Culto – Noite de Domingo 4 de Outubro de 2026 em Jardim da Luz
05/10/2026
Culto – Noite de Domingo 4 de Outubro de 2026 em Jardim da Luz
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Fonte: Josemar Bessa
Legendas automáticas:
Boa noite. Vamos ficar de pé. Vamos orar. Que bom podermos estar juntos para cultuar a Deus nesta noite. Pedir a João que ore ao Senhor. >> Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, porque estamos aqui reunidos, >> né? Um domingo que foi diferente, nós não estivemos não estivemos reunidos pela manhã, mas que bom, Pai, podermos nos reunir aqui novamente, meu Deus. Nós queremos te pedir que o nosso coração não se distraia, a nossa mente não se a nossa mente não se pares, a nossas a nossa atenção, meu Deus, não seja atraída por outras coisas. para que a gente não desperdice, meu Deus, a preciosidade desse momento. Que estejamos, meu Deus, de fato na tua presença, de fato, meu Deus, diante da tua palavra, de fato, meu Deus, orando a ti, de fato, meu Deus, cantando louvores. que nós possamos, meu Deus, desfrutar desse momento de companhia, meu Deus, da tua presença junto com os irmãos, meu Deus, e que esse momento aqui tão precioso para nós possa nos encher de disposição, de desejo, para que ao longo dessa semana que tá começando, a gente possa de igual maneira, meu Deus, viver uma semana na tua presença, uma semana de oração, uma semana, meu Deus, de meditação na tua palavra, uma meditação de louvor ao teu nome e uma uma uma semana também, meu Deus, de pregação do evangelho nos lugares em que nós estivermos, meu Deus, os lugares em que o Senhor nos colocar. Então, nos abençoa nessa noite, meu Deus, para que sejamos abençoados com a tua presença, com a tua beleza, com a tua glória. Que tudo aquilo que tu és, meu Deus, possa encher os nossos corações agora, nos encher de afetos, meu Deus, eh, afetos santos, meu Deus, para que nós possamos viver essa semana para tua glória, meu Deus. Possamos viver uma vida que testemunha pro mundo, meu Deus, da tua suficiência, uma vida que testemunha, meu Deus, da tua glória, da tua beleza. Então, nos abençoa nessa noite, nos conduz, meu Deus, em adoração nessa noite, em nome de Jesus. Amém. >> Amém. Amém. Nós, independente de como eh a nossa vida tenha se desenvolvido essa semana ou vai se desenvolver nos próximos anos, dependendo de como nós vivamos e como chegue o dia da nossa partida, não temos nenhuma razão para murmurar e temos todas as razões para adorar a Deus. Todos os filhos de Deus estão sobre a mesma obrigação de viver uma vida realmente sem murmuração e com adoração. Paulo diz: "Porque em mim, ou seja, na minha carne, e aí não tá falando de corpo, n tá falando de tudo aquilo que é natural nosso, não habita bem algum. Então, não há nenhum bem em nós. Não há nada em nós que pudesse dizer que Deus eh a providência de Deus estava obrigada a agir de determinada maneira como resposta a algo que Deus nos devesse. Se Deus não nos deve nada e se não há nenhum bem em nós por nós mesmos, nós não temos nenhuma razão para reclamar. Na verdade, saindo de Paulo, indo para Jó, Jó disse: "O que o homem tem? para reclamar. Reclame de seus próprios pecados. É um conselho eh duro e perfeito. Se o homem tem alguma coisa para reclamar, reclame dos seus pecados. Reclame da sua vida que não glorifica Deus como devia em todas as situações. E se você for lá em Oséias, juntando Paulo, Jó e Oséias, Oséas diz, Deus diz através de Oséias: "O teu fruto vem de mim". Ou seja, todas as coisas na tua vida que são boas fluem de mim. Enquanto não há nenhum bem em mim, na minha carne, no meu homem natural, enquanto se o homem tiver que reclamar que reclame dos seus próprios pecados. Ao mesmo tempo, a declaração é: "O teu fruto vem de mim". Então, como não louvaram Deus se não há nenhum bem em nós? Se a única reclamação que podíamos ter era reclamar dos nossos próprios pecados e se todas as coisas em nós boas, todos esses frutos vem de Deus. Deus merece todo o louvor em todas as situações. Deus não merece que o nosso coração esteja contrariado e murmurando em nenhuma situação. Então, que a gente sempre lembre dessa desse trio, né, Paulo, Jó, eh, Oséias, e vamos uma vida realmente para adorar a Deus. Deus nos colocando em qualquer circunstância, em qualquer época, sobre qualquer eh acontecimento, tanto próximo, né, na nossa casa ou no nosso país ou no mundo que vivemos, que a gente sempre pergunte a nós mesmos como eu posso adorar a Deus nessa situação? Como o nome dele pode pode ser exaltado nessas circunstâncias? E que nossa resposta seja realmente adoração, louvor, espanto, maravilha pela graça de Deus sobre nós. Vamos louvá-lo. [música] >> [música] >> Quo [canto] amanhecer. [música] Fazes [canto] o sol [música] ser por me [canto] rendo aos teus [música] pés. Maravilhoso [canto] [música] Deus, poderoso és [música] perdido, tão [música][canto] santo, incrível [canto] és glorioso rei, [música] bondade [canto] e paz, verdade. de amor. [música] Só tu és fiel. [música] Em [canto] majestade [música] está. [música] >> Tu és o santo [canto] rei. Vida [música][canto] tu dais a mim. O pão [música][canto] vivo é, Senhor. Poderoso [canto] és [música] perfeito, tão [canto] santo, [música] incrível és glorioso [canto] rei. [música] Bondade, paz, [música] verdade, [canto] amor. Só tu és fiel [música] e nada é comparável [canto] a ti. Deus forte, não há nada [música] melhor do que o seu amor. [canto] E graça, nada [música] é comparável a ti. [canto] Deus com [música] há nada melhor do que seu amor. [canto] [música] Graça nada [canto] comparada [música] de mim. Eu vou te dou nada [canto] melhor do que seu amor. [música][canto] Graça, nada é comparável [música][canto] a ti, Deus forte. Não há nada [música] melhor [canto] do que o seu amor e graça. [música][canto] [música] Nada, [canto] nada melhor. Jesus, [música][canto] filho de Deus. [música] A cruz se [canto] entregou, [música] mas a morte [canto] ele venceu. Vem glória. [música][canto] Ressuscitou. [canto] Poderoso [música] és perfeito. Tão santo, [música] [canto] incrível és [música] glorioso Deus. Verdade, [música] bondade, só és fiel. [canto] Tu és poderoso. [música] Poderoso [música] tão [canto] santo. >> Incrível é. [música] Incrível é. >> [canto] >> Glorioso rei, [música] de paz, [canto] de amor. [música] Só [canto] tu és fiel. E o teu nome, ó Deus, é graça. [música] O teu [canto] nome, ó Deus, é amor. [música] O teu [canto] nome é bondade. [música] Deus do [canto] reina sobre nós. [música] Deus do reino sobre nós. O teu nome, [música] Deus é graça. Só tu és, só [canto] tu és. O teu nome, ó Deus, é [música] amor. O teu [música][canto] nome é bondade. [música] >> Deus do reino [canto] sobre nós. [música] Deus do reino sobre nós. Reina, >> reina [música][canto] sobre nós. >> Reina sobre nós. >> Reina sobre nós. [canto][música] Tu és o meu rei Jesus. >> Reina sobre nós. >> Reina [canto] sobre nós. >> Reina sobre nós. [música] >> Reina sobre nós. [canto] >> Reina sobre nós. >> Sobre tudo tu [música] estás. >> Reina sobre nós. >> O Deus soberano é. Reina sobre nós, [canto] reina sobre nós. >> Reina sobre nós. [música] >> Poderoso [canto] és [música] perfeito, tão santo, [música] incrível és [canto] glorioso [música] rei. Onda de paz, verdade, [música][canto] amor. Só tu és fiel. [canto][música] >> Só tu és fiel a mim. [música] >> Aleluia. Aleluia. Ele é o rei eterno. Tudo que a gente fala sobre Deus, a gente tem de medir a olha para o nosso amor e aí tenta aumentar isso ao máximo, entender o amor de Deus. Mas não é assim, não há. Essas palavras estão sendo usadas para que a gente possa entender, mas o amor de Deus é totalmente outro, não é? Deus está além de todas as coisas, de todas as medidas. O que nós precisamos é que aconteça o oposto, que cada vez mais o Espírito Santo abra os nossos corações para compreendermos junto com todos os santos o amor de Cristo que excede todo entendimento. Isso é verdade sobre cada aspecto do caráter. do nosso Deus. Seguro [música] estou, pois [canto] sou de [música] Jesus. Entra comigo [canto][música] na fornalha, socorro és. Nascido em Cristo, [música] sangue derramou. [canto] [música] Jesus se entregou [canto] no calvário. [música] Sem terestar. [canto] Confio em Deus, meu Salvador. [canto] [música] Tu és Deus nunca falhou. [canto] Deus jamais falhou. [música] Confio [canto] em Deus, meu Salvador. Tu [música] és Deus. Nunca falhou. [música][canto] Deus jamais falhou. [canto] [música] Me supo, [canto] pois teu é o [canto] querer. [música] Tens o controle dos [música][canto] meus dias. Descanso terei. [música] Canta [canto] minha alma, >> canta [música] ao Senhor. >> Rendemos glórias [música][canto] ao