, você fala: "Isso é ideológico". E ao enunciar como ideológico, a credibilidade da moral vai embora. Só que ao mesmo tempo, ao denunciar que é ideológico, então a gente vai se refugiar aonde? Aí fica o ponto, ah, beleza. Então vamos refugiar pela análise da ciência e imediatamente a ideologia entra para tentar atrapalhar essa relação da ciência com a realidade. Então, pronto, mais um volta pro círculo das tensões entre essas três posições, entendida como um conjunto de regras de conduta fundamentadas sobre a universalidade das máximas ou sobre o sistema hierarquizado dos valores. A moral possuía em si mesma razão, enquanto estava tudo estruturadinho, conjunto de regra para sobreviver, né? Então, a conduta fundamentada na universalidade, aquele debate ponto que a gente viu entre o CREP e o Minicrep e o Daniel Cidade e o outro mano que eu não sei o nome, né, que é os universalistas versus relativos, sei lá que nome que o pessoal tem para então enquanto tinha alguma universalidade máxima, diz aqui o Levinas, né, sobre o sistema hierarquizado de valores, ela, a moral ainda se sustentava, mas na hora que a gente percebeu que não vai ter essa universalidade máxima, né, que na análise do escrutínio científico, a casa cai, já não tem mais. Ela tinha sua evidência e era apreendida em um ato intencional, análogo ao conhecer. Como o imperativo categórico, a axiologia pertencia ao logos. Pronto, agora estamos na tradição grega e ocidental, né? Mas a ideia é enquanto você tem um sistema que você diz: "Isso aqui é universalizado, né?" e tem uma hierarquia de valores e você pressupõe ele, você podia discutir moral e podia discutir ética como se tivesse fazendo uma análise científica da realidade, porque tá estabelecido de que o mundo funciona assim. Esses são esses são os fundamentos da existência. Quando pela análise crítica da ciência, especialmente das ciências sociais, você percebe o papel ideológico e a fundamentação histórica e das relações sociais dessa dessa universalidade que pretensamente era válida para todo mundo, tava no além, não sei o quê. Isso rui. E agora não dá mais para discutir moral ou ética do ponto de vista de um logos, né, no sentido grego, que é a palavra que revela o conhecimento, que apresenta a realidade de uma ciência, uma ciência moral. Como é que você vai discutir isso? Tá difícil, pô. O que que isso significa? Antes, quando é uma ideia universal válida para todo mundo, bem fundamentada, beleza, mas agora não. Agora não. Agora não dá para eu discutir ética e moral nos mesmos termos de antes, que parecia ser claro e evidente. Você fala o logos, correto, né? Logos enquanto discurso significativo, né? ou discursos justificativo de significação ou significativo de justificação. Significativo de justificação, discurso, né, que tem significado, que justifica, que explica, que apresenta. Beleza, agora já não rola mais. A relatividade da moral em relação à história, suas variações e variantes em função das estruturas sociais e econômicas não comprometiam fundamentalmente esta razão, né? Então, se você antes podia falar, ó, mas é tudo historicamente determinado, ao ter estruturado esse fundamento que seria universal e válido para todo mundo, eh, isso não atrapalhava. Mas agora que você faz uma análise social crítica do processo histórico, já não dá. Antigamente dava. Dava de modo que a situação histórica e o particularismo social deixavam se interpretar corretamente como determinantes das condições subjetivas. né, do acesso ao logos e dos interstícios que aí são necessários. Então, você não tinha uma separação entre a condição social e essa estrutura de valores. Eu gosto de utilizar como exemplo a quando a gente entende hoje, antigamente, ah, isso aqui é um âmbito da religião, isso é uma âmbito do Estado, isso não existia, não existia essa separação. A pessoa dizia: "Eu sou de tal povo". já tá implicado a fé que ela professa. E esta fé, na verdade, é a expressão da própria estrutura de reprodução social, a própria dinâmica do chamado estado. Só se torna um problema o que é religião e o que é estado na modernidade com a secularização, com a criação de uma instituição estado separada de uma instituição religião, tá ligado? Eh, então, uma coisa é essa instituição estado, outra coisa é essa instituição religião e agora que tá separado, uma não fundamenta a outra. E aí, meus amigos, aí meus amigos, aí a brincadeira é outra, porque o que o Levinar tá dizendo aqui é quando tava junto era praticamente claro evidente pro sujeito que, gente, a vida é assim, é assim que se vale. Esses são os valores corretos para viver. Quando a gente começa a separar e começa a analisar de maneira cada vez mais fragmentada, mais crítica, mais científica, mais estruturada, já não dá mais. Esse logos não revela como deve ser a vida, quais são os imperativos e tudo mais, tá ligado? Então, há condições que são variáveis, beleza? O relativismo ao qual essa experiência, a experiência dessas condições parecia convidar, atenuava-se à medida que a evolução histórica deixava-se compreender como manifestação da razão a si mesmo. Aí é regel, mas eu já entro nessa parte aqui, deixa eu respirar um pouquinho e já vou voltar para essa parte aqui. Bom dia, querido Gabriel Montoles. Tudo bem com você, cara? Espero desejo que sim. Bom dia, meu bom. Ciência, eu quero uma para viver. que fazer o watch. Exatamente. Exatamente. Se esse eu quero ver. Ah, diz que do Borduna. Tava tão feliz que tinha terminado o antiduring. Ô, é bom antiduring, cara. Tem que ler mesmo. Angels de maneira muito didática, objetiva e prática. Agora eu me sinto burrão de novo com essa aula. Bruno ensinando humildade. Não, a [risadas] É difícil ler esse trem aqui, mas ele é legal. E o esforço mental vai valer a pena. Isso aqui é aquela aulinha para aquela leitura para guardar por um tempo. Mas não sinta burro não, é só um universo ainda desconhecido. É, é isso. Diz que do Heitor, Heitor, e-mail está chegando daqui a poucos minutos para você. Vamos papear, vamos combinar nosso papo. Bom dia, Bruno. Bom dia, Heitor. Bom dia, galera. Bom dia, Heitor. Hoje vindo do passado, mas infelizmente de um passado não tão distante, onde já ocorreram mais escândalos na nossa política, aumentando chance de intervenção estadense. Meu, hoje a república começou animada, não é? Tudo tranquilo na República Brasileira, tudo em paz, meu Deus do céu, só loucuras, loucuras de meu Brasil. Diz que Gabriela, ó, tá falando Borduna. O homem é uma errata pensante. Não, não, não, gente. Isso aqui é porque eu li esse trem aqui, lei isso aqui é 15 anos, sei lá. Então esquece que 15 12 anos aqui não é só mais tempo trem. Mas o que acontece então, eh, inclusive podem fazer comentários, apontamentos, críticas, ofensas gratuitas nesse chat aqui que a gente vai conversando. Mas