🔴AULIVE: A ELEIÇÃO MAIS IMPORTANTE DA HISTÓRIA (E NO MUNDO, HOJE)
23/09/2026
🔴AULIVE: A ELEIÇÃO MAIS IMPORTANTE DA HISTÓRIA (E NO MUNDO, HOJE)
Pix: bruno@reikdal.net
🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5073270231924736
Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
Atenção pastores bolsonaristas, [música] dar um recado aqui para o mundo. Popcorn [música] Creamers em Brasil [música] >> para que possam entender o que está por trás das coisas. As bases satânicas do comunismo. Fofoca. >> Ei, pastorzada [música] feliz, pastorzada animada, [música] pastorzada golpista, pastorzada. >> Ei, pastorzada [música] feliz, pastorzada animada, pastorzada [música] golpista, pastorzada pirata. No caso da família, pela [música] desmasculinização do homem, nós temos hoje homens frágeis, parece umas casquinhas de de ovo com medo de tudo. >> Fala galera, Té Rayhi aqui e hoje eu vou falar [música] sobre o casamento de João Campos com Tabatamaral. >> Não é denúncia [música] profética, não é fofoca. >> Então para [música] nós protestantes é muito importante sola escritura. Sola escritura. [música] Escritura. Falou certo, [ __ ] Pastorzada [música] feliz, pastorzada animada, >> pastorzada [música] golpista, pastorzada pirada, >> papca falar merda. >> Brasil [música] 2026 é de Jesus. >> A nação brasileira e o [música] golpe é com vocês. Já era. >> Brasil 2026. É de Jesus. Tô >> cansada. E o [música] golpe é com você. >> Brasil. Brasil 2026 [música] é de Jesus. E o golpe [música] é com você. >> Eu estou morrendo. Brasil. Brasil [música] 2026 é de Jesus. >> Não é denúncia profética. O golpe é com vocês. [música] >> Por isso que o Brasil não vai pra frente, por causa de pessoas como você que preferem não fazer nada, né? [música] >> Atenção, pastores bolsonaristas, >> o tempo [música] de eu te respeito, você me respeita, já era. >> Qual era a conversa que eles faziam nas vossas igrejas? Sua foi que vai fechar a igreja. Vai fechar a igreja? Eu dizia, gente, Silas Malafai entrou com a lista da Forbes, foi durante o governo Lula. [música] RR Soares comprou avião no governo Lula. Você quer saber? Eu acho que o L era mais duro com esse povo porque deu concessão [música] de televisão, porque deu concessão de rádio, porque deu concessão de ponto pros, deu autorização no MEC pros caras fazer faculdade evangélica. Os caras estão podre de rico. >> Atenção pastores bolsonarist. [música] Bom dia, minha gente. Tudo bem com vocês? [música] Espero desejo que sim. O som tá bom? Ah, meus amigos, que momento, hein? Que momento para tá vivo. Se você tá chegando aqui pela primeira vez no nosso canalzinho, seja muito bem-vindo, muito bem-vinda, muito bem-vinda. Não se esqueça de curtir esse vídeo, comentar para já, espalhar a palavra por aí, mesmo que você não sabe do que que se trata. Mas aqui meu nome é Bruno Requidal, sou doutor em economia política mundial, mestre em filosofia, graduado em filosofia e doutor em economia eh e formado em teologia. E eu espero aí poder contribuir de alguma maneira com vocês. Hoje faremos um pouquinho de análise de conjuntura e tentando desenrolar um trabalho adequado, de qualidade, acessível e didático para que você possa compreender alguns problemas do nosso mundo, do nosso mundinho, ter recursos e ferramentas para interpretá-lo de maneira crítica e quem sabe debater de maneira mais qualificada ou melhor, se engajar, se tornar um militante aí, uma militante, uma militanta. E cá estamos. Se você quiser apoiar o nosso trabalho, também acontece ser membro, membra, membro, membrezinha do nosso canal, porque é isso que faz com que a gente consiga manter o nosso trampo. Somos um canalzinho pequeno e irrelevante, mas que é sustentado por membros fiéis, uma membresia fiel e resistente que aí tem sustentado a gente. Então, se rolar, vale a pena. Tem bastante conteúdo exclusivo para você, para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte aqui da membresia, que são cursos, né? cursos como como fazer seu projeto de pesquisa, marketing e religião, evangélicos e política no Brasil, filosofia na América Latina e por aí vai. Então, seja bem-vindo. Além do nosso atualíssimo e mais recente grupo de leitura, nós temos um clube do livro aqui que nós estamos lendo um livro, um clássico infanto juvenil para discutir uma introdução à filosofia bem bacana. Então você também tá convidado para isso, beleza? Creio que seja isso. Se eu esqueci de alguma coisa, algum membro, membro a membre vai me lembrar que eu tenha esquecido. E você também pode, caso esteja sobrando uma merreca aí, mandar um Pix. A chave Pix tá passando aqui embaixo, ó, ó, ó. É este e-mail aqui. Inclusive, é o mesmo e-mail que caso você se torne membro, membro, membro, membresia, você pode mandar aí o seu nickname com o seu celular. Eu verifico se você é parte da minha empresia e te adiciona no nosso grupo do Zap. Um grupo totalmente excelente, gentil, educado e elegante, no qual nós discutimos, conversamos, trocamos ideias e até ficamos amigos. Então você pode também ser bem-vindo para estar com a gente. Beleza? Eis a introdução, eis aqui os informes e a gente vai começar hoje aceleradamente porque temos muito papo, muito papo. Separei bastante coisa. Como eu comentei, quero fazer uma análise de conjuntura. É raro eu fazer isso aqui no canalzinho, porque eu tenho minhas questões com análise de conjuntura, mas acho que dá para contribuir de alguma maneira e será bacana, tá bom? Importante também indicar, [roncando] porque eu falo às vezes de um jeito muito informal e já me criticaram por isso. Ah, você fala muito informal, muita esse jeitinho, moleque, fazendo piadinha e o pessoal não vai te levar a sério. Falei: "Mas nem eu me levo a sério, mas eu vou tentar utilizar como recursos para poder discutir os nossos temas aqui propriamente a minha formação, especialmente a mais recente como doutor em economia política mundial". Tá bom? Então, espero poder contribuir. O objetivo é ser bem didático, tá? Didático, acessível, entendeu? O que a gente tá querendo falar. Então, dá uma forcinha aí. Tamo junto. Perdão aí pelo excesso de informalidades, mas e a vida. Dito isso, bom dia, quero fazer o watch. Como é que você tá? Fazer o qu? Que ia ser fazer o watch. Estamos aí. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Música nova. Sim, rolou musiquinha nova no na intro. Ficou boa, né? Atenção pastores, bolos solaristas. Bom dia, querido Gustavo Pez, que diz: "Bom dia, baristas. Vim apenas dar o engeusjamento e vai assistir mais tarde a nossa reunião maravilhosa." Atenção pastores baristas, essa aí é um outro nível, outra outra classificação de entidades. Mas bom, pra gente começar, tem muito papo, né? Teve Lula, Trump, conjuntura e eleições e tudo ao mesmo tempo. E o objetivo aqui desta livezinha, eu acho que algumas pessoas, eu tenho essa sensação, posso estar equivocado, não sei se vocês também as têm. A tem, né? Não sei se vocês também a têm, mas eu tenho a sensação de que as pessoas não estão entendendo a dimensão das eleições no Brasil esse ano, né? Não é só uma dimensão local, né? Tipo assim, ah, vamos escolher agora o próximo representante. E assim, nem tô falando da população em geral, porque, cara, na boa, a gente tem que ter consciência do território que nós estamos, do tipo de mundo que vivemos e quais os tipos de relações e tempos de vida que nós temos para nos dedicarmos a entender o que tá rolando, fazer boas análises, né, tem ter recurso social para poder fazer isso, estudo e tal. Mas eu falo propriamente de militância e sei que quem acompanha o canalzinho aqui tem algum ponto de contato com militância. Então quero falar dentro do âmbito da militância. Algumas pessoas não estão tendo noção, noção, senso de noção da gravidade, do peso, da importância das eleições no Brasil esse ano. Tranquilamente, é a eleição mais importante da história. Assim, tranquilamente. Falo com tranquilidade. Com tranquilidade. A eleição mais importante da história. Não pelos candidatos, não pelos partidos, eh, não da luta do bem contra o mal. é a mais importante da história, em primeiro lugar, porque passa por ela uma concorrência de projeto de prazo imediato pro mundo. E eu falo para o mundo mesmo, especialmente pelo papel que os Estados Unidos está jogando hoje na nossa eleição e com a nossa eleição. Não é só de grande importância pra história brasileira. O planeta está de olho no que vai acontecer aqui. E eu vou tentar mostrar um pouquinho sobre isso. E tem a ver com algo que parte da nossa intelectualidade de esquerda em especial, né? Mas tem uma galera de direita Biro Leab também compra essa ideia. Mas na que a nossa intelectualidade chama de construção de uma nova ordem mundial, né? chamar. O Cobor gosta de utilizar muito essa expressão, mas na verdade de a decisão de como vamos organizar este mundo, as regras do jogo nos próximos anos. E muita gente pensa no ah o mundo multipolar, o mundo unipolar, o mundo, sei lá qual que é uma dessas expressões. E aparece às vezes até aqui é uma questão assim entre coisas boas e coisas ruins, o mundo do bem contra o mundo do mal, né? o mundo multipolar legal, o mundo do mal unipolar. E não é bem assim, obviamente que tem questões estratégicas de interesse importantes, mas não é bem isso. Não é bem isso. O que eu quero chamar atenção é outra coisa, que é um fato que às vezes a gente não percebe ele, mas é importante. Que é o seguinte, ó. Cadê cadê cadê cadê cadê? Peguei. Pronto. Ah, pá, que a gente fala às vezes, ah, o mundo multipolar, agora nós temos, então, a construção de uma nova organização de ordem mundial e tal, o pessoal faz isso de uma maneira muito apologética e de que o bem está vencendo e que tal. E é óbvio que isso nasce de uma análise interessante, necessária e crítica da queda dos Estados Unidos, né? o império que está caindo. E aí eu vou ler para vocês o trecho de um livro pra gente começar esse papo que vai tirar um pouquinho as nossas ilusões, mas também vai dar uma dica da importância, introdução à importância aqui do nosso papo. Vou ler o livrinho de um autor chamado Win Tirksens, né? Um autor que me influenciou bastante, que me influencia bastante, mas que eu recomendo que leia com moderação, que tem alguns pontos ali bem complicadinhos. Não nego, não gosto de discuti-los, mas eu vou comentar pelo seguinte. O Win, ele escreveu, o último livro que ele publicou foi em 2023, pouquinho antes dele falecer. E eu recebi o manuscrito desse livro por ele que ele me mandou o manuscrito. Até mostrar para vocês aqui. E isso que eu tô tentando abrir aqui de um jeito bacana para ficar legal. Ah, não vou conseguir mostrar, mas eu vou aqui. Abriu. Ele mandou no e-mail, né? A gente estava conversando, o Indirtion mandou-me, eu quero compartilhar com vocês, o livro novo dele, que é a época manuscrito, tá aqui livrinho do Win. Ah, e eu queria ler essa introdução, porque eu acho que ela vai ser introdução da nossa live e uma introdução bem importante e bem bacana e que vai talvez dar a gravidade necessária da conversa que eu gostaria de ter hoje. Papo importante, né? O escreveu o seguinte, vou ler um parágrafo na apresentação desse livro. A época ainda não tinha sido publicado, hoje já está publicado. O título do livro é a transição para o mundo multipolar, né? Eh, a grande transição para o mundo multipolar. A grande transição para o mundo multipolar. Se você ouve isso, fala: "Ah, legal, cara, a gente tá entrando numa nova era, um novo mundo, superação aí do unipolaridade nos Estados Unidos, no imperialismo, qualquer coisa do tipo." Massa. Aí o Win, ele sendo um defensor desse projeto, faz um alerta importante. Diz Win Win Dirks. Hoje são muitas manifestações da profundidade da crise do sistema neoliberal globalizado e a transição para um mundo multipolar, né? Hoje mesmo, não tem o que fazer, está dada uma transição para o mundo multipolar. Tema central do presente livro. O título é um pouco indicativo. Esse sistema insustentável impulsiona diante de nossos olhos em seu próprio coração. Todos os as todas as tentativas de salvar o sistema para evitar o pior mediante ajustes estão condenadas ao fracasso, né? Então, tentar manter a ordem como ela está tende ao fracasso. Na verdade, ele diz até condenado ao fracasso. A implosão do sistema não é sinônimo de avanços no caminho para a construção de uma alternativa verdadeiramente melhor para a humanidade. Preste atenção nisso. Ah, tá caindo, tá em crise o imperialismo, estamos aqui com problema no sistema neoliberal tal qual foi estabelecido. Sim, mas preste atenção, a implosão do sistema não é sinônimo de avanços no caminho para a construção de uma alternativa verdadeiramente melhor para a humanidade. O fato de você perceber a queda de um império, a limitação de uma ordem não implica em que necessariamente o que está sendo construído ou o que tá vindo como alternativa é melhor. Há um grande conflito, há um passo de disputa em jogo. E é isso que nós estamos vivendo hoje. O esforço governo dos Estados Unidos a partir de Donald Trump de refundar uma doutrina Monro 2.0, né, como eles estão chamando agora da Don Roll, né, doutrina Don Roll, misturando Donald de Trump com Monbro. Eh, é a tentativa de de diante da queda inevitável do neoliberalismo globalizado, estabelecer uma ordem. E aí vem um primeiro ponto, né? Tem um monte de gente falando: "Ah, o Trump quer manter a ordem neoliberal ou confunde tudo". Não, meu pai amado. A resposta de Trump e do governo reacionário, fascista que ele tem, refundando as relações de imperialismo, metendo uma doutrina nova, down roll, né, é na verdade uma busca por alternativa a essa inevitável queda do neoliberalismo globalizado, tá? Então, a implosão do sistema não é sinônimo de avanço no caminho para a construção de uma alternativa verdadeiramente melhor para a humanidade. Tem que ter atuação política, tem que ter decisão e não significa, então, portanto, que o surgimento de uma nova ordem seja necessariamente bom. Diswing. E essa frase eu quero que vocês tatuem no coraçãozinho de vocês. O outono do capitalismo não coincide automaticamente com a primavera de uma nova civilização. O tono do capitalismo não coincide com a primavera de uma nova