Culto – Manhã de Domingo 27 de Setembro de 2026 em Jardim da Luz
28/09/2026
Culto – Manhã de Domingo 27 de Setembro de 2026 em Jardim da Luz
QUERO SER MANTENEDOR DESTE MINISTÉRIO:
Pix 21 999811424
Pix [email protected]
Pix 011.737.737.62
PayPal – [email protected]
Caixa Econômica Federal
Agência 4087
Operação 013
Conta 51850-3
Banco Inter ( Beleto bancário )
Agência 0001
C/ C 60240490
CPF 011.737.737.62
Claudia Vidal Bessa
Banco do Brasil
Agência 4315-x
Conta poupança 14957-8
Operação 051
Claudia Vidal Bessa
REDES SOCIAIS:
💻 Site: http://www.josemarbessa.com/
🐦 Twitter: https://twitter.com/JosemarBessa
📷 Instagram: http://www.instagram.com/josemarbessa
💎 Facebook: https://www.facebook.com/josemarbessa
💎 Facebook Page: https://www.facebook.com/pastorjosemarbessa
💌 Email: [email protected]
🎬 Youtube – Josemar Bessa – https://www.youtube.com/user/JosemarBessa
🎬 Youtube – ReformedSound – https://www.youtube.com/user/reformedSound
🎬 Youtube – SpurgeonTv – https://www.youtube.com/user/spurgeontv
Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Que Deus nos conduza esta manhã, irmãos distantes que estão pela internet, nossos corações estejam Unidos. Vou pedir João que ore ao Senhor. [roncando] >> Senhor Deus, obrigado pela tua graça, Deus, que nos traz a tua presença toda vez. Obrigado, Deus pela tua fidelidade que não muda. Obrigado, Pai, porque nós podemos entrar na tua presença confiantes, meu Deus, de que a tua ira não está mais sobre nós, porque ela foi derramada sobre Teu filho. Que isso possa nos encher, meu Deus, de confiança, de gratidão, meu Deus. E que nós possamos desfrutar, meu Deus, eh, dessa comunhão. Pai, é maravilhoso pensarmos que a tua disposição para conosco, meu Deus, é uma disposição amorosa, uma disposição benéfica, meu Deus, que a tua disposição para nós é nos abençoar, é nos agradar, nos encher, meu Deus, de alegria. Mas é também terrível pensar que tantas vezes a nossa disposição contrária a isso, que a nossa disposição, meu Deus, é rebeldia, que a nossa disposição é indiferença, que a nossa disposição, meu Deus, é ingratidão. Nós queremos te pedir, meu Deus, que o nosso coração esteja preparado para desfrutar da comunhão, Pai. Que tu possas nos livrar, meu Deus, das nossas distrações, dos nossos pecados, das nossas impenitências, das nossas dúvidas, da nossa incredulidade, para que possamos entrar na tua presença, meu Deus, e desfrutar do teu favor, desfrutar do teu amor, desfrutar da tua graça, desfrutar, meu Deus, da tua bondade. Leva-nos a tua presença nessa manhã. Encha, meu Deus, os nossos corações e os nossos lábios de louvor. E abençoa a tua igreja, meu Deus, reunida nesse lugar aqui, reunida, meu Deus, por todo mundo. Eh, por graça, por Cristo, meu Deus, nos abençoe nessa manhã. Amém. >> Amém. Amém. Em Jeremias 17:17, o profeta diz: "Tu és a minha esperança no dia da adversidade." Nós não nos reunimos para falar sobre Deus, uma falar sobre um aspecto do caráter de Deus. Nós nos reunimos como o povo de Deus para ter comunhão com Ele diariamente. O que nós buscamos é comunhão com Deus, não apenas aprender sobre coisas a respeito de Deus. Nós sabemos que é possível você eh ouvir sermões, estudos e você mesmo estudar e saber tudo sobre a paz de Deus, mas não ter comunhão com Deus e desfrutar da sua paz, o que é totalmente inútil por fim, porque o que vale no final do dia não é fazer uma prova para sabermos se nós sabemos muito sobre a paz de Deus. Jeremias tá dizendo: "Tu és a minha esperança no dia da angústia, no dia da calamidade, no dia da aflição. Porque se Deus fosse a minha esperança nos bons dias, eu não sei se eu tenho realmente esperança em Deus ou nas coisas que estão funcionando. Então, se eu tenho paz quando tudo está bem, eu não sei se eu tenho paz realmente em Deus. Se eu digo que me glorie na esperança da glória de Deus, mas então nas tribulações a esperança se vai, então eu não tenho esperança em Deus. E o propósito é que a genteente possa desfrutar Deus. Nós viemos aqui e vivíamos para desfrutar Deus. Desfrutar Deus é desfrutar da sua paz, do seu amor, da sua santidade, da sua beleza. Então, o que nós chamamos de prova na vida, a eh ela vai aferir se realmente eh nós estamos onde achávamos que estávamos, não é? Então, a gente acha que entende muito de determinada coisa e alguém lá, um professor aplica uma prova a gente e a gente descobre que a gente era muito mais ignorante do que do que imaginávamos, não é? E sem aquilo a gente ia ficar ali achando que realmente sabia. Nada do que Deus deixa a gente viver é para ele descobrir algo sobre nós, mas para nós conhecermos nossos próprios corações. Se eu acho que eu sou uma pessoa eh que a graça de Deus molda meu coração, mas no dia que alguém me ofende, eu não consigo perdoar, então eu nunca eu não tive comunhão com o coração perdoador de Deus. Eu sabia falar a respeito disso. É exatamente no dia da aflição é que a esperança se mostra verdadeira. Se tudo que eu sei sobre confiar em Deus não serve no dia em que acontece coisas que a ansiedade dominaria, então eu não conheço, não tenho comunhão com Deus naquilo. Ah, eu sei a respeito daquilo. Como posso saber coisas a respeito? de um uma pessoa famosa que mora do outro lado do mundo, mas que eu leio bastante na internet e sei muitas coisas a respeito daquela pessoa sem realmente conhecê-la. E nós devemos conhecer e prosseguir conhecendo Deus. Assim, nós simplesmente pensarmos se hoje entendemos mais sobre as doutrinas. Quando acontece comigo o que acontecia há 5 anos atrás, a minha reação é mais pacífica. No dia da aflição, eu sinto mais esperança. No dia da angústia, eu encontro descanso em Deus. As coisas lindas que às vezes sai da boca dos profetas são em dias muito escuros. Imagine se você visse Campo Grande com uma quantidade grande de corpos espalhado pelas ruas. A maior parte da cidade do Rio de Janeiro queimada e corpos para todo lado. Então foi num ambiente assim que Jeremias diz: "As tuas misericórdias se renovam a cada manhã. Grande é a tua misericórdia". A gente talvez nunca viva um dia tão escuro quanto aquele de Jeremias, mas se as misericórdias de Deus se renovaram para ele naquela manhã, então você vê quão poderosas e maiores elas são. O que nós buscamos hoje é comunhão com Deus. para poder exatamente a vida real estar cheia dele. Então eu tu és a minha esperança no dia da calamidade. A gente só pode ter isso se o Espírito Santo transformar o ensinamento que é a lenha que é colocada em nossa mente, levar pra fornalha do nosso coração e queimar isso dentro de nós, transformando realmente em afetos poderosos de amor, paz, graça e comunhão profunda com Deus. Ele é tudo o que ele diz que é, mas só para aqueles que estão experimentando todas essas coisas no único lugar onde nós as encontramos. Todas as bênçãos espirituais estão em Cristo, nas regiões celestiais. Vamos louvar. Dois, três. [música] Em Cristo estou e [música] espero. [canto] Ele é minha luz, [música] minha força e paz. A rocha [canto] é onde [música] eu estou. Nele para sempre [música] eu sou [canto] de Deus. Profundo amor, [canto] graça [música] sem fim. Em meio à dor me [música][canto] toma. Consolador meu tudo [música] é. Nele eu estou em [música][canto] paz com Deus. [música] >> [música] >> Em Cristo estou e vivo [música] para este mundo morto estou, pois [música][canto] seu amor me inundou. Vind [música] est só [canto] Jesus, pois lá na cruz ele morreu. Em meu lugar [canto] [música] se entregou. Para sempre [música] estou seguro. [música] Na graça estou não mais na lei. [música] Seu corpo deixou rasgar com o seu sangue. [música][canto] E lavou seu reino e [música] justiça. [canto] Eu [música] neste mundo buscarei. [música] Vencerei, [canto] pois sou [música] filho de Deus. Para sempre eu descansarei [canto] [música] no que Jesus já fez por [música] mim. Em Cristo [música] estou [canto] fixa eterna. [música] Ele é só [canto] dele. Posso descansar. [música] [canto] Em [música] Cristo estou. [canto] Não vou dever rocha [música] eterna. [canto] Ele é só [música] dele. Posso descansar. Em glória [música][canto] eu devestarei. Cristo [música][canto] é o meu destino