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DOZE DESAFIOS QUE AS IGREJAS ENFRENTAM – ABMAEL FILHO | PODCAST VIDA NOVA #100

DOZE DESAFIOS QUE AS IGREJAS ENFRENTAM – ABMAEL FILHO | PODCAST VIDA NOVA #100

DOZE DESAFIOS QUE AS IGREJAS ENFRENTAM – ABMAEL FILHO | PODCAST VIDA NOVA #100

🎙️ Chegamos ao episódio 100 do Podcast Vida Nova! 🎉

Para celebrar esse marco tão especial, preparamos mais uma conversa enriquecedora sobre a vida e a saúde da igreja.

Neste 100º episódio, conversamos com Abmael Filho sobre o livro Doze desafios que as igrejas enfrentam, de Mark Dever.

Ao longo da conversa, refletimos sobre alguns dos principais desafios que podem comprometer a saúde e a fidelidade de uma igreja e sobre como a Palavra de Deus orienta a comunidade cristã diante dessas dificuldades:

⛪ O que pode fazer uma igreja aparentemente saudável perder de vista sua missão e identidade?

🧭 Como liderança, doutrina e vida prática precisam caminhar juntas para que uma igreja permaneça fiel às Escrituras?

🌱 O que caracteriza uma igreja espiritualmente madura, para além do crescimento numérico ou da visibilidade?

✝️ Como uma igreja pode enfrentar seus próprios pecados e dificuldades sem perder de vista a graça e a obra de Cristo?

São 100 episódios de conversas, reflexões e aprendizado sobre livros e temas que ajudam a igreja a pensar biblicamente e viver fielmente.

Adquira o livro: https://www.vidanova.com.br/livros/doze-desafios-que-as-igrejas-enfrentam

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Legendas automáticas:

