Entrevista com Ramiro Rosário | HF#254
26/09/2026
Entrevista com Ramiro Rosário | HF#254
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Fonte: Igreja Vintage
Legendas automáticas:
E eu tô apaixonado por esse salmo aqui. Quero que vocês leiam comigo. Todo mundo abriu aí. [roncando] >> A felicidade de quem teme a Deus. Aleluia. Bem-aventurado é aquele que teme o Senhor e tem grande prazer nos seus mandamentos. Tudo começa na palavra. Verso 2. A sua descendência será poderosa na terra. A geração dos justos será abençoada. Na sua casa há prosperidade e riqueza, e a sua justiça permanece para sempre. Aos justos nasce luz nas trevas. Ele é bondoso, compassivo e justo. Feliz aquele que se compadece e empresta. Ele defenderá sua causa em juízo. Não será jamais abalado. Será tido em memória eterna. Não se atemoriza de más notícias. O seu coração é firme, confiante no Senhor. O seu coração bem firmado não teme até que veja a derrota dos seus inimigos. Distribui, dá aos pobres. A sua justiça permanece para sempre e o seu poder se exaltará em glória. O ímpio vê isso e fica com raiva, ranja os dentes e se consome. O desejo dos ímpios perecerá. >> Amém. Pai, nós te agradecemos pela tua palavra, pelo teu amor, >> pela tua bondade conosco. Nós estaremos aqui, Senhor, reunidos e vamos falar de diversos assuntos. E eu peço que o Senhor esteja conosco abençoando cada homem que está aqui e que esse salmo, o Salmo 112, se cumpra em nossas vidas. No nome de Jesus. Amém. Amém. Amém. Caras, eu vou chamar aqui o Dr. Vieira, Thiago Vieira, Ramiro. Pessoal pode sentar aí. [roncando] E quero chamar também aqui o Dr. Éber. Cadê o Dr. Éber aqui, nosso meu advogado. E eu já que vou dizer um negócio para vocês. Vocês passaram ali, viram o Dr. Lucas com remédios no colo. Onde pode? Pode ser aqui, ó. Aqui o Vieira aqui. Senta aqui, senta aqui, Vieira. E >> direita, >> com certeza. Se vocês, >> depende de quem, >> se vocês virem ali o Dr. Lucas com com drogas ali com ele, com remédios. E saiba disso, você tem que ter dois amigos, na verdade três, né? Um advogado, um médico e um barbeiro. >> O açogueiro também é importante. >> Um açogueiro é importante também. Verdade. Fazer uma lista sobre isso depois. Bom, vocês conhecem Dr. Thiago Vieira, esse homem que fica feliz com as minhas postagens, tá alegre, né? Eh, nós estamos aqui com Ramiro, amigo nosso, futuro prefeito de Porto Alegre e estamos aqui com o Dr. Éber, tá, meu amigo. Bom, seguinte, [limpando a garganta] T, te apresenta aí, fala um pouco da tua vida aí, como é que como é que foi o o início na política, pra gente poder entrar nums uns temas mais complexos aí contigo. >> Tá bem. Tá bem. Antes de mais nada, pastor, >> é o é o quaresma que tá te sacaneando, >> tá? >> Teu amigo, >> antes de mais de mais nada, o Ramiro perguntou se ele tem liberdade para conversar, o que que ele pode falar ou deixar de falar >> assim, ó, a liberdade aqui é total para falar mal do PT, >> ei, som, >> falar mal do pessol, atribuir demônios à esquerda, esse tipo de coisa. São todos satanistas. Quem vota na esquerda é satanista. ou homossexual. Repete comigo. Quem vota na esquerda? Quem vota na esquerda? >> Para para deixar o Dr. Thiago feliz. Quem vota na esquerda >> Quem vota na esquerda >> é satanista? >> É satanista >> ou homossexual. >> ou homossexual. Aê. >> Aí estamos junto a >> Mas que maravilha. >> Dá até uma alegria assim. Sai a coisa assim. ou os dois. [risadas] Mas que maravilha. Obrigado, obrigado, pastor Jack aqui, parceiro Thiago Vieira, Dr. Thiago Vieira, advogado que agora ficou mais velho alguns anos aqui com a fala também. Pessoal, eu vou me levantar, pastor Jack, aqui só para >> político. >> Político é dose, né, turma? E e é verdade, eu perguntei antes aqui, o convite era para falar sobre liberdade de expressão. E a primeira pergunta que eu fiz é: o que eu não posso falar, né? São tempos difíceis que a gente vive no Brasil, mas já que o pastor Dieck aqui tão tão claramente colocou a posição e que é a posição daqueles que verdadeiramente conhecem a palavra, que buscam conhecer a palavra, que sabem o quanto essa turma tem nos perseguido ao longo de toda a história em diversos países, em todos os continentes do mundo e aqui no Brasil também. E já inicio falando de algo que aconteceu hoje. Hoje, talvez nem todos tenham visto, mas saiu uma fake news que obviamente foi fabricada dentro do governo Lula, do governo do PT, dizendo que caso Flávio Bolsonaro, caso a direita fosse eleita pra presidência da República, uma das coisas que fariam pelos seus vínculos e relações justamente com igrejas evangélicas seria tirar o título de padroeira do Brasil de Nossa Senhora. Senhora Aparecida, completo absurdo. A Globo News foi lá e comprou a pauta, disse que era verdade. Aí depois, obviamente, precisou desmentir, mas o estrago já tava feito. Certamente tá circulando aí em muitos grupos, em muitas rodas de conversas de católicos, de evangélicos, para de alguma forma tentar entender o que tava acontecendo. E vocês sabem melhor do que eu, se a tira a flecha, ela não tem volta. Então, a mentira foi plantada. Mas o que tá por trás dessa mentira? Isso que é o interessante, nós temos dentro do mundo evangélico cristão evangélico, nós temos uma reprovação do Lula, do PT, deste governo que aí está, de mais de 65%. No catolicismo existe uma aprovação de 55%. Então, a turma do PT lá viu o seguinte, pastor Jack, já que eles não têm, não conseguem entrar no meio evangélico, eles levam de vareio no meio evangélico, eles tentaram criar uma divisão entre irmãos cristãos com os irmãos católicos, para tentar de alguma forma vender pros católicos que eles deveriam votar no PT para evitar que nós evangélicos acabasse tomando poder e cometer cometendo qualquer tipo de ato contrário à fé católica, cristã católica. Então essa é a jogada. Para eles, pouco importa princípios, valores, a palavra. Eles sempre mostraram nas suas pautas progressistas que eles são contrários à família, que eles são contrários à liberdade das pessoas, que eles são contrários à livre manifestação e a própria a própria exposição da fé. Tanto é que o PT chegou a fazer uma carta agora condenando as igrejas evangélicas por uma suposta, um suposto mau uso dos espaços cristãos com relação à política. E eles sabem que não tem como trazer, por exemplo, num ambiente como esse aqui, de homens cristãos, um cara de esquerda para falar coisas que vão relativizar a família, que vão atacar a nossa liberdade, que vão dizer que tudo que a gente aprendeu com os nossos pais, com os nossos avós e que a gente quer passar pros nossos filhos, pra nossa gurizada, pros netos, tudo isso é errado, tudo isso é relativo e só existe uma verdade. na verdade que eles colocam de uma suposta liberdade que não é liberdade, é uma libertinagem. Então, pessoal, eu já abro aqui hoje, eu sei que a gente vai conversar mais sobre isso, sobre esse uso que o governo tem feito agora, o governo do Lula na sua campanha para tentar criar uma divisão entre cristãos. E a gente não pode permitir que isso aconteça. A gente precisa reverberar que foi uma fake news lançada, que a Globo obviamente lançou por saber que isso de alguma forma iria dividir o mundo cristão, né? Os brasileiros. Mais uma divisão que eles pregam, católicos e evangélicos, cristãos e não cristãos, negros e brancos, ricos e pobres. É o eterno dividir para conquistar. E a gente tá lá do outro lado do balcão, pastor Jack, justamente para buscar trazer a verdade, né? O nosso papel às vezes é um pouco também de trazer os relatos e as noções que a gente vê e as coisas que a gente vê de bastidores para que as pessoas possam de alguma forma trazer e reverberar isso pros seus meios também. Mas eu sou o Ramiro. Ramiro Rosário. Não, respondendo a primeira pergunta, não sou parente da Maria do Rosário, pelo contrário, né? Não sou parente. Até que se fosse parente ia dar muita briga no Natal. Aliás, nem Rosário ela é. Maria do Rosário é primeiro nome, é nome composto. O sobrenome dela é Nunes. Então eu digo, nem Rosário tu é, né? E ela me adora, vocês podem imaginar. Mas tudo que ela rosário dela é nome, >> é primeiro nome, é nome composto, Maria do Rosário. Então nem Rosário mesmo ela é. E eu tenho 40 anos, completei 40 anos nesse ano. Tenho uma filha de 5 anos, a La Vinia. Sou casado com a Aline já há 12 mais um, há 13 anos. E sou luterano da comunidade evangélica Luterana Cristo, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil ali na pátria com a presidente Russel. Mas só para vocês terem uma noção assim do que do que de quem eu sou. Como cheguei aqui, a gente vai conversar um pouco mais agora. >> É luterano, mas ele é crente. Tá brincando, sacanagem, né? >> Sabe que no meio no o pentecostais sempre pegam no pé dos luteranos dizendo, né, que são ah, o o os luteranos são os evangélicos que bebem. Sim. É lemoada, né, pessoal? As nossas festas, vocês já imaginaram as festas da comunidade luterana sem cerveja, sem carne de porco, sem, né, aquela fartura toda maionese, né? Aí hoje a primeira coisa que eu perguntei, mas tem cerveja aqui? Tem. Ah, que maravilha. Então nós estamos em casa também. >> Vamos trazer uma um negocinho conosquinho aí, >> pessoal. Seguinte, vamos falar de liberdade, vamos falar de uma questão também que tá para ser votado agora no ST, é, no STF, né, legislação, né, estão legislando e vão votar aí a questão do dos se o psicólogo pode professar sua fé. É mais ou menos isso, né? Então, assim, eu quero dizer que abrir para qualquer um que quiser fazer pergunta, pode fazer pergunta. Eu vou intimar algumas pessoas que eu quero que perguntem. Eu queria muito que o Quaresma perguntasse alguma coisa. Inventa alguma coisa aí. O Mateus, o Ismael, inventa alguma pergunta aí, Ismael, pensa em alguma coisa. Deixa eu ver mais alguém aqui. Deixa eu ver aqui. Aqui atrás. Aqui não. Por o João também. João, vocês estão vendo que que eu penso que é inteligente aqui nessa igreja, né? O Everton. Queria muito que o Everton perguntasse alguma coisa. Então, inventa alguma coisa? Não, não quero saber. inventa alguma coisa, tá bom? Tá. Vamos começar então. Ô, Dr. Thago, por gentileza. >> Oi, Som. Muito boa noite. É sempre uma alegria para mim estar aqui na Homens Fortes e eu realmente tenho em muita conta esse grupo, porque nós precisamos fazer com que o cristianismo saia da igreja. Não fique só da porta da igreja para dentro. Cristianismo precisa estar na cidade, na escola, no trabalho. E isso passa muito pelo papel do homem. Tem uma obra que eu recomendo vocês lerem que não é do Tokiville, que é uma era secular do Charles Taylor, publicado pela pela Unicinos, pela editora da Unicinos, em que ele demonstra o processo de secularização que aconteceu na Europa, mas no início da obra ele traz o cenário que nós tínhamos na Europa no século XV, 16 em diante, em que todos eram cristãos. Por isso que chamava-se de cristandade, porque todos eram cristãos. E por todos serem cristãos, eles não, por exemplo, não cabiam na igreja, porque toda a cidade era cristã, então não tinha como nem entrar na igreja. O valor do livro que tá agora. >> Nossa, é uma >> 2100. Ele acha que tá na presbiteriana ou na luterana? >> É, não, eu paguei essa obra R$ 200. Deve tá que deve tá fora de fora de >> mas retornando aqui em que todos eram cristãos. Qual foi o efeito disso? O efeito foi o relaxamento. O relaxamento. As pessoas começaram a viver a sua vida. Olha, crente mesmo é o padre, é o clero, é o que tá na igreja. Eu vou lá uma vez por ano, me confesso e me resolvo. Porque não tem como eu estar sempre na igreja, até porque eu não caibo na igreja. E esse processo gerou o que nós chamamos de secularização. Porque como é que eu vou ser crente se eu não consigo nem participar da vida da igreja? Mas você precisa ser crente, na verdade, fora da vida da igreja, além da vida da igreja. E aí, nesse movimento, nasce, nesse momento, melhor dizendo, nasce a reforma protestante com vários movimentos dentro da reforma. E um dos motivos era esse. Olha, a vida com Deus não é só para o clero, não é só para aquelas pessoas que que são separadas. A vida com Deus é para todos. Por que que eu tô trazendo isso? Porque movimentos como esse em que os homens entendem que o homem cristão é aquele que honra a sua palavra, é aquele que cuida da sua esposa, que protege seus filhos, que defende o órfão, a viúva. Agora eu vou falar de Tokiville. Tokiville disse que uma coisa que ele achava impressionante nos Estados Unidos, que ele ficava sentado na frente de um Shalum vendo as coisas acontecerem, é que se tinha uma idosa atravessando a rua, os homens brigavam para ver quem ia ajudar a idosa atravessar a rua. E ele dizia: "Na França a idosa era atropelada umas cinco vezes pela carroça nos Estados Unidos os caras brigavam: "Não, agora vou eu que vou ajudar a velinha". Então, esses movimentos aqui são aquecem meu coração e nós precisamos, e aqui fica uma um desafio, não é? Nós precisamos gerar mais jacks. Nós precisamos gerar lideranças que saiam daqui e vão para outros lugares fazer o que o Jack está fazendo aqui. que nós precisamos, como diria o governador do Ramiro, Olívio Dutra, espraiar o que está acontecendo aqui. Por quê? Porque a nossa sociedade é formada por homens e mulheres. E porque isso aqui não está acontecendo no Brasil? Nós temos, por exemplo, muitos psicólogos que se apoderam do poder nas autarqui, na autarquia do Conselho Federal de Psicologia e também nas autarquias estaduais e imprimem lá o que elas entendem como certo para poderem se perpetuar naquele lugar. E aí eu entro no assunto dos psicólogos hoje no Brasil, hoje não, desde 2000 2023 existe uma resolução que obriga os psicólogos a não, entre outras coisas, a não se apresentarem como religioso. Tá sim o texto da lei, mas a gente sabe que que que essa resolução é direcionada aos evangélicos e aos católicos. Porque eu não vi, e eu ando, gente, por esse Brasil inteiro, alguns aqui me conhecem, eu não vi nenhuma denúncia contra um psicólogo de matriz afro, mas eu conheço de muitos processos de até de cassação de psicólogos. que se apresentavam como cristãos. Inclusive, eu sou advogado de alguns em situações. Vou vou dar