Fé e Dúvida na Igreja – BTCast 663
08/09/2026
Fé e Dúvida na Igreja – BTCast 663
Muito bem, muito bem, muito bem! Está no ar mais um BTCast! Neste episódio, Rodrigo Bibo, André Reinke e Alexander Stahlhoefer conversam sobre um assunto que muitas vezes parece não ter espaço na vida cristã: a dúvida.
Compre o Kit da Coleção Teologia para Todos: https://link.amazon/B0h0eywIT
Seminário Igreja Sob Medida: https://bit.ly/4qX5xZg
Afinal, ter dúvidas significa ter uma fé fraca? É possível questionar e continuar crendo? Como a igreja pode acolher pessoas que atravessam períodos de incerteza sem oferecer respostas fáceis ou transformar a dúvida em motivo de culpa? Neste BTCast, vamos falar sobre a relação entre fé e dúvida, os desafios de viver a fé em meio às perguntas e o papel da comunidade cristã para quem está atravessando tempos de incerteza. Porque talvez a maturidade da fé não esteja em nunca duvidar, mas em aprender a caminhar com Deus mesmo quando nem todas as respostas estão à vista.
Dá o play e venha conversar com a gente sobre fé, dúvida e vida da igreja!
Torne-se mantenedor ou mantenedora do Bibotalk: https://bibotalk.com/mantenedores/
Compre na Amazon pelo link do Bibotalk: https://bibotalk.com/amazon
Torne-se um Prime na Amazon: https://amzn.to/43cww5F
Vantagens de ser Prime: (1) frete grátis nos produtos enviados pela Amazon; (2) séries e filmes originais e um variado catálogo de outros filmes e séries; (3) descontos especiais; (4) tudo isso por cerca de R$20 mensais
Acompanhe as novidades nos nossos canais:
Instagram https://www.instagram.com/channel/AbZi28Coo0zurkY4/?igsh=MW0xeG1uaXRleXB2dw==
WhatsApp: https://whatsapp.com/channel/0029Va9mh5j9Bb66vk6dFT1P
Playlists legais para você maratonar:
– Série Gigantes: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAK7V6Bz-YUuESPPiCi6Gy2B
– Série Os Outros: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALUz4ZnUbe1id7GI4BVDs-O
– Série Aliança: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALKeBBgfaSYx_7eWJWPKN3k
– Série Parábolas: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALmTOownlMJJ_SGOsn1R0Mr
– Série Origens Cristãs: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYALjBXZp2y9551ayHWhdKBS5
– BTCasts MC: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAInhfKseQ-DMuNBW1V081oF
– BTCasts ABC2: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAJQRa75AUS1NKO-lWMikCot
– BTPapo: https://www.youtube.com/playlist?list=PLrTwIXAcjYAIbR1ZXQYUseXslZ75CGud9
Fonte: Bibotalk
Legendas automáticas:
Começa agora o BTC. Teologia é nosso esporte. Muito bem, muito bem, muito bem. Começa mais um BTC de número >> 663. >> Eu sou Rodrigo Bibo e como é que pode na igreja ter água doce e amarga, bênção e maldição? >> Eu sou Alex e a igreja simultaneamente justa e pecadora. >> Pô, já respondeu. Muito bom. Aqui é André Hank e as dúvidas são os anticorpos da fé. >> As dúvidas são os anticorpos da fé. Muito bom. E é bom falar a palavra anticorpo agora assim no inverno, né? Tá tudo meio gripado, tcindo. Gente, estamos ao vivo aqui no lançamento do Kit 05 da coleção Teologia para Todos. Uma coleção que eu criei em parceria com a Thomas Nelson para que os meus amigos e novos autores lançassem seus livros por uma das maiores editoras do Brasil. E esse kit é muito especial para mim, porque por mais que vocês não sejam autores que nunca lançaram livros, mas né, assim, são pessoas que eu caminho muito próximo e tal. Então eu tô muito feliz que nesse kit tem o Alex, tem o André e tem o Miloranza, que por motivos geográficos não está aqui, mas vai aparecer neste BTC. Ah, eu queria numa frase, eh, André, tu resumisse o teu livro que você acaba de lançar agora pela coleção Teologia para Todos, que a fé pode duvidar sobre o que se trata o seu livro em uma frase, assim, >> em uma frase? >> É, não, porque a gente vai destrinchar um pouco aqui na gravação e tal. Se você fosse colocar num tweet, num tweets, num story. >> Sim, sim. A fé pode duvidar. >> Ah, ok. Mas não com uma pergunta, né? Uma afirmação. >> Eh, mas tu viu como esse lance é importante? que no num post da Thomas Elson Brasil, tu viu o relato de uma menina lá, chegou a responder ela? Não, >> não, >> tadinha, continua, né? Enfim, falta uma igreja para essa pessoa, né? >> As pessoas já responderam para ela lá e a resposta estava muito boa. >> Tipou, mas é isso. As pessoas vêm pra internet, né, Alex? E sobre o que que você escreveu? Para que serve a igreja se tem internet? >> Se tem internet, se tem outras possibilidades de ter conteúdo cristão de qualidade, como o Betcast, né, que você ouve já. >> Mas para que eu preciso de igreja? Afinal de contas, igreja tá nos créditos da igreja antiga, ou seja, não é uma coisa que a gente inventou hoje, tá na Bíblia, tá no Novo Testamento. E a própria >> Bíblia no Antigo Testamento já assenta as bases de uma comunidade que mais tarde a gente vai entender através de Jesus como a igreja cristã. A igreja serve justamente para servir como comunidade desse Deus vivo no nosso tempo. E acho que é isso que eu tento colocar de forma simples no livro. >> Muito bom. Então, para que serve a igreja? É o livro do Alex, eh, A fé pode duvidar do André. E o Melhor escreve eh o que significa voltar ao primeiro amor, né? Não lembro agora. Eh, o que é voltar ao primeiro amor, que é justamente esse lance, né, do amor da igreja como resistência ao mundo, né? E é muito interessante como os três livros conversam e tal. Então esse é o kit 05 da coleção teologia para Todos. >> Muito bem pessoal, e nos recados paroquiais dessa semana, você de Curitiba e região, preste atenção nisso. Está chegando o seminário Igreja Sob Medida no dia 19 de setembro na Igreja Batista Shalom. Eu, Rodrigo Bibo de Aquino, Guilherme Nunes, mergulhando nos temas como natureza da igreja, missão da igreja e a importância das escrituras para a formação de novos indivíduos. Para além de um lançamento do Igreja Sob Medida, nós queremos fazer uma um mergulho na vida da igreja, na sua natureza, para a solidificação, edificação de várias comunidades de fé. Você tá interessado nisso? Vou deixar o link para inscrição aqui na descrição deste vídeo e no primeiro comentário fixado. Esteja conosco. Bora pensar a igreja, bora refletir a igreja daquela forma que somente o Bibotal consegue fazer de maneira dialogal, de maneira respeitosa e tudo centrado na vida e obra de Jesus de Nazaré. Eu te espero lá. E com isso fique com esse episódio que tá, ó, fenomenal. Ah, a gente para começar a aquecer aqui a nossa conversa, ah, o André tem um capítulo que fala justamente sobre a dúvida que nasce na igreja e consequentemente tem eh o Alex também toca nesse assunto dos desigrejados, né? Então, a minha pergunta mais ou menos é a seguinte, tá? O desigrejado, ele é