cordeiro que nos salvou. Confio [música][canto] em Deus, meu Salvador. [música] Tu és Deus nunca [canto] falhou. Deus jamais falhou. [canto] [música] Confio em Deus, meu [canto] Salvador. [música] Tu és Deus nunca. falhou. [canto] Deus jamais falhou. [música][canto] [música] >> [música] >> Canto ao Senhor, [canto] pois na cruz ele me salvou. [música] Canto ao Senhor, vencedor, rei e Salvador. Canto ao Senhor, [canto][música] pois na cruz ele me amou. Digno de louvor, [música][canto] digno de louvor canto ao Senhor, pois na cruz [canto] ele me salvou. Canto ao [música] Senhor, vencedor, rei e Salvador. [canto] Canto ao Senhor, [música] pois na cruz ele me amou. [canto] Digno de louvor, digno de louvor, [música][canto] canto ao Senhor, pois na cruz ele me salvou. Canto ao Senhor, vencedor, [música][canto] nem salvador. Canto ao Senhor, pois na cruz ele me amou. Digno [música][canto] de louvor, digno de louvor, canto ao Senhor. Da cruz, [música] ele me salvou. Canto [canto] ao Senhor, vencedor e Salvador. Canto [música] ao Senhor, Deus na cruz, ele me amou. Digno de louvor, [música] digno de louvor, Deus meu [música] Salvador, [canto] tu és Deus [música] não me calhou. Deus jamais [música] falhou. Confio em Deus, [música] meu Salvador, tu és. >> [música] >> Deus nunca falhou. [música][canto] Deus abalhou. [música] Canto ao Senhor, [música] pós a cruz ele me salvou. Canto ao Senhor, [música] vencedor e Salvador. Canto ao Senhor, pois a cruz ele me amou. Digno [música] de louvor, digno de louvor, junto ao [música] Senhor. Pois na cruz ele me salvou. Conto ao Senhor, vencedor e Salvador, [música] junto ao Senhor. Pois na cruz ele me amou. Digno de louvor. Digno [música] de louvor. Oh. [música] >> [música] [música] >> Deus jamais falhou. [canto] Confio em Deus, meu Salvador. [canto] [música] Tu és. Deus nunca falhou. [canto] >> Deus jamais falhou. [canto] >> [música] >> Confie em Deus, meu Salvador. [canto] [música] Tu és Deus nunca falhou. [música] [canto] >> Deus jamais falhou. [música] [canto] >> Aleluia. Aleluia. Obrigado, Deus. Aplauda o rei. [aplausos] Ah, nos dias mais escuros, sabe? Na noite que você perde o sono e todo dia, toda hora. Lembre disso. Primeiro nós cantamos que ele é o meu salvador e depois a gente diz que ele nunca falhou. Você vê a segurança que isso traz, não? Porque se ele fosse nosso Salvador, mas ele falhasse, ele podia não conseguir. Sabe lá o que ia acontecer, né, conosco? Mas essas duas coisas juntas, essas duas coisas juntas é mel, é ouro, é rocha. Ele é o meu salvador. A salvação vem do Senhor e ele nunca falhou. É por isso que Jesus disse: "Todos aqueles que o Pai me deu vão vir a mim e ninguém que vem a mim, ou seja, todos o que o Pai me deu vem. E ninguém que vem eu lançarei fora, mas eu ressuscitarei no último dia." E ele nunca falhou. Todos aqueles que o pai deu a ele ressuscitarão no último dia. Se isso não trouxer paz, o que mais nós precisamos ouvir? Não é um Deus que nunca falha diz: "Aquele que começou a boa obra em vocês vai terminar. E ele nunca falha, então vai terminar. Nós podemos sempre cantar a vitória, independente da da circunstância da batalha presente. Ele realmente reina. sobre todas as coisas, céu, inferno, luz e trevas, salvos e perdidos. Era [música] a treva [canto] sem ter paz, [música] só pecar. Eu amei. Deus o trono [canto] levantou. Deus desceu se esvaziou [música] e cumpriu a lei os profetas. Sua [música][canto] glória encobriu. Pela cruz deixou a glória. Minha morte abraçou. [canto] >> [música] >> Glouve [canto] ao Pai, [música] a Jesus, ao [canto] Espírito de [música][canto] Deus, Deus da glória, [música] grande eu sou. ao [canto] Deus plino de todo louvor. [música] Com seu sangue [música][canto] derramado, meu pecado expiou. deu comprou para [canto] sempre os eleitos de Deus [música] pai e rasgou seu povo, dando [música][canto] acesso a Deus pai. Preço infinito pago sobre [música] a morte triunfou. [canto] >> [música] >> Louve [canto] Pai, [música] a Jesus, ao [música] Espírito de Deus, [música] Deus da glória, [canto] grande o a Deus [música] filho de Todo lor [música] como a tumba vai ver [música] o autor [canto] da criação. O leão [música] cordeiro ressurgio [canto] o reinando está. [música] Nele mais que vencedor. Nele eu perfeito sou. Nele [canto] eu agora estou [música] à direita de Deus Pai. [canto] Os remidos [música] reinarão, louvarão [canto] sem vim a Deus. Só os Cristos jáão, [música] só a [canto] cruz cantarão. Sangue [música] [canto] no escapou. Graça soberana é o amor [música] do rei Jesus transouceu na cruz. >> [música] >> Lou ao pai a Jesus, [música] ao espírito [música] de Deus, Deus da glória, [música] grande eu sou. Ao [música] Deus trino de todos louvor. [música] Ao Deus trino de todo [canto] louvor. >> [música] >> sempre haverá em nossos corações esse doce senso de assombro e mistério. Nunca nós, criaturas, mesmo glorificadas na eternidade, compreenderemos totalmente a trindade, a eh algo acima das das mentes criadas, mas vamos ver cada vez mais profundamente um senso de maravilha cada vez maior. É maravilhoso saber que toda a nossa vida foi decretada pelo Pai, foi comprada pelo sangue do Filho e foi está sendo aplicada a nós todas essas coisas através do Deus Espírito Santo. Nós estamos perfeitamente guardados e sabemos que Deus vai nos dar sempre o suficiente para glorificarmos o seu nome no mundo com pouco ou com muito. Vamos encontrar todas as coisas necessárias para glorificá-lo e mostrá-lo como grande diante dos homens. É com coração assim descansando em Deus e confiando nele que nós vamos ofertar e dizimar nesta noite. Pega essa oferta. Agradeça a Deus. Pai, nós estamos, Senhor Deus, completamente, Senhor Deus, seguros nas tuas mãos. Estamos dentro do teu decreto. Estamos debaixo da justiça infinita do teu filho, unido a ele, Senhor Pai, para sempre como membros do seu corpo e somos habitados pelo teu Espírito Santo. Não há nada, Senhor Pai, ó Deus, no mundo, ó Deus, não há principado, potestade por vir, passado, presente, futuro. Deus, não há homem, Senhor Deus, não há malícia, Senhor Deus, nada que realmente possa, Senhor Deus, nos destruir. Nós estamos seguros em tuas mãos, Senhor, Pai. E queremos, Senhor Deus, que tudo isso se reverta, Senhor Deus, em uma vida que te honre em todas as coisas, que todas as áreas da nossa vida contem a mesma história. Tu és Deus, nós pertencemos a Ticansamos em Ti agora e para sempre, em nome de Jesus. Amém. Vamos ofertar e vamos louvar ao Senhor. >> [roncando] [música] [canto] [música] >> Jesus viveu e [canto] morreu para salvar quem Quem Deus escolheu [música] para amar sua graça não há quem possa resistir e lhe [canto] salva transforma. Jesus viveu e morreu para salvar [música] quem Deus escolheu para [canto] amar. Sua graça não há quem [música] possa resistir. [canto] Transforma soprou em mim. Minha palavra [canto] fez nascer [música] um coração. [canto] Soprou em mim. [música] A palavra fez nascer [canto] um coração [música] comprado pelo sangue de Jesus. Jesus viveu [canto] e morreu para salvar. Quem Deus escolheu para amar? [música] Sua graça não há quem possa resistir. Ele salva transforma. [canto] Jesus viveu e morreu para salvar. [música] Quem Deus escolheu para [canto] amar. Sua graça não há quem possa resistir. Ele salva [canto] formas [música] em mim. A palavra fez nascer o coração [música][canto] comprado pelo sangue de Jesus. Jesus viveu e morreu para [canto] salvar. [música] Quem Deus escolheu para amar. Sua graça não há quem [canto][música] possa resistir. Ele salva, transforma. Jesus viveu e morreu para [canto] salvar quem Deus [música] escolheu para amar. Sua graça não há quem [canto] possa resistir. Salva transforma Jesus. [música] >> [canto] >> Quem Deus escolheu pai. Tua graça não há quem [música] possa resistir. [canto] Meu Senhor, >> Senhor, [música] meu Senhor. >> [canto] >> Senhor, Senhor, >> Cristo, meu Senhor, [música][canto] >> Senhor, >> Cristo, meu Senhor, Senhor, meu Senhor, >> Senhor, [música] [canto] Senhor, >> Senhor, >> tu és Senhor, [música][canto] >> Senhor. >> E agora eu creio, vida plena tenho em ti. Eu só [música] veio pelo sangue. [canto] Somos comprados pelo sangue de Jesus. [música] Comprados pelo sangue de Jesus. Comprados pelo sangue de Jesus. [canto] Comprados [música] pelo sangue de Jesus. Comprados pelo sangue de Jesus. Comprados pelo [música] sangue de [canto] Jesus. Comprados pelo sangue pelo sangue de Jesus. Sangue [música] pelo sangue [canto] de Jesus. Sangue de Jesus. Pelo sangue de Jesusados pelo sangue [música] de Jesusados pelo sangue de Jesus [canto] pelo sangue de Jesus [música] pelo sangue de Jesus viveu e morreu [canto] para [música] salvar