Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

Culto – Manhã de Domingo 27 de Setembro de 2026 em Jardim da Luz

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Culto – Manhã de Domingo 27 de Setembro de 2026 em Jardim da Luz

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Legendas automáticas:

Que Deus nos conduza esta manhã, irmãos
distantes que estão pela internet,
nossos corações estejam
Unidos. Vou pedir João que ore ao
Senhor. [roncando]
>> Senhor Deus, obrigado pela tua graça,
Deus, que nos traz a tua presença toda
vez. Obrigado, Deus pela tua fidelidade
que não muda. Obrigado, Pai, porque nós
podemos entrar na tua presença
confiantes, meu Deus, de que a tua ira
não está mais sobre nós, porque ela foi
derramada sobre Teu filho. Que isso
possa nos encher, meu Deus, de
confiança, de gratidão, meu Deus. E que
nós possamos desfrutar, meu Deus, eh,
dessa comunhão. Pai, é maravilhoso
pensarmos
que a tua disposição para conosco, meu
Deus, é uma disposição amorosa, uma
disposição benéfica, meu Deus, que a tua
disposição para nós é nos abençoar, é
nos agradar, nos encher, meu Deus, de
alegria. Mas é também terrível pensar
que tantas vezes a nossa disposição
contrária a isso, que a nossa
disposição, meu Deus, é rebeldia, que a
nossa disposição é indiferença, que a
nossa disposição, meu Deus, é
ingratidão. Nós queremos te pedir, meu
Deus, que o nosso coração esteja
preparado para desfrutar da comunhão,
Pai. Que tu possas nos livrar, meu Deus,
das nossas distrações, dos nossos
pecados, das nossas impenitências, das
nossas dúvidas, da nossa incredulidade,
para que possamos entrar na tua
presença, meu Deus, e desfrutar do teu
favor, desfrutar do teu amor, desfrutar
da tua graça, desfrutar, meu Deus, da
tua bondade. Leva-nos a tua presença
nessa manhã. Encha, meu Deus, os nossos
corações e os nossos lábios de louvor. E
abençoa a tua igreja, meu Deus, reunida
nesse lugar aqui, reunida, meu Deus, por
todo mundo. Eh, por graça, por Cristo,
meu Deus, nos abençoe nessa manhã. Amém.
>> Amém. Amém.
Em Jeremias 17:17, o profeta diz: "Tu és
a minha esperança no dia da
adversidade."
Nós não nos reunimos para falar sobre
Deus, uma falar sobre um aspecto do
caráter de Deus. Nós nos reunimos como o
povo de Deus para ter comunhão com Ele
diariamente. O que nós buscamos é
comunhão com Deus, não apenas aprender
sobre coisas a respeito de Deus. Nós
sabemos que é possível você eh ouvir
sermões, estudos e você mesmo estudar e
saber tudo sobre a paz de Deus, mas não
ter comunhão com Deus e desfrutar da sua
paz, o que é totalmente inútil por fim,
porque o que vale no final do dia não é
fazer uma prova para sabermos se nós
sabemos muito sobre a paz de Deus.
Jeremias tá dizendo: "Tu és a minha
esperança no dia da angústia, no dia da
calamidade,
no dia da aflição.
Porque se Deus fosse a minha esperança
nos bons dias, eu não sei se eu tenho
realmente esperança em Deus ou nas
coisas que estão funcionando.
Então, se eu tenho paz quando tudo está
bem, eu não sei se eu tenho paz
realmente em Deus.
Se eu digo que me glorie na esperança da
glória de Deus, mas então nas
tribulações a esperança se vai, então eu
não tenho esperança em Deus.
E o propósito é que a genteente possa
desfrutar Deus. Nós viemos aqui e
vivíamos para desfrutar Deus. Desfrutar
Deus é desfrutar da sua paz, do seu
amor, da sua santidade, da sua beleza.
Então, o que nós chamamos de prova na
vida, a eh ela vai aferir se realmente
eh nós estamos onde achávamos que
estávamos, não é? Então, a gente acha
que entende muito de determinada coisa e
alguém lá, um professor aplica uma prova
a gente e a gente descobre que a gente
era muito mais ignorante do que do que
imaginávamos,
não é? E sem aquilo a gente ia ficar ali
achando que realmente sabia. Nada do que
Deus deixa a gente viver é para ele
descobrir algo sobre nós, mas para nós
conhecermos nossos próprios corações.
Se eu acho que eu sou uma pessoa eh que
a graça de Deus
molda meu coração, mas no dia que alguém
me ofende, eu não consigo perdoar, então
eu nunca eu não tive comunhão com o
coração perdoador de Deus. Eu sabia
falar a respeito disso.
É exatamente no dia da aflição é que a
esperança se mostra verdadeira.
Se tudo que eu sei sobre confiar em Deus
não serve no dia em que acontece coisas
que a ansiedade dominaria, então eu não
conheço, não tenho comunhão com Deus
naquilo. Ah, eu sei a respeito daquilo.
Como posso saber coisas a respeito?
de um uma pessoa famosa que mora do
outro lado do mundo, mas que eu leio
bastante na internet e sei muitas coisas
a respeito daquela pessoa sem realmente
conhecê-la.
E nós devemos conhecer e prosseguir
conhecendo Deus. Assim, nós simplesmente
pensarmos se hoje entendemos mais sobre
as doutrinas. Quando acontece comigo o
que acontecia há 5 anos atrás, a minha
reação é mais pacífica.
No dia da aflição, eu sinto mais
esperança.
No dia da angústia, eu encontro descanso
em Deus. As coisas lindas que às vezes
sai da boca dos profetas são em dias
muito escuros.
Imagine se você visse Campo Grande com
uma quantidade grande de corpos
espalhado pelas ruas. A maior parte da
cidade do Rio de Janeiro queimada e
corpos para todo lado. Então foi num
ambiente assim que Jeremias diz: "As
tuas misericórdias se renovam a cada
manhã. Grande é a tua misericórdia".
A gente talvez nunca viva um dia tão
escuro quanto aquele de Jeremias, mas se
as misericórdias de Deus se renovaram
para ele naquela manhã, então você vê
quão poderosas
e maiores elas são. O que nós buscamos
hoje é comunhão com Deus.
para poder exatamente
a vida real estar cheia dele.
Então eu
tu és a minha esperança no dia da
calamidade.
A gente só pode ter isso se o Espírito
Santo transformar
o ensinamento que é a lenha que é
colocada em nossa mente,
levar pra fornalha do nosso coração e
queimar isso dentro de nós,
transformando realmente em afetos
poderosos de amor, paz, graça
e comunhão profunda com Deus. Ele é tudo
o que ele diz que é, mas só para aqueles
que estão experimentando todas essas
coisas no único lugar onde nós as
encontramos. Todas as bênçãos
espirituais estão em Cristo, nas regiões
celestiais.
Vamos louvar.
Dois, três.
[música]
Em Cristo estou
e [música] espero. [canto]
Ele é minha luz, [música] minha força
e paz.
A rocha [canto] é
onde [música] eu estou.
Nele para sempre [música] eu sou [canto]
de Deus.
Profundo amor, [canto]
graça [música]
sem fim.
Em meio à dor
me [música][canto] toma.
Consolador
meu tudo [música]
é.
Nele eu estou em [música][canto] paz
com Deus.
[música]
>> [música]
>> Em Cristo estou
e vivo [música]
para este mundo morto
estou,
pois [música][canto] seu amor
me inundou.
Vind [música] est só [canto]
Jesus,
pois lá na cruz
ele morreu.
Em meu lugar [canto]
[música]
se entregou.
Para sempre [música]
estou
seguro.
[música] Na graça estou não mais na lei.
[música]
Seu corpo
deixou rasgar
com o seu sangue. [música][canto] E
lavou
seu reino e [música]
justiça. [canto]
Eu [música] neste mundo buscarei.
[música]
Vencerei, [canto]
pois
sou [música] filho de Deus.
Para sempre eu
descansarei [canto]
[música]
no que Jesus já fez
por [música] mim.
Em Cristo [música] estou
[canto]
fixa
eterna. [música]
Ele é só [canto] dele. Posso
descansar. [música]
[canto]
Em [música] Cristo estou. [canto] Não
vou dever rocha [música]
eterna.
[canto]
Ele é só [música] dele. Posso
descansar.
Em glória [música][canto]
eu
devestarei.
Cristo [música][canto] é o meu destino
e eu [música][canto] me
afas.
Contemplarei, [música][canto]
meu Deus,
teu rei. [música] Os anos [canto] vão
passar sem ti.
Eu louvarei [música][canto]
para sempre em ti
ao redentor, [música]
filho de Deus. [música]
Cristo Jesus, o rei
do [música][canto] Deus.
Cristo Jesus, [música]
o rei
do rei.
[música]
Cristo Jesus, o rei
do [música]
[música]
Aleluia.
>> [aplausos]
>> É isso. A verdade Deus se transforma em
adoração
quando as afeições são produzidas pelo
Espírito Santo em nossos corações.
Aleluia.
[música]
Eu
[música]
[música] sou senhor, teu Deus.
À tua frente [música][canto]
vou.
Eu ao teu lado,
ao teu [música][canto] redor estou.