fruto de uma igreja que decepciona, de uma igreja que gera dúvida, ou seja, uma uma fé que entra em crise por conta do testemunho da igreja, né? O André eh acho que até é uma parte muito eh eh é um dos livros mais pessoais do André, como ele mesmo fala. Ah, ou seja, o desigrejado, ele é fruto de uma igreja que gera uma dúvida, que consequentemente o afasta da comunidade ou desigrejado é fruto de uma cultura individualista que já não vê mais sentido nas coisas, no sentido da comunhão. E aí, de onde nasce o desigrejado? Como é que os dois livros de vocês eh conversam sobre esse tema das pessoas que não estão mais na igreja ou estão frustradas com a igreja, tá? A gente utiliza o termo desigrejado aqui, pessoal, eh não no sentido pejorativo, mas é no sentido de dizer, eh, de nomear uma pessoa ou pessoas que até se consideram evangélicas, mas não comungam a fé em nenhuma comunidade. Não, eu sou evangélico, mas eu não vou numa igreja. A pessoa até se considera igreja, mas nós chamamos assim de desigrejado porque a pessoa no fundo, não vai em nenhuma comunidade de fé. Então, a gente utiliza desigrejado mais ou menos eh dessa forma. Mas aí o desigrejado nasce por conta de uma dúvida que vem da própria igreja ou de um mundo ou de uma igreja secularizada, por assim dizer? >> Cara, eu diria que ele nasce de uma dúvida para com a igreja, não uma dúvida, talvez que a igreja coloque no coração dele, mas uma dúvida que ele tem >> para com uma dúvida que ele tem para com o caráter da própria igreja. Isso. >> Eh, eu eu comecei o livro com essa com essa constatação assim, eh, porque foi a experiência que eu tive com um grupo de pessoas, eh, no nosso primeiro ano de ministério, bateu a porta lá em casa com um livrinho na mão dizendo: "Escrevi essa apostila para mostrar porque as pessoas precisam sair da igreja". >> Uau, [risadas] >> interessante. Aham. Tá. Eh, e ele defendia a ideia de que a igreja é inútil. >> E venha, venha para minha, >> é, [risadas] >> venha para minha casa. A igreja é inútil, porque a igreja E aí, o que que a igreja fez? A igreja me fez mal. Me fez mal em que sentido? É claro que ele agradecia porque ele ouviu de Jesus lá, porque ele se converteu lá na igreja, porque ele aprendeu Bíblia lá na igreja. Mas ele, a, não só a cultura da igreja, como eh o caráter igreja em que ele estava, não resplandecia o Jesus que ele lia nas escrituras. E ele passou a descrer na igreja. Então ele não era um descrente de Jesus, mas ele era um descrente da igreja de que ela tinha alguma importância, alguma necessidade pra vida dele. Então é claro que talvez você vai ter, vai dizer, mas tem outros tipos de desigrejados. Eu acredito que tem exatamente vários tipos, mas na minha experiência pastoral esse é o tipo que eu mais encontrei. Pessoas não só decepcionadas com a instituição, mas descrentes com a instituição. >> Uhum. É, eu acho que tem eh são vários tipos diferentes, né? Você encontra gente que é desigrejada eh por pura soberba também, né? Eu sou melhor do que essa gente e tá fora. Eh, tem gente que é por puro desinteresse, individualismo mesmo, uma vida individualista, eu tenho minhas coisas para fazer, não quero gastar meu tempo indo lá. Então, eh eh tem esse tipo de gente, mas nós temos também uma série de pessoas que são esses machucados pela igreja, né? Eh, e boa parte do capítulo que eu escrevo da dúvida na fé, a dúvida que vem da igreja, esse ele trata é desse tipo de de pessoas, né, que de alguma maneira eh sofreram nas mãos de crentes e na mão de igreja. Tá aí o pessoal falando sobre igrejas abusivas, lideranças, né, abusivas que fazem abuso de de vários tipos dentro da igreja, não digo dentro da igreja como um todo, mas de em alguns lugares, né? Então, eh, existe essas pessoas que são também essas decepcionadas com a igreja nesse sentido. E aí sim, eu acho que falta um pouco mais de, eh, olhar pastoral até nos livros em que eu li sobre desigrejados, que quase sempre se bota a conta no desigrejado e não na igreja que provocou a saída dele da igreja, não é? é uma pessoa, é aquele caso do exército que deixou aqueles que tombaram pelo caminho, né? Entende? Então, eh, >> há muitos feridos, meu. Quem deu tempo desse que música que é essa? Soldado ferido. Alguém lembra? Alguém da o Osés, o Osés tocava, cantava essa. O Osés era bem essa parada mesmo. Soldado ferido, abandonado pelo caminho. >> Cara, mas eu acho assim que eu acho que queria retomar essa fala do André que qual o papel da igreja nesse eh lidar com pessoas que estão desigrejadas? Me lembro que eu li um livro de um de uma pessoa que eh então advogava, nem era uma grupo de células ou coisa assim. Era o tipo, o cara dizia no livro dele que o meu culto agora é o ir domingo no parque com meus filhos e e não é ruim, de fato. Eh, se ele não fazia isso por causa da igreja, então a igreja errou. >> Esse é outro ponto. Deixa até aproveitar agora esse gancho. Depois tu continua onde você estava. >> Eh, tem gente que deixa da igreja por estafa. Entendi. Uma vez eu conversei com o amigo assim, ele ele ele comentou o seguinte, ele deu usou essa expressão, cara, eu tava precisando eh de fazer um detox da igreja. Então ele ele deu uma desintoxicada da igreja fazendo deu uma parada com tudo porque tava >> Mas por que que a igreja o a pessoa se intoxica do quê na igreja? >> De eh ativismo de coisa. Eu pego assim, eu fui um intoxicado na igreja de ativismo, entendeu? Isso muito cedo, ali, faixa do 16 aos 18 anos. Eu era o camarada que trabalhava o dia inteiro, estudava à noite, chegava fim de semana, tava na liderança de juniores, eh, no sábado à tarde, logo depois emendava e ficava junto com os adolescentes. À noite é programa de jovens e no domingo tocava no culto ainda e tinha que ir nos dois cultos. >> Tocava que instrumento? >> Piano, cara. Eu era pianista incrível. >> Tu sabe tocar piano? Eu não sei mais tocar piano. [risadas] >> Fui tão traumatizado que eu saí. Olha só. Então, ah, então era esse tipo de coisa. Ninguém suporta isso. Hoje a gente tem nome para isso, chama burnout, né? Então, e ninguém aguenta uma coisa dessa. Só que claro, você com 16, 18 anos você aguenta. Continuasse nesse ritmo, hoje seria alguém completamente queimado, né? Mas é esse é um dos elementos também, eu acho que é quando você confunde uma comunidade de comunhão com um lugar para fazer coisas, isso é um perigo danado pra igreja. Agora, por favor, volta no espaço. >> Não, eu queria, eu acho que é bem interessante que tu coloca porque são pessoas que muitas vezes eh não saíram da comunidade porque não acreditavam mais na na fé que essa igreja professa, mas eh perderam a a confiança de que aquele lugar podia suprir aquilo que dizia pregar. Então, uma desconexão entre a pregação da igreja, o ensino da igreja e como