e eu [música][canto] me afas. Contemplarei, [música][canto] meu Deus, teu rei. [música] Os anos [canto] vão passar sem ti. Eu louvarei [música][canto] para sempre em ti ao redentor, [música] filho de Deus. [música] Cristo Jesus, o rei do [música][canto] Deus. Cristo Jesus, [música] o rei do rei. [música] Cristo Jesus, o rei do [música] [música] Aleluia. >> [aplausos] >> É isso. A verdade Deus se transforma em adoração quando as afeições são produzidas pelo Espírito Santo em nossos corações. Aleluia. [música] Eu [música] [música] sou senhor, teu Deus. À tua frente [música][canto] vou. Eu ao teu lado, ao teu [música][canto] redor estou. A tua [canto] respiração [música] diz o quanto perto [música] estou. Não compreendemos. >> [música] >> Mas contigo [canto] o amor é [música] o Senhor tua >> [música] >> Nenhum malar. Eu firmarei [música] teu coração. Vem, descansa em mim. [música][canto] O veja fé crescer. Levante agis. [música][canto] [música] Eu te escolhi. [música][canto] Eu te chamei. [música] >> Eu te chamei. Vem [canto] para mim. So [música] ti eu te escolhi. Eu te [canto] escolhi. Eu te [música] chamei. >> Te chamei. [canto] Vem para mim. Sou vindo em ti. >> Eu sou tua [música] força. Tua rocha fiel. >> [música] >> na [canto] aflição. [música] Eu sou para o vento [música] e nas [música] [canto] Eu sou Cristo [música] e contigo [canto] ou eu te [música] chamei. Vem, vem para [música] mim em ti. Eu te [música] escolhi, eu te chamei. [canto] [música] Vem para mim vida [música] em ti. >> [música] [canto] [música] >> Oh [canto] [música] laрана. >> [música] [música] >> Pega teus olhos, olhe [música] para mim. Você verá [canto] que nada [música] vai te abalar. Eu [música] vou [canto] estar contigo como prometi. [música] Não tenha medo agora, só olhe [música] para mim. Hum. Na minha [música] palavra tu verás que eu sou. Isso [música] bastará ou vem a mim. Eu sou tudo [música] em ti. Eu sou vida dos olhos. [música] O caminho. Eu sou. [canto] Sou [música] bem prometido. Ouviste sou. [música] Eu sou uma força. A tua rocha fiel. [canto][música] Deus [música] na aflição. [música] Eu sou meu e [música][canto] eu sou [canto] Cristo [música] como eu te [música] chorei, [canto] eu te chamei. a [música] mim em ti. Sim, eu [música] sei, eu te chamei. >> [música][canto] >> Vem para mim. Sou vida [música] em ti. [música] [aplausos] Que diferença, né, queridos? é todo construído sobre as palavras de Jesus, dizendo: "Vinde a mim, vocês que estão cansados, olhe para mim. Eu sou a vida, eu sou a ressurreição." Tem aquelas famosas frases em João do Eu Sou em vários lugares, né? Eu sou a luz, "Eu sou a água da vida". E você vê a diferença, né? Jeremias, os grandes homens de Deus, eles vão dizer sempre: "Olha, no dia da angústia eu olho para ti. Na aflição eu olho para ti. Tu és a minha esperança." Mas quando Jesus fala, "Ah, que diferença, ele não diz eh para você olhar para algum lugar, ele diz: "Vem a mim. Eu sou a ressurreição. Eu sou a vida. Eu sou a esperança, eu sou o caminho, eu sou a verdade. Eh, são declarações eh diretas do que ele é, dos recursos infinitos que ele tem. Eu já escrevi por aí que quando você esver no vale, não olhe para o vale, olhe para o pastor, mas normalmente não é o que faz, porque a gente não olha para Cristo neste mundo com os olhos físicos, não é? Isso quer dizer que quando nós estamos em lugares escuros, nós trazemos toda a verdade de Deus pro nosso coração e começamos a olhar para Cristo como a vida, como a paz. O que ele falou: "Não se turbe o vosso coração. Credes em Deus." E à medida que nós vamos enchendo nossa mente, fazendo como Hebreus disse, olhando para o autor e consumador da nossa fé, o espírito vai trabalhando, porque o espírito trabalha nos mostrando a glória de Deus na face de Cristo. Mas como as pessoas fazem nas vezes, como nós fazemos, estamos com um problema e ficamos com aquele problema na cabeça girando, pensando em mil soluções ou 1000 maneiras que aquilo vai dar errado. Aí eu tenho o quê? Medo, ansiedade, elas crescem. Depois eu digo: "Ah, mas é, não tá funcionando. Deus não tá me dando paz. Se eu passo o tempo todo aterrorizado e estudando vale escuro, eu queria o quê? No vale eu olho para o pastor, eu trago o pastor para minha mente, olho para os seus as suas seus passos, me sinto seguro nele. Então minha mente de propósito, não é? Eu, a minha mente levada cativa a Cristo e fica ali. Até que a visão dele de glória em glória vai me mostrando algo maior da sua paz, a sua. Mas se eu olho pro vale, então essa verdade que ele tá dizendo, vem a mim. Quando você tiver assim, vem a mim, olhe para mim. Eh, lembre das minhas palavras. Lembre que eu não posso mentir. Lembre que eu estive morto e ressuscitei. É assim que a palavra vai se tornando essa realidade tremenda em nossa alma. [roncando] Pega sua oferta nesta manhã. Deixa eu ver aqui meu bolso, senão eu vou botar um carv de lol na oferta. As não, >> às vezes, né, o pessoal vai ver lá a oferta, aí tem lá um remédio, um troço. Pai, nós te agradecemos pela tua graça em nossas vidas. Ó Deus, mais uma semana se passou e estamos no primeiro dia da semana. Nastamos, Senhor, Pai, algo que não podemos recuperar. Não podemos recuperar o tempo. Deus nos ensine a remir o tempo, aproveitar a oportunidade, Senhor Pai, nada pode nos devolver o tempo que ficou para trás. Mas se um dia queremos dizer no final que combatemos o bom combate com essas palavras falando do passado, o nosso passado tem que ser um passado de combates. Deus, se Paulo não tivesse combatido contra todas as coisas que se levantam contra se deleitar em ti, então ele não poderia dizer que ele combateu no passado algo que ele não fez. Se nós queremos dizer no fim, Senhor Pai, que combatemos um combate, temos que estar combatendo hoje. Nós possamos combater, Senhor Pai, ô Deus, o orgulho, o ego, ó Deus, ah, a confiança em falsas, em falsos deuses, Senhor Pai, a confiança no dinheiro, na saúde, na capacidade humana, ó Deus. E realmente, Senhor Deus, levemos todas as coisas em todas as áreas cativas à suficiência de Cristo para que, Senhor Pai, nada nos aprisione neste mundo e na hora de partirmos, Senhor Pai, nossa mão não esteja fechada em nada. que tudo que tu nos deres, Senhor, ó Pai, todos os o sustento, a família, ó Deus, eh, casamento, filhos, irmãos, ó Deus, igreja, que todas essas coisas a gente segure, Senhor Pai, com uma mão leve, porque em breve teremos que deixar, Senhor Pai, que nós só estejamos agarrados realmente, Senhor Deus, à orla dos mantos de Cristo. E que, Senhor Pai, a nossa esperança seja, Senhor Pai, em breve, em vez de ver só a orla, vermos, vermos a face de Cristo, Senhor Pai, vermos Teu filho face a face para então sermos glorificados no mesmo corpo, ó Deus, glorificado do seu filho que é o primogênito entre os mortos. Que até lá, Senhor Pai, olhar para ele aqui, Senhor Deus, seja suficiente para vivermos para ti e consagrarmos tudo que somos e temos a tua causa, a tua glória de proclamar a tua beleza em Cristo no poder do espírito, em nome de Jesus. Amém. Vamos ofertar dizimar nesta manhã. [roncando] Enquanto cantamos a suficiência do nosso pastor, เฮ [música] >> [música] >> Se [canto] as águas [música] me cercam, tu estarás comigo, Deus. [música] Se o fogo [música] me alcançar, [canto] Pai, [música] estarás comigo [canto] ali. [música] Sim, [canto] no vale da morte, não [música][canto] temerei. És o meu pastor, eu não temerei. [música] [canto] Sempre estás comigo. [música] Sempre tu me guias. És o meu pastor, >> eu não [música] temerei. >> Sempre [canto] estás comigo. Sempre tu me [música] guias. >> [música] >> Se a tristeza [canto] chegar, Pai, [música] a tua graça [canto] bastará. Se a [música] morte de [canto] Deus cobrir a minha vida, meu [música] abrigo, [canto] tu será. Na [música] fraquezas [canto] minha força, porque [música] eu temerei. És [canto] o meu pastor, eu temerei. [música] Sempre [canto] estás comigo. Sempre tu me guias. [música][canto] És o meu pastor, eu não temerei. [música] Sempre [canto] estás comigo, [música] sempre tu me guias. És minha rocha, [canto] me guardas, [música] me toas em tuas mãos. Tuas graças [música][canto] me cobrem. Aqui eu temerei. [canto] És [música] minha rocha, me guardas, me tomas [canto] em tuas mãos. Tuas asas [música] me cobrem a que eu temei. Só tu [canto] és a minha. Minha [música] força, meu refúgio eterno. [canto] Deus, [música] só [canto] em ti a paz eu encontro, [música] pois só tu [canto] és o meu Deus, és o meu pastor. [música] Eu [canto] não temerei. Sempre estás comigo. [música] Sempre [canto] tu me guias. [música] És o meu pastor, eu não temerei. [música] Sempre [canto] estás comigo. Sempre tu me [música] guias. És o [canto] meu pastor, eu não temerei. Sempre estás [música][canto] comigo, sempre tu me guias. És o meu pastor, [música] eu não [canto] temerei. Sempre estás comigo. Sempre [canto] tu me [música] guias. És o meu pastor, eu [música] não temerei. [canto] >> Sempre estás comigo, [música] sempre tu [canto] me guias. És o meu pastor, eu não temerei. Sempre estás comigo. [música] Sempre tu me [canto] guias. >> [música] [aplausos] >> Obrigado, Deus. Nos ensine a descansar em ti. Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar. Eh, bom dia, irmãos. Eu gostaria de chamar a irmã Daisy e o pessoal do departamento de Libras. >> Mãe, aquilo ali também. Aquela caixinha ox minha mente Gente, você então, eh, no dia 26 de setembro é comemorado o dia do surdo. Então nós preparamos uma surpresinha, surpresa paraa Nicole e pro Daniel que são nossos irmãos. OK? Então pode passar o vídeo, por favor. Todo eleito tem valor igual diante de Deus, pois ele é o criador de todas as pessoas com suas diferentes características. Com base na necessidade de melhorar a comunicação e evangelização dos nossos irmãos surdos, em março de 2023 surgiu o primeiro curso básico de Libras de Jardim da Luz. E cada registro guarda um sorriso e um momento inesquecível. Êxodo 4:11 diz: [música] "E disse-lhe o Senhor: "Quem fez a boca do homem ou quem fez o mudo ou surdo ou o que vê ou o cego, não sou eu, o Senhor?" Então, aos que aceitaram o chamado, pequenos instantes se tornaram grandes lembranças no nosso dia a dia. [música] E para a glória de Deus separamos um momento para celebrar o setembro azul. E são várias datas comemorativas para os surdos e intérpretes. 21 [música] de setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, 23 de setembro, Dia Internacional das Línguas de Sinais, 26 [música] de setembro. Dia nacional do surdo e 30 de setembro. Dia internacional do surdo e dia nacional do tradutor e intérprete de livros. aos nossos irmãos Nicole [música] e Daniel e também a todos que participaram, participam. e dividem conosco a tarefa de levar o verdadeiro evangelho em língua de sinais. nossas [música] orações e ações de graça. Amém. Amém. Muito queridos, muito amados, nós somos eh iniciantes ainda na língua de sinais, mas nós tentamos fazer o melhor para que os nossos irmãos consigam acompanhar com a igreja as mensagens, que eles consigam entender melhor o evangelho, porque nós vivemos é pra glória de Deus, não é? E Deus é mais importante do que qualquer coisa. Então, por que não nós nos esforçarmos para levar para Daniel e Nicole a palavra de Deus em Libras? Então, nós preparamos uma surpresinha. Além disso, tem presente aqui, Nicole e Daniel, parabéns. Feliz dia do surdo. Mas como as colegas também vão comemorar o seu dia, também tem presentinho para elas. Muito obrigado aqui também. >> Deixa eu te ajudar. Deixa eu ajudar. E >> que lindo, Obrigada. Eu gostaria que a igreja junto conosco eh fizesse uma oração para para que a gente possa melhorar os nossos conhecimentos, que o Daniel Nicole cresçam na fé, que eles sigam junto com a gente, né? E quem sabe no futuro a gente possa ter dois pregadores do evangelho genuíno surdos, não é? Amém. Então, oremos. Senhor, nosso Deus e nosso Pai, graças te damos por esse momento especial. Graças te damos pela comunhão, Senhor, que temos na nossa igreja. Eh, Jardim da Luz acredito que é uma família para todos e não poderíamos deixar de lembrar dos nossos irmãos Nicole e Daniel e também de valorizar as pessoas que com tanto carinho, com tanta dedicação, têm reservado um momento para interpretar para eles as mensagens, a EBD e Senhor que tudo seja paraa tua glória. Glória, que nada seja para nós, que apenas para tua glória. Abençoe, Senhor Deus, a vida do nosso pastor, eh, dos nossos pastores, né? E que nós sigamos, Senhor Deus, eh, com os olhos voltados para para Cristo, vivendo para Cristo. E é isso que eu peço em nome de Jesus. Amém. >> [aplausos] >> Hoje eu queria meditar com vocês sobre um erro que em geral a igreja quando olha geralmente as pessoas falando de uma maneira mais ampla, ela consegue reconhecer com facilidade aquele erro. Quando alguém diz, por exemplo, para você que ela é salvo porque ela é uma boa pessoa, porque ela ajuda os outros, porque ela frequenta a igreja, porque ela não comete pecados visíveis e porque ela pratica certos atos religiosos, logo nós conseguimos saber que aquilo tá errado e combater aquela coisa que a pessoa está falando. A Bíblia é clara demais para deixar esse ponto aqui em dúvida. Eu acredito que todos nós aqui, quando escutássemos isso, íamos ver que a pessoa estava errada quando ela está falando. Ninguém vai ser aceito diante de Deus com base nas suas próprias obras. E nós todos sabemos disso. Nenhum ser humano vai ter obediência o suficiente, uma pureza o suficiente, uma justiça suficiente ou um mérito suficiente para se apresentar diante de Deus e dizer assim: "Olha, eu fiz a minha parte. Agora o Senhor deve me receber por conta disso. Esse caminho está fechado. Nós sabemos que ele é errado e está fechado não porque Deus seja injusto, mas porque nós somos pecadores. Mas existe um erro mais sutil que é acaba sendo a mesma coisa. A pessoa entende que ela não é salva pelas obras. Ela não vai falar isso. Ela rejeita a ideia de comprar o favor de Deus com a moralidade dela, com a religião que ela pratica ou com os sacrifícios pessoais que ela pode ter. Ela sabe dizer que a salvação é pela graça, mas sem perceber ela transfere o peso da confiança para outras coisas que existe dentro dela, pessoa. Ela deixa de dizer: "Deus me aceita porque eu faço boas obras". E ela começa a pensar, Deus me aceita porque eu tive fé. A fé, então, nesse momento, deixa de ser um instrumento que recebemos em Cristo e passa a ser tratada como uma grande obra espiritual que você tem. A pessoa já não se gloria mais nas obras das mãos dela, mas começa a se gloriar na obra do coração dela. E esse é um ponto delicado, porque a Bíblia realmente ensina que somos salvos por meio da fé. Então a pessoa normalmente acaba ficando sem argumentos se alguém falar alguma coisa dessa para ela. Não devemos diminuir a fé ou desprezar a fé ou falar como se fosse algo sem importância. Sem fé ninguém recebe Cristo. Sem fé ninguém descansa nas promessas de Deus. Sem fé ninguém abandona a justiça própria para se apegar à justiça de Cristo. Mas precisamos entender o lugar correto da fé. A fé não é o nosso Salvador. Cristo é o nosso Salvador. A fé não é o fundamento da nossa aceitação diante de Deus. Cristo é esse fundamento. A fé não é uma moeda que nós entregamos a Deus em troca do nosso perdão. Quando nós confundimos isso, trocamos uma forma grosseira de salvação por obras, por uma modo de salvação, mas refinada, mas com a mesma doença. Antes a pessoa confiava no seu próprio comportamento, nas coisas que ela poderia fazer. Agora ela confia na capacidade dela de crer. Antes dizia, ainda que sem palavras, minhas obras me tornam aceitável diante de Deus. E agora o que que ele diz? Minha fé me torna aceitável. Mas nos dois casos, o coração ainda está olhando para si mesmo. O evangelho não nos chama a trocar uma confiança humana por uma confiança humana mais religiosa. O evangelho nos chama a abandonar toda a confiança que nós temos em nós mesmos e olhar para Cristo. A fé verdadeira não se contempla no espelho, ela olha para fora, ela olha para o filho de Deus. O apóstolo Paulo escreve o seguinte: "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus, não por obras, para que ninguém se