🔴AULIVE: PRÉVIA DAS ELEIÇÕES EM UM BRASIL TERRIVELMENTE PERDIDO
30/09/2026
🔴AULIVE: PRÉVIA DAS ELEIÇÕES EM UM BRASIL TERRIVELMENTE PERDIDO
pix: bruno@reikdal.net
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Fonte: Bruno Reikdal
Legendas automáticas:
[música] [música] เ >> [música] >> Bom dia, tudo bem com vocês? Bom dia, bom dia, bom dia, bom dia. Totalmente excelente para vocês. [música] Empecemos um dia mais. Cá estamos. Se você tá colando aqui pela primeira vez, pera aí, deixa eu ver o som. Tá bom? Pera aí, pera aí, pera aí, pera aí. Tô alto isso aqui. Agora sim. Se você tá chegando aqui pela primeira vez, seja muito bem-vindo, muito bem-vindo, muito bem-vindo ao nosso canalzinho. Eu sou Bruno Requel, doutor em economia política mundial, mestre em filosofia, graduado em filosofia, formado em teologia e atua aí como coordenador e mediador de algum de dois cursos, na verdade, de pós-graduação. Espero que possa contribuir de alguma maneira adequada aqui, produzindo conteúdo de divulgação no YouTube e que seja didático e acessível, apesar de por muitas vezes tocarmos temas complexos. Aqui no nosso canalzinho a gente gosta de discutir questões de militância, marxismo, economia política e religião, coisas que tranquilamente não dão nenhum problema, né, na sua vida e nem discussões infinitas com os seus colegas. De todo modo, se você gosta desse tipo de conteúdo, não esquece de curtir esse vídeo, comentar para engajar espalhar a palavra por aí, se possível hypar, porque parece que isso ajuda a gente e aí você pode contribuir também para que nossa palavrinha se espalhe por aí de alguma maneira. Então, espalha a palavra, tá bom? Considera também ser membro, membra, membre, membrezinia aqui do nosso canal, porque se você faz isso, você apoia o nosso trabalho. O nosso canal é pequenininho, mas fiel e resistente, com uma galera muito bacana que dá essa força. E você, por um preço de um café expresso, nos apoia, nos fortalece, nos ajuda a manter essa produção de conteúdo e ainda tem acesso a conteúdos exclusivos para você, para você e para todas as outras pessoas que também fazem parte aqui do nosso canalzinho, né? Então você pode assistir o nosso curso de marx religião, evangélicos e política no Brasil, filosofia latino-americana, como fazer o seu projeto de pesquisa, entre outras coisas. Tem a nossa rádio Critt Crent, tem vários vídeos contando causos específicos, interessantes. Então, coisas para aproveitar consideravelmente. Fica aqui o convite. E além de tudo, se você vira membro, membro, membro e membrezinha do nosso canalzinho, você pode fazer parte do nosso grupo de WhatsApp. Totalmente excelente. A primeira igreja barista do WhatsApp. E aí você só manda o seu nickname com o seu número do telefone aqui para este e-mail que está passando abaixo de vossa tela. Caso você esteja apenas ouvindo o que tá acontecendo, porque tá em situação de escritório, você pode em algum momento adequado, dar uma olhadinha, tá sempre passando aqui embaixo da tela, tá bom? E curiosamente esse meio também é chave do Pix, porque vai que tá sobrando uma merreca aí você pode apoiar o nosso trabalho. Como um grupinho pequeno, mas fer resistente, nós estamos aqui tentando seguir esta correria. Manda o Pix aí se tiver sobrando uma merreca. Fechou? Creio que seja isso. Se nada tiver errado, tudo dará certo. E eu esqueci de algum aviso. Alguém da membre vai me lembrar. Ah, é claro. Nosso grupo do Zap também aqui, o nosso chat é sempre muito gentil, educado e bacana. E aí eu convido você a fazer parte, sabendo que não será achincalhado ou sofrerá consequências desagradáveis de pessoas que não são legais, não. Pessoal aqui é tudo bacana. Fechou? É isso, meu povo. É isso, é isso, é isso, é isso. Cá estamos e cá seguiremos. Eita! Poxa, os gatos estão tretando. Calma aí, gato. Tem dois gatos em casa, Danisso. Ah, que susto que eu tomei. É isso, é isso, é isso. Hoje tem muito papo pra gente fazer. live pré-eleições, análises de eleições, análise do que está acontecendo e claro do causo da semana que mais uma vez toca nos temas que discutimos aqui no nosso canalzinho, que é afinal a quem pertence o Brasil, né? Se é Nossa Senhora Aparecida, se é o Senhor Jesus Cristo, afinal a quem pertence esse país. Parece que isso é um tema muito importante e sensível. A gente vai discutir isso também. Tudo bem, meu povo? É isso, é isso. Disqu do Borduna. Essa T do Flávio com a boneca do Sabor Nossa Senhora me pegou. Eu gostei da tamb. Eu achei que ia ficar bacaninha com esse climinha. Frei Gilson. Borduna diz: "Bom dia, professor e chat". Bom dia, querido tudo bem com você? Espero desejo que sim. Bom dia, querido Thiago. Thago diz: "Bom dia a todos os baristas e não baristas da América Latina. A todos no baristas e não baristas de América Latina. Bom dia, Thaago. Bom dia, querido Paulo, que diz: "Bom dia, Barissas." Bom dia, Paulo. Que bom que você está conosco por esta manhã. Um beijo. E é isso, meu povo. É isso. Cá estamos com o nosso cafezinho. Comecemos pela questão mais óbvia e importante, antes de qualquer coisa. antes de qualquer coisa que é é inacreditável, é inacreditável que nós estejamos diante das eleições mais importantes da história de nosso país. E como comentamos semana passada, potencialmente da história desse planeta, né, pelo menos nesse momento, é que é mais visado hoje em relações internacionais, como próximos passos pro mundo, rumos, é o resultado das eleições no Brasil. Quais efeitos isso vai ter? Por isso, na semana passada, inclusive nós discutíamos a questão do terceiro turno, né? Que assim que, se Deus quiser, Luís Inácio Lula da Silva vencer as eleições, os Estados Unidos vão contestar, né? Caso haja uma vitória que não seja de interesse gringo, eles vão contestar. Então, começa um terceiro turno maluco. Então, minha gente, estamos diante de um de um momento muito delicado, muito tenso, muito sério e é inacreditável que sob esse contexto, sobre essa conjuntura de conflitos globais, de crises econômicas, de disputas de alternativas diante da falência do neoliberalismo, o tema sensível numa reta final próximo ao primeiro turno esteja um elemento religioso numa disputa sobre título concedido de padroeira ou não a santa, por alguma razão importância ou não, um decreto potencial, quem sabe do nosso Senhor Jesus. Cara, é inacreditável. É, é inacreditável. É muito difícil de entender. Isso se tornar um elemento tão pesado de que você tem as duas candidaturas desesperadamente tentando mandar sinais para todos e todas ao mesmo tempo. Assim, sinal de que gosto de de católico, gosto de evangélico, gosto das religiões, cara. Por que que a gente tá discutindo isso? Tá ligado? E é inacreditável. A gente tem que discutir soberania no sentido de que olha, assim como Petrobras foi uma vitória dos trabalhadores, das trabalhadoras e garantia de desenvolvimento nacional, criar uma empresa responsável pela exploração exclusiva, soberana, estatal das terras raras do Brasil, como a terra Brás. Isso, esse é um tema fundamental. Não estamos discutindo isso. Não estamos discutindo isso, né? Pim de jornada, seis por um, aliviando a vida de trabalhadores e trabalhadoras, garantindo mais tempo em casa, mais tempo até para você ir pro culto, pra missa, para o que era isso que a gente tinha que estar discutindo. Não, não, não é inacreditável. É inacreditável. A gente tem que tá, deveria estar imaginando quais são os próximos passos para acelerar desenvolvimento, para poder garantir maior estabilidade pros próximos anos, maior segurança alimentar pra população. Não, que a gente vai discutir é quem pertence o país. É inacreditável. Inacreditável. Inacreditável. Assim é triste, né? Eu fico triste. Fico triste e ao mesmo tempo, né, antes que alguém diga, é para você ver, né, também esquerda, não sei o quê. Ai, que raiva que eu tenho isso. Parece que a vitória de quem é de direita ou a vitória do conservadorismo, do fundamentalismo, da ascensão de movimentos fascistas na Ásia, é porque a esquerda joga parada, né? Porque é sozinha, é ela que cria suas próprias condições de de tropeço. Não existe ninguém do outro lado, não existe nenhuma conflito, não existe nenhum contexto, nem conjuntura. É uma bobagem sem tamanho. Quantidade de fake news comendo solta no zap todo dia de Cíndia também, né? Tendo que fazer campanha contra Bigtech, contra Judiciário Canália, contra rico, contra imprensa pilantra. Ah, mas é a esquerda que não não sabe falar. Ah, mano, internet é uma tristeza. É embaçado. Éado. Tem que conversar coisa séria. E também, bom, a gente já vai falar sobre isso, né? Sobre quão inacreditável é isso. Faremos algumas análises hoje sobre essa disputa, afinal a quem pertence o Brasil, né? a Nossa Senhora ou a Jesus Cristo ou aos trabalhadores e trabalhadoras que criam as condições para que seja devoto de Nossa Senhora, seja devoto de Jesus Cristo, se devota de quem for, de qualquer religião, de qualquer tipo, possa ter suas instituições religiosas funcionando, né? A quem será que pertence esse país? Eh, além disso, né? Eu tenho que fazer um um testemunho aqui. Tenho que tenho que realizar um testemunho antes de qualquer coisa. Vou realizar um testemunho aqui. Vou contar um testemunho. Um testemunho, não é um testemunho. Fim de semana, esse fim de semana passado eu fui na no Itaqueron, conhecido também como Neoquímica Arena, com a minha filha. Fui levar a criança para assistir Corinthians e São Paulo, final do Campeonato Brasileiro 2026 feminino. Crente também de que levaria a minha filha para assistir um jogo que nós venceríamos, né? E nós perdemos. 2 a 1 pro São Paulo. [risadas] Mais dito isso, antes de fazer a parte do sofrimento, pelo menos a gente viu um gol e poôde comemorar e foi o primeiro gol foi do Corinthians, tá? Aquela celebração deliciosa. Mas beleza, saí daqui de casa, 2 horas para chegar no estádio. Chegamos no estádio, aí ficamos mais um tempinho, chegamos cedo para dar aquela explorada, levar a criança, primeira vez que ela tava indo no estádio. E cara, que experiência gostosa. Eu quero dizer que não tem nada a ver com aquilo que eu vivenciei quando eu era moleque indo no estádio, né? Porque a a imagem que eu tinha e a memória que eu tinha de ido ao estádio era, mano, a gente chegava, já tava naquele clima de fúria, eu morrendo de de medo, as pessoas com medo, mas vão para cima e junta logo com quem que é da sua torcida para não dar ruim. Devia ter um, eu lembro a vez que eu fui, cara, eu tinha uns 12 anos, eu tomei um sacojo do policial que, mano, eu tinha 12 anos, tá ligado? uma criança, mas tome aquela, né? Rouba os bagulhos tudo, mano do céu, aquela revista daquele jeito desagradável. E era um clima ruim, né, assim, quer dizer, o estádio é uma delícia, torceram uma delícia, essa coisa era incrível, mas o processo era um processo muito tenso, né? Era sempre uma parada muito tensa e foi muito gostoso. Eu falei: "Que legal, cara". Então, entramos lá bonitinho, foi a criança, o pessoal foi super gentil comigo, super gentil com a criança, todo o passo a passo, né? eh, pedindo licença para tudo que a gente ia fazer. E aí tinha um monte de mano de de em mina de de colete amarelo atendendo de maneira muito bacana, dando todas as orientações. Aí eu procurando um banheiro família e não achava para ver se tinha. Tinha um banheiro masculino e vi o feminino e o família não achei. E um senhor viu que eu tava meio perdido também ali no no apoio no suporte. Ele deduziu que eu estava procurando um banheiro. Provavelmente falou: "Ô, senhor, senhor, senhor, eu olhei para ele, o senhor gostaria de de levar a criança no banheiro?" Eu falei: "Sim, tava precisando." É aqui? Aí ele, cara, eu nem perguntei, ele me levou, ele falou: "É aqui, ó, pode ficar à vontade, tal". Sei que lá. Falei: "Olha que legal". Pá, pass, pá, a galera. Aí depois a galera sendo super gentil com a criança, conversando com a criança, falando: "Ah, como você tá estilosa hoje". Depois a gente tentando achar o lugar que a gente ia sentar, a moça dá um apoio danado, achamos o lugar que a gente ia sentar. Foi muito bacana, muito gostoso. Aí beleza, fala, mas também é que os ingressos hoje em dia são tudo caro e tal, mas no caso futebol feminino, minha gente, não. Graças a Deus a gente teve um acesso super legal, cara. assim, eu ter o plano fiel torcedor que eu fiz ali pra gente poder curtir um pouquinho aí o final do ano e e o plano acho que foi 20 R$ 20 R$ 25 e os ingressos juntos eu não paguei 70 conto, eu falei: "Cara, que legal, que legal, foi acessível", tá ligado? Então, foi de metrô, voltei de metrô para lá. Muito legal, cara. Muito, muito, muito, muito legal. Parabéns, que experiência gostosa. Leve as crianças para o estádio para assistir o futebol feminino em especial. Vamos fortalecer o futebol feminino brasileiro. Só fico triste que a nossa querida treinadora Emily resolveu decidir não começar jogando com a Johnson. Inventou a Gabizan de falso nove. Tudo bem que a Gabizan fez um gol, mas o resto foi uma tristeza e nós perdemos para nós mesmos, porque Duda Mineira, tadinha da Duda Mineira, foi ali improvisada como terceiro zagueiro central e na saída como líbero entregou duas bolas pro São Paulo e a gente perdeu o jogo em duas bolas, mas deu para comemorar e foi muito gostoso. Então deu para comemorar um gol, né? Deu para curtir. A criança ficou feliz e eu também. Mas era só esse testemunho que eu queria contar. Parabéns aí pela organização e a qualidade adequada da nossa querida arena. Foi muito legal, muito legal. Nunca