o ponto do Leviná aqui é para discutir esse processo que a gente chama de crise da modernidade, crise da razão, que ele vai tá apresentando aqui como um conflito entre ciência, ideologia e a moral descredibilizada, né? Eh, que se a gente for olhar do ponto de vista conservador, é como hoje os movimentos políticos conservadores sentem ao dizer que faltam valores. Hoje em dia as pessoas não respeitam mais os valores, né? E fica desesperado quando vê coisas que não tava esperando. Assim, meu Deus do céu, que mundo é este? Que que que que que tá acontecendo? Né? O cara sempre foi, ele cresceu na cabeça dele de que o mundo tem uma universalidade clara, como hierarquia moral específica. tranquilo. E não passou pelo processo da crítica da ideologia, né? Não passou pelo processo da ciência social que analisa processo histórico. Ele tava vivendo tranquilo a vida dele com os seus valores bem regrados e de repente bum, toma um choque de que é denunciados os seus valores morais enquanto ideologia. E ao chamar de ideologia, tudo fica tenso. Aí ele tem a saída, aprender o processo de análise da ciência social e histórica e aí vê como é que funciona ou tentar defender com unhas e dentes essa moral que está sendo descredibilizada. Porque se ele recuperar o crédito dessa moral, esse conservador, essa pessoa conservadora, ele vai poder daí respirar no mundo mais tranquilo que ele entende. Porque quando tudo fica fluido, que tudo é ideologia, tudo é problema, meu Deus do céu, né? Então, a gente tem um um apesar do Levinas falar em abstrato, a gente pode sacar dessas ideias os movimentos que a gente tem reaça e conservador hoje em dia na disputa da política brasileira, da realidade social brasileira. É basicamente isso, né? Então, a descredibilização de uma moral mediante uma ciência crítica, uma análise sociológica crítica, faz com que o cara busque uma solução. E uma solução é tentar recuperar a credibilidade dessa moral, tentar reestruturar um universo bem estruturado, bem organizado e apresentado diante de si. já não tá funcionando muito bem, né? Então a gente vai ter essa luta do pessoal que toma então a posição da moral e dos bons costumes como uma saída para essa esse prego na areia, né? essa total fluidez, insustentabilidade, fraqueza, sei lá o que que a gente chama hoje em dia. O relativismo, ao qual a experiência dessas condições parecia convidar, atenuava-se à medida que a evolução histórica deixava-se compreender como manifestação da razão a si mesmo. Isso aqui é Hegan, né? tentando no meio do caos, estabelecer alguma ordem, entender o processo histórico como a razão que revela-se a si mesmo. Não vouentar nesse momento, nesse ponto. Como racionalização progressiva do sujeito até o absoluto de uma razão, tornando-se ato livre ou razão prática e eficaz. OK? Isso é Hegel. E aí o Levinas só cita e aí quem souber pega a referência e vai atrás. Mas imediatamente ele salta de Hegel pra leitura regeliana marxista. E aí nos interessa mais utilizanda, eh, utilizada na crítica marxista do humanismo burguês, né? Então assim, a evolução do pensamento, da razão, do conhecimento, do progresso humano, da compreensão do processo social, seria aí essa eh materialmente, né, na materializada na crítica marxista ao humanismo burguês. A noção de ideologia muito deve de sua força persuasiva, a Niet e a Freud. E aí eu vou pausar aqui pelo seguinte. Se um lado a gente vai ter o passo marxista de análise da realidade social, de crítica e de busca de uma ciência da história capaz de compreendê-la, então falar assim, a gente vai fazer uma crítica da ideologia, mas com uma ciência capaz de compreender essa história, esse processo histórico e fazer intervenções nela. Isso é um lado marxista. Por outro, a crítica da ideologia e a capacidade persuasiva dessa crítica de denúncia de que tudo é ideologia não é bem desse marxista, porque esse marxista tá pensando no desenvolvimento da ciência da história. O Levinas vai dizer: "Vem de Niet de Freud". Que vai ser daí de um lado, os marxistas contra o capitalismo e tentando fazer intervenções históricas para corrigir o problema do processo social, criticando ideologia. De outro, Niet e Freud criticando tudo como ideológico e aí a gente já não tem mais sustentação de nada, diz Levinas. Marxistas comunistas da esquerda. pós-modernismo e doideira a outra esquerda ou à direita [risadas] porque tem de esquerda também, mas na outra esquerda pode ser a direita. Então, pronto, a gente tem aqui duas saídas diante dessa crise que a gente tá percebendo da modernidade, como pós-modernismo para um lado, marxismo por outro, né? Ciência marxista de outro, tentando resolver esses problemas. na denúncia da ideologia, né? Mas o que que interessa leviná? A denúncia da ideologia corre o risco da descredibilização da moral. E aí Levinas é um autor conservador. A gente não pode achar que ele é um um liberal. Ele não é, é um autor conservador, mas humanista e que tá preocupado em recuperar algum fundamento paraa relação humana, paraa ética. Então, na crítica, ao denunciar tudo como ideologia, de um lado, a ciência marxista na crítica do humanismo burguês vai tentar uma ciência de intervenção na história e enfraquece qual seria, portanto, a base da convivência ética entre os seres humanos na leitura do Levinas. E do outro lado, o pós-modernismo nitiano e aí Freud, sei lá o quê, vai começar a tirar tudo paraa ideologia. Então, vale a força, vale a pancadaria, já não tem mais nada. Pronto, estamos nessa descredibilização da moral, nessa ausência de fundamento para relação entre os seres humanos, relação ética interpessoal. E é isso que interessa pro Levinas, discutir o fundamento pra gente manter uma relação interpessoal, da convivência entre as pessoas. Qual é o ponto de partida pra ética? Pra ética e pra convivência. Só que ele escreve de um jeito absurdamente difícil, [risadas] mas a ideia é essa, né? E aí ele perpassa aí por alguns âmbitos da filosofia. E esse me parece um problema muito interessante, né? As soluções do Levinas para mim são muito ruins. Eu não não gosto desse apelo abstrato e genérico que ele faz. Dú dá muito mais materialidade e concretude. Que é interessante a ética do Celiana nesse sentido. E mais ainda, se a gente for para Rinkelam, que vai incluir a economia e a gente dá a volta no próprio rabo e morde de novo ali o Marx como um ponto de partida pra gente reconstruir ou recomender aí os fundamentos das relações interpessoais nas eh entre trabalhadores, trabalhadoras, a partir do valor e tal. Bom, aí eu já tô entrando na minha pira aqui, mas para entender que Levinas abre um processo, um campo de discussão importante, a convivência humana e as possibilidades de convivência humana. E isso é massa. Isso é muito massa a partir dessa crise, dessa tensão entre ideologia, ciência