quem Deus escolheu para lá sua graça [música][canto] não há quem possa resistir >> [música][canto] >> deu para salvar. Quem Deus escolheu para [música][canto] amar? Sua graç a quem possa resistir. Cristo [música] Jesus. Senhor, Senhor, [canto] Senhor, Senhor, [música] Senhor, Senhor, tu és Senhor, [música] Senhor Cristo, meu Senhor, [canto] >> Senhor, [música] Senhor, meu Senhor, >> Senhor, [canto] tu és Senhor, >> Senhor. [música] Oh, [canto] oh, [música] oh. [canto] Jesus viveu e morreu para nos salvar. [canto] [música] [canto] Jesusu e morreu paraar. [música][canto] >> [música][canto] >> Jesus paraar [canto] [música] Jesusu [música] e morreu [canto] para salvar. >> Aleluia. Aplauda ao rei. Obrigado, Deus. Esse hino é maravilhoso e ao mesmo tempo ele nos humilha, né, queridos. Sua graça não há quem possa resistir. A verdade é que se nós fomos salvos é porque a graça de Deus venceu nossa resistência. Para Deus nos salvar tinha algo no caminho. E essa principal coisa era nós mesmos. Todos somos Saulos de Tarso, né? Lutando contra Deus até que a graça vem e ela não pode ser resistida e nos salva e nos transforma. Obrigado, Deus, que teu espírito faça alargar nossos corações, mente, Senhor Deus, para receber a tua palavra, que ela molde os nossas eh a nossa cosmovisão para que todas as nossas escolhas diariamente, Senhor Pai, reflitam a tua palavra e nós sejamos realmente guiados, Senhor Deus, pela tua palavra, pelo poder do teu espírito, em nome de Jesus. Amém. Os irmãos podem se assentar. Hoje eu gostaria de ver com vocês mais uma vez sobre os reis de Israel. E enquanto nós estamos fazendo a nossa caminhada através desses reis de Israel e de Judá, eles vão nos ensinando muitas vezes pouco a pouco uma coisa que eles fazem eh aos poucos enquanto nós estamos vendo eles. Alguns reis, como nós vimos, foram perversos do início ao fim. Outros começaram bem e terminaram mal. Alguns fizeram reformas importantes em Israel, outros destruíram tudo o que eles receberam. Alguns foram instrumentos evidentes da misericórdia de Deus para com Israel. Outros se tornaram um instrumento de juízo ali. Mas quando olhamos todos eles por um tempo suficiente, uma verdade vai ficando cada vez mais impossível de nós evitarmos quando nós estamos lendo. Nenhum deles podia carregar sobre os ombros deles mesmos a esperança do povo de Deus. Nenhum deles. E isso não vale a pena apenas para aqueles reis que nós poderíamos considerar reis maus. Talvez seja até mais fácil não colocar a nossa confiança nos reis perversos que nós vimos. O problema mais sutil aparece quando Deus nos dá um homem bom, um homem útil, piedoso, competente, firme, alguém que realmente é usado por ele. Porque aí surge uma tentação diferente para nós. Não a tentação de seguir deliberadamente a maldade, mas a tentação de transferir para um instrumento uma confiança que pertenceria apenas a Deus. E é isso que a história do rei de hoje mostra, que é o rei Usias. Osias não aparece diante de nós inicialmente como um desastre completo. Ele não começa reinando, levantando altares para os ídolos. Ele não começa perseguindo os profetas. Ele não começa eh tentando destruir a adoração ao Senhor. O texto lá em Segunda Crônicas 26 diz que ele tinha 16 anos quando ele se tornou rei e reinou 52 anos em Jerusalém. Ele teve um reinado longo. Para muita gente em Judá, o Zias não era simplesmente um rei que passou. Ele era um rei que eles sempre tinham conhecido. Muitas vezes pessoas morreram, viveram e morreram durante o reinado dele. E mais importante ainda, ele fez o que era justo aos olhos do Senhor, seguindo o exemplo de Amasias, o seu pai. E depois acrescenta o seguinte, segunda Crônicas 26:5. e buscou a Deus durante a vida de Zacarias, que o instruiu no temor de Deus. Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. Essa frase aqui estabelece a chave para nós entendermos a história. Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar. O texto, obviamente, não está nos ensinando uma técnica para nós conseguirmos a prosperidade, que nós sabemos que não é isso que o texto tá querendo nos ensinar. Não está dizendo que existe uma fórmula como a gente pode manipular Deus. está mostrando de onde vinha a força de Usias em tudo que ele estava fazendo ali. Está no mostrando quem era a causa por trás daquilo que mais tarde chamaria a atenção de todo o reino que ali. Oias começou a vencer guerras, lutou contra os filisteus, derrubou muros, reconstruiu cidades. Deus o ajudou contra inimigos que cercavam Judá. Seu nome acabou se espalhando pela região. Ele fortaleceu Jerusalém, construiu torres, cavou cisternas, desenvolveu a agricultura e organizou o exército. Preparou os escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e tudo para eh lutar contra aqueles povos que estavam ao redor. Em Jerusalém, homens habilidos desenvolviam máquinas que seriam colocadas eh sobre as torres e sobre os cantos das muralhas de Jerusalém. Era um reino, se você perceber, que funcionava. Era um reino organizado, era um reino militarmente fortalecido, enquanto ias estava ali seguindo Deus. Era um reino em que a infraestrutura crescia. Era um reino em que a segurança parecia aumentar para as pessoas que estavam nele. E se alguém olhasse somente para a superfície, poderia concluir: Ele é um rei extraordinário. Mas a Bíblia nunca nos permite olhar apenas para a superfície. O texto insiste em mostrar que havia uma mão por trás daquele rei. Havia uma força por trás do rei que nós estamos lendo. Havia uma providência por trás da competência do rei. Deus ajudava ele. Deus que fazia ele prosperar. Deus dava estabilidade, Deus dava vitória, Deus dava condições para que aquela administração funcionasse ali. A grandeza de Usias não era autônoma, ela era recebida de Deus. E isso muda tudo, porque uma dádiva só permanece saudável enquanto continua sendo reconhecida como dádiva. Quando alguém recebe de Deus e passa a interpretar aquilo que ele recebeu de Deus como uma prova da sua própria autossuficiência, a bênção começa a ser lida de uma maneira errada por aquela pessoa. E esse é um dos grandes perigos do sucesso. O fracasso muitas vezes nos lembra rapidamente que nós somos fracos, que nós não somos capazes. Quando as coisas não funcionam, quando os nossos planos quebram, quando os recursos acabam, as portas se fecham e quando a nossa capacidade não resolve, somos forçados a encarar os limites que nós preferimos ignorar na nossa vida. Mas o sucesso produz uma ilusão contrária. As coisas dão certo, as portas se abrem, as pessoas começam a reconhecer, o trabalho cresce, a influência aumenta e as decisões todas parecem funcionar. E pouco a pouco aquilo que deveria produzir gratidão começa a produzir confiança em nós mesmos. Nós recebemos ajuda e chamamos de competência no fim. Recebemos uma oportunidade que Deus nos dá e chamamos de mérito que nós temos. Recebemos a proteção e chamamos que aquilo é a nossa própria prudência. Recebemos um fruto e começamos a agir como se fôssemos a raiz daquilo. Foi isso que começou a acontecer com os ias. O texto chega ao versículo 15 e diz que a sua fama se espalhou até longe ali, porque ele foi extraordinariamente ajudado até ficar poderoso. E essa é uma frase impressionante, não é? Ele foi extraordinariamente ajudado. Não apenas ajudado, ele foi extraordinariamente ajudado. A força que impressionava as nações era uma força concedida pelo por Deus. O sucesso que fazia seu nome correr por terras distantes era o sucesso que quem sustentava era Deus. A estabilidade que parecia pertencer ao rei era, na verdade um fruto da bondade de Deus. Mas então vem o versículo seguinte, versículo 16, que diz assim: "Entretanto, depois que o Zia se tornou poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao Senhor, ao seu Deus, e entrou no templo do Senhor para queimar incenso no altar de incenso." Consegue perceber a tragédia que está acontecendo aqui? Ele foi ajudado até ele ficar poderoso. Depois que ele ficou poderoso, seu coração começou a se exaltar. A ajuda de Deus deveria ter produzido uma dependência mais profunda no rei, mas ao invés disso, produziu no coração corrompido pelo pecado uma tentação de independência que ele tinha. Oias começou a sua história buscando a Deus. Agora ele começa a agir como se ele pudesse ultrapassar o que Deus havia determinado. E o pecado dele não é, não foi simplesmente entrar num lugar que era proibido por ignorância dele. Ele entrou no tempo para queimar incenso. Na antiga aliança, aquela função não pertencia ao rei. Deus havia estabelecido os sacerdotes para aquele serviço. E a autoridade real era grande. a na posição que o Zias estava, mas ela não era ilimitada. Osias