civilização. Cara, isso é muito, muito, muito importante de se ter em conta. Antes de ler mais um trechinho, o outono do capitalismo não coincide com a primavera de uma nova civilização, a primavera dos povos. Entre um e outro há uma longa noite de inverno e um rigoroso inverno. Essa metáfora do ruim é muito boa para botar o pé no chão, né? Percebe-se uma limitação do neoliberalismo e da estrutura globalizada neoliberal que foi estabelecida. Tá estabelecida, ela começa a entrar em crise e colapsar. As alternativas vão ser buscadas. Uma das mais interessantes e consistentes é a formação de novos blocos de parcerias comerciais, como por exemplo, o mais importante deles, os bricks, que buscam organizar os chamados países de sul global, de modo que sejam capazes de manter políticas econômicas que sejam de seu interesse proteionistas, mas também com negociações multilaterais interessantes para fortalecer os blocos, esse bloco econômico e político entre esses países e buscar essa alternativa, porque sim, está declarada a queda, mas ao mesmo tempo surge uma alternativa. Outra alternativa, essa outra alternativa agora tá encarnada, por exemplo, em Donald Trump, buscando refundar relações imperialistas com interesses nacionalistas estadunidenses à base da pancada e dessa nova doutrina Dom Roll. E aqui estamos no inverno. Estamos nesse inverno e entrando nesse inverno. Esse tipo de consciência é tão importante, mas tão importante, porque nos coloca em estado de alerta constante, estado de marcha, é saber que, cara, você tem que se precaver com o mínimo necessário para a sobrevivência desse inverno. Não basta vontade, inclusive porque o grau de complexidade do problema é muito grande. Então guarda isso no coraçãozinho que é muito importante. Não coincide imediatamente a queda, né, o fim, o outono do capitalismo com a primavera dos povos, né, a primavera de uma nova civilização. Tem um longo inverno pela frente. Essa metáfora do do rim me pegou muito desprevenido a época e eu guardei ela no meu coraçãozinho. Uma separação os espera. que eh lhe dá uma eh lhe dá dá a nossa era um tom dramático que carrega os perigos mais graves como guerras e fomes, etc. Contra essa degenerativa economia mundo que o construiu o ocidente coletivo, né? Ele chama aqui ocidente coletivo, o conjunto de países no ocidente que se aliam ao ocidente, mas que não necessariamente são ocidentais, né? Por exemplo, o Brasil. Brasil não é um país considerado ocidente, mas entra nesse ocidente coletivo, em certo sentido, quando se alia a os interesses do Ocidente ou dos Estados Unidos e Europa, né? Basicamente é isso. E tentando escapar dela, eh, foi se perfilando como um mundo emergente, né? Então, há um mundo surg surgindo diante dessa queda desse ocidente coletivo, né? A implosão do Ocidente, ao ser inevitável, deve ser entendida precisamente como uma oportunidade histórica que se oferece às pessoas. Prepara o caminho para possíveis avanços para a construção da alternativa, que compreende dois componentes indissociáveis. Quais são os dois componentes para o avanço de uma alternativa que não seja alternativa catastrófica desastrosa? Aa Trump. Uma, no nível nacional, o abandono das regras fundamentais da gestão econômica liberal, no benefício de projetos soberanos que dão lugar ao progresso social. Então, nível nacional, a defesa de soberania e a gestão consciente e ativa do Estado sobre a economia, que não seja dentro dos ditames liberais. No nível internacional, pode-se negociar a construção de um sistema policêntrico e plurinacional no caminho do bem comum, dos povos em geral e do sul em particular. Mas isso é uma alternativa, tentativa. Então é necessário para uma alternativa menos pior ou que a gente consiga sobreviver, né? Eh, um nível nacional em benefício de projetos soberanos, que abandone a administração liberal. nível internacional, construção de sistemas policêntricos, aceitar a policentria, sei lá que nente gente vai lá, mas as esse mundo multipolar, né, com vários polos estruturado. E aí diz win, a emergência do projeto multipolar da China e da Nova Rota da Seda ainda é ambígua, por exemplo, né? Então ele tá dizendo, não vai isso aí. Uma é nesse é só pisar no acelerador da nova rota da seda, do projeto chinês, todo mundo abraça o chinês e tá todo mundo feliz. Não seria, né? Eh, seria seu objetivo aprisionar, colocar numa armadilha, né? atrapar, armadilhar, sei lá, por meio os capitalistas no marco da globalização capitalista que estão obrigados a aceitar, ou propriamente estão conscientes de que esse projeto é impossível e que os poderes relevantes das sociedades emergentes se orientarão na direção de instaurar projetos soberanos populares. Veremos que a última via tem tudo a ganhar, a vencer. Então, quer dizer, mesmo diante desse outono, nesse, né, processo aí de inverno para uma primavera, a alternativa que tem surgido como uma grande com uma grande força é da projeto chinês, por exemplo, que é o que o Inter chamando atenção. Mas seria isso uma manutenção de uma ordem econômica também estruturando, o aproveitando o neoliberalismo ou não sabe que tem que correr uma alternativa efetiva? Estamos aí. em dúvidas, mas é apenas pra gente não cair nos delírios deliciosos do idealismo, né? De achar que pronto, ah, tá caindo o império, então todo mundo fica feliz. Não, eu acho que essa expressão do Wiin, ela é muito importante. O outono do capitalismo não se coincide automaticamente com a primavera de uma civilização alternativa, nova vida dos povos e tal, não coincide. tem o inverno aí no meio. E isso é o momento no qual nós estamos adentrando. E ontem o discurso de Trump na ONU foi exatamente assim, nossa, expressão pura disso, expressão pura, pura, pura, pura, pura, purinha do que é esse inverno, nessa outra alternativa que está sendo criada nos limites do neoliberalismo que acabou, né? E junto com ele vem o imperialismo estadunidense de de rebote de no rebote, o que é um problema também, né? Que como a gente vai ver. Beleza? Então são primeiros pontos aqui pra gente começar o nosso papo. Primeiros pontos pra gente começar o nosso papo. Deixa eu ver se tem aqui algum comentariozinhos importantes. Tô entendendo. Diz fazer. Que bom você tá entendendo. Éerson Peca, bom dia, meu querido. Diz. Bom dia. Bom dia. Estou em uma situação de reunião que podia ser no e-mail, mas já larguei meu modesto likezinho. Muito obrigado pelo carinho. Um beijo, querido P. E boa reunião que poderia ser o bem. Bom dia, querido Igor Rua. Bom dia, meu bom. Tudo bem com você? Bom dia, querido esquerdos autorais. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Excelente dia para nós. Comecemos aqui no tom adequado, que é o tom do desespero. Mas entendendo a gravidade da situação, né? gravidade de nossa situação nesse momento. Mas dito isso, minha gente, [limpando a garganta][tosse] perdão, comentei isso exatamente pra gente sacar a gravidade da eleição, a importância que ela tem e importância para o mundo, né? para o mundo mesmo. A importância que as eleições no Brasil teta hoje, talvez seja, me arrisco a dizer, eh o evento político mais importante para os próximos anos, para uma organização da geopolítica, né, da organização das relações internacionais nos próximos anos. E por quê? A doutrina doutrina Donrow, né? A doutrina Don Roll, essa que o Donald Trump tá implementando na base do vamos sair dando pancada e Danice-se. Ela é fruto de um conflito interno dos capitais nos Estados Unidos. E aí vem a análise de conjuntura necessária e fundamental. E a gente tem outras lives aqui que nós comentamos isso das poucas lives de análise de conjuntura, mas que é importante destacar. Quando a gente chama tudo de neoliberalismo, quando a gente chama tudo de capitalismo e considera toda burguesia como um bloco único, fechado, que se entende se dá bem e não disputa entre si, além de negar Marxos, né, que simplesmente mostra que os capitais disputam entre si, né, tem um grande movimento de valorização do valor, que é o capital, uma relação social de valorização do valor. Mas os capitais efetivos, como eles se organizam em diferentes setores da produção, disputam entre si idade do mercado. Eles conflitam, podem organizar parcerias, fazer monopólios, oligopólios, trustes, cartéis, podem, mas eles competem, eles estão em constante conflito. Isso é muito importante da gente considerar, porque às vezes a gente chama a burguesia, o capital, os capitalistas, como se fossem cinco pessoas que decidem as coisas juntas e não brigam entre si. não tem, não há disputas. E aí toda e qualquer manifestação de capital, de capitalistas, de elites, a gente trata tudo como farinha do mesmo saco e não entende as contradições da realidade, seja analisando o Brasil, seja analisando se eh o que tá acontecendo no globo, né, na nas relações internacionais. Mas, por exemplo, esse tipo de conflito nos Estados Unidos, ele se dá de uma maneira muito específica. Nós temos um capital financeiro que se globalizou e é absurdamente forte, mas é um capital financeiro que se deu bem com as relações neoliberais, como elas foram estabelecidas ali a partir dos anos final dos anos 80, né, durante os anos 90 e início dos anos 2000. foi um período curto, mas muito forte do chamado consciência de Washington e também da estruturação das bases para o neoliberalismo. Foi uma pancada, foi um choque muito forte. Dentro dessa dinâmica, o capital financeiro cresceu absurdamente, começou a gerir fluxos de capital em todo o planeta, especular absurdamente. E para poder atuar, esse tipo de capital precisa de políticas mais liberais, até se nós quisermos dizer mais progressistas, porque a capital não poderia ter fronteiras. ele tem que circular com facilidade. Então não pode estar ali fixado num um único uma fonte, né, um capital nacional, ele não pode ali ser um um tipo de negócio, um tipo de organização de relação produtiva que vai excluir populações inteiras, massas inteiras, possibilidades de investidores, não. Então tem que ser um capital de gestão globalizada e que buscou durante esse período gerir a economia de maneira globalizada, estruturada, sem fronteiras. É o surgimento da globalização dos anos 90 o mundo sem fronteiras, né? Sem fronteiras pro capital circular, capital financeiro em especial. E isso se dá fortalecendo muito esse tipo de capital e esse tipo de investidor, esse tipo de grupo e enfraquecendo outros. Por exemplo, nos Estados Unidos, o capital industrial estadunidense continua forte, continua poderoso, mas ele se enfraqueceu, se enfraqueceu consideravelmente. E também porque os caras aproveitaram para poder diminuir os custos de produção e transferir bases industriais para outros países, como por exemplo a China, né? Então tudo que você vai comprar lá, tudo que chega nos Estados Unidos, inclusive a bandeira escrita Make America Great Again, ela foi produzida na China, né? Então, ô, desgraça. Então, hoje os caras não conseguem produzir um palito sem ter que comprar de alguém, exceto em setores estratégicos. E aí os setores estratégicos são esses que estão se mobilizando hoje, especialmente no setor da tecnologia, que são capitais industriais. Ponto importante também, posso estar falando obviedade, mas ela é importante. Quando a gente fala de bigtech, a gente não tá falando de alguém que fica trabalhando em nuvem, né? Fica trabalhando em em dados, informações, passando para lá e para cá. Isso faz parte do processo. Mas BigTech, a gente tá falando de gente que produz tecnologia, aparelhos, [tosse] desenvolve essas desgraças aqui que precisa para seu trabalho de uma fábrica, que precisa para seu trabalho de extração de recursos, que precisa para seu trabalho hoje em dia do que nós estamos chamando de terras raras. E isso não é como um capital financeiro que você pode circular para qualquer lugar. Você tem território, você tem fixidez, você tem necessidade de propriedade sobre um determinado lugar específico. Você tá fixo ali, você tá parado naquele lugar, você tá, não tem o que fazer, você tem que tá ali. Então, esse tipo de capital, esse tipo de de produção, esse tipo de organização que é industrial, ela tende a ser, ao invés ou ao contrário do capital financeiro, mais nacionalista. Ela tende a ser um capital mais conservador. Ela tende ideologicamente a querer fechar fronteiras, a ter segredo industrial, a não fazer circular para tudo quanto é lugar as coisas que eles estão fazendo, entende? É diferente do modo como organiza o chamado capital eh financeiro, que aí eu preciso do contrário, sem fronteiras, é gestão progressista, liberal, aberta para todo mundo. Esses capitais conflitam entre si. Eles buscam ter hegemonia, eles buscam seu centro do negócio e brigam entre si, porque são projetos que são conflitantes. Eles tendem a se conflitar e se expressam com de diferentes maneiras, em diferentes políticas e alternativas quando buscam os seus representantes no estado. Nos Estados Unidos, por exemplo, tendencialmente você tem grupos financeiros do capital financeiro apoiando muito mais os democratas progressistas do que os republicanos ligados ao capital industrial nacionalista, indústria bélica armamentista e as bigtechs hoje. Então, esses capitais conflitam entre si. Esses capitalistas, eles disputam entre si. Eles não são amigos, eles não trocam ideia, eles brigam, eles conflitam. e tem seus representantes, expressa isso na política também em conflitos e buscam de diferentes maneiras influenciar o jogo do tabuleiro internacional com recurso, dinheiro, representante em outros países de diferentes maneiras. A gente poderia dizer, por exemplo, que a doutrina Obama, né, que rolou durante o o governo Obama, chamada doutrina Obama, ela tem uma estratégia completamente diferente da doutrina do Trump, né, da doutrina Don Roll, completamente diferente. O Obama tentava fazer parcerias, falando, olha, vamos aqui baixar um pouco a guarda, né? E se a gente fosse amigo, todo mundo ia se dar bem. Por quê? que já tava vendo a falência e a crise do sistema que estava estabelecido a partir do neoliberalismo, obviamente. E agora a gente então precisa se inserir nesse jogo com uma alternativa. A ideia é manter os Estados Unidos