dois casos para vocês. Um caso, uma pastora. E aqui a gente não vai entrar se pode ser pastor, se não pode ser pastor. Isso aí, como diria CS LS, é o problema de cada quarto. Resolve no quarto. Nós estamos agora na sala, né? A sala é o ambiente comum. A pastora então tá pregando na sua igreja, não na sua igreja não, numa outra igreja. E aí ela tá com o com aquele PowerPoint apresentando ali, que eu não gosto de usar aquilo, mas agora cada vez usando mais. Fala e vai trocando ali. E a última lâmina, veja como eu sou antigo, né? Lâmina. >> A última lâmina. Sensacional. Eu sou, como eu sou vintage, né? Eu sou vintage, eu sou raiz. Então a última lâmina, eu faço isso quando eu uso PowerPoint, que também revela alguma coisa, né? Eh, porque agora as moderninhas, eu uso canvas, canvas. Canvas. Eh, ela colocou o e-mail, o telefone dela e o e-mail e o e-mail dela tava assim: psique underline cristã@hotmail.com.br. br. Ela foi, ela está sendo processada disciplinarmente porque ela misturou psicologia com religião. >> Que visão religiosa essa da do núcleo de psicologia, né? Isso é religiosidade e só pode adorar o Deus dele, né? Que loucura. Um outro caso, mas são tantos casos assim que que que é lamentável, mas tem casos de de psicólogo que colocou no seu Instagram um outro caso da Isabela. Ela nas suas redes sociais tem fotos dela no em culto e tem versículos bíblicos. Tem pessoas que gostam, né, de colocar versículos bíblicos em grupo e e na no Instagram. Então, tinha vários posts de versículos bíblicos. E aí na B ela se apresenta psicóloga Isabela, não vou dizer o sobrenome. Que que aconteceu com ela? Tá sendo processada pelo Conselho de Psicologia porque ela está colocando a religião no no Instagram, que é um Instagram profissional, porque na B psicóloga fulana de tal. Eh, e também tem situações envolvendo católicos que que tinham uma imagem de Maria no consultório e aí tirou uma foto e apareceu a imagem. Então, também não pode, né? Eh, mas uma pergunta, o psicólogo puto, psicólogo queir, psicólogo [ __ ] eles eles se anunciam assim? Eh, eu vou dizer assim, eu eu como eu falei, né, um psicólogo de eu não vi nenhum psicólogo de matriz africana que usa guia de contas recebendoum alguma intimação. Não vi nenhuma reclamação, não vi absolutamente nada sobre isso, que o Idafro inclusive é bem atuante, não vi ninguém reclamando, eh, nada, absolutamente nada. Então, pessoal, eu não preciso nem ficar falando muito de liberdade religiosa aqui, porque vocês já ouviram bastante. Eu acho que eu, o Jack falar sobre isso e até porque essa situação é elementar. Eu quando nós ingressamos com a ação, esse essa ação, nós entramos direto no STF em parceria com o Partido Novo. Na época eu liguei pro presidente do partido que é o Eduardo Ribeiro, é presidente até hoje, e disse: "Eduardo, eu acho que é interessante nós entrarmos com essa ação. Eu acho que é importante o novo estar nisso, porque eh pode existir uma discussão sobre a legitimidade do IBDR, então até por uma questão processual e técnica é ser interessante o Partido Novo entrar junto, porque daí não tem como como eh extinguir ação por falta de legitimidade. O Partido Novo aceitou, entrou junto com a ação e eu me lembro que eu fui despachar com o procuradorgal da República, o Dr. para Augusto Aras. Ele ele tava no final do mandato dele, não sabia se ele se ia renovar ou não. E no STF, na parte de trás do STF, tem o que chama-se de salão branco, que é onde os ministros recebem autoridades e advogados para conversar. E aí eu, naquele salão branco, eu conversei com o Dr. Aras. Eu tô contando isso porque quando ele sentou na minha frente, ele tava com com um terno e tinha um uma cruz assim na lapela do terno. Aí eu perguntei para ele, Dr. Aras, por acaso o senhor tem formação também em psicologia? O senhor é psicólogo? Aí eu fou para mim, não. Por que eu tô fazendo essa pergunta? Não, porque se o senhor fosse psicólogo, o senhor estaria incorrendo numa infração éticodisciplinar por estar usando um PIM com crucifixo na lapela. Aí não, mas isso não é verdade. Isso é verdade. Resolução 007/2013, artigo terº, inciso 5º >> 2013 ou 202. >> 2023, desculpe. 2023, artigo terº, inciso 5º. Mas isso é um absurdo. Não sei o quê. Sobre o que tu quer despachar? Eu não preciso mais despachar que o senhor é só sobre isso. Não preciso mais falar mais nada, né? Já tá despachado, né? Então, gente, eh, ser, vou fazer uma outra pergunta aqui. Quando alguém pergunta para você, qual é a sua religião, o que que você diz? Alguém diz assim, a frase completa. >> Eu falo que eu sou evangélico. >> Fala no microfone aí. Eu falo que eu sou evangélico. Eu sou, eu sou. Ou seja, tem a ver com a minha essência. Eu não estou evangélico. Eu não visto um casaco de evangélico. Eu sou evangélico. Quando perguntaram para vocês, vocês falaram como Jack? Já fizeram essa pergunta, né? Qual a religião de vocês? Como é que vocês falem? Eu sou, eu sou Batista. Ele disse aqui agora a pouco: "Eu sou luterano". Porque isso, a religião guarda relação com a com a nossa existência. Por isso que a Constituição diz no artigo 5º, inciso 6º, que a liberdade de consciência e de crença é alguém sabe >> inviolável. É absoluto. Ninguém, nem a minha falecida mãe com a chinela pode me obrigar a ser ou a não ser evangélico. Absolutamente ninguém. Se nem a minha mãe pode, muito menos o estado e muito menos o Conselho Federal de Psicologia. Essa ação caiu com o excelentíssimo senhor doutor ministro Alexandre de Morais. >> Calma, respira. >> Ai, >> só uma pergunta rápida de quem não de Leigo não entende, né? Esse conselho, então, não é um conselho, uma organização privada de de pessoas que são psicólogos e se reúnem para fechar um conselho. Isso é algo do estado, mais ou menos. Eh, eh, as autarquias profissionais, elas têm um status constitucional de de importância, de utilidade pública, mas elas não são parte do Estado. Eh, assim como os cartórios, o registro de móveis, o tabelonato de notas tem uma natureza híbrida. uma concessão. >> É, não é uma concessão porque não existe um contrato, mas é uma concessão constitucional, digamos assim, >> tem um reconhecimento. >> É uma concessão da Constituição, porque a concessão é um contrato administrativo, mas pode-se usar essa essa terminologia para entender melhor. A Constituição diz: "Olha, os conselhos profissionais não integram o Estado, a administração pública, mas eles são públicos e tem algumas prerrogativas próprias, inclusive >> próprias que estão na Constituição, a OAB, >> como a OAB, todos os conselhos, Federal de Medicina, Conselho Federal de Medicina, de Psicologia, o Quem nunca ouviu falar do CREA? O CREA, né? Mas um um determinado grupo de psicólogos cristãos, por exemplo, poderia se juntar e montar uma um outro conceito? Não, não, >> não seria reconhecido pelo estado. >> Não. Existem, existe um grupo que chama-se conselho de psicólogo e psiquiatras cristãos, que é o CPPC, que inclusive o pai do Jean faz parte, inclusive a gente tem conversado bastante por causa dessa ação, só que aí é uma associação privada como o IBDR, não é? Mas os cristãos poderiam disputar isso que por isso que eu falei disputar a presidência do conselho. >> Por isso que eu falei sobre Charles Taylor e uma ela secular. Nós precisamos participar da vida pública. E porque nós não participamos da vida pública pessoas que querem o fim da civilização ocidental como ela se como ela foi construída, invadem esses espaços, assumem esses espaços, tomam esses espaços e o Conselho Federal de Psicologia é liderado por pessoas que têm a sua cosmovisão do mundo de mundo, que tem o direito de ter a sua cosmovisão de mundo. Só que eu não entendo como essas pessoas num país majoritariamente cristão estão lá sobre ponto de vista numérico, >> tá? >> Por quê? Porque nós não participamos do processo, porque essas pessoas, essa liderança, ela é votada, escolhida pelos psicólogos, entendeu? Assim como a AOAB nacional é uma vergonha também com relação aos desmandos do Supremo Tribunal Federal. A OAB do Rio Grande do Sul até tem se saído bem nesse quesito porque tem feito voz e frente ao que tá acontecendo lá em cima. >> É que que tem macho, né? Na OAB daqui tem macho. >> Pois é. Lá em cima. E lá em cima, além de não ser macho, tem um rabo bem preso, né? E assim, dos conselhos federais, o o que tem um um uma atuação que corresponde ao Brasil profundo é o Conselho Federal de Medicina, tá? Os outros geralmente são complicados. O >> pessoal assim, talvez, cara, tu imagina tua filha faz uma faculdade de psicologia, né, cara? E ah, mas se eu sou contra, a favor. A questão não é essa. Isso é questão do quarto. Como disse o Dr. Vieira aqui. Mesma coisa. mulher pregando se é errado. Essa não é a questão. Se tu acha mulher errado pregando, se tu é a favor, a gente resolve teologicamente isso. Não o estado. Se tu é, se tu é, por exemplo, tu pode muito bem ter o hoje em dia, assim, o jeito que a psicologia tá indo, tem um, Isso é uma coisa, isso é um departamento da tua cabeça, pum. Mas tem uma outra coisa que a pessoa tem que ter, o estado não pode ter o poder para tirar um cristão desse meio. E está acontecendo. Aí eu pergunto para vocês assim, se nós com a maioria que temos isso já ocorre, vocês imaginem daqui se tivermos um declínio, né, o crescimento do islamismo ou enfim, cara, eles vão botar a gente para puxar. Alguém pode pedir pro abençoado que tá com aspirador aí aspirar? >> Não, não. É que a gente tá fazendo dinheiro. >> Ah, é porque já tava orando os salmos dinheiro, mas é dinheiro >> precatório. Isso aí >> é que a gente tá lavando o carro ali. Se tu quiser a gente lava o teu carro também. 50 pila [risadas] para ti que >> com quanto tempo ele ele demora ali que eu que eu de repente eu >> ó ele >> só para não ficar ouvindo o barulho. >> Negócio é negócio. >> É, >> já fala ali pro guri, pros guri desligar ali dois carros já aqui, >> gente. Assim, ó, vejam a importância do que a gente tá vivendo aqui na Homens Fortes. E se nós replicarmos isso, a maioria cristã, Conselho Federal de Psicologia, tomada por pessoas que tudo indica, que odeiam o cristianismo. Nós ingressamos com essa ação e você sabe o que o Conselho Federal de Psicologia disse? que nós estávamos ingressando com uma ação para defender a cura gay. Nesse artigo terceiro, tem um inciso referente à cura gay. Esse inciso não foi atacado por nós. Nós não falamos nesse inciso. Nós não falamos absolutamente nada sobre cura gay. O que que eles disseram? que nós estávamos entrando com ação para pela cura gay, para criar na mídia um movimento de repulsa contra nós. Mentira, narrativas, pessoas mal intencionadas. E é contra isso que nós lutamos. Alexandre de Moraes eh recebeu a nossa ação, distribuiu nossa ação pro julgamento virtual, ou seja, para quem fosse julgado de forma virtual. Um processo dessa importância, sem ninguém ver, entregou o voto dele péssimo, péssimo. E aí o ministro Edson Faquim, na época nem era presidente, pediu vistas. Pediu destaque, doutor. Pediu destaque. Pediu destaque, não foi? >> Pediu destaque. Isso. Pediu destaque, tirou do julgamento virtual >> e depois ele então pautou pro julgamento presencial e o processo foi pautado por dia 30 de setembro agora para ser julgado no plenário do Supremo Tribunal Federal, eh onde eu iria fazer sustentação oral. Tô com passagem comprada, tudo certinho para ir para Brasília. Aí hoje, hoje eu fui surpreendido que o processo foi retirado de julgamento e não será julgado. >> Claro, El. Claro. Não querem fazer antes da eleição e fora a confusão que tá lá em cima também, né? >> É. Então o processo não será julgado. >> Vai ser quando? >> Só Deus e o Só Deus e o ministro Faquim sabe. >> E a aplicabilidade desse entendimento do conselho já >> continua. Eles estão processando todo mundo e o a resolução tá em vigor. >> Mas isso não é anticonstitucional. >> Isso é isso é inconstitucional. >> Mas que constituição, pastor Jack? >> Mas mas não era pro Mas >> o o certo, o ó no mundo ideal, então >> o certo seria quando o conselho faz isso, o Supremo declara isso inconstitucional. Seria o certo ou não? Não. Eh, quando o Conselho Federal, como qualquer Conselho, tem prerrogativa, e aí vem essa situação que eu tava explicando para ele, por ser uma um ente híbrido, de emitir essas resolução resoluções que são leis eh para os profissionais daquela categoria. Alguém tem que entrar na justiça para provocar a justiça para que então a justiça diga que é inconstitucional. A justiça não pode agir de ofício, entendeu? de ADI, entrou com uma ADI. >> É, e para que tenha valor para todos, porque se eu entro com uma ação, ela só vale para mim o resultado, entendeu? Aí eu vou ser um psicólogo, o judiciário diz que eu posso usar meu crucifixo, vale só para mim. O que que o IBDR fez? Nós entramos com uma ação direto no Supremo, que chama-se ação direta de constitucionalidade, porque daí o resultado dela vale para todos. encascado >> é como se fosse uma lei. Eh, quando nós entramos com essa ação, eu pedi uma liminar para que liminar, porque é tão absurdo essa resolução que eu pedi uma liminar para que liminarmente essa resolução fosse cancelada e o ministro Alexandre não deu a liminar. Então, se ele tivesse dado daí não teria aplicação, mas ele não deu a liminar. A gente tem várias constituições, na verdade, no país. Tudo isso que tá acontecendo agora, até eu vou vou contar uma uma história para vocês aqui que é interessante para tentar entender como é que a gente chegou no momento que a gente tá. Quando aconteceu aquela desgraça na Segunda Guerra Mundial e logo os aliados venceram a Segunda Guerra e a Alemanha se rende, teve o famoso julgamento de Nuremberg. até virou filme, né, mais um filme recente agora, bem bem bem montado, inclusive o filme é bom o filme, tá? Que fala lá sobre o Geering e tal. Ah, inclusive com psiquiatra, né, com o médico psiquiatra e as relações que eles acabaram tendo. O julgamento de Nuremberg acabou apresentando pro mundo aquelas atrocidades que aconteceram durante o período da Segunda Guerra. E uma resposta era muito comum de todos os oficiais nazistas. Olha, nós estávamos seguindo a lei. De fato, pela lei do terceiro Rich, aqueles