A tua [canto]
respiração [música]
diz o quanto perto [música]
estou.
Não compreendemos.
>> [música]
>> Mas contigo [canto] o amor
é
[música]
o Senhor tua
>> [música]
>> Nenhum malar.
Eu firmarei [música]
teu coração.
Vem, descansa em mim.
[música][canto] O veja fé crescer.
Levante agis. [música][canto]
[música]
Eu te escolhi. [música][canto]
Eu te chamei.
[música]
>> Eu te chamei. Vem [canto] para mim.
So
[música] ti
eu te escolhi. Eu te [canto] escolhi.
Eu te [música] chamei.
>> Te chamei. [canto] Vem para mim. Sou
vindo em ti.
>> Eu sou tua [música] força.
Tua rocha fiel.
>> [música]
>> na [canto]
aflição. [música]
Eu sou para o vento [música]
e nas
[música]
[canto]
Eu sou Cristo
[música] e contigo [canto]
ou eu te
[música]
chamei. Vem,
vem para [música] mim
em ti.
Eu te [música] escolhi,
eu te chamei. [canto]
[música]
Vem para mim vida [música]
em ti.
>> [música]
[canto]
[música]
>> Oh
[canto]
[música] laрана.
>> [música]
[música]
>> Pega teus olhos,
olhe [música] para mim.
Você verá [canto]
que nada [música] vai te abalar. Eu
[música] vou [canto] estar contigo
como prometi.
[música] Não tenha medo agora,
só olhe [música]
para mim.
Hum. Na minha [música] palavra
tu verás que eu sou.
Isso [música] bastará
ou vem a mim.
Eu sou tudo [música] em ti.
Eu sou vida dos olhos. [música]
O caminho. Eu sou. [canto]
Sou [música] bem prometido.
Ouviste
sou. [música]
Eu sou uma força.
A tua rocha fiel. [canto][música]
Deus
[música]
na aflição.
[música]
Eu sou meu
e [música][canto]
eu sou [canto] Cristo
[música]
como eu te [música]
chorei, [canto]
eu te chamei.
a [música] mim
em ti.
Sim, eu [música] sei,
eu te chamei.
>> [música][canto]
>> Vem para mim. Sou vida [música] em ti.
[música]
[aplausos] Que diferença, né, queridos?
é todo construído sobre as palavras de
Jesus, dizendo: "Vinde a mim, vocês que
estão cansados, olhe para mim. Eu sou a
vida, eu sou a ressurreição."
Tem aquelas famosas frases em João do Eu
Sou em vários lugares, né? Eu sou a luz,
"Eu sou a água da vida". E você vê a
diferença, né? Jeremias, os grandes
homens de Deus, eles vão dizer sempre:
"Olha, no dia da angústia eu olho para
ti.
Na aflição eu olho para ti. Tu és a
minha esperança." Mas quando Jesus fala,
"Ah, que diferença, ele não diz eh para
você olhar para algum lugar, ele diz:
"Vem a mim. Eu sou a ressurreição.
Eu sou a vida. Eu sou a esperança, eu
sou o caminho, eu sou a verdade.
Eh, são declarações
eh diretas do que ele é, dos recursos
infinitos que ele tem. Eu já escrevi por
aí que quando você esver no vale, não
olhe para o vale, olhe para o pastor,
mas normalmente não é o que faz, porque
a gente não olha para Cristo neste mundo
com os olhos físicos, não é?
Isso quer dizer que quando nós estamos
em lugares escuros, nós trazemos toda a
verdade de Deus pro nosso coração
e começamos a olhar para Cristo como a
vida, como a paz.
O que ele falou: "Não se turbe o vosso
coração. Credes em Deus."
E à medida que nós vamos enchendo nossa
mente, fazendo como Hebreus disse,
olhando para o autor e consumador da
nossa fé, o espírito vai trabalhando,
porque o espírito trabalha nos mostrando
a glória de Deus na face de Cristo. Mas
como as pessoas fazem nas vezes, como
nós fazemos, estamos com um problema e
ficamos com aquele problema na cabeça
girando, pensando em mil soluções ou
1000 maneiras que aquilo vai dar errado.
Aí eu tenho o quê? Medo, ansiedade, elas
crescem. Depois eu digo: "Ah, mas é, não
tá funcionando. Deus não tá me dando
paz.
Se eu passo o tempo todo aterrorizado e
estudando vale escuro, eu queria o quê?
No vale eu olho para o pastor, eu trago
o pastor para minha mente, olho para os
seus as suas seus passos, me sinto
seguro nele. Então minha mente de
propósito, não é? Eu, a minha mente
levada cativa
a Cristo e fica ali. Até que a visão
dele de glória em glória vai me
mostrando algo maior da sua paz, a sua.
Mas se eu olho pro vale, então essa
verdade que ele tá dizendo, vem a mim.
Quando você tiver assim, vem a mim, olhe
para mim.
Eh, lembre das minhas palavras. Lembre
que eu não posso mentir. Lembre que eu
estive morto e ressuscitei.
É assim que a palavra vai se tornando
essa realidade tremenda
em nossa alma. [roncando]
Pega sua oferta nesta manhã.
Deixa eu ver aqui meu bolso, senão eu
vou botar um carv de lol
na oferta.
As não,
>> às vezes, né, o pessoal vai ver lá a
oferta, aí tem lá um remédio, um troço.
Pai, nós te agradecemos
pela tua graça em nossas vidas.
Ó Deus, mais uma semana se passou e
estamos no primeiro dia da semana.
Nastamos, Senhor, Pai, algo que não
podemos recuperar.
Não podemos recuperar o tempo. Deus nos
ensine a remir o tempo, aproveitar a
oportunidade, Senhor Pai, nada pode nos
devolver o tempo que ficou para trás.
Mas se um dia queremos dizer no final
que combatemos o bom combate com essas
palavras falando do passado, o nosso
passado tem que ser um passado de
combates. Deus, se Paulo não tivesse
combatido contra todas as coisas que se
levantam contra
se deleitar em ti, então ele não poderia
dizer que ele combateu no passado algo
que ele não fez. Se nós queremos dizer
no fim, Senhor Pai, que combatemos um
combate, temos que estar combatendo
hoje. Nós possamos combater, Senhor Pai,
ô Deus, o
orgulho, o ego, ó Deus, ah, a confiança
em falsas, em falsos deuses, Senhor Pai,
a confiança no dinheiro, na saúde, na
capacidade humana,
ó Deus. E realmente, Senhor Deus,
levemos todas as coisas em todas as
áreas cativas à suficiência de Cristo
para que, Senhor Pai, nada nos aprisione
neste mundo e na hora de partirmos,
Senhor Pai, nossa mão não esteja fechada
em nada. que tudo que tu nos deres,
Senhor, ó Pai, todos os o sustento, a
família, ó Deus, eh, casamento,
filhos, irmãos,
ó Deus, igreja, que todas essas coisas a
gente segure, Senhor Pai, com uma mão
leve, porque em breve teremos que
deixar, Senhor Pai, que nós só estejamos
agarrados realmente, Senhor Deus, à orla
dos mantos de Cristo. E que, Senhor Pai,
a nossa esperança seja, Senhor Pai, em
breve, em vez de ver só a orla, vermos,
vermos a face de Cristo, Senhor Pai,
vermos Teu filho face a face para então
sermos glorificados no mesmo corpo, ó
Deus, glorificado do seu filho que é o
primogênito entre os mortos.
Que até lá, Senhor Pai, olhar para ele
aqui, Senhor Deus, seja suficiente para
vivermos para ti e consagrarmos tudo que
somos e temos a tua causa, a tua glória
de proclamar a tua beleza em Cristo no
poder do espírito, em nome de Jesus.
Amém. Vamos ofertar dizimar nesta manhã.
[roncando]
Enquanto cantamos a suficiência do nosso
pastor, เฮ
[música]
>> [música]
>> Se [canto] as águas
[música]
me cercam,
tu estarás comigo, Deus.
[música]
Se o fogo [música]
me alcançar, [canto]
Pai,
[música]
estarás comigo [canto]
ali.
[música]
Sim, [canto] no vale da morte,
não [música][canto] temerei.
És o meu pastor,
eu não temerei. [música]
[canto]
Sempre estás comigo. [música]
Sempre tu me guias.
És o meu pastor,
>> eu não [música] temerei.
>> Sempre [canto] estás comigo.
Sempre tu me [música] guias.
>> [música]
>> Se a tristeza [canto]
chegar, Pai, [música]
a tua graça [canto]
bastará.
Se a [música] morte de [canto] Deus
cobrir a minha vida,
meu [música] abrigo, [canto] tu será.
Na [música] fraquezas [canto] minha
força,
porque [música]
eu temerei.
És [canto] o meu pastor,
eu temerei. [música]
Sempre [canto] estás comigo.
Sempre tu me guias. [música][canto]
És o meu pastor,
eu não temerei. [música]
Sempre [canto] estás comigo,
[música] sempre tu me guias.
És minha rocha, [canto]
me guardas, [música]
me toas em tuas mãos.
Tuas graças [música][canto]
me cobrem.