como liderança. Inclusive essa era uma frase do do Obama. Frase do Obama era a discussão não é se os Estados Unidos liderará ou não o mundo, mas como? Ou seja, continua a posição de líder, de protagonismo, de de de hegemônico. É a gente que manda nessa brincadeira aqui. Mas como a gente vai fazer isso? Não, a gente vai fazer agora por diplomacia. Qual a dificuldade? Que ele não conseguiu fazer isso, obviamente. Inclusive, que você tem que convencer quem você bateu a vida inteira que agora você não quer bater mais. Ai, deu errado, né? E aí vem como alternativa dentro da manutenção dessa crise. O neoliberalismo continua ruindo, o império estadunidense continua caindo em deflagra em em decadência constante. Vem a alternativa outra, Don Roll, Trump, que é o oposto. A questão é, ó, não lideramos mais, precisamos retomar a liderança, vamos sair na pancada. E aí é o que a gente tá vendo, é o discurso que a gente viu ontem, que a gente vai ver um trechinho hoje. Mas dito isso, percebem essa dinâmica, né? são alternativas de soluções entre projetos distintos, capitais distintos, burguesias distintas, elites distintas que conflitam entre si e que nesses conflitos estão, por exemplo, nos Estados Unidos, gerindo hoje uma crise bizarra que nos afeta. E o projeto dessa doutrina Dom Roll, completamente distinto e diferente do anterior, nos traz o seguinte cenário, ó. Não dá para gerir o mundo, não vai rolar. Que que a gente tem que fazer? garantir, garantir o nosso. A gente faz aqui um território grande sobrole, fecha um bloco e é nesse quadradinho que a gente joga, enfraquece o resto e garante o nosso. Então o objetivo é, como disse a frase do próprio Trump e dos seus representantes do governo, a América Latina é quintal dos Estados Unidos. nosso quintal, né? Então vão querer aí botar o Brasil, Colômbia, Equador, Venezuela, Argentina, todo mundo no quintal, México, todo mundo vai pro quintal, né? Então vai querer colocar todo mundo debaixo de suas asas, dominar esses territórios e controlar seus recursos. Ele tá tendo um probleminha, né, especialmente com as duas maiores economias do continente, que cresceram nos últimos anos e que também tem governos estruturados o suficiente e estados estruturados o suficiente para não serem tão facilmente derrubados como outros que ele conseguiu invadir ou influenciar, né? Porque uns ele invadiu, outros ele influenciou, que é Brasil e México, então não tá conseguindo. As duas maiores economias do continente são entrave para esse projeto de Trump. No caso do Brasil, em especial, nós estamos em período eleitoral. Em período eleitoral numa num contexto de conflitos bizarros internos e de uma divisão entre grupos políticos de classes dentro da população fortíssimo e com influência já dos Estados Unidos. Obviamente o Brasil, nesse projeto, é o território estratégico mais importante para os Estados Unidos e a doutrina Don Roll é o mais importante. É bizarro como a gente não tá entendendo o grau de peso de gravidade que tem essas eleições pelas terras raras, obviamente por uma questão industrial, para ter acesso a uma das maiores reservas do planeta e não precisar depender de outros territórios e ter que brigar por outros territórios. Interesse, portanto, do capital industrial estadunidense, das bigtechs. Nós estamos nesse alvo, nós somos esse alvo. Isso por um lado e por outro, porque a grande alternativa que surgiu diante da falência desse sistema que é concorrente fosse a doutrina Obama, seja agora a doutrina Don Roll, a grande alternativa concorrente são os bricks. e o B de Bricks, entende? Então assim, um grande bloco foi formado nos últimos 20 anos com força suficiente para competir economicamente com o chamado norte global. Vou até ver se eu acho aqui um um gráfico bem bacana que eu mostrei numa live aí. Será que eu ainda tenho ele? Ai, cara, não tinha lembrado desse gráfico. Lembrei dele agora. O gráfico que mostra o o desenvolvimento econômico da Ai, putz, eu acho que eu não vou não voltar com ele aqui. Humum. Hum. O desenvolvimento econômico dos dos bricks, né, que eu mostrei para vocês. Ai, que sacanagem. Ah, não acredito que eu perdi isso aqui. É, acho que não tá no meu computador. Tudo bem. Mas eh, cara, é bizarro assim. É bizarro, bizarro, bizarro. Os bricks hoje competem economicamente com o chamado norte global, né? com o chamado centro do mundo, que nome você quiser dar, ocidente, não importa. Como os bricks estão conformados, é a grande alternativa econômica, efetivamente falando e bem estruturada, né? Já com projeto de desenvolver moeda própria, né? Uma cesta de moeda própria, com sistema de pagamentos próprios, alternativo na ao sistema Swift, né, de transações internacionais, econômicas. Cara, é um bagulho bizarro e a gente não entende peso disso. Então, por um lado, é estratégico dos Estados Unidos, do ponto de vista da doutrina down roll, por terras raras, por ter o controle dos recursos brasileiros para competir com etanol e tudo mais. E que inclusive é um elemento importante, né? energias alternativas. A do Brasil é muito competitiva, muito melhor do que a gringa. E por outro lado, pela questão da desarticulação dos bricks, desse grande bloco, que seria a base do chamado mundo multipolar, o nome que quiser dar para aquilo que vem pós esse período de inverno bizarro, em teoria. Então, vejamos o grau de importância dessas eleições. Quando a gente fala hoje, ah, a gente tem Lula ou Bolsonaro, né? A gente tá tendo aí Lula ou Bolsonaro, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. O que está em jogo efetivamente não é só a candidatura de A ou B. Essas relações internacionais e de busca por alternativas à falência do sistema capitalista e ao neoliberalismo estão comendo solto. Esse é o peso, essa é a gravidade. Por isso, tão histórico e forte, é o que rolou ontem nas eleições, nas no discurso da ONU, no qual o Lula comenta as eleições e no qual Trump destila toda a sujeira insana de loucura, delírio de seu projeto, né, que não é só dele, mas que expressa o interesse desse capital industrial e estadunidense. Vocês entendem isso? Percebem o grau e o peso que tem isso? Percebe o grau, o peso de importância histórica que tem as eleições de 2026, não só para o Brasil. E é algo que às vezes tá passando batido, cara. Táia, eu também não queria no Lula, não queria. Cara, hoje não é uma questão de candidato A ou B, perpassa coisas muito mais complicadas, saca? de respiro de respiro de alternativas para o processo de decadência que nós estamos vendo do sistema neoliberal que foi estabelecido e que o Don Roll, a doutrina Don Roll que os Estados Unidos tá fazendo com esse novo tipo de imperialismo, é uma das tentativas de alternativa, porque eles sabem que vai cair, eles sabem que vai acabar. E agora como é que faz? Cai atirando ou não? É seríssimo. É seríssimo que a gente tá falando aqui. Então assim, humano que menosprezar as eleições, que não entender essa gravidade, que achar, ah, fica em picuinha, o cara que não tá entendendo isso, meu Deus do céu. E eu falo obviamente nossa esquerda, né, como militância, tá um tá perdido, perdido, tá ali, não tá entendendo, não tá entendendo a realidade, tá entendendo a conjuntura. O bagulho é sério, seríssimo, seríssimo, seríssimo, seríssimo. É uma questão de de soberania nacional e também e também de alternativa, de possibilidades de alternativa de projeto no plano internacional diante dos limites, dos limites e da falência do neoliberalismo. É um bagulho maluco. Inclusive, se alguém disser: "Ah, o Lula é neoliberal". Esse maluco, ele tá completamente delirante. [risadas] Se alguém ainda reproduz, já reproduziu, passa o pano. Você pode ter mudado de alternativa. Se você ainda fala esse tipo de grosélia, fala: "Meu irmão, você não tá entendendo o que tá acontecendo. Você não tá entendendo. Não tá entendendo." Disse querido fazer, ele ameaçou vários, um planeta inteiro, né? Ele ameaçou o planeta ontem. Basicamente foi isso. Beleza. Ai, pronto. Essa foi uma longa introdução necessária antes de fazer aqui assistirmos juntos outros elementos que demonstram a importância do que a gente tá acontecendo. Cara, o Brasil é o é um uma peça chave no projeto eh da doutrina Dom, uma peça chave nessa construção desse bloco econômico, nesse bloco de influência, de dominação, de controle imperialista dessa doutrina para solução ou superação de sua própria crise. E aí vamos ver, né, que é isso, não se trata de uma eleição entre Lula ou Flávio. É outro nível. Em Lula ou Flávio tá sendo expresso outra coisa na história. Outra coisa. Outra coisa. E é isso que eu vou tentar colocar aqui. Deixa eu deixa eu parar musiquinha aqui. Se liga, meu povo. Esse aqui, ó, vídeo de dia 17 de setembro, ou seja, seis dias atrás. Seis dias atrás, Daniela Lima traz o seguinte pra gente no Wall. Querida Daniela Lima, participe conosco do nosso canalzinho que é pequeno, pequeno. Ah, irrelevante. Ai, caraca, meu mal, meu cursor tá muito ruim, mano. Que que tá acontecendo aqui? Aí, agora vai. Ah, sei lá o que tá acontecendo. Vamos lá, Daniela Lima, traga para nós. Seis dias atrás, 17 de setembro, dá-lhe. O estado de São Paulo revelou hoje que o governo Donald Trump colocou num documento endereçado à diplomacia brasileira que, abro aspas, dissidentes políticos fossem autorizados a concorrer nas eleições deste ano. Ao não mencionar ninguém, os diplomatas entenderam por óbvio, né, que se tratava de uma ameaça ou de um pleito para que, por exemplo, Jair Messias Bolsonaro, que tá com o título eleitoral, inclusive inelegível, né, disputasse a eleição, ou mesmo pessoas como Eduardo Bolsonaro, que tá foragido nos Estados Unidos, né, eh, porque já responde a processo aqui no Brasil por coação no curso do processo, eh, também gostaria de disputar a eleição, mas não vai a diplomacia. Eu fui conversar com as minhas fontes sobre a informação publicada pelo jornal Estado de São Paulo e confirmei esse documento foi elaborado como prévia de uma reunião entre Marco Rúbio, o chefe da diplomacia americana, e o nosso chanceler Mauro Vieira. Essa reunião aconteceria com os corpos diplomáticos dos dois países e também com os chefes da diplomacia americana e brasileira. >> Então vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Presta atenção, presta atenção, presta atenção, presta atenção. Só pra gente não perder o contexto. Só pra gente não perder o contexto. O Marco Rúbio e chefe da delegação gringa estadunidense iam se encontrar com Mauro Vieira, chanceler brasileiro e a delegação brasileira. Eles mandam o documento pra diplomacia brasileira. Os Estados Unidos mandam um documento paraa diplomacia brasileira mencionando as eleições e dando ordens, cursos, orientações de como deveria funcionar o processo eleitoral para ser reconhecido pelos Estados Unidos. a embaixada americana, a diplomacia americana, as lideranças americanas, Marco Rúbio tá dizendo, ó, pra gente reconhecer o processo eleitoral de vocês, precisa disso aqui, ó, e manda pra diplomacia brasileira antes de uma reunião. Então, ia rolar a reunião, antes da reunião, eles mandam pra diplomacia brasileira um documento. Mandou o documento, ah, chegou lá, bateu na porta lá do do hotel lá, jogou um bilhetinho de b deixou um bilhetinho ali na porta. O cara abriu a porta, viu um bilhetinho, pegou o bilhetinho, era da diplomacia estunidense. Aí ela, olha, olha esse bilhetinho. Será que é uma carta de amor? Não veio com flores, nem chocolates. O que será que tem aqui? Abriu. No documento tem orientações sobre as eleições. Ou seja, já é, já é, já é, já é indício. Queremos que as eleições funcionem assim para que elas sejam reconhecidas. Já é interferência na eleição externa. Aí o que que a diplomacia brasileira poderia fazer? Levar a sério esse documento e levar paraa discurdição na reunião. Falar que porcaria é essa? O que que tá acontecendo aqui? E traz o assunto. Ou ignorar solenemente, que é uma opção também que você pode fazer quando alguém te manda um bilhetinho e sem flores e sem chocolate. Você pode simplesmente ignorar solenemente, é uma opção. Porque, bom, sem chocolate, sem nem flores é o mínimo, né? Ainda, segundo a minha fonte, o time de Rúbio encaminhou ao time de Vieira este documento que continha uma outra assim, eh, esta para mim é o ponto mais importante porque denota uma uma tentativa de interferência direta no processo eleitoral. Estados Unidos arbitrando quem pode ou quem não pode concorrer no Brasil. Temos lei eleitoral, temos justiça eleitoral, temos devido processo legal. americano não arbitra quem é ou quem não é candidato segundo a lei no Brasil. Chupa. >> Mas não era só. Havia uma série de condicionantes comerciais que basicamente tratam o Brasil como um puxadinho, assim e ainda teria consequências deletérias para os negócios com o maior parceiro comercial do país, que é a China. Voltando à apuração, esse documento foi passado à diplomacia brasileira e abro aspas que disse minha fonte: "Nasceu morto, fecho aspas, não chegou a ser entregue formalmente na reunião entre o Rúbio e o Mauro Vieira, porque a reação da diplomacia brasileira foi: isso aqui é um absurdo, tipo, não tome nem conhecimento." Ah, o presidente Lula tem conhecimento, teve contato com esse documento? Não, né? O documento existiu? Sim. Ele depois foi levado pelo Rúbio. Não, o Rúbio levou essa questão dos dissidentes políticos para a eleição com o Mauro Vieira. Segundo as minhas duas fontes, não. Mas os Estados Unidos chegaram a colocar no papel a vontade de interferir nas eleições brasileiras, sem contar o apetite brutal pelos nossos eh bens, como terras raras, questão do setor sucro alcooliro, que é alvo de muita eh eh vista dos americanos, porque nosso etanol concorre mesmo eh brutalmente com a os combustíveis dos americanos e tudo isso, todos esses interesses econômicos ficaram expressos. ali a diplomacia Charlot do Brasil. Eh, isso ficou muito claro nas conversas. Eu posso até ler aqui para você uma das fontes com as quais eu comentei, com com as quais eu conversei. Eh, disse isso. Eu eu pergunto, né? Vou até eu gosto sempre de relatar a conversa como um todo, porque aí quem tá em casa eh entende também um pouco do nosso processo, né? >> Isso