Sermões Online

A fé vem pelo ouvir

🔴AULIVE: PRÉVIA DAS ELEIÇÕES EM UM BRASIL TERRIVELMENTE PERDIDO

🔴AULIVE: PRÉVIA DAS ELEIÇÕES EM UM BRASIL TERRIVELMENTE PERDIDO

🔴AULIVE: PRÉVIA DAS ELEIÇÕES EM UM BRASIL TERRIVELMENTE PERDIDO

pix: bruno@reikdal.net

🎙️ Novo na transmissão ou querendo melhorar? Confira o StreamYard e ganhe $10 de desconto! 😍 https://streamyard.com/pal/d/5073270231924736

Legendas automáticas:

[música]
[música] เ
>> [música]
>> Bom dia, tudo bem com vocês? Bom dia,
bom dia, bom dia, bom dia. Totalmente
excelente para vocês.
[música]
Empecemos um dia mais. Cá estamos.
Se você tá colando aqui pela primeira
vez, pera aí, deixa eu ver o som. Tá
bom?
Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Tô
alto isso aqui.
Agora sim. Se você tá chegando aqui pela
primeira vez, seja muito bem-vindo,
muito bem-vindo, muito bem-vindo ao
nosso canalzinho. Eu sou Bruno Requel,
doutor em economia política mundial,
mestre em filosofia, graduado em
filosofia, formado em teologia e atua aí
como coordenador e mediador de algum de
dois cursos, na verdade, de
pós-graduação. Espero que possa
contribuir de alguma maneira adequada
aqui, produzindo conteúdo de divulgação
no
YouTube e que seja didático e acessível,
apesar de por muitas vezes tocarmos
temas complexos. Aqui no nosso
canalzinho a gente gosta de discutir
questões de militância, marxismo,
economia política e religião, coisas que
tranquilamente não dão nenhum problema,
né, na sua vida e nem discussões
infinitas
com os seus colegas. De todo modo, se
você gosta desse tipo de conteúdo, não
esquece de curtir esse vídeo, comentar
para engajar espalhar a palavra por aí,
se possível hypar, porque parece que
isso ajuda a gente e aí você pode
contribuir também para que nossa
palavrinha se espalhe por aí de alguma
maneira. Então, espalha a palavra, tá
bom? Considera também ser membro,
membra, membre, membrezinia aqui do
nosso canal, porque se você faz isso,
você apoia o nosso trabalho. O nosso
canal é pequenininho, mas fiel e
resistente, com uma galera muito bacana
que dá essa força. E você, por um preço
de um café expresso, nos apoia, nos
fortalece, nos ajuda a manter essa
produção de conteúdo e ainda tem acesso
a conteúdos exclusivos para você, para
você e para todas as outras pessoas que
também fazem parte aqui do nosso
canalzinho, né? Então você pode assistir
o nosso curso de marx religião,
evangélicos e política no Brasil,
filosofia latino-americana,
como fazer o seu projeto de pesquisa,
entre outras coisas. Tem a nossa rádio
Critt Crent, tem vários vídeos contando
causos específicos, interessantes.
Então, coisas para aproveitar
consideravelmente. Fica aqui o convite.
E além de tudo, se você vira membro,
membro, membro e membrezinha do nosso
canalzinho, você pode fazer parte do
nosso grupo de WhatsApp. Totalmente
excelente. A primeira igreja barista do
WhatsApp. E aí você só manda o seu
nickname com o seu número do telefone
aqui para este e-mail que está passando
abaixo de vossa tela. Caso você esteja
apenas ouvindo o que tá acontecendo,
porque tá em situação de escritório,
você pode em algum momento adequado, dar
uma olhadinha, tá sempre passando aqui
embaixo da tela, tá bom? E curiosamente
esse meio também é chave do Pix, porque
vai que tá sobrando uma merreca aí você
pode apoiar o nosso trabalho. Como um
grupinho pequeno, mas fer resistente,
nós estamos aqui tentando seguir esta
correria. Manda o Pix aí se tiver
sobrando uma merreca. Fechou? Creio que
seja isso. Se nada tiver errado, tudo
dará certo. E eu esqueci de algum aviso.
Alguém da membre vai me lembrar. Ah, é
claro. Nosso grupo do Zap também aqui, o
nosso chat é sempre muito gentil,
educado e bacana. E aí eu convido você a
fazer parte, sabendo que não será
achincalhado ou sofrerá consequências
desagradáveis de pessoas que não são
legais, não. Pessoal aqui é tudo bacana.
Fechou? É isso, meu povo. É isso, é
isso, é isso, é isso. Cá estamos e cá
seguiremos.
Eita! Poxa,
os gatos estão tretando. Calma aí, gato.
Tem dois gatos em casa, Danisso.
Ah,
que susto que eu tomei. É isso, é isso,
é isso. Hoje tem muito papo pra gente
fazer. live pré-eleições, análises de
eleições, análise do que está
acontecendo e claro do causo da semana
que mais uma vez toca nos temas que
discutimos aqui no nosso canalzinho, que
é afinal a quem pertence o Brasil, né?
Se é Nossa Senhora Aparecida, se é o
Senhor Jesus Cristo, afinal a quem
pertence esse país. Parece que isso é um
tema muito importante e sensível. A
gente vai discutir isso também. Tudo
bem, meu povo? É isso, é isso. Disqu do
Borduna. Essa T do Flávio com a boneca
do Sabor Nossa Senhora me pegou. Eu
gostei da tamb. Eu achei que ia ficar
bacaninha com esse climinha. Frei
Gilson.
Borduna diz: "Bom dia, professor e
chat". Bom dia, querido tudo bem com
você? Espero desejo que sim.
Bom dia, querido Thiago. Thago diz: "Bom
dia a todos os baristas e não baristas
da América Latina. A todos no baristas e
não baristas de América Latina. Bom dia,
Thaago.
Bom dia, querido Paulo, que diz: "Bom
dia, Barissas." Bom dia, Paulo. Que bom
que você está conosco por esta manhã. Um
beijo.
E é isso, meu povo. É isso. Cá estamos
com o nosso cafezinho.
Comecemos pela questão mais óbvia e
importante, antes de qualquer coisa.
antes de qualquer coisa que é
é inacreditável, é inacreditável
que nós estejamos diante das eleições
mais importantes da história de nosso
país. E como comentamos semana passada,
potencialmente da história desse
planeta, né, pelo menos nesse momento, é
que é mais visado hoje em relações
internacionais, como próximos passos pro
mundo, rumos, é o resultado das eleições
no Brasil. Quais efeitos isso vai ter?
Por isso, na semana passada, inclusive
nós discutíamos a questão do terceiro
turno, né? Que assim que, se Deus
quiser, Luís Inácio Lula da Silva vencer
as eleições,
os Estados Unidos vão contestar, né?
Caso haja uma vitória que não seja de
interesse gringo, eles vão contestar.
Então, começa um terceiro turno maluco.
Então, minha gente, estamos diante de um
de um momento muito delicado, muito
tenso, muito sério e é inacreditável que
sob esse contexto, sobre essa conjuntura
de conflitos globais, de crises
econômicas, de disputas de alternativas
diante da falência do neoliberalismo,
o tema sensível numa reta final próximo
ao primeiro turno esteja
um elemento religioso
numa disputa
sobre título concedido de padroeira ou
não a santa,
por alguma razão importância ou não, um
decreto potencial, quem sabe do nosso
Senhor Jesus.
Cara, é inacreditável.
É, é inacreditável.
É muito difícil de entender.
Isso se tornar um elemento tão pesado de
que você tem as duas candidaturas
desesperadamente tentando mandar sinais
para todos e todas ao mesmo tempo.
Assim, sinal de que gosto de de
católico, gosto de evangélico, gosto das
religiões, cara. Por que que a gente tá
discutindo isso? Tá ligado? E
é inacreditável.
A gente tem que discutir soberania no
sentido de que olha, assim como
Petrobras foi uma vitória dos
trabalhadores, das trabalhadoras e
garantia de desenvolvimento nacional,
criar uma empresa responsável pela
exploração
exclusiva, soberana, estatal das terras
raras do Brasil, como a terra Brás.
Isso, esse é um tema fundamental. Não
estamos discutindo isso. Não estamos
discutindo isso, né? Pim de jornada,
seis por um, aliviando a vida de
trabalhadores e trabalhadoras,
garantindo mais tempo em casa, mais
tempo até para você ir pro culto, pra
missa, para o que era isso que a gente
tinha que estar discutindo. Não, não,
não
é inacreditável. É inacreditável.
A gente tem que tá, deveria estar
imaginando quais são os próximos passos
para acelerar desenvolvimento, para
poder garantir maior estabilidade pros
próximos anos, maior segurança alimentar
pra população. Não, que a gente vai
discutir é quem pertence o país. É
inacreditável.
Inacreditável. Inacreditável. Assim
é triste, né? Eu fico triste. Fico
triste e ao mesmo tempo, né, antes que
alguém diga, é para você ver, né,
também esquerda, não sei o quê. Ai, que
raiva que eu tenho isso.
Parece que a vitória de quem é de
direita ou a vitória do conservadorismo,
do fundamentalismo, da ascensão de
movimentos fascistas na Ásia, é porque a
esquerda joga parada, né? Porque é
sozinha, é ela que cria suas próprias
condições de de tropeço. Não existe
ninguém do outro lado, não existe
nenhuma conflito, não existe nenhum
contexto, nem conjuntura. É uma bobagem
sem tamanho.
Quantidade de fake news comendo solta no
zap todo dia de Cíndia também, né? Tendo
que fazer campanha contra Bigtech,
contra Judiciário Canália, contra rico,
contra imprensa pilantra. Ah, mas é a
esquerda que não não sabe falar. Ah,
mano,
internet é uma tristeza.
É embaçado. Éado. Tem que conversar
coisa séria. E também, bom, a gente já
vai falar sobre isso, né? Sobre quão
inacreditável é isso. Faremos algumas
análises hoje
sobre essa disputa, afinal a quem
pertence o Brasil, né? a Nossa Senhora
ou a Jesus Cristo ou aos trabalhadores e
trabalhadoras que criam as condições
para que seja devoto de Nossa Senhora,
seja devoto de Jesus Cristo, se devota
de quem for, de qualquer religião, de
qualquer tipo, possa ter suas
instituições religiosas funcionando, né?
A quem será que pertence esse país?
Eh, além disso, né? Eu tenho que fazer
um um testemunho aqui. Tenho que tenho
que realizar um testemunho antes de
qualquer coisa. Vou realizar um
testemunho aqui. Vou contar um
testemunho. Um testemunho, não é um
testemunho. Fim de semana, esse fim de
semana passado
eu fui na no Itaqueron, conhecido também
como Neoquímica Arena, com a minha
filha. Fui levar a criança para assistir
Corinthians e São Paulo, final do
Campeonato Brasileiro 2026 feminino.
Crente também de que levaria a minha
filha para assistir um jogo que nós
venceríamos, né? E nós perdemos. 2 a 1
pro São Paulo.
[risadas]
Mais dito isso, antes de fazer a parte
do sofrimento, pelo menos a gente viu um
gol e poôde comemorar e foi o primeiro
gol foi do Corinthians, tá? Aquela
celebração deliciosa. Mas beleza, saí
daqui de casa, 2 horas para chegar no
estádio. Chegamos no estádio, aí ficamos
mais um tempinho, chegamos cedo para dar
aquela explorada, levar a criança,
primeira vez que ela tava indo no
estádio. E cara, que experiência
gostosa. Eu quero dizer que não tem nada
a ver com aquilo que eu vivenciei quando
eu era moleque indo no estádio, né?
Porque a a imagem que eu tinha e a
memória que eu tinha de ido ao estádio
era, mano, a gente chegava, já tava
naquele clima de fúria, eu morrendo de
de medo, as pessoas com medo, mas vão
para cima e junta logo com quem que é da
sua torcida
para não dar ruim. Devia ter um, eu
lembro a vez que eu fui, cara, eu tinha
uns 12 anos, eu tomei um sacojo do
policial que, mano, eu tinha 12 anos, tá
ligado? uma criança, mas tome aquela,
né? Rouba os bagulhos tudo, mano do céu,
aquela revista daquele jeito
desagradável.
E era um clima ruim, né, assim, quer
dizer, o estádio é uma delícia, torceram
uma delícia, essa coisa era incrível,
mas o processo era um processo muito
tenso, né? Era sempre uma parada muito
tensa e foi muito gostoso. Eu falei:
"Que legal, cara". Então, entramos lá
bonitinho, foi a criança, o pessoal foi
super gentil comigo, super gentil com a
criança, todo o passo a passo, né? eh,
pedindo licença para tudo que a gente ia
fazer. E aí tinha um monte de mano de de
em mina de de colete amarelo atendendo
de maneira muito bacana, dando todas as
orientações. Aí eu procurando um
banheiro família e não achava para ver
se tinha. Tinha um banheiro masculino e
vi o feminino e o família não achei. E
um senhor viu que eu tava meio perdido
também ali no no apoio no suporte. Ele
deduziu que eu estava procurando um
banheiro. Provavelmente falou: "Ô,
senhor, senhor, senhor, eu olhei para
ele, o senhor gostaria de de levar a
criança no banheiro?" Eu falei: "Sim,
tava precisando." É aqui? Aí ele, cara,
eu nem perguntei, ele me levou, ele
falou: "É aqui, ó, pode ficar à vontade,
tal". Sei que lá. Falei: "Olha que
legal". Pá, pass, pá, a galera. Aí
depois a galera sendo super gentil com a
criança, conversando com a criança,
falando: "Ah, como você tá estilosa
hoje". Depois a gente tentando achar o
lugar que a gente ia sentar, a moça dá
um apoio danado, achamos o lugar que a
gente ia sentar. Foi muito bacana, muito
gostoso. Aí beleza, fala, mas também é
que os ingressos hoje em dia são tudo
caro e tal, mas no caso futebol
feminino, minha gente, não.
Graças a Deus a gente teve um acesso
super legal, cara. assim, eu ter o plano
fiel torcedor que eu fiz ali pra gente
poder curtir um pouquinho aí o final do
ano e e o plano acho que foi
20 R$ 20 R$ 25 e os ingressos juntos eu
não paguei 70 conto, eu falei: "Cara,
que legal, que legal, foi acessível", tá
ligado? Então, foi de metrô, voltei de
metrô para lá. Muito legal, cara. Muito,
muito, muito, muito legal.
Parabéns, que experiência gostosa. Leve
as crianças para o estádio para assistir
o futebol feminino em especial. Vamos
fortalecer o futebol feminino
brasileiro. Só fico triste que a nossa
querida treinadora Emily resolveu
decidir não começar jogando com a
Johnson. Inventou a Gabizan de falso
nove. Tudo bem que a Gabizan fez um gol,
mas o resto foi uma tristeza e nós
perdemos para nós mesmos, porque Duda
Mineira, tadinha da Duda Mineira, foi
ali improvisada como terceiro zagueiro
central e na saída como líbero entregou
duas bolas pro São Paulo e a gente
perdeu o jogo em duas bolas,
mas deu para comemorar e foi muito
gostoso. Então deu para comemorar um
gol, né? Deu para curtir. A criança
ficou feliz e eu também. Mas era só esse
testemunho que eu queria contar.