Aqui eu temerei. [canto]
És [música] minha rocha, me guardas,
me tomas [canto]
em tuas mãos. Tuas asas [música] me
cobrem
a que eu temei.
Só tu [canto] és
a minha. Minha [música] força,
meu refúgio eterno. [canto] Deus,
[música]
só [canto] em ti
a paz eu encontro, [música]
pois só tu [canto] és o meu Deus, és o
meu pastor. [música]
Eu [canto] não temerei.
Sempre estás comigo. [música]
Sempre [canto] tu me guias.
[música]
És o meu pastor,
eu não temerei. [música]
Sempre [canto] estás comigo.
Sempre tu me [música] guias.
És o [canto] meu pastor,
eu não temerei.
Sempre estás [música][canto]
comigo,
sempre tu me guias.
És o meu pastor,
[música] eu não [canto] temerei.
Sempre estás comigo.
Sempre [canto]
tu me [música] guias.
És o meu pastor,
eu [música] não temerei. [canto]
>> Sempre estás comigo, [música]
sempre tu [canto] me guias.
És o meu pastor,
eu não temerei.
Sempre estás comigo. [música]
Sempre tu me [canto] guias.
>> [música]
[aplausos]
>> Obrigado, Deus. Nos ensine a descansar
em ti.
Amém. Amém. Os irmãos podem se assentar.
Eh, bom dia, irmãos. Eu gostaria de
chamar
a irmã Daisy e o pessoal do departamento
de Libras.
>> Mãe, aquilo ali também.
Aquela caixinha
ox
minha mente
Gente,
você
então, eh, no dia 26 de setembro é
comemorado o dia do surdo.
Então nós preparamos uma surpresinha,
surpresa
paraa Nicole e pro Daniel que são nossos
irmãos.
OK? Então pode passar o vídeo, por
favor.
Todo eleito tem valor igual diante de
Deus, pois ele é o criador de todas as
pessoas com suas diferentes
características.
Com base na necessidade de melhorar a
comunicação e evangelização dos nossos
irmãos surdos, em março de 2023 surgiu o
primeiro curso básico de Libras de
Jardim da Luz. E cada registro guarda um
sorriso e um momento inesquecível.
Êxodo 4:11 diz: [música] "E disse-lhe o
Senhor: "Quem fez a boca do homem ou
quem fez o mudo ou surdo ou o que vê ou
o cego, não sou eu, o Senhor?"
Então, aos que aceitaram o chamado,
pequenos instantes se tornaram grandes
lembranças no nosso dia a dia. [música]
E para a glória de Deus separamos um
momento para celebrar o setembro azul. E
são várias datas comemorativas para os
surdos e intérpretes. 21 [música] de
setembro, Dia Nacional de Luta da Pessoa
com Deficiência,
23 de setembro, Dia Internacional das
Línguas de Sinais,
26 [música] de setembro. Dia nacional do
surdo e 30 de setembro. Dia
internacional do surdo e dia nacional do
tradutor e intérprete de livros.
aos nossos irmãos Nicole [música] e
Daniel
e também a todos que participaram,
participam.
e dividem conosco a tarefa de levar o
verdadeiro evangelho em língua de
sinais.
nossas [música] orações
e ações de graça.
Amém. Amém.
Muito queridos, muito amados,
nós somos eh iniciantes ainda na língua
de sinais, mas nós tentamos fazer o
melhor para que os nossos irmãos
consigam acompanhar com a igreja as
mensagens, que eles consigam entender
melhor o evangelho, porque nós vivemos é
pra glória de Deus, não é? E Deus é mais
importante do que qualquer coisa. Então,
por que não nós nos esforçarmos para
levar para Daniel e Nicole a palavra de
Deus em Libras? Então, nós preparamos
uma surpresinha.
Além disso, tem presente
aqui, Nicole e Daniel,
parabéns.
Feliz dia do surdo.
Mas
como as colegas também vão comemorar o
seu dia, também tem presentinho para
elas.
Muito obrigado
aqui também.
>> Deixa eu te ajudar. Deixa eu ajudar.
E
>> que lindo,
Obrigada.
Eu
gostaria que a igreja junto conosco eh
fizesse uma oração
para para
que a gente possa melhorar os nossos
conhecimentos,
que o Daniel Nicole cresçam na fé, que
eles sigam junto com a gente, né? E quem
sabe no futuro a gente possa ter dois
pregadores do evangelho genuíno surdos,
não é?
Amém.
Então, oremos.
Senhor, nosso Deus e nosso Pai, graças
te damos por esse momento especial.
Graças te damos pela comunhão, Senhor,
que temos na nossa igreja.
Eh, Jardim da Luz acredito que é uma
família para todos e não poderíamos
deixar de lembrar dos nossos irmãos
Nicole e Daniel e também de valorizar as
pessoas que com tanto carinho, com tanta
dedicação, têm reservado um momento para
interpretar para eles as mensagens, a
EBD e Senhor que tudo seja paraa tua
glória. Glória, que nada seja para nós,
que apenas para tua glória. Abençoe,
Senhor Deus, a vida do nosso pastor,
eh, dos nossos pastores, né? E que nós
sigamos, Senhor Deus, eh, com os olhos
voltados para para Cristo, vivendo para
Cristo. E é isso que eu peço em nome de
Jesus. Amém.
>> [aplausos]
>> Hoje eu queria meditar com vocês sobre
um erro que em geral a igreja quando
olha geralmente as pessoas falando
de uma maneira mais ampla, ela consegue
reconhecer com facilidade aquele erro.
Quando alguém diz, por exemplo, para
você que ela é salvo porque ela é uma
boa pessoa, porque ela ajuda os outros,
porque ela frequenta a igreja, porque
ela não comete pecados visíveis e porque
ela pratica certos atos religiosos, logo
nós conseguimos saber que aquilo tá
errado e combater aquela coisa que a
pessoa está falando. A Bíblia é clara
demais para deixar esse ponto aqui em
dúvida. Eu acredito que todos nós aqui,
quando escutássemos isso, íamos ver que
a pessoa estava errada quando ela está
falando.
Ninguém vai ser aceito diante de Deus
com base nas suas próprias obras. E nós
todos sabemos disso. Nenhum ser humano
vai ter obediência o suficiente, uma
pureza o suficiente, uma justiça
suficiente ou um mérito suficiente para
se apresentar diante de Deus e dizer
assim: "Olha, eu fiz a minha parte.
Agora o Senhor deve me receber por conta
disso. Esse caminho está fechado. Nós
sabemos que ele é errado e está fechado
não porque Deus seja injusto, mas porque
nós somos pecadores.
Mas existe um erro mais sutil que é
acaba sendo a mesma coisa. A pessoa
entende que ela não é salva pelas obras.
Ela não vai falar isso. Ela rejeita a
ideia de comprar o favor de Deus com a
moralidade dela, com a religião que ela
pratica ou com os sacrifícios pessoais
que ela pode ter. Ela sabe dizer que a
salvação é pela graça, mas sem perceber
ela transfere o peso da confiança para
outras coisas que existe dentro dela,
pessoa. Ela deixa de dizer: "Deus me
aceita porque eu faço boas obras".
E ela começa a pensar, Deus me aceita
porque eu tive fé. A fé, então, nesse
momento, deixa de ser um instrumento que
recebemos em Cristo e passa a ser
tratada como uma grande obra espiritual
que você tem. A pessoa já não se gloria
mais nas obras das mãos dela, mas começa
a se gloriar na obra do coração dela. E
esse é um ponto delicado, porque a
Bíblia realmente ensina que somos salvos
por meio da fé. Então a pessoa
normalmente acaba ficando sem argumentos
se alguém falar alguma coisa dessa para
ela. Não devemos diminuir a fé ou
desprezar a fé ou falar como se fosse
algo sem importância. Sem fé ninguém
recebe Cristo. Sem fé ninguém descansa
nas promessas de Deus. Sem fé ninguém
abandona a justiça própria para se
apegar à justiça de Cristo. Mas
precisamos entender o lugar correto da
fé. A fé não é o nosso Salvador. Cristo
é o nosso Salvador. A fé não é o
fundamento da nossa aceitação diante de
Deus. Cristo é esse fundamento. A fé não
é uma moeda que nós entregamos a Deus em
troca do nosso perdão. Quando nós
confundimos isso, trocamos uma forma
grosseira de salvação por obras, por uma
modo de salvação, mas refinada, mas com
a mesma doença.
Antes a pessoa confiava no seu próprio
comportamento, nas coisas que ela
poderia fazer. Agora ela confia na
capacidade dela de crer. Antes dizia,
ainda que sem palavras, minhas obras me
tornam aceitável diante de Deus. E agora
o que que ele diz? Minha fé me torna
aceitável. Mas nos dois casos, o coração
ainda está olhando para si mesmo. O
evangelho não nos chama a trocar uma
confiança humana por uma confiança
humana mais religiosa. O evangelho nos
chama a abandonar toda a confiança que
nós temos em nós mesmos e olhar para
Cristo. A fé verdadeira não se contempla
no espelho, ela olha para fora, ela olha
para o filho de Deus. O apóstolo Paulo
escreve o seguinte: "Pois vocês são
salvos pela graça, por meio da fé, e
isto não vem de vocês, é dom de Deus,
não por obras, para que ninguém se
glorie, porque somos criação de Deus
realizada em Cristo Jesus para fazermos
boas obras, as quais Deus preparou antes
para nós as praticarmos."