era o rei. Ele não era sacerdote. Deus havia dado a ele um trono. Não havia dado o altar para ele. Deus havia colocado em suas mãos uma responsabilidade imensa diante da nação. Não havia colocado sobre ele todas as responsabilidades. Mas esse é justamente um dos efeitos do orgulho. Ele deixa de perguntar o que Deus me deu? e começa a perguntar: "Por que eu não poderia ter também aquilo que Deus não me deu?" O orgulho raramente vai ficar satisfeito com os limites que a graça deu para ele. Ele olha para aquilo que ele recebeu e transforma aquele privilégio que ele tem num direito. Ele olha para a responsabilidade e deseja ter todas. Ele olha para uma posição e começa a imaginar que a posição o torna uma exceção frente às outras pessoas. O Zias podia comandar os exércitos, era a tarefa dele como rei. Ele podia organizar o reino, podia construir torres, podia administrar os recursos da nação e podia conduzir aquela nação, mas ele não podia fazer qualquer coisa. E o fato de ser um bom rei transformava a desobediência dele em obediência. O fato de ter sido usado por Deus não transformava a sua vontade em palavra de Deus. O fato de ter um histórico impressionante não colocava acima da ordem estabelecida pelo Senhor. E isso é importante para nós, porque temos uma enorme facilidade para confundir a a utilidade com a infabilidade. Quando Deus usa alguém de maneira marcante, começamos a imaginar que aquela pessoa sempre vai estar certa. Quando alguém nos ajudou muito na nossa vida, temos dificuldade de reconhecer que aquela pessoa às vezes não vai não vai fazer tudo certo. Às vezes vai ter o limite onde ela pode chegar. Quando uma pessoa for um instrumento de Deus em nossa vida, poderemos começar a tratar aquela voz, a voz dessa pessoa, como se ela tivesse um peso que pertence no final somente a Deus e as escrituras. E isso pode acontecer com qualquer pessoa, pode acontecer com pastores, pode acontecer com líderes, acontece com pais, acontece com professores, acontece com amigos próximos, acontece com pessoas que foram realmente importante para nós. E o problema não está em reconhecer a importância que elas tiveram. Você pode reconhecer a importância que elas tiveram. A Bíblia não nos chama a ser ingratos. O problema começa quando a gratidão se transforma em uma dependência final daquela pessoa. Homens podem ser instrumentos para nossa vida. Homens nunca podem ser o fundamento da nossa vida. E isso precisa ficar muito claro aqui. Se Deus usa alguém para ensinar você, agradeça a Deus pela vida daquela pessoa. Se Deus usou alguém para proteger você, agradeça por isso. Se Deus usou alguém para corrigir você, agradeça. Se Deus usou alguém para abrir uma porta, sustentar o ministério, conduzir uma igreja, aconselhar em um momento decisivo, agradeça pela vida dessa pessoa. Mas nunca transforme a mão, a mão que Deus usou como a fonte daquilo que você recebeu. A água pode chegar a você por um cano. O cano não é nascente daquela água. A luz pode entrar na sua janela, mas a janela não é o sol que produziu aquela luz. A provisão pode chegar por meio de uma pessoa, mas a pessoa não é a providência daquilo. O Zias era um meio de bênção para Israel. Deus era a fonte. Quando essa distinção desaparece, a idolatria começa a nascer em lugares que parecem respeitáveis. Ali a história fica ainda mais séria quando os sacerdotes entram na cena aqui em que o Zias está chegando para fazer isso. Azarias, o sacerdote, entra atrás deas. Com ele estão mais 80 sacerdotes corajosos. E esses sacerdotes corajosos enfrentam o rei. E isso, obviamente, exige coragem ir contra o rei. O Zias não era um homem sem poder. Ele era o rei forte, famoso, respeitado e militarmente estruturado naquele país. Ele poderia ter pensado que era melhor não contrariar aquele rei. Poderiam ter pensado que por tudo que ele tinha feito, talvez valesse a exceção naquela situação. poderiam terinterpretado a lei para não criar um conflito com a autoridade poderosa. Mas eles entram e dizem em essência que não cabia a Usias queimar o incenso ao Senhor. Aquela tarefa pertencia aos sacerdotes descendentes de Arão, consagrados para isso. Ali eles ordenam que ele saia do santuário. Então o texto vai mostrar algo revelador para nós. as fique irado com eles. O rei que havia recebido tanto de Deus não suporta ser lembrado que existia um limite estabelecido por Deus contra ele. E essa é uma marca perigosa no coração endurecido pelo pecado. Quando alguém começa a se irritar com toda a correção que vem contra ele, alguma coisa começa a estar muito errada com essa pessoa. Não porque a correção humana seja sempre correta, não é isso. Homens erram e homens eh também eh corrigem ali. Mas oias estava sendo confrontado com a própria ordem de Deus. E eles estavam lembrando isso a ele. Ele não estava diante de uma opinião ali, estava diante de um limite dele. E o orgulho odeia limites. O orgulho quer ser autoridade sem submissão nenhuma. Quero privilégio sem prestação de contas. Quero honra sem correção. Quer uma posição sem fronteira para ele. Quer a bênção sem uma dependência. O Zias segura o incensário e ficairado contra aqueles sacerdotes. E naquele momento a lepra aparece em sua testa. Deus intervém na situação. Aquele homem que parecia tão forte não consegue impedir o juízo de Deus sobre o próprio corpo dele. Aquele que tinha exércitos não consegue comandar a sua própria pele. Aquele que havia construído torres não consegue construir uma proteção contra a santidade de Deus. Aquele que tinha tantos homens armados não consegue impedir que uma doença marque ele diante de todas aquelas pessoas. Aquele que entrou naquele trono como se pudesse tomar para si uma função sacerdotal, precisava ser retirado dali. E o texto diz que ele mesmo se apressou a sair porque o Senhor havia ferido ele. Que mudança nesse momento. Até poucos versículos antes, a sua fama se espalhava. Agora ele precisava sair correndo. Até poucos versículos antes daqui, homens falavam da força que ele tinha. Agora a sua fraqueza está escrita para todos verem na sua testa. Agora ele precisa viver separado a partir daqui. O Ias permanece leproso até o dia da sua morte. Vive numa casa separada. fica excluído do templo do Senhor. Seu filho Jotão, assume a administração do palácio e governa o povo. A Bíblia está eh destruindo diante dos nossos olhos a fantasia de que simplesmente um homem não pode ser dispensado de maneira alguma. Usias era importante naquela naquele tempo para ajudar, mas ele não era indispensável. Ele era útil ali, mas ele não era a fonte do que estava acontecendo naquele reino. Ele era o rei, mas ele não era Deus. Ele podia ser removido, ele podia adoecer, ele podia ser disciplinado, no final ele podia morrer. E Judá continuaria debaixo da providência daquele que nunca adoece, que nunca perde a sua força, que nunca se torna incapaz, que nunca precisa entregar o governo a outro. E isso toca eh num nervo mais profundo na nossa vida, porque nós gostamos de imaginar que certas pessoas são indispensáveis. Às vezes pensamos assim sobre nós mesmos: "Se eu não estiver, tudo vai parar. Se eu não resolver isso aqui, ninguém vai resolver. Se eu não segurar, tudo vai cair. Essa sensação que muitas vezes nós temos na nossa vida pode parecer responsabilidade, mas muitas vezes é só o orgulho escondido dentro dela. Nós nos acostumamos tanto a ocupar determinada função que esquecemos que no final quem sustentava tudo antes de nós e vai sustentar depois de nós é Deus e não nós. Nem um pai é o fundamento último de sua família. Nem um líder é a coluna que mantém o universo em pé. Nem um professor é a fonte da verdade. Nem um médico é a fonte da vida. Nem um governante é sustentador final de uma nação. Nenhum amigo é sustentador final da nossa alma. Deus usa todas essas pessoas e isso é maravilhoso. Mas justamente porque Deus usa essas pessoas, precisamos aprender a enxergar Deus através delas e não parar nessas pessoas que estão diante de nós. Paulo ensina algo semelhante quando escreve aos Coríntios e pergunta: "Quem é Paulo e quem é Apólo? servos por meio dos quais eles vieram a crer em Deus, conforme o ministério que o Senhor deu para cada um. Ele mesmo diz: "Paulo plantou e Apolo regou, mas Deus que deu crescimento". Esse padrão vai percorrer toda a escritura. Homens plantam, Deus dá o crescimento. Homens vão pregar como Deus mandou nós fazermos. Mas Deus que vai obrir o coração das pessoas. Homens aconselham e Deus concede sabedoria ali. Homens trabalham, mas quem sustenta é Deus. Homens governam, mas é Deus que reina. Quando esquecemos isso, começamos a exigir de homens aquilo que somente Deus pode nos oferecer. Então, nos tornamos