Parabéns aí pela organização e a
qualidade adequada da nossa querida
arena. Foi muito legal, muito legal.
Nunca tinha ido porque os ingressos tá
caro para caramba, né? Mas dessa vez deu
para rolar aí. Foi muito, muito massa.
Era só para fazer esse 2 minutos mesmo.
É isso.
Bom dia, querida Érica. Tudo bem com
você? Como é que você tá, querida
professora, excelentíssima Érica, tudo
bem com você? Que honra que a senhora
está conosco. Ai, Érica. Tudo bem?
[risadas]
Um beijo. Bom dia. Bom dia. Bom dia.
Testemunhe. Testemunhei. O testemunho.
Querido e Kevin estava conosco. Um
querido beijo a nosso querido amigo,
companheiro, membro excelentíssimo,
parte da membresia aqui do nosso
canalzinho, Kevin, que nos encontramos
no estádio pós jogo. Voltamos tristes
para casa, mas conversando e felizes de
estarmos juntos, mas tristes porque
perdemos o jogo. Obrigado, Kevin, pelo
carinho também, mano. Estamos junto. Um
beijo.
E diz, querido Borduna. Que bonito,
Bruno. Imagina ela adulto lembrando
cara. Foi muito legal. E aí, mano? Os
caras sabem roubar dinheiro da gente,
velho. Os caras sabem roubar dinheiro da
gente. Que acontece?
Tinha um exército de pessoas tirando
foto oficial no estádio. Um exército de
pessoas tirando foto. E aí eu, ah, tá,
mas beleza, mas os caras me deram
esquema lá. Não, você enta no site lá
que vai aparecer suas fotos lá. Falei:
"Uhum, como é que eu vou achar, né?"
Imagina um bilhão de pessoas. Aí eu
entrei no bagulho da foto lá, você o
cara o site faz um reconhecimento
facial, se você liberar, obviamente
tinha 169 fotos meu e da criança
e as foto linda, velho. Aí eu comprei
cinco. Eles roubam dinheiro da gente,
mano. Eles sabem roubar dinheiro da
gente. Me pegou para para eternizar, né?
Ô, ficou mai bonito aqui. Se liga.
Ficou bonito ou não? Ficou bonito? Virou
até negócio do celular aqui, pô.
do Kevin. Banheiro da arena versus
banheiro que do Pacaimo. Não tem
[risadas] comparação, cara. Era triste,
né, mano? Do verdade assim, vamos ser
honestos, não tinha banheiro, né? Aí era
xixi no saquinho e o pessoal tacando a
cabeça do do adversário, do coleguinha,
do mano que ficava na arquibancada
embaixo na inferior. [risadas] [ __ ]
cara, que civilização que nós
destruímos, graças a Deus, né? para
construir alguma coisa melhor. Ai Jesus,
a gente, Ai Pai, só Jesus mesmo. Mas é
isso, é [risadas]
cara, futebol era loucura. Quem cresceu
nos anos 90, 80, 90 sa. Ah, meu pai
amado.
Só Jesus na causa. Mas vamos lá, gente.
Vamos lá pro tema da semana. Minha Nossa
Senhora, Jesus. O Brasil é de Jesus, né?
Minha Nossa Senhora. O Brasil é de
Jesus.
>> [risadas]
>> o choque que as pessoas tomaram. Bom, o
que que eu poderia fazer aqui? Eu
poderia ficar recortando e pegando tudo
que aconteceu essa semana,
especialmente sobre esse tema e
misturando com outros, mas não o farei,
não o farei, não o farei, não farei.
Não, não. Então, Bordona, essa é a
pergunta. Não, não. A foto não foi feita
com câmera de vigilância, foi feita por
fotógrafos. Eu vi os fotógrafos, tem uma
galera que ficou preocupada com isso,
né? Não, não é, é fotógrafo. Fotógrafo
mesmo. Fotógrafo mesmo. O reconhecimento
facial é por quê? Porque quando você vai
entrar no estádio hoje, você não é mais
o ingresso, você entra no estádio pelo
facial. E aí esse esquema da facial fica
disponível depois para você pegar as
fotinhas se você quiser, dentro do
esquema de estádio. Mas o que acontece?
Usa tua facial como reconhecimento para
entrar, mas as fotos são tiradas por
profissionais
fotógrafos.
Beleza? Não é que nem na gringa, né? na
gringa os cara faz isso, usa as fotos de
a do do de a pro reconhecimento do
estádio.
É isso, é isso, é isso. É, não, fica
tranquilo, fica tranquilo. Galera, se
você assustou também, né? E a foto ficou
linda. Fiquei, caraca, que foto da hora.
Eu vi o mano tirando essas fotos. A
gente viu os cara passando, tirando
foto, tal, não sei o quê. Então é, é
isso. As foto do estádio,
as fotos ficaram da hora. Aí me roubaram
meu roubaram meu meu dinheiro, não tinha
como.
Mas então eu poderia pegar vários trem
que aconteceram durante essa semana, né,
e ficar aqui mostrando reportagens,
jornais, colagens e ia dar um trabalho
da bexiga.
Que que a gente teve a sorte? Tem a
sorte de que o Bob Fernandes,
excelentíssimo Bob Fernandes, sempre faz
um resumo ali de terça para quarta. E
aí, Bob Fernandes
refez o nosso resuminho
no tema que a gente vai falar? Então,
vamos pegar aqui o nosso querido Bob
e ele a gente vai comentar o Bob para
poder dar a introdução aqui do nosso
do nosso papo.
Deixa eu pegar aqui. Deixa eu ver o Bob.
Dito isso também, minha gente, hoje, se
nada der errado, sai na Zelota, na
revista Zelota, um artigo que escrevi
intitulado
Minha Nossa Senhora Jesus. É, o Brasil é
de Jesus. Esse é um artigo que é o
título da nossa live, né? Minha nossa
senhora, o Brasil é Jesus. sair esse
esse artigo hoje, no qual eu retomei
historicamente a tensão entre
evangélicos e católicos no Brasil,
porque aí vai minha crítica também a
muitos jornalistas, analistas,
pseudistas
que falam assim, e vocês devem ter visto
isso também, provavelmente.
Gente, mas faz 500 anos que católicos e
protestantes brigam entre si. Não é
agora que vamos resolver. Qual o
problema de você falar uma bobagem
dessa? Que por um lado ela tá correta,
mas por outro ela esquece dois pontos,
né?
O primeiro é que essa disputa entre
protestantes reformados e católicos,
como ela se dá originalmente há 500 anos
atrás, é na Europa, não aqui,
que os conflitos existentes lá tomam
rumos completamente diferentes dos
daqui.
O que acontece hoje é uma tensão entre
evangélicos pentecostais brasileiros
contra católicos brasileiros
que nada tem a ver com o que tinha
antes. dos pentecostais brasileiros,
frutos de uma história autóctone, ou
seja, que tem uma trajetória própria no
território brasileiro, especialmente se
você pega as assembleias de Deus, né,
como a gente já discutiu várias vezes
aqui no nosso canalzinho, que tem um uma
construção histórica específica, um
desenvolvimento histórico social
específico, que tem um bases
específicas,
que depois vai se conectar sim com redes
internacionais a partir dos anos 80, mas
que tem aqui sua história, tem aqui sua
base popular. tá aqui em território
e que no caso da Igreja Católica,
especialmente a brasileira, conseguiu
dentro das estruturas hierárquicas ter
uma certa guarida e proteção para alguns
movimentos progressistas cristãos,
que é onde vai ter as tensões sobre a
teologia da libertação, que diferente de
outros países da América Latina, no
Brasil conseguiu certa proteção
institucional, em outros não, tá? Em
outros países da América Latina, o a
galera foi massacrada, perseguida, sem
nenhum espaço mínimo de proteção. Aqui
também teve muita gente perseguida,
massacrada, não sei o que lá, mas
setores da Igreja Católica criaram
proteções pros padres, pro que estavam
envolvidos no movimento da teologia da
libertação.
De modo que a gente tinha, por exemplo,
o Don Welder Cambra, Don Evaristo Arnes,
essa coisa toda. Uma galera que é
progressista, humanista, né? Em outros
territórios da América Latina não teve
isso. Então você tem questões muito
particulares,
muito particulares, que são marcas
nossas. E aí, como a galera não conhece
essas especificidades históricas, fala
em genérico, fala que, ah, é uma disputa
entre protestantes e católicos, e não
entende que é entre pentecostais
de uma base popular da periferia das
grandes cidades que tensionam contra
também movimentos que vêm das lutas
populares dentro dos no especialmente no
interior, nas lutas em defesa da terra,
que ganham depois dentro da hierarquia
católica posições estratégicas
é com certa guarida e proteção. Então
essas tensões elas têm que ser
observadas com com especificidade, né?
Entender o que tá acontecendo. Então
parece que a gente tá emulando Lutero
contra o contra o Papa e Westminster,
não sei o quê e como é que era dieta de
VN esqueci os nomes das coisas, tá
ligado? Não, mano, não tem nada a ver.
Não tem nada a ver. Tem nada a ver. Tem
nada a ver. Tem nada a ver. Então, eh,
tem que olhar essas especificidades.
Então, se se nada der errado, hoje sai o
artigo, minha Nossa Senhora, [risadas]
o o Brasil é de Jesus, em que a gente
remonta, especialmente dentro dos
pentecostais, especialmente a Assembleia
de Deus, a maior denominação, essa
construção de viradas de chave de
tensões que vão dar hoje como ecos o que
tá acontecendo nas nossas eleições.
Cara, tá bom, hein? Artiguinho bala. Eu
fui lá no Mensageiro da Paz,
que é o jornal oficial das Assembleias
de Deus, de um tempo, de um tempo, né?
E desde 1930.
E eu peguei o mensageiro da paz e fui
mostrando como ele foi mudando o
discurso em relação à política e como
esse elemento de estabelecer
a
Nossa Senhora Aparecida como Padroeira
do País se torna um dos stopins ali, um
dos pontos críticos para uma dentro de
uma virada de chave das posições
estratégicas da igreja, das lideranças
da igreja evangélica em seu projeto de
expansão para poder
atuar politicamente como militância
mesmo. mesmo no espaço público. Acho que
vai ficar bem legal, cara. Eu vou passar
um pouquinho sobre isso no nosso papo
hoje, mas vai sair o artigo. Acompanhe a
revista Zelota. Importante importante,
importante mais. Tá bom. Então assim, é
aquilo que a gente coloca aqui, né? Leia
a revista Zelota. Leia, leia a revista
Zelota. Muito artigo bom, muita coisa
boa. Modestia parte, sou suspeito para
falar, mas é bom. Vai sair bem legal. Tá
bem legal. Minha Nossa Senhora, o Brasil
é de Jesus. Vai sair, vai sair hoje
título da daquela livezinha também.
Beleza, era isso. Bom dia, quero fazer
watch. Tudo bem com você? Espero desejo
que sim. E pergunta fazer o watch. Perdi
a chamada. A lista ainda tá passando,
fica tranquilo. Exato. O Kev falou ainda
dá para dar tempo de marcar ben? Dá dá
dá dá.
Diz bom dia, quero Felipe Souza que diz
bom dia, Baristas. Bom dia, Felipe
Souza. Primeira pessoa beatificada e
santificada nesse canal. O que significa
que este canal é do senhor Felipe Souza?
Não, sei lá. Tomí.
Ã, vamos lá. Deixa eu botar, vamos pro
resumo da semana, né? Pra gente não ter
que ficar abrindo 300.000 coisas, porque
acontece é cada 35 minutos tá a notícia
nova. Aí quebra, gente.
Tá d 35 minutos, alguma desgraça
aconteceu.
Foi.
Vamos lá, querido Bob Fernandes.
Excelentíssimo Bob Fernandes.
Vamos ao teatro. Piriri pororó.
1 2 3. Resuma para nós, Bob.
No dia 24 de agosto último, Flávio
Bolsonaro anunciou: "Quando eu for
presidente, um dos meus primeiros atos
será decretar que o Brasil é do Senhor
Jesus Cristo."
>> Quando eu for presidente, um dos meus
primeiros atos será decretar que o
Brasil é do Senhor Jesus Cristo.
>> O Brasil, como se sabe, tem como
padroeiro.
>> Vamos lá, vamos lá. Vamos. Primeira
coisa que a gente precisa dizer aqui,
não vamos ter meias palavras.
[suspirando]
Primeira coisa,
é uma frase ambígua.
É porque o decretar não sei o quê, não
sei o quê, não sei o quê, pode
significar que não. Ele só, só quero
dizer, quero no meu anúncio, né, que foi
o que a o Flávio disse como resposta,
não é que no meu anúncio de posse eu vou
dizer que o Brasil é de Jesus, é do
Senhor. OK.
Qual o problema? O problema é que a
gente não pode se tratar de idiota como
se a gente fosse burro, né? que é isso
que o pessoal que sacou isso aí como um
apito de cachorro entendeu.
Cara, para quem é crente, nós ouvimos
que o Brasil é de Jesus, o Brasil é do
do Senhor Jesus, o Brasil é de Jesus
Cristo. Desde que a gente é criança, eu
cresci nesse mundo, vivo nesse mundo,
não serei ingênuo. E esta frase, ela
sempre foi dita em conflito
com a questão de Nossa Senhora
Aparecida. Sempre, sempre. sempre foi em
conflito para dizer: "O Brasil precisa
ser evangélico, não pode mais ser
católico". Sempre foi numa posição
apologética, sempre foi numa posição
proselitista, sempre foi numa questão
missionária, sempre, sempre, desde que
existe essa ideia de que o Brasil é de
Jesus. Sempre. Não sejamos ingênuos. Ah,
mas é isso que o Flávio quis dizer? Não
é isso que o Flávio quis dizer. Pouco
importa. Neste momento que nós estamos
falando é sempre que esta frase foi
utilizada é para dizer numa marcha de
que esse país será evangélico. Sempre,
sempre, sempre, sempre, sempre, sempre.
Beleza?
A primeira marcha para Jesus, se não me
engano, em 93, 92,
eu não lembro em que ano que foi, tinha
como mote a crítica a santa enquanto
padroeira e o feriado de 12 de outubro.
A gente não pode ser ingênuo,
tá ligado?
Tudo bem.
Já já vou abrir um documento aqui para
mostrar para vocês eh
o
o como que aparece, por exemplo, nas
Assembleias de Deus, nos documentos.
Eh, ixe, puxa, que aconteceu aqui? Tá,
já vou mostrar para vocês como aparece
no Messageiro da Paz
essa questão, porque o feriado ele é
decretado em 1979.