Essas palavras precisam governar todo o
nosso entendimento sobre salvação, fé e
obras. Paulo não diz apenas que somos
salvos pela fé. Ele começa dizendo que
somos salvos pela graça. A fonte da
nossa salvação está em Deus e não em
nós. A causa primeira não é a nossa
decisão,
nossa sensibilidade espiritual elevada,
nossa disposição moral ou nossa
percepção da verdade. A causa primeira é
a graça de Deus. Antes de haver fé em
nós, houve a graça nele. Antes de de
haver a nossa resposta humana, houve
misericórdia divina. Antes de haver
qualquer movimento da alma em direção a
Cristo, houve o propósito bondoso de
Deus de vir a pecadores mortos. A
expressão pela graça corta a raiz da
nossa vanglória. Graça é um favor e
merecido. Graça é Deus. tratando
pecadores, não conforme o pecado, o
pecado e por conta do que eles merecem,
mas conforme a riqueza da sua
misericórdia em Cristo. Graça não é um
salário que nós temos. Graça não é um
prêmio que nós temos. Graça não é um
reconhecimento pelo bom desempenho
espiritual que você teve na última
semana. Graça é o favor livre, soberano
e merecido e eficaz da parte de Deus.
Quando a salvação é colocada nesse nesse
terreno,
toda tentativa de orgulho começa a ruir
dentro de nós. Se fui salvo pela graça,
não posso dizer que a origem da minha
salvação está dentro de mim.
Não posso olhar para outro pecador
perdido e pensar que a diferença final
entre eu e ele está na inteligência,
está na sensibilidade espiritual, está
no meu coração que é mais disposto que o
dele ou na minha fé produzida por mim
mesmo. A diferença está na misericórdia
de Deus. E Paulo continua dizendo que
somos salvos por meio da fé. Isso mostra
que a fé para nós é necessária. Deus não
salva uma pessoa mantendo ela na
incredulidade.
Ele não une alguém a Cristo sem que essa
pessoa venha a confiar em Cristo. A fé é
o meio pelo qual recebemos o Salvador,
descansamos nele e abandonamos qualquer
esperança em nós mesmos. Mas a fé é o
meio. Ela não é o fundamento meritório
da salvação. Existe uma diferença
profunda entre aquilo que nós que recebe
e aquilo que merece. A fé recebe. Cristo
é que merece. A fé se apropria do que
Cristo conquistou. A fé olha e Cristo
salva. A fé descansa porque Cristo
realizou aquilo. A fé não acrescenta
valor à obra de Cristo. Como se a cruz
precisasse de um complemento vindo do
nosso coração para acabar o processo. A
fé simplesmente reconhece que não tem
nada para oferecer e se lança naquele
que ofereceu tudo. Por isso Paulo
acrescenta assim: "E isto não vem de
vocês, é dom de Deus". A força do texto
aqui é clara no que ele tá dizendo. A
salvação do começo ao fim não nasce de
nós. O conjunto de da obra salvadora é
dom de Deus. A graça é dom de Deus.
Cristo é o dom de Deus. O perdão é o
grão de Deus. A nova vida é dom de Deus.
A própria fé pelo qual recebemos Cristo
não deve ser tratada como uma conquista
autônoma da natureza humana. Se o homem
está morto em delitos e pecados, como
Paulo havia dito no início do capítulo,
então a fé salvadora não brota do
coração espiritualmente morto, como se
esse coração ainda preservasse dentro de
si uma pequena ilha de vida, luz e poder
para Deus. O morto precisa ser
ressuscitado. O cego precisa ser aberto
os olhos dele. O rebelde precisa ser
vencido pela misericórdia. O coração de
pedra que tem ali precisa ser
transformado.
Quando o pecador crê, ele realmente crê.
Ele não é uma pedra inconsciente sendo
arrastada sem vontade. Ele ouve o
evangelho, entende culpa que ele tem, vê
a beleza de Cristo e abandona a
confiança que ele tinha em si mesmo, que
governava ele até agora. E por fim, ele
se rende ao Salvador. Mas tudo isso
acontece porque Deus está agindo. Deus
não apenas coloca a salvação ao alcance
e espera que o morto espiritual estenda
a mão e por si só se levante daquela
situação. Deus chama eficazmente. Deus
ilumina, Deus convence, Deus atrai. Deus
concede o arrependimento e Deus concede
a fé. A fé é a nossa resposta, mas é uma
resposta produzida pela graça de Deus. E
ela acontece no nosso coração, mas não
nasce e do poder autônomo do nosso
coração.
Esse ponto humilha completamente o
orgulho que nós temos, mas consola
profundamente o crente verdadeiro. Se a
minha fé fosse a grande obra que eu
apresento a Deus, eu viveria em
constante medo. Será que eu crio
suficiente essa semana?
Será que eu crio com a intensidade
suficiente? Será que a minha fé teve a
pureza o suficiente? Será que eu fiz
essas coisas durante essa semana porque
era para Deus ou porque era conveniente
para mim? Será que minha decisão foi
sincero bastante? Será que meu
arrependimento foi profundo bastante?
Quando a fé se torna o fundamento da
nossa paz, a consciência nunca descansa,
porque a fé em nós ainda é fraca,
oscilante, atacada pelos medos que nós
temos e muitas vezes ela é pequena. Mas
quando Cristo é o fundamento da paz,
a fé pode ser pequena e ainda assim
repousar no Salvador perfeito.
A segurança do crente não está na
grandeza da fé dele, mas na suficiência
daquele em quem a fé se apoia.
A fé verdadeira não olha para si mesma e
se admira. Ela olha para Cristo pelo
qual ela é necessitada todos os dias.
Por isso é tão importante dizer que não
somos salvos por causa da fé, como se a
fé fosse a causa meritória da nossa
salvação, mas por meio da fé, porque a
fé nos une a Cristo. A causa meritória
da salvação é a obediência, o sangue, a
morte e a ressurreição e a intercessão
de Cristo. Ele cumpre a justiça que nós
não cumprimos. Ele sofreu a condenação
que nós merecíamos. Ele satisfez a
justiça divina. Ele venceu a morte. A fé
não toma lugar dessa obra. A fé se
agarra a essa obra. A fé não diz: "Pai,
olha como eu cri". A fé diz: "Pai, olhe
para o seu filho". A fé não se oferece
como sacrifício. A fé recebe o
sacrifício que já foi oferecido pelos
nossos pecados. A fé não abre uma nova
fonte de salvação dentro de nós. A fé
nos leva para a fonte que está fora de
nós. Ela nos leva diretamente para
Cristo. Jesus disse assim: "A obra de
Deus é esta: crer naquele
que ele enviou". Essa frase não
transforma a fé em um mérito humano.
Pelo contrário, a fé a aqui chama a fé
de obra de Deus.
O crer salvador é aquilo que Deus
realiza eh ao conduzir pecadores até o f
até o seu filho. Paulo escreve assim aos
Filipenses: "Pois a vocês foi dada o
privilégio de não apenas crer em Cristo,
mas também de sofrer por ele." Observe a
linguagem que está sendo usada aqui.
Crer em Cristo é algo dado a nós. A fé
aparece como um privilégio concedido por
Deus. Não é um produto natural humano.
Não é uma virtude autônoma que o homem
caído consegue simplesmente fabricar e
depois apresentar aquele resultado a
Deus. É graça, é presente de Deus, é a
obra divina no interior da pessoa. E
isso não diminui a nossa
responsabilidade.
A Bíblia chama a todos ao arrependimento
e a fé. Ela ordena que os pecadores
creiam no evangelho. Ela condena a
incredulidade
como pecado. Mas quando alguém responde
com fé verdadeira, deve reconhecer:
"Senhor, se eu cri, foi porque o Senhor
teve misericórdia de mim". E isso
preserva as duas verdades que nós nunca
devemos separar.
A primeira é que o homem deve crer.
Ninguém é salvo vivendo deliberadamente
em incredulidade. Ninguém recebe Cristo
enquanto rejeita Cristo. Ninguém é
justificado sem fé. A segunda é que
quando o homem crê, toda a glória
pertence a Deus. O mesmo Deus que ordena
creia é o Deus que dá vida a nós para
que nós possamos crer. Por isso, a
doutrina bíblica da graça não produz uma
passividade fria por nossa parte. Ela
produz uma humildade, produz urgência em
nós, oração e gratidão. Pregamos a
todos, chamamos a todos, suplicamos a
todos e ao mesmo tempo sabemos que só
Deus pode abrir o coração daquela pessoa
pelo qual nós pregamos. Quando nós
entendemos isso, a fé deixa de ser um
troféu e passa a ser o motivo da nossa
adoração. O crente não diz simplesmente:
"Eu fui melhor porque eu escolhi crer."
Ele diz: "Eu estava perdido, mas Deus me
encontrou. Eu estava morto, mas Deus me
deu vida. Eu estava cego e Deus abriu
meus olhos. Eu resistia antes, mas Deus
venceu com sua misericórdia."