E aí, eu sou Saor Lucena e seja
bem-vindo ao podcast da editora Vida
Nova. Aqui nós procuramos falar com
autores, pastores e teólogos em geral
sobre os livros lançados pela editora
Vida Nova e as questões importantes que
eles abordam. E hoje, no episódio de
número 100, nós vamos falar sobre um
ponto importantíssimo da nossa vida
cristã, os desafios que nós enfrentamos
na igreja local. Você já passou por
desafios relacionados, por exemplo, ao
esquecimento? A como as pessoas esquecem
rapidamente do que foi pregado no
domingo? O que a palavra do Senhor nos
ensina sobre quem ele é? O que ele já
fez por nós ou que ele fará? desafios
sobre pecado, desobediência, como as
pessoas caminham para longe da vontade
do Senhor ou na tentativa de não cair
aqui indo para um outro extremo e caindo
em desafios relacionados ao aceticismo,
ao legalismo, enfim. Se você não passou
por esses desafios, talvez você tenha
passado por alguns dos outros que nós
vemos no dia a dia das igrejas ou como
Mark dever coloca no livro que vai ser
base paraa nossa conversa de hoje,
talvez você tenha passado em algum dos
12 desafios que as igrejas enfrentam.
Nesse livro, Mark Derva traz para nós
pontos importantes, mostrando que sim,
as igrejas passam por dificuldades,
passam por desafios, mas a palavra do
Senhor é suficiente para nos dar a
sabedoria. e a força para vencermos cada
um deles. Se você gosta de conversas
assim, se você tem acompanhado o podcast
da Vida Nova em todos esses episódios ou
em vários deles [música] e você tem
gostado desse material, então não deixe
de se inscrever aí na sua plataforma de
podcast preferida, de nos dar o seu
feedback com seu like, o seu comentário,
nos ajudar compartilhando com outras
pessoas e até mesmo comentando aí
especificamente desde que episódio você
nos acompanha. E se você quer aprender
mais sobre esse tema, então adquira o
livro do Mark dever e também nos
acompanhe na conversa de hoje com
Abimael Filho. Abimael, seja muito
bem-vindo ao podcast da editora Vida
Nova. É uma alegria ter você aqui com a
gente, meu irmão.
>> Sa também é um privilégio para mim ter
essa conversa com você. Uma grande
alegria estarmos juntos nessa tarde.
>> Maravilha. E meu irmão, antes da gente
começar a conversar sobre esse livro tão
bom e sobre esse tema tão importante pra
vida da igreja, eu queria que você se
apresentasse pro pessoal, a sua primeira
vez aqui. Espero que seja a primeira de
muitas, mas seria bom que o pessoal te
conhecesse um pouco mais. Conta aí um
pouco da sua vida, do seu ministério.
>> Ah, Saú, eu tenho o a alegria de ser um
baiano radicado aqui em São Paulo. Eh, e
vim estudar no seminário de Palavra da
Vida em 92 e foi da vontade de Deus que
permanecesse aqui. Sou casado com a
Fabiana, temos dois filhos, Daniel, ah,
de 24, a Gvana 21 e estou na Primeira
Igreja de Atibaia desde 1995.
Comecei como estagiário e então fui
pastor de adolescentes, jovens, de
casais e agora eu sou um dos pastores
titulares da PIBA, né, da como a gente
chama a Primeira Igreja Batista de
Atibaia, né? [roncando]
>> Muito bom, meu irmão, muito bom. Você é
da Bahia, então
>> sou de Vitória da Conquista. Conquista,
>> uma igreja muito missionária.
>> Vóa da Conquista. Legal.
>> Bção.
>> Primeira Igreja Batista Bíblica de
Vitória da Conquista.
>> Muito bom. Eu sou de João Pessoa,
Paraíba, o Nordeste dominando sempre,
né? [risadas]
Para onde você olha tem nordestina.
Eh, minha mãe é paraibana.
>> É mesmo?
>> É lá da cidade de Monteiro.
>> Olha, conheço, conheço. Que coisa.
>> Conhece Monteiro.
>> É isso aí. Que bção.
>> Mas, meu irmão, eh, vamos conversar
então sobre esse tema tão, tão
importante, né? Acho legal que esse
livro do Mark de Dever, além de ser um
um livro muito condizente com desafios
que a gente realmente enfrenta, né, não
é só algo teórico, mas desafios que nós
vemos na nossa vida, eh ele faz isso a
partir de um comentário de Primeira
Coríntios e dali nós vemos então o
ensino sobre eclesiologia geral, né? O
que é que você acha disso? Como foi para
você a experiência com esse livro?
quando eu tive acesso ao livro com para
lê-lo, uma das coisas que eu achei
interessante essa ênfase de
através da eclesiologia, né, ele
ensinando muitas coisas para paraa
igreja. E eu achei interessante um livro
que eh além do ensino na eclesiologia,
ele traz para nós outra paixão que eu
tenho aqui, que é a pregação expositiva.
Então dando para nós até um formato de
como nós pastores, né? E eu acho é um
livro que não é só para pastores, porque
ele tem até aplicações para não crentes,
eh, muito muito interessante, né? Então,
ah, ele vai avaliar ali, eh, a, a vida,
como ela é, seja do incrédulo como do
crente, e como a igreja deve ser eh eh
através dos seus problemas. Nós temos
ali o livro de Primeira Coríntios,
mostra exatamente problemas reais que a
gente vive, né? E e ele traz através da
exposição dele ali esses tratamentos e
como a igreja deve conduzir essas
situações, né? É verdade. Primeira
Coríntios é um livro, é uma epístola
muito interessante, porque
tanto problema que a gente vê Paulo
tratar ali, né? Eu lembro de conversar
com algumas pessoas e normalmente as
pessoas têm aquela visão, né? Não, nós
temos que voltar à igreja primitiva
porque a igreja não tinha problema. Você
vai ver primeira Coríntios tá ali no
início da igreja e o tanto de problema
que Paulo tava lhe dando. Os problemas
que nós temos na igreja hoje não são,
ah, surgiram agora século XX, é só por
causa das redes sociais, né? É, é algo
que a gente vê desde sempre aí nos
desafios da igreja, não é verdade?
>> É, e é interessante, Saur, que muitas
vezes os manuais de eclesiologia eh
tratam a igreja como uma igreja
perfeita, né? Então, desafia até o
leitor a pensar: "Não, a minha igreja
vai ser assim, sem problema. Os crentes
vão não vão dar trabalho, a vida vai ser
certinha". E aí você tem um livro como
Primeiro Coríntios, que vai mostrar
assim a as deficiências espirituais da
igreja, né? É verdade.
>> De passagem até tem um amigo que ele
assumiu uma igreja grande aqui no estado
de São Paulo. E aí ele começou expondo
nessa revitalização que era a situação
que ele tava pegando ali. Então ele
começou expor o livro de Primeira
Coríntios e a série que ele colocou é A
igreja que não queremos ser. [risadas] E
aí, então foi capítulo após capítulo
instruindo uma igreja que tinha muitos
vícios. Aham.
>> Foi pastoreada por um mesmo pastor
durante eh dois pastores durante
décadas. E agora chegava ele lá para
pegar uma igreja que diante dos seus
vícios ali e a a trazer a a uma visão
bíblica de como ser igreja, de como ser
crente também, né?
>> Sim.
>> Então, muito interessante,
>> Sim. Sim. A gente vê muitas séries por
aí, né? Igreja que nós queremos ser.
Muito interessante pegar essa a igreja
que não queremos ser. [risadas] Verdade.
Primeira Coríntios estava ali, muitos
desafios, mas não ah, isso não é uma
desculpa para que as pessoas se amoldem
ou digam: "Ah, então tá bom, temos
desafios, todas as igrejas são
imperfeitas, não tem o que fazer". Pelo
contrário, Paulo tava ali reconhecendo
os desafios, mas pregando a palavra para
corrigir esses desafios, corrigir essa
esses problemas, né? e superar esses
desafios.
>> Dentro disso aí, eu acredito que uma das
bênçãos que a gente vê no livro, a gente