ele é vivido no dia a dia dessa igreja. >> É quando o camarada sai de lá e pensa assim: "O que que eu tô fazendo aqui?" >> Uhum. Exatamente. Exatamente. Aí não eh eh se por um lado você tem aquelas igrejas onde é só um programa de vez em quando e isso não impacta a minha vida, outras parece que a igreja domina tanto a vida da pessoa enquanto instituição, enquanto eh eh programa, que a gente já não tem mais espaço para eh ter vida fora do daquele ambiente. Ela se sente, como o André disse, sugada, né? Aí a gente poderia até dizer de um burnout espiritual aí que bota a gente para fora da igreja, né? Tá? E aí, como é que a gente lida então com essa ideia de que a igreja é santa, né? Como é que a gente faz essa afirmação de que ela é santa, una, mas ao mesmo tempo parece que os seus escândalos, o seu mau testemunho, a muit, por exemplo, quando o André fala que a dúvida que é gerada na igreja tá muito ligada, né? Eh, não só a caça aos herges, que a gente vai vai ter um bloco sobre isso, mas sobre o mau testemunho mesmo. É a frustração que vem a da igreja por conta, mano, eu tô cercado de mau testemunho. Como é que fica essa ambiguidade que foi até a minha abertura? Como é que pode a igreja ser santa, ela ser, né, enfim, católica, una, mas ao mesmo tempo é nela que muita gente é ferido, é machucado. Como é que a gente lida com essa atenção? Porque ao é como se para algumas pessoas, mano, é melhor que a igreja não tivesse existido na minha vida, mas ao mesmo tempo ela é também a cura, >> né? Porque se ela é o povo de Deus que que Deus colocou para, né? A aqueles que carregam Deus de alguma forma, né? Ar altos de Deus, >> como é que a gente lida com essa atenção? É muito difícil de chegar para uma pessoa, a igreja é importante, não. A igreja matou o meu pai, a igreja feriu a minha mãe, a igreja abandonou minha família. É muito difícil lidar com tudo isso, não é? >> Com certeza. A expressão que a igreja é santa, ela se refere ao fato de que a igreja é a noiva de Cristo, é o corpo de Cristo. E o corpo de Cristo não poderia ter outro atributo que não um atributo do próprio Cristo. >> A sua santidade. Ela é santa porque Cristo a santificou. Então, não é porque os seus indivíduos são santos, não é porque nós individualmente somos perfeitos, inculpáveis, impecáveis, mas porque Cristo a santifica. Então, eu gosto de Paulo, Primeira Coríntios, quando ele se refere a aos crentes em Corinto como santos, chamados a serem santos. Quer dizer, eles são santos por por causa da obra de Jesus. Isso é algo que Jesus está dizendo para eles. Vocês são santos. Caso é Paulo dizendo, mas eh em nome de Cristo ali. E ao mesmo tempo chamados a ser santos, chamados a a ser uma comunidade que espelha a santidade de Deus. É claro, aqui a gente poderia fazer um ponte dizer, é um povo sacerdotal que tem a tiara eh do sacerdote na cabeça, né? o o André que é mais esperto nessas áreas aí, a tiara tava escrito >> é santidade para o Senhor. >> Santidade ao Senhor. >> Eh, um povo sacerdotal que é chamado a essa santidade. Então é um tipo de hospital, >> tá? Mas vem cá, aí eu trago o André também que no capítulo dele fala, né? Porque tem de fato muitos escândalos na igreja e eles geram tipo, mano, é o povo de Deus mesmo. >> Mas o André faz um resgate da própria Bíblia Sagrada, mostrando, né, esse lance dos sacerdotes que também davam pisadas na bola, né? Então aí que tá. E uma das coisas que na eu eu trabalho nesse capítulo da igreja é que por que que é uma dúvida que vem da igreja? justamente por isso, porque a nossa pregação ela ela ela fala de um evangelho que implica numa transformação de vida. >> Isso >> há um anúncio de que há uma vida transformada. Então, quando você vive com pessoas e essas pessoas não expressam essa vida transformada, tem alguma coisa de errada com o produto que tá sendo vendido, né? A questão toda, ela atinge a o a própria noção do evangelho. As [limpando a garganta] pessoas não entendem a seriedade que é o testemunho. Esse é um problema. As pessoas não entendem a seriedade do testemunho pessoal. Porque o testemunho pessoal, ele é uma afirmação por meio da vida de que o evangelho é eficaz. No momento que você tem uma uma vida podre ou que você não testemunha adequadamente, você está sendo uma testemunha do contrário. Você está sendo uma testemunha de que o evangelho não funciona, que ele é uma mentira. Por isso que eu acho que a crise dessa dúvida que vem da igreja, na minha experiência pessoal, é a mais séria de todas. A dúvida que vem da ciência, da faculdade, é esperada, entende? Vai ser assim. A dúvida que vem do sofrimento é esperado, cara, porque ninguém aguenta esse troço aí, entende? Eh, às vezes até a dúvida que vem da doutrina é esperado, porque, cara, as doutrinas são de fato difíceis e complicadas. Agora, >> como pode, né, um deus ser [limpando a garganta] ao mesmo tempo três que me dera ao menos uma vez entender, né, como um só Deus ao mesmo tempo é três. Entende? Então, e tudo isso faz parte. Agora, essa dúvida que vem da igreja, ele parte justamente de uma coisa que atinge o cerne do desse evangelho, que é a transformação da pessoa. Então, quando você não vê isso, e aí a questão, a crise que eu coloco, não é apenas de não ver nos outros, mas de às vezes você não vê em você mesmo, né? Aí você, pô, cara, será que esse evangelho de fato é uma verdade, né? Porque >> eu acho que tem que ser muito desonesto, né? para chegar diante da Bíblia Sagrada e se perguntar assim: "Mano, mas e eh quando Paulo fala nova criação, somos nova, eu sou mesmo essa nova criação". Aí é difícil. Acho que todo mundo já se perguntou de forma eh é o que eu sempre digo, né? Não existem pessoas eh boas diante de uma Bíblia aberta. >> E acho que essa atenção ela incomoda às vezes. Aí eu dá, mano, quer saber? Whatever, né? >> Mas ao mesmo tempo a gente é o povo santo de Deus, sacerdócio real, né? Nação santa. E >> então o que que acontece? E uma das coisas, desculpa, [limpando a garganta] tô, minha voz tá querendo sumir aqui. >> Nossa, temos coisas. É, [risadas] exatamente. Então, >> bebe aguinha, bebe aguinha. >> Já não adianta, vou no banheiro e não melhora a voz. >> É. [risadas] Eh, mas uma das coisas que me ajudou muito foi a história, entende? Então, a história ela tem me ajudado em que sentido? Nesse caso, a história que a própria Bíblia tá contando. Quando ela pega o sacerdócio do Antigo Testamento e eu faço levantamento, cara, a história do Antigo Testamento é uma história horrorosa. Ele começa com o primeiro sumo sacerdote fazendo um bezerro de ouro pro povo adorar. E ele vai terminar com saduceus do Novo Testamento. Essa é a história do sacerdócio. Então você tem uma história assim horrorosa ali no meio. Tem os filhos de Eli, os filhos de Samuel. Cara, é