vulneráveis a duas tragédias opostas aqui. A primeira é hidrolatar pessoas enquanto elas parecem fortes diante de nós. A segunda é perder a fé quando elas demonstram que são fracas. São dois lados do mesmo erro. Nós as levantamos além do que deveríamos e depois nos escandalizamos quando elas se mostram humanas. Nós atribuímos a ela uma estabilidade que Deus nunca prometeu que ia ter. Depois, quando elas falham, pensamos que toda a esperança foi enganada, mas a esperança cristã nunca dependeu da perfeição de um homem terreno. Se a sua fé depende, por exemplo, do pastor nunca falhar, a sua fé está colocada no lugar errado. Se a sua segurança depende de um líder nunca errar, a sua segurança está colocada no lugar errado. Se a sua paz depende de uma pessoa nunca morrer, a sua paz está colocada no lugar errado. Se a sua confiança depende de alguém permanecer forte para sempre, você está pedindo algo a a uma criatura aquilo que pertence apenas ao criador. Isso não diminui a dor quando alguém cai, não diminui a seriedade do pecado, não diminui o luto quando alguém parte, não diminui a responsabilidade de quem ocupa uma posição de liderança, mas coloca tudo no devido lugar. A queda de um homem pode ferir profundamente a nós, mas ela não pode derrubar Deus do trono dele. A morte de um homem pode abrir um vazio enorme dentro de nós, mas ela não cria um vazio no céu. A falha de alguém pode nos deixar perplexos, mas não deixa Deus perplexo. A história de Usias não termina realmente em segunda Crônicas 26. Existe uma frase em Isaías 6 que carrega um peso enorme justamente depois que nós conhecemos essa história aqui. Isaías escreve o seguinte, Isaías 6:1. No ano em que o rei Usias morreu, eu vi o Senhor assentado no trono alto e exaltado, e a aba da sua veste enchia o templo. Você vê aqui diz: "No ano em que o rei Usias morreu, essa data podia ser lembrado por todos ali. Osias reinou por 52 anos. 52 anos é o tempo suficiente para uma pessoa praticamente se tornar uma paisagem de você simplesmente não lembrar a sua vida sem aquela pessoa. Tempo suficiente para o trono de Usias parecer que e ia permanecer eternamente. Tempo suficiente para a estabilidade do reino ficar associada ao rosto daquele homem. Mas então, um dia, o Zias morre. O homem que governou por décadas morre. O homem que construiu, organizou, venceu guerras e fortaleceu Jerusalém, um dia ele morre. O homem cuja fama se espalhou morre. E o homem foi extraordin que foi extraordinário, ele morreu. Isaías, nesse momento em que poderia estar para baixo depois de tanto tempo que um homem tão bom para Jerusalém morre, Isaías vê o Senhor não procurando um novo trono, não tentando reorganizar o céu agora que o Usias morreu, não reunindo conselheiros porque a situação saiu do controle na terra, não reagindo à morte de Usias, Isaías vê o Senhor assentrado no trono, alto, exalt a aba da sua veste enchia o templo. E os serafins proclamam assim no versículo 3: Santo, santo é o Senhor dos Exércitos. A terra inteira está cheia da sua glória. O rei morreu, o rei eterno não morreu. O trono de Jerusalém mudou o ocupante. O trono do céu não. A história de Usias teve começo e fim. O reino de Deus não tem. Essa talvez seja uma das verdades mais libertadoras que um cristão pode aprender. Os homens de que Deus se serve não precisam ser eternos para que as promessas de Deus permaneçam eternas para nós. Eles eles não precisam ser infalíveis para que a palavra de Deus seja infalível. Eles não precisam ser onipotentes para que o propósito de Deus seja cumprido aqui. Eles não precisam permanecer conosco para sempre. para que Deus permaneça conosco. O erro começa quando a nossa visão se acostuma tanto com o rei terreno que esquecemos de erguer os olhos para o trono celestial. E às vezes Deus permite que certas seguranças desapareçam para revelar aonde a nossa confiança realmente estava colocada. Talvez fosse uma pessoa, talvez fosse uma estrutura, talvez fosse um período de estabilidade que você tava passando, talvez fosse uma igreja que você achasse que fosse inabalável, talvez fosse um ministério, talvez fosse um relacionamento, uma condição financeira, uma capacidade física, talvez fosse a nossa própria competência. Então, algo muda. O que parecia forte se mostrou frágil, o que parecia permanente termina. O que parecia seguro balança diante de nós. E a pergunta inevitável é: o que exatamente estava sustentando a nossa esperança? Isaías vê o Senhor e essa é a resposta. Não é simplesmente aprender a viver sem os ias, é aprender olhar acima deas. Porque a nossa esperança cristã não consiste simplesmente substituir um homem forte por outro homem forte. O evangelho não diz: "Não confie demais nesse homem, encontre outro melhor". A escritura nos leva muito além dessa frase. Ela nos ensina a ter toda a nossa confiança final em Deus. E quando João fala da incredulidade do povo diante de Deus, ele cita Isaías e logo depois ele diz algo extraordinário. Diz assim em João 12:41: Isaías disse isso porque viu a glória de Jesus e falou sobre ele. A glória que Isaías viu não é uma ideia abstrata de poder. João está nos conduzindo diretamente para Cristo. E isso muda completamente, como nós lemos essa visão. No ano em que o rei Terreno morreu, Isaías contempla a glória daquele que não apenas reina, mas viria ao encontro dos pecadores. Ias foi o rei que tentou tomar para si uma função sacerdotal que Deus não havia dado a ele. Cristo é completamente diferente. Cristo não invade o ofício que não lhe pertence. Ele é o rei prometido e também é o sacerdote prometido. Em Salmo 110 fala eh daquele que é rei e a quem Deus simplesmente declara sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquizedeque. Hebreus desenvolve isso e diz que Jesus possui um sacerdócio permanente porque ele vive para sempre. Diz também que ele é capaz de salvar definitivamente aqueles por meio dele e para que eles se aproximem-se de Deus, pois vive sempre intercedendo por eles. Usias quis ser rei e sacerdote por uma presunção que ele estava tendo. Cristo é rei e sacerdote por direito dele. Oias entrou no templo em desobediência naquele dia. Cristo entra na presença de Deus como nosso sumo sacerdote. Ali o Zia segurou o incenso e foi ferido eh ali. Cristo ofereceu a si mesmo e conquistou a redenção. Osias precisou sair. Cristo permanece. Usias se tornou impuro e Cristo é santo, inculpável e puro. Oias morreu e Cristo vive para sempre. É aqui que a nossa confiança encontra um fundamento que nenhum homem terreno pode oferecer para nós. Jesus não é apenas um homem melhor. Ele não é apenas um líder que conseguiu evitar o erro de outros líderes. Ele não é apenas um exemplo de humidade, contrastando com orgulho que o Zias tinha. Ele é o filho eterno. Ele é o rei que não perde o trono. Ele é o sacerdote que não precisa e nem vai ser substituído. Ele é aquele cuja vida não pode ser interrompida pela morte. Ele é aquele cuja intercessão não sofre desgaste nunca. Ele é aquele cuja justiça não diminui. Ele é aquele cujo reino não depende da fidelidade de homens para continuar existindo. Nossa salvação não está pendurada e nem eh dependendo da capacidade de um pastor. Não está pendurada na firmeza de um pai. Não está pendurada na estabilidade de uma igreja local. Não está pendurada no desempenho de uma geração. Não está pendurada na sabedoria de um líder. Nossa salvação está em Cristo. Isso deveria produzir em nós uma liberdade profunda para amar as pessoas sem idolatrar elas. Podemos honrar homens sem adorar a eles. Podemos aprender com homens sem tratar eles como pessoas infalíveis. Podemos receber conselhos sem entregar a nossa consciência ao que aquela pessoa vai dizer. Podemos ser profundamente gratos sem transformar a gratidão em uma dependência final. Podemos sofrer quando alguém falha sem concluir que Deus falhou naquela situação. Podemos chorar quando alguém morre sem concluir que a nossa esperança nesse mundo acabou. Podemos atravessar nesse mundo mudanças profundas, sem acreditar que o trono final está vazio. Isso também muda a maneira como nós pensamos sobre bons líderes. Às vezes, quando falamos sobre não confiar em homens, alguém pode interpretar como se a Bíblia ensinasse que todos os líderes são igualmente ruins, ou que não importa se temos homens piedosos ou perversos em posição de responsabilidade. É claro que importa. A história de reis que nós estamos vendo aqui mostra que isso importa e muito. Quando um rei teme a Deus, há consequências ali. Quando o rei se entrega à idolatria, há consequências disso. Quando o homem de Deus conduz com fidelidade, a sua influência pode ser vista como uma bênção. O Zias, antes da sua queda, fez coisas que