Essa linguagem não rouba a realidade da
conversão. Pelo contrário, ela deixa a
conversão mais profunda em nós. O
pecador convertido não foi forçado
contra a sua vontade para então ele
começar a amar Cristo. Deus transformou
a vontade dele. Ele fez Cristo parecer
precioso aos olhos dele antes eh que ele
próprio visse a beleza. Antes ele não
via a beleza. Deus transforma ele. A
graça cria um novo coração que vem
agorar Cristo, porque agora vê Cristo
como tudo que antes ele desprezava. E se
isso é verdade sobre a fé, também é
verdade sobre as obras. Efésios 2 não
termina no versículo 9. Paulo não vai
dizer apenas que a salvação não vem
pelas obras. Ele continua dizendo que
somos criação de Deus em Cristo Jesus.
para as boas obras preparadas por Deus.
E esse versículo impede o outro erro.
Algumas pessoas quando ouvem que não
somos salvas pelas obras, qual é a
conclusão delas? Que as obras não
importam.
pensam que se as obras não contribuem
paraa nossa justificação,
então podem tratar elas como algo
secundário, algo opcional, algo
indiferente, algo que nós não vamos dar
importância aqui. Mas Paulo não permite
eles pensarem assim: "As obras não são a
raiz da sua salvação, mas fazem parte do
propósito de Deus para os salvos.
Deus não nos salva por causa das nossas
boas obras, mas nos salva para boas
obras. A graça que perdoa é a mesma
graça que transforma a nós. O Cristo que
justifica é o Cristo que santifica. O
evangelho que remove a culpa também
renova a nossa vida. A ordem aqui é
decisiva. Primeiro, Deus nos salva pela
graça. Depois ele nos faz andar em obras
preparadas por ele.
Se invertermos essa essa ordem em
qualquer momento, nós destruímos o
evangelho. Se colocarmos as obras antes
da salvação como uma base paraa nossa
aceitação por Deus, nós caímos no
legalismo. Mas se retirarmos as obras
depois da salvação como fruto da vida,
caímos em uma falsa segurança. A Bíblia
não ensina que Deus declara justo um
pecador e depois deixa ele confortável
em seu pecado até ele morrer. Ele ensina
que Deus une o pecador a Cristo. E quem
está unido a Cristo recebe não apenas o
perdão, mas recebe a vida. Ele recebe um
novo coração. Ele vai ter novos desejos,
uma nova direção para sua vida, uma nova
relação com o pecado, um novo amor pela
vontade de Deus.
Essa transformação pode ser lenta
enquanto estamos aqui. Pode ser cheia de
luta, lágrimas, mas ela é real. O salvo
não eh se torna perfeito nesta vida onde
nós estamos, mas deixa de pertencer ao
reino da morte daqui. Salvação não é
apenas uma mudança no registro seu no
céu. Embora a justificação seja real e
gloriosa. Salvação também é o início de
uma recreação nossa. Por isso, as boas
obras não devem ser vistas como uma
moeda espiritual, mas como uma evidência
da vida de Deus em nós. Quando um crente
obedece, serve, perdoa, lutra contra o
pecado, ama o próximo, busca a
santidade, confessa a verdade e se e
persevera, ele não está comprando o amor
de Deus. Ele está vivendo a vida que
Deus mesmo começou nele. Está andando no
caminho que Deus preparou para ele. E
isso muda profundamente a maneira como
olhamos a obediência. O legalista, ele
obedece para tentar ser aceito por Deus.
O crente obedece porque ele foi aceito
em Cristo. O legalista trabalha para ter
a grande identidade própria dele no
final. O crente trabalha porque recebeu
uma nova identidade. O legalista teme
que Deus o abandone se sua performance
cair. O crente teme entristecer o pai
que amou ele primeiro. O legalista
transforma mandamentos em uma escada
onde ele vai conseguir subir até Deus. O
crente recebe os mandamentos com uma
expressão da vontade santa daquele que
já trouxe ele para perto. A obediência
cristã não é uma tentativa de um suborno
religioso por nossa parte. É um fruto da
reconciliação com Deus. É a vida de eh
de filho no lugar da vida de escravo que
nós tínhamos antes. É a resposta da
gratidão, da obra da graça e evidência
da nossa fé. Paulo diz assim aos
Filipenses: "Pois é Deus quem efetua em
vocês tanto querer quanto realizar, de
acordo com a boa vontade dele. Deus não
apenas exige o realizar, ele também
opera
ali o querer. Ele não apenas manda que
andemos em santidade, ele inclina o
nosso coração para amar a santidade. Ele
não apenas ordena as boas obras, ele
trabalha em nós para nós desejarmos e
praticar o que agrada a ele. E isso não
anula o nosso esforço. O texto anterior
chama os crentes a desenvolver a
salvação com temor e tremor. Mas esse
esforço cristão descansa em uma verdade
eh confortadora.
Deus está operando. Nós agimos porque
ele age em nós primeiro. Nós obedecemos
porque ele sustenta a nossa obediência.
Nós perseveramos porque ele persevera.
Nós lutamos contra o pecado porque ele
não deixou nós em paz com o pecado. Essa
verdade nos livra tanto do orgulho
quanto do desespero que nós poderíamos
ter. livra do orgulho, porque quando
fazemos algo bom, não podemos dizer que
aquilo é veio de nós como fonte última
ali. Se desejamos orar, Deus operou em
nós. Se desejamos perdoar, Deus está
operando. Se desejamos abandonar o nosso
pecado, Deus está operando ali. Se temos
fome da palavra, Deus operou ali.
Se perseverarmos em meio à dor, é Deus
operando.
Todo o fruto santo carrega a marca da
graça. Mas essa verdade também nos livra
do desespero, porque não estamos e
tentando produzir vida espiritual a
partir dos recursos naturais que nós
temos. O cristão fraco pode pensar:
"Senhor, opera em mim o teu querer e o
realizar". Quando chegamos, por exemplo,
em Tiago, algumas pessoas se confundem.
Thago afirma assim: "Assim também a fé
por si só, se não for acompanhada de
obras, está morta. A primeira vista, e
geralmente as pessoas usam esse
versículo para isso, alguém pode pensar
que Thago está dizendo o contrário do
que Paulo estava dizendo, mas não há
contradição aqui. Paulo combate a ideia
de que as obras podem ser a base da
nossa justificação diante de Deus. Thago
está combatendo a ideia de que uma fé
meramente verbal, vazia, sem frutos,
pode ser considerada uma fé salvadora.
Paulo está dizendo em essência, obras
não são raiz da salvação. E Thago está
dizendo, onde não há fruto algum, não há
evidência de vida. A fé verdadeira nunca
está sozinha aqui. Ela não vem
acompanhada de obras como se as obras
completassem o mérito de Cristo, mas
como um fruto inevitável da união nossa
com Cristo. Uma fé que apenas concorda
com doutrinas, mas não se rende ao
Senhor, não ama a Cristo, não odeia o
pecado, não busca obediência e não
produz nenhum movimento eh de vida
espiritual, é uma fé morta. Ela pode ter
um vocabulário correto, ela pode estar
dentro da igreja toda semana, ela pode
defender doutrinas certas, pode até
criticar o legalismo nos outros que ela
vê, mas não é uma fé que une ele a
Cristo. Onde Cristo dá vida, a morte
perde o domínio. Isso também nos ajuda a
tratar o arrependimento corretamente
por nós. Arrependimento não é a obra
pelo qual nós pagamos a nossa salvação.
Ninguém recebe perdão porque chorou
bastante. Ninguém é aceito porque
conseguiu sentir culpa com uma
intensidade suficiente ali.
Arrependimento também é graça. É Deus
abrindo os nossos olhos para vermos o
pecado como pecado é. Não apenas como um
erro inconveniente na nossa vida. É Deus
nos fazendo parar de defender aquilo que
antes nós protegíamos. Mas ao mesmo
tempo o arrependimento é real. A pessoa
se arrepende de verdade. Ela confessa,
ela abandona o pecado e ela se volta
para Deus.
Não devemos transformar o arrependimento
em um mérito, mas também não devemos
removê-lo da nossa conversão. A base da
nossa conversão e da nossa salvação é
Cristo. Nada em nós entra como um
fundamento da justificação. Nem as obras
antes da conversão, nem as obras depois
da conversão, nem lágrimas, nem
intensidade emocional, nem conhecimento
teológico, nem ministério, nem
disciplina espiritual. Cristo somente é
a justiça do crente diante de Deus. Mas
o caminho no qual nos conduz eh que
conduz o salvo, incluindo a fé, inclui
arrependimento, inclui santificação,
inclui perseverança, inclui boas obras.
Essas coisas não são rivais de Cristo
quando vista corretamente. Elas são um
fruto da união com Cristo. O erro
acontece quando tiramos essas bênçãos de
um lugar eh de fruto e as colocamos no
lugar como fundamento da nossa fé e da
nossa salvação. Por isso, precisamos
dizer com clareza aqui, Deus não se
impressiona com a nossa fé como se ela
fosse é uma grande realização por nossa
parte. Deus se agrada da fé porque ela
honra o filho. A fé verdadeira diz que
Cristo é o suficiente, diz que a
promessa de Deus é confiável. Diz que a
justiça de Cristo basta, diz que o
sangue de Cristo purifica. Diz que não
há outro nome pelo qual devemos ser
salvos. A fé glorifica a Deus justamente
porque ela esvazia o homem. Ela não vem
diante de Deus com um currículo. Ela vem
com a necessidade que nós temos de
Cristo.