eh vê ali Paulo também através da
palavra, né, da orientação apostólica,
corrigindo esses defeitos. E para nós
também que vivemos na no dia a dia da
igreja local, é um instrumento que nós
temos, né? Essa essa crença ali na
suficiência das escrituras, a a questão
de que a palavra de Deus é um
instrumento pra gente promover o
crescimento das da igreja, né, de quem
nós ministramos.
>> Amém. Amém. Mais do que uma receita nova
de alguma combinação de marketing com
autoajudo, que nós precisamos é da
palavra de Deus para nos instruir em
como viver a igreja, não é? Seja lá no
século seja no século XX, nós precisamos
da palavra do Senhor. Ainda assim, esse
aspecto de Primeira Coríntios ser uma
epístola que está sendo escrita ali nos
primeiros anos da igreja, logo depois de
narrativas que demonstram aspectos mais
positivos do desenvolvimento da igreja,
como nós vemos em Atos, ainda que hajam
problemas, nós vemos um um uma descrição
muito bonita do que a igreja tem vivido,
mas logo depois nós já vemos desafios e
epístolas, não só para pra igreja de
Corinto, mas também outras igrejas,
igreja de Roma. H, instruções para essas
igrejas. A grande pergunta que fica e
tem a ver com o primeiro desafio que o
Mark Dev vai colocar no livro é sobre o
esquecimento. Por que que as igrejas,
por que que nós como cristãos esquecemos
tão facilmente do que é que Deus já fez
por nós? a de quem nós somos em Cristo e
mesmo qual é a missão que nós recebemos
como igreja, como corpo do Senhor. É
uma, tenho, eu tenho sempre duas
ilustrações quanto a a tratamento desse
esquecimento. E aí o livro ele remete a
a tratar as bênçãos que Deus nos dá, né?
E ele cita ali como a igreja de Corinto
é abençoada por Deus, é amada por Deus,
é alvo da graça de Deus, né? Mas essas
duas deficiências que impõe para nós uma
eh um esquecimento, acho que a primeira
é a questão da ingratidão. Ah, eu gosto
de uma frase que diz que a a gratidão é
a virtude da memória, né? E quando nós
esquecemos dessas bênçãos que Deus
derrama sobre nós, aí nós realmente eh
manifestamos uma ingratidão. Nós eh
esquecemos de celebrar, como o apóstolo
Paulo faz, de uma igreja que eh a graça
de Deus é derramada sobre eles, cheia de
dons, a a que eles pertencem a Deus,
estão garantidos nessa verdade. Então,
quando a gente lembra dessas verdades,
nós estamos eh no caminho de uma firmeza
em em celebrar e exaltar Deus. Acho que
a segunda ilustração que tem a ver com
uma certa forma de esquecimento é quando
a gente lembra aí da questão da lepra,
né? O povo de Israel, e ele vai citar
mais para frente do capítulo 10, a essa
ênfase de que o povo de Israel tem essa
esse essa insensibilidade, né? E isso
leva a uma vida de pecado, uma vida de
oposição ao padrão de Deus. Então, essas
duas realidades faz com que a gente
esqueça de quanto Deus fez e derramou de
suas bênçãos para nos beneficiar, né?
>> E isso hoje em dia ainda é
potencializado por outras distrações que
nos levam a esquecer do que mais
importa. A gente tem as redes sociais, a
gente tem a correria do dia a dia. Cada
vez mais as pessoas se cumprimentam
dizendo: "Ah, tudo bem, tudo só na
correria", né? Aquela coisa de sempre.
[risadas]
>> E quanto mais isso acontece, mais as
pessoas esquecem do que realmente é
importante, não é verdade?
>> Sim. A esse estilo de vida que a gente
tem é muito interessante, né? Às vezes a
gente esquece a o que comemos ontem, a o
que foi pregado no domingo, a avalia a
semana, fal, mas o que que eu fiz, né?
Eh, e essa desatenção, como você falou,
né? O estilo de vida que a gente vive
propiccia que a a gente tá tão focado no
presente, nas ansiedades do futuro que
esquece daquilo que a gente ganhou, as
bênçãos que Deus derramou e uma série de
coisas que Deus nos usou, né, através aí
da da das bênçãos e oportunidades que
ele nos dá, né?
>> Sim. Daí a importância do pregar para si
mesmo, né? do meditar constantemente na
na palavra do Senhor, acima de tudo, mas
também de analisar como o Senhor usa
toda criação para cuidar de nós, como a
nossa vida está nas mãos dele, cultivar
essa gratidão, né, do lembrar a, como
você falou, né, a ingratidão, ela ela
esquece, a gratidão lembra e a o lembrar
diariamente no começo do dia, ao fim do
dia, do que o Senhor tem feito, olhar
pra escritura e lembrar do que ele já
fez e do que ele ainda fará, né? Tudo
isso é muito importante. Eu lembro eh
dessa frase que uma vez eu vi o John
Piper enfatizar de como nós precisamos
pregar para nós mesmos. É algo muito
óbvio que ele já deve ter pegado de
outra pessoa, mas é importante da gente
guardar. Nós não podemos aprender o
evangelho um dia, dizer: "Ah, aceitei
Jesus". É isso. A gente tem que
constantemente pregar a palavra para nós
mesmos, pro nosso coração, nos lembrar
desse evangelho, para que não nos
esqueçamos de quem Deus é, quem nós
somos e de tudo que ele faz, não é
verdade?
>> Sim. E nessa pregação, a gente lembrar a
nossa identidade em Cristo, né? Às vezes
a gente esquece dessa identidade e toda
essa os itens que faz parte da nossa
identidade em Cristo que mostram esse
amor de Deus por nós e o valor que Deus
ele nos dá. E de novo aqui não quero ser
humanista quanto a isso, mas que vai nos
levar a uma vida piedosa e grata diante
de Deus, né? Senhor, eu não mereço nada.
Eu sou um miserável pecador, mas a a as
bênçãos do Senhor foi foram derramadas
sobre a minha vida. E Senhor, só posso
agradecer porque na realidade o que eu
merecia de fato é a sua ira e a sua
punição, né? Mas o Senhor revela seu
amor e misericórdia e por isso sou muito
grato, né?
>> Amém. Amém. É isso mesmo. Agora, esse
esquecimento acaba levando a outros
problemas, dentre eles aquele que o Dver
vai abordar no segundo capítulo, o
segundo desafio que ele aponta no livro,
que é o da divisão, quando nós vemos a
igreja de Coríntios com várias divisões
internas. E não só a igreja de
Coríntios, nós vemos nos nossos dias
igrejas caminhando para isso. Então,
como é que nós podemos evitar essas
divisões e qual a importância, né, de
lutarmos contra elas? Um um dos
elementos [roncando] que a gente enxerga
em termos das divisões é quando cada um
de nós tem aquela prioridade em si
mesmo, né? A gente dá um valor a nós
mesmos exagerado. E e a igreja Coríntios
eh tinha eh um pouco disso, né?
Valorizar pessoas e isso criava os seus
partidos. Eu acredito que nós como
crentes e nós também como líderes temos
que lembrar a nossa posição em nosso
lugar, né? Então, eh, eu sou um servo,
eu sou um instrumento e eu não sou
aquele a quem deve chamar a atenção. E
quando eu faço isso, eu promovo o meu
partido, né, a minha ênfase, o meu
ministério. E eu acredito que dentro
disso, a nossa maneira de promover a a
de não promover a divisão, né, mas
promover a unidade, tem a nossa
lembrança em Cristo. João 17 lembra, né?
a a nossa unidade vai promover uma
confiança no evangelho, né? E quando nós
nos dividimos, as pessoas não vão
enxergar a beleza da igreja e não vão
enxergar a beleza de Cristo. Então, eh,
essa responsabilidade é muito
importante. Então, como eu acredito que
tem a ver muito com a nossa atitude,
humildade, a nossa postura diante dos
nossos irmãos, uma vida outrocêntrica,
eh tirar a prioridade, né, dos nossos
interesses. Então, eh, a divisão é um
câncer, né? Eu eu lembro na minha