eh você tem a história, por exemplo, dos reis de Israel colocando os ídolos no santo dos santos e os profetas não falam nada, os sacerdotes não falam nada. Vem profeta que não é da área sacerdotal que fala alguma coisa, mas os sacerdotes estão em silêncio. Você não tem um sacerdote se levantando dizendo: "Não, não vamos botar um ídolo aqui dentro". >> Oséias 5 tá aí, né? Osas gasta umas penas lá com eles. >> Então você tem esse sacerdócio, uma história que é horrorosa, mas ao mesmo tempo você tem os 7.000 que não se dobraram a Baal no meio disso tudo. Então você vai ter ali também o Samuel que é digno, não é? Que cresce e ouve a voz de Jesus e é um sacerdote também. Você vai ter o Zacarias, você vai ter uma série de personagens ao longo da história. A família que foi morta por Saul porque protegeu Davi, que eram sacerdotes também. E não, eh, eu esqueci o nome dessa família agora que foi chassinada a família inteira lá porque protegeram Davi eram sacerdotes também. Então você tem uma história paralela de um verdadeiro sacerdote junto com esse falso sacerdote. Isso ajuda muito a entender como é a realidade do mundo e das coisas, né? Então, o que ele tá falando teologicamente de que somos santos na esperança e pecadores na realidade, quando você pega na história e vê o exemplo, você percebe que na história houve pecadores, houve homens realmente maus à frente do povo como sacerdote, mas houve também os remanescentes fiéis ao longo dessa história, provando que sim, essa mensagem é verdadeira e é correta. Entende? Então, a história tem me ajudado nesse sentido e aí eu olho também as coisas que eu encontro por aí, né? Entende? Então, às vezes você ficar só na internet é um negócio depressivo, né? Você começa a acompanhar redes sociais, é dar uma espiadinha no inferno, assim. Então eu fico muito deprimido quando fico muito tempo vendo alguma coisa na internet, tanto que eu evito ler precisamente de comentário. Comentário é um negócio que eu não leio mais porque é é terrível ali, porque ali parece que todos os demônios são são libertados assim, as legiões, eles vêm de legião assim. Então eu não gosto muito, mas quando eu viajo, quando eu viajo e aí eu encontro o pastor lá que ninguém conhece o camarada, aí você vê a maneira como ele lida com os membros da igreja, você vê, ele ele vai e te mostra a casa que os membros foram lá e construíram e ajudaram não sei quem a fazer que tá na miséria. E você vai vendo esse evangelho florescendo por aí. Aí você não, cara, o evangelho tá vivo e tá bem, só que eu tenho que saber onde é que ele tá. tem que encontrar ele. Então, eh, então nesses momentos eu, quer dizer, é, é no de novo, é no tete a tete, é no olho a olho, no ombro a ombro que você vai encontrar esses homens de Deus, né? E aí a gente vê, não, o evangelho segue bem. E aí, aí a dúvida que a igreja provoca, ela acaba sendo diminuída e minimizada. Aí vai vindo a certeza. >> É como se a doença causada pela igreja, entre aspas, é curada na própria igreja. >> Exatamente isso aí. Uhum. Muito, muito interessante. Mudando um pouquinho agora a direção da conversa, eh, uma das coisas que machuca bastante também, eh, a, e aí a gente, né, andando por aí, até mesmo dando essa espiadinha no inferno, que é olhar a internet, eu vou começar a usar essa expressão agora, vou lhe dar uma espiada no inferno quando abrir o meu Instagram, né? Ah, a gente vê muito essa questão de como a doutrina ela pode ser eh maléfica, mas ao mesmo tempo, como seria uma igreja sem doutrina, né? O que a gente sabe sobre Jesus, o que a gente sabe sobre a igreja vem a partir de formulações doutrinárias, mas como pode algo tão bom ao mesmo tempo virar uma marreta na cabeça de quem pensa diferente, né? Ou seja, eh, como é que uma confissão que ela é criada para proteger de da mesma forma também acaba criando muros, acaba criando cadeias, prisões. Como é que a gente lida com essa atenção, né, de uma igreja que nasce para testemunhar é o povo de Deus. E se é povo de Deus, tem a instrução desse Deus. Mas como é que a gente consegue pegar a instrução desse Deus e fazer dela aquilo que é uma Torá, né? Aquilo que é para ser um caminho, aquilo que é para ser, né, algo para, sabe, endireitar, aquilo que é para ser algo bom para guiar, acaba se tornando, né, uma lança para espetar, para ferir. Como é que a gente foi parar nisso? >> Uhum. Eu eu tenho uma dinamicazinha que eu explico no livro que é entre instituição e movimento. Eh, toda a história da igreja, ela eh de certa maneira ela vive nessa tensão entre institucionalização e movimento. Quer dizer, eh, Jesus quando envia os apóstolos para pra missão após e e depois o Espírito Santo, Atos 2 e Pentecostes e a igreja vai em missão, há uma dinâmica de movimento. Quer dizer, eles vão, é Galileia, é Samaria, é Confino. Se você perceber, Paulo, ele vai missionariamente no livro de Atos e volta pastoralmente na visita, sempre na na viagem dele. Ele vai abrindo o campo, volta pastoreando as igrejas onde ele passou anteriormente. Eh, se olhar a dinâmica das cartas do Novo Testamento, elas vão abrindo o caminho e voltam organizando o caminho. Eh, então por isso você vai ter lá nas pastorais, bispo, diácono, presbítero e pastores, mestres, etc. e tal. Há uma dinâmica de movimento, o que nós diríamos assim, uma igreja direcionada por dons e carismas e depois uma necessidade de uma certa institucionalização com funções e cargos delimitados, certas estruturas necessárias. Então, o mesmo vai acontecer com a formulação dogmática. Os crentes na primeira geração vão dizer: "Eu creio no nosso Senhor Jesus Cristo e no Deus que é o seu pai e creio no poder do espírito e tá bom para ele. >> É só o credo apostólico, né? >> É. E daí daqui a pouco alguém pergunta: "Tá, mas como assim? Como? Como? Como é que >> problema? Foram os gregos na >> Como é que junta esse negócio todo? O filho é igual ao pai mesmo. >> É. Então aí a formulação dogmática surge ao longo de quatro concílios, né? Não vai ser um só que vai resolver até de Niceia até Calcedônia para resolver toda essa questão toda, eh, e formular uma doutrina trinitária, uma doutrina das duas naturezas de Cristo e por aí vai. A questão é que daqui a pouco se fecha de novo eh em em questões onde parece que perguntar é proibido, sabe? Parece que perguntar é proibido. Parece que eh se eu pegar lá na um texto chamado Tradício Apostólica do quto século, eh o o as funções eclesiásticas elas são tão delimitadas já nessa época. a gente tá ali num período ainda pré-constantino e e a e a igreja já tá tão fechadinha, sabe? Eh, aquela igreja de Atos parece que não é mais a mesma coisa ali. E aí surgem movimentos monásticos, eh, de dizer: "Não, nós temos que ir pro deserto, nós temos que, eh, ir se afastar do mundo, a