Quando alguém transforma a fé em uma
obra meritória,
trai a própria natureza da fé. Porque a
fé salvadora
é a fé que renuncia toda a vanglória.
E isso é especialmente necessário em
ambientes onde a doutrina correta é
valorizada.
Podemos rejeitar a salvação por obras de
maneira eh eh de uma maneira doutrinária
e precisa quando nós estamos falando e
ainda assim cultivar um orgulho
espiritual. Podemos dizer que tudo é
graça e nos sentir superiores porque
entendemos mais da graça do que os
outros. Podemos defender a justificação
pela fé
e ao mesmo tempo, transformar a firmeza
doutrinária em uma base da nossa
identidade diante de Deus. O coração
humano é tão enganoso que consegue se
orgulhar até mesmo da doutrina que
deveria humilhar ele. Por isso, o
evangelho precisa nos confrontar
constantemente.
Não basta abandonar o orgulho moralista.
Precisamos abandonar também o orgulho
religioso, disfarçado de zelo. Paulo
pergunta: "O que você tem que não tenha
recebido?"
E essa pergunta derruba toda soberba que
nós poderíamos ter. Você tem fé? Então
você recebeu ela. Você tem
arrependimento, você também recebeu. Tem
entendimento bíblico, veio de Deus. Tem
desejo de obedecer? Deus fez isso por
você. Tem perseverança, é Deus fazendo
isso em você. Tem algum fruto visível?
Você recebeu de Deus. Tem dons, você
recebeu de Deus. oportunidades, amor
pela igreja, tem temor a Deus. Tudo isso
é Deus que deu a você. Se tudo foi
recebido, não há espaço paraa vanglória,
como se fosse como se a fonte daquilo
viesse de nós. O cristão amadurecido não
é aquele que aprende a dizer graça com a
boca enquanto ainda eh preserva dentro
de si um coração onde ele acha que ele é
superior. É aquele que quanto mais
cresce, mais percebe que ele depende da
misericórdia em cada passo da sua vida.
Essa doutrina também consola quem luta
eh com a fraqueza da fé. Há, há crentes
que são sinceros, que vivem examinando o
próprio coração e se desesperam porque
encontram medo dentro de si, distrações,
dúvidas, frieza, lentidão e pecados
remanescentes. Ele pensa que se a fé
fosse verdadeira, seria sempre forte
dentro dele. Mas a Bíblia não chama o
crente a confiar na perfeição da própria
fé que ele tem. Ela chama o crente a
olhar para Cristo, o autor e consumador
da nossa fé. Cristo não é apenas aquele
em quem a fé termina, é aquele que
inicia a fé, sustenta a fé, purifica a
nossa fé e leva à consumação. A pergunta
principal não é: "Minha fé é
impressionante?
Ela é forte o suficiente? Ela está
sempre forte no meu dia a dia?" A
pergunta é: a minha fé repousa em
Cristo? Uma pé, uma fé pequena em Cristo
é infinitamente melhor do que uma fé
intensa em si mesma. Há pessoas que têm
com grande confiança religiosa, mas essa
confiança repousa no próprio desempenho
dela, na própria decisão, na própria
espiritualidade, na própria fé que ele
tem. E isso não salva ele. Outros veem
Cristo tremendo, conscientes da sua
miséria, mal conseguindo levantar os
olhos, mas se agarram ao Salvador porque
sabem que a força não está neles, mas
nele. Essa é a fé que recebe. O poder
salvador não está no tamanho subjetivo
da fé, mas no objetivo da fé. Cristo
salva perfeitamente os que se aproximam
de Deus por meio dele. A fé não precisa
ser admirada pelos outros. Cristo
precisa ser adorado. Ao mesmo tempo, não
devemos confundir fraqueza de fé com
ausência de fé. A Bíblia consola o
crente fraco, mas também eh desperta o
religioso enganado. A diferença entre
lutar contra o pecado e fazer as pazes
com ele. Há uma diferença entre uma fé
ferida que clama por Cristo e uma fé
morta que apenas usa o nome de Cristo.
Há uma diferença entre tropeçar no
caminho e nunca ter entrado no caminho.
O evangelho não chama o crente a uma
introspecção doentia, mas também não
alimenta a sua presunção. Devemos
examinar se estamos na fé, não para
encontrar o mérito em nós, para ver se a
nossa fé é grande o suficiente para nós
merecermos a salvação, mas para não
chamarmos de conversão aquilo que nunca
passou de uma opinião religiosa.
A relação entre fé e obras deve deve
produzir em nós uma espiritualidade
profundamente humilde. Quando cremos,
agradecemos a Deus por nós crermos.
Quando obedecemos, nós também
agradecemos a Deus. Quando resistimos ao
pecado, nós agradecemos a Deus pela
força que ele nos está dando. Quando
servimos, agradecemos a ele. Quando
perseveramos, agradecemos. A gratidão
substitui a vanglória. Não dizemos:
"Senhor, veja o quanto eu fiz." Dizemos:
"Senhor, obrigado porque não me deixaste
ser como eu estava." Não dizemos: "Minha
fé me tornou digno". Dizemos: "Tua graça
me levou a confiar no único que é
digno." Não dizemos: "Minhas obras me
garantem um lugar".
dizemos: "Tu preparastes obras para que
eu andasse nelas e até nisso a tua
bondade me acompanhou".
E isso muda também a pregação do
evangelho. Quando chamamos os pecadores
a Cristo, não estamos chamando as
pessoas a produzirem uma grande obra
chamada fé para merecer a salvação.
Estamos chamando pecadores a abandonar
as suas obras, a sua justiça, a sua
resistência, os seus ídolos, a sua
autoconfiança e receber em Cristo que
Deus ofereceu gratuitamente.
O chamado que nós temos, creia, não
significa faça algo grande diante de
Deus, significa pare de esconder-se
atrás de você e venha a Cristo de mãos
vazias. A fé salvadora é ativa no
sentido de que vem, recebe, recebe,
confia, descansa e se entrega. Mas ela é
vazia no sentido de que ela não traz o
pagamento. Não basta dizer às pessoas
que elas precisam ter fé sem explicar em
quem a nossa fé repousa e o que a fé
significa. Em nossa cultura, a fé pode
significar, geralmente como as pessoas
usam, um otimismo, um pensamento
positivo no que que vai acontecer, uma
força interior que você tem ou uma
crença vaga de que tudo vai dar certo no
fim.
Mas a fé bíblica tem conteúdo e direção.
Ela repousa no Deus que revelou em que
se eh se revelou em Cristo. Ele recebe o
Cristo crucificado e ressurreto. Ela se
curva diante do senhorio de Cristo. Ela
abandona a pretensão de justiça própria.
Ela confia nas promessas do evangelho. E
quando dizemos que somos salvos pela fé,
não estamos dizendo é que qualquer graça
religiosa salva. Estamos dizendo que
Deus salva pecadores pela graça, unindo
eles a Cristo mediante a fé verdadeira.
A salvação pertence ao Senhor. A fé não
derramou um sangue por nós. A fé não
ressuscitou no terceiro dia. A fé não
intercede
à direita do Pai. A fé não suportou a
ira divina.
Quem fez tudo isso foi Cristo. E,
portanto, quando falamos da fé, devemos
falar dela de um modo que aumente a
glória de Deus, não de um modo que eh
desloquei
para dentro de nós. As obras, por sua
vez, também precisam ser protegidas de
dois abusos. O primeiro é o abuso de
transformar elas na base da nossa
justificação. Isso destrói a graça e só
cria uma escravidão em nós. O segundo
abuso é desprezar elas como se elas
fossem simplesmente relevantes. E isso
distorce a graça e cria uma ilusão. A
graça de Deus não produz indiferentes à
santidade. Ela nos educa, ela nos
corrige, ela nos disciplina. Ela nos
levanta, ela nos ensina a dizer não ao
pecado e sim para Deus. Boas obras não
são propaganda para o nosso mérito, são
sinais da bondade de Deus operando em
pessoas que antes viviam para si mesmas.
Há um descanso profundo em saber que
Deus preparou boas obras para que nós
andássemos nelas. Isso significa que a
obediência cristã não é um improviso
desesperado.
Deus não apenas nos salvou do passado,
ele também nos preparou para o caminho
do nosso presente.
Existem pecados a abandonar,
reconciliação a buscar, pessoas a amar,
verdades a confessar, responsabilidade
nossa a cumprir, sofrimento a suportar,
disciplina a cultivar e ato de serviço a
praticar cada um de nós. Nada disso é o
fundamento da nossa paz com Deus. Mas
tudo isso faz parte da vida que procede
da paz com Deus. Quem recebeu
misericórdia começa a praticar
misericórdia. Quem foi perdoado, começa
a perdoar. Quem foi amado primeiro,
começa a amar os outros. Esse caminho
não será perfeito nessa vida. O crente
ainda luta, ele ainda cai, ele ainda
sente desejos desordenados, ele ainda se
cansa, ele ainda precisa confessar o seu
pecado, ainda precisa ouvir o evangelho
todos os dias. A presença da das obras
na vida cristã não significa ausência de
fraqueza, mas presença de uma nova vida.