glorie, porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos." Essas palavras precisam governar todo o nosso entendimento sobre salvação, fé e obras. Paulo não diz apenas que somos salvos pela fé. Ele começa dizendo que somos salvos pela graça. A fonte da nossa salvação está em Deus e não em nós. A causa primeira não é a nossa decisão, nossa sensibilidade espiritual elevada, nossa disposição moral ou nossa percepção da verdade. A causa primeira é a graça de Deus. Antes de haver fé em nós, houve a graça nele. Antes de de haver a nossa resposta humana, houve misericórdia divina. Antes de haver qualquer movimento da alma em direção a Cristo, houve o propósito bondoso de Deus de vir a pecadores mortos. A expressão pela graça corta a raiz da nossa vanglória. Graça é um favor e merecido. Graça é Deus. tratando pecadores, não conforme o pecado, o pecado e por conta do que eles merecem, mas conforme a riqueza da sua misericórdia em Cristo. Graça não é um salário que nós temos. Graça não é um prêmio que nós temos. Graça não é um reconhecimento pelo bom desempenho espiritual que você teve na última semana. Graça é o favor livre, soberano e merecido e eficaz da parte de Deus. Quando a salvação é colocada nesse nesse terreno, toda tentativa de orgulho começa a ruir dentro de nós. Se fui salvo pela graça, não posso dizer que a origem da minha salvação está dentro de mim. Não posso olhar para outro pecador perdido e pensar que a diferença final entre eu e ele está na inteligência, está na sensibilidade espiritual, está no meu coração que é mais disposto que o dele ou na minha fé produzida por mim mesmo. A diferença está na misericórdia de Deus. E Paulo continua dizendo que somos salvos por meio da fé. Isso mostra que a fé para nós é necessária. Deus não salva uma pessoa mantendo ela na incredulidade. Ele não une alguém a Cristo sem que essa pessoa venha a confiar em Cristo. A fé é o meio pelo qual recebemos o Salvador, descansamos nele e abandonamos qualquer esperança em nós mesmos. Mas a fé é o meio. Ela não é o fundamento meritório da salvação. Existe uma diferença profunda entre aquilo que nós que recebe e aquilo que merece. A fé recebe. Cristo é que merece. A fé se apropria do que Cristo conquistou. A fé olha e Cristo salva. A fé descansa porque Cristo realizou aquilo. A fé não acrescenta valor à obra de Cristo. Como se a cruz precisasse de um complemento vindo do nosso coração para acabar o processo. A fé simplesmente reconhece que não tem nada para oferecer e se lança naquele que ofereceu tudo. Por isso Paulo acrescenta assim: "E isto não vem de vocês, é dom de Deus". A força do texto aqui é clara no que ele tá dizendo. A salvação do começo ao fim não nasce de nós. O conjunto de da obra salvadora é dom de Deus. A graça é dom de Deus. Cristo é o dom de Deus. O perdão é o grão de Deus. A nova vida é dom de Deus. A própria fé pelo qual recebemos Cristo não deve ser tratada como uma conquista autônoma da natureza humana. Se o homem está morto em delitos e pecados, como Paulo havia dito no início do capítulo, então a fé salvadora não brota do coração espiritualmente morto, como se esse coração ainda preservasse dentro de si uma pequena ilha de vida, luz e poder para Deus. O morto precisa ser ressuscitado. O cego precisa ser aberto os olhos dele. O rebelde precisa ser vencido pela misericórdia. O coração de pedra que tem ali precisa ser transformado. Quando o pecador crê, ele realmente crê. Ele não é uma pedra inconsciente sendo arrastada sem vontade. Ele ouve o evangelho, entende culpa que ele tem, vê a beleza de Cristo e abandona a confiança que ele tinha em si mesmo, que governava ele até agora. E por fim, ele se rende ao Salvador. Mas tudo isso acontece porque Deus está agindo. Deus não apenas coloca a salvação ao alcance e espera que o morto espiritual estenda a mão e por si só se levante daquela situação. Deus chama eficazmente. Deus ilumina, Deus convence, Deus atrai. Deus concede o arrependimento e Deus concede a fé. A fé é a nossa resposta, mas é uma resposta produzida pela graça de Deus. E ela acontece no nosso coração, mas não nasce e do poder autônomo do nosso coração. Esse ponto humilha completamente o orgulho que nós temos, mas consola profundamente o crente verdadeiro. Se a minha fé fosse a grande obra que eu apresento a Deus, eu viveria em constante medo. Será que eu crio suficiente essa semana? Será que eu crio com a intensidade suficiente? Será que a minha fé teve a pureza o suficiente? Será que eu fiz essas coisas durante essa semana porque era para Deus ou porque era conveniente para mim? Será que minha decisão foi sincero bastante? Será que meu arrependimento foi profundo bastante? Quando a fé se torna o fundamento da nossa paz, a consciência nunca descansa, porque a fé em nós ainda é fraca, oscilante, atacada pelos medos que nós temos e muitas vezes ela é pequena. Mas quando Cristo é o fundamento da paz, a fé pode ser pequena e ainda assim repousar no Salvador perfeito. A segurança do crente não está na grandeza da fé dele, mas na suficiência daquele em quem a fé se apoia. A fé verdadeira não olha para si mesma e se admira. Ela olha para Cristo pelo qual ela é necessitada todos os dias. Por isso é tão importante dizer que não somos salvos por causa da fé, como se a fé fosse a causa meritória da nossa salvação, mas por meio da fé, porque a fé nos une a Cristo. A causa meritória da salvação é a obediência, o sangue, a morte e a ressurreição e a intercessão de Cristo. Ele cumpre a justiça que nós não cumprimos. Ele sofreu a condenação que nós merecíamos. Ele satisfez a justiça divina. Ele venceu a morte. A fé não toma lugar dessa obra. A fé se agarra a essa obra. A fé não diz: "Pai, olha como eu cri". A fé diz: "Pai, olhe para o seu filho". A fé não se oferece como sacrifício. A fé recebe o sacrifício que já foi oferecido pelos nossos pecados. A fé não abre uma nova fonte de salvação dentro de nós. A fé nos leva para a fonte que está fora de nós. Ela nos leva diretamente para Cristo. Jesus disse assim: "A obra de Deus é esta: crer naquele que ele enviou". Essa frase não transforma a fé em um mérito humano. Pelo contrário, a fé a aqui chama a fé de obra de Deus. O crer salvador é aquilo que Deus realiza eh ao conduzir pecadores até o f até o seu filho. Paulo escreve assim aos Filipenses: "Pois a vocês foi dada o privilégio de não apenas crer em Cristo, mas também de sofrer por ele." Observe a linguagem que está sendo usada aqui. Crer em Cristo é algo dado a nós. A fé aparece como um privilégio concedido por Deus. Não é um produto natural humano. Não é uma virtude autônoma que o homem caído consegue simplesmente fabricar e depois apresentar aquele resultado a Deus. É graça, é presente de Deus, é a obra divina no interior da pessoa. E isso não diminui a nossa responsabilidade. A Bíblia chama a todos ao arrependimento e a fé. Ela ordena que os pecadores creiam no evangelho. Ela condena a incredulidade como pecado. Mas quando alguém responde com fé verdadeira, deve reconhecer: "Senhor, se eu cri, foi porque o Senhor teve misericórdia de mim". E isso preserva as duas verdades que nós nunca devemos separar. A primeira é que o homem deve crer. Ninguém é salvo vivendo deliberadamente em incredulidade. Ninguém recebe Cristo enquanto rejeita Cristo. Ninguém é justificado sem fé. A segunda é que quando o homem crê, toda a glória pertence a Deus. O mesmo Deus que ordena creia é o Deus que dá vida a nós para que nós possamos crer. Por isso, a doutrina bíblica da graça não produz uma passividade fria por nossa parte. Ela produz uma humildade, produz urgência em nós, oração e gratidão. Pregamos a todos, chamamos a todos, suplicamos a todos e ao mesmo tempo sabemos que só Deus pode abrir o coração daquela pessoa pelo qual nós pregamos. Quando nós entendemos isso, a fé deixa de ser um troféu e passa a ser o motivo da nossa adoração. O crente não diz simplesmente: "Eu fui melhor porque eu escolhi crer." Ele diz: "Eu estava perdido, mas Deus me encontrou. Eu estava morto, mas Deus me deu vida. Eu estava cego e Deus abriu meus olhos. Eu resistia antes, mas Deus venceu com sua misericórdia." Essa linguagem não rouba a