eu acho legal da da Daniela, ela lendo aqui diretamente o papo dela com a fonte. Dito isso, prestem atenção, é um documento que fala sobre eleições, falava sobre terras raras, indústria suco alcoleira, né? Busca de eh energias limpas alternativas. Cara, bizarro. O que que a diplomacia brasileira fez? O que ela sabe fazer de melhor? ignorou solenemente. Te lascar, doido. >> Pergunto muito bom dia. Gostaria de saber se esse documento dos Estados Unidos cobrando a liberação de dissidentes políticos na eleição existe? E aí a minha fonte respondeu: Existe e nasceu morto. Nunca foi eh parte, né, de negociação porque foi rejeitado de bate pronto pelo ministro. Qual ministro? O ministro Mauro Vieira. Eh, a linha do tempo traçada pelo jornal Estado de São Paulo, me diz a fonte, está correta. Houve, portanto, a prévia, eh, como eu disse, era uma prévia dessa reunião entre o Marco Rúbio e o Mauro Vieira. Agora, eh, segue a fonte. O assunto na reunião nunca foi suscitado. A negociação continuou. Depois houve a reunião dos presidentes Lula e Trump na Malásia e outra reunião com o ministro Mauro Vieira e a equipe do Marco Rúbio em Washington, além depois da conversa pelo telefone entre o Lul e o Trump. Ou seja, não houve impacto nas conversas, até porque o que o documento trazia era uma coleção de absurdos, me disse o diplomata. E aí ele fala: "Tenho ainda um par de observações. Eu disse: "Claro, o Brasil é uma democracia e democracia não tem dissidente político." >> Esta frase do nosso querido diplomata Fonte Daniela é assim, excelente. O Brasil é uma democracia. Democracia não tem dissidente político. A democracia você joga, joga o jogo. Ah, democracia liberal, burguesa. Sim, sim, sim, sim. Então, tá, tô de acordo. Uma porcaria. poderia ser muito melhor, poderia ser popular, poderia ser organizada a partir do do interesse do proletariado, dos trabalhadores, dos trabalhadores. Excelente. Mas dito isso, a democracia não tem dissidente político. Democracia não tem dissidente político. Tem quem topa participar do jogo representativo, atendendo a vontade popular em diferentes mecanismos. O que que a gente tem? criminoso preso, golpista, que atentou contra o estado democrático de direito, atentou contra a estrutura do do Estado brasileiro, contra a democracia brasileira, tá preso. Por quê? Porque é um criminoso. Atentou contra as regras do jogo. Não foi por dissidência política. Não é porque o partido A não gosta do partido B. É que se você comete um crime, você vai pra cadeia. Comete um crime contra a pátria. Hum. só pior a sua vida, mesmo que você seja um idosa. Então assim, [roncando] claro, interesse dos Estados Unidos intervir intervir interferir nas eleições brasileiras por n fatores, como a gente já comentou, e que aqui a diplomacia brasileira ignorou solenemente e vai criando as barreiras contra essa desgraça, o que não significa que a influência não corra por outros meios que não essas interferências diretas mediante o Estado, né, mediante relações estatais, ao contrário, que é o que a gente vai ver aqui hoje, por outros meios, está correndo interferência já dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Já estamos sob. Já estamos, já estamos. E nesse documento falando sobre eleições, quem deve ou não deve participar das eleições, que vai ser reconhecido pelas eleições nas eleições, né? Ou seja, o resultado eleitoral será reconhecido se e somente ser, né? Tais condições serão atendidas. Que menciona terras raras e indústria socleira. Diante desse belo cenário, o que se diz é que o Brasil se submeta às regras dos Estados Unidos e aceite, aceite que um estado estrangeiro gringo decida e determine sobre relações econômicas e políticas do país. A diplomacia brasileira, ministro Mauro Vieira, ignora solenemente, faz frente, excelente. Excelente. Em defesa da soberania nacional. O que o grupo, que não é oposição ou governo, é extrema direita. O que o grupo facho bolsonarista faz? Exatamente. O oposto. Ó, manda que a gente vai ver já já em vídeo. Manda carta de intenção para Marco Rúbio, que é esse que tava pedindo essas coisas agora, ofertando as terras raras, dizendo que vai criar um governo de transição que atenda tudo que eles pedirem. Isso não existe. Meu Deus do céu. Sabe o que que esses caras querem? Sabe o que que um um o Flávio Bolsonaro, sua equipe tá querendo? Que o Brasil vire uma Venezuela. Finalmente a promessa da extrema direita que dizia que o Brasil ia virar uma Venezuela, agora eles querem cumprir. Nós vamos virar uma Venezuela submetida aos interesses dos Estados Unidos pós expressão do gringo. Só que aí nem precisou sequestrar presidente. O próprio candidato já tá oferecendo de graça por nada. É inconcebível. É inconcebível. É inconcebível. Pós sequestro de Maduro, hoje na Venezuela, os índices de pobreza continuam iguais. A imigração de saída do país, né, de pessoas saindo anualmente, né? Então, na verdade, nesse ano, o que foi medido do ano 2025 para 2026, segue igual. Continua taxa de emigração alta, continua pobreza extrema. Dificultou e piorou o acesso à educação formal, dificultou e piorou o acesso à rede de saúde, tá? mesma desgraça que estava antes. Antes so cerco, agora não tem mais cerco. Agora o que tem é um acordo, um negócio feito, como disse Trump ontem, no qual depois de sequestrar, invadir e render um país inteiro, ó, tudo que vocês produzir de petróleo, vocês vão dar para nós e não vão ganhar quase nada em troca. Não vai ser benéfico para vocês, vai ser interessante pra gente, grande negócio pra gente. Conseguiram na negociação, não, nas armas, na pancadaria. Pronto. Que que o Flávio Bolsonaro quer? que o Brasil vira uma Venezuela. Parece que a gente vai virar uma Venezuela. Finalmente o Brasil vai virar a Venezuela. Cara, é bizarro. É bizarro. Bizarro, bizarro, bizarro, bizarro. E é isso. Exatamente isso. Querido Borduna. Bom dia, querido Borduna. Diz: "Há 4 anos a direita ameaçava que o Brasil seria Venezuela. Em 2026, a direita deseja ser a Venezuela. É exatamente isso, Fortuna. É exatamente isso. Em 2026, candidata à presidência, que só porque se o homem é ligado com muita gente poderosa, como a gente tá vendo, que não tá na cadeia, porque o que ele tá fazendo é crime les pátria, né? Deveria estar no chilindró e por outros muitos crimes cometidos, né? um bandido que nós temos enquanto opositor eh a outras candidaturas na corrida eleitoral, bandido do Flávio Bolsonaro, quer transformar o Brasil numa Venezuela junto com sua família. Ó que legal, uma família inteira vendendo o Brasil de graça, dando, doando, né? Ah, pode levar, leva tudo para você. O pior nem isso, né? pior 1/3 da população apoiando e falando: "É isso mesmo, essa ideia é excelente. Essa ideia é excelente." Ah, meu pai amado. Mas vamos lá, mais um pouquinho, mais um pouquinho aqui na vídeo de Dani Lema antes de continuar. Dois, os pedidos no campo econômico comercial eram igualmente absurdos e inviáveis. Três, o útil nisso tudo é saber o que eles querem aocanhar do Brasil e o que terão no caso da eleição de um presidente amigo. E aqui ele não menciona, mas está falando sobre qual vai ser a voracidade, o apetite e a aparente disposição eh de eh Flávio Bolsonaro de reagir, brecar ou frear o que é irrefreável apetite de Donald Trump. Charlot, >> ó que da hora. Vou repetir, voltando ao contexto, ó, o que que o a fonte que a Daniela, com que a Daniela tava conversando, né? A fonte da diplomacia. O que que o cara diz? Ó, esse documento, ele tem três, tem três elementos importantes nele. >> Eram igualmente absurdos e inviáveis. Três, o útil nisso tudo é saber o que eles querem ahar do Brasil e o que terão no O útil desse documento é saber o que eles querem. Terras raras, indústria sucoli intervenção aqui nas eleições, tá? E o que que eles terão se tiver um presidente, se tiver uma diplomacia, se tiver uma estrutura de estado que entrega de bandeja, que que eles conseguem? caso da eleição de um presidente amigo. E aqui ele não menciona, mas está falando sobre qual vai ser a voracidade, o apetite e a aparente disposição eh de eh Flávio Bolsonaro de reagir, brecar ou frear o que é irrefreável apetite de Donald Trump. Charlot, >> vou vou juntar uma peça nesse quebra-cabeça que também falei com a minha fonte no Itamarati. Tudo bem por aí? Qual o status, qual o status desse documento de 21 pontos que os Estados Unidos apresentaram em outubro do ano passado nas negociações com o Brasil? Qual o nível de oficialidade desse papel? E o que ele me usou aqui de expressão, Dani, que complementa um pouco a tua apuração, foi expressão balão de ensaio. Ele considera que isso foi introduzido no documento. Eh, o vazamento não se deu através do Brasil. Esse documento, segundo essa fonte, foi obtido com fontes americanas porque é um documento americano. Ele entende que ali foi um teste para ver a reação brasileira. O Brasil simplesmente ignorou o pedido. E uma prova disso interessante é que logo depois de ter sido apresentado esse documento extraoficialmente, que não se não chegou sequer a compor a pauta da negociação oficial entre os chanceles do Brasil e dos Estados Unidos, os Estados Unidos suspenderam a lei Magnitsk. Então ele usa essa informação como um atestado de que o Brasil não se dobrou a pressão e de que essa pressão foi um balão de ensaio, sequer chegou a ser levado a cabo. Mas eu quero citar aqui uma um cruzamento que eu acho que a gente tem que ficar de olho nele. >> Importante importante, importante. Quando falar do balão de ensaio, fez esse foi um teste. Vamos ver como é que os caras responde. Sabe por quê? Porque o Brasil ainda não é uma Venezuela, né? O Brasil ainda não é uma Argentina. O Brasil ainda, ainda, pelo menos até o que nos consta, não é um país que não tem força estruturada, institucional, diplomática, econômica, capaz de não ter que ceder a pressões ou a espirros ou a tentativas de qualquer teste de um de um outro de um país gringo qualquer, no caso dos Estados Unidos. Então, fez o teste. Como é que será que esses caras responde? E responde maneira como deve responder. Ah, tá de sacanagem. me joga esse papel no lixo, não serve para nada. E é isso que tem que fazer. Mas, mas se fosse qualquer outro tipo de diplomacia, de governo, de estrutura que estivesse ali, sabe o que que faria? Levaria a sério esses 21 pontos. Ia testar negócio, ia falar: "Eita, eles estão ameaçando nós, ó. Eita, eles estão vindo para cima da gente, hein? Ei, meu Deus! Que que a gente faz agora? Não, meu irmão, cabeça erguida, pé no chão, tá suave. Ignora isso aí, tal qual o Lula ontem diante de Marco Rúbio. Deixa o maluco no vácuo. Entendeu? Não, mas é importante entender isso. Essa diferença, ela é fundamental. Se fosse um qualquer outra estrutura diplomática, qualquer outro negócio que ficasse ou com medo ou fosse negociar ou levasse isso pra pauta, foi um teste, cara. Jogou, jogou um verde para ver se se colhia maduro. Tentou, tentou pegar e não pescou. jogou o bait e não caiu. Isso é importante. Seriade de governo sério, de diplomacia séria, gente estruturada com bom senso e que entende o tamanho do próprio país, a força do próprio país e a capacidade de resposta que tem, inclusive de ignorar solene. é o cruzamento da expressão dissidentes políticos com respeito ao resultado das eleições livres e justas. Porque se existe alguém dentro do governo americano que introduz isso no documento, que chama os golpistas do 8 de janeiro de dissidentes políticos e que diz que vai reconhecer o resultado da eleição se ela for livre e justa, certamente essa pessoa, seja ela quem for, e a gente sabe o quanto o governo americano é loteado em diversos interesses, alguns deles bem agressivos em relação aos países da América Latina, essa pessoa não vai considerar que o resultado de uma eleição na qual o Jair Bolsonaro não tenha podido participar ou o Eduardo Bolsonaro não tenha podido participar Tá? Seja uma eleição livre e justa. Isso. >> Preste atenção. Eu vou colocar de novo. Você vai usar o C fala, cara. Pode crer. É isso. Dentro dos 21 pontos tem aceitar o processo eleitoral como justo, reconhecer o processo eleitoral como justo e que os dissidentes, na verdade, os criminosos, né, que atentaram contra o processo democrático, pudessem participar. Que acontece? Se você tem esses dois pontos, adivinha qual já é a potencial resposta de quem inseriu isso no documento? >> Não vai considerar que o resultado de uma eleição na qual o Jair Bolsonaro não tenha podido participar ou o Eduardo Bolsonaro não tenha podido participar seja uma eleição livre e justa? Isso para mim é líquido e certo. Se você considera que tem dissidentes políticos que estão impedidos de participar da disputa eleitoral e o resultado da eleição se dá com um vencedor que não é aquele considerado como dissente político, você pode dizer que essa eleição tá viciada. É claro que não faz o menor sentido, mas faz sentido do ponto de vista da arquitetura desse pensamento intervencionista americano. Ele não é prevalente dentro do governo americano, ele não é hegemônico, não é ele que sobra no fim do dia, não é ele que se impõe, mas ele existe. Então existe uma ala muito agressiva intervencionista no governo americano que trabalha com o cruzamento dessas duas coisas. Considerar que há dissentes políticos e considerar que a eleição não terá o seu resultado reconhecido se não for livre e justa. o que inclui o reconhecimento de que esses presos são prisioneiros políticos. >> E assim, >> cara, isso não é um dado de menor importância. Isso não, isso aqui é de seis dias atrás de um documento que foi trazido a público, vazado pelo governo estadunidense de um negócio que foi apresentado paraa diplomacia brasileira no ano passado, o começo desse ano, antes do Lula ir paraa Malásia. encontrar o Trump. Então, é um processo que já está vindo aí, já estão fazendo testes com a diplomacia brasileira, com as instituições brasileiras, com o governo brasileiro, do quanto rende e empurrando esta sombra de que as eleições não serão reconhecidas se quem ganhar não for o candidato do interesse gringo. Mas isso já está cantado, já está assim em tudo quanto é canto, mas está pronto. Nós teremos três turnos, tá? Se Lula