Às vezes essa nova vida aparece em
vitórias visíveis aqui. Às vezes
aparecem em lágrimas de arrependimento
depois de uma queda. Às vezes aparece no
ódio crescente ao pecado que ainda é
está dentro de nós e antes era estimado
por nós. Às vezes aparece na disposição
de voltar para Cristo de novo, invés de
fugir dele. Muitas vezes a graça se
manifesta na perseverança humilde que
nós temos. Tudo isso nos leva a uma
conclusão inevitável. Deus é o autor da
salvação do começo ao fim.
Ele enviou o filho. Ele realizou a
redenção, anunciou o evangelho, abriu o
nosso coração, concedeu fé para nós,
concedeu arrependimento, declarou-nos
justos, adotou-nos como filho, deu o
Espírito Santo a nós, preparou as boas
obras para nós, opera o nosso querer e o
realizar, sustenta a nossa perseverança
e completará a obra que ele começou. E
isso não transforma o cristão em alguém
passivo, mas alguém dependente de Deus.
A dependência verdadeira, ela é ativa.
Ela ora porque sabe que precisa de Deus.
Ela obedece porque sabe que Deus opera.
Ela luta porque sabe que o pecado não é
mais o seu senhor. Portanto, rejeitemos
não apenas a salvação por obras
externas, mas também a salvação por uma
fé transformada em uma obra meritória.
Não somos salvos porque produzimos algo
digno diante de Deus. Fomos salvos
porque Deus foi gracioso em Cristo. A fé
é uma bênção de Deus para nós. A obra eh
as obras são uma bênção de Deus em nós e
por meio de nós. A fé nos une ao
Salvador. As obras testemunham que essa
união não é vazia.
A fé recebe a justiça de Cristo. As
obras manifestam a vida de Cristo. A fé
exclui a vanglória que nós poderíamos
ter. As obras confirmam que a graça não
nos deixou mortos. Então, quando alguém
disser: "É errado acreditar que somos
salvos pelas obras", devemos responder:
"Sim, é errado." Mas também devemos
acrescentar o que ele disse. É errado
transformar a fé em uma obra salvadora.
Não somos salvos por obras menores, nem
por uma grande obra chamada fé. Somos
salvos pela graça, por meio da fé em
Cristo. E isso não vem de nós, é dom de
Deus para nós. Depois, esse mesmo Deus
nos conduz em boas obras que ele
preparou para nós. Porque a para que a
nossa vida mostre que a graça nos
alcançou. E essa é a vida poderosa e
transformadora, vinda de Deus. No fim,
ninguém no céu cantará a grandeza da
própria fé. Ninguém vai apresentar as
suas obras como preço de entrada. Todos
ador adorarão ao cordeiro e toda fé será
verdadeira. Toda obediência será
sincera, todo fruto santo será visto
pelo que sempre foram. a graça sobre
graça, a obra de Deus em pecadores
redimidos. Amém, irmãos. Deus, nós te
agradecemos por estar aqui hoje. Nos
permita, quando nós estivermos no nosso
dia a dia, a não eh nos agarrarmos como
se fosse a nossa fé que nos salvasse,
que nós possamos ver ela como um meio
pelo qual tu leva para ti. A nossa
salvação vem de Cristo e somente dele. E
com isso não repousa no tamanho da nossa
fé, no como que a nossa fé está naquele
dia e o quanto que nós estamos sentindo
e sim no que Cristo fez. que nós
possamos ver isso verdadeiramente
eh na nossa vida, que o nosso coração
possa ver isso quando nós sentimos a
tentação de achar que a nossa fé fraca e
por isso nós não estamos salvos, que nós
possamos olhar para Cristo e ver a minha
salvação não é em nada que eu tenho, mas
em Cristo que morreu por mim. Que essa
seja a verdade para cada um de nós. Não
seja nem as pequenas obras que nós
fazermos, nem uma grande obra de fé, mas
no que Cristo fez por nós. A salvação
vem do que ele fez naquela cruz. Que
isso possa ser verdadeiro para nós. Que
nós possamos meditar dia após dia, não
esquecer essa verdade, que nós vamos ter
obras, sim, nesse mundo, boas obras, mas
que foi conduzida por ti. Tu abriste o
caminho dessas boas obras. não repousa
em nós, que a nossa fé é o meio como nós
chegamos a Cristo, mas não é nela que
repousa a nossa salvação. A nossa
salvação repousa somente em Cristo. E
isso é um é uma grande esperança para
nós sempre e todos os dias, em nome de
Jesus. Amém.
He, vamos ficar de pé, queridos.
O evangelho é o que Cristo fez.
A grande tentação do ser humano é sempre
estar voltado para si mesmo. Essa é a
definição do pecado, não é? Eh, homo
encurvatos em si. E mesmo as coisas mais
grandiosas que a graça de Deus faz, nós
podemos distorcer. Esse é o horror do
pecado. Podemos pegar a fé e
transformá-lo
em obra e uma obra nossa.
Isso é se afastar tanto do evangelho
quanto qualquer
coisas mais absurdas que nós possamos
apontar em desvios do evangelho. A ordem
para nós é mantermos os nossos olhos
fixos no autor e consumador da nossa fé.
e não na nossa fé, olharmos para ele e
se e sabermos que tudo que é produzido
em nós é produzido pela sua graça,
começando pela fé e o arrependimento.
E
nós só entramos na salvação com as
nossas maldições. Todos nós nos
desviávamos pelos nossos próprios
caminhos. Chegamos na mesa do Senhor com
as mãos, eu diria, vazias, no sentido de
acrescentar algo, mas não vazias.
Chegamos com nossas maldições, pecados,
desvios, rebelião
e só o sangue e o corpo de Cristo nos
fizeram justos para Deus. Eu ia pedir
que os irmãos entreguem os elementos da
Santa Ceia enquanto nós cantamos essa
comunhão que não pode ser quebrada,
porque não foi baseado em algo em nós,
mas algo totalmente no filho de Deus.
Vamos cantar. [roncando]
>> [música]
[música]
>> S
comunhão [música]
nos une [canto] a Cristo
o corpo [música] e o sangue.
Vamos [canto] lembrar
a Santa Ceia, [música]
o [canto] cálice,
o pão.
Em sua memória
vamos tomar.
Lembraremos [canto]
o seu corpo a [música] sangrar.
Lembraremos [canto]
o seu sangue a derramar. [música]
Lembraremos [canto]
que era o próprio Deus [música] morrendo
ali na cruz.
De [música][canto] miseráveis
a filhos de [música]
Deus. Deus, a sua obra [canto]
[música]
nos transformou.
Ações [canto] de graças
[música]
derramaremos
por sua bondade [canto][música]
que nos salvou.
Lembraremos [música][canto]
o seu corpo a sangrar.
Lembraremos [canto]
o seu sangue a derramar. [música]
Lembraremos que era o próprio Deus
[canto] morrendo [música] ali na cruz.
Lembraremos [música][canto]
do caminho que abriu.
Lembraremos [canto]
o véu que se [música] rasgou.
Lembraremos [canto]
do domingo [música] que Jesus
ressuscitou. [canto]
Em Cristo [música]
há uma [canto] mesa,
uma [música] comunhão,
doce comunhão. [canto]
[música]
Vamos tomar
a Santa Ceia, [canto]
Santa comunhão, [música]
doce comunhão [canto]
em Cristo. [música]
>> Bio há uma [canto] mesa,
>> há uma graça sobre molhos
[música][canto] para os que ele olhou.
Nossa [música][canto]
costuma.
>> Somos a igreja do Ceia,
só uma só voz [canto]
[música] esperando em mim.
Santa comunhão, [música]
pegue o pão [canto] e o cálice
a uma graça [música]
sobre nós, para os que [canto] eleitos
são.
Nossa comunhã [música]
somos a [canto] igreja do Senhor.
Só corpo, [música][canto] uma só voz,
esperando ele voltar. [música][canto]
Santa comunhão,
lembraremos o [música] seu corpo a
[canto] sangrar.
Lembraremos o seu sangue a derramar.
[canto]
Lembraremos [música]
que era o próprio Deus morrendo ali na
cruz.
Lembraremos [música][canto] do caminho
que abriu.
Lembraremos do véu que [música][canto]
se encaixou.
Lembraremos do domingo que [música]
Jesus ressuscitou.
[canto]
>> [música]
>> Pegue o pão e o cálice,
[canto] há uma graça sobre [música] nós,
para os que eleitos são.
Nossa comunhão. [música][canto]
Somos a igreja do Senhor.
Um só corpo, [canto] uma [música] só
voz,
esperando ele voltar.
Santa comunhão. [música][canto]
No.
[música]
Aleluia!
Paulo diz: "Porque não há diferença.
Todos pecaram e destituídos estão da
glória de Deus.
Nunca pense que alguém é um pecador
maior do que você." Apóstolo Paulo não
fez um um
uma pesquisa para dizer: "Eu sou o
principal dos pecadores".