eram boas para ajudar. A Bíblia não apaga de jeito nenhum o que ele fez e nós não precisamos apagar. Mas uma coisa é dizer: Deus nos abençoou por meio deste homem. Outra coisa completamente diferente é dizer no coração: "Sem este homem não sabemos o que será de nós." Uma coisa é você amar um líder fiel, outra coisa é agir como se Cristo dependesse dele para governar a igreja. Uma coisa é você valorizar um pai piedoso e é óbvio que você tem que valorizar. Outra é imaginar que a providência de Deus termina quando o pai já não pode fazer o que ele fazia. Uma coisa é reconhecer um líder competente, outra é tratar a competência humana como a muralha definitiva que vai nos proteger nesse mundo. Deus pode fazer coisas extraordinárias por meio de pessoas, mas Deus não entrega a sua glória às pessoas que ele usa. O próprio Usias aqui deveria ter sido uma prova disso. Quanto mais forte ele ficava, mais evidente deveria ficar a graça que havia sustentado ele ali. Quanto mais vitórias ele recebia, maior deveria ser a sua humildade diante de Deus. Quanto mais o seu nome se espalhava, mais ele deveria lembrar do nome daquele que havia ajudado a ele. Quanto mais recursos ele acumulava, mais deveria reconhecer a sua dependência dele. Mas o ser humano, o coração humano consegue fazer o contrário. Consegue receber tanto de Deus e começa a esquecer de Deus. consegue viver tanto eh tantos livramentos que Deus conduz ele que começa a imaginar que, na verdade, ele sabe se livrar sozinho. Consegue ser sustentado por tanto tempo que começa a imaginar que quem sustenta é ele próprio. Isso também ensina algo sobre a correção. Azarias e os sacerdotes entraram diante do rei. Ele poderia ter pensado que o histórico de Usias tornava a confrontação completamente desnecessária. Mas o passado fiel não cancela uma desobediência futura. Ninguém acumula tanto mérito diante de Deus que dá ele ao direito de pecar um pouco em determinada situação. 50 anos de serviço não compram o direito de você ignorar uma ordem. Anos de ministério não colocam ninguém acima das escrituras. Muitas pessoas ferem a si mesmas porque confundem honra com o silêncio. Mas os sacerdotes honraram mais Deus do que temeram o rei. E naquele momento, isso era também a única forma que de realmente amar aquele rei. A bajulação por parte deles teria sido extremamente confortável, não ter não teria sido amorosa para com o Ias. Quem ama o homem não ajuda esse homem a acreditar que ele é maior do que ele realmente é. Quem ama um líder não alimenta a fantasia que ele está acima da correção. Quem ama o líder não incentiva a confundir autoridade com que recebida com soberania. Quem ama um pai, um professor, um amigo, não transforma aquela pessoa num ídolo. Às vezes, a lealdade mais profunda se manifesta quando nós recusamos a participar da exaltação indevida de alguém que nós realmente admiramos. Porque todo homem precisa continuar sendo um homem aqui e todo servo precisa continuar sendo um servo. Somente Deus pode ser Deus. Então, quando nós olhamos para Osias e olhamos para qualquer pessoa que seja uma ferramenta de Deus para nós, o que nós devemos ver através daquela pessoa é Deus. E nesse momento nós devemos ser grato a Deus pela vida daquela pessoa. Há ainda uma coisa muito séria no modo como IAS termina os seus dias. O texto não termina dizendo que ele recuperou tudo. A marca da disciplina nele permanece. Ele vive separado até a morte. E isso nos lembra que o perdão de Deus não transforma o pecado em algo leve. Há pecados cujas consequências já atravessam muitos anos. A graça não significa que Deus trata a sua santidade como detalhe. O mesmo Deus que ajudou Osias foi o Deus que foi e feriu ele. O mesmo Senhor que fez ele prosperar foi o Senhor que não permitiu que ele profanasse impunente aquilo que ele havia separado apenas pros sacerdotes fazerem. Precisamos conhecer Deus inteiro, não uma versão de Deus que apenas nos ajuda a realizar os nossos sonhos. Não uma versão de Deus que existe para fortalecer as nossas capacidades. O Deus da Bíblia é santo. Ele dá, ele tira, ele exalta, ele humilha. Ele abre portas e ele fecha, ele sustenta e disciplina. Ele usa homens. Ele mostra aos homens que ele continua sendo Deus. Por isso, a nossa confiança nele depender de estarmos sempre entendendo o que ele está fazendo. Às vezes, a sua providência vem pela concessão de um eh de umas. Às vezes a sua providência vem pela remoção de umas. Nas duas situações, ele continua sendo Deus. Talvez em um momento a misericórdia de Deus para uma igreja seja levantando um pastor. Em outra, a misericórdia de Deus seja ensinar a igreja a não depender dele como se ele fosse um salvador. Talvez em um momento Deus sustente uma família por meio da força de alguém que esteja ali uma mãe, um pai ou um filho. Em outro. Deus revela a família que ela nunca esteve realmente sustentada pela força daquela pessoa. Talvez em um momento eles nos dê condição financeira, saúde, recursos e estabilidades na nossa vida. em outro, ele permita que descobramos que a nossa paz estava descansando demais nessas coisas e isso dói em nós. Mas é a graça de Deus quando destrói uma falsa segurança antes que ela destrua a nossa alma. É graça quando ele mostra que o apoio em que nós descansávamos não era o fundamento. É graça quando ele nos ensina novamente a dizer: "Somente o Senhor é o meu fundamento." Não porque as pessoas não não importem, elas importam verdadeiramente. Não porque as perdas não vão doer em nós, elas vão doer. Não porque líderes não fazem diferença, eles fazem. Mas porque nenhuma criatura foi feita para carregar o peso da esperança eterna de uma criatura. Esse peso esmagaria qualquer pessoa. Talvez seja por isso que a visão de Isaías seja tão poderosa depois da história de Usias. Isaías não vê apenas poder, ele vê santidade. Os serafins cobrem o rosto, cobrem os pés, clamam uns aos outros. Os batentes das portas tremem, o tempo se enche de fumaça. Isaías não reage dizendo: "Que experiência bonita!" Ele diz, ele diz simplesmente que está perdido. A presença do verdadeiro rei revela quem o homem realmente é. E isso também cura a nossa tendência de idolatrar, homens. Quanto maior Deus se torna aos nossos olhos, menor é aade necessidade de fabricar homens gigantescos. Quando vemos a santidade de Deus, conseguimos admirar as pessoas como você deve admirar, por tudo que elas fazem, que elas ensinam, como elas pensam, e simplesmente não confundir elas com Deus. Conseguimos reconhecer um dom sem imaginar que a pessoa é a origem daquele dom. Conseguimos perceber a grandeza humana, a a grandeza humana sem esquecer que toda a grandeza humana que você vê é pequena diante da majestade de Deus. O problema não é que pensamos demais sobre bons homens. Muitas vezes é que pensamos pouco demais sobre quem Deus é. Se Deus ficasse pequeno em nossas nossa visão, os homens começam a crescer. Se a glória de Deus ocupa o nosso horizonte, os homens voltam pro tamanho certo. Eles podem ser amados por nós. Eles devem ser honrados por nós. Nós devemos ouvir os conselhos, aprendermos com a sua fidelidade, chorarmos suas quedas, lamentarmos as mortes das pessoas próximas que tanto nos abençoam, mas não colocamos neles aquilo que pertence somente ao Senhor. E aqui, finalmente, nós chegamos a Cristo, o rei que Isaías contempla, o rei cuja glória João diz que Isaías viu, o rei que também é o nosso sumo sacerdote. Osias entrou onde não deveria entrar. Cristo abriu um caminho que jamais poderíamos abrir. Usias ofereceu incenso sem direito. Cristo ofereceu a si mesmo segundo o eterno propósito de Deus. Osias terminou seus dias afastado. Cristo nos traz mais para perto. Oias carregou em seu corpo a marca da sua impureza. Cristo carregou sobre si a culpa nossa do seu povo. Oias não podia purificar a si mesmo. Cristo purifica cada um de nós. Oias morreu e outro assumiu seu lugar. Jesus ressuscitou e o seu sacerdócio não passa para outro. Hebreus diz que houve muitos sacerdotes porque a morte impedia eles de continuar o seu ofício. Mas Jesus porque vive para sempre, tem o sacerdócio permanente. Essa é a nossa segurança. Não a segurança que nenhum homem que amamos pode nos entregar. A segurança de Cristo nunca vai falhar. Não é a segurança de nenhum líder que um dia vai morrer. É a segurança de Cristo que vive para sempre. Não é a segurança que toda a estrutura vai permanecer. é a segurança de que o reino não vai ser abalado por nada que possa acontecer aqui. Não é a segurança de que nós mesmos seremos fortes para segurar tudo que vai acontecer ao nosso redor. A segurança de que a nossa salvação repousa na força de outro. Todos os reis que nós estudamos até agora acabam