e eh moral, né? O desfalecimento da moral, que para Levinas aqui ele tá tratando como ao início ponto de partida para convivência. Que a aparência da racionalidade possa ser mais insinuante e mais resistente que um paralogismo. Você vê que o homem tem que escrever difícil mesmo, né? A aparência de racionalidade, a aparência de racionalidade eh possa ser mais insinuante, mais resistente que um paralogismo, né? uma frase bem estruturada que não necessariamente dá uma asserção, um silogismo. É quando você fala, como é que é o famoso silogismo lá? Eh, os homens são mortais. Sócrates é um homem, logo Sócrates é mortal. Isso é um silogismo. Paralogismo, água mole, pedra dura. Você já sei lá. Não, não é isso não é um bom paralogismo. O bom paralogismo seria não corte o galho sobre o qual você tá sentado. Eu não te dei um silogismo, né? uma estrutura lógica para você fazer a soma e chegar no resultado. Então, todo homem é mortal. Sócrates é homem, Sócrates é mortal. Silogismo. Não corte o galho sobre o qual você tá sentado. Paralogismo, senão você vai morrer, né? Então você a partir dessa frase que não necessariamente essa soma. O que que você uma mensagem relativamente semelhante, né? Todos os homens são mortais. São mortal, tal. OK, morremos. No outro não corte o galho sobre o qual você tá citado porque senão você vai falecer. Então a péssima ideia é falecer nesse momento. Então basicamente isso. Então se a aparência de racionalidade pode ser mais insinuante, mais resistente que o paralogismo, né? A toma ali me parece muito mais persuasiva. Que seus poderes de mistificação se dissimul a arte lógica não satisfazer a desmistificação. Ai meu Deus do céu. E que a mistificação mistifique os mistificadores. O homem não tem que facilitar nossa vida mesmo. Provindo de uma intenção inconsciente de si mesma. Eis a novidade dessa noção. Ah, tá. Volta na caixa prego. Não era para ler esse texo. Mas tudo bem. O ponto, em última instância, só pra gente não ficar maluco, é que ele vai dizer: "Olha, ainda que um silogismo, uma estrutura lógica seja mais persuasiva que um paralogismo, dada essa total bagunça que a gente tá vivendo, né, essa inconsistência, essa falta de fundamentação, a gente ainda sofre com um processo de mistificação da própria ciência. a gente ainda tem a ideologia extremamente forte e atuante e não tá sendo análise crítica científica da moral, dos bons costumes, dos valores hierarquizados, dos processos históricos que fazem com que desapareça essa mistificação, né, que desapareça a ideologia. Não, não está diminuindo o papel da ideologia. E aí, nesse sentido, aqueles que fazem a crítica de que simplesmente a iluminação da razão e de conhecimento, né, ter informação correta, vai te fazer tomar uma boa decisão, tá viajando, porque se prova no processo histórico que não é assim que funciona. Não é só um bom silogismo muito persuasivo que faz com que você desmistifique. A mistificação continua presente. A mistificação continua presente. É isso que o Levinas tá querendo indicar. Mas escreve de um jeito muito difícil. Poderia ser mais sintético, né? Francês. Franceses são complicados. Hã, deixa eu pular aqui para uma parte importante. Pergunta querido Gabriel Montoli. O que se diz de dimistificação da ciência seria o quê? Hum. Bom ponto. Na verdade é o seguinte, a ideologia ela continua efetiva, ela continua funcionando apesar do desenvolvimento científico e na verdade ela constantemente se interpõe na interpretação do mundo dos seres humanos, dos sujeitos, mesmo que ele não queira, né? Entendeu? Tipo, não importa se a gente tem uma ciência bem desenvolvida, um silogismo bem estruturado, uma lógica, não sei o quê. Parece que a ideologia continua se interpondo. Ela continua participante na vida dos seres humanos. Ela continua aqui jogando um jogo que parece que simplesmente o desenvolvimento científico não tá dando conta. Ela continua entrando na conta, na soma. Ela ainda é um jogo, né? Então, no processo, num constante processo de desmistificação, de desideologização, parece assim que é a marcha que a ciência tem que desempenhar, mas à medida que ela faz isso, significa que a ideologia tá persistindo, então que ela continua jogando esse papel. É basicamente isso. O Levinas tá querendo indicar que, olha, não tá dando para superar esses conflitos aqui. Desmoralização da eh descredibilização da moral, ciência e ideologia. Continua aqui, ó. Essa treta ela continua no processo histórico. Seja a crítica, a crítica da ideologia, né, que tudo a ideologia não resolveu, tipo Nit Freud, a crítica da ideologia a partir da ciência, tal qual o marxista faz, não resolveu, diz Levinas. Então, o que que vai resolver? Como é que a gente lida com esse processo? Basicamente isso. Não sei se fez sentido, mas é isso. Entendi. Ai que bom. Mas é difícil porque Levinada escreve de jeito muito complicado. Eu não gosto do jeito que o homem escreve, mas a ideia é boa. Só que aí você tem que entrar na epifania quase, né? É um processo de tradução constante, porque essa desgraça aqui não é fácil de escrever. Eu não li nenhuma página, vai terminar uma página agora. Entretanto, pode-se pensar que a estranha noção de uma razão suspeita, né, que é isso que acaba acontecendo quando você faz a crítica da ideologia, a crítica científica, não sei o quê, uma razão que tá sob suspeita agora, né? Então, Niet, Freud vai chegar arregaçando, mostrando que não é um processo só racional e não sei o quê. Pronto, a razão tá sob suspeita. O processo da análise da crítica social marxista vai demonstrar que toda ideia e valor moral tem suas condições históricas, econômicas, não sei o que, que daria para fazer intervenções na realidade. Então também não tá sendo suficiente para acabar com a ideologia. Então a razão tá sob suspeita, vamos dizer assim, que é o que o Levinas coloca aqui. E ter a razão sobre suspeita não surgiu de um discurso filosófico que simplesmente se deixou levar por suspeitas ao invés de produzir provas. Seu sentido impõe-se no abre aspas deserto que cresce na miséria moral crescente da era industrial. E aí eu acho interessante porque o Levinas dá uma flertadinha, mas logo down para trás com a ideia de que o processo de desenvolvimento do capitalismo industrial enfraquece as relações sociais e, portanto, enfraquece a própria fundação de uma relação social efetiva baseada em algum valor, em alguma algum elemento material concreto. Tem dificuldade, né? Ele toca esse ponto, mas ele não vai avançar, mas ele saca isso. Por isso que ele chama de deserto que cresce, né? A miséria moral crescente da era industrial. Seu sentido significa no gemido ou no grito, denunciador de um escândalo, ao qual há razão, capaz de pensar como ordem um mundo onde se vê, abre aspas o pobre, onde se vende, abre aspas o pobre por um par