denominação que um um o lema era a os
batistas só crescem dividindo, né? E
isso trouxe um estrago muito grande. E
aí a ênfase hoje é até na unidade, né?
Nós precisamos estar juntos, porque
juntos a gente pode investir em missões,
a gente pode promover o evangelho.
Então, a gente tem que lembrar do
câncer, que é a divisão, e como nós
estabelecemos através da nossa vida, né,
nossas nossa própria eh prioridade em
nós mesmos. Essa divisão,
>> com certeza unidade é a palavra-chave.
Nós somos criados em Cristo como um só
corpo, né? corpo do Senhor aqui é
formado por muitos membros que t
diversidade, mas que não deve ter
divisão. E isso é algo que a gente
precisa lutar.
E essa divisão,
>> eu acredito que sim,
>> eu acredito que uma das coisas que aí no
caso a epístola de Primeiro Coríntios
lembra e até a uma maneira talvez eh
mais ah [roncando]
vamos dizer simples de Paulo, quando ele
fala assim: "Olha, eh eh eu não batizei
ninguém" e aí lembra de um. Então tá
vendo, gente? Não é a minha ação que vai
fazer com que a o evangelho cresça, né?
Eu sou um mero instrumento, né? E Deus
vai me usar nas tarefas que ele tem para
mim e outros vão fazer a o complemento
de outras tarefas importantes no reino
de Deus.
>> Sim. Ainda que essa questão do apego à
aquele que ensina, aquele que é o
instrumento, às vezes possa ser a causa
da divisão, né? Você falou de um aspecto
de como nós, como ministros, devemos
tomar esse cuidado também, né? É, nós
como cristãos em geral devemos tomar
esse cuidado de não trazer peso demais
paraas nossas próprias opiniões. Mas
infelizmente mesmo quando as pessoas
estão vivendo de maneira fiel, outros
podem torná-las ídolos. E é o que a
gente vê acontecendo. Paulo ali tentando
pregar e viver o evangelho com
fidelidade. Nós vemos Apolo fazendo algo
semelhante. E aí nós vemos as divisões
ocasionadas por causa de líderes. Ainda
assim, estamos falando de líderes que
eram verdadeiros ministros da palavra e
eram fiéis. Agora, um outro desafio de
da igreja de Corinto era o de lidar com
os impostores, com os falsos mestres. E
a grande pergunta que fica para nós,
então, que é o que o Dver vai tratar
depois, é sobre como diferenciar um
ministro do evangelho, um verdadeiro
ministro do evangelho de falsos mestres,
de impostores.
>> Ah, acho que um um dos itens que
na carta fala e ele valoriza isso é a
questão da fidelidade, né? Ah, o que
quando o Senhor eh vai nos avaliar, o
que que ele quer nos quer encontrar? Ele
quer encontrar servos fiéis, né? Então,
a fidelidade é muito importante. Muitas
vezes a gente vende a nossa fidelidade
pelo pragmatismo, pelo sucesso e e o que
se requer daquele que é o mordomo, que
aquele que é o instrumento, é a
fidelidade. Então, independente do
número da do tamanho da igreja ou o
tamanho do da relevância ministerial, eh
esse critério é o que vai diferenciar os
impostores daqueles que são servos.
Senhor, eu quero ser encontrado fiel. É
aquela consciência também de uma
prestação de contas, né? Uma hora a
gente vai chegar perante o Senhor e ele
vai pedir conta do nosso ministério e
isso na no crio dele, na avaliação dele,
vai eh exigir de nós. Senhor, eu preguei
a sua palavra fiel. Eu cuidei do seu
rebanho, como diz Hebreus 13:17, velei
pelas a as pessoas ali com fidelidade.
Então esse essa é a diferenciação. O
impostor ele vai querer investir ali
numa imagem, a isso produzindo a um
aquele crescimento estilo algodão doce,
né? que quando você chega perto não tem
consistência nenhuma e nem alimenta.
Muito pelo contrário, só prejudica
porque vai aumentar a glicose, né? Mas a
fidelidade
e eu queria compartilhar algo aqui que é
eh para mim é muito caro. Eu tenho um
respeito muito grande com os pastores de
igrejas menores.
E muitas vezes a gente e avalia pastores
assim e pelo sucesso dos números, mas
quantos ali dominicalmente numa
congregação pequena, estão pregando
fielmente a palavra, pregando a
santidade e e o crescimento, como
Corinto mesmo vai falar, né? Primeiro,
primeiro aos Coríntios, o crescimento é
do Senhor. Ele tá ali por fazer a
vontade do Senhor, tá ali por honrar o
Senhor no seu ministério. E quantos
outros crescem e aí a gente vê eh um
vendendo o crescimento com coisas muito
caras, né? Também não acho que um um
pastor de igreja grande é um impostor.
Não quero dizer isso, né?
Mas para mim esse aspecto é fundamental,
a fidelidade.
>> Sim, sim. Realmente é o o problema não é
o tamanho da igreja, mas é o que é que
você está fazendo para chegar nela. Se é
uma pregação fiel do evangelho ou se é
uma, né, venda da palavra do Senhor ali
para que as igrejas atraia muitas
pessoas. E aí esse é o problema, né? Eu
acho que o que nos cabe é simplesmente
buscar viver essa fidelidade, pregar o
evangelho, sabendo que quem faz com que
as pessoas sejam alcançadas é o Senhor,
né? que nos cabe é pregar o evangelho e
viver o evangelho uns com os outros,
vivendo esse discipulado.
Agora,
>> e o e o
>> Sim,
>> olha só rapidinho, o o ministério feito,
né, ele tem os seus desafios, mas feito
com pessoas regeneradas, né, pessoas que
conheceram o evangelho, que foram
transformadas, receberam uma nova vida
em Cristo. Eh, eh, é a essência, né?
Você juntar um monte de gente que não é
convertido, que só aderiu a uma mensagem
muitas vezes motivacional,
eh, não agreguem nada ao reino nem ao
evangelho, né?
>> É. Aí a gente vê uma conexão com outro
ensino do Mark dever, que é o ensino da
escritura. Obviamente ele apenas resume
ali com outras palavras, mas a as marcas
de uma igreja saudável e a importância,
por exemplo, de uma membresia
regenerada, que isso vale tanto pros
membros, a gente não querer se encher de
membro, mesmo quando membro não é
cristão de verdade, aí vai chegando e
vai eh crescendo como um câncer, né,
como um tumor que vai corrompendo a
igreja. ou você tomar o cuidado de
pregar o evangelho e conferir se há a
verdadeira conversão em quem se recebe,
não somente nos membros, mas
principalmente também nos pastores que
estão chegando para que eles não se não
sejam impostores, falsos mestres,
pregando e atraindo outros impostores
que se acham cristãos e não são. E tudo
isso, Abimael, tem a ver com o pecado. A
grande deficiência, a grande melhor luta
que a igreja tem a ver com o pecado, é a
luta do novo homem contra o velho homem.
E isso, primeira a aos Coríntios fala
sobre o que a igreja passou. que nós
vemos em nossas igrejas, nós vemos em
nós mesmos, no nosso dia a dia, as lutas
contra o pecado, nosso pastoreio, as
dificuldades com pessoas que estão, ah,
infelizmente, às vezes, se entregando ao
pecado, não lutando contra ele. E algo
que o Dev vai falar nos capítulos
seguintes é sobre eh o pecado como um
desafio da igreja e como é que a igreja
deve lidar com o pecado de forma
bíblica, sem cair em permissividade,
certo? que é um dos problemas que muitas
vezes as igrejas levam, mas também sem
ir pro outro lado, que é aquela dureza
sem amor. E na sua experiência, como é
que nós podemos fazer isso?
>> Olha, a pregação
da palavra e a crença no trabalhar do
Espírito Santo, na vida do crente, eu
acho que é algo que eh conduz o nosso
ministério com aquela dependência de
vida, né? Eh, a minha tarefa é pregar a
palavra, crer na ação do Espírito Santo,
eh transformando pessoas, né, trazendo a