E
no ano, se não o projeto de lei, né, de
79, ele é decretado em 80 e no ano de 80
é a grande virada de chave das
Assembleias de Deus para começar a sacar
que eles têm que participar das das
eleições, que eles têm que ter
representante político, que aí as
igrejas pentecostais começam a se
envolver com a política efetivamente,
porque até então era uma questão de
isola e isolacionismo, né, de ficar
longe. E cara, eu vou abrir já já para
vocês aqui, vocês vão ver como isso
aparece lá nos primórdios também. Então
assim, não é uma questão, ah, não, ele
falou por falar, é uma frasezinha, tem
conteúdo que tá aí, não é de bobeira que
você percebe que esta frase ela tem um
motivo, ela tem circunstância, ela tem
história, ela não caiu do céu, tá
ligado? Exato. O Kevin disse aqui, a
frase tá envolvida num contexto, num
contexto histórico específico, com
sentido específico. Então, não vamos ser
ingênuo, não vamos ser bobo, não vamos
dar de sonso, né? Ah, não. Ele só quis
dizer que não, cara, não, não, não, não,
não, não. Tem história. Que ele quis
dizer, pouco importa. Ah, eu quis dizer
que quando eu fui falar, pouco importa.
Tem história, tem contexto.
O conteúdo enquanto uma pessoa pública
envolvida no movimento religioso, todo
mundo sabe. Então assim, não, não vamos
ser sonso, não vamos ser tonto. A gente
aqui vai levar a sério esse trem. Bom
dia, querido Cléber Lauro, que tem como
meta hoje ouvir sem interrupções.
Torçamos para que não haja interrupções.
E eu já interrompi o o vídeo do do do
coitado Pop falando. Quem vai
interromper quem hoje? Não sei. Mas
vamos lá.
Nossa Senhora da Aparecida desde 1930 em
um ato do Papa Pil X 12. E Flávio
Bolsonaro não tem como desmentir sua
frase. A frase anúncio foi reproduzida
por no mínimo três mídias. Pela Folha de
São Paulo, pelo site Infomoney e pelo
jornal O Tempo de Minas Gerais. Um mês
depois, nesta última sexta-feira, 25 de
setembro, com decisão do ministro André
Mendonça, a pedido de Flávio Bolsonaro,
a frase reavivada atiçou inicialmente
nas redes sociais uma batalha religiosa.
>> Quero dar os parabéns aqui pelo texto do
Bob. Vocês, não sei se vocês eh pegaram
ali a referência, a frase reavivada.
Ele trouxe assim, Bob. Assim como eu não
serei ingênuo com Flávio, não seriuo com
você.
Então, ao recuperar o sentido da frase
que Flávio trouxe, dizendo que o Brasil
é de Jesus, reavivando em termos
pentecostais muito bem claros, né? dando
vida nova, trazendo esse ânimo novo. É o
apito de cachorro, a galera sacou, não
dá para você desdizer. E aí aparece
desde agosto, quando Flávio na sua no
seu lançamento de campanha falou isso,
que numa uma jornalista que eu esqueci o
nome agora, da Maria, esqueci o nome
completo, na Global News, perdão,
querida jornalista, trouxe que, ó, tem
uma parcela da do eleitorato católico
que tá preocupada porque isso aí tá
dizendo que vai querer se fazer certo
enfrentamento com as tradições
católicas.
E é verdade, tem histórico, tem motivo
para isso, não é sem motivo.
Tudo bem? Então, não trouxe nenhuma
informação falsa,
existe, acontece. E essa frase tem
contexto. E aí o pessoal recuperou a
frase, recuperou a fala, veio tudo à
tona de uma vez num stopinha aí,
reavivando essa discussão e essa tensão.
Beleza, bora lá.
Opa.
Seja por imprevidência, imprudência ou
de caso pensado, a decisão de André
Mendonça é foi [roncando]
combustível puro. Nesta terça-feira o
ministro Fux,
>> deixa eu voltar aqui que o
>> ou de caso talha religiosa. Sou
Mendonça, a pedido de Flávioal,
o tempo de Minas Gerais. Um mês depois,
nesta última sexta-feira, 25 de
setembro, com decisão do ministro André
Mendonça, a pedido de Flávio Bolsonaro,
a frase reavivada atiçou inicialmente
nas redes sociais uma batalha religiosa,
seja por imprevidência, imprudência ou
de caso pensado, a decisão de André
Mendonça é: foi [roncando]
combustível puro. Nesta terça-feira, o
ministro Fuxs voltou a suspender
publicações sobre Nossa Senhora. Nisso
tudo, o que alguns buscam é poder. Jogar
a eleição presidencial dentro do Supremo
Tribunal desvia atenções do essencial,
do principal, quem está mais capacitado
para governar o Brasil.
E era isso que a gente tinha que tá
discutindo, né,
obviamente.
E raio de motivo a gente tá discutindo a
quem pertence essa nação, a diferentes
entidades religiosas de acordo com a sua
fé e crença. Por que que isso virou
tema?
Por um lado, obviamente, vem a questão
da da
informação da jornalista
na sexta-feira, 25,
a contestação de Flávio com os rumores
que surgem ali na internet, todas essas
conexões que nós estávamos comentando e
que todo mundo viu.
E na na no sábado, o André Mendonça,
terrivelmente evangélico, acata o pedido
de da campanha do Flávio e sai fechando
o post.
E aí dá um chabu danado. E o Bob chama
uma atenção muito simples aqui, é a quem
interessa judicializar o processo
eleitoral.
Se desviar a discussão sobre quem tá
mais capacitado, quais são os projetos
de governo para uma caça a informações,
uma judicialização de uma série de
processos dentro da eleição, a focar de
novo ali no judiciário. A quem interessa
isso? A gente não tá discutindo aquilo
que importa. A gente tá discutindo tema
religioso, a gente tá vendo juiz batendo
cabeça com juiz e não tá discutindo qual
o projeto de país. A gente não tá
discutindo quem tá mais apto para poder
ter um governo adequado para ajustar os
problemas dessa nação, para ter um
projeto a médio e longo prazo, para
enfrentar a pressão dos Estados Unidos,
a crise internacional na qual nós
estamos vivenciando. Tudo isso ao mesmo
tempo. Quem tá mais apto? Isso a gente
não tá falando. A discussão virou a quem
pertence o país, né? Se você gosta não
gost da santa, se você gosta não gosta
da padroeira, se você gosta não gost de
feriado, não faz sentido algum.
Não faz sentido nenhum.
O que mostra terrível situação e momento
que a gente tá vivendo. E aí não dá para
saber se quem quem sai fortalecido é o
Flávio ou quem sai fortalecido é o Lula.
Com essa judicialização, com as
discussões por
picuinha, por pormenoridades, quem sai
fortalecido? Não sabemos, cara. A gente
não tá discutindo aquilo que toca a vida
de todo mundo efetivamente. A gente tá
discutindo casca, brigando por uma
porcentagem mínima de um eleitorado, que
aí vem um ponto importante aqui de
prévias de eleições
que acontece. Já faz aí
12 anos. 12 anos faz 12 anos
em que nós temos 30% do país votando a
esquerda efetivamente representada no
Partido dos Trabalhadores.
30% do país votando na direita.
E aí qualquer coisa que aparecer que não
seja esquerda, né? que qualquer coisa
que se apresente como oposto ao PT é 30%
antipetista. É isso. 30% petista que se
fecha com a esquerda, 30% antipetista.
1/3 1/3
tá aqui. E a gente tem um meio, uma
meiuca, não o meio do do Pedro Dória,
porque o meio do Pedro Dória não serve
para nada. O uma meiuca aqui, o meio do
Pedro Dória é à direita. Esta meiuca é
uma galera que tá desmobilizada. e que o
pessoal briga por parcelas dela. Só que
nesse ano o que o pessoal tá percebendo
é que o número de abstenções de não
participação vai ser um bagulho bizarro.
A galera não tá se mobilizando com
nenhuma das campanhas. A pessoa não quer
saber, tá cansada por n fatores. Não
vamos entrar aqui no discussões
elocubrações psicológicas do porque as
pessoas não gostam do que tá acontecendo
e não estão se engajando. Tem uma meiuca
aqui. Essa meiuca
ela antes tava a gente brigava por
migalhas dela, né? Então os caras ficam
brigando por migalhas dela. Mas a
campanha se converteu não mais nessa
disputa da Meiúca, porque a Meiúca
parece que não vai se engajar. esse
grande, essa grande porcentagem de
indecisos, de não mobilizados, não vai,
não vai topar. Parece que o negócio vai
ser maluco. Então, tudo tá girando em
torno de escândalo, tudo tá girando em
torno de vazamento, tudo tá para você,
não para você disputar essa meiuca, ela
se mantenha desmobilizada e você
enfraqueça o seu polo oposto.
Não é necessariamente uma disputa por
aumentar o número de votos, mas diminuir
o voto apoio do outro. Você percebem? É
uma mudança,
parece ser a mesma coisa, mas não é. É
uma mudança sutil, mas que faz toda a
diferença. A disputa eleitoral esse ano,
ela definitivamente não é para garantir
que o alguém vote em mim, mas garantir
que aquele que tá mobilizado pelo outro
se enfraqueça. E quem pensou em se
mobilizar pelo outro não vá.
É uma loucura.
É, é um estado deplorável do que a gente
tá vivendo, assim, deplorável.
Então, e a meia culpa tem que ser feito
a quem fica desmobilizando a política,
dizendo que tudo isso é igual, ah,
fazendo que aí, cara, crítica que é
nosso nossa esquerda radical, né,
comunista e não sei o quê. Crítica
importante, critica a teoria da
ferradura quando fica dizendo comunismo
e fascismo é igual, critica.
E tá correta a crítica, mas aplica a
mesma teoria da ferradura para juntar
todo mundo num bloco só, dizendo: "O
Lula é neoliberal, tal qual o Bolsonaro
ou qualquer outro". Pô, velho,
aí lasca, né?
Aí quebra. Aí é burrice,
mas muita burrice. Contribui para esse
grau de desmobilização e falta de noção,
de consciência, de senso, de noção, de
realidade, que pelo amor de Jesus
Cristo. Mas então a campanha hoje ela
gira em torno de você enfraquecer quem
tá mobilizado no polo oposto e tentar
impedir que alguém se engaje lá. Por
isso tá na base de vazamento, tá na base
de de tensão, tá na base de escândalo,
tá na base de você dizer que o outro é
pior, é muito pior. Ah, ele aqui que
babaca. Por isso esse lance da santa, do
de Jesus, de a quem pertence a esse
país, fica tão importante, fica, ganha
tal esse grau, né? esse grau de
importância, porque eu quero mostrar que
aquele outro ali, olha como ele é
pilantra, minha base fica mais
fortalecida e eu quero enfraquecer
parcelas da base que apoia o outro.
Por isso a campanha petista está fazendo
isso, porque eu falo: "Cara, vou
desmobilizar pelo menos os católicos que
estão apoiando o Flávio.
Não é para angarear os católicos, é para
pelo menos aquele que apoia ele não
apoiar mais e aí ele enfraquece um
tanto."
Então,
ai cara, que deplorável, sabe?
Mas é isso, é por causa dessa situação.
Faz 12 anos que a gente tem esses dois
polos bem estruturados, 30%, 30%, e a
meiúca sendo um fiel de balança ali,
cada vez mais desmobilizada. E esse ano
a tendência é a desmobilização record,
assim, um negócio bizarro,
desmobilização record. Então você tá
brigando para evitar que quem esteja do
outro lado realmente se mobilize. Tá
tentando enfraquecer um pouco o seu polo
oposto e não ganhar votos desse meio.
Esse meio ele não tá mais sendo
disputado, pessoal. Só que o cara a
gente não vai conseguir vota aqui. Aí
enfraqueceu o outro lá. E aí a qualidade
da da disputa eleitoral tá na lama,
assim, tá um negócio.
Ai Jesus Cristo, né?
Mas é isso, é isso,
isso. Maria Cristina Fernandes era a
nossa. Eu sabia que era Maria, eu sabia
que era Fernando. Tá com medo de falar o
nome completo errado. Obrigado, Kevin.
Querida, Érica diz: "O que mais me chama
atenção nessa treta é o seguinte: Flávio
manda, Mendonça obedece acriticamente.
Se ele se torna presidente, quais regras
valem?" Valem aquilo que o Flávio
disser, né? Ele, o Cro Nunes, né? Cio
Nunes e o Mendonça estão ali de de
de de
pincher do do Flávio, né? prontinho ali
para atender as necessidades e sair
latindo atrás do portão loucamente. O
problema é que o latido deles tem
efeitos práticos paraa vida das pessoas
e para processo eleitoral, né? Ah,
ridículo.
Dizquis do Thiago, radicalismo
performático abstrato que a esquerda
radical faz. É que agora a gente tá
vendo um radicalismo performático
abstrato em
bobagens em tudo quanto é canto. Ai qu
uma loucura gente tem que acabar também
é outra outra coisa. Mas vamos lá. Eu já
já vou abrir um documento legal que
vocês vão ver. Bob, continua o nosso
resumo semanal, por favor. Querido,
>> uma segunda intenção. Quem eleito pode
ajudar a formatar maioria
poder para salvar pescoços ou no mínimo
currículos
de si mesmos, de negócios ou negociatas,
de familiares, de próximos. Isso tudo é
algo que o Brasil não precisava, não
precisa a dias de uma eleição já marcada
por elevadíssima octanagem, a beira de
explosões. Desde sexta, esta batalha foi
transbordando das redes sociais para
instituições várias e para as ruas, seja
de fato com fatos do agora, seja a
retroalimentação com fatos passados.
Antes do contexto, o fato nuclear que se
conecta à frase de Flávio Bolsonaro.
Atendendo a pedido do candidato a
presidente da República, Flávio
Bolsonaro, na sexta-feira, 25, André
Mendonça mandou tirar do ardo X, o
antigo Twitter, uma publicação do ator
do comediante Antonio Tabet e determinou
também tirar em doar de cambulhada e em
todas as redes sociais 1125
posts sobre o tema. Flávio Bolsonaro
recorreu ao TSE na manhã da sexta-feira,
25 de setembro, às 4:18 da tarde, coisa
de 6 horas depois, se tornou pública a
decisão de André Mendonça, atendendo ao
pedido de Flávio Bolsonaro. Por mais que
se apresente como ungido, tocado para
uma missão especial, não é possível que
Mendonça tenha checado três mensagens e
pouco a cada um segundo.
Ah, mano, agora também o Bob exagerou. O
ungido do Senhor é capaz de fazer isso.
Um homem escolhido por Deus consegue ler
três pon alguma coisa de mensagens por
segundo, de posts na internet, consegue.
Testão. Ah, tranquilo,
cara. É inacreditável,
mano. Inacreditável.
O cara, o cara numa questão de 6 horas
conseguiu
tomar uma decisão
de remover de conteúdo na internet mais
de 1000 e não sei quantos posts, né?
Poucos posts por segundo que o cara leu,
né? Leu. Ah, sim. Leu com o olho da
nuca.
E aí a gente finge de a gente tem que
fingir de tonto, a gente tem que se
fingir de trouxa. Você tem que parar e
falar: "Não, mano, a gente a gente deve
ser [ __ ] Ah, não sei que frase que
a gente usa. A gente a gente alguém
comeu o nosso cérebro. A gente tem que
fingir de tonto. Tem que fingir que nada
tá acontecendo nessa formalidade. Não,
tá tudo certo. Tá tudo certo aqui, ó. E
nem sei o que tá acontecendo. [roncando]
Será que ele simplesmente atendeu o
pedido? nem leu. Ah, será que isso
aconteceu? Ah, não sei. Não sei. Não
posso acusar ninguém de nada, né? Não
posso acusar que uma pessoa não consiga
ler três pon alguma coisa de postos por
segundo. Mas o André Mendonça conseguiu,
porque afinal ele é ungido de Deus, né?