de sandálias, ficaria insensível sem esse grito. Veja que doideira, né? Um jeito difícil de escrever para dizer o seguinte. Esse deserto crescente da era industrial, do capitalismo industrial e que rouba essas fundamentações de convivência e que enfraquece as condições de convivência humana, dificulta esse processo. Aparece como uma denúncia, né? Isso, o uso metafórico do Levinas é difícil, mas como uma denúncia que vem daquele que grita, que higiene, que reclama, que fala: "Meu Deus!" É que clama nesse mundo em que a razão está funcionando ou estaria funcionando, né? Isso seria um escândalo, como a a um uma função capaz de pensar uma ordem onde se vende o pobre por um par de sandálias. E aí parece que tá bem estruturado, né? E aí seria o lado positivo da crítica pós-moderna, vamos dizer assim, ao perceber que a racionalidade é utilizada para estruturar um mundo cuja ordem torna normal e aceitável que uma pessoa valha menos do que um par de sandálias. Porque agora você efetivamente não tem uma relação que esteja bem fundamentada e que demonstre que isso tá completamente errado, né? Racionalmente. Agora, como é que eu demonstro que tá equivocado? Se a própria estrutura racional legitima um mundo e uma ordem que você pode vender um pobre por um par de sandálias. Então, quer dizer, o próprio processo científico não tá resolvendo o problema da ideologia. A crítica da ideologia de tudo é ideologia, né? Isso aí é ideologia, isso é ideologia, isso é ideologia também. Não tá resolvendo problema de acabar com a própria ideologia. Então, como é que você resolve isso? Como é que você enfrenta isso? E nisso as condições para convivência humana vão se enfraquecendo cada vez mais. Que o Levinas percebe antigamente era moral, que tá descredibilizado. E agora a gente faz o quê? Pô, isso é uma reflexão muito sofisticada. É difícil de ler essas desgraças, mas é muito sofisticada e muito do nosso tempo, né? Então é engraçado porque nesse ponto você vai conseguir conectar um conservador preocupado com a defesa da família, né? Não tá preocupado com defesa da família nenhuma. Ah, família, os bons costumes. Por quê? Porque eu quero conviver bem, porque esse mundo tá errado. Você vende uma pessoa por um par de sandália e ao mesmo tempo você vai conseguir conectar alguém que é progressista, que tá na crítica da ideologia mesmo, marxista, que tá querendo colocar ali em questão esse mundo, no qual faz sentido você botar preço nas pessoas e uns valham mais que os outros. Não, alguma coisa tá errada. Como é que a gente resolve isso? Saca é bom, velho. É difícil de ler. É, mas é bom. É bom. Diz que fazer o baralho. Que reflexão muito boa. Essa reflexão é muito boa. É muito boa mesmo. Ela é difícil. Ela não é simples. A gente tá num sofrimento danada aqui. Mas ela é boa, não é? Pô, mano, eu curto, velho. Curto esse trem aqui. Veja, o Levinar tá fazendo um bom diagnóstico, né? Não significa que ele vai encontrar um bom prognóstico e solução, mas ele saca muito bem o diagnóstico. Ele faz uma leitura incrível da realidade, assim, é abstrata, genérica, difícil, mas é muito sofisticada, muito sofisticada. É muito bacana. Bom dia, querido Jones Miguel, que diz: "Perfeito demais". Pois é, seria perfeito mesmo se ele escrevesse de maneira legível, compreensível, né? Mas é não ajuda a gente. [risadas] Mas gente, o Levinas, ele não é marxista, né? Na verdade, é ao contrário, ele é bem receoso, mas ele tá sacando as paradas aqui. Ele toca, ele chega, ele deu um passinho, ele quase foi convertido para pro lado do bem brincadeira. [risadas] Ele quase quase veio pro lado correto da força, mas ele não chega, né? O conservadorismo dele é mais forte. Mas a, mas ele saca, cara, ele percebe o movimento. Isso é muito bacana assim. Eu acho muito legal. E aí fica um desafio, né? Porque para marxistas, muitos marxistas, né? Que que a gente não sei nem que nome que a gente dá para esses marxistas, ortodoxo, não é? Clássico, não é? Sei lá que nome que a gente vai dar, marxista de manual, marxista mecânico, marxista acadêmico, né? Estuda muito pouco, discute muito pouco as condições de convivência, né? A ética, efetivamente, discute muito pouco ética, não tem uma discussão ali sobre ética e valores. E isso é importante. Diz que do Gabriel Montoles, se eu entendi, eu também não sei se eu entendi, ele disse que as pessoas questionaram as estruturas da sociedade, a ciência, a ideologia, por exemplo, mas não temos no que nos apoiar agora. Tipo isso. Exatamente isso. Exatamente isso. Não necessariamente as estruturas da sociedade, mas é isso. É nessa linha. O que ele comenta é agora de maneira muito sintética e resumida, a 1 hora 16 minutos de nossa live. Se por um lado o desenvolvimento de uma ciência positiva e crítica fez com que nós percebêsemos que na história e nas relações sociais há determinações para um conteúdo ideológico, entre eles, por exemplo, moral, valores e hierarquização de valores. E por outro, uma filosofia de martelo tal qual Niets, chega arrebentando, questionando tudo como ideologia, mas não num passo científico, senão num passo destruidor, né, demolidor, demonstrando que isso é uma ideologia, é uma preferência, é uma arbitrariedade e tal, não sei o quê. Se esses ambos essas posições criticam o elemento ideológico em em seu movimento e que tá correto, obviamente, como efeito não intencional, em alguns até intencional, você descredibiliza aquilo que era fundamento de determinadas sociedades para a convivência. E aí o que nós temos agora é uma ausência de fundamento para conviver junto, para estar junto, como organizamos a nossa vida, como a gente orienta de modo que a gente possa conviver. Aí a moral fica descredibilizada. Nisso entra um vazio no qual a ideologia vai se interpor novamente, porque ela tá sendo criticada, mas aí ela se interpõe como interpretação do mundo. E aí a ciência vai criticando a ideologia. Essa denúncia da ideologia, ao enunciar isso à ideologia, descredibiliza o elemento, vamos dizer assim, moral. Esse elemento moral, não existindo, ele enfraquece a possibilidade de você ter a ciência como orientadora da vida dos seres humanos. Porque agora não é para ter certeza, né? Agora você tá criticando até esse processo, porque qualquer afirmação do dever ser é historicamente determinado. E aí, portanto, a própria análise científica, vamos dizer assim, vai jogar de novo a ideologia pro pr pra frente do do sujeito. Então, essa tríade, né, ideologia, ciência e moral, estão disputando entre si e ficam ali um enfraquecendo o outro e a gente começa a ficar cada vez menos com menos sensação de que dá para conviver, de que dá para estar junto. Essa esse é o elemento do do Levinas, tá? É, mas é é nessa linha. Não sei se fez sentido, mas é isso aí. Se não fez, olha que grande desperdício de tempo que a gente