realidade da conversão. Pelo contrário, ela deixa a conversão mais profunda em nós. O pecador convertido não foi forçado contra a sua vontade para então ele começar a amar Cristo. Deus transformou a vontade dele. Ele fez Cristo parecer precioso aos olhos dele antes eh que ele próprio visse a beleza. Antes ele não via a beleza. Deus transforma ele. A graça cria um novo coração que vem agorar Cristo, porque agora vê Cristo como tudo que antes ele desprezava. E se isso é verdade sobre a fé, também é verdade sobre as obras. Efésios 2 não termina no versículo 9. Paulo não vai dizer apenas que a salvação não vem pelas obras. Ele continua dizendo que somos criação de Deus em Cristo Jesus. para as boas obras preparadas por Deus. E esse versículo impede o outro erro. Algumas pessoas quando ouvem que não somos salvas pelas obras, qual é a conclusão delas? Que as obras não importam. pensam que se as obras não contribuem paraa nossa justificação, então podem tratar elas como algo secundário, algo opcional, algo indiferente, algo que nós não vamos dar importância aqui. Mas Paulo não permite eles pensarem assim: "As obras não são a raiz da sua salvação, mas fazem parte do propósito de Deus para os salvos. Deus não nos salva por causa das nossas boas obras, mas nos salva para boas obras. A graça que perdoa é a mesma graça que transforma a nós. O Cristo que justifica é o Cristo que santifica. O evangelho que remove a culpa também renova a nossa vida. A ordem aqui é decisiva. Primeiro, Deus nos salva pela graça. Depois ele nos faz andar em obras preparadas por ele. Se invertermos essa essa ordem em qualquer momento, nós destruímos o evangelho. Se colocarmos as obras antes da salvação como uma base paraa nossa aceitação por Deus, nós caímos no legalismo. Mas se retirarmos as obras depois da salvação como fruto da vida, caímos em uma falsa segurança. A Bíblia não ensina que Deus declara justo um pecador e depois deixa ele confortável em seu pecado até ele morrer. Ele ensina que Deus une o pecador a Cristo. E quem está unido a Cristo recebe não apenas o perdão, mas recebe a vida. Ele recebe um novo coração. Ele vai ter novos desejos, uma nova direção para sua vida, uma nova relação com o pecado, um novo amor pela vontade de Deus. Essa transformação pode ser lenta enquanto estamos aqui. Pode ser cheia de luta, lágrimas, mas ela é real. O salvo não eh se torna perfeito nesta vida onde nós estamos, mas deixa de pertencer ao reino da morte daqui. Salvação não é apenas uma mudança no registro seu no céu. Embora a justificação seja real e gloriosa. Salvação também é o início de uma recreação nossa. Por isso, as boas obras não devem ser vistas como uma moeda espiritual, mas como uma evidência da vida de Deus em nós. Quando um crente obedece, serve, perdoa, lutra contra o pecado, ama o próximo, busca a santidade, confessa a verdade e se e persevera, ele não está comprando o amor de Deus. Ele está vivendo a vida que Deus mesmo começou nele. Está andando no caminho que Deus preparou para ele. E isso muda profundamente a maneira como olhamos a obediência. O legalista, ele obedece para tentar ser aceito por Deus. O crente obedece porque ele foi aceito em Cristo. O legalista trabalha para ter a grande identidade própria dele no final. O crente trabalha porque recebeu uma nova identidade. O legalista teme que Deus o abandone se sua performance cair. O crente teme entristecer o pai que amou ele primeiro. O legalista transforma mandamentos em uma escada onde ele vai conseguir subir até Deus. O crente recebe os mandamentos com uma expressão da vontade santa daquele que já trouxe ele para perto. A obediência cristã não é uma tentativa de um suborno religioso por nossa parte. É um fruto da reconciliação com Deus. É a vida de eh de filho no lugar da vida de escravo que nós tínhamos antes. É a resposta da gratidão, da obra da graça e evidência da nossa fé. Paulo diz assim aos Filipenses: "Pois é Deus quem efetua em vocês tanto querer quanto realizar, de acordo com a boa vontade dele. Deus não apenas exige o realizar, ele também opera ali o querer. Ele não apenas manda que andemos em santidade, ele inclina o nosso coração para amar a santidade. Ele não apenas ordena as boas obras, ele trabalha em nós para nós desejarmos e praticar o que agrada a ele. E isso não anula o nosso esforço. O texto anterior chama os crentes a desenvolver a salvação com temor e tremor. Mas esse esforço cristão descansa em uma verdade eh confortadora. Deus está operando. Nós agimos porque ele age em nós primeiro. Nós obedecemos porque ele sustenta a nossa obediência. Nós perseveramos porque ele persevera. Nós lutamos contra o pecado porque ele não deixou nós em paz com o pecado. Essa verdade nos livra tanto do orgulho quanto do desespero que nós poderíamos ter. livra do orgulho, porque quando fazemos algo bom, não podemos dizer que aquilo é veio de nós como fonte última ali. Se desejamos orar, Deus operou em nós. Se desejamos perdoar, Deus está operando. Se desejamos abandonar o nosso pecado, Deus está operando ali. Se temos fome da palavra, Deus operou ali. Se perseverarmos em meio à dor, é Deus operando. Todo o fruto santo carrega a marca da graça. Mas essa verdade também nos livra do desespero, porque não estamos e tentando produzir vida espiritual a partir dos recursos naturais que nós temos. O cristão fraco pode pensar: "Senhor, opera em mim o teu querer e o realizar". Quando chegamos, por exemplo, em Tiago, algumas pessoas se confundem. Thago afirma assim: "Assim também a fé por si só, se não for acompanhada de obras, está morta. A primeira vista, e geralmente as pessoas usam esse versículo para isso, alguém pode pensar que Thago está dizendo o contrário do que Paulo estava dizendo, mas não há contradição aqui. Paulo combate a ideia de que as obras podem ser a base da nossa justificação diante de Deus. Thago está combatendo a ideia de que uma fé meramente verbal, vazia, sem frutos, pode ser considerada uma fé salvadora. Paulo está dizendo em essência, obras não são raiz da salvação. E Thago está dizendo, onde não há fruto algum, não há evidência de vida. A fé verdadeira nunca está sozinha aqui. Ela não vem acompanhada de obras como se as obras completassem o mérito de Cristo, mas como um fruto inevitável da união nossa com Cristo. Uma fé que apenas concorda com doutrinas, mas não se rende ao Senhor, não ama a Cristo, não odeia o pecado, não busca obediência e não produz nenhum movimento eh de vida espiritual, é uma fé morta. Ela pode ter um vocabulário correto, ela pode estar dentro da igreja toda semana, ela pode defender doutrinas certas, pode até criticar o legalismo nos outros que ela vê, mas não é uma fé que une ele a Cristo. Onde Cristo dá vida, a morte perde o domínio. Isso também nos ajuda a tratar o arrependimento corretamente por nós. Arrependimento não é a obra pelo qual nós pagamos a nossa salvação. Ninguém recebe perdão porque chorou bastante. Ninguém é aceito porque conseguiu sentir culpa com uma intensidade suficiente ali. Arrependimento também é graça. É Deus abrindo os nossos olhos para vermos o pecado como pecado é. Não apenas como um erro inconveniente na nossa vida. É Deus nos fazendo parar de defender aquilo que antes nós protegíamos. Mas ao mesmo tempo o arrependimento é real. A pessoa se arrepende de verdade. Ela confessa, ela abandona o pecado e ela se volta para Deus. Não devemos transformar o arrependimento em um mérito, mas também não devemos removê-lo da nossa conversão. A base da nossa conversão e da nossa salvação é Cristo. Nada em nós entra como um fundamento da justificação. Nem as obras antes da conversão, nem as obras depois da conversão, nem lágrimas, nem intensidade emocional, nem conhecimento teológico, nem ministério, nem disciplina espiritual. Cristo somente é a justiça do crente diante de Deus. Mas o caminho no qual nos conduz eh que conduz o salvo, incluindo a fé, inclui arrependimento, inclui santificação, inclui perseverança, inclui boas obras. Essas coisas não são rivais de Cristo quando vista corretamente. Elas são um fruto da união com Cristo. O erro acontece quando tiramos essas bênçãos de um