a maturidade cristã, o desejo de
crescer, né? A, o pecado é uma
realidade. Nós, eh, nos ouvimos o
evangelho, nós eh recebemos a mensagem
que nos torna uma nova criatura, mas a
gente continua lutando com a natureza
pecaminosa. E aí eu acredito que a o
trabalho da igreja, isso é uma ênfase
nossa aqui também, eh, de investir no
discipulado, né? Até tem um livro do Dev
também que é publicado por Edições Vida
Nova, que eu gosto muito, que é o o
discipulado. Então, esse investimento e
e também eu acredito que hoje um desafio
para os ministérios é esse pastoreio ali
em que cuida de vidas, né? Então assim,
a o aconselhamento no meio das lutas e
problemas. Ah, então a gente tem que
como igreja trabalhar os recursos que
Deus nos dá para para promover o
crescimento espiritual, né? A, a gente
tem até a nossa frase lema, a a gente
tem lá uma igreja cada vez mais madura,
eh, porque dá aquela ideia que nós não
vamos conseguir, né, uma igreja madura,
não, a gente está buscando. E, e como
acontece, o bessário vai chegando, né,
vai aumentando. Ah, então a gente tem na
membresia pessoas de diversos níveis de
maturidade e a gente tem que cuidar e
incentivar aqueles que são mais maduros,
que até Paulo cita vários dos seus
companheiros ali, para contribuir,
porque nós como pastores não vamos
conseguir fazer tudo. E aí então um
rega, o outro eh dá o Deus que dá o
crescimento, né? Mais ali um planta.
Então, essa divisão de tarefas no
ministério é muito importante para que a
igreja cresça em eh quanto a questão de
eh vencer o pecado, né? Pessoas
desejosas de estarem mais parecidas com
Jesus. E aí você falou do discipulado
como um instrumento para isso, que é uma
das marcas da de uma igreja saudável que
o Dver coloca, mas também a própria
disciplina que faz parte desse mecanismo
de defesa, de proteção que o próprio
Senhor Jesus nos deu para proteger uma
membresia regenerada, né? Então, a
importância de não apenas recebermos os
irmãos, mas nesse discipulado do
pastoreio, do cuidado, sabermos corrigir
os irmãos quando eles estão se
entregando aos seus pecados. E quando
necessário, quando o irmão insiste,
quando a pessoa insiste em não se
arrepender e não ouvir um, dois ou três,
a igreja, o a disciplina final, a
escunhão, como uma ferramenta de
proteção para proteger a igreja do viver
em pecado, né? Eh, e até o que Paulo
fala do disciplinar, do repreender na
presença de outros para que também os
demais temam, né? Então, tudo isso tem a
ver com esse cuidado.
>> A disciplina é um aspecto muito
importante da vida de igreja, né? Ah,
nós precisamos lembrar que a o o pecado
é como um fermento, ele tem esse efeito
corporativo e a disciplina cirúrgica ou
a excomunhão vai trazer pureza à igreja,
como aconteceu em Atos, né, a a punição
de Ananias e Safira, produzindo temor.
Então, muitas vezes, a a gente pode se
iludir, ah, não, eh, exclusão, comunhão,
disciplina, eh falta de amor, não. É o
padrão que Deus estabeleceu que o pai
que ama o seu filho disciplina. Então,
nós temos praticado aqui na nossa igreja
a disciplina, ah, temos levado muito a
sério a questão do nosso próprio rol de
membros, ter um rol de membros que seja
fiel a a nossa tanto a nossa frequência
quanto também a nossa realidade de de
vida, de pessoas que estão ali na vida
comunitária. E de novo, é algo que
muitas vezes assim a gente é
incompreendido, mas biblicamente ter seu
valor. E e digo para você, a gente fica
feliz quando tem restaurações,
pessoas que foram exercitadas pela
disciplina e voltam arrependidas,
conscientes de que nó eu tomei uma
decisão errada e a minha vida teve
consequências. E aí nessa restauração a
gente acolhe, a gente vai trabalhar
naquelas questões de apoio, mas a pessoa
aprende que realmente foi Deus usando a
disciplina para restaurar sua vida
plenamente.
>> Porém, diante dessa luta do pecado, mais
uma vez nós vemos os excessos. O perigo
tá nesses extremos. E algumas pessoas na
expectativa de vencer o pecado assim,
caminham para o que é chamado de
aceticismo, que é aquela tentativa de
tirar qualquer tipo de prazer do corpo,
tirar várias coisas que são até lícitas,
mas ah, pode ser que sejam mal usadas,
algumas pessoas usam mal, vamos cortar.
E aí nós vemos o aceticismo como um
problema, que é um outro desafio que o
dever põe no livro. E uma questão que a
gente tem que pensar é é que formas de
espiritualidade podem parecer piedosas,
mas acabam afastando a igreja do
evangelho e da liberdade cristã, que é
algo muito importante, né, por caírem no
asceticismo. Quais Quais exemplos nós
poderíamos pensar aqui?
Ah, eu acho que hoje até tá em moda aí
muitos desses coachs aí trazendo CNECA e
outros dessa linha de que a SES vai
fazer com que haja um progresso, né?
talvez até tenha um progresso mínimo ou
até no meio coach tem algum resultado,
mas quando a gente pensa na vida cristã
e que a vida cristã de novo, ela é uma e
ela ela se exerce pela ação do Espírito
Santo, transformando a pessoa na imagem
de Cristo. Eh, tudo isso não se
sustenta. Quantas pessoas começam ali
com a acésicismo,
né?
>> E aí, então, eh, não é depois o fardo
que essa pessoa ela eh desenvolve, ela
não persevera e passa um tempo, ela vem
e ali a volta a a pecar, a porque não
foi uma transformação de dentro para
fora, foi uma uma foi cosmético, né? E,
e então esse esse aspecto é muito
importante da gente lembrar então de
novo a a pregação, a o discipulado, né,
essa interação entre irmãos, né, de um
irmão ajudando a outra. E e e Corinto
fala muito desse valor comunitário, né?
Ah,
de promover aí uma santificação que é
fruto da transformação que Deus deu
antes, dando a salvação, né? Tais fostes
alguns de vós, né? E essa palavra é
muito graciosa. Então, e e essa
transformação fazendo com que as pessoas
cresçam, né? E e às vezes também tem um
aspecto que dentro desses há uns, né,
eh, como alguém já disse, né, eles não
ainda deixaram plenamente de ser e
alguma coisa. E a igreja vai trabalhar
para essa transformação, dependendo do
Espírito Santo, né? Então, e essa essa
ênfase da pessoa querer se
autossantificar
produz um fardo e que muitas vezes vai
redundar em uma derrota, né? eh essa
santificação meramente externa de
hábitos que, como nós falamos, muitas
vezes são lícitos, não era um problema,
mas a pessoa acha que eles são a solução
e que sem ele aquilo tudo vai ser
resolvido. E quando nós olhamos para
Jesus, para Paulo, nós não vemos as
setas, nós não vemos pessoas que abriam
mão de prazeres lícitos da vida. que o
próprio Senhor, eh, ele comemora com os
discípulos, ele participa da festa de
casamento, ele transforma água em vinho,
ele eh tem refeições com os discípulos.
Paulo falando sobre essa questão de uma
tendência ao asceticismo, vai falar que,
olha, nenhuma comida, nenhum alimento é
impuro em si mesmo. Ah, ele mostra que
aquilo que o Senhor criou, né, eh, deve
ser recebido com ações de graças e usado
para o Senhor. Por isso, quer comais,
quer bebais ou façais qualquer outra
coisa, fazei tudo para a glória de Deus.
Então a gente não vê um ensino de um
aceticismo. Tem gente que fala: "Não,
Paulo era histórico, Paulo era uma
seta". E não é esse o Paulo que nós
vemos na escritura. Nós abrimos mão
daquilo que é pecado, mas a gente pode
usufruir de coisas listas pra glória do
Senhor. E isso é algo importante da