tá tendo aqui. Espero que esteja ajudando. E então ele fala, né, que que essa miséria moral crescente na era industrial, né, aparece como esse grito, esse clamor, esse gemido das pessoas que vem um mundo na qual a razão estabelece uma ordem, justifica uma ordem que você pode vender um pobre por um par de sandálias. E aí diz o o Levinás, grito profético, né? Ele gosta de utilizar essas expressões eh religiosas. Levinas usa bastante elas. Grito profético. H, cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Ixe, perdi a grito profético, mal apenas discurso. Voz que branda no deserto. Vê como ele utiliza bem as metáforas religiosas, né? Revolta de Marx e dos marxistas para além da ciência marxiana. E aí vem, utiliza ma os termos porque ele confunde marxista e marxiano aqui, então tá completamente equivocado. Mas o que ele diz é: "Ao perceber essa miséria desse dessa era industrial, por exemplo, o grito de Marx e dos marxistas, ele vai para além da ciência marxiana. Ou a gente poderia fazer o contrário. O grito de Marx e dos marxianos vai para além da ciência marxista que acha que é simplesmente a condução da história a partir de intervenções sistemáticas. Porque ele vai dizer: "Cara, não, isso também não tá garantindo a convivência, porque vai entrar nessa tríade de novo da ideologia que vai dizer: "Não, mas isso aí é ideológico". E aí começa de novo o círculo infinito, que é aquilo, né? O cara de direita, conservador, o canal, extrema direita, não sei o quê, vira pra gente e fala que é isso aí de vocês é ideologia, isso aí é ideologia, né? Então você fala o o você fala defende que você é marxista, mas isso é ideologia. Fala, não, mas marxismo como ciência, ideologia, seu ideólogo, ideologia só de esquerda, né? Então o o essa taxa de enunciação da ideologia, ela descredibiliza até a tua própria ação. E aí o o Levinas tá tocando nesse ponto de perceber que um mundo cuja ordem justifica a venda de uma pessoa por um par de sandálias, esse mundo, a denúncia a esse mundo vai para além de uma análise científica. Ele tá tentando colocar Marx daí como esse profeta no deserto gritando e os marxistas para além dessa ciência marxista, né, tentando buscar esse fundamento ético. Eu gosto desse apontamento porque dentro de nós, do nosso movimento marxista, nós discutimos muito pouco ética, muito pouco. Ética como não só como campo da filosofia, mas na busca dos elementos de convivência. Eu acho fundamental que a gente discuta, certo? Certo? Vocês fundamental mesmo. Sentido de lacerante como um grito que não é assimilado pelo sistema, que o absorve onde não cessa de ressoar como voz diferente daquela que o discurso coerente manifesta. Não é sempre verdadeiro que o não filosofar é ainda filosofar. Calma aí que aí uma confusão da nada que a gente já vai chegar. Pera aí. A força de ruptura da ética não atesta um simples relaxamento da razão, mas o fato de pôr em questão o filosofar. Questionamento que não pode recair em filosofia. Calma, calma que a gente vai chegar. Mas que singular revira a volta? por sua relatividade histórica, por suas desenvolturas normativas, que se diz regressivas, a ética é a primeira vítima da luta contra a ideologia que ela suscita. É aqui que ele queria chegar. Ele tá dizendo a para Levinás, ética é a filosofia primeira, como a gente comentou. Então, quando ele fala não é filosofia, né? Então, o filosofar ou filosofar, a discussão sobre filosofia não pode recair em filosofia à medida que ela não se torna ética, não volta pro elemento ético. Porque para Levinas filosofia ética, discutir ética. E aí ele fala a possibilidade de ruptura da ética, né, nesse mundo no qual a gente tá vivendo aqui, não é? relaxamento da razão, né? Não é que a a razão baixou a guarda como se tivesse uma disputa entre ética e razão, né? De um lado, a ética e o pessoal que é sensível à humanidade. Do outro esses racionais, não os MCs, esses racionais capitalistas. Não, não, não. Ele não tá opondo uma coisa outra. Não tá dizendo a relaxamento ético. Não, não. Mas o que ele tá fazendo é pôr em questão a próprio processo do movimento do pensamento, da racionalidade, o que ele chama aqui de filosofar, né? Porque pro Levinas, filosofar é um elemento da atuação ética, de pensar é eticamente. Então é colocar e entender que na razão e na racionalidade está implicada essa reflexão ética. Ela tem que estar no ponto de partida, mas que ela tá perdida. E ela tá perdida por quê? E aí vem a reviravolta que ele chama atenção, que é o que eu quero comentar aqui. Por sua relatividade histórica, por suas desenvolturas normativas, que se diz regressivas, a ética é a primeira vítima da luta contra a ideologia que ela suscita. Se a crítica à ideologia é fruto, por exemplo, de um grito ético, pessoas que sofrem com determinados processos de opressão por uma norma, uma ordem moral existente. Elas criticam essa ordem moral porque ideologicamente já tá justificando opressão, qualquer que seja, abstratamente falando. Ao criticarem esta ordem, no processo da modernidade, vira uma crítica à ideologia, essa taxação de conceito de ideologia, porque é historicamente determinado, é socialmente construído e, portanto, arbitrário. E si surge do grito ético, do grito dessas pessoas que sofrem com a uma determinada moral estabelecida. Se surge desse grito uma crítica à ideologia, agora a crítica à ideologia, esse movimento crítico está realizando como vítima a própria ética, que seria o ponto de partida para poder fazer a crítica. Se o grito ético é o ponto de partida para fazer uma crítica à ideologia. Agora, a crítica à ideologia toma como vítima primeira a ética, as condições de convivência humana. Porque afinal ao chamar de arbitrário, ao mostrar historicamente a determinação histórica, ao mostrar esse processo, você tá criticando as condições de convivência. que estavam até então estabelecidas. E aí o Levin tá dizendo: "A ética é destruída ou é a primeira vítima da crítica da ideologia". Excelente reflexão. A crítica ideologia surge de um grito ético, de um pensar ético, mas seu efeito está sendo a destruição e tomando como vítima a própria condição de convivência, a própria ética. o próprio pensamento primeiro. E aí ele vai percebendo esse desdobramento cada vez mais complexo, né? Então, se você for entrar, utilizar essa estrutura nos mínimos detalhes, vai ser a crítica da razão capitalista, né? Essa razão que ordena um capitalismo desse jeito. Você vai falar: "Pô, mano, em nome de uma convivência, de uma ética, do grito do sujeito, eu vou criticar essa racionalidade? E aí entra na chapa toda a racionalidade. E aí você critica tudo quanto é racionalidade que tiver. E aí nisso você cria, tira as condições da ética, porque por Levinas, como ele chama, a ética é a filosofia primeiro, é o pensar primeiro. Pronto. Aí por