oficiais estavam cumprindo aquilo que estava estritamente previsto na lei. E o mundo ali buscando não apenas respostas, não apenas esclarecer tudo que aconteceu, mas de alguma forma penalizar as pessoas por aquela atrocidade que cometeram. se criou ali um instrumento de uma um direito natural, né, de algo acima das leis, >> né? Isso é muito importante, né? O do direito natural, algo acima das leis, né? o direito, alguns chamam, é, alguns chamam de direito divino, enfim, mas, ã, princípios e valores, um conjunto de princípios e valores que não precisa estar escrito na lei de determinada nação, mas que devem reger os homens, respeito à vida, respeito ao próximo, né, a própria questão da liberdade de expressão, de opinião. E aquilo acabou servindo para condenar, dizendo o seguinte: "Mesmo que tu estivesse cumprindo a lei, tu está fazendo um crime contra a humanidade, né? Um crime contra os homens, contra o ser humano, né?" A partir do julgamento de Nuremberg, se começou a ter uma série de teses jurídicas e de juristas no mundo inteiro e aqui, especialmente no Brasil, em Porto Alegre, nós tivemos como resultado, décadas depois desse processo, o que chamam de neoconstitucionalismo, correto? Né? Aqui é uma interpretação da nossa Constituição, uma série de conjuntos de princípios e valores que se colocaram dentro da Constituição que são imutáveis ou deveriam ser imutáveis e que eles estão acima de qualquer outro tipo de artigo, de norma, tanto constitucional quanto infraconstitucional, de outros tipos de de legislação. E aí, meus amigos, aquilo que Lá serviu para proteger a humanidade, proteger os homens, proteger a nossa dignidade, hoje, por incrível que pareça, se voltou contra nós, porque foi criada uma aberração que essa Constituição de 88, com tantos princípios constitucionais, tantos valores ali dentro, que a bem da verdade tu pode interpretar ela da forma que tu quiser. Tu pode, dependendo do do campo ideológico, inclusive divisão religiosa, qualquer qualquer absolutamente qualquer tipo de pessoa pode interpretar a Constituição ou dizer que um princípio está acima do outro. Aqui o Thiago pode dar uma aula, um seminário de três dias sobre isso, mas o fato é que nós começamos com esses ministros que aí estão e essa magistratura que aí está, a gente começou a ter uma série de princípios que começaram a ser relativizados, entre eles, por exemplo, a imunidade parlamentar, né? né? E por unidade parlamentar numa democracia talvez seja, se não for o principal, é um dos principais pilares de uma democracia. Porque até mesmo para que a sociedade possa se atualizar e se a sociedade quiser se atualizar e mudar suas leis ou até mudar sua própria constituição, dizer, vamos fazer um novo pacto dentro da nossa nação, precisa que políticos levantem a sua voz e questionem inclusive aquilo que está vigente. Agora, se eu não posso questionar aquilo que está vigente, se eu não posso questionar a existência inclusive de determinadas figuras ou ou de instituições ou até mesmo a forma como nós votamos, que tipo de democracia é essa? E aí a gente vem vendo um ataque à nossa Constituição e a criação, na verdade, de diversas constituições de acordo com a cabeça do ministro, do juiz e com a cara do cliente, né? O que o Thiago enfrenta nesse processo, enfrenta outros também, é a realidade que nós temos visto. A minha imunidade parlamentar não existe mais. Eu não tenho liberdade para falar o que está escrito na Constituição que eu tenho, né? Tudo bem que às vezes eu me excedo. Jack, tu também te acede um pouco. Eu também me cedo. Quando eu chamei um juiz de bosta dentro da Câmara de Vereadores, né? >> Ele era >> era. >> Então tá, então tá falando a verdade. Se não chamar é falso testemunho. >> Na na minha avaliação ele era, né? naquele momento, obviamente, meu sangue ferveu e de fato ali me parecia. Agora vocês vejam, né? Eh, tudo bem, eu excedi, falei um palavrão, mas até mesmo as maiores absurdos podem ser ditos por um parlamentar ou deveriam ser ditos por um parlamentar, né? Fora isso, a gente tem uma série de outras questões. Eu respondo 16 processos, pessoal. 16. >> Todos pela palavra. >> Nenhum por ser ladrão. Todos por teu opinião. >> Todos pela palavra. >> Todos pela palavra. 16 processos. O pessoal ainda fala assim: "Bah, Ramiro, eu gosto do teu trabalho". Eu digo: "É porque tu não conhece meu advogado, né? Os os meus advogados, né? O Thigo é um deles, inclusive, né? Porque a gente eh precisa acabar buscando e se recorrendo nos amigos. Porque não pensem que o partido paga advogado, não pensa que que não lá. Evidentemente que não. Evidentemente que não. >> O novo não paga. >> Não paga. >> Ô, tu tá me sacaneando esse som aqui, hein? Ah, >> cara, falou, o cara vai na minha casa. Aí, >> mas esse não é o problema. O problema é não poder falar e ser e quando fala ser processado. Por isso são inúmeros os casos, pessoal. Esse é o mais esdrúchulo, talvez, até porque eu eu me passei mesmo, falei demais. Mas tem casos como foi aquele da CUT, que é um absurdo também. Quando eu denunciei o Supremo Tribunal Federal tinha retomado o imposto sindical, que o Lula tentou criar o Congresso disse não, e o Supremo, seu Alexandre de Moraes, inclusive numa canetada restabeleceu o imposto sindical. E eu disse que o STF tava fazendo o jogo sujo do PT para fazer com que os sindicatos voltassem a botar a mão no bolso do trabalhador, meter a mão no próprio colega para que sindicalista ficasse andando de carrão e que o trabalhador poderia manifestar sua carta de oposição. Eu fui processado pela CUT e pelo CTB dentro da Justiça do Trabalho por atuante sindical. Eu não sou empregador, eu sou um parlamentar explicando pra população o que estava acontecendo e obviamente com a minha visão de mundo e aquilo que eu quero pro meu país. E aí na na justiça do trabalho, na primeira instância, eu fui condenado a R$ 50.000 em dano moral paraa CUT. E o juiz ainda disse que eu deveria nas minhas redes sociais fazer uma série de publicações contando como os sindicatos são maravilhosos e eles que determinam a que salvam a democracia, né? conseguimos depois no TRT aqui da quarta região, né, fazer o anular esse processo, mas agora ele subiu para Brasília. Nós conversamos sobre isso, inclusive, e o meu caso pode ser um caso de repercussão geral, ou seja, o meu caso pode determinar se um político, um influenciador, um formador de opinião, um jornalista pode ou não criticar o sindicato e se poderá ser penalizado por isso. Isso é democracia. Isso não é democracia, isso é um grupo, um consórcio que se formou, cada um com seus interesses umbilicais, cada um com seus desejos e com seus bolsos e contratos recheados para poder continuar no poder e calar aqueles que ousam levantar voz, tá? Eh, esse nesse nessa história que o Ramiro começou pelo nazismo, eu começo um pouco antes e eu quero contar para vocês rapidamente. Quando nós temos esse processo que eu contei para vocês, o século XI, 14, 15 da cristandade, a reforma protestante vem e quebra a cristandade. Então, não existe mais a cristandade, mas existe reinos e cada reino tem a sua religião. E a coisa começa a funcionar razoavelmente bem. Quando nós chegamos na revolução francesa, quando nós chegamos no século XVI, um pouco antes da Revolução Francesa, tem alguns filósofos que são chamados de iluministas que começam a escrever e ensinar que nós não evoluímos e não florescemos enquanto sociedade por culpa da religião cristã. Ô Thaago, ô Thago, é que assim, ó, seria muito importante que tu desse um um uma visão panorâmica de dois minutos o que é a Revolução Francesa. Isso eu vou falar então esses iluministas como eh Voltaire, ã, Benton, Augusto Conte e outros começaram então a ensinar que a igreja cristã era o grande problema da humanidade. Isso na França, na Inglaterra também tem iluministas ingleses, mas eles dizem: "Não, a igreja não é o problema". Aí tem, vocês conhecem, ouviu falar de Edmundo Burk, que diz que a religião não era o problema e tal, mas eu quero focar na revolução francesa. Então, se a religião é o problema, nós precisamos tirar a religião do espaço público. Por quê? Porque a religião ela sempre teve, inclusive depois da da reforma protestante, ela sempre teve um acento na ágora, ou seja, ela sempre influenciou, ela sempre foi uma protagonista nas decisões do rumos da cidade, inclusive antes de Cristo, na Grécia, na Mesopotâmia, no Egito, as primeiras civilizações, sempre a religião não ocupou um espaço de protagonista. Os iluministas disseram que esse era o problema da humanidade. A religião tinha que ser renegada para muito longe do centro de influência. Nisso estora a Revolução Francesa com a intenção de quebrar com os estamentos. A França era dividida em nobreza, clero e burguesia. Então, os jacobinos vencem os girondinos e fazem a revolução para quebrar os estamentos e a e a sociedade francesa ter apenas um instamento que era o instamento do povo. Com a bandeira então da fraternidade, liberdade e igualdade, eles matam todas as pessoas que discordam deles na Bastilha, inclusive os padres que não abrem mão das suas paróquias. Por quê? Porque o Maximilian Robespierre, que era o líder da Revolução Francesa, percebe que o ser humano precisa da religiosidade. Então, ele funda a Igreja constitucional da França, que é a igreja secular. E para isso ele precisa de templos. Então eles saqueiam os templos católicos e onde era um templo católico se torna um templo da deusa razão. E quem é o oficiante desse templo? O padre. Então ele diz: "Ó padre, agora tu vai ser oficiante da deusa razão. Tu não concorda? Guigotina. Mais de 200 padres perderam a cabeça na guigotina de 200 paróquias. Ou seja, praticamente nenhum se rendeu a isso. E com isso, então, a religião foi expulsa do espaço público. Se a religião é expulsa do do espaço público, algo ocupa o seu lugar, porque o poder não deixa vácuo, algo ocupa o seu lugar. E aí se muda o mindset das pessoas. Ou seja, as pessoas param de perguntar por que elas estão ali, por que que eu nasci? Por que que eu estou no mundo? O que que eu preciso fazer para se perguntar o que o Estado tem que fazer para mim? Então, Deus sai do centro e o Estado e o ser humano vão pro centro. Primeiro o ser humano vai pro centro, que é o humanismo, e depois o estado vai pro centro com a Revolução Francesa. Bom, Maximili Robespierre é guilhotinado na mesma guilhotina que ele inventou. A França não aguentava mais entrega o poder para um dos generais da Revolução Francesa chamado Napoleão Bonaparte na na no golpe de 13 de Brumário em 1799. Napoleão assume a França e qual que é a primeira coisa que ele faz? As pazes com a igreja. Ele faz as pazes com a igreja. Só que ali o estrago já tinha acontecido. Por quê? Porque esses iluministas são as pessoas que dominam as universidades. Quem é que criou as universidades? Nós nós criamos a universidades, aí é uma outra história. Eles dominam as universidades e as novas gerações dos franceses e não só dos franceses, dos belgas e de toda aquela Europa que bebe da França, que não é pouco, que bebe da França, começam então a formar uma nova uma nova ideia de mundo, que é a ideia positivista. E agora eu vou chegar no no que o Ramiro disse. No positivismo o que importa é a vontade da maioria, desde que positivada em lei. John Lock diz que não é bem assim lá na Inglaterra. E na Inglaterra isso não acontece. Mas agora em praticamente toda a Europa, o positivismo toma conta e o que importa é a vontade da maioria positivada em lei. Se a lei diz que um cigano tem que ser morto por ser cigano, é a lei. Porque sedlex duralex. Sedlex duralex é um termo em latim usado por positivistas. Porque a igreja tem que sair fora. Direito divino é coisa de Carola. Direito natural é coisa de Carola. Porque quem inventou a ideia de direito natural foi um Carola chamado Tomás Jaquino. Então isso é coisa de Carola. Nós somos evoluídos. Nós somos senhores do nosso destino. Então nós criamos a lei. O que que acontece? Primeiro, a revolução russa. Não é nem o nazismo. Primeira contece a revolução russa. Dezenas de milhões morrem na revolução russa. Depois acontece a revolução chinesa com mal setungue antes da segunda da Segunda Guerra. Milhões morrem. Aí acontece a Segunda Guerra. Chega o momento que as que a população diz o seguinte: "Nós não aguentamos mais isso. Nós precisamos de algo que que é maior do que nós, que está fora de nós." Aí eles se lembram da igreja, se lembram da igreja, se lembram da fé cristã. e um e dois filósofos que viviam em mosteiros chamado Renê Cassan e Jaque Maritã dizem o seguinte: "Pera aí, nós precisamos do decálogo, nós precisamos dos 10 mandamentos, que é uma lei perfeita, porque foi entregue por Deus para nós. Deus que criou o mundo, Deus que criou a ordem universal, que é algo mais perfeito que a ordem universal. Toquei Vig dizia que eu sei as a eu sei o circuito dos astros por causa que foi Deus que os traçou e ele é perfeito. Então o que que acontece? Já que Maritan, Renê Cassan se reúne com o presidente Roosveld e com a esposa de Roosveld. Ele Rosveld, se eu não me engano, Elanor, é isso, né? Eleanor Rooseveld. E ela capitaneia então uma declaração universal para que as nações assinassem e nunca mais fizesse o que foi feito na revolução russa, na revolução chinesa, na revolução otomana. Tudo fruto do positivismo. Se reúnem, assinam a Declaração Universal dos Direitos Humanos, acabam com a Liga das Nações, que a Liga das Nações deu errada, porque é o fruto de um positivismo e criam a as Nações Unidas. Bom, terminando já a minha a minha rápida história, eh, criam as Nações Unidas, já que Maritã na obra O homem e o Estado, também é uma obra dessa que deve estar uns R$ 2.000, na obra Homem Estado, já que Marritan diz o seguinte: "No começo da obra, eu tenho essa obra lá, paguei R$ 50, as áreas de vocês." Eh, ele diz o seguinte: "Olha, nós, depois que nós escrevemos a Declaração Universal dos Direitos do Homem, baseada toda nos 10 mandamentos, nós enviamos para todos os líderes religiosos e estatais das nações e perguntamos para eles: "Vocês concordam que esses são direitos inalienáveis que nós não podemos abrir mão sobre forma nenhuma De forma nenhuma. Apenas