gente diferenciar quando nós vemos esse
desafio de inclinações que ao invés de
tratar o pecado, querem simplesmente
fugir de situações, né? Então, ah, vamos
que nem os monges, né? Ah, vamos lá para
um monastério longe e ali estaremos
salvos. Não, você não é isso que trata o
seu pecado, é o coração que precisa ser
tratado. E aí volta para aquilo que você
falou no início, né, Abimael? Palavra,
comunhão com os irmãos, santificação
mútua, eh, se encher do espírito.
>> É um aspecto que a gente tem como
benefício, né, da vida cristã é a
liberdade, né?
>> Sim. E e o o quando Jesus fala, né? Se
eu vos libertar, se o filho vos
libertar, verdadeiramente sereis livres.
E isso é exercitado. Eu acho que a
beleza é quando algo que você eh sabe
que, né, Deus permitiu, mas aquilo não
lhe controla, né? Você é tão livre
>> que você pode eh usar sua liberdade para
eu não preciso disso não. Isso não vai
eh me dominar, não vai ser algo que eu
vou me prender, porque ah tem tanta
coisa que Deus me deu eh generosamente,
né?
>> Sim, é verdade. A liberdade não nos
obriga a participar de tudo a que nós
temos o direito de participar, né? que
aí já não seria mais liberdade.
Interessante.
>> E um se o aceticismo é um problema de um
extremo, que é aquele que tenta, ah,
supostamente eu vou viver mais santo do
que todo mundo, abrindo mal de tudo, nós
vemos o outro extremo que é o logo da
rebeldia ou da desobediência, que é a
palavra que o Déver usa para o sexto
desafio. Como é que nós podemos aprender
a vivermos mais obedientemente
ao invés de vivermos na desobediência?
maior,
>> olha, eu uma eu até lembrando das
palavras, né, de Hebreus que fala que o
Senhor Jesus aprendeu a obediência pelas
coisas que sofreu, né? E eu acho beleza
do exemplo de Jesus nos instruindo, ele
que é perfeito, né? Não, a a nossa
cristologia eh eh nós defendemos que não
havia possibilidade de Jesus eh pecar. E
esse versículo ele nos encoraja no
caminho dessa obediência, né? Então, a o
desejo de agradar a Deus, né?
compromisso em seguir aquele que é o
nosso Senhor. Então, a obediência
procede também de um coração que ama a
Deus, né, o desejo de agradá-lo. Eh, nós
não fazemos para receber qualquer tipo
de bênção, a obediência, né? Eh, mas
para agradá-lo, porque queremos
satisfazer aquele que realmente nos deu
tantos benefícios. Então, a a também
nesse processo, na nossa vida pessoal, a
a o desejo de obedecer deve habitar o
nosso coração, né? Eu sempre falo, né?
Fui pastor de jovens, eu sempre falava
para eles: "Olha, eu nunca vi uma pessoa
obediente chegar diante de mim chorando.
Olha, eh, tô aqui arrependido de ter
obedecido a Deus. Já vi gente
enfrentando tribulações, perseguições,
isso sim. Mas quantas vezes, Saur
tratando situações de restaurar vidas
ali, veio pessoas que ah, chegaram
diante de mim, olha, eu tomei uma
decisão errada, desobedeci a palavra de
Deus. E aí eu gosto de lembrar sempre eh
Isaías 48:18, né? aquele lamento divino.
Ah, se você tivesse ouvido os meus
mandamentos, a sua paz seria como orquo
e a sua justiça como ondas do mar.
Então, essa disposição, a beleza de
obedecer, a a não como fazer como um
peso assim de uma obrigação, né, que que
eu tenho que fazer como, né, somente
como um escravo obedecia, né? Somos
escravos, como a palavra de Deus diz,
mas ter o prazer na na obediência, né?
Como o Salmo 19 também fala, né? Eh, há
grande benefício em obedecer os seus
preceitos. Então, a gente precisa
lembrar para o nosso povo que obedecer é
um privilégio também.
>> Sim. Exato. Ao mesmo tempo que somos
escravos, que é uma verdade, somos
servos. Aí a ideia é que não temos que
pensar na nossa vontade, mas sim na do
Senhor, mas somos escravos do melhor
Senhor e ao mesmo tempo somos filhos,
somos adotados. uma realidade não altera
a outra, elas se mesclam perfeitamente,
sem contradição, de maneira que a
obediência ela se encontra no amor. Você
falou um pouco sobre isso. E é algo que
eu sempre enfatizo pro pessoal quando eu
aconselho aqui, a pessoa tá lutando com
algum pecado e eu digo: "Olha, antes da
gente falar de qualquer questões
ah externas,
meramente práticas, ah,
questões que dizem respeito a uso e
costumes, a gente tem que falar do
coração da luta contra o pecado." E é a
receita para vencer o pecado. É amar
mais a Deus do que ao pecado. Quanto
mais nós amamos o Senhor, mais nós
amamos a sua vontade, mais nós vemos
como a vontade dele é boa, agradável e
perfeita. E mais nós temos vinda dele
mesmo a força para vivermos em santidade
e dizermos não ao pecado. Então, qual é
o caminho para que nós não vivamos em
pecado desobediência? É o crescer no
amor ao Senhor. E de novo, como é que
nós crescemos no amor ao Senhor? É a
palavra.
>> [roncando]
>> é o relacionamento com o Senhor por meio
da palavra, o meditar na no que ele
ensina, ouvi-lo, falar com ele na
oração, eh cultivar a gratidão,
louvá-lo, agradecer e a comunhão com os
irmãos que ajudem tudo isso. Então, ao
mesmo tempo que a igreja apresenta
vários desafios e nós já citamos alguns
aqui, ela é também o instrumento do
Senhor para nos dar os meios de vencer
cada um desses desafios, né? Então,
>> sim. Eh, eu acho que hoje se fala muito
na questão, né, do a dopamina, né, o o
>> o hormônio do prazer e aí de uma série
de itens da hoje que a gente vive que
tem prendido as pessoas
e e escravizado essas pessoas com essa
realidade, né, do da dependência da
dopamina. Aí eu sempre falo, né? Ah,
salmo primeiro, né? O será que a palavra
de Deus, né, você tem um prazer na lei
do Senhor e nela medita dia e noite e
que essa palavra maravilhosa dá mais
prazer do que ficar rolando ali, né, a a
feed de um celular nas redes sociais,
acredito que tem seu valor. Nós estamos
beneficiando aqui através ah da, né, de
uma rede social. Então, não acredito
noismo, né, mas trazer de voltas e esse
puxa, eu tenho prazer na lei do Senhor e
nela eu medito dia e noite. E isso vai
trazer para nós os benefícios da
obediência, do crescimento, da
maturidade cristã, né, que é uma igreja
imatura. Primeira Coríntios, eh revela
isso, né? E como é que ela vai crescer
na maturidade, né? Como é que ela vai
deixar de ser criança carnal ali, né? É
através da disposição de obedecer,
obedecer a palavra.
>> Sim, é verdade. O Devre vai falar ainda
de outros desafios. Nosso objetivo aqui
não é de falar de todos eles. Aqueles
que quiserem se beneficiar de e entender
como vencer cada um dos desafios que o
Dver coloca no livro, podem adquirir o
livro e far um bom proveito, com
certeza. Mas um outro aqui que me chama
atenção é a questão da autonomia.
Nós estamos falando de uma igreja que
tem sua unidade, ah, mas ao mesmo tempo
é uma unidade de diversos indivíduos,
né, formando um corpo.
>> Sim. E aí nós temos aquela questão do
individualismo
e da autonomia do eu que a nossa cultura
constantemente prega pra gente, né? Do
você ser você mesmo, do você se
expressar, do você viver o seu o seu eu,
o seu desejo, quem você é. E como é que
esse individualismo e autonomia
afetam a forma como nós cristãos
entendemos a membresia,
a autoridade e também o compromisso com
a igreja?
>> Pois é, a gente vive dias tristes com
essa eh esse individualismo, né?
Eh, quem diria que a gente iria chegar e
falar assim, olhando para como no
indício do meu ministério chegava e