outro lado, não, não, não. Então eu vou criticar agora esse excesso de crítica à ideologia. [risadas] Criticar ideologia pela ideologia, sei lá, não importa. Todo esse processo, ele tá destruindo as condições de convivência humana. E a gente não tá tomando, portanto, a ética como elemento primeiro. E o Levinas é tentar estabelecer essa ética como elemento primeiro para que a gente não se perca no processo da crítica, para que você seja capaz de manter algum fio mínimo de condições para a convivência. Cara, eh, esse texto ele ele me chama atenção hoje em dia quando quem tiver no grupo de estudo, não, no grupo estudo, no clube de leitura, porque é da membresia, vocês vão ver, a gente vai ler o livro da Alice lá e a gente tá discutindo epistemologia, vai discutir epistemologia, né, teoria do conhecimento e tal, e vocês vão ver como isso se conecta de certa maneira, mas não diretamente, com essa nossa razão moderna e da crítica pós-moderna, que junto com Lúciel eu nossa cada vez mais fechado com ele. O que a gente chama de pós-modernidade, na verdade, é a modernidade debatendo em si mesma, né? Modernidade 2, 2.0. [risadas] É modernidade debatendo com ela mesma dentro dos seus próprios problemas. Eh, mas todo o esforço que a gente tá tendo hoje nas nossas discussões políticas é de tentar encontrar um elemento de convivência, porque as saídas propostas na crise da modernidade, com pós-modernidade, fragmentam cada vez mais as nossas relações, cada vez mais. Então é cada vez mais individualizado, cada vez mais fragmentado, cada vez mais isolado, cada vez mais na no esforço de crítica ideológica de que tudo é estruturado historicamente, socialmente determinado, não sei o que, não sei o que, não sei o que, que tá correto. A gente não consegue mais ter os elementos de convivência, de estar junto, de respeito, esses valores que aparentemente deveriam ser presentes. Mas quando você apresenta enquanto valores, que que acontece? Pera, pera aí. Esse valor aí é moral. Esse valor aí é historicamente determinado, qual é a sustentação dele. O Levinas não vai encontrar uma solução adequada, não vai, porque ele não é materialista. Se ele fosse materialista, ele encontrava uma solução adequada. Mas como ele não é materialista, ele vai ficar muito no apelo ético, no grito ético, no outro do outro, outro outro que fica gritando. É uma gritaria da nada. Ateridade que clama por você e não sei o quê e vai buscar umas máximas, não vai, não vai resolver. Mas é, o diagnóstico é bom, velho. O diagnóstico é bom, mano. É a gente perceber a incapacidade que nós estamos tendo de convivência, de diálogo, de conversa, de respeito pelo outro, que é outro que não é a mesma coisa que eu. É óbvio que o outro não é a mesma coisa que eu, pelo amor de Deus. Só que ao reconhecer isso, o Levinas fala: "É necessário, então, a convivência. Qualquer outra pessoa não percebe a possibilidade de convivência. Ao contrário, a gente, o outro não é a mesma coisa que eu." E aí começa conflito, começa a dominação, né? Doideira, doideira. Mas pronto, deixa eu respirar um pouquinho que já já vou fazer um outro comentário. Diz que doido Gabriel Montolesi. Alô, alô Marxiano. Já dizia Rita Li. Exatamente. Alô, alô Marxano. Diz que do Jons Miguel. A ciência virou apenas produção de artigos. Muitas delas, especialmente nas ciências sociais. Aí meia crítica ao nosso trabalho de ciências sociais na na academia, na universidade, o que não reflete necessidades da classe trabalhadora mesmo. Muitas vezes não, mas em outras sim. Então a gente também não precisa perder todo o desespero, né? Não precisa perder pro desespero. Muitas vezes tá atendendo a necessidade da classe trabalhadora. Por exemplo, quando o cara faz uma vacina bacana, atendendo a necessidade da classe trabalhadora, um aplicativo que facilita aí a a o dia a dia, tá tá atendendo a necessidade da classe trabalhadora. Então também tem coisas bacanas. A razão ficou completamente subordinada a capital. Não completamente, mas ficou subordinado. Isso sim, porque existe um tipo de ação racional instrumental que não é a razão, mas um tipo de operação racional que ela é bem complicadinha quando reduzida ao mercado. Com certeza. Calma, Jones diz fazer o ódio eu tô calmo, né? Com em caixa alta diz Jones, né? Então tá todo mundo calmo, tá tranquilo. Ah, vocês estão debatendo aqui, então boas bom debate sem você. >> [risadas] >> Pronto. Exatamente. A grande parte dela não é usada para reais de necessidades humanas de J Miguel. Perfeitamente. Diz que do vira latavulso. Rafa, como é que você tá? Rafa tudo bem chegando agora vindo da terapia. Que bom. Terapia inspirado por esta quarta de sol aqui. Tá um é tá quase sol. Tá quase sol. Bom dia. Bom dia, querido. Rafa. Diz que Thiago. Não pode jogar o bebê fora junto com a água do banho. Jon. Exatamente. Na verdade, isso, então, isso aqui que o o Thiago fez foi um paralogismo. Não se joga o bebê junto com a água suja. Eu fico preocupado com a pessoa que percebeu essa máxima, que que ela tava fazendo? Preocupante. Diz que vou fazer o watch. A aplicação da ciência tá crescendo muito. Parece que cresce. Diz que do William. Bom dia. Bom dia, William. [risadas] Tamos junto. Estamos juntos juntos. Desco, Jones. Tá bom, tá bom, tá bom, tudo bom. E aí, minha gente, é muito massa essa, esse tipo de debate. Eu, eu gosto dele, esse tipo de discussão do Levinas, né? Eh, é, cara, é uma reflexão sofisticada. Ele escreve num jeito difícil, mas ela é muito interessante. Ela é muito interessante. E o essa estrutura do Levinas fazendo essas percepções, eu não não vou continuar a leitura porque eu só vou ler esse esse tópico mesmo. Mas tem, cara, tem muita coisa, muita coisa bacana nesse texto. Inclusive, uma parte aqui que eu gosto muito, que é bem pragmática do Levinas. Ele nem sabe disso. Nem sabia disso, mas é muito pragmático. Ah, tudo bem. Não, não vou ler esse trecho agora, não. Deixa para depois. Ah, mas descrito Luk ficou cansado de ver os vários bebês sendo jogado fora. Essa é minha preocupação. Que que tava acontecendo? Diz que do Gabriel Montoles. Essa paralogia do bebê me lembra sempre o Chaves explicando como checar a temperatura da água do banho do bebê. [risadas] É bom mesmo. Mas é, você vê, né? Para você ver, para você ver Levinas, ele ele tem como fundamento da ética dele algo bem abstrato, mas que é interessante, porque o grande ponto dele é falar que o outro, a outra, o outro sujeito, mas ele não usa a palavra sujeito, ele se recusa. Outra pessoa, o outro humano, outrem, como ele gosta de falar, né? Outrem autoridade. Esse outro eh esse outrem, esse outro é outro que não eu mesmo, que não o mesmo, nem usa eu, que não o mesmo. É uma total diferenciação entre eu e vocês, né? Entre eu e alguém, entre eu e uma pessoa completamente distante, né? Então estamos