cinco nações recusaram. Quatro comunista e uma árabe. Não é quatro comunista e uma árabe. Todas as outras concordaram. Aí o Jaque Maritã diz na obra, sabe qual foi o nosso segredo? Nós não dissemos que veio dos 10 mandamentos agora. E conta isso em 1960. já tinha passado 12 anos disso. E aí a declaração foi assinada, o retorno ao direito natural. Aí vem a história do do a história aqui do nosso querido Ramiro. Só que acontece o seguinte, vem o Concílio Vaticano II e o Concílio Vaticano abre demais. >> Abre demais. E aí nós começamos a viver sobre o ponto de vista da Igreja Católica, que sempre foi um bastião, quer vocês queiram, não queiram, não gosto, não gosto, problema de vocês. A verdade é essa. Como a Igreja Católica sempre foi um bastião a de de de força para a civilização ocidental, com Concílios Vaticano II, ela relaxa. E do nosso >> fraquejou e do nosso lado nós somos erroelas. Por quê? Porque nós evangélicos aceitamos o que a Revolução Francesa disse e não saímos mais das vilas e não queríamos mais influenciar a política. Porque nós começamos desde a Revolução Francesa a ser o quê? Contra a cultura. A cultura é do diabo. A cultura é do demônio. Jogar futebol é do demônio. O rádio é do demônio. Tudo é do demônio. Mas tem uns que jogam o futebol, é parece o demônio mesmo. >> Ah, isso tem. Então é tudo do demônio. Então como tudo é do demônio, eu não quero saber de nada que não seja igreja. Isso nasce com o pietismo alemão por uma por uma resposta ao nominalismo da reforma, mas isso cria laços cada vez maiores, incentivado pelo positivismo, porque os caras tinham medo dos positivistas. E isso invade o Brasil de uma forma que evangélico dizia que, gente, eu não sei aqui quem é evangélico há muito tempo. Eu fui evangélico na década de 80. Eu era agente secreto, porque se soubesse que eu era evangélico na escola, eu tava lascado. Eu tava lascado. Eu me lembro que eu ia na igreja na Assembleia de Deus, que foi uma bção na minha vida, mas eu me lembro que quando o pastor ia batizar uma criança, criança assim, 14 anos, o pastor perguntava: "Tu nunca mais vai jogar bolinha de good? Sim ou não? Se tu dizer sim, eu te batizo. Se não, tu não pode ser batizado. Aí eu dizia pra minha mãe: "Mãe, eu sou muito bom na bolinha de good. Eu não vou me batizar. Quê, né, mãe? Eu não vou. Então, futebol. Então, a minha mãe, a minha mãe sempre foi pra frente do seu tempo. Então, minha mãe é na praia. Minha mãe usava biquíni, mas é escondido. Se as irmãs soubessem que minha mãe na praia, usava biquíni, era um problema, entendeu? Eu sempre tive televisão em casa, porque meu pai era católico. Graças a Deus meu pai era católico. Então eu sempre tive televisão em casa, né? Mas quando [roncando] é que o crente começou a entender que ele precisava participar da política? Século XX, gente, no início dos anos 2000. E quando é que o católico viu que ele tava lascado? Quando ele fez um senso? E quem disse isso para mim foi católico que vai todo dia na missa, coisa que a gente não faz. Qual é que é o evangélico aqui que vai todo dia na missa também? Eu não faço isso mesmo. >> É o católico olha para mim e disse assim: "Tiago, sabe quantos católicos nós somos no Brasil? 5 milhões. 5 milhões. Essa conversa que nós somos eh >> a maioria, >> sei lá, >> 100 milhões ou mais? Mais >> são 200 milhões de habitantes, nós temos 80 e poucos por de cristãos, isso dá 160 milhões, nós temos 35 milhões de >> 120 mais ou menos >> essa história de 120 milhões de católicos é balela. Nós somos de 5 a 10 milhões. Deu por quê? Porque católico é aquele que vai na missa pelo menos duas, três vezes por semana e se confessa todo mês. Isso não existe. Por quê? porque a gente relaxou totalmente. Agora os católicos estão começando a fazer missão, sabe aonde? Dentro deles mesmo. Então esse é o processo que nós vivemos agora de que o gigante acordou. O gigante acordou. Hoje nós temos um parlamentar aqui que é que diz aonde ele vai que ele é luterano. Nós temos outros parlamentares, como por exemplo a a tua colega lá, a vereadora Sabino, que diz que é evangélica, o teu outro colega, o vereador Thiago Alberch, que diz que é luterano. Agora as coisas estão começando a acontecer, mas eu acho que tá muito fraco ainda. Por isso que eu vou repetir. Esse grupo aqui tem que ir até lá na rua de homens. E quando ir lá na rua que não couer mais aqui, o Jack tem que dizer assim: "Ó, vê os líderes e você vai morar lá em Bajé". E vai fazer isso lá em Bajé. Então é essa a minha oração. Falei demais. Uma coisa, eh, assim, pessoal, os efeitos, pra gente ter noção, assim, a Revolução Francesa, o primeiro que o primeiro revolucionário foi o diabo, né? O conservadorismo ele, eu já te pedi perdão por isso, né? O conservadorismo ele é totalmente contra revoluções, né? Pedir perdão. Quem me traz cofin, né? >> Mas não, tu não foi lá em casa. Calma. >> Primeiro que a gente trouxe Pepsi. >> É, foi Pepsi. E não era KS, então fica gelo assim, ó. Um um negócio. A Revolução Francesa, eles tentaram, pessoal, presta atenção, porque vocês estão vendo os efeitos da Revolução Francesa hoje. Se for no centro de Porto Alegre, vê os efeitos da Revolução Francesa na casa de vocês, em vocês, na nossa forma de pensar. Só uma, só uma parte. Tem uma coisa boa da Revolução, que o pessoal diz que é da Revolução Francesa, que é bom, que é cidadania. >> Ó, ó, 2as da manhã começa que nem aqui, ó. >> Rapidinho, rapidinho. >> Às 2 da manhã começa a elogiar o Alexandre de Moraes. Você vê isso aí? Advogado é assim, ele tem que fazer, ó, advogado sempre tem que fazer uma contraparte para mostrar que ele que ele leu tudo. Não, não, não, não, mas rapidinho, rapidinho. >> Aí a Revolução Francesa gerou cidadania. O que que é cidadania? O as os as pessoas terem direitos de poder ser o que quiserem. Mentira. Quem inventou isso chama-se Martim Lutero. Ah, >> não, >> não foi Revolução Francesa, >> não é 2 da manhã ainda. Tá certo. Então, voltando, eles tentaram restartar o mundo. Eles tentaram contar a história a partir da Revolução Francesa. Agora é ano zero. Foi ou não foi? Vocês vocês estão entendendo isso aqui, gente? Agora é o ano zero. Não foi ali que eles também mudaram a semana? Também tentaram mudar a semana. mudar o o >> Falei, falei, falei pro pessoal em casa ouvir. >> Eles tentaram mudar eh os meses e os dias da semana. Fizeram isso, não tentaram. Fizeram. >> A semana ficou de 10 dias, parece >> 10 dias. Só que como que >> vocês tem noção, gente? Isso aqui, isso aqui é muito sério. Eles tentaram expurgar o cristianismo da semana, porque a semana é com base no cristianismo. Eu me lembro que eu eu trabalhava e o meu chefe, ele chegou uma vez, Ison o nome dele, e eu tava trabalhando assim e ele pessoal, então tá, ó, hoje segunda-feira, primeiro dia da semana, eu levantei a mão. Só um pouquinho assim, ó. Se o senhor falar mais isso aí uma vez eu vou embora. Como assim? Não, não, não. Segunda-feira é o segundo dia da semana, a não ser que tu seja pagão. Falei para ele e ele tá bom. Segunda-feira, o segundo dia da semana. >> Segunda. >> Exato. Segunda-feira. >> Exato. Então assim, a influência do cristianismo e vou dizer uma coisa para vocês. Eu preguei isso na série de sermões pare, na pariosa, não, na >> ponto de virada. Eu falei exat, só que assim, eu falei o o desdobramento teológico disso e social disso. Só que a Revolução Francesa é uma revolução extremamente religiosa. Extremamente religiosa. >> Exato. Não, tu tu botou ali para nós ali. Presta atenção aqui, gente. Olha ali. Olha ali. Isso aqui. Essa igreja aqui é onde? Aonde, Thaago? >> Aqui. >> Ali na João Pessoa. >> Qual é o nome dessa igreja? Igreja positivista. >> Igreja positivista. Pessoal, nós temos é uma das raras, se não a única mundo. Tem três. Tem uma aqui, uma no Rio de Janeiro e uma em Paris. >> É, no mundo todo são três. >> Em atividade é única. >> Ela não tá em atividade. >> É, não tá mais. Mas ela era, mas ela era única em atividade. É, >> vocês tem noção? Essa aqui é uma igreja da Revolução Francesa, do lado da redenção ali, OK? Só para vocês terem uma noção, qual é o o lema daqui da bandeira? Nós amamos o nosso estado, OK? >> Mas vamos ser sincero, liberdade, igualdade e humanidade fazendo eco à Revolução Francesa. >> E não só isso, né? Brasão também tá cheio de elementos também positivistas, maçônicos. Aliás, o positivismo faz parte da história do Rio Grande do Sul, né? né? Nós tivemos inúmeros dos nossos caldíilhos aqui, ditadores também ao longo da nossa história, que impregnaram até mesmo a cultura política do nosso estado, né? Mas com relação à França, uma hora a história cobra, né? Em alguns anos aí vai ser uma república islâmica, >> não? E aqui, ó, outra coisa, duas coisas interessantes. Primeiro, França, desde a Revolução Francesa até os dias de hoje, teve no mínimo oito golpes de estado na França, oito revoluções, problemas assim, ó, estruturais, gigantescos. Estados Unidos fundado, fundado, nasceu na mesma época da Revolução Francesa, 10 anos antes. Nenhuma revolução até hoje. Será que isso diz alguma coisa? >> Mas aí eu faço uma pergunta, Thago, aqui e Jack todos, né? Hoje a gente tá enfrentando justamente uma relativização completa dos princípios constitucionais da lei. A lei interpretada de, como eu disse antes, de acordo com a cara do freguês, como é que nós vamos chegar de novo num ponto que não é um positivismo, evidentemente, mas dizer que aquilo que está escrito é o que está escrito e que deve ser se encaminhado? O problema do neoconstitucionalismo é que é o seguinte. Eh, o neoc constitucionalismo, ele vai dizer a constituição, voltando um pouquinho, a constituição de qualquer país, ela não é uma lei, ela é uma carta de valores. E assim tem que ser. Quais são os valores? Principalmente aqueles que nós dissemos que que não abrimos mão, que são anteriores ao Estado e que o Estado não pode violá-los. O estado só reconhece >> o o Estado, a Constituição, na verdade, é uma regra primeiro contra o Estado para proteger nós, tá? Eh, e esses valores, eles são ancorados, quer você goste ou não, na tradição judaico-cristã. Então, nós sabemos muito bem quais são esses valores. O neoconstitucionalismo, ele vem e diz o seguinte: "Olha, esses valores da Constituição, eles não podem estar ancorados ao passado, porque a história do mundo é dinâmica. Então, ela tem que estar ancorada com o presente." E aí tem uma expressão em alemão que diz Zin Geistner, ao espírito da época. Então hoje aqueles valores que estão na Constituição lá quando a Constituição foi escrita, representava eh que homem, casamento entre homem e mulher. >> E aquilo é um valor naquela época. Hoje homem e mulher significa homem e mulher, homem e homem. Daqui a 20 anos vai significar homem e criança, >> cachorro. >> Daqui a 50 anos homem e cachorro. Então isso é o neoconstitucionalismo. O problema não são os valores na constituição, porque valores são imutáveis quando a gente sabe qual é a sua âncora. O problema é dizer que os valores mudam de acordo com o tempo e isto é neoonstitucionalismo. >> Perfeito. >> E é contra isso que nós lutamos. Existe duas correntes de direito constitucional. Os originalistas, que o ministro André Mendonço é um originalista. A primeira vez que eu conversei com ele, ele era advogado geral da União em março de 2019. Eu nunca vou esquecer a primeira pergunta que eu fiz para ele, doutor, o senhor é originalista? Ele disse: "Claro, Thiago, eu sou originalista". Só isso aí eu já disse, eu não preciso saber mais nada. Que que é originalista? Como aquele princípio nasceu? Por exemplo, estado laico. Estado laico nasceu para defender religiosos. defender, não para proteger religiosos. Então, para que que serve estado laico? Para me proteger, não para me excluir da sociedade, não para dizer o que eu não posso fazer. Nasceu para me proteger. Estados Unidos da América, estado laico, nasceu criado por um pastor batista chamado Roger Williams em Rod Island. tive lá faz dois meses, tem estátua para ele tudo que é canto. Bom, Estados Unidos da América nasceu assim, que que aconteceu? Com o passar do tempo, essas pragas desses neoconstitucionalistas entraram também nos Estados Unidos. E a laicidade nos Estados Unidos mudou. Em 1970, um caso chamado Lemon versus USA disse que lá e cidade era outra coisa. E a partir dessa decisão, muitas situações envolvendo espaço público, o crente era rechaçado. em 2023 ou 2022, um professor de educação física lá, vocês sabem que no ensino médio se você é um bom atleta, você vai ter facilidade para entrar na faculdade, que eles chamam de college. Então isso para eles é muito importante. Esse professor que dava aula de futebol americano e eles eh faziam eh partidas escola contra escola, ele sempre rezava, rezava não, orava, tô andando muito católico, orava no meio do campo, acabava o jogo, ele ia orar no meio do campo, 2 minutos, um minuto. Reynold é o nome desse cara. Eh, não, Kennedy é o nome desse cara. reino de outro caso. Ele orava. Com o passar do tempo, os alunos começaram a ir orar com ele também, só que ele era professor de uma escola pública, então ele era concursado. O diretor da escola chamou ele e disse assim para ele: "Você não pode fazer mais isso porque o estado é laico. Você não pode mais orar no fim do jogo." Ele pegou, virou as costas e continuou orando no fim do jogo. O que que fizeram? exoneraram ele, abriram um processo contra ele e exoneraram ele. Foi expulso do serviço público. Ele entrou com uma ação na justiça, perdeu no primeiro grau, perdeu no segundo grau, perdeu na Suprema Corte do Estado, porque lá cada estado tem uma Suprema Corte e todos os julgamentos dizendo assim: "É, pois é, né? Eh, parece que a gente tá violando a consciência dele, mas é que o estado é laico. Daí tem aquela decisão da Suprema Corte da década de 70, porque lá eles obedecem os os leading cases, né? >> Não é festa, né? Então a gente não pode fazer nada. Aí recorreram pra Suprema Corte. Aí a Suprema Corte disse o seguinte, por por acho que foi por 7 a do disse o seguinte: "Olha, realmente pela nossa decisão de 1973, Lemon, nós não podemos fazer nada. Só que só um pouquinho, por que que o estado laico nasceu? Não foi para