falava assim: "Cuidado com a televisão
porque fica ali a família reunida e só
quem fala é a televisão". E hoje é cada
um, né? Não tem mais nem o compartilhar
de assistir juntos, né? Cada um tem o
seu aparelho. Isso tem afastado as
pessoas. A televisão era mais
congregacional, né, irmão? [risadas]
Hoje tá pior.
>> Exatamente. Misericórdia.
>> E e hoje você vê que a igreja é afetada
por esse individualismo, até mesmo na
comunhão. As pessoas têm dificuldade de
se relacionar,
>> né? Você promove algo, um retiro, você
promove, né, um evento, as pessoas estão
ali, né, no seu próprio celular. Então
isso faz com que as pessoas estejam mais
centradas em si mesmo e isso afeta, né,
bastante. E a cultura também, né, eu sou
dono do meu nariz. Aí até falo, né, que
quando a gente se converte, a gente pega
o nariz e dá para Deus. Senhor, se é doo
meu nariz. [limpando a garganta] E esses
dois elementos, né, tanto a o
individualismo quanto essa autonomia. Eu
tenho as minhas regras, né, minhas
regras.
eh minha vida, né?
>> Meu corpo, minhas regras, coisa do tipo,
né?
>> É isso. E aí, então, de novo, a quem eu
vou me submeter? Então, dificuldade de
se relacionar com a autoridade
eclesiástica colocada por Deus, né? Um
pastor, alguém que um presbítero. A
outra outra realidade é a as pessoas
hoje não valorizam mais algo que a gente
comentou antes, né? A própria membereia.
Ah, não, eu eu eu frequento a igreja,
mas não quero me tornar membro, né? Eh,
ou seja, eu não quero participar de um
corpo local que é uma instituição
divina, né? A igreja não é um mero eh eh
encontro, um clube, não. Deus criou a
igreja para cumprir os seus propósitos e
vai fazer através de pessoas
que estão conjugadas na mesma missão, no
mesmo direcionamento de Deus, né? Então
assim, ah, até mesmo eu penso no desafio
para nós líderes, né? é termos uma visão
maior do reino de Deus do que nossos
próprios próprio reino local, né?
Investir em outros ministérios, a eh o
investimento em missões, a situações que
a igreja local em si não vai ter nenhum
benefício, mas nós investimos a nós
temos dois ministérios que fazem isso,
né? tanto prega a palavra quanto o
ministério chamado pastor líder, que é
uma iniciativa da igreja para investir
em outros obreiros, capacitá-los e que
nós não nos beneficiamos.
E nós fazemos isso com alegria, porque
nós queremos investir no reino de Deus.
Então, quando eu olho pro meu reino, eu
invisto só na minha igreja e ampliar a o
meu ministério. E esse lado da
autoridade também é algo que às vezes
por mau exemplo das autoridades, né, por
falta de credibilidade das autoridades,
as pessoas acabam resistindo. Mas nós
temos que lembrar que Deus é um Deus de
hierarquia, né? Ele estabeleceu como eh
o rei, aquele que é de fato quem dá as
regras pra igreja através do seu cetro,
que é sua palavra.
>> Sim. Ah, meu amigo, hoje em dia as
pessoas querem ser servidas e os
benefícios do clubinho, mas não querem
responsabilidades, né? Então, a igreja é
um restaurante onde a gente vai ali
comer e depois vai embora. Não tem que,
não quer lavar a louça com o restante
que ficou, não, né? Então, é esse
problema. Isso tem a ver, como você
falou, com a nossa sociedade como um
todo. As pessoas não se falam mais
quando estão no elevador, não conseguem,
não conhece os vizinhos. A gente não tem
conversas em canto nenhum, mesmo quando
tá no mesmo ambiente, muitas vezes ficam
ali todo mundo no celular, na mesa de
jantar ou, enfim. Ah, isso tem afetado
todo, né? As pessoas não sabem mais
viver juntas. E aí isso acaba impactando
>> o serviço, porque se eu penso só em mim,
eu deixo de pensar em como é que eu
posso servir os outros. Isso é algo que
a gente precisa ensinar inclusive em
casa para os filhos, né? Eu tenho dois
meninos aqui e ontem mesmo eu tava
falando sobre isso. O meu mais novo
machucou o braço, nada demais assim, mas
tá com braço imobilizado mais uma
semaninha e o mais velho tá tendo que se
virar para ajudar ele de algumas formas.
E eu dizendo: "Meu filho, eu peguei um
texto das escrituras que a gente tava
meditando no culto méstico, eu dizendo:
"Olha, isso é uma bção. Isso aqui é uma
maneira de você servir ao Senhor, né?
Você não vai levar um copo de de água
pro Senhor, mas você pode levar pro seu
irmão. Isso é uma maneira de servir ao
Senhor cuidando daqueles que são
criaturas dele. E isso é algo que as
pessoas precisam voltar, entender a
importância do serviço. Por outro lado,
também afeta essa autonomia afeta a
questão da correção e da disciplina.
Como é que a gente disciplina e corrige
quando as pessoas dizem que é você para
se meter na minha vida, não é verdade?
Então,
>> Aham. A gente precisa tirar essa visão
do a eu que mando na minha vida, como
você trouxe. Eu quando tô instruindo o
pessoal aqui no curso de membresia, eu
digo: "Olha,
ser membro dessa igreja significa que
você tem que estar disposto a ouvir
pessoas chegando para você, dizendo:
"Meu irmão, vamos caminhar por aqui. Meu
irmão, esse não é o caminho. E se você
não está disposto aí, você não está
disposto a ser membro dessa igreja". Mas
mais do que isso, você não tá disposto a
ser membro de uma igreja saudável,
porque é isso que toda igreja saudável
tem que fazer, que é amar, cuidar,
servir e corrigir, né? E a autonomia, a
gente tem aqui um dos
>> eh um dos documentos que a gente tem
aqui na nossa recepção de membros, né,
nossa classe de membresia, é o que a
gente chama de compromisso de membro.
>> Sim.
>> Hoje, eh, até pela influência do
Ministério Novas, tem um pacto de
membro, né? Sim, sim.
>> Mas a gente a lá atrás a gente fez esse
documento e um dos itens é essa
disposição
para exortar e ser exortado.
>> Amém.
>> E a dar reconhecer a autoridade da
igreja e que ela é uma autoridade em
todas as esférias da minha vida.
>> Sim. negócio, namoro, relacionamento,
sociedades. Ou seja, eu acredito que
hoje a gente precisa fortalecer esse
vínculo eh da comunhão, da comunidade e
documentos como esse nos ajudam a criar
esse compromisso.
>> Sim,
>> né? a a o a frequência. Olha, você tá
entrando para uma uma comunidade, seja
pelo batismo, seja pela transferência,
que você se compromete a obedecer.
Hebreus 10:25,
congregar, estar juntos. Eu lembro na
pandemia, nós não fizemos a celebração
da ceia enquanto toda a comunidade não
pudesse reunir. Então tinha aquelas
restrições, uma idade no horário, outra
idade no outro horário. Nós não
celebramos ceia também online, porque a
gente se entende que esse é o momento da
família. A família está reunida, essa
bênção comunitária da gente celebrar e
nos alegrar com a redenção que tivemos.
e com o fato de que essa redenção nos
tornou irmãos, um vínculo precioso e
forte em torno de Jesus, que nos livra
dessa autonomia, né, e dessa visão hoje
e empobrecida da igreja e da comunidade
da fé, né? Com certeza, meu irmão. No
seu próprio ministério, Mimael, aí
nesses seus anos de caminhada, quais
desses ou mesmo outros desafios que você
mais experimentou no ministério?
>> Olha, eu sempre brinco e um dos grandes
desafios do meu ministério é esse com
quem você tá falando aqui, né? A crescer
na maturidade ministerial. Eu comecei o
meu ministério com 23 anos
>> e sou muito grato a à nossa igreja aqui
que foi muito paciente comigo, né? Eu eu
era um homem extremamente legalista,