vencer, nós teremos três turnos. Primeiro turno agora daqui a 10 dias. Primeiro turno daqui a 10 dias, 11 dias, sei lá. Segundo turno, sei quant dia depois, final de outubro. E o terceiro turno começa assim que Lula foi declarado vitorioso, vencendo candidato Luiz Luiz Inácio Lula da Silva, o terceiro turno começa, que é garantir o reconhecimento das eleições, porque imediatamente por pressão interna e externa vão dizer foi fraudado. Mas não tenha dúvida. Não tenha dúvida disso. E esse terceiro turno será um inferno na terra. Isso porque o Brasil, como nós comentamos na primeira parte aqui de nossa live, é um território central para a doutrina Don Roll, para garantir estrategicamente a força do bloco territorial que eles querem reconstituir. Central, central, central, central. Só que sabe que com o Brasil, apesar de existir a possibilidade de ameaça, de invasão, de ataque, etc, etc, etc, não dá para fazer esse jogo imediatamente. Porque na história brasileira, nós somos praticamente os reis da diplomacia internacional. Nós somos o pessoal mais legal do mundo. Nós somos o grupo mais divertido da festa. E a pessoa mais carismática e divertida da festa, você não pode chegar agredindo ela. Ninguém vai gostar de você. Você vai ter que fazer algo que essa pessoa pareça ser uma pessoa horrível. tem que desmantelar essa imagem, né? Não vai dar para fazer assim. Apesar de existir a possibilidade de intervenção e de de invasão, essa coisa toda, que eles gostam de atacar o terror, não dá para fazer isso especificamente com o Brasil. Então o processo vai se dar por influência de simulação e o uso dos interesses de brasileiros e brasileiras que cá estão. O uso de interesses, gente, aqui para tentar fraudar as eleições e para tentar garantir que Trump realize os seus desejos e interesses que t a ver com o capital industrial gringo, com as Bigs, eh, em em particular, né, em especial. Certo? Então, preparem-se para o terceiro turno, tá? Terceiro turno será um inferno na Terra, mas vai ser terrível, terrível. Mas aí aquele ponto, né, que é um ponto importante, porque o que acontece se fosse só um bando de doidinho, tal qual Flávio Bolsonaros bolsonarista, é um bando de doidinho, né? Mas esse bando de doidinho encontra interesses locais muito grandes. Nós temos elites locais brasileiras, parte da burguesia brasileira que se alinha automaticamente aos interesses gringos, seja por burrice, que é um dado relevante da realidade social, mas a burrice não pode ser considerada um elemento fundamental. A gente tem que procurar outros, né? Apesar da burrice ser um dado relevante, muito importante para pr interpretação da realidade da realidade social. que é o seguinte, nós temos parte da burguesia brasileira, uma menor parte que é relativamente nacionalista, relativamente, porque fala: "Pô, ganho meu dinheirinho aqui atendendo ao mercado interno, preciso dele e transferir para fazer especulação financeira não tá valendo a pena e nem jogar lá para fora. Então, não, é uma parte pequena, mas ela existe. É uma parte então que se alia mais a setores progressistas. E outra parte mais tradicional da burguesia brasileira e uma parte de molecada aí de mercado financeiro, né, também que faz investimentos para fora porque gosta dessa brincadeira de especular, então precisa defender esse negócio contraditoriamente menos progressista, progressista na gringa, menos aqui contradições da vida, como a gente comentou, né, no comecinho da live, existe um capital burguês nacionalista em especial é que não é nacionalista, mas que é nacional, né? Então, parte da burguesia nacional que não é nacionalista, que atende os interesses gringos por muitos fatores, muitos fatores ideológicos de burrice e outros econômicos propriamente dito. Por quê? Porque ali é a burrice, é o ódio que tem para país, inclusive, ao fato de que imediatamente ganha dinheiro, imediatamente faz capital, imediatamente ganha recursos, enriquece. E isso é um dado importante. Uma vez estava dando aula de de teoria da dependência e explicando a inserção dos países a época chamado subdesenvolvidos ou terceiro mundo, dos países periféricos no mercado mundial. É um processo recente, então a gente às vezes não entende isso. Então vou ser bem didático. A medida que no final do século XIX os países da América Latina vão se tornando repúblicas independentes que tem autonomia política. Essas novas elites com autonomia política, separadas agora das metrópoles, pensam como é que a gente faz o dinheiro, como é que a gente enriquece, como nós nos inserimos no mercado internacional, qual o nosso papel? Aí eles olham o que eles têm à disposição. Olha, grandes terras, latifúndio, produção de açúcar, café, banana, extração de minérios. É o que temos. e assim enriqueceremos. E se inserem no mercado internacional, inserem a si mesmos com uma economia dependente, porque não é capaz de ter relativa autonomia, de decidir o que vai produzir, simplesmente segue o fluxo atendendo as demandas externas, né? Então, a economia dos países periféricos se desenvolve, se autonomiza, autonomiza entre aspas, não se autonomiza, se desenvolve, se estabelece, se insere no mercado mundial. Desde sempre, desde a independência, no final do século XIX, se insere vendendo o que tem e atendendo aos interesses externos. Esses interesses externos, agora já sob industrialização moderna, em marcha, precisam precisam de novos territórios que produzam seus insumos. Porque o que que acontece na Inglaterra, por exemplo, quando você tem uma indústria em Manchester, a indústria em Manchester, a indústria monopoliza todo o território no entorno, todo, porque todo interior agrícola tem que produzir os insumos para a indústria. Então, vai virar monocultura, o pessoal perde a terra, não sei o que lá para atender essa indústria. que aí, pô, não vai dar mais para ficar produzindo alimento para todo mundo e nem os insumos pra indústria, porque uma hora vai acabando. Precisamos de novos territórios, pô. Vamos buscar. Começa a tentativa neocolonial lá, pegar a terra. Quando encontra países no final do século XIX independentes na América Latina, por exemplo, vamos negociar com essa galera. Ou precisamos de tais insumos, vamos comprar de vocês. Aí nessa troca, o que que os caras faz? Pô, vamos vender para eles. Vende e faz de e vende faz que eles e vai comprar o quê? Vai comprar o que que a gente compra, pô? Vamos comprar os produtos mais legais, vamos comprar as coisas mais interessantes que existem na humanidade, vamos comprar os produtos que a indústria tá produzindo. Indústria nossa, nacional dos países latino-americanos, não. Fora, porque a gente não tem indústria. Então, a inserção da burguesia nacional tradicional dos países periféricos, especialmente na América Latina, no mercado mundial, é uma inserção dependente. Aí do ponto de vista do país, é uma bosta. Por quê? Porque a galera continua pobre, a gente não tem autonomia relativa para decidir o que a gente vai produzir, a gente fica nas flutuações dos interesses do mercado externo. Mas paraa burguesia, para elite é ótimo, porque porque estão fazendo dinheiro. Então não faz sentido falar, porque vamos gastar dinheiro, vamos gastar parte dos nossos recursos pra gente fazer uma indústria. Não, mano, [ __ ] trabalho, perde tempo, perde recurso, custoso. a gente já tá fazendo dinheiro, vendendo para fora. A burguesia tradicional da América Latina nasce assim. Aí no início do século XX começa por n fatores conjunturais que eu não vou entrar nesse momento, a surgir uma outro tipo de burguesia que queria disputar com essa velha burguesia e fala: "Pô, gente, pera aí, mas dá, a gente precisa industrializar, a gente precisa aqui fazer uma grana de outro jeito, ter mais relativa autonomia pra gente poder fazer, lucrar melhor, não dá pro só passar gal e começa uma disputa interna entre diferentes burguesias, no caso, inclusive, especialmente a burguesia ligada ao agronego, o que a gente chama agronegócio, e é a burguesia industrial das cidades que vai surgindo durante o século XX, né? Primeira metade em especial na América Latina, especialmente no Brasil e no México. E que daí então a gente tem os processos de modernização aqui das nossas economias, especialmente no Brasil e no México, dão uma estrutura muito boa em relação aos demais para conseguir conseguirem ser players com maior capacidade de influência no mercado internacional. Ainda assim, essa burguesia nacional foi massacrada ou nacionalista, né? essa burguesia um pouco mais nacionalista foi massacrada com a inserção do neoliberalismo. E aí a financiarização da economia, essa coisa toda, as indústria nacional já era. Umas porque os caras saíram vendendo mesmo, falou: "Ah, a gente vai ganhar dinheiro se a gente sair da produção industrial e for pra industrial, pra produção eh pra especulação financeira, a gente vai ganhar muito mais dinheiro pra circulação de capitais internacionais, vamos paraa banco, vamos fazer essas coisas, vai ganhar muito mais dinheiro, né? que aí é os industriais que a gente tem aqui que atendam contra a própria indústria, né? A FIES Fiesp aqui no centro de São Paulo, atenta contra a própria indústria. Os caras atentam contra si mesmos. Por quê? Porque tão fazendo de dinheiro de outro jeito. E aí entra uma novo, um novo ciclo de loucuras. Mas para dizer que uma boa parcela da burguesia nacional brasileira não é nacionalista, ao contrário, ela tá habituada a fazer dinheiro vendendo para fora o mais barato que for, porque ela se dá bem e [ __ ] Inclusive porque ela nem se percebe como parte do mesmo país que a massa trabalhadora. Isso não é um dado menor, isto é verdade. Esses caras olham pra massa de trabalhadores e trabalhadoras e não se vem como parte do mesmo povo, da mesma gente. Não se vê. Por isso quando olha para um operário presidente que veio do interior do do Nordeste tem ódio e acha inaceitável. Não é só por causa do negócio. Atrapalha o negócio, mas entra esse outro fator também. e se identifica muito mais com uma pessoa laranja que é presidente de um outro país e vai atender os interesses desse outro país. Inclusive, se possível for, vai se mudar para Miami, instalar uma empresinha lá e ficar explorando o trabalho, o o trabalho brasileiro aqui, o capital brasileiro aqui. galera que financia Flávio. [suspirando] Mas não só, porque também tem gringo que financia o Flávio. E essa é a parte desagradável que a gente vai ver agora. Que o Brasil vai virar uma Venezuela, né? Brasil vai virar uma Venezuela graças à direita. Ai mano, a direita brasileira ela ela incrível. Bom dia querido Cléber Lauer que chegou, cheguei. Chegou diz Cristiano BR traço GV lá. Povo mais subso da terra. Eu não sei se é o mais, mas a gente tá tá bem na competição. No Z4 a gente não tá. Bom dia, querido Guilherme que diz bom dia, Torre Mediadores. Bom dia, querido Guilherme, tudo bem com você? Diz que Porduna. Neoliberalismo que vem forte com Reagan, domina com o fim da União Soviética e prometeu não entregou nada em 30 anos. Só a China não embarcou nessa. Então não foi só a China. Tudo bem, OK, entendi o comentário. A gente comentou um pouquinho antes, chegou um pouquinho depois sobre o processo acelerado de falência do próprio neoliberalismo, da estrutura neoliberal globalizada, como ela faliu muito rápido, muito rápido. E uma galera que fica chamando tudo que não gosta de neoliberal não percebeu isso, né? o que eu não gosto, né, liberal, não percebeu a falência rápida desse sistema. E as alternativas que nós temos hoje, seja nos bricks e busca por um mundo multipolar, por exemplo, né, que hoje é a grande oposição que nós temos, ou a doutrina Donro, né, com Trump e os Estados Unidos tentando reavivar um tipo de imperialismo novo que vai cair, mas quer cair atirando. [roncando] Ambos são frutos da falência do neoliberalismo. Ambos, ambos os projetos. Ambos, ambos são fruto dos limites do neoliberalismo que rapidamente e aceleradamente destruiu suas condições de existência. Rapidamente, rapidamente. Ele se destruiu muito rápido, muito rápido. De seguido, Guilherme, antigamente era mortadela versus coxinha, hoje é picanha versus Doritos [risadas] versus tacobelus, né? Diz que do Guilherme, o neoliberalismo é aquele meme do cara cortando o tronco em que ele tá sentado. Exatamente. É exatamente isso. E o próprio Estados Unidos criando neoliberalismo, ele só catalisou o processo de cortar o galho sobre o qual ele tava sentado. Mas não tenha dúvida disso. Mas meu povo, vocês acham que é só isso? Não. Nós estamos diante da eleição mais importante da história e nós não estamos tendo consciência disso. E a extrema direita brasileira quer transformar o Brasil numa Venezuela. a Venezuela após a invasão de Trump. Mas vamos lá. Se eu falei dos políticos do da da das como é que é que fala? do financiamento de Flavinho, né, de Flávio Bolsonaro, do criminoso Flávio Bolsonaro por burguesia nacional que faz dinheiro entregando a si mesma. Por outro, nós temos também o financiamento gringo e eo aqui. Vamos lá. Pera, pera aí. Não, acho compartilhei errado. E Eo aqui a gente não tá entendendo a dimensão do que está acontecendo nesse território. Lá vamos nós, hein? Prepara-te. 3 2 1 foi. [roncando] Olha, um grupo dos Estados Unidos ligado à campanha de Flávio Bolsonaro tem conexão com um projeto de terras raras no sul da Bahia. A revelação é do jornalista Paulo Motorim da Newsletter Noites Húngaras em parceria com o Amado Mundo. O grupo se chama Hock Bridge Network, que é uma rede de empresários conservadores que discute dar aos Estados Unidos acesso privilegiado às terras brasileiras caso Flávio seja eleito. E isso já saiu do papel, tá bom? Um fundo ligado ao grupo que tem como sócio Donald Trump Júnior, que é o filho do presidente dos Estados Unidos, investiu 65 milhões de dólares na Vulcan Elements, que é fabricante de imans de terras raras, que tem acordo com uma mineradora na Bahia. Lucas, olha isso, >> Roberta. ter a conexão com a campanha Tem Nome e sobrenome. Pedro Sang, articulador da Rock Bridge no Brasil, foi quem montou a estrutura do comitê de Flávio em São Paulo, se apresentando como Pedro da Rock Bridge. Nada mais é bem direcionado, né, >> cara? Prestem