igreja se mundanizou". coisas que a gente continua vindo. >> Esse processo de institucionalização, de organização da igreja, desde muito cedo já vai tendo uma resistência de uma galera, >> mas ao mesmo tempo ele é necessário. Eh, Francisco de Assis surge como o camarada que quer vender tudo e dar pros pobres e pregar sem chinelo. E duas gerações depois, os caras são reitor da Universidade de Paris, né? Eh, >> dos franciscanos saem os capuchins e assim vai indo >> e assim vai. Então, e só que sempre de novo eles tentam retornar as suas origens. Na a ortodoxia protestante faz o mesmo movimento. Você tem Lutero, ortodoxia luterana e daí depois pietismo. Do pietismo parte pra teologia especulativa do século XIX que volta com neoortodoxia. Paul fala disso na história do pensamento cristão, né? movimento pendular entre a institucionalização e o movimento do espírito que dá uma bagunçada em tudo e assim ela vai ele vai indo. >> Então eu acho que esse movimento ele ele é necessários. Então, né? A gente tá num pêndulo da história, né? >> É. E a gente vai vai, eu diria assim, não temos que tentar entender, sabe? Descobrir, será que nós estamos mais para cá ou mais para lá? Mas eu acho que a gente precisa ter discernimento para entender doutrina é necessária. >> Uhum. ao mesmo tempo em que o o a sensibilidade para enxergar o que Deus está fazendo na história hoje também é necessária, o que seria esse esse movimento para para fora para não ficar preso a si mesmo. Afinal de contas, a igreja foi enviada ao mundo. Ela não é uma comunidade para si mesma, né? Tá? >> Eu acho que tem uma questão na doutrina, quando a gente fala em doutrina, que ele envolve eh mais do que as doutrinas básicas, que falou aqui até Calcedônia, todos nós assim estamos dentro desse escopo aí. Só que conforme avança mundo protestante e tudo mais, vai acrescentar doutrinas que vão ser específicas de cada denominação, o que é natural. Por isso que eu acredito assim da minha, eu entendo essa questão doutrinária, como claro existe um núcleo duro da fé que vai dizer que nós somos cristãos ou não cristãos, mas fora isso ele existe todo um âmbito doutrinário que envolve questão de identidade. envolve já uma questão de identidade e >> entra o problema, o problema do sectarismo que quando você começa a atacar irmãos de outras tradições, como herejges, como errados, porque nós estamos jogando todo esse corpo doutrinário dentro da discussão da verdade. E às vezes não é apenas a discussão da verdade, porque a discussão da verdade ali, ela tá eh ela vai entrar em questões de paradoxo, assim que não, né, que nós não temos como ter um acesso total à verdade. Não vou entrar nesses detalhes agora, mas cada tradição acaba de eh desenvolvendo o seu corpo, né, doutrinário com as suas variações, que acaba definindo muito da identidade do que é esse povo. E aí sim se torna um problema muito sério quando esse movimento sectarista começa a lutar e brigar com outras ideias querendo, sei lá, agora eu sou um Batista, quero converter o Alexa a se tornar um Batista também, porque é um luterano, assim como ele sofreu assédio de alguns batistas que eu já sei. [limpando a garganta] Então, e aí se torna um problema danado, se torna um problema, né? Porque a gente tá invadindo espaços que na minha ótica são já espaços de identidade, né? O que que eu quero dizer com isso? Um camarada me escreveu outro dia e no Instagram é dizendo que ele tava uma crise dentro da família dele. Por quê? Porque ele, a esposa, a esposa, ela vem de uma família luterana. Eh, ele era, acho que assembleano, sei lá o quê, mas os dois acabaram juntos decidindo frequentar. Eu acho que era uma igreja batista ou uma Batista livre, uma coisa assim. Tavam lá. Crianças não foram batizadas, está no meio do Batista. Ele aí disse, só que agora o que acontece? os sogros dele, luteranos, queriam que fosse batizado. Aí ele não sabia o que fazer. Mas o que que eu faço? Eh, eu pensei, >> ignora o sogro, né? Isso é óbvio. >> Não. E aí, o que que ele fez? O que que ele diz assim? Eu pensei em nós ir batizar as crianças só para agradar o sogro e a sogra e a gente continuar lá na nossa igreja batista e tal. Aí digo: "Cara, aí tem um problema, né? Tem um problema, porque batismo não é uma coisa que você faça apenas para agradar alguém. é uma coisa séria que envolve e aí envolve essa questão de identidade. Vocês precisam se definir o que que vocês são como família. Se vocês se definirem que o nosso caminho vai ser o luteranismo, então você pega, vai lá, batiza as crianças e fiquem lá e sejam luteranos e congreguem lá. Agora se você >> ou vem para meu que que pode batizar quando for mais velho, como vai ser o caso? >> Ou se você for escolher uma tradição batista, então conversa teus sogro, diz: "Olha, nós vamos seguir essa tradição, estão aqui, mas vocês têm que estar num lugar, né? E não simplesmente virar essa eh eh vou agora ter um cardápio de doutrinas aberto e eu vou pipocar de acordo com a conveniência para mim. Não >> é os extremos, né? Enquanto tem pessoas que minimizam uma doutrina tão clara nas escrituras como o batismo, ainda que tenha, né, duas eh vertentes muito fortes, mas tem teologias robustas por trás de cada vertente, seja credobatista ou a pedobista, mas eh vou fazer para agradar o sogro. E ao mesmo tempo que tem pessoas que doutrina é uma coisa secundária, tem outros que matam por conta dessa doutrina. Como é difícil a gente eh em onde tá esse equilíbrio, né? Como é que a gente não confunde eh sabe o o amor pela verdade, o zelo doutrinário com o sectarismo? O que que eu uso para sabe em não, isso aqui já tá já tô sectário. Não, mas existe o amor pela doutrina também existe a heresia. A gente não tá dizendo que não existe a heresia. Como é que a gente faz essa diferenciação de zelo doutrinário e sem cair num sectarismo? Uma vez o André mandou para mim um texto do sobre ortopatia do Miller. >> Do Miller do Miller. Esse esse texto roda, irmão. Olha, esse texto roda. E nesse texto é falado sobre ortopodia. Isso aí. >> Eh, e aí são, é um tripé, né? Tem até lá ortodoxia, ortopraxia, ortodoxia, fé correta, ortopraxia a a prática correta, mas um ortopodia, um caminhar correto, porque seguir a Cristo é um é um caminho, né? Eh, e se a gente não enxerga como um caminho que a gente que a gente vive, que a gente está que a gente está em processo e a gente só fica nessa nesse dualismo doutrina versus fazer o certo. Mas Alex, desculpa te cortar, mas uma pessoa, eu já lidei com sectários, né, e caçadores de herege, acho que todo mundo que eles não é que eles não entendem, não adianta falar, >> não é isso que eu tô dizendo, porque a pessoa que nos cri, eu eu lembro da primeira vez que eu entrei numa cruzada com um debate teológico, lembro até hoje, é