lugar eh de fruto e as colocamos no lugar como fundamento da nossa fé e da nossa salvação. Por isso, precisamos dizer com clareza aqui, Deus não se impressiona com a nossa fé como se ela fosse é uma grande realização por nossa parte. Deus se agrada da fé porque ela honra o filho. A fé verdadeira diz que Cristo é o suficiente, diz que a promessa de Deus é confiável. Diz que a justiça de Cristo basta, diz que o sangue de Cristo purifica. Diz que não há outro nome pelo qual devemos ser salvos. A fé glorifica a Deus justamente porque ela esvazia o homem. Ela não vem diante de Deus com um currículo. Ela vem com a necessidade que nós temos de Cristo. Quando alguém transforma a fé em uma obra meritória, trai a própria natureza da fé. Porque a fé salvadora é a fé que renuncia toda a vanglória. E isso é especialmente necessário em ambientes onde a doutrina correta é valorizada. Podemos rejeitar a salvação por obras de maneira eh eh de uma maneira doutrinária e precisa quando nós estamos falando e ainda assim cultivar um orgulho espiritual. Podemos dizer que tudo é graça e nos sentir superiores porque entendemos mais da graça do que os outros. Podemos defender a justificação pela fé e ao mesmo tempo, transformar a firmeza doutrinária em uma base da nossa identidade diante de Deus. O coração humano é tão enganoso que consegue se orgulhar até mesmo da doutrina que deveria humilhar ele. Por isso, o evangelho precisa nos confrontar constantemente. Não basta abandonar o orgulho moralista. Precisamos abandonar também o orgulho religioso, disfarçado de zelo. Paulo pergunta: "O que você tem que não tenha recebido?" E essa pergunta derruba toda soberba que nós poderíamos ter. Você tem fé? Então você recebeu ela. Você tem arrependimento, você também recebeu. Tem entendimento bíblico, veio de Deus. Tem desejo de obedecer? Deus fez isso por você. Tem perseverança, é Deus fazendo isso em você. Tem algum fruto visível? Você recebeu de Deus. Tem dons, você recebeu de Deus. oportunidades, amor pela igreja, tem temor a Deus. Tudo isso é Deus que deu a você. Se tudo foi recebido, não há espaço paraa vanglória, como se fosse como se a fonte daquilo viesse de nós. O cristão amadurecido não é aquele que aprende a dizer graça com a boca enquanto ainda eh preserva dentro de si um coração onde ele acha que ele é superior. É aquele que quanto mais cresce, mais percebe que ele depende da misericórdia em cada passo da sua vida. Essa doutrina também consola quem luta eh com a fraqueza da fé. Há, há crentes que são sinceros, que vivem examinando o próprio coração e se desesperam porque encontram medo dentro de si, distrações, dúvidas, frieza, lentidão e pecados remanescentes. Ele pensa que se a fé fosse verdadeira, seria sempre forte dentro dele. Mas a Bíblia não chama o crente a confiar na perfeição da própria fé que ele tem. Ela chama o crente a olhar para Cristo, o autor e consumador da nossa fé. Cristo não é apenas aquele em quem a fé termina, é aquele que inicia a fé, sustenta a fé, purifica a nossa fé e leva à consumação. A pergunta principal não é: "Minha fé é impressionante? Ela é forte o suficiente? Ela está sempre forte no meu dia a dia?" A pergunta é: a minha fé repousa em Cristo? Uma pé, uma fé pequena em Cristo é infinitamente melhor do que uma fé intensa em si mesma. Há pessoas que têm com grande confiança religiosa, mas essa confiança repousa no próprio desempenho dela, na própria decisão, na própria espiritualidade, na própria fé que ele tem. E isso não salva ele. Outros veem Cristo tremendo, conscientes da sua miséria, mal conseguindo levantar os olhos, mas se agarram ao Salvador porque sabem que a força não está neles, mas nele. Essa é a fé que recebe. O poder salvador não está no tamanho subjetivo da fé, mas no objetivo da fé. Cristo salva perfeitamente os que se aproximam de Deus por meio dele. A fé não precisa ser admirada pelos outros. Cristo precisa ser adorado. Ao mesmo tempo, não devemos confundir fraqueza de fé com ausência de fé. A Bíblia consola o crente fraco, mas também eh desperta o religioso enganado. A diferença entre lutar contra o pecado e fazer as pazes com ele. Há uma diferença entre uma fé ferida que clama por Cristo e uma fé morta que apenas usa o nome de Cristo. Há uma diferença entre tropeçar no caminho e nunca ter entrado no caminho. O evangelho não chama o crente a uma introspecção doentia, mas também não alimenta a sua presunção. Devemos examinar se estamos na fé, não para encontrar o mérito em nós, para ver se a nossa fé é grande o suficiente para nós merecermos a salvação, mas para não chamarmos de conversão aquilo que nunca passou de uma opinião religiosa. A relação entre fé e obras deve deve produzir em nós uma espiritualidade profundamente humilde. Quando cremos, agradecemos a Deus por nós crermos. Quando obedecemos, nós também agradecemos a Deus. Quando resistimos ao pecado, nós agradecemos a Deus pela força que ele nos está dando. Quando servimos, agradecemos a ele. Quando perseveramos, agradecemos. A gratidão substitui a vanglória. Não dizemos: "Senhor, veja o quanto eu fiz." Dizemos: "Senhor, obrigado porque não me deixaste ser como eu estava." Não dizemos: "Minha fé me tornou digno". Dizemos: "Tua graça me levou a confiar no único que é digno." Não dizemos: "Minhas obras me garantem um lugar". dizemos: "Tu preparastes obras para que eu andasse nelas e até nisso a tua bondade me acompanhou". E isso muda também a pregação do evangelho. Quando chamamos os pecadores a Cristo, não estamos chamando as pessoas a produzirem uma grande obra chamada fé para merecer a salvação. Estamos chamando pecadores a abandonar as suas obras, a sua justiça, a sua resistência, os seus ídolos, a sua autoconfiança e receber em Cristo que Deus ofereceu gratuitamente. O chamado que nós temos, creia, não significa faça algo grande diante de Deus, significa pare de esconder-se atrás de você e venha a Cristo de mãos vazias. A fé salvadora é ativa no sentido de que vem, recebe, recebe, confia, descansa e se entrega. Mas ela é vazia no sentido de que ela não traz o pagamento. Não basta dizer às pessoas que elas precisam ter fé sem explicar em quem a nossa fé repousa e o que a fé significa. Em nossa cultura, a fé pode significar, geralmente como as pessoas usam, um otimismo, um pensamento positivo no que que vai acontecer, uma força interior que você tem ou uma crença vaga de que tudo vai dar certo no fim. Mas a fé bíblica tem conteúdo e direção. Ela repousa no Deus que revelou em que se eh se revelou em Cristo. Ele recebe o Cristo crucificado e ressurreto. Ela se curva diante do senhorio de Cristo. Ela abandona a pretensão de justiça própria. Ela confia nas promessas do evangelho. E quando dizemos que somos salvos pela fé, não estamos dizendo é que qualquer graça religiosa salva. Estamos dizendo que Deus salva pecadores pela graça, unindo eles a Cristo mediante a fé verdadeira. A salvação pertence ao Senhor. A fé não derramou um sangue por nós. A fé não ressuscitou no terceiro dia. A fé não intercede à direita do Pai. A fé não suportou a ira divina. Quem fez tudo isso foi Cristo. E, portanto, quando falamos da fé, devemos falar dela de um modo que aumente a glória de Deus, não de um modo que eh desloquei para dentro de nós. As obras, por sua vez, também precisam ser protegidas de dois abusos. O primeiro é o abuso de transformar elas na base da nossa justificação. Isso destrói a graça e só cria uma escravidão em nós. O segundo abuso é desprezar elas como se elas fossem simplesmente relevantes. E isso distorce a graça e cria uma ilusão. A graça de Deus não produz indiferentes à santidade. Ela nos educa, ela nos corrige, ela nos disciplina. Ela nos levanta, ela nos ensina a dizer não ao pecado e sim para Deus. Boas obras não são propaganda para o nosso mérito, são sinais da bondade de Deus operando em pessoas que antes viviam para si mesmas. Há um descanso profundo em saber que Deus preparou boas obras para que nós andássemos nelas. Isso significa que a obediência cristã não é um improviso desesperado. Deus não apenas nos salvou do passado, ele também nos preparou para o caminho do nosso presente. Existem