proteger esse cara. Então nós estamos revendo a a jurisprudência, que a jurisprudência não vale mais. E o que vale é, ele pode sim orar no meio do campo e acabou. >> Assim, ó, >> isso é ser originalista, é olhar pro passado e dizer aquilo tem importância para nós. Então vai ser assim, estado laico significa isso. >> É o princípio teológico >> da vontade do vontade legisladores. >> Coisa assim, ó, >> é o que eu falei para ele que é o princípio teleológico, né, da vontade do legislador daquele momento, tá, >> pessoal? uma coisa assim. E >> e se e se e se mudar e se mudar, quem tem que mudar é o povo a partir de representantes que vão fazer uma nova constituição. Falar, pessoal, vocês se lembram, eu falei na série, na série ponto de virada, eu falei exatamente que prestem atenção no que eu vou falar agora. Presta atenção. Se eu preciso fazer uma nova visão da Constituição, uma reinterpretação da Constituição, eu posso ter aqui, já falaram mal da Constituição, eu falo mal da Constituição, mas nós temos que utilizar a mente. Se o problema fosse a Constituição, tu não precisaria fazer uma nova leitura da Constituição. É autodenúncia fazer uma leitura. A próprio mando está revelando, está gritando que num primeiro momento a Constituição pode ser um problema, mas não o é no primeiro momento. Segunda coisa, quando se analisa a Constituição, esse pessoal que o Thigo cita, eles argumentam que a Constituição é um documento vivo, uma letra viva que vai se amoldando conforme a época. Então, tu lê aquilo conforme tu quiser. Porém, Douglas Wilson no seu livro Cristandade por e simples, e você tem que ler esse livro, [limpando a garganta] ele vai falar exatamente que quem é o Deus da cultura. O Deus da cultura é aquele pelo qual nós levamos as suas palavras a risca. A constituição não é o deus da cultura, porque a palavra da Constituição é a chincalhada, mas a palavra do magistrado, você não analisa ela de forma fluída, de forma ao seu tempo. Qual é o termo em em alemão? Não tem esse espírito da época pra voz do Alexandre de Moraes. Quando o Alexandre diz é o A é A, o B é B, o branco é branco, o preto é preto, o homem é homem, a mulher é mulher. Por quê? Porque aí se revela quem é o Deus da cultura. Porque a divindade ela exige culto, ela exige temor, ela exige respeito. Então tudo o que tá sendo falado aqui é um advogado. Eh, nós temos aqui um político, mas eu tô tentando olhar isso pelo âmbito de trá por trás. Tem também algo espiritual. Quando o cara chega e diz: "Tu não pode orar". Parece, numa primeira vista uma guerra apenas jurídica, política, social. Só que é são demônios sim que estão atuando para que não se ore, tá? Tem um episódio muito bom, Thaago, olha só, esse aqui eu vou te mandar do Tian Halfman. O Jake, o garotinho, ele tá, ele abre o episódio com ele, com as mãozinhas juntinhas assim e daí o pai dele vem assim e fala assim: "Que que tá fazendo?" "Eu estou orando." Aí o pai dele: "Orando para quê?" Eu para minha professora ficar doente para porque porque eu não estudei pra prova. Aí ele diz assim: "O pai, não, mas tu não pode fazer isso". Aí o gurizinho se vira, quem tu é? A Suprema Corte, sabe? Então assim, uma série do início dos anos 2000 fazendo uma piada, uma série não cristã, fazendo uma piada com a proibição de orações que se viu no país que é os Estados Unidos. Eu queria te ouvir falar um pouco também porque nós estamos falando muito lado de cá. Não, não, não, >> não. Eu tô aqui só para >> Ó, até tirou teu microfone. >> Até cortam já. Já até cortam para não ter que me ouvir já. >> Fala aí, fala aí. Mas interessante desse caso que o Dr. Thiago trouxe é que aparentemente nós temos um conflito de interesse que é a a questão da da liberdade religiosa do indivíduo e também tem aquele precedente de de 70. O problema é quando a gente vê no Brasil, a gente viu recentemente, eu acho que Minas Gerais, salvo engano, a questão dos estudantes sendo proibidos de fazer cultos >> aqui. Foi aqui >> na URGs. >> Fala melhor então, por favor, vereador. >> Aconteceu em Pernambuco, aconteceu em Curitiba, aconteceu em Minas Gerais, >> inclusive eu denunciei no Ministério Público, né? Obviamente não deu nada. Agora vocês imaginem se fosse uma roda de candomblé, alguma coisa, e se fosse proibido. >> Que aconteceu com a Sila, >> com a Sâela, é verdade, com a Sâla é bom fim. >> Que a Sâela denunciou lá o pessoal de Rio Grande, >> sabe? Tu conta essa história? Conta, >> não conta tu, cara. Eu falei demais já. >> É, a Sâmila é a chefe de gabinete do nosso futuro deputado federal, Thiago Álvar e ela também é candidata. E ela em Rio Grande, um pai procurou ela porque na escola os professores estavam um ou dois professores estava fazendo um trabalho sobre tradição, tradição, tradições ancestrais, eh, para introduzir a religião de matriz africana na sala de aula. E e aí teve o cara incorporando espírito e etc, etc, em sala de aula. Não era disciplina de ensino religioso. Se fosse, eu até não veria problema, mas era na disciplina de história ou ou enfim, do currículo normal do do do curso. E o pai reclamou e aí o pai disse assim: "E ainda tinha que fazer um trabalho ainda, tinha que entregar um trabalho sobre aquilo". E a criança disse que não ia entregar. A criança não conseguia dormir de noite, sonhava com o capeta, coisa ruim. Aí a criança não vou entregar e a mãe pegou, então e o pai fizeram um requerimento pra diretora da escola dizendo: "Olha, nós temos o direito de objeção de consciência e nós queremos então que a minha filha faça um outro trabalho escolar". Nós não estamos nos negando a fazer o trabalho escolar, mas que seja outro, porque esse tá violando a consciência dela. A escola negou e disse que ela tinha que fazer aquele. Então, esse pai procurou a Sâila e a Sâla então eh procurou IBDR. O IBDR ajudou ela a fazer um requerimento para pra secretaria municipal do município para que a secretaria municipal tomasse providência. O que que aconteceu? A entidade de matriz africana que foi pra escola se sentiu ofendida e entrou com processo, representou ela no Ministério Público e também entrou com uma ação pedindo danos morais contra ela, >> contra a Sila. >> Contra Sila. >> Tá. Uma pergunta, vocês que são políticos, a questão da imunidade parlamentar, ela vocês só deveriam ser processados no STF, assim que funciona ou não? Não, não. Imunidade parlamentar tá na Constituição, tá na Constituição que o o parlamentar pode manifestar qualquer opinião e não será penalizado por isto. Depois teve uma reforma constitucional inclusive que colocou toda e quaisquer opiniões, né? Então, para deixar bem claro que o parlamentar ele pode falar e aquilo não incorre em crime, né? Então, em tese, eu posso chegar na tribuna da Câmara de Vereadores, da Câmara dos Deputados e dizer: "Olha, o islã é uma religião que prega o ódio". Agora, hoje em dia, eu temo, por falar isso, eu temo porque >> não. E e a Sâela nem é nessa questão. A Sâela, ela tava exercendo, auxiliando o pai exercer o direito constitucional previsto no artigo 5º, inciso o em tratados internacionais de objeção de consciência. >> É. é um direito sagrado, objeção de consciência. >> E ela não é parlamentar. >> E ela não é parlamentar. Ela tava auxiliando o pai como advogada, inclusive a eh exercer o direito de objeção de consciência. E porque ela tava exercendo um direito que tá previsto no artigo 5º, inciso o ela tá sendo processada. >> Mas eu quero ser muito prático com vocês aqui, Jack. >> Não, o que que tu vai fazer? >> Vamos lá. >> O que nós vamos fazer? O que não. O que que tu vai fazer? >> O que vocês vão fazer? Não, não, não, porque eu não vou poder mudar essa realidade. Canado. Eu tô cansado. >> Eu não vou poder mudar essa realidade. Cansado. Cansado. >> É o que nós vamos fazer. >> Tô cansado. Para, para, para. >> Não, daqui a duas, daqui uma semana, daqui a quantos dias aí, dias, né, pessoal? Nós não vamos mudar a constituição. >> Político é fogo. >> Mas é verdade, Jack. A gente não vai mudar a Constituição. Nós não vamos mudar ainda, pelo menos no curto prazo. No curto prazo a gente não muda a constituição. No curto prazo a gente não consegue fazer uma mudança significativa em todas as instituições. Mas no curto prazo a gente pode avançar sim, >> tanto no impeachment do Alexandre de Morais, do Dias Tofol e Gilmar Mendes dessa catrefa toda e colocar eles atrás das grátis. Para isso a gente precisa de um Senado que honre as calças que veste, que tenha culhão, que tenha coragem para poder enfrentar esse sistema. Hoje nós temos um Senado frouxo, covarde e com o rabo preso. E o presidente do Senado tá cheio de pepino lá no Amapá, inclusive envolvidos com Banco Master, fundo de pensão, participava das festinhas de arromba do Vorcaro. E dizem que não era só das suíças que ele gostava, mas gostava dos suíços também. Gostava do >> Ah, isso deve aparecer mais à frente. >> Táenga. >> Isso vai aparecer mais paraa frente. >> Diz diz que ele diz que as festas eram eram com pretexto dele para ele ver o vorc pelado. >> Não era só das suíças não, né? Era dos suíços. >> Salume. >> Salame. Linguiça. Linguiça. Tá. >> Salame. >> E qual é que é a boa notícia neste sentido? Tá? Há 4 anos nós renovamos 1/3 do Senato e cada um de nós aqui votou em um senador. Naquela eleição, nós formamos maioria de direita, não o suficiente ainda para ter uma maioria no Senado, a ponto de eleger o presidente do Senado. Nesta agora que nós renovamos 2/3, se a oposição, no caso, se a direita fizer 20 24 senadores em todo o país, menos da metade dos que estão na disputa, a gente consegue formar uma maioria para eleger o presidente do Senado. >> A projeção, a projeção é que a direita possa fazer de 28 a 32 senadores. Então, a gente já tem até uma gordurinha para queimar. Não dá para afrouxar, não dá para achar que tá ganho. A gente precisa trabalhar muito e o Rio Grande do Sul precisa fazer a sua parte. Porque é importante a gente ter a maioria? Porque a maioria para abrir o processo de impeachment já teve, tá? Inclusive eu lembro do próprio Marcel Van Hatten há um ano atrás dizendo: "Bah, vai ser difícil chegar no número mínimo de assinaturas, tal. E depois que teve o estouro do Banco Master, se conseguiu o número mínimo de assinaturas". Mas aquele desgraçado do Davi Columb disse: "Podem ter 81 assinaturas, inclusive a mim, eu não abro o processo do impeachment". Então a gente precisa de uma maioria para eleger o presidente do Senado. E isso vai acontecer em fevereiro, tá na esquina. Em fevereiro a gente tem condições de eleger uma maioria. Claro que não pensem que vai ser algo fácil, né? né? E aqui eu faço um outro paralelo, inclusive com a história da Segunda Guerra Mundial, que tem muitas histórias, mas que elas acabam se acontecendo de novo, né? Eu, vocês devem lembrar daquele filme Operação Valquíria, história evidentemente real, que era um protocolo que existia lá na Alemanha do nazista. H, caso o Hitler, o Fer fosse morto ou se perdesse o contato, o destacamento de Berlim assumia conta da sede do governo, da sede do centro de poder, correto? teve um atentado contra o Hitler, ele estava na toca do lobo e aí se perdeu o contato com ele e naquele período se tentou dar um golpe de estado, fazer com que aquele destacamento de Berlim assumisse o poder. Só que depois descobriram que o Hitler não estava morto, conseguiram a comunicação de novo, só que tava uma briga interna para ordem e contraordem. Então tem uma cena do filme que é muito até engraçada, né? Mas chega uma ordem pro pro comandante do destacamento lá e diz assim: "O fulano, o Jack mandou prender o Thiago". E aí chegou uma outra ordem, disse: "O Thiago mandou prender o Jack". E aí a secretária entrega para ele as duas ordens e ela disse assim: "O que que eu faço com isso dela?" Ele olha, olha, cumpre as duas, né? Ele não sabia quem é que tava certo, cumpre as duas ordens. Nós vamos chegar num momento no Brasil e esses dias vão ser muito interessantes, tá? Não sou, não sou profeta, óbvio que não, não tô profetizando aqui, mas eu acredito que isso vai acontecer. Serão dias muito interessantes. Nós vamos formar maioria no Senado. Deus quer isso, a gente quer. Nós vamos conseguir, tá? Nós vamos eleger o presidente do Senado. Nós vamos fazer o impeachment do Alexandre de Moraes. >> Amém. >> Amém. Quando chegar esse dia, vocês podem ter certeza que o Supremo vai dizer o seguinte: "Essa ordem, essa decisão, esse impeachment é inconstitucional". >> Vocês não concordam que isso vai acontecer? >> Sim. >> E o Senado vai dizer: "Não, mas nós estamos cumprindo a Constituição. Nós estamos fazendo a nossa prerrogativa. Nós somos senadores, nós temos a prerrogativa constitucional, nós temos a maioria. Fizemos a votação, tá aqui a votação, o senhor está impitimado. Ele vai dizer: "Não, mas eu não vou cumprir isso porque é inconstitucional por uma vírgula. Alguma coisa ele vai arranjar para dizer que é constitucional. E aí, meus amigos, serão dias interessantes e nós vamos precisar de homens de coragem em Brasília para poder botar na mesa e dizer: "Meu amigo, o senhor tá preso e agora acabou a história", né? Acredito que esse dia vai acontecer e espero que não demore muito para acontecer, mas para que a gente possa ajudar nesse processo, a gente precisa eleger dois senadores de direita do Rio Grande do Sul. Não adianta mais a gente mandar um de direita e um de esquerda. E aí eu vou mostrar para vocês aqui o que aconteceu em 2018, que há 8 anos nós também votamos em dois senadores, nós também renovamos 2/3 Senato. Luiz Carlos Rin ficou disparado na frente, disparado, fez uma maior votação. Em segundo lugar ficou o pain do PT. Poxa, mas se é o mesmo eleitor, a mesma pessoa que vota duas vezes, como é que o mais votado é o Rins e o segundo mais votado é o Paim? Porque o segundo voto foi dividido na época entre a Carmen Flores, do PSL, ainda do Bolsonaro naquela época e o Fogaça, que é do MDB do Rigoto. E é justamente o Rigoto que está dificultando esse processo. Votar em Germano Rigoto na segundo voto é eleger a Manuela Dávila, porque nós vamos acabar dividindo o segundo voto e perdendo oportunidade de colocar o Sanderson junto com o Marcel ou Marcel junto com o Sanderson