Deus deve ter dado a capacidade dele de
interpretação ali. Incrível. Ele foi
aqui, ó,
e foi lendo tudo. Em 6 horas ele tinha
terminado. E já tava, né? Tipo aquela
cena do do no filme do Jean Carry. Sim,
senhor. Né? que ele vai responder as
orações das pessoas e fica no computador
loucamente.
Era o o Mendonça no celular lendo.
Leu as 1 e tanto, pronto, já dá para
remover. Pá, claro, Mendonça, claro,
Mendoncinha. a gente deve ser muito
trouxa de não entender o que tá
acontecendo.
Então assim, e o mais maluco, né, que eu
eu não lembro se o Bob fala aqui, eu
acho que não, mas quando se discutiu o
artigo 9 do Marco Civil da Internet, o
Mendonça foi contra você fazer censura
prévia, né, você remover conteúdos
para depois avaliar.
Mas não só foi contra fazer isso.
E no caso, nessa nessa discussão do
plenário sobre o marco civil da
internet, não era sobre post sobre Nossa
Senhora ou sobre uma campanha eleitoral
ou sobre comentários jocosos e
engraçadinhos como do Antônio Tabet.
Não,
não era sobre crimes, [roncando]
crimes cometidos, efetivamente. Crime,
crime, crime cometido. Era sobre isso. E
o Mendonça defendeu
que era constitutivo do estado de
direito a liberdade de expressão em
primeiro lugar.
Então, que você não poderia
eh
remover e depois avaliar, porque isso
tentaria contra um direito fundamental.
Aí este mesmo humano, para não usar
outra palavra, terrivelmente evangélico
agora, fez aquilo que ele disse que não
deveria fazer diante de crimes. Só que
agora não é crime.
E foi uma leitura dinâmica de três pon
alguma coisa de posts por segundo. Tá de
parabéns, querido Mendonça. Coerência
sempre, né?
Mas aí, meus queridos amigos que
acompanham o nosso canalzinho, sabem do
que nós discutimos. Mendonça está
seguindo aquela cartilha incrível aos
meus inimigos, meu amigo. A lei aos meus
amigos, tá tranquilo. Ou pior ainda,
dane-se a lei. O que importa é a força.
O que importa é a gente impor e criar
uma situação de estado de exceção. Um
beijo Cmit, em que a gente vai criando
exceções constantes,
porque o que importa é a gente fazer
valer o que a gente quer, né?
Mendoncinha tá fazendo isso. Cio Nunes
também, que para quem viu aquela
bizarrice dele ter proibido a pedido de
Flávio até o uso de de telão de LED na
campanha do Lula e o C Nunes aceitou. Ai
cara, a gente tem que se fingir de
sonso, tá ligado? Ai que coisa.
Hum. E a Nossa Senhora. O Brasil é de
Jesus.
É, exatamente. Tinha querido fazer o
watch. Consegue se fizer um doom
scrolling. Exatamente. Maluco, né? O
cara infinito. Kevin diz: "A censura já
chegou antes do governo Flávio. Imagina
ser eleito e nomeia mais quatro juiz
desses." Exato, mano. A galera não tá
entendendo a gravidade, tá ligado? Tem a
galera que não tá entendendo a gravidade
do que tá acontecendo.
É os doidos lá que escreveram esses dias
da nossa querida esquerda radical, a
qual eu faço parte, mas infelizmente a
gente ainda tem maluco que faz isso.
Olha, em favor do voto nulo. Ah, vai te
lascar, mano.
Vai te lascar. Você não tá entendendo a
gravidade que você tá vivendo. Você você
é doido. O que que tá acontecendo,
maluco? É o como é o Nildorick das
ideias lá que não dá, velho.
Diz aqui do Kevin. Kevin, o tio Rei
colocou esse áudio do Marcos Civil em.
Ei, pronto. O tio Rei acho que é o o
Reinaldo Azevedo, né? O nosso querido
burguês arrogante, incrivelmente sensato
pós 2016.
Merda que ele ajudou a criar, né?
[risadas]
Mas eu eu ouço bastante também os nossos
queridos liberais sensatos.
Eh, cara, é incrível esse áudio, assim,
é bizarro. Ele falando sobre o Marcos e
viu da internet, defendendo liberdade de
expressão e agora ele fez exatamente o
contrário, né? Ai, mano, pastor
terrivelmente evangélico é complicado.
Mas vamos lá, Borb salva nós.
>> Que ele e equipe temos esmiuçado 187
mensagens e meia a cada uma das, no
máximo 6 horas. Sendo assim, terminou
gerando ainda mais repercussão o ato de
censura coletiva determinada ao YouTube,
ao X, ao Instagram, Facebook e TikTok. O
tema já estava no ar escalando desde a
fala de Flávio Bolsonaro a 24 de agosto.
E na quarta passada, dia 23, a meta
havia tirado do ar no Instagram
temporariamente um vídeo de Fábio
Borschá, que alcançava 36 milhões de
acessos, de visualizações, que costurava
as ligações umbilicais entre a Igreja da
Lagoinha, Pastor André Valadão, Banco
Master, Daniel Vorcaro, Flávio
Bolsonaro, Nico Linha Ferreira e outros
personagens deste mega escândalo.
A linha do tempo, ela vai ficando cada
vez mais bizarra, não fica?
Esse vídeo incrível que os caras lá do,
como é que é? Revelando, acho que é
revelando o nome, com o Porchá, CL,
Media Ninja, uma galera que se
articulou, fez um vídeo incrível
mostrando a relação do Banco Master com
a Alagoinha e essas figuras todas, né?
Nicolas Ferreira, só gente boa, Flávio
Bolsonaro
e tal, Vorcaro, essa galera toda. E aí
saiu do ar, tiraram do ar por motivo de
quisemos, né? Por motivo de deu vontade.
Que que tá acontecendo?
Será que a gente não tá vendo
o esforço construído
diariamente contra uma campanha? Por que
será que essa galera tá tão interessada
que essa campanha não vença?
Entende?
Eu
vou chamar essa atenção constantemente
porque tem um uma viagem que a galera
não entende que não é dois não é eh como
é que fala? Uma polarização. Gente,
polarização não faz sentido de falar.
Polarização você tem dois grupos, dois
polos opostos com forças relativamente
semelhantes, né, que tensionam, puxam
cada um pro lado. Aqui a gente não tá
falando de paridade de força nenhuma.
Quem tá atuando? Quem são os atores
participantes? Quem são os agentes aqui
envolvidos?
É aquilo que eu já falei 300 vezes em
outros aqui no canal, em outros artigos
lá na Zelota, não é polarização, é luta
de classes, que nas eleições se expressa
como petismo e antipetismo. Ah, mas eu
acho que o PT ele não é de esquerda de
verdade. Tudo bem, eu também acho que
não é radical como deveria ser. Eu sou
comunista. Eu gostaria de transformação
radical do bagulho todo. Certo,
tranquilo. Mas o ponto é, nas eleições,
o PT é entendido pela população toda
praticamente desse país como a esquerda.
É entendida por todo mundo, por
detratores e por seus apoiadores como
aquele projeto que, bom, minimamente
aceitável aqui de ponto de vista social,
com um monte de militante socialista,
com um monte de militantes radicalizado
e com a galera liberal e com não sei o
que lá, mas é é quem aglutina. na
realidade realmente existente na
história, né? Se eu olha a realidade,
quem que é glutina? Eu gostaria que
fosse o partido qual filiado, mas não é,
porque infelizmente não é. Eis a vida,
né? Temos um trabalho a fazer. Temos um
trabalho a fazer. Temos um trabalho a
fazer. Dito isso, quando você olha a
realidade, é luta de classes que se
expressam nas eleições, como petismo e
antipetismo, mas é luta de classes.
É isso que está posto. Não é
polarização, não tem paridade de arma,
não tem peso de igualdade.
E no nosso caso, nós temos uma luta de
classes em torno de um partido que desde
a redemocratização foi acumulando força
e crescendo e que tem como base a
maioria popular desse país.
Porque você vai olhar quem vota em Lula
em tudo quanto é pesquisa, em tudo
quanto é eleição, em tudo quanto é não
sei o que lá. É, maioria é mulher,
maioria é pobre, maioria é de periferia,
maioria não tem escolaridade adequada,
tem renda muito mais baixa do que os
seus polos. É classe.
Aí você olha no do lado oposto, né,
qualquer antipetista que aparece, porque
o grande movimento é antipetismo, não é
bolsonarismo, é antipetismo. Tanto
antipetismo que você aparece aqui é
assim, olha, homem, branco, meia, com
alta escolaridade e com renda alta.
É classe lutando e que se expressa nas
eleições dessa maneira.
E aí você vê quem que tá envolvido.
[ __ ] velho.
Por que que será que tem uma pressão tão
grande para essa essa campanha não
ganhar? [ __ ] velho,
atende os meus desejos e sonhos alegres
de como deveria ser esse país. Não.
Atende a radicalidade radicalidade que
eu considero também não. Mas eu eu tenho
um bom senso.
Eu sei ler o que tá acontecendo. Eu olho
dado, olha o fato.
Não é o meu sonho, não é meu desejo, é o
que acontece.
Aí você trabalha a partir da
factibilidade existente,
tá ligado? Aí também reta final de
campanha, tá? A galera que não se ligou
disso ainda,
pelo amor de Deus, né? É mais importante
que eu consiga um apoio aqui de internet
ou de sei lá o que lá do que
propriamente o o vitória eleitoral ou
atender um próximo passo minimamente
adequado pra gente conseguir seguir a
vida, né? Aí é [ __ ] Mas vamos lá mais
um pouquinho. Del Bob.
Nesta segunda, o ministro do Supremo,
Flávio Dino, havia liberado as postagens
censuradas na sexta-feira por André
Mendonça. Os ministros Mendonça, C Nunes
e aliados dentro do Supremo pressionaram
Faquim, o presidente. Flávio Bolsonaro
pediu para restabelecer a censura. Em
resposta, Dino decidiu submeter a
decisão a plenário, data a ser marcada.
O ato de Mendonça, censurar mais de 1000
publicações a pedido de Flávio Bolsonaro
foi mais uma interferência na eleição
com um detalhe fundamental, detalhe que
distribuiu e segue distribuindo
carapuças para os principais envolvidos,
por exemplo, o candidato Flávio
Bolsonaro e o ministro André Mendonça. O
detalhe, em sua publicação, Antônio
Tabet não [roncando] cita, não citou o
nome de Flávio Bolsonaro. Disse aspas a
família miliciana odeia tanto mulher
preta que resolveu atacar Nossa Senhora
da Aparecida. Per,
essa é a maior carapuça já vestida na
história da humanidade.
A carapuça serviu, nesse caso aqui
serviu. E a cabeça era desse tamanho. E
a carapuça também. [risadas]
O maluco posta,
a família meliciana odeia tanto gente
preta que resolveu atacar até a Nossa
Senhora Aparecida. O Flávio leu e falou:
"Eita, tão falando de mim, mas por
que identificação foi essa?"
Carapuça serviu, foi?
Aí a minha pergunta é: serviu a carapuça
porque ele realmente atacou a Nossa
Senhora?
Porque a família é miliciana?
Porque odeio a mulher preta ou as três
alternativas anteriores?
Essa é minha dúvida.
Todas as alternativas ou uma dessas
três? Fica aqui a questão. Deveria abrir
uma enquete, né? Deveria aqui colocar
uma enquete.
Deveria botar uma enquete aqui. Qual
será? Qual, qual do, do das três
afirmações fez com que a carapuça
servisse na cabeça do Flávio? Ele leu a
frase: "A família miliciana odeia tanta
mulher preta que resolveu atacar até N
senhora Aparecida". Fou: "Rapaz, tá
falando de mim, ó. Mas tá falando de
você por quê, Flávio? Você atacou a
Nossa Senhora Aparecida? Tá falando de
você por qu, Flávio? Você odeio mulher
preta? tá falando de você. Por quê? Flá,
tua família é miliciana, você é
miliciana ou todas as alternativas
anteriores?
Alguma carapuça serviu, mas para piorar,
o o o o pastor e também juiz do Supremo
Tribunal Federal, terrivelmente
evangélico André Mendonça, leu esta
birosca,
leu esse pedido paraa retirada do poste,
né, entre os 1000 e não sei quantos
posts, né, entre os três pon alguma
coisa post segundo que ele leu, ele leu
e falou: "É, tá falando o Flávio".
Na hora que ele leu o post do Antônio
Tabet dizendo: "A família meliciana
odeia tanto mulher preta que atacou até
a Nossa Senhora Aparecida."
Ele falou: "É o Flávio, só pode ser". E
aí ele foi lá e tira isso aí que você tá
falando do Flávio. Meu Flavinho, você
não pode falar isso não. Aí o Tabet e
seus advogados observaram o que tava
acontecendo na realidade e disseram:
"Em que momento nós falamos que era esta
pessoa a qual o senhor está se
referindo?"
rolou uma autoidentificação,
mas a maior carapuça já servida da
história da humanidade.
E aí eu também me pergunto aqui pro
querido pastor e também eh ministro do
Supremo Tribunal Federal, qual dos da da
das frases fez com que ele identificasse
o post com Flávio? Não sei qual das
sentenças fez ele ele fazer essa
identificação, né? E aí, cara, eles
tinham que agradecer o Flávio Dino,
porque o Flávio Dino leu e falou:
"Gente, acho que tá errado. A gente tá
até quase imputando o crime aqui alguém,
porque não pode fazer essa
autoidentificação. Não tem nenhum
momento disso que é o Flávio." Gente, eu
acho que a gente não pode colocar aqui
no [risadas]
confirmar que esse cara ou ele é
miliciano, ele odeia a preta, ou ele
atacou a naça. Não pode dizer isso
porque ele não fez nenhuma dessas
coisas, a menos que a carapuça realmente
esteja servindo. E aí, sabe o que
aconteceu? O Fuxs a pedido do Flávio
novamente, porque o Flávio continuou se
identificando com o post. Aí ontem o
Fuxa pedido do Flávio que continuou se
identificando com o post. Fav falou:
"Não, não, não, mas tá falando dele
mesmo. Vamos suspender. Vamos aqui
suspender o pedido do Dino que tentou
salvar o Flávio e vamos botar ele aqui
para para de novo como miliciano e sei
lá o quê. Ai, mano, é inacreditável,
velho. [risadas]
É um bagulho bizarro.
Ai, meu pai amado.
>> Perguntem-se por quais razões o
candidato Flávio Bolsonaro e o ministro
André Mendonça entenderam que família
miliciana seria o nome que não foi
citado de Flávio Bolsonaro. E por além
da publicação de Tabet tiraram do ar
centenas de postes que também não
citavam Flávio Bolsonaro, que também não
foram além da expressão família
miliciana.
Por que que eles identificaram? Eu
gostei desse resumo do
Bob, porque ele vai trazer um elemento
que eu não tinha sacado.
Veja, todo termo que aparece miliciano,
família miliciana,
saiu, foi retirado. Aí o Bob lembrou de
um detalhe bem importante.