né? E e achava que eu tinha que ser o
Espírito Santo na vida das pessoas.
E e a igreja local me ensinou a ser um
pastor, foi eh me ensinando. Sou muito
devedor a um meu mentor de 25 anos que
trabalhamos juntos, que é o fundador da
da PIBA, né, o pastor Mendes. E e eu
esse esse trabalhar, né, dos membros da
igreja sendo paciente comigo. Então hoje
eu tenho 54 anos, sou muito devedor aqui
à nossa igreja. Eu acho que um outro
desafio que a gente enxerga, eh,
eu, eu creio muito em ministérios
longos, sabe? Deus me deu a graça, eu
não condeno quem passou por ministérios
pequenos. Cada um tem sua realidade, mas
eu acho que a perseverança dos líderes
em pastorear igrejas como a igreja de
Corinto, né? Eh, que tem os seus
desafios, que precisam de instrução, né?
Ah, imagina se Paulo tivesse desistido
de Corinto ali, né? Ah, não, nem quero
saber, não vou escrever nada para eles.
Nós não tínhamos o privilégio de lembrar
que as nossas igrejas são imperfeitas,
nós somos pastores imperfeitos e
precisamos eh crescer na maturidade para
trabalhar, né? Então essa perseverança,
eu creio que é algo que também é um
desafio que nós temos e tive momentos
que desafiadores, mas Deus me deu a
graça, não continua, não abandono.
Ah, um outro desafio que eu vejo eh é na
questão dos próprios relacionamentos,
né? A igreja é uma comunidade de
relacionamento. Então você tem que
administrar pessoas, você há muitos
conflitos
e e quantas vezes voltando lá eh como em
primeira eh Coríntios capítulo 6, né, de
desafiar pessoas a sofrer o dano, sabe?
eh situações assim que a pessoa tava com
a razão, ela tinha todo o direito. E
você chegar assim, olha, você tá diante
de uma pessoa que evidencia que o seu
amor por Jesus não tá dominando seu
coração. Você, como mais maduro, está
disposto a abrir mão? Você quer
constrangê-lo de tal maneira que o seu
exemplo vai impactar e constranger a a
mostrar para ele uma vida de
imaturidade?
e quantas situações, né, casamentos,
relacionamentos interpessoais
e e eu acho que isso também é uma coisa
que a gente aprende no livro e é ou
aprende principalmente em Primeira
Coríntios, né, a responsabilidade que a
gente tem de que a igreja é é ela tem um
valor tão alto que vai julgar os anjos e
nós temos essa autoridade de julgar
relacionamentos, obviamente com a
orientação de Deus, com conselheiros,
né? Então, acho que eh
esse é o outro desafio. E por fim, né,
citando aí, para não me delongar, o
desafio da gente ser fiel, né? Quantas
vezes a a
o ensino sério das escrituras nos leva
assim: "Ah, eu vou desistir, ai não,
não, eu vou dar uma amenizada aqui no
vou baixar o padrão de Deus". E aí a
gente acaba caindo num engodo, né? Mas
manter-se fiel à palavra é um é um
desafio muito grande.
>> É verdade. É verdade. Diante de tudo
isso, meu irmão, para encerrar aqui,
quais as esperanças que o evangelho
oferece a igrejas reais, porém
imperfeitas, cheias de desafio, como
esses que citamos, outros que o livro
fala e outros que ainda vão até mais
além do que isso, mas que desejam ser
fiéis a Cristo. Quais esperanças que nós
podemos terminar aqui? A gente falou
muito da importância da pregação, né,
para viver tudo isso. Que pregação que
você pode eh oferecer do evangelho sobre
essa esperança para essas igrejas?
>> Ah,
o livro eh, né, nos lembra Coríntios, de
várias esperanças. Primeiro que a igreja
do Senhor, né? A igreja pertence a ele,
ele é o soberano, ele admissa, ele dá o
crescimento, né? Então, a esperança que
muitas vezes nós podemos esquecer que a
igreja vai crescer com a minha ação, com
a ela depende de mim, não, ela depende
de Deus.
>> Então, isso faz com que a gente
descanse, né? Eu prego a palavra, eu
ensino, mas o Senhor é que vai trabalhar
nos corações para promover tanto
crescimento numérico quanto qualitativo
de cada crente.
>> A outra esperança é a nossa redenção,
né? A saber que somos perdoados, né? E
podemos celebrar isso com os nossos
irmãos ali, lembrando a que Jesus morreu
por nós. A esperança da ressurreição,
né? O fato da gente cuidar do nosso
corpo, é uma celebração dessa esperança
que a gente tem de que a vida não
termina aqui e que podemos servir
baseados nisso, né? Primeira Coríntios
15:58,
né? sermos firmes e constantes, sempre
abundantes na obra do Senhor, sabendo
que o trabalhar no Senhor não é vão,
porque vai haver um momento em que ele
vai chegar e vai falar assim: "Honrar
aqueles que eh são dele ah na
ressurreição, né?" Então, é essa
esperança de que nós podemos viver uma
vida não medí batizado nesse momento,
né? sermos mais infelizes de todos os
homens, mas que nós estamos vivendo a
luz da eternidade, que nós trabalhamos
na igreja a luz da eternidade, que eu
quem trabalha ali no comércio, ah, na
indústria, a no seu trabalho, também tá
trabalhando a luz da eternidade. Então,
e o evangelho dominando assim a a nossa
vida diária é algo que é traz esperança
ao nosso coração pra gente viver a cada
dia os desafios que a gente tem
contemporâneos.
>> Amém. Amém. Que nós nos voltemos pra
palavra, encontremos nela a esperança
Cristo Jesus, suas promessas e tudo que
nos é nos aguarda, né? que nós vivamos
assim, fiéis paraa glória de Deus,
confiantes que ele mesmo nos conduz. Meu
irmão, muito obrigado por esse tempo de
conversa. Foi uma bção falar com você
aqui. Espero que Deus continue
conduzindo você, lhe fazendo fiel, como
você falou, lhe dando vitória sobre
esses desafios e fazendo perseverar
diante da esperança que ele está
guardada, meu irmão.
>> Saú, muito obrigado pelo o tempo juntos.
Aí eu queria manifestar a minha gratidão
também ao Mark dever, um homem que eu
tenho admirado.
Eh, ele eh através do ministério da sua
igreja e também de Nove Marcas, é um
desses modelos pra gente de a uma igreja
que investe no reino de Deus, né? Vários
brasileiros tiveram o privilégio de ir
lá na Capital Hill e pagando sua
passagem e chegando lá eh com todo a
hospedagem, a limitação, eh muitos
livros e muito ensino profundo, um homem
que tem uma visão de reino, né? Então,
eh, também fica a minha gratidão aqui a
ele. E
a minha oração é que Deus também use a
sua vida bastante. Você que tem
promovido boa literatura e sido um
instrumento de Deus aí através da
internet, que Deus abençoe ricamente o
seu ministério como pastor também ali na
Igreja Reformada de Jundiaí. Amém.
>> Deus te abençoe ricamente.
>> Amém, meu irmão. Obrigadão. E você aí de
casa que nos ouviu, que se sentiu
encorajado a lidar com os desafios que
surgem, sim neste mundo caído, mas que
podem ser vencidos à luz da palavra. Se
você quiser saber mais sobre isso,
adquira o livro que ele vai ser uma
bênção na sua vida. E também compartilhe
essa conversa, compartilhe o livro com
outras pessoas para que elas também
sejam edificadas e possam ouvir dessa
esperança que nós temos em Cristo Jesus.
Além disso, se você gosta de conversas
assim, deixa aí o seu like, seu
comentário também e deixe recomendação
de livros que você gostaria de ver a
gente conversando a respeito aqui no
podcast da Vida Nova. E se você quer ver
outros episódios, se inscreva na sua
plataforma de podcast preferida para
assistir as outras dezenas de episódios
que nós temos chegando hoje no episódio
de número 100. É isso aí, até a próxima.
Valeu, [música]

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