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A fé vem pelo ouvir

A amizade que muda tudo – Culto Noturno – AO VIVO | 13/09/26 | 18h

A amizade que muda tudo – Culto Noturno – AO VIVO | 13/09/26 | 18h

A amizade que muda tudo – Culto Noturno – AO VIVO | 13/09/26 | 18h

Acompanhe a transmissão ao vivo do Culto Dominical Noturno da Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia com exposição fiel das Escrituras e ênfase na teologia reformada. Momento de edificação na palavra, louvor e comunhão. Acompanhe conosco!

Primeira Igreja Presbiteriana de Goiânia
+55 (62) 3213-3320 ou 98113-0461‬ (WhatsApp)
Rua 68 c/ Rua 71, St. Central, Goiânia-GO

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Legendas automáticas:

Ora
É [música][canto]
Jesus
meu solente,
[canto]
[música]
meu [música]
[canto] tesouro
permanente [música]
[canto]
Eu [canto][música]
por issoi
[música]
jamais [canto]
o [música]
deixar.
He. [música]
Igreja
nossas bíblias,
as nossas Bíblias no Evangelho
de João, segundo escreveu João, o
capítulo 10. Os versículos 1 a 18.
João,
o evangelho de João, capítulo 10, dos
versos de 1 a 18. Eu lerei os versículos
ímpares, os irmãos lerão os pares e
vamos até o fim.
João capítulo 10, versículos
de um.
A 18 diz assim a palavra de Deus: "Em
verdade, em verdade vos digo, o que não
entra pela
ovelhas, mas sobe por outra parte. Esse
é ladrão e salteador.
Porém, que entra aquela porta
das ovelhas.
>> Para este, o porteiro abre, as ovelhas
ouvem a sua voz. Ele chama pelos nomes
as suas próprias ovelhas e as conduz
para fora.
Todas as queem
vai adiante delas e elas o seguem porque
reconhece a voz.
>> Mas de modo nenhum seguirão o estranho,
antes fugirão dele, porque não conhecem
a voz dos estranhos.
Jesus,
não quem Deus.
Jesus, pois lhes afirmou de novo: "Em
verdade, em verdade vos digo, eu sou a
porta das ovelhas."
Quantos vieram ante mim, são ladrões e
salteadores,
mas as ovelhas não deram ouvir.
>> Eu sou a porta. Se alguém entrar por
mim, será salvo. Entrará e sairá e
achará pastagem.
Abarão somente para louvar a tarde de
seu filho. Eu vim para que tenham vida e
a tenham em abundância. Eu sou o bom
pastor. O bom pastor dá a vida pelas
ovelhas.
Pastor, a quem não pertence as ovelhas
que o povo abandona as ovelhas e foge
dando o aero.
O mercenário foge porque é mercenário e
não tem cuidado com as ovelhas.
>> Eu sou um bom pastor, conheço as minhas
ovelhas e elas me conhecem a mim.
>> Assim como o Pai me conhece a mim e eu e
eu conheço o Pai e dou a vida pelas
ovelhas.
>> Ainda tenho outras ovelhas. Não deixa
iso. A mim me convém conduzidas.
Elas ouvirão a minha voz e não
>> por isso o Pai me ama porque eu dou a a
minha vida para a reassumir.
Eu contrário eu espontaneamente
tenho autoridade para o pecado e também
para a este mandado servido meu pai.
Jesus em dois, em alguns momentos diz:
"Eu sou, eu sou a porta, eu sou o
pastor". E é esse Deus, esse Senhor que
desde o Antigo Testamento se apresenta
para nós como eu sou, que nós vamos
adorar neste momento como oração. Para
esta oração, convido a nossa irmã
Fernanda que eh nos conduza a Deus em
adoração neste momento.
colocar.
Achei um bom amigo, Jesus, o Salvador
[música]
dos milhares é escolhido para mim.
Ele é a luz do mundo, o forte mediador
[música]
que me purifica e guarda até o fim.
Consolador,
amado e o protetor do mal, ele pode dar
[canto] alí o meu pecadão.
Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, dos milhares o escolhido para
mim.
Levou-me as dores todas.
As mágoas entreguei.
Ele tenho filho, [canto] abrigo em
tentação. [música]
Enchei por ele tudo os ídolos rei. Ele
[música] fez purando
coração.
Que o mundo me abandone, [música]
persiga o tentador.
Meu [canto] Jesus.
Guarda David. [música]
Ele é a luz do mundo, a estrela [música]
da manhã. Os filhares [canto]
escolhidos para mim.
Jamais me desampar, [música]
nem abandonará.
[canto] Se fiel e obediente a que me vê.
Ele sempre ao meu lado e me protegerá
até quando faço
possa ver. [música]
Então, ao céu subindo
na glória, eu me verei [música]
com Jesus, meu Salvador, orando em fim.
Ele é a luz do mundo, a estrela da
manhã, os milhares [música]
escolhido para mim.
Desta vez nós vamos até o livro de
Salmos.
Salmos número 139.
Salmo número 139.
Nós vamos ler juntos a uma só voz dois
versículos.
versículo 23 e o versículo 24.
Salmo
número 139
versos 23 e 24.
Todos uma voz, assim diz a palavra de
Deus. Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu
coração.
Prova-me e conhece os meus pensamentos.
Vê se há em mim algum caminho mau e
guia-me pelo caminho eterno.
>> O salmista pede ao Senhor em oração que
ele os que ele sonde o seu coração.
Isso comunica para nós que por nós
mesmos nós não temos capacidade de
reconhecer a nosso pecado, a nossa
iniquidade, que nós precisamos que ele
pelo seu Espírito Santo, ilumine o nosso
coração por meio da sua palavra e mostre
quem nós somos. Hoje de manhã, nós
ouvimos que às vezes nós fazemos
pecados, cometemos pecados que nós
achamos que eles não são ou nem sabemos
que o que nós fazemos. Então, ah, nós
vamos ter um momento que você eu, nós
podemos, eh, pedir perdão ao Senhor. E
depois de algum tempo de silêncio e de
contrição, quero pedir ao nosso irmão
Abel que eh eleve a Deus em oração e nós
vamos orar junto com ele. Vamos orar.
Senhor, nosso Deus, nosso Pai, louvado
seja o teu nome, ó Deus. Obrigado,
Senhor, por tua bondade, misericórdia,
pelo teu amor, pelo teu cuidado, Senhor.
Obrigado, Pai, por mais essa
oportunidade que temos, ó Deus, de nos
reunirmos aqui neste templo, ó Deus.
para aprender mais da tua palavra,
Senhor, ó Deus, e colocar diante de ti,
Senhor, dos nossos
pecados, ó Deus. Sonda, Senhor, os
nossos corações, ó Deus. Vê o que há de
errado, o que há de mal em nossos
corações, ó Deus, e tenha misericórdia
de nós, Senhor. Perdoa os nossos
pecados, ó Deus. Muitas vezes, ó Deus,
que cometemos
pecados, ó Deus, que desagrada o Senhor.
Ó Deus, tenha misericórdia, Senhor, ó
Deus, e nos ajuda, Senhor, a andar
corretamente, Deus, segundo a tua
palavra, segundo os teus ensinamentos, ó
Deus. nos abençoe, ó Deus, no restante
no culto, ó Deus, no abençoe o pastor
que vai nos trazer a mensagem, ó Deus,
que o Senhor, ó Deus, abra o nosso
coração, a nossa mente, o nosso
entendimento para compreender a tua
palavra, Senhor. Usa o teu servo, ó
Deus, como instrumentos nas tuas mãos, ó
Deus, mais uma vez, ó Deus, fica
conosco, tenha misericórdia de nós e nos
perdoa. É o que eu te peço e te agradeço
em nome de Jesus. Amém, Senhor.
>> Boa noite, igreja. Que bção estarmos
reunidos mais uma vez na casa do nosso
Deus para louvar, engrandecer o seu
santo nome e aprender mais a sua
palavra. Peço aqueles que puderem
colocarem de pé para juntos adorarmos ao
nosso Deus e vamos louvar a ele que é
estrela da manhã, o cordeiro santo que
nos trouxe a paz.