Talvez porque, entre outras, quatro dias
antes, a revista Piauí revelara: Flávio
Bolsonaro destinou emenda a miliciano
condenado pela morte de Mariele Franco.
fato, via emenda parlamentar,
quatro dias antes de pedido de retirada
dos posts, a Piauí tinha revelado
que o Flávio tinha
saído, tinha sido saído um dinheirinho
de Flávio.
e chegado no miliciano
participante da execução de Mariele
Franco,
uma mulher preta.
Cara, não tinha me ligado nisso. E eu
lendo esse negócio do Bob, falei:
"Caraca, pode crer".
Aí o post do tablet que diz: "A família
miliciana
odeia tanto mulher preta que tá atacando
a terra Nossa Senhora Aparecida
se encaixa num espectro muito específico
de sentidos
que se conecta com essa notícia trazida
pela Piauí
sobre a relação entre Flávio e um
miliciano."
que faz foi participante do assassinato,
perdão, [limpando a garganta]
de uma mulher preta, Mariel Franco.
Meu irmão,
você tá maluco, que tá acontecendo. E aí
aqui uma coisa que eu gostaria de de
fazer um comentário importante,
cara.
Mano, Mina, pessoa que tá acompanhando
aqui,
apoie o jornalismo independente,
sem sacanagem. Apoia jornalismo
independente, jornalismo sério, que
trabalha com investigação e tudo mais.
Sabe por quê?
todos os escândalos, todas as
informações, todos os os vazamentos,
todas as reportagens que detalham as
canalices de Flávio Bolsonaro, que
mostram como ele está conectado com uma
rede criminosa,
saíram
de jornais, jornalistas, trabalhos
independentes.
Vocês vocês perceberam isso?
Grande mídia, grandes jornais não
trouxeram um pelo,
uma unha de informação desse tipo.
Não tem uma unidade de vazamento, de
investigação, de procura, de Quem tá
trazendo é ICL,
quem tá trazendo é Platô, quem tá
trazendo é Paulo Motorin lá pelo Notes
Húngaras, quem tá trazendo é a galera
galera que que tá por volta, cara. Não
tá nos grandes centros de de de
jornalismo, das grandes mídias, não tá.
Quem tá praticando jornalismo tá meio
que nas bordas.
muitas vezes aqui pelo all, pelo não sei
o que lá, mas na internet
ao lado, paralelo,
nunca dentro desses grandes. O que tá
rolando tá sendo por mídia independente,
por jornalismos investigativo praticado
por gente de modo independente. O ICL na
semana passada não é querendo fazer
propaganda da firma não, mas o ICL na
semana passada por meio também da
parceria com Noas com a galera tal, o
Intercept Brasil, a galera toda, que que
esse pessoal fez? Eles perceberam lá,
encontraram uma série de documentos que
ligava o Flávio Bolsonaro, o amigo dele,
o Willer Tomás e o esquema do INSS.
Eles foram atrás das pessoas que estavam
ali nos documentos e aí descobriram que
a dona de uma porrada de empresa que
gera milhões e milhões de reais mora
numa quebrada em Brasília.
É uma doméstica.
trabalha como doméstico, mora numa
quebrada em Brasília e movimenta e
presidente, dona, sei lá o que, de
empresa com milhões. Ué,
não tem uma unidade de jornalista em
grande mídia com grana, com recurso, com
possibilidade de procurar esse tipo de
coisa, de investigar o que tá
acontecendo? Não tem uma unidade, não é
possível.
Então, mano,
apoia o jornalismo independente, apoia
esse tipo de jornalismo investigativo
que tá surgindo nas bordas, não é nos
grandes centros de mídia, porque é essa
galera que tá fazendo acontecer o que tá
acontecendo. Então, sem sacanagem, eu tô
impressionado com isso. Impressionado.
Não tá saindo por Folha, não tá saindo
por Estadão, por Globo, por não sei o
quê. é galera que tá fazendo
investigação, jornalismo e tudo mais, de
maneira independente, na raça, na unha,
com pouco recurso e vontade de fazer os
treinos, né? Então assim, cara,
impressionante, impressionante,
impressionante como o grande mío faz uma
joossa, uma linha para poder fazer esse
tipo de coisa.
Impressionante. Parabéns aí. Se a gente
tá tendo acesso a esse tipo de
informação e entendendo o que tá
acontecendo é por causa de mídia
independente.
Muito louco isso, velho. Tô tô
impressionado. Bem impressionado.
Tá. O candidato a presidente Flávio
Bolsonaro mandou R$ 199.999 R$ 999
intermediados por certo Robson Calisto,
vulgo peixe. E quem é o peixe? é um
criminoso condenado a 9 anos de prisão.
O peixe é quem providenciou a
submetralhadora HK MP5 e a fez chegar a
Ronnie Lessa. Lessa, o assassino de
Mariele Franco e Anderson Gomes. Em sua
delação, o assassino Ron.
>> Ah, só comentando. Ron Lessa, que morava
no mesmo condomínio que Jair Messias
Bolsonaro, o Vivendas da Barra. Essa
entregou, matou Mariele Anderson com a
submetralhadora enviada pelo peixe.
Peixe que no Rio operava na milícia
Jacaré Paguá, Taquara. Peixe que
integrava a organização criminosa dos
irmãos brasão. Os mandantes até aqui
condenados a 76 anos de cadeia pelo
assassinato de Marielle e Anderson. O
peixe foi assessor de Domingos Brasão na
Assembleia do Rio e no Tribunal de
Contas do Estado. Ronila, o assassino,
vizinho de Jair Bolsonaro no condomínio
Vivendas da Barra, no Rio. Rony Lessa, a
quem Bolsonaro ajudou em outubro de
2009, quando Lessa sofreu um atentado à
bomba e perdeu parte da perna esquerda.
O prontuário médico revela que Bolsonaro
intercedeu para que Lessa fosse tratado
na Associação Brasileira Beneficente de
Reabilitação. E Rony Lessa confirmou o
fato em entrevistas. Less e Bolsonaro já
se conheciam há anos. Bolsonaro foi
assaltado no Rio de Janeiro a 4 de julho
de 1995.
Levaram sua moto e uma pistola Glock.
Relato atribuído ao então comandante do
nono batalhão, Coronel Alves, diz que a
moto teria sido devolvida a Bolsonaro
por Ronilessa. Esse que recebeu do peixe
a arma para matar Marielle, peixe que
via Flávio Bolsonaro intermediou R$
199.000 R$ 1000 para um projeto com o
nome que hoje soa profético, projeto
chamado jogadores do futuro vibrando com
o time, guardada, trancada lá no
inconsciente, embora já coletiva em
vasta dimensão, talvez tenha sido a
memória de fatos como esse, o da emenda
para miliciano que levou Flávio
Bolsonaro a pedir para André Mendonça
que fizesse desaparecer das redes
sociais. a expressão família miliciana.
E isso para mais uma vez não voltarmos
ao assassino capitão Adriano da Nóbre.
Do agora, além dos 12,3 milhões de
dólares que Flávio tomou do corrupto e
corruptor Vorcaro, temos a penúltima.
Sempre tem a penúltima. Segundo a
revista Piauí, Flávio recebeu de Vorcaro
não apenas 12,3 milhões de dólares,
foram 14 milhões de dólares na penúltima
contagem. A respeito de tal gatunagem, o
candidato do PL à presidência da
República já mentiu até a penúltima
contagem por 43 vezes. Contagem do site
aos fatos. Vocês lembram de Flávio
Bolsonaro jurando sob aplausos? Aspas,
nunca voei no avião do Vorcaro.
>> Nunca no avião de Borcar. Nunca em avião
de Borcar.
>> Era mais uma mentira. A 19 de janeiro de
2025, Flávio voou da Flórida para
Brasília, no jato Legacy 650,
prefixo PPNLR.
Um dos cotistas do avião era a Prime e o
de Daniel Vorcaro. Outro cotista, o
advogado Willer Tomás. Parça de Flávio
num cipoal que para deslindarmos
levaríamos até o domingo da eleição.
Destaques em 2020.
[risadas]
Pior é que é verdade, velho. Se puxar a
capivara desse Willer Tomás, a
quantidade de coisa que ele aparece é B.
A gente não termina hoje a live, vai
levar uma semana aí para terminar,
porque é muita coisa, é impressionante.
E um amigão do Flávio que aí o Flávio
para dizer: "Olha, o avião não era do
Vcáo, era do Hiller Tom criminoso pior
que o outro". El falou: "Meu pai amado,
esse homem aqui é enrolado, velho. Meu
Deus do céu, que novelo complicado." Mas
antes de voltar aqui para Bob, que está
cometendo o jornalismo, né? fazendo
conexões fundamentais em que a gente tá
para simplesmente vendo por que família
miliciana é tão complicado, né? Por que
que aparece tão complicado pro Flávio?
Porque o maluco tá envolvido até o osso.
Até o osso. E aí um abraço também para
Juliana Dalpiva lá da firma. Inclusive,
se vocês não acompanharam o podcast
sobre a família miliciana em que ela
apresenta ali quem é o Flávio Bolsonaro,
né? O filho 01. É incrível. essa mulher
especialista em em desastres e e redes
na qual esse homem tá tá envolvido.
Recomendo que vocês acompanhem, tá?
Terminei passa a tarde ali ouvindo o
podcast lá na DCL sobre o filho 01. Quem
é? Tá bom. Diz que do Augusto 12. Víctor
fala meu rei. Que tal? Gostei do
trocadilho. O rei que tal. Peguei o
pegou o trocadilho? Peguei. Eu pego
sempre. Cheguei tarde. O que tu acha do
povo tratar esse tema da nossa senhora
como fake? Não é fake news, né?
Obviamente não é fake news. A questão é
o que seria fake news? Seria fake news
se fosse dito: "Flávio tem um projeto
para a retirar o título de padroeira de
Nossa Senhora Aparecida?" Não, ele não
tem. Então, realmente nós jamais
sustentaríamos isso. Mas o que nós
dissemos logo no início de nossa live,
perdão,
é que
a frase "O Brasil é de Jesus", ela não é
sem história, sem sentido, sem
significado.
Ela é fruto e sempre foi dita dentro do
meio evangélico numa disputa contra
católicos e para transformar o Brasil em
um país evangélico. Sempre foi, sempre
foi, sempre foi, sempre foi. E eu
contesto qualquer um que disser que não
foi. Mas não é fácil, meu irmão. Quem
quem é crente desde que nasceu sabe
disso. A frase: "O Brasil é de Jesus" é
para se contrapor à ideia de um país
católico. É numa disputa apologética de
influência e proselitista de expansão da
religião. sempre foi, inclusive é fruto
de um processo de lutas que na mud na na
mudada de chave, na virada de chave da
posição de evangélicos, especialmente
pentecostais, em relação à vida pública
nos anos 80,
adereitância
crente para termos representantes no
Estado com a redemocratização, para que
a gente não sofra perseguição religiosa.
Ah, nada a ver, Bruno, nada a ver,
Bruno. Vou mostrar para vocês então,
meus queridos, porque no ano da graça
de 1980
é quando você tem essa filhada de chave,
tá?
E eu vou abrir aqui para vocês, para
vocês verem, se nada der errado.
Aqui,
ano da graça de 1980.
Deixa eu retirar aqui o
o Bob um minutinho do do palco e botar
esse outro trem aqui.
[suspirando]
Vou pegar o mensageiro da paz,
jornal das Assembleias de Deus,
que era é o principal veículo de
informações das Assembleias de Deus, né?
Indicava liberdade religiosa no Brasil.
anunciada a transição para a democracia
pós ditadura, a igreja evangélica tem
que mudar de posição, tem que mudar sua
estratégia, não dá para se alinhar ao
poder, ela tem que começar a buscar
representação.
E aí a partir dos anos 80 ela começa a
discutir isso, as igrejas evangélicas no
Brasil, incluindo em especial a
Assembleia de Deus, que é a maior
denominação evangélica desse país. Esse
aqui, ó, mensageiro da pai, de setembro
de 1980,
liberdade religiosa ameaçada no Brasil.
Tão vendo? Tão vendo? Essa é a capa. Aí
você desce. Vamos ver então o que que é
liberdade religiosa ameaçada no Brasil.
Ah, isso aqui é interessante também.
Tem um artigo aqui, As duas Cidadanias,
que é o primeiro artigo desse jornal em
que diz que nós temos duas cidadanias,
que nós temos então que nos envolver com
a política, tá? Que você tem a cidadania
na no lugar que você nasceu, o país ao
qual você pertence e também a cidadania
celestial depois de sua salvação. E não
é um, nesse caso aqui é um exerto, um
trecho da revista Ultimato, que é uma
revista reformada, trazida aqui para o
jornal pentecostal.
mensageiro da paz. Mas vamos seguir mais
um pouquinho.
Ah, eu vou mostrar um outro texto daqui
a pouco. O editorial aqui,
impressionante a atualidade da Bíblia.
Aqui tá sempre o editorial vinha nessa
nesse formato aqui. Acho que esse é um
dos últimos editoriais que não é tão
político, né? Porque depois vira tudo
editorial, vira tudo questão política,
especialmente a partir de 84.
Segundo artigo interessante,
pentecostais fora do ecumenismo, que é
aqui o pessoal fica discutindo que a
Igreja Católica eh faz uma crítica à
visita do Papa João Paulo II, que aqui é
chamado de Dom Voitila ao Brasil,
e critica os protestantes, nesse artigo
aqui, pentecostalismo fora do
ecumenismo, critica os protestantes que
participaram das festividades em aliança
com os católicos. Fala: "Ah, isso aí
não". E a última frase aqui, ó. Os
pentecostais, entretanto, têm sempre em
mente as palavras de Jesus. Sai dela,
povo meu. Apocalipse 18:4, né? Tirando
texto fora de contexto para dizer: "Sai
da igreja católica, porque são os nossos
rivais". Então não vamos fazer como os
luteranos, metodistas e crista
reformista que que é o que tá escrito
aqui nesse artiguinho aqui. Mais
importante é isso aqui. Liberdade
religiosa.
Pá, 1980.
Qual é o mote desse artigo? Deixa eu dar
um zoom para que todos leiam.
Diz o autor que é o Gustavo Kestler.
Pastor Gustavo Kessler.
Lemos estar
falta o S aqui. O projeto de lei número
220A de 1979
da Câmara Federal do deputado Jorge
Arbag. Que que dizia esse projeto de lei
que deixou ele estarrecido? É a primeira
vez que aparece nas Assembleias de Deus
uma discussão sobre o
o como é que é o nome? Sobre questões
políticas do Brasil efetiva, discussões
políticas sobre lei. É a primeira vez.
Primeira vez. E na primeira vez que isso
aparece no ano de 1980 é contra esse
artigo aqui, 1979 da Câmara Federal.
O Congresso Nacional decreta, artigo 1.
É declarado feriado nacional o dia 12 de
outubro para culto público e oficial à
Nossa Senhora Aparecida, padroeira do
Brasil.