e a gente vai acabar colocando a Manuela Dávila lá dentro. Então é fundamental que todo mundo primeiro explique pras pessoas nos nos meios de vocês, na família, nos amigos, nos colegas. Primeiro lembrar para todo mundo que a gente vota em dois senadores. Ah, mas eu gosto muito do Marcel, vou votar duas vezes. Vai anular o segundo voto. É votar no Marcel e no Sanderson. No Sanderson e no Marcel. E ninguém mais além disso. Votar na esquerda, como disse o Jack aqui, é coisa, né? >> Deputo. >> Deputo. Pronto. Né? Agora, votar também no sabor direita, que dá uma volta na Lua para dizer que o Supremo precisa de uma reforma, mas que não tem coragem de dizer que vai fazer o impeachment de ministro. Mas esse cara não me serve. A hora agora é para o Brasil atacar esse principal problema que nós temos. A gente pode botar o presidente da República que for. Nós podemos eleger essa sumidade aqui, esse cara inteligente, o Thiago, esse cara aqui carismático líder como presidente do Brasil. Vocês acham que governa com aquela turma que tá lá numa canetada diz que a decisão não vale. Nós vimos isso na pandemia. Aliás, foi na pandemia que eles começaram a colocar as unhas de fora, as garras de fora, dizendo que as decisões do presidente da República, que as decisões dos governadores, que as decisões dos prefeitos não eram válidas. Não, não, não, não pode liberar. Tem que manter todo mundo em casa, fecha a igreja, fecha isso, fecha aquilo. Vocês acompanharam esse processo. Então agora a hora que a gente precisa é atacar o principal problema do Brasil, que é esse consórcio formado entre o Supremo Tribunal Federal e o governo Lula, cada um com seus interesses, todos com os bolsos bem forrados e a Janja com a bolsa bem forrada também. O que a gente precisa agora é atacar esse problema e isso se faz através do Senado. Deputado federal é importante, deputado estadual, eu sou candidato, é importante, mas são outros temas que também são pertinentes paraa nossa vida, mas nenhum deles supera agora a reforma que o Senado precisa fazer no Supremo. >> Uma coisa, ô Dr. Thiago, queria tua atenção aqui numa coisa aqui, ó. Eu tenho a impressão, me corrijam, eu falo muito isso com o Dr. Éber, o o Lucas, quando a gente conversa, a gente resolve todos os problemas do Brasil fumando charoto, depois vamos para casa dormir. Mas assim, eu tenho a impressão, Ramiro, que falta exatamente isso. Um papel por si próprio não se impõe. A folha é fria, o papel é frio. Eu tô falando uma coisa que eu não li, não vejo ninguém falando, mas vou dar um exemplo. Quando o presidente Bolsonaro indicou Ramagem pra Polícia Federal e foi dito que não seria o Ramagem, ele deveria ter dito: "Vai ser, vai ser". E pomba. Ah, derrubou. Escreve de novo a porcaria, desculpa, [ __ ] do papel. Escreve de novo e vai. Escreve um milhão de vezes até ser. Eu tenho a impressão que falta, porque assim, eu posso botar o cara lá, mas esse cara tem que ter assim, ele tem que ser terrivelmente de direita, >> pastor. E o problema é maior ainda, né? A direita, o nosso a gente que botou o Dav Columbri lá também, né? >> Não, >> a gente precisa cobrar, ó, vou colocar o Marcel, vamos colocar o Sanderson e precisa est em cima dos caras. Exatamente. >> Tem que votar no pres foi candidato a deputado. >> Foi candidato e fizeram os acordos do car na câmara. É, >> teve deu o problema com o bananinha lá e ele tentou ser presidente da Câmara. A direita não apoiou o Marcelo porque daí vem com com uma com uma desculpa lá. Faz 7D. >> É. >> Não, mas aqui ó, só um pouquinho. Eh, sexta-feira agora o o senador Eduardo Gerão tava lá no escritório, pastor Jack tava lá. não vai me deixar mentir sozinho. Eh, o que que aconteceu? O que eu perguntei para ele, poxa, eh, o Acolumbre se elegeu com a ampla maioria, quase de forma unânime. Quantos senadores de direita tem no Senado? 24. Por que que o Rogério Marinho não teve 24 votos? >> Exatamente. >> Não teve cinco votos. >> O próprio Girão quando foi quando foi candidato teve quatro votos. E e ele o Rogério Marinho teve cinco, ele teve quatro, 24. >> Gente, gente, para vocês entender, olha para mim aqui. >> Quantos pedidos de impeachment tem no Senado? Milhares. >> Mais de 100. >> Mais de 100. Ó, presta atenção, Dimitri. Pessoal, quem bota coisa para votar é o presidente do Senado. Vocês estão entendendo? Então o presidente do Senado tem muito poder. Então nós temos que ter uma maioria que coloque um bom presidente ali do Senado para passar o que a gente quer. Vocês estão entendendo? É a mesma >> e tem que cobrar o senador. >> Exato. >> Ah, eu confio no Marcel, confio no Sanderson, em quem quer que a gente confie tem que cobrar o senador, dizer, por mais que se se vierem com a desculpa de que não, veja bem, porque por um número, etc e tal, cara, se tu votar junto com esses caras, com essa desculpinha esfarrapada, tu não tem mais meu voto. Não interessa o que o partido, o que a tua avó falou, quem falou, tem que votar no Marcel lá para presidente. Então assim, ó, para pra gente entender isso, nós estamos porque é muito fácil, pessoal, nós falarmos de assuntos aqui e ignorar isso. Isso vai impactar nossa vida. Dimitri tem uma loja, tá com a loja ainda lá. Dimitri, me diz uma coisa. E o imposto daqui, tá entendendo? Nós precisamos de um governo que diminui os impostos. Nós, tudo isso vai impactar nossa vida, cara. Tudo isso vai impactar nossa vida. E daí a gente não quer falar desses assuntos porque, ah, esse assunto é sujo. Ah, o assunto, ah, não, não, vamos trazer. Ah, o político, tá? Mas olha só, vamos lá, pessoal. Outra coisa que eu não falei que é que é de [ __ ] Quem fala contra a polarização >> é puto. Tem que ser polarizado. Caramba. Ah, porque nós temos que conversar, nós temos que Não dá, gente. >> O vai, eu voto por convicção, coisa de [ __ ] É manifestação artística com o voto. Ah, eu vou votar. >> Ah, essa turma do centrão aí e sempre que cair do muro eles caem pra esquerda. >> Não. E e assim ó, uma coisa, atenção, atenção aqui, ó. Isso aqui não existe. É sempre um cara que tá tria esquerda, que fala: "Ah, tá polarizado, tá?" Mas daí eu tenho que ficar mais perto de ti para não se polarizar. >> Tá entendendo isso aí? >> Tem que ser polarizado. >> A igreja de >> Amém. >> Amém. Polarizar. >> Vamos polarizar, cara. Outra coisa, outra coisa tenho contra ti que tolerância não é virtude cristã. Aqui conhece as tolerâncias cardinais, longitudinais e celestiais, tá? Não é virtude cristã tolerância. Deus tinha contra a igreja ali que tolerava Jezabel. Então vamos parar com isso daí, cara. Ele fica assim, ai como gosta de falar ai fica essa polarização. Eu quero mais. >> Você sabe o que >> nós temos que ter nós temos que ter mais menos muros, mais pontes. Eu quero, ó, assim, se tu disser para mim que vai explodir com as pontes, não é isso, é acabar com as pontes, é levantar muro. >> Já passou. >> Tá bom, chega, cara. Aqui, ó, gente, uma outra, uma outra, >> boa parte dos meus processos é mais ou menos isso. >> Uma outra situação aí falou em tolerância, né? Tolerância foi reconstruído o significado por essas pessoas que dominaram a universidade porque a gente não tá fazendo nada. Tolerância, segundo John Lock, na carta de tolerância 1689, significa nada mais do que não interfira no que eu acredito. Isso é tolerar. Tolerar é não interferir na vida do outro. Isso tá OK. é não interferir. Agora a tolerância foi reescrito para seja politicamente correto, tá tudo certo, todos os caminhos levam a Deus. Eu não posso dizer que o Jack pintou cabelo de caju. Caju, >> entendeu? >> A caju, cobra acobreado. >> Ai, você disse isso, você é intolerante. Não, não é isso. Tolerância é tolerância. É isso aqui, ó. Tá soltinho, tá soltinho, tá soltinho, >> tá soltinho. Tolerância é >> não obrigar ele ou obrigar ele. Obrigar é intolerante. Se eu obrigo ele, ó, você é obrigado a pintar o cabelo de acaju. Eu tô sendo intolerante. >> Colorado tá nervoso, né? >> Né? Eu tô sendo intolerante agora. Ah, não fala do cabelo dele. Se tu falar intolerante, existe, vai magoá-lo. Vem cá. O nosso Senhor quando viu os vendilhões do templo lá, ele entrou e disse: "Vamos conversar, pessoal, vamos sentar dialogar". Não foi isso, vou não, né? Não, né? Foi para cima. >> Ô, Dr. Thiago, só para retomar ali para entender em que então assim, qual é a perspectiva do IBDR do novo acerca da dos votos dos demais ministros? >> Eu eu vou dizer assim, ó, que eu tava me preparando paraa sustentação oral. Eu ia usar meus 15 minutos, ia passar gel no cabelo para aparecer na TV Justiça, tava tudo certo. Eh, mas eu acho que foi melhor esse processo retirado de pauta, porque hoje ia ser uma briga de André Mendonça contra Alexandre de Moraes e quem ia perder ia ser os psicólogos, né? Porque eu não sei se nessa briga o o ministro André Mendonça teria cinco pessoas, né? Ele mais quatro. Então acho que o momento agora até foi bom ter sido excluído de pauta. >> O Mateus tinha uma pergunta. Cadê o Mateus? Foi cagar. Então pode passar. É que daí fica fica na live, né? Que o cara foi cagar. >> É, eu acredito que >> Mateus, pera aí, desculpa. O Mateus foi cagar, então ele ele tá lá. Pode falar aí. Não é que daí para quem tá em casa sabe que ele foi cagar, >> tá? Eu acredito que essa eu acredito que essa situação da imparcialidade dentro da direita, eu eu noto, tá? Daí é uma pergunta, ela também tem estendido para as igrejas. Eu, por exemplo, sexta-feira, faz umas três sexta-feiras que o senhor pregou, o pastor Jack pregou sobre a questão da responsabilidade que tá nas nossas mãos. E aí eu fui para casa pensando, pô, meio meio que o sermão foi meio redundante. Pensei assim, porque, pô, na nossa igreja, quem que vai votar na esquerda? E eu comecei a pensar, pô, daqui a pouco um adolescente, 14, 16 anos, é aquele momento que ele tem que ouvir isso. E eu fui refletindo. E eu noto, daí é uma pergunta, talvez pro Dr. Thiago, que as igrejas elas não têm se posicionado. E eu queria entender se isso é alguma, tipo, o que que ocorre, por que que as igrejas não se posicionam de forma firme? Porque eu entendo que o o pastor, o presbitério, ele conduz a igreja em vários sentidos, né? Educoam a igreja em diversas formas. E aí quando fala de política, ela, opa, aqui vota conforme a tua consciência. Eu entendo que se os os sermões, o púlpito ele é forte, a igreja ela vai ser forte e vai automaticamente votar nesse sentido. Mas com certeza tem, e eu falo pelo meu vô, meu avô é crente e morreu votando no PT. Crente. Por quê? Porque 90 e poucos anos >> não foi ensinado. >> Não foi ensinado nesse sentido, sabe? Então, Dr. Thiago, não sei se ficou claro, né? Minha dúvida. Mas por que que as igrejas não se posicionam dessa forma, nesse momento tão específico e tão importante, né, que a gente tá passando como nação? Eu vou aqui nesse momento, ó, eu tô entrando no meu WhatsApp porque eu vou pegar aqui um e-book que o IBDR fez. Deixa eu ver se eu acho aqui esse ebook. Eh, só um pouquinho, deixa eu ver aqui. Achei. Eu tô encaminhando esse ebook agora para o pastor Jack. Nesse momento, eu já tinha feito isso para ele, mas vou fazer de novo. >> Manda aqui, ó. Manda no, >> eu vou enviar nos dois aqui. >> Esse ebook trata exatamente essa questão. É um ebook que nós fizemos em parceria com a Brasil Paralelo, com a Brasil Paralelo, tratando igreja e eleições 2026, mas na verdade vale para todas as eleições. A igreja ela não pode fazer o quê? Ela não pode financiar um candidato, ou seja, doar tanto bens, eh, tanto dinheiro quanto bens estimáveis em dinheiro. A igreja não pode nos seus cultos e nas suas reuniões abertas pedir voto para um candidato ou dar o microfone para o candidato pedir voto. Então a igreja não pode fazer isso, né? Diz: "Olha, >> doutor, perdão, do ponto de vista legal ou >> legal? >> Os dois >> legal, né? Lei das eleições. Então o candidato não pode vir no tô falando no culto, no culto da igreja pegar o microfone dizer votem em mim ou o pastor pegar e votem nesse candidato. >> Não vote na igreja, >> no ato litúrgico, >> culto, >> no culto e de portas abertas, né? Ou seja, um culto público. É isso que a igreja não pode. Bom, a igreja pode receber candidatos. A igreja pode orar por candidatos. A igreja pode chamar os candidatos paraa frente, dizer: "Olha, esse esse nosso irmão aqui é é candidato, vamos orar por ele." E a igreja pode e deve falar sobre valores, sobre ideologias que [roncando] são ruins, que a igreja entende que essas ideologias são ruins para a cidade, como nós estamos falando aqui agora, inclusive no culto. Ore que existe uma falsa uma narrativa de que a igreja não pode fazer nada disso. até no nosso meio sobre o ponto de vista teológico, de que isso seria uma violação ao estado laico. Vou dar um exemplo. Uma convenção, que eu sou advogado, convenção de uma igreja histórica, fez uma manifest, eu não vou dizer igreja, qual é a igreja, mas são poucas igrejas históricas aí, né? eh fez uma declaração institucional, uma manifestação. E aí essa igreja disse o seguinte: "Olha, eh o candidato o o o crente, ele ele não pode votar em candidatos que são a favor do aborto, ideologia de gênero, blá blá blá, precisa conhecer o candidato, conhecer os seus valores e não sei mais o quê". A igreja, opa, quase f o nome da igreja, a igreja tal, eh, preza pela separação, igreja, estado, tal e tal. E daí no último parágrafo diz o seguinte: "Nós temos um irmão que se chama tal, que é pastor da nossa igreja, associado à nossa convenção, que tem um testemunho de vida pro mancha. Ponto. Não falou que era candidato, não falou o número do cara, nada. Só diz que o cara é pastor e que não tem nenhuma mancha sobre a vida dele. Mandou para mim, eu li aquela declaração sobre o ponto de vista legal, tá tudo OK. Então essa convenção publicou essa manifestação. Gente, o que deu de pastor brigando com a convenção, dizendo que aquela manifestação violava o estado laico? Vocês não têm ideia. Aí veio para mim o cara que era o presidente da convenção. P doutor, fui aí, né? Tu não me disse nada. Aí eu disse me manda. O cara até fez uma impugnação formal na convenção, mandou uma carta, texto dizendo por que tava errado. Eu peguei aquele documento, aquele texto do