aqui totalmente apartado. Outra pessoa é outra pessoa totalmente diferente. E não tá diferente de características, é que eu não tenho controle sobre outra pessoa. É outro completamente outro. De modo que eu não sei quem é. Eu sou surpreendido constantemente por essa pessoa. Eu tenho uma criança aqui em casa, né? Tem uma criança aqui em casa que vai completar 7 anos e todo dia eu percebo que é outro sujeito que não eu. É impressionante assim. É, me lembra constantemente que, meu Deus do céu, é outra, é outra, é, é uma alteridade absoluta, né? E aí ele, ao perceber a alteridade absoluta, fala: "Eu sou sempre responsável por esse outro, eu tenho responsabilidade por outrem, né? Tenho responsabilidade por por pelo por essa autoridade, por essa outra pessoa. No caso da minha criança aí, efetivamente tenho responsabilidade. Se não dá as condições, a coitada falece. Então, tem que garantir as condições para para sobreviver e para viver bem. Eh, e esse outrem, essa outra pessoa que é outra, completamente outra, não é a mesma coisa que eu, o Levinas aposta nessa diferença, nessa separação completa, né? Por quê? Porque do ponto de vista comum do dia a dia, nós vemos o outro como extensão do nosso pensamento, né? Então eu reconheço o outro porque ele é um ente externo que tá na minha visão. Tá na minha visão. Eu vejo, compreendo, compreendo o outro, né? Tá, olha o p, eu compreendo esse humaninho que tá na minha frente, tá compreendido. Vejo um copo e vejo uma pessoa. São entes dispostos nesse mundo. E aí esse esse mesmo, esse ser no mundo que compreende o mundo, que vê o outro, que tal, não sei o quê. Se você não toma cuidado, você vai tomar o outro como uma extensão de você mesmo. E aí que o Levinas vai entrar falando: "Não, não, não, o outro é outra coisa mesmo, é outro sujeito, você não tem controle sobre ele". E aí ele gosta muito da imagem do grito, né? O grito do outro, não sei o quê. Clamor do outro, que nem a gente leu agora a pouco. E por quê? Porque você tá na rua, faça esse teste, não precisa nem fazer muito esse teste. Tá na rua, a pessoa fala: "Bruno, nem precisa falar direito meu nome, porque meu nome é um grunhido, qualquer some." Aí imediatamente a minha cabeça vira e eu nem tava controlando ela. Eu foi automático, foi um movimento quase inconsciente. Se não for inconsciente, né? Foi, chamou, virei. Às vezes não precisa nem chamar, só viu, né? Você vira a cabeça imediatamente. Esse outro gritou e você foi obrigado a olhar para ele, para ela, pra pessoa que te chamou. O Levinas fala: "Issa aqui é a liberdade do outro atuando sobre você. Você não tem controle sobre ela. Ela chamou e você teve que responder, né? Esse grito, esse chamor, esse chamar do outro, esse outro sujeito que pede, que clama, que ele, ele te coloca numa responsabilidade, te põe no mundo atento que, caramba, isso aqui não é uma necessidade minha, é da outra pessoa, ela é outra que não é eu, eu não tô sentindo fome, por exemplo, mas aí minha filha fala: "Tô com fome, i caramba, eu tenho que atender a necessidade dessa criança." Ou a pessoa te chama na rua, você não tem controle, você eita essa liberdade do outro, essa vida alheia interfere na sua, você não tem controle sobre ela. Então, te coloca num mundo em que os outros são outros, completamente outros. E aí você tem responsabilidade nessa relação. É um jeito incrível de perceber a realidade. É um jeito muito massa de de de entender ética como relação, primeira, filosofia primeiro, né? Eu sou obrigado a pensar por causa do outro. Tem outra pessoa na minha frente que me faz ter que pensar, faz ter que resolver problema, me faz ter que é, né, convivência, né? Nessa relação. Devinas até prefere, ao invés de falar sobre o a visão, né? Ele fala na tradição ocidental, é a visão, o ver, o compreender. E ele fala na visão semita ouvir. Eh, não é ver. O que importa é o ouvir. Essa sensibilidade de estar escutando, de estar atento e que aí alguém clama, você tem que virar a cabeça, tal. Eh, é incrível, é incrível, é incrível, é incrível, incrível. E aí você tem que estão me chamando. Eita, ten que fazer um negócio aqui, pá. Esse outro te coloca numa relação ética, numa relação comprometida, que você tem que se comprometer, que você tem que estar junto e que você tem responsabilidade pelo outro. Pronto. Isso é incrível, cara. É uma sacada para um ponto de partida, mas ainda abstrato, não material, não materialista, mas que tenta reconstituir algum elemento para que a gente tente superar aquela relação que a gente viu entre ideologia, ciência e eh moral, né? essa trava que a gente estava vendo pro Levinas, o o reconhecimento do outro, essa necessária intersubjetividade, né? Essa necessária relação. Ninguém vive sozinho, ninguém é fiote de chocadeira. Você veio de algum lugar da barriga de alguém, aprendeu a língua com alguém, obviamente. Então, você depende desse outro e você está a serviço desse outro ao mesmo tempo. É uma relação de mutualidade ou deveria ser. O Levinas vai tentar refundar esta ética. Você pode pensar, você pode dizer que é ideologia, você pode ter diferentes valores morais, diferentes estruturas hierárquicas de de dever ser. Você pode ter um monte de coisa. É tudo historicamente determinado, é tudo arbitrário, tudo socialmente. É, mas é ter que conviver, não é? [risadas] Ter que tá junto em relação com o outro. Não, você não decide isso. Essa parte não tem como. E aí ele vai tentar reconstruir uma ética que tão e eh não caia nessa armadilha, o que é muito bacana, o que é muito, eu acho sensacional, só que ainda é abstrato genérico, não é materialista. Eh, então dificulta na hora dele formular e de ter de maneira mais estruturada. Aí tem outros autores que vão encontrar caminhos mais interessantes e que inclusive não vão descartar a análise crítica marxista tal qual o Levinas faz. Mas é legal esse esse essa percepção, né? Eu tenho que estar com o outro, tal. Só que o Levinas tá tão focado nesse outro, nessa relação ética, que ele tem uma compreensão da política extremamente negativa, né? Ele só pensa na relação entre dois. Eu diante do outro, face a face com o outro. E aí eu tenho que pensar nesse outro, eu tenho que atuar com esse outro, eu tenho responsabilidade sobre esse outro. Aí ele fala: "Mas se aparece um terceiro, só dá para olhar para um, só dá para ouvir um, não dá para fazer tudo ao mesmo tempo? Aí ele percebe aí o problema da política e aí ele entende a política já num passo meio corrompido ou de corrupção dessa relação ética primeira, porque aí ele não é materialista, né? Então ele começa a falhar miseravelmente em sua filosofia. Mas até aí é uma constatação muito massa, é uma reflexão muito interessante e que eu queria compartilhar com vocês nesse papo e convidar vocês que estão assistindo esse trem aqui ou que vão assistir