O primeiro artigo da história do
Mensageiro da Paz, que discute questões
políticas nacionais, é sobre feriado de
12 de outubro para o culto público
oficial de Nossa Senhora Aparecida,
padroeira do Brasil, criticando esta
medida. E qual o motivo, né? Aí as
homenagens prestadas à padroeira, Piriri
Pororó, estar o projeto de lei que faz
isso. Piriri Pororó, Piriri Pororó. O
grande problema é a preocupação
de que ficamos estarrecido. Sim, porque
não pudemos compreender como um homem
eleito por adeptos de muitas religiões
seitas, certamente teve também votos
evangélicos de espíritas, urbandistas,
judeus, pretendesse escravizar a
consciência de muitos dos seus
eleitores, baseando-se numa pretensa
maioria católica.
E o grande problema é que esta decisão
de criar esse feriado seria
veementemente teria que proterdade
de pensar.
A grande preocupação é que diante de um
estado laico deveria valer, né, a
liberdade do pensamento religioso, da
ação religiosa livre.
Certo? Era essa a questão. E daqui paraa
frente começa uma grande disputa aqui,
ó. Tá até em caixa alta. liberdade de
consciência.
E aí contra a Igreja Romana que estaria
se impond uma um repúdio no ano de 1980
contra esta decisão de criar um feriado
para a padroeira do Brasil, inclusive
para um culto e aí ele destaca aqui
depois, né, um culto oficial,
beleza? Isso em 80, isso em 1980. Então
não tem, não é algo que caiu do céu esse
negócio da padroeira não, não é que caiu
do céu. Não caiu do céu. Tem história.
Ele diz aqui o Brasil é de Jesus. Tem
história, mano. Tem história. Começa uma
virada forte,
muito forte. Deixa eu pegar um outro
texto aqui que aí a partir dali os caras
começam a ter uma atuação pública
que até então não existia dentro das
igrejas pentecostais
evangélicas que a maioria desse país,
especialmente as deus que são a maioria
desse país, eh,
em que eles começam a organizar uma
militância. E essa militância, ela vai
ser articulada em torno da disputa
contra os católicos, sendo anticatólica,
criticando o negócio da da do padroeira.
criticando o feriado, vai ter marcha
para Jesus no começo dos anos 90, mesma
fita. Vai surgir contra isso,
contra esse tipo de atuação, vamos dizer
assim,
dos católicos na influência eh sobre
sobre o Estado brasileiro. E aí que
então os evangélicos também tinham que
ter.
Esse é o ponto.
Deixa eu pegar aqui. Eu acho que é nessa
daqui. Deixa eu ver se é esse aqui.
Copiar o link. Dezembro de 84.
Préeleeições préctinte.
Pré-eleições indiretas, né?
Dezembro de 84. antes das eleições
indiretas que vão colocar Tancredo como
presidente mediante colegiado, por meio
do colegiado.
Ah,
ué, não veio o link.
1985,
84, dezembro de 84.
Deixa eu ver se eu acho. Deixa eu ver se
eu acho.
Ped de pororó. Ped pororó.
Ah, não, essa aqui não. É a próxima. É a
próxima. É a próxima. Você vão curtir. V
curtir. V curtir. Pera aí. Peguei o
artigo errado.
Dá nisso, né? Fazer tudo ao vivo.
Aqui pronto.
É esse aqui.
84. esse esse artigo, mas ele não é tão
explícito quanto eu imaginei. confundi
aqui, mas 85
no ano de agosto de 85
tá abrindo aqui.
>> [canto]
>> tum tum tum
tup
se liga aqui, ó. Agosto de 85, novamente
mensago da paz. Vamos descer um
pouquinho aqui. Piriri pororó.
Esse artigo aqui do Nemuel Kessler,
filho do Gustavo Kessler. Se a gente leu
agora pouco o o artigo do pastor Gustavo
Kessler, agora a gente vai ler do pastor
Nemoel Kler, filho do pastor Kessler.
[roncando] As incoerências do
catolicismo. Aí você pensa: "Uco
teológica? Não, não, não.
Então, lembra que a gente já tá numa
marcha que eles estão o dentro do
movimento evangélico, especialmente
pentecostal, a disputa do poder político
que até então não existia, né? Eu vou
ler esse trecho aqui porque ele é muito
muito curioso.
O catolicismo romano, na tentativa de
continuar exercendo sua influência entre
as nações, procura habilmente, onde quer
que se encontre, assumir posições
contraditórias e inconciliáveis que
permitam atender as conveniências de
seus interesses. Quer dizer, são grandes
ardilosos, utilizam tudo o que tiver à
sua disposição. O importante para o
romanismo, se alguém chama de romanismo,
já saiba, provavelmente é um crítico, é
o predomínio, se possível temporal,
ainda que os meios de que faz uso para
alcançá-lo nem sempre sejam lícitos e
condizentes com os postulados da
teologia bíblica. Ou seja, cham de
potencialmente criminoso e ainda
doutrinariamente equivocado.
Tal incoerência chega às raias do
absurdo, principalmente na América
Latina, onde o clero se divide em dois
grupos antagônicos. Olha a análise de
conjuntura do querido, hein?
Conservadores e progressistas.
Enquanto os primeiros aplaudem a decisão
da Santa Sé silenciário Frei Leonardo
Bof, que nesse ano, né, de 85 tinha
rolado a exigência na
quase inquisição, né, na na no
julgamento que o Hatzinger implementou
contra o Leonardo Bof, teve como
resultado a exigência de silenciamento
obsequioso, né? Fica quieto aí, para de
falar. E aí os religiosos da teologia da
libertação foram em defesa do BOF e os
conservadores foram contra. Então ele tá
dizendo, ó, partir dessa disputa aí, os
progressistas, os conservadores aplaudem
a decisão da Santa Séciar o BOF. Um dos
expoentes da chamada teologia da
libertação.
Os últimos clamam o desejo de vê-lo
absolvido da punição para que possa
continuar apregoando teorias ditas
cristãs, cuja base principal se assenta
nos princípios do marxismo leninismo.
O bof marxista leninista, mas nem aqui
nem na China. Seriam as discrepâncias
entre um grupo aí. A aí ó, olha a
hipótese do maluco. Ó a hipótese do
mano. Seriam essas discrepâncias entre
um grupo e outro apenas uma tática
provisória? até que se defininte
os rumos políticos do país. Olha a
loucura. Olha a loucura. A preocupação
do humano é, ó, eles estão se dividindo
ali entre conservadores e e
progressistas, mas é porque são as
artimães da Igreja Católica para
conseguir de qualquer jeito os meios do
poder.
E aí estão de olho no quê? a
constituinte de 85
para fazer a constituinte para ter a
nova a nova constituição que sai em 88
no processo de redemocratização.
Fal, ó, os católicos estão querendo
controlar lá, hein? Até se dividem entre
áreas, os progressistas e os
conservadores. E que que a gente tem que
fazer? Vai ficar assistindo? Não, nós
temos que entrar aí. Nós temos que
disputar essas eleições, né?
E aí vem, se liga, se liga, se liga, se
liga.
Aí ele vai criticar, vai falar que olha,
nós pentecostais a gente tem que se
meter nisso. Então a gente como
religioso tem que se tem que
influenciar. Diante de tais
incoerências, há pessoas que ainda se
opõem quando se fala na preservação da
da liberdade religiosa na próxima
constituinte, argumentando que esse é um
direito já assegurado. Ora, é preciso
vigilância permanente. Este princípio na
prática às vezes se mostra distante da
realidade. Se liga. Como falar em ampla
liberdade religiosa se apenas a Igreja
Católica é chamada para influir nos
destinos do país?
Por que aceitar a falácia da não
existência de uma igreja oficial no
Brasil? Se quando um loteamento é
aprovado, o espaço que a lei reserva
para construção de um templo religioso é
cedido, sem qualquer burocracia ao
rumanismo?
Como admitir a separação legal entre a
Igreja e o Estado se há feriados
católicos para serem observados, aulas
de catecismo nas escolas oficiais e
ainda a famigerada, o famigerado culto,
a Aparecida, a pedra de toque de toda
essa engenhosidade. Então, meus amigos,
não é bobagem,
não é pouca coisa, não é sem contexto,
não é, nossa, o Flávio falou um negócio,
mas é só para falar, não, tem história,
tem história,
tem base. Não é um trem sem bas, tem
base esse trem, tem base no trem desse
tem base no trem desse. Então, quando a
gente faz esse tipo de de leitura,
recuperação histórica, você vê que a
frase: "Olha, eu vou decretar que Jesus
é do Senhor" de eh vou decretar que o
Brasil é do Senhor Jesus. Não é sem
história, não é sem base,
tem um processo de construção específico
que tem que ser considerado como a gente
acabou de ler.
Estão falando de 85, 80, 84, 85, final
dos anos 80, começo dos anos 90. marcha
para Jesus que nasce desse tipo de
posição, tá ligado? Então assim, não é
sem propósito,
existe existe estrutura, existe algo que
acontece. Aí teve uma galera que leu
isso aí, pô, mano,
sem sacanagem.
Isso aí é pido para cachorro, pô.
Quem conhece sabe. Quem conhece sabe,
pô.
Nasci, cresci em igreja, meu irmão, não
tem como,
tá ligado?
Então, meus amigos, minhas amigas, gente
querida do meu coração,
tem que ver esse trem direito, tem que
levar isso a sério. Sabe qual o
problema, né? Os nossos progressísticos,
jornalistas ou sei lá o que lá, eles não
manjam desse trem. Eles não manjam desse
trem, mas não manja mesmo. Não manja
desse trem,
tá ligado? Não manja, não manja. E eles
acham que é uma questão de, ah, isso aí
tem 500 anos de história, de
protestantes contra católicos. Não, você
tem que olhar o que acontece no teu
país, velho. Tem que chamar a gente que
manja do que que tá acontecendo. Então,
fiquem atentos porque hoje vai sair o
artigo na Zelota, leiam ele lá que vai
sair completo, recuperando essa história
aí que a gente escreveu, tá bom? Então,
leiam lá o artigo na revista Zelota,
acompanha a revista Zelota, vai sair o
Minha Nossa Senhora de Jesus, o Brasil é
de Jesus. Minha Nossa Senhora, o Brasil
é de Jesus. vai que a gente recupera
essa história. Mas não é sem propósito.
[limpando a garganta]
Não é sem propósito. Não é sem
propósito. Então não, não é fake news.
Fake news é dizer o Flávio tem um
projeto, ele não tem, ele não
apresentou. Mas não é fake news. Você
falar isso aí é uma mobilização que sim
tem conexões políticas profundas,
históricas de uma disputa religiosa.
Tem, tem. Lógico que tem.
Diz que Gabriel Montolesi, agora o
Flávio precisa provar que é miliciano. É
isso? É, parece que é isso que
aconteceu, querido Gabriel. Parece que
foi isso que aconteceu recentemente.
Ai, ai, ai. Diz que do Igor Juan.
Caramba, o cara praticou o tal do
jornalismo, hein? Olha essa conexão. É o
cara e nós. O o Bob é bom, velho. As
amizades do Flávio são esquisitas mesmo,
Borduna. Vou dizer para você.
Diz que fazer o watch. Esse destaques
foi choque de cultura. Foi, foi. A gente
vai pros destaques agora. Aí já a gente
foi, né? Os destaques do Willer Tomás.
Quem é essa criatura? Pergunta Fazerot
por que Voitila? Quero o nome dele.
Carol Voitila.
Carol Votila. Por isso que tá de
Voitila. Dom Voitila. De Carol Voitila.
Diz que Augusto. Rapaz, eu tinha a
primeira parte da informação. Agora essa
segunda parte aí o buraco é bem mais
embaixo que e aí mas muito mais muito
mais muito mais muito, mas muito mais.
O artigo vai sair, você vai curtir,
mano. Vai curtir. Te falar uma coisa,
meu mano, o que daria um vídeo pro Insta
Discord aí, viu? Ah, espero que dê.
[risadas]
Espero que dê. A gente pelo menos tenta
fazer na pequeniníssima microscópica
mini bolha, que algumas pessoas entendam
o que tá acontecendo. É difícil
trabalhar com coisa pequenininha, né?
É isso, é isso, é isso, é isso, é isso.
Foi. Vamos lá finalizar aqui o nosso
papo com o nosso querido Bob e talvez eu
peguem mais trecho do jornal se der
tempo, mas eu não sei se vai dar do
Mensagem da Paz, né?
>> Pop
>> 22. Flávio tentou emplacar Willer no
Conselho Nacional de Justiça, não
conseguiu. Em agosto agora, Flávio
Bolsonaro ficou alguns dias em um
apartamento de Willer na Vila Nova
Conceição, São Paulo. Numa dessas
coincidências da turma, o AP já havia
sido de Fabiano Zetel, cunhado de Daniel
Vorcaro, ambos da igreja Lagoinha,
aquela do Nico Linha Ferreira. E sempre
coincidências,
Zetel doou R$ 3 milhões deais para a
campanha de Bolsonaro em 2022 e 2
milhões para a campanha do capitão
Tarcísio de Freitas. Capitão Tarcío, que
outra coincidência, a 30 de agosto
último agradeceu publicamente ao
vereador Milton Leite, disse: "Fomos
abraçados por ele, uma parceria enorme."
18 dias depois dessa declaração, em ação
do Ministério Público e Polícia Civil de
São Paulo, o parceiro enorme Milton
Leite foi preso, preso no escândalo do
PCC, controlando 12 das 22 frotas de
ônibus da cidade de São Paulo para lavar
dinheiro do PCC.
Digas de passagem. Então, Milton Leite,
amigão de Tarcísio, abraço, junto. Tamo
junto, meu irmão. Brother, foi ele que
disse.
Aliás, pera aí. Digas de passagem,
Milton Leite, dono do lugar que eu moro,
né? Assim, aqui, Capão Redondo e
cercanias. A família Leite Reina.
E o Willer Thomas, investigado na máfia
do INSS,
daquela máfia, outra porque sempre tem
uma penúltima. Flávio Bolsonaro é sócio
da empresa Bravo Grafeno, registrada na
sala 2601 do edifício Connect Towers, em
Águas Claras, no Distrito Federal. e
que, mais uma coincidência, no mesmo
endereço estão registradas ao menos 16
empresas ligadas ao careca do INSS,
o chefão, suposto chefão daquela máfia.
E a Bravo Grafeno, que tem como sócio
Flávio Bolsonaro, utiliza serviços
contábeis da VOGA, empresa de Alexandre
Caetano, grande parceiro do careca do
INSS e irmão de Letícia Caetano, que era
sócia administradora de Flávio Bolsonaro
quando ele, na sua versão advogado.
>> É muita jucidência, velho.
A a rede ela é infinita. É infinita.
Esse vídeo do Bob ele tinha que tá,
gente, a gente é um canal pequenininho,
somos nós estamos aqui em 15 pessoas que
acompanham esse negocinho pela manhã às
vezes e o pessoal que acompanha depois.
É inaceitável que esse vídeo de resumo
do Bob Fernandes tenha apenas 5600
curtidas.
Isso aqui tinha que tá circulando tudo
cantac porque é um resumo, é um resumo
incrível, incrível que o cara conseguiu
fazer da desgraça que tá concorrendo às
eleições agora no sábado ou no domingo.
Como é que pode?