Ele conhecia o coração dele e não
conhecia o coração de mais ninguém.
E ele sabia que não há diferença.
Não há diferença em como somos salvos.
Portanto, não podemos dizer que os
nossos pecados são menores do que o de
outra pessoa.
Cristo tomou o cálice do pecado de todos
os eleitos.
Nenhum de nós contribuiu menos com a
miséria do cálice de Cristo. Todos nós
igualmente enchemos aquele cálice.
Todos nós igualmente trouxemos
maldições, iniquidades
que caíram sobre ele.
Só poderíamos
dizer que foi diferente mesmo se
quiséssemos criar uma uma escala de
iniquidade
e dizer que nós contribuímos menos com
a ira naquele cálice, mas isso não nos
faria amar mais a Cristo, porque quem
muito foi perdoado, muito ama. Queridos,
um homem que realmente vê, não é um
chavão, né? Um homem que realmente vê o
seu próprio coração e diz: "Eu sou o
principal dos pecadores",
ele é um homem que necessariamente ama
Cristo profundamente.
Porque
como Jesus disse, quem muito é perdoado,
muito ama. Nós queremos ser pessoas que
muito amam.
Para isso, precisamos realmente ver,
sentir de que não existe um pecador pior
do que nós no mundo. Portanto, não há
uma salvação maior do que aquela que nos
atingiu. Um corpo foi partido
não de um mero homem, mas do homem Deus.
Paulo fala que nós fomos comprados com o
sangue de Deus
e não havia nada que pudesse cobrir as
nossas iniquidades.
Pai, nós te agradecemos,
ó Deus. Tudo flui daquilo que Cristo
adquiriu para nós. Porque o que
merecíamos,
a não ser, senão Pai, a a ira da fúria
infinita, como o Apocalipse diz.
Mas Senhor Pai, nosso perdão não é algo
barato. Ele foi comprado com o sangue do
teu filho. Mas nosso arrependimento
também.
A nossa fé, Senhor Pai, foi comprada
pelo sangue do Teu filho. E todas essas
bênçãos espirituais não estão
localizadas em nós, estão localizadas em
Cristo. E nós estamos em Cristo e Cristo
em ti. essa santa comunhão que nós, ó
Deus, por graça infinita, entramos
contigo, ó Deus, com o Pai, Filho e
Espírito, transbor em amor entre nós, ó
Deus, e em nosso amor totalmente
centrado em ti, em tudo que tu fizeste
em e por causa do teu filho em nossas
vidas. que nós realmente, Senhor Pai,
quando tivermos, ó Deus, diante de ti,
cada instante da vida, a gente saiba que
tivemos que passar por um corpo partido,
ó Deus, e que aquele partir, aquele
horror não é simplesmente, senhor, pai,
eh, uma tragédia, uma desgraça. É que
nós, nós mesmos, colocamos, Senhor, Pai,
uma quantidade infinita de ira naquele
cálice que ele tomou. Então, haja
gratidão, ó Deus, louvor e uma vida
paraa glória daquele que se entregou por
nós. Em nome de Jesus, comamos todos do
pão.
Um filho de Deus nunca deve ficar sem
sem participar
da ceia do Senhor. Ele não deve dizer:
"Ah, eu estou com este problema aqui, eu
com aquele, então eu não participarei".
A Bíblia nunca diz isso. Diz [tosse]
que você se examina. Você examina o seu
rancor diante
da misericórdia de Cristo na cruz e
então você o abandona.
Você é constrangido por aquele amor a
pensar como eu não perdoarei?
Quando a pessoa não toma Santa Cia, por
exemplo, quando ela tá com problema com
alguém, ela está dizendo: "O amor de
Cristo não me comoove, não me
constrange.
Eu sinto mais prazer no meu rancor do
que na graça dele para mim."
Isso pode ser aplicado a todas as outras
coisas.
A comunhão da Santa Ceia, somos nós
dizendo que não há nada belo em nós, não
há nada puro em nós que não precise
desse sangue. Portanto, nós não
desejamos nada além dessa beleza.
o poder para viver para a glória de
Deus, para perdoar,
para confessar, para abandonar,
confiando somente no poder que flui da
nova aliança, do sangue, do novo coração
que ela comprou para nós, maleável a
Deus, porque a verdade dele foi escrita
em nossos corações. Nossos corações são
de carne, não mas de pedra.
Ó Deus,
há poder infinito no sangue do teu filho
amado. Se tivéssemos, Senhor, Pai, se
fosse possível sermos ainda mais
pecadores do que somos, ainda assim, ó
Deus, haveria, ó Deus, eh méritos
suficientes para cobrir, ó Deus, bilhões
de mundos cheios de pecadores.
Então, Senhor Pai, o sangue do teu filho
purifica todos os seus eleitos
para que eles cantem a glória da sua
graça, não só agora no tempo, neste
mundo caído, cheio de lágrimas e
escuridão.
É boa a oportunidade maravilhosa de
exaltarmos Cristo num contexto tão
oposto a todo o teu caráter, mas nós
ansiamos para em breve estarmos
reunidos,
ó Deus, todos nós tendo lavado as nossas
vestes no sangue do cordeiro e diante de
ti, ó Deus, estando sendo apresentados
santos, imaculados, exatamente
como o teu filho é em seu caráter santo.
Nós te agradecemos,
ó Deus, pela única coisa que nos coloca
diante de ti, sem estar debaixo da
maldição,
o cálice que o teu filho bebeu. Em nome
de Jesus. Amém. Tomemos todos do cálice.
Ou somos filhos de Deus ou somos filhos
da ira. Não há um lugar intermediário.
E não é que um filho da ira não pode
deixar de ser um filho da ira. Não pode,
né? Mas a questão não é essa. É que um
filho da ira não quer deixar de ser. A
mente dele é inimizade contra Deus. E só
o Espírito Santo pode vencer essa
inimizade, abrir nossos olhos e mostrar
Cristo. Vamos cantar.
Deus, tu deste a mim [música][canto]
vestes de louvor.
Um com Cristo hoje
sou. [música]
Livre em ti eu sou [canto]
culpa [música] e temor.
Em Cristo já
se foi.
>> [música][canto]
>> i
filho
foi
longe [música]
de ti vivi,
[música] mas tua graça me
alcançou [canto]
hoje. [música]
Em ti
estou.
>> [música]
[música]
>> Antes de eu nascer, [canto]
escolheste [música] a mim.
Teu amor [canto]
venceu.
[música] Então renasci
em ti eu [canto] sou.
[música] Tua vida.
Flui
em mim
seirá [música][canto]
um filho mãe.
Longe de ti [música]
vivi,
mas tua graça me [música][canto]
alcançou.
Hoje em ti
estou. [música]
te darirá [canto]
um filho [música] foi
longe deste,
[música]
mas tua graça [canto]
e alta eu sou
longe em [música]
Estou.
[música]
Eu
[música]
fui [canto]
liberto
[música]
do poder do pecado.
[música]
Eu fui liberto
[música] e posso [canto]
viver para Deus.
Fui justificado [música]
pelo sangue. [música]
[música] Deus me deu a liberdade.
Vou viver só para Deus [música]
Oh
[canto]
oh oh [música]
[canto]
oh
oh oh
[música]
oh oh
[música]
oh oh
Oh,
[música]
justificado
[música] por tua graça,
sou Deus e [música][canto] poderá mear.
Amor sem [música][canto] fim em ti eu
conheci.
Em tiver
[música]
justificado [música]
[canto]
por graça,
sou Deus quem [música] poderá me
condenar. [canto]
A [música] sem f eu conheci
[música] em ti eu [canto]
viver.
Em ti [música]
eu vou viver.
Viver em ti, [música]
eu vou viver
em ti.
Em ti [música]
eu vou viver.
>> [música]
>> Em ti teu poder.
Ti [música] seu poder.
[música]
Se da ira [música][canto]
um filho.
>> [música]
>> longe [canto] de ti vivir,
mas tua [música] graça [canto] me
alcançou.
[música]
Hoje [canto]
em ti estou.
>> Aleluia. Aleluia. E nós mesmos,
queridos,
só teríamos maldições,
mas estamos em Cristo. E o Pai agora
olha pro Filho, diz: "Esse é meu filho
amado, em quem me compra". E quando diz
isso, vê todos nós em Cristo e se
comprais em nós. Obrigado, Deus.
Leve-nos na tua paz. que haja em nosso
[roncando] coração o desejo de estarmos
juntos ouvindo, meditando na tua
palavra, celebrando o teu nome,
celebrando, Senhor Pai, o evangelho,
Senhor Deus, e Deus colocando cada vez
mais, Senhor Pai, qualquer pretensão
humana, Senhor Deus, ali de joelhos,
debaixo, Senhor Pai, aos pés da cruz,
para que, Senhor Deus, toda a glória,
Senhor Deus, flua pena, Senhor Deus,
daquele daquela sexta-feira pela qual o
mundo foi feito para mostrar a glória da
sua graça por toda a eternidade. Nós te
agradecemos em nome de Jesus.
>> Amém. Amém. E que os irmãos sigam na paz
do Senhor.
>> [roncando]

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