apontando para essa insuficiência. Alguns apontam para uma maldade evidente que nós conseguimos ver, outros apontam para fraqueza, outros apontam porque fazem muito bem e justamente assim nos mostram como precisamos de um rei maior. Mesmo os melhores reis da antiga aliança morreram. Mesmo os melhores reis pecaram. Mesmo os melhores reis precisavam da graça. Mesmo os melhores reis não podiam salvar o povo do pecado. A sequência dos reis não é apenas uma sequência de biografias, é uma longa educação do coração de Israel. Não é este rei. Não é este rei. Não é este rei. Nós precisamos de outro. Um rei cuja justiça não seja emprestada por alguns anos. Um rei cujo coração não seja corrompido quando receber poder. Um rei que não use autoridade para ultrapassar a vontade de Deus. Um rei cuja força não produz orgulho. Um rei que obedeça perfeitamente. Um rei que reina eternamente um rei que possa também nos representar diante de Deus. Cristo é esse rei. E por isso a história que nós vimos hoje de Usias não precisa nos deixar cínicos. O o objetivo aqui hoje não é sair daqui dizendo: "Nunca confie em ninguém, porque todo mundo vai te decepcionar". É óbvio que a mensagem não poderia ser essa. Isso seria apenas outra forma de construir a vida em torno dos homens que estão ao nosso redor. O objetivo aqui é nós irmos mais alto. Confie em Deus de tal maneira que você possa amar as pessoas profundamente sem exigir que elas sejam Deus. Sirva ao lado delas. Aprenda com elas, agradeça por elas, honre quem deve ser honrado, mas mantenha o seu coração livre da idolatria. O Zias morreu. Jotão continuou administrando. Depois ainda vieram outros, alguns melhores, outros piores. Impérios surgiram, impérios desapareceram, templos foram erguidos, templos foram destruídos, gerações nasceram, gerações foram sepultadas. E Deus em todas essas situações continuou reinando. O que sustenta o povo de Deus nunca foi a permanência de homens. Quantos homens bons nós vemos eh que falam e nos abençoou tanto sobre o reino de Deus e Deus muitas vezes deu poucos anos de vida para eles. É a fidelidade do Senhor. É por isso que a nossa esperança pode atravessar as mudanças. Você eh pode não saber quem estará ao seu lado daqui a 10 anos, não sabe quem estará vivo, não sabe quais estruturas vão continuar existindo, não sabe onde você estará, não sabe quais capacidades ainda terá. Não sabe quais portas vão permanecer abertas, mas você já sabe quem está no trono. Isso basta para fé, não para responder todas as nossas perguntas, mas para saber onde nós devemos descansar. O trono nunca ficará vazio. O nosso Cristo nunca vai desaparecer. Cristo não vai ser substituído. Seu sacerdócio não vai terminar. Sua intercessão não cessará. Sua promessa não vai envelhecer nunca. Sua graça não vai perder eficácia nesse mundo. Seu poder não vai diminuir, seu sangue não vai perder valor. Seu reino não vai chegar ao fim. E quando tudo aquilo que parecia sólido ao nosso redor se mostrar temporário, essa verdade aqui vai continuar sendo verdade. Talvez hoje você esteja no templo da sua vida de umas forte. Tudo parece estar funcionando. Sua família está bem, a igreja está bem, o trabalho está bem. As pessoas em quem você confia estão perto. Então aprenda agora. Aproveite esse momento. Não espere a perda disso para descobrir a fonte. Agradeça pelos instrumentos, mas adore ao Senhor. Talvez você esteja ao contrário. No ano em que o Zias morreu. Alguma coisa que parecia fixa na sua vida desapareceu. Talvez alguém tenha falhado perto de você. Talvez alguém tenha partido, talvez uma estrutura tenha acabado, talvez você esteja tentando descobrir como você vai seguir na sua vida. Então, ouça a palavra. O Senhor continua sentado no trono, alto e exaltado. A sua glória não diminui nem um pouco. Mesmo que alguém tenha te decepcionado, mesmo que alguém tenha partido, não importa o que está acontecendo. Talvez você sejaas no momento em que tudo dá certo. Então aproveite e cuide do seu coração. Não transforme a ajuda em autossuficiência. Não transforme a experiência em arrogância. Não transforme a autoridade em licença. Não despreze a correção. Não ultrapasse os limites que Deus estabeleceu. Lembre-se de quem o ajudou até aqui. E talvez você seja um daqueles sacerdotes que precisa dizer a verdade para alguém poderoso. Talvez tema a Deus mais do que você teme as homens. Não bajule quem Deus chamou para você amar. Não participe da mentira que uma pessoa está acima da palavra. Deus é bom demais para deixar o seu povo dependente, finalmente de homens. E essa bondade aparece até quando ele expõe a fragilidade dos homens que nós admiramos. Porque se todos fossem fortes o tempo inteiro, talvez nós nunca ergaríamos os olhos para cima daquelas pessoas. Se nenhum instrumento quebrasse, talvez confundíssemos o instrumento com a fonte da verdade. Se nenhum rei morresse, talvez esquecêssemos quem é realmente o rei eterno. A morte de Usias não criou o trono de Deus, apenas mostrou que o trono de Usias nunca havia sido o trono definitivo. E isso vale para todas as coisas que um dia nós perdermos. A perda não torna Deus soberano. Ele revela o quanto eh nós já dependíamos dele mesmo quando nós não percebíamos. Todo o pão que chegou à nossa mesa chegou sob a providência dele. Todo amigo fiel foi uma dádiva que ele nos deu. Todo pastor fiel foi uma dádiva que ele nos deu. Toda correção que nos preservou foi uma dádiva que ele nos deu. Toda a porta aberta, toda a capacidade, toda a força foi uma dádiva que ele deu. Todo dia que você tem é uma dádiva dele. E quando a dádiva muda, o doador dela permanece ao nosso lado. Quando a mão humana treme, a mão de Deus permanece firme. Quando a voz humana se cala, a voz de Deus permanece. Quando o homem que parecia forte, que você pensa que ele nunca ia cair e ele cai, o Senhor não cai com ele. Quando o rei morre, o trono do céu continua ocupado. Por isso, se Deus lhe deu homens bons, receba eles como um presente na sua vida, não como deuses. Se Deus lhe deu líderes fiéis, honre eles. Não entregue eles o lugar que é só de Cristo. Se Deus lhe deu pessoas que sustentam você em momentos difíceis, ame elas. Mas saiba que quem sustenta essas pessoas enquanto elas sustentavam você, era Deus o tempo inteiro. E se um dia elas já não estiverem, o mesmo Deus que o ajudou através delas, continua sendo Deus. Talvez Deus tenha usado homens para sustentar você durante muitos anos. Agradeça a Deus. por eles. Ame eles, honre eles, mas nunca confunda a mão de Deus com a mão que Deus usa. O Zias morreu, Isaías ergueu os olhos e o trono continuava ocupado. Amém, irmãos. Deus, nós te agradecemos pelo dia de hoje. Que nós possamos olhar para essa mensagem sobre os ias e ver que mesmo quando homens piedosos, homens que foram muito importantes para nós, quando eles morrem, quando eles partem, o Senhor está no controle. Não importa o que aconteça, não importa se aquele homem, que nós sabemos que é só um homem possa errar. Não importa o que aconteça, tu estás no controle. Tu está com as mãos sobre nós e tu estás no controle de tudo. Não importa o que aconteça, não importa eh quem está próximo a nós, não importa se aquela pessoa partiu, não importa quem está governando a nós, o que importa é que tu estás conosco. Então, não importa a situação, se for nos dias que o Zias morre ou se for que nos dias que o Zias está fortalecido, nós sabemos que o nosso Deus está conosco. Que nós possamos ver, Senhor, a tua mão através de pessoas que tanto nos abençoam aqui. que nós possamos ser gratos, honrar a elas, mas não permita que nós coloquemos o que somente é direito a ti na vida delas, porque não seria nem é correto com elas, que nós possamos honrá-las na maneira correta, como mais, como pessoas usadas por ti, pessoas que nos ajudam a nos abençoar através de ti, mas que nós vejamos, quanto mais nós olhamos para aquela pessoa sendo boa para nós, nós possamos ver a ti ainda mais engrandecido no final. Que essa seja a nossa eh verdade dia após dia. É isso que nós desejamos hoje em nome de Jesus. Amém. Uma palavra assim é tremendamente sondadora sobre os nossos corações, não é? Reios Dias foi um grande rei durante muito tempo. Nós temos que ter muito cuidado. Ao servirmos a Deus, podemos, apesar de todo o conhecimento que Deus nos dá, achar que de alguma maneira nós acumulamos créditos. falarmos que não, que não há nenhum mérito, mas começarmos a pensar que realmente há. Honrar muito a Deus em determinada área, não te dar pontos para não honrá-lo em outra área. E a ideia de que se durante tanto tempo, décadas, não é, Osias foi um grande rei e ele podia, por isso deshonrar o que Deus disse sobre o sacerdócio, de que só os filhos