esse trem aqui a se tornar membro, membro, a membro e membresia do canal, porque a gente vai voltar a outro ponto desse textinho aqui que é menos político e mais epistemológico de teoria do conhecimento, desse livrinho de Deus que vem a ideia lendo a lista no país do espelho. [risadas] Então fica o convite para vocês. Eu vou utilizar esse essa referência aqui lá naquela brincadeira também e vamos tentar trazer mais filosofias e filosofias aqui para nossas livezinhas, enquanto a gente também nesse período eleitoral discute com o pastor safado, tá bom? Pra gente ver, né? E acho que foi massa. Curtiram? Papo doido, né? Papo doido, mas eu acho legal, eu gosto. Me diverte. Eu sei que é sofisticado, eu sei que é difícil, mas é bacana. Dá para voltar aqui algumas vezes. Beleza. Era isso que nós tinha para hoje. Era isso que nós tinha para hoje. Isso que nós tinha para hoje. Então, não esquece de curtir esse vídeo que eu sempre esqueço de pedir pr as pessoas curtirem o vídeo, comentar, né? Faz algum comentário aí aleatório, falar: "Ei, e tá bom?" E e ou coloca não caia em deep fake, sei lá, qualquer coisa assim. Eu não vendo remédio. Põe eu não vendo remédio que já tá ótimo. Chegou até aqui você comenta eu não vendo remédio pronto. Ajuda a gente e compartilha daí essa livezinha com pessoas que gostam de filosofia também, que gostam desse tipo de papo. E a gente vai tentando crescer porque afinal nós somos um grupo pequeno, mas fiel e resistente e que tá sobrevivendo graças a vocês. Obrigado aí. É verdade mesmo. Tô falando sério. Fazer esse canalzinho aqui é bacana. Ele tem sobrevivido porque tá caindo ou um Pix vez por outra ou uma membresia vez por outra, né? Então é é bacana. Acho que você não curtiu o papo. Beleza, mas deixa eu ler os nossos comentários pra gente ir fechando. Diz que do Gabriel Montoli. Bom, tenho reunião agora, depois vejo o restante. Abração. Abração, Gabriel Montolesi. Se você viu o restante, você tá chegando agora nessa parte que eu tô falando, no restante, no futuro, que na verdade está no passado e que você está no presente acompanhando aqui. Obrigado aí pela força. Diz aqui do Jones Miguel. Outrem, adoro essa palavra. Eu gostava até eu perceber que ninguém entende. Aí eu comecei a ficar triste. [risadas] Diz que viral tavulso, nosso querido Rafa. E toda criança engana. Desde que nasce em tese, é a mesma criança. Não é, não é nem a, mas ao longo do tempo você percebe que são várias crianças, vixe, infinitas, ao longo do tempo, porque o tempo passa e a mesma criança fica diferente. Nossa, é assustador. É assustador. Então, quando mostro a foto da minha filha novinha para ela mesma, eu digo: "Essa era a outra Lina que eu conhecia". [risadas] Da hora. Vou adotar. Diz querido Cléber Lauer. Poxa, é um tal de tira fone, põe fone. O trabalho tá trabalhando. É, o trabalho é horrível. Trabalha, trabalho. Mas a gente tem que trabalhar. Tem que trabalhar. Deixa o homem trabalhar numa escala 4x3. Ia ser massa. Tempo suficiente para ser produtivo, para descansar e desfrutar da vida. Justo, porque a gente tem que tá, tem que ter a nossa contribuição social, né? Vivemos em sociedade, trabalharemos, mas é que a exploração do trabalho capitalista na desgraça. Diz que do Jons Miguel: "Eu gosto das filosofias que dizem que você só constrói o eu a partir da relação racional com outra". É. Qualquer outra que diga o contrário, ela tá equivocada. Qualquer outra que acha que a gente é filhote de chocadeira, ela não entendeu muito bem a racionalidade, a realidade, né? Ou irracional também vai saber. É, vai saber. Eu quero ver a a a o clube de leitura. Vira membro membro membresia do canal que vai ser legal. Vai ficar legal, pô. Vai ser vai ser legal. Vai ser legal. Tá legal. Modestia parte tem muito conteúdo bacana. Diz que do look de valeu pela demais pela live, pela live, pô. Espero que vocês curtam. O papo foi, o papo hoje foi filosofia pura e simples, hein? Filosofia por e simples. A gente vai voltar com mais textos aqui. Bom dia, querido Ravioliva. Raviolivá, tudo bem com você? Espero desejo que sim, meu querido. J Miguel, eu sempre deixo um comentário. Obrigado, J Miguel, por deixar um comentário. Diz, querido Pedro Robini. Olha só quanto tempo não entro. Pedro Robini, bom dia, meu querido Pedro. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. Um excelente dia. E aí, eu espero que você curta o conteúdo aí, viu? Espero que você curta. O papo hoje foi foi papo filosofia filosofante filosofosa. J Miguel, assinem o privacy do Bruno, galera. Exatamente. Que é você virar membro, membro membro membresia aqui do canal, né? Pode colocar este comentário também. Assinem o privacy do Bruno, vira membro. É isso. Bota o membro. Isso. Isso aqui o fazer o áudio. Bota o membro. Bota o membro. Tá tudo certo. Discrito Pedro. Cheguei no final, vou voltar pro começo depois. É isso. Você volta pro começo depois. Agora no final, que na hora que você estiver assistindo não vai ser mais o final e nem o começo, é um tempo da internet que a gente não sabe como funciona. Irmão, vou nessa. Tamos junto, Rafa. Bom trabalho. Bom trabalho para você também. Boa vitamina D a todos. Precisamos tomar sol. Diz que do Dandro Gomes. Cheguei no finalmente. Mas finalmente alguém falando sobre Levinas. Estamos junto. Parabéns pela ida ao Noite Brasil. Foi muito bom o de noite Brasil. [risadas] Muito obrigado. Muito obrigado, Sandro. Foi massa, né? Acho que o papo foi legal. Espero que o pessoal tenha curtido também. Espero que tenha sido bacana. Foi legal. Gostei. Importante a gente falar sobre evangélicos nesse paízinho. Importante. Importante. Alguém falando sobre Levinas. É, Levinas é difícil, né? Por isso que é difícil esse trem. Não é fácil não, pô. aqui penando durante quase duas horas palestar essa desgraça. Mas é legal cara, eu gosto, gosto, gosto muito. Beleza, meio puerlo. É isso. Vamos correr, mas vamos sobreviver. Estaremos bem. E quarta-feira, né? Quarta-feira praticamente serrada em semana, praticamente [música] fim de semana. Fique bem. Sejam responsáveis pelas outras pessoas que passarem na vida de vocês. Se sintam responsáveis por ela. Estejam ali para um cuidado importante. Entendam que a outra pessoa que não tá sob seu controle, ela é completamente diferente de você. Outra completamente outra. Vamos buscar aí fundamentações para a nossa convivência, para a ética, de maneira que a gente consiga estar junto. E [música] da próxima vez que a gente se encontrar, eu espero que vocês gostem do conteúdo, que a gente continue trocando bastante ideia. Seguimos por aqui, sempre trazendo a boa nova. >> Seguimos [música] trazendo a boa nova. Todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo [música] boa nova todo dia útil >> até vitória final. [música] Bem, Deus abençoe. Até mais. É nós. Se cu. Co?