desenhar Jesus. Ah, >> a gente sempre fez desenho de Jesus nas vitrinas do BT escuro. >> É, a gente sempre fez e do nada começou a pipocar umas críticas numa postagem nossa, eu lembro até hoje era sobre cosmovisão e a gente fez um desenho muito legal de Jesus e o óculos que tinha um universo assim, né? Sensacional. Ar >> não está sendo descumprido o segundo mandamento, >> não? E aí alguém perguntou assim: "Você não acha que está descumprindo o segundo mandamento ao fazer esse desenho?" Cara, eu dei risada eu falei: "Não, óbvio que não". Cara, mal sabia eu que eu estava mexendo com uma legião de demônios mesmo. E eu na e eu faço, eu falo isso bem tranquilamente mesmo, porque era um bando de gente organizada para vir atacar o e eu não sabia. De repente, mano, começou a vir, não, porque veja bem que não sei o que o segundo mandamento, porque, né, o o qual é o não sei qual que é o credo aí que fala disso, não sei quê, de mister, sei lá, e não sei o quê. E de repente, mano, começou a vir 3, 4, apareceu um diretor de uma faculdade que eu não quero falar o nome agora, enfim, né? E eu falei: "Gente, que que é isso?" E mano, e a galera citando um monte de falei no daí eu veio algumas pessoas me defender também, mas é isso. Ou seja, era foi uma caça mesmo, as bruxas, uma nós estávamos desobedecendo. Então para esse pessoal eles estão caminhando na verdade porque nós estamos aqui defendendo o segundo mandamento. E quando você desenha Jesus você está descumprindo isso é pecado. >> E aí tu fala: "Gente, eu fiz um desenho de >> a gente, a gente não tem como se defender desse tipo de gente, não. não tem o que fazer. Agora, a gente tem que tem como não ser esse tipo de gente. >> Boa. >> Então, esse é o ponto fundamental. Então, o que eu sempre eh tenho comentado, até escrevi sobre isso lá na BC2, é que tem um jeito certo de defender a a doutrina. Tem um jeito certo. Não é apenas nós queremos saber, >> não é? O caminho do amor, é óbvio. Então, a tem >> não é tão óbvio assim, né? Se fosse óbvio, essa galera não tá enchendo a paciência. É, é o bom samaritano, mano. É o bom samaritano. >> Exato. Não é assim, ó. Olha, tem uma coisa certa a pensar, tem uma coisa certa a fazer que você defende, que é ortodoxia e ortopraxia, mas tem um jeito certo de falar essas coisas e tem um jeito certo de praticar essas coisas. E aí o caminho é justamente é o da piedade, da, né, da simplicidade, da humildade, do amor, do carinho. E nunca vai ser apontando o dedo alguém chamando herério, se vai queimar nas chamas do inferno, entende? Então é é tem um jeito certo fazer isso e é o jeito que Jesus fez, entendeu? na parábola do bom samaritano, me ajudem vocês aqui, porque >> parece, até onde eu me lembre, que o sacerdote e o levita >> passam reto. >> Eles passam reto, mas eles tinham questões doutrinárias que os impediam, né? >> Ou eles estavam fazendo uma leitura enviezada também, porque o mandamento de amar a Deus, amar o próximo e até mesmo amar o inimigo está no Antigo Testamento. Não é uma invenção de Cristo. >> Dá para questionar a hermenêutica deles, >> né? Se eles estavam lendo os mandamentos na ordem pretendida, colocando o amor a Deus e ao próximo acima dos outros mandamentos. Hum. Aí foi a dificuldade deles, porque eles tinham ordens de não tocar numa, pô, se esse cara tiver morto aqui, eu vou ficar cerimonialmente impuro. >> Mas aí entra aquela coisa de identidade que o Daniel falou, porque com André, André, André Daniel, eu ia falar do Daniel do do de do livro de Daniel e juntou tudo aqui. falou em fogueira, lembrou da fornalha qu Mas é que assim, eu ia falar da identidade que está no livro de Daniel, porque no livro de Daniel tem uma formulação sobre construção de identidade eh de de um um judeu que está na diáspa, que está no exílio. E no exílio ele não tem mais o que lhe garante a identidade enquanto judeu. Não tem templo, não tem sacerdócio, não tem sacrifício, não tem arca, não tem coisa nenhuma, não tem shabat. Que que sobra para ele? Orar e jejuar. Pronto, é o que sobrou para ele. >> Quando [roncando] eles retornam do exílio, há uma nova construção de identidade. Eh, dizer, o judaísmo do segundo templo é uma nova construção de identidade judaica, eh, eh, nessa nova fase de Israel. Só que aí quando quando Jesus critica essa turma, é justamente porque a hermenêutica deles, a maneira com que eles leem o texto é sobidentidade construída nesse período do exílio, onde eles colocam, bom, olha, nós fomos exilados porque porque não cumprimos o sábado. Nós fomos exilados porque falhamos ritualmente. Eles não enxergam que o que falta para eles é misericórdia, como diz Oséas, né? Holocausto tem de sobra, mas misericórdia tá faltando. >> Uhum. >> E então, nesse sentido, o sacerdote está sim lendo a Bíblia e defendendo a a doutrina. A pergunta é se a doutrina na ordem entendida por Jesus. Nesse sentido, não. >> Uhum. Uhum. Muito bom. Aí entra o lance da disciplina. Por exemplo, uma igreja bíblica, ela vai ter a prática da disciplina. contrapartida, muitas igrejas utilizam a disciplina como também uma caça aos hereges e o pessoal ouve a palavra disciplina e tem já um um ataque, porque não, a minha família inteira foi disciplinada ou tipo a e disciplina muitas vezes é a exclusão da ceia, é, né, você tirar a pessoa de algum cargo e às vezes tem que tirar mesmo, mas a disciplina não é bem aplicada, entra um pouco nesse âmbito, como é que a gente lida com a porque uma igreja bíblica vai ter disciplina, mas e quando ela é utilizada para abafar quem pensa diferente. E e >> é que disciplina virou um negócio do tipo assim, uns anos anos atrás aí a gente teve uma pessoa que compartilhou a a situação de de alguém conhecido que eh a moça começou a namorar, pediu a bênção pra avó, porque não tinha mais os pais, a criado pela avó, pediu a bênção pra avó para namorar com o rapaz, a avó deu a bênção e aí o pastor entrou na jogada. Vem cá, como assim? Não, quem dá a bênção para namorar é o pastor. Precisa passar pelo discipulador. O discipulador precisa autorizar com a anuência do pastor o namoro. Quer dizer, agora a voz estava sendo disciplinada, tirada da ceia, porque liberou algo que era da alçada pastoral. Então, disciplina virou um jogo de manipulação. Isso não é disciplina, um mecanismo de abuso. Muitas vezes. Exato. Mas isso não é disciplina. Disciplina é quando temos um pecado patente, visível, uma injustiça. Quando nós temos alguém que fere, mancha o testemunho do evangelho com a sua vida flagrantemente e e a igreja não pode ficar calada diante disso, tá? Não dá para ficar. Isso. Isso é uma coisa que você não tem nem na história e nem na doutrina, né? Que o pastor vai decidir esse tipo de coisa. >> Exatamente. Não, não tem. Não tem. >> Que ali na história são os