atenção nessa informação. O cara que montou a estrutura de campanha de Flávio Bolsonaro na cidade de São Paulo. É um mano que se apresenta como Pedro da Rock Bridge, Pedro desta organização gringa, cujo um dos grandes financiadores é o filho do Donald Trump e que foi fundada pelo DJ V, vice-presidente dos Estados Unidos. cujo interesse é obter terras raras do Brasil, mano. Se isso não é motivo paraa cadeia, é não sei quê, se isso não é declaradamente um atentado contra a pátria, né? Se você tem interferência gringa, isso aqui já é escancarada interferência gringa nas eleições brasileiras, assim, não pode ter financiador gringo, não pode ter mano ligado a esse tipo de coisa. Não pode não, não pode, não pode, não pode. A Rockbridge como empresa atuando na campanha de Flávio Bolsonaro, que já prometeu em carta um governo de transição que atenda os interesses e os pedidos e os desejos dos Estados Unidos. enviada a Marco Rúbio. Esta eleição é Brasil versus Estados Unidos. Esta eleição é uma eleição alternativa. Alternativa a doutrina Don Roll. Imperialismo gringo na veia. Imperialismo gringo decadente na veia. O Brasil e as eleições do Brasil hoje são estratégicas para o planeta. Esse é o grau de importância. Pelo amor de Jesus Cristo. É estratégico para o planeta. Não é uma eleição só entre partido A e partido B. Nós estamos discutindo relações determinantes para a viabilidade de projetos alternativos conflitantes diante da falência do neoliberalismo. Um desses projetos é um projeto multipolar ou que busca organizar uma ordem com maior, perdão, com maior relativa, relativa autonomia entre países, com maior relativa autonomia entre países, como China, Rússia, Brasil, o Sul global. Perdão. O outro projeto é o projeto de imperialismo declarado e explícito sobre a chamada doutrina Don R, que é a doutrina do porrete na mão de um laranja maluco. Essa doutrina como alternativa busca fortalecer as bigteags e a indústria do do capital industrial nacional estadunidense na base da pancada, da porrada, da influência, da interferência, de invasão, do que seja necessário. Só que no meio desse projeto tem um impecílio, um grande impecílio, eleições no Brasil. E sim, nós temos hoje um papel fundamental enquanto eleitores dentro de uma democracia burguesa liberal. Sim, é democracia burguesa liberal, representativa piriri porá. Mas dentro desse jogo, enquanto trabalhadores e trabalhadoras, enquanto eleitores, enquanto anti-imperialistas, se assim quisermos, enquanto antifascistas, se assim quisermos, de decidir, não usando urna como caixinha de recado, né? Ai, gente, eu mas eu quero dar um recado nas urnas. recado você dá em Correia Elegante na festa Junina, na festa São João. Aí você manda recado. Hoje, hoje o que a gente faz na urna é decisão sobre projetos alternativos, não só de país, mas dentro dessa disputa global. E entendendo isso, quando você ouvir ontem ou rever hoje o rever hoje ou reouvir hoje a oposição entre o discurso de Lula e Trump na ONU, você vai entender a dimensão disso. Meu Deus do céu. São as eleições mais importantes da história e não só do Brasil. Obviamente a história do Brasil, falo isso com tranquilidade, mas com impactos para o planeta e para futuros, viabilidade de futuro. Cada escolha, cada decisão, cada alternativa é eliminação de todas as demais. Cada decisão tomada reduz as possibilidades de ação seguinte, subsequente dentro de critérios de factibilidade da realidade. Então, dito isso, quando você olhar o cenário eleitoral, quando você olhar o cenário do que nós estamos vivendo politicamente hoje no Brasil, quando você for lá fazer uma reflexão mínima na sua casa, com todo o ódio que de classe que você tem, com toda a raiva que você tem aos limites de um governo de conciliação, com tudo isso que você tem, quando você fizer isso, lembra do que é possível e do que está em jogo e em curso. Um governo gringo não faria esse esforço inteiro para tentar derrubar ou atrapalhar a eleição se não fosse questão central para sua estratégia. Então, quando você for na urna e vai apertar 13 e confirma, já vai treinando no microondas aí da sua casa para não errar. Quando você for fazer isso, faça corretamente, faça consciente desse processo. Eu não gosto do Lula, eu não gosto do PT, mas eu acho que eles são liberal entreguista. Meu irmão, olha a realidade. Olha o que está acontecendo. Seja materialista, seja dialético, bote o pé na história, veja nos seus olhos, diante da tua cara, do que tá rolando. Porque esse papo aqui ele não vai chegar em quem não é já de esquerda. Nós já estamos aqui. É entre nós que a gente tá conversando. Certo? Bom senso. Bom senso. Piliil, disse Guilherme. É 13 pilim. Bom dia, querido William que diz bom dia, camaradas. Bom dia, querido William. Diz que Guilherme, teve um carinha lá que falou independência ou morte, né? Teve, teve. E no caso nem ia rolar tanto desespero, mas agora a gente tá meio nessa. Tem de morango, tem de entreguismo. Exatamente. [risadas] Diz que do Guilherme, mas não tem de morango. É, é, é. Desquito do Cristiano. Lula é o cabra safado, mas é o que tem pelos Mas é o que tem pelos democratas americanos. Eu quase entendi. Eu quase entendi. Quase. Eu vou chegar lá. Diz querido Guilherme Montoles. Bom dia. Bom dia, querido Guilherme. Tudo bem com você? Espero desejo que sim, meu querido. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Que momento que nós estamos vivendo, gente. Que momento. Mas a gente acabou de começar a ver a Rock Bridge. Acabamos de começar a ver a interferência gringa na própria campanha do Bolsonaro. E lá vem mais. E a conexão política, Roberta, não para por aí. O candidato ao governo do Rio, André Marinho, aliado de Flávio, elaborou memorando, defendendo que o Brasil se alinha aos Estados Unidos na exploração de minerais críticos. O próprio Flávio já disse lá em março que o Brasil seria a solução pros americanos reduzirem a dependência da China. Não há provas de que Flávio ou seus aliados tenham participado diretamente da compra das áreas na Bahia. Mas o discurso da campanha coincide com os interesses econômicos desse grupo. Flávio, André Marinho e as empresas envolvidas não responderam ao Paulo Motorim até a publicação da reportagem. Roberto, o merda do André Marinho escreveu um texto em inglês, uma cartinha em inglês de intenções oferecendo o Brasil de bandeja. O Flávio Bolsonaro já escreveu também a cartinha, um textinho entregando o Brasil de bandeja. Eu não sei mais. Eu não sei mais. O que que a gente precisa ver para entender que a disputa não é Flávio Bolsonaro ou Lula? Não sei o que que a gente precisa ver mais, entendeu? Ah, eu sou aqui de esquerda radical. Eu sou mesmo. Sou sou comunista. Sou também. E eu sou a favor da autodeterminação dos povos. Sou a favor de um mundo multipolar. Sou a favor do interesse da classe trabalhadora, que tem autonomia sobre teu território, sobre sua economia, sobre sua nação. Adivinha quais opções você tem hoje para vivenciar dentro da democracia burguesa o mínimo de factibilidade para que essas essas viabilidades de de seus desejos e sonhos aconteçam. Tô trazendo isso porque a gente não tinha que tá discutindo. Ai gente, mas olha o Lula ou pedindo desculpa para votar no no Lula, meus amigos. Não tem que pedir desculpa, não tem que falar: "Ah, mas eu não gosto dele por causa, meu irmão, hoje você tem que entender o papel das eleições brasileiras e qual elas, que que ela tá fazendo, o que que ela tá jogando." Isso é muito sério. Não é brincadeira, tá ligado? Não é vontade, não é estética, não é, não é bom, é um mínimo de bom senso. Mas política não é só eleição. Não, não é, não é mesmo. Que bom que a gente é militante, que a gente faz política em tudo canto, é canto e atua. Mas dentro desse mundo de canto que a gente tem, tem uma coisinha que a gente precisa fazer em outubro agora, dia 4, aí depois de de do final de outubro e aí tem o terceiro turno, que o terceiro turno é defender o processo eleitoral brasileiro que vai ser contestado na gringa. Sim, sim, ele será contestado. Quer dizer, se o Lula ganhar, havendo vitória de qualquer coisa que não seja atender os interesses gringos dos Estados Unidos, haverá contestação das eleições. Haverá. Não, se tá escrito que a gente vai ter o terceiro turno. Isso é sério. Isso é muito sério. Certo. Deixa eu pegar aqui que tem mais. E lá vem mais. É, meus amigos, não, não para de vir coisa. Não para de vir coisa. Bom dia, quero Rubens. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. Diz Rubens. Bom dia, chat. Bom dia, Brunos. Bom dia, Rubens. >> [limpando a garganta] >> E lá vem mais agora nosso querido. Qu Ah, pera aí. Nosso querido Kenji vai mostrar um outro fato de influência e de tentativa de manipulação das eleições por parte de Gringo. Vamos lá, Ken. Ken do Normose. Um beijo, Ken. Deus abençoe. E lá vem mais. Preparem-se. 1 2 3 e foi. >> Então tem dinheiro americano manipulando a eleição via casa de apostas. Denúncia séria. Vem comigo. Olha para esses prints aqui. Essa página é a UHN Plus, tem mais de 1 milhão de seguidores e é um perfil de notícias do sul da Flórida. E presta atenção na bio do Twitter, powered by Polymarket. Polyarket é uma casa de apostas que se disfarça de pesquisa eleitoral. para manipular mercado. Ela foi proibida lá nos Estados Unidos e também aqui no Brasil pelo Ministério da Fazenda. Foi bloqueada pela Natel e mesmo assim ela tá pagando postagem de eleição para elogiar o Flávio Bolsonaro. Isso é aposta ou campanha? Pesquisa eleitoral séria. Tem método, jeito de fazer, registro, margem de erro. Aposta não, aposta é só manipulação de mercado. São coisas completamente diferentes. Só que quando isso chega na sua timeline, você não sabe disso. E tem mais. O perfil em português da Polyarket Brasil tem mais de 200.000 seguidores. Elogio ao Flávio, elogiou o Flávio, elogiou ao Flávio, elogiou a Israel elogiando o Flávio. Quem tá por trás da Poly Market? Bem, eu vou continuar essa série. Me siga para mais vídeos e compartilha que amanhã tem mais. Spoiler, o sobrenome é Trump e os bilhões de investimentos da Polyarket. O bagulho é sério. Vamos conversar. Compartilha esse vídeo. O sobrenome é Trump porque é o filho do Donald Trump. Trump Júnior, Trumpinho, o filho do Trump gastou sei lá quantos milhões de dólares na Polyarket e usa essa birosca para influenciar eleições e seus interesses, garantindo seus interesses. Aí jornal brasileiro sabe o que faz? pega a informação da Poly Market e solta em manchete e não fala casa de aposta diz polymket, né? Pesquisa Poly Market, intenções de polymarket, pode essas coisas. Nossa, será que tá tendo interferência? Não sei, não sei, não sei. Quem sabe, quem sabe, quem sabe? Aí saiu o posto da Poly Market, o Elon Musk foi lá e uou, que incrível, tem força. O endosso de todo Canté Canalha gringo pra candidatura de Flávio, esse bandido, esse criminoso. Ah, mas vocês estão entendendo? Por isso a gente começou essa live falando um pouco sobre conjuntura internacional. Por isso a gente começou essa live falando sobre a importância do papel do Brasil nesse processo. A gente tem que entender o que tá acontecendo. Ainda mais se a gente se diz marxista, materialista, histórico, dialético, sei lá, bota o nome aí que você achar legal para mostrar que isso é bacana. Pelo amor de Deus, entenda, bota o cérebrozinho para funcionar. Qual o teu papel militante hoje? É sinalizar a virtude para conseguir uma base legal, falar: "Olha como eu não me misturo com essa gentalha". Ou entender o que tá acontecendo e explicar esses processos. [ __ ] meu. [suspirando] Ai, ai. Deixa eu pegar mais um videozinho aqui. Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? Cadê? H. Tá. Eu vou botar aqui um trechinho do discurso do Lula e depois discurso do Trump. Eh, pera aí, peraí. Esse aqui é o de ont. Eu acho que é. Vamos lá. Pera aí agora. Vamos lá. Vamos ver o discurso do Lula, depois o discurso do Trump e seguiremos aqui no nosso papo. Vocês vem, né, mano? A brincadeira é séria, porque dentro desse conjunto, dentro dessa conjuntura que a gente tá vendo, dentro dessa linha, se você prestar atenção nos discursos de ambos ontem, você entende mais ainda a gravidade do que tá rolando, tá ligado? É coisa séria, meus amigos. É coisa séria. Diz aqui do Ruben. O Intercept fez uma matéria sobre a bilionária Dina Reinhar, dona de uma mineradora que quer explorar terras raras em uma área de preservação militar na Bahia. Se a gente perder tão pesado. É, a gente acabou de passar pela rock bridge que tá explorando lá. Ai meus amigos, vamos lá, vamos lá, vamos lá. Um tentando evitar que o Brasil vire a Venezuela e o outro querendo que o Brasil vire a Venezuela. Vamos lá, né? Espero que vocês tenham entendido a provocação. Foi dois três e meus cumprimentos ao presidente da assembleia geral, embaixador Calilu Ram de Brangadeste. Saúdo cada um dos chefes de estado e de governo e delegadas e delegados presentes. Dirijo-me em particular ao secretário geral das Nações Unidas. Ao longo de seus dois mandatos, Antônio Guterrez foi testemunha direta dos crescentes desmandos da superpotência. Senhor presidente, essa é a 10ma ocasião em que abro o debate geral desta assembleia. Desde que ocupei pela primeira vez esta tribuna em 2003, este é o momento mais crítico das Nações Unidas. O sentimento que me move hoje é o da indignação. A ONU está falhando em uma das suas missões mais elevadas. a delivrar o a humanidade do fragelo da guerra. Sua credibilidade nunca esteve tão baixa. Sua capacidade de proteger os mais vulneráveis, os que não têm exércitos nem arsenais, nunca foi tão pequena. Somos todos reféns do imobilismo de um conselho de segurança que não cumpre o seu papel. Em 19, >> meus amigos, isso aqui, essa traulitada na ONU, que na verdade o objetivo era chegar em última instância ao conselho de segurança para dizer o conselho de segurança não tá servindo para nada. Quem é o conselho de segurança? É praticamente o chamado ocidente, norte global, mais russo e China, né? E aí que estão em minoria nessa brincadeira, minoria flagrante e estão lá porque tem as bom capacidade de mobilizar algumas coisinhas importantes aí nesse planeta que fazem com