Amém. Cantemos a sua vida.
>> [música]
[música]
>> És a nossa estrela da mãe.
>> [música]
>> Deus santo que nos trouxe [música] a
paz.
Em tuas mãos está todo
resposta a [música] todo aquele que
clama.
A verdade [música] é a tua palavra.
[canto]
que não podes mentir. [música]
Por isso [canto] estamos
aqui. [música]
Te louvamos, ó Senhor, [música][canto]
pelo [música] teu imenso amor,
manifesta [música][canto]
o teu perdão e poder.
E assim [música][canto] vamos te adorar
para sempre. [música] sempre
para [música] sempre. [canto] Ó meu
Deus,
[música]
és a nossa estrela da manhã.
Cordeiro [música]
[canto] santo que nos trouxe a água.
>> [canto][música]
>> Em tuas mãos está todo o vencer.
[música]
Resposta [canto] a todo aquele [música]
que clama.
A verdade [música]
é [canto] a tua palavra
que não pode mentir.
Por isso [música] estamos
aqui.
Te louvamos, ó [música][canto] Senhor,
pelo [música][canto] teu imenso amor,
manifesta [música]
o teu [canto] perdão e poder.
E assim [música][canto]
vamos te adorar
para [música] sempre.
>> [música]
>> para sempre. Ó [canto]
meu Deus,
te louvamos, [música][canto]
ó Senhor,
[música] pelo teu imenso [canto] amor.
[música]
manifesta o teu perdão [música]
e poder.
E [música] assim [canto] vamos te adorar
para sempre. [música]
Para sempre, ó meu Deus.
>> [música]
>> a Deus. Quão bom é estarmos na casa do
nosso Deus. Quão bom é estar na presença
dele. E ele é um Deus tão maravilhoso,
um Deus tão bondoso, que nós possamos
cantar isso lembrando dessa verdade.
Amém.
>> [música]
[música]
>> és
[canto] rei do universo.
Tua glória enche a terra [canto]
e enche os céus.
Tua glória enche [música] a [canto]
terra.
Tua glória enche os céus.
Tua [música][canto] glória enche minha
vida, Senhor.
Quão formoso [música] é.
Rei do universo, [canto]
tua glória [música]
enche a terra e enche os céus.
Tua glória [música][canto]
enche a terra.
Tua glória enche os céus. [música] Deus,
tua glória [canto] enche minha vida,
Senhor.
[música]
Maravilhoso
é estar [canto] em tua presença.
[música]
Maravilhoso [canto]
é poder [música] te adorar.
Maravilhoso [música][canto]
é tocar em tuas vestes.
[música]
Maravilhoso é te contemplar, [canto]
Senhor.
[música]
Tua glória enche [música] a terra.
Tua glória [canto]
enche os céus.
Tua glória [música]
enche minha vida, Senhor. [canto]
Maravilhoso é estar em [música][canto]
tua presença.
Maravilhoso [música][canto]
é poder te adorar.
Maravilhoso [música]
é tocar em tuas vestes. [canto]
[música]
Maravilhoso
é te contemplar, [canto]
Senhor.
Contemplar, [música][canto]
Senhor.
[música]
Glória a Deus, ó Senhor. Maravilhoso é
contemplar o teu santo nome. Maravilhoso
é entoar louvores que exaltam o teu
santo nome. E neste momento,
[limpando a garganta] ó Deus, que o
Senhor fale ao nossos corações através
da tua palavra, ó Deus. É oração que
fazemos em Teu santo e precioso nome,
Jesus. E desde já, desde já nós te
agradecemos. Amém. A igreja pode se
sentar.
Este é o momento para orarmos por nossas
crianças. Hoje as nossas crianças
permanecerão aqui no templo durante o
culto. Quero convidar mesmo assim que as
crianças venham aqui, quero pedir a irmã
Natália que venha até aqui à frente para
orar por nossas crianças, que é um
privilégio, um presente, é uma festa.
Toca aqui.
Já tem comunhão aqui na frente. Gente,
vamos orar. Graças,
Maria, orar.
Meu Jesus, te louvamos pai
o teu nome para te adorar como boca,
Senhor. E isso pois, Senhor, essas
crianças são preciosas e são ovelhas que
o Senhor te amou também. E nós te
pedimos por elas este momento, Senhor.
Em nome de Jesus, que o Senhor possa
abençoar a vida de cada uma, Senhor.
Fala o coração de forma individual,
Senhor. Que o Senhor possa chamá-las,
chamá-las para o Senhor e que elas
possam ouvir a voz do Senhor e seguir ao
Senhor como pastor. Em nome de Jesus,
Pai, nossa oração é que o Senhor se
revele a elas e que elas possam, ó Pai,
ser luz o Senhor está nesse terra. Nós
oramos pedindo e clamando, Senhor, por
graça e misericórdia sobre a vida de
cada criança, em nome de Jesus. Amém.
Oi,
é bom demais.
Nós vamos continuar louvando ao Senhor
com o coral.
>> [música]
>> O Senhor [canto] é a minha luz
e a [música] minha [canto]
salvação.
A [música] quem [canto]
temerei?
A quem [música]
temerei?
O Senhor, o Senhor é a [canto] força
da minha vida.
[música][canto] De quem me recearei?
De quem?
De quem me [canto][música] recearei?
O Senhor é a minha [música]
luz
e a minha [canto]
salvação.
A quem [canto][música]
temerei?
A quem temerei? [música]
O Senhor [canto] é a minha luz
e a minha [música][canto] salvação.
Senhor,
Senhor.
A minha
voz quando clamo.
Tem também
piedade
de mim.
Tem também
piedade
de mim.
Ouve,
Senhor.
Quando clamo,
[canto]
Senhor,
[música]
respond, Senhor,
[canto] responde-me.
O Senhor
ouve
respond,
>> Senhor, [canto]
responde-me.
[música]
[canto]
Tua
face.
Não rejeites [música]
ao [canto] teu servo com ira.
Não [música] rejeites ao teu servo com
ira.
[música] Senhor [canto]
louve.
Responde, Senhor, [música]
responde-me. [canto]
Responde. Senhor, [música]
ouve
[canto]
responde. Senhor, [música]
respondem-me. [canto]
a minha
ajuda.
A minha
ajuda. [música]
Não me deixes,
nem me desampares, [música][canto]
ó Deus [canto][música] da minha
salvação.
[música]
>> O Senhor é a minha [canto]
luz.
[música]
O Senhor é [canto] a minha luz.
>> [música]
>> E a minha salvação, [canto]
a quem temerei? [música]
Quem
temerei? [música]
Ele é a minha
salvação. [canto][música]
[canto][música]
Graça e paz, irmãos.
Vamos abrir a palavra de Deus em João
15.
João
15 do verso 12 ao verso 17 paraa nossa
reflexão
nessa noite.
Evangelho de Jesus, segundo escreveu
João, capítulo 15 do verso 12 ao 17.
Diz assim a palavra do Senhor:
"O meu mandamento é este: Que ameis uns
aos outros, assim como eu vos amei.
Ninguém tem maior amor do que este, de
dar alguém a própria vida em favor dos
seus amigos. Vós sois meus amigos, se
fazei os que vos mando. Já não vos chamo
servo, porque o servo não sabe o que faz
o seu senhor, mas tenho vos chamado
amigos, porque tudo quanto ouvi de meu
Pai vos tenho dado a conhecer. Não foste
vós que me escolhestes a mim? Pelo
contrário, eu vos escolhi a vós outros e
vosigneis para que vades e deis fruto e
o vosso fruto permaneça, a fim de que
tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome,
ele vula concedo. Isto vos mando, que
vos ameis uns aos outros.
Pai, nós estamos mais uma vez, Senhor,
diante da tua palavra e diante do
Senhor.
E agora queremos ouvir tão somente a tua
voz e a tua direção.
Fala o nosso coração, fala a nossa alma.