pais, [risadas] não é? O pastor [roncando] >> André, alguma palavra sobre disciplina? >> Não, não. Eu sou indisciplinado. [risadas] >> Mas você não acredita em nenhum tipo de disciplina que a igreja possa eh exercer sem ter a questão do controle ou acha que isso é realmente de forum íntimo? E >> pode, claro que pode, pode ter sim. Nossa, que poucas palavras, >> cara. [risadas] O cara que escreveu, estudou sobre isso, tá aqui do meu lado. No capítulo, você não você não menciona alguma coisa também sobre disciplina? Seu cap não tem nada sobre disciplina lá. Então tá bom. >> Não, mas pega aqui, ó. Vai, vai lá. você pega algum caso concreto na igreja >> de ele ele Tudo bem, tudo certo. Eh, >> pega um caso concreto de eh de algum abuso não cometido pela igreja, mas por pessoas dentro da igreja. >> O caminho não é expor as pessoas, mas o caminho é seguir os trâmites judiciais. Esse isso é aplicar a disciplina, por exemplo, no no nosso momento, no nosso tempo atual. Ou seja, um caso de abuso, por exemplo, é caso de abuso contra a mulher, temos delegacia de eh da mulher, é lá que vamos resolver esse negócio. Não, mas o crente não pode levar para tribunal. Veja bem, criminoso, eu faço o seguinte, primeiro a gente leva o criminoso pra esfera da justiça, depois a gente atua com a pastoral carcerária, visita ele lá. Tá >> ótimo. >> Entendi. Muito bom. Muito bom. Gente, para caminhar pro final do nosso papo, quanto tempo de podcast a gente tem hoje? Tô meio perdido nas >> 53, >> quantos? 53 minutos já. >> Nossa, falamos bastante, né? >> É que a gente é empolgado, né? >> Empolgado. Mas vamos lá. Acho que a gente já respondeu, mas eu vou fazer a pergunta para ficar bem claro, né? A igreja lida com certezas e ao mesmo tempo a gente tem a dúvida que vem da igreja ou até mesmo a ideia de que nós podemos duvidar. Qual a palavra pastoral, né, enfim, ou espiritual ou acadêmica ou qual palavra vocês gostariam de falar sobre isso, né? Ao mesmo tempo que a gente lida com certezas, mas a gente tem um espaço para dúvida também. Que palavra a gente poderia dar para alguém que tá? Eu não, eu eu eu tô em dúvida de tudo, até de coisas que eu deveria ter certeza. Carbart diz que a gente deve recuperar a nossa crença na igreja. Eu creio na igreja. Eu continuo crendo na igreja. Não porque ela é santa, boa ou porque ela faça as melhores coisas, mas é porque é o lugar onde eu ouço Cristo na boca do meu irmão, tá? Eh, isso é Bonfa, na verdade, que diz, né? Essa essa outra parte eh é o lugar onde o evangelho me anunciado, onde eu não escolho o que eu vou ouvir, onde eh eu sou confrontado comigo mesmo, com o meu pecado, sem que o meu irmão sequer saiba disso. E esse é talvez o grande milagre que é possível que o Espírito Santo opere no meio de nós, em [roncando] que o evangelho é pregado a mim, a lei também é pregada a mim. me confronta e o evangelho que me consola. Isso só acontece se eu estou disposto a ouvir o que o meu irmão, a minha irmã tem a me dizer. E é por isso que a gente precisa recuperar a nossa fé na igreja, no corpo de Cristo, no lugar onde esse evangelho me é pregado. >> Muito bom. >> Eu acho que eu abri falando sobre os anticorpos, né? eh as dúvidas serem anticorpos, eh no sentido de que eh a gente sempre tem alguma dúvida nos acompanhando. Ela faz ela faz parte do nosso andar, porque a dúvida ela é mais ou menos como aprovação. Ela não é uma coisa legal assim que algo que você vá buscar. Eu não vou catar dúvida por aí. A dúvida ela bate, né? Assim como uma aprovação qualquer bate, alguma dificuldade bate. Ela tá dentro desse campo, dentro dessa esfera. E é por isso que ela é natural que aconteça, ela vai acontecer. E de novo, como historiador, eu sempre gosto de olhar pro passado e e revisitar assim minha vida e as dúvidas que eu tive ao longo da vida. E uma das coisas legais de perceber é que as dúvidas que eu tenho hoje não são as mesmas de quando eu tinha 15 anos. Então, eh, são novas. >> É bem Paulo, né? >> É, é exato. Então, assim, ó, eh, aquelas dúvidas foram sanadas e elas não são mais um problema para mim. Por isso que é um anticorpo, né? Eu fui abatido por uma dúvida, eu me debati com ela e outra, né? Eu desconfio muito de gente que não tem dúvida nenhuma, porque significa que a fé não a tocou existencialmente. Ela não tá fazendo um ato de coragem, né? Porque o Paul Tri de novo fala isso, né? Fé, crier um ato de coragem. Então, ela não se movimentou o suficiente para aquilo mexer com ela de fato, com a existência dela. Eu não tenho dúvida. Claro, é uma coisa irrelevante. Agora, se é uma coisa de fato importante para ela, ela vai ter dúvida de algum jeito. Pô, cara, eu tô metendo toda a minha esperança nesse negócio e se for errado, cara, é uma coisa séria a pessoa. Então, ela vai ter dúvida. Agora a dúvida a gente percebe que em dado momento a gente sana aqui e vai estourar uma outra mais adiante. Por quê? Porque você entrou em contato com coisas mais complexas, às vezes mais difíceis. A tua circunstância de vida mudou. Então você vai se deparar com novas dúvidas e você vai assim crescendo. Você vai se tornando um crente melhor hoje do que você era ontem com as novas dúvidas que você tem hoje. Eventualmente você não vai ter nenhuma dúvida também, né? Vai chegar um dado momento, olha, sanei ou até você vai ter a humildade de entender que talvez tenham coisas que você não vai entender. >> Abraçar o mistério faz parte da fé, né? >> Faz parte da fé. Tem certas coisas que eu não vou compreender. Olha, Jó, né? Entende? Então, e isso faz parte também dessa caminhada com a fé, é você ter aprender a humildade, que eu não sei todas as coisas, que eu não preciso saber de todas as coisas. E uma das coisas mais libertadoras é você alguém te perguntar sobre determinado assunto e você apenas dizer: "Olha, eu não sei, não estou preocupado em saber porque eu tenho outras preocupações, né?" >> O que tu achou do Té Rachi se tornar bispo? [risadas] É a pergunta, a pergunta da semana. É, então e às vezes é e às vezes assim, eh, >> e é interessante como tem gente que fica angustiado porque você não tem opinião sobre um assunto. É interessante. Eu digo, cara, eu não tenho opinião sobre isso, nunca refleti sobre isso. Pessoas que eu admiro e que são grandes estudiosos tem opinião X sobre o assunto e eu tenho indo na opinião deles porque o cara estudou e conhece, eu confio nele. às vezes pode ser por esse caminho, entende? Quer dizer, nós temos n possibilidades. Aí, então eu vejo a dúvida como uma etapa que faz parte da fé, né? E que você vai, em dado momento, superá-la ou não. Mas o fundamental nisso tudo é o quê? Que a fé ela é uma relação de confiança com Cristo, né? Então, nesse andar em confiança com Cristo, é que você eh vai de fato eh andar melhor com a dúvida, porque