tinha ido porque os ingressos tá caro para caramba, né? Mas dessa vez deu para rolar aí. Foi muito, muito massa. Era só para fazer esse 2 minutos mesmo. É isso. Bom dia, querida Érica. Tudo bem com você? Como é que você tá, querida professora, excelentíssima Érica, tudo bem com você? Que honra que a senhora está conosco. Ai, Érica. Tudo bem? [risadas] Um beijo. Bom dia. Bom dia. Bom dia. Testemunhe. Testemunhei. O testemunho. Querido e Kevin estava conosco. Um querido beijo a nosso querido amigo, companheiro, membro excelentíssimo, parte da membresia aqui do nosso canalzinho, Kevin, que nos encontramos no estádio pós jogo. Voltamos tristes para casa, mas conversando e felizes de estarmos juntos, mas tristes porque perdemos o jogo. Obrigado, Kevin, pelo carinho também, mano. Estamos junto. Um beijo. E diz, querido Borduna. Que bonito, Bruno. Imagina ela adulto lembrando cara. Foi muito legal. E aí, mano? Os caras sabem roubar dinheiro da gente, velho. Os caras sabem roubar dinheiro da gente. Que acontece? Tinha um exército de pessoas tirando foto oficial no estádio. Um exército de pessoas tirando foto. E aí eu, ah, tá, mas beleza, mas os caras me deram esquema lá. Não, você enta no site lá que vai aparecer suas fotos lá. Falei: "Uhum, como é que eu vou achar, né?" Imagina um bilhão de pessoas. Aí eu entrei no bagulho da foto lá, você o cara o site faz um reconhecimento facial, se você liberar, obviamente tinha 169 fotos meu e da criança e as foto linda, velho. Aí eu comprei cinco. Eles roubam dinheiro da gente, mano. Eles sabem roubar dinheiro da gente. Me pegou para para eternizar, né? Ô, ficou mai bonito aqui. Se liga. Ficou bonito ou não? Ficou bonito? Virou até negócio do celular aqui, pô. do Kevin. Banheiro da arena versus banheiro que do Pacaimo. Não tem [risadas] comparação, cara. Era triste, né, mano? Do verdade assim, vamos ser honestos, não tinha banheiro, né? Aí era xixi no saquinho e o pessoal tacando a cabeça do do adversário, do coleguinha, do mano que ficava na arquibancada embaixo na inferior. [risadas] [ __ ] cara, que civilização que nós destruímos, graças a Deus, né? para construir alguma coisa melhor. Ai Jesus, a gente, Ai Pai, só Jesus mesmo. Mas é isso, é [risadas] cara, futebol era loucura. Quem cresceu nos anos 90, 80, 90 sa. Ah, meu pai amado. Só Jesus na causa. Mas vamos lá, gente. Vamos lá pro tema da semana. Minha Nossa Senhora, Jesus. O Brasil é de Jesus, né? Minha Nossa Senhora. O Brasil é de Jesus. >> [risadas] >> o choque que as pessoas tomaram. Bom, o que que eu poderia fazer aqui? Eu poderia ficar recortando e pegando tudo que aconteceu essa semana, especialmente sobre esse tema e misturando com outros, mas não o farei, não o farei, não o farei, não farei. Não, não. Então, Bordona, essa é a pergunta. Não, não. A foto não foi feita com câmera de vigilância, foi feita por fotógrafos. Eu vi os fotógrafos, tem uma galera que ficou preocupada com isso, né? Não, não é, é fotógrafo. Fotógrafo mesmo. Fotógrafo mesmo. O reconhecimento facial é por quê? Porque quando você vai entrar no estádio hoje, você não é mais o ingresso, você entra no estádio pelo facial. E aí esse esquema da facial fica disponível depois para você pegar as fotinhas se você quiser, dentro do esquema de estádio. Mas o que acontece? Usa tua facial como reconhecimento para entrar, mas as fotos são tiradas por profissionais fotógrafos. Beleza? Não é que nem na gringa, né? na gringa os cara faz isso, usa as fotos de a do do de a pro reconhecimento do estádio. É isso, é isso, é isso. É, não, fica tranquilo, fica tranquilo. Galera, se você assustou também, né? E a foto ficou linda. Fiquei, caraca, que foto da hora. Eu vi o mano tirando essas fotos. A gente viu os cara passando, tirando foto, tal, não sei o quê. Então é, é isso. As foto do estádio, as fotos ficaram da hora. Aí me roubaram meu roubaram meu meu dinheiro, não tinha como. Mas então eu poderia pegar vários trem que aconteceram durante essa semana, né, e ficar aqui mostrando reportagens, jornais, colagens e ia dar um trabalho da bexiga. Que que a gente teve a sorte? Tem a sorte de que o Bob Fernandes, excelentíssimo Bob Fernandes, sempre faz um resumo ali de terça para quarta. E aí, Bob Fernandes refez o nosso resuminho no tema que a gente vai falar? Então, vamos pegar aqui o nosso querido Bob e ele a gente vai comentar o Bob para poder dar a introdução aqui do nosso do nosso papo. Deixa eu pegar aqui. Deixa eu ver o Bob. Dito isso também, minha gente, hoje, se nada der errado, sai na Zelota, na revista Zelota, um artigo que escrevi intitulado Minha Nossa Senhora Jesus. É, o Brasil é de Jesus. Esse é um artigo que é o título da nossa live, né? Minha nossa senhora, o Brasil é Jesus. sair esse esse artigo hoje, no qual eu retomei historicamente a tensão entre evangélicos e católicos no Brasil, porque aí vai minha crítica também a muitos jornalistas, analistas, pseudistas que falam assim, e vocês devem ter visto isso também, provavelmente. Gente, mas faz 500 anos que católicos e protestantes brigam entre si. Não é agora que vamos resolver. Qual o problema de você falar uma bobagem dessa? Que por um lado ela tá correta, mas por outro ela esquece dois pontos, né? O primeiro é que essa disputa entre protestantes reformados e católicos, como ela se dá originalmente há 500 anos atrás, é na Europa, não aqui, que os conflitos existentes lá tomam rumos completamente diferentes dos daqui. O que acontece hoje é uma tensão entre evangélicos pentecostais brasileiros contra católicos brasileiros que nada tem a ver com o que tinha antes. dos pentecostais brasileiros, frutos de uma história autóctone, ou seja, que tem uma trajetória própria no território brasileiro, especialmente se você pega as assembleias de Deus, né, como a gente já discutiu várias vezes aqui no nosso canalzinho, que tem um uma construção histórica específica, um desenvolvimento histórico social específico, que tem um bases específicas, que depois vai se conectar sim com redes internacionais a partir dos anos 80, mas que tem aqui sua história, tem aqui sua base popular. tá aqui em território e que no caso da Igreja Católica, especialmente a brasileira, conseguiu dentro das estruturas hierárquicas ter uma certa guarida e proteção para alguns movimentos progressistas cristãos, que é onde vai ter as tensões sobre a teologia da libertação, que diferente de outros países da América Latina, no Brasil conseguiu certa proteção institucional, em outros não, tá? Em outros países da América Latina, o a galera foi massacrada, perseguida, sem nenhum espaço mínimo de proteção. Aqui também teve muita gente perseguida, massacrada, não sei o que lá, mas setores da Igreja Católica criaram proteções pros padres, pro que estavam envolvidos no movimento da teologia da libertação. De modo que a gente tinha, por exemplo, o Don Welder Cambra, Don Evaristo Arnes, essa coisa toda. Uma galera que é progressista, humanista, né? Em outros territórios da América Latina não teve isso. Então você tem questões muito particulares, muito particulares, que são marcas nossas. E aí, como a galera não conhece essas especificidades históricas, fala em genérico, fala que, ah, é uma disputa entre protestantes e católicos, e não entende que é entre pentecostais de uma base popular da periferia das grandes cidades que tensionam contra também movimentos que vêm das lutas populares dentro dos no especialmente no interior, nas lutas em defesa da terra, que ganham depois dentro da hierarquia católica posições estratégicas é com certa guarida e proteção. Então essas tensões elas têm que ser observadas com com especificidade, né? Entender o que tá acontecendo. Então parece que a gente tá emulando Lutero contra o contra o Papa e Westminster, não sei o quê e como é que era dieta de VN esqueci os nomes das coisas, tá ligado? Não, mano, não tem nada a ver. Não tem nada a ver. Tem nada a ver. Tem nada a ver. Tem nada a ver. Então, eh, tem que olhar essas especificidades. Então, se se nada der errado, hoje sai o artigo, minha Nossa Senhora, [risadas] o o Brasil é de Jesus, em que a gente remonta, especialmente dentro dos pentecostais, especialmente a Assembleia de Deus, a maior denominação, essa construção de viradas de chave de tensões que vão dar hoje como ecos o que tá acontecendo nas nossas eleições. Cara, tá bom, hein? Artiguinho bala. Eu fui lá no Mensageiro da Paz, que é o jornal oficial das Assembleias de Deus, de um tempo, de um tempo, né? E desde 1930. E eu peguei o mensageiro da paz e fui mostrando como ele foi mudando o discurso em relação à política e como esse elemento de estabelecer a Nossa Senhora Aparecida como Padroeira do País se torna um dos stopins ali, um dos pontos críticos para uma dentro de uma virada de chave das posições estratégicas da igreja, das lideranças da igreja evangélica em seu projeto de expansão para poder atuar politicamente como militância mesmo. mesmo no espaço público. Acho que vai ficar bem legal, cara. Eu vou passar um pouquinho sobre isso no nosso papo hoje, mas vai sair o artigo. Acompanhe a revista Zelota. Importante importante, importante mais. Tá bom. Então assim, é aquilo que a gente coloca aqui, né? Leia a revista Zelota. Leia, leia a revista Zelota. Muito artigo bom, muita coisa boa. Modestia parte, sou suspeito para falar, mas é bom. Vai sair bem legal. Tá bem legal. Minha Nossa Senhora, o Brasil é de Jesus. Vai sair, vai sair hoje título da daquela livezinha também. Beleza, era isso. Bom dia, quero fazer watch. Tudo bem com você? Espero desejo que sim. E pergunta fazer o watch. Perdi a chamada. A lista ainda tá passando, fica tranquilo. Exato. O Kev falou ainda dá para dar tempo de marcar ben? Dá dá dá dá. Diz bom dia, quero Felipe Souza que diz bom dia, Baristas. Bom dia, Felipe Souza. Primeira pessoa beatificada e santificada nesse canal. O que significa que este canal é do senhor Felipe Souza? Não, sei lá. Tomí. Ã, vamos lá. Deixa eu botar, vamos pro resumo da semana, né? Pra gente não ter que ficar abrindo 300.000 coisas, porque acontece é cada 35 minutos tá a notícia nova. Aí quebra, gente. Tá d 35 minutos, alguma desgraça aconteceu. Foi. Vamos lá, querido Bob Fernandes. Excelentíssimo Bob Fernandes. Vamos ao teatro. Piriri pororó. 1 2 3. Resuma para nós, Bob. No dia 24 de agosto último, Flávio Bolsonaro anunciou: "Quando eu for presidente, um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo." >> Quando eu for presidente, um dos meus primeiros atos será decretar que o Brasil é do Senhor Jesus Cristo. >> O Brasil, como se sabe, tem como padroeiro. >> Vamos lá, vamos lá. Vamos. Primeira coisa que a gente precisa dizer aqui, não vamos ter meias palavras. [suspirando] Primeira coisa, é uma frase ambígua. É porque o decretar não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê, pode significar que não. Ele só, só quero dizer, quero no meu anúncio, né, que foi o que a o Flávio disse como resposta, não é que no meu anúncio de posse eu vou dizer que o Brasil é de Jesus, é do Senhor. OK. Qual o problema? O problema é que a gente não pode se tratar de idiota como se a gente fosse burro, né? que é isso que o pessoal que sacou isso aí como um apito de cachorro entendeu. Cara, para quem é crente, nós ouvimos que o Brasil é de Jesus, o Brasil é do do Senhor Jesus, o Brasil é de Jesus Cristo. Desde que a gente é criança, eu cresci nesse mundo, vivo nesse mundo, não serei ingênuo. E esta frase, ela sempre foi dita em conflito com a questão de Nossa Senhora Aparecida. Sempre, sempre. sempre foi em conflito para dizer: "O Brasil precisa ser evangélico, não pode mais ser católico". Sempre foi numa posição apologética, sempre foi numa posição proselitista, sempre foi numa questão missionária, sempre, sempre, desde que existe essa ideia de que o Brasil é de Jesus. Sempre. Não sejamos ingênuos. Ah, mas é isso que o Flávio quis dizer? Não é isso que o Flávio quis dizer. Pouco importa. Neste momento que nós estamos falando é sempre que esta frase foi utilizada é para dizer numa marcha de que esse país será evangélico. Sempre, sempre, sempre, sempre, sempre, sempre. Beleza? A primeira marcha para Jesus, se não me engano, em 93, 92, eu não lembro em que ano que foi, tinha como mote a crítica a santa enquanto padroeira e o feriado de 12 de outubro. A gente não pode ser ingênuo, tá ligado? Tudo bem. Já já vou abrir um documento aqui para mostrar para vocês eh o o como que aparece, por exemplo, nas Assembleias de Deus, nos documentos. Eh, ixe, puxa, que aconteceu aqui? Tá, já vou mostrar para vocês como aparece no Messageiro da Paz essa questão, porque o feriado ele é decretado em 1979. E no ano, se não o projeto de lei, né, de 79, ele é decretado em 80 e no ano de 80 é a grande virada de chave das Assembleias de Deus para começar a sacar que eles têm que participar das das eleições, que eles têm que ter representante político, que aí as igrejas pentecostais começam a se envolver com a política efetivamente, porque até então era uma questão de isola e isolacionismo, né, de ficar longe. E cara, eu vou abrir já já para vocês aqui, vocês vão ver como isso aparece lá nos primórdios também. Então assim, não é uma questão, ah, não, ele falou por falar, é uma frasezinha, tem conteúdo que tá aí, não é de bobeira que você percebe que esta frase ela tem um motivo, ela tem circunstância, ela tem história, ela não caiu do céu, tá ligado? Exato. O Kevin disse aqui, a frase tá envolvida num contexto, num contexto histórico específico, com sentido específico. Então, não