Letícia diz ter sido indicada por Will
Tomás, a mais recente, penúltima na
manchete principal do Wall na tarde
desta terça-feira. No site Platô BR
expostos supostos segredos de Flávio
Bolsonaro a partir de documentos, notas
fiscais, tweets, reprodução de
conversas. Material vazado na época em
que Alexandre Santini e Flávio
Bolsonaro, ex-sócios naquela fantástica
loja de chocolates no Rio, estavam
rompidos e Santini cobrava R$ 1.400.000
de Flávio. Denúncia de um Rolex de R$
305.000 R$ 1.000 dados de presente para
o hoje candidato a presidente, Orgias em
Hotel de luxo, academia de luxo para
Flávia esposa, paga por terceiro,
equipamentos para mansão em Brasília e
denúncia também de suposto lobby junto
ao ministro Cássio Nunes no STF. O
ministro, por meio de sua assessoria,
disse que atende a parlamentares de
todos os partidos. Se seguíssemos com
penúltimas, teria
>> especialmente de direito.
>> Temos ainda voos de ministros do Supremo
Tribunal em aviões de Vorcaro, empresas
de ministros do Supremo Tribunal,
víceras dos seus negócios, etc. Mas isso
não terminaria antes do domingo, domingo
do segundo turno. Voltemos, pois, à
batalha religiosa atiçada por André
Mendonça a partir de ato inicial e
depois pedido de Flávio Bolsonaro. Fato
inicial, a sua fala a 24 de agosto. Nos
últimos tempos, ataques a igrejas
católicas em Salvador, um na Paraíba e
outro em Fortaleza. Esse no Ceará,
ataques a 9 de setembro, ataques a
quatro lojas com coquetais molotov, três
lojas de artigos de religião de matriz
africana e uma loja de artigos
católicos. Mensagem deixada: Se reabrir,
todos morrem. E uma referência
religiosa. Eu sou o senhor quem falo.
Nas redes sociais, em profusão, a
esumação de ataques variados e passados,
incluindo o do bispo JB Carvalho,
fundador e líder religioso da igreja
onde Flávio foi batizado e frequenta, a
igreja Comunidade das Nações. Em 2001, o
bispo Carvalho escreveu: "Aspas, Deus
odeia o culto à Rainha dos Céus". Fecha
aspas. O bispo Carvalho trabalhou pela
indicação de André Mendonça ao Supremo
Tribunal Federal e batizou Flávio e a
esposa Fernanda em 2024. Após
aí diante de todas de todas estas
relações, você pode dizer: "Não, mas tem
nada a ver o que o cara falou lá de
decretar que o Brasil é de Jesus".
Não tem.
A gente acabou de ver a história aqui,
pô.
Abri documento de 84, 85. Tem mais aqui
para abrir? que eu vou segurar um
pouquinho. Vocês leiam lá o artigo da
Zelota que vai sair. Leiam a revista
Zelota que vai sair completinho com um
monte de coisa bacana. Vocês dão uma
olhadinha legal. Eh, eita, que aconteceu
alguma coisa na escola. Ai, que susto.
O negócio é dá uma lida depois que sair,
fica atento, fica atenta, presta
atenção.
Mas JB Carvalho,
que é
pastor dessa comunidade das nações,
dessa igreja, ele cresceu nas
Assembleias de Deus. A mãe e a avó dele
eram das Assembleias de Deus. Ele foi
criança e adolescente nas Assembleias de
Deus. Aprendeu a ser anticatólico, ante
o bagulho todo. Aprendeu. Depois ele vai
para uma igreja que é a igreja de
Cristo, igreja de Deus, esqueci o nome,
acho que é igreja de Cristo, uma igreja
de comunidades lá e depois sai funda
dele, que é a comunidade das nações, no
qual ele se autodeclara bispo.
pastor de Flávio, batiza Flávio, tem
todo esse discurso por trás, tem todo
esse projeto processo por trás e que na
entrevista que eu não posso mostrar
aqui, eu queria, eu queria mostrar, mas
eu não posso porque o Douglas, Douglas,
o que mesmo? Douglas Barros, Douglas,
o humano do Disascope, sempre esqueço o
nome dele.
Tem um canal chamado Disascop aqui, que
tem umas conexões muito esquisitas com
gente muito estranha, muito estranha.
Ele tem uma entrevista, já apareceu aqui
no canal que a gente já fez react, mas
ele tem uma entrevista, agora não pode
mais porque depois que a gente começou a
fazer react pode não ter sido culpa
nossa, tá? Eu acho que não, que a gente
não teria essa capacidade. Mas depois
que a gente começou a fazer react aos
vídeos do Disascop, eles começaram a
botar o bagulho de direitos autorais, ó.
Aí eu fiquei chateado. Então eles eles
não monetizam o nosso canalzinho ou
derruba o trecho. Aí a gente não pode
reproduzir. Mas eu gostaria de
reproduzir.
O Douglas sei lá o que lá que eu esqueço
o nome dele sempre o mano do Disascope.
Ele entrevistou o JB Carvalho.
Douglas Gonçalves. Obrigado por fazer.
Douglas Gonçalves. O Douglas Gonçalves
que tá com Douglas Costa Douglas Barros
na cabeça. Sei lá. Douglas Gonçalves,
ele entrevistou o JB Carvalho.
Essa entrevista, ela é um pouco
assustadora, assim, é bem assustadora. O
porque o JB Carvalho tem aquele olhar,
vocês vão entender se vocês quiserem se
torturar. Tem um olhar estranho.
Creepy eyes, né?
Weird, weiry aquele negócio meio
o globo locular fica esquisito assim,
rodando sozinho. E aí ele tem uma
esquisita, uma fala esquisita, mas ele
conta a história dele. E aí ele conta
que a mãe era da Bleia, a avó era da
Bleia, fala não sei o quê, não sei o
quê, não sei o quê. Só que ele fala
muito pouco sobre assim sobre isso.
Imediatamente ele vai trazendo assuntos
mais recentes. E quando ele vai trazendo
assuntos mais recentes, ele do nada num
corte, tem um corte que ele fala sobre a
conversão dele, sei lá, e ele começa a
falar sobre a eh intervenção na cultura,
sobre risada, sobre não ser tão
conservador e tradicional nos costumes.
E ele fala: "Isso é um dos montes dos
quais a gente tem que controlar e
dominar". E aí ele reproduz a tal da
teologia do domínio, que é o nosso, é o
coqueluche aí da esquerda, que descobriu
recentemente que os evangélicos, né, t
ideias.
E aí ele reproduz esse discurso que é um
discurso bem de classe média, de de
igreja de classe média conectada com
gringo
e na ideia de que a gente tem que
dominar o estado.
Então o JB Carvalho é um declarado
defensor da edélicos têm que controlar o
estado.
Tem que
beleza?
Declarado. Declarado.
Então, não é um absurdo dizer que ele
tem o projeto de que o Brasil seja
evangélico. Não é absurdo dizer que a
frase Brasil é de Jesus é para fazer a
evangélicos e reproduzindo. Se o Flávio
ai não sabia, digamos, ai hipótese aqui.
Hipótese sendo gentil. Digamos que o
Fábio diga, eu não sabia que tinha esse
peso histórico todo. Eu sou um neófito
na fé, né? praticamente. Não sei o que
tá acontecendo. Digamos que ele diga que
não saiba. Não importa. Você tá
reproduzindo uma frase que para uma
parcela significativa da sociedade
tem sentido combater o catolicismo,
combater essa posição aí de quem vai
influenciar e desir sobre o estado e
garantir o nosso lugarzinho ao sol e
fazer com que o governo funcione a nosso
favor. Simples assim. Simples assim.
do Igor, mano, mainstream evangélico,
infelizmente, tem essa tendência de ter
conexões e inclinações muito estranhas.
Sim, porque
deixa eu me proteger do processo. Até os
que pagam de insentões que nem o Douglas
é Zentão à direita, né? Porque lá só tem
maluco conversando com ele.
Vamos fazer careta para um lado
específico. Exato. Não, o Douglas a
gente fez um react, um dos primeiros
reacts aqui do canal. Deve ser o
terceiro ou quarto react aqui do canal.
É um papo dele com outro maluco que
esqueci o nome dele. Leandro
Leandro Barretos.
Um doido aí, o outro doido aí que eles
falam sobre marxismo cultural, tipo
chapéu de alumínio até umas horas. E
isso é um vídeo antigaço de não sei
quantos anos atrás, assim, de década
para trás, tá ligado? É doideira. Então
esses caras são, mas não importa, porque
o que importa é almas para Jesus, né?
Vamos lá. Vamos. Ai Jesus Cristo.
Após se lançar candidato à presidência,
a primeira aparição pública de Flávio
Bolsonaro foi na igreja do bispo
Carvalho, bispo que defendeu Bolsonaro,
o pai ardorosamente. Desde a intervenção
de André Mendonça nas redes sociais na
sexta-feira última combustão, buscando o
voto evangélico mais radical, Flávio
Bolsonaro atacou a Igreja Católica.
disse que gente dentro da Confederação
Nacional dos Bispos do Brasil estava
ajudando o PT. Em nota, a CNBB negou e
devolveu. Não se combate mentira com
outra mentira. Dom Devair Araújo da
Fonseca, bispo de Piracicaba, São Paulo,
lamentou: "Às vezes ameaçam nossa
devoção, fazendo crescer entre nós
notícias que são falsas. Isso nos
entristece e surpreende. Nesta
segunda-feira, Dom Vicente Ferreira, da
diocese de Livramento de Nossa Senhora
na Bahia, foi ao X, o ex-Twitter e
bateu. Escreveu: "O pai Bolsonaro disse
que a CNBB é a parte podre da Igreja
Católica e inclusive vigiou bispos.
Agora o filho declara que ajudamos a
divulgar fake news. Valei-nos, mãe
Aparecida, nossa rainha e padroeira,
disse Dom Vicente. Desde a frase de
Flávio Bolsonaro a 24 de agosto, o tema
vinha esquentando. Na quarta-feira
passada, 23 de setembro, o presidente da
CNBB, Dom Jaime Spingler, recordou a
caminhada da humanidade. disse: "Quando
religião e política se misturaram ao
longo da história, o resultado não foi
positivo.
A propósito de positivo ou
>> pera aí que agora tenho que fazer um um
comentário.
As rusgas com a CNBB também não são de
hoje, são antigas. E eu tenho que dizer
que a CNBB também não ajudou.
E digo porquê,
durante os anos 70, 80 e começo dos anos
90, a leitura que os católicos fizeram
dos pentecostais é de que eles eram uma
seita.
E depois
chama de seita, eles também disseram que
era exclusivamente e redutivamente
a
interferência dos Estados Unidos no na
América Latina. Pô, isso é muito
problemático em muitos sentidos, tá? Em
muitos sentidos. Em muitos sentidos.
Mas a
essa postura que é muito problemática em
muitos sentidos,
ademais e para além de tudo,
ela negava o caráter popular e a
história específica dos pentecostais
brasileiros, sua construção autoctony,
né, como foi por aqui. E cara, nossa,
isso não ajudou em absolutamente nada,
só reforçou e reforça a atenção entre
pentecostais e a Igreja Católica,
especialmente a Igreja Católica
estruturada em torno da CNBB. Eu vou
pegar aqui, ó, a edição de 85.
Ah, de que ano que é?
Ah,
esqueci. Ti ti
maio. Ah, então tá aqui, ó.
Fevereiro, abril,
maio.
Vamos ler juntinhos aqui.
Deixa eu puxar para cá.
Ô Jeová,
essa rusga e essa tensão entre
pentecostais e CNBB não é nova. E assim
existe ainda muito preconceito, tá, no
meio católico com os pentecostais, mesmo
entre a teologia da libertação. É uma
coisa muito curiosa. Tanto que eu falo
assim, com tranquilidade, tá? E isso a
gente tem que botar a mãozinha na
consciência. Aí meus queridos amigos
católicos, eu quando vou pros eventos
que a gente tem teologia da libertação,
eu cumpro a cota protestante, né? Aliás,
nem a cota protestante, a cota
evangélica,
ah, e especialmente pentecostal. Eu sou
um ser estranho lá. fala: "Nossa, você
já ouvi essa frase várias vezes, né?
Você é pentecostal e tá com a gente
aqui". Meu Deus, gente, acontece essas
coisas, né? Historicamente há uma
relação estranha.
E aí, deixa eu ver se é esse texto aqui.
Isso aqui, ó. Então, vamos lá, tá?
Prestar atenção. Não é, não é de hoje.
Não é de hoje. Não é de hoje.
[tosse][limpando a garganta]
Em maio de 85,
ali constituinte com menos solto.
Mensageiro da paz. Ma 85
Ipiranga. Um novo grito. As margens do
histórico riacho. Ah, eu vou ler isso
aí. Eu vou ler isso aqui depois. Eu vou
ler primeiro outra parte. Tem mais um
editorial aqui do Nemoel Kler.
filho do Gustavo Kessler, que a gente já
leu aqui.
Vou ler um trechinho, né? Então vamos
lá. Mais um trechinho dessa rusga entre
pentecostais e CNBB.
os nossos representantes na
constituinte. A convocação de uma
Assembleia Nacional Constituinte já é
ponto pacífico para consolidação da Nova
República. O governo se dispôs,
inclusive, a criar uma comissão
representativa dos diversos segmentos da
sociedade, que trabalhará na elaboração
do anteprojeto da nova constituição e
ser será represent a ser representada
para análise e consequente aprovação na
no parlamento eleito em 1986.
A questão que se coloca do Aravante é a
escolha de homens públicos, não homens
privados. O que aí traz o problema,
rapidinho, traz um problema aqui, porque
homens públicos não é legal. Hoje em dia
a gente já aprendeu que se você quiser
adjetivar positivamente alguém, você
chama ele de privado ou privada. Por
exemplo, recebi
uma doação ou um investimento, não sei,
de um banqueiro
canalha que roubou dinheiro de
aposentada, aposentada para o filme do
meu pai.
Peguei esse dinheiro e ao invés de
investir no filme, supostamente
utilizei para sustentar o meu irmão no
estrangeiro.
Pô, isso é um problema. Não, não, não,
mas era um dinheiro privado. Ah, então
tudo bem. Se você adjetiva qualquer
coisa que você fizer de errado com
privado, fica bom. Você pode fazer.
Então, por exemplo, ah, cometi um
adultério, mas foi um adultério privado.
Tudo bem.
Supostamente estive com pessoas no hotel
Hatch, na Barra,
com informações vazadas por um suposto
colega. de que eu fazia festinhas com
garotas, mas eram uma festinhas
privadas. Então, tudo bem. Então, tudo
bem. Se você cometer um ilícito,
adiciona privado que dá certo. Então,
nesse texto aqui eu corrigiria. Falei,
não precisa de homens públicos, você
precisa de homens privados. De homens
privados, provavelmente é uma coisa boa.
De homens públicos
que terão a responsabilidade histórica
de dotar o Brasil com mecanismos
constitucionais e possibilitarão o país
pleno desempenho de sua vida
democrática. eh começaram a ficar feliz
com a democracia que também que até
então não eram muito satisfeitos com
ela. O assunto interessa de perto
evangélicos e foi amplamente discutido
em Brasília no encontro de líderes das
Assembleias de Deus procurando-se
estabelecer o posicionamento da nossa
igreja em face à questão, além de ter
sido verificada, veja, é a primeira vez
que isso tá acontecendo na história
dessa igreja,
verificada a possibilidade de elegermos
os nossos próprios representantes. E aí
esse texto tá preparando pro que vem
depois, tá?