ela não precisa necessariamente ir embora, né? Às vezes uma dúvida intelectual permanece, mas a confiança, que não é uma questão intelectual, ela fica com Cristo. Eu, olha, nisso tudo, eu não sei como é aconteceu, mas eu creio que Jesus tá me levando para um caminho bom e é o cara que me viu nascer, é o cara que vai estar segurando minha mão quando eu morrer. E é nesse que eu confio, eu vou embora. Segura na mão de Deus e vai. >> André, isso é bonito, não? E eu acho que a tua resposta é muito legal, mas me veio uma pergunta agora. Eu sei que era finaleira, mas me deu uma dúvida. Eh, me deu uma dúvida. Isso não pode ser usado como uma desculpa para se ficar no raso e [limpando a garganta] a gente ser tipo aquela galera que o autor de Hebreus lá no capítulo 5 vai dizer assim: "Galera, eu queria falar umas coisinhas mais pesada para vocês, mas não pude porque vocês estão só no leitinho, tipo, e aí a pessoa fica só nessa, mano, para que estudar? Para que? Olha, quanto mais pessoal estuda, mais doido fica, mais cabelo perde, né? Para que estudar? Aqui, ó, tô aqui, ó. Segura na mão de Deus, >> cara. Mas assim é da vida, velho, entendeu? Eu acho que existem modos diferentes de viver a fé, entendeu? Dentro de uma igreja. Tem o Alex que vai quebrar a cabeça até entré que às vezes não vai se importar com algumas coisas. E as duas são experiências de fé que tão legítimas e que estão aí dentro da igreja. A igreja tá aí para isso, entende? Então eu acho que a gente não precisa se estressar, que todo mundo tenha que ter o mesmo nível de compreensão e de profundidade, seja o que for. Cara, tem tem eh eh às vezes eu fico pensando no que Salomão diz, né, que o estudar demais é canseira. E às vezes eu fico pensando, cara, tem tanta coisa ainda para aprender que eu não sei, que às vezes me dá um cansaço, cara. Cara, eu não quero mais, sabe? Eu quero simplesmente e simplesmente poder ficar no meu canto brincando com o meu filho e parar de pensar nesse negócio. Cara, que bção, sabe? Às vezes é uma bção não saber. >> [roncando] >> Então eu acho que a gente não precisa ter a preocupação de ah eu vou eh eh será que o ser mais profundo é bem cifer, né? >> Ser mais profundo é necessariamente ser mais intelectual ou ter uma resposta para algo ou às vezes ser mais profundo e compreender que, cara, eu não vou entender esse negócio, mas eu tô bem com Cristo? Eh, entende? Eu eu eu ultimamente eu ando muito, sabe, eh democrático nessa forma de compreender as fés por aí, porque elas são absolutamente individuais, embora a igreja seja coletiva e a expressão acontece na igreja, mas a beleza tá justamente nessa diferença. >> Acho que o Kenner e o Gutierrez escrevem sobre isso, naquele autoridade do autoridade das escrituras e do espírito. >> Então eu acho uma beleza tão grande essa diferença, sabe? Pô, cara, tem um irmão que simplesmente não tá estressado com nada disso, cara. Que bênção, gente, que bção. Entende? Então, eu acho que é possível todas essas diferentes formas aí. Claro que a gente tem uma e como a gente é acadêmico, a gente tem um gosto por essa investigação e vai atrás. Mas acho, acho que as pessoas precisam entender que isso tudo não é profundidade espiritual. >> Boa. >> Isso é no relacionamento com o Cristo vivo. Aí, velho, é outra coisa. >> Muito bom. Vamos encerrando por aqui esse BTC, galera. O quê? O quê? Milho. Milho. >> Meu Deus. O milho tá tão em espírito, né? Que o espírito não tá desvarecendo na imagem. >> Exato. Eu esqueci do milho. Mas gente, não vai embora dessa transmissão ainda, porque o André falou sobre igreja e dúvida, o Alex falou sobre a importância da igreja e o Mílio falou sobre o quê? Miloranza, dê-nos o ar da sua graça. Olha que homem. Olá, eu sou Alexandre Miloranza e eu sou um dos membros da equipe do BTC, o seu podcast de teologia. E eu tenho a honra também de ser um dos autores da coleção da Thomas Nelson Teologia para Todos. O que é voltar ao primeiro amor, né? A proposta é dizer que ã o amor não é apenas um sentimento, ele vai muito além de um sentimento. O amor, biblicamente falando, ele é ação e transformação. No primeiro capítulo, falarmos sobre os fundamentos do primeiro amor. E para falarmos dos fundamentos do primeiro amor, eu recorri a as bem-aventuranças ali no sermão do monte Mateus capítulo 5, onde Jesus vai trabalhar o caráter do discípulo para que ele possa estar habilitado a com o coração e o caráter transformados, ele possa estar habilitado a viver e praticar esse amor, né? Ahã. Depois o livro continua falando sobre alguns fatores que puseram o primeiro amor em risco ali no livro de Apocalipse. Então a ideia é trabalhar um pouco historicamente o que acontece com as igrejas descritas ali nos primeiros capítulos de Apocalipse. Ah, especialmente óbvio, né, da igreja de Éfeso, onde é dito que ela havia perdido esse amor, né? E aí João diz: "Você tem que se lembrar de onde você caiu e voltar às práticas desse amor, né?" E aí depois o livro continua ã trabalhando as questões de como as ações de um caráter transformado vão criar uma resistência sobre a forma de ser e de fazer no mundo. E para isso eu recorro à primeira parte da carta de Paulo aos Efésios, né, onde Paulo vai tratar justamente da dessas questões teológicas de como o caráter transformado vai agir como uma resistência à forma de ser e de fazer do mundo. E finalmente, ah, o livro termina falando, utilizando, na verdade, a segunda parte da carta de Paulo aos Efésios, que é a parte mais prática, né, dessa carta, onde nós vamos tratar sobre as práticas cotidianas de amor, que vão oferecer resistência à forma de ser e de fazer do mundo, e como a igreja manifesta a glória de Deus, como a igreja manifesta a presença de Deus. Tá? Ã, quando ela não se adapta às mesmas formas de ser e de fazer do mundo, né? Eh, e aí, finalmente, ah, nós terminamos aqui com aquela bela oração atribuída a São Francisco de Assis e como isso pode nos ajudar a balizar a prática do primeiro amor. Então, essa é a proposta, né? Eu incentivo, encorajo vocês a adquirirem esta coleção, né? Realmente são está imperdível, muito, muito boa mesmo, bem prático, bem objetivo, bem direto, né? E eu espero que vocês sejam muito abençoados com a leitura desses livros, né? Então, que o Senhor abençoe e guarde a todos vocês. >> Muito bom. Muito bom. Aí, tá, então o Milho já fez o jabá. Ele já fez o jabá. Então é isso, gente. Tem algumas unidades ali. Você que tá vendo pela internet, o link está na descrição deste vídeo. Você que está ouvindo esse BTC, tem o link no Spotify, no site do Bibotalk, no YouTube. E é isso. Obrigado, Alex, por participar do kit do Bibotalk. André também. Estamos junto. É isso. Voltamos à semana que vem, se Deus permitir. Fiem todos a paz do Senhor Jesus. Amém. Yeah.