vamos ser ingênuo, não vamos ser bobo, não vamos dar de sonso, né? Ah, não. Ele só quis dizer que não, cara, não, não, não, não, não, não. Tem história. Que ele quis dizer, pouco importa. Ah, eu quis dizer que quando eu fui falar, pouco importa. Tem história, tem contexto. O conteúdo enquanto uma pessoa pública envolvida no movimento religioso, todo mundo sabe. Então assim, não, não vamos ser sonso, não vamos ser tonto. A gente aqui vai levar a sério esse trem. Bom dia, querido Cléber Lauro, que tem como meta hoje ouvir sem interrupções. Torçamos para que não haja interrupções. E eu já interrompi o o vídeo do do do coitado Pop falando. Quem vai interromper quem hoje? Não sei. Mas vamos lá. Nossa Senhora da Aparecida desde 1930 em um ato do Papa Pil X 12. E Flávio Bolsonaro não tem como desmentir sua frase. A frase anúncio foi reproduzida por no mínimo três mídias. Pela Folha de São Paulo, pelo site Infomoney e pelo jornal O Tempo de Minas Gerais. Um mês depois, nesta última sexta-feira, 25 de setembro, com decisão do ministro André Mendonça, a pedido de Flávio Bolsonaro, a frase reavivada atiçou inicialmente nas redes sociais uma batalha religiosa. >> Quero dar os parabéns aqui pelo texto do Bob. Vocês, não sei se vocês eh pegaram ali a referência, a frase reavivada. Ele trouxe assim, Bob. Assim como eu não serei ingênuo com Flávio, não seriuo com você. Então, ao recuperar o sentido da frase que Flávio trouxe, dizendo que o Brasil é de Jesus, reavivando em termos pentecostais muito bem claros, né? dando vida nova, trazendo esse ânimo novo. É o apito de cachorro, a galera sacou, não dá para você desdizer. E aí aparece desde agosto, quando Flávio na sua no seu lançamento de campanha falou isso, que numa uma jornalista que eu esqueci o nome agora, da Maria, esqueci o nome completo, na Global News, perdão, querida jornalista, trouxe que, ó, tem uma parcela da do eleitorato católico que tá preocupada porque isso aí tá dizendo que vai querer se fazer certo enfrentamento com as tradições católicas. E é verdade, tem histórico, tem motivo para isso, não é sem motivo. Tudo bem? Então, não trouxe nenhuma informação falsa, existe, acontece. E essa frase tem contexto. E aí o pessoal recuperou a frase, recuperou a fala, veio tudo à tona de uma vez num stopinha aí, reavivando essa discussão e essa tensão. Beleza, bora lá. Opa. Seja por imprevidência, imprudência ou de caso pensado, a decisão de André Mendonça é foi [roncando] combustível puro. Nesta terça-feira o ministro Fux, >> deixa eu voltar aqui que o >> ou de caso talha religiosa. Sou Mendonça, a pedido de Flávioal, o tempo de Minas Gerais. Um mês depois, nesta última sexta-feira, 25 de setembro, com decisão do ministro André Mendonça, a pedido de Flávio Bolsonaro, a frase reavivada atiçou inicialmente nas redes sociais uma batalha religiosa, seja por imprevidência, imprudência ou de caso pensado, a decisão de André Mendonça é: foi [roncando] combustível puro. Nesta terça-feira, o ministro Fuxs voltou a suspender publicações sobre Nossa Senhora. Nisso tudo, o que alguns buscam é poder. Jogar a eleição presidencial dentro do Supremo Tribunal desvia atenções do essencial, do principal, quem está mais capacitado para governar o Brasil. E era isso que a gente tinha que tá discutindo, né, obviamente. E raio de motivo a gente tá discutindo a quem pertence essa nação, a diferentes entidades religiosas de acordo com a sua fé e crença. Por que que isso virou tema? Por um lado, obviamente, vem a questão da da informação da jornalista na sexta-feira, 25, a contestação de Flávio com os rumores que surgem ali na internet, todas essas conexões que nós estávamos comentando e que todo mundo viu. E na na no sábado, o André Mendonça, terrivelmente evangélico, acata o pedido de da campanha do Flávio e sai fechando o post. E aí dá um chabu danado. E o Bob chama uma atenção muito simples aqui, é a quem interessa judicializar o processo eleitoral. Se desviar a discussão sobre quem tá mais capacitado, quais são os projetos de governo para uma caça a informações, uma judicialização de uma série de processos dentro da eleição, a focar de novo ali no judiciário. A quem interessa isso? A gente não tá discutindo aquilo que importa. A gente tá discutindo tema religioso, a gente tá vendo juiz batendo cabeça com juiz e não tá discutindo qual o projeto de país. A gente não tá discutindo quem tá mais apto para poder ter um governo adequado para ajustar os problemas dessa nação, para ter um projeto a médio e longo prazo, para enfrentar a pressão dos Estados Unidos, a crise internacional na qual nós estamos vivenciando. Tudo isso ao mesmo tempo. Quem tá mais apto? Isso a gente não tá falando. A discussão virou a quem pertence o país, né? Se você gosta não gost da santa, se você gosta não gosta da padroeira, se você gosta não gost de feriado, não faz sentido algum. Não faz sentido nenhum. O que mostra terrível situação e momento que a gente tá vivendo. E aí não dá para saber se quem quem sai fortalecido é o Flávio ou quem sai fortalecido é o Lula. Com essa judicialização, com as discussões por picuinha, por pormenoridades, quem sai fortalecido? Não sabemos, cara. A gente não tá discutindo aquilo que toca a vida de todo mundo efetivamente. A gente tá discutindo casca, brigando por uma porcentagem mínima de um eleitorado, que aí vem um ponto importante aqui de prévias de eleições que acontece. Já faz aí 12 anos. 12 anos faz 12 anos em que nós temos 30% do país votando a esquerda efetivamente representada no Partido dos Trabalhadores. 30% do país votando na direita. E aí qualquer coisa que aparecer que não seja esquerda, né? que qualquer coisa que se apresente como oposto ao PT é 30% antipetista. É isso. 30% petista que se fecha com a esquerda, 30% antipetista. 1/3 1/3 tá aqui. E a gente tem um meio, uma meiuca, não o meio do do Pedro Dória, porque o meio do Pedro Dória não serve para nada. O uma meiuca aqui, o meio do Pedro Dória é à direita. Esta meiuca é uma galera que tá desmobilizada. e que o pessoal briga por parcelas dela. Só que nesse ano o que o pessoal tá percebendo é que o número de abstenções de não participação vai ser um bagulho bizarro. A galera não tá se mobilizando com nenhuma das campanhas. A pessoa não quer saber, tá cansada por n fatores. Não vamos entrar aqui no discussões elocubrações psicológicas do porque as pessoas não gostam do que tá acontecendo e não estão se engajando. Tem uma meiuca aqui. Essa meiuca ela antes tava a gente brigava por migalhas dela, né? Então os caras ficam brigando por migalhas dela. Mas a campanha se converteu não mais nessa disputa da Meiúca, porque a Meiúca parece que não vai se engajar. esse grande, essa grande porcentagem de indecisos, de não mobilizados, não vai, não vai topar. Parece que o negócio vai ser maluco. Então, tudo tá girando em torno de escândalo, tudo tá girando em torno de vazamento, tudo tá para você, não para você disputar essa meiuca, ela se mantenha desmobilizada e você enfraqueça o seu polo oposto. Não é necessariamente uma disputa por aumentar o número de votos, mas diminuir o voto apoio do outro. Você percebem? É uma mudança, parece ser a mesma coisa, mas não é. É uma mudança sutil, mas que faz toda a diferença. A disputa eleitoral esse ano, ela definitivamente não é para garantir que o alguém vote em mim, mas garantir que aquele que tá mobilizado pelo outro se enfraqueça. E quem pensou em se mobilizar pelo outro não vá. É uma loucura. É, é um estado deplorável do que a gente tá vivendo, assim, deplorável. Então, e a meia culpa tem que ser feito a quem fica desmobilizando a política, dizendo que tudo isso é igual, ah, fazendo que aí, cara, crítica que é nosso nossa esquerda radical, né, comunista e não sei o quê. Crítica importante, critica a teoria da ferradura quando fica dizendo comunismo e fascismo é igual, critica. E tá correta a crítica, mas aplica a mesma teoria da ferradura para juntar todo mundo num bloco só, dizendo: "O Lula é neoliberal, tal qual o Bolsonaro ou qualquer outro". Pô, velho, aí lasca, né? Aí quebra. Aí é burrice, mas muita burrice. Contribui para esse grau de desmobilização e falta de noção, de consciência, de senso, de noção, de realidade, que pelo amor de Jesus Cristo. Mas então a campanha hoje ela gira em torno de você enfraquecer quem tá mobilizado no polo oposto e tentar impedir que alguém se engaje lá. Por isso tá na base de vazamento, tá na base de de tensão, tá na base de escândalo, tá na base de você dizer que o outro é pior, é muito pior. Ah, ele aqui que babaca. Por isso esse lance da santa, do de Jesus, de a quem pertence a esse país, fica tão importante, fica, ganha tal esse grau, né? esse grau de importância, porque eu quero mostrar que aquele outro ali, olha como ele é pilantra, minha base fica mais fortalecida e eu quero enfraquecer parcelas da base que apoia o outro. Por isso a campanha petista está fazendo isso, porque eu falo: "Cara, vou desmobilizar pelo menos os católicos que estão apoiando o Flávio. Não é para angarear os católicos, é para pelo menos aquele que apoia ele não apoiar mais e aí ele enfraquece um tanto." Então, ai cara, que deplorável, sabe? Mas é isso, é por causa dessa situação. Faz 12 anos que a gente tem esses dois polos bem estruturados, 30%, 30%, e a meiúca sendo um fiel de balança ali, cada vez mais desmobilizada. E esse ano a tendência é a desmobilização record, assim, um negócio bizarro, desmobilização record. Então você tá brigando para evitar que quem esteja do outro lado realmente se mobilize. Tá tentando enfraquecer um pouco o seu polo oposto e não ganhar votos desse meio. Esse meio ele não tá mais sendo disputado, pessoal. Só que o cara a gente não vai conseguir vota aqui. Aí enfraqueceu o outro lá. E aí a qualidade da da disputa eleitoral tá na lama, assim, tá um negócio. Ai Jesus Cristo, né? Mas é isso, é isso, isso. Maria Cristina Fernandes era a nossa. Eu sabia que era Maria, eu sabia que era Fernando. Tá com medo de falar o nome completo errado. Obrigado, Kevin. Querida, Érica diz: "O que mais me chama atenção nessa treta é o seguinte: Flávio manda, Mendonça obedece acriticamente. Se ele se torna presidente, quais regras valem?" Valem aquilo que o Flávio disser, né? Ele, o Cro Nunes, né? Cio Nunes e o Mendonça estão ali de de de de pincher do do Flávio, né? prontinho ali para atender as necessidades e sair latindo atrás do portão loucamente. O problema é que o latido deles tem efeitos práticos paraa vida das pessoas e para processo eleitoral, né? Ah, ridículo. Dizquis do Thiago, radicalismo performático abstrato que a esquerda radical faz. É que agora a gente tá vendo um radicalismo performático abstrato em bobagens em tudo quanto é canto. Ai qu uma loucura gente tem que acabar também é outra outra coisa. Mas vamos lá. Eu já já vou abrir um documento legal que vocês vão ver. Bob, continua o nosso resumo semanal, por favor. Querido, >> uma segunda intenção. Quem eleito pode ajudar a formatar maioria poder para salvar pescoços ou no mínimo currículos de si mesmos, de negócios ou negociatas, de familiares, de próximos. Isso tudo é algo que o Brasil não precisava, não precisa a dias de uma eleição já marcada por elevadíssima octanagem, a beira de explosões. Desde sexta, esta batalha foi transbordando das redes sociais para instituições várias e para as ruas, seja de fato com fatos do agora, seja a retroalimentação com fatos passados. Antes do contexto, o fato nuclear que se conecta à frase de Flávio Bolsonaro. Atendendo a pedido do candidato a presidente da República, Flávio Bolsonaro, na sexta-feira, 25, André Mendonça mandou tirar do ardo X, o antigo Twitter, uma publicação do ator do comediante Antonio Tabet e determinou também tirar em doar de cambulhada e em todas as redes sociais 1125 posts sobre o tema. Flávio Bolsonaro recorreu ao TSE na manhã da sexta-feira, 25 de setembro, às 4:18 da tarde, coisa de 6 horas depois, se tornou pública a decisão de André Mendonça, atendendo ao pedido de Flávio Bolsonaro. Por mais que se apresente como ungido, tocado para uma missão especial, não é possível que Mendonça tenha checado três mensagens e pouco a cada um segundo. Ah, mano, agora também o Bob exagerou. O ungido do Senhor é capaz de fazer isso. Um homem escolhido por Deus consegue ler três pon alguma coisa de mensagens por segundo, de posts na internet, consegue. Testão. Ah, tranquilo, cara. É inacreditável, mano. Inacreditável. O cara, o cara numa questão de 6 horas conseguiu tomar uma decisão de remover de conteúdo na internet mais de 1000 e não sei quantos posts, né? Poucos posts por segundo que o cara leu, né? Leu. Ah, sim. Leu com o olho da nuca. E aí a gente finge de a gente tem que fingir de tonto, a gente tem que se fingir de trouxa. Você tem que parar e falar: "Não, mano, a gente a gente deve ser [ __ ] Ah, não sei que frase que a gente usa. A gente a gente alguém comeu o nosso cérebro. A gente tem que fingir de tonto. Tem que fingir que nada tá acontecendo nessa formalidade. Não, tá tudo certo. Tá tudo certo aqui, ó. E nem sei o que tá acontecendo. [roncando] Será que ele simplesmente atendeu o pedido? nem leu. Ah, será que isso aconteceu? Ah, não sei. Não sei. Não posso acusar ninguém de nada, né? Não posso acusar que uma pessoa não consiga ler três pon alguma coisa de postos por segundo. Mas o André Mendonça conseguiu, porque afinal ele é ungido de Deus, né? Deus deve ter dado a capacidade dele de interpretação ali. Incrível. Ele foi aqui, ó, e foi lendo tudo. Em 6 horas ele tinha terminado. E já tava, né? Tipo aquela cena do do no filme do Jean Carry. Sim, senhor. Né? que ele vai responder as orações das pessoas e fica no computador loucamente. Era o o Mendonça no celular lendo. Leu as 1 e tanto, pronto, já dá para remover. Pá, claro, Mendonça, claro, Mendoncinha. a gente deve ser muito trouxa de não entender o que tá acontecendo. Então assim, e o mais maluco, né, que eu eu não lembro se o Bob fala aqui, eu acho que não, mas quando se discutiu o artigo 9 do Marco Civil da Internet, o Mendonça foi contra você fazer censura prévia, né, você remover conteúdos para depois avaliar. Mas não só foi contra fazer isso. E no caso, nessa nessa discussão do plenário sobre o marco civil da internet, não era sobre post sobre Nossa Senhora ou sobre uma campanha eleitoral ou sobre comentários jocosos e engraçadinhos como do Antônio Tabet. Não, não era sobre crimes, [roncando] crimes cometidos, efetivamente. Crime, crime, crime cometido. Era sobre isso. E o Mendonça defendeu que era constitutivo do estado de direito a liberdade de expressão em primeiro lugar. Então, que você não poderia eh remover e depois avaliar, porque isso tentaria contra um direito fundamental. Aí este mesmo humano, para não usar outra palavra, terrivelmente evangélico agora, fez aquilo que ele disse que não deveria fazer diante de crimes. Só que agora não é crime. E foi uma leitura dinâmica de três pon alguma coisa de posts por segundo. Tá de parabéns, querido Mendonça. Coerência sempre, né? Mas aí, meus queridos amigos que acompanham o nosso canalzinho, sabem do que nós discutimos. Mendonça está seguindo aquela cartilha incrível aos meus inimigos, meu amigo. A lei aos meus amigos, tá tranquilo. Ou pior ainda, dane-se a lei. O que importa é a força. O que importa é a gente impor e criar uma situação de estado de exceção. Um beijo Cmit, em que a gente vai criando exceções constantes, porque o que importa é a gente fazer valer o que a gente quer, né? Mendoncinha tá fazendo isso. Cio Nunes também, que para quem viu aquela bizarrice dele ter proibido a pedido de Flávio até o uso de de telão de LED na campanha do Lula e o C Nunes aceitou. Ai cara, a gente tem que se fingir de sonso, tá ligado? Ai que coisa. Hum. E a Nossa Senhora. O Brasil é de Jesus. É, exatamente. Tinha querido fazer o watch. Consegue se fizer um doom scrolling. Exatamente. Maluco, né? O cara infinito. Kevin diz: "A censura já chegou antes do governo Flávio. Imagina ser eleito e nomeia mais quatro juiz desses." Exato, mano. A galera não tá entendendo a gravidade, tá ligado? Tem a galera que não tá entendendo a gravidade do que tá acontecendo. É os doidos lá que escreveram esses dias da nossa querida esquerda radical, a qual eu faço parte, mas infelizmente a gente ainda tem maluco que faz isso. Olha, em favor do voto nulo. Ah, vai te lascar, mano. Vai te lascar. Você não tá entendendo a gravidade que você tá vivendo. Você você é doido. O que que tá acontecendo, maluco? É o como é o Nildorick das ideias lá que não dá, velho. Diz aqui do Kevin. Kevin, o tio Rei colocou esse áudio do Marcos Civil em. Ei, pronto. O tio Rei acho que é o o Reinaldo Azevedo, né? O nosso querido burguês arrogante, incrivelmente sensato pós 2016. Merda que ele ajudou a criar, né? [risadas] Mas eu eu ouço bastante também os nossos queridos liberais sensatos. Eh, cara, é incrível esse áudio, assim, é bizarro. Ele falando sobre o Marcos e viu da internet, defendendo liberdade de expressão e agora ele fez exatamente o contrário, né? Ai, mano, pastor terrivelmente evangélico é complicado. Mas vamos lá, Borb salva nós. >> Que ele e equipe temos esmiuçado 187 mensagens e meia a cada uma das, no máximo 6 horas. Sendo assim, terminou gerando ainda mais repercussão o ato de censura coletiva determinada ao YouTube, ao X, ao Instagram, Facebook e TikTok. O tema já estava no ar escalando desde a fala de Flávio Bolsonaro a 24 de agosto. E na quarta passada, dia 23, a meta havia tirado do ar no Instagram temporariamente um vídeo de Fábio Borschá, que alcançava 36 milhões de acessos, de visualizações, que costurava as ligações umbilicais entre a Igreja da Lagoinha, Pastor André Valadão, Banco Master, Daniel Vorcaro, Flávio Bolsonaro, Nico Linha Ferreira e outros personagens deste mega escândalo. A linha do tempo, ela vai ficando cada vez mais bizarra, não fica? Esse vídeo incrível que os caras lá do, como é que é? Revelando, acho que é revelando o nome, com o Porchá, CL, Media Ninja, uma galera que se articulou, fez um vídeo incrível mostrando a relação do Banco Master com a Alagoinha e essas figuras todas, né? Nicolas Ferreira, só gente boa, Flávio Bolsonaro e tal, Vorcaro, essa galera toda. E aí saiu do ar, tiraram do ar por motivo de quisemos, né? Por motivo de deu vontade. Que que tá acontecendo? Será que a gente não tá vendo o esforço construído diariamente contra uma campanha? Por que será que essa galera tá tão interessada que essa campanha não vença? Entende? Eu vou chamar essa atenção constantemente porque tem um uma viagem que a galera não entende que não é dois não é eh como é que fala? Uma polarização. Gente, polarização não faz sentido de falar. Polarização você tem dois grupos, dois polos opostos com forças relativamente semelhantes, né, que tensionam, puxam cada um pro lado. Aqui a gente não tá falando de paridade de força nenhuma. Quem tá atuando? Quem são os atores participantes? Quem são os agentes aqui envolvidos? É aquilo que eu já falei 300 vezes em outros aqui no canal, em outros artigos lá na Zelota, não é polarização, é luta de classes, que nas eleições se expressa como petismo e antipetismo. Ah, mas eu acho que o PT ele não é de esquerda de verdade. Tudo bem, eu também acho que não é radical como deveria ser. Eu sou comunista. Eu gostaria de transformação radical do bagulho todo. Certo, tranquilo. Mas o ponto é, nas eleições, o PT é entendido pela população toda praticamente desse país como a esquerda. É entendida por todo mundo, por detratores e por seus apoiadores como aquele projeto que, bom, minimamente aceitável aqui de ponto de vista social, com um monte de militante socialista, com um monte de militantes radicalizado e com a galera liberal e com não sei o que lá, mas é é quem aglutina. na realidade realmente existente na história, né? Se eu olha a realidade, quem que é glutina? Eu gostaria que fosse o partido qual filiado, mas não é, porque infelizmente não é. Eis a vida, né? Temos um trabalho a fazer. Temos um trabalho a fazer. Temos um trabalho a fazer. Dito isso, quando você olha a realidade, é luta de classes que se expressam nas eleições, como petismo e antipetismo, mas é luta de classes. É isso que está posto. Não é polarização, não tem paridade de arma, não tem peso de igualdade. E no nosso caso, nós temos uma luta de classes em torno de um partido que desde a redemocratização foi acumulando força e crescendo e que tem como base a maioria popular desse país. Porque você vai olhar quem vota em Lula em tudo quanto é pesquisa, em tudo quanto é eleição, em tudo quanto é não sei o que lá. É, maioria é mulher, maioria é pobre, maioria é de periferia, maioria não tem escolaridade adequada, tem renda muito mais baixa do que os seus polos. É classe. Aí você olha no do lado oposto, né, qualquer antipetista que aparece, porque o grande movimento é antipetismo, não é bolsonarismo, é antipetismo. Tanto antipetismo que você aparece aqui é assim, olha, homem, branco, meia, com alta escolaridade e com renda alta. É classe lutando e que se expressa nas eleições dessa maneira. E aí você vê quem que tá envolvido. [ __ ] velho. Por que que será que tem uma pressão tão grande para essa essa campanha não ganhar? [ __ ] velho, atende os meus desejos e sonhos alegres de como deveria ser esse país. Não. Atende a radicalidade radicalidade que eu considero também não. Mas eu eu tenho um bom senso. Eu sei ler o que tá acontecendo. Eu olho dado, olha o fato. Não é o meu sonho, não é meu desejo, é o que acontece. Aí você trabalha a partir da factibilidade existente, tá ligado? Aí também reta final de campanha, tá? A galera que não se ligou disso ainda, pelo amor de Deus, né? É mais importante que eu consiga um apoio aqui de internet ou de sei lá o que lá do que propriamente o o vitória eleitoral ou atender um próximo passo minimamente adequado pra gente conseguir seguir a vida, né? Aí é [ __ ] Mas vamos lá mais um pouquinho. Del Bob. Nesta segunda, o ministro do Supremo, Flávio Dino, havia liberado as postagens censuradas na sexta-feira por André Mendonça. Os ministros Mendonça, C Nunes e aliados dentro do Supremo pressionaram Faquim, o presidente. Flávio Bolsonaro pediu para restabelecer a censura. Em resposta, Dino decidiu submeter a decisão a plenário, data a ser marcada. O ato de Mendonça, censurar mais de 1000 publicações a pedido de Flávio Bolsonaro foi mais uma interferência na eleição com um detalhe fundamental, detalhe que distribuiu e segue distribuindo carapuças para os principais envolvidos, por exemplo, o candidato Flávio Bolsonaro e o ministro André Mendonça. O detalhe, em sua publicação, Antônio Tabet não [roncando] cita, não citou o nome de Flávio Bolsonaro. Disse aspas a família miliciana odeia tanto mulher preta que resolveu atacar Nossa Senhora da Aparecida. Per, essa é a maior carapuça já vestida na história da humanidade. A carapuça serviu, nesse caso aqui serviu. E a cabeça era desse tamanho. E a carapuça também. [risadas] O maluco posta, a família meliciana odeia tanto gente preta que resolveu atacar até a Nossa Senhora Aparecida. O Flávio leu e falou: "Eita, tão falando de mim, mas por que identificação foi essa?" Carapuça serviu, foi? Aí a minha pergunta é: serviu a carapuça porque ele realmente atacou a Nossa Senhora? Porque a família é miliciana? Porque odeio a mulher preta ou as três alternativas anteriores? Essa é minha dúvida. Todas as alternativas ou uma dessas três? Fica aqui a questão. Deveria abrir uma enquete, né? Deveria aqui colocar uma enquete. Deveria botar uma enquete aqui. Qual será? Qual, qual do, do das três afirmações fez com que a carapuça servisse na cabeça do Flávio? Ele leu a frase: "A família miliciana odeia tanta mulher preta que resolveu atacar até N senhora Aparecida". Fou: "Rapaz, tá falando de mim, ó. Mas tá falando de você por quê, Flávio? Você atacou a Nossa Senhora Aparecida? Tá falando de você por qu, Flávio? Você odeio mulher preta? tá falando de você. Por quê? Flá, tua família é miliciana, você é miliciana ou todas as alternativas anteriores? Alguma carapuça serviu, mas para piorar, o o o o pastor e também juiz do Supremo Tribunal Federal, terrivelmente evangélico André Mendonça, leu esta birosca, leu esse pedido paraa retirada do poste, né, entre os 1000 e não sei quantos posts, né, entre os três pon alguma coisa post segundo que ele leu, ele leu e falou: "É, tá falando o Flávio". Na hora que ele leu o post do Antônio Tabet dizendo: "A família meliciana odeia tanto mulher preta que atacou até a Nossa Senhora Aparecida." Ele falou: "É o Flávio, só pode ser". E aí ele foi lá e tira isso aí que você tá falando do Flávio. Meu Flavinho, você não pode falar isso não. Aí o Tabet e seus advogados observaram o que tava acontecendo na realidade e disseram: "Em que momento nós falamos que era esta pessoa a qual o senhor está se referindo?" rolou uma autoidentificação, mas a maior carapuça já servida da história da humanidade. E aí eu também me pergunto aqui pro querido pastor e também eh ministro do Supremo Tribunal Federal, qual dos da da das frases fez com que ele identificasse o post com Flávio? Não sei qual das sentenças fez ele ele fazer essa identificação, né? E aí, cara, eles tinham que agradecer o Flávio Dino, porque o Flávio Dino leu e falou: "Gente, acho que tá errado. A gente tá até quase imputando o crime aqui alguém, porque não pode fazer essa autoidentificação. Não tem nenhum momento disso que é o Flávio." Gente, eu acho que a gente não pode colocar aqui no [risadas] confirmar que esse cara ou ele é miliciano, ele odeia a preta, ou ele atacou a naça. Não pode dizer isso porque ele não fez nenhuma dessas coisas, a menos que a carapuça realmente esteja servindo. E aí, sabe o que aconteceu? O Fuxs a pedido do Flávio novamente, porque o Flávio continuou se identificando com o post. Aí ontem o Fuxa pedido do Flávio que continuou se identificando com o post. Fav falou: "Não, não, não, mas tá falando dele mesmo. Vamos suspender. Vamos aqui suspender o pedido do Dino que tentou salvar o Flávio e vamos botar ele aqui para para de novo como miliciano e sei lá o quê. Ai, mano, é inacreditável, velho. [risadas] É um bagulho bizarro. Ai, meu pai amado. >> Perguntem-se por quais razões o candidato Flávio Bolsonaro e o ministro André Mendonça entenderam que família miliciana seria o nome que não foi citado de Flávio Bolsonaro. E por além da publicação de Tabet tiraram do ar centenas de postes que também não citavam Flávio Bolsonaro, que também não foram além da expressão família miliciana. Por que que eles identificaram? Eu gostei desse resumo do Bob, porque ele vai trazer um elemento que eu não tinha sacado. Veja, todo termo que aparece miliciano, família miliciana, saiu, foi retirado. Aí o Bob lembrou de um detalhe bem importante. Talvez porque, entre outras, quatro dias antes, a revista Piauí revelara: Flávio Bolsonaro destinou emenda a miliciano condenado pela morte de Mariele Franco. fato, via emenda parlamentar, quatro dias antes de pedido de retirada dos posts, a Piauí tinha revelado que o Flávio tinha saído, tinha sido saído um dinheirinho de Flávio. e chegado no miliciano participante da execução de Mariele Franco, uma mulher preta. Cara, não tinha me ligado nisso. E eu lendo esse negócio do Bob, falei: "Caraca, pode crer". Aí o post do tablet que diz: "A família miliciana odeia tanto mulher preta que tá atacando a terra Nossa Senhora Aparecida se encaixa num espectro muito específico de sentidos que se conecta com essa notícia trazida pela Piauí sobre a relação entre Flávio e um miliciano." que faz foi participante do assassinato, perdão, [limpando a garganta] de uma mulher preta, Mariel Franco. Meu irmão, você tá maluco, que tá acontecendo. E aí aqui uma coisa que eu gostaria de de fazer um comentário importante, cara. Mano, Mina, pessoa que tá acompanhando aqui, apoie o jornalismo independente, sem sacanagem. Apoia jornalismo independente, jornalismo sério, que trabalha com investigação e tudo mais. Sabe por quê? todos os escândalos, todas as informações, todos os os vazamentos, todas as reportagens que detalham as canalices de Flávio Bolsonaro, que mostram como ele está conectado com uma rede criminosa, saíram de jornais, jornalistas, trabalhos independentes. Vocês vocês perceberam isso? Grande mídia, grandes jornais não trouxeram um pelo, uma unha de informação desse tipo. Não tem uma unidade de vazamento, de investigação, de procura, de Quem tá trazendo é ICL, quem tá trazendo é Platô, quem tá trazendo é Paulo Motorin lá pelo Notes Húngaras, quem tá trazendo é a galera galera que que tá por volta, cara. Não tá nos grandes centros de de de jornalismo, das grandes mídias, não tá. Quem tá praticando jornalismo tá meio que nas bordas. muitas vezes aqui pelo all, pelo não sei o que lá, mas na internet ao lado, paralelo, nunca dentro desses grandes. O que tá rolando tá sendo por mídia independente, por jornalismos investigativo praticado por gente de modo independente. O ICL na semana passada não é querendo fazer propaganda da firma não, mas o ICL na semana passada por meio também da parceria com Noas com a galera tal, o Intercept Brasil, a galera toda, que que esse pessoal fez? Eles perceberam lá, encontraram uma série de documentos que ligava o Flávio Bolsonaro, o amigo dele, o Willer Tomás e o esquema do INSS. Eles foram atrás das pessoas que estavam ali nos documentos e aí descobriram que a dona de uma porrada de empresa que gera milhões e milhões de reais mora numa quebrada em Brasília. É uma doméstica. trabalha como doméstico, mora numa quebrada em Brasília e movimenta e presidente, dona, sei lá o que, de empresa com milhões. Ué, não tem uma unidade de jornalista em grande mídia com grana, com recurso, com possibilidade de procurar esse tipo de coisa, de investigar o que tá acontecendo? Não tem uma unidade, não é possível. Então, mano, apoia o jornalismo independente, apoia esse tipo de jornalismo investigativo que tá surgindo nas bordas, não é nos grandes centros de mídia, porque é essa galera que tá fazendo acontecer o que tá acontecendo. Então, sem sacanagem, eu tô impressionado com isso. Impressionado. Não tá saindo por Folha, não tá saindo por Estadão, por Globo, por não sei o quê. é galera que tá fazendo investigação, jornalismo e tudo mais, de maneira independente, na raça, na unha, com pouco recurso e vontade de fazer os treinos, né? Então assim, cara, impressionante, impressionante, impressionante como o grande mío faz uma joossa, uma linha para poder fazer esse tipo de coisa. Impressionante. Parabéns aí. Se a gente tá tendo acesso a esse tipo de informação e entendendo o que tá acontecendo é por causa de mídia independente. Muito louco isso, velho. Tô tô impressionado. Bem impressionado. Tá. O candidato a presidente Flávio Bolsonaro mandou R$ 199.999 R$ 999 intermediados por certo Robson Calisto, vulgo peixe. E quem é o peixe? é um criminoso condenado a 9 anos de prisão. O peixe é quem providenciou a submetralhadora HK MP5 e a fez chegar a Ronnie Lessa. Lessa, o assassino de Mariele Franco e Anderson Gomes. Em sua delação, o assassino Ron. >> Ah, só comentando. Ron Lessa, que morava no mesmo condomínio que Jair Messias Bolsonaro, o Vivendas da Barra. Essa entregou, matou Mariele Anderson com a submetralhadora enviada pelo peixe. Peixe que no Rio operava na milícia Jacaré Paguá, Taquara. Peixe que integrava a organização criminosa dos irmãos brasão. Os mandantes até aqui condenados a 76 anos de cadeia pelo assassinato de Marielle e Anderson. O peixe foi assessor de Domingos Brasão na Assembleia do Rio e no Tribunal de Contas do Estado. Ronila, o assassino, vizinho de Jair Bolsonaro no condomínio Vivendas da Barra, no Rio. Rony Lessa, a quem Bolsonaro ajudou em outubro de 2009, quando Lessa sofreu um atentado à bomba e perdeu parte da perna esquerda. O prontuário médico revela que Bolsonaro intercedeu para que Lessa fosse tratado na Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação. E Rony Lessa confirmou o fato em entrevistas. Less e Bolsonaro já se conheciam há anos. Bolsonaro foi assaltado no Rio de Janeiro a 4 de julho de 1995. Levaram sua moto e uma pistola Glock. Relato atribuído ao então comandante do nono batalhão, Coronel Alves, diz que a moto teria sido devolvida a Bolsonaro por Ronilessa. Esse que recebeu do peixe a arma para matar Marielle, peixe que via Flávio Bolsonaro intermediou R$ 199.000 R$ 1000 para um projeto com o nome que hoje soa profético, projeto chamado jogadores do futuro vibrando com o time, guardada, trancada lá no inconsciente, embora já coletiva em vasta dimensão, talvez tenha sido a memória de fatos como esse, o da emenda para miliciano que levou Flávio Bolsonaro a pedir para André Mendonça que fizesse desaparecer das redes sociais. a expressão família miliciana. E isso para mais uma vez não voltarmos ao assassino capitão Adriano da Nóbre. Do agora, além dos 12,3 milhões de dólares que Flávio tomou do corrupto e corruptor Vorcaro, temos a penúltima. Sempre tem a penúltima. Segundo a revista Piauí, Flávio recebeu de Vorcaro não apenas 12,3 milhões de dólares, foram 14 milhões de dólares na penúltima contagem. A respeito de tal gatunagem, o candidato do PL à presidência da República já mentiu até a penúltima contagem por 43 vezes. Contagem do site aos fatos. Vocês lembram de Flávio Bolsonaro jurando sob aplausos? Aspas, nunca voei no avião do Vorcaro. >> Nunca no avião de Borcar. Nunca em avião de Borcar. >> Era mais uma mentira. A 19 de janeiro de 2025, Flávio voou da Flórida para Brasília, no jato Legacy 650, prefixo PPNLR. Um dos cotistas do avião era a Prime e o de Daniel Vorcaro. Outro cotista, o advogado Willer Tomás. Parça de Flávio num cipoal que para deslindarmos levaríamos até o domingo da eleição. Destaques em 2020. [risadas] Pior é que é verdade, velho. Se puxar a capivara desse Willer Tomás, a quantidade de coisa que ele aparece é B. A gente não termina hoje a live, vai levar uma semana aí para terminar, porque é muita coisa, é impressionante. E um amigão do Flávio que aí o Flávio para dizer: "Olha, o avião não era do Vcáo, era do Hiller Tom criminoso pior que o outro". El falou: "Meu pai amado, esse homem aqui é enrolado, velho. Meu Deus do céu, que novelo complicado." Mas antes de voltar aqui para Bob, que está cometendo o jornalismo, né? fazendo conexões fundamentais em que a gente tá para simplesmente vendo por que família miliciana é tão complicado, né? Por que que aparece tão complicado pro Flávio? Porque o maluco tá envolvido até o osso. Até o osso. E aí um abraço também para Juliana Dalpiva lá da firma. Inclusive, se vocês não acompanharam o podcast sobre a família miliciana em que ela apresenta ali quem é o Flávio Bolsonaro, né? O filho 01. É incrível. essa mulher especialista em em desastres e e redes na qual esse homem tá tá envolvido. Recomendo que vocês acompanhem, tá? Terminei passa a tarde ali ouvindo o podcast lá na DCL sobre o filho 01. Quem é? Tá bom. Diz que do Augusto 12. Víctor fala meu rei. Que tal? Gostei do trocadilho. O rei que tal. Peguei o pegou o trocadilho? Peguei. Eu pego sempre. Cheguei tarde. O que tu acha do povo tratar esse tema da nossa senhora como fake? Não é fake news, né? Obviamente não é fake news. A questão é o que seria fake news? Seria fake news se fosse dito: "Flávio tem um projeto para a retirar o título de padroeira de Nossa Senhora Aparecida?" Não, ele não tem. Então, realmente nós jamais sustentaríamos isso. Mas o que nós dissemos logo no início de nossa live, perdão, é que a frase "O Brasil é de Jesus", ela não é sem história, sem sentido, sem significado. Ela é fruto e sempre foi dita dentro do meio evangélico numa disputa contra católicos e para transformar o Brasil em um país evangélico. Sempre foi, sempre foi, sempre foi, sempre foi. E eu contesto qualquer um que disser que não foi. Mas não é fácil, meu irmão. Quem quem é crente desde que nasceu sabe disso. A frase: "O Brasil é de Jesus" é para se contrapor à ideia de um país católico. É numa disputa apologética de influência e proselitista de expansão da religião. sempre foi, inclusive é fruto de um processo de lutas que na mud na na mudada de chave, na virada de chave da posição de evangélicos, especialmente pentecostais, em relação à vida pública nos anos 80, adereitância crente para termos representantes no Estado com a redemocratização, para que a gente não sofra perseguição religiosa. Ah, nada a ver, Bruno, nada a ver, Bruno. Vou mostrar para vocês então, meus queridos, porque no ano da graça de 1980 é quando você tem essa filhada de chave, tá? E eu vou abrir aqui para vocês, para vocês verem, se nada der errado. Aqui, ano da graça de 1980. Deixa eu retirar aqui o o Bob um minutinho do do palco e botar esse outro trem aqui. [suspirando] Vou pegar o mensageiro da paz, jornal das Assembleias de Deus, que era é o principal veículo de informações das Assembleias de Deus, né? Indicava liberdade religiosa no Brasil. anunciada a transição para a democracia pós ditadura, a igreja evangélica tem que mudar de posição, tem que mudar sua estratégia, não dá para se alinhar ao poder, ela tem que começar a buscar representação. E aí a partir dos anos 80 ela começa a discutir isso, as igrejas evangélicas no Brasil, incluindo em especial a Assembleia de Deus, que é a maior denominação evangélica desse país. Esse aqui, ó, mensageiro da pai, de setembro de 1980, liberdade religiosa ameaçada no Brasil. Tão vendo? Tão vendo? Essa é a capa. Aí você desce. Vamos ver então o que que é liberdade religiosa ameaçada no Brasil. Ah, isso aqui é interessante também. Tem um artigo aqui, As duas Cidadanias, que é o primeiro artigo desse jornal em que diz que nós temos duas cidadanias, que nós temos então que nos envolver com a política, tá? Que você tem a cidadania na no lugar que você nasceu, o país ao qual você pertence e também a cidadania celestial depois de sua salvação. E não é um, nesse caso aqui é um exerto, um trecho da revista Ultimato, que é uma revista reformada, trazida aqui para o jornal pentecostal. mensageiro da paz. Mas vamos seguir mais um pouquinho. Ah, eu vou mostrar um outro texto daqui a pouco. O editorial aqui, impressionante a atualidade da Bíblia. Aqui tá sempre o editorial vinha nessa nesse formato aqui. Acho que esse é um dos últimos editoriais que não é tão político, né? Porque depois vira tudo editorial, vira tudo questão política, especialmente a partir de 84. Segundo artigo interessante, pentecostais fora do ecumenismo, que é aqui o pessoal fica discutindo que a Igreja Católica eh faz uma crítica à visita do Papa João Paulo II, que aqui é chamado de Dom Voitila ao Brasil, e critica os protestantes, nesse artigo aqui, pentecostalismo fora do ecumenismo, critica os protestantes que participaram das festividades em aliança com os católicos. Fala: "Ah, isso aí não". E a última frase aqui, ó. Os pentecostais, entretanto, têm sempre em mente as palavras de Jesus. Sai dela, povo meu. Apocalipse 18:4, né? Tirando texto fora de contexto para dizer: "Sai da igreja católica, porque são os nossos rivais". Então não vamos fazer como os luteranos, metodistas e crista reformista que que é o que tá escrito aqui nesse artiguinho aqui. Mais importante é isso aqui. Liberdade religiosa. Pá, 1980. Qual é o mote desse artigo? Deixa eu dar um zoom para que todos leiam. Diz o autor que é o Gustavo Kestler. Pastor Gustavo Kessler. Lemos estar falta o S aqui. O projeto de lei número 220A de 1979 da Câmara Federal do deputado Jorge Arbag. Que que dizia esse projeto de lei que deixou ele estarrecido? É a primeira vez que aparece nas Assembleias de Deus uma discussão sobre o o como é que é o nome? Sobre questões políticas do Brasil efetiva, discussões políticas sobre lei. É a primeira vez. Primeira vez. E na primeira vez que isso aparece no ano de 1980 é contra esse artigo aqui, 1979 da Câmara Federal. O Congresso Nacional decreta, artigo 1. É declarado feriado nacional o dia 12 de outubro para culto público e oficial à Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. O primeiro artigo da história do Mensageiro da Paz, que discute questões políticas nacionais, é sobre feriado de 12 de outubro para o culto público oficial de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, criticando esta medida. E qual o motivo, né? Aí as homenagens prestadas à padroeira, Piriri Pororó, estar o projeto de lei que faz isso. Piriri Pororó, Piriri Pororó. O grande problema é a preocupação de que ficamos estarrecido. Sim, porque não pudemos compreender como um homem eleito por adeptos de muitas religiões seitas, certamente teve também votos evangélicos de espíritas, urbandistas, judeus, pretendesse escravizar a consciência de muitos dos seus eleitores, baseando-se numa pretensa maioria católica. E o grande problema é que esta decisão de criar esse feriado seria veementemente teria que proterdade de pensar. A grande preocupação é que diante de um estado laico deveria valer, né, a liberdade do pensamento religioso, da ação religiosa livre. Certo? Era essa a questão. E daqui paraa frente começa uma grande disputa aqui, ó. Tá até em caixa alta. liberdade de consciência. E aí contra a Igreja Romana que estaria se impond uma um repúdio no ano de 1980 contra esta decisão de criar um feriado para a padroeira do Brasil, inclusive para um culto e aí ele destaca aqui depois, né, um culto oficial, beleza? Isso em 80, isso em 1980. Então não tem, não é algo que caiu do céu esse negócio da padroeira não, não é que caiu do céu. Não caiu do céu. Tem história. Ele diz aqui o Brasil é de Jesus. Tem história, mano. Tem história. Começa uma virada forte, muito forte. Deixa eu pegar um outro texto aqui que aí a partir dali os caras começam a ter uma atuação pública que até então não existia dentro das igrejas pentecostais evangélicas que a maioria desse país, especialmente as deus que são a maioria desse país, eh, em que eles começam a organizar uma militância. E essa militância, ela vai ser articulada em torno da disputa contra os católicos, sendo anticatólica, criticando o negócio da da do padroeira. criticando o feriado, vai ter marcha para Jesus no começo dos anos 90, mesma fita. Vai surgir contra isso, contra esse tipo de atuação, vamos dizer assim, dos católicos na influência eh sobre sobre o Estado brasileiro. E aí que então os evangélicos também tinham que ter. Esse é o ponto. Deixa eu pegar aqui. Eu acho que é nessa daqui. Deixa eu ver se é esse aqui. Copiar o link. Dezembro de 84. Préeleeições préctinte. Pré-eleições indiretas, né? Dezembro de 84. antes das eleições indiretas que vão colocar Tancredo como presidente mediante colegiado, por meio do colegiado. Ah, ué, não veio o link. 1985, 84, dezembro de 84. Deixa eu ver se eu acho. Deixa eu ver se eu acho. Ped de pororó. Ped pororó. Ah, não, essa aqui não. É a próxima. É a próxima. É a próxima. Você vão curtir. V curtir. V curtir. Pera aí. Peguei o artigo errado. Dá nisso, né? Fazer tudo ao vivo. Aqui pronto. É esse aqui. 84. esse esse artigo, mas ele não é tão explícito quanto eu imaginei. confundi aqui, mas 85 no ano de agosto de 85 tá abrindo aqui. >> [canto] >> tum tum tum tup se liga aqui, ó. Agosto de 85, novamente mensago da paz. Vamos descer um pouquinho aqui. Piriri pororó. Esse artigo aqui do Nemuel Kessler, filho do Gustavo Kessler. Se a gente leu agora pouco o o artigo do pastor Gustavo Kessler, agora a gente vai ler do pastor Nemoel Kler, filho do pastor Kessler. [roncando] As incoerências do catolicismo. Aí você pensa: "Uco teológica? Não, não, não. Então, lembra que a gente já tá numa marcha que eles estão o dentro do movimento evangélico, especialmente pentecostal, a disputa do poder político que até então não existia, né? Eu vou ler esse trecho aqui porque ele é muito muito curioso. O catolicismo romano, na tentativa de continuar exercendo sua influência entre as nações, procura habilmente, onde quer que se encontre, assumir posições contraditórias e inconciliáveis que permitam atender as conveniências de seus interesses. Quer dizer, são grandes ardilosos, utilizam tudo o que tiver à sua disposição. O importante para o romanismo, se alguém chama de romanismo, já saiba, provavelmente é um crítico, é o predomínio, se possível temporal, ainda que os meios de que faz uso para alcançá-lo nem sempre sejam lícitos e condizentes com os postulados da teologia bíblica. Ou seja, cham de potencialmente criminoso e ainda doutrinariamente equivocado. Tal incoerência chega às raias do absurdo, principalmente na América Latina, onde o clero se divide em dois grupos antagônicos. Olha a análise de conjuntura do querido, hein? Conservadores e progressistas. Enquanto os primeiros aplaudem a decisão da Santa Sé silenciário Frei Leonardo Bof, que nesse ano, né, de 85 tinha rolado a exigência na quase inquisição, né, na na no julgamento que o Hatzinger implementou contra o Leonardo Bof, teve como resultado a exigência de silenciamento obsequioso, né? Fica quieto aí, para de falar. E aí os religiosos da teologia da libertação foram em defesa do BOF e os conservadores foram contra. Então ele tá dizendo, ó, partir dessa disputa aí, os progressistas, os conservadores aplaudem a decisão da Santa Séciar o BOF. Um dos expoentes da chamada teologia da libertação. Os últimos clamam o desejo de vê-lo absolvido da punição para que possa continuar apregoando teorias ditas cristãs, cuja base principal se assenta nos princípios do marxismo leninismo. O bof marxista leninista, mas nem aqui nem na China. Seriam as discrepâncias entre um grupo aí. A aí ó, olha a hipótese do maluco. Ó a hipótese do mano. Seriam essas discrepâncias entre um grupo e outro apenas uma tática provisória? até que se defininte os rumos políticos do país. Olha a loucura. Olha a loucura. A preocupação do humano é, ó, eles estão se dividindo ali entre conservadores e e progressistas, mas é porque são as artimães da Igreja Católica para conseguir de qualquer jeito os meios do poder. E aí estão de olho no quê? a constituinte de 85 para fazer a constituinte para ter a nova a nova constituição que sai em 88 no processo de redemocratização. Fal, ó, os católicos estão querendo controlar lá, hein? Até se dividem entre áreas, os progressistas e os conservadores. E que que a gente tem que fazer? Vai ficar assistindo? Não, nós temos que entrar aí. Nós temos que disputar essas eleições, né? E aí vem, se liga, se liga, se liga, se liga. Aí ele vai criticar, vai falar que olha, nós pentecostais a gente tem que se meter nisso. Então a gente como religioso tem que se tem que influenciar. Diante de tais incoerências, há pessoas que ainda se opõem quando se fala na preservação da da liberdade religiosa na próxima constituinte, argumentando que esse é um direito já assegurado. Ora, é preciso vigilância permanente. Este princípio na prática às vezes se mostra distante da realidade. Se liga. Como falar em ampla liberdade religiosa se apenas a Igreja Católica é chamada para influir nos destinos do país? Por que aceitar a falácia da não existência de uma igreja oficial no Brasil? Se quando um loteamento é aprovado, o espaço que a lei reserva para construção de um templo religioso é cedido, sem qualquer burocracia ao rumanismo? Como admitir a separação legal entre a Igreja e o Estado se há feriados católicos para serem observados, aulas de catecismo nas escolas oficiais e ainda a famigerada, o famigerado culto, a Aparecida, a pedra de toque de toda essa engenhosidade. Então, meus amigos, não é bobagem, não é pouca coisa, não é sem contexto, não é, nossa, o Flávio falou um negócio, mas é só para falar, não, tem história, tem história, tem base. Não é um trem sem bas, tem base esse trem, tem base no trem desse tem base no trem desse. Então, quando a gente faz esse tipo de de leitura, recuperação histórica, você vê que a frase: "Olha, eu vou decretar que Jesus é do Senhor" de eh vou decretar que o Brasil é do Senhor Jesus. Não é sem história, não é sem base, tem um processo de construção específico que tem que ser considerado como a gente acabou de ler. Estão falando de 85, 80, 84, 85, final dos anos 80, começo dos anos 90. marcha para Jesus que nasce desse tipo de posição, tá ligado? Então assim, não é sem propósito, existe existe estrutura, existe algo que acontece. Aí teve uma galera que leu isso aí, pô, mano, sem sacanagem. Isso aí é pido para cachorro, pô. Quem conhece sabe. Quem conhece sabe, pô. Nasci, cresci em igreja, meu irmão, não tem como, tá ligado? Então, meus amigos, minhas amigas, gente querida do meu coração, tem que ver esse trem direito, tem que levar isso a sério. Sabe qual o problema, né? Os nossos progressísticos, jornalistas ou sei lá o que lá, eles não manjam desse trem. Eles não manjam desse trem, mas não manja mesmo. Não manja desse trem, tá ligado? Não manja, não manja. E eles acham que é uma questão de, ah, isso aí tem 500 anos de história, de protestantes contra católicos. Não, você tem que olhar o que acontece no teu país, velho. Tem que chamar a gente que manja do que que tá acontecendo. Então, fiquem atentos porque hoje vai sair o artigo na Zelota, leiam ele lá que vai sair completo, recuperando essa história aí que a gente escreveu, tá bom? Então, leiam lá o artigo na revista Zelota, acompanha a revista Zelota, vai sair o Minha Nossa Senhora de Jesus, o Brasil é de Jesus. Minha Nossa Senhora, o Brasil é de Jesus. vai que a gente recupera essa história. Mas não é sem propósito. [limpando a garganta] Não é sem propósito. Não é sem propósito. Então não, não é fake news. Fake news é dizer o Flávio tem um projeto, ele não tem, ele não apresentou. Mas não é fake news. Você falar isso aí é uma mobilização que sim tem conexões políticas profundas, históricas de uma disputa religiosa. Tem, tem. Lógico que tem. Diz que Gabriel Montolesi, agora o Flávio precisa provar que é miliciano. É isso? É, parece que é isso que aconteceu, querido Gabriel. Parece que foi isso que aconteceu recentemente. Ai, ai, ai. Diz que do Igor Juan. Caramba, o cara praticou o tal do jornalismo, hein? Olha essa conexão. É o cara e nós. O o Bob é bom, velho. As amizades do Flávio são esquisitas mesmo, Borduna. Vou dizer para você. Diz que fazer o watch. Esse destaques foi choque de cultura. Foi, foi. A gente vai pros destaques agora. Aí já a gente foi, né? Os destaques do Willer Tomás. Quem é essa criatura? Pergunta Fazerot por que Voitila? Quero o nome dele. Carol Voitila. Carol Votila. Por isso que tá de Voitila. Dom Voitila. De Carol Voitila. Diz que Augusto. Rapaz, eu tinha a primeira parte da informação. Agora essa segunda parte aí o buraco é bem mais embaixo que e aí mas muito mais muito mais muito mais muito, mas muito mais. O artigo vai sair, você vai curtir, mano. Vai curtir. Te falar uma coisa, meu mano, o que daria um vídeo pro Insta Discord aí, viu? Ah, espero que dê. [risadas] Espero que dê. A gente pelo menos tenta fazer na pequeniníssima microscópica mini bolha, que algumas pessoas entendam o que tá acontecendo. É difícil trabalhar com coisa pequenininha, né? É isso, é isso, é isso, é isso, é isso. Foi. Vamos lá finalizar aqui o nosso papo com o nosso querido Bob e talvez eu peguem mais trecho do jornal se der tempo, mas eu não sei se vai dar do Mensagem da Paz, né? >> Pop >> 22. Flávio tentou emplacar Willer no Conselho Nacional de Justiça, não conseguiu. Em agosto agora, Flávio Bolsonaro ficou alguns dias em um apartamento de Willer na Vila Nova Conceição, São Paulo. Numa dessas coincidências da turma, o AP já havia sido de Fabiano Zetel, cunhado de Daniel Vorcaro, ambos da igreja Lagoinha, aquela do Nico Linha Ferreira. E sempre coincidências, Zetel doou R$ 3 milhões deais para a campanha de Bolsonaro em 2022 e 2 milhões para a campanha do capitão Tarcísio de Freitas. Capitão Tarcío, que outra coincidência, a 30 de agosto último agradeceu publicamente ao vereador Milton Leite, disse: "Fomos abraçados por ele, uma parceria enorme." 18 dias depois dessa declaração, em ação do Ministério Público e Polícia Civil de São Paulo, o parceiro enorme Milton Leite foi preso, preso no escândalo do PCC, controlando 12 das 22 frotas de ônibus da cidade de São Paulo para lavar dinheiro do PCC. Digas de passagem. Então, Milton Leite, amigão de Tarcísio, abraço, junto. Tamo junto, meu irmão. Brother, foi ele que disse. Aliás, pera aí. Digas de passagem, Milton Leite, dono do lugar que eu moro, né? Assim, aqui, Capão Redondo e cercanias. A família Leite Reina. E o Willer Thomas, investigado na máfia do INSS, daquela máfia, outra porque sempre tem uma penúltima. Flávio Bolsonaro é sócio da empresa Bravo Grafeno, registrada na sala 2601 do edifício Connect Towers, em Águas Claras, no Distrito Federal. e que, mais uma coincidência, no mesmo endereço estão registradas ao menos 16 empresas ligadas ao careca do INSS, o chefão, suposto chefão daquela máfia. E a Bravo Grafeno, que tem como sócio Flávio Bolsonaro, utiliza serviços contábeis da VOGA, empresa de Alexandre Caetano, grande parceiro do careca do INSS e irmão de Letícia Caetano, que era sócia administradora de Flávio Bolsonaro quando ele, na sua versão advogado. >> É muita jucidência, velho. A a rede ela é infinita. É infinita. Esse vídeo do Bob ele tinha que tá, gente, a gente é um canal pequenininho, somos nós estamos aqui em 15 pessoas que acompanham esse negocinho pela manhã às vezes e o pessoal que acompanha depois. É inaceitável que esse vídeo de resumo do Bob Fernandes tenha apenas 5600 curtidas. Isso aqui tinha que tá circulando tudo cantac porque é um resumo, é um resumo incrível, incrível que o cara conseguiu fazer da desgraça que tá concorrendo às eleições agora no sábado ou no domingo. Como é que pode? Letícia diz ter sido indicada por Will Tomás, a mais recente, penúltima na manchete principal do Wall na tarde desta terça-feira. No site Platô BR expostos supostos segredos de Flávio Bolsonaro a partir de documentos, notas fiscais, tweets, reprodução de conversas. Material vazado na época em que Alexandre Santini e Flávio Bolsonaro, ex-sócios naquela fantástica loja de chocolates no Rio, estavam rompidos e Santini cobrava R$ 1.400.000 de Flávio. Denúncia de um Rolex de R$ 305.000 R$ 1.000 dados de presente para o hoje candidato a presidente, Orgias em Hotel de luxo, academia de luxo para Flávia esposa, paga por terceiro, equipamentos para mansão em Brasília e denúncia também de suposto lobby junto ao ministro Cássio Nunes no STF. O ministro, por meio de sua assessoria, disse que atende a parlamentares de todos os partidos. Se seguíssemos com penúltimas, teria >> especialmente de direito. >> Temos ainda voos de ministros do Supremo Tribunal em aviões de Vorcaro, empresas de ministros do Supremo Tribunal, víceras dos seus negócios, etc. Mas isso não terminaria antes do domingo, domingo do segundo turno. Voltemos, pois, à batalha religiosa atiçada por André Mendonça a partir de ato inicial e depois pedido de Flávio Bolsonaro. Fato inicial, a sua fala a 24 de agosto. Nos últimos tempos, ataques a igrejas católicas em Salvador, um na Paraíba e outro em Fortaleza. Esse no Ceará, ataques a 9 de setembro, ataques a quatro lojas com coquetais molotov, três lojas de artigos de religião de matriz africana e uma loja de artigos católicos. Mensagem deixada: Se reabrir, todos morrem. E uma referência religiosa. Eu sou o senhor quem falo. Nas redes sociais, em profusão, a esumação de ataques variados e passados, incluindo o do bispo JB Carvalho, fundador e líder religioso da igreja onde Flávio foi batizado e frequenta, a igreja Comunidade das Nações. Em 2001, o bispo Carvalho escreveu: "Aspas, Deus odeia o culto à Rainha dos Céus". Fecha aspas. O bispo Carvalho trabalhou pela indicação de André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal e batizou Flávio e a esposa Fernanda em 2024. Após aí diante de todas de todas estas relações, você pode dizer: "Não, mas tem nada a ver o que o cara falou lá de decretar que o Brasil é de Jesus". Não tem. A gente acabou de ver a história aqui, pô. Abri documento de 84, 85. Tem mais aqui para abrir? que eu vou segurar um pouquinho. Vocês leiam lá o artigo da Zelota que vai sair. Leiam a revista Zelota que vai sair completinho com um monte de coisa bacana. Vocês dão uma olhadinha legal. Eh, eita, que aconteceu alguma coisa na escola. Ai, que susto. O negócio é dá uma lida depois que sair, fica atento, fica atenta, presta atenção. Mas JB Carvalho, que é pastor dessa comunidade das nações, dessa igreja, ele cresceu nas Assembleias de Deus. A mãe e a avó dele eram das Assembleias de Deus. Ele foi criança e adolescente nas Assembleias de Deus. Aprendeu a ser anticatólico, ante o bagulho todo. Aprendeu. Depois ele vai para uma igreja que é a igreja de Cristo, igreja de Deus, esqueci o nome, acho que é igreja de Cristo, uma igreja de comunidades lá e depois sai funda dele, que é a comunidade das nações, no qual ele se autodeclara bispo. pastor de Flávio, batiza Flávio, tem todo esse discurso por trás, tem todo esse projeto processo por trás e que na entrevista que eu não posso mostrar aqui, eu queria, eu queria mostrar, mas eu não posso porque o Douglas, Douglas, o que mesmo? Douglas Barros, Douglas, o humano do Disascope, sempre esqueço o nome dele. Tem um canal chamado Disascop aqui, que tem umas conexões muito esquisitas com gente muito estranha, muito estranha. Ele tem uma entrevista, já apareceu aqui no canal que a gente já fez react, mas ele tem uma entrevista, agora não pode mais porque depois que a gente começou a fazer react pode não ter sido culpa nossa, tá? Eu acho que não, que a gente não teria essa capacidade. Mas depois que a gente começou a fazer react aos vídeos do Disascop, eles começaram a botar o bagulho de direitos autorais, ó. Aí eu fiquei chateado. Então eles eles não monetizam o nosso canalzinho ou derruba o trecho. Aí a gente não pode reproduzir. Mas eu gostaria de reproduzir. O Douglas sei lá o que lá que eu esqueço o nome dele sempre o mano do Disascope. Ele entrevistou o JB Carvalho. Douglas Gonçalves. Obrigado por fazer. Douglas Gonçalves. O Douglas Gonçalves que tá com Douglas Costa Douglas Barros na cabeça. Sei lá. Douglas Gonçalves, ele entrevistou o JB Carvalho. Essa entrevista, ela é um pouco assustadora, assim, é bem assustadora. O porque o JB Carvalho tem aquele olhar, vocês vão entender se vocês quiserem se torturar. Tem um olhar estranho. Creepy eyes, né? Weird, weiry aquele negócio meio o globo locular fica esquisito assim, rodando sozinho. E aí ele tem uma esquisita, uma fala esquisita, mas ele conta a história dele. E aí ele conta que a mãe era da Bleia, a avó era da Bleia, fala não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Só que ele fala muito pouco sobre assim sobre isso. Imediatamente ele vai trazendo assuntos mais recentes. E quando ele vai trazendo assuntos mais recentes, ele do nada num corte, tem um corte que ele fala sobre a conversão dele, sei lá, e ele começa a falar sobre a eh intervenção na cultura, sobre risada, sobre não ser tão conservador e tradicional nos costumes. E ele fala: "Isso é um dos montes dos quais a gente tem que controlar e dominar". E aí ele reproduz a tal da teologia do domínio, que é o nosso, é o coqueluche aí da esquerda, que descobriu recentemente que os evangélicos, né, t ideias. E aí ele reproduz esse discurso que é um discurso bem de classe média, de de igreja de classe média conectada com gringo e na ideia de que a gente tem que dominar o estado. Então o JB Carvalho é um declarado defensor da edélicos têm que controlar o estado. Tem que beleza? Declarado. Declarado. Então, não é um absurdo dizer que ele tem o projeto de que o Brasil seja evangélico. Não é absurdo dizer que a frase Brasil é de Jesus é para fazer a evangélicos e reproduzindo. Se o Flávio ai não sabia, digamos, ai hipótese aqui. Hipótese sendo gentil. Digamos que o Fábio diga, eu não sabia que tinha esse peso histórico todo. Eu sou um neófito na fé, né? praticamente. Não sei o que tá acontecendo. Digamos que ele diga que não saiba. Não importa. Você tá reproduzindo uma frase que para uma parcela significativa da sociedade tem sentido combater o catolicismo, combater essa posição aí de quem vai influenciar e desir sobre o estado e garantir o nosso lugarzinho ao sol e fazer com que o governo funcione a nosso favor. Simples assim. Simples assim. do Igor, mano, mainstream evangélico, infelizmente, tem essa tendência de ter conexões e inclinações muito estranhas. Sim, porque deixa eu me proteger do processo. Até os que pagam de insentões que nem o Douglas é Zentão à direita, né? Porque lá só tem maluco conversando com ele. Vamos fazer careta para um lado específico. Exato. Não, o Douglas a gente fez um react, um dos primeiros reacts aqui do canal. Deve ser o terceiro ou quarto react aqui do canal. É um papo dele com outro maluco que esqueci o nome dele. Leandro Leandro Barretos. Um doido aí, o outro doido aí que eles falam sobre marxismo cultural, tipo chapéu de alumínio até umas horas. E isso é um vídeo antigaço de não sei quantos anos atrás, assim, de década para trás, tá ligado? É doideira. Então esses caras são, mas não importa, porque o que importa é almas para Jesus, né? Vamos lá. Vamos. Ai Jesus Cristo. Após se lançar candidato à presidência, a primeira aparição pública de Flávio Bolsonaro foi na igreja do bispo Carvalho, bispo que defendeu Bolsonaro, o pai ardorosamente. Desde a intervenção de André Mendonça nas redes sociais na sexta-feira última combustão, buscando o voto evangélico mais radical, Flávio Bolsonaro atacou a Igreja Católica. disse que gente dentro da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil estava ajudando o PT. Em nota, a CNBB negou e devolveu. Não se combate mentira com outra mentira. Dom Devair Araújo da Fonseca, bispo de Piracicaba, São Paulo, lamentou: "Às vezes ameaçam nossa devoção, fazendo crescer entre nós notícias que são falsas. Isso nos entristece e surpreende. Nesta segunda-feira, Dom Vicente Ferreira, da diocese de Livramento de Nossa Senhora na Bahia, foi ao X, o ex-Twitter e bateu. Escreveu: "O pai Bolsonaro disse que a CNBB é a parte podre da Igreja Católica e inclusive vigiou bispos. Agora o filho declara que ajudamos a divulgar fake news. Valei-nos, mãe Aparecida, nossa rainha e padroeira, disse Dom Vicente. Desde a frase de Flávio Bolsonaro a 24 de agosto, o tema vinha esquentando. Na quarta-feira passada, 23 de setembro, o presidente da CNBB, Dom Jaime Spingler, recordou a caminhada da humanidade. disse: "Quando religião e política se misturaram ao longo da história, o resultado não foi positivo. A propósito de positivo ou >> pera aí que agora tenho que fazer um um comentário. As rusgas com a CNBB também não são de hoje, são antigas. E eu tenho que dizer que a CNBB também não ajudou. E digo porquê, durante os anos 70, 80 e começo dos anos 90, a leitura que os católicos fizeram dos pentecostais é de que eles eram uma seita. E depois chama de seita, eles também disseram que era exclusivamente e redutivamente a interferência dos Estados Unidos no na América Latina. Pô, isso é muito problemático em muitos sentidos, tá? Em muitos sentidos. Em muitos sentidos. Mas a essa postura que é muito problemática em muitos sentidos, ademais e para além de tudo, ela negava o caráter popular e a história específica dos pentecostais brasileiros, sua construção autoctony, né, como foi por aqui. E cara, nossa, isso não ajudou em absolutamente nada, só reforçou e reforça a atenção entre pentecostais e a Igreja Católica, especialmente a Igreja Católica estruturada em torno da CNBB. Eu vou pegar aqui, ó, a edição de 85. Ah, de que ano que é? Ah, esqueci. Ti ti maio. Ah, então tá aqui, ó. Fevereiro, abril, maio. Vamos ler juntinhos aqui. Deixa eu puxar para cá. Ô Jeová, essa rusga e essa tensão entre pentecostais e CNBB não é nova. E assim existe ainda muito preconceito, tá, no meio católico com os pentecostais, mesmo entre a teologia da libertação. É uma coisa muito curiosa. Tanto que eu falo assim, com tranquilidade, tá? E isso a gente tem que botar a mãozinha na consciência. Aí meus queridos amigos católicos, eu quando vou pros eventos que a gente tem teologia da libertação, eu cumpro a cota protestante, né? Aliás, nem a cota protestante, a cota evangélica, ah, e especialmente pentecostal. Eu sou um ser estranho lá. fala: "Nossa, você já ouvi essa frase várias vezes, né? Você é pentecostal e tá com a gente aqui". Meu Deus, gente, acontece essas coisas, né? Historicamente há uma relação estranha. E aí, deixa eu ver se é esse texto aqui. Isso aqui, ó. Então, vamos lá, tá? Prestar atenção. Não é, não é de hoje. Não é de hoje. Não é de hoje. [tosse][limpando a garganta] Em maio de 85, ali constituinte com menos solto. Mensageiro da paz. Ma 85 Ipiranga. Um novo grito. As margens do histórico riacho. Ah, eu vou ler isso aí. Eu vou ler isso aqui depois. Eu vou ler primeiro outra parte. Tem mais um editorial aqui do Nemoel Kler. filho do Gustavo Kessler, que a gente já leu aqui. Vou ler um trechinho, né? Então vamos lá. Mais um trechinho dessa rusga entre pentecostais e CNBB. os nossos representantes na constituinte. A convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte já é ponto pacífico para consolidação da Nova República. O governo se dispôs, inclusive, a criar uma comissão representativa dos diversos segmentos da sociedade, que trabalhará na elaboração do anteprojeto da nova constituição e ser será represent a ser representada para análise e consequente aprovação na no parlamento eleito em 1986. A questão que se coloca do Aravante é a escolha de homens públicos, não homens privados. O que aí traz o problema, rapidinho, traz um problema aqui, porque homens públicos não é legal. Hoje em dia a gente já aprendeu que se você quiser adjetivar positivamente alguém, você chama ele de privado ou privada. Por exemplo, recebi uma doação ou um investimento, não sei, de um banqueiro canalha que roubou dinheiro de aposentada, aposentada para o filme do meu pai. Peguei esse dinheiro e ao invés de investir no filme, supostamente utilizei para sustentar o meu irmão no estrangeiro. Pô, isso é um problema. Não, não, não, mas era um dinheiro privado. Ah, então tudo bem. Se você adjetiva qualquer coisa que você fizer de errado com privado, fica bom. Você pode fazer. Então, por exemplo, ah, cometi um adultério, mas foi um adultério privado. Tudo bem. Supostamente estive com pessoas no hotel Hatch, na Barra, com informações vazadas por um suposto colega. de que eu fazia festinhas com garotas, mas eram uma festinhas privadas. Então, tudo bem. Então, tudo bem. Se você cometer um ilícito, adiciona privado que dá certo. Então, nesse texto aqui eu corrigiria. Falei, não precisa de homens públicos, você precisa de homens privados. De homens privados, provavelmente é uma coisa boa. De homens públicos que terão a responsabilidade histórica de dotar o Brasil com mecanismos constitucionais e possibilitarão o país pleno desempenho de sua vida democrática. eh começaram a ficar feliz com a democracia que também que até então não eram muito satisfeitos com ela. O assunto interessa de perto evangélicos e foi amplamente discutido em Brasília no encontro de líderes das Assembleias de Deus procurando-se estabelecer o posicionamento da nossa igreja em face à questão, além de ter sido verificada, veja, é a primeira vez que isso tá acontecendo na história dessa igreja, verificada a possibilidade de elegermos os nossos próprios representantes. E aí esse texto tá preparando pro que vem depois, tá? O compromisso da igreja nesse caso não pressupõe um envolvimento político partidário. Claro que não. Nem admite uma outra hipótese de segurança além daquela que nos é garantida por Deus. Amém. representa, todavia, um esforço de manifestar sua benéfica influência nas mais altas esferas da vida pública. É claro que é isso que a gente pretende. E aí vem, prestem atenção, existe um também um outro aspecto do problema que não pode deixar de ser considerado. Qual o aspecto, querido Nemoel Castler, editor aqui do nosso Messageiro da Paz? Enquanto estamos pensando em nossa participação, a Igreja Católica, ao lado de outros grupos religiosos, arregimenta suas forças e se prepara através da CNBB, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, para tentar influir na próxima constituinte. E de que modo ela vai encarar a questão da liberdade religiosa? Abrindo um fórum de debate sobre o assunto, o jornal batista assim se expressou. Aí agora, referência então a um outro jornal, jornal da Igreja Batista. Portanto, ponto de honra para nós é a preservação do princípio de separação entre igreja e estado, que parece não estar expresso com a necessária clareza na atual Constituição. Tanto assim que não foi possível impedir em bases constitucionais, olha o problemão, a promulgação do feriado de 12 de outubro. Ah, não, mas essa frase ela não tem nada a ver. O histórico, cara, vocês estão percebendo? É uma raiz muito profunda, cara. Muito profunda. Aí por meio do mensageiro da paz ali, a gente já leu texto da Ultimato, que é reformada, fundado por presbiteriano. Agora, referência a um outro jornal Batista. E a galera tava discutindo essas coisas. Qual o grande problema? Estado está sendo controlado pela Igreja Católica. E num primeiro momento é uma posição defensiva, né, em defesa da liberdade religiosa que não pode misturar a igreja estado. Mas o que acontece depois? O que que acontece depois? O que que acontece depois? Depois acontece uma posição ativa. Quando esse grupo evangélico já tem uma força acumulada, chega às instâncias de poder, já não é mais uma posição reativa em defesa da liberdade religiosa, agora é uma posição ativa para impor a nossa religiosidade nesse estado e inverte o polo. Mas isso é óbvio. Então não é sem propósito. Tudo bem? conteúdos importantes. E se vocês também quiserem fazer cortes desse nosso papo aqui, vocês pode fazer, manda para todo canto é canto, porque é importante o papo ou mais importante ainda, leia, leia a revista Zelota, vai sair o artigo completinho com esse tema. Mas vamos lá finalizar o nosso papo. Estamos terminando ele hoje. Venha, querido Bob. Negativo, nada positivo para o Brasil. a epidemia das bets. E na sexta-feira, Lula proibiu as bets com decreto lei. E desde sexta-feira já foram criadas mais de 16 betes ilegais. As bets foram criadas pelo Congresso Nacional e sancionadas no governo Temer. Nadaram de braçada no governo Bolsonaro. A lei 14.790 790 no governo Lula regulamentou as bets, mas mirando na arrecadação, sabemos que o governo não teria votos para derrubar as bets, mas poderia ter proibido, por exemplo, a brutal e viciante publicidade. 43,8 milhões de brasileiros já apostaram em Bets. Segundo estimativas, quase 13 milhões de pessoas estariam em situação de risco relacionada às apostas. Segundo o Conselho Nacional de Secretários da Fazenda, famílias já perderam 62 bilhões e meio de reais jogando nas bets. O decreto de Lula proibindo necessário é uma jogada de risco. Quase todo o desmiolado futebol brasileiro e seu ecossistema vivem das bets, os dito influencers, jogadores. >> Aí como a gente tá defendendo aqui o final do o fim do futebol, né? Nós defendemos o fim do futebol. O Corinthians tem que acabar, tem que ser refundado. Afinal, o Corinthians não é um clube que tem uma torcida, mas uma torcida que tem um clube. A gente também tá satisfeito aí com Bet. Pode acabar, acaba o futebol aí. >> Empresas, picaretas ganham fortunas com a jogatina e a desgraça alheia. Várias emissoras Brasil Afora e parceiros multinacionais têm relação comercial e publicitária muito forte com o setor. No eventual segundo turno jogarão milhões e muito mais contra Lula. Um combo disso tudo com pitadas de nacos do jornalismo IENA se limita a enxergar e atacar como sendo a medida apenas uma jogada eleitoral. jogada eleitoral é, obviamente, também é do jogo, ainda mais quando não se tem maioria. A medida positiva reflete o que queria 70% da opinião pública no Brasil. foi tomada agora sem calibragem, uma aposta e risco eleitoral para Lula, mas enorme risco também para a oposição mais cedo ou mais tarde, sustar ou tentar sustar o decreto e permitir que o vício epidêmico da jogatina siga desgraçando milhões de famílias. Multiplicam-se casos de falência, separações eos passado o primeiro turno, perdendo ou ganhando, quem é da B? >> Só um comentáriozinho aqui importante, tá? Eu não sei se vocês viram esse levantamento, mas é um bagulho bizarro da promulgação da medida provisória suspendendo as bets em comparação com o mesmo período, acho que de 3 dias, um período ali de três dias, promugou, pá, passou três dias no fim de semana, né? Pro dia seguinte teve uma queda de 10% no número de transações via Pix. Meu irmão, minha irmã ouve isso. É um dado bizarro. Proibindo ou suspendendo as bets, as casas de apostas, joguinho de tiguinhos, cambó esportivo, né? Pesca de humanos esportivos do ponto de vista da de quem faz da empresa que que dispõe da aposta, né? Dispõe o aplicativo de apó Pescando humanos. Eh, depois que interrompe esse negócio, em 10, em 3 dias 10% de transações no Pix foi interromp, diminuiu, né? Caiu em 10% o número de transações via Pix mesmo período comparado. 10%, gente, é muito. Pensa 10% do do volume de transações, da quantidade de transações feitas por Pix para pagar alguma conta, para fazer algum negócio, para transferir dinheiro. 10% desde que você interrompe as bets num período ali comparado de 3 dias com períodos anteriores. 10% é muito, mano. Esse é o o número bizarro, não é em quantidade de valores transferidos, em quantidade de transações realizadas. 10%. É muito, mano. É, é insano. É insano. Imagina se a gente na população brasileira faz transação direta de Pix, aí você interrompe as bets num período comparado da interrupção, até a hora que o cara faz o cálculo, acho que era de 3 dias, 10% a menos do que em períodos comparados anteriores, velho. Mano, é muito, mano. É muito, velho. É um bagulho biz. É o dízimo de transações. É muito, mano. É muito. Isso mostra a epidemia que é essa merda. Bola e boladas a qualquer custo voltará a brigar por um dos muitos Brasis. Uma porção das muitas múltiplas porções de Brasis se vende como sendo religiosa. Não só porque está na Constituição, religiões e fé t que e devem ser respeitadas, mas não os hipócritas, os sepulcros caiados, milicianos e corruptos, que usam religião e fé como biombos em busca de fortuna e poder. Será que Será se o Bob agora falou milicianos e corruptos? Quem será que se identifica com isso? Tô preocupado agora. Será que o cara que se identificou com a frase família meliciana odeia tanto gente, mulher e preta, que que resolveu atacar Nossa Senhora? Vai se identificar agora com essa frase do Bob também? Fiquei preocupado, hein? Pode ser que a carapuça sirva novamente, que a carapuça tá servindo para coisas incríveis ultimamente. Que semana, hein, minha gente? Quinta de semana, agora 4 de outubro, teremos eleições. E você que está acompanhando este canalzinho, você tem um dever. Você tem o dever a cumprir. Você vai chegar lá, vai apertar 13 e plili. Por causa de Nossa Senhora Aparecida, não. Por causa do nosso Senhor Jesus. Não. Não. Nenhuma das duas coisas. Efetivamente, por quem é o grupo que está mais apto para poder realizar uma administração adequada do Estado na coisa pública e em defesa dos interesses nacionais? Quem minimamente da factibilidade e atende aos interesses de trabalhadores e trabalhadoras. É isso que você vai fazer, porque do outro lado é uma posição de entrega absoluta absoluta do território e do fruto do trabalho das trabalhadores e das trabalhadoras para o exterior dentro de um projeto imperialista, fazendo as vontades de Trump e sua trup. E do outro lado, minimamente nós temos uma organização adequada dentro do jogo burocrático, democrático, liberal, burguês, vigente no estado de direito. Não é difícil. E a coisa séria, porque tá acirrado, porque a gente tem um criminoso de um lado e do outro não. E aí, meu amigo, se a gente não leva a sério, a gente se lasca. É 13ilm na próxima próximo domingo, dia 4 de outubro e um papo sério com as pessoas que a gente conhece, tá? Então assim, papo sério aí com quem você gosta, quem você conhece. Tudo bem? Estamos encerrando hoje, mas eu quero mostrar um trem para vocês aqui que me diverte. Que aí você fala: "Pô, Bruno, como é que você sabe esses bagulho tudo aí dos crentes? Você tá informado, hein? tá informado os bagulho dos crentes. Eu fico informado, mas mais do que isso, eu li a o Messageiro da paz, né, mostrando para vocês o artigo de maio de 1985. Eu vou pegar uma chamada aqui de mais de 85 para vocês entenderem o negócio que não é esse da Aparecida. Ai, ai, ai. Messageiro da paz. Cadê? Mais de 85. Tem uma parte da chamada aqui, ó. Tão lendo aqui? Ipiranga vírgula, um novo grito às margens. [música] Deixa eu dar um zoom maior aí. Ipiranga, um novo grito às margens. Nossa, o que que ele tá falando do novo grito? as margens. Que que referência é essa? O pastor Alfredo Riqudal à esquerda, esse aqui, está à frente da igreja Ipiranga, no Ipiranga há quatro décadas. Ao seu lado, da esquerda para a direita, pastores Luiz Almeida, Delfino Brunelli e José Wellington Bezerra da da Costa. O Zé Zé Wellington, que quem não se lembra, ele recentemente aí apareceu se filmando, luxando numa BMW cheia das 9 hor e Eurico Bergstein, né, um dos famosos aí. A inauguração do templo da Assembleia de Deus do Ipiranga em São Paulo, às margens do histórico riacho, onde foi proclamada a independência de nossa pátria, constituiu-se um novo grito de liberdade para o brasileiro. Página cinco, o pastor Alfredo Rick inaugurando esse trem. Vocês já ouviram esse nome Rick Dal em algum lugar? Já ouviram esse nome em algum lugar? >> [risadas] >> É, meus amigos, por incrível que pareça, por pareça que incrível, um novo grito à margem. É ele sim, irmão Alfredo Reiquidal, inaugurou seu o novo templo sede, [risadas] seu novo templo. Queria eu, meus amigos. Queria eu que fosse tivesse alguma renda aí que sobrasse para nós, mas não sob não sobrou nada. Tem nada. Nós tá aqui no Capão Reno. Ai ai ai ai. Sim sim. Senhor Riquid Dal é parente. Meu bisavô. Meu bisavô. [risadas] Nunca ouvi falar. É nem eu. [suspirando] Meu bisavô. Meu bisavô. Conheço as entranhas desse universo religioso pentecostal, meu amigo. As entranhas. Nasci aí, nascido e crescido. Só não fui ungido. Mas é isso. Eu já contei isso aqui algumas vezes, né? Minha mãe é da elite da igreja assembleiana, né? a família dela, dos primórdios da igreja das Assembleias de Deus e o meu pai da membresia, chão de chão de fábrica, analfabeta, correria e implantando igreja no interior de meio de lugar nenhum da Blenia também. E cá estamos. Graças à igreja, os dois polos opostos se encontraram e das contradições da vida, cá estamos nós. Conheço isso aí por dentro e de longa data. Mas é isso. Beleza, meu povo. Precisamos encerrar. Espero que a tenha sido bacana agradecer aqui, né, o conteúdo de Bob Fernandes, que orientou e guiou toda a nossa conversa de hoje, exceto as inserções que fizemos trazendo aí elementos externos, especialmente a respeito dessa disputa entre a quem pertence o país. E eu gostaria de dizer que este país, este país conhecido como Brasil, ele é de quem? Ele é o Brasil é de Nossa Senhora Aparecida ou ele é do nosso Senhor Jesus. Brasil dos trabalhadores das trabalhadoras que criam as condições para que fiéis, sejam de Nossa Senhora, seja de Jesus, seja de de religiões de matriz africana, seja do que seja, de religiões orientais, indígenas, não importa. [roncando] é dos trabalhadores e trabalhadoras que criam as condições para que nós possamos existir e nos manter e seguir aqui permanecendo, desenvolvendo nossas atividades, nossas condições, nossas possibilidades de meios de vida e garantindo futuro para que quem qualquer fé que você professa possa seguir nela e desenvolver suas habilidades, capacidades, cuidar dos seus filhos, das suas filhas. Então, meus amigos, é dos trabalhadores, trabalhadoras, tenha consciência e vote efetivamente em quem atende as necessidades mínimas para que você continua existindo e persistindo. Então é 13 liili na quarta, no domingo, dia 4 de outubro. Beleza, meu povo? Dito isso, praticamente semana encerrada, quarta-feira e não baixa a cabeça, nós ainda temos dois turnos para disputar. 4 de outubro agora, final de outubro e depois para fazer o reconhecimento [música] das eleições, porque tem gente que vai dizer que não valeu, os Estados Unidos vão dizer que não valeu, mas a gente vai resistir, a gente vai seguir por aqui e seguiremos também no nosso canalzinho [música] Trazendo a Boa Nova. >> Seguimos trazendo a boa nova todo dia ú [música] >> seguimos trazendo boa nova todo dia [música] >> até a vitória final. Se cuidem, fiquem bem, Deus abençoe, nos ajude aí, curte esse vídeo, comenta já hypa, faz aquele trem todo que eu esqueci de pedir. É, eu sempre esqueço. E se tiver sobrando uma merreca aí, no fix salva vidas, a minha em especial. Mas é isso, meu povo. Valeu, até mais. Ciao. >> [música]