Queremos colocar diante do Senhor esse
momento ímpar que a nossa nação vive.
rogar a ti que a vontade do Senhor seja
feita e que o Senhor conduza tudo para a
glória do teu nome. E agora, nesse
momento que lemos a tua palavra, fala
conosco, dê-nos ouvidos para ouvir,
torne apto o nosso coração e que a tua
palavra possa perfazer o nosso coração e
a nossa alma, possa gerar vida e assim
possamos sair daqui nessa noite
entendidos,
compreendidos
acerca desse relacionamento íntimo que o
Senhor nos chama, um relacionamento de
santidade, de obediência,
mas também de vivência, demonstrando
claramente o amor do Senhor através das
nossas atitudes. Que ninguém, ó Deus,
saia da maneira como entrou, mas que
seja edificado. Assim nós oramos em nome
de Jesus. Amém. Meus irmãos,
quem você geralmente chama em caso de
urgência?
Ao preencher, meus queridos, o
formulário de internação
hospitalar, geralmente você se depara
com a seguinte questão: em caso de
urgência, favor ligar para
qual nome você escreve lá?
Quem você indicaria?
Quer você goste, quer não. A palavra
urgência nos remete à nossa pequenez, a
nossa fragilidade, a nossa dependência,
a necessidade que temos de alguém que
possa nos acudir, que possa nos ajudar.
E seja sincero contigo mesmo, você já
precisou de alguém em alguma situação
difícil?
Para quem você ligou? A quem você
recorreu?
É bem natural, meus irmãos, quando nós
chegamos ao nosso limite, seja ele
físico, seja ele emocional, seja ele
espiritual, até mesmo financeiro, nós
pensarmos em alguém que possa nos
ajudar. Ao sentirmos assim dependentes e
carentes, vemos a necessidade que nós
temos de amigos, de pessoas queridas, de
alguém que possa não só nos entender,
mas também muitas vezes nos exortar e
nos mostrar o caminho correto. Mas o que
que você faria por um amigo? Qual seria
a sua atitude em relação a isso? O que
que você pode fazer, criança? Vocês que
estão aqui, o que que você pode fazer
para o amiguinho na escola?
Sabendo vocês de Cristo, sabendo vocês
do amor do Senhor? O que que vocês podem
fazer para o amiguinho de vocês que
estudam? E meus irmãos, nós vemos isso
de maneira muito clara nas escrituras.
Davi, por exemplo, tinha Jonathan. Sem
ele, Davi eh teria dificuldades de levar
adiante o propósito de Deus para sua
vida. Paulo teve Lucas, teve Timóteo,
até mesmo o nosso próprio Senhor Jesus
teve amigos mais íntimos como Pedro,
Tiago e João. E você, em caso de
urgência, quem vai chamar? O que que
você faria por um amigo? Você tem que
chamar alguém. alguém que aponte para um
amigo maior, aquele que não apenas
caminha contigo, não pelo que você tem,
mas por aquilo que de fato representa. E
é o que nós vamos ver aqui no texto. Ao
olharmos para esse texto, nós observamos
que Deus não apenas quer que nós
saibamos acerca dele. O Senhor quer se
relacionar conosco e se relacionar de
maneira íntima e profunda. Mas tome
muito cuidado. Não confunda essa amizade
com conivência com o pecado, como se o
amor de Jesus ou amor de Deus aceitasse
tudo. Não. O Senhor é justo, santo e
bom.
Ele não guia pela aparência, ele guia
pelo nosso coração e sabe muito bem das
nossas necessidades. Só que o mundo
troca essa amizade por riqueza, por
status e por beleza, guiando-se muitas
vezes pela aparência e pela questão mais
superficial possível que esse mundo
possa trazer. Só que Jesus nos convida a
confiar nele como o nosso Salvador, a
submeter a ele como um rei soberano, a
descansarmos nele, mas ele também nos
convida com Jesus a relacionar dentro de
uma amizade verdadeira, dentro de uma
intimidade profunda. E repare no próprio
termo usado amigo, a qual Jesus usa
aqui, descreve alguém que amigo do rei.
Então, não limite essa amizade da qual
Jesus está dizendo entre ideias de
iguais. Jesus não é igual a você. Jesus
não é igual a mim, mas ele é rei, ele é
senhor, mas nos trata como amigo e nem
por isso deixa de ser rei. Meus
queridos, Jesus está aqui agora reunido
pela última vez com seus discípulos bem
na véspera da crucificação.
Preparava-os para o dia seguinte, para a
vida que deveria seguir, sem a presença
física dele. Só que nem mesmo Jesus, o
próprio filho de Deus, ele quis a
solidão quando o sol da vida se punha e
a sombra da cruz se aproximava nessas
últimas horas da terra. Nós vemos o
próprio Senhor Jesus reunindo-se com
Pedro, Tiago e João, com seus discípulos
e compartilhando então seus últimos
minutos, seus sentimentos, as suas
impressões, os seus ensinamentos mais
profundos, a fim de que eles pudessem
dar continuidade à sua missão debaixo do
poder, debaixo da graça, debaixo da
misericórdia do Senhor. Em poucas horas
o nosso Senhor será preso, o nosso
Senhor será julgado, será crucificado. E
os discípulos então assustados,
confusos, incertos sobre o futuro. É
nesse exato momento, meus queridos, que
Jesus não fala sobre fuga. Jesus não
fala sobre sobrevivência. Jesus fala
sobre amor, Jesus fala sobre amizade,
Jesus fala sobre propósito eterno. Ele
acabou de sair de um exemplo da
agricultura para um exemplo bem prático,
para mostrar realmente esse
relacionamento íntimo dele com seus
discípulos, dizendo: "Agora eu chamo
vocês de amigos". E essa sinceridade da
amizade de Jesus tem pelo menos duas
provas aqui. A primeira, a primeira é
que Jesus ele abre o coração dele com
seus próprios discípulos. Um senhor
jamais faria confidências aos seus
escravos. Mas Jesus revela aos seus
discípulos e revela a nós a vontade do
próprio pai. Tá no verso de número 15.
Segundo o que nós vemos aqui é a própria
realidade da cruz, demonstrando
realmente aquilo que Jesus ou a prova
maior da sua amizade em que ele diz:
"Olha, ninguém tem maior amor do que
este de dar a própria vida em favor dos
seus amigos". Jesus estava querendo que
os seus discípulos entendessem,
compreendessem realmente o nível dessa
amizade e a profundidade dela a partir
daquilo que Cristo faria. E talvez você
aqui nessa noite poderia dizer o
seguinte: "Olha, Jesus, ele não é meu
amigo, mas sim meu Senhor e o meu
Salvador e Rei." Mas você não precisa
escolher entre uma e a outra coisa.
Todas são verdadeiras. Ele é Senhor, ele
é Salvador, ele é rei, mas ele é também
um amigo, um grande amigo para toda a
eternidade. Mas que fique bem claro para
nós, meus queridos, a amizade de Jesus
em momento algum diminui a sua glória,
diminui quem ele é. Se Jesus então é um
grande amigo, como que nós devemos
cultivar essa amizade? E Jesus aqui não
dá para nós três degrais para que você
possa subir até ele. Ele nos dá aqui
três marcas de quem já foi elevado por
ele, para quem ele reconhece. E nada
disso compra essa amizade, tudo isso a
exerce. O que nós vamos ver em resumo
que essa amizade que é capaz de mudar
tudo, ela começa, meus queridos, no
reconhecimento da graça, passa pela
obediência como resposta e termina no
amor como fruto daquilo que Deus nos
manda a fazer. A primeira marca que nós
vemos aqui à luz do texto é reconhecer
que, de fato, nós fomos reconciliados
por Deus. Nós estávamos debaixo da ira
do Senhor e o amor de Cristo é
incomparável a ponto de morrer por
aqueles que não merecem, por nós, pelos
seus amigos que ele diz. E quando nós
olhamos pro texto, nós percebemos que
esse mandamento ele tem um preço, ele
tem um custo. Olha o que que o texto
bíblico nos diz no verso de número 12. O
meu mandamento é este, que vos ameis uns
aos outros, assim como eu vos amei. Bem
no meio do discurso, meus queridos, da
videira e do ramo. Jesus agora fala do
ramo enquanto ramo do nosso
relacionamento com Deus, mostrando para
nós, olha, o nosso relacionamento com
Deus só existe a partir da videira, a
partir de Cristo. Logo, meus irmãos, não
existe amor de irmãos verdadeiros fora
de Cristo Jesus. O que cremos em Jesus,
portanto, gera consequência na maneira
como nós vivemos uns para com os outros.