que você se torne um negociador, né? Quando o Lula fala que a ONU falhou, que a gente tá aí sobre guerras que não para e a para acertar o conselho de segurança, é para dizer essa ordem ocidental estabelecida bateu no teto e vocês não estão dando conta. E é algo que ele já tem falado para dizer, deixa, amplia esse esse conselho ou tira esse conselho de segurança e deixa a gente negociar de outro jeito, sem poder de veto. Você vê que a coisa fica um pouquinho diferente. E aí o que ele tá fazendo é conclamar os demais a aderirem uma ordem que não seja submissa ao conselho de segurança. O que está fazendo o nosso querido Lula é chamando aliados. Gente, se organizar direitinho, a gente não fica na mão dessa galera aqui. E a ON é um espaço aqui pra gente começar a fazer esse papo, hein? Olha que legal. Na base da pancada não vai rolar. Vamos trazer os coleguinhas. Lula tá defendendo a ideia de uma outra ordem que não seja submissa a essa estrutura. Tudo bem? Então ele ataca, critica a limitação do Conselho de Segurança, critica essa limitação para poder criticar a ordem ocidental estabelecida baseada na força e na pancada e convidar e convocar os demais participantes de grande organização de nações que deveriam estar unidas para falar: "Vamos resolver os nossos BO, tá gente? Beleza? Isso não é pouca coisa, tá? Isso não é pouca coisa. Perdão, gente. Eu tô me recuperando de sinusite aqui ainda. Tá tenso. Antibiótico e tudo. Pergunta, querido Gabriel Montulesi. Pergunta rápida, rapidinho. Depois vejo a resposta. Estou em reunião. A reunião que poderia ser o e-mail. Sou membro. É membro. Como fazer para acessar o grupo do WhatsApp? Você me manda o e-mail, o e-mail tá aqui, ó, linhazinha aqui embaixo. Você manda e-mail para este e-mail que você está passando aqui embaixo, que coincidentemente é a mesma chave do Pints. Você manda e-mail dizendo seu nickname e dando seu número do celular. E aí eu vou conferir se você é você que tá tudo certo. Tá bom, tamo junto, mano. [roncando] Diz que do Guilherme, ele tá avisando que se o Brasil cair, muita gente cai junto. Bora impedir isso. [risadas] Não. Então aí tem um outro elemento que vai aparecer já já quando ele fala das eleições, tá? Porque tem, ai meu Deus, eu odeio a classe média brasileira que escreve na Folha no Estadão. Mas o o daqui a pouco ele vai falar sobre as eleições, ele vai finalizar que nós temos um sistema confiável piriri paraoral. Para que que ele tá dizendo isso? Obviamente para declarar pro Trump que tá querendo interferir nas eleições, obviamente, né? Como a gente tá falando até aqui. E um segundo elemento para chamar outros coleguinhas para dizer: "Ó, reconheçam a eleição, tá? Porque esse canalha não vai, porque os Estados Unidos, obviamente vai querer jogar um terceiro turno, não reconhecendo as eleições. Se o Lula ganhar, ele, gente, isso está escrito nas estrelas, [roncando] assim, tá neoncante. Claramente isso vai acontecer. E que que você precisa? Então, você precisa de um apoio internacional que reconheça as eleições do seu país, porque o canálha não vai. A doutrina Don Roll não vai reconhecer, não vai. Então você precisa de apoio internacional. Então ele vai jogar esse verde, vai buscar os laços e essa postura para conseguir este apoio. Obviamente, obviamente. Sac? Por isso que é importante fazer esse tipo de análise de conjuntura. É, é fundamental entender o esforço danado de interferir nas eleições do Brasil, no papel que a gente já indicou, que é um papel que não é histórico só para o Brasil. Nós estamos diante diante de uma encruzilhada internacional. Internacional. Nós estamos diante de uma disputa de dois projetos alternativos para a falência do sistema globalizado neoliberal. Um projeto é multipolar ou que tenta construir uma ordem multipolar e o outro projeto é Don Roll. É unipolar, é pancadaria, formação de um grande bloco contra os demais, que é tomar a América Latina para si, um território estratégico do norte que é A Groenlândia e pressionar o Canadá. Fechou esse blocão e falou: "Isso aqui é nosso e agora o resto que se exploda". É isso que é doutrina Don R. O Brasil é uma peça central na para impedir que isso aconteça. E é por isso que vou ver se eu acho a reportagem aqui. China, Rússia, Índia, África do Sul e alguns outros países dos bricks já referendaram do dizendo: "Nós vamos reconhecer as eleições do Brasil, vocês têm o nosso apoio." Já referendaram o documento oficial sobre isso. Porque tá na cara que os caras estão interferindo. É notório que isso é um jogo importante. É um jogo importante para o planeta. Ah, eu vou repetir isso 30 vezes, gente. As eleições do Brasil esse ano são históricas para nós. É a eleição mais importante da história do Brasil e são determinantes para as viabilidades de projetos de reorganização da ordem global, dada a falência do neoliberalismo. É central. Está todo mundo de olho nas eleições do Brasil. O planeta está preocupado. Tá entendendo? É coisa séria. Aí o pessoal fica, é, mas [roncando] tem que fazer um voto tático. Eu vou ter que fazer aqui uma concessão. Aí e somos obrigenso, [ __ ] Pensa, [ __ ] Ei, merda. Exato. Desgens pede reforma. É reforma. Reforma da ONU. É isso que o Lula tá pedindo. Eh, pode crer. Não tinha pensado desgum, né? Pode crer. Não tinha pensado sobre os USA não reconhecer as eleições. Mas esse é o terceiro turno que vai rodar, gente. Mas tá escrito nas estrelas. É provável que a Argentina também não reconheça, então, né? lei [limpando a garganta] no dia seguinte reconoc perro me ha dicho no es verdado con mi perro la noche e mi perro me ha dicho un clone ov clone del [risadas] maluco. Mas tudo bem, vamos lá. Já na primeira sessão desta assembleia, o Brasil alertava para o alto preço que a comunidade internacional pagaria pelo direito de veto. Esse vício deu origem da carta da ONU, conferiu as grandes potências do privilégio da insensatez. A esse pecado original soma-se agora uma profunda crise de liderança. O ano de 2025 registrou o maior número de conflitos armados desde a Segunda Guerra Mundial. Trilhões de dólares financiam uma nova corrida armamentista. Tensões geopolíticas ameaçam transformar confrontos regionais em uma confagração de proporções globais. Os que t os que detém as rédias das decisões cruciais devem atuar com responsabilidade e sentido de urgência. Os líderes dos países que integram o Conselho de Segurança precisam se reunir. Não desconheço as realidades do poder, mas as confessões à lei do mais forte já passaram dos limites. Isto não é idealismo, é o mais puro realismo. A guerra não é a continuação da política por outros meios, é a falência total da política no mundo interdependente, liderária. O Lula acompanha nosso canal, velho. Não tem como. Ele acompanha o nosso canal. Ele praticamente nos citou aí. [risadas] Tava assistindo o nosso debate com Carl Schmit esses dias. O Lula citou aí o nosso, mas no caso ele citou Klausovit, né, cara? Essa frase do Lula é tão importante, mano. Não é idealismo, é realismo. É, é bom senso. É ser materialista efetivamente. Idealista é você achar que na guerra você resolve o BO, né? Idealista é achar que a guerra é lucrativa e ela não é não mesmo, pelo menos não no sentido material do processo. Guerra é uma perda de recurso bizarra. E aí o que acontece? Que que diz Lula? Citando Klausovitz, a guerra não é política por outros meios, negando Klaus, né? Não é a guerra, não é política realizada por outros meios. Não é a guerra é a inviabilidade da política, é a destruição das possibilidades de fazer política. Mas isso é óbvio e notório. Só para um fascista isso não é notório. Achar que guerra é política. Não é, não é, não é. Clausit estava errado. Se você guerreia, guerra não tem regra. Guerra não tem regra. Se você vai paraa guerra, se você tá disposto a destruir as condições de produção e de reprodução da vida, destruir potencial econômico, né? A guerra e destruição de potencial econômico, sem recuperação, como diz o Wind Dirks, que a gente começou a live aqui lendo um trechinho do livro do Ring, né, que ele me mandou manuscrito antes de publicar. E o Wiin tem uma outra frase, uma outra análise que eu acho muito bacana. Ele fala, não é que o capital bélico ele seja improdutivo, não. Ele fala, é um capital destrutivo, é um capital que impede as condições de realização do próprio capital. Porque, por exemplo, quando você produz uma arma, né, investindo na indústria bélica, ele fala: "A indústria bélica é uma indústria que não é que ela é improdutiva, ela é destrutiva. Se você constrói um míssil, possui o míssil, o valor de uso do míssil, a realização do valor de uso do míssil é a destruição do próprio produto. Mas não é uma destruição, um consumo desse produto que é produtivo ou reprodutivo. é um consumo destrutivo, porque ele se explode, você destruiu o material que você produziu e o resultado não é você ter, por exemplo, uma novo ciclo econômico, é o contrário, é você destruir trabalhador que morreu com isso, potencial produtivo, território, riqueza local, material, quer dizer, é um capital destrutivo. A produção e realização do capital bélico é burrice. Materialmente falando não é uma burrice, é uma insanidade, é uma irracionalidade. E a Lula fala: "Gente, guerra não é política realizada por outros meios. É impossibilitar política." E aí digo eu, querido Lula, para você aperfeiçoar aí essa sua fala. Olha aí o arrogância de um arrogância de um doutorzinho de merda falando pro maior estadista da história desse planeta. Ol que bosta, né? Lulão, Lulinha, Luleta, querido. Fala assim, ó: "A política é a arte de evitar a guerra". Pronto aí, meu irmão. Aí, ó, sucesso. Você vai vencer na vida. [risadas] É muita arrogância da minha parte, né? Mas tudo bem. Diz aqui do Guilherme, o espírito do cachorro dele avisou. Exatamente. Foi exatamente isso. Milei ouviu o espírito de superro muerto. Me perro muerto e hablá [tosse][limpando a garganta] para ir pescar no segundo turno? Não, e nem no terceiro. O terceiro vai ser embaçado. O Lula fez o B breakd [risadas] que Rubens, o preço de tudo tá maior devido à treta dos Estados Unidos com Irã. Sim, não tem como negar que a guerra só ferra. Sim, nem paraos Estados Unidos tá sendo bom. Não, o preço do diesel bateu o recorde esse dia. Sim, mas eu falo mais ainda que é o próprio o próprio o próprio custo da produção do da arma. A indústria bélica é um capital destrutivo, é um capital que não faz sentido, porque a realização desse produto ele é é uma imbecilidade. Você destrui, destrói riqueza, destrói potencial econômico e ainda aquilo que você levou anos e gastou milhões, ele foi utilizado e não produziu [ __ ] nenhuma, né? A realização desse produto é uma desgraça, não faz sentido. É um tipo de capital que não faz sentido do ponto de vista econômico, material mesmo. Mas lá vamos nós, né? Mas alguém vai dizer: "Ah, mas a realidade é diferente, porque a vida é a guerra, o mundo é guerra. Não é uma escolha, é a necessidade, imperativa. A essência da vida é guerra, né? Ai, pelo amor, vai ser burro assim. Ailiar interesse da pátria com da humanidade. Essa é a constatação de alguém que representa uma nação amante da paz e da liberdade. Alguém que lutou contra uma ditadura militar e defendeu seu país contra um golpe de estado. É a convicção de eu operar. Pô, velho, não, não, rapidão, rapidão. Perdão, perdão aí, mas alguém que lutou contra a ditadura e que impediu um golpe de estado, meu irmão, você bota isso na sua biografia, que que é isso? E tem maluco que desrespeita, não pode. Eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do de um operário eleito três vezes presidente e que retirou ficção. De um operário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do mapa da fome. Elário eleito três vezes presidente e que retirou o Brasil do mapa da fome. Essa assembleia corrigiu recentemente distorções históricas, reconheceu o tráfico de >> um operário eleito três vezes presidente e que tirou o Brasil do mapa da fome. Bom, a gente tem, entendeu? Porque não é a realização simples não. E que hoje em dia, sendo um operário enfrenta um bilionário presidente de outro país, né? Ah, eu vou ter que relembrar isso aqui também. quer o expressão de de conflito de classe pesadíssima, né? Nós temos hoje, tivemos ontem no plenário da Organização das Nações Unidas um operário discursando pela paz, pela prosperidade, pela organização dos povos e autodeterminação dos povos. e um bilionário, bilionário presidente da maior potência do planeta e militar, pelo menos, fazendo exatamente o oposto. E os dois tratados como os opostos que estão se enfrentando em conflito. E tudo o jornal do mundo saiu como dois discursos conflitantes, como dois polos, um operário de um lado, um bilionário de outro, o operário eleito três vezes presidente do país e que tirou duas vezes país do mapa da fome de um lado e o outro um bilionário canalha que vai ser marcado por ser um que participava de um monte de coisa bizarra e ainda um canal da guerra. Meu irmão, que conflito mais doido que esse e é isso que tá em curso, pô. Tem que entender as coisas. Ah, mas não gosta. Lascalente e que retirou o Brasil do mapa da fome. Essa assembleia corrigiu recentemente distorções históricas, reconheceu o tráfico de escravos, reconheceu o tráfico de africanos escravizados como o mais grave crime contra a humanidade. aprovou a representação, aprovou a representação mais precisa do mapa mundo. agora deve se debruçar sobre temas determinantes para o futuro da humanidade, sob chamadas a optar entre o multilateralismo e o unilateralismo. É isso que está em jogo. É isso. Quando Lula fala, estamos obrigados a optar por multilateralismo ou por unilateralismo, é isso que está em jogo nas eleições do Brasil hoje, com impactos para o planeta. Essa consciência do peso histórico tem que tá aqui, ó, assombrando esse cérebrozinho. Quando você for fazer reflexão, quando você for fazer sua crítica, quando você for tomar seu banho, quando você for preparar a comida da criança, quando você for lavar as roupas branca que volta suja da escola, que vem com as manchas que eu nem sei como é que foi capaz de criar aquilo ali que não sai por nada nesse mundo. Você vai lembrar, meu irmão, hoje tá em jogo multilateralismo e unilateralismo. Hoje está em jogo projetos alternativos à falência do neoliberalismo globalizado. E dentro desse projeto, dentro dessas disputas, de um lado tem doutrina Don Roll de Donald Trump, e do outro tem uma tentativa de projeto multipolar capitaneada por um grupo chamado Bricks, cujo primeiro nome da sigla que começa com B, é Brasil. Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. E mais uma porrada de gente que começou a entrar dentro desse grupo e que entendeu que a limitação do neoliberalismo globalizado exige uma nova reorganização. Essa nova reorganização capitaneada e organizada por esse grupinho dos bricks e que articula a porrada de nação, consegue hoje fazer frente ao chamado ocidente, ao chamado norte global e que em resposta e lutando para sobreviver, o capital industrial estadunidense vem com imperialismo 2.0 sob a doutrina Don Ras duas alternativas estão disputando. E entre essas disputas dentro do projeto Don Roll, que é formar um bloco territorial e regional sob domínio dos Estados Unidos, transformando a gente em quintal, eles têm um obstáculo que é o Brasil, que são as eleições brasileiras de 2026. Esse é o peso histórico que você vai carregar nas suas costas quando você tiver a caminho da urna eleitoral, você vai apertar 13 plili. É isso que você estará carregando. É isso que está em jogo. Tudo bem. Aqui a gente fala pra bolha de militante, meu irmão. Aqui o canalzinho é pequeno. É, é isso que a gente já superou os outros debates. Ah, por que não sei não. Estamos aqui, somos militantes, trabalhadores, trabalhadoras engajados, estamos preocupados com o futuro do país, somos comunistas, somos marxistas, somos críticos e queremos um mundo com relativa autonomia dos povos, multipolar, não sei o que lá. Então tem uma coisa que você tem que fazer dia dia 4 de outubro, depois tem que fazer no final de outubro e depois vem o terceiro turno, que é quando os Estados Unidos vão não vão reconhecer as eleições brasileiras e a gente vai ter que vai valer essa eleição sim, [ __ ] Tá bom, voltemos. Democracia ou extremismo, soberania ou subordinação. Essas escolhas demandam coragem, vontade política e clareza de objetivos. Isso é o que se espera de um estadista. E a Sarafat e Rabim foram estadistas. Desafiaram o passado para projetar um futuro de paz. foram derrotados pelo ódio. Gerações de palestinos carregarão a dor e o trauma deixado pelo genocídio praticado pelo governo etaniarro contra mulheres e crianças vengas. Meu irmão, um presidente de uma nação soberana está na ONU chamando o que é praticado contra palestinos e palestinas de genocídio. Tá bom? OK. Espero que tenham sacado a gravidade disso aqui. >> Civis israelenses pagaram o preço do radicalismo e da intolerância dos atos terroristas do Ramá. Perseguir o Tribunal Penal Internacional e seus integrantes é um estímulo para que estes crimes fiquem impunes. A relatora especial da ONU, Francesca Albanense, não pode ser silenciada por dizer a verdade. Os assentamentos ilegais na S Jordânia tornam cada vez menos viável a solução de dois estados, essencial para que israelentes de Palestina possam viver em paz. Ameaçar civilização de extinção não trará estabilidade para o Oriente Médio. O extroito de Ormous transformou-se em trincheira da guerra, quando deveria permanecer uma passagem vital para o comércio internacional. Famílias em todo o mundo pago pelo aumento dos preços de combustíveis, fertilizantes e alimentos. A guerra entre a Rússia e a Ucrânia se arrasta há 5 anos em um em um drama humanitário que continua a ceifar vidas. Todos sabemos que não haverá vencedores no campo de batalha. A diplomacia é a única opção. Iniciativas como o grupo de amigos da paz, criado por Brasil e China, revelam que há forças na comunidade internacional dispostas a trabalhar pelo diálogo. Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudecimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém. Precisamos, precisamos de parceiros >> com uma agenda. >> Isso aqui tinha que tá em looping, em tudo canto é canto, reproduzindo essa só essa frase em looping. Bota aí, não sei onde você mora, você bota em looping. O Brasil não cabe no quintal de ninguém. O Brasil não cabe no quintal de ninguém, dito pelo presidente brasileiro nas Nações Unidas, fazendo claro, claro, enfrentamento aos Estados Unidos e dizendo, demarcando sua posição, demarcando a posição do Estado e ainda defendendo os interesses dos países latino-americanos. Meus meus amigos, não é pouca coisa, não, tá? É isso que tá em jogo. É isso que tá em jogo. Ai, o tempo tá passando. Eu preciso finalizar o trem aqui. Mas vamos lá. Vamos só mais um pouquinho. Positiva que fomenta o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculos para maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores do regime de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular. A democracia está novamente em cheque. Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais. A divisão do mundo em zonas de influência em investidas neocoloniais por recursos estratégicos constitui gestos anacrônicos. Novamente é o que estamos falando. Essa é a doutrina R. É exatamente disso que a gente tá falando. Criar zonas de influência, de controle, de domínio com aspirações, como disse nosso querido presidente, neocoloniais. em busca de terra rara, em busca de recursos. É isso que a gente tá vendo aqui, pô. Então assim, é isso que está em jogo, tá? É isso que está em jogo. Eu vou vou ia pular aqui para mostrar um trem que era para falar o finalzinho lá quando ele fala sobre as eleições, mas não vai rolar porque o meu tempo está ficando apertado de todo jeito. De todo jeito, como eu disse, como estou sendo dito. Eh, e foi uma busca, né, falar sobre as eleições, uma tentativa ali de indicar que, cara, alguém precisa reconhecer essas eleições aqui, porque eles não vão, né? Eu vou colocar aqui, pera aí. aqui. Pronto. Vou botar aqui. Botar aqui. Aí, preparai-vos. Ei, caraca. Pera aí. Diacho, >> quero concluir com a mensagem sobre o meu país a todos os que nos ouvem. No dia 4 de outubro, milhões de brasileiras e brasileiros vão às urnas para definir o seu destino. Não vão apenas eleger o presidente da República, governadores estaduais e representantes do poder legislativo. Vão decidir entre democracia e negacionismo. que o Brasil vai avançar ruma a um futuro de mais oportunidades ou regressar a um passado de exclusão. Teremos um pleito transparente, competitivo, que em todos os candidatos desfrutam da mais ampla liberdade de expressão. Lembra do documento com os 21 pontos que o pessoal fez teste com a e diplomacia brasileira. Lembra do documento? Tá aqui, ó. Lembra daquele documento? Ah, queremos ver 21 exigências ao Brasil, né? Num documento, testando a diplomacia brasileira. Entre elas, eleições tem que ser justas e não pode ter, tem que ter a participação de dissentes políticos. Em última instância, quem botou seu interesse ali nessa cartinha é dizendo: "Se quem eu quero não ganhar, eu não vou reconhecer enquanto eleição justa. É perseguição a dissidentes políticos que nem puderam participar da eleição, vamos dizer assim. Então, sim, apareceu aqui, ó. E aí é o chamamento pra galera, gente, vem reconhecer aqui, porque esses caras não vão reconhecer nossas eleições. Sabemos que alguns abusam dessa liberdade para se se associar a interesses estrangeiros contrários ao país. Não. >> Quem será? Nossa, quem será que se aproveita para poder aliar interesses estrangeiros contra o nosso país? Meu Deus, quem será? Subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretende virtual do debate público durante a campanha, mas possuímos um sistema eleitoral moderno e robusto. Sob o olhar atento de uma cidadania plural e de uma imprensa livre, não permitiremos que os inimigos da democracia, interos e externos, atentem contra a vontade popular. A democracia brasileira pertence aos brasileiros. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém, ninguém nos afastará desse caminho. Que Deus nos abençoe a todos e muito obrigado. [aplausos] A democracia brasileira pertence aos brasileiros. E aí, meus amigos, é isso. Ninguém atentará contra a nossa soberania. E isso é aquela esforço de lembrar pra gente o que que tá importando nessa brincadeira aqui. Para finalizar, que eu tenho que sair, vou pegar um trechinho do discurso do Trump, tá? Só um trechinho bem pequenininho, bem pequenininho. E a gente vai ver. Eu não achei legendado o discurso do Trump, então peço perdão aqui pela minha incapacidade, né? são total incapaz. Eu não achei legendado, então eu vou ter que ir no Ah, não, esse aqui eu achei aqui um que tava com a, como é que é o nome? A moça que fica fazendo uma tradução simultânea por cima do Trump falando na Band. Ela simplesmente não traduziu o que o Trump disse. Eu fiquei tão irritado. Trump fala um bagulho e ela não reproduziu. Ela falou outro bagulho. Aí eu falei: "Não, você não pode fazer isso". Vou pegar aqui. Acho que não dá. BBC. Tem. Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. [canto] Tá rápida a internet aqui hoje, hein? Nossa Jesus Cristo, que lentidão da bexiga. Ai, gato. Ah, aqui achei pegar um trechinho e a gente faz aquela famosa tradução simultânea, né? Mais ou menos daquele jeito. Mas vou só pegar um trechinho que ele fala da Venezuela, tá? Ele tá falando um grande negócio que ele conseguiu com a Venezuela. Invadi Caracas, invadimos uma fortaleza impenetrável e não sei o que, não sei o que, não sei o que, as bobagens lá e pá, vamos lá. Pera aí, começa um pouquinho antes. Olha, os números são impressionantes, né? Nós temos números impressionantes, números incríveis. E quando nós pegamos Estados Unidos e Venezuela junto, nós temos 60% do petróleo do mundo. Que incrível. >> Então é provavelmente um grande negócio. Quando ele fala um grande negócio, ele trava. É, é uma guerra, né? Porque ele percebe que não foi um negócio, porque foi guerra, foi uma invasão, foi um ataque, mas ele chama de negócio. Biggest deal, um grande negócio, mas provavelmente é o maior negócio já feito. ao vencedor pertencem os espolos, mas provavelmente o maior negócio já feito era guerra, mas o maior negócio já feito. Talvez maior negócio já feito ao vencedor pertencem os espolos. Vocês já ouviram isso? O contraste bizarro, né? Por um lado, Lula diz: "A guerra não é a política por outros meios. A guerra impede a política. Política é arte, cara. Política é arte de evitar a guerra. E do outro vem Don Roll, a doutrina Trump, doutrina Don Roll. ao vencedor os espolos, né? Invadi guerrei, né? Porque foi uma decisão unilateral. O outro país não estava em guerra, foi lá, invadi, sequestrei, rendi um país, peguei para mim. os espolos pertencem ao vencedor. Essa é a orientação política desse projeto. Enquanto o outro, a outra orientação política que é do Brasil, mas também dos demais países articulados com essa tentativa de organização de uma ordem multipolar, é falar: "Gente, vamos evitar que não é muito lucrável a guerra. A guerra não tá, não faz bem pra gente, não. Vamos tentar por outros meios, que aí é a retomada da conversa dele inicial ali no discurso da ONU, né? Então nós temos discursos completamente opostos, né? Nós temos posições completamente opostas, posturas completamente opostas, mas que explicitam especialmente esta oposição de projetos alternativos à falência do neoliberalismo, a falência da ordem global neoliberal. As alternativas estão postas, estão em discussão, estão em conflito, estão tensionadas. E no meio desta tensão, nós temos as eleições de 2026 no Brasil, a eleição mais importante da nossa história e com impactos para o Globo e para os próximos passos possíveis nas disputas por uma reorganização internacional. Porque o que o Trump tá fazendo não é tipo manutenção da ordem neoliberal, não é uma alternativa à falência do que foi construído, que afetou também os Estados Unidos. E é uma alternativa tensa, deprimente, como disse o Wind Dirks, né, no na citação que a gente leu no comecinho da live aqui. O outono do capitalismo não coincide com a primavera dos povos. Esta frase tem que tá tatuada no seu coraçãozinho. O tono do capitalismo não coincide com a primavera dos povos. Entre elas tem um inverno, que é o inverno onde se decide quem será capaz de ter provisões e e organização suficiente para superar esta atenção, para chegar à primavera. Se chegaremos à primavera, né? É, The Winter is coming, né, minha gente? The Winter is Coming. E aí, temos um papel importante aqui. Beleza, meu povo, eu tenho que finalizar. Perdão aí que eu não vou conseguir ler todos os comentáriozinhos ao final. Wesley, um beijo, meu querido. Que bom que você estar aqui com a gente novamente. Estamos junto. E seguimos e seguiremos, né? Mãozinha na cabeça, mãozinha na cabeça, consciência. Bota aí a mãozinha na sua consciência. Pensa direitinho antes de falar grosélia e antes de achar que aí é o ai gente, mas vocês são vocês são muito pelego, você não sei o que. Ai meu pai amado, seja coerente com o que você defende. E dito isso, tendo essa consciência histórica e o peso suficiente do que nós faremos, chegamos. Quarta-feira, praticamente fim de semana. Fim de semana tem final do Campeonato Brasileiro feminino, primeiro jogo, primeira [música] pernada do final. Corinthians e São Paulo. Vai Corinthians, vai Johnson. Vamos ganhar essa desgraça que será o presente aniversário [música] da minha filha. Estarei lá acompanhando com vocês que é o torcida a nossa final. Beleza? Seremos campeãs, seremos aí as bravas, vitoriosas na parceria na camarada da gin da prática esportiva. Aproveita f de semana, aproveitem os dias aí, curtam o friozinho ou um calor maluco que vai aparecer do nada. E nós seguimos por aqui no nosso canalzinho [música] trazendo a boa nova, todo dia útil até a vitória final. Seguimos trazendo [música] boa nova todo dia útil >> até a vitória final. Valeu minha gente. Falou. Fiquem bem. Um beijo no coração de vocês. Espalhem a palavra por aí, curtam, comentem, tornem-se membro, [música] membra, membro e mandam um pix porque vai continuar na reta por aí e nós seguimos aí com essa beleza? Ciao.