de Levi podiam entrar no santuário e oferecer sacrifício, com incenso, eh é um erro comum. Nós achamos que realmente eh muitas vezes contra o que eh devíamos saber de que a obediência a Deus acumula pontos ou méritos que nós podemos gastar de uma forma que deshonra a Deus. Nós temos que abraçar a realidade de que tudo em nossa vida é graça e que nós podemos servir a Deus 30 anos. Isso não acumulou nenhum ponto para nós, nenhum mérito. Tudo foi a obra da sua graça. Então, uma área da nossa vida não acumula pontos para nós descontarmos na outra. Há pessoas que pensam: "Olha, eu tenho uma vida de oração firme, constante, então eu posso deshonrar a Deus no meu casamento, porque eu ganhei tanto ponto aqui que eu posso usar um pouco desses pontos para deshonrar a Deus aqui e equilibrar os pontos." Mas você não ganhou nenhum ponto na sua vida de oração. A oração, uma vida de oração é graça com Deus. Você não pode deshonrá-lo por causa da sua vida de oração no casamento. Ou essa área da minha vida eu tenho sido tão obediente. A a respeito do dinheiro, eu não vou ser obediente. A respeito da minha relação com o perdão, eu não vou ser obediente. É um erro achar que uma área da nossa vida pode cobrir outra área da nossa vida, como se a gente acumulasse méritos naquilo que a gente acha que honrou a Deus. Como rei, honrou a Deus durante aqueles anos todos, mas a palavra de Deus estava lá. Ele não podia oferecer sacrifícios. Ele ele desobedeceu diretamente a palavra de Deus porque acreditou que ao ter servido a Deus durante todo aquele tempo e Deus ter abençoado ele como rei, lhe dava direito de em uma outra área da vida deshonrar Deus. E isso a gente não é rei, mas como eu disse, é algo muito comum. Olha, eu sou fiel a Deus eh na em oração, defendo a verdade. Sou fiel a Deus eh com meu dinheiro. Eu posso deshonrar a Deus no meu casamento, eu posso deshonrar a Deus no meu trabalho. Eu posso deshonrar a Deus em outro lugar, porque aí vou tirar pontos daqui, colocar pontos aqui e vai dar uma equilibrada. Nós não ganhamos ponto nenhum. Toda a nossa vida flui das veias de Cristo, da graça infinita de Deus. Nós somos sempre devedores. Nunca podemos achar que podemos equilibrar obediência e desobediência. Toda desobediência só pode ser remida pela obra de Cristo. Não há nada que a gente tenha feito em nenhum momento da vida, ou por décadas, ou por tempo enorme que possa compensar ou espiar qualquer pecado em qualquer área da nossa vida. Portanto, isso lida com o nosso orgulho e também faz a gente parar de fazer cálculos, não é? ou contabilidade com obediência. Então, nessa outra área, eu posso desobedecer, eu posso guardar esse rancor, porque eu em todas essas outras áreas estou fazendo tudo que Deus quer, mas não pode. Deus não pode ser honrado assim. Não temos créditos para numa outra área não poder honrá-lo. Devemos estar cientes, constrangidos pelo seu amor. O amor de Cristo nos constrange saber que tudo em nossas vidas flui dele. Como eu tava falando no início, né? O meu, o teu fruto vem de mim. Então, nunca atribuir nenhum crédito a nenhuma coisa que nós vivemos para a glória de Deus, achando que isso nos dá direito de não glorificá-lo em outra área. E então sermos realmente cada vez mais sensíveis àquilo que dizemos crer, que a salvação vem do Senhor. Todas as coisas boas da nossa vida são operadas por ele. Então, elas não nos dão crédito para abraçar o mal. em nenhuma outra área e deshonrar o nosso Deus. Então, os dias ficou leproso. Então, Deus mostrou no ano que ele morreu, a Deus estava falando mais mais de 50 anos de reinado. Isso é uma vida inteira. É como se eu tivesse vivido a minha vida inteira com um único governante e um bom governante. Então, é óbvio que as pessoas quando ele morreu ficaram assim: "Como vai ser a vida?" Eles nunca tinham conhecido outro governante e ainda um bom governante. Então, naquele ano, é com essa com essa percepção que Isaías vai ao templo e vê que o rei está sentado. O rei que reinava não era Osias, [roncando] era Cristo. E a glória dele enche a terra. Não importa como eh nós julguemos estar os homens e achemos que está em perigo a igreja de Cristo, o propósito de Deus, nada em Deus está em risco. Ele está edificando sua igreja e nós devemos dar a ele a glória por tudo que ele tem feito e ficarmos maravilhados por ternos incluído nisso e nunca acharmos que a obediência em alguma parte da nossa vida acumulou créditos para desobedecer a Deus ou não honrá-lo. Que Deus possa realmente conduzir nossos corações à humildade e ao descanso. Ele reina. Nós somos vasos da sua graça e esse é o tesouro que habita em nós. A justiça de Cristo, a beleza de Cristo, as bênçãos compradas com o sangue de Cristo, de nós mesmos não flui bem algum. Nós te agradecemos, Pai. Tua palavra, Senhor, Pai, realmente separa, Deus, que cada um de nós não pegue a tua palavra para usarmos, senhor, Pai, como um holofote, para apontarmos para todas as direções. E cada um nessa noite pega a tua palavra como um espelho e olhe para si mesmo, para o seu coração. Senhor Pai, como tem visto a sua graça, como o senhor Pai tem tentado contabilizar obediência e desobediência como se elas pudessem ser, Senhor Pai, ó Deus, usadas para dar crédito, Senhor Deus, para de alguma maneira, Senhor Pai, não te honrarmos. e nos ensina, Senhor Pai, a quando todas as coisas, Senhor Pai, estiverem sendo eh eh indo na direção correta em nossas vidas, ó Deus. E tu, Senhor Deus, mostrando bênçãos abundantes com com os ias, que não direcionemos isso para nosso próprio coração e nem achemos, Senhor Pai, que estamos num estado tal, Senhor Pai, que podemos te deshonrar, porque já te honramos muito, de muitas maneiras. Que nosso coração esteja capturado por quem tu és, pela majestade que Isaías viu, ó Deus, e nós possamos junto com os querubins e os serafins cantar: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos. Toda a terra está cheia da sua glória e que essa glória brilhe dentro de nós, ó Deus, para que sejamos realmente transformados diariamente à imagem do teu filho, em nome de Jesus. Amém. Vamos cantar ao Senhor. Aleluia. >> [música] [música] >> เฮ [música] >> [música] >> O [música] caráter de Cristo nos revele [música][canto] seu amor. [música] nós somos. [música] Vem espírito, [música] venha nos encher. Vem nos conformar [música][canto] a Jesus, o Senhor, foi [música] espírito [canto] viver em nós. Nós clamamos [música] a ti. Vem mostrarnos [música] Jesus. Mostrarnos Jesus. [música] >> [música] >> Cristo. [música] >> [música] >> Graça, consolador nos faz [música] mostrar. Só Jesus, só a tua presença [música] sempre nos guia. A Deus filho [música][canto] Jesus Cristo vem [canto] com tua graça. Consolador [música] nos faz mostrar. Só [música][canto] Jesus só tua presença sempre nos [música] guia. A teu [canto] filho Jesus Cristo, vida eterna. [música] Só em Jesus vive [música] pra sua glória. [canto] Jesus Cristo, reinarás [música][canto] em fim. Viveremos vem [música] com a graça consolador [música] nos faz mostrar. Só Jesus, [música] só tua presença sempre nos guia. A [música] teus filho Jesus Cristo. [música] >> [música] [música] >> Mostra [música] só Jesus. Só tua presença sempre nos guia. [música] Aus filho Jesus Cristo. [música] Vem Espírito, [música] venha nos encher. [canto] Vem nos conformar a Jesus, o Senhor [música] Espírito, [canto] venho viver [música] em nós. Nós clamamos a ti. [música] >> Vem mostrarnos [música] Jesus. Vem mostrarnos. [música] Jesus. Cristo [música] vem mostrarnos [canto] Jesus Cristo. [música] Demar-nos Jesus [música] Cristo. Demostrar Jesus Cristo. [música] Demostrar [canto] Jesus. Cristo vem mostrar-nos Jesus [música] Cristo. [música] >> Aleluia. Vem, Deus, vem mostrar-nos teu filho amado. Lev-nos da tua paz. Que nós possamos descansar somente em ti, Senhor Deus. que em todos os acontecimentos a gente possa, como Isaías ver, Senão Pai, o Rei assentado no trono com a hora das suas vestes enchendo todas as coisas, senão Pai, tudo debaixo dos pés de Cristo. E ele, ó Deus, operando todas as coisas para o bem daqueles que tu deste a ele, Senhor Pai, para consumação de todas as coisas, Senhor Pai, mostrando, revelando sua glória, ó Deus, em justiça e em misericórdia. Nós te agradecemos, te entregamos todos aqueles que estão enfermos, Senhor Pai, os que estão enfrentando dias difíceis, aflitivos, Senhor Pai, em outras áreas da vida. Que todos possam colocar, Senhor Pai, seus corações na mão do pastor e Deus andarem pelo vale, serão Pai, não prestando atenção no vale, na escuridão, mas com os olhos fixos em Cristo, autor e consumador da nossa fé, em nome de Jesus. Amém. Amém. Que os irmãos sigam na paz do Senhor. Amém.