É por isso que Jesus vai trazer o
ensinamento dessa mutualidade de amar. E
se você observar, ele começa isso no
verso 12, no seu início do discurso, mas
ele encerra isso no verso de número 17
também. A mesma ordem. Tudo que acontece
entre o verso 12 e o verso de número 17
fundamenta a ordem de Jesus para amar. E
observe como ele inicia dizendo: "Olha,
o meu mandamento é este." Jesus aqui não
está sugerindo, não está recomendando.
Ele está dando uma ordem, uma ordem bem
clara que emana da sua própria
autoridade, dizendo: "Olha, amar não é
uma questão opcional. Você não tem
direito de escolher, mas é algo que nós
fazemos a partir daquilo que ele faz em
nós. É aquilo que nós fazemos a partir
da ação e do poder dele no nosso coração
e, portanto, nós amamos. Mas observe,
meus queridos, que esse mandamento não é
meramente legal, não é meramente uma
ordem, é um aspecto relacional, não é a
lei de Moisés, é o mandamento de um
amigo.
E aqui tá a chave, meus irmãos, de todo
esse texto. Aqui a amizade ela não é a
condição, mas é o revelador daquilo que
Cristo está fazendo. O mandamento não
nos faz amigo, ele caracteriza essa
amizade. E qual que é o padrão? O
próprio Cristo. Qual que é o padrão
desse amor dentro desse vínculo mais
íntimo entre amizade nossa e a nossa
amizade com o próprio Senhor? O próprio
amor dele é o que ele diz, que ameis uns
aos outros como eu vos amei. Repare o
próprio verbo, assim como eu vos amei. É
um gesto único, é um aspecto, meu
querido, apontando para aquilo tudo que
Cristo faria na cruz. Esse é o meu amor.
Então, nós não podemos medir, meus
queridos, por aquilo que oscila em nós.
O que nós temos que medir? O amor a qual
Cristo tá falando é aquilo que ele vai
fazer a partir da cruz do Calvário,
naquela noite em que ele vai ser
entregue. É aqui que Cristo tá dizendo e
conectando com aquilo que ele falou
anteriormente no verso de número nove,
em que ele diz para nós: "Como o Pai me
amou, eu também vos amei. Permanecei no
meu amor." É um relacionamento de pai
com filho, de filho com nós e de nós com
os outros. É esse o relacionamento que
Cristo tá mostrando. Então, o amor a
qual Cristo tá falando para nós, ele é o
canal que vai conduzir, que vai correr,
que vai direcionar todas as coisas. E
como que ele amou sacrificialmente?
Ele entregou a sua vida pelos seus
amigos. Então, essa amizade ela não é
barata. Essa amizade custou e custou
muito, porque o salário do pecado é a
morte e a morte do próprio Senhor.
Então, houve um preço, houve uma
entrega, houve um sacrifício, porque
todos nós éramos inimigos de Deus. Mas
Deus prova o seu amor para conosco pelo
fato de Cristo Jesus ter morrido por nós
quando nós ainda éramos pecadores.
Então Jesus vai definir esse amor, esse
amor supremo. Ele vai dizer: "Ninguém
tem maior amor do que este de dar a
própria vida em favor dos seus amigos".
O que que você faria por um amigo?
fazendo uma pesquisa de campo essa
semana com alguns membros da PIPG,
claro, a identidade será preservada, eu
perguntei: "O que que você faria para um
amigo?" Alguns falaram assim: "Tudo
fisicamente, espiritualmente. Se eu
pudesse ajudar financeiramente, se eu
pudesse ajudar materialmente, mas eu
também oraria, colocaria diante do
Senhor. E foi interessante, eu faria
tudo. Quase que foi uma concordância
entre todos. Eu falei: "Tudo mesmo,
tudo." Mas você então morreria em favor
do seu amigo se ele fosse condenado a
uma pena de morte?
Aí alguns falou: "Não, eu pensaria nos
meus filhos.
Não, aí não, né, pastor? Como é que faz?
Então não é tudo.
Só que para Cristo é tudo.
Ele disse que vai dar, ele diz que vai
fazer isso. Ele não calcula aqui, meus
queridos, o custo e os benefícios. É um
amor que se entrega completamente.
É um amor, meus queridos, que ele define
mutuamente entre os ramos. Só existe
quando nós estamos na videira. Então,
nós só podemos amar porque ele nos amou
primeiro. Nós só podemos amar aos outros
e definir essa amizade porque ele veio
ao nosso encontro. Então, a decisão de
amar da qual Cristo tá falando, é uma
decisão de ir a encontro do outro para
abençoar. Amar é sair, meus queridos, de
si mesmo. É ver a dor do outro. É
entregar-se em sacrifício pelo bem do
outro. Amar, portanto, sempre é pessoal
e concreto. Nós só amamos porque ele nos
amou primeiro.
E a preposição, meus queridos, é
interessante em favor de ou em lugar de
Não é meramente morrer por alguém, é
morrer no lugar de alguém.
É um aspecto substitutivo. É um amor que
não tem paralelos com o mundo. Não tem
como você pegar algum amor, algo
específico e tentar fazer um paralelo
com aquilo que Cristo tá fazendo. Ele
morre no lugar de pecadores. Ele morre
por mim. que ele morre por você, que não
merece, que não é digno. Ele faz isso
porque ele quer e vai satisfazer a
vontade do Senhor. É dentro dessa
intimidade de Pai com Filho, é
estabelecido dentro da morte de Cristo e
vai para nós num relacionamento com ele.
Lembra do texto que lemos no início?
Jesus é o bom pastor que dá vida pelas
suas ovelhas? Ele concede vida, vida
eterna e ninguém arranca das mãos. É um
amor que transcende, meus irmãos, toda
medida humana. Nenhum amor humano pode
ser comparado a esse. Cristo não apenas
está ensinando, ele está exemplificando
através da sua própria morte. E nós aqui
não temos nenhuma novidade nesse trato
aqui de Deus com os homens. O Senhor
chamou Abraão de amigo. Tá lá em em
Mateus, em Tiago 2 verso 23. Ele
conversou com Moisés como alguém
conversa com um amigo. Êxodo 33 verso
11. É uma relação estabelecida pela
graça, pela fé e revelada em obras.
Então você em Cristo é amigo de Deus,
como também eles foram. Criança
geralmente tem essa preocupação, né,
meus queridos, de serem chamados de
amigo. Uma vez ou outra você vê algum
chegando e falando simplesmente porque
disse: "Olha, eu não sou seu amigo, eu
não sou sua amiga." E vem a criança
chorando. Mas o que o texto nos mostra,
meus queridos, é que Jesus
não nos despreza. Esse amigo não
esquece. Ele continua sendo o nosso
amigo. Ele continua levando essa amizade
até as últimas consequências. a cruz do
calvário. Ele ama, ele se dispõe, mas
ele também nos chama a viver esse amor,
esse mandamento. Portanto, não é que
você se torna amigo, mas é, meus
queridos, o que caracteriza a sua
amizade com Jesus. E assim passamos a
refletir quem ele é. Amar, meus
queridos, não é algo além de Jesus, é
algo que você busca nele. Amar é Jesus.
Amar é a própria essência de Jesus,
porque Deus é amor. A própria trindade,
Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito
Santo existe em uma relação mútua de
amor. Logo, amigos são aqueles sobre os
quais o amor de Cristo se estabelece em
nós e nós amamos aos outros.
É isso que opera. Amizade, portanto, não
é o ponto de partida do texto, mas é o
resultado dele. Por isso, Cristo tem
autoridade para ordenar e para orientar
a gente dizer: "Olha, vocês têm que amar
como eu amei."
Ele vai se entregar. E observe, ele vai
entregar-se em favor dos seus amigos.
Não é em favor de todos, não é por
todos. Ele dá a própria vida em favor
dos seus amigos. É uma ação, é um
sacrifício. Nós somos a partir daquilo
que ele faz por nós, irmãos. Por isso,
para viver essa amizade com Jesus, você
precisa primeiro reconciliar-se com ele
pela cruz. Você precisa, meus queridos,
reconhecê-lo como Senhor e como
Salvador. Você precisa entender que, por
mais que você não mereça, você não é
digno, ele continua te amando e ele te
chama para esse relacionamento de
intimidade, para esse vínculo maior de
amizade com ele. Mas há uma segunda
marca que quando nós somos elevados em
Cristo, nós vemos que também essa marca,
essa amizade que cultivamos, ela está
debaixo da obediência. E aqui muitos
tropeçam. Como pode haver amizade
baseada em obediência? Amigo que é amigo
não manda a gente fazer. Ele parece
amigo, mas pare e pens. Essa objeção só
funciona, meus queridos, se a obediência
produzir amizade. E é isso que Jesus tá
fazendo? Não. O que Jesus tá mostrando
para nós, se você voltar pro verso 13,
Jesus tá dizendo: "O amigo entrega em
favor daqueles a quais ele ama". Mas
agora, no verso 14, ele diz: "Vós sois
meus amigos se fazer o que vos mando."
Ou seja, a cruz vem antes dessa
partícula condicional ser.
Logo, a obediência não é o fundamento
dessa amizade, é a expressão, é o
critério revelador, não é a
constituinte, meus queridos. É a marca,
não é mérito. Não há mérito algum em
nós. Não é porque você obedece, não é
porque você faz tudo certinho que você é
amigo de Jesus. Não.
A amizade da qual Cristo está mostrando,
ela está partindo daquilo que ele faz em
nós.
Se vós sois meus amigos, se fazei o que
vos mando. Aqui não é uma ameaça, meus
queridos. Ele tá verificando a sua
amizade. É como se fosse um espelho
diante de nós. Pare por um instante para
observar. Se a obediência, por exemplo,
é a marca de um amigo, aonde a sua está
vazia.
Se a obediência é a marca de um amigo,
que palavra do seu amigo você tem ouvido
ou você tem ignorado?
Você precisa perdoar aquele irmão. Você
precisa ser honesto naquela conta. Você
precisa guardar esse compromisso no
secreto. Jesus deu essas marcas
justamente pra gente verificar a nossa
conduta. E note também, a obediência não
é base de mérito, mas nasce da graça.
Ela ao mesmo tempo, é graciosa e é
exigente. Graciosa porque é oferecida
para quem não merece, mas exigente
porque requer obediência.
Por isso o cristão não é capaz de amar.
Por isso o cristão não é capaz de
obedecer, porque ele não teve o seu
coração transformado. Mas quem ama Jesus
guarda os seus mandamentos e os
mandamentos do Senhor não são penosos.
Não são penosos. Receber a Cristo, crer
nele, permanecer nele pro cristão não é
penoso. Quando a fardo, meu querido,
nessa relação, o problema não tá no
mandamento. O problema está no coração
que se afastou desse amigo, porque o
amor de Cristo nos faz obedientes.
Se você voltar no verso 14, no capítulo
14, no verso de número 23 e no verso de
número 24, Jesus inclusive vai dizer
para nós: "Se alguém me ama, qual o
resultado? Guardará a minha palavra e o
meu pai o amará e viremos para ele e
faremos nele morada. Quem não ama, ele
diz: "Olha, não tem fruto, não guarda as
minhas palavras, não tem raiz para amar.
E a palavra que está ouvindo é minha,
mas do Pai. que me enviou. Então, quem
obedece ao Senhor ouve a sua direção. É
por isso que o Senhor no verso 15 vai
nos dizer: "Já não vos chamo servo,
porque o servo não sabe o que faz ao seu
Senhor, mas eu tenho chamado de amigos,
porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos
tenho dado a conhecer". Jesus tá
contrastando aqui duas maneiras de
servi-lo e a diferença entre elas está
no conhecimento. Um servo obedece sem
compreender. Ele executa a ordem sem
acesso aos planos do seu Senhor. Ele
apenas executa,
ele é útil, mas ele é um estranho dentro
de casa. Agora, um amigo, ele é
convidado para intimidade. Ele conhece
os pensamentos, os planos, os segredos
do seu amigo. É participante e não é um
executor. É exatamente
aquilo que o Senhor disse a Abraão, seu
amigo, lá em Gênesis 18, verso 17, que
ele diz: "A casa esconderei eu a Abraão,
o que faço?" Ou seja, o amigo de Deus é
aquele que Deus revela os seus planos. É
aquele, meu querido, que não está
pautado apenas em um gesto, apenas em um
relacionamento. Ele não esconde de nós
os desígnios de Deus.
É nesse mundo, meus queridos, no mundo
de Jesus, de amigo do rei, que ele nos
concede um assento dentro desse
conselho, dentro dessa ação. É um
assento dele, olhando pros seus
discípulos, dizendo: "Vocês são os meus
amigos e eu compartilho com vocês os
projetos. Eu compartilho com vocês a
vontade de meu pai e eu quero que vocês
vivam dentro dela."
Observe que Jesus em momento algum diz:
"Olha, vocês são meus amigos". Porque
vocês são legais, vocês são bonitinhos,
não. Vocês são meus amigos, porque eu
revelei a vocês aquilo que eu ouvi do
meu pai.
É exatamente isso que ele vai dizer para
nós. Mas tenho vos chamado de amigo,
porque tudo quanto ouvi do meu pai vos
tenho dado a conhecer. Nós somos
chamados de amigo porque ele revelou
isso a nós. E os tempos verbais aqui são
interessantíssimo. Ele diz: "Já não vos
chamo, está no presente, tenho vos
chamado, está no perfeito". Ele tá
dizendo, olha, é um ato concluído, mas
os efeitos desse ato perpassa toda a
história. A amizade está debaixo dentro
dessa revelação, dessa revelação do
próprio Senhor. É por isso que em João
17 ele vai dizer para nós do verso 3: "E
a vida eterna é essa, que conheçam a ti
o único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo
a quem enviaste". Então a eternidade,
meus queridos, não é uma mera existência
infinita, é conhecer a Deus. é conhecer
a Deus dentro de uma relação mais
profunda. E como que essa revelação
está, meus queridos, na palavra, nas
escrituras.
Nós não fomos deixado ao escuro.
Temos acesso aos planos de Deus, à
vontade do Senhor. Nós temos acesso a
essa relação íntima a partir das
escrituras, a partir da leitura, a
partir da meditação. É aqui, meus
queridos, que nós nos relacionamos com o
nosso melhor amigo.
Crianças, talvez lá na escola o seu
amiguinho pode dizer assim: "Olha, eu
não quero amizade com você". Mas você
não precisa preocupar, você tem um
melhor amigo, aquele que não apenas
conhece você melhor do que você mesmo,
mas aquele que te chama para relacionar,
aquele que te guarda, aquele que te
protege.
Então, Cristo eleva os seus discípulos a
um nível ainda maior de intimidade. Mas
lembres, meus queridos, Jesus chama eles
de amigo, de amigos antes deles fugirem,
antes deles falharem, antes de Pedro
negá-lo.
Mas isso não cancela em momento algum
senhorio de Cristo sobre nós.
Continuamos servos, mas somos amigos
também. Ele nos chama a uma obediência
serviu sem entendimento, mas uma
obediência de amigos, sabendo o que tá
acontecendo, sabendo o que está sendo
construído a partir desse relacionamento
com ele. Então aqui há uma aplicação bem
direta, meus queridos. Não ignore as
palavras do seu amigo. Ouça a palavra,
leia a palavra, medite nela. Ela aponta
pra vontade de Deus e obedeça ela mesmo
quando ninguém vê. no seu casamento, na
fila, na planilha, no grupo de
mensagens, no seu Instagram, no seu
WhatsApp. A obediência de amigo, meu
querido, não é palco para ninguém ver.
Ela acontece dentro de um bastidor e é
longe dos olhos humanos que nós
revelamos que Jesus de fato é nosso
verdadeiro amigo ou não. É aqui que nós
vemos, meus queridos, que a nossa
obediência é resposta unicamente ao amor
de Cristo. Porque nós conhecemos Jesus,
nós amamos, obedecemos não por medo, mas
por amor. Não somos mais escravos do
pecado, da morte ou muito menos do medo.
Nós somos livres em Cristo e livres para
se relacionar com ele. Livres para
obedecer, livres para frutificar. E aqui
nós entramos na terceira e última marca
que é frutificar. Meus irmãos, Jesus a
fundamenta aqui dentro de uma verdade
que vai, vamos assim dizer, mudar o chão
aonde a gente pisa. vai trazer sobre nós
algo assim mais concreto, mais definido
ainda. No verso 16, ele diz: "Não foste
vós que escolheste a mim,
pelo contrário, eu vos escolhi a vós
outros e vos design para que vades e de
frutos e o vosso fruto permaneça, a fim
de que tudo quanto pedirdes ao Pai em
meu nome, eu vula concedo." Olha o peso
disso. tenta dizer, não foi você que
escolheu.
Jesus rejeita de uma vez por todas a
ideia de que foram os discípulos dentro
dessa relação que tomaram a iniciativa.
A iniciativa, irmãos, da salvação não
vem dos homens. Nós sabemos muito bem
disso. Ela vem de Deus. Não é uma
escolha em que você coopera com ele.
Deus escolhe soberanamente e essa graça
alcança, essa graça vence e essa graça
transforma o nosso coração. Por que que
isso é importante para nós na prática,
meus queridos?
Porque nenhum de nós,
nem esse que vos fala buscaria Deus por
conta própria. Quanto mais ainda sendo
um pecador que nem queria em momento
algum esse relacionamento com Cristo,
mas é Cristo quem escolhe. Então,
ninguém aqui nessa noite tem o direito
de bater no peito e exigir privilégios
superiores nesse relacionamento com o
Senhor, dizendo: "Olha, Senhor, a partir
do relacionamento que eu tenho, eu
determino que o Senhor faça aquilo".
Não,
se a amizade de Jesus não começa comigo
e nem com você,
mas com ele, ele vai levar até o fim.
Mas pare para perceber, meus queridos,
se essa amizade começasse em nós, ela
também terminaria em nós. Porque hoje a
gente crê, amanhã a gente desiste. Mas
como ela começa nele, é uma relação dele
para nós, ele sustenta até o fim. A
eleição, meus queridos, não é uma
doutrina para que a gente fique
discutindo. É o alicerce da segurança
para aqueles que de fato estão cansados,
para aqueles que estão abatidos. Souça.
Jesus tá dizendo: "Olha, eu estou, meus
queridos, aqui relacionando com vocês.
Ele chama pecadores à sua disposição,
mas ele não fica à disposição do
pecador. Meus irmãos,
se você ouviu e foi levado a crer com fé
e arrependimento, isso não foi fruto
seu, foi fruto dele." Nós lemos no
início, "As minhas ovelhas ouvem a minha
voz, eu as conheço e elas seguem. Eu
lhes dou a vida eterna, jamais perecerão
e ninguém pode arrebatar das minhas
mãos. Elas ouvem, elas seguem e ninguém
as tira da mão de Jesus.
Então, os privilégios, meus irmãos, e os
deveres envolvidos nessa escolha são
para todos aqueles que Cristo alcança.
Jesus, de fato, é um grande amigo de
pecadores. Ele se aproxima de nós na
nossa miséria, atolados no nosso pecado,
enxafurdados no nosso sofrimento. Mas
ele se compromete, meus queridos, a não
nos deixar na lama. Ele nos tira, ele
nos acolhe, ele nos atrai para si e ele
nos faz vitoriosos, vencendo a carne, o
mundo e o diabo. Tudo isso, ação da
graça, ação da misericórdia. Ele conhece
a gente melhor do que nós mesmos e nós
só amamos profundamente a ele porque ele
se revela a nós.
Talvez, meus queridos, muitas das
amizades que nós temos jamais
resistiriam se as pessoas descobrissem o
que de fato está no nosso coração. Você
pode ter 200 contatos no seu celular,
grupos cheios de mensagem, mas ninguém
liga para você 3 horas da manhã quando
você perdeu o sono ou quando você tá
precisando de algo. Mas com Jesus não é
assim.
Ele sabe tudo que você faz. Ele conhece
completamente o seu coração e ainda
faria
graciosamente
te assegurando,
te amando, conduzindo a sua vida, porque
você faz parte do povo dele. E aqui tá o
detalhe que muitas vezes é mal
entendido.
Se nós somos escolhidos, nós não estamos
dispensados para trabalhar, nós somos
comissionados. Ele diz: "E vos designeis
para que vades e dei fruto". Ele traz
para nós, meus queridos, um propósito
duplo, ir movimento e dar fruto
resultado.
E tudo isso permanecendo, tudo isso
atrelado a ele. A lógica, meus queridos,
é essa. O fruto permanece porque o amor
de Cristo permanece em nós.
Reflexo da perseverança, reflexo da
graça de uma marca genuína, de alguém
que foi alcançado pelo Senhor.
Observe como que a corrente do texto vai
se ligando um ao outro. Ele diz: "Olha,
eu vos escolhi para que vade e dei
fruto?" Qual é a finalidade?
A fim de que tudo quanto pedir em meu
pai e meu nome, eu v conceda. Nós não
temos três bênçãos soltas aqui. Nós
temos uma corrente. Ele escolheu para
frutificar. E o frutificar está baseado
naquilo que o Pai nos ouve. A escolha
deságua numa oração eficaz.
Deus cultiva uma amizade. Nós vemos isso
acontecendo e Jesus dizendo, olha, essa
amizade é uma amizade relacional que
serve uns aos outros.
Jesus não apenas, meus queridos, nos
capacita para missão, ele nos capacita
também com as orações respondidas,
com os nossos clamores. Aqui não é uma
ideia para que tudo que eu pedi, então,
dentro do relacionamento de amigo que eu
tenho com ele, ele vai me dar. Não é
isso.
Porque quem tem esse vínculo, esse
relacionamento íntimo com Cristo, a
partir da palavra, a partir daquilo que
ele escolhe, não vai pedir nada que vai
contra esse essa vida, não vai pedir
nada que vai contra a vontade do Senhor.
Então, muita gente pensa, olha, já que
Deus é soberano, para que que eu vou me
esforçar? O texto é muito claro para
nós, não? A escolha de Cristo fundamenta
a nossa vida e esse fundamento faz com
que a gente ame, faz com que a gente
viva e faça também que a gente se
achegue a ele, colocando as nossas
demandas e ao mesmo tempo sendo
respondida por ele. É no Evangelho de
João, meus queridos, que esse fruto
antes de tudo, mostra para nós que nós
devemos amar aos outros. É por isso que
ele encerra, dizendo: "Isso vos mando,
que ameis uns aos outros".
Aqui, meus irmãos, não é uma sugestão
periférica, é o coração da própria
mensagem.
Não tem como você dizer que ama Jesus,
mas não ama o povo dele. Não tem como,
meus queridos, amar os discípulos de
Jesus e não amar o Senhor. Entenda, numa
coisa não separa a outra. Até parecia
fácil a gente dizer, mas amar Jesus é
muito bom, pastor. É legal, ele conhece
o nosso coração. Mas eu tenho que amar
também o povo lá da igreja.
Lá tem uma turma difícil, complicada.
Bem-vindo. Você também tá aqui. Nós
também, meus queridos. Mas toma cuidado
aqui com dois erros. Primeiro,
achar que amar como Jesus amou significa
fazer o que ele fez. Não significa.
Nenhum de nós podemos dar a vida em
favor do outro. Nós não podemos carregar
o pecado de ninguém.
Tanto é verdade que o próprio Cristo
morre no nosso lugar. Então, não entenda
esse conceito de amar como alguém que se
entrega para morrer ou para salvar
alguém. Não é isso.
Segundo, não use a desculpa de falar:
"Eu amo". Apenas da boca para fora. Nós
precisamos ter a mente de Cristo, a
mesma disposição de renunciar em prol do
outro. Amar é de fato fazer coisas
difíceis, coisas ligadas à obediência e
ligadas a uma vida de oração. E esse
relacionamento só progride, meus
queridos, com convivência.
Amigos influenciam a gente. É por isso
que os pais e a mãe diz: "Filho, por
favor, não ande com aquela amizade."
Tá escutando, meninos?
Não ande. Cuidado com quem você tá
andando, porque amigos, meus queridos,
tajar,
os nossos hábitos, as nossas ideias. É
só você ficar perto de alguém que
murmura o dia inteiro. No fim do dia,
como que você vai est?
Então, se você for amigo de Jesus, se
você for íntimo com o Senhor, você vai
absorver esse relacionamento. Tudo
aquilo que vem da videira, toda a seiva
que emana dele, vai fazer com que você
dentro desse relacionamento se pareça
cada vez mais com Jesus. É muito
estranho, meus queridos, nós
encontrarmos crentes em Cristo
convertido há vários anos, mas com
opiniões contrárias às escrituras.
Porque se você de fato é amigo do
Senhor, se você de fato o conhece, você
vai ficar parecido com Ele. Então não
trate essa amizade da qual nós estamos
falando como um amigo que você tem no
banco e você pede alguma coisa. Não, mas
existe privilégios e privilégios
verdadeiros. Obediência, santidade, vida
de oração, missão. E não é um fardo
imposto a servos, mas é um privilégio de
quem frutifica. E essa amizade custa e
custa muito, a ponto de no verso 18
Jesus dizer: "Se vós fosssees do mundo,
o mundo amaria o que era seu
e custa. Se custa muito. Quem anda com
Jesus não pertence a esse mundo. E é
justamente aqui que você descobre se
você de fato foi escolhido, se você
frutifica e se você anda com o Senhor.
Por fim, meus queridos, vamos voltar
aquele formulário,
aquele papel. Em caso de urgência, a
favor, ligar para
responda com honestidade diante de Deus.
Quem você ligaria?
Se a urgência fosse uma questão da sua
alma, do seu coração, qual nome você
escreveria?
Porque geralmente na hora de aperto,
meus queridos, a primeira pessoa que nós
chamamos é quem?
Deus. Meu Deus. É a primeira coisa.
E muita gente clama isso sem qualquer
tipo de comunhão.
Gritar o nome de Deus no aperto não
prova amizade. Prova na realidade
fragilidade, fraqueza humana. E
fragilidade todo mundo tem. A pergunta
não é se você invoca o nome de Deus na
crise, é se Jesus o reconhece
verdadeiramente como amigo dele.
Porque essa amizade não se conquista,
essa amizade se recebe, o pecado nos
separa de Deus, mas nenhum de nós, por
força própria, atravessaria essa
distância.
Mas Jesus escolhe para si amigos, morre
por eles, fez e faz por esses amigos
nascerem de novo, frutificarem.
Ele permanece o nosso amigo até o fim,
até quando muitas vezes nós abrimos mão
desse relacionamento.
Então, se você nunca desfrutou dessa
amizade, pode ser hoje, nesse exato
momento em que você sabe muito bem do
aperto, do peso,
da vida que você tá levando, do
compromisso distorcido, é justamente
através desse arrependimento, dessa vida
que o Senhor está te chamando, que você
deve voltar-se para ele, mesmo sem
merecer, mas reconhecer Cristo como seu
substituto e render a sua vida
totalmente a ele.
Porque esse amigo já te escolheu antes
mesmo de você os o escolher. Mas se você
é crente, meu querido, e tem andado
longe,
amizade significa retornar, meus irmãos,
e quem retorna é ele.
Sabe aqueles mandamentos e aquelas
ordens que o Senhor nos manda e que
muitas vezes nós não damos ouvido?
Volta para ele,
porque mesmo você não obedecendo,
ele continua te amando.
Mesmo você sendo quem você é, ele te
chama. Porque quem saiu da mesa não foi
ele, foi você.
Ele chama você para um relacionamento.
Ele te chama para estar junto a ele. Mas
faça isso antes que você seja cortado e
lançado no fogo.
Agora, se você anda com ele,
então a marca, meus queridos, que falta
não é sentimento, é um passo concreto.
Porque amar de fato quem nos persegue é
difícil.
Amar quem de fato nos machuca é difícil.
Mas esse amigo chama a amar.
Ama até você que muitas vezes não age
como ele requer de você.
Então, frutifique
e perceba que ele faria tudo por você.
Meus queridos, quem tem Jesus como nosso
amigo nunca fica sozinho.
E se você tem ele como seu amigo, meu
querido, aponte ele para outros. que
precisa e que carece. E em caso de
urgência,
ore a Deus, coloca ele em primeiro lugar
e você vai ver que vai aparecer vários
amigos que talvez possam te ajudar.
Vamos orar.
Pai, te damos graças pela tua palavra.
Aplica o nosso coração.
Ajuda-nos, ó Deus, a termos esse vínculo
e esse relacionamento
cada vez mais profundo com o Senhor.
Muitas vezes, ó Pai, nós vivemos a nossa
vida tão corrida, tão preocupada,
e nos esquecemos que o Senhor conhece
nós melhor do que nós mesmos.
Ajuda-nos, ó Deus, a sermos fiéis ao
Senhor, obedientes,
mas também a amar uns aos outros
e apontar para o Senhor,
a termos essa vida que produz fruto, que
glorifica e que exalta o Senhor. Se tem
alguém aqui nessa noite que tá distante
do Senhor, que esse coração seja
encontrado por ti, transformado pelo
Senhor e rendido a ti, possa desfrutar.
dessa maravilhosa intimidade que o
Senhor nos concede. Assim nós oramos em
nome de Jesus. Amém.
Meus queridos irmãos, há um assunto
permeando todo o nosso culto, seja da
parte dos louvores, liturgia e
ministração, que é sobre a bondade de
Cristo Jesus, o amor de Cristo Jesus, a
amizade do nosso Senhor. E nesse momento
da ceia, eu quero de maneira bem
especial deixar o versículo de número 19
de Lucas 22, que diz assim: "E tomando
um pão, tendo dado graças, o partiu e
lhes deu, dizendo: "Isto é o meu corpo,
fazei isto em memória de mim". Na
liturgia, em João 10, a gente já tinha
lido de que o Senhor se entregou de
maneira voluntária.
Jesus não foi coagido a estar na cruz.
Vai você, meu filho. Ele disse: "Ah, tá
bom. Eu não queria, mas vou." Não, não é
como um filho birrento. Mas Cristo se
dispôs, Cristo se entregou. O texto vai
dizer: "Isto é o meu corpo oferecido,
não coagido, não pressionado, oferecido.
E ninguém tem maior amor do que esse.
Ninguém tem maior amor do que esse.
Aquele que se entrega por nós é no nome
de Jesus e é para Jesus e é por Jesus.
Tudo é sobre Jesus o motivo de nós
estarmos neste lugar. E aqui diante de
nós estão os elementos da ceia do
Senhor, ainda no seu uso natural, nós
que ouvimos o evangelho, temos a
oportunidade de ver o pão que simboliza
o corpo, o cálice que simboliza o sangue
de Cristo Jesus, o sangue da nova
aliança. para esse momento, de maneira
especial, gostaria de chamar os
presbíteros da nossa igreja, regentes e
docentes, para que possam assim nos
auxiliar na entrega dos mantimentos.
E mais uma vez eu quero lembrar os
irmãos, Cristo ofereceu. Isso é coisa de
um amor que não cabe em palavras, de um
amor impressionante. É o amor de Cristo
Jesus, nosso Senhor, que de maneira
voluntária se entregou. voluntária.
Cristo Jesus nos amou de tal maneira que
se entregou para que fôssemos perdoados,
aceitos diante da presença do Pai, para
que os nossos louvores entoados no nome
dele nessa noite fossem aceitos diante
de Deus. Ou seja, Cristo é a razão da
nossa existência, do nosso culto, arito
seja o nome de Jesus. Vamos orar ao
Senhor. Vamos orar. Pai querido, graças
nós te damos pela rica bênção de te
pertencer, Pai.
Ó Deus, pudera amar o Senhor como o
Senhor nos ama, Deus, o seu amor é
impressionante, é incrível. Cristo
Jesus, obrigado. Obrigado, porque ali
naquela cruz o Senhor pensava em nós,
pensava em agradar o Pai e pensava,
Senhor Deus, na nossa salvação. Se
entregou para que fôssemos libertos da
escravidão do pecado e assim tivéssemos
vida. Obrigado, grande amigo Jesus
Cristo, nosso Senhor que nos conhece.
Cristo Jesus, bendito, amor de nossa
alma. Ao Senhor nós agradecemos.
Obrigado, Senhor Deus. E pedimos ao
Senhor que de fato o Senhor fortaleça
espiritualmente a tua igreja por meio do
pão, por meio do vinho, por meio, Senhor
Deus, dessa desse momento extraordinário
de lembrarmos da morte do Senhor até que
o Senhor venha, Senhor. Glória seja dada
ao teu nome de geração em geração. É a
oração que fazemos no nome de Jesus.
Amém. Você que vai participar, por
favor, você fique de pé para que assim
seja identificado. E eu gostaria de
lembrar aos irmãos que essa mesa não é
uma mesa presbiteriana, essa é a mesa do
Senhor. Você que aqui está, talvez nos
visitando, está em comunhão com Cristo
Jesus, em comunhão com a igreja do
Senhor, você avalia a si mesmo e assim
coma do pão e beba do cálice. Vamos
ficar de pé.
>> [música]
>> Meu Senhor
e muito digno [música][canto] de louvor.
A cidade do nosso Deus, [canto][música]
seu santo monte,
alegria de toda a terra.
[música]
Grande
é o Senhor [música]
em quem nós temos a vitória,
que nos [música][canto] ajuda contra o
inimigo.
Cristo, [música]
diante dele nos prostramos.
[música]
Queremos o [canto] teu nome engrandecer
[música]
e agradecer-te [canto]
por nossas vidas.
Confiamos [música][canto] em teu
infinito amor,
[música]
pois só [canto] és o Deus eterno, como
em toda a terra [canto]
e céus.
[música]
>> [música]
>> Senhor, em que nós temos a vitória
que nos [música][canto] ajuda contra o
inimigo.
Cristo, diante dele nos [música][canto]
prostramos.
Queremos o teu nome engrandecer
[música][canto]
e agradecer-te
por tua [música][canto] obra em nossas
vidas.
Confiamos em teu [música] infinito amor,
pois só és o Deus eterno sobre toda
[música] a terra.
Meus amados irmãos, alguém foi por acaso
omitido da distribuição dos elementos da
ceia? Todos receberam?
Nós vamos aguardar para todos. Você pode
destacar.
Todos receberam,
queridos. O pão simboliza o corpo de
Cristo que por nós foi moído no madeiro.
Comamos.
Semelhantemente após sear, ele tomou o
cálice, dizendo: "Esse cálice é o sangue
da nova aliança. Toma, tomemos todos.
Ouçamos
a apresentação musical do coro.
Ele é o Senhor Jeová, [música]
o Deus da criação. [canto]
Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso,
Senhor [música] de Gile,
a rocha eterna. [canto]
Ele é o Senhor [música]
que te pode restaurar.
>> Ele é o grande Eu sou.
O Deus [canto] de Abraão, Senhor Jeová
[música] Shalom, o Deus da paz. Eu sou o
Deus de Israel [música] que [canto] é
eterno.
Ele é o Senhor que te pode restaurar.
Cante aleluia, [música]
[canto]
cante aleluia.
Cante aleluia, [música]
cante [canto] aleluia.
Ele é o Senhor Jeová. Senhor Deus
[música][canto] poderoso.
>> Deus poderoso.
>> Esse é o Senhor que te pode restaurar.
Pode restaurar. [música]
Ele é o provedor
de Jeová, [música][canto]
o nosso Salvador,
nosso Messias.
>> [música]
>> Seu filho enviou e aqui testem
testemunhou. [canto]
>> Ele é o Senhor que te pode [música]
restaurar. Pode restaurar. Cante
aleluia. [canto]
Cante aleluia.
Cante [canto] aleluia.
Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso.
[canto][música]
Ele é o Senhor que te pode restaurar.
Cante aleluia, [música]
cante aleluia,
cante aleluia. [canto][música]
Ele é o Senhor Jeová, Deus poderoso.
[canto]
Ele é o Senhor [música] que te pode
restaurar.
Ele meu Senhor que te pode
[canto]
[música] meu Senhor chamar que pode
restaurar.
[música]
Vamos ficar de pé, meus irmãos, para
orarmos, encerrar e receber a bênção do
Senhor.
Senhor, nós te damos graças e louvamos
ao Senhor por essa noite. Toda honra e
glória seja dada ao Senhor. Queremos
colocar a nossa nação nas mãos do
Senhor. pedir que o Senhor conduza todas
as coisas, que a vontade do Senhor
estabeleça
e que tudo seja conduzido paraa glória
do Senhor. Colocamos os nossos irmãos
enfermos, ó Pai. Rogamos a ti a
misericórdia e graça, que o Senhor
restaure a saúde de cada um. Colocamos
emlutados. rogamos que o Senhor conforte
e console nesse momento com a paz que
excede a todo entendimento. E nós que
vamos retornar para as nossas casas,
mais uma semana de trabalho. Que a mão
do Senhor esteja conosco, que tudo que
fizermos em palavra, em ação, seja paraa
glória do Senhor. Dirija os nossos
passos. Que possamos, ó Pai, errar menos
e possamos dar testemunho da graça, da
misericórdia e do teu poder. Te damos
graças pela conferência que tivemos e
louvamos porque tudo ocorreu paraa
glória do teu nome. Receba nosso culto
de louvor e de adoração a ti. Assim nós
oramos em nome de Jesus. Amém. Que a
graça do nosso Senhor Jesus, o amor de
Deus, nosso eterno e glorioso Pai, que
as ternas, as insondáveis consolações do
Espírito Santo de Deus repouse sobre vós
e sobre toda a igreja do Senhor
espalhada pela face da terra, não só
hoje, mas para todo sempre. Amém. E
amém.
[música][canto] Amém.
Amém.
[música]
[canto][música]
>> A igreja pode assentar. Vamos ouvir o
póslúdio.
Eno, nós queremos conhecê-lo melhor,
estender a nossa mão. Se você puder
ficar de pé, tem alguém que nos visita
pela primeira vez?
Não temos hoje. Hoje é eleição, né,
gente? Quem vai?
Meus queridos, quero lembrar os irmãos,
aqueles que já fizeram a classe de
fundamento ou estão aguardando para
serem recebido, fique atento à nova
data. A nova data que teremos para para
entrevista, para exame será dia 13, sem
ser terça que vem, na próxima, dia 13 às
19:30.
E para quem não puder, na terça, no
sábado do dia 17 às 2:30 aqui na casa
administrativa.
Meus queridos, nós terem também teremos
nessa semana, na quinta-feira às 20
horas, o concerto da reforma. Será um
momento muito especial. Se você puder,
coloque na sua agenda. Quinta-feira
teremos esse concerto aí conduzido pelo
maestro Eliseu. Então, venha participar,
venha prestigiar.
Lembrando, meus queridos, nós temos a
nossa recepção ali e livraria ali, um
café especial. O café é apenas um
momento para você conversar e teremos
também descontos especiais na nossa
livraria. Então, passa por lá para
conhecer alguns títulos especiais e
adquirir. Boa semana. Deus abençoe a
todos.
>> [música]
>> เ

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