pecados a abandonar, reconciliação a buscar, pessoas a amar, verdades a confessar, responsabilidade nossa a cumprir, sofrimento a suportar, disciplina a cultivar e ato de serviço a praticar cada um de nós. Nada disso é o fundamento da nossa paz com Deus. Mas tudo isso faz parte da vida que procede da paz com Deus. Quem recebeu misericórdia começa a praticar misericórdia. Quem foi perdoado, começa a perdoar. Quem foi amado primeiro, começa a amar os outros. Esse caminho não será perfeito nessa vida. O crente ainda luta, ele ainda cai, ele ainda sente desejos desordenados, ele ainda se cansa, ele ainda precisa confessar o seu pecado, ainda precisa ouvir o evangelho todos os dias. A presença da das obras na vida cristã não significa ausência de fraqueza, mas presença de uma nova vida. Às vezes essa nova vida aparece em vitórias visíveis aqui. Às vezes aparecem em lágrimas de arrependimento depois de uma queda. Às vezes aparece no ódio crescente ao pecado que ainda é está dentro de nós e antes era estimado por nós. Às vezes aparece na disposição de voltar para Cristo de novo, invés de fugir dele. Muitas vezes a graça se manifesta na perseverança humilde que nós temos. Tudo isso nos leva a uma conclusão inevitável. Deus é o autor da salvação do começo ao fim. Ele enviou o filho. Ele realizou a redenção, anunciou o evangelho, abriu o nosso coração, concedeu fé para nós, concedeu arrependimento, declarou-nos justos, adotou-nos como filho, deu o Espírito Santo a nós, preparou as boas obras para nós, opera o nosso querer e o realizar, sustenta a nossa perseverança e completará a obra que ele começou. E isso não transforma o cristão em alguém passivo, mas alguém dependente de Deus. A dependência verdadeira, ela é ativa. Ela ora porque sabe que precisa de Deus. Ela obedece porque sabe que Deus opera. Ela luta porque sabe que o pecado não é mais o seu senhor. Portanto, rejeitemos não apenas a salvação por obras externas, mas também a salvação por uma fé transformada em uma obra meritória. Não somos salvos porque produzimos algo digno diante de Deus. Fomos salvos porque Deus foi gracioso em Cristo. A fé é uma bênção de Deus para nós. A obra eh as obras são uma bênção de Deus em nós e por meio de nós. A fé nos une ao Salvador. As obras testemunham que essa união não é vazia. A fé recebe a justiça de Cristo. As obras manifestam a vida de Cristo. A fé exclui a vanglória que nós poderíamos ter. As obras confirmam que a graça não nos deixou mortos. Então, quando alguém disser: "É errado acreditar que somos salvos pelas obras", devemos responder: "Sim, é errado." Mas também devemos acrescentar o que ele disse. É errado transformar a fé em uma obra salvadora. Não somos salvos por obras menores, nem por uma grande obra chamada fé. Somos salvos pela graça, por meio da fé em Cristo. E isso não vem de nós, é dom de Deus para nós. Depois, esse mesmo Deus nos conduz em boas obras que ele preparou para nós. Porque a para que a nossa vida mostre que a graça nos alcançou. E essa é a vida poderosa e transformadora, vinda de Deus. No fim, ninguém no céu cantará a grandeza da própria fé. Ninguém vai apresentar as suas obras como preço de entrada. Todos ador adorarão ao cordeiro e toda fé será verdadeira. Toda obediência será sincera, todo fruto santo será visto pelo que sempre foram. a graça sobre graça, a obra de Deus em pecadores redimidos. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos por estar aqui hoje. Nos permita, quando nós estivermos no nosso dia a dia, a não eh nos agarrarmos como se fosse a nossa fé que nos salvasse, que nós possamos ver ela como um meio pelo qual tu leva para ti. A nossa salvação vem de Cristo e somente dele. E com isso não repousa no tamanho da nossa fé, no como que a nossa fé está naquele dia e o quanto que nós estamos sentindo e sim no que Cristo fez. que nós possamos ver isso verdadeiramente eh na nossa vida, que o nosso coração possa ver isso quando nós sentimos a tentação de achar que a nossa fé fraca e por isso nós não estamos salvos, que nós possamos olhar para Cristo e ver a minha salvação não é em nada que eu tenho, mas em Cristo que morreu por mim. Que essa seja a verdade para cada um de nós. Não seja nem as pequenas obras que nós fazermos, nem uma grande obra de fé, mas no que Cristo fez por nós. A salvação vem do que ele fez naquela cruz. Que isso possa ser verdadeiro para nós. Que nós possamos meditar dia após dia, não esquecer essa verdade, que nós vamos ter obras, sim, nesse mundo, boas obras, mas que foi conduzida por ti. Tu abriste o caminho dessas boas obras. não repousa em nós, que a nossa fé é o meio como nós chegamos a Cristo, mas não é nela que repousa a nossa salvação. A nossa salvação repousa somente em Cristo. E isso é um é uma grande esperança para nós sempre e todos os dias, em nome de Jesus. Amém. He, vamos ficar de pé, queridos. O evangelho é o que Cristo fez. A grande tentação do ser humano é sempre estar voltado para si mesmo. Essa é a definição do pecado, não é? Eh, homo encurvatos em si. E mesmo as coisas mais grandiosas que a graça de Deus faz, nós podemos distorcer. Esse é o horror do pecado. Podemos pegar a fé e transformá-lo em obra e uma obra nossa. Isso é se afastar tanto do evangelho quanto qualquer coisas mais absurdas que nós possamos apontar em desvios do evangelho. A ordem para nós é mantermos os nossos olhos fixos no autor e consumador da nossa fé. e não na nossa fé, olharmos para ele e se e sabermos que tudo que é produzido em nós é produzido pela sua graça, começando pela fé e o arrependimento. E nós só entramos na salvação com as nossas maldições. Todos nós nos desviávamos pelos nossos próprios caminhos. Chegamos na mesa do Senhor com as mãos, eu diria, vazias, no sentido de acrescentar algo, mas não vazias. Chegamos com nossas maldições, pecados, desvios, rebelião e só o sangue e o corpo de Cristo nos fizeram justos para Deus. Eu ia pedir que os irmãos entreguem os elementos da Santa Ceia enquanto nós cantamos essa comunhão que não pode ser quebrada, porque não foi baseado em algo em nós, mas algo totalmente no filho de Deus. Vamos cantar. [roncando] >> [música] [música] >> S comunhão [música] nos une [canto] a Cristo o corpo [música] e o sangue. Vamos [canto] lembrar a Santa Ceia, [música] o [canto] cálice, o pão. Em sua memória vamos tomar. Lembraremos [canto] o seu corpo a [música] sangrar. Lembraremos [canto] o seu sangue a derramar. [música] Lembraremos [canto] que era o próprio Deus [música] morrendo ali na cruz. De [música][canto] miseráveis a filhos de [música] Deus. Deus, a sua obra [canto] [música] nos transformou. Ações [canto] de graças [música] derramaremos por sua bondade [canto][música] que nos salvou. Lembraremos [música][canto] o seu corpo a sangrar. Lembraremos [canto] o seu sangue a derramar. [música] Lembraremos que era o próprio Deus [canto] morrendo [música] ali na cruz. Lembraremos [música][canto] do caminho que abriu. Lembraremos [canto] o véu que se [música] rasgou. Lembraremos [canto] do domingo [música] que Jesus ressuscitou. [canto] Em Cristo [música] há uma [canto] mesa, uma [música] comunhão, doce comunhão. [canto] [música] Vamos tomar a Santa Ceia, [canto] Santa comunhão, [música] doce comunhão [canto] em Cristo. [música] >> Bio há uma [canto] mesa, >> há uma graça sobre molhos [música][canto] para os que ele olhou. Nossa [música][canto] costuma. >> Somos a igreja do Ceia, só uma só voz [canto] [música] esperando em mim. Santa comunhão, [música] pegue o pão [canto] e o cálice a uma graça [música] sobre nós, para os que [canto] eleitos são. Nossa comunhã [música] somos a [canto] igreja do Senhor. Só corpo, [música][canto] uma só voz, esperando ele voltar. [música][canto] Santa comunhão, lembraremos o [música] seu corpo a [canto] sangrar. Lembraremos o seu sangue a derramar. [canto] Lembraremos [música] que era o próprio Deus morrendo ali na cruz. Lembraremos [música][canto] do caminho que abriu. Lembraremos do véu que [música][canto] se encaixou. Lembraremos do domingo que [música] Jesus ressuscitou. [canto] >> [música] >> Pegue o pão e o cálice, [canto] há uma graça sobre [música] nós, para os que eleitos são. Nossa comunhão. [música][canto] Somos a igreja do Senhor. Um só corpo, [canto] uma [música] só voz, esperando ele voltar. Santa comunhão. [música][canto] No. [música] Aleluia! Paulo diz: "Porque não há diferença. Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus. Nunca pense que alguém é um pecador maior do que você." Apóstolo Paulo não fez um um uma pesquisa para dizer: "Eu sou o principal dos pecadores". Ele conhecia o coração dele e não conhecia o coração de mais ninguém. E ele sabia que não há diferença. Não há diferença em como somos salvos. Portanto, não podemos dizer que os nossos pecados são menores do que o de outra pessoa. Cristo tomou o cálice do pecado de todos os eleitos. Nenhum de nós contribuiu menos com a miséria do cálice de Cristo. Todos nós igualmente enchemos aquele cálice. Todos nós igualmente trouxemos maldições, iniquidades que caíram sobre ele. Só poderíamos dizer que foi diferente mesmo se quiséssemos criar uma uma escala de iniquidade e dizer que nós contribuímos menos com a ira naquele cálice, mas isso não nos faria amar mais a Cristo, porque quem muito foi perdoado, muito ama. Queridos, um homem que realmente vê, não é um chavão, né? Um homem que realmente vê o seu próprio coração e diz: "Eu sou o principal dos pecadores", ele é um homem que necessariamente ama Cristo profundamente. Porque como Jesus disse, quem muito é perdoado, muito ama. Nós queremos ser pessoas que muito amam. Para isso, precisamos realmente ver, sentir de que não existe um pecador pior do que nós no mundo. Portanto, não há uma salvação maior do que aquela que nos atingiu. Um corpo foi partido não de um mero homem, mas do homem Deus. Paulo fala que nós fomos comprados com o sangue de Deus e não havia nada que pudesse cobrir as nossas iniquidades. Pai, nós te agradecemos, ó Deus. Tudo flui daquilo que Cristo adquiriu para nós. Porque o que merecíamos, a não ser, senão Pai, a a ira da fúria infinita, como o Apocalipse diz. Mas Senhor Pai, nosso perdão não é algo barato. Ele foi comprado com o sangue do teu filho. Mas nosso arrependimento também. A nossa fé, Senhor Pai, foi comprada pelo sangue do Teu filho. E todas essas bênçãos espirituais não estão localizadas em nós, estão localizadas em Cristo. E nós estamos em Cristo e Cristo em ti. essa santa comunhão que nós, ó Deus, por graça infinita, entramos contigo, ó Deus, com o Pai, Filho e Espírito, transbor em amor entre nós, ó Deus, e em nosso amor totalmente centrado em ti, em tudo que tu fizeste em e por causa do teu filho em nossas vidas. que nós realmente, Senhor Pai, quando tivermos, ó Deus, diante de ti, cada instante da vida, a gente saiba que tivemos que passar por um corpo partido, ó Deus, e que aquele partir, aquele horror não é simplesmente, senhor, pai, eh, uma tragédia, uma desgraça. É que nós, nós mesmos, colocamos, Senhor, Pai, uma quantidade infinita de ira naquele cálice que ele tomou. Então, haja gratidão, ó Deus, louvor e uma vida paraa glória daquele que se entregou por nós. Em nome de Jesus, comamos todos do pão. Um filho de Deus nunca deve ficar sem sem participar da ceia do Senhor. Ele não deve dizer: "Ah, eu estou com este problema aqui, eu com aquele, então eu não participarei". A Bíblia nunca diz isso. Diz [tosse] que você se examina. Você examina o seu rancor diante da misericórdia de Cristo na cruz e então você o abandona. Você é constrangido por aquele amor a pensar como eu não perdoarei? Quando a pessoa não toma Santa Cia, por exemplo, quando ela tá com problema com alguém, ela está dizendo: "O amor de Cristo não me comoove, não me constrange. Eu sinto mais prazer no meu rancor do que na graça dele para mim." Isso pode ser aplicado a todas as outras coisas. A comunhão da Santa Ceia, somos nós dizendo que não há nada belo em nós, não há nada puro em nós que não precise desse sangue. Portanto, nós não desejamos nada além dessa beleza. o poder para viver para a glória de Deus, para perdoar, para confessar, para abandonar, confiando somente no poder que flui da nova aliança, do sangue, do novo coração que ela comprou para nós, maleável a Deus, porque a verdade dele foi escrita em nossos corações. Nossos corações são de carne, não mas de pedra. Ó Deus, há poder infinito no sangue do teu filho amado. Se tivéssemos, Senhor, Pai, se fosse possível sermos ainda mais pecadores do que somos, ainda assim, ó Deus, haveria, ó Deus, eh méritos suficientes para cobrir, ó Deus, bilhões de mundos cheios de pecadores. Então, Senhor Pai, o sangue do teu filho purifica todos os seus eleitos para que eles cantem a glória da sua graça, não só agora no tempo, neste mundo caído, cheio de lágrimas e escuridão. É boa a oportunidade maravilhosa de exaltarmos Cristo num contexto tão oposto a todo o teu caráter, mas nós ansiamos para em breve estarmos reunidos, ó Deus, todos nós tendo lavado as nossas vestes no sangue do cordeiro e diante de ti, ó Deus, estando sendo apresentados santos, imaculados, exatamente como o teu filho é em seu caráter santo. Nós te agradecemos, ó Deus, pela única coisa que nos coloca diante de ti, sem estar debaixo da maldição, o cálice que o teu filho bebeu. Em nome de Jesus. Amém. Tomemos todos do cálice. Ou somos filhos de Deus ou somos filhos da ira. Não há um lugar intermediário. E não é que um filho da ira não pode deixar de ser um filho da ira. Não pode, né? Mas a questão não é essa. É que um filho da ira não quer deixar de ser. A mente dele é inimizade contra Deus. E só o Espírito Santo pode vencer essa inimizade, abrir nossos olhos e mostrar Cristo. Vamos cantar. Deus, tu deste a mim [música][canto] vestes de louvor. Um com Cristo hoje sou. [música] Livre em ti eu sou [canto] culpa [música] e temor. Em Cristo já se foi. >> [música][canto] >> i filho foi longe [música] de ti vivi, [música] mas tua graça me alcançou [canto] hoje. [música] Em ti estou. >> [música] [música] >> Antes de eu nascer, [canto] escolheste [música] a mim. Teu amor [canto] venceu. [música] Então renasci em ti eu [canto] sou. [música] Tua vida. Flui em mim seirá [música][canto] um filho mãe. Longe de ti [música] vivi, mas tua graça me [música][canto] alcançou. Hoje em ti estou. [música] te darirá [canto] um filho [música] foi longe deste, [música] mas tua graça [canto] e alta eu sou longe em [música] Estou. [música] Eu [música] fui [canto] liberto [música] do poder do pecado. [música] Eu fui liberto [música] e posso [canto] viver para Deus. Fui justificado [música] pelo sangue. [música] [música] Deus me deu a liberdade. Vou viver só para Deus [música] Oh [canto] oh oh [música] [canto] oh oh oh [música] oh oh [música] oh oh Oh, [música] justificado [música] por tua graça, sou Deus e [música][canto] poderá mear. Amor sem [música][canto] fim em ti eu conheci. Em tiver [música] justificado [música] [canto] por graça, sou Deus quem [música] poderá me condenar. [canto] A [música] sem f eu conheci [música] em ti eu [canto] viver. Em ti [música] eu vou viver. Viver em ti, [música] eu vou viver em ti. Em ti [música] eu vou viver. >> [música] >> Em ti teu poder. Ti [música] seu poder. [música] Se da ira [música][canto] um filho. >> [música] >> longe [canto] de ti vivir, mas tua [música] graça [canto] me alcançou. [música] Hoje [canto] em ti estou. >> Aleluia. Aleluia. E nós mesmos, queridos, só teríamos maldições, mas estamos em Cristo. E o Pai agora olha pro Filho, diz: "Esse é meu filho amado, em quem me compra". E quando diz isso, vê todos nós em Cristo e se comprais em nós. Obrigado, Deus. Leve-nos na tua paz. que haja em nosso [roncando] coração o desejo de estarmos juntos ouvindo, meditando na tua palavra, celebrando o teu nome, celebrando, Senhor Pai, o evangelho, Senhor Deus, e Deus colocando cada vez mais, Senhor Pai, qualquer pretensão humana, Senhor Deus, ali de joelhos, debaixo, Senhor Pai, aos pés da cruz, para que, Senhor Deus, toda a glória, Senhor Deus, flua pena, Senhor Deus, daquele daquela sexta-feira pela qual o mundo foi feito para mostrar a glória da sua graça por toda a eternidade. Nós te agradecemos em nome de Jesus. >> Amém. Amém. E que os irmãos sigam na paz do Senhor. >> [roncando]