O compromisso da igreja nesse caso não
pressupõe um envolvimento político
partidário. Claro que não. Nem admite
uma outra hipótese de segurança além
daquela que nos é garantida por Deus.
Amém. representa, todavia, um esforço de
manifestar sua benéfica influência nas
mais altas esferas da vida pública. É
claro que é isso que a gente pretende. E
aí vem,
prestem atenção, existe um também um
outro aspecto do problema que não pode
deixar de ser considerado. Qual o
aspecto, querido Nemoel Castler, editor
aqui do nosso Messageiro da Paz?
Enquanto estamos pensando em nossa
participação, a Igreja Católica, ao lado
de outros grupos religiosos, arregimenta
suas forças e se prepara através da
CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil, para tentar influir na próxima
constituinte.
E de que modo ela vai encarar a questão
da liberdade religiosa?
Abrindo um fórum de debate sobre o
assunto, o jornal batista assim se
expressou. Aí agora, referência então a
um outro jornal, jornal da Igreja
Batista. Portanto, ponto de honra para
nós é a preservação do princípio de
separação entre igreja e estado, que
parece não estar expresso com a
necessária clareza na atual
Constituição. Tanto assim que não foi
possível impedir em bases
constitucionais,
olha o problemão, a promulgação do
feriado de 12 de outubro.
Ah, não, mas essa frase ela não tem nada
a ver. O histórico, cara, vocês estão
percebendo?
É uma raiz muito profunda, cara. Muito
profunda. Aí por meio do mensageiro da
paz ali, a gente já leu texto da
Ultimato, que é reformada, fundado por
presbiteriano. Agora, referência a um
outro jornal Batista. E a galera tava
discutindo essas coisas. Qual o grande
problema?
Estado está sendo controlado pela Igreja
Católica. E num primeiro momento é uma
posição defensiva, né, em defesa da
liberdade religiosa que não pode
misturar a igreja estado. Mas o que
acontece depois? O que que acontece
depois? O que que acontece depois?
Depois acontece uma posição ativa.
Quando esse grupo evangélico já tem uma
força acumulada,
chega às instâncias de poder, já não é
mais uma posição reativa em defesa da
liberdade religiosa, agora é uma posição
ativa para impor a nossa religiosidade
nesse estado
e inverte o polo.
Mas isso é óbvio.
Então não é sem propósito. Tudo bem?
conteúdos importantes. E se vocês também
quiserem fazer cortes desse nosso papo
aqui, vocês pode fazer, manda para todo
canto é canto, porque é importante o
papo ou mais importante ainda, leia,
leia a revista Zelota, vai sair o artigo
completinho com esse tema.
Mas vamos lá finalizar o nosso papo.
Estamos terminando ele hoje.
Venha, querido Bob.
Negativo, nada positivo para o Brasil. a
epidemia das bets. E na sexta-feira,
Lula proibiu as bets com decreto lei. E
desde sexta-feira já foram criadas mais
de 16 betes ilegais. As bets foram
criadas pelo Congresso Nacional e
sancionadas no governo Temer. Nadaram de
braçada no governo Bolsonaro. A lei
14.790 790 no governo Lula regulamentou
as bets, mas mirando na arrecadação,
sabemos que o governo não teria votos
para derrubar as bets, mas poderia ter
proibido, por exemplo, a brutal e
viciante publicidade. 43,8
milhões de brasileiros já apostaram em
Bets. Segundo estimativas, quase 13
milhões de pessoas estariam em situação
de risco relacionada às apostas. Segundo
o Conselho Nacional de Secretários da
Fazenda, famílias já perderam 62 bilhões
e meio de reais jogando nas bets. O
decreto de Lula proibindo necessário é
uma jogada de risco. Quase todo o
desmiolado futebol brasileiro e seu
ecossistema vivem das bets, os dito
influencers, jogadores.
>> Aí como a gente tá defendendo aqui o
final do o fim do futebol, né? Nós
defendemos o fim do futebol. O
Corinthians tem que acabar, tem que ser
refundado. Afinal, o Corinthians não é
um clube que tem uma torcida, mas uma
torcida que tem um clube. A gente também
tá satisfeito aí com Bet. Pode acabar,
acaba o futebol aí.
>> Empresas, picaretas ganham fortunas com
a jogatina e a desgraça alheia. Várias
emissoras Brasil Afora e parceiros
multinacionais têm relação comercial e
publicitária muito forte com o setor. No
eventual segundo turno jogarão milhões e
muito mais contra Lula. Um combo disso
tudo com pitadas de nacos do jornalismo
IENA se limita a enxergar e atacar como
sendo a medida apenas uma jogada
eleitoral. jogada eleitoral é,
obviamente, também é do jogo, ainda mais
quando não se tem maioria. A medida
positiva reflete o que queria 70% da
opinião pública no Brasil. foi tomada
agora sem calibragem, uma aposta e risco
eleitoral para Lula, mas enorme risco
também para a oposição mais cedo ou mais
tarde, sustar ou tentar sustar o decreto
e permitir que o vício epidêmico da
jogatina siga desgraçando milhões de
famílias. Multiplicam-se casos de
falência, separações eos
passado o primeiro turno, perdendo ou
ganhando, quem é da B?
>> Só um comentáriozinho aqui importante,
tá? Eu não sei se vocês viram esse
levantamento, mas é um bagulho bizarro
da promulgação da medida provisória
suspendendo as bets
em comparação com o mesmo período, acho
que de 3 dias, um período ali de três
dias, promugou, pá, passou três dias no
fim de semana, né? Pro dia seguinte
teve uma queda
de 10%
no número de transações via Pix.
Meu irmão, minha irmã
ouve isso.
É um dado bizarro.
Proibindo ou suspendendo as bets, as
casas de apostas, joguinho de tiguinhos,
cambó
esportivo, né? Pesca de humanos
esportivos do ponto de vista da de quem
faz da empresa que que dispõe da aposta,
né? Dispõe o aplicativo de apó Pescando
humanos.
Eh, depois que interrompe esse negócio,
em 10,
em 3 dias 10%
de transações no Pix foi interromp,
diminuiu, né? Caiu em 10% o número de
transações
via Pix mesmo período comparado. 10%,
gente, é muito.
Pensa 10% do do volume de transações, da
quantidade de transações feitas por Pix
para pagar alguma conta, para fazer
algum negócio, para transferir dinheiro.
10% desde que você interrompe as bets
num período ali comparado de 3 dias com
períodos anteriores. 10% é muito, mano.
Esse é o o número bizarro, não é em
quantidade de valores transferidos, em
quantidade de transações realizadas.
10%.
É muito, mano.
É, é insano. É insano. Imagina se a
gente na população brasileira faz
transação direta de Pix, aí você
interrompe as bets num período comparado
da interrupção, até a hora que o cara
faz o cálculo, acho que era de 3 dias,
10% a menos do que em períodos
comparados anteriores, velho. Mano, é
muito, mano. É muito, velho. É um
bagulho biz. É o dízimo de transações.
É muito, mano.
É muito. Isso mostra a epidemia que é
essa merda.
Bola e boladas a qualquer custo voltará
a brigar por um dos muitos Brasis. Uma
porção das muitas múltiplas porções de
Brasis se vende como sendo religiosa.
Não só porque está na Constituição,
religiões e fé t que e devem ser
respeitadas, mas não os hipócritas, os
sepulcros caiados, milicianos e
corruptos, que usam religião e fé como
biombos em busca de fortuna e poder.
Será que Será se o Bob agora falou
milicianos e corruptos? Quem será que se
identifica com isso? Tô preocupado
agora.
Será que o cara que se identificou com a
frase família meliciana odeia tanto
gente, mulher e preta, que que resolveu
atacar Nossa Senhora? Vai se identificar
agora com essa frase do Bob também?
Fiquei preocupado, hein? Pode ser que a
carapuça sirva novamente, que a carapuça
tá servindo para coisas incríveis
ultimamente.
Que semana, hein, minha gente? Quinta de
semana, agora 4 de outubro, teremos
eleições. E você que está acompanhando
este canalzinho, você tem um dever. Você
tem o dever a cumprir.
Você vai chegar lá, vai apertar 13 e
plili.
Por causa de Nossa Senhora Aparecida,
não. Por causa do nosso Senhor Jesus.
Não.
Não. Nenhuma das duas coisas.
Efetivamente, por quem é o grupo que
está mais apto para poder realizar uma
administração adequada do Estado na
coisa pública e em defesa dos interesses
nacionais?
Quem minimamente da factibilidade e
atende aos interesses de trabalhadores e
trabalhadoras. É isso que você vai
fazer, porque do outro lado é uma
posição de entrega absoluta absoluta do
território e do fruto do trabalho das
trabalhadores e das trabalhadoras para o
exterior
dentro de um projeto imperialista,
fazendo as vontades de Trump e sua trup.
E do outro lado, minimamente nós temos
uma organização adequada dentro do jogo
burocrático, democrático, liberal,
burguês, vigente no estado de direito.
Não é difícil.
E a coisa séria, porque tá acirrado,
porque a gente tem um criminoso de um
lado e do outro não. E aí, meu amigo, se
a gente não leva a sério, a gente se
lasca. É 13ilm
na próxima próximo domingo, dia 4 de
outubro e um papo sério com as pessoas
que a gente conhece, tá? Então assim,
papo sério aí com quem você gosta, quem
você conhece. Tudo bem? Estamos
encerrando hoje, mas eu quero mostrar um
trem para vocês aqui que me diverte.
Que aí você fala: "Pô, Bruno, como é que
você sabe esses bagulho tudo aí dos
crentes? Você tá informado, hein?
tá informado os bagulho dos crentes. Eu
fico informado,
mas mais do que isso, eu li a
o Messageiro da paz, né,
mostrando para vocês
o artigo de maio de 1985.
Eu vou pegar uma chamada aqui de mais de
85 para vocês entenderem o negócio que
não é esse da Aparecida.
Ai, ai, ai. Messageiro da paz.
Cadê?
Mais de 85.
Tem uma parte da chamada aqui, ó. Tão
lendo aqui? Ipiranga vírgula, um novo
grito às margens. [música] Deixa eu dar
um zoom maior aí. Ipiranga, um novo
grito às margens. Nossa, o que que ele
tá falando do novo grito? as margens.
Que que referência é essa?
O pastor Alfredo Riqudal à esquerda,
esse aqui,
está à frente da igreja Ipiranga, no
Ipiranga há quatro décadas.
Ao seu lado, da esquerda para a direita,
pastores Luiz Almeida, Delfino Brunelli
e José Wellington Bezerra da da Costa. O
Zé Zé Wellington, que quem não se
lembra, ele recentemente aí apareceu se
filmando, luxando numa BMW
cheia das 9 hor
e Eurico Bergstein, né, um dos famosos
aí. A inauguração do templo da
Assembleia de Deus do Ipiranga em São
Paulo, às margens do histórico riacho,
onde foi proclamada a independência de
nossa pátria, constituiu-se um novo
grito de liberdade para o brasileiro.
Página cinco, o pastor Alfredo Rick
inaugurando esse trem. Vocês já ouviram
esse nome Rick Dal em algum lugar?
Já ouviram esse nome em algum lugar?
>> [risadas]
>> É, meus amigos, por incrível que pareça,
por pareça que incrível, um novo grito à
margem.
É ele sim, irmão Alfredo Reiquidal,
inaugurou seu o novo templo sede,
[risadas]
seu novo templo. Queria eu, meus amigos.
Queria eu que fosse tivesse alguma renda
aí que sobrasse para nós, mas não sob
não sobrou nada. Tem nada. Nós tá aqui
no Capão Reno.
Ai ai ai ai. Sim sim.
Senhor Riquid Dal é parente. Meu bisavô.
Meu bisavô. [risadas]
Nunca ouvi falar. É nem eu.
[suspirando] Meu bisavô. Meu bisavô.
Conheço as entranhas desse universo
religioso pentecostal, meu amigo.
As entranhas.
Nasci aí,
nascido e crescido.
Só não fui ungido.
Mas é isso. Eu já contei isso aqui
algumas vezes, né? Minha mãe é da elite
da igreja assembleiana, né? a família
dela, dos primórdios da igreja das
Assembleias de Deus e o meu pai da
membresia, chão de chão de fábrica,
analfabeta,
correria e implantando igreja no
interior de meio de lugar nenhum da
Blenia também. E cá estamos. Graças à
igreja, os dois polos opostos se
encontraram e das contradições da vida,
cá estamos nós.
Conheço isso aí por dentro
e de longa data. Mas é isso. Beleza, meu
povo. Precisamos encerrar. Espero que a
tenha sido bacana agradecer aqui, né, o
conteúdo de Bob Fernandes, que orientou
e guiou toda a nossa conversa de hoje,
exceto as inserções que fizemos trazendo
aí elementos externos, especialmente a
respeito dessa disputa entre a quem
pertence o país. E eu gostaria de dizer
que este país, este país conhecido como
Brasil, ele é de quem?
Ele é o Brasil é de Nossa Senhora
Aparecida
ou ele é
do nosso Senhor Jesus. Brasil dos
trabalhadores das trabalhadoras que
criam as condições para que fiéis, sejam
de Nossa Senhora, seja de Jesus, seja de
de religiões de matriz africana, seja do
que seja, de religiões orientais,
indígenas, não importa. [roncando]
é dos trabalhadores e trabalhadoras que
criam as condições para que nós possamos
existir e nos manter e seguir aqui
permanecendo,
desenvolvendo nossas atividades, nossas
condições, nossas possibilidades de
meios de vida e garantindo futuro para
que quem qualquer fé que você professa
possa seguir nela e desenvolver suas
habilidades, capacidades, cuidar dos
seus filhos, das suas filhas. Então,
meus amigos, é dos trabalhadores,
trabalhadoras, tenha consciência e vote
efetivamente em quem atende as
necessidades mínimas para que você
continua existindo e persistindo. Então
é 13 liili na quarta, no domingo, dia 4
de outubro. Beleza, meu povo? Dito isso,
praticamente semana encerrada,
quarta-feira
e
não baixa a cabeça,
nós ainda temos dois turnos para
disputar. 4 de outubro agora, final de
outubro e depois para fazer o
reconhecimento [música] das eleições,
porque tem gente que vai dizer que não
valeu, os Estados Unidos vão dizer que
não valeu, mas a gente vai resistir, a
gente vai seguir por aqui e seguiremos
também no nosso canalzinho [música]
Trazendo a Boa Nova.
>> Seguimos trazendo a boa nova todo dia ú
[música]
>> seguimos trazendo boa nova todo dia
[música]
>> até a vitória final.
Se cuidem, fiquem bem, Deus abençoe, nos
ajude aí, curte esse vídeo, comenta já
hypa, faz aquele trem todo que eu
esqueci de pedir. É, eu sempre esqueço.
E se tiver sobrando uma merreca aí, no
fix salva vidas, a minha em especial.
Mas é isso, meu povo. Valeu, até mais.
Ciao.
>> [música]

Tags: