A amizade que muda tudo – Culto Noturno – AO VIVO | 13/09/26 | 18h
05/10/2026
A amizade que muda tudo – Culto Noturno – AO VIVO | 13/09/26 | 18h
Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!
Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
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Ora É [música][canto] Jesus meu solente, [canto] [música] meu [música] [canto] tesouro permanente [música] [canto] Eu [canto][música] por issoi [música] jamais [canto] o [música] deixar. He. [música] Igreja nossas bíblias, as nossas Bíblias no Evangelho de João, segundo escreveu João, o capítulo 10. Os versículos 1 a 18. João, o evangelho de João, capítulo 10, dos versos de 1 a 18. Eu lerei os versículos ímpares, os irmãos lerão os pares e vamos até o fim. João capítulo 10, versículos de um. A 18 diz assim a palavra de Deus: "Em verdade, em verdade vos digo, o que não entra pela ovelhas, mas sobe por outra parte. Esse é ladrão e salteador. Porém, que entra aquela porta das ovelhas. >> Para este, o porteiro abre, as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama pelos nomes as suas próprias ovelhas e as conduz para fora. Todas as queem vai adiante delas e elas o seguem porque reconhece a voz. >> Mas de modo nenhum seguirão o estranho, antes fugirão dele, porque não conhecem a voz dos estranhos. Jesus, não quem Deus. Jesus, pois lhes afirmou de novo: "Em verdade, em verdade vos digo, eu sou a porta das ovelhas." Quantos vieram ante mim, são ladrões e salteadores, mas as ovelhas não deram ouvir. >> Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo. Entrará e sairá e achará pastagem. Abarão somente para louvar a tarde de seu filho. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância. Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a vida pelas ovelhas. Pastor, a quem não pertence as ovelhas que o povo abandona as ovelhas e foge dando o aero. O mercenário foge porque é mercenário e não tem cuidado com as ovelhas. >> Eu sou um bom pastor, conheço as minhas ovelhas e elas me conhecem a mim. >> Assim como o Pai me conhece a mim e eu e eu conheço o Pai e dou a vida pelas ovelhas. >> Ainda tenho outras ovelhas. Não deixa iso. A mim me convém conduzidas. Elas ouvirão a minha voz e não >> por isso o Pai me ama porque eu dou a a minha vida para a reassumir. Eu contrário eu espontaneamente tenho autoridade para o pecado e também para a este mandado servido meu pai. Jesus em dois, em alguns momentos diz: "Eu sou, eu sou a porta, eu sou o pastor". E é esse Deus, esse Senhor que desde o Antigo Testamento se apresenta para nós como eu sou, que nós vamos adorar neste momento como oração. Para esta oração, convido a nossa irmã Fernanda que eh nos conduza a Deus em adoração neste momento. colocar. Achei um bom amigo, Jesus, o Salvador [música] dos milhares é escolhido para mim. Ele é a luz do mundo, o forte mediador [música] que me purifica e guarda até o fim. Consolador, amado e o protetor do mal, ele pode dar [canto] alí o meu pecadão. Ele é a luz do mundo, a estrela da manhã, dos milhares o escolhido para mim. Levou-me as dores todas. As mágoas entreguei. Ele tenho filho, [canto] abrigo em tentação. [música] Enchei por ele tudo os ídolos rei. Ele [música] fez purando coração. Que o mundo me abandone, [música] persiga o tentador. Meu [canto] Jesus. Guarda David. [música] Ele é a luz do mundo, a estrela [música] da manhã. Os filhares [canto] escolhidos para mim. Jamais me desampar, [música] nem abandonará. [canto] Se fiel e obediente a que me vê. Ele sempre ao meu lado e me protegerá até quando faço possa ver. [música] Então, ao céu subindo na glória, eu me verei [música] com Jesus, meu Salvador, orando em fim. Ele é a luz do mundo, a estrela da manhã, os milhares [música] escolhido para mim. Desta vez nós vamos até o livro de Salmos. Salmos número 139. Salmo número 139. Nós vamos ler juntos a uma só voz dois versículos. versículo 23 e o versículo 24. Salmo número 139 versos 23 e 24. Todos uma voz, assim diz a palavra de Deus. Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração. Prova-me e conhece os meus pensamentos. Vê se há em mim algum caminho mau e guia-me pelo caminho eterno. >> O salmista pede ao Senhor em oração que ele os que ele sonde o seu coração. Isso comunica para nós que por nós mesmos nós não temos capacidade de reconhecer a nosso pecado, a nossa iniquidade, que nós precisamos que ele pelo seu Espírito Santo, ilumine o nosso coração por meio da sua palavra e mostre quem nós somos. Hoje de manhã, nós ouvimos que às vezes nós fazemos pecados, cometemos pecados que nós achamos que eles não são ou nem sabemos que o que nós fazemos. Então, ah, nós vamos ter um momento que você eu, nós podemos, eh, pedir perdão ao Senhor. E depois de algum tempo de silêncio e de contrição, quero pedir ao nosso irmão Abel que eh eleve a Deus em oração e nós vamos orar junto com ele. Vamos orar. Senhor, nosso Deus, nosso Pai, louvado seja o teu nome, ó Deus. Obrigado, Senhor, por tua bondade, misericórdia, pelo teu amor, pelo teu cuidado, Senhor. Obrigado, Pai, por mais essa oportunidade que temos, ó Deus, de nos reunirmos aqui neste templo, ó Deus. para aprender mais da tua palavra, Senhor, ó Deus, e colocar diante de ti, Senhor, dos nossos pecados, ó Deus. Sonda, Senhor, os nossos corações, ó Deus. Vê o que há de errado, o que há de mal em nossos corações, ó Deus, e tenha misericórdia de nós, Senhor. Perdoa os nossos pecados, ó Deus. Muitas vezes, ó Deus, que cometemos pecados, ó Deus, que desagrada o Senhor. Ó Deus, tenha misericórdia, Senhor, ó Deus, e nos ajuda, Senhor, a andar corretamente, Deus, segundo a tua palavra, segundo os teus ensinamentos, ó Deus. nos abençoe, ó Deus, no restante no culto, ó Deus, no abençoe o pastor que vai nos trazer a mensagem, ó Deus, que o Senhor, ó Deus, abra o nosso coração, a nossa mente, o nosso entendimento para compreender a tua palavra, Senhor. Usa o teu servo, ó Deus, como instrumentos nas tuas mãos, ó Deus, mais uma vez, ó Deus, fica conosco, tenha misericórdia de nós e nos perdoa. É o que eu te peço e te agradeço em nome de Jesus. Amém, Senhor. >> Boa noite, igreja. Que bção estarmos reunidos mais uma vez na casa do nosso Deus para louvar, engrandecer o seu santo nome e aprender mais a sua palavra. Peço aqueles que puderem colocarem de pé para juntos adorarmos ao nosso Deus e vamos louvar a ele que é estrela da manhã, o cordeiro santo que nos trouxe a paz. Amém. Cantemos a sua vida. >> [música] [música] >> És a nossa estrela da mãe. >> [música] >> Deus santo que nos trouxe [música] a paz. Em tuas mãos está todo resposta a [música] todo aquele que clama. A verdade [música] é a tua palavra. [canto] que não podes mentir. [música] Por isso [canto] estamos aqui. [música] Te louvamos, ó Senhor, [música][canto] pelo [música] teu imenso amor, manifesta [música][canto] o teu perdão e poder. E assim [música][canto] vamos te adorar para sempre. [música] sempre para [música] sempre. [canto] Ó meu Deus, [música] és a nossa estrela da manhã. Cordeiro [música] [canto] santo que nos trouxe a água. >> [canto][música] >> Em tuas mãos está todo o vencer. [música] Resposta [canto] a todo aquele [música] que clama. A verdade [música] é [canto] a tua palavra que não pode mentir. Por isso [música] estamos aqui. Te louvamos, ó [música][canto] Senhor, pelo [música][canto] teu imenso amor, manifesta [música] o teu [canto] perdão e poder. E assim [música][canto] vamos te adorar para [música] sempre. >> [música] >> para sempre. Ó [canto] meu Deus, te louvamos, [música][canto] ó Senhor, [música] pelo teu imenso [canto] amor. [música] manifesta o teu perdão [música] e poder. E [música] assim [canto] vamos te adorar para sempre. [música] Para sempre, ó meu Deus. >> [música] >> a Deus. Quão bom é estarmos na casa do nosso Deus. Quão bom é estar na presença dele. E ele é um Deus tão maravilhoso, um Deus tão bondoso, que nós possamos cantar isso lembrando dessa verdade. Amém. >> [música] [música] >> és [canto] rei do universo. Tua glória enche a terra [canto] e enche os céus. Tua glória enche [música] a [canto] terra. Tua glória enche os céus. Tua [música][canto] glória enche minha vida, Senhor. Quão formoso [música] é. Rei do universo, [canto] tua glória [música] enche a terra e enche os céus. Tua glória [música][canto] enche a terra. Tua glória enche os céus. [música] Deus, tua glória [canto] enche minha vida, Senhor. [música] Maravilhoso é estar [canto] em tua presença. [música] Maravilhoso [canto] é poder [música] te adorar. Maravilhoso [música][canto] é tocar em tuas vestes. [música] Maravilhoso é te contemplar, [canto] Senhor. [música] Tua glória enche [música] a terra. Tua glória [canto] enche os céus. Tua glória [música] enche minha vida, Senhor. [canto] Maravilhoso é estar em [música][canto] tua presença. Maravilhoso [música][canto] é poder te adorar. Maravilhoso [música] é tocar em tuas vestes. [canto] [música] Maravilhoso é te contemplar, [canto] Senhor. Contemplar, [música][canto] Senhor. [música] Glória a Deus, ó Senhor. Maravilhoso é contemplar o teu santo nome. Maravilhoso é entoar louvores que exaltam o teu santo nome. E neste momento, [limpando a garganta] ó Deus, que o Senhor fale ao nossos corações através da tua palavra, ó Deus. É oração que fazemos em Teu santo e precioso nome, Jesus. E desde já, desde já nós te agradecemos. Amém. A igreja pode se sentar. Este é o momento para orarmos por nossas crianças. Hoje as nossas crianças permanecerão aqui no templo durante o culto. Quero convidar mesmo assim que as crianças venham aqui, quero pedir a irmã Natália que venha até aqui à frente para orar por nossas crianças, que é um privilégio, um presente, é uma festa. Toca aqui. Já tem comunhão aqui na frente. Gente, vamos orar. Graças, Maria, orar. Meu Jesus, te louvamos pai o teu nome para te adorar como boca, Senhor. E isso pois, Senhor, essas crianças são preciosas e são ovelhas que o Senhor te amou também. E nós te pedimos por elas este momento, Senhor. Em nome de Jesus, que o Senhor possa abençoar a vida de cada uma, Senhor. Fala o coração de forma individual, Senhor. Que o Senhor possa chamá-las, chamá-las para o Senhor e que elas possam ouvir a voz do Senhor e seguir ao Senhor como pastor. Em nome de Jesus, Pai, nossa oração é que o Senhor se revele a elas e que elas possam, ó Pai, ser luz o Senhor está nesse terra. Nós oramos pedindo e clamando, Senhor, por graça e misericórdia sobre a vida de cada criança, em nome de Jesus. Amém. Oi, é bom demais. Nós vamos continuar louvando ao Senhor com o coral. >> [música] >> O Senhor [canto] é a minha luz e a [música] minha [canto] salvação. A [música] quem [canto] temerei? A quem [música] temerei? O Senhor, o Senhor é a [canto] força da minha vida. [música][canto] De quem me recearei? De quem? De quem me [canto][música] recearei? O Senhor é a minha [música] luz e a minha [canto] salvação. A quem [canto][música] temerei? A quem temerei? [música] O Senhor [canto] é a minha luz e a minha [música][canto] salvação. Senhor, Senhor. A minha voz quando clamo. Tem também piedade de mim. Tem também piedade de mim. Ouve, Senhor. Quando clamo, [canto] Senhor, [música] respond, Senhor, [canto] responde-me. O Senhor ouve respond, >> Senhor, [canto] responde-me. [música] [canto] Tua face. Não rejeites [música] ao [canto] teu servo com ira. Não [música] rejeites ao teu servo com ira. [música] Senhor [canto] louve. Responde, Senhor, [música] responde-me. [canto] Responde. Senhor, [música] ouve [canto] responde. Senhor, [música] respondem-me. [canto] a minha ajuda. A minha ajuda. [música] Não me deixes, nem me desampares, [música][canto] ó Deus [canto][música] da minha salvação. [música] >> O Senhor é a minha [canto] luz. [música] O Senhor é [canto] a minha luz. >> [música] >> E a minha salvação, [canto] a quem temerei? [música] Quem temerei? [música] Ele é a minha salvação. [canto][música] [canto][música] Graça e paz, irmãos. Vamos abrir a palavra de Deus em João 15. João 15 do verso 12 ao verso 17 paraa nossa reflexão nessa noite. Evangelho de Jesus, segundo escreveu João, capítulo 15 do verso 12 ao 17. Diz assim a palavra do Senhor: "O meu mandamento é este: Que ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos. Vós sois meus amigos, se fazei os que vos mando. Já não vos chamo servo, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer. Não foste vós que me escolhestes a mim? Pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vosigneis para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vula concedo. Isto vos mando, que vos ameis uns aos outros. Pai, nós estamos mais uma vez, Senhor, diante da tua palavra e diante do Senhor. E agora queremos ouvir tão somente a tua voz e a tua direção. Fala o nosso coração, fala a nossa alma. Queremos colocar diante do Senhor esse momento ímpar que a nossa nação vive. rogar a ti que a vontade do Senhor seja feita e que o Senhor conduza tudo para a glória do teu nome. E agora, nesse momento que lemos a tua palavra, fala conosco, dê-nos ouvidos para ouvir, torne apto o nosso coração e que a tua palavra possa perfazer o nosso coração e a nossa alma, possa gerar vida e assim possamos sair daqui nessa noite entendidos, compreendidos acerca desse relacionamento íntimo que o Senhor nos chama, um relacionamento de santidade, de obediência, mas também de vivência, demonstrando claramente o amor do Senhor através das nossas atitudes. Que ninguém, ó Deus, saia da maneira como entrou, mas que seja edificado. Assim nós oramos em nome de Jesus. Amém. Meus irmãos, quem você geralmente chama em caso de urgência? Ao preencher, meus queridos, o formulário de internação hospitalar, geralmente você se depara com a seguinte questão: em caso de urgência, favor ligar para qual nome você escreve lá? Quem você indicaria? Quer você goste, quer não. A palavra urgência nos remete à nossa pequenez, a nossa fragilidade, a nossa dependência, a necessidade que temos de alguém que possa nos acudir, que possa nos ajudar. E seja sincero contigo mesmo, você já precisou de alguém em alguma situação difícil? Para quem você ligou? A quem você recorreu? É bem natural, meus irmãos, quando nós chegamos ao nosso limite, seja ele físico, seja ele emocional, seja ele espiritual, até mesmo financeiro, nós pensarmos em alguém que possa nos ajudar. Ao sentirmos assim dependentes e carentes, vemos a necessidade que nós temos de amigos, de pessoas queridas, de alguém que possa não só nos entender, mas também muitas vezes nos exortar e nos mostrar o caminho correto. Mas o que que você faria por um amigo? Qual seria a sua atitude em relação a isso? O que que você pode fazer, criança? Vocês que estão aqui, o que que você pode fazer para o amiguinho na escola? Sabendo vocês de Cristo, sabendo vocês do amor do Senhor? O que que vocês podem fazer para o amiguinho de vocês que estudam? E meus irmãos, nós vemos isso de maneira muito clara nas escrituras. Davi, por exemplo, tinha Jonathan. Sem ele, Davi eh teria dificuldades de levar adiante o propósito de Deus para sua vida. Paulo teve Lucas, teve Timóteo, até mesmo o nosso próprio Senhor Jesus teve amigos mais íntimos como Pedro, Tiago e João. E você, em caso de urgência, quem vai chamar? O que que você faria por um amigo? Você tem que chamar alguém. alguém que aponte para um amigo maior, aquele que não apenas caminha contigo, não pelo que você tem, mas por aquilo que de fato representa. E é o que nós vamos ver aqui no texto. Ao olharmos para esse texto, nós observamos que Deus não apenas quer que nós saibamos acerca dele. O Senhor quer se relacionar conosco e se relacionar de maneira íntima e profunda. Mas tome muito cuidado. Não confunda essa amizade com conivência com o pecado, como se o amor de Jesus ou amor de Deus aceitasse tudo. Não. O Senhor é justo, santo e bom. Ele não guia pela aparência, ele guia pelo nosso coração e sabe muito bem das nossas necessidades. Só que o mundo troca essa amizade por riqueza, por status e por beleza, guiando-se muitas vezes pela aparência e pela questão mais superficial possível que esse mundo possa trazer. Só que Jesus nos convida a confiar nele como o nosso Salvador, a submeter a ele como um rei soberano, a descansarmos nele, mas ele também nos convida com Jesus a relacionar dentro de uma amizade verdadeira, dentro de uma intimidade profunda. E repare no próprio termo usado amigo, a qual Jesus usa aqui, descreve alguém que amigo do rei. Então, não limite essa amizade da qual Jesus está dizendo entre ideias de iguais. Jesus não é igual a você. Jesus não é igual a mim, mas ele é rei, ele é senhor, mas nos trata como amigo e nem por isso deixa de ser rei. Meus queridos, Jesus está aqui agora reunido pela última vez com seus discípulos bem na véspera da crucificação. Preparava-os para o dia seguinte, para a vida que deveria seguir, sem a presença física dele. Só que nem mesmo Jesus, o próprio filho de Deus, ele quis a solidão quando o sol da vida se punha e a sombra da cruz se aproximava nessas últimas horas da terra. Nós vemos o próprio Senhor Jesus reunindo-se com Pedro, Tiago e João, com seus discípulos e compartilhando então seus últimos minutos, seus sentimentos, as suas impressões, os seus ensinamentos mais profundos, a fim de que eles pudessem dar continuidade à sua missão debaixo do poder, debaixo da graça, debaixo da misericórdia do Senhor. Em poucas horas o nosso Senhor será preso, o nosso Senhor será julgado, será crucificado. E os discípulos então assustados, confusos, incertos sobre o futuro. É nesse exato momento, meus queridos, que Jesus não fala sobre fuga. Jesus não fala sobre sobrevivência. Jesus fala sobre amor, Jesus fala sobre amizade, Jesus fala sobre propósito eterno. Ele acabou de sair de um exemplo da agricultura para um exemplo bem prático, para mostrar realmente esse relacionamento íntimo dele com seus discípulos, dizendo: "Agora eu chamo vocês de amigos". E essa sinceridade da amizade de Jesus tem pelo menos duas provas aqui. A primeira, a primeira é que Jesus ele abre o coração dele com seus próprios discípulos. Um senhor jamais faria confidências aos seus escravos. Mas Jesus revela aos seus discípulos e revela a nós a vontade do próprio pai. Tá no verso de número 15. Segundo o que nós vemos aqui é a própria realidade da cruz, demonstrando realmente aquilo que Jesus ou a prova maior da sua amizade em que ele diz: "Olha, ninguém tem maior amor do que este de dar a própria vida em favor dos seus amigos". Jesus estava querendo que os seus discípulos entendessem, compreendessem realmente o nível dessa amizade e a profundidade dela a partir daquilo que Cristo faria. E talvez você aqui nessa noite poderia dizer o seguinte: "Olha, Jesus, ele não é meu amigo, mas sim meu Senhor e o meu Salvador e Rei." Mas você não precisa escolher entre uma e a outra coisa. Todas são verdadeiras. Ele é Senhor, ele é Salvador, ele é rei, mas ele é também um amigo, um grande amigo para toda a eternidade. Mas que fique bem claro para nós, meus queridos, a amizade de Jesus em momento algum diminui a sua glória, diminui quem ele é. Se Jesus então é um grande amigo, como que nós devemos cultivar essa amizade? E Jesus aqui não dá para nós três degrais para que você possa subir até ele. Ele nos dá aqui três marcas de quem já foi elevado por ele, para quem ele reconhece. E nada disso compra essa amizade, tudo isso a exerce. O que nós vamos ver em resumo que essa amizade que é capaz de mudar tudo, ela começa, meus queridos, no reconhecimento da graça, passa pela obediência como resposta e termina no amor como fruto daquilo que Deus nos manda a fazer. A primeira marca que nós vemos aqui à luz do texto é reconhecer que, de fato, nós fomos reconciliados por Deus. Nós estávamos debaixo da ira do Senhor e o amor de Cristo é incomparável a ponto de morrer por aqueles que não merecem, por nós, pelos seus amigos que ele diz. E quando nós olhamos pro texto, nós percebemos que esse mandamento ele tem um preço, ele tem um custo. Olha o que que o texto bíblico nos diz no verso de número 12. O meu mandamento é este, que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Bem no meio do discurso, meus queridos, da videira e do ramo. Jesus agora fala do ramo enquanto ramo do nosso relacionamento com Deus, mostrando para nós, olha, o nosso relacionamento com Deus só existe a partir da videira, a partir de Cristo. Logo, meus irmãos, não existe amor de irmãos verdadeiros fora de Cristo Jesus. O que cremos em Jesus, portanto, gera consequência na maneira como nós vivemos uns para com os outros. É por isso que Jesus vai trazer o ensinamento dessa mutualidade de amar. E se você observar, ele começa isso no verso 12, no seu início do discurso, mas ele encerra isso no verso de número 17 também. A mesma ordem. Tudo que acontece entre o verso 12 e o verso de número 17 fundamenta a ordem de Jesus para amar. E observe como ele inicia dizendo: "Olha, o meu mandamento é este." Jesus aqui não está sugerindo, não está recomendando. Ele está dando uma ordem, uma ordem bem clara que emana da sua própria autoridade, dizendo: "Olha, amar não é uma questão opcional. Você não tem direito de escolher, mas é algo que nós fazemos a partir daquilo que ele faz em nós. É aquilo que nós fazemos a partir da ação e do poder dele no nosso coração e, portanto, nós amamos. Mas observe, meus queridos, que esse mandamento não é meramente legal, não é meramente uma ordem, é um aspecto relacional, não é a lei de Moisés, é o mandamento de um amigo. E aqui tá a chave, meus irmãos, de todo esse texto. Aqui a amizade ela não é a condição, mas é o revelador daquilo que Cristo está fazendo. O mandamento não nos faz amigo, ele caracteriza essa amizade. E qual que é o padrão? O próprio Cristo. Qual que é o padrão desse amor dentro desse vínculo mais íntimo entre amizade nossa e a nossa amizade com o próprio Senhor? O próprio amor dele é o que ele diz, que ameis uns aos outros como eu vos amei. Repare o próprio verbo, assim como eu vos amei. É um gesto único, é um aspecto, meu querido, apontando para aquilo tudo que Cristo faria na cruz. Esse é o meu amor. Então, nós não podemos medir, meus queridos, por aquilo que oscila em nós. O que nós temos que medir? O amor a qual Cristo tá falando é aquilo que ele vai fazer a partir da cruz do Calvário, naquela noite em que ele vai ser entregue. É aqui que Cristo tá dizendo e conectando com aquilo que ele falou anteriormente no verso de número nove, em que ele diz para nós: "Como o Pai me amou, eu também vos amei. Permanecei no meu amor." É um relacionamento de pai com filho, de filho com nós e de nós com os outros. É esse o relacionamento que Cristo tá mostrando. Então, o amor a qual Cristo tá falando para nós, ele é o canal que vai conduzir, que vai correr, que vai direcionar todas as coisas. E como que ele amou sacrificialmente? Ele entregou a sua vida pelos seus amigos. Então, essa amizade ela não é barata. Essa amizade custou e custou muito, porque o salário do pecado é a morte e a morte do próprio Senhor. Então, houve um preço, houve uma entrega, houve um sacrifício, porque todos nós éramos inimigos de Deus. Mas Deus prova o seu amor para conosco pelo fato de Cristo Jesus ter morrido por nós quando nós ainda éramos pecadores. Então Jesus vai definir esse amor, esse amor supremo. Ele vai dizer: "Ninguém tem maior amor do que este de dar a própria vida em favor dos seus amigos". O que que você faria por um amigo? fazendo uma pesquisa de campo essa semana com alguns membros da PIPG, claro, a identidade será preservada, eu perguntei: "O que que você faria para um amigo?" Alguns falaram assim: "Tudo fisicamente, espiritualmente. Se eu pudesse ajudar financeiramente, se eu pudesse ajudar materialmente, mas eu também oraria, colocaria diante do Senhor. E foi interessante, eu faria tudo. Quase que foi uma concordância entre todos. Eu falei: "Tudo mesmo, tudo." Mas você então morreria em favor do seu amigo se ele fosse condenado a uma pena de morte? Aí alguns falou: "Não, eu pensaria nos meus filhos. Não, aí não, né, pastor? Como é que faz? Então não é tudo. Só que para Cristo é tudo. Ele disse que vai dar, ele diz que vai fazer isso. Ele não calcula aqui, meus queridos, o custo e os benefícios. É um amor que se entrega completamente. É um amor, meus queridos, que ele define mutuamente entre os ramos. Só existe quando nós estamos na videira. Então, nós só podemos amar porque ele nos amou primeiro. Nós só podemos amar aos outros e definir essa amizade porque ele veio ao nosso encontro. Então, a decisão de amar da qual Cristo tá falando, é uma decisão de ir a encontro do outro para abençoar. Amar é sair, meus queridos, de si mesmo. É ver a dor do outro. É entregar-se em sacrifício pelo bem do outro. Amar, portanto, sempre é pessoal e concreto. Nós só amamos porque ele nos amou primeiro. E a preposição, meus queridos, é interessante em favor de ou em lugar de Não é meramente morrer por alguém, é morrer no lugar de alguém. É um aspecto substitutivo. É um amor que não tem paralelos com o mundo. Não tem como você pegar algum amor, algo específico e tentar fazer um paralelo com aquilo que Cristo tá fazendo. Ele morre no lugar de pecadores. Ele morre por mim. que ele morre por você, que não merece, que não é digno. Ele faz isso porque ele quer e vai satisfazer a vontade do Senhor. É dentro dessa intimidade de Pai com Filho, é estabelecido dentro da morte de Cristo e vai para nós num relacionamento com ele. Lembra do texto que lemos no início? Jesus é o bom pastor que dá vida pelas suas ovelhas? Ele concede vida, vida eterna e ninguém arranca das mãos. É um amor que transcende, meus irmãos, toda medida humana. Nenhum amor humano pode ser comparado a esse. Cristo não apenas está ensinando, ele está exemplificando através da sua própria morte. E nós aqui não temos nenhuma novidade nesse trato aqui de Deus com os homens. O Senhor chamou Abraão de amigo. Tá lá em em Mateus, em Tiago 2 verso 23. Ele conversou com Moisés como alguém conversa com um amigo. Êxodo 33 verso 11. É uma relação estabelecida pela graça, pela fé e revelada em obras. Então você em Cristo é amigo de Deus, como também eles foram. Criança geralmente tem essa preocupação, né, meus queridos, de serem chamados de amigo. Uma vez ou outra você vê algum chegando e falando simplesmente porque disse: "Olha, eu não sou seu amigo, eu não sou sua amiga." E vem a criança chorando. Mas o que o texto nos mostra, meus queridos, é que Jesus não nos despreza. Esse amigo não esquece. Ele continua sendo o nosso amigo. Ele continua levando essa amizade até as últimas consequências. a cruz do calvário. Ele ama, ele se dispõe, mas ele também nos chama a viver esse amor, esse mandamento. Portanto, não é que você se torna amigo, mas é, meus queridos, o que caracteriza a sua amizade com Jesus. E assim passamos a refletir quem ele é. Amar, meus queridos, não é algo além de Jesus, é algo que você busca nele. Amar é Jesus. Amar é a própria essência de Jesus, porque Deus é amor. A própria trindade, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo existe em uma relação mútua de amor. Logo, amigos são aqueles sobre os quais o amor de Cristo se estabelece em nós e nós amamos aos outros. É isso que opera. Amizade, portanto, não é o ponto de partida do texto, mas é o resultado dele. Por isso, Cristo tem autoridade para ordenar e para orientar a gente dizer: "Olha, vocês têm que amar como eu amei." Ele vai se entregar. E observe, ele vai entregar-se em favor dos seus amigos. Não é em favor de todos, não é por todos. Ele dá a própria vida em favor dos seus amigos. É uma ação, é um sacrifício. Nós somos a partir daquilo que ele faz por nós, irmãos. Por isso, para viver essa amizade com Jesus, você precisa primeiro reconciliar-se com ele pela cruz. Você precisa, meus queridos, reconhecê-lo como Senhor e como Salvador. Você precisa entender que, por mais que você não mereça, você não é digno, ele continua te amando e ele te chama para esse relacionamento de intimidade, para esse vínculo maior de amizade com ele. Mas há uma segunda marca que quando nós somos elevados em Cristo, nós vemos que também essa marca, essa amizade que cultivamos, ela está debaixo da obediência. E aqui muitos tropeçam. Como pode haver amizade baseada em obediência? Amigo que é amigo não manda a gente fazer. Ele parece amigo, mas pare e pens. Essa objeção só funciona, meus queridos, se a obediência produzir amizade. E é isso que Jesus tá fazendo? Não. O que Jesus tá mostrando para nós, se você voltar pro verso 13, Jesus tá dizendo: "O amigo entrega em favor daqueles a quais ele ama". Mas agora, no verso 14, ele diz: "Vós sois meus amigos se fazer o que vos mando." Ou seja, a cruz vem antes dessa partícula condicional ser. Logo, a obediência não é o fundamento dessa amizade, é a expressão, é o critério revelador, não é a constituinte, meus queridos. É a marca, não é mérito. Não há mérito algum em nós. Não é porque você obedece, não é porque você faz tudo certinho que você é amigo de Jesus. Não. A amizade da qual Cristo está mostrando, ela está partindo daquilo que ele faz em nós. Se vós sois meus amigos, se fazei o que vos mando. Aqui não é uma ameaça, meus queridos. Ele tá verificando a sua amizade. É como se fosse um espelho diante de nós. Pare por um instante para observar. Se a obediência, por exemplo, é a marca de um amigo, aonde a sua está vazia. Se a obediência é a marca de um amigo, que palavra do seu amigo você tem ouvido ou você tem ignorado? Você precisa perdoar aquele irmão. Você precisa ser honesto naquela conta. Você precisa guardar esse compromisso no secreto. Jesus deu essas marcas justamente pra gente verificar a nossa conduta. E note também, a obediência não é base de mérito, mas nasce da graça. Ela ao mesmo tempo, é graciosa e é exigente. Graciosa porque é oferecida para quem não merece, mas exigente porque requer obediência. Por isso o cristão não é capaz de amar. Por isso o cristão não é capaz de obedecer, porque ele não teve o seu coração transformado. Mas quem ama Jesus guarda os seus mandamentos e os mandamentos do Senhor não são penosos. Não são penosos. Receber a Cristo, crer nele, permanecer nele pro cristão não é penoso. Quando a fardo, meu querido, nessa relação, o problema não tá no mandamento. O problema está no coração que se afastou desse amigo, porque o amor de Cristo nos faz obedientes. Se você voltar no verso 14, no capítulo 14, no verso de número 23 e no verso de número 24, Jesus inclusive vai dizer para nós: "Se alguém me ama, qual o resultado? Guardará a minha palavra e o meu pai o amará e viremos para ele e faremos nele morada. Quem não ama, ele diz: "Olha, não tem fruto, não guarda as minhas palavras, não tem raiz para amar. E a palavra que está ouvindo é minha, mas do Pai. que me enviou. Então, quem obedece ao Senhor ouve a sua direção. É por isso que o Senhor no verso 15 vai nos dizer: "Já não vos chamo servo, porque o servo não sabe o que faz ao seu Senhor, mas eu tenho chamado de amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer". Jesus tá contrastando aqui duas maneiras de servi-lo e a diferença entre elas está no conhecimento. Um servo obedece sem compreender. Ele executa a ordem sem acesso aos planos do seu Senhor. Ele apenas executa, ele é útil, mas ele é um estranho dentro de casa. Agora, um amigo, ele é convidado para intimidade. Ele conhece os pensamentos, os planos, os segredos do seu amigo. É participante e não é um executor. É exatamente aquilo que o Senhor disse a Abraão, seu amigo, lá em Gênesis 18, verso 17, que ele diz: "A casa esconderei eu a Abraão, o que faço?" Ou seja, o amigo de Deus é aquele que Deus revela os seus planos. É aquele, meu querido, que não está pautado apenas em um gesto, apenas em um relacionamento. Ele não esconde de nós os desígnios de Deus. É nesse mundo, meus queridos, no mundo de Jesus, de amigo do rei, que ele nos concede um assento dentro desse conselho, dentro dessa ação. É um assento dele, olhando pros seus discípulos, dizendo: "Vocês são os meus amigos e eu compartilho com vocês os projetos. Eu compartilho com vocês a vontade de meu pai e eu quero que vocês vivam dentro dela." Observe que Jesus em momento algum diz: "Olha, vocês são meus amigos". Porque vocês são legais, vocês são bonitinhos, não. Vocês são meus amigos, porque eu revelei a vocês aquilo que eu ouvi do meu pai. É exatamente isso que ele vai dizer para nós. Mas tenho vos chamado de amigo, porque tudo quanto ouvi do meu pai vos tenho dado a conhecer. Nós somos chamados de amigo porque ele revelou isso a nós. E os tempos verbais aqui são interessantíssimo. Ele diz: "Já não vos chamo, está no presente, tenho vos chamado, está no perfeito". Ele tá dizendo, olha, é um ato concluído, mas os efeitos desse ato perpassa toda a história. A amizade está debaixo dentro dessa revelação, dessa revelação do próprio Senhor. É por isso que em João 17 ele vai dizer para nós do verso 3: "E a vida eterna é essa, que conheçam a ti o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo a quem enviaste". Então a eternidade, meus queridos, não é uma mera existência infinita, é conhecer a Deus. é conhecer a Deus dentro de uma relação mais profunda. E como que essa revelação está, meus queridos, na palavra, nas escrituras. Nós não fomos deixado ao escuro. Temos acesso aos planos de Deus, à vontade do Senhor. Nós temos acesso a essa relação íntima a partir das escrituras, a partir da leitura, a partir da meditação. É aqui, meus queridos, que nós nos relacionamos com o nosso melhor amigo. Crianças, talvez lá na escola o seu amiguinho pode dizer assim: "Olha, eu não quero amizade com você". Mas você não precisa preocupar, você tem um melhor amigo, aquele que não apenas conhece você melhor do que você mesmo, mas aquele que te chama para relacionar, aquele que te guarda, aquele que te protege. Então, Cristo eleva os seus discípulos a um nível ainda maior de intimidade. Mas lembres, meus queridos, Jesus chama eles de amigo, de amigos antes deles fugirem, antes deles falharem, antes de Pedro negá-lo. Mas isso não cancela em momento algum senhorio de Cristo sobre nós. Continuamos servos, mas somos amigos também. Ele nos chama a uma obediência serviu sem entendimento, mas uma obediência de amigos, sabendo o que tá acontecendo, sabendo o que está sendo construído a partir desse relacionamento com ele. Então aqui há uma aplicação bem direta, meus queridos. Não ignore as palavras do seu amigo. Ouça a palavra, leia a palavra, medite nela. Ela aponta pra vontade de Deus e obedeça ela mesmo quando ninguém vê. no seu casamento, na fila, na planilha, no grupo de mensagens, no seu Instagram, no seu WhatsApp. A obediência de amigo, meu querido, não é palco para ninguém ver. Ela acontece dentro de um bastidor e é longe dos olhos humanos que nós revelamos que Jesus de fato é nosso verdadeiro amigo ou não. É aqui que nós vemos, meus queridos, que a nossa obediência é resposta unicamente ao amor de Cristo. Porque nós conhecemos Jesus, nós amamos, obedecemos não por medo, mas por amor. Não somos mais escravos do pecado, da morte ou muito menos do medo. Nós somos livres em Cristo e livres para se relacionar com ele. Livres para obedecer, livres para frutificar. E aqui nós entramos na terceira e última marca que é frutificar. Meus irmãos, Jesus a fundamenta aqui dentro de uma verdade que vai, vamos assim dizer, mudar o chão aonde a gente pisa. vai trazer sobre nós algo assim mais concreto, mais definido ainda. No verso 16, ele diz: "Não foste vós que escolheste a mim, pelo contrário, eu vos escolhi a vós outros e vos design para que vades e de frutos e o vosso fruto permaneça, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, eu vula concedo." Olha o peso disso. tenta dizer, não foi você que escolheu. Jesus rejeita de uma vez por todas a ideia de que foram os discípulos dentro dessa relação que tomaram a iniciativa. A iniciativa, irmãos, da salvação não vem dos homens. Nós sabemos muito bem disso. Ela vem de Deus. Não é uma escolha em que você coopera com ele. Deus escolhe soberanamente e essa graça alcança, essa graça vence e essa graça transforma o nosso coração. Por que que isso é importante para nós na prática, meus queridos? Porque nenhum de nós, nem esse que vos fala buscaria Deus por conta própria. Quanto mais ainda sendo um pecador que nem queria em momento algum esse relacionamento com Cristo, mas é Cristo quem escolhe. Então, ninguém aqui nessa noite tem o direito de bater no peito e exigir privilégios superiores nesse relacionamento com o Senhor, dizendo: "Olha, Senhor, a partir do relacionamento que eu tenho, eu determino que o Senhor faça aquilo". Não, se a amizade de Jesus não começa comigo e nem com você, mas com ele, ele vai levar até o fim. Mas pare para perceber, meus queridos, se essa amizade começasse em nós, ela também terminaria em nós. Porque hoje a gente crê, amanhã a gente desiste. Mas como ela começa nele, é uma relação dele para nós, ele sustenta até o fim. A eleição, meus queridos, não é uma doutrina para que a gente fique discutindo. É o alicerce da segurança para aqueles que de fato estão cansados, para aqueles que estão abatidos. Souça. Jesus tá dizendo: "Olha, eu estou, meus queridos, aqui relacionando com vocês. Ele chama pecadores à sua disposição, mas ele não fica à disposição do pecador. Meus irmãos, se você ouviu e foi levado a crer com fé e arrependimento, isso não foi fruto seu, foi fruto dele." Nós lemos no início, "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas seguem. Eu lhes dou a vida eterna, jamais perecerão e ninguém pode arrebatar das minhas mãos. Elas ouvem, elas seguem e ninguém as tira da mão de Jesus. Então, os privilégios, meus irmãos, e os deveres envolvidos nessa escolha são para todos aqueles que Cristo alcança. Jesus, de fato, é um grande amigo de pecadores. Ele se aproxima de nós na nossa miséria, atolados no nosso pecado, enxafurdados no nosso sofrimento. Mas ele se compromete, meus queridos, a não nos deixar na lama. Ele nos tira, ele nos acolhe, ele nos atrai para si e ele nos faz vitoriosos, vencendo a carne, o mundo e o diabo. Tudo isso, ação da graça, ação da misericórdia. Ele conhece a gente melhor do que nós mesmos e nós só amamos profundamente a ele porque ele se revela a nós. Talvez, meus queridos, muitas das amizades que nós temos jamais resistiriam se as pessoas descobrissem o que de fato está no nosso coração. Você pode ter 200 contatos no seu celular, grupos cheios de mensagem, mas ninguém liga para você 3 horas da manhã quando você perdeu o sono ou quando você tá precisando de algo. Mas com Jesus não é assim. Ele sabe tudo que você faz. Ele conhece completamente o seu coração e ainda faria graciosamente te assegurando, te amando, conduzindo a sua vida, porque você faz parte do povo dele. E aqui tá o detalhe que muitas vezes é mal entendido. Se nós somos escolhidos, nós não estamos dispensados para trabalhar, nós somos comissionados. Ele diz: "E vos designeis para que vades e dei fruto". Ele traz para nós, meus queridos, um propósito duplo, ir movimento e dar fruto resultado. E tudo isso permanecendo, tudo isso atrelado a ele. A lógica, meus queridos, é essa. O fruto permanece porque o amor de Cristo permanece em nós. Reflexo da perseverança, reflexo da graça de uma marca genuína, de alguém que foi alcançado pelo Senhor. Observe como que a corrente do texto vai se ligando um ao outro. Ele diz: "Olha, eu vos escolhi para que vade e dei fruto?" Qual é a finalidade? A fim de que tudo quanto pedir em meu pai e meu nome, eu v conceda. Nós não temos três bênçãos soltas aqui. Nós temos uma corrente. Ele escolheu para frutificar. E o frutificar está baseado naquilo que o Pai nos ouve. A escolha deságua numa oração eficaz. Deus cultiva uma amizade. Nós vemos isso acontecendo e Jesus dizendo, olha, essa amizade é uma amizade relacional que serve uns aos outros. Jesus não apenas, meus queridos, nos capacita para missão, ele nos capacita também com as orações respondidas, com os nossos clamores. Aqui não é uma ideia para que tudo que eu pedi, então, dentro do relacionamento de amigo que eu tenho com ele, ele vai me dar. Não é isso. Porque quem tem esse vínculo, esse relacionamento íntimo com Cristo, a partir da palavra, a partir daquilo que ele escolhe, não vai pedir nada que vai contra esse essa vida, não vai pedir nada que vai contra a vontade do Senhor. Então, muita gente pensa, olha, já que Deus é soberano, para que que eu vou me esforçar? O texto é muito claro para nós, não? A escolha de Cristo fundamenta a nossa vida e esse fundamento faz com que a gente ame, faz com que a gente viva e faça também que a gente se achegue a ele, colocando as nossas demandas e ao mesmo tempo sendo respondida por ele. É no Evangelho de João, meus queridos, que esse fruto antes de tudo, mostra para nós que nós devemos amar aos outros. É por isso que ele encerra, dizendo: "Isso vos mando, que ameis uns aos outros". Aqui, meus irmãos, não é uma sugestão periférica, é o coração da própria mensagem. Não tem como você dizer que ama Jesus, mas não ama o povo dele. Não tem como, meus queridos, amar os discípulos de Jesus e não amar o Senhor. Entenda, numa coisa não separa a outra. Até parecia fácil a gente dizer, mas amar Jesus é muito bom, pastor. É legal, ele conhece o nosso coração. Mas eu tenho que amar também o povo lá da igreja. Lá tem uma turma difícil, complicada. Bem-vindo. Você também tá aqui. Nós também, meus queridos. Mas toma cuidado aqui com dois erros. Primeiro, achar que amar como Jesus amou significa fazer o que ele fez. Não significa. Nenhum de nós podemos dar a vida em favor do outro. Nós não podemos carregar o pecado de ninguém. Tanto é verdade que o próprio Cristo morre no nosso lugar. Então, não entenda esse conceito de amar como alguém que se entrega para morrer ou para salvar alguém. Não é isso. Segundo, não use a desculpa de falar: "Eu amo". Apenas da boca para fora. Nós precisamos ter a mente de Cristo, a mesma disposição de renunciar em prol do outro. Amar é de fato fazer coisas difíceis, coisas ligadas à obediência e ligadas a uma vida de oração. E esse relacionamento só progride, meus queridos, com convivência. Amigos influenciam a gente. É por isso que os pais e a mãe diz: "Filho, por favor, não ande com aquela amizade." Tá escutando, meninos? Não ande. Cuidado com quem você tá andando, porque amigos, meus queridos, tajar, os nossos hábitos, as nossas ideias. É só você ficar perto de alguém que murmura o dia inteiro. No fim do dia, como que você vai est? Então, se você for amigo de Jesus, se você for íntimo com o Senhor, você vai absorver esse relacionamento. Tudo aquilo que vem da videira, toda a seiva que emana dele, vai fazer com que você dentro desse relacionamento se pareça cada vez mais com Jesus. É muito estranho, meus queridos, nós encontrarmos crentes em Cristo convertido há vários anos, mas com opiniões contrárias às escrituras. Porque se você de fato é amigo do Senhor, se você de fato o conhece, você vai ficar parecido com Ele. Então não trate essa amizade da qual nós estamos falando como um amigo que você tem no banco e você pede alguma coisa. Não, mas existe privilégios e privilégios verdadeiros. Obediência, santidade, vida de oração, missão. E não é um fardo imposto a servos, mas é um privilégio de quem frutifica. E essa amizade custa e custa muito, a ponto de no verso 18 Jesus dizer: "Se vós fosssees do mundo, o mundo amaria o que era seu e custa. Se custa muito. Quem anda com Jesus não pertence a esse mundo. E é justamente aqui que você descobre se você de fato foi escolhido, se você frutifica e se você anda com o Senhor. Por fim, meus queridos, vamos voltar aquele formulário, aquele papel. Em caso de urgência, a favor, ligar para responda com honestidade diante de Deus. Quem você ligaria? Se a urgência fosse uma questão da sua alma, do seu coração, qual nome você escreveria? Porque geralmente na hora de aperto, meus queridos, a primeira pessoa que nós chamamos é quem? Deus. Meu Deus. É a primeira coisa. E muita gente clama isso sem qualquer tipo de comunhão. Gritar o nome de Deus no aperto não prova amizade. Prova na realidade fragilidade, fraqueza humana. E fragilidade todo mundo tem. A pergunta não é se você invoca o nome de Deus na crise, é se Jesus o reconhece verdadeiramente como amigo dele. Porque essa amizade não se conquista, essa amizade se recebe, o pecado nos separa de Deus, mas nenhum de nós, por força própria, atravessaria essa distância. Mas Jesus escolhe para si amigos, morre por eles, fez e faz por esses amigos nascerem de novo, frutificarem. Ele permanece o nosso amigo até o fim, até quando muitas vezes nós abrimos mão desse relacionamento. Então, se você nunca desfrutou dessa amizade, pode ser hoje, nesse exato momento em que você sabe muito bem do aperto, do peso, da vida que você tá levando, do compromisso distorcido, é justamente através desse arrependimento, dessa vida que o Senhor está te chamando, que você deve voltar-se para ele, mesmo sem merecer, mas reconhecer Cristo como seu substituto e render a sua vida totalmente a ele. Porque esse amigo já te escolheu antes mesmo de você os o escolher. Mas se você é crente, meu querido, e tem andado longe, amizade significa retornar, meus irmãos, e quem retorna é ele. Sabe aqueles mandamentos e aquelas ordens que o Senhor nos manda e que muitas vezes nós não damos ouvido? Volta para ele, porque mesmo você não obedecendo, ele continua te amando. Mesmo você sendo quem você é, ele te chama. Porque quem saiu da mesa não foi ele, foi você. Ele chama você para um relacionamento. Ele te chama para estar junto a ele. Mas faça isso antes que você seja cortado e lançado no fogo. Agora, se você anda com ele, então a marca, meus queridos, que falta não é sentimento, é um passo concreto. Porque amar de fato quem nos persegue é difícil. Amar quem de fato nos machuca é difícil. Mas esse amigo chama a amar. Ama até você que muitas vezes não age como ele requer de você. Então, frutifique e perceba que ele faria tudo por você. Meus queridos, quem tem Jesus como nosso amigo nunca fica sozinho. E se você tem ele como seu amigo, meu querido, aponte ele para outros. que precisa e que carece. E em caso de urgência, ore a Deus, coloca ele em primeiro lugar e você vai ver que vai aparecer vários amigos que talvez possam te ajudar. Vamos orar. Pai, te damos graças pela tua palavra. Aplica o nosso coração. Ajuda-nos, ó Deus, a termos esse vínculo e esse relacionamento cada vez mais profundo com o Senhor. Muitas vezes, ó Pai, nós vivemos a nossa vida tão corrida, tão preocupada, e nos esquecemos que o Senhor conhece nós melhor do que nós mesmos. Ajuda-nos, ó Deus, a sermos fiéis ao Senhor, obedientes, mas também a amar uns aos outros e apontar para o Senhor, a termos essa vida que produz fruto, que glorifica e que exalta o Senhor. Se tem alguém aqui nessa noite que tá distante do Senhor, que esse coração seja encontrado por ti, transformado pelo Senhor e rendido a ti, possa desfrutar. dessa maravilhosa intimidade que o Senhor nos concede. Assim nós oramos em nome de Jesus. Amém. Meus queridos irmãos, há um assunto permeando todo o nosso culto, seja da parte dos louvores, liturgia e ministração, que é sobre a bondade de Cristo Jesus, o amor de Cristo Jesus, a amizade do nosso Senhor. E nesse momento da ceia, eu quero de maneira bem especial deixar o versículo de número 19 de Lucas 22, que diz assim: "E tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: "Isto é o meu corpo, fazei isto em memória de mim". Na liturgia, em João 10, a gente já tinha lido de que o Senhor se entregou de maneira voluntária. Jesus não foi coagido a estar na cruz. Vai você, meu filho. Ele disse: "Ah, tá bom. Eu não queria, mas vou." Não, não é como um filho birrento. Mas Cristo se dispôs, Cristo se entregou. O texto vai dizer: "Isto é o meu corpo oferecido, não coagido, não pressionado, oferecido. E ninguém tem maior amor do que esse. Ninguém tem maior amor do que esse. Aquele que se entrega por nós é no nome de Jesus e é para Jesus e é por Jesus. Tudo é sobre Jesus o motivo de nós estarmos neste lugar. E aqui diante de nós estão os elementos da ceia do Senhor, ainda no seu uso natural, nós que ouvimos o evangelho, temos a oportunidade de ver o pão que simboliza o corpo, o cálice que simboliza o sangue de Cristo Jesus, o sangue da nova aliança. para esse momento, de maneira especial, gostaria de chamar os presbíteros da nossa igreja, regentes e docentes, para que possam assim nos auxiliar na entrega dos mantimentos. E mais uma vez eu quero lembrar os irmãos, Cristo ofereceu. Isso é coisa de um amor que não cabe em palavras, de um amor impressionante. É o amor de Cristo Jesus, nosso Senhor, que de maneira voluntária se entregou. voluntária. Cristo Jesus nos amou de tal maneira que se entregou para que fôssemos perdoados, aceitos diante da presença do Pai, para que os nossos louvores entoados no nome dele nessa noite fossem aceitos diante de Deus. Ou seja, Cristo é a razão da nossa existência, do nosso culto, arito seja o nome de Jesus. Vamos orar ao Senhor. Vamos orar. Pai querido, graças nós te damos pela rica bênção de te pertencer, Pai. Ó Deus, pudera amar o Senhor como o Senhor nos ama, Deus, o seu amor é impressionante, é incrível. Cristo Jesus, obrigado. Obrigado, porque ali naquela cruz o Senhor pensava em nós, pensava em agradar o Pai e pensava, Senhor Deus, na nossa salvação. Se entregou para que fôssemos libertos da escravidão do pecado e assim tivéssemos vida. Obrigado, grande amigo Jesus Cristo, nosso Senhor que nos conhece. Cristo Jesus, bendito, amor de nossa alma. Ao Senhor nós agradecemos. Obrigado, Senhor Deus. E pedimos ao Senhor que de fato o Senhor fortaleça espiritualmente a tua igreja por meio do pão, por meio do vinho, por meio, Senhor Deus, dessa desse momento extraordinário de lembrarmos da morte do Senhor até que o Senhor venha, Senhor. Glória seja dada ao teu nome de geração em geração. É a oração que fazemos no nome de Jesus. Amém. Você que vai participar, por favor, você fique de pé para que assim seja identificado. E eu gostaria de lembrar aos irmãos que essa mesa não é uma mesa presbiteriana, essa é a mesa do Senhor. Você que aqui está, talvez nos visitando, está em comunhão com Cristo Jesus, em comunhão com a igreja do Senhor, você avalia a si mesmo e assim coma do pão e beba do cálice. Vamos ficar de pé. >> [música] >> Meu Senhor e muito digno [música][canto] de louvor. A cidade do nosso Deus, [canto][música] seu santo monte, alegria de toda a terra. [música] Grande é o Senhor [música] em quem nós temos a vitória, que nos [música][canto] ajuda contra o inimigo. Cristo, [música] diante dele nos prostramos. [música] Queremos o [canto] teu nome engrandecer [música] e agradecer-te [canto] por nossas vidas. Confiamos [música][canto] em teu infinito amor, [música] pois só [canto] és o Deus eterno, como em toda a terra [canto] e céus. [música] >> [música] >> Senhor, em que nós temos a vitória que nos [música][canto] ajuda contra o inimigo. Cristo, diante dele nos [música][canto] prostramos. Queremos o teu nome engrandecer [música][canto] e agradecer-te por tua [música][canto] obra em nossas vidas. Confiamos em teu [música] infinito amor, pois só és o Deus eterno sobre toda [música] a terra. Meus amados irmãos, alguém foi por acaso omitido da distribuição dos elementos da ceia? Todos receberam? Nós vamos aguardar para todos. Você pode destacar. Todos receberam, queridos. O pão simboliza o corpo de Cristo que por nós foi moído no madeiro. Comamos. Semelhantemente após sear, ele tomou o cálice, dizendo: "Esse cálice é o sangue da nova aliança. Toma, tomemos todos. Ouçamos a apresentação musical do coro. Ele é o Senhor Jeová, [música] o Deus da criação. [canto] Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso, Senhor [música] de Gile, a rocha eterna. [canto] Ele é o Senhor [música] que te pode restaurar. >> Ele é o grande Eu sou. O Deus [canto] de Abraão, Senhor Jeová [música] Shalom, o Deus da paz. Eu sou o Deus de Israel [música] que [canto] é eterno. Ele é o Senhor que te pode restaurar. Cante aleluia, [música] [canto] cante aleluia. Cante aleluia, [música] cante [canto] aleluia. Ele é o Senhor Jeová. Senhor Deus [música][canto] poderoso. >> Deus poderoso. >> Esse é o Senhor que te pode restaurar. Pode restaurar. [música] Ele é o provedor de Jeová, [música][canto] o nosso Salvador, nosso Messias. >> [música] >> Seu filho enviou e aqui testem testemunhou. [canto] >> Ele é o Senhor que te pode [música] restaurar. Pode restaurar. Cante aleluia. [canto] Cante aleluia. Cante [canto] aleluia. Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso. [canto][música] Ele é o Senhor que te pode restaurar. Cante aleluia, [música] cante aleluia, cante aleluia. [canto][música] Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso. [canto] Ele é o Senhor [música] que te pode restaurar. Ele meu Senhor que te pode [canto] [música] meu Senhor chamar que pode restaurar. [música] Vamos ficar de pé, meus irmãos, para orarmos, encerrar e receber a bênção do Senhor. Senhor, nós te damos graças e louvamos ao Senhor por essa noite. Toda honra e glória seja dada ao Senhor. Queremos colocar a nossa nação nas mãos do Senhor. pedir que o Senhor conduza todas as coisas, que a vontade do Senhor estabeleça e que tudo seja conduzido paraa glória do Senhor. Colocamos os nossos irmãos enfermos, ó Pai. Rogamos a ti a misericórdia e graça, que o Senhor restaure a saúde de cada um. Colocamos emlutados. rogamos que o Senhor conforte e console nesse momento com a paz que excede a todo entendimento. E nós que vamos retornar para as nossas casas, mais uma semana de trabalho. Que a mão do Senhor esteja conosco, que tudo que fizermos em palavra, em ação, seja paraa glória do Senhor. Dirija os nossos passos. Que possamos, ó Pai, errar menos e possamos dar testemunho da graça, da misericórdia e do teu poder. Te damos graças pela conferência que tivemos e louvamos porque tudo ocorreu paraa glória do teu nome. Receba nosso culto de louvor e de adoração a ti. Assim nós oramos em nome de Jesus. Amém. Que a graça do nosso Senhor Jesus, o amor de Deus, nosso eterno e glorioso Pai, que as ternas, as insondáveis consolações do Espírito Santo de Deus repouse sobre vós e sobre toda a igreja do Senhor espalhada pela face da terra, não só hoje, mas para todo sempre. Amém. E amém. [música][canto] Amém. Amém. [música] [canto][música] >> A igreja pode assentar. Vamos ouvir o póslúdio. Eno, nós queremos conhecê-lo melhor, estender a nossa mão. Se você puder ficar de pé, tem alguém que nos visita pela primeira vez? Não temos hoje. Hoje é eleição, né, gente? Quem vai? Meus queridos, quero lembrar os irmãos, aqueles que já fizeram a classe de fundamento ou estão aguardando para serem recebido, fique atento à nova data. A nova data que teremos para para entrevista, para exame será dia 13, sem ser terça que vem, na próxima, dia 13 às 19:30. E para quem não puder, na terça, no sábado do dia 17 às 2:30 aqui na casa administrativa. Meus queridos, nós terem também teremos nessa semana, na quinta-feira às 20 horas, o concerto da reforma. Será um momento muito especial. Se você puder, coloque na sua agenda. Quinta-feira teremos esse concerto aí conduzido pelo maestro Eliseu. Então, venha participar, venha prestigiar. Lembrando, meus queridos, nós temos a nossa recepção ali e livraria ali, um café especial. O café é apenas um momento para você conversar e teremos também descontos especiais na nossa livraria. Então, passa por lá para conhecer alguns títulos especiais e adquirir. Boa semana. Deus abençoe a todos. >> [música] >> เ