cara, escrevi um parecer com raiva de 20 páginas, mo pastor eou que ótimo, vou publicar isso aqui. E publicou e aí deu uma diminuída, né? Porque eu usei argumentos ali que era difícil de contestar sobre ponto de vista jurídico. Então >> isso tá falando assim, pai sabe, o pai sabe o que tá fazendo. >> Não, assim, ó, isso passa por nós, gente, >> entendeu? Então, aquela coisa assim, ai o estado é laico, então eu não posso falar de política na igreja. Deve falar. O que não pode fazer é financiar um candidato e dizer no culto, no púlpito. E aqui nem é questão de teologia, tá? Eu não tô entrando em questão de teologia, é a lei. Eu como batista entendo que pastor não tem que falar de candidato mesmo. Eu sou Batista. Mas não é isso que eu tô dizendo. Eu tô dizendo que a lei diz que o pastor ou o padre ou baborixá ou rabino, sei lá quer que seja, não pode usar o p o culto, o púlpito de uma igreja num culto público para dizer vota em tal candidato. Se isso acontecer, aí é problema. Agora, tirando isso, tirando as medic words, que que é medic words? O cara não diz assim, ó, votem. Cara, tem tanta coisa interessante. Na eleição passada, um pastor chamou o político lá, eu vou orar por ti e vamos orar aqui pelo irmão. Aí pegou o irmão e começou: "Senhor Jesus, abençoa o Ramiro, porque o Ramiro vai ser um ótimo deputado. Cuidado com o que tu vai falar, >> sabe? >> Não, mas aqui não é igreja. C >> igreja do lado aqui tá liberado. >> Começou a dizer porque aí vai ser um ótimo deputado, porque o número dele é tal, porque Deus vai abençoar. >> Muito bom. Muito bom. >> É sério, cara. Eu tô falando sério, >> cara. O cara pregando para Deus, contando o número para Deus, Deus. Ah, tá bom. >> Entendeu? Então isso, cara, isso. Isso. Tu não tá dizendo vote no cara, mas tu tá manipulando. Então isso também não pode. >> Ó, tem três aqui. Calma aí. Vai. tava na fila, >> tá? Não, vamos fazer o seguinte, vamos fazer por ordem. >> Pode ser, pode ser. >> O Mateus >> tá para tava depois que ele cagou lá. Pode falar, Mateus. >> Sacanagem, né? >> Falar leve, né? >> Não, cara. Minha pergunta era mais em relação ali que o Thiago comentou, que a laicidade do estado ela foi criada para proteger o religioso. Eu queria entender como como que se dá essa proteção, por o o por que a lacidade protege o o religioso ou cristão, enfim. Eh, >> ô, Dr. Thiago, eu acho que seria interessante o senhor trazer um pouco da laicidade colaborativa também que o senhor explica um pouco. >> É, é, gente, isso aí, isso aí eu tenho uma aula sobre a tua pergunta que são 8 horas, né? Sério? 8 horas. >> O pai, o o pai o pai sabe, sabe? >> É que eu falo bastante, não é que sabe, é que eu falo bastante, né? >> Se puder resumir para qu, >> eu sou falador, mas assim, ah, que que acontece, tá? Muito rapidamente, primeiro ponto de vista histórico, porque eu sou originalista. Então assim, eh, crentes puritanos estavam sendo perseguidos por Jaime Sturt, Jaime I, rei da Inglaterra, depois que a rainha virgem morreu, que acabou de nascer Tudor. Eles foram lá puritanos, queriam uma igreja que não fosse de estado, porque a igreja anglicana é uma igreja de estado. Entregar em 1613 a petição milenar para que não tivesse mais mistura igreja e estado. O rei olhou pra cara deles e disse assim: "Sem bispo, sem rei". Rasgou a petição milenar e começou a perseguir esses caras e a matar esses caras. Esses caras fugiram pra Holanda e lá eles fundaram a melhor igreja de todos os tempos chamada igreja batista. >> Em 1607, se eu não me engano, 1606 na Holanda, um cara chamado John Smith. Bom, a perseguição continuou, continuou, esse pessoal continuou fugindo paraa Holanda. Até que chegou um momento, eles disseram assim: "Olha, aí tem alguma coisa acontecendo lá na nossa lá na colônia da Inglaterra e eu acho que lá é interessante porque lá tá longe do rei e a gente vai ter liberdade lá. Esses caras entraram no main flower, 102 pelegrinos, a maioria, a maioria uns 10 ou 15 católicos. meia dúzia de ateu. Entraram no main flower, daí tem toda uma história longa aqui, mas o fato é que desembarcaram na The Rock em Cape Cod. E quando eles foram sair do barco, antes de sair do navio, eles disseram o seguinte: "Gente, vamos assinar um pacto entre nós, que a gente aqui vai ter liberdade, que a gente aqui a gente pode ter a fé que a gente quiser" e assinar o Mainflower Compact, que é o primeiro documento de origem constitucional dos Estados Unidos. Isso em Plinar esse documento. 1620 é o ano. 1630 um outro pastor fugindo de perseguição de ser morto, gente. Ser morto, queimado em fogueira, perder a cabeça, tá? Enforcado só por ser crente. Esse cara foi parar em Rodhe Island chamado Roger Williams. E lá em 1643 ele escreveu a constituição da província de Rod Island. E é a primeira vez que aparece a expressão estado laico. Por que que eles fizeram isso? Para dizer o seguinte, baseado nos nos no na ideia Ana Batista até movimento de 100 anos antes, de que a o Estado não pode interferir nos dogmas da igreja e o Estado deve ir além. O estado deve proteger a igreja. Proteger do quê? de outros religiosos que daqui a pouco iram me perseguir, porque isso aconteceu muito na na refar protestante. Luterano matando calvinista, calvinista matando luterano, calvinista e luterano matando Ana Batista, Anabatista matando católico. Então assim, >> os calvinistas eles eh afogavam os anabatis. Ah, vocês querem batismo por imersão? E eles afogavam os anabatis. Então pega a tua imersão aí. É, então assim, todo mundo matando todo mundo. Então el disseram o seguinte: "Olha, além do Estado não interferir nos nossos dogmas, o estado tem que me proteger de daqui a pouco um outro religioso louco quiser vir aqui me incomodar". Bom, esse conceito foi evoluindo, foi melhorando. Em 1900 e quebrados na nasce um cara chamado Isaia Burlin, que escreve um livro fantástico chamados, e isso eu recomendo também, quatro ensaios da liberdade, que é um livro que os liberalzinhos anar capitalista não gostam. Ã, porque esse livro ele diz o seguinte: "Olha, existe a liberdade sobre o ponto de vista negativo. Que que é liberdade negativa? É, o estado não pode interferir na minha vida, não pode criar obstáculos para minha vida. Então, o Estado não deve me incomodar. OK? Mas mas Arberlin disse que não basta essa liberdade. Nós precisamos ter a dimensão positiva da liberdade, que é o Estado tem que criar condições para eu exercer a minha liberdade. Então, não adianta ter liberdade de ir e vir se o estado não conseguir construir ruas. Não adianta eu ter ir e vir na selva, não tem. Ou ir e vir onde não tem a segurança pública. Então o estado tem que tem que ter polícia, tem que bancar polícia, então tem que ter proteção. Então o estado também tem que ter um agir no sentido de que a minha liberdade seja exercida. Um agir mínimo, mas precisa ter. E no seu ponto de vista da igreja é um agir no sentido de que as igrejas aconteçam. as igrejas possam construir seus templos, as igrejas possam estar na cidade, as igrejas possam participar. Então isso é lá cidade colaborativa, é muitas vezes o o estado até às vezes dar as mãos pra igreja no sentido da igreja, por exemplo, na na na enchente. Na enchente a Câmara de Vereadores de Porto Alegre eh eh mandou emendas para igrejas que tinham sido destruídas, >> né? Por quê? Porque, cara, a igreja foi destruída. A igreja é importante paraa sociedade. A sociedade precisa das igrejas. Então, teve algum algumas algum valor do estado que foi para que igrejas fossem reconstruídas. Isso é a liberdade positiva, né? Então, por isso que é proteger, proteger para não atrapalhar, proteger para proteger dos outros. Quando alguém me persegue que não é estado, é outro. e também em situações eh eh como essa da enchente. Então é isso que é proteger e nunca violar, afastar, perseguir, >> tá? Israel, depois o irmão ali, depois o o Lucas Quaresma. >> Eh, duas perguntas rápidas. Eu queria saber. >> Já veio com duas. >> Pode escolher qual que vão responder. >> Fala, fala, fala, fala. >> Vou tirar a tua, então. Vou fazer por Dr. Thiago. Daí >> fechou. >> Brincadeira. Ah. Queria saber pros doutores aí a questão ali que o Dr. Thiago tava falando sobre o estado determinar sobre aquilo que pode ser feito ou não dentro das igrejas para candidatos a cargo público. Queria a opinião de vocês se do ponto de vista legal vocês acham justo ou constitucional, enfim, me falta o termo sobre esse fato do Estado estar arbitrando sobre o que que se pode fazer dentro da igreja a respeito dessa situação. se vocês julgam isso justo ou correto do ponto de vista da lei, não teológico. E a segunda é pro pastor Jack, se o fato de um presbítero, por exemplo, eh, exercer um caro, um cargo público, se isso desqualifica ele para o exercício eh simultâneo do pastorado, sim ou não? E por quê? >> Ah, vamos lá, né? Essa regra com relação a às igrejas, ela existe com o único objetivo de impedir que igrejas evangélicas >> tenham os seus candidatos. Exato. >> Eu duvido, eu duvido que tenha alguma, algum processo, algum babalorixá que esteja sendo processado, porque levou no terreiro alguém e disse: "Ó, meu filho, esse aqui nos ajuda nas festas de Cosmo e Damião. Esse aqui >> ele vai dar bolsa pipoca para nós aí. >> Bolsa pipoca, é, sei lá. Não, eu eu duvido que tenha. Então essa regra ela tem endereço certo, né? que é falando em bolsa pipoca, é dificulta meu trabalho de advogado, [risadas] >> reunião privada, né? Né? Mas enfim, e o o o nós somos o o remetente dessa dessa norma, dessa regra ação do cristão, >> especialmente do evangélico, >> tu transforma o o cristão num cidadão de segunda classe, especialmente isso. >> É, eu vou eu vou dizer assim, ó, eh essa questão de claro, eu sou um batista falando, né? Ó, ó, >> mas essa questão de colocar um candidato no púlpito e dizer para votar nele, o que que é, por que que a lei das eleições veda isso? Eu vou dizer porque que a lei das eleições veda isso. Não tô dizendo se eu sou a favor ou contra. >> Hum. >> Veda isso para porque existe um princípio no jogo democrático que é o princípio de igualdade de condições. >> Hum. igualdade de condições. Quando você eh eh viola essa ideia de igualdade de condições, você tá violando o processo democrático. Então você pensa numa igreja como, por exemplo, eh, de >> Assembleia de Deus, tá? Ã, não vou dizer nem pode ser Assembleia de Deus. Assembleia de Deus tem 30 milhões de membros. Aí a Assembleia de Deus vai lá e diz: "Ó, vocês precisam, tem que votar nesse candidato aqui. Talvez ele seja ruim, talvez ele não seja um bom candidato, talvez ele é desonesto, talvez ele é um cara que não deveria ser um prefeito da cidade, mas a igreja tá dizendo que tem que votar nele, entendeu? E aí outros candidatos que são bons paraa cidade não vão se eleger. Por quê? Porque a o princípio da igualdade de condições está violado, não é? É esse o motivo dessa regra. For uma igreja aí uma >> não, mas não >> é, mas é que é que aí a norma ela tem que ser abstrata, entendeu? >> Não, mas é que assim, ó, eu eu vou dizer assim com respeito ao ao Dr. Thiago, mas >> não, o que eu tô dizendo é o que a lei diz, não que eu concorde com ela. >> Não, exato. Mas assim, obviamente que essa é a desculpa pra gente achar que é, né? Mas assim, beleza, não tem isso. E é eleitos, são eleitos candidatos ruins. Eu volto a dizer, eu nunca pediria, presta atenção, eu nunca pediria voto em cima do púlpito pregando a palavra, mas eu não preciso da bosta do estado para me dizer isso, entendeu? Eu não preciso. E se eu quisesse pedir, eu pediria e eu tô cagando para isso. Mas eu não faço não por temor ao estado. Eu faço, eu não faço isso por temor a Deus, porque eu tô ali para pregar o evangelho. Então, e aqui esse é o ponto. Agora, a quanto à pergunta do Israel sobre a questão da vocação, com todo respeito, assim, eu sei como é que as igrejas luteranas, o o a gente tem o o Thiago Albert, né? Ele diz assim: "Ah, eu estou tal coisa". Eu eu p eu acho isso aí é uma dificuldade que a denominação cria para si própria, mas eu respeito a denominação. Agora eu não vejo problema algum se o cara consegue conciliar o púlpeto com a atividade política, porque nem todos estão no púlpito, eles são monovocacionados, alguns são bivocacionados. O camarada, por exemplo, o camarada tem uma uma empresa, é uma multinacional, ele pode ser um pastor também. O camarada tem bom uma loja, uma rede, isso ele também pode ser. Então assim, nós temos que ser contra o que a Bíblia diz que é contra. A escritura não apresenta isso. As as reivindicações são 17 reivindicações em Primeira Timóteo 3. E nenhuma, que está ali tá dizendo que ele não pode ser um político, não pode ser alguma coisa, não pode ser um centurião, que seria algum homem com poder na época ali. Não, não tem isso ali nas cartas de Paulo para >> eu posso contar um segredo do Jack para vocês? Vocês não contam para ninguém. Tem certeza? A, meu, a amizade. >> Desliga a câmera aí, meu. O Jack uma vez me contou que o sonho dele era morar em São Paulo para votar no Marco Feliciano. [risadas] Pô, sacanagem, cara. Feliciano é gente finíssima. Gente finíssima. Me segue no Instagram, eu sigo ele, meu amigo. Mas assim, ó, é salame. Salam, né? Salame. Então, não tem. Agora isso eu não tô dizendo que ele que quem quer pra política ele tem que continuar sendo pastor. Daqui a pouco ela disse: "Não, eu não tenho como fazer isso agora". Beleza, aí vem a estou pastor, estou deputado. Eu acho uma, tem meus amigos que falam assim, acho uma bichice isso também. Ah, estou porque daqui a pouco eu, eu estou todes daqui a pouco aí, né? Mas beleza, mas assim, teologicamente falando, não tem isso na Bíblia. Nós temos muitos homens de Deus que eles foram bons. Eh, hoje assim, não seria um anacronismo, mas políticos, digamos. Daniel, José, foram homens que ocuparam cargos públicos, tá? O próprio Davi, pô, ele representava o estado e o cara escreveu o livro de Salmos. >> Maior rei que já existiu. >> O maior rei que já existiu, cara. Não tem, não tem. Ah, mas ele fez aqui para ver como ele era bom, né? fez tudo isso e continua sendo maior, entendeu? Então não tem, cara, a gente tem que ficar o que a Bíblia diz. Nós somos protestantes, nós somos a religião do livro, entendeu? É isso. Se algum ministério quiser se organizar e fazer diferente, beleza, meu irmão. Depois o quaresma e na vez do quaresma coloquem o chapéu de alumínio. >> Eu tenho uma pergunta. >> Bonita a cor desse desse iPhone aí. >> Obrigado. Eu tenho uma pergunta e uma e um texto bíblico aqui. Eu posso ler? Vai, vai à vontade aqui. Tá liberado. >> Esse texto aqui eu li ela a última vez lá em Brasília lá na frente em cima de um trio elétrico, onde eu tava sendo perseguido pela Polícia Federal e pelo pelo STF. >> Estamos bem aqui hoje, então, Tati, Tiago. >> Não sei se vocês lembram, eh tive à frente das manifestação para Bolsonaro aqui no Sul. Fui eu que liderei a o fechamento da Fi que liderei o fechamento da Freeway. A gente montou um acampamento ali na 118. Ficamos lá até o comando vermelho ir lá tentar pegar a gente e deu deu ruim. Aí eu fui embora, minha esposa ficou abalada, fui para Brasília, fiquei lá um tempo. Ã, sou cristão, sou evangelista e toda vez que a gente se reuniu, eu li é salmo. E hoje eu tô vendo algumas coisas se cumprir nesse salmo. Eu quero fazer uma pergunta para o pastor Jack primeiro espiritual, né? Nós como cristãos, quando eu tiver expulsando um demônio de uma pessoa, a pessoa tá com vontade de suicidar e a pessoa tá lá querendo suicidar, eu fui expulsar aquele demônio de suicídio ali, eu posso mandar ele entrar no Lula ou no Alexandre Moraes? [risadas] A Bíblia, ela diz que Jesus mandou os espíritos pros porcos. Então, talvez sim, >> era só um quebr >> é exato. [risadas] Amém. Esse texto aqui é muito forte porque foi a palavra que Deus me deu para eu ficar à frente disso aí naquela época e hoje eu tô vendo muitas coisas se cumprir. E em Salmo 64 e tá assim, ó. Ouve, ó Deus, a minha voz e a minha oração. Guarda a minha vida do temor do inimigo. Esconde-me do secreto conselho dos maus e do tumulto dos que praticam a iniquidade, que afiam as suas línguas como espadas e amarram as suas flechas palavras amargas, a fim de atirarem em um lugar oculto ao que é íntegro. Disparam sobre ele repentinamente e não temem. Firmam-se em mau intento, falam de armar laço secretamente e dizem: "Quem nos verá? Quem vai nos ver?" Andam inquirindo malícia, inquirem tudo que se pode inquirir e ambos o íntimo pensamento de cada um deles e o coração são profundos. Mas Deus, no versículo 7, atirará sobre eles uma seta e de repente ficarão feridos. Assim eles farão com que as suas línguas tropeçarão contra si mesmos. Todos aqueles que os virem fugirão e todos os homens temerão e anunciarão a obra de Deus e considerarão prudentemente os feitos de Deus. O justo se alegrará no Senhor e confiará nele, e todos os retos de coração se gloriarão. Diga: "Eu, diga comigo: Eu >> eu >> me alegrarei. >> Me alegrarei >> no Senhor. >> No Senhor. >> Porque eu confio nele. >> Amém. Obrigado, Jesus. [aplausos] >> Coisa boa a palavra de Deus, né? Amém. >> Coisa boa, né? Deus falando sim. >> Fala, pessoal. Olha só, deixa eu explicar uma coisa. Quem tá vendo a gente aqui, o quaresma ele ele ele só não ganha da frã do Thago que acredita que tem nove Lula. Tem uma irmã aqui na igreja que ela acredita que não é que tem um clone do Lula, tem nove. >> Tem nove. É, é, >> ele só não ganha dela, esse cara aqui. Mas tirando e vai. Minha pergunta tem nada a ver. O >> Big Mike. >> Big Mike. A minha pergunta tem mais a ver com academia. E voltando ao assunto que a gente estava falando sobre psicologia, te quebrei, né? Te quebrei, né? Te quebrei. Ã, eu li um falando sobre direito religioso, eu li uma matéria do jornal da USP. onde uma aluna da Cambridge Musling College, [aplausos] [risadas] >> pô, o Vieira com vários termos alemães e pai e não sei o que. >> Mas tu, mas mas tu é o Quaresma, a gente te ama, cara. Vai, isso aí não é zoação, isso aí a gente te ama. seu trabalho. >> Ai, tá louco, meu. Tá louco. >> E nessa matéria fala sobre os benefícios da psicologia islâmica. >> Ih, >> onde ã >> qual o nome da matéria? >> É do jornal da USP lá. É uma uma doutoranda, não. O nome da matéria é Os Benefícios da Psicologia Islâmica. Falou outro nome antes? >> É que Cambridge é a universidade, né? Então é o Cambridge Muslin College, que ela é doutoranda lá, né? E a minha pergunta mais ou menos era sobre isso, corroborando com o que tu falou, mas te perguntando como que a gente poderia adentrar na academia, porque esses esse tipo de discussão ele ocorre mais no meio acadêmico, né? Óbvio que acontece no meio político, mas ele também acaba acontecendo no meio acadêmico. Eu acho que o o Dr. Vieira é mestre, né, no em direito religioso. E eu queria saber e como tu poderia nos dar uma palavra assim, tipo, como que a gente adentra nisso com mais afinco? Ah, tem alguns acadêmicos, eu acho aqui alguns poucos aqui na na Humens Fortes, mas como que a gente poderia fazer isso dentro da academia de trazer uma discussão? E é essa a minha pergunta. >> Eh, ô, ô, meu, pera aí um pouquinho. Ver, cara, o Cauê mora no Gajuviras, meu Cauê. Depois a gente te explica. >> Inclu que é do Gajiras. >> Não sou mais. >> Não é mais. >> Subiu de nível. >> Subiu de nível. Porque a minha mãe virou nome de rua lá no Guajvíros. >> Sabia disso? >> Rua Lude dos Santos Vieira, >> lá no Guajeviras. >> Ah, morou em Canoas, né, cara? Vida inteira. Agora >> a minha mãe morou em Canoço. Eu vou ser nome de rua, mas aí eu tenho que morrer primeiro, né, cara, para ser nome de rua, né? >> Vou te botar um beco bem ralado lá no [risadas] >> lá no >> E o pior que minha mãe não gostava do gua de vírus. [risadas] Bom, eh, nessa questão da psicologia, eu quando tava até escrevendo minha o meu discurso para sustentação oral, eu pensei o seguinte: "Olha, eu não" falando comigo mesmo, eu não vou focar tanto no cristianismo, por mais que os exemplos que eu vou dar para o STF são exemplo exemplos de cristãos sendo perseguidos. Mas eu quero trazer exemplos de outras religiões, porque um dos incisos que está na naquele artigo terceiro, eu acho que é o inciso 9º ou oitavo, diz que ã também é vedado que a psicologia use ou seja influenciada em seus métodos pela religião. Então, no meu discurso, eu lembrei os ministros que existe duas ou dois ou três métodos terapêuticos muito importantes para a psicologia hoje, que são métodos que foram desenvolvidos dentro do budismo. Então, o budismo eh a religião budista, ela criou métodos para que a pessoa eh encontre a paz interior. E a psicologia, ao estudar esses métodos, secularizou esses métodos para que então seja usado pela psicologia. Então, o budismo foi importante para algumas das terapias usadas hoje por psicólogos. Se nós tivéssemos essa resolução em vigor no mundo, a psicologia nunca teria esses métodos. Por quê? porque não poderia ser influenciada pelo budismo. A mesma coisa acontece com o espiritismo. O espiritismo possui em muitos países, inclusive no Brasil, o Centro de Estudos eh Centro de Estudos Psicológicos Espírita, que estuda a psicologia a partir da ótica do Espiritismo. quis trazer duas religiões que não guardam relação com o cristianismo, especialmente o budismo, que é uma grande religião, é a terceira maior religião do a quarta maior religião do mundo, a primeira o cristianismo, a segunda é o islamismo, a terceira o hinduísmo. E a quarta é o budismo, para mostrar para os doutos ministros do Supremo que a religião ela está em todas as áreas da vida humana, inclusive na psicologia. Quaresma. O islamismo, assim como o cristianismo, hinduísmo, budismo, judaísmo, é muito mais do que uma religião, pensando religião apenas na liturgia de um culto, é uma cosmovisão de mundo. Enquanto cosmo, visão de mundo, o islamismo influencia de forma holística a vida do ser humano em todas as suas em todas as suas [roncando] eh ehões, >> expressões, nuances, etc. Esferas para usar o nosso querido Abram Kiper em todas as esferas. Então, eu não vejo problema nenhum nesse estudo. O único problema que talvez nós tenhamos no islamismo e também em outras religiões é que às vezes pode acontecer de uma religião, e isso acontece muito no islamismo por causa de correntes extremistas que existem no islamismo, de que tenha a partir daquela cosmovisão uma mitigação dos direitos humanos, como por exemplo, cristão cristãos da Nigéria que são perseguidos e são mortos por muçulmanos na Nigéria. Então essa é uma luta que uma luta da humanidade, não é? Então, talvez eh alguns métodos desses dessa dessa escola, tu falou Cambridge Muslim College, significa dizer que é uma faculdade muçulmana em Cambridge. Essa tradução do que você acabou de dizer. As universidades lá na, não dá para arriscar isso aqui, né? >> As universidades inglesas Oxford e Cambridge, elas não, isso é importante dizer. E aí eu termino a minha resposta. Elas não são como a gente tá acostumado. Ah, vou lá na UBRA. A UBRA é uma universidade, né? Não são diversas faculdades, diversas faculdades que elas unidas formam Cambridge. Então não existe a Universidade de Cambridge, existem faculdades, cada uma tem seu nome, cada uma foi fundada em algum momento da história e a união delas é Cambridge. Entenderam? Como é Oxford? Oxford é uma cidade, só que é uma cidade que só tem faculdades praticamente. Graças a Deus que tem um Big Mac lá no meio. Eu estudei em Oxford, é onde eu almoçava direto porque a comida lá é horrível. Então eu comi no no McDonald's porque senão ou era no college que era horrível ou era uma fortuna para almoçar. Então daí eu ia comer eu e o Giano. O Jean não gostava no Big Mac é direto. Então por quê? Porque eram diversos colleges. Então quando fala em Cambridge, Muslum, College, não é quer dizer que é toda Cambridge, é um campus, >> é um, não, não é um campus, é um college dentro do campus, só isso. >> Campus é o todo. >> Campus é o todo, entendeu? A questão de dessa matéria que teve problemas, >> talvez vejam, né? Eh, talvez vejam, mas não deveriam ver, a não ser naqueles pontos que eu falei que existe uma mitigação de direitos humanos e às vezes o islamismo e algumas correntes mitigam mesmo. Corta cabeça, a gente sabe. >> Pessoal, deixa eu explicar, a gente vai encerrar agora. Deixa eu explicar uma coisa sobre o Dr. Thaago aqui, ó. Eu já tô com a Keila me ligando aqui. Eu tenho que mulher ligou, tem que sair correndo. Tchau, >> pessoal. Pessoal, pessoal, só para dizer para vocês, para vocês a partir de hoje vocês entenderem quem é o Thiago. O Thago, ele tem uma paixão, só não é assim igual a a por Jesus, mas o Thiago ele é viciado em direito religioso no geral. Então, ah, o cara tá lá adorando uma pedra. O Thiago vai ter uma parte que ele vai dizer: "Pô, o cara não aceitou Jesus". Mas vai ter uma parte do Thiago que vai dizer: "Pá, que trem, o cara é livre para isso. O Thiago ama isso, ele ama". Então, e então assim, nós vamos olhar para os caras, os muçulmanos, nós vamos dizer que bosta. O Thiago vai ter uma parte do Thiago, como ele ama a liberdade religiosa, ele ama, ele ama, ele ama de paixão, assim, ele vai pegar e dizer: "Cara, que legal". Entendeu? Então assim, é isso, tente. Mas é, tá aí, que bom que ele tá do nosso lado, né? >> Que bom. Pessoal, seguinte, eu quero muito que vocês conversem no final aqui com o Ramiro. Trouxe algum material teu aí? Vou pedir que ele vai ficar ali na frente ali entregando. Vocês peguem, ó. Ah, mas eu já tenho deputado, não sei o quê. Não importa. Pega ali na frente ali, conversa com ele, tá bom? E principalmente, qual é o teu Instagram? >> Ramiro Ros. Só isso? Sim. @ramirosário. >> @ramirorosário. Tá bom. Então, segue ele lá no Instagram, manda mensagem, ó, estava junto lá na na HF. E, pô, enfim, Jesus é bom, cara. Jesus é bom. Bota amigos do nosso lado. O Ramiro é uma bção. Eu queria muito que nós vai ter aqui o sorteio do dos prêmios. Eu queria que a gente orasse pelo Ramiro, gente, entendeu? Mas orar de orar mesmo, tá? Vamos orar por ele. Trabalho dele, trabalho da Larissa, trabalho da Sâmela. Sâela é um tá louco. Ah, uma bênção também, Thaago. Eu vou pedir que vocês nesse momento, quem quiser ficar de pé, quiser ficar sentado, vamos orar por ele. Vamos. Amém. Senhor, >> pode ficar sentado. Tu é tu é muito alto. Senhor, eu te agradeço >> pela vida do Ramiro. >> Eu peço que o Senhor coloque não seja a minha mão aqui, mas que seja a tua mão >> sobre a cabeça do teu filho. >> Abençoe ele, abrace ele em nome de Jesus. Guarda ele, protege de todo o ataque do diabo. Protege ele, guarda seu coração, mantenha o seu coração puro. Não permita, Senhor, que o diabo venha atacar ele de forma externa do seu corpo e nem na forma, nem no lado de dentro, nem dentro do seu coração, da sua alma. guarda ele, coloca os teus anjos ao redor dele. Eu tenho certeza que existem pessoas que o odeiam, Senhor, de discernimento pro Ramiro, >> que ele possa enxergar não apenas as pessoas de fora, mas quem deve estar dentro do seu gabinete. >> Não permita, Senhor, que pessoas interesseiras venham mentir teu filho. Ajuda ele dando-lhe visão, discernimento, ousadia, coragem, sabedoria. >> Abençoa o teu filho. >> Senhor, nós brincamos várias vezes quando nos vimos que o Ramiro possa ainda ser prefeito dessa cidade. >> Não é o momento, mas que o senhor faça assim. O senhor pode fazer, >> guarda o teu filho, >> abençoa, prospera ele nessa eleição, >> no nome de Jesus. >> Amém. Amém. E >> amém.Ó, >> pessoal, rapidão, nós vamos cantar para encerrar, mas antes, o que que nós temos aqui de brindes? Que que a gente tem aqui? Traz aqui, cara. Isso aqui é muito santo. Como nós temos um Batista, nós temos dois materiais do maior Batista depois de João Batista, que é Charles. E aí, cara, você que viu essa live até aqui, você que acompanhou o sermão, eu tenho uma mensagem para você. Não desligue isso aqui. Na comunidade Homens Forte, nós temos mais de 400 horas. 400 horas, >> 400 horas. >> 400 horas de conteúdo. Nós temos cursos, temos livros, tudo que envolve o universo masculino à luz da Bíblia. Você que quer ser homem, você que talvez não teve um pai ou teve um pai cruel, ruim, você que quer crescer na caminhada com o Senhor Jesus, quer entender mais de masculinidade bíblica, junte-se a